terça-feira, junho 30, 2026

A ÚNICA DIVERSIDADE DE QUE A EUROPA PRECISA



FRANÇA - FRANCESA AGREDIDA SEXUALMENTE POR UM MOURO É CONDENADA A MULTA POR DIZER QUE A IMIGRAÇÃO MOURISCA AMEAÇA AS MULHERES EUROPEIAS


A activista francesa Thaïs d'Escufon prometeu recorrer da sua mais recente condenação após um
tribunal lhe impor uma multa de €1000 por comentários que associavam a imigração à violência contra as mulheres, embora tenha descartado a possibilidade de pena de prisão.
D'Escufon, que afirma ter sido agredida sexualmente por um imigrante tunisino em 2022, revelou o resultado em mensagem de vídeo para os seus apoiantes, descrevendo a sentença como uma redução significativa em relação à pena que enfrentava. "Passei de enfrentar quatro meses de prisão a receber uma multa de 1000 euros", disse ela.
A activista foi processada por declarações nas quais argumentava que “a principal ameaça às mulheres em França vem de homens negros e imigrantes árabes”. Segundo d'Escufon, os promotores pediram uma pena de prisão de quatro meses por estas declarações.
D'Escufon publicou uma captura de tela do veredicto no seu Patreon, que confirmou a sua condenação por insulto público com base em origem, etnia, nacionalidade, raça ou religião.
Falando após o veredicto, d'Escufon afirmou que o caso tinha motivação política e relacionou-o com a sua própria experiência como vítima de violência sexual. Fui processada por estas palavras, apesar de eu mesma ter sido vítima de uma agressão sexual cometida por um imigrante tunisino em 2022”, disse ela.
Ela também fez referência a uma condenação anterior relacionada com activismo anti-imigração, dizendo: "Eu já tinha sido condenada a seis meses de prisão suspensa e a uma multa de 3000 euros por denunciar o tráfico de pessoas no Mar Mediterrâneo."
D'Escufon atribuiu o facto de ter evitado a prisão a uma campanha de apoio internacional. “O que aconteceu parece quase irreal. O apoio de vocês superou tudo o que eu poderia ter imaginado”, disse ela. “A pressão da média tornou-se internacional.” A activista alegou que a cobertura do seu caso se espalhou pela Europa, Estados Unidos e Japão, criando um escrutínio que influenciou o resultado:“Graças a vocês, esta injustiça absurda foi obrigada a recuar”, disse ela. “No momento em que expomos o que eles estão a fazer, eles já não podem esconder-se.”
D'Escufon anunciou que irá recorrer da condenação, apesar do risco de uma pena mais severa em apelação. “Decidi recorrer desta condenação”, disse ela. “Posso acabar por receber uma pena mais severa, mas depois de tudo o que vocês fizeram por mim, simplesmente não tenho o direito de ser covarde.” Argumentou que aceitar a sentença significaria reconhecer uma conduta incorrecta, ao passo que acreditava estar a levantar preocupações legítimas de interesse público. “Significaria admitir que errei ao manifestar-me sobre o que acredito ser uma ameaça para o Povo Francês”, disse ela. “Significaria aceitar uma ficha criminal como uma infractora comum, quando o meu único crime foi manifestar-me no que acredito ser de interesse público.”
D'Escufon também usou o vídeo para criticar as instituições francesas e fazer comparações com os escândalos de aliciamento sexual de menores no Reino Unido, argumentando que as autoridades estão mais dispostas a processar discursos controversos do que a confrontar crimes politicamente sensíveis. “Esta é a realidade que muitos preferem suprimir”, disse ela. “E hoje estou a ser condenada por apontar os factos.”
A activista de Direita prometeu continuar a destacar as preocupações com a imigração. "Mesmo que eu seja radical demais para os políticos de Direita em França, a minha determinação e o meu radicalismo não cederão um milímetro", disse ela. "O mundo esteve ao meu lado quando eu mais precisei. Agora, pretendo garantir que o mundo saiba o que está a acontecer aqui."
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Fonte: https://rmx.news/france/french-sexual-assault-victim-convicted-for-saying-black-and-arab-immigrant-men-are-main-threat-to-women/

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Por estas e por outras é que os grandessíssimos mé(r)dia tentam abafar o que está a acontecer com a iminvasão, e que Macron criticou Meloni por se referir a um acto de extrema violência imigrante em França...
Já sabeis, leitores - a Europa é de todos nós, tudo o que sucede neste Velho Continente nos diz respeito, espalhem já estas verdades todas por toda a parte, não percam nem tempo nem oportunidades para o fazer.

EUROPA - MACRON FICA EM SILÊNCIO SOBRE MORTE DE JOVEM BRANCO ÀS MÃOS DE ALÓGENOS, WEIDEL PRESTA HOMENAGEM À VÍTIMA EUROPEIA

Após o espancamento que levou à morte de Louis, um francês de 17 anos, assassinado e filmado por pelo menos cinco jovens de diferentes origens culturais na cidade de Narbonne, a co-líder do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), Alice Weidel, publicou uma homenagem a ele antes mesmo de o presidente francês, Emmanuel Macron, ter mencionado uma única palavra sobre a trágica morte de Louis.
As redes sociais francesas foram inundadas por publicações e homenagens a Louis desde a divulgação do vídeo da sua morte, mas o presidente de França não fez qualquer menção ao jovem, para grande indignação da Direita francesa. Em vez disso, Weidel publicou uma mensagem simples anexada a um vídeo de Louis a tocar violão, divulgado pela sua família em sua homenagem.
Dois vídeos mostraram o ataque brutal dentro de um canteiro de obras na cidade de Narbonne.
Segundo o jornal francês L'Indépendant, os agressores filmaram a brutal agressão, que ocorreu na noite de 19 para 20 de Junho num canteiro de obras . O vídeo mostra os agressores a pisar repetidamente a cabeça de Louis com toda a força. Num segundo vídeo, um dos jovens aparece deitado ao lado de Louis, enquanto este está inconsciente e lutando para respirar, e o suspeito sorri para a câmara de forma zombeteira. O áudio do vídeo também mostra os jovens gritando palavrões para Louis e a troçar dele enquanto o espancavam até à morte. Louis foi encontrado inconsciente, com graves ferimentos na cabeça e no rosto, além de hematomas por todo o corpo. Foi colocado em coma induzido e morreu três dias depois.
Os investigadores ainda estão a tentar determinar qual foi o motivo do ataque, mas os relatos iniciais apontam para uma emboscada premeditada, motivada por vingança.
Louis morava num lar adoptivo para onde foi encaminhado pelo Serviço de Protecção à Criança.
Desde a morte de Louis, vídeos dos agressores têm circulado nas redes sociais, mostrando-os no TikTok manuseando armas, traficando e consumindo drogas, inalando óxido nitroso e bebendo bebidas alcoólicas. Outro vídeo também veio à tona. No dia 12 de Junho, eles também deixaram Louis inconsciente, aproximadamente uma semana antes de supostamente o assassinarem. A sua morte por espancamento pode estar relacionada com relatos de que ele teria ido à polícia e feito uma denúncia sobre o ataque. 
Diversos políticos comentaram o caso em França. “Louis, de 17 anos, foi linchado até à morte com uma violência inimaginável, filmado pelos seus agressores, deixado para agonizar durante toda a noite e encontrado sem vida num canteiro de obras em Narbonne”, disse o presidente do National Rally, Jordan Bardella. 
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, abordou o caso, negando a comprovada motivação racista apresentada pelo promotor e criticando a "exploração pela Extrema-Direita".
O comentarista francês Arthur de Watrigant afirmou, durante uma participação no canal de televisão Europe1, que Emmanuel Macron se recusa a comentar o caso Louis porque Macron "já não tem qualquer credibilidade na política interna, e ele sabe disso". 
A Europe1, comentando o assunto, escreveu: “Emmanuel Macron permanece em silêncio. Nenhuma reacção pública, nenhum comunicado de imprensa, nenhum vazamento. Mas, ao mesmo tempo, o chefe de Estado reagiu prontamente no Twitter após o terremoto que atingiu Caracas.” 
Watrigant afirmou que Macron está-se a concentrar em política externa porque “ele acha que ainda tem um pouco de credibilidade nessa área. Quer encerrar o seu lamentável mandato duplo exclusivamente em questões de política internacional. Portanto, só comentará o que está a acontecer no estrangeiro.” 
Ainda não está claro se Macron pretende abordar o caso. No entanto, é importante notar que ele se pronunciou sobre a morte de Nahel, de 17 anos, em 28 de Junho de 2023, um dia após o tiroteio, durante uma visita a Marselha. A polícia disparou e matou Nahel enquanto ele tentava fugir a alta velocidade a conduzir um Mercedes alugado sem carta de condução. Macron classificou o abate o como “inexplicável” e “inexcusável”: “Um adolescente foi morto. Isto é inexplicável e imperdoável… Nada, absolutamente nada justifica a morte de uma pessoa jovem.” Após a morte de Nahel, eclodiram tumultos em massa, transformando grande parte de Paris em uma zona de guerra, incluindo 5000 veículos incendiados. Nahel era “conhecido da polícia”, principalmente por resistir à prisão. Só no fim de semana anterior, tinha sido acusado de resistência à prisão cinco vezesSegundo informações vazadas para a Europe 1, a sua ficha policial (TAJ) incluía 15 registos criminais, incluindo conduzir sem seguro e usar placas de carro falsificadas.
Até ao momento, não há registo de antecedentes criminais para Louis, mas, em vez de tumultos em massa, nacionalistas organizaram-se pacificamente para protestar contra a sua morte em França. Isto, no entanto, chamou a atenção o suficiente para merecer uma resposta de Macron.
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Fonte: https://rmx.news/article/macron-remains-silent-while-german-afd-co-leader-weidel-pays-tribute-after-louis-killed-by-5-thugs-in-france/

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Aqui há tempos, Macron criticou Meloni por se referir a um acto de extrema violência imigrante em França...
Já sabeis, leitores - a Europa é de todos nós, tudo o que sucede neste Velho Continente nos diz respeito, espalhem JÁ, JÁ, JÁ estas verdades todas por toda a parte, não percam nem tempo nem oportunidades para o fazer.

DINAMARCA - É DESTA QUE SE PROÍBE O CHAMADO ISLÂMICO À ORAÇÃO?

O governo da Dinamarca, liderado pelos social-democratas de Centro-Esquerda, anunciou mais uma vez planos para implementar uma proibição nacional da transmissão pública da chamada islâmica para a oração por meio de altifalantes. Esta é a terceira vez que o governo de Centro-Esquerda tenta proibir a chamada para a oração.
O ministro da Imigração e Integração, Morten Bødskov, afirmou que o governo está a investigar um arcaboiço legal para proibir chamadas amplificadas para a oração em mesquitas. “O chamado para a oração não deve ecoar pelos telhados dinamarqueses. Não tem lugar na Dinamarca; ninguém a andar pelo país se deveria perguntar se está num subúrbio de Islamabad”, disse ele à imprensa.
No entanto, esta é a terceira tentativa do partido governante, tendo as tentativas anteriores em 2020 e 2025 falhado. Será que a terceira vez será a de sorte?
Um dos principais obstáculos é que a lei dinamarquesa protege a liberdade religiosa, e qualquer proibição nacional generalizada de chamadas amplificadas para a oração suscita preocupações sobre a violação dos direitos dos muçulmanos. O governo precisava de investigar se tal proibição resistiria ao escrutínio legal, considerando o equilíbrio com o direito dos residentes a um ambiente tranquilo. Esforços anteriores foram paralisados ​​durante esse processo de revisão, sem avançar para uma legislação aplicável.
Além disso, muitas áreas do país já proibiram a chamada para a oração, como a maior cidade, Copenhaga. Estas áreas conseguiram isto por meio de leis locais de ruído ou regulamentos municipais existentes, reduzindo a urgência de uma lei nacional abrangente. Historicamente, isto tornou mais difícil justificar ou aprovar uma nova estrutura nacional.
Uma tentativa de proibir a chamada para a oração também teria sido interrompida pelas eleições parlamentares, o que levou a uma mudança nas prioridades do governo na altura.
A Dinamarca é provavelmente a Nação escandinava mais hostil à imigração em massa, com os partidos de Esquerda a ser considerados defensores de políticas de Direita sobre o assunto. No entanto, partidos de Direita, que defendem a remigração e medidas ainda mais rigorosas, argumentam que a imigração legal, inclusive de países do Terceiro Mundo e de maioria muçulmana, tem aumentado constantemente sob o governo social-democrata de Esquerda.
O actual ministro da Imigração, Bødskov, é considerado, na verdade, mais "brando" em relação à imigração do que os seus antecessores, como Rasmus Stoklund e Kaare Dybvad Bek, que eram conhecidos pela sua retórica mais dura contra a imigração em massa. As suas declarações públicas incisivas são frequentemente vistas como um posicionamento político necessário para se alinhar à postura rigorosa do partido em relação à imigração, adoptada sob a liderança da primeira-ministra Mette Frederiksen, e não como reflexo das suas opiniões pessoais sobre o assunto.
No entanto, permanece incerto até que ponto Bødskov está disposto a ir ou se este anúncio é apenas uma manobra política. O governo dinamarquês está a analisar a legalidade da medida, incluindo a compatibilidade com as protecções da liberdade religiosa previstas na Constituição. A iniciativa actual visa ir além das regulamentações locais sobre ruído, buscando uma proibição nacional, mas nenhum projecto de lei definitivo foi apresentado ainda, e os detalhes da implementação, como o escopo exacto e as possíveis penalidades, ainda estão em fase de discussão.
Embora este novo esforço se baseie nas políticas de imigração e integração mais rigorosas da Dinamarca, incluindo a recente proibição de véus islâmicos que cobrem todo o rosto, como o niqab e a burca, resta saber se o governo conseguirá implementar esta nova proposta.
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Fonte: https://rmx.news/article/will-denmark-really-ban-the-islamic-call-to-prayer/

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Todo o cuidado é pouco, com o pessoal de Esquerda que lava a cara em águas nacionalistas mas que se calhar não lava o resto... De qualquer modo, é um bom sintoma, em termos democráticos, quando até a Esquerda dominante tem de adoptar políticas «de Direita», deixando à Direita espaço para propor medidas ainda mais direitistas - isto é, novamente, a Democracia a levar água ao moinho do Nacionalismo, o que se traduz no seguinte: a prioridade tribal impõe-se. 
Sei que a maior parte dos leitores «nacionalistas» do «Movimento» não percebeu a real ponta de um caralho a partir do momento em que eu falei em Democracia, sei muito bem disso, e a sua leitura ainda foi pior quando eu falei em «prioridade tribal», eu sinto no ar a estupidez a centenas de quilómetros de distância, é aliás por o não perceberem que o seu «Movimento» foi sempre a merda que se viu, de casa para as tertúlias com vinte ou trinta gajos num sábado à tarde (vinte ou trinta se estivesse bom tempo, mas não demasiadamente «bom», senão o pessoal ia em vez disso para a praia), das tertúlias para o café, do café para uma manifestação ocasional com vinte ou trinta gajos, os do costume, e daí não passava. Ficava-se numa posição de «vitória» moral de quem se acha superior ao «povinho» e declarava-se que «isto» só «ia lá» à lei da bala!, como no saudoso 28 de Maio!, golpe dado pelos garbosos militares portugueses!, mas ai! que o 25 de Abril também foi dado pelos garbosos militares portugueses, mas a esses chama-se «traidores!», ou seja, os militares nascidos no período mais podre da monarquia é que eram bons, enquanto os militares nascidos e criados no Estado Novo, a ouvir e a bradar «Quem manda? Salazar, Salazar, Salazar!», e a marchar na Mocidade Portuguesa, esses foram todos uns traidores, ou uns cobardes, uma vez que não houve qualquer contra-golpe militar... Claro que, com uma mentalidade destas, nunca se iria a lado nenhum (de jeito), excepto ao café da esquina, que já não é muito mau, mas não dá, só por si, para salvar a Pátria. É pela via da Democracia que se consegue o óbvio - o despertar e o convocar da atenção do Povo, como agora se está a fazer em Portugal por meio de um gajo que é de fora do «Movimento» Nacionalista, e está já a dar frutos por cá, tal como também dá frutos na Dinamarca, o que não significa que o combate tenha acabado, pelo contrário, continua, e implica vigilância a tempo inteiro, para verificar se alguns frutos não são traiçoeiros ou venenosos, como pode ser o caso em epígrafe, logo se vê.


INGLATERRA - MÃE DE MULHER ASSASSINADA POR AFRICANO É ACONSELHADA A NÃO «MODERAR» OS SEUS COMENTÁRIOS PARA NÃO DAR FORÇA À ANTI-IMIGRAÇÃO


É o chamado «come e cala» num nível obsceno. Pode ser que isto um dia se pague tudo com juros. É um dos inúmeros casos que poderão um dia ser narrados às gerações vindouras para lhes explicar certas coisas que poderão ter de acontecer.

Possível conversa familiar em 2050:

- Ó tio, porque é que foi preciso fazer aquilo aos wokes, a uma data de políticos e de jornalistas?

- Porque, meu sobrinho, a elite que mandava nessa época andou décadas a trazer para a Europa milhões de estrangeiros dos países mais violentos do mundo e, quando acontecia o que até uma criança podia prever que aconteceria, os que mandavam tentavam silenciar a revolta popular, olha que chegaram a dizer a uma mãe que não mostrasse demasiada raiva por um negro lhe assassinar a filha!, um desabafo básico de uma mãe, vê tu bem, porque a elite não queria que a raiva alastrasse, porque a elite sabia que, quanto mais o povo se revoltasse, mais votaria contra a iminvasão, e então assim a elite já não conseguia continuar a trazer imigrantes...

- Disseram mesmo isso a uma mãe, tio? Estás a exagerar...

- Não, não estou, disseram mesmo isso, e posso prová-lo, se quiseres.

- Mas... porque é que quem mandava fazia isso, tio?...

- Porque a elite do dinheiro queria muitos imigrantes pobrezinhos para lhes poder pagar salários baixos, enquanto a elite das esquerdas queria acabar com as fronteiras e construir uma sociedade multirracial...

- Mas porquê, tio?...

- Porquê, porquê, porquê... olha, porque lhes diziam na escola e na televisão que a raça branca era culpada de tudo e mais um par de botas e tinha obrigação de deixar entrar em sua casa os coitadinhos não brancos, e porque essa elite achava que as fronteiras eram coisa má...

- Mas porquê, tio, porquê?...

- Porque... olha, porque há uns 2000 e tal anos, apareceu uma religião que mandava amar sem fronteiras e dar a outra face ao agressor, e depois essa religião foi imposta pela força na Europa, e enquanto a maioria do povo só fazia a parte das rezas e das procissões, houve algumas pessoas que se foram convencendo de que era preciso destruir todas as fronteiras porque achavam que a humanidade era só uma...

- Mas porque é que culpavam os brancos, tio, se foram os brancos que acabaram com a escravatura???!???

- Porque, meu sobrinho, aquela religião de que te falei, aquilo esteve cá durante dois mil anos a meter o seu veneno na cabeça dos pensadores, a pouco e pouco, todos os dias ao longo de séculos, e isto teve os seus efeitos, criou umas cabeças viciadas em sentirem-se colectivamente culpadas, aquilo ficou muito metido lá dentro, e depois transferiram esse sentimento de culpa para as suas relações com os outros Povos... Como sabes, os sentimentos mais profundos têm mais força que a razão, e esta gente precisava de se culpar colectivamente para se sentir justa, e portanto nenhum argumento racional podia vencer aquela fé que eles tinham na sua culpa e no seu dever de dar a outra face...

Por isso, sobrinho, é que, quando chegámos ao poder, acabámos por conseguir levá-los a tribunal e expulsá-los da Europa, e os que já tinham morrido de velhice, pois os seus corpos foram exumados e atirados ao mar para lá dos limites das águas internacionais... foram-se...

segunda-feira, junho 29, 2026

IMINVASÃO ABRANDOU - E ECONOMIA NÃO PERDEU

Os fluxos migratórios para Portugal têm vindo a desacelerar e os números falam por si. De acordo com o último Boletim Económico do Banco de Portugal, o saldo migratório líquido de cidadãos estrangeiros caiu de cerca de 13200 pessoas por mês em 2024 para perto de 6200 em 2025. Estes dados resultam de menos entradas e mais saídas, o que representa uma alteração à dinâmica que se verificava em anos anteriores. Ao mesmo tempo, o banco central prevê crescimento económico, criação líquida de emprego e uma taxa de desemprego próxima dos mínimos históricos, contrariando os argumentos mais pessimistas relativamente às novas regras para a imigração definidas pelo Governo de Luís Montenegro.
Outro dado relevante diz respeito à habitação. As projecções do banco central apontam para que, nos próximos anos, venha a assistir-se a aumentos populacionais mais moderados e, ao mesmo tempo, identifica uma redução gradual do desfasamento entre a criação de novos agregados familiares e a oferta habitacional.
Fontes do SOL revelam que esta desaceleração dos fluxos migratórios surge como um dos factores que contribui para uma menor pressão demográfica sobre o mercado da habitação e recordam que Portugal, durante grande parte da última década, registou um dos mais rápidos crescimentos da população estrangeira da sua história recente. Sinais de que a habitação surge como um dos principais canais de impacto da política migratória, uma vez que os indicadores apontam para uma redução da pressão demográfica e melhoria das condições de equilíbrio do mercado.
De facto, os números falam por si. O défice acumulado de construção nova face ao aumento de famílias ascendeu a cerca de 300 mi1 fogos na última década, sendo que este hiato entre a dinâmica demográfica e a oferta de nova habitação terá sido anulado em 2025. Os dados do Banco de Portugal apontam para uma desaceleração do crescimento do número de agregados familiares a partir de 2024, coincidindo com a implementação de uma política migratória mais restritiva.
É certo que o aumento da imigração ajudou a responder à escassez de mão-de-obra, reforçou a população activa e subiu as contribuições para a Segurança Social, e a evolução das inscrições de cidadãos estrangeiros indicam agora uma redução significativa do fluxo de imigração na sequência das alterações introduzidas pelo Governo à política migratória. Aliás, os dados da Segurança Social mostram que o número médio mensal de novas inscrições de estrangeiros caiu de 37849 em 2023 para 13135 em 2025, uma redução de cerca de 65%.
Mas esta diminuição contribuiu para moderar o crescimento de agregados familiares e aliviar a pressão sobre o mercado da habitação.
Por outro lado, o fluxo migratório demonstra que, apesar da redução das novas inscrições na Segurança Social após 2023, o stock de estrangeiros contribuintes continua a crescer, contribuindo para a sua sustentabilidade.
Também o mercado de trabalho não está a ser impactado por esta redução do fluxo migratório. A entidade liderada por Álvaro Santos Pereira aponta para um crescimento de emprego a um ritmo mais moderado – na ordem de 1% este ano e 0,5% em 2027– enquanto a projecção da taxa de desemprego até 2028 apresenta taxas estáveis.
Por outro lado, as mesmas fontes ouvidas pelo nosso jornal reconhecem que o aumento da imigração em anos anteriores contribuiu para a existência de uma pressão crescente sobre o mercado habitacional e não só. E os serviços públicos e a capacidade de resposta administrativa por parte do Estado sofreram maiores constrangimentos.
Aliás, um desses exemplos foi a acumulação de centenas de milhares de processos pendentes após a extinção do SEF e a criação da AIMA. O Nascer do SOL sabe que, entre manifestações de interesse, autorizações CPLP, renovações e outros processos transitórios, o próprio Executivo descreveu a situação como uma das maiores crises administrativas da história.
As mesmas fontes ouvidas pelo nosso jornal admitem que foi para responder a este cenário crítico que o Governo levou a cabo a reforma estrutural do sistema migratório. Reforma que foi liderada pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro, e pelo seu secretário de Estado Rui Armindo Freitas, com o princípio segundo o qual, sendo a imigração necessária, deve estar dependente da capacidade de integração e de gestão.
O Governo optou pela adopção urgente de várias medidas, como o encerramento da manifestação de interesse, a revisão dos regimes de entrada e permanência, a criação de mecanismos de imigração regulada alinhados com necessidades das empresas, o reforço da fiscalização e a revisão de regimes de nacionalidade e reagrupamento familiar.
Um processo que foi acompanhado por um esforço administrativo, tendo sido concretizados mais de 760 mil atendimentos, mais de 525 mil processos decididos e cerca de 500 mil títulos de residência emitidos com o objectivo de resolver as pendências acumuladas, recuperar a capacidade de decisão do Estado, assim como tornar os fluxos migratórios mais sustentáveis.
Ao que o Nascer do SOL apurou, o Governo entende que os fluxos migratórios continuam positivos, mas mais moderados, não comprometendo a economia, que continua a criar emprego, e o mercado de trabalho, que mantém capacidade de absorção.
Estas alterações ocorrem numa altura em que se assiste a uma mudança na União Europeia, com o novo Pacto para as Migrações e Asilo. Trata-se da revisão mais profunda da legislação europeia em matéria de imigração em várias décadas, assente em controlos mais rígidos, deportações mais rápidas e fronteiras mais apertadas.
Fontes ouvidas pelo nosso jornal chamam a atenção para o facto de esta legislação assentar na ideia de uma política migratória sustentável e que Portugal iniciou a sua reforma antes da entrada em vigor de grande parte desses instrumentos europeus e reconhecem que a lógica é semelhante. Ou seja, pretende-se reforçar a capacidade de decisão do Estado, assegurar canais legais de imigração e compatibilizar necessidades económicas com integração e coesão social.
Ainda assim, admitem que só nos próximos anos é que se saberá se esta tendência se consolida. Mas, para já, os últimos indicadores apontam para uma mudança de ciclo, menos centrada na gestão da urgência e mais orientada para a sustentabilidade dos fluxos migratórios, da integração, da habitação e da capacidade de resposta do país.
Esta tendência revela que, dois anos depois do início da reforma, os dados começam a sugerir que Portugal poderá estar mais próximo do equilíbrio que o Governo procurava alcançar. Isto é, uma imigração necessária para a economia, compatível com a integração e menos geradora de pressões adicionais sobre a habitação e os serviços públicos.

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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://sol.iol.pt/economia/noticias/imigracao-abranda-sem-perda-para-a-economia/20260619/6a3461b20cf27cac6fcf600c  (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)

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Cada vez se sustenta menos o dogma economicista de que, sem iminvasão oriunda do terceiro-mundo, os Europeus morrem todos de fome...

domingo, junho 28, 2026

FRANÇA - PROVÁVEIS MOUROS ESPANCAM JOVEM FRANCÊS ATÉ À MORTE FILMANDO O ACTO

Segundo relatos, um grupo de jovens espancou até à morte Louis, um jovem francês de 17 anos, na cidade francesa de Narbonne. Até ao momento, foram divulgados dois vídeos que mostram os momentos finais em que Louis ainda estava consciente.
Os agressores filmaram a brutal agressão, que ocorreu na noite de 19 para 20 de Junho num canteiro de obras, segundo o jornal francês L'Indépendant. O vídeo mostra os agressores a pisar repetidamente a cabeça de Louis com força total. Num segundo vídeo, um dos jovens aparece deitado ao lado de Louis, enquanto ele está inconsciente e a lutar para respirar, e o suspeito sorri para a câmara de forma zombeteira. Os jovens parecem ter um tom de pele mais escuro no vídeo e diversas contas de redes sociais relataram que eles são “norte-africanos”, mas até ao momento nenhuma informação foi divulgada sobre a sua origem ou histórico. Frequentemente, estas informações não são divulgadas pelas autoridades francesas. O áudio do vídeo também mostra os jovens a gritar palavrões para Louis e a troçar dele enquanto o espancavam até à morte. Louis foi encontrado inconsciente, com graves ferimentos na cabeça e no rosto, além de hematomas por todo o corpo. Foi colocado em coma induzido e morreu três dias depois.
Os investigadores ainda estão a tentar determinar qual foi o motivo do ataque, mas os relatos iniciais apontam para uma emboscada premeditada, motivada por vingança.
Louis morava num lar adoptivo para onde foi encaminhado pelo Serviço de Protecção à Criança.
Cinco jovens suspeitos foram presos e acusados ​​de tentativa de homicídio, embora essa acusação provavelmente seja agravada devido à morte de Louis. Três dos suspeitos são menores de idade, o que significa que, se condenados, receberão pouca ou nenhuma punição pelos seus actos
Diversos jornalistas, políticos e comentaristas já denunciaram a brutal agressão perpetrada pelos jovens. “Louis, de 17 anos, foi espancado até à morte por um bando de marginais que o emboscaram. Europeus, acordem. A guerra já começou e estamos a contar nossos mortos. A remigração é a solução. Esses filhos da puta precisam de voltar para casa”, escreveu a activista francesa de Direita Thaïs d'Escufon. Noutra publicação, escreve: “Um dos assassinos imigrantes de Louis tira uma selfie ao lado do corpo dele, enquanto ele agoniza. Eles matam-nos e riem-se disso. Nunca mais se deixem enganar pela retórica de vitimização deles. Eles sabem exactamente o que estão a fazer. Odeiam-nos. Bem, eu também os odeio.”
D'Escufon foi condenada este mês por afirmar que homens imigrantes negros e árabes representam a principal ameaça às mulheres.
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Fonte: https://rmx.news/article/they-kill-us-and-laugh-about-it-5-multicultural-youths-arrested-for-beating-17-year-old-french-victim-louis-to-death-on-video/

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É sintomático como os grandessíssimos mé(r)dia cá do burgo conseguiram não dar também esta notícia...


REINO UNIDO - DADOS SOBRE AS DUZENTAS E CINQUENTA MIL (250000) CRIANÇAS, MAIORITARIAMENTE BRANCAS, VITIMADAS PELA PEDOFILIA MUÇULMANA ORGANIZADA


sábado, junho 27, 2026

SOBRE A AMEAÇA IMINVASORA ORIUNDA DO MAIS HOSTIL TERCEIRO-MUNDO

Concluída a primeira fase do inquérito aos gangues de violadores no Reino Unido, houve diversas revelações que nos mostram um lado nunca antes visto da imigração, e revelam o que o futuro nos reserva se a Europa continuar neste caminho.
O Relatório Casey de 2025 já afirmava a existência de “um número desproporcionado de homens de «origens étnicas asiáticas»” na exploração sexual de crianças em grupo. Este inquérito veio provar a existência de uma perseguição sistemática, racialmente e religiosamente motivada, contra raparigas brancas por parte de muçulmanos de origem paquistanesa.
No mínimo 250000 jovens britânicas foram submetidas a violações repetidas, conversão forçada ao islamismo, entre outros abusos, por parte destas gangues, cuja grande maioria dos envolvidos não foi condenada.
Cerca de 87% dos condenados por exploração sexual de menores em grupo são muçulmanos de origem estrangeira, e Dr. Taj Hargey, ímã da Oxford Islamic Congregation alega que os números podem chegar aos 95%.
Convido os leitores a lerem o relatório na sua integridade, que está disponível em Português de Portugal no site “Nunca te Cales”, para compreenderem a verdadeira gravidade da situação que não irei abordar na totalidade neste artigo.
A realidade é que este relatório, que sofreu várias tentativas de boicote por parte do poder político, veio demonstrar o que já há muito se sabia e era frequentemente silenciado com acusações de intolerância: há uma grande quantidade de imigrantes que partilham um ódio anti-europeu e estão activamente a atacar os Povos que os acolheram.
Atendendo aos factos, a Europa precisa de reconhecer a incapacidade de coexistência com todos os tipos de identidades externas, estabelecendo critérios de imigração mais rígidos, focados nas necessidades migratórias e na compatibilidade dos imigrantes com a civilização europeia.
Para além disso, não podemos ignorar que já se encontram diversas comunidades anti-europeias no interior do continente, pelo que não basta apenas uma política de imigração mais rígida, mas também é evidentemente necessária uma estratégia remigratória.
Posto isto, conclui-se que este relatório veio confirmar suspeitas já há muito levantadas e constantemente silenciadas pelo poder político, que mostram a existência de uma política migratória que ameaça o bem-estar europeu, ao permitir a entrada de forças racialmente e religiosamente motivadas contra nós, e isto demanda acção urgente.
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Fonte: https://observador.pt/opiniao/o-relatorio-negro-da-imigracao/?utm_term=Autofeed&utm_medium=Social&utm_source=Facebook#Echobox=1782429877

sexta-feira, junho 26, 2026

INGLATERRA - PARTIDO NACIONALISTA DIVULGA NO PARLAMENTO NACIONAL DETALHES DE HORROR A RESPEITO DOS GANGUES DE PEDOFILIA MUÇULMANA AO LONGO DE DÉCADAS

O líder do movimento Restore Britain, Rupert Lowe, usou um debate no Westminster Hall na Lues para confrontar os parlamentares com depoimentos angustiantes de meninas e mulheres brancas que foram estupradas, torturadas, traficadas e degradadas por gangues de aliciamento de imigrantes, e abandonadas pelas próprias autoridades que deveriam tê-las protegido.
O debate foi garantido depois de 260974 britânicos assinaram uma petição pedindo ao Parlamento que abordasse o escândalo das gangues de estupro. Lowe começou agradecendo aos signatários e dando as boas-vindas às sobreviventes que estavam presentes no plenário, dizendo que o debate não era sobre política, mas sobre elas. “Quero que o mundo ouça o que ouvimos durante as duas semanas das nossas audiências independentes sobre o grupo de violadores, uma investigação que nunca deveria ter acontecido”, disse Lowe.
Em seguida, ele leu uma série de depoimentos gráficos que expuseram a dimensão do abuso sofrido por meninas quase exclusivamente brancas. Uma sobrevivente disse que tinha apenas “cerca de 12, quase 13 anos” quando um homem a estuprou antes de enfiar à força uma garrafa vazia de Jack Daniel's dentro dela e quebrar o vidro. Outra descreveu ter sido imobilizada por grupos de homens enquanto se revezavam para estuprá-la, antes de espancá-la e ameaçá-la de morte e de ferir os seus entes queridos caso ela denunciasse o ocorrido.
Lowe disse aos parlamentares que as evidências apresentadas na sua investigação incluíam alegações repetidas de que meninas brancas britânicas eram alvos deliberados. Uma sobrevivente afirmou que os abusadores faziam referências constantes a "meninas brancas" e "meninas cristãs", alegando que elas tinham "menos moral ou valores inferiores", enquanto as meninas muçulmanas eram descritas como tendo "dignidade e um estatuto moral superior".
Outra suposta vítima afirmou que a raça "desempenhou um papel" na selecção das vítimas, acrescentando que as meninas que encontrou durante a exploração eram "quase exclusivamente brancas".
Os depoimentos também incluíram alegações de que crianças sob tutela eram efectivamente entregues a abusadores. Uma sobrevivente disse que homens buzinavam em frente a um orfanato antes que um funcionário levasse uma criança até à porta da frente. Outra disse: "Eram todas as meninas brancas em todos os lares que visitei".
Num dos relatos mais perturbadores lidos aos parlamentares, uma sobrevivente recordou ter visto a traseira de uma carrinha aberta, revelando “15, 20 meninas trancadas em gaiolas para cães”. Outra disse que cães foram trazidos durante um ataque enquanto homens ficavam ao redor filmando, rindo e apostando no que aconteceria. Ela disse que não tinha para onde ir e foi estuprada por um cão enquanto um homem segurava o seu rosto e a encarava nos olhos porque “ele queria ver-me quebrar”.
Lowe também leu o depoimento de uma sobrevivente que disse ter sido estuprada por “provavelmente cerca de seiscentos ou setecentos homens diferentes” ao longo de três anos, após o início dos abusos quando ela tinha 13 anos. Outra vítima disse que os abusos se intensificaram durante o Eid e outros feriados, quando as festas se tornaram “maiores, piores e mais violentas”, com mais homens e mais meninas envolvidos.
O líder do movimento Restore Britain afirmou que as instituições falharam repetidamente com as vítimas. Uma jovem relatou que, aos 15 anos, foi ao hospital a sangrar, inchada e incapaz de se sentar após uma agressão, mas recebeu comprimidos e foi mandada embora depois de dizer à equipa que a sua bebida tinha sido adulterada, pois estava com muito medo de contar o que realmente tinha acontecido. "Eles não fizeram nenhuma pergunta", disse ela.
Outra sobrevivente alegou ter sido estuprada por vários polícias em diferentes partes do país. Um outro depoimento afirmou que um homem apagou um cigarro no rosto de um bebé.
Lowe afirmou que o abuso também era usado para atacar a fé e a identidade das vítimas. Uma sobrevivente cristã relatou que a sua cruz foi usada como forma de destruí-la, com os agressores a perguntar: “Onde está o teu Deus agora? O teu Deus abandonou-te?”
O político afirmou que poderia ter continuado a ler os depoimentos “por horas e horas”, alertando que o Parlamento já não tinha mais desculpas para a inacção.
“Todos nós neste prédio temos a responsabilidade de finalmente agir. Não de falar, mas de agir”, disse ele. “O relatório da nossa investigação sobre gangues de estupro será divulgado nos próximos dias. Mudará a Grã-Bretanha para sempre.”
Lowe lançou a sua própria investigação independente antes que o governo do Reino Unido anunciasse uma investigação nacional obrigatória sobre gangues de aliciamento sexual, uma investigação que identificou evidências de exploração sexual infantil em dezenas de áreas de autoridades locais.
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Fonte: https://rmx.news/article/white-girls-raped-by-dogs-whisky-bottles-and-hundreds-of-men-britains-migrant-grooming-gang-scandal-exposed/

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Mais detalhes de pesadelo que só podem ser devidamente vingados se houver consequências maciças, nomeadamente as penas de prisão pesadas para os culpados, a sua eliminação física se necessário ou pelo menos expulsão definitiva de solo europeu - e a responsabilização de quem, tendo o dever de agir para defender as crianças do Povo, não o fez, e, também, a responsabilização dos grandessíssimos mé(r)dia que, apesar de usualmente adorarem escandaleiras sexuais, terem ficado em silêncio ao longo de décadas sobre o sucedido.
Como os leitores mais antigos deste blogue podem saber, começou-se aqui a noticiar este
 caso em 2008 ou 2009. Constatei desde essa altura o silêncio dos grandessíssimos mé(r)dia tugas sobre este escândalo sexual de pedofilia muçulmana em massa. Sim, a imprensa «livre», sempre solícita para esmiuçar tudo o que sejam escândalos sexuais, sobretudo se tiverem a ver com a Igreja, pois nestoutro caso a envolver religiosos nem piou. Severo moita-carrasco. Em 2011, o líder do BNP e eurodeputado, Nick Griffin, falou sobre a pedofilia de paquistaneses sobre raparigas brancas, isto numa sessão parlamentar que pode ser vista no Youtube. Mesmo assim, nem um comentário se ouviu sobre o tema, pelo menos cá. Confirmei então que o «anti-racismo» é mesmo uma «religião» e os seus clérigos e acólitos são de uma disciplina que faria inveja aos comandantes das SS. Até podem, individualmente, ter um ar descontraído, «livre», porreiro - mas «aquilo» ali obedece ferreamente ao ideal antirra. Podem estar nas lonas sem notícias para dar, mas não falam nisto, porque é pecado, e porque se alguém falasse, logo apareceria algum Diácono Remédios da «igreja» anti-racista a dizer que «não havia nechechidade» de estar agora a dizer que havia uma rede de pedofilia dirigida por muçulmanos a vitimar crianças brancas, com a diferença que o Diácono Remédios de Herman José é um velhote que fala em tom conciliador enquanto os Diáconos Remédios do anti-racismo espumam-se de ódio e guinchos diversos.
A notícia em epígrafe mostra, destarte, que é mesmo preciso haver a chamada Ultra-Direita no parlamento para que o «povinho» possa ser defendido...


quarta-feira, junho 24, 2026

ITÁLIA - «««JOVEM»»» DE 44 ANOS DETIDO DEPOIS DE VIOLAR UMA IDOSA E ESPANCAR UM IDOSO

Um tunisino que já tinha sido condenado pelo espancamento brutal de um idoso aposentado em Varese, em Itália, agora enfrenta novas acusações após ter sido revelado que ele teria estuprado uma mulher duas vezes poucas horas antes do ataque. O homem de 44 anos, que já foi condenado definitivamente a dez anos e seis meses de prisão por tentativa de homicídio contra a idosa, é acusado de outros actos durante uma noite de violência que remonta a 30 de Dezembro de 2023. Segundo a promotoria, o tunisino atacou o aposentado de 67 anos na Corso Moro, deixando-o a sangrar no chão, no centro de Varese. Um gari que testemunhou a agressão prestou socorro à idosa, relatando: “Vi um homem pontapear um senhor que já estava no chão”. O tribunal determinou que a agressão brutal ocorreu sem aviso prévio e sem provocação. O idoso foi hospitalizado com ferimentos graves. Utilizando imagens de câmaras de segurança e vestígios de sangue encontrados nos sapatos do agressor, a polícia conseguiu identificá-lo e prendê-lo, de acordo com o jornal Il Giorno.
Entretanto, as autoridades estão agora a dar seguimento às acusações relacionadas com uma queixa apresentada por uma vítima, que afirmou ter conhecido o homem pouco antes num bar e que foram juntos para casa dela. Ela alega que ele a forçou a ter dois encontros sexuais na mesma noite. O acusado nega as acusações, que serão agora analisadas pelo Tribunal.
A mulher entrou no processo como parte civil.
No entanto, estes não são os únicos casos em que o tunisino de 44 anos foi condenado. Nos últimos dias, o homem foi condenado noutro caso por resistência a um funcionário público, referente a um incidente anterior na Via Veratti, onde teria feito ameaças graves contra um dos polícias envolvidos no seu processo de deportação.
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Fonte: https://rmx.news/article/italy-tunisian-man-convicted-for-nearly-killing-an-elderly-man-is-now-on-trial-for-raping-a-woman-just-hours-earlier/

COMISSÁRIO EUROPEU AFIRMA QUE UCRÂNIA JÁ ESTÁ A ALCANÇAR VITÓRIAS NA GUERRA INICIADA PELA RÚSSIA

A Ucrânia está a ganhar vantagem no campo de batalha, no ar e no mar, enquanto os drones ucranianos travaram o avanço terrestre da Rússia e estão a causar graves perturbações na logística russa, afirmou na Martes, em Bruxelas, o Comissário Europeu para a Política de Defesa e Espaço, Andrius Kubilius. No seu discurso de abertura da cúpula europeia de defesa e segurança, o comissário destacou que os drones ucranianos podem paralisar o abastecimento do exército russo a até 300 quilómetros das linhas da frente. Segundo o comissário da UE, a Ucrânia deixou de ser apenas beneficiária de subsídios internacionais e também contribui para a protecção de outros paísesKubilius afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, está a reagir aos sucessos ucranianos com ataques cada vez mais desesperados. Citou o ataque da semana passada ao mosteiro de Kyiv como exemplo, que classificou como um ataque à cultura, à religião e à civilização.
Segundo o comissário, a Rússia continua a representar uma ameaça à segurança da Europa, e Moscovo poderá testar o Artigo 5.º da NATO, que estabelece a defesa colectiva. Ao mesmo tempo, sublinhou que os sucessos da Ucrânia não significam o fim da guerra, nem que a Rússia esteja fraca. Como afirmou, a Rússia ainda é capaz de produzir armas e drones em grandes quantidades, portanto a Europa deve-se preparar para fortalecer as suas próprias capacidades de defesa.
Segundo Kubilius, os Estados Unidos estão a incentivar cada vez mais a Europa a assumir maior responsabilidade pela sua própria segurança. Enfatizou: “A Europa deve estar preparada para o facto de que algumas capacidades das forças americanas podem ser reagrupadas noutras regiões, portanto, as capacidades de defesa europeias devem ser reforçadas com urgência.” Kubilius alertou que, sem o reabastecimento das capacidades estratégicas americanas, as defesas e o poder de dissuasão da Europa poderiam ser enfraquecidos. “Se os países europeus não preencherem estas lacunas de capacidade, isto poderá ser um convite aberto para a Rússia testar a determinação do Ocidente”, disse ele. Acrescentou que os recursos necessários para isso podem ser obtidos principalmente a nível nacional. Lembrou que, com base nos seus compromissos com a OTAN, os Estados-membros podem gastar um total de cerca de €7 triliões para fins de defesa nos próximos dez anos.
Ao mesmo tempo, o Comissário sublinhou a necessidade de estes recursos serem utilizados de forma coordenada e dentro de um quadro europeu. Também enfatizou que a UE deveria integrar a Ucrânia no âmbito de uma futura união de defesa. “Seria difícil entender se nós, europeus, não considerássemos de vital importância integrar o poderio militar da Ucrânia ao sistema de defesa europeu”, afirmou.
Também observou que a Comissão Europeia deverá apresentar as primeiras propostas para uma maior integração do mercado de defesa europeu já na próxima semana, incluindo uma análise detalhada e ideias para os próximos passos.
Kubilius acrescentou que ainda este ano irão propor alterações às regras de aquisição de defesa e a outros regulamentos de mercado.
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Fonte: https://rmx.news/article/eu-commissioner-ukraine-is-starting-to-gain-the-upper-hand-on-the-battlefield-in-the-air-and-at-sea/