domingo, janeiro 31, 2010

TERMINA O MÊS CONSAGRADO A JANUS, DEUS DOS INÍCIOS E DAS PASSAGENS, PORTEIRO DO CÉU...


UMA DAS MAIS BELAS CENAS DO CINEMA DE TODOS OS TEMPOS

E a fechar o mês com chave de ouro, ou não fosse Janeiro o mês de Janus, o Porteiro do Céu, aqui vai uma fabulosa passagem do filme «Apocalypse Now» (ponham as colunas no máximo, que o essencial está na música):

RECORDAR UM DOS PRINCIPAIS MARCOS DO TOTALITARISMO CRISTÃO

Mesmo depois de mais de um século de intensa e mortalmente intimidatória campanha cristã para exterminar os cultos ancestrais da Romanidade e todas as outras estirpes sob o domínio romano, ainda assim a resistência pagã se fazia sentir.
Após a promulgação da lei de 435 que condenava à morte quem quer que realizasse rituais pagãos, ainda assim o Paganismo continuava vivo. Por conseguinte, o imperador Teodósio II, fanaticamente cristão, viu-se obrigado em 438 a reforçar a proibição e a ameaça de morte, deixando também claro que toda a propriedade dos pagãos seria confiscada. Vale a pena citar o enunciado desta lei, pois que aí está evidente o facto de que os pagãos continuavam ainda a realizar rituais em honra das suas Deidades Nacionais, apesar da violenta perseguição de que eram vítimas, pois que a lei de 435 incluía a destruição dos templos e a condenação à morte dos magistrados que os não destruíssem.

Eis então o texto da lei:

«Deste modo a nossa clemência entende a necessidade de vigiar os pagãos e as suas enormidades gentias, uma vez que, por natural depravação e teimosia fora da lei, eles esquecem o caminho da verdadeira religião. Eles desdenham em realizar os nefandos rituais de sacrifício e os erros e falsidades das suas nocivas superstições dum modo ou doutro nas solidões escondidas, a menos que os seus crimes sejam publicamente revelados pela profissão dos seus crimes em insultar a majestade divina e em mostrar desdém pela nossa época. Nem o milhar de leis já promulgadas nem a pena de exílio pronunciada contra eles deteve estes homens, para que, se não podem ser corrigidos, ao menos se abstenham dos seus imensos crimes e da enorme quantidade dos seus sacrifícios. Mas a sua audácia insana é continuamente transgressora; a nossa paciência está exaurida pelo seu maldoso comportamento, pelo que se nos quisessemos esquecer deles, não poderíamos ignorá-los.»


Através deste e doutros factos similares se pode constatar que o Cristianismo esteve sempre muito longe de ser acolhido por todos como a exclusiva e definitiva boa nova, e que os líderes cristãos, assim que se apanharam no poder, tudo fizeram para destruir por completo todos os vestígios da identidade religiosa dos povos, tentando sempre substituí-la por um credo universalista e alienígena, de raiz semita e de espírito visceralmente intolerante e totalitário.

GANG ESTRANGEIRO VIOLENTO DETIDO EM TORRES VEDRAS

A Polícia Judiciária deteve um gang de quatro homens de nacionalidade estrangeira, com idades compreendidas entre os 18 e os 51 anos, pelos crimes de roubo, sequestro, ofensa à integridade física e detenção de arma proibida.
De acordo com as autoridades, o grupo terá sequestrado uma idosa, proprietária de um estabelecimento comercial e um indivíduo que trabalhava para a senhora, durante o mês de Dezembro na zona de Torres Vedras.
O gang terá aproveitado para roubar dinheiro e objectos de valor à idosa, num total de mais de 2500 euros. As autoridades apreenderam a arma utilizada para ameaçar as vítimas e o carro no qual o gang se deslocava.
Três dos detidos estão ilegais no País e as autoridades suspeitam que este gang seja o responsável por outras acções violentas e criminosas que estão sob invstigação.
Os quatro homens vão ser presentes a tribunal onde lhes serão aplicadas medidas de coacção.

IMÃ CONDENADO POR AMEAÇAR UMA MULHER QUE NÃO USA VÉU

Onde é que já vai a historieta, comum aos muçulmanos alegadamente moderados e também aos ocidentais politicamente correctos, de que «ai, a burca/véu/hijab não é obrigatório/a...» Pelos vistos, à medida que o tempo passa e o poder islâmico aumenta, as obrigatoriedades aumentam...

Fatima Ghailan, musulmana de 31 años, nacida en Marruecos, trabaja, conduce y no lleva velo. El imán de la localidad, Mohamed Benbraim, parece estar de acuerdo sólo con lo primero.
El acoso del imán hacia la mujer ha llegado a tal punto que el juzgado de instrucción número 1 del Vendrell le ha imputado por los delitos de amenazas, coacciones y calumnias. La Fiscalía ha solicitado para Benbraim cinco años de cárcel; cuatro para su mano derecha, el presidente de la Asociación Islámica de Cunit, Abderraman El Osri, acusado de coacciones y calumnias: y dos para la esposa y la hija del imán, Zohra Ahmaddach y Haffsa Ben Brahim, acusadas de coacciones.
El caso pone de manifiesto la existencia de tensiones entre musulmanes por imponer un islam extremista. Las autoridades consideran Tarragona el principal vivero en España del salafismo, corriente que profesa Benbraim.
El imán “considera que el hecho de vestir sin el velo islámico, que se relacione con españoles no musulmanes, al igual que sus hijos, y que esté al margen de la comunidad islámica la hace merecedora de reproche”.
Las coacciones se extienden hasta el colegio, donde los padres musulmanes indican a sus hijos que no hablen con los de Ghailan, señala el juez. Las presiones de la comunidad islámica abrieron hasta tres frentes. Intentaron convencer al marido de que debía abandonarla. Luego la hija del imán, Haffsa Ben Brahim, promovió una recogida de firmas que entregó a la alcaldesa de Cunit, pidiendo su despido por “tratar mal a los necesitados” y “no tener derecho” a ocupar la plaza, entre otros agravios que el juez considera falsos.
Finalmente, afirma Ferran Balsells en El País, El Osri contactó con el consejo comarcal y pidió que Fatima fuera despedida por haber insultado al imán, lo que resultó ser falso, según el juez.

Com casos destes não se preocupa a súcia esquerdista que se «indigna» (como se tivesse alguma dignidade, para começar) com a possibilidade da proibição do véu em vários países europeus...

sexta-feira, janeiro 29, 2010

NACIONALISTAS HINDUS CONTRA QUOTAS QUE BENEFICIEM MUÇULMANOS

Na Índia, o partido nacionalista hindu Conselho Mundial Hindu ou Vishwa Hindu Parishad (VHP) anunciou esta semana uma manifestação de protesto caso a proposta governamental para garantir mais empregos e instituições educacionais aos muçulmanos e a outros grupos minoritários.
Em Kerala, o líder do partido disse que qualquer iniciativa a favor destas minorias, no trabalho e na educação, vão contra os interesses da comunidade hindu. Ameaçou por isso mobilizar estudantes e jovens em geral se a actual quota for alterada de acordo com a pretensão da Comissão Nacional para as Minorias Religiosas e Linguísticas, cujo actual dirigente quis que se reservassem quinze por cento dos empregos e postos educacionais do país aos muçulmanos.

O padre Paul Thelakat, porta-voz do Sínodo Syromalabar, comentou a postura do VHP: «mesmo neste período de globalização, há ainda estas instâncias de neo-fascismo que em última análise significam um retorno ao Paganismo, à negação do amor pelos rivais, identificando-se apenas com os interesses da sua etnicidade. Só pensam nos interesses da sua casta e da sua comunidade étnica, considerando os outros grupos e castas como rivais. As políticas já não são pensadas em nome da população mas sim da casta e da comunidade.»

Para além da notória desonestidade em chamar a questão da casta para uma situação que nada tem a ver com tal tema, salienta-se, mais uma vez, a real natureza do Cristianismo, que é a mesma do tempo de Jesus Cristo e de Justino o Mártir, um dos doutores da Igreja, que declarou «nós que antes matávamos e nos odiávamos e não compartilharíamos o nosso lugar com pessoas de outra tribo devido aos seus [diferentes] costumes, agora, depois da vinda de Cristo, vivemos juntamente com eles.» É a apologia da globalização - desta vez, frontalmente, literalmente, com todas as letras, como se tudo o que se opusesse à globalização fosse mau - e a explicação, implícita, daquilo que o Cristianismo veio fazer quando veio combater o Paganismo: além da destruição e/ou usurpação dos altares alheios, veio também querer destruir o sagrado egoísmo dos Povos para que, com o tempo, as identidades desaparecessem, de modo a assim alcançar a sua pútrida sociedade universal, na lama da indiferenciação e do amor sem fronteiras.
Este caso indica entretanto a existência de mais um ponto em comum entre a Índia e o Ocidente: para além da comum raiz indo-europeia ou ariana, para além da tradição de tolerância, diversidade e até democraticidade, os defensores tanto da Índia como do Ocidente autêntico deparam-se com o mesmo inimigo mortal: o universalismo apátrida e pária, seja na versão moderna, politicamente correcta, seja na versão original, a cristã, ambas a favorecer o outro grande universalismo, que é o mais radical e violento de todos, o Islão.
Seria pois da máxima conveniência, e sobretudo ética, fortalecer os laços etno-ideológicos inter-continentais que devem unir os nacionalistas indianos e europeus num mesmo combate identitário.

Uma das bandeiras do VHP

NEM TUDO O QUE PARECE EUROPEU O É... MUITO MENOS SE FOR TURCO

Mensagem que o camarada Nepenthes me enviou por e-mail - muita atenção, caros leitores:

Desde dia 1 de Janeiro de 2007, a Turquia tem uma nova moeda, a "nova lira turca" (Yeni Turk Lirasi), que substitui a lira antiga bastante desvalorizada e pela qual tiraram não menos de 6 zeros
Quando se olha para a nova lira, nota-se logo que se parece estranhamente com a nossa moeda de 2 euros. Se comparar estas 2 moedas, constata-se que têm exactamente a mesma aparência (uma parte de cobre central rodeado por uma parte de niquel), tendo sensivelmente o mesmo tamanho.
A face da moeda, tem como muitos euros, 1 cabeça desenhada (neste caso trata-se de Ataturk, como a dos euros mostrando o rei de Espanha, o rei da Bélgica…). A única diferença é que no lugar de 2 dos 2 euros tem 1 e é semelhante ao 1 das moedas de 1 euro. Esta lira turca é uma imitaçao juridicamente inatacável da moeda de 2 euros.
Ela vale apenas 0,4 euro (e na Europa não tem qualquer validade, ou seja não vale mesmo nada).
Apenas permite dar troco, fazendo assim lucros substanciais.
Por enquanto, estejam atentos, verifiquem bem que as vossas moedas de 2 euros, não se tratam de liras turcas, porque já começaram a circular.

Espalhem,então,a notícia.

DINAMARCA DÁ MAIS UM EXEMPLO À EUROPA...

A Dinamarca está no topo da lista dos países onde se registam mais queixas contra crimes de ódio, vitimando sobretudo os somalis, de acordo com um estudo baseado em vinte e sete mil entrevistas realizadas em toda a União Europeia. Só na Finlândia é que os somalis são ainda mais atacados; na República Checa, os ciganos também sofrem mais racismo do que os somalis na Dinamarca.
Um terço dos somalis em solo dinamarquês queixa-se de que já sofreu sérios ataques racistas, perseguições ou ameaças.
Mandana Zarrehparvar, que dirige o Departamento da Igualdade e da Diversidade da Dinamarca, diz que não se surpreende que os somalis sejam os principaiis alvos, por serem escuros, e não apenas da parte dos Dinamarqueses.

Pois - é só por serem escuros, não é pelas suas constantes acções de violência, que incluiu uma tentativa de assassínio de Kurt Westergaard e o homicídio de Birthe Christiansen, assistente social, e que inclui também agressões constantes aos assistentes sociais...
Quando se ouvem notícias destas, já se sabe o que querem realmente dizer - somente que os indígenas de um certo e determinado país europeu não fogem, não têm medo e não dão a outra face quando agredidos por alienígenas.

ADOLESCENTE ACUSADA DE PROTESTOS NACIONALISTAS PRESA NA TURQUIA

No sudeste da Turquia, um tribunal sentenciou uma rapariga de quinze anos a uma pena de prisão de quase oito anos.
Sete anos e nove meses por ter atirado pedras à polícia e entoado cânticos em manifestações ilegais nacionalistas curdas, alegadamente «em nome de uma organização terrorista». Esteve três meses detida e, se não fosse tão nova, estaria mais treze anos e meio atrás das grades.
Imagine-se a polémica merdiática mundial se Israel prendesse uma adolescente palestiniana por sequer um ano só por ela atirar pedras à polícia e gritar vivas ao Hamas, isto partindo do princípio de que a pobre curda louvou mesmo a guerrilha separatista da sua nação curda, ocupada pela Turquia...

NÃO FALTARÁ QUALQUER COISA NESTA EM PRINCÍPIO AGRADÁVEL NOTÍCIA?...

A PSP de Sintra deteve ontem no Cacém três homens de 16, 17 e 20 anos que estavam em situação irregular no País. Dois deles tinham antecedentes criminais por vários crimes contra o património cometidos na região.

Deteve... agora falta saber quando serão expulsos... ou se serão mesmo expulsos... porque os tais dois que tinham antecedentes criminais ainda cá estavam...

PJ DETÉM CRIMINOSO ESTRANGEIRO EM LOURES

Um homem de 19 anos foi detido pela Polícia Judiciária por suspeita de prática de crimes de roubo qualificado e detenção de arma proibida, na região de Fetais, em Loures.
Segundo as autoridades, que deram conta da detenção esta quinta-feira, os factos ocorreram em finais de Dezembro passado, quando o arguido, acompanhado de outro homem ainda por identificar, “se introduziu num estabelecimento comercial que se encontrava aberto ao público, tendo obrigado o funcionário a entregar-lhe todo o montante que possuía em caixa, bem como quatro telemóveis”.
Os assaltantes actuaram ao fim da tarde, encapuzados, e utilizaram uma arma de fogo para intimidar o funcionário.
A Polícia Judiciária apreendeu um dos telemóveis roubados no assalto, bem como três passa-montanhas, continuando as diligências a fim de localizar, identificar e deter o co-autor dos factos criminosos.
O detido, cidadão estrangeiro, vai ser presente a tribunal para aplicação das medidas de coacção.
Ah, é estrangeiro... pode-se dizer que é estrangeiro, mas não se identifica a sua identidade racial...
O que é facto é que a região de Loures está pejada de africanos. Mas como a notícia é omissa quanto à raça do criminoso, ficamos sem saber...

ESPECIALISTA RELIGIOSO DO ISLÃO PRESO POR TERRORISMO NA OSSÉTIA DO NORTE

Na Ossétia do Norte, o imã Jimmy Tanduyev foi posto na solitária durante três meses depois de se lhe descobrir, na penitenciária de máxima segurança em que está preso, um cartão SIM contendo apelos à jihad e fotografias dos líderes terroristas muçulmanos Doku Umarov e Shamil Basayev (já falecido).
Já cometeu actos similares antes, segundo o chefe do departamento de pessoal da divisão do Serviço Federal de Prisões, na penitenciária Nededya Byarzov. Segundo este responsável, Tanduyev não se corrigiu na prisão e têm-lhe sido continuamente apreendidos items como este.
A polícia pediu à direcção dos muçulmanos da Ossétia do Norte que apresentassem outro imã para a penitenciária, que tem cerca de meia centena de reclusos muçulmanos. De notar que Tanduyev, sentenciado a dezasseis anos de cadeia, tornou-se no imã da penitenciária em Fevereiro do ano passado. A penitenciária da prisão tinha sido construída no mês anterior. E Tanduyev foi nomeado pela direcção dos muçulmanos do país.

Mais um, é mais outro, e mais outro, e ainda outro, e outro ainda, e ainda mais um profundo conhecedor da religião muçulmana que não sabe que o Islão é a religião da paz e que, como dizem os muçulmanos alegadamente moderados, e a politicagem correcta em peso, o terrorismo é incompatível com a moral islâmica...

EFEMÉRIDE - POLÍTICO EUROPEU ATREVE-SE A DIZER QUE O REI VAI NU

Silvio Berlusconi nunca se distinguiu por ser politicamente correcto. Após várias gaffes e alguns deslizes, o primeiro-ministro italiano voltou a proferir um comentário polémico: "Menos imigrantes significa menos criminalidade".
O deslize de Berlusconi foi proferido esta quinta-feira na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, realizado na região da Calabria, um território controlado pela organização mafiosa mais poderosa do momento, a ‘Ndrangheta'.
A escolha simbólica do local ficou a dever-se à aprovação por parte do Executivo italiano de um plano para reforçar a luta contra a mafia e o trabalho clandestino.
Berlusconi, cujo Governo aprovou no ano passado uma lei que classifica o como crime a imigração irregular, apresentou as medidas agora aprovadas e sublinhou o êxito das iniciativas anteriores. "Os resultados da nossa luta contra a imigração clandestino são muito positivas", assegurou o primeiro-ministro, acrescentando que "uma redução dos cidadãos extra-comunitários em Itália significa menos forças para engrossar as filas dos criminosos".
O comentário de Berlusconi, que recentemente foi agredido após um comício em Milão por um cidadão italiano descontente com a sua política, promete desencadear novas críticas.
Um dos poucos líderes europeus dignos de o ser, este Berlusconi.

CAMPANHA ANTI-ISLAMIZAÇÃO NO PAÍS IRMÃO, UM DOS ESTADOS EUROPEUS MAIS AMEAÇADOS PELA PESTE VERDE

España y Libertad lanza una campaña de concienciación social que pretende denunciar la islamización de Europa. Miles de adhesivos (35.000) serán repartidos de forma gratuita entre los internautas que visiten la web de España y Libertad (www.e-libertad.es) y lo pidan mediante correo electrónico o telefónicamente, llamando al 600.437.500. Los carteles y adhesivos se enviarán a su propio domicilio. El objetivo es que puedan verse en toda España.
La campaña, basada en la que ha realizado la Unión Democrática de Centro suiza para oponerse a la construcción de minaretes en suelo helvético, recoge la imagen de una mujer con ‘burka’ y varios minaretes sobre la bandera de Europa.
La presidenta de España y Libertad, Yolanda Morín, afirma que la campaña denuncia “una realidad palpable que humilla a las mujeres y a colectivos como el de los homosexuales que ya es visible en numerosos lugares de Europa y de España”.
Morín recuerda que España y Libertad “no tiene nada contra los musulmanes, contra la gente… con lo que tenemos un problema es con la ideología islámica. Creemos que es una ideología totalitaria. En la ideología islámica no existe lugar más que para el Islam. Y es esto a lo que debemos tener miedo”.

Por eso, España y Libertad, pide a la clase política que se tomen medidas urgentes:
.- Que se prohíba la construcción de centros de adoctrinamiento islámico, sobre todo aquellos en fase de proyecto que serán gigantescos.
.- Que se prohíban los minaretes en las mezquitas existentes, porque son símbolos de dominación territorial.
.- Que se prohíba la utilización del velo islámico o el burka, sobre todo a las niñas en las escuelas.
(...)

DIRIGENTE DE CANAL ISLÂMICO EM INGLATERRA PRESO POR TERRORISMO

Foi no início da semana preso na África do Sul Mohamed Ali Harrath, o dirigente da Islam Channel, popular estação de televisão muçulmana do Reino Unido, sob acusação de actividade terrorista, encontrando-se por isso em vias de ser deportado para a Tunísia. A sua detenção verificou-se no âmbito da acção securitária sul-africana que prepara o país para o Campeonato Mundial de Futebol que irá aí decorrer este ano. O jornal Times informa que Harrath, que chegou a dar conselhos à Scotland Yard sobre o terrorismo islâmico, era há mais de um ano procurado pela Interpol devido a alegadas ligações ao terrorismo no seu país natal, a Tunísia. Foi condenado in absentia e sentenciado a cinquenta e seis anos de cadeia. Durante a sua detenção, teve um ataque cardíaco e foi de imediato hospitalizado em Pretória, sob vigilância policial.
O seu canal, Islam Channel, acusou no dia seguinte a Tunísia de estar a usar a Interpol para o perseguir. O que é facto é que Harrath já está no nível vermelho - o mais alto - de vigilância da Interpol desde 1992, a pedido da Tunísia. De notar que mesmo assim foi aceite no Reino Unido em 1995 sob o estatuto de refugiado.

Chegou pois como refugiado e foi aceite apesar de ser seriamente acusado de terrorismo - e, para cúmulo, até chegou à chefia do principal meio merdiático muçulmano do país, ou seja, adquiriu um bom posto de disseminação de mensagens no seio de uma comunidade alienígena crescente na maior potência militar da Europa Ocidental. Dificilmente se encontraria uma mais eficiente e perigosa infiltração do inimigo para fortalecer a quinta-coluna mais ameaçadora que o Ocidente já teve. Talvez porque a elite que controla o Reino Unido o considerasse um moderado - e mais uma vez se constata que a diferença entre «moderados» e «extremistas» é no mundo islâmico algo ilusória...

quinta-feira, janeiro 28, 2010

SOBRE A RAIZ DA NACIONALIDADE


Fala Alexandre Herculano sobre Portugal nos tempos do conde D. Henrique:
«Considere-se Portugal naquela época, ou como condado, ou como província, ou reino, é certo que os Povos derramados por todo o tracto de terra desde o Minho até ao Mondego, começavam a deixar perceber já na segunda e terceira décadas do século XII um certo carácter de nacionalidade que não é possível desconhecer. Os sucessos políticos mostram-no melhor que nenhum outro indício.

Isto confessado pelo próprio Herculano tem grande peso. O Povo Portucalense dava indícios de nacionalidade já no tempo de conde D. Henrique.»

A tanto não ousávamos avançar.

Mas não é só isso o que ele diz.

Falando depois da pouca união que havias na Galiza e Leão, serve-se das seguintes expressões: Portugal, porém, no meio de tais divisões conservou sempre um notável aspecto de unidade moral

E mais adiante ainda: «Assim o pensamento de desmembração e independência, que é visível, exsistia já nos ânimos de Henrique e da sua viúva, e que veio a realizar-se completamente no tempo de Afonso Henriques, é um pensamento comum ao chefe do estado e aos membros dele, sendo talvez os actos dos princípes ainda mais o resultado da influência do espírito público que a manifestação espontânea da própria ambição.»

E, para acabarmos com as transcrições, fazemos mais a seguinte:

Todavia (continua ele), é impossível deixar de reconhecer na série dos factos que ilustram a história do estabelecimento da independência portuguesa um certo instinto de vida política individual nas populações de aquém Minho, que já anuncia nelas a futura tenacidade com que resistiram desde então até hoje a assimilar-se ao resto da Hespanha e a incorporar-se nela».

(...)

Não se forma uma nacionalidade como por encanto, assim de um momento para o outro; ela é o produto do concurso de muitas circunstâncias poderosas e superiores à vontade humana, as quais se criaram por certas leis que presidem à formação dos Estados.

(...)

As batalhas de Arcos de Valdevez e do Campo de Ourique, esses factos prodigiosos do valor dos Portugueses, não foram resultado das paixões humanas, mas a mais enérgica afirmação das grandes leis étnicas, o produto natural dos factos anteriores, ou das notáveis revoluções operadas na velha Lusitânia, ao sofrer as diferentes influências dos Gregos, dos Suevo-Alanos e dos Mouros, as quais não passaram da Galiza e Lusitânia.

O que produziu a nossa nacionalidade, tão distintamente manifestada no século XI, foram a nossa posição especial, as primeiras raças lusitanas, e essas diferentes revoluções operadas no nosso sangue primitivo.

(...)


In Bibliotheca do Povo e das Escolas - As Raças Históricas da Lusitânia, 1883


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quarta-feira, janeiro 27, 2010

A MAIOR PARTE DOS IANQUES NÃO GOSTA DO ISLÃO, MESMO SABENDO POUCO SOBRE O DITO CREDO

De acordo com um novo estudo da Gallup World Religion Survey, associação norte-americana, os norte-americanos têm duas vezes mais tendência para não gostarem do Islão do que em relação a qualquer outra religião. Mais de metade dos questionados diz não gostar do Islão, enquanto na resposta à mesma pergunta mas relativa a outros credos, as percentagens foram dezoito por cento a não gostar do Cristianismo, vinte e cinco por cento a não gostar do Judaísmo.
O estudo, alegadamente elaborado para «aumentar o entendimento entre os Americanos e os muçulmanos», indica também que cerca de dois terços dos Americanos sabem pouco ou nada sobre o Islão. Mesmo assim, dizem os autores da pesquisa, a maior parte da população continua a não gostar do Islão.
Está pois tudo preparado para dizer, como a seguir dizem, que é preciso educar a população, e que o seu repúdio do Islão é fruto de ignorância.

Ora eu duvido que a mesmíssima população saiba mais sobre o Budismo ou sobre o Judaísmo do que sobre o Islão - e, todavia, sentem por qualquer dois credos menos repúdio que pelo credo de Mafoma.
E pode-se culpar a população ianque por ter a opinião que tem, depois de se observar o nível de violência, de constância, e de arrogância, que caracterizam a acção islâmica em todo o mundo? É uma questão de estatística.
Debalde se virá entretanto dizer que só uma pequenita minoria dos muçulmanos envereda pelo terrorismo - porque do que não há dúvida é que a minoria minoritária e mui mínima de radicais que o mundo islâmico produz continua a ser bem mais numerosa e activa do que as minorias minoritárias e mui mínimas de radicais que as outras religiões produzem. É, tal como no argumento anterior, uma questão de estatística.

Mas não só de estatística - porque nem só de terroristas vive o perigo islâmico.
Antes pelo contrário.

Com efeito, um mestre do Islão, Imran Ahsan Khan Nyazee, professor assistente da Faculdade da Charia e Lei da Universidade Internacional Islâmica de Islamabad, escreveu, num livro de 1994, intitulado «A Metodologia da Jihad», uma citação do jurista Maliki, do século XII, que reza assim: "Os juristas muçulmanos concordam em como o propósito de lutarem contra o Povo do Livro... é uma de duas coisas: ou a sua conversão ao Islão ou o seu pagamento da Jizia.» E conclui: «Isto não deixa dúvidas de que o principal objectivo da comunidade muçulmana, aos olhos dos juristas, é disseminar a palavra de Alá através da jihad, e a opção do pagamento de uma taxa [jyzia] só deve ser exercida após a subjugação» dos não muçulmanos aos muçulmanos.

Mas a instituição muçulmana com maior autoridade no mundo inteiro é a Universidade de Al-Azhar, no Cairo. Esta aprova um manual de lei islâmica que diz que o líder dos muçulmanos «faz guerra contra os Judeus, os cristãos e os zoroasrianos... até que eles se tornem muçulmanos ou então aceitem pagar a taxa dos infiéis [jyzia]», e cita o Alcorão 9:29 em apoio da sua ideia: «Luta contra os que não crêem em Alá e no Último Dia e que não proíbem o que Alá e o Seu mensageiro proibiram - que não praticam a religião da verdade depois de lhe terem mostrado o Livro - até que paguem a taxa e sejam humilhados. ('Umdat al-Salik o9.8)»
Assim de repente dá-me ideia de que se a maioria dos Americanos, e dos Canadianos, e dos Ingleses, dos Russos, dos Gregos, dos Arménios, dos Chineses, dos Gregos, dos Portugueses, de todos os não muçulmanos do mundo, soubessem destas coisas, o repúdio para com o Islão seria muito, mais muito maior do que apenas metade da população...

MUSLO ESPANCA MULHER, VIOLA-A, MAS É PRESO POR APENAS TRÊS ANOS PORQUE PEDIU DESCULPA E É MUITO NOVO...

Na localidade inglesa de Stoke-on-Trent, um jovem muçulmano de treze anos dominou uma jovem britânica de vinte anos pela força, espancou-a violentamente dando-lhe murros e pontapés quando ela estava no chão, a rapariga começou a gritar e tentou pôr-se de pé, ele então deu-lhe um soco na boca e atirou com ela de volta ao chão, pôs-e em cima dela e gritou-lhe «Faz o que eu disser ou então mato-te!» e a seguir violou-a diante dos seus dois amigos. Seguidamente roubou-lhe a mala e o telefone, atendendo posteriormente um telefonema do namorado da vítima e aproveitando para se gabar do seu feito.

Ora depois de confessar em tribunal o seu crime de agressão, roubo e violação, o jovem foi sentenciado a não mais de três anos de cadeia, devido à sua tenra idade e, também, devido a ter dito «desculpa».

Ora cá está, caros leitores - como dizia um padreco qualquer, «não há maus rapazes». O jovem, por detrás da selvajaria que é enfim normal na sua idade, até tem um bom fundo e não fez por mal, aquilo é da idade, e depois também é provavelmente discriminado desde que nasceu e tal, e mesmo assim ainda apanha uns bons treze anos de cadeia, não, três anos de cadeia, é isso, mas três anos é muito tempo!, isto só mesmo nesse país racista que é a Inglaterra...

ASSISTENTE SOCIAL DINAMARQUESA ASSASSINADA POR SOMALI

Na vila dinamarquesa de Struer, uma assistente social de 56 anos, Birthe Christiansen, conselheira social-democrata recentemente eleita para o Conselho de Struer e escolhida para o Comité de Cultura e Lazer bem como para o Comité Técnico e Ambiental, foi assassinada à facada por um jovem somali junto ao centro de emprego Holstebro. O africano nega a autoria do crime.
De notar que um estudo de 2007 indicou que metade dos membros da União dos Assistentes Sociais Dinamarqueses foi vítima de violência durante o ano. Vinte e seis e meio por cento dizem ter sido vítimas de violência psicológica ou de ameaças. A última vez que um deles morreu foi em 1991, assassinado por um iraniano.

Metade? Metade foram agredidos?
Mas os assistentes sociais não são aqueles que usualmente mais bem fazem aos coitadinhos das minorias?...
De repente, vem à memória a história do escorpião e do sapo... o escorpião queria atravessar o lago e pediu ao sapo que o transportasse. O sapo disse-lhe «nem pensar, tu ferras-me com o espigão e eu morro», ao que o escorpião respondeu «claro que não, para que iria eu fazer isso, ainda por cima estando em cima de ti, se o fizesse também morreria... não te preocupes.» O sapo aceitou. A meio do percurso, o escorpião ferrou-o mortalmente. O sapo, antes de morrer, ainda conseguiu perguntar-lhe «mas afinal porque é que fizeste isso? Agora vamos morrer os dois...». O escorpião respondeu: «não pude evitar. Faz parte da minha natureza.»

MUÇULMANO DIZ QUE OU OS MUÇULMANOS COMEÇAM A TER MAIS EMPREGOS OU ENTÃO VAI HAVER MAIS TERRORISMO...

No Reino Unido, um destacado conselheiro governamental muçulmano, Iqbal Wahhab, proeminente homem de negócios e membro do Grupo de Aconselhamento sobre as Minorias Étnicas, «avisa» os Britânicos de que estão mesmo à beira de sofrerem ataques suicidas como o de 7/7 durante várias gerações, porque é o Afeganistão e tal, não, é o Iraque e tal, não, é o apoio ao Estado israelita, não, ora deixa cá ver, desta vez o pretexto para chacinar ocidentais em massa é o facto de os muçulmanos não estarem devidamente integrados na sociedade britânica e de não terem número suficiente de empregos.

Diz Wahhab que um atentado terrorista no país está iminente e pode até acontecer para a semana, que é no essencial o mesmo que as forças de segurança britânica têm andado a dizer nas últimas semanas - o seu «aviso» veio depois do aviso do Secretário de Estado Alan Johnson de que o nível do alerta de segurança passou de «substancial» a «severo» no fim de semana passado. Os mais recentes relatórios dos serviços secretos sugerem que a Alcaida iemenita treinou bombistas suicidas do sexo feminino para atacarem o Ocidente. O MI5 informa que há no país cerca de dois mil muçulmanos envolvidos em actividades terroristas, não tendo alguns deles mais de quinze anos de idade. O ministro dos Estrangeiros David Miliband apela aos cidadãos para estarem «extremamente vigilantes» a seguir ao mais recente alerta anti-terrorista.

Wahhab aponta o dedo acusatório ao governo por fazer discriminação entre alguns muçulmanos e a comunidade britânica, e que a alta taxa de desemprego entre os muçulmanos é parcialmente culpada: «Levará cerca de cem anos para que o abismo entre o emprego das minorias étnicas e dos brancos seja erradicado neste país. O governo teve a chance de corrigir isto e não o fez. Os políticos precisam de falar às pessoas certas. Não é só uma questão de encontros com imãs e com líderes comunitários na Downing Street.» Alega o muslo que menos de metade dos paquistaneses e dos oriundos do Bangladesh têm emprego e oitenta por cento em Bethnal Green - uma área da parte oriental de Londres que é em grande parte islâmica - vive sob a línha de pobreza.
Acrescenta que os ministros deviam fazer mais para inserir os muçulmanos jovens nos negócios: «precisamos de lentamente empurrar as pessoas para fora do caminho de se tornarem bombistas e transformá-los em executivos.»

Sim, leram bem - é um dos principais conselheiros governamentais muçulmanos do Reino Unido a falar, não é um líder da Alcaida a fazer chantagem terrorista contra o país. Claro que o discurso é, na essência, do mesmíssimo tipo - «ou nos dão o que exigimos ou vai haver gente nossa que se vai chatear e vai assassinar uma catrefa de gente vossa...». O desemprego afecta os indígenas mais do que nunca, e é absolutamente óbvio que as necessidades dos indígenas são prioritárias, mas isso não interessa a este importante e respeitável maometano - o que é preciso é contentar os muçulmanos, senão... senão eles irritam-se... e depois, se por tristeza e revolta juvenil eles desatarem a aniquilar pessoas a torto e a direito, a culpa é de quem não lhes fez a vontade e não lhes deu direitos especiais...
Mas isto já se sabe, a alegada diferença entre «radicais» e «moderados» nem sempre é tão clara como alguns supõem...

MILIONÁRIO E MILITANTE ETNICISTA OFERECERÁ CINCO MILHÕES DE EUROS A PARTIDO ANTI-ISLAMIZAÇÃO ALEMÃO

O empresário sueco Patrik Brinkmann anunciou que vai oferecer cinco milhões de euros ao partido Pro-NRW, formação anti-islamista sediada na cidade alemã de Colónia. Diz Brinkmann que está a ver a Alemanha a tornar-se «demasiadamente estrangeira» e que a lei charia, ou lei islâmica, poderá vir a ser introduzida no país. «Todavia, não há, ou há muito poucos, políticos que levam isto a sério», acrescenta. E explica: «É por isso que acredito que uma nova Direita (na Alemanha) pode não apenas ser bem sucedida, mas em cinco ou dez anos pode tornar-se tão grande como o FPÖ na Áustria ou o SVP na Suíça», referindo-se aqui, respectivamente, ao partido de Haider e ao que conseguiu a vitória na questão dos minaretes em solo suíço.
Cartazes do Pro NRW em manifestação anti-islamizante.

O milionário, que teve alegadamente laços com o NPD e com o DVU, irá financiar um edifício do Pro-NRW, que será usado como centro anti-islâmico. Burkhard Freier, cabeça do ramo dos serviços secretos alemães (Verfassungsschutz) na região Reno-Vestefália Norte, considera o Pro-NRW e um grupo próximo, o Pro-Köln, como organizações perigosas. Acrescenta contudo que a lista de membros do Pro-NRW é pequena, ficando-se pelas três centenas e que por isso não tem muita influência na Reno-Vestefália Norte, o mais populoso Estado da Alemanha.

Em 2004, Brinkmann criou na Suécia a Fundação Continente Europa (Kontinent Europa Stiftelse – KES), da qual aqui se falou, grupo que pretende estabelecer uma «civilização europeia maior» que incluirá a Rússia.

Emblema da KES


O sueco causou polémica em 2008 quando veio a público que tinha comprado uma quinta de 3,3 milhões de euros num subúrbio de Berlim, o que assustou as autoridades alemãs, temerosas de que o local se torne numa base de actividades neo-nazis. Segundo os serviços secretos da Alemanha, Brinkmann é uma das principais figuras no movimento da extrema-direita a nível mundial. Embora tenha declarado que a aquisição da referida propriedade era de carácter «puramente privado», o que é facto é que em 2009 uma declaração da KES confirmou que o escandinavo irá mudar-se para Berlim «por volta de 2010 o mais tardar» para construir a «Internacional dos Nacionalistas à escala europeia

NOVO FÓRUM NACIONAL


Novo Fórum Nacional, que deverá ser verdadeiramente democrático.

SOBRE AS INDIGNAÇÕES ESQUERDISTAS COM A PROIBIÇÃO DO VÉU ISLÂMICO

Diz o escriba bloquista Oliveira, no Expresso, que, passo a citar,

O Parlamento francês resolveu nomear uma comissão para debater um magno assunto: o uso de véu integral no espaço público. A coisa é de uma enorme importância. Afinal de contas, o niqab e a burka são usados por menos de duas mil mulheres num total de cinco milhões de muçulmanos. Ou seja, menos de 0,1% das muçulmanas em França.
O conselho parlamentar é o de proibir o uso destas vestimentas em edifícios e transportes públicos. Segundo a comissão, não se pode permitir que as mulheres sejam obrigadas a tapar a cara. Claro que é difícil determinar as que são obrigadas e as que querem mesmo usar a coisa. Por isso, em defesa da liberdade da mulher, o Estado determina o que pode e não pode vestir a mulher.
Não tenho qualquer esperança de que aqueles que se dizem liberais percebam a contradição de defender a liberdade e pôr o Estado a determinar como cada um se pode vestir. Que aqueles que dizem defender a liberdade compreendam que ela nem sempre nos é confortável. Mas espero ao menos que percebam qual é, tendo em conta o reduzidíssimo número de mulheres que em toda a França usa o véu integral, o objectivo desta encenação.
A recente obsessão pelo véu, mesmo quando não é integral - apesar de em versões diferentes também ser comum entre as judias ortodoxas casadas (no caso, o uso de peruca) e, por exemplo, as freiras católicas -, merecia séria psicanálise. Quando da sua glória passada restam pouco mais do que cacos, sobram estas patéticas demonstrações de testosterona para a França e a Europa encontrarem a sua própria identidade. E este é o campo de batalha de políticos que nada têm a fazer pelo seu povo e precisam, como sempre precisaram os medíocres, de perigos externos.
Disse o presidente do Parlamento: "O véu integral representa de uma maneira extraordinária tudo o que a França espontaneamente rejeita". Está quase tudo dito sobre o entendimento que um eleito tem da democracia quando fala de rejeições espontâneas. E explicou: "É a bandeira do integrismo extremista".
É coisa sabida que a simplificação é filha da ignorância - pensam-se que o niqab é anterior ao próprio Islão. Mas não se queixe dos resultados dos seus actos quem faz de uma prática que é excepção entre as mulheres muçulmanas a sua bandeira política pela intolerância. Apenas darão força ao que dizem querer combater. Muito provavelmente muitas muçulmanas que nunca usariam tal coisa terão agora um pouco mais de vontade de o fazer.
(...)

Tem sempre uma imensa piada, sem graça, a indignação do típico esquerdista de serviço a respeito da «supressão da liberdade!», quando quem parece estar a tomar posições de força são os Europeus. Repare-se até no uso do termo «testosterona» por parte do escrevinhador - para mentes primitivas, mesmo que se pretendam sofisticadas, o mais elementar direito de mandar na sua própria terra é, só por si, uma arrogância a modos que «machona». Para esta gente, a reacção do indígena francês reduz-se a mostrar quem tem mais força, como se, antes e acima disso, não houvesse a esfera dos valores, que garante a legitimidade. E, aos seus olhos, não há mesmo - a sua aberrante forma de ver o mundo costuma pautar-se, conscientemente ou não, pela crença moral de que toda a propriedade é um roubo e que toda a gente é igual em toda a parte, logo, ninguém na sua própria terra tem mais direitos do que qualquer alienígena...
Para os daniéisoliveiras é simplesmente uma questão de força - mas, atenção, só o Europeu é que não pode mostrar força, porque não pode, porque é culpado de nascença devido ao pecado original do racismo-colonialismo...

Efectivamente, os daniéisoliveiras não mostram, sequer referem, qualquer preocupação com a supressão da liberdade das muçulmanas que, pressionadas pela sua própria comunidade, se vêem, cada vez mais, forçadas a usar o véu, por vezes sob ameaça de violência, quando não de violação. Com esse atropelo da liberdade individual, essa agressão real, marginal ao Estado, não se preocupam os daniéisoliveiras - pudera: não é uma violência exercida pelo branco, porque o branco é sempre um opressor e um malandro, com séculos de culpas, o branco na sua própria terra não tem sequer o direito de exigir ver as caras de quem anda na rua, nem há nenhuma consequência para a segurança pública nem nada, que ideia, nem é verdade que qualquer terrorista pode calmamente fazer o que quiser e depois desaparecer no seio da multidão de mulheres muçulmanas...

E eu nem sequer sou dos mais preocupados com esta questão, note-se. Acho que a medida é superficial e enrascada, própria de uma elite burguesa que, fragilizada por anos de pregação do evangelho do Amor Universal ao outro, num contexto sofisticada e sossegadamente laico, o mais das vezes civilizadamente ateu e nihilista, não sabe como é que há-de lidar com a hoste religiosa mais violenta e imperialista da História da Humanidade, que é precisamente a dos agachados de Alá. Por um lado, percebe que essa coisa aberrante que é o multiculturalismo, derivado e ao mesmo tempo provocador da imigração em massa (iminvasão), está a dar seriamente para o torto; mas, por outro, os seus dogmas morais neo-cristãos-mas-não-religiosos, ou seja, politicamente correctos anti-racistas (ou não fosse o Crucificado o antepassado moral da Esquerda anti-racista), esses dogmas, dizia, impedem-nos de fazer o mais simples e legítimo, que é travar de imediato a imigração e começar a repatriar os não europeus.

FURTAR GASOLINA «NÃO É CRIME»

Os factos denunciados nem em abstracto configuram a prática de um crime". É esta a conclusão de um procurador-adjunto do Ministério Público de Silves, que mandou arquivar um processo com quatro arguidos identificados na sequência de um abastecimento de gasolina seguido de fuga sem pagamento.
Os factos remontam a 20 de Agosto de 2008. Nesse dia, pelas 12h02, o funcionário do Posto de Combustíveis de Portela de Messines abasteceu um Fiat Uno com 50 euros em gasolina. No interior da viatura estavam dois casais – mais tarde identificados e constituídos arguidos – que fugiram sem pagar.
No dia 2 de Dezembro de 2009, um procurador-adjunto do MP de Silves emitiu um despacho de arquivamento do caso, por considerar que os factos não constituem crime de abuso de confiança ("o pagamento é posterior à compra"), ou crime de furto, ou de burla ("o combustível encontra-se à disposição de quem chega"). Admite que existe um ilícito, mas que merece a tutela dos tribunais civis e não dos criminais ou do MP.
"Estou espantado e indignado", comentou o lesado, José João Coelho. A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis "contesta a análise" do magistrado e teme pelo precedente. Mas, ao que o CM apurou, noutras comarcas têm sido deduzidas acusações por furto em actos idênticos.

O quê?
Precisei de ler isto mais de duas ou três vezes - e, daqui a um mês, provavelmente não acreditarei ter lido bem, vou achar que fiz alguma confusão.
Pois com uma justiça destas, quem é que em Portugal pode ao menos dormir descansado na puta da caminha?

GRANDE FESTIVAL VIKING NA ESCÓCIA

Realizou-se ontem o maior festival ígneo anual da Europa, o Up Helly Aa, grande evento que desde 1876 é realizado nas Shetland, Escócia, e evoca a tradição pagã do Yule dos ancestrais Viquingues da sua população. Este ano, cerca de mil portadores de tocha participaram na procissão tradicional e na queima final do navio viquingue. Seguidamente, os esquadrões de Viquingues visitam várias festas privadas e bares, onde cantam e, provavelmente, digo eu, bebem até cair.
Para ver mais imagens, clicar aqui ou procurar simplesmente no Google por «Up Helly Aa», que há cenas belíssimas...

AS VÍTIMAS «ESQUECIDAS»...

Quinze mil pessoas a manifestar-se diante da ONU em Nova Iorque há coisa de uma semana.(Vídeo)

Porque será que nada disto se viu ou sequer ouviu nas notícias cá no burgo?

Talvez porque os manifestantes, coptas (cristãos egípcios), se estavam a queixar da violência... muçulmana... e os muçulmanos, já se sabe, são uns injustiçados e uns coitadinhos, só fazem terrorismo por causa da América e de Israel, porque de resto não agridem sistematicamente mais ninguém, nem sequer a minoria cristã do Egipto...

Cartaz de outra manifestação copta, desta feita em Viena, com os seguintes dizeres:
«Porque é que pedem liberdade religiosa cá na Europa se nem sequer nos respeitam no nosso próprio país?»




«Onde é que está a liberdade de religião?
Porque é que temos de morrer só porque acreditamos em Jesus?
É preciso as pessoas morrerem antes que o mundo acorde?
O presente de Natal muçulmano aos cristãos: oito mortos
Igrejas destruídas, violação das raparigas cristãs
Vivam e deixem viver no nosso próprio país
»

SOBRE OS EFEITOS DA IMIGRAÇÃO MARROQUINA PARA OS PAÍSES BAIXOS

Na Holanda, a violência exercida pelos «jovens» marroquinos atinge níveis nunca vistos. Até o presidente da câmara da pequena localidade de Zaltbommel, que tem apenas doze mil habitantes, está obrigado a andar sob protecção policial, depois de ter sido ameaçado, enquanto os lojistas não se atrevem a ter as lojas abertas até tarde e os residentes apanham pedradas pelas janelas adentro, além de ameaças.
Os partidos mais à Direita, o VVD e o PVV (Partido da Liberdade, de Geert Wilders, anti-imigracionista e anti-islamização, o segundo mais votado do país), exigem que sejam tomadas medidas mais firmes; o PVV, em concreto, quer que passe a haver a possibilidade de deportar os criminosos marroquinos da Holanda.
Até os socialistas (SP) reconhecem o problema e dizem que é preciso aumentar o policiamento nas ruas (e para os socialistas dizerem isto, caros leitores...). Dizem entretanto, como não podia deixar de ser, ser necessário investir nos bairros dos marroquinos e remover depressa as «maçãs podres».
Os trabalhistas, igualmente de Esquerda, concordam com o reforço policial. Isto apesar de o ministro trabalhista dos Assuntos Internos estar a fazer cortes nas forças da autoridade.
Até mesmo a própria comunidade marroquina se queixa dos «jovens» - da sua intimidação constante e da sua violência.

terça-feira, janeiro 26, 2010

SOBRE O TGV

Mensagem que circula no Facebook:
A quem vai servir o TGV ...

1. Aos fabricantes de material rodoviário,
2. Às construtoras de obras públicas... e, claro,
3. Aos bancos que vão financiar a obra...

Os Portugueses ficarão - uma vez mais - endividados durante décadas.
Por causa de mais uma obra megalómana.

Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio.
Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos 'Alfa' por não ser tão luxuoso e ter menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemáticos pelos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos.
Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.

A resposta está na excelência das suas escolas,
· na qualidade do seu Ensino Superior,
· nos seus museus e escolas de arte,
· nas creches e jardins-de-infância em cada esquina,
· nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.

Percebe-se bem porque não
· construíram estádios de futebol desnecessários,
· constroem aeroportos em cima de pântanos,
· nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adequado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.
É por isso que, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, só existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).

É por razões de sensatez que não o encontramos
· na Noruega,
· na Suécia,
· na Holanda
· e em muitos outros países ricos.

Tirar 20 ou 30 minutos ao 'Alfa' Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.
Para além de que, dado ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se:

- 1000 (mil) Escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma);
- mais 1.000 (mil) creches (a 1 milhão de euros cada uma);
- mais 1.000 (mil) centros de dia para os nossos idosos (a 1milhão de euros cada um).

E ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências como, por exemplo, na urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.
(...)
E, claro, é mais um pretexto para meter no país mais uns incontáveis (literalmente, porque entram legais e ilegais, a terra portuguesa transformada em albergue espanhol, é ainda pior do que ser terra espanhola) milhares de alienígenas...

VIOLADA E DEPOIS CHICOTEADA PELO CRIME DE TER FICADO GRÁVIDA

Uma adolescente do Bangladesh foi condenada a 101 chicotadas por ter engravidado na sequência de uma violação. Essa pena, decorrente da lei islâmica em vigor, foi decidida pelos anciãos da sua aldeia, os quais ilibaram o violador.
A rapariga de 16 anos ia a caminho do liceu quando foi violada por Enamul Mia, de 20 anos, em Abril. A sua família chegou a combinar um casamento com um homem de outra aldeia, mas a união foi desfeita quando se verificou que ela já estava grávida de seis meses.
O castigo foi aplicado pelo líder da aldeia e a rapariga, que entretanto fez um aborto, acabou por perder os sentidos com as dores, forçando uma interrupção de duas horas.
O pai da vítima também foi obrigado a pagar uma multa à aldeia para evitar ser ostracizado pelo resto da comunidade.
Activistas de organizações de Direitos Humanos do Bangladesh já foram à aldeia e um responsável da polícia garantiu que irá investigar a ocorrência se alguém apresentar queixa.

Cuidado com a imigração vinda desta parte do mundo islâmico, caros leitores...

IMIGRANTES EM ESPANHA, FRANÇA E ITÁLIA AMEAÇAM COM GREVE INTERNACIONAL CONJUNTA

Por si no fueran suficientes los problemas derivados de la inmigración descontrolada, ahora los inmigrantes amenazan. El chantaje lo ha hecho público el portavoz de la asociación Rumiñahui, Raúl Jiménez, ha advertido de que polémicas como las de Vic (Barcelona) o Torrejón de Ardoz, “están dando luz para que se inicie un grupo de organizaciones inmigrantes bastante representativo” que podría conducir “a una gran huelga”, convocada desde Francia y secundada en Italia, bajo el lema ‘Intentad vivir un día sin nosotros’ para el 1 de marzo.
Jiménez asegura que una huelga de inmigrantes en España “colapsaría el sistema económico en todos los sectores, principalmente en el sector servicios que es el engranaje fundamental de toda la sociedad: la recogida de basura, el transporte, la mensajería, la construcción, la hostelería… Sería un caos total”.
En este sentido, afirma que la iniciativa es “buena” y “ayudaría bastante a sensibilizar a la población, inquietada por las polvaredas que han levantado incluso representantes políticos de la derecha”. Por lo tanto, manifestó la intención de consensuar con el resto de asociaciones para “hacer fuerza” y que se destaque “la importancia de la inmigración”. “Son 5 millones de personas inmigrantes en España, imagina lo que supondría en la agricultura o en las fábricas”, añadió.
Sin embargo, lamentó que este tipo de huelgas no suelen ser apoyadas por todos los inmigrantes, ya que “los que consiguen papeles se desentienden de esta situación quizás por miedo a perder sus empleos”.
La iniciativa surgió en Francia cuando una periodista de origen marroquí, Nadia Lamarkbi abrió un grupo en Facebook titulado ‘24 horas sin nosotros’, que en poco tiempo alcanzó las 54.000 adhesiones. La convocatoria coincidió en el tiempo con la expulsión de cerca de 2.500 braceros africanos de la localidad calabresa de Rosarno, en Italia, lo que provocó que varias asociaciones del país apoyasen la propuesta.


Primeiro ficam com os empregos que pertencem por direito a milhares, senão milhões de Europeus, o que, na maior parte dos casos, não se lhes pode levar muito a mal, visto que lutam pela sua própria sobrevivência, e quem os deixa entrar em massa é que tem culpa do que sucede - mas agora até começam a organizar-se, e a nível internacional, o que indica uma capacidade logística notória para gente tão pobrezinha que trabalha imenso, dir-se-ia que afinal até têm muito tempo livre, começam a organizar-se, dizia, para chantagear os Europeus com o intuito de os fazer calarem-se.

Sim, a ideia é calar a boca aos Europeus, na própria terra dos Europeus, que se atrevam a queixar-se da presença excessiva de alienígenas. A arrogância da escumalha, obscena e particularmente ofensiva, não tem limites.

Ora eu a esta hoste sugeria uma greve a sério - não se limitem a um dia de greve, isso não é nada. Façam uma greve de pelo menos três dias. Aliás, de uma semana. Bem, um mês de greve, assim é que é. E para não haver tentações de voltarem ao trabalho, até podem aproveitar o mês de greve para irem passar férias aos seus países. Claro que os seus lugares terão de ser ocupados por europeus, aqueles europeus que de momento estão no desemprego.

E então aí sim, verão a «falta» que fazem à Europa, estes imigrantes.

segunda-feira, janeiro 25, 2010

E SE OS ATAQUES VIQUINGUES TIVESSEM SIDO... MERA AUTO-DEFESA PAGÃ?

Uma nova teoria, elaborada por um especialista na matéria, afirma que afinal as incursões dos Viquingues, que ficaram para a História da Europa como o paradigma do barbarismo dos antigos Europeus do Norte, e não raras vezes como dos próprios bárbaros em si, foram na realidade uma reacção contra a campanha cristã e sanguinária que Carlos Magno, então o maior líder da Cristandade, rei dos Francos, empreendia contra os germânicos que continuavam a prestar culto aos Deuses ancestrais e recusavam curvar-se perante o novo credo, o do Crucificado.
Esta nova visão foi apresentada em Dezembro de 2009 na revista BBC History Magazine, pelo mesmo autor que em Novembro publicou um livro com o título de «The Hammer and the Cross: A New History of the Vikings», ou «O Martelo e a Cruz: Uma Nova História dos Viquingues», título tanto mais esclarecedor quanto se souber que, do mesmo modo que a Cruz é o símbolo do Cristianismo, o Martelo, simbolizava, nesta época, a religião dos Deuses nórdicos. O Martelo em questão é Mjolnir, o Martelo de Thor, Deus do Trovão e da Guerra, protector dos homens e campeão dos Deuses contra os Gigantes e contra a Serpente do Mundo (Nidhog). O autor, o inglês Robert Ferguson, é uma das principais autoridades mundiais em estudos escandinavos e, a convite do governo norueguês, dissertou sobre aspectos da história escandinava e norueguesa em eventos culturais realizados em São Petersburgo, em Nova Déli, em Bombaim, em Oslo, em Bergen, em Praga, em Varsóvia, em Riga, em Edinburgo, em Vasa, em Nova Iorque e na Biblioteca do Congresso em Washington.

É sabido que, por volta de 790, os navios viquingues começaram a realizar investidas em toda a Europa Ocidental, tendo frequentemente como alvos os mosteiros.
Ferguson salienta que antes disso tinham-se verificado muitos contactos pacíficos entre os Nórdicos e as sociedades cristãs, incluindo os de carácter comercial. Ora a dada altura os Viquingues começaram a lançar ataques contra as terras cristãs. E é aí, nessa alteração de procedimento mais ou menos súbita, que Ferguson começa por encontrar um novo fio à meada para entender esta parte do passado europeu, amplamente romantizada e miticizada. Com efeito, a ascensão de Carlos Magno ao trono dos Francos, no ano de 771, marca o início de um programa de conversão ao Cristianismo levada a cabo por este povo contra os seus vizinhos pagãos. Carlos Magno começou por atacar os Saxões, então liderados por Widukind. Conforme diz Ferguson nesta entrevista (registo audio de grande riqueza, aconselho vivamente a quem entender Inglês), um dos objectivos de Carlos Magno foi forçar os Saxões «a abandonarem a sua cultura, o seu sistema político, as suas crenças e tudo, e torná-los cristãos e parte do seu Império.» Um dos episódios desta guerra religiosa foi o da «limpeza étnico-religiosa» de 782, em que os Francos baptizaram à força e depois executaram quatro mil e quinhentos Saxões cativos em Verden, uma cidade próxima da Dinamarca. Os Dinamarqueses estariam provavelmente bem conscientes do que estava a acontecer com os seus vizinhos Saxões, visto que o líder destes, Widukind, era casado com a irmã do rei dinamarquês, Sigfrid, e encontrava frequentemente refúgio na Dinamarca para escapar aos Carolíngios.
Ferguson conclui então, em forma de pergunta: «Será que os Viquingues deveriam simplesmente esperar que os exércitos de Carlos Magno chegassem e tratassem da etapa seguinte? Ou deveriam em vez disso lutar para defender a sua cultura?»

Todavia, os Nórdicos - Dinamarqueses, Suecos e Noruegueses - não poderiam lutar contra o poderio militar carolíngio e o seu «imperialismo cultural» (desta vez termo é usado pelo próprio autor, não fui eu que o adicionei), ou pelo menos não o poderiam fazer directamente - em vez disso, optaram por escolher alvos que fossem pontos fracos, tais como mosteiros, símbolos do avanço cristão. Aliás, a chamada Idade Viquingue começa para muitos com o ataque a um mosteiro, o de Lindisfarne, em 793. Ferguson afirma, na entrevista, que de outro modo não se perceberia o porquê de queimar as igrejas, pois que se o intuito fosse apenas o saque, seria muito mais fácil entrar e sair rapidamente e deixar os edifícios religiosos intactos (e, acrescento eu, se ficassem intactos seriam mais rapidamente preenchidos por novas riquezas para saquear). «Tudo aponta para um ódio que vai para além do de simples ladrões que quisessem apenas dinheiro.»

Muitas outras explicações têm sido dadas para a violência dos Bárbaros do Norte, tais como as inovações na construção de navios que por sua vez encorajariam a pirataria, ou ainda a sobrepovoação da Escandinávia, que forçaria muita da sua gente a sair da sua terra em busca de fortuna. Mas o autor considera pouco credíveis tais hipóteses, pois que nenhuma delas poderia exercer tão repentino e avassalador efeito como foram os ataques marítimos vindos do norte escandinavo.

A ideia de Ferguson é especialmente sedutora para os pagãos, sobretudo se forem etnicistas, e sobretudo se forem germânicos, não haja dúvida. Tão sedutora que me pareceu digamos boa de mais para ser verdadeira. Lembro-me de a ter achado uma fantasia agradável e inspiradora, mas ainda assim uma fantasia, quando a li numa entrevista do famoso, ligeiramente alucinado e assassino Varg Vikernes (que entretanto já saiu da pildra), figura de culto no movimento do Black Metal desde o dealbar dos anos noventa até hoje. Uma concepção romântica, mas que provavelmente teria menos a ver com a realidade do que a prosaica mas sempre convincente busca de riquezas. Afinal, Ferguson, que diz não ter inventado esta teoria, pois que vários arqueólogos noruegueses já lha tinham exposto, talvez tenha vindo mostrar que a realidade real dos humanos e suas motivações não é assim tão prosaica como o mais das vezes se faz crer.

E, para melhor meditarem, aconselho aos apreciadores do bom metal a audição deste clássico do Viking Metal... «793 Slaget om Lindisfarne»Batalha de Lindisfarne»; clique-se no link para aceder à página e ler a letra, em Norueguês ou em Inglês, à escolha dos senhores, na coluna do lado direito).


Os dizeres da imagem têm uma certa pinta muito à americana, com a pueril e adolescente arrogância do «any questions?», mas não pude deixar de a colocar aqui por espelhar, com linguajar moderno, boa parte da visão dos antigos nórdicos pagãos a respeito do conflito entre o Thor Vermelho e o Cristo Branco (HviteKrist).


Correspondendo ou não à verdade esta inovadora e audaciosa perspectiva, uma coisa é certa: se os Viquingues procederam como Ferguson diz, fizeram bem; se não, deviam-no ter feito. Ainda assim, esta reacção genuinamente europeia pecou por tardia. Os líderes bárbaros europeus estavam, na sua maioria, demasiadamente enfeitiçados pelo prestígio da Cidade Eterna, ou pelo seu poder militar, para lhe resistirem. À distância a que estavam, talvez não tenham percebido que essa magnitude romana que tanto admiravam, ou invejavam, ou ambas as coisas ao mesmo tempo, fora obra de pagãos, como eles próprios, uma obra da qual a hoste cristã se apoderou, sabendo que essa seria uma excelente plataforma para se lançarem à cristianização do resto do mundo. A resistência pagã teria sido mais bem sucedida se tivesse começado bastante mais cedo, isto é, se os pagãos ocidentais - gregos, romanos, celtas, germanos, baltas, eslavos - não tivessem sido tão despreocupados ou ingénuos perante a nova e estranha ameaça que o credo do Galileu representava. Na fita não foram nem os pagãos do Japão nem os da China, que, eventualmente mais desconfiados e organizados do que os ocidentais, souberam travar o disseminar do Cristianismo a tempo.




A situação afigura-se notoriamente similar à que actualmente se observa na Europa e restante mundo ocidental, mas desta feita perante o irmão mais novo do Cristianismo, que é o Islão. Habituados a séculos de racionalismo, e a largos anos de tranquila vivência democrática, demasiados Europeus não compreendem, não querem compreender, não podem compreender, que ainda haja incontáveis inimigos que, do outro lado da fronteira civilizacional, lutem diariamente para um dia lhes imporem a lei da charia. A ideia parece demasiadamente primária, brutal, esquisita até, para ser verdadeira. É estranha aos padrões mentais dos Europeus, do mesmo modo que as pretensões cristãs também eram estranhas aos padrões mentais dos Europeus da Antiguidade, tanto a clássica como a germânica, a céltica, a báltica e a eslava. É pois mister que desta vez os que fazem as vezes dos antigos pagãos anti-cristãos, ou seja, os Nacionalistas, saibam alertar, galvanizar e erguer os seus Povos contra o invasor.





NOVO ESTUDO DEITA POR TERRA O MITO DA IMIGRAÇÃO COMO SOLUÇÃO PARA AS PENSÕES DE REFORMA

Mais um desmascaramento do mito da imigração como salvação da Europa, (quiçá da humanidade, como diziam os Duarte & Companhia): o argumento de que a entrada maciça de imigrantes é resposta para pagar as pensões de reforma no futuro caiu por terra com um novo relatório da organização «think-tank» (literalmente, «pensamento-tanque»: associações de intelectuais apostados em promover ou em combater uma ideia) MigrationWatch UK («Observatório das Migrações do Reino Unido»).
O documento, intitulado «Imigração e Pensões», afirma que «a taxa presente da passagem de trabalhadores a pensionistas só poderia ser sustentada pela imigração a um nível que levaria a população do RU aos 119 milhões de pessoas em 2051 e aos 303 milhões no final do século - proporções obviamente absurdas.»

Ora isto é exactamente, mas exactamente, mas completamente exactamente, passo a expressão, o que tenho andado a dizer de há uns tempos para cá e que, para cúmulo do absurdo, qualquer um pode ver mas ninguém diz. Confirma-se, neste aspecto, que o conto infantil de «o rei vai nu» é muitíssimo verdadeira...
É absolutamente evidente que o aumento simples do número de cidadãos a trabalhar não pode resolver o problema das reformas, pois até quando é que se vai poder continuar a meter imigrantes no país?


Naturalmente que toda a súcia da elite reinante sabe muitíssimo bem disto, e todavia continua a pregar, com toda a seriedade e aspecto intelectualista, mas com uma pitada de moralismo, moralismo esse que é, afinal, o cerne da questão - o velho veneno do amor universal, da queda das fronteiras, do complexo de culpa branco, do « dever» aviltante, asqueroso e revoltante de promover a miscigenação a todos os níveis - continua a pregar, dizia, que é preciso aceitar mais, mais e mais alienígenas no país porque «precisamos deles!...», e se calhar até devíamos era agradecer por eles virem cá salvar-nos...

E continua, o MigrationWatch: «o mito das pensões é apenas um numa longa série de desculpas que são disseminadas para justificar os mais altos níveis de imigração da nossa história, e cada vez que são examinados em detalhe, caem por terra como este estudo novamente demonstra».
O relatório cita ainda quatro grandes estudos recentes que rebateram a solução imigracionista. Um Comité Seleccionado da Câmara dos Lordes sobre os Assuntos Económicos concluiu que «os argumentos a favor da alta imigração como instrumento para não deixar explodir a "bomba-relógio das reformas" não se aguenta perante a análise. O governo tem estado a fazer circular este argumento desonesto durante anos. Recentemente encobriram-no ao falarem de "ajudar" a resolver o problema das pensões mas a realidade é que qualquer impacto significativo requer um aumento populacional constante e imenso. Eles sabem que isto não é resposta para o problema das pensões e que é tempo de serem justos com o Povo Britânico e largarem esse argumento absurdo.»
Sim, a elite reinante é igual em todo o Ocidente, ponto por ponto, sem faltar qualquer vírgula. E, se houver justiça, toda ela estará um dia sentada no banco dos réus, numa espécie de Nuremberga mas com nacionalistas e populares europeus no lugar dos juizes do sistema.

EUA DIZEM VIR A ADMITIR GOVERNO AFEGÃO COM TALIBÃS

O comandante da tropas norte-americanas e da NATO no Afeganistão, general Santley McChrystal, admitiu esta segunda-feira a possibilidade de os taliban virem a fazer parte de um futuro governo de unidade afegão.
"Todos os afegãos podem desempenhar um papel no governo, desde que olhem para o futuro e não para o passado", afirmou o general McChrystal em entrevista ao 'Financial Times'. O comandante norte-americano mostrou-se ainda convencido de que o reforço militar ordenado por Obama ajudará a encurralar a guerrilha, abrindo caminho às negociações políticas que poderão culminar com a integração dos taliban no governo.
Esta notícia surge no mesmo dia em que o enviado da ONU para o Afeganistão, Kai Eide, anunciou que a organização está dispostos a retirar alguns líderes taliban da sua lista de terroristas, para facilitar as negociações com o governo de Cabul. A medida deverá ser discutida na Cimeira sobre o Afeganistão que decorrerá quinta-feira em Londres.

Tal é a força do Islão radical no país que aqueles que o Ocidente combatia mais duramente podem afinal vir a ficar no poleiro...
De resto, a ideia de que o único Estado islâmico do mundo com armas nucleares vai possível ou provavelmente ser em parte liderado por extremistas declarados, não será das mais tranquilizadoras.

PARTIDO ISLÂMICO MESMO AO LADO PODERÁ CONTAR LOGO À PARTIDA COM MAIS DE MEIO MILHÃO DE VOTOS AUTÁRQUICOS

Mais uma notícia de Espanha, desta feita particularmente alarmante:

La alarma ha saltado en diversos municipios catalanes: el partido islamista Partido Renacimiento y Unión podría estar ultimando contactos con diversas comunidades islámicas catalanas para irrumpir en las próximas elecciones municipales catalanas.
Por el momento, únicamente Plataforma por Cataluña ha mostrado su rechazo al conocer estos extremos. Más concretamente, la delegación de Badalona del partido liderado por Josep Anglada ha declarado a MD que esta posibilidad “es una provocación islámica auspiciada por la política que han venido desarrollando los diferentes partidos con presencia en los ayuntamientos catalanes”.
El partido islámico no solo podría estar apoyado por musulmanes de origen magrebí, sino que podría conseguir votos de la comunidad de Pakistaní -muy numerosa- y de musulmanes en general.
Plataforma por Cataluña ya ha pedido de manera formal que no se permita votar a los inmigrantes en los comicios que se celebran en España.
El Partido Renacimiento y Unión de España (PRUNE), el primero de inspiración islámica que aspira a presentarse en toda España en los comicios locales de 2011. Unas elecciones donde unos 650.000 inmigrantes extracomunitarios podrán ejercer su derecho al voto gracias a los convenios internacionales firmados por el Gobierno.
Por ahora, el PRUNE no puede contar con los más de 700.000 marroquíes que viven en España, ya que el reino alauí no permite la reciprocidad, es decir, que los españoles puedan votar en Marruecos. Por ello, Mostafa Bakkach (Tánger, 1964), fundador de este partido, reclama a las autoridades de su país de origen que llegue a un acuerdo con el Gobierno de José Luis Rodríguez Zapatero. “Marruecos debe hacer un esfuerzo, porque los inmigrantes no pueden ser ciudadanos de segunda, deben poder votar en el municipio donde viven y trabajan”.
Mientras, busca el respaldo del resto de minorías, sin importar su origen asiático, africano o hispanoamericano.
É a confirmação do que o blogue já diz desde os primeiros tempos que foi fundado: o Islão é em solo ocidental uma força de coesão dos inimigos internos do Ocidente. É a bandeira sob a se podem reunir as minorias étnicas ressentidas contra o Europeu. É, também por isso, a maior ameaça externa à Europa - aliás, sempre o foi, desde pelo menos 711.

CARDEAL-PATRIARCA QUEIXA-SE DA GUERRA AO CRUCIFIXO

O Cardeal-patriarca de Lisboa defendeu ontem, num fórum sobre educação na Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, que a escola, "como instituição ao serviço da educação, não pode ser laica". D. José Policarpo considerou que "a guerra aos símbolos religiosos é hoje, na Europa, um sinal preocupante".
O Patriarca acrescentou que "qualquer escola digna desse nome não pode deixar de dar lugar, no projecto educativo, à dimensão religiosa, profundamente presente na tradição cultural". "A escola tem de ter autonomia real do projecto educativo", acrescentou. D. José Policarpo defendeu que o "projecto educativo" surge do diálogo entre professores, família e a comunidade mais alargada, em que a Igreja "não pode ficar ausente".
(...)
Sexta-feira, o juiz italiano Luigi Tosti, que recusa realizar julgamentos em tribunais com crucifixos, foi afastado pelo Conselho Superior da Magistratura italiano. Numa outra acção, em Novembro, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos con-denou o Estado italiano a pagar cinco mil euros a Soile Lautsi, após esta ter apresentado uma queixa por a escola frequentada pelos filhos recusar retirar os crucifixos.
(...)
Em Portugal os crucifixos são retirados das escolas se houver pedido nesse sentido.


Para além da arrogância sonsa de quem insiste em impedir que a escola possa ser laica, isto é, não religiosa e, já agora, neutral perante as religiões, ressalta deste episódio uma ironia histórica, verdadeira ironia do Destino: queixa-se o vigário da guerra aos crucifixos, denunciando a queda dos mesmos por toda a parte da esfera pública, quando foi precisamente o seu credo que há mil e setecentos anos começou por destruir todos os ídolos religiosos alheios. Como disse o seu próprio Deus em Mateus 7:12, «Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas.» Ora aí está, a lei dos profetas, são lixados, este profetas.


«São» Bonifácio, a deitar por terra o Carvalho de Thor, em Geismar. E relacionado com isto, caros leitores, haverá hoje leitura farta...

PAÍS IRMÃO EXPULSA ALIENÍGENAS CRIMINOSOS

Foram expulsos mais de 7 500 imigrantes delinquentes de Espanha, pela Brigada de Expulsões de Delinquentes Estrangeiros (BEDEX), que não poderão voltar a entrar no país nos próximos 10 anos.
A brigada, criada há cerca de um ano pelo ministério do Interior, baniu todos os criminosos reincidentes, os que são acusados de crimes de grande violência e ainda os que estão em prisão preventiva ou a cumprir pena.
De acordo com o site ‘El Mundo’, 46 por cento dos criminosos expulsos já tinha antecedentes criminais.
A BEDEX tem como objectivo repatriar os delinquentes que constituem uma ameaça à segurança nacional.


E é isto um país socialista, dos mais à Esquerda na Europa, que mais imigrantes deixa entrar... Diga-se o que se disser, e mesmo que este acto mais não seja do que uma peneira para tapar o Sol e tranquilizar o Povo, nenhuma interpretação que disto se fizer pode iludir a questão essencial: a quantidade de imigrantes criminosos em solo europeu é já de tal modo preocupante que um dos Estados presentemente mais abertos à imigração (veja-se o que fez a respeito da pequena cidade de Vic, em notícia recente do Gladius) acaba por ver-se forçado a expulsar milhares de imigrantes de uma só vez. Ora se até um governo imigracionista acaba por fazer uma destas, pode imaginar-se o quão estes milhares de meliantes alógenos não serão senão a ponta de um icebergue muito negro... porque feito da água mais suja de todas...

EM ESPANHA - MESTIÇO COLOMBIANO QUEIMADO VIVO NUM ALEGADO ATAQUE RACISTA...

Na verdade, foi simplesmente um estratagema para receber o dinheiro do seguro. Tal como o caso da brasileira alegadamente agredida por militantes de extrema-direita na Suíça, este É mais um caso em que imigrantes latino-americanos tentam usar os «racistas europeus» como bode expiatório para alcançarem os seus objectivos desonestos.
Dos hombres fueron detenidos por agentes de la Guardia Civil después de denunciar uno de ellos que había sido rociado con un líquido inflamable por unos desconocidos, todo ello para ocultar su intención real, cobrar el dinero del seguro.
La Benemérita ha informado de la detención de estas dos personas por simulación de delito e incendio. La investigación arrancó el 22 de noviembre, cuando la Guardia Civil tuvo conocimiento de la aparición de una persona con graves quemaduras a las puertas del Hospital del Sureste de la Comunidad de Madrid.
La supuesta víctima dijo que estaba durmiendo en la calle y que varias personas desconocidas, tras rociarle con un líquido inflamable, le habían prendido fuego. No recordaba nada más. Posteriormente, el centro hospitalario tuvo que inducirle un coma para minimizar su sufrimiento y lograr realizarle diversas operaciones quirúrgicas.
(...)
Todo apuntaba a que había sido provocado. Averiguaron que el propietario de la nave siniestrada se encargaba de la importación, almacenaje y posterior venta de ataúdes provenientes de Colombia siendo la actividad de la empresa ubicada en ella prácticamente nula.
Posteriormente descubrieron que la víctima y el dueño de la nave se conocían y que ambos habían tenido numerosos contactos durante la semana anterior al suceso. A eso se sumaba que el propietario había contratado el seguro de la empresa unos tres meses antes. Según las investigaciones, lo que pretendía era cobrar la cantidad de 230.000 euros por la siniestralidad de la nave y de lo almacenado en su interior.
(...)

(Clicar aqui para ler a notícia na íntegra).

domingo, janeiro 24, 2010

«OUTPOST - O EXÉRCITO FANTASMA»


E agora, que cai a Noite, recomendo o filme «Outpost» que vi hoje de madrugada no canal de televisão por cabo TVC1, sub-intitulado «O Exército Fantasma». Também existe nos videoclubes maiores, creio. Trata-se de uma obra de terror e fantasia da melhor qualidade, em ambiente militar, sobre o tema das experiências científicas realizadas pelo Estado nacional-socialista alemão. Resumidamente, tudo começa com um grupo de mercenários contratados para explorar um bunker sito algures numa Europa de leste devastada pela guerra. A dada altura, descobrem que o local foi seis décadas antes usado pelos cientistas SS para criarem soldados invencíveis e imparáveis - e, para desgraça dos mercenários, a experiência foi bem sucedida. A pouco e pouco, todos serão trucidados pelos soldados SS que nunca morrem e nunca param. A ideia baseia-se em suposições de índole científica, mas em termos estéticos o ambiente tem um aspecto verdadeiramente sobrenatural, com os combatentes de há sessenta anos a constituírem uma tropa de semblante fantasmagórico que do meio dos bosques europeus emerge para exterminar os intrusos numa área que têm como eternamente sua. Surpreendentemente, há na obra pouco maniqueísmo anti-nazi e, paralelamente, uma referência entre lutar por ideais, como os ns faziam, e lutar já sem ideais, apenas por dinheiro, caso dos mercenários, que no caso até são oriundos de várias nações diferentes e incluem um negro...
Propositadamente ou não, a aparição dos «zombies nazis» por entre o arvoredo enevoado tem por seu turno um aspecto ao mesmo tempo político e mitológico - na primeira acepção, parece uma parábola sobre o pavor que existe actualmente perante o «fantasma» do Nacional-Socialismo; na segunda, faz pensar nas hordas de guerreiros mortos da mitologia germânica, os Einherjar, que em noites sombrias invernais acompanham o sombrio Wotan, Deus das Batalhas e da Morte, e as Suas filhas, as Valquírias, numa incursão furiosa e imane por entre as nuvens. Aqui, afiguram-se como forças indistintas oriundas do âmago da Europa (a Floresta) para aniquilarem os invasores que chegam para saquear. É de ver...

«APARTHEID» NATURAL NAS ESCOLAS BRITÂNICAS

Por toda a parte do Ocidente, a palavra de ordem da elite reinante é miscigenar.
Miscigenar a todos os níveis, começando pelo cultural. A essa miscigenação cultural têm dado o nome de «multiculturalismo».
Este «multiculturalismo» mais não será na verdade do que monoculturalismo, porque o que na realidade a elite quer é a fusão de todos com todos, para que as fronteiras entre as estirpes desapareçam e, com o tempo, esta se torne numa só, à escala mundial. É o totalitarismo imperialista pela via sonsa da alegada «tolerância» e «diversidade», que na realidade é profundamente adversa quer à tolerância, pois que censura toda e qualquer ameaça ideológica ao seu modelo mulato, quer à diversidade, visto pretender criar o mulato universal. É a evangelização do Amor Universal pela via da misturada étnica e racial. Todavia, tal como outrora sucedeu quando se quis impor em todo o Ocidente uma versão mais antiga desse Amor Universal, o Cristianismo (raiz moral do actual politicamente correcto anti-racista), também agora há uma resistência natural da parte da população.
Isto mesmo verifica-se por exemplo na velha Albion: a elite reinante bem diz que os alunos de diferentes etnias se misturam cada vez mais, ou que a segregação se mantém, mas a verdade é que há bolsas de profunda segregação quando se observa o mapa étnico das escolas britânicas. Em Manchester, por exemplo, menos de um por cento dos alunos de origem paquistanesa estuda em escolas de maioria branca; em Londres, o número de escolas primárias em que os brancos são minoria passou de 22% para 36% entre 2002 e 2008 e apenas seis por cento (6%) das escolas primárias têm uma substancial maioria branca, isto em apenas seis anos, note-se; em particular, observa-se que na divisão de Camden, a norte da capital, apenas uma em cada seis crianças brancas estuda em escolas de minoria branca, enquanto mais de três quartos dos alunos do Bangladesh vão a escolas maioritariamente não brancas, o que indica bem o apartheid natural que aí se instituiu; em Hull, não há escolas primárias em que os brancos sejam minoria (atenção que só se considera que os brancos são minoria quando estes compõem trinta por cento ou menos de alunos brancos...); em Oldham, cerca de oitenta por cento dos alunos de origem paquistanesa e do Bangladesh andam em escolas onde os brancos são minoritários.
Estes e outros números indicam claramente que, apesar do credo multiculturalista vigente, a maioria dos alunos prefere frequentar escolas em que a maioria seja da sua estirpe.

E para que não haja dúvidas sobre os reais planos da elite, basta ouvir o que diz um dos seus mais eminentes representantes neste contexto - o professor Simon Burgess, director do centro de pesquisa da Universidade de Bristol: «é comum dizer-se que as atitudes das pessoas são fortemente influenciadas pelos seus tempos de escola. Portanto os grupos com os quais as crianças brincam, falam e trabalham são factores importantes para moldar as suas perspectivas da sociedade. A existência da diversidade étnica nas escolas é um aspecto importante do debate público.»

E agora, a confirmação dos três primeiros parágrafos deste tópico do Gladius, mas da parte do próprio Estado: um porta-voz do Departamento de Crianças, Escolas e Famílias afirma que as escolas estão obrigadas a «promover a coesão comunitária através do cruzamento («twinning», no original inglês), dos desportos e da arte para preparar os jovens para viverem numa sociedade multicultural.»

Perante esta aberração, só o Nacionalismo é solução. Só pela via da galvanização em torno do ideal da salvaguarda da estirpe, que, note-se, mais não é do que a organização e sistematização do sentimento natural da Grei, só assim pode a Europa bloquear os planos para a sua diluição. O sentido da Estirpe permanece, mas apenas na medida em que se organize e sistematize pode a Estirpe resistir aos seus inimigos internos e externos.