segunda-feira, maio 22, 2017

DIA «DE S. TORQUATO» - DATA DE ORIGEM EVENTUALMENTE PAGÃ USURPADA PELA CRISTANDADE


Dia 22 é, no calendário cristão, dia de S. Torquato... o que poderá eventualmente esconder uma data pagã, anterior, ou não fosse verdade que o Cristianismo usurpou quanto pôde das celebrações pagãs. No caso da figura de S. Torquato em si, é mister recordar o que já aqui tinha sido citado e se encontra nesta página: http://www.lavozdegalicia.es/hemeroteca/2003/02/01/1464657.shtml?idioma=galego
Ladislao Castro sinala que a figura de San Brais -un bispo armenio martirizado en tempos do emperador Diocleciano, segundo as crónicas dá Igrexa- ofrece bastantes semellanzas con San Torcuato, outra figura tradicional que é obxecto de culto popular en diversos lugares de Galicia e do norte de Portugal e ó que tamén se atribúen poderes curativos. Ambos os personaxes «parecen ir paralelos e ás veces substitúense», explica ou historiador. En certas representacións antigas, os dous santos teñen ou torque como atributo e ou propio nome de Torcuato significa etimoloxicamente «portador do torque».
As dúas figuras, en opinión do prehistoriador ourensán, parecen estar relacionadas directamente cunha divindade do panteón castrexo, chamada Bandua. Na localidade ourensá de Santa Comba de Bande, onde tamén hai un culto tradicional a San Brais, vos arqueólogos atoparon unha ara ou altar dedicada a este deus adorado polos habitantes dous castros prerromanos, que seguiu recibindo culto despois dá romanización de Galicia. Ou soado arqueólogo Florentino López Cuevillas, por outro lado, sinala que ou deus Bandua tamén debeu de ser obxecto de culto non castro ourensán de San Cibrán das, situado cerca dun lugar que se chama Couto de San Trocado. Este último nome é unha variante popular de Torcuato presente en diversos lugares de Galicia.A teoría de Castro é que tanto San Brais como San Torcuato herdaron en parte as funcións e vos atributos do deus Bandua, que probablemente tamén tinga virtudes curativas e ó que se lle debían de ofrendar torques.

Fundo de pátera em honra de Band Araugel, exposta no museu de Badajoz e de significado ainda hoje pouco claro, mas representando eventualmente uma Divindade protectora da comunidade

Outro tópico com rico texto sobre Bandia foi este: http://gladio.blogspot.pt/2011/02/bandua-protectora-da-comunidade.html 
Ainda outro texto de excelente conteúdo e valor especulativo é http://despertadoteusono.blogspot.pt/2011/11/echtra-nerai-bandua-o-samhain-e-o.html, este doutro blogue, no qual, com citações de Blanca Albalat e André Pena Granha, se traça um provável perfil da Divindade em questão: um Senhor dos Laços, Deus de Guerreiros e do Além, à maneira arcaica indo-europeia, equivalente lusitano-galaico do celta Ogma/Ogmios e, também, do germânico Odin. Este aspecto, de Senhor dos Laços, a saber, das correntes que prendem - por lealdade e/ou por poder mágico, tanto mantendo coeso o grupo como, por outro lado, paralisando os inimigos - poderá estar expresso nesta figura de marfim, data do século I-II d.c., peça de jogo de estratégia encontrada nos restos do acampamento romano de Aquis Querquernis (Banhos de Bande é o nome actual, a fazer lembrar o carácter termal do Deus...), que representa um guerreiro com uma corda ao peito, evocando provavelmente a característica da atadura:



Aproveito para recomendar vivamente uma visita ao Museu Nacional da Arqueologia para ver de perto a pátera de Band Araugel na exposição «Lusitânia  Romana - Origem de dois Povos».

«PORTUGAL PRECISA DE MAIS IMIGRANTES!!!!»

Um novo estudo, desta feita produzido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos e intitulado "Migrações e sustentabilidade demográfica", vem dizer que Portugal precisa de setenta e cinco mil novos imigrantes por ano ou então é a desgraça do País, porque em 2060 terá menos dois milhões de habitantes. Não se explica porque é que isso parece pior do que a peste, talvez o considerem evidente, esquecendo-se dos tempos em que Portugal «sobrevivia» e crescia, e até dominava boa parte do planeta, com muito menos gente do que isso. Todos estes estudiosos esquecem também a crescente automatização do trabalho que em todo o mundo civilizado - até na China, onde numa fábrica já se substituiu noventa por cento (sim, 90%) dos trabalhadores por máquinas - vai deixar milhões de pessoas no desemprego e a serem sustentadas pelo Estado toda a vida sem trabalharem (isto nos países civilizados a sério, claro, nos outros não sei o que lhes acontecerá...).
De resto, a facilidade que há já, e mais ainda haverá, na procriação por meios artificiais - nem que seja pela clonagem, no caso de gravemente hórrida crise demográfica, se tal bicho papão vier mesmo a existir - ajuda a perceber que o cagaçal solenemente lançado nos média em torno da demografia é muito duvidoso na sua verosimilhança, quando não, quem sabe, na sua motivação: assim de repente dá ideia de servir de justificação para convencer o «povinho» a aceitar mais umas centenas de milhares de imigrantes, quando não uns milhõezitos, com o argumento de que «tem que ser ou então o nosso país morre!»... quem ganha com esta entrada maciça de alógenos?,  o grande capital, que destarte fica com mais mão de obra barata à sua disposição, e, evidentemente, ganha também quem, por imperativo ideológico, queira ver o País, e o resto do mundo, transformado num lodaçal de gente castanha ou castanhizada, sem fronteiras étnicas de espécie alguma...
Felizmente que, de qualquer modo, há académicos a salientar a impossibilidade de o país receber demasiados imigrantes e de precisar, em vez disso, de travar a emigração e de aumentar a natalidade.

CATALUNHA AVANÇA PARA A INDEPENDÊNCIA MESMO SEM REFERENDO

Quer que a Catalunha seja um Estado independente de Espanha?” É esta a pergunta que o Governo catalão deseja submeter a referendo em Setembro ou Outubro. A formulação consta do projecto de Lei da Transitoriedade Jurídica, - mais conhecido como lei da ruptura, que El Pais revela na sua edição desta segunda-feira.
Com este projecto de lei, a Generalitat (governo regional) pretende dar cobertura legal à consulta pública, estabelecendo que o resultado da mesma será vinculativo, sem necessidade de uma taxa mínima de participação ou de maioria qualificada. O texto suporta, ainda, a hipótese de a Catalunha avançar para uma declaração unilateral de independência caso o Estado espanhol impeça a realização do referendo.
O projecto de lei visa mesmo funcionar como constituição provisória durante dois meses, o período necessário para desencadear esse processo, até à criação da “república parlamentar da Catalunha”. “Se o Estado espanhol impedir de maneira efectiva a celebração do referendo, esta lei entrará em vigor de maneira completa e imediata quando o Parlamento constate este impedimento”, lê-se no documento, num excerto reproduzido por El Pais.
O projecto de lei, até agora mantido em segredo, mereceu uma reacção do procurador-geral José Manuel Maza, que o considerou um documento “surpreendente” e “estranho a um Estado de Direito”. Sem entrar em detalhes, ao afirmar que da lei conhece apenas o que o diário madrileno desvendou, Maza disse que o assunto será analisado ainda esta segunda-feira, numa reunião com os representantes máximos do ministério público espanhol.
TRÊS OBJEcTIVOS
Entre os aspectos considerados, a Lei da Transitoriedade Jurídica estabelece quem serão os cidadãos catalães e como será possível obter a nacionalidade; que leis espanholas permanecerão em vigor e quais deixarão automaticamente de ser válidas; qual o destino dos funcionários da Administração Geral do Estado residentes na Catalunha e o que acontecerá com os imóveis propriedade do Estado espanhol.
Do ponto de vista da Justiça, são três os objectivos claros desta constituição “provisória”: “o rigoroso controlo do Estado catalão (será chefe do Governo quem for nomeado pelo presidente do novo Supremo Tribunal); a apropriação de todos os processos que afectem a Catalunha e que estejam nas mãos da Audiência Nacional ou do Supremo espanhol e a anulação ou arquivamento de todos os processos penais contra investigados ou condenados por condutas a favor da independência da Catalunha, defendidas pela via democrática e não violenta.
Em Fevereiro, o Tribunal Constitucional espanhol tinha decidido, por unanimidade, anular a convocatória da realização de um referendo sobre a independência da Catalunha e denunciar junto do Ministério Público a presidente do parlamento regional, por desobediência.
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Fonte: http://expresso.sapo.pt/internacional/2017-05-22-Catalunha-preparada-para-a-independencia-mesmo-sem-referendo

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Mais uma boa notícia a indicar que o primado da Nação continua a ascender na Política e a impor-se pela sua força natural, por todas as portas e travessas que precise de passar.

MINISTRA «ALEMû DECLARA QUE NÃO EXISTE CULTURA ALEMÃ

Na Alemanha, a Ministra de Estado e comissária federal de Integração, Aydan Özoğuz, de origem turca, (militante do Partido Social-Democrata alemão, o SPD) afirmou recentemente que a cultura alemã não existe e que não se pode exigir aos imigrantes que sejam assimilados. Escreveu no jornal Tagesspiegel que a chamada Leitkultur (cultura dominante, central) é «ridícula e absurda» e explica porquê: «porque pura e simplesmente não é possível identificar qualquer espécie de cultura que seja específica da Alemanha para além da língua. Até mesmo historicamente, foram as culturas regionais, a imigração e a diversidade que tiveram mais importância na formação da nossa história.»
Acrescenta que a globalização e o aumento do número de diferentes gentes e modos de vida «leva a que a diversidade seja ainda mais amplificada e multiplicada». Ela própria admite que «a diversidade cultural é talvez irritante» mas argumenta que é também «a força da nossa sociedade aberta», aduzindo que «promover a ideia de que há uma cultura dominante não cria uma base comum mas em vez disso erige fronteiras e exclui».
Mais afirma que, a seu ver, o país deveria criar uma identidade nacional baseada num contracto social alicerçado nos valores da constituição alemã; de lembrar que em Novembro do ano passado, Özoğuz exigiu que a asserção «A República Federal da Alemanha é um país diversificado de imigração» fosse inserida na constituição como Artigo 20b. Esta proposta foi uma das medidas apresentadas para melhorar a participação dos imigrantes na vida alemã, num documento divulgado pelo comissariado na Cimeira da Integração no país. A chanceler Angela Merkel, que encabeçou o evento, considerou isto como «encorajador e excitante.» Em contrapartida, o historiador Klaus-Rüdiger May avisou que as exigências deste documento, desenvolvidas por mais de cinquenta organizações de imigrantes, levariam os negócios, as pensões e o país à ruína, além de fazerem dos alemães nativos cidadãos de segunda classe no seu próprio país: «Na sua essência, [o documento quer] a transformação profunda da República Federal da Alemanha» até à «considerável desvantagem» da sua população autóctone. Ausente está o termo «Alemães», notou o historiador, o que, a seu ver, sugere que para Özoğuz tal palavra «parece ter-se tornado indizível.» A antiga deputada Vera Lengsfeld teceu crítica de semelhante teor ao escrever «Não há uma palavra sobre aquilo com que os imigrantes querem contribuir para a sociedade receptora. É só sobre exigir a maior porção possível de um bolo que ainda nem sequer foi feito.»
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.breitbart.com/london/2017/05/17/commissioner-german-culture-doesnt-exist/

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«Este país não tem cultura própria é uma misturada porque sim, porque é, porque a misturada aconteceu e portanto nós determinamos que esse facto é que caracteriza a cultura do país, e a gente com a imigração que vos impomos aumentamos ainda mais a salganhada, e até sabemos que isto vos irrita, mas tem que ser porque assim é que é bom, porque nós dizemos que é bom, porque as fronteiras não devem existir.» 
Onde é que eu já ouvi isto, como sói dizer-se...
O topete despudorado, desenvergonhado e descarado com que os representantes da elite reinante declaram estas coisas é realmente geral em todo o Ocidente, tanto nos «mestiços» Portugal e Espanha como nas afinal também «mestiças» Alemanha, Suécia e Inglaterra - que curioso, normalmente os que dizem aos Portugueses em Portugal que «somos mestiços», dizem também, directa ou indirectamente, que «não somos como os nórdicos racistas, nós somos é mouros, diferentes dos outros Europeus...»,  afinal parece que os seus coleguinhas dos tais países do norte têm a mesma léria de «somos todos mestiços, portanto não pode haver racismo», olha que supresa...
O facto de neste caso o topete ser interpretado por uma turca em solo alheio só o agrava em indignidade, mas, em termos ideológicos, insere-se perfeitamente no campo ideológico da classe político-cultural dominante no mundo ocidental. Pura e simplesmente faz tábua rasa da origem étnica comum dos Alemães porque a questão da etnia já foi de antemão diabolizada, e foi diabolizada precisamente porque a etnia/raça é a única fronteira incontornável, a verdadeira garantia das identidade nacionais, que não se verga a um papel a dizer «cidadão nacional»... 
Contra esta doença, o povo não tem defesa alguma a não ser o Movimento Nacionalista organizado.

INGLESA VIOLADA POR ALÓGENO CONSEGUE FILMAR O VIOLADOR E LEVÁ-LO À PRISÃO


Uma adolescente de 18 anos armou uma cilada ao homem que a tentou violar, gravando o ataque com o telemóvel. No vídeo de quase três minutos que foi entregue à polícia, Lillian Constantine grita e suplica ao atacante que pare a agressão. A jovem foi abordada a caminho de casa, em Ramsgate, uma pequena cidade costeira do sudeste de Inglaterra. Lillian estava a usar o telefone para iluminar o caminho e foi por isso que conseguiu carregar no botão para começar a gravar. O violador, Ashraf Miah, de 34 anos, atacou-a sob um candeeiro de rua que havia sido desactivado com o objectivo de poupar dinheiro. A polícia conseguiu isolar um ‘frame’ do vídeo que não tinha grande definição mas que foi preponderante para descobrir a identidade de Miah, um trabalhador take-away do Bangladesh. O imigrante ilegal foi preso no mês passado, estando a cumprir 13 anos e meio de cadeia por este crime. Há a possibilidade de ser libertado ao fim de nove anos e meio. Este domingo, a adolescente renunciou ao direito ao anonimato para dizer a outras vítimas de crimes sexuais que resistam às agressões. "Pode ser difícil lutar contra um homem adulto, mas se alguém na minha situação consegue pegar no telefone e tentar apanhá-los, é possível termos uma hipótese [de nos salvarmos]" afirma a jovem. "Estou muito feliz por ter feito isto. Se não o tivesse feito, outras pessoas iam acabar por ser atacadas", reforça Lillian. O juiz James O'Mahony, responsável pela sentença, disse que assistir ao "cruel e determinado" ataque em filme é algo que vai permanecer na sua cabeça por um "tempo muito longo". "Em 13 anos de tribunal, dificilmente assisti a um incidente mais angustiante. A vítima, corajosa, gritava de terror, implorando que ele parasse, num sofrimento terrível que foi levada a suportar", sustentou o magistrado.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/filma-violador-e-manda-o-para-a-cadeia?ref=mundo_MaisVistas

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Uma saudação é devida ao Correio da Manhã por ter dado esta notícia... ou eu estive desatento ou isto não foi noticiado nem na RTP nem na SIC, essa moderníssima cadeia televisiva sempre em busca do «drama humano»... não seria este caso uma excelente oportunidade para mostrar ao povo um exemplo edificante de como uma jovem que passou por um sofrimento atroz conseguiu, ainda assim, fazer das tripas coração para que o seu algoz não ficasse impune? «Se calhar» não foi oportuno salientar o ocorrido porque o criminoso neste caso não era um loiríssimo europeu mas sim um imigrante ilegal oriundo de fora da Europa, demasiadamente escuro para poder ser representado como um mau da fita, ainda por cima a vítima é branca, não convém mostrar nada disto ao povinho, que o povinho ao ver uma coisa destas se calhar ficava era ainda mais racista...
Entretanto resta saber se o fulano vai ser deportado depois de cumprida a sua pena de prisão... «talvez» não...
Lillian Constantine está de parabéns e um dos motivos pelos quais a notícia deve ser divulgada é para compensar o seu esforço cívico.

EM INGLATERRA - AFRICANO VIOLA E FILMA VIOLAÇÃO

Era um africano da Serra Leoa vitimado pela imigração ilegal, tinha escapado a uma rede de tráfico de órgãos; em Sheffield, Inglaterra, já fazia voluntariado e trabalhava numa padaria, sim senhor, estava bem integrado... mas depois não resistiu a uma tentação e lá acabou por violar e agredir uma mulher, filmando-se a si mesmo a fazer isso...
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Fonte: http://www.thestar.co.uk/news/sheffield-asylum-seeker-and-former-charity-worker-filmed-himself-brutally-raping-woman-1-8550111

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Coisas da vida, é mais um contributo do calor humano dos trópicos, criou uma situação destas, que é super, hiper, mega, ultra imprevisível... vai ser deportado de volta ao seu país, embora já vá tarde...
É mais uma daquelas notícias que não vereis na SIC e quejandos mé(r)dias, porque quem controla essa grande imprensa não quer que o povo veja estas consequências da imigração em massa oriunda de fora da Europa...

TAXISTA ASSASSINADO NA ZONA MAIS AFRICANIZADA DE PORTUGAL

Um taxista foi assassinado na madrugada desde sábado na Amadora. O homem foi atacado na praceta Augusto Castilho, na Amadora, onde teria ido deixar clientes. Ao que o CM apurou, o taxista terá levado pelos menos duas pessoas até ao local do crime, onde foi vítima de várias facadas. As agressões terão ocorrido num contexto de assalto, executado pelos cliente que tinha acabado de transportar. 
O crime aconteceu por volta da 1h30 deste sábado. Fonte da PSP confirma ao CM que as autoridades foram avisadas por populares de que estava um homem caído, já sem vida, na praceta em questão. Quando os polícias chegaram ao local, a vítima ainda apresentava sinais de vida. Foram tentadas manobras de reanimação - o INEM também foi chamado ao local - mas o homem, ed 57 anos, acabou por morrer no local. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária.
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Fonte: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/taxista-morto-em-assalto-na-amadora

CATALUNHA E CURDISTÃO ASSINAM ACORDO DE COOPERAÇÃO TURÍSTICA

En España no se ha publicado nada, pero en el país de origen, sí: Cataluña ha firmado un acuerdo de cooperación turística nada menos que con el Kurdistán, según informó en Erbil, la capital, la agencia de noticias kurda. El acuerdo fue firmado por Falah Mustafa, director del departamento de relaciones exteriores del Kurdistán y Marina Falcó, la directora de relaciones exteriores de Cataluña.
El asunto del turismo es uno entre otros varios asuntos que trataron en su reunión en Barcelona, aunque las diferencias en este sentido entre las dos regiones parecen evidentes: Cataluña es una potencia turística dentro de Europa mientras que el Kurdistán es una región dividida entre Siria, Irak y Turquía, cuyo peso turístico roza el cero por innumerables razones. 
En la reunión, el alto cargo kurdo explicó su proyecto de llevar a cabo un referéndum de independencia en Mosul, una vez que las tropas del Daesh sean vencidas en Mosul. En el referéndum los kurdos de Irak deberán contestar si quieren seguir siendo parte de ese país o si desean la independencia. 
Además del turismo, las dos administraciones coincidieron en considerar que el deporte, la agricultura, el papel de la mujer en la sociedad y la formación son terrenos en los que cooperarán. En este sentido, las dos partes acordaron que en breve firmarán un Memorandum of Understanding (MoU), que marcará la cooperación entre las dos partes. 
La nota de prensa kurda indica que las dos regiones “tienen un estatus similar, por el que las dos son regiones autónomas en países soberanos”.
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Fonte: http://www.preferente.com/noticias-turismo-internacional/cataluna-acuerda-cooperar-en-materia-de-turismo-con-el-kurdistan-iraqui-267162.html

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Mais um bom sinal de cooperação entre o Curdistão e ocidentais, ainda que desta feita a notícia tenha um aspecto algo bizarro e, no texto acima, pouco definido.

PNR CRITICA JUSTIFICAÇÕES ALEGADAMENTE CIENTÍFICAS DA IMIGRAÇÃO EM MASSA


“Portugal precisa de mais imigrantes e de menos portugueses a emigrar para ser sustentável”. A “conclusão” é de um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos que afirma que se a tendência não for invertida, a população portuguesa ficará abaixo dos 8 milhões até 2060.
O sistema usa todos os argumentos possíveis para impingir aos portugueses a cassete dos “benefícios da imigração”. A Fundação Francisco Manuel dos Santos, que é na prática a Fundação Pingo Doce, cadeia de transmissão deste grupo económico, conhecido pelo seu anti-patriotismo e pela defesa dos baixos salários e exploração selvagem dos seus funcionários, tinha de estar na frente da propaganda, já que a vinda de imigrantes lhe pode dar mão-de-obra barata, escrava e instrumentos para chantagear os trabalhadores portugueses.
Claro que estas organizações conseguem sempre juntar um grupo de “peritos” dispostos a vender-se à sua agenda multi-cultural e globalizadora, mas os seus argumentos são muito fáceis de rebater. Se derem condições dignas de trabalho aos portugueses, que passam pela redução da carga fiscal, por melhores salários e garantias de emprego, os filhos aparecerão de certeza. Se, juntamente com isso, derem benefícios fiscais à medida que o casal for aumentando o número de filhos, estes também aparecerão. Se nos juros do crédito à habitação, o número de filhos for levado em conta, também não temos dúvidas que a prol aumentará. Se houver uma política de natalidade com apoios reais, tudo se resolve.
Além disso, por que não dar condições de regresso aos nossos jovens emigrantes que querem voltar? São muitos! E com habilitações académicas (38,1% têm Mestrado; 31,1% uma Licenciatura com quatro ou cinco anos; 15,1% um Doutoramento; 9,6% um Bacharelado ou Licenciatura de três anos e 6,1% o Ensino Secundário), bem qualificados e na idade mais fértil no que toca a ter filhos.
O sistema está mais preocupado em mandar vir imigrantes, do que em ajudar as famílias portuguesas ou os nossos jovens, que todos os dias empurra para fora do país.
Para o PNR, os portugueses estarão sempre em primeiro lugar. Para os partidos do sistema e para os empresários traidores, os interesses estarão sempre instalados; o lucro fácil, o enriquecimento à custa de Portugal e dos portugueses.
Está na hora de dizer basta! Junte-se a nós!
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Fonte: http://www.pnr.pt/2017/05/imigracao-grande-capital-diz-sim-povo-diz-nao/

sexta-feira, maio 19, 2017

VÍDEO MOSTRA PRESIDENTE TURCO A ASSISTIR A CENA DE AGRESSÃO DOS SEUS GUARDA-COSTAS CONTRA MANIFESTANTES PACÍFICOS EM WASHINGTON

Na terça-feira, após o encontro do Presidente turco com Donald Trump, em Washington, houve um confronto violento entre manifestantes que se opunham ao Governo de Erdogan e um grupo de homens de fato e gravata. Agora, um novo vídeo mostra que os homens engravatados pertenciam ao dispositivo de segurança do líder turco e que este ficou a assistir aos confrontos a partir do carro em que se encontrava.
No vídeo – enquanto se ouvem os gritos de protesto –, Recep Tayyip Erdogan aparece sentado no banco de trás de um Mercedes preto e troca algumas palavras com um dos seus guarda-costas, ainda que não seja claro se a informação estava, ou não, relacionada com o ataque. Porém, é visível que o guarda-costas com que comunicou fala, por sua vez, com um outro assistente que começa a correr em direcção à rua onde está o grupo de manifestantes. A partir daí, o guarda-costas torna-se indistinguível por estar longe do alcance da câmara, mas o início do confronto e o desferimento de golpes, poucos segundos depois de correr em direcção aos manifestantes, é evidente.
Nas imagens gravadas, é perceptível o momento de choque em que os guardas do Presidente turco desferem murros e pontapés aos manifestantes, que gritavam “Baby killer Erdogan” – “Erdogan, assassino de bebés”. As agressões continuaram até à intervenção da polícia, também registada em vídeo. Nas imagens partilhadas nas redes sociais, vêem-se várias pessoas ensanguentadas e outras a serem detidas pela polícia. Pelo menos nove foram hospitalizadas na sequência dos confrontos e duas foram detidas.
Pouco tempo depois da investida, o Presidente turco sai da viatura e volta a falar com o segundo assistente – aquele que tinha corrido em direcção à multidão e que retorna assim que o Presidente sai do carro. Erdogan segue, então, em direcção à residência do embaixador turco nos EUA (Serdar Kiliç), em frente à qual o carro se encontrava estacionado. A Casa Branca não se pronunciou sobre o sucedido.
Numa carta enviada pelos senadores norte-americanos Dianne Feinstein e John McCain ao Presidente turco nesta quinta-feira, é expressada a “preocupação em relação ao comportamento de alguns membros da segurança” de Erdogan, considerando “inaceitável” a “resposta violenta a manifestantes pacíficos”, que dizem ainda ser um reflexo do tratamento dado pelo Governo turco “à imprensa, às minorias étnicas e aos oponentes políticos”. Como o ataque ocorreu em solo norte-americano, os senadores pedem que os agentes responsáveis pelas agressões sejam identificados e responsabilizados pelas suas acções.
Horas antes de a carta ter sido divulgada, o senador John McCain exigiu, em declarações à estação televisiva MSNBC, a expulsão do embaixador da Turquia nos EUA, adiantando que "este género de situações não pode ficar sem resposta diplomática".
Numa nota publicada no site da Embaixada da Turquia nos EUA, é referido que os manifestantes se tinham reunido “sem permissão” e que estavam a “provocar agressivamente os cidadãos turco-americanos que estavam reunidos para receber pacificamente o Presidente”. “Os turco-americanos responderam em auto-defesa e um deles ficou gravemente ferido”, acrescenta ainda a nota, sem estabelecer qualquer ligação entre estes cidadãos turco-americanos e o dispositivo de segurança de Erdogan.
O episódio aconteceu na terça-feira, depois de o Presidente turco ter sido recebido na Casa Branca por Donald Trump para falarem da cooperação na luta contra o terrorismo islâmico. Esta reunião aconteceu numa altura de tensão entre os dois países, depois da decisão norte-americana de armar milícias curdas na Síria – que são consideradas, pelos Turcos, como organizações terroristas. O encontro foi considerado, por Trump, como “produtivo” e não houve qualquer referência ao regime autoritário de Erdogan, que tem sido criticado por várias instâncias europeias.
“Estamos a protestar contra a política [de Erdogan] na Turquia, na Síria e no Iraque”, contou, na altura, Flint Arthur, um dos manifestantes, que se queixou de ataques por parte de uma aparente contra-manifestação em defesa do Presidente turco. “Eles acham que podem actuar com o mesmo tipo de repressão de protestos e de liberdade de expressão que aplicam na Turquia”, disse à CNN. “Travaram-nos durante uns minutos, mas nós continuámos os nossos protestos contra o regime tirano de Erdogan”, vincou.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/05/19/mundo/noticia/enquanto-os-guardas-de-erdogan-atacavam-protestantes-o-lider-turco-ficou-a-assistir-1772863

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É mais um caso em que se observa o à vontade da agressividade turca em solo alheio - e desta vez ao mais alto nível. 
Era e é isto que boa parte da elite dominante no Ocidente quer enfiar pela Europa adentro... em Portugal, só o PNR se opôs sempre ao ingresso da Turquia na União Europeia.

MARINE LE PEN AVANÇA PARA AS LEGISLATIVAS

Derrotada na corrida presidencial francesa, Marine Le Pen anunciou nesta quinta-feira que participará das eleições para o Parlamento do país, marcadas para Junho.
A líder da Frente Nacional vai concorrer pela comunidade de Henin-Beaumont, no distrito de Pas-de-Calais, onde recebeu 58% dos votos durante o segundo turno do pleito presidencial francês, vencido no último dia 7 pelo centrista Emmanuel Macron.
“Não hesitei muito, apenas esperei por uma oportunidade para anunciar publicamente. Estou profundamente conectada com os moradores dessa região mineira”, comentou Le Pen em transmissão feita pelo canal francês TF1.
As eleições legislativas na França acontecem nos dias 11 de Junho e 18 de Junho. A votação acontece um mês após Macron ter vencido a corrida presidencial, com 66,1% dos votos.
O presidente francês tem grandes expectativas para o pleito legislativo. Com uma agenda reformista, precisa de formar uma ampla base no Parlamento para aprovar os seus projectos.
De acordo com uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira, o Em Marcha, partido de Macron, deve ter o apoio de 27% do eleitorado e, assim, ficar com a maior parte dos assentos no Parlamento. a Frente Nacional de Le Pen tem 20% dos votos, mesmo número do Partido Republicano. O Partido Socialista, do ex-presidente François Hollande, aparece com apenas 11% da preferência dos eleitores franceses.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201705188422214-marine-le-pen-eleicoes-legislativas/

NA CIDADE MAIS AFRICANIZADA DO PAÍS - INDIVÍDUO É ESFAQUEADO AO DEFENDER-SE DE ASSALTO

Um homem foi esfaqueado ontem de madrugada, na Amadora, na sequência de uma tentativa de carjacking. A vítima foi alvo de uma emboscada, mas reagiu e evitou o roubo. 
De acordo com fonte policial, o homem foi atacado na avenida D. José I, pelas 03h30. Um grupo de ladrões colocou-se no meio da estrada e atirou pedras contra o Honda Civic. O condutor teve de parar e foi logo ameaçado por alguns dos assaltantes. Mas reagiu e voltou a entrar no carro. No entanto, foi atingido com dois golpes de faca numa perna e num braço. A vítima arrancou e escapou ao assalto, mas teve de parar pouco depois devido aos ferimentos. 
E foi no cruzamento do Borel que deu o alerta para o 112, onde uma equipa dos Bombeiros Voluntários da Amadora o encontrou. 
O homem recebeu assistência no local e foi transportado ao hospital. Apesar dos ferimentos, não corre perigo de vida. 
O caso foi participado à PSP, mas a investigação já transitou para a alçada da Polícia Judiciária de Lisboa.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/esfaqueado-a-defender-o-carro-na-amadora

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Nunca esta cidade mereceu tanto o seu antigo nome,  que era Porcalhota...

REGRAS DE ASILO ENDURECEM NA ALEMANHA

O parlamento alemão aprovou nesta quinta-feira um pacote de leis que endurecerá as regras para os requerentes de asilo que tentam evitar a deportação ou que cometeram crimes na Alemanha.
"A nossa postura é clara: ajuda e integração para aqueles que precisam de protecção, firmeza e deportação para aqueles que não precisam de protecção e aqueles que trapaceiam e cometem crimes", disse o ministro do Interior, Thomas de Maiziere, no Twitter.
As novas regras, publicadas no site do Bundestag, visam acelerar as deportações, permitindo que as autoridades acedam a dados armazenados em dispositivos electrónicos de imigrantes sem documentos para verificar a sua identidade.
Os que forem apanhados o mentir sobre a sua identidade ou passado podem ficar confinados em centros de recepção, até ao momento de processamento das suas aplicações.
O projecto de lei também irá impor regras mais rigorosas sobre os imigrantes violentos e aqueles que forem considerados um risco para a segurança. Estes serão obrigados a usar tornozeleiras, e o prazo da sua detenção e deportação será prorrogado por, no máximo, dez dias.
A Alemanha recebeu 890 mil imigrantes em 2015. O Ministério do Interior informou que o número de imigrantes caiu para 280 mil em 2016. O país, no entanto, ainda sofre com o atraso de processamento de solicitações de asilo.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201705198424113-alemanha-regras-duras-imigrantes-asilo/

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Finalmente o governo alemão começa a fazer algo do que o povo quer a respeito da imigração, mas para isso foi preciso que as forças nacionalistas crescessem, para assustar o sistema e levar os chefões a implementar medidas que acalmem a «sanha» anti-imigração dos Alemães...

quarta-feira, maio 17, 2017

CELEBRAÇÃO RELIGIOSA HELÉNICA EM CHIPRE





Celebração da Targília a 14 de Maio, «Dia do Sol» (domingo), em honra dos Deuses gémeos Ártemis e Apolo, de acordo com o calendário oficial da religião nacional grega. As cerimónias tiveram lugar no templo do Deus Zeus em Lympia , Chipre, contando com a participação de executivos da organização YSEE grega; na ocasião, o dirigente da YSEE, Vlassis Rassia, pronunciou o discurso intitulado "Caminho da sobrevivência da religião nacional grega nos séculos de dominação cristã".

Podem ver-se mais imagens nesta página https://www.ysee.gr/index.php?type=d&f=thargilia17 e nesta https://www.facebook.com/YSEEHELLAS/photos/pcb.10154569597799562/10154569596429562/?type=3&theater

TEMPLO HINDU DESTRUÍDO POR CRISTÃOS EM SRI LANKA

Noticiou-se no início do mês, em Vellankulam, distrito de Mannar, Sri Lanka, que um templo hindu foi destruído por cristãos; os residentes hindus foram atacados e houve extensos danos nas suas propriedades. O ataque foi conduzido por um padre católico pouco depois da meia-noite de 23 para 24 de Abril deste ano. 
Vellankulam, totalmente hindu tem cerca de duzentas e cinquenta famílias; a aldeia vizinha, Devanpiddy, é totalmente povoada por cristãos, que aí totalizam duzentas famílias cristãs. Aparentemente as relações entre ambas as aldeias eram óptimas até ao dia em que o padre católico de Devanpiddy colocou ilegalmente uma cruz de dois metros de altura em Vellankulam, próximo do templo agora vandalizado. Os Hindus lavraram um processo junto das autoridades para que a cruz cristã fosse daí removida. Várias queixas foram apresentadas pela comunidade hindu local. Nada foi feito, numa zona onde a administração tem influência cristã, ao passo que a bófia é de influência budista. Posto isto, os hindus deitaram abaixo a cruz.
A 25 de Abril, o mesmo padre católico liderou outro ataque a outro templo hindu em Vellankulam. Os hindus tomaram conhecimento do que estava a acontecer e perseguiram os vândalos, que por sua vez fugiram.
Em Mannar, quarenta por cento da população é hindu, mas não há um só hindu em cargos políticos; em contrapartida, vários dos representantes da administração são cristãos. 
De lembrar que esta região foi sempre hindu até que na Idade Moderna chegaram os Portugueses e cristianizaram a região à força. Depois de um conflito armado recente na região, missionários cristãos começaram desde 2009 uma campanha de cristianização da área.
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Fonte: https://hinduexistence.org/2017/05/02/hindu-temple-destroyed-and-households-attacked-in-mannar-sri-lanka-by-christians/

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Agora como há dois mil anos, a atitude de certa Chusma de Cristo é a mesma... a intolerância expansionista parece estar-lhe «no sangue»...

CLÉRIGO MUÇULMANO ELOGIA INVASORES MUÇULMANOS DA ÍNDIA EM DEBATE TELEVISIVO

É uma notícia dada no princípio do ano sobre um debate ocorrido a 4 de Dezembro de 2015, mas pela sua própria natureza revela-se particularmente significativo - neste diálogo, transmitido em directo na televisão indiana, um mulá (clérigo, mestre de teologia muçulmana), Maulana Ansar Raza, foi visto e ouvido a declarar que considera os invasores árabes e persas na Índia entre os séculos VII e X como heróis; a respeito do imperador mogul Aurangzeb, que torturou e massacrou incontáveis indianos, organizando um verdadeiro genocídio de hindus, chegou mesmo a declará-lo como Wali, termo árabe que significa «protector». O mais significativo é que Raza costumava afirmar-se como um verdadeiro patriota indiano...
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Fonte: http://tarekfatah.com/indian-islamic-cleric-blurts-out-his-true-inner-contempt-for-india/   -   Página com vídeos incorporados.

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É mais um dado para perceber o significado do Islão na História do mundo - um vector do universalismo militante em versão abraâmica.

MOVIMENTOS SECESSIONISTAS EUROPEUS


Fonte: http://www.zerohedge.com/news/2017-05-16/mapping-europes-secessionist-movements

Creio bem que a maioria ou pelo menos boa parte destes movimentos é verdadeiramente nacionalista, uma vez que todo e qualquer território com idioma étnico próprio é uma Nação e merece por isso a independência: Galiza, Astúrias, Leão, Catalunha, Euskadi (País Basco), Occitânia, Bretanha, Cymru (Gales), Alba (Escócia), Cornualha, Man, Flandres, Valónia, Bavária (ou Baviera), enfim.

UE AMEAÇA HUNGRIA COM SANÇÕES POR NÃO ACEITAR REFUGIADOS

O Parlamento Europeu aprovou nesta quarta-feira (17) uma resolução na qual pede à Hungria que abandone a sua rígida legislação sobre requerentes de asilo e organizações não governamentais (ONGs). A resolução ainda deixa em aberto a possibilidade de possíveis punições por violar os valores do bloco.
No início da Primavera, o país europeu aprovou uma emenda constitucional sobre educação superior que deixou mais difícil a actuação de universidades estrangeiras.  O movimento do governo provocou protestos contra o possível encerramento da Universidade Central-Europeia, fundada pelo bilionário húngaro George Soros. A Hungria também aprovou uma lei que permite a detenção de todos os refugiados que entram no país e sua transferência para a vizinha Sérvia.
"A resolução requisita: ao Governo húngaro que revogue as leis que reforçam as regras contra os requerentes de asilo e as organizações não governamentais e que chegue a um acordo com as autoridades dos EUA, permitindo que a Universidade Central-Europeia permaneça em Budapeste como instituição gratuita, e que a Comissão Europeia monitore rigorosamente o uso de fundos da União Europeia pelo governo húngaro", afirmou o Parlamento Europeu por meio de um comunicado.
De acordo com o documento, os membros do Parlamento pediram o uso do artigo 7.1 do Tratado do bloco, que permite que um estado membro seja punido caso haja o entendimento de que ele violou os valores da União Europeia. As penas possíveis incluem a suspensão dos direitos de voto no Parlamento Europeu.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201705178406780-Orban-ParlamentoEuropeu-EU-sancao-Soros-Universidade/

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Mais uma vez, a elite reinante usa a secretaria para contrariar a Democracia: serve-se dos seus instrumentos para obrigar um governo apoiado pelo povo a aceitar toneladas de alógenos que este Povo não quer.

PNR AVANÇA EM TRIBUNAL CONTRA CENSURA ME(R)DIÁTICA


Não obstante o PNR ser vítima de uma censura mediática, por parte da grande maioria dos órgãos de comunicação social de âmbito nacional, o jornal “I”, na sua edição de 15 de Novembro último, dedicou metade da primeira pagina ao PNR, na sequência de uma acção por nós realizada dois dias antes.
Tal destaque provocou grande irritação em alguns Jornalistas – dos tais que nos censuram – tendo-se insurgido contra isso e recorrido a expressões e imputações indecorosas para se referirem ao PNR.
Com efeito, na sua página pessoal da rede social “Facebook”, a Jornalista Sónia Cerdeira, bem como Sílvia Caneco e Miguel Marujo, também Jornalistas, além de reafirmarem firmemente a defesa da censura mediática ao PNR, confessaram já a ter praticado de modo consciente. E, como se tal não bastasse, proferiram afirmações, emitiram opiniões e fizeram juízos de valor gravemente ofensivos do crédito, honra, bom-nome, seriedade e reputação do PNR.
Ainda devido à referida primeira página no jornal “I”, a Jornalista Raquel Carrilho escreveu um editorial na edição online do semanário Sol, do passado dia 24 de Novembro, todo ele de teor gravemente ofensivo ao PNR e aos seus militantes, baseando-se em calúnias e, também ela, defendendo a nossa não-cobertura por parte da comunicação social.
Tais comportamentos são particularmente graves e merecem a censura do Direito. Por esse motivo, o PNR instaurou no Tribunal Judicial de Lisboa, quatro acções cíveis contra os Jornalistas Miguel Marujo, Sónia Cerdeira, Sílvia Caneco e Raquel Carrilho, em que pede a sua condenação no pagamento de indemnizações por ofensa ao crédito e ao bom-nome, e apresentou, também, no Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, três queixas-crime pela prática de crimes de difamação contra os Jornalistas Miguel Marujo, Sónia Cerdeira e Raquel Carrilho.
Por igualmente entender que os aludidos Jornalistas violaram os seus deveres deontológicos, o PNR apresentou contra eles as respectivas participações disciplinares na Comissão de Protecção da Carteira de Jornalista.
Mais informa o PNR que estes processos judiciais e participações são para serem levados até às últimas consequências, e que a partir de hoje, a nossa relação com a comunicação social, de âmbito nacional, mudará significativamente.
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Fonte: http://www.pnr.pt/2017/05/pnr-jornalistas-comunicacao-social/

POLÍCIA DISSE A VÍTIMA DE PEDOFILIA MUÇULMANA EM ROTHERHAM QUE NÃO MENCIONASSE A RAÇA DOS SEUS ALGOZES

Uma sobrevivente da onda de violações cometida por muçulmanos em Rotherham, Inglaterra, testemunhou que foi violada com treze anos mas as autoridades policiais nada fizeram e disseram-lhe para não mencionar a etnia dos agressores.
A rapariga, Emma, conta assim o sucedido: «Eu de facto denunciei o abuso de que fui vítima há catorze anos. Fui às autoridades, os meus pais também. Sentei-me e dei entrevistas vídeo-gravadas à polícia, estava disposta a cooperar com eles. Mas assim que eu proferi os nomes, fizeram-me sentir como se eu fosse racista e que eu é que tinha o problema. Disseram-me especificamente para não comentar a etnia dos perpetradores.» Acrescenta que lhe foi dito inúmeras vezes, pela polícia e pelos assistentes sociais, para não mencionar a raça. 
Quando lhe perguntam como se sentiu com isso, responde: «Os meus algozes fizeram-me sentir como se eu estivesse errada e eles [polícia e assistentes sociais] alimentaram isso. E eu senti-me tipo "talvez os meus algozes estejam certos. Talvez não sejam eles que tenham um problema mas sim eu.»
Note-se que a jovem foi violada diversas vezes, além de ser também chantageada e ameaçada pelos seus agressores; quanto à bófia, perdeu as roupas em que ela tinha sido violada, deixando-a assim sem provas para tribunal. Assim desamparada, foi vitimada por outros gangues muçulmanas; queixou-se disso novamente às autoridades quando tinha catorze anos mas a polícia disse não existirem provas disso. Os pais levaram-na para fora do país; outros pais de vítimas levaram os seus filhos para outras áreas do país, o que aparentemente não teria grande resultado porque as redes de pedofilia muçulmana estavam por todo o território nacional. 
Recorde-se que o caso das violações de crianças brancas em Rotherham foi o maior escândalo da história recente britânica, onde desde os anos oitenta a polícia e os serviços sociais se mostraram incompetentes para protegerem as raparigas de gangues predatórios muçulmanos, isto por medo de serem considerados racistas.
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Agradecimentos ao Arauto por ter aqui trazido esta notícia: http://www.breitbart.com/london/2017/05/14/rotherham-child-rape-victim-authorities-did-nothing-mention-ethnicity/

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Mais uma vítima europeia duplamente vitimada pelo multiculturalismo: vitimada pela imigração em massa oriunda do terceiro mundo e vitimada pela Santa Inquisição Anti-Racista, que quer silenciar todo e qualquer europeu que dê aos demais europeus o alarme daquilo que está a acontecer na sua própria terra. E contra tudo isto o Povo não tem nenhuma defesa organizada senão a do Movimento Nacionalista.


ANÚNCIO DE CHAMPÔ NA MALÁSIA MOSTRA MULHER A LAVAR A CABEÇA SEM TIRAR O HIJAB


https://www.youtube.com/watch?v=pjKod_YO1hA

O Islão dá toda a liberdade à mulher, até lhe permite lavar a cabeça!, desde que, bem entendido, não tire o hijab em público...
O anúncio que se vê acima é da Malásia, um país que costumava ser dado como exemplo de país moderado e que entretanto se re-islamiza...

PAÍSES DO MUNDO COM PENA CAPITAL PELA APOSTASIA - MUÇULMANOS...

Diz-se aqui https://www.indy100.com/article/the-countries-where-apostasy-is-punishable-by-death--Z110j2Uwxb que há treze países no mundo onde a apostasia é punida com pena de morte, isto de acordo com o relatório intitulado «Liberdade de Pensamento», da União Internacional Humanista e Ética. Todos eles são muçulmanos: Afeganistão, Irão, Malásia, Maldivas, Mauritânia, Nigéria, Paquistão, Qatar, Arábia Saudita, Somália, Sudão, Emirados Árabes Unidos, Iémene. No caso concreto do Paquistão, a lei impõe pena de morte por blasfémia, incluindo a descrença em Deus.

E é portanto isto a chamada «religião da paz»... é preciso que a politicagem correcta que jura pela puta da mãezinha em como o Islão é tolerante e em como o Daesh não pratica o verdadeiro Islão, pois é realmente preciso que esta tropa dimiesca (de dimi, súbdito não muçulmano dos muçulmanos) vá explicar a estes treze países muçulmanos que o credo muçulmano não manda matar ninguém só por renunciar à sua religião muçulmana...

terça-feira, maio 16, 2017

NACIONALISTAS ALEMÃES ALCANÇAM QUARTO LUGAR NO MAIS POPULOSO ESTADO DO PAÍS

O partido da chanceler alemã Angela Merkel, o União Democrata-Cristã (CDU) conquistou a sua terceira vitória consecutiva nas eleições regionais que ocorrem da Alemanha. Desta vez, a união com a União Social Cristã (CSU), conquistou 34,5% dos votos na Renânia do Norte-Vestfália, de acordo com dados de boca de urna divulgados pela “ZDF”. O seu maior “rival”, o Partido Social-Democrata (SPD) de Martin Schulz conquistou 30,5% dos votos, seguido por 12% dos Liberais e 7,5% da sigla de Extrema-Direita Alternativa para a Alemanha (AFD).
Com os resultados, a coligação CDU-CSU deve governar a região pelos próximos cinco anos, na localidade mais populosa da Alemanha, e reduto do governo socialista nos últimos 50 anos (apenas com uma excepção). A Renânia do Norte-Vestfália é o último pleito regional antes das eleições legislativas de Setembro e serve como um bom termómetro para a disputa nacional.
Antes da localidade, o CDU já tinha alcançado vitórias em Schleswig-Holstein e em Saarland, confirmando o favoritismo de Merkel para o pleito do dia 24 de Setembro.
Após a derrota, que ainda não foi oficializada, Schulz destacou que o seu partido “perde e vence unido” e que estas “eleições devem fazer-nos pensar o que precisamos de mudar daqui até Berlim”.
“Tivemos 17 mil novos inscritos, convencemos montes de pessoas de que vale a pena. Precisamos de fazer este país ser mais justo e defender a Europa dos populistas”, acrescentou Schulz.
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Fonte: http://www.saladenoticias.net/?p=231332

FEROÉ A CAMINHO DA INDEPENDÊNCIA

Um arquipélago com pouco mais de 50 mil habitantes, composto por 18 ilhas, com mais ovelhas do que pessoas (há cerca de 70 mil destes animais), quase perdido no Atlântico Norte entre o Reino Unido, Islândia e Noruega. Estas são as Ilhas Feroé, e parecem não ter mais nada para contar do que isto. Porém, a sua história é longa, e está prestes a conhecer alguns dos capítulos mais importantes da sua existência: a independência completa da Dinamarca e o desafio do “Brexit”. E há algo em comum com Portugal. Mas já lá vamos.
O primeiro-ministro das Ilhas Feroé, Aksel V. Johannesen, anunciou em Fevereiro que, no próximo ano, vai ser submetida a referendo uma nova Constituição que poderá dar início à separação definitiva do arquipélago em relação ao Reino da Dinamarca. Copenhaga, recorde-se, ainda é responsável por assuntos como a defesa, policiamento, justiça, políticas monetárias ou as relações internacionais daquele território.
“Penso que este referendo não vai alterar nada de fundamental nas relações entre as Ilhas Feroé e o mundo”, diz ao PÚBLICO, no entanto, Hans Andrias, professor do departamento de História e Ciências Sociais da Universidade das Ilhas Feroé, sublinhando que não é a consulta em si que irá determinar a manutenção dos laços com a Dinamarca.
Numa perspectiva mais legal, e reflectindo sobre o que originou a marcação do referendo, Bárður Larsen, professor de Direito na mesma universidade, diz que uma “possível interpretação é a de que o povo das Ilhas Feroé não tem uma Constituição que considere como sua”. Só que o documento objecto do referendo prevê, efectivamente, o direito à auto-determinação dos Feroeses, abrindo porta a uma posterior votação sobre uma possível declaração de independência do território.
Ao mesmo tempo que este debate acontece, as pescas, um sector fundamental para a economia feroense, pode enfrentar um sério risco com o "Brexit", a saída do Reino Unido da União Europeia. São dias agitados em Tórshavn.
Do que se trata o referendo constitucional?
“A minha tarefa consistiu em consolidar um espectro de pontos de vista, com o objectivo de alcançar um consenso tão alargado quanto possível sobre esta questão fundamental para a sociedade das Ilhas Feroé”, afirmou o primeiro-ministro, em comunicado, no dia em que anunciou a convocação do referendo.
O dia já foi marcado: 25 de Abril de 2018. Sim, as Ilhas Feroé podem dar um passo para a independência completa em relação a Copenhaga exactamente 44 anos depois de Portugal ter conquistado a sua relativamente à ditadura do Estado Novo. Era este o ponto em comum entre Portugueses e Faroenses, apesar, como é óbvio, das circunstâncias largamente distintas. Fica, no entanto, o apontamento que, no mesmo dia, Portugal e as Ilhas Feroé terão, provavelmente, algo para recordar.
Esta intenção feroense remonta já há alguns anos. “Os antecedentes do actual projecto constitucional feroense podem ser identificados no programa de independência lançado pela coligação independentista que chegou ao Governo em 1998”, explica Bárður Larsen. “Considerou-se natural que um Estado independente das Ilhas Feroé redigisse a sua própria Constituição”, continua o professor de Direito.
Em 1999, foi estabelecido um comité que se comprometeu a apresentar uma proposta até Julho de 2000. “Mas o trabalho do comité prosseguiu mais lentamente do que o esperado. Os prazos foram constantemente adiados (para 2001, 2003 e depois outra vez para 2004). Finalmente, duas propostas preliminares foram apresentadas, uma em Abril de 2004, e a segunda em Dezembro de 2006. Esta segunda basicamente serviu de base para discussões posteriores”, relembra Larsen.
“O Governo feroense falhou a celebração de um acordo com o Governo dinamarquês em relação ao assunto do prazo para uma redução dos subsídios e os referendos foram cancelados. Desde então, o comité tem trabalhado numa proposta para a Constituição das Ilhas Feroé, mas apenas em 2015, quando o Partido Republicano [independentista] se tornou novamente parte do Governo, é que o tema do referendo se tornou um assunto real do Governo”, elucida, por sua vez, Hans Andrias.
“No entanto, o referendo que está agora previsto para 2018 não pretende ser um referendo sobre a separação das Ilhas Faroé da Dinamarca”, esclarece Andrias. “O partido que lidera o Governo, o Partido Social Democrata, não é um partido que pretenda separar as Ilhas Faroé da Dinamarca, mas apenas quer estabelecer que a autoridade para decidir a questão da separação da Dinamarca é, em última análise, apenas do povo das Ilhas Feroé e não das autoridades do Estado dinamarquês. A separação da Dinamarca exigiria um novo referendo”, afirma Hans Andrias.
Bárður Larsen oferece a mesma explicação e explica o seu contexto. “Ao mesmo tempo – ou, gradualmente, ainda depois dos relatórios de 2004 e 2006 – o projecto tornou-se bastante neutro e separado do projecto independentista”, diz, acrescentando que o nome do órgão foi até alterado, afastando-se do “direito básico que, num contexto tradicional dinamarquês, possuía alguns tons de independência”. A denominação passou a ser de apenas “comité constitucional”.
Apesar de o próximo referendo não estabelecer, por si só, a independência total de Copenhaga fica dado o tiro de partida. “Uma das razões mais óbvias para se avançar com uma Constituição feroense é a irrelevância da Constituição dinamarquesa para o povo das Ilhas Feroé”, conclui Larsen. “A última vez que a constituição foi alterada, em 1953, a participação dos eleitores feroenses foi de apenas 7,6%”, recorda o especialista ouvido pelo PÚBLICO. Também quando se referendou a alteração da lei de sucessão ao trono dinamarquês, apenas 10% dos feroenses se deslocaram às urnas, ficanda assim demonstrada a ausência de uma ligação significativa entre os habitantes do arquipélago e a Constituição que os governa.
Dos Vikings ao sistema político actual
A origem dos feroenses é antiga, e cruza-se com alguns dos exploradores e guerreiros mais famosos da história. No início do século IX, os vikings noruegueses estabeleceram, pela primeira vez, aquilo que viria a ser o Povo Feroense. “As Ilhas Feroé eram originalmente habitadas por noruegueses e celtas nos anos 800 e 1000 d.C. A cultura e linguagem eram originalmente norueguesas, mas desenvolveram-se na sua própria direcção e tornaram-se feroneses”, relata Bárður Larsen. Em 1380, juntamente com a Noruega, as Ilhas Feroés tornaram-se parte da Dinamarca através de um casamento régio inter-nórdico que foi formalmente consagrado pelo Tratado de Bergen quase um século depois, em 1450.
Isto permaneceu assim até à II Guerra Mundial, altura em que as vias de comunicação entre Tórshavn, a capital faroense, e Copenhaga, ocupada pela Alemanha Nazi, foram cortadas. As Ilhas Feroé, defendidas à época por Londres, tornaram-se senhoras do seu destino. Em 1946, pela primeira vez desde a sua existência, a população feroense pôde escolher o que queria para o seu futuro e, num referendo, votaram por um Estado independente. Aprovada pelas autoridades dinamarquesas, a votação obrigou Copenhaga a abrir negociações sobre o novo modelo de governação, que entrou em prática a partir de 1948.
“Quando a Noruega se separou da Dinamarca em 1814, as Ilhas Feroé continuaram a ser parte da Dinamarca. No final do séc. XIX, evoluiu-se para uma auto-consciência nacional nas Ilhas Feroé: as pessoas não estavam felizes por serem consideradas dinamarquesas”, desenvolve Larsen. “Politicamente, isto resultou numa evolução gradual em direcção a uma maior independência interna”, continua. A autonomia quase total experimentada durante a II Guerra Mundial veio dar mais um empurrão nesse sentido. Toda esta história desemboca nas alterações constitucionais agora propostas, que pretendem formalizar a autonomia feroense.
Assim, e como se lê no site do Governo, as Ilhas Feroé “são uma Nação autónoma com um elevado grau de autonomia abrangida pela soberania externa do Reino da Dinamarca”. O sistema político “é uma variação do estilo escandinavo da democracia parlamentar”, sendo que a Assembleia nacional, “um dos parlamentos mais antigos do mundo”, é constituído por 33 membros eleitos. Além destes deputados, outros dois são eleitos para representarem o arquipélago no Parlamento de Copenhaga.
Apesar de prever que pouco se alterará com o referendo, Hans Andrias diz que se a proposta “for aprovada por uma larga maioria no Parlamento feroense e se for aceite pelo Governo dinamarquês - que até agora tem sido relutante em aceitar um referendo nas Ilhas Feroé sobre uma Constituição que estabelece a soberania do Povo Feroense porque isso entraria, na visão deles, em conflito com a Constituição dinamarquesa - então o referendo pode criar um entendimento comum, ou um consenso, nas Ilhas Feroé, sobre as relações com a Dinamarca”. Por isso, o professor é da opinião de que o “sucesso do referendo dependerá do grau de apoio político nas Ilhas Feroé, o que também afectará as autoridades dinamarquesas, mas, naturalmente, uma oposição dinamarquesa pode provocar e reforçar o movimento separatista”.
Como sobreviver ao "Brexit"?
No meio de tudo isto, as Ilhas Feroé enfrentam outro desafio: o “Brexit”. Os números são claros: 95% das exportações feroenses dizem respeito às pescas ou produtos piscatórios. E o Reino Unido é o segundo destino dessas exportações.
“A pesca e o comércio das Ilhas Feroé são particularmente susceptíveis de serem afectados pela saída do Reino Unido da União Europeia. O Governo das Ilhas Feroé pretende assegurar uma estreita relação futura tanto com o Reino Unido como com a União Europeia, depois de o ‘Brexit’ se tornar realidade”, lê-se neste artigo neste site relativo aos assuntos feroenses.
“O Reino Unido continua a ser um dos mercados mais importantes para as exportações do mar das Ilhas Feroé. Um novo acordo comercial com o Reino Unido para garantir as futuras exportações é, portanto, uma prioridade do Governo das Ilhas Feroé”, dizia, por sua vez, o executivo em comunicado no passado mês de Abril. Ficavam assim lançados os objectivos para enfrentar o “Brexit”: chamar Londres para a mesa das negociações e estabelecer um novo acordo comercial. E para isso foi formado um grupo de trabalho, formado por representantes feroenses em Londres e em Bruxelas, assim que se conheceram os resultados do referendo em Junho do ano passado e que ditou a saída do Reino Unido da União Europeia.
O que se pretende é que o acesso dos pescadores feroenses a águas britânicas, e vice-versa, seja regulado e acordado neste processo. Esta situação foi já estabelecida por Bruxelas, apesar de as Ilhas Feroé não fazerem parte da União Europeia – em 1973, quando a Dinamarca se juntou ao bloco europeu, as Ilhas Feroé decidiram não acompanhar Copenhaga. Esta situação poderá, por isso, ser alterada através do “Brexit”, o que poderia constituir um relevante contratempo para a economia feroense.
“O mercado europeu tem uma imensa importância e as Ilhas Feroé têm acordos de comércio livre com a União Europeia. O ‘Brexit’ será um grande desafio até que o ‘Brexit’ seja regulado por acordos entre as Ilhas Feroé e a União Europeia”, realça Hans Andrias.
“O grande problema poderá ser o facto de as autoridades britânicas provavelmente concederem prioridade a acordos de maior importância para o Reino Unido do que aqueles com as Ilhas Feroé. O ‘Brexit’ vai criar desafios para as exportações de pesca feroense”, diz ainda o professor ouvido pelo PÚBLICO.
Mas virá da União Europeia o principal apoio às Ilhas Feroé durante este processo? Andrias duvida, e aponta para Copenhaga como potencial salvaguarda dos interesses do arquipélago. “A União Europeia pode não fornecer o apoio mais importante para os desafios das Ilhas Feroé em resultado do ‘Brexit’, mas as autoridades dinamarquesas podem utilizar as suas ligações em Bruxelas para apoiar os interesses das Ilhas Feroé”. Até porque, tal como acontece com o Reino Unido, durante este processo a União Europeia poderá ter assuntos mais urgentes a resolver.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/05/16/mundo/noticia/as-ilhas-feroe-com-um-olho-na-independencia-relativamente-a-dinamarca-e-com-outro-no-brexit-1772013

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Mais uma notícia em que se constata como o primado da Nação acaba por vir ao de cima, pairando sobre todas as complexidades políticas e inclusivamente aproveitando-as em seu proveito. Sintomaticamente, o povo está, também aqui, a favor da independência nacional, como acima se lê.

CURDISTÃO A CAMINHO DA INDEPENDÊNCIA

No centro de imprensa da agência Rossiya Segodnya no dia 12 de Maio foi realizada uma mesa redonda dedicada ao possível referendo sobre a independência do Curdistão iraquiano.
O referendo pode ser realizado em Outubro ou Novembro de 2017. Representantes de partidos curdos e especialistas discutiram as perspectivas da criação de um novo Estado independente na região. O colunista da agência Sputnik, Igor Gashkov, partilha as suas reflexões sobre o tema:
Procurando pelo Ladrão de Bagdad
O novo Estado já tem mesmo governo e líder, é o presidente Massoud Barzani que governa a autonomia curda no Iraque desde 2005. Os aliados de Barzani queriam realizar um referendo sobre a independência ainda em 2014, mas esta questão foi sendo adiada por causa do avanço do Daesh (o grupo terrorista proibido na Rússia e muitos outros países). Agora, à medida que o grupo terrorista está a perder as suas posições, aparecem os contornos do novo Iraque – do país que tem dificuldades em unir as comunidades que nele vivem. Os Curdos acreditam que Bagdad os discrimina sistematicamente e só vêem solução na independência.
O representante do Partido Democrático do Curdistão iraquiano na Federação da Rússia, Hoshavi Babakr, disse à Sputnik que as autoridades iraquianas pressionam a região através de instrumentos financeiros, limitando as dotações do orçamento. 
Babakr diz que, durante a guerra contra os militantes do Daesh, as autoridades iraquianas deixaram o Povo Curdo sem apoio. Em 2014 havia a possibilidade de terroristas conquistarem mesmo a capital da autonomia curda — Arbil. De acordo com fontes curdas, nem naquela altura nem agora o Iraque deu qualquer assistência (incluindo financeira) às forças armadas do Curdistão iraquiano, os Peshmerga.
A independência inoportuna 
As autoridades iraquianas, por sua vez, consideram as acções dos separatistas curdos como traiçoeiras. Bagdade afirma que a vitória sobre o Daesh ainda não foi alcançada, e que a realização de um referendo sobre a independência do país em tal situação é inaceitável. Os curdos iraquianos são acusados de ligações com Israel e de tentar criar uma "cabeça-de-ponte pró-israelita".
Bagdade sublinha que, combatendo contra o Daesh, as forças Peshmerga assumiram o controle sobre os territórios além dos limites anteriormente estabelecidos do Curdistão iraquiano. Os Curdos consideram todas estas terras como suas e pretendem realizar o referendo em questão em todos estes territórios. As autoridades iraquianas dizem que não reconhecerão a auto-determinação dos territórios tomados pelas forças Peshmerga. O argumento de Bagdade é que nestas províncias vivem não só curdos, mas também árabes e turcomanos.
A Turquia e a questão curda
Agora a atitude de Ancara em relação às duas regiões curdas — a síria e a iraquiana — é fundamentalmente diferente. O Curdistão iraquiano semi-independente é um dos parceiros económicos da Turquia, que compra activamente hidrocarbonetos no seu território. O presidente da autonomia, Massoud Barzani, tem o sério apoio da Turquia. Durante a sua última visita a Istambul, à chegada foi hasteada a bandeira do seu Estado que ainda não é oficialmente reconhecido, mesmo não correspondendo ao protocolo diplomático.
Mas a atitude das autoridades turcas para com os curdos sírios é bastante diferente. No dia 10 de Maio, o presidente turco Erdogan confirmou que considera grupo Unidades de Proteção Popular (YPG), que controlam o território na fronteira turco-síria, como "terroristas". Ancara está preocupada com o facto de que os EUA fornecem armas aos rebeldes curdos. "A nossa paciência está a esgotar-se", declara Erdogan.
A Turquia considera oficialmente o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que actua no território turco, como uma organização terrorista. O ex-líder da PKK, Abdullah Ocalan, foi condenado a prisão perpétua na Turquia.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201705148386319-independencia-do-curdistao-como-sera-iraque-depois-do-daesh/

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Mais uma notícia em que se constata como o primado da Nação acaba por vir ao de cima, pairando sobre todas as complexidades políticas e inclusivamente aproveitando-as em seu proveito. É, no caso concreto, um bom sinal para uma nação árica, a dos Curdos, parente étnica da maioria dos Europeus e aliada natural da Europa no Médio Oriente.