quarta-feira, setembro 30, 2020

DEVIDA DISTÂNCIA

 
É assim mesmo, mantenham-se distantes uns dos outros por causa do covid-19 e de outras doenças que destroem os países, como a violência criminosa e a miscigenação...

 

FRANÇA - MULHERES AGREDIDAS NA VIA PÚBLICA POR USAREM SAIA

A polícia francesa abriu uma investigação depois de uma mulher em Estrasburgo dizer que foi atacada em plena luz do dia por usar saia.
A estudante, identificada apenas como Elisabeth, de 22 anos, disse que levou um soco no rosto "por três pessoas que reclamaram de eu usar saia".
O governo denunciou o incidente "gravíssimo" como inaceitável.
Dois dos três homens seguraram-na enquanto o terceiro a esmurrou no rosto, deixando-a com um olho roxo, disse ela à estação. Os homens então fugiram.
Ela disse que mais de uma dúzia de pessoas testemunharam o incidente, mas ninguém interveio.
Na
Mércores, a ministra do interior júnior, Marlene Schiappa - que é responsável pela cidadania e anteriormente era responsável pelas questões de igualdade - visitou a cidade oriental para discutir a segurança das mulheres em público.
Ela disse à France Bleu Alsace que "a saia não é responsável pelo ataque e a mulher menos ainda".
“Uma mulher nunca é agredida porque usa saia. Uma mulher é agredida porque há pessoas que são misóginas, sexistas, violentas e que, ao bater-lhs, se libertam de qualquer lei e de qualquer regra de civilidade. "Quando você é um estudante e precisa de pensar sobre a roupa que deve vestir e a mensagem que ela envia, isso é uma carga mental avassaladora", disse Schiappa.
Também pediu às pessoas que ligassem para a polícia se testemunhassem qualquer tipo de incidente de assédio nas ruas contra mulheres em espaço público.
Na
Joves, o France Bleu Alsace informou que duas mulheres foram atacadas noutra cidade do leste, Mulhouse, na Mércores, depois de um homem dizer a uma delas que a sua saia era "muito curta".

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Fontes:
https://www.bbc.com/news/world-europe-54277235
https://www.jihadwatch.org/2020/09/france-men-beat-woman-after-one-says-look-at-that-whore-in-a-skirt

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Quem seriam os agressores, quem seriam, franceses brancos como a neve e mui católicos... ou capangas de um esquadrão de velhas da igreja... ou então «««jovens»»» de uma certa outra religião...  Ora como os mé(r)dia não revelam a identidade étnica dos criminosos - a idade, sim, a raça, não, porque a idade interessa muito, a raça é que não porque falar em raças é pecado... - pois como os mé(r)dia não revelam a identidade étnica de quem comete crimes, ficamos assim, «sem saber»... só «desconfiamos»...
Portanto, desta vez «não podemos dizer» que se trata de mais uma confirmação da incompatibilidade entre a liberdade e a imigração oriunda do terceiro-mundo, desta vez «não podemos» dizer isso, paciência...


 

ESTUDO INDICA QUE MAIORIA DOS RECUPERADOS DE COVID-19 FICA COM SEQUELAS

Nove em cada dez doentes infectados com o novo coronavírus (SARS-CoV-2) relataram sofrer de sequelas como fadiga, efeitos psicológicos ou perda do olfacto e do paladar já depois de terem recuperado da doença, de acordo com um estudo preliminar realizado na Coreia do Sul.
Num inquérito online feito a 965 pacientes recuperados, 879 (91,1%) responderam que estavam a sofrer de pelo menos uma mazela deixada pela doença, de acordo com Kwon Jun-wook, oficial da Agência de Controlo e Prevenção de Doenças da Coreia (KDCA).
A fadiga foi a sequela mais comum, com 26,2%, seguido de dificuldade de concentração, com 24,6%. Outros efeitos incluem problemas psicológicos ou mentais e perda do paladar ou do olfacto.
Os resultados da pesquisa, realizada por Kim Shin-woo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Nacional de Kyungpook, em Daegu, vão ser publicados num estudo mais detalhado sobre o tema.
Os resultados deste estudo preliminar surge numa altura em que o número de mortes por covid-19 no mundo ultrapassou o milhão, um marco sombrio numa pandemia que devastou a economia global, sobrecarregou os sistemas de saúde e mudou a forma como as pessoas vivem e interagem.
Kwon Jun-wook acrescentou também, durante o briefing de apresentação dos resultados do estudo online, que a Coreia do Sul está a realizar uma outra investigação, em conjunto com 16 organizações médicas, sobre potenciais complicações da doença. Este estudo vai recorrer a análises detalhadas das situações clínicas dos doentes recuperados com recurso a tomografias.  

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Fonte: https://www.publico.pt/2020/09/29/ciencia/noticia/nove-dez-recuperados-covid19-ficam-sequelas-estudo-1933275?fbclid=IwAR0SjJLkN8POS_MXfCvmq-bMWFurw12Bianx4-7UjFTKdhFOhliURMYFABg 

DINAMARCA - AUTARCA DE ODENSE AVISA MUÇULMANOS DE QUE NÃO PODEM IMPOR ALI A CHARIA

Casa novamente? Perde os seus filhos. Vai além de 130 km? Perde os seus filhos. Estes são apenas alguns dos requisitos e limitações em vigor se uma mulher decidir que deseja divorciar-se, isto a partir do que diz o conhecido imã Abu Bashar.
O documento, do qual Berlingske tomou conhecimento, assinala a primeira vez que tais práticas foram certificadas e, ao violar a lei dinamarquesa, causou alarme entre as autoridades locais, sem surpresa. O divórcio deste tipo está em conformidade com a lei da charia, mas não a lei de divórcio dinamarquesa. O documento visto pelos média havia sido assinado pela mulher envolvida e pelo imã Abu Bashar.
Bem conhecido na área, o imã opera em Odense, e este contrato em particular diz respeito a um casal que vive em Vallmose. Entre outras coisas, afirma que se a mulher se comportar de forma a violar a sua honra ou a da sua família, perde o direito aos filhos.
“Violência psicológica”
O presidente da câmara de Odense, Peter Rahbæk Juel, ficou naturalmente chocado e angustiado com a notícia.
“É uma violência psicológica, realizada por meio da Lei Sharia. É inaceitável e dói-me o estômago ao ler estas coisas”, disse ele.
As autoridades denunciaram o imã à polícia. Estão preocupadas com a quantidade de acordos anteriores desse tipo que foram implementados em violação da lei dinamarquesa.
Juel afirma: “enviaremos um sinal claro da sociedade aos imãs e pregadores que praticam a charia de que isso é punível na Dinamarca”.

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Fonte: http://cphpost.dk/?p=118716

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Um pequenito caso regional que, logicamente, irá ter réplicas por todo o continente europeu onde quer que a presença muçulmana aumente em termos numéricos, como a história bem demonstra, em todas as latitudes e longitudes onde o Islão se fortalece pelo aumento da sua massa populacional.

 

ÍNDIA CONDENA AFIRMAÇÕES TURCAS SOBRE CAXEMIRA

O representante permanente da Índia na Organização das Nações Unidas (ONU), TS Tirumurti, condenou na Mércores [23] o discurso do presidente turco Recep Tayyip Erdogan na Assembleia Geral da ONU (UNGA), no qual ele pediu uma resolução multilateral para a disputa de fronteira da Índia com o Paquistão na Caxemira, rotulando o discurso de Erdogan como "interferência grosseira" e "completamente inaceitável".
Erdogan, chefe do Partido Islâmico da Justiça e Desenvolvimento (AKP) da Turquia, fez os comentários em sessão especial da AGNU num vídeo gravado na
Martes [23]. O líder turco descreveu a disputa pela fronteira do Sul da Ásia como uma “questão candente” para a estabilidade regional, de acordo com o Hindustan Times.
“O conflito da Caxemira, que também é fundamental para a estabilidade e a paz no Sul da Ásia, ainda é uma questão candente. As medidas tomadas após a abolição do estatuto especial de Jammu e Caxemira complicaram ainda mais o problema”, disse Erdogan.
O governo indiano, sob o comando do primeiro-ministro Narendra Modi, descartou a constituição local da região de Jammu e Caxemira e dividiu o território controlado pela Índia em 2019.
“Somos a favor de resolver esta questão por meio do diálogo no âmbito das resoluções da ONU e, especialmente, de acordo com as expectativas do povo da Caxemira”, acrescentou Erdogan. Ele e outros líderes mundiais não se dirigiram à assembleia pessoalmente devido a preocupações com o coronavírus chinês.
Tirumurti respondeu via Twitter que “a Turquia deve aprender a respeitar a soberania de outras nações e reflectir sobre as suas próprias políticas de forma mais profunda”.
Sob Erdogan, a Turquia intensificou dramaticamente os seus esforços de intervenção militar estrangeira. Em 2019, os militares turcos entraram e ocuparam grandes porções do norte da Síria. No ano seguinte, os militares turcos destacaram-se para a Líbia num esforço para apoiar o Governo de Acordo Nacional (GNA) contra as forças do comandante militar apoiado pela Rússia Khalifa Haftar. Erdogan também gerou disputas internacionais com Arménia e Grécia.
O primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan, um companheiro islâmico, saudou calorosamente o discurso de Erdogan, usando o Twitter para expressar a sua gratidão ao presidente turco por “levantar a sua voz em apoio dos direitos do povo de Caxemira”.
Passou a descrever a disputa de fronteira como uma “luta pela auto-determinação” dos caxemires locais.
Os governos indiano e paquistanês disputam a soberania sobre a região de Caxemira, situada no extremo norte da Índia, desde a saída do governo britânico em 1947 e a subsequente partição do Raj entre as duas potências, segundo a Britannica.
Índia, Paquistão e China controlam cada um uma parte da região de Caxemira. Após a retirada britânica, o marajá de Caxemira inicialmente procurou manter a região independente, mas acabou optando pelo controle indiano. O conflito que se seguiu entre a Índia e o Paquistão levou a uma linha de cessar-fogo, que serviu como fronteira informal desde então.

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Fonte:
https://www.breitbart.com/national-security/2020/09/24/outraged-india-calls-erdogan-kashmir-remarks-un-totally-unacceptable/
https://www.jihadwatch.org/2020/09/indias-permanent-representative-to-un-rebukes-erdogans-criticism-of-india-over-kashmir-gross-interference

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A Turquia a afirmar-se cada vez mais como uma campeã ou defensora do mundo islâmico, o que reforça a ideia que dali pode surgir um califado bem mais perigoso do que o actual Daesh. Esta é pois mais uma oportunidade de oiro do Ocidente para apoiar a Índia como sua natural aliada na luta contra o islamismo e pela salvaguarda da Democracia.

 

HUNGRIA OPÕE-SE ABERTAMENTE ÀS CULTURAS MISTAS

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, rejeitou nesta Vernes (25) o novo plano de imigração da União Europeia (UE) e reiterou a sua oposição a que o seu país tenha uma sociedade multicultural com cristãos e muçulmanos.
    "Na Hungria, somos muito rígidos quanto a não gostar de uma sociedade paralela, ou de uma sociedade aberta, ou de uma cultura mista", disse ele à agência Reuters. "Não achamos que uma mistura de sociedade muçulmana e cristã poderia ser pacífica e fornecer segurança e boa vida às pessoas".
A imigração na Hungria é uma "questão de segurança nacional", prosseguiu Orban, que anteriormente afirmou que "o multiculturalismo falhou na Europa".
Ninguém pode entrar na Hungria "sem ter um procedimento legalmente concluído e obter uma permissão clara para fazê-lo", acrescentou o primeiro-ministro húngaro na entrevista desta
Vernes (25).
Os comentários de Orban vieram um dia depois de discutir a imigração com a presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula von der Leyen, em Bruxelas. O novo plano de imigração do bloco forçaria a Hungria a dar as boas-vindas aos requerentes de asilo, disse o primeiro-ministro húngaro, mas saudou o fato de que "alguns tabus desapareceram".
Orban citou, em particular, o enfoque reforçado no envio de pessoas que não se qualificam para asilo na UE de volta aos seus países de origem.
O líder da Hungria ainda acredita que os pedidos de asilo devem ser administrados em "pontos críticos" fora das fronteiras da UE, e que aqueles que se aproximam da fronteira seriam detidos. Grupos de direitos humanos dizem que deter requerentes de asilo, ou empurrá-los de volta para a fronteira, vai contra o direito de pedir asilo, consagrado no Direito Internacional Humanitário.
Desde que a Hungria adoptou as suas políticas de linha dura após um aumento de chegadas no mar Mediterrâneo em 2015, já perdeu uma série de processos judiciais sobre imigração no tribunal superior da UE.
Embora seja "muito cedo para considerar um veto húngaro", Orban deixou claro que Budapeste não concordaria com nada que pudesse levar a Hungria a ser obrigada a aceitar pessoas vindas do Médio Oriente ou de África.

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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2020092516125465-somos-contra-cultura-mista-premie-da-hungria-se-opoe-aos-planos-migratorios-da-ue/

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Só através da Democracia é que chega ao poder um político que diz abertamente ser contra as culturas mistas...

 


ARMÉNIA AFIRMA QUE AZERBAIJÃO TRANSFERIU CONTROLO DA OFENSIVA AÉREA PARA A TURQUIA

Segundo o Ministério da Defesa da Arménia, os militares do Azerbaijão transferiram o comando da ofensiva aérea na região de Nagorno-Karabakh para a Turquia.
O porta-voz do Ministério da Defesa da Arménia, Artsrun Hovhannisyan, informou nesta
Mércores que o Azerbaijão transferiu à Força Aérea da Turquia o comando aéreo da ofensiva contra a região de Nagorno-Karabakh.
Segundo o oficial, os voos das forças aéreas turca e azeri nesta
Mércores "foram coordenadas por um centro de comando turco, um [avião] E7-T, nas proximidades das cidades turcas de Erzurum e Kars".
"É possível a presença do comando da Força Aérea da Turquia a bordo desta aeronave", escreveu Hovhannisyan em sua conta no Facebook.
Segundo ele, dois F-16 turcos, caças azeris Su-25, bem como um drone turco Bayraktar TB2, descolando do território da Turquia, realizaram ataques contra as cidades de Hadrut e de Martacerta, na região de Nagorno-Karabakh.
"Além disso, nas proximidades da cidade de Hadrut opera um centro de comando de drones turcos, que coordena os ataques da aviação ofensiva azeri", destacou o porta-voz do Ministério da Defesa da Arménia.
Neste domingo (27), o Ministério da Defesa do Azerbaijão declarou que a Força Aérea da Arménia atacou povoados na fronteira da região, provocando baixas militares e civis. O Ministério da Defesa da Arménia, por outro lado, afirma que Nagorno-Karabakh foi atacado por forças aéreas do Azerbaijão. Em ambos os países foi declarado estado de guerra, enquanto mobilizações militares são registadas.

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Fonte: https://br.sputniknews.com/defesa/2020093016152111-armenia-azerbaijao-passa-comando-da-ofensiva-aerea-contra-nagorno-karabakh-a-turquia/

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Mais um conflito no qual a Turquia se empenha ao lado de muçulmanos, desta feita seus parentes étnicos, os Azeris, de identidade túrquica.

FRANÇA - AMEAÇA DE BOMBA NA TORRE EIFFEL

A polícia protegeu a área em torno da Torre Eiffel depois de uma pessoa gritar "Allahu Akbar", ameaçando "explodir tudo" o que estivesse próximo do edifício, revelou uma fonte policial.
Anteriormente, os média franceses informaram que a Torre Eiffel havia sido evacuada e foi formado um perímetro de segurança no local, após uma ligação anónima relatar que havia uma bomba no edifício.

Os média franceses informaram que o esquadrão anti-bombas foi enviado ao local, enquanto as vias de acesso à Torre foram fechadas.

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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2020092316113134-torre-eiffel-e-evacuada-apos-ameaca-de-bomba-video/

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Com esta gente em solo europeu, a vida é sempre uma animação,  com ou sem ameaça imediata - o terror instala-se no quotidiano, a presença islâmica impõe-se.

 

terça-feira, setembro 29, 2020

BATALHA DE SALAMINA - VITÓRIA DO OCIDENTE CONTRA UM IMPERIALISMO ORIENTAL

«A Batalha de Salamis», pintura romântica de Wilhelm von Kaulbach, 1868

A 22 ou 29 de Setembro de 480 antes da era comum ou cristã, os Gregos alcançaram uma vitória definitiva contra os Persas na batalha naval de Salamina. Este evento marcou o fim da empresa persa de conquista do Ocidente. Seguiu-se uma idade de ouro na Grécia, onde floresceu a cultura que conhecemos como sendo a clássica.
Os Gregos, em grande desvantagem numérica, ousaram enfrentar o maior império da zona e triunfaram. A insubmissão aos ditames aparentemente invencíveis da natureza material parece ser, desde essa época, uma característica típica do Ocidente, como diz Louis Rougier em «O Conflito do Cristianismo Primitivo Com a Civilização Clássica».
Comemora-se pois uma vitória do Ocidente sobre o Oriente - do Ocidente amante da liberdade sobre o Oriente despótico.

Dizia Aristóteles que a Humanidade se dividia em três grandes grupos:
- no centro do mundo, os Gregos, homens livres e racionais;
- em cima e em baixo, a leste e a oeste, estavam os bárbaros.

Mas os bárbaros não eram todos iguais:
- aqueles que viviam a norte dos Gregos (os povos indo-europeus bárbaros, tais como os Trácios, os Celtas, etc.) eram livres e valorosos mas não pensavam racionalmente nem se organizavam politicamente;
- aqueles que se encontravam a sul e a oriente dos Gregos - ou seja, os Egípcios e os Asiáticos - eram tão capazes de criar cultura como os Gregos, mas não sentiam aspiração à liberdade, não tinham iniciativa, eram fracos, gregários e, por isso, viviam subjugados.

Isto é, aquilo que já há mais de dois milénios existia em comum entre os Gregos antigos e os outros povos da Europa, era precisamente a valorização da Liberdade.

Os Romanos divinizaram-Na com o nome de Libertas, personificada em figura feminina vestida de branco, acompanhada de um gato, animal que não se submete, e tendo numa das mãos um ceptro quebrado e na outra e uma lança encimada por um barrete frígio. Prestaram-Lhe especial culto e consideraram-Na associada ao próprio Júpiter, Deus Máximo, O qual A gerou com Juno (que, por acaso, são Ambos adorados a 23 de Setembro, mas não confirmo esta informação, que não encontro no calendário romano que actualmente consulto).

César, na sua «De Bello Gallico», ou «A Guerra das Gálias», reconhecia aos seus inimigos Celtas e Germanos um valor respeitável devido ao amor que tanto uns como outros nutriam pela liberdade. E, em coisas de História, a fonte escrita diz por vezes tanto ou mais a respeito de quem a escreve do que a respeito do objecto sobre a qual é escrita. Ora, tal consideração da parte de César revela que este tinha em alta estima o ideal da Liberdade.
Tácito, por seu turno, na obra «A Germânia», compara os livres e bravos Germanos com os civilizados e subservientes Persas... Voltando a César, parece ter sido ele quem afirmou que os Lusitanos eram um povo que não se governava nem deixava que o governassem.
Séculos e séculos depois, seriam os descendentes de Gregos, Romanos, Celtas e Germanos quem levaria ao resto do mundo o respeito pela sagrada Libertas, sem a qual não há Dignitas, acrescento eu, da minha lavra...
Quanto aos Persas, é verdade que eram, tal como os Helenos, de origem árica, mas também é verdade que, no momento em que chegaram à Hélade, levavam consigo uma pesada carga orientalista. Sabido é que quem conta a História impõe a sua versão dos factos e a História que conhecemos dessa época é-nos relatada pelos Gregos, inimigos mortais dos Persas. É pois necessário tomar o relato helénico cum grano salis. Independentemente disso, o que fica evidente, pelo modo como os Gregos gabam a diferença entre a sua liberdade e o alegado despotismo da sociedade persa, é o apreço grego, ou ocidental, digamos, pela Liberdade, uma das heranças ideológicas centrais do Europeu contemporâneo.
O Oriente, por vocação ou necessidade, não deixou ainda de exportar imperialismo. O Islão, que, no mesmíssimo espírito que Aristóteles atribuía aos Orientais, significa precisamente «submissão a Alá», cresce a olhos vistos em solo europeu, não porque os descendentes de Helenos, Latinos e Nórdicos sejam hoje menos apreciadores da Liberdade do que eram os seus ancestrais - são-no é cada vez mais - mas sim porque entretanto quem controla politicamente a Europa permite, por diversos motivos estranhos à salvaguarda identitária, a proliferação demográfica nas terras do Ocidente de asiáticos seguidores de Mafoma. Invocar o primado da Liberdade é pois um dos vectores chave para que se dirija uma resistência europeia interna eficiente e uma salvaguarda do rosto europeu.

SOBRE O REAL SIGNIFICADO E CONTEXTO DO ATAQUE MUÇULMANO DE DIA 25 EM PARIS

A 25 de Setembro, em Paris, duas pessoas foram esfaqueadas e gravemente feridas em frente aos antigos escritórios do Charlie Hebdo, onde 12 dos editores e cartonistas da revista satírica foram assassinados por extremistas muçulmanos em 2015. O suspeito, sob custódia policial, está a ser investigado por terrorismo.

Os assassinos acusados ​​nos ataques de 2015 estão actualmente em julgamento em Paris.

Pouco antes do ataque com faca, em 22 de Setembro, a directora de recursos humanos do Charlie Hebdo, Marika Bret, não voltou para casa. Na verdade, não mais tem casa. Foi despejada após ameaças de morte sérias e concretas de muçulmanos extremistas. Decidiu tornar a sua "exfiltração" pública para a inteligência francesa, para alertar o público sobre a ameaça de extremismo em França.

“Vivo sob protecção policial há quase cinco anos”, disse ela ao semanário Le Point .

“Os meus agentes de segurança receberam ameaças específicas e detalhadas. Tive dez minutos para fazer as malas e sair de casa. Dez minutos para desistir de uma parte da vida é um pouco curto e foi muito violento. Não vou para casa. Estou a perder a minha casa para explosões de ódio, o ódio que sempre começa com a ameaça de instilar medo. Sabemos como isto pode acabar”.

Bret também afirmou que a Esquerda francesa abandonou a " batalha pelo secularismo".

Desde o início do julgamento dos homens acusados ​​de cometer os assassinatos no Charlie Hebdo em 2015 - e especialmente desde a nova publicação das caricaturas de Maomé - o Charlie Hebdo recebeu ameaças de todos os tipos - inclusive da Al Qaeda. A segurança hoje na revista satírica é enorme. “O endereço da nossa sede é secreto, há portões de segurança por toda a parte, portas e janelas blindadas, agentes de segurança armados, dificilmente conseguimos colocar alguém”, disse Bret.

Hoje, existem 85 polícias a proteger os jornalistas do Charlie.

Bret tornou-se mais um exemplo da natureza clandestina da liberdade de expressão em França, o país de Voltaire. O primeiro foi Robert Redeker, professor de filosofia. Em 17 de Setembro de 2006, levantou-se cedo para escrever um artigo para o Le Figaro sobre a luta da Europa contra o Islão. Três dias depois, estava numa casa segura e a fugir.

Em Janeiro passado, Mila O., uma garota francesa de 16 anos, fez comentários insultuosos sobre o Islão durante uma transmissão ao vivo no Instagram.

"Durante a sua transmissão ao vivo, um menino muçulmano nos comentários convidou-a para sair, mas ela recusou porque é gay. Ele respondeu acusando-a de racismo e chamando-lhe 'lésbica suja'. Num vídeo de acompanhamento raivoso , transmitido imediatamente após ser insultada, Mila respondeu dizendo que 'odeia religião' ".

Mila continuou, dizendo entre outras coisas:

"Você conhece a liberdade de expressão? Não hesitei em dizer o que pensei. Odeio religião. O Alcorão é uma religião de ódio; só existe ódio nele. É o que penso. Digo o que penso. .. O Islão é uma merda ... Não sou racista de jeito nenhum. Não se pode simplesmente ser racista contra uma religião ... Eu digo o que quero, digo o que penso. A sua religião é uma merda. Eu enfiaria um dedo no seu deus é um ** h * le ... "

Depois de o endereço da sua escola ser publicado nas redes sociais, ela foi forçada a sair e transferir-se para uma escola diferente, desta vez mantida em segredo.

O jornalista Éric Zemmour foi agredido várias vezes fora de sua casa; a jornalista franco-marroquina Zineb el Rhazoui também descobriu o endereço da sua casa publicado nas redes sociais.

Enquanto isso, para seu crédito, o presidente francês Emmanuel Macron tem defendido o direito do Charlie Hebdo à liberdade de expressão. Blasfémia, disse ele, "não é crime".

“A lei é clara: temos o direito de blasfemar, de criticar, de caricaturar as religiões. A ordem republicana não é uma ordem moral ... o que é proibido é incitar ao ódio e atacar a dignidade”.

Um caso legal de 2007 determinou que "Em França é possível insultar uma religião, suas figuras e seus símbolos ... no entanto, insultar aqueles que seguem uma religião é proibido."

As palavras corajosas das autoridades francesas, no entanto, parecem inofensivas, pálidas e monótonas, em comparação com a força da violência extremista e da intimidação.

O fundamentalismo islâmico já conseguiu deslocar não apenas milhares de cristãos perseguidos - como Asia Bibi, forçada a fugir para salvar a sua vida do Paquistão para o Canadá depois de ser absolvida de cometer blasfémia. Este tipo de extremismo também conseguiu transformar muitos cidadãos europeus em prisioneiros, pessoas escondidas nos seus próprios países, condenadas à morte e forçadas a viver em casas desconhecidas até pelos seus amigos e familiares. E nós acostumamo-nos!

No dia da sentença de morte do Irão contra Salman Rushdie pelo seu romance, «The Satanic Verses», ele e sua esposa, Marianne Wiggins, foram levados de sua casa no norte de Londres pelo serviço secreto britânico, para a primeira de mais de cinquenta "casas seguras" em que o escritor viveu nos dez anos seguintes.

O parlamentar holandês Geert Wilders - cujo nome, como o próximo a ser assassinado, foi encontrado numa folha de papel esfaqueada contra o cineasta assassinado, Theo van Gogh - vive em casas seguras desde 2004. “Estou na prisão," diz ," e eles estão andando livremente."

Há dez anos, uma repórter do Seattle Weekly, Molly Norris, em solidariedade com os criadores do desenho animado "South Park", em perigo de extinção, também desenhou uma caricatura de Maomé. O último artigo de jornal que falava sobre ela afirmava:

"Você deve ter notado que a tira de Molly Norris não está incluída na edição desta semana. Isto porque já não há Molly ... seguindo o conselho dos especialistas em segurança do FBI, ela mudar-se-á e mudará de nome ..."

O jornal dinamarquês Jyllands Posten, que primeiro publicou caricaturas de Mohammed em 2005, desistiu. O jornal recusou-se a republicar as caricaturas do Profeta do Islão quando o Charlie Hebdo as publicou novamente na sua primeira página. O editor que publicou os desenhos no Jyllands Posten , Flemming Rose, ainda é escoltado por guarda-costas. “Admiro realmente a coragem de Charlie”, disse ele.

"Heróis que não sucumbiram a ameaças ou violência. Infelizmente, receberam apoio limitado. Nenhuma publicação em França ou na Europa se comporta como Charlie. É por isso que acredito que na Europa existe uma lei não escrita contra a blasfémia. Não estou a criticar os jornalistas e editores que fazem essa escolha. Não podemos culpar as pessoas que, ao contrário de Charlie, não colocam as suas vidas em perigo. Mas não sejamos enganados: essa falta de coragem para seguir os passos de Charlie tem um preço, estamos perdendo a liberdade de expressão e uma forma insidiosa de auto-censura ganha terreno”.

Nos últimos dias, o novo editor do Jyllands Posten , Jacob Nybroe, repetiu:

“Não mais vamos publicar. Confirmei esta linha editorial quando cheguei e recebi muitos aplausos. Posso parecer um covarde, mas não podemos fazer isso”.

Os nomes dos cartonistas dinamarqueses apareceram na mesma "lista de alvos" que a Al Qaeda publicou com o nome do editor-chefe do Charlie Hebdo, Stéphane Charbonnier, assassinado no massacre de 2015. O cartonista dinamarquês Kurt Westergaard está vivo apenas porque, durante um ataque terrorista à sua casa, escondeu-se.

Hoje , a sede do Jyllands Posten tem janelas à prova de balas, barras e placas de metal, arame farpado e câmaras de vídeo. Fica em frente ao porto de Aarhus, a segunda maior cidade da Dinamarca, e está sob vigilância dia e noite. Cada porta automática, cada elevador, requer um crachá e um código. Nela se entra como se fosse um cofre de banco. Uma porta só se abre depois de a anterior se fechar. Os jornalistas que lá trabalham entram um de cada vez. "Para simplificar, a liberdade de expressão está em péssimas condições em todo o mundo. Incluindo na Dinamarca, França e em todo o Ocidente" , disse Rose, "Estes são tempos difíceis; as pessoas preferem ordem e segurança à liberdade."

Se todos nós não defendermos as nossas liberdades, em breve não mais as teremos.

Giulio Meotti, Editor Cultural do Il Foglio, é um jornalista e escritor italiano.

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Fonte: https://www.gatestoneinstitute.org/16550/france-terrorism-silence

 

segunda-feira, setembro 28, 2020

CHEFE DOS RECURSOS HUMANOS DE REVISTA SATÍRICA FRANCESA VÍTIMA DE AMEAÇA DE MORTE TEM DE ABANDONAR O SEU PRÓPRIO DOMICÍLIO

A chefe de recursos humanos da Charlie Hebdo - revista satírica francesa alvo de um mortal ataque terrorista islâmico radical em Janeiro de 2015 - foi forçada a fugir de sua casa por causa de ameaças de morte.
A BBC News informou na terça-feira que Marika Bret disse a um jornal francês que os seus guardas de segurança receberam "ameaças precisas e detalhadas" na semana passada.
As ameaças surgiram a meio do esperado julgamento de 14 pessoas acusadas de ajudar os dois pistoleiros, os irmãos Saïd e Chérif Kouachi, no ataque aos escritórios da revista, que deixaram 12 mortos e 11 feridos.
Os dois pistoleiros foram mortos pela polícia francesa num tiroteio dois dias depois, mas o ataque gerou uma série de ataques jihadistas subsequentes em toda a França.
Quando o julgamento começou, o Charlie Hebdo decidiu republicar as caricaturas do profeta muçulmano Maomé que serviram como motivo para o ataque original.
"Desde o início do julgamento e com a republicação dos desenhos, recebemos todos os tipos de horrores, incluindo ameaças da Al-Qaeda e apelos para terminar o trabalho dos [homens armados do ataque de 2015]", disse Bret.
Ela teria culpado "um nível de ódio alucinatório em torno do Charlie Hebdo" pelas ameaças recentes.
Falando para a Le Point Magazine, Bret lembrou: "Tive 10 minutos para fazer os meus negócios e sair de casa, 10 minutos para desistir de parte da minha existência ... Não voltarei para casa."
O quê mais?
No início deste mês, a revista publicou uma explicação para a republicação das caricaturas que satirizam o Islão e sua principal figura humana.
Na explicação, a revista sugere que os desenhos pertencem à história e argumenta que seria “inadmissível [eles] abordarem este julgamento sem comunicar [os desenhos] aos leitores e cidadãos”.
Não republicar as caricaturas equivaleria a "covardia política ou jornalística", dizia a explicação.
Aqui está a declaração completa (traduzida para o Inglês usando o recurso de tradução do Google):

As razões para esta cobertura são as seguintes. Estes desenhos agora fazem parte da história e a história não pode ser reescrita nem apagada. Foi o que aconteceu: é a publicação desses desenhos, considerados blasfémia por vários muçulmanos, que motivou o massacre de 7 de Janeiro por assassinos que queriam, como gritaram ao sair das instalações do Charlie Hebdo, "vingar o Profeta "
Estes desenhos são, portanto, exposições. É inadmissível abordarmos este julgamento sem comunicá-lo aos leitores e cidadãos. Porque desde 2006, já se passaram catorze anos, e os jovens franceses que nasceram desde então serão testemunhas de um julgamento que não compreenderiam, pois estes desenhos nunca foram republicados. É, pois, um dever de informação que se impõe levar ao conhecimento do público estes documentos de valor histórico e criminal.

Desde Janeiro de 2015, temos sido frequentemente solicitados a produzir outras caricaturas de Maomé. Sempre nos recusámos a fazê-lo, não porque seja proibido, a lei permite, mas porque deve haver um bom motivo para fazê-lo, um motivo que tenha significado e que traga algo para o debate. A reprodução destas caricaturas nesta semana da abertura dos ataques terroristas de Janeiro de 2015 parecia essencial para nós. Todas as razões que nos poderiam opor referem-se apenas à covardia política ou jornalística. Queremos viver num país que se orgulha de ser uma grande democracia livre e moderna e que, ao mesmo tempo, desiste de fazer valer as suas convicções mais profundas? Da nossa parte, isso está fora de questão. Excepto viver em outro país, outro regime, outro mundo.

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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2020/09/france-head-of-human-resources-at-charlie-hebdo-flees-home-after-precise-and-detailed-death-threats?fbclid=IwAR222h8wb_xCPNLPwj_vnieaWa1rnwTNiXifbuWVkwaEAB3VYA1w5Sl5qjQ

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Num país democrático e evoluído, um dos mais sofisticados do mundo, esta mulher é pois obrigada a andar fugida, na sua própria terra, porque está ameaçada de morte por ter satirizado uma religião alógena.
Ora, em que situação é que uma pessoa tem de se retrair na sua própria terra diante de um poder alógeno? Só numa situação de ocupação. 

A cereja no topo do bolo de tamanha abjecção é que esta ocupação acontece devido à própria elite reinante, que insiste em trazer para a Europa os piores alógenos e, como se não bastasse, ou porque uma desgraça nunca vem só, nem sequer se dispõe a expulsá-los quando prevaricam, e não só não os expulsa, como também, para cúmulo dos cúmulos, diaboliza quem os quer expulsar. É o cancro total, a sida absoluta que destrói as defesas do Organismo Europa, doença profunda oriunda do vírus universalista disseminado pela Cristandade, desgraça contra a qual só o Nacionalismo integral é cura.



BRITÂNICO GRAVEMENTE DOENTE COM COVID-19 GRAVA VÍDEO PARA SENSIBILIZAR OS QUE DESVALORIZAM O PERIGO DA MALEITA

Chris Grailey, um britânico com 29 anos, foi mais um dos que desvalorizou a covid-19. Agora, está numa cama de hospital a respirar com a ajuda de uma máscara de oxigénio e não sabe se vai sobreviver.
"Fui um dos primeiros a dizer que [o coronavírus] era uma treta", afirmou o gerente de vendas de Ancoats, em Manchester, ao Manchester Evening News. Embora não tenha qualquer doença crónica, Grailey está nos cuidados intensivos e gravou um vídeo – partilhado pela referida publicação britânica – para tentar sensibilizar os que ainda pensam como ele pensava.
"Apanhei o vírus em Tenerife, a pensar que era invencível, sem usar máscara", disse, antes de explicar que sentiu suores frios, perda de paladar e de olfacto e que a situação só piorou quando regressou a Manchester, depois de um período de férias nas Ilhas Canárias, em Espanha.
Grailey, que está a ser tratado para a covid-19 e para uma pneumonia grave, não quer ver outros a cometer o mesmo erro que ele. "Paguei o preço. Não tenho outras doenças. Não quero que cometam os mesmos erros que eu", atirou. "Estou à espera de receber mais tratamento e não sei se me safo. Quero muito que ouçam esta mensagem, porque pode acontecer a qualquer um", afirmou.
Numa publicação emocionada no Facebook, Chris Grailey disse: "A forma como me tenho sentido na última semana é o mais próximo que já estive do inferno – honestamente sentei-me [na cama do hospital] e estava pronto para desistir. Não consigo respirar, andar ou mover-me. Pareço um zombie".

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Fonte: https://www.cm-tv.pt/atualidade/detalhe/20200928-1614-pensava-que-o-coronavirus-era-uma-treta-agora-esta-internado-e-diz-nao-sei-se-me-safo?fbclid=IwAR2bKhFQ8gv2ASMhUukSef00GVBOjUYPdQHcXhtxOgFp4gLYxQve7X6TLfg

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Tinha de acontecer a alguém. É como uma lotaria mas em mau. Quem se atrever a jogar esse jogo pode ser que tenha sorte - como dizem os Anglo-Saxónicos, quem joga jogos estúpidos, ganha prémios estúpidos.

 

 

 

GRUPO DE VISEGRADO CONTINUA A TRAVAR A IMINVASÃO

O grupo de Visegrado (Hungria, Polónia, República Checa e Eslováquia) reuniu-se esta Joves com a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, para lhe manifestar a rejeição das propostas de Bruxelas sobre migração e asilo.
Os chefes de Governo de Hungria, Polónia e República Checa (o da Eslovénia fez-se representar pelo da Polónia, que ocupa o lugar de líder do Grupo de Visegrado) explicaram a Von der Leyen as suas divergências, alegando que Bruxelas não está a saber solucionar o problema da imigração na Europa.
A Comissão Europeia apresentou na
Mércores uma proposta para criar um Pacto para as Migrações e Asilo, que visa tornar obrigatória a "solidariedade" de todos os países da União Europeia (UE) com os países de chegada dos migrantes, como a Grécia, a Itália ou Malta, quando estes últimos estiverem "sob pressão".
A ajuda pode assumir a forma de relocalização dos requerentes de asilo noutros países da UE, mas também a de "assistência para o regresso" ao seu país de origem, quando lhes for recusado asilo, explicou a Comissão Europeia.
"Tenho um grande problema com esta ideia", disse o primeiro-ministro checo, Andrej Babis, à chegada à reunião com Von der Leyen, em companhia dos seus homólogos da Hungria e Polónia.
Os quatro países do Grupo de Visegrado já não tinham aceitado o plano anterior da União Europeia, de alocar os imigrantes com base em cotas, e dizem que a nova proposta não apresenta uma solução viável.
"À primeira vista, parece que a Comissão Europeia ainda não compreendeu que, para travar a imigração ilegal, temos de travar os imigrantes ilegais quando estes chegam ao solo europeu", explicou Babis.
"Se não aceitarmos imigrantes, não podemos mandá-los de volta"
O primeiro-ministro checo e os seus homólogos de Visegrado rejeitam, assim, a proposta de que os países que não querem aceitar imigrantes garantam a sua repatriação.
"Isso é, basicamente, insensato, porque se não aceitarmos imigrantes, não podemos mandá-los de volta", conclui Babis.
Também o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, considera que não há "qualquer avanço", nos novos planos de Bruxelas.

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Fonte: https://www.tsf.pt/mundo/grupo-de-visegrado-rejeita-pacto-de-migracao-apresentado-pela-comissao-europeia-12755666.html?fbclid=IwAR0SClGRwsK0ezhMwof_Uy4Pblu1RHUzQ1lmk26JL7AUUQP67LExYmiRmnE

 

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Quatro vivas sejam dados a este quarteto fantástico, que continua a defender a Europa da iminvasão e aniquilação mundialista.

 

domingo, setembro 27, 2020

ÍNDIA - MAIS UMA PROCISSÃO HINDU ATACADA POR MUÇULMANOS


A 18 de Setembro, uma multidão muçulmana irada atacou um grupo de 10-15 devotos hindus quando uma procissão de imersão de ídolos de Vishwakarma estava passando por uma localidade dominada por muçulmanos na aldeia de Tarnia, em Motihari, Bihar. Várias pessoas ficaram feridas e o ídolo do Senhor Vishwakarma também foi danificado no período seguinte.
Para saber mais sobre o incidente, a OpIndia entrou em contacto com o presidente da subdivisão Chatia de Bajrang Dal, Golu Khelani. Ele confirmou que por volta das 16h da noite de sexta-feira (18 de Setembro), alguns jovens hindus iriam imergir o ídolo do Senhor Vishwakarma. Quando a procissão se aproximou de uma localidade dominada por muçulmanos, o motorista do veículo que transportava o ídolo parou e alertou os jovens hindus. Ele estava relutante em passar pela localidade muçulmana. O grupo hindu também foi ameaçado pelos capangas muçulmanos de não entrar na sua localidade com o ídolo. Mas os jovens hindus não levaram as advertências a sério.
Motorista do veículo que transportava o ídolo agredido brutalmente
Assim que entraram na localidade, os capangas muçulmanos começaram a chover lathis e gravetos contra os hindus. O veículo em que o ídolo estava sendo carregado foi parado e atacado. Os agitados capangas muçulmanos retiraram o motorista dalit, Sukhari Ram, arrancaram-lhe as chaves e agrediram-no impiedosamente. Os agressores escalaram o veículo e danificaram o ídolo do Senhor Vishwakarma colocado nele.
Muitos hindus ficaram feridos no confronto. O activista Bajrang Dal confirmou que três jovens muçulmanos, a saber, Mohammed Nirala, Danish e Sarfaraz, foram os principais acusados ​​que iniciaram a briga.
Golu Khelani disse que, quando abordou a polícia com uma queixa, a princípio eles ficaram relutantes em registar o caso contra os muçulmanos. Mais tarde, a polícia abriu um FIR contra os grupos hindus e muçulmanos, apesar do facto de que os hindus não eram os culpados, disse o activista Bajrang Dal.

Após o incidente, a situação na área continua tensa.
Bihar testemunhou incidentes semelhantes no passado


A um de Janeiro de 2020, a tensão dominou Ashok Rajpath em Patna, Bihar, depois de violentos confrontos estourarem entre dois grupos durante a procissão de imersão de ídolos de Saraswati. Os alunos do Patna College e o povo de Lalbagh atiraram pedras uns contra os outros e lançaram bombas que causaram o caos nas áreas circundantes. A briga, que durou mais de duas horas, deixou vários feridos, incluindo o inspector Manoj Kumar e um polícia da esquadra de Pirbahore.

Também no ano passado, um confronto violento estourou entre duas comunidades quando uma procissão de imersão de ídolos estava passando em frente ao Dalalji ki Masjid em Alamganj em Patna, deixando mais de uma dúzia de polícias feridos.

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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2020/09/india-muslim-mob-attacks-hindu-procession-many-hindus-injured?fbclid=IwAR35Fvfq8FboORBb99pnZ7c7iKLEbN_ch4e9IArK2Oo_vs_0NKO-GdcIPR8

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É só mais um caso, e mais outro, em que uma multidão muçulmana ataca violentamente uma procissão hindu que se «atreveu» a passar na «sua» zona. Note-se que o Hinduísmo é a religião da casa, o credo nacional indiano, mas o à vontade islamista é sempre como é em todas as latitudes e longitudes... de quem será a culpa de a Índia já ter problemas com o Islão desde há mil e duzentos anos, será «do racismo branco!» ou «do Trump!!»...