quarta-feira, julho 26, 2017

ISRAEL ATACA SOROS E ESCLARECE QUE NÃO QUIS CRITICAR A POSTURA DO GOVERNO NACIONALISTA HÚNGARO

Jerusalém considera legítima a crítica ao magnata norte-americano George Soros, a quem acusa de tentativas sistemáticas de "minar governos democraticamente eleitos" em Israel, afirmou o ministério das Relações Exteriores desse país.
Essa definição de Soros, que financia uma rede de ONGs internacionais, foi formulada pela chancelaria israelita ao comentar a palavras do seu embaixador na Hungria, Yossi Amrani. O diplomata recentemente manifestou a sua preocupação com as formas da campanha contra o Soros na Hungria, alertando para o anti-semitismo. 
O ministério das Relações Exteriores, no entanto explicou que o problema era o anti-semitismo, e não a crítica em relação ao bilionário norte-americano.
"Israel lamenta todas as manifestações anti-semitas em qualquer país e apoia as comunidades judaicas na oposição a este mal. Esse era o único objectivo das declarações do embaixador de Israel na Hungria", informou um comunicado do órgão.
"As declarações não buscavam deslegitimar a crítica a George Soros, que de forma sistemática mina os governos israelitas democraticamente eleitos, financiando organizações que difamam o estado israelita e que negam o seu direito de auto-defesa", explicou o ministério.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201707108836029-israel-acusa-soros-minar-democracia/

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Diz-se aqui https://www.rt.com/news/395911-soros-netanyahu-orban-billboard/ que o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, que também é ministro dos Negócios Estrangeiros do seu país, só pelos média soube das declarações do embaixador israelita na Hungria e manifestou por elas o seu desagrado, uma vez que pareciam defender Soros, o qual é há muito mal visto em Israel. O bilionário judeu, nascido na Hungria, declarado aí como «risco para a segurança nacional» por se tratar de um globalista imigracionista e opositor da posição anti-Islão do Estado Húngaro, tem apoiado organizações não governamentais que promovem as causas palestinianas, tem apoiado em particular o movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) e tem criticado Israel como um Estado de apartheid responsável sistemático por crimes de guerra.

O sionista Avigdor Eskin diz mais à Sputnik, como se lê aqui https://br.sputniknews.com/opiniao/201707148869015-israel-contra-soros-homem-de-quem-todos-estao-cansados/:
«A frase "Israel contra Soros" é estranha para muitos. No Irão tornou-se comum chamar sionista a George Soros. Mas se perguntar aos israelitas-sionistas, que são competentes em política, eles vão considerá-lo como uma das pessoas mais desprezíveis do planeta.
Por isso ninguém se surpreende com a declaração da chancelaria de Israel sobre "este homem estar tentando repetidamente minar os governos democráticos eleitos de Israel, apoiando várias organizações que divulgam mentiras sobre o Estado Judaico e que tentam privá-lo do direito de auto-defesa".
O conflito actual tomou força por causa da campanha contra Soros na Hungria, que foi iniciada pelo primeiro-ministro do país, Viktor Orban. Nas ruas, foram pendurados cartões com o pedido dos Húngaros de não intervenção nos seus assuntos internos. Como é sabido, Soros criticou o governo da Hungria por não aceitar os refugiados muçulmanos no país. A reposta de Orban, sendo a mesma da maioria dos Húngaros, foi de que um bilionário estrangeiro não deve intervir nos assuntos internos do seu país.
Vale ressaltar que esta campanha foi usada por grupos extremistas para sua propaganda anti-semita e neo-fascista. Até mesmo isto foi usado pela comunidade judaica da Hungria e pelo embaixador de Israel. Sem dúvida o governo de Israel considera as manifestações neonazis como fenómeno inaceitável. Mas é preciso perceber a diferença entre os ataques de extremistas-marginais e a expressão de descontentamento de um bilionário-globalista em busca de impor uma catástrofe demográfica aos países da Europa.
No que se trata da história das relações entre Soros e Israel, a hostilidade contra ele no país é uma resposta à sua atitude hostil quanto ao Estado judaico. Não somente critica a política dos governos de Israel, mas também financia organizações como BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções — campanha global de boicote ao Estado de Israel), que obstaculiza a existência do governo israelita.
Além disso, Soros interveio activamente nas campanhas eleitorais em Israel tentando levar ao poder pessoas com ideologia liberal de Esquerda.
Por exemplo, durante a campanha pré-eleitoral em Israel, o Departamento de Estado dos EUA enviou 350 mil dólares para a organização OneVoice International para que trabalhasse contra a eleição de Benjamin Netanyahu. O dinheiro foi transferido para o grupo V15 dentro de Israel, responsável pela procura de dados comprometedores do mesmo e também pela propagação de rumores. No momento actual, o cargo da chefia da OneVoice International foi assumido pelo próprio George Soros.

Sublinhamos: o dinheiro do orçamento estatal dos EUA foi transferido para intervir nas eleições no Israel. Não foram os hackers inventados, mas o Departamento de Estado dos EUA e Soros.»




AUMENTA PERIGO DE GUERRA NUCLEAR ENTRE ÍNDIA E PAQUISTÃO

As tensões entre a Índia e o Paquistão estão aumentando devido aos territórios disputados de Jammu e Caxemira. Só neste mês, 11 pessoas foram mortas e 18 foram feridas em tiroteios entre militares paquistaneses e indianos.
Ilia Plekhanov, comentador da Sputnik, avisa que o conflito pode-se transformar numa ameaça para a estabilidade mundial.
Quase uma dúzia de pessoas foram mortas até agora neste mês e cerca de 4.000 foram obrigadas a abandonar as suas casas devido ao aumento da tensão na linha de controle no estado indiano de Jammu e Caxemira. Nova Deli e Islamabad acusam-se mutuamente pelo fogo cruzado.
O Ministério da Defesa da Índia acusou os militares paquistaneses de terem como alvos os civis durante os seus ataques de artilharia. O Paquistão, por sua vez, acusou a Índia de violar o regime de cessar-fogo em 21 de Julho.
O ex-ministro indiano da Informação Venkaiah Naidu, recentemente nomeado candidato do partido da Aliança Democrática Nacional à vice-presidência, disse no domingo (23) que o Paquistão deveria lembrar-se das baixas na Guerra Indo-Paquistanesa de 1971, que resultou na independência do Bangladesh em relação a Islamabad.
Entretanto, na semana passada o ex-ministro da Defesa indiano e o presidente do partido opositor Samajwadi, Mulayam Signh Yadav, declarou que a China está a preparar-se para atacar a Índia e está a procurar usar o arsenal nuclear paquistanês contra Nova Deli.
Mais cedo, analistas disseram ao The New York Times que havia prova circunstancial de que Nova Deli está a preparar-se para rever a sua doutrina nuclear, segundo a qual a Índia não pode ser o primeiro a recorrer às armas nucleares, ou seja, o país pode usar o seu arsenal nuclear para um ataque de retaliação contra cidades do inimigo em caso de um ataque paquistanês. Agora, alertam os especialistas, o exército indiano está a considerar modificar a sua doutrina para nela incluir ataques preventivos limitados contra o arsenal nuclear do Paquistão, ostensivamente para legítima defesa. Por enquanto, a ideia é uma especulação baseada numa análise de declarações recentes das autoridades indianas.
De acordo com o autor da Sputnik Ilia Plekhanov, mesmo essa especulação pode contribuir para a decisão do Paquistão de aumentar as suas próprias capacidades nucleares e desencadear uma corrida ao armamento nuclear entre as duas potências nucleares. Mais do que isso, disse que se a Índia revir a sua doutrina sobre armas nucleares, o Paquistão poderia considerar qualquer escalada do conflito como pretexto para um primeiro ataque indiano. Hoje em dia, a Índia e o Paquistão têm entre 120 e 130 e entre 130 e 140 ogivas respectivamente.
Neste ano, o Paquistão já acusou a Índia de acelerar o seu programa nuclear e de se preparar para a produção de 2.600 ogivas nucleares. No início de Julho, no relatório do Instituto de Pesquisa da Paz Internacional de Estocolmo sobre arsenais nucleares globais, foi revelado que ambos os países estão a expandir os seus stocks de armas nucleares.
Na semana passada, o brigadeiro do exército paquistanês Feroz Khan, especialista do programa nuclear do Paquistão, disse em Washington que a doutrina de Islamabad de uso de armas nucleares é semelhante à que a OTAN teve durante a Guerra Fria, quando a política da Aliança era usar armas nucleares tácticas contra os países do Pacto de Varsóvia em caso de guerra.
Segundo Plekhanov, para a Índia o arsenal de armas nucleares paquistanês tornou-se num problema estratégico. "Se o Paquistão usar apenas armas nucleares tácticas e apenas no campo de batalha, então uma resposta indiana envolvendo o bombardeio das cidades paquistanesas parecerá muito ruim", explicou o autor.
O novo presidente dos EUA, Donald Trump, é outro motivo para aumentar a assertividade indiana, acrescentou o jornalista. "A Índia acredita que, com o novo presidente americano, terá muito mais liberdade na tomada de decisões sobre política nuclear. As relações entre os EUA e o Paquistão com Trump também estão em declínio: Washington não considera Islamabad como um aliado confiável na luta contra os terroristas no Afeganistão. A Índia, evidentemente, fica mais tranquila com isso", ele disse.
Plekhanov avisa que o agravamento do conflito na região pode ter graves consequências. Segundo ele, a escalada do conflito em Jammu e Caxemira ou um grande ataque terrorista na Índia pode desencadear uma cadeia de acontecimentos que poderá levar a um ataque nuclear preventivo.
De acordo com o jornalista, o problema principal é que ninguém sabe quais são os critérios de uso das armas nucleares pelo Paquistão e o que ele pode considerar como o início da guerra por parte da Índia. O segundo problema é que os ataques terroristas na Índia podem não estar ligados ao Paquistão, mas será muito difícil convencer a Índia disso.
Em 2008, foi publicada uma pesquisa norte-americana sobre consequências de uma guerra nuclear entre a Índia e Paquistão. Segundo os cientistas, o uso das armas nucleares levará a uma catástrofe climática que resultará em problemas na agricultura e em fome. Numa década, cerca de um bilião de pessoas morrerão, por isso o problema é importante para todo o mundo.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/201707258952275-india-caxemira-paquistao-guerra-nuclear/

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Fronteiras com o Islão é assim - há sempre animação e imprevisibilidade... O Paquistão é um país criado artificialmente para albergar os muçulmanos do Hindustão, de maneira a que aí se acabasse a violência entre hindus e muçulmanos. Quer isto dizer que parte do território dos Hindus lhes foi tirado para que os muçulmanos pudessem viver num Estado só seu. Vê-se agora qual é o resultado disso - as forças de Mafoma quando se lhes dá uma mão pedem logo o braço e não descansam enquanto não têm o corpo todo. 

PROSSEGUE O FORNECIMENTO DE ARMAS DOS EUA AOS CURDOS

No âmbito da operação em andamento para a libertação de Raqqa do Daesh, EUA enviaram 190 camiões de armamentos pesados e blindados às Forças Democráticas Sírias (FDS), cuja base é composta pelas tropas das Unidades de Protecção Popular curdas (YPG).
Um representante das FDS, com a condição do anonimato, comentou a situação para a Sputnik Turquia:
"Em função da operação para a libertação de Raqqa, os EUA enviaram-nos blindados e armamento pesado, a partir dos territórios do Curdistão iraquiano para Rojava [Curdistão sírio]. De lá [os armamentos] seguiam para Raqqa. No total, 190 camiões foram usados para realizar a entrega", disse o interlocutor da agência.
"Durante os últimos 10 dias, os EUA enviaram-nos armamentos e blindados praticamente todos os dias. Além de nos enviar armamentos, EUA também estão a enviar armas para bases que construíram nas áreas próximas das nossas posições. No total, em Rojava há 8 bases militares norte-americanas. Também há duas bases aéreas. Os fornecimentos militares estão a ser realizados com o objectivo de garantir a segurança dessas bases. Às vezes as entregas são realizadas por helicópteros", explicou o representante das FDS. 
Segundo ele, o armamento é muito bem vindo pelos Curdos. "Precisamos dessa ajuda dos EUA, pois estamos combatendo contra a organização terrorista mais perigosa do mundo, Daesh, que possui um arsenal de armas pesadas e blindados. Precisamos ter armas do mesmo tipo", concluiu. 
Ancara opõe-se categoricamente ao fornecimento de armas às YPG. Por outro lado, os EUA declararam ter informado a Turquia sobre a ajuda prestada às YPG e afirmam que após a operação em Raqqa as armas serão devolvidas.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201707258953103-eua-caminhoes-armas-curdos-siria/

SURGEM RUMORES DE EXÉRCITO HOMOSSEXUAL A COMBATER O CALIFADO NA SÍRIA

O representante das Forças Democráticas Sírias, Mustafa Bali, negou as informações de que teriam sido criadas tropas de activistas LGBT para combater o agrupamento terrorista Daesh (proibido na Rússia e em vários outros países), comunica uma agência síria.
Mais anteriormente, a Newsweek afirmou que os activistas da comunidade LGBT teriam criado as suas próprias tropas para combater os jihadistas na Síria. De acordo com os média, as tropas recém-formadas auto-denominam-se como Exército Homossexual de Insurreição e Libertação (The Queer Insurrection and Liberation Army ou TQILA, em Inglês) e combatem ao lado do Batalhão de Liberdade Internacional (BLI).
"As redes sociais hoje em dia divulgam informações sobre a criação de um batalhão de homossexuais no âmbito das Forças Democráticas Sírias em Raqqa. Nós, as Forças Democráticas Sírias, expressando 0 nosso profundo respeito pelos direitos humanos, inclusivamente os das pessoas LGBT, negamos as informações sobre [a criação do] batalhão dentro das nossas forças e consideramos que estas notícias tenham sido intentadas", afirmou Bali, citado pela agência ARA News.
​A edição Newsweek comunicou que os homossexuais, segundo se afirma, uniram-se para combater "fascismo, tirania e opressão", adiantando que o número concreto de combatentes era desconhecido. O representante do TQUILA, Heval Rojhilat, por sua vez, assegurou que o grupo já estava participando dos combates no território sírio, em Raqqa.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201707268957394-lgbt-exercito-raqqa-siria-daesh-forcas-democraticas/

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É curioso que praticamente nada disto tenha sido noticiado cá pelo burgo... será porque os gays da notícia estão a combater contra muçulmanos em vez de combater os odiados «racistas», mesmo que numa foto emblemática se pronunciem contra os «fascistas»? São, sem dúvida, homossexuais que estão cientes daquilo que realmente mais os ameaça...

CIENTISTA PORTUGUESA DESCOBRE MÉTODO QUE PODE REVOLUCIONAR A ENERGIA A NÍVEL MUNDIAL

Já imaginou um mundo que não gira em torno da questão de combustíveis fósseis e dos problemas que eles criam para a humanidade? A tecnologia elaborada por Helena Braga pode dar essa hipótese ao nosso planeta.
A fórmula que pode revolucionar o consumo de energia do mundo há anos que estava no centro das pesquisas cientificas internacionais. E agora é descoberta pela física portuguesa Helena Braga. Esta tecnologia promete multiplicar a capacidade de armazenar energia em baterias.
"Sim, sem dúvida que poderemos abandonar a energia obtida com combustíveis fósseis", declara Helena Braga à Sputnik Brasil, acrescentando que não se lembra em Portugal de um mês em que as energias renováveis não tenham correspondido a pelo menos 50% do consumo.
Hoje em dia Helena Braga se encontra nos Estados Unidos, na Universidade de Austin, Texas, onde é coordenada pelo famoso professor John Goodenough que chefia a pesquisa revolucionária. Foi John Goodenough que participou na década de 80 da criação de baterias de íons de lítio, aqueles que "alimentam" os telemóveis, laptops e até carros eléctricos.
Agora trata-se de um passo muito maior: o novo tipo de acumulador é cinco vezes mais potente que todas as baterias. Entre outras vantagens, o acumulador não está sujeito a curtos-circuitos e pode-se recarregar em alguns minutos.
Sem dizer nomes, a doutora Braga revela que já mais de 80 companhias internacionais manifestaram interesse na sua tecnologia. O conceito elaborado pela sua equipa será desenvolvido pela indústria de acordo com as necessidades próprias da mesma e planeia-se que seja licenciado em diferentes partes do mundo.
Então, em que consiste a tecnologia promissora? Em termos básicos, os cientistas substituíram o electrólito líquido que se usa na maioria dos acumuladores de íons de lítio por electrólito de vidro. O uso deste vidro melhorou significativamente o avanço na pesquisa.
Surge a questão sobre a segurança de uso das matérias envolvidas na tecnologia, mas "os materiais não são tóxicos", assegura a cientista.
"No entanto, o lítio e o sódio têm que ser manuseados em ambiente seco ou entram em combustão. Por isso, usamos uma caixa de luvas com uma atmosfera de árgon", explicou.
Apesar de já se tratar de um passo significativo, Helena Braga afirma que a sua equipa não lhe vê o fim e um ponto final à sua frente.
"Neste momento, estamos a trabalhar em 3 arquitecturas de baterias diferentes, com o mesmo electrólito de vidro, mas com diferentes eléctrodos. Prevemos que cada uma tenha aplicações diferentes", conta a física à Sputnik Brasil.
Além do papel importantíssimo que a tecnologia pode desempenhar na preservação do meio ambiente, tem certas vantagens económicas. Em particular, com uma bateria que armazena mais energia será possível percorrer mais quilómetros antes de ter de a recarregar. Por outro lado, sendo mais barata, torna o carro eléctrico acessível a todos.
Mesmo assim, até que a tecnologia seja produzida em massa, já hoje podemos contribuir para a independência dos combustíveis fósseis: o armazenamento de energia na rede e em áreas remotas a partir de painéis solares também nos pode ajudar a economizar os fósseis e preservar o meio ambiente.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/201707268959911-energia-sustentavel-universidade-austin-helena-braga/

NACIONALISTA DA CASTA DOS INTOCÁVEIS É AGORA PRESIDENTE DA ÍNDIA

As eleições presidenciais na Índia vieram a tornar-se numa festa para 200 milhões de pessoas, conhecidas como "intocáveis": o 14º presidente do país, Ram Nath Kovind, é um pária, ou seja, indiano sem casta, o que também agrada ao governo de Narenda Modi.
A posse de Ram Nath Kovind, do partido governante Bharatiya Janata (Partido Popular), está prevista para 25 de Julho. O político de 71 anos encabeçará o Estado por cinco anos.
Esta é uma grande vitória para os párias (consideradas as pessoas mais inferiores), também considerados "intocáveis" na Índia. Apesar de o primeiro presidente pária ter sido K. R. Narayanan, quem ocupou o cargo de 1997 a 2002, nas eleições presidenciais deste ano os párias consolidaram êxito.
O sistema de castas na Índia desapareceu oficialmente em 1950, sendo a igualdade de todos os cidadãos consagrada na Constituição. No entanto, esta tradição mantém-se viva em muitos sectores.
Neste sentido, a vitória de Ram Nath Kovind ajuda ao primeiro-ministro do país, Narenda Modi, seu companheiro de partido. Ainda por cima, o facto de o novo presidente ser "intocável", atribui um ar mais democrático ao partido de Modi.
"Indicar um pária como candidato e conseguir a vitória é um grande êxito. Isto terá uma influência positiva na imagem do partido", explicou ao jornal russo Gazeta.ru Tatiana Shaumyan, chefe do centro de Estudos da Índia da Academia de Ciências da Rússia.
De acordo com ela, a participação dos "intocáveis" na vida política do país ajudará a reduzir a desigualdade social.
A luta da pobreza foi o ponto principal da campanha eleitoral de Modi. Para combater a discriminação foi introduzido um sistema de cotas, o que concedeu a castas inferiores vagas em escolas, universidades e no serviço público.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/201707248940552-india-novo-presidente-intocaveis/

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Uma dupla vitória para os Nacionalistas, primeiro porque agora as duas figuras cimeiras do Estado são do partido nacionalista, segundo porque mostra assim que o Nacionalismo não é incompatível com a igualdade social.

terça-feira, julho 25, 2017

PAN APRESENTA QUEIXA-CRIME POR ATROPELAMENTO DE CÃO EM LINHA DE COMBOIO

O animal não terá sido auxiliado e a PSP demorou tempo a aparecer no local. Circulação não foi interrompida.
O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) denunciou ao Ministério Público o caso de um cão que foi atropelado várias vezes numa linha de comboio, em Lisboa.
Aconteceu na linha Entrecampos - Av. Roma, de acordo com um comunicado do PAN, e o animal, que possuía trela e peitoral, terá sido atirado por alguém para a linha férrea. Testemunhas contactaram a CP e a Fertagus, "alertando para a presença do animal ferido na linha de comboio".
A circulação não foi interrompida e não foi prestado qualquer auxílio ao animal, que foi atropelado várias vezes, acabando por morrer.
"Segundo a denúncia feita ao PAN, apesar de todos os alertas dados pelas testemunhas do atropelamento a PSP apenas se deslocou ao local algumas horas depois do sucedido", pode ler-se em comunicado.
"O objectivo desta queixa é apurar a responsabilidade da CP-Comboios de Portugal, enquanto entidade gestora daquela linha férrea, por não ter interrompido de imediato a circulação de comboios e por não ter providenciado a prestação dos devidos cuidados médico-veterinários ao animal que se encontrava ferido na linha", acrescenta o comunicado.
"A ser verdade, o PAN condena a atitude de omissão de auxílio e de desprezo pela vida deste animal", afirmou André Silva, Porta-voz e Deputado do PAN.
Não é conhecida a identidade de quem, alegadamente, atirou o cão do viaduto para a linha, "nem tão pouco se estes eram os detentores do animal".
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Fonte: http://www.dn.pt/portugal/interior/pan-apresenta-queixa-por-atropelamento-mortal-de-cao-em-linha-de-comboio-8659864.html

SER PORTUGUÊS


CHINA EXIGE A ÍNDIA RETIRADA DE MILITARES DO HIMALAIA

Os militares chineses apelam aos indianos para retirarem as suas tropas das montanhas dos Himalaias, dizendo que Nova Deli "deve abandonar as ilusões irreais" sobre domínio do território disputado, porque Pequim vai defender a sua soberania, a sua integridade territorial e a sua segurança nacional.
O porta-voz do Mistério da Defesa da China, Wu Qian, proclamou este aviso na segunda-feira (24) e também pediu para cessarem as provocações que minam e estabilidade regional e a paz entre os dois países.
"Recomendamos fortemente à Índia para retirar imediatamente os seus militares que violaram a fronteira, o que é uma pré-condição essencial para resolver a situação na fronteira", disse Wu.
O porta-voz acrescentou que "a paz e a tranquilidade nas áreas de fronteira que estão ligadas à estabilidade regional fazem parte dos interesses de ambos os países".
A região fronteiriça do sul do Tibete tem sido objecto de disputas territoriais entre a China, a Índia e o Butão. A fronteira entre a China e a Índia é de milhares de quilómetros e os confrontos entre guardas de fronteira dos dois países ocorrem esporadicamente há décadas.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/201707248940938-china-adverte-india-para-retirar-imediatamente-suas-tropas/

PNR DIVULGA LISTA DE SETENTA E TRÊS VÍTIMAS DO INCÊNDIO DE PEDRÓGÃO GRANDE



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Fonte: https://www.facebook.com/PNR.Partido.Nacional.Renovador/posts/1623601077672667

CÃMARA DA VIDIGUEIRA ACUSADA DE RACISMO POR DEMOLIR ARMAZÉM ONDE VIVIAM CIGANOS

A Câmara Municipal da Vidigueira demoliu um armazém onde viviam algumas pessoas de etnia cigana. A obra foi considerada ilegal e já tinha sido dada ordem de demolição. As famílias desentenderam-se e acabaram por sair do local. A autarquia, que está a ser acusada de racismo, alega que apenas fez cumprir a lei.
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Fonte: https://www.rtp.pt/noticias/pais/autarquia-da-vidigueira-tirou-teto-a-familias-ciganas_v751077   -   Página com vídeo incorporado

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No vídeo pode ouvir-se o que todo o Povo deve saber - os ciganos deste município, governado pelo PCP, têm sido privilegiados relativamente aos portugueses que aqui vivem e mesmo assim causam problemas na região. 

JOVEM DE LOUROSA ESTÁ DESAPARECIDA

Uma adolescente, de 17 anos, que está institucionalizada num lar de juventude situado em Arouca, não é vista desde sábado à tarde. A família de Maria dos Anjos Ramos, residente em Lourosa, no concelho de Santa Maria da Feira, está em desespero, sem notícias sobre o paradeiro da jovem. A GNR está a investigar o desaparecimento, mas, para já, não há informações. Foi nas piscinas municipais de Arouca que a jovem foi vista pela última vez. “A meio da tarde saiu de lá sem dizer nada a ninguém e contactaram a instituição para saber se ela teria ido para lá, mas isso não aconteceu”, disse o pai, Fernando Oliveira, lamentando que só na tarde de segunda-feira lhe tenha sido comunicado pelo lar que a filha mais velha estava desaparecida.
Leia a notícia completa na edição em papel.
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Fonte: http://www.diarioaveiro.pt/noticia/21875

TURQUIA E OUTROS ISLAMISTAS EXIGEM A ISRAEL QUE RETIRE DETECTORES DE METAIS

Pelo menos três palestinianos morreram ontem em confrontos com a polícia israelita. Mais de 300 ficaram feridos.
Ahmad Abdul Salam, comerciante, não escondia a revolta. "Meterem estes detectores de metais à entrada do nosso lugar de oração é como se os tivessem posto à porta das nossas casas", reclamava ontem, citado pela agência Reuters. A tensão em Jerusalém está em crescendo devido às medidas de segurança impostas por Israel à entrada da Esplanada das Mesquitas, na cidade velha, onde se situa o templo de Al-Aqsa, o terceiro lugar de culto mais sagrado para os muçulmanos. Ontem repetiram-se os confrontos com a polícia. Segundo o Harretz, três palestinianos terão morrido e mais de 300 ficado feridos. Quatro agentes de segurança também tiveram de receber tratamento.
O primeiro-ministro israelita, Benjamim Netanyahu, depois de uma reunião com o gabinete de segurança realizada na madrugada de Joves para Vernes, decidiu não retirar os detectores de metais dos acessos para a Esplanada das Mesquitas - instalados depois de três palestinianos terem morto a tiro dois políticas israelitas a 14 de Julho - e proibiu a entrada no local aos homens muçulmanos com menos de 50 anos de idade.
A decisão revoltou os palestinianos que queriam aceder à mesquita de Al-Aqsa para as tradicionais orações de Vernes, o dia da semana sagrado para os muçulmanos. Os líderes políticos e religiosos aconselharam os fiéis a não passar pelos detectores de metais e a fazer as orações no exterior.
O ambiente de tensão e os confrontos fazem lembrar os primeiros dias da Segunda Intifada. No final de Setembro de 2000, o então primeiro-ministro israelita Ariel Sharon desencadeou a ira palestiniana ao visitar a Esplanada das Mesquitas. Seguiram-se mais de quatro anos de frequentes confrontos entre os dois lados do conflito e estima-se que até Fevereiro de 2005 tenham morrido cerca de três mil palestinianos, mil israelitas e 64 estrangeiros.
Perante o actual clima de tensão, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana, telefonou a Jared Kushner, genro e conselheiro de Donald Trump. De acordo com a AFP, Abbas pediu que a Casa Branca interviesse avisando que a situação é "extremamente perigosa podendo tornar-se incontrolável". Na Joves Recep Tayyip Erdogan conversou por telefone com Reuven Rivlin, presidente de Israel, para pedir que os detectores de metais fossem retirados. A iniciativa do líder turco não surtiu efeito. "Isto é uma humilhação para os muçulmanos. Este é um lugar sagrado para nós e Israel não tem o direito de controlá-lo", defendia ontem Mutahhir Abu Ibrahim, um motorista de 40 anos citado pelo correspondente do The Telegraph em Jerusalém.
O território em causa foi conquistado pelas forças israelitas em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias. A partir dessa altura ficou definido que a Esplanada das Mesquitas funcionaria como local de culto apenas para os palestinianos, mas os judeus, tal como os turistas, estariam autorizados a visitar durante determinados períodos do dia. Esse compromisso, apesar de períodos de maior tensão, continua a manter-se. Ainda assim, os palestinianos receiam que Israel queira alterar o statu quo.
Tal como explica a Reuters, além da revolta de terem que submeter-se ao controlo das forças de segurança israelitas, os palestinianos temem que os detectores de metais sejam um sinal de que Israel pretende alterar os dados da equação. Para os Judeus o local também encerra muito simbolismo. Acredita-se que seria na Esplanada das Mesquitas que se situava o Primeiro Templo. Aos Judeus é permitido rezar junto do Muro das Lamentações, vestígio do Segundo Templo, que separa a Esplanada das Mesquitas do bairro judeu da cidade velha.
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Fonte: http://www.dn.pt/mundo/interior/detetores-de-metais-provocam-clima-de-intifada-em-jerusalem-8655106.html

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É preciso um descaramento monstruoso para pedir a Israel que retire os detectores de metais depois do que aconteceu... e claro que a despudoradamente islamista Turquia tinha de se juntar a esse pedido...
Muito fazem os Judeus em partilhar Jerusalém. Eu não aceitaria partilhar sequer um bairro de Tavira com o Islão, quanto mais a minha cidade sagrada...

BATALHA DE OURIQUE, UM DOS MAIORES MOMENTOS DA MITO-HISTÓRIA NACIONAL

Monumento à Batalha de Ourique

A 25 de Julho de 1139 travou-se algures no sul do actual Portugal a Batalha de Ourique, entre as forças comandadas por D. Afonso Henriques e a Moirama conduzida por Ali ibn Yusuf, chefe de tropas muçulmano.
Pouco é sabido sobre este episódio da Reconquista. Na obra «Annales Portucalenses Veteres» (Anais dos Portugueses Antigos) há referência a este embate; posteriormente, na «Annales D. Alfonsi Portugalensim Regis» (Anais do Rei D. Afonso de Portugal), datada de 1185, diz-se que Esmar liderava um imenso exército, incluindo forças das praças mouras de Sevilha, Badajoz, Évora e Beja, além de tropas marroquinas.
A dada altura o ocorrido começou a ser narrado como uma magna batalha de D. Afonso Henriques contra cinco reis mouros, daí a tradicional explicação das cinco quinas da bandeira portuguesa como simbolizando os cinco monarcas muçulmanos batidos pelas tropas portuguesas, o que pertencerá provavelmente mais ao campo da Lenda do que ao da História propriamente dita.
O que aparentemente ficou apurado foi que em Maio de 1139 D. Afonso Henriques reunia as suas tropas na zona de Coimbra e em finais de Junho marchava sobre Leiria, juntando às suas forças os cavaleiros-vilãos e peonagem diversa. Lançou-se daí em longo fossado (incursão em terras inimigas) para sul, contra o «Gharb» (terra do Islão no ocidente ibérico), saqueando e devastando o campo do invasor norte-africano. Em resposta, as forças muçulmanas da região, e de regiões vizinhas, em território actualmente espanhol, partiram ao encontro da hoste portuguesa para a desbaratar. O derradeiro embate deu-se então em local ainda hoje pouco conhecido, a 25 de Julho, tendo a vitória portuguesa sido de tal modo retumbante que o líder mouro Esmar só a custo conseguiu escapar com vida.
Conta-se também que na sequência da vitória portuguesa D. Afonso Henriques foi aclamado rei pela nobreza guerreira, o que configura esta batalha como um pilar, seja histórico ou lendário, da independência portuguesa.

É um dos mitos fundadores da Pátria e, independentemente dos pormenores engrandecedores que lhe tenham sido naturalmente acrescentados em diferentes épocas da historiografia nacional, do que não restam dúvidas é do papel a um tempo agregador, galvanizador e motivador que a batalha teve para uma geração após outra da Nação Portuguesa. Uma batalha de uma longa guerra, que começou com a invasão muçulmana da Ibéria em 711 e acabou com a expulsão final dos Muçulmanos de Granada, a 2 de Janeiro de 1492. Ou talvez essa guerra, a do Islão na Hispânia, não fosse mais do que uma grande batalha de uma guerra maior, que começou com Maomé e ainda está em curso, dado que o credo do crescente não morreu, e hoje, como no ontem medieval, continua a constituir oposição tantas vezes hostil ao Ocidente, de diversas formas, bem como a todo o resto do mundo não islâmico. Ourique, para já, permanece como exemplo do que foi feito e pode voltar a fazer-se.

EUA TESTAM COM SUCESSO NOVO CANHÃO ELÉCTRICO


O canhão eléctrico norte-americano lança projécteis electricamente conduzidos que possuem uma energia cinética elevada, comunica o Rossiyskaya Gazeta.
O canhão eléctrico norte-americano conseguiu disparar uma rajada, realizando dois tiros com uma pausa de mais de 20 segundos entre eles.
Tal capacidade de tiro pode ser considerada como um sucesso para este tipo de armas, mas o canhão eléctrico perde para a artilharia clássica, informa o Rossiyskaya Gazeta.
De acordo com o portal naked-science.ru, o vídeo que mostra as capacidades do canhão eléctrico foi publicado no YouTube pelo laboratório de pesquisas da Marinha dos EUA.
Mas este canhão tem outra vantagem absoluta. Pode lançar projécteis a uma distância de até 200 quilómetros com velocidade de cerca de 2000 m/s, enquanto, por exemplo, a peça de artilharia Mark 45 tem um alcance operacional de até 23 quilómetros.
A Rússia também está a trabalhar no desenvolvimento de um canhão eléctrico. O canhão está a passar por testes numa filial da Academia de Ciências da Rússia.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/201707248940206-canhao-eletrico-dos-eua-dispara-rajadas-video/

QUANDO OS PORTUGUESES EM DEFESA DA EUROPA BATERAM OS TURCOS


(...)
Exausta, esgotada em recursos e vontade combativa após a Guerra da Sucessão Espanhola, a Europa foi surpreendida em 1714 com nova investida turca. O Sultão sentira a debilidade, o cansaço, a animosidade entre os grandes poderes católicos do Ocidente, e dispôs-se a atacá-los justamente quando estes pareciam mais débeis. Marchou sobre a Moreia, na Grécia, à data província da Sereníssima República de Veneza; o Doge reagiu implorando a intervenção da Santa Sé e, através dela, a ajuda das monarquias europeias. Mas estas mostraram-se, em geral, desinteressadas da luta. Espanha, mal refeita das lutas da década anterior, mais não enviou para o Mediterrâneo que fraca armada; a Áustria possuía forte exército, mas nenhum poder marítimo com que confrontar o de Istambul; a França, que até 1715 travara com Viena duríssima guerra pelo controlo do trono espanhol, não quis combater ao lado dos austríacos.
Perante a indiferença geral, acudiu às súplicas de Veneza - e aos sustentados, mas até então ineficazes, pedidos do Papa - o rei de Portugal. Lisboa vivia então, com Dom João V, um período de renovada grandeza. Devolvido à sua condição natural de forte potência naval, Portugal fazia-se ouvir pela Europa; a sua marinha, acarinhada pelo Infante Dom Francisco, conhecia então vigor que não mais recuperaria, e que a colocava entre as primeiras do continente. O Rei Magnânimo compreendeu que a luta pelo Mediterrâneo Oriental, onde os turcos se recompunham da derrota sofrida trinta e quatro anos antes em Viena, era de importância essencial para Portugal, a Europa e a Cristandade. Percebeu, ainda, que ali se apresentava oportunidade preciosa para que Portugal recuperasse o prestígio de outrora pagando-o a pólvora, aço e sangue.
Pólvora, aço e sangue foi, pois, o que Dom João tratou de oferecer ao Turco. O Infante Dom Francisco - príncipe apaixonado, como é comum entre os Braganças, pelos assuntos do mar - armou a frota. Eram onze impecáveis naves, sete de combate e quatro de apoio, tripuladas por 3840 homens adestradíssimos, apetrechadíssimos, preparadíssimos na arte da luta no mar. Carregavam quinhentas e vinte e seis peças de forte aço português; eram duas vezes e meia as usadas por Napoleão em Waterloo. A comandar a frota, na nau Nossa Senhora da Conceição, ia Dom Lopo Furtado de Mendonça, Conde do Rio Grande. Acompanhavam-no à cabeça da hierarquia da expedição as naus Nossa Senhora do Pilar, de oitenta e quatro peças, em que seguia o Conde de São Vicente como vice-almirante, e a Nossa Senhora da Assunção, capitaneada por Pedro de Castelo Branco e munida de sessenta e seis peças.
A dois de Julho, as armadas da coligação cristã juntavam-se a sul da Messénia, no Peloponeso. Eram, coligadas, fortes de trinta e cinco navios, dos quais os portugueses contavam entre os maiores e mais modernos. A batalha deu-se a 19 de Julho. Os turcos tinham ao seu dispor força maior, de cinquenta e cinco navios; os cristãos, apenas trinta e cinco. Possuíam, também, o que seria então um dos maiores vasos militares do mundo: o Kebir Üç Ambarlı, de cento e catorze peças, em que navegava o almirante turco Kapudan Paxá. Ao se encontrarem as duas armadas, e por motivo que nunca pôde ser adequadamente esclarecido, a frota veneziana afastou-se da área de combate; frente à força turca, pois, ficou apenas a de Portugal. Desenrolou-se depois feroz duelo de artilharia entre as naus cristãs, quase limitadas à armada portuguesa e a duas embarcações da Ordem de Malta, e o conjunto otomano. Um grande navio turco foi atingido e posto em chamas; os restantes, vendo a desgraça de uma das principais naves da sua frota, deixadas sem pólvora e temendo a artilharia portuguesa, abandonaram o local e rumaram, desordenadas e batidas, a porto amigo. Travara-se grande recontro, e Portugal levara a Europa cristã à vitória sobre o Califa do Islão.
Depois da batalha, toda a armada cristã regressou à Itália. Os portugueses, vitoriosos, foram cumulados de honrarias por uma Europa agradecida. Em Messina, onde os navios de Portugal foram aportar, fizeram-se festas e fogos de artifício em celebração do Rei Magnânimo e sua armada; ao Conde de Rio Grande, Dom Lopo Furtado de Mendonça, chegou uma carta do Papa Clemente XI dando-lhe conta da gratidão papal; em Lisboa apareceria, pouco depois, grande embaixada veneziana de tributo e agradecimento. Maior honra se fez à Igreja portuguesa, passando a capital portuguesa a sede de um dos quatro patriarcados do Ocidente latino, juntamente com Roma, Veneza e as Índias Ocidentais. Fora uma das mais arriscadas empresas algumas vez tentadas pela marinha portuguesa, e resultara em triunfo absoluto.
(...)
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Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=435591783494922&set=a.118135895240514.1073741828.100011323115531&type=3&theater



segunda-feira, julho 24, 2017

VARDAVAR EM GARNI - CELEBRAÇÃO RELIGIOSA NA ARMÉNIA EM HONRA DE DEUSA ANCESTRAL


Celebração da Vardavar ou Festival da Água, antiga tradição arménia de origem pagã; a sua origem estará em honrar Astghik, Deusa das Águas, da Beleza, do Amor e da Fertilidade, espécie de Vénus da Arménia.
De acordo com as tradições, Astghik distribuiu rosas e água de rosas transportando o amor por toda a terra arménia; o Seu amado Vahagn, Deus da Força, protegeu e preservou esse amor. A designação «Vardavar» vem de «vard», que significa «rosa».
Nesta celebração, as pessoas atiram água umas às outras; considera-se que esta água é curativa e toda a gente deve receber pelo menos algumas gotas de água durante este festival. Atirar água a alguém neste festival é desejar-lhe amor, felicidade, boa sorte e saúde. Também faz parte da tradição o acto de soltar pombas, o que recorda a consagração da pomba a Afrodite e a Vénus na tradição greco-romana. 
Actualmente, os pagãos arménios celebram o Vardavar no templo de Garni. Durante a celebração, os sacerdotes pagãos colocam facas sacrificiais no fogo, bem como pétalas de rosa em vasos de cerâmica cheios de água, antes de lerem em voz alta do Ukhtagir, colecção de histórias folclóricas pré-cristãs e lendas que imortalizam os Deuses da Arménia.




CATALUNHA IRÁ REALIZAR REFERENDO MESMO SEM AUTORIZAÇÃO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL DE ESPANHA

A Catalunha irá realizar um referendo sobre a sua independência no dia 1 de Outubro, não importa a posição do Tribunal Constitucional espanhol, afirmou o presidente da Catalunha, Carles Puigdemont, em entrevista ao jornal Le Figaro nesta Lues (24).
"Não iremos abandonar a ideia do referendo, mesmo que o Tribunal Constitucional o proíba. Nenhuma suspensão ou ameaça pode impedir que os Catalães determinem o seu futuro de forma democrática", disse Puigdemont.
O presidente da região autónoma observou que, se a maioria dos cidadãos votar pela separação da Espanha, a independência seria proclamada dentro de 48 horas após o anúncio dos resultados finais. A plena implementação do processo exigiria eleições e referendos sobre a Constituição.
Um projecto de legislação para a região foi enviado ao parlamento catalão no início de Julho.
Ao mesmo tempo, o Tribunal Constitucional de Espanha, a mais alta instância do Judiciário do país europeu, classificou os itens do orçamento da região autónoma que alocam fundos para o referendo como inconstitucionais e determinou a sua suspensão. Os artigos foram aprovados pelo parlamento catalão no final de Março.
Em Novembro de 2014, 80% dos Catalães votaram pela separação da região da Espanha num plebiscito não vinculante. Entretanto, a independência foi posteriormente declarada inconstitucional por Madrid.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201707248944906-catalunha-referendo-Puigdemont-judiciario-independencia/

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Mais um bom sinal do avanço do Nacionalismo na Catalunha, mais um exemplo de como a pulsão da estirpe acaba por vir sempre ao de cima, por portas e travessas, de uma maneira ou doutra.

OS NAZIS E OS JUDEUS E... OS ALEMÃES... E NÃO SÓ

Tradução:
Nazi mal informado
«A CULPA É DOS JUDEUS»
- Tenta usar notícias sem fonte ou falsas e estatísticas falsas para mostrar que os Judeus - uma minoria de menos de um por cento a nível global - estão de algum modo por trás de todos os males do Ocidente.


Nacionalista Inteligente
«São os Alemães.»
Sabe que as tribos germânicas foram responsáveis pela queda do Império Romano.
Sabe que os Francos permitiram a usura judaica, garantindo assim aos Judeus o poder financeiro que eles ainda têm na Europa.
Está consciente de que a Alemanha causou duas guerras mundiais, enviando a Europa para o caos de ambas as vezes.
Está consciente de que durante a I Guerra Mundial, a Alemanha ajudou os Bolcheviques a tomar o poder na Rússia.
Sabe que os Alemães não implementaram a Democracia até aos anos vinte do século XX, séculos depois de todas as outras potências europeias o fazerem.
Sabe que os Nazis se aliaram aos muçulmanos árabes e os ajudaram durante a II Guerra Mundial.
Percebe que os doze anos de poder de Adolf Hitler servem agora para desacreditar todas as formas de Nacionalismo no Ocidente.
Percebe a ameaça que a Alemanha ainda representa - como navio condutor da catastrófica UE - para o mundo civilizado ocidental.

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Este cartaz merece três ressalvas:
 - a política de Hitler serve para descredibilizar o Nacionalismo porque a elite político-cultural reinante no Ocidente usa-a como pretexto para esse intuito; ao mesmo tempo, a maioria dos mesmos que  tentam descredibilizar o Nacionalismo dessa maneira, não pensam que os hórridos massacres cometidos em nome do Islão ao longo de mil e quatrocentos anos sirvam para descredibilizar o Islão ou que os gulags sirvam para descredibilizar o Comunismo, e porquê?, porque o verdadeiro motivo pelo qual a elite político-cultural reinante tenta descredibilizar o Nacionalismo não é «a violência» mas sim, apenas e exclusivamente, o facto de o Nacionalismo constituir um obstáculo ao ideal do mundo sem fronteiras nem identidades;
 - os Judeus não controlam a maior parte da economia europeia;
 - o mal não está «nos Alemães» mas sim em toda a elite político-cultural reinante no Ocidente e essa não tem nacionalidade na alma, é visceralmente apátrida...




QUANTAS FORAM AS VÍTIMAS MORTAIS DO INCÊNDIO DE PEDRÓGÃO GRANDE?

Fará este domingo cinco semanas desde que o fogo ateou a partir de Escalos Fundeiros o incêndio mais trágico de sempre. Desde então, tem sido escrito que quase todas as perguntas sobre as causas e sobre o combate permanecem por responder.
Mas havia uma pergunta que ninguém se atrevia a publicar, embora medrasse nas redacções: quantas vítimas mortais houve de facto? Foram mesmo 64? Ou teriam sido mais, uma vez que a lista oficial não era conhecida, nenhuma lista reconstituída era completa, uma vez que tantos habitantes locais duvidam do número e há agrupamentos a questionar o número?
Se hoje aqui partilho a pergunta que em privado gera inquietação naqueles concelhos lavrados pela tragédia é porque o Expresso está em condições de dar a resposta, depois de semanas de investigação falando com famílias, fontes envolvidas no combate e rescaldo, autoridades locais e nacionais, que nos permitiram saber, um a um, os nomes e as histórias de cada uma das 64 vítimas mortais que compõem a lista oficial, mantida em sigilo pelas autoridades, por segredo de justiça, uma vez que o Ministério Público está a investigar judicialmente o incêndio.
Esta investigação permitiu-nos descobrir que os critérios oficiais excluem da lista vítimas indirectas do incêndio, as que tenham perecido sem ser por queimaduras ou asfixia. É o caso de uma mulher que morreu atropelada ao fugir de casa: é a 65ª vítima. Não está na lista oficial e poderá assim não estar nas cerimónias de homenagem às vítimas ou até nas ajudas a distribuir. Honestamente, não creio que não possa estar, não depois da publicação desta notícia, ninguém no Estado poderia dormir descansado se consentisse essa desumanidade. Mas esta frase já é opinião, que aliás assino em espaço próprio no semanário de hoje.
É a nossa manchete: Lista dos 64 mortos exclui vítimas de Pedrógão. Publicamos um memorial às vítimas, com a história dos 65 nomes ceifados ao futuro, acompanhada de uma nota editorial a explicar por que razões o fazemos, por homenagem e para dar sossego às famílias a quem já basta o luto da perda trágica. Eis os 64, eis a 65ª vítima, eis os critérios oficiais, eis a informação que permitirá clarificar todo o processo e o que há ainda por apurar.
“A morte de 64 cidadãos exige um pleno esclarecimento dos acontecimentos”, afirma João Guerreiro, o presidente da Comissão Técnica Independente que vai investigar as causas do grande incêndio e fala pela primeira vez desde que arrancaram os trabalhos dos peritos. E falámos com um responsável da Protecção Civil que contesta a “lei da rolha” (expressão é rejeitada pela Autoridade Nacional) anunciada esta semana, que tem esta frase lapidar: “Políticos desconcentram mais do que os jornalistas”. Outra notícia: o Ministério da Administração Interna contraria a sugestão do primeiro-ministro de instalar cabos soterrados para fortalecer o Siresp. Noticiamos ainda o convite sem concurso a uma empresa de um publicitário que trabalha para o PS para fazer uma campanha de prevenção aos incêndios, por €300 mil euros.
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Fonte: Expresso

NA CATALUNHA - MULHER DENUNCIA POLÍCIA QUE A ATENDEU EM CASTELHANO


La historia ha saltado del municipio barcelonés de Vic a toda España. Todo comenzaba cuando Montserrat Puig Cotado, vecina de esta localidad, capital de la comarca de Osona y epicentro del nacionalismo catalán, tuvo que acudir a renovar su pasaporte. Da la casualidad que esta ciudadana es, además, militante de la CUP y, por ende, independentista, motivo por el cual es de suponer que renovar su documento "español" no debía hacerle mucha gracia.
El caso es que al acudir a las dependencias de la Policía Nacional, el agente que la atendió lo hizo en Castellano, según relata la web Baluarte Digital, lo que ella consideró inaceptable y decidió no responder a las cuestiones que le planteaba el policía, que al parecer llevaba poco tiempo destinado en Cataluña y no se manejaba bien en Catalán.
El caso es que, pese a los intentos del agente de la oficina de renovación del pasaporte por comunicarse con Montserrat Puig Cotado, ésta consideró que estaba en Vic y que no estaba obligada ni a conocer ni a hablar en Castellano, pese a ser la lengua oficial del Estado, también en Cataluña.
Tras lo ocurrido, Puig Cotado denunció esta situación al alcalde del municipio, Joan Coma, también de la CUP. No tardaron mucho en llegar a la comisaría un grupo de poco más de una decena de independentistas que se manifestaron ante estas dependencias con una pancarta en la que se podía leer "Pel dret a viure en Català" ("Por el derecho a vivir en Catalán").
El caso es que la joven ha decidido denunciar a la Policía Nacional por atenderla en Español. Según ha denunciado al medio digital VilaWeb, ha sido víctima de un caso "de racismo anticatalán" porque, según explica, varias personas querían obligarla a hablar en Español y, como ella se ha negado -"No pienso hablar en Castallano, estoy en Vic, estoy en Cataluña y no estoy obligado", dijo-, no sólo no le han renovado el pasaporte, sino que también ha sido denunciada.
Según denuncia, uno de los policías le habría dicho "A mí me hablas en español, porque soy de Madrid" a lo que ella le habría contestado "Pues si eres de Madrid, vete a Madrid, pero yo aquí hablo en Catalán"
Y es que la policía la ha denunciado por falta de respeto a un agente de la autoridad.
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Fonte: http://www.larazon.es/local/cataluna/una-vecina-de-vic-denuncia-a-los-agentes-de-la-policia-nacional-que-la-atendieron-en-castellano-DA13204733

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Mais um bom sinalzito, a nível do quotidiano, a mostrar o avanço do Nacionalismo. Efectivamente, a língua castelhana não é «o Espanhol» mas sim o Castelhano; espanhol também o Português é; «espanhol» vem de «hispânico», pelo que «Espanha» tem originalmente o mesmo significado que «Hispânia». 

CANDIDATO PELO PSD A LOURES TAMBÉM TINHA AFIRMADO A NECESSIDADE DA REDUÇÃO DRÁSTICA DA PRESENÇA MUÇULMANA NA EUROPA

André Ventura, candidato do PSD à Câmara de Loures, ficou conhecido pelas polémicas declarações sobre a comunidade cigana, consideradas racistas por todos os partidos e que lhe valeram uma queixa-crime, apresentada pelo Bloco de Esquerda.
Apesar de André Ventura continuar a afirmar que não é racista nem xenófobo, o Público revela que o candidato à autarquia de Loures tem no seu Facebook, com data de 18 de Julho de 2016, um post em que defende “a redução drástica da presença islâmica na União Europeia”.
Nesta publicação, com pouco mais de um ano, Ventura começa por sublinhar que “não sou nem nunca fui racista ou xenófobo”, prosseguindo com a afirmação de que “este tipo de terrorismo que vimos em Orlando ou em Nice obriga-nos a um olhar diferente sobre as comunidades islâmicas na Europa”. Na impossibilidade de realizar “qualquer prevenção que seja”, André Ventura afirma não ver “outra solução que não seja a redução drástica da presença islâmica na União Europeia”.
A publicação de André Ventura servia como lançamento para um artigo de opinião publicado no Correio da Manhã. Neste, o candidato à Câmara de Loures defendeu, a propósito do atentando de Nice, que “este terrorismo individualizado e desorganizado levanta sérios problemas à integração das comunidades islâmicas na Europa. Não havendo um processo de radicalização ou de adesão doutrinária, qualquer um, de raízes muçulmanas ou convertido, se torna uma potencial ameaça.
André Ventura concluiu o seu artigo de opinião com a mesma ideia apresentada no post do Facebook: “Pode ser polémico e politicamente incorrecto, mas não vou deixar de o dizer: é fundamental reduzir drasticamente a presença e a dimensão das comunidades islâmicas dentro da União Europeia. Não é só uma questão de segurança, mas de sobrevivência da nossa democracia.
Recorde-se que, após as declarações polémicas sobre a etnia cigana, o CDS-PP retirou o apoio à candidatura de André Ventura à Câmara de Loures. O PSD manteve o seu apoio ao candidato, ação criticada por Manuela Ferreira Leite no seu espaço de opinião na TVI.
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Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/andre-ventura-em-nova-polemica-agora-com-a-comunidade-islamica-188304?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

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Mais uma vez, André Ventura limitou-se a dizer o óbvio, em sua própria casa, sobre uma questão de vida ou de morte. Só uma mentalidade inquisitorial o pode querer atingir apenas por expressar a sua opinião sobre uma ameaça que efectivamente pende sobre a sua civilização.

«VENHA PARA O PNR E SERÁ LIVRE»

Depois de perder o apoio do CDS-PP na corrida à presidência da Câmara Municipal de Loures, embora mantendo a confiança do PSD (reiterada pelo líder Pedro Passos Coelho), na sequência de declarações polémicas sobre as pessoas de etnia cigana (consideradas por muitos como racistas), André Ventura parece continuar a sentir-se acossado pelas críticas generalizadas e, nesse sentido, publicou ontem a seguinte mensagem na sua página da rede social Facebook: “Tantos donos da democracia a querer impedir-me de ir a votos. Não deverão ser as pessoas a decidir?”
A publicação já acumulou mais de 800 “gostos” e dezenas de comentários, com destaque para um da autoria de José Pinto-Coelho, líder do PNR, que lhe endereçou o seguinte convite: “Venha para o PNR e será livre.”
O Partido Nacional Renovador (PNR) assume a defesa de ideias racistas e xenófobas, sendo comuns, por exemplo, os cartazes em que apela à expulsão dos imigrantes de Portugal. Quando Ventura declarou em entrevista ao jornal “i” que “temos tido uma excessiva tolerância com alguns grupos e minorias étnicas”, referindo-se directamente às pessoas de etnia cigana, Pinto-Coelho já tinha manifestado o seu apoio e concordância, ironizando: “Infelizmente, ao que parece, alguns dos ‘meus’ ainda andam pelos partidos do sistema.” Além do PSD, também o PPM manteve o apoio à candidatura de Ventura.
Entretanto Ventura apagou o comentário de Pinto-Coelho, mas não o “desamigou” no Facebook.
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Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/jose-pinto-coelho-convida-andre-ventura-venha-para-o-pnr-e-sera-livre-189008#.WXQ7HgtB87w.facebook

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Retórica ou convite sincero, o acto do presidente do PNR ilustra bem onde está a liberdade de expressão neste País a respeito das ditas «minorias» étnicas em solo europeu...



NOVA DESCOBERTA INDICA QUE TEORIA DA ORIGEM HUMANA EM ÁFRICA PODE ESTAR ERRADA

Uma proteína encontrada em amostras de saliva de africanos sub-sarianos oferece forte evidência que contradiz a teoria «Out of´Africa» ou da origem africana da espécie humana. Enquanto investigavam a evolução de uma importante proteína, MUC7, cientistas da Universidade de Buffalo deram de caras com um marcador genético de uma miscigenação africana até agora desconhecida.
Até agora, a África sub-sariana tem sido considerada como o berço da humanidade. A população Khoisan tem sido considerada como a mais antiga linhagem do planeta, elementos sobreviventes da população humana que é antepassada de todos os humanos modernos. Ora esta nova investigação, dirigida por Omer Gokcumen e por Stefan Ruhl, traz à luz novos dados que destituem os Africanos sub-sarianos da posição de ancestrais de todos os humanos: «A nossa pesquisa traçou a evolução de uma importante proteína mucina denominada MUC7 que se encontra na saliva. Quando observamos a história do gene que transporta a proteína, vemos a prova de uma mistura arcaica nas modernas populações africanas sub-sarianas.»
Novos estudos têm revelado que os ancestrais dos actuais humanos na Ásia e na Europa se misturaram com outras variantes da família humana, entre as quais os Neandertais e os Denisovans. A pesquisa da MUC7 contribui para a evidência crescente de que antigos africanos também se encontraram e misturaram com populações hominídeos locais. 
Durante a pesquisa, os genes MUC7 em mais de dois mil e quinhentos genomas humanos foram examinados meticulosamente. Um grupo de genomas da África sub-sariana apresenta uma variante do MUC7 que é extremamente diferente das versões observadas em todas as outras modernas populações humanas. A variante sub-sariana do gene está tão distante das demais que até os genes MUC7 Neandertais e Denisovans estão mais próximos dos dos humanos modernos não africanos. Os Neandertais e os Denisovans são linhagens não africanas que viveram na Ásia e não há indícios de que alguma vez tenham vivido em África.
Gokcumen comenta: «Baseados na nossa análise, a explicação mais plausível para esta variação extrema é introgressão arcaica - a introdução de material genético de uma espécie "fantasma" de hominídeo antigo. Este antigo familiar humano desconhecido poderia ser uma espécie já descoberta, como uma subespécie do Homo Erectus, ou um hominídeo não descoberto. Chamamos-lhe "fantasma" porque não temos fósseis seus.»
A equipa usou taxas de mutação conhecidas (relógios moleculares) para calcular quando é que os africanos sub-sarianos adquiriram a sua variante da proteína MUC7; o resultado sugere que a mistura se deu há cento e cinquenta mil anos. A análise genética revelou também que o grupo hominídeo responsável tem estado num caminho evolucionário separado durante um milhão e meio ou dois milhões de anos. As populações de Homo Erectus divergiram há dois milhões de anos, formando grupos distintos em África e na Ásia, o que torna muito provável que a "população fantasma" era, de facto, descendente do Homo Erectus africano (também conhecido como Homo Ergaster). O Homo Erectus asiático deu origem aos Neandertais e aos Denisovans, bem como a várias outras formas humanas agora extintas.
O que torna esta pesquisa do MUC7 tão interessante e potencial controversa, é que a variação na proteína é exclusiva dos Africanos, apesar do facto de que a miscigenação responsável por isto terá ocorrido muito antes da colonização da Eurásia. O pesquisador Bruce R. Fenton vê aqui mais uma evidência de que a teoria da origem africana da humanidade está errada, ideia que exprime no seu recente livro «The Forgotten Exodus: The Into Africa Theory of Human Evolution», traduzível como «O Êxodo Esquecido: A Teoria da Evolução Humana De Fora Para Dentro de África». Comenta Fenton que «a interpretação óbvia dos dados é que uma onda de antigos Homo Sapiens migraram do sudeste da Ásia para África há cerca de duzentos mil ou cento e cinquenta mil anos atrás. Temos fósseis humanos anatomicamente modernos deste período já descobertos na China e na África Orienta. A população com a qual estes migrantes se cruzaram é quase de certeza a Homo Erectus africana, todos os dados assentam como uma luva.»
Efectivamente, se todos os humanos modernos têm origem em africanos sub-sarianos  saírem de África há sessenta ou setenta mil anos, a proteína MUC7 deveria estar em toda a parte. O facto de que os africanos sub-sarianos têm uma variante única sugere que estas populações chegaram a África depois de divergirem de outras populações de Homo Sapiens, mais provavelmente na Ásia.
Fenton também salienta a similitude observada entre a proteína da saliva em não africanos e outros hominídeos não africanos: «A descoberta de que os não africanos têm um MUC7 muito mais parecido com o dos Neandertais e Denisovans, muito diferentes dos africanos sub-sarianos, sugere fortemente uma génese asiática para as três populações humanas. A população de origem destas três linhagens humanas seria a do Homo Erectus asiático e as localizações geográficas associadas com o seu surgimento seriam a Australásia e o Sudeste da Ásia.»
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Fonte: http://ancientnews.net/2017/07/22/gene-study-suggests-homo-sapiens-migrated-into-africa-not-out-of-the-continent-interbreeding-with-local-hominins-150000-years-ago/