MEMÓRIA DO TOTALITARISMO CRISTÃO NA EUROPA - DESTRUIÇÃO DO SANTUÁRIO DE ARKONA
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| Svantovit paira sobre o Cabo Arkona... |
A 15 de Junho de 1168 o santuário pagão de Arkona, um dos mais importantes senão o mais importante centro religioso dos Eslavos, foi destruído por invasão dinamarquesa e cristianizado.
O cabo Arkona (em Alemão: Kap Arkona) é um cabo na ilha de Rügen em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, norte da Alemanha, que define uma falésia de 45 m de altura sobre o mar Báltico. Forma o extremo da península de Wittow, e fica a apenas alguns quilómetros a norte do Parque Nacional de Jasmund. A paisagem protegida do cabo Arkona, em conjunto com a aldeia piscatória de Vitt, estão inseridas no município de Putgarten e constituem um dos mais populares destinos turísticos de Rügen, com cerca de 800000 visitantes por ano. No cabo há (...) vestígios de uma fortaleza eslava (Jaromarsburg, que era dedicado ao Deus Svantevit, representado com quatro cabeças) (...).
Por causa da sua geologia e da meteorologia, há frequentes colapsos, em especial no Inverno. O cabo Arkona é muitas vezes indicado como sendo "o extremo norte de Rügen", o que não é verdade. Cerca de 1 km a noroeste há um ponto na falésia, conhecido como Gellort, que está um pouco mais para norte e que constituía o ponto mais setentrional da antiga Alemanha Oriental.
Rügen, cujo nome deriva da palavra «vermelho», era a terra da tribo eslava dos Rani, que aí erigiram o templo de Arkona.
A sua fortaleza, que continha o templo, tinha sido tomada pelos Dinamarqueses em 1136, o que levou à cristianização dos Rani. Assim que o ocupantes dinamarqueses se retiraram, contudo, os Rani retornaram ao culto ancestral pagão.
Em 1157 uma tempestade destruiu a frota eslava de mil e quinhentos navios, ao largo da Noruega, e o rei dinamarquês Valdemar I aproveitou para atacar Rügen, tendo ao seu lado o amigo bispo Absalon. A 12 ou a 15 de Junho de 1168 a fortaleza foi tomada com recurso a fogo posto, que os sitiados não conseguiram debelar devido a uma escassez de água. A estátua de Svantevit ou Svetovid foi então deitada por terra e queimada.
Fontes:
- http://portal-dos-mitos.blogspot.pt/2014/04/svetovid.html (em Português)
- http://survincity.com/2012/10/arkona-the-ancient-shrine-of-the-slavs/
- https://en.wikipedia.org/wiki/Jaromarsburg
- https://en.wikipedia.org/wiki/Cape_Arkona








1 Comments:
Parece que não é só em Portugal que se critica a CPLP: https://mercado.co.ao/quase-inutil-para-adebayo-vunge-a-cplp-merece-ser-extinta-nao-celebrada/
Pois a verdade é tirando Timor (que até doou dinheiro a Portugal aquando das tempestades que fustigaram o nosso país no início do ano), o estado de Nagasáqui (cuja capital celebra o contacto com os portugueses que impulsionou a cidade), o estado de Malaca (outrora inimigo de Portugal, mas hoje respeitador da comunidade Kristang luso-malaia) e a cidade de Macau, o resto dos países da CPLP está bastante ressentido com o nosso país e tirando a língua e religião (com uma enorme ginástica nestas duas), pouco partilham de cultura connosco. Os países africanos e o Brasil chegam mesmo a estar alinhados com inimigos do Ocidente como Putin.
Por isso, fazia-se melhor em acabar com a dita comunidade, focando-nos apenas em alianças com países culturalmente semelhantes a nós (Europa, Ocidente), podendo ainda criar uma espécie de associação (bastante diferente da CPLP a nível organizacional, diga-se) com Macau, Timor, Nagasáqui e Malaca por respeito a quem celebra a nossa cultura, e cujo tamanho diminuto não apresenta ameaça a Portugal.
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