sexta-feira, abril 28, 2017

PETIÇÃO CONTRA O ABATE DE CÃO QUE ATACOU CRIANÇA

Esta petição tem como objectivo impedir o abate do cão da raça Rottweiler que, no dia 25 de Abril de 2017, atacou uma criança na zona de Leça do Balio (Rua Padre Manuel Bernarde). 
A petição não visa de maneira nenhuma desconsiderar o ataque feito pelo cão, que como noticiado nos órgãos de comunicação social, teve efeitos graves no estado físico e certamente emocional da criança atacada, bem como dos seus pais. Situações destas constituem motivo de trauma profundo emocional e em alguns casos resultam em danos físicos gravíssimos. 
É por isso inaceitável que por receio de animais sem trela ou sem açaime e por receio de eventuais ataques, pessoas (acompanhadas ou não de animais de estimação) se vejam obrigadas a abandonar a via pública vendo-se privadas do seu direito de frequentar parques ou outras zonas públicas. Qualquer pessoa tem o direito de frequentar espaços públicos ou de passear o seu animal de estimação sem se sentir intimidada ou sem sentir que a sua vida e a vida do seu animal de estimação correm perigo. Posto isto, a petição defende que qualquer pessoa tem o direito de frequentar espaços públicos sem se sentir incomodada pela presença de animais sem trela ou sem açaime (nos casos devidos). 
É também inadmissível que pessoas ou animais que se encontrem na via pública experienciem situações de perigo contra a sua integridade física e emocional devido a comportamentos de risco ou negligentes da parte dos donos dos animais que passeiam os seus animais sem trela (ou açaime nos devidos casos). 
A petição defende portanto que os donos de animais que não cumprem a lei sejam devidamente punidos como estipulado pela lei. 
A petição defende assim que o animal seja entregue ao cuidado de entidades/associações/ pessoas que se comprometam e se disponham a ajudar o animal a reabilitar-se, dando-lhe ajuda técnica positiva e especializada na sua reeducação e no seu comportamento. 
A petição relembra o quão importante é os donos dos cães cumprirem o estipulado na lei e nas regras de boa cidadania. É imprescindível que os donos dos animais sejam responsáveis não só pelo bem estar do animal, mas que também sejam responsáveis no cumprimento do uso de trela em via pública para prevenir eventuais acidentes que ponham em risco outras pessoas (ataque ou tentativa de ataque), outros animais (lutas territoriais, mecanismo de defesa, ansiedade ou desentendimento súbito) ou o próprio animal em questão (risco de ser atropeleado, risco de fugir, etc) e que sejam responsáveis quanto ao uso de açaime (nos casos devidos). 

A presente petição tem por objectivo deixar explícito que: 

1) Como noticiado, o animal em questão se encontrava legalizado (com respetivo registo legal e chip) pelo que cumpria os requisitos da lei 

2) O animal, por opção pessoal do dono, encontrava-se sem trela e sem açaime na via pública. Tratando-se o cão em questão de um animal, não teve por isso qualquer responsabilidade nessa tomada de decisão de andar em via pública sem a trela e sem o açaime, não devendo ser responsabilizado/culpabilizado por tal 

3) Como foi reportado pelo Site Observador, o dono do cão ter-se-à envolvido numa discussão cujas consequências resultaram em agressões físicas ao pai da criança, o que nos permite identificar o motivo pelo qual o animal presumivelmente se poderá ter sentido ameaçado e perturbado, levando-o a agir em defesa do dono e atacando as pessoas que o animal considerou "constituirem uma ameaça" para o dono: 

EXCERTO DA NOTÍCIA: "De acordo com a informação recolhida, o pai da criança terá advertido antes o proprietário do cão para o facto de o animal andar na via pública sem trela e sem açaime. Na altura, terá tentado tirar uma fotografia com o telemóvel para comprovar a situação. Terá sido aí que o dono do animal terá agredido o pai da menina e, momentos depois, o cão atacou a criança." 

4) Este comportamento que o cão parece ter demonstrado em relação ao dono, como já foi explicado e estudado por vários peritos em comportamento animal de vários países, resulta do sentimento de "defesa do grupo" e da "família", que os animais, assim como os seres humanos, assumem. Comportamentos agressivos imprevisíveis, são, assim, prevenidos pelo uso de trela e açaime, o que deve constituir responsabilidade exclusiva dos donos dos animais. 

Art.6º do Decreto-Lei n.312/2003 de 17 de Dezembro, artº.11º do Decreto-Lei n.º 315/2009 de 29 de Outubro: 
Dever especial de vigilância – “O detentor de animal perigoso ou potencialmente perigoso 
fica obrigado ao dever especial de o vigiar, de forma a evitar que este ponha em risco a vida ou a integridade física de outras pessoas e de outros animais.” 

5) Numa época em que mais do que nunca se luta pelos direitos dos animais, por leis que permitam aos animais beneficiarem de cuidados básicos e por leis que têm por objetivo punir quem maltrata, negligencia ou abandona animais, não se compreende como os animais continuam a ser tratados por vezes aos olhos da lei desta forma que parece ser rudimentar e pouco flexível, em que muitas vezes se eutaniza um animal neste tipo de situação concreta. Embora o perigo de novo ataque por parte destes animais seja uma preocupação muito legítima e a ser tida em consideração, a questão da eutanásia neste tipo de situação deveria ser revista de forma mais aprofundada em todos os casos semelhantes a este, devendo-se sempre em primeiro lugar perceber o que levou o animal a atacar e tentar uma reeducação positiva do animal num ambiente apropriado para o efeito, uma reintegração do animal num meio onde se sinta tranquilo e com técnicos competentes na área da reeducação animal, permitindo ao animal aprender a não reagir a situações de perigo/ansiedade/preocupação com um ataque. 
Em última análise, esta Petição tem por objectivo alertar para a necessidade de uma revisão do ponto 1 do artigo 11 do Decreto-Lei n.º 312/2003, datado de 17 de Dezembro, “o animal que cause ofensas graves à integridade física de uma pessoa, devidamente comprovadas através de relatório médico, é obrigatoriamente abatido, por método que não lhe cause dores e sofrimento desnecessários, após o cumprimento das disposições legais do Plano Nacional de Luta e Vigilância Epidemiológica da Raiva e Outras Zoonoses(...)”. 
Esta Petição alerta assim também para a importância de se dar preferência à reeducação/reintegração do animal num ambiente próprio para o efeito. 

Para assinar, aceder a esta página: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT85375


Prendam-se os donos inconscientes, ou mal formados, que treinam os cães para caçar ou para combates de cães e depois andam com eles na rua sem os devidos cuidados, e se houver tragédia, «eh pá, que chatice, foi azar...», o cão é abatido e eles arranjam outro... proprietários destes é que mereciam punição, não eram os seus cães que mereciam execução.

CLÉRIGO MUÇULMANO AFIRMA: «BATER NA MULHER NÃO É TANTO PARA A MAGOAR E SIM PARA A HUMILHAR»...

Porque é que o Islão autoriza e até recomenda que o marido bata na esposa quando esta lhe desobedece? Não é para magoar muito, é só para humilhar... quem o diz não é nenhum islamófobo ou nazi, mas sim um clérigo muçulmano, Othman Al-Khamis, do Kuwait, que, citando um verso do Alcorão, declara: «Os espancamentos não devem ser duros. É mais uma questão de espancamento psicológico, cujo propósito é humilhar a esposa.»

«Os homem têm autoridade sobre as mulheres porque Alá fez um superior ao outro e porque eles gastam a sua fortuna para as manter. As boas mulheres são obedientes. Guardam as suas partes da vista porque Alá as guardou. Quanto àquelas cuja desobediência temeres, admoesta-as e manda-as para camas separadas e bate-lhes.»
Alcorão, 4:34

O sucedido pode ser visto aqui: https://www.youtube.com/watch?v=aTlMX9Gu1o0

https://www.jihadwatch.org/2017/04/muslim-cleric-wife-beating-is-more-of-a-psychological-beating-the-purpose-of-which-is-to-humiliate-the-wife

DUAS PESSOAS DETIDAS NA IRLANDA POR ENVOLVIMENTO EM TERRORISMO MUÇULMANO

Em Waterford City, Irlanda, uma mulher e um homem foram presos por suspeita de estarem envolvidos em actividade terrorista muçulmana. A acusação que sobre eles pende é a de terem facilitado a transferência de dinheiro e informação relativamente a actividade terrorista internacional.
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Fonte: http://www.rte.ie/news/munster/2017/0427/870878-waterford-arrests/

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Eram mais dois «maluquinhos» ou então os Irlandeses é que tiveram a culpa por serem tão «islamófobos»... põem-se a olhar de lado para os muçulmanos e depois olha, os muçulmanos chateiam-se e em vez por exemplo se porem no caralho dali para fora de volta à sua terra, não, dá-lhes para porem bombas, enfim, feitios, «é a vida», como diria Guterres, temos todos de fazer sacrifícios e aguentar com estas e com outras...

quarta-feira, abril 26, 2017

PRIMEIRO TEMPLO HELÉNICO OFICIALMENTE RECONHECIDO NA GRÉCIA




Apresentação do primeiro templo politeísta helénico oficialmente reconhecido na Grécia, sito em Atenas, criado pelo Supremo Conselho Nacional Helénico.
Podem ver-se mais imagens aqui: https://www.facebook.com/YSEEHELLAS/posts/10154502824929562

Artigo (em Grego) sobre este novo desenvolvimento da religião nacional grega: https://www.vice.com/gr/article/gia-mas-8eos-einai-kai-o-potamos-khfisos-mia-teleth-ths-ellhnikhs-e8nikhs-8rhskeias-sto-kentro-ths-a8hnas

NO BANGLADESH - ISLAMISTAS PROTESTAM CONTRA ESTÁTUA DE DEUSA DA JUSTIÇA


Em Dhaka, capital do Bangladesh, milhares de muçulmanos apoiantes do grupo Hefazat-e-Islam protestaram nas ruas contra a colocação de uma estátua da Justiça diante do Supremo Tribunal (imagem da estátua acima). Os manifestantes gritaram que a estátua, representando a Deusa Témis ou Iustitia (neste caso vestida de sari), ofende o Islão, uma vez que, na doutrina islâmica, os ídolos são completamente proibidos.
Trata-se de mais um episódio do crescendo de tensão entre os islamistas e as forças liberais defensoras do pluralismo e da liberdade de expressão. Vários autores liberais foram assassinados por militantes islamistas nos últimos tempos.
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Fonte: http://www.bbc.com/news/world-asia-39082395

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É o preço que o país paga por ter deixado que o Islão aí se estabelecesse e expandisse...


BUSTO DE DIVINDADE GREGA VANDALIZADO PELA SEGUNDA VEZ EM ATENAS


Busto de Atena, Deusa da Sabedoria, deitado abaixo no Centro Cultural de Atenas, num acto de vandalismo condenado pelo Supremo Conselho Nacional Helénico, como aqui se pode ler com mais desenvolvimento: http://ysee.gr/index.php?type=deltia_typou&f=330
Note-se que este mesmo busto tinha já sido simbolicamente «cegado» com tinta preta há alguns anos.


GRANDE MESQUITA DE PARIS APELA A VOTO CONTRA CANDIDATA PRESIDENCIAL NACIONALISTA

A Grande Mesquita de Paris apelou no dia 24 de Abril que os muçulmanos votassem no mundialista Emmanuel Macron com o argumento de que este candidato «encarna a via da esperança e da confiança nas forças espirituais e cidadãs da nação, dentro do respeito dos valores republicanos e da aplicação estrita dos princípios do laicismo». O dirigente da mesquita, Dalil Boubakeur, salientou que a segunda volta das presidenciais é «decisiva para o destino de França e das suas minorias religiosas», motivo pelo qual, acrescenta, «todos os franceses devem manter-se imperativamente unidos frente à realidade da ameaça encarnada por ideias xenófobas perigosas para a nossa coesão nacional»; «Ante a ameaça de divisão e de fragmentação da sociedade francesa, (...), a Grande Mesquita recorda aos muçulmanos de França o seu dever de votar, um dever de muçulmanos e de cidadãos».
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Fonte: http://www.20minutos.es/noticia/3019628/0/gran-mezquita-paris-pide-musulmanes-voten-a-macron/

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Descaramento muslo é assim - manifestação clara de tentativa de intervenção na política nacional enquanto diz louvar quem aplica o laicismo. Mais uma vez fica à vista que a presença maciça de alógenos em solo europeu constitui ameaça à própria Democracia da Europa, além de ameaçar-lhe também a identidade. Constitui efectivamente uma ameaça à Democracia e posteriormente à Identidade Nacional toda a situação em que quem vota não é apenas a gente do Povo autóctone mas também gentes estrangeiras, que numa terra que não é sua fazem valer os seus próprios interesses independentemente e até contra a vontade dos verdadeiros e únicos proprietários da Nação.

AUMENTO DESPROPORCIONAL DOS CRIMES COMETIDOS POR ALÓGENOS NA ALEMANHA

Na Alemanha, o número de suspeitos de crime imigrantes aumentou mais de cinquenta por cento em 2016, segundo revelou Lues o Ministério do Interior. Em 2016 a polícia procurava cento e setenta e quatro mil suspeitos imigrantes, 52.7% mais do que ano anterior.
Os crimes motivados pelo Islão aumentaram por seu turno 13.7%.
Cerca de 8.6% dos suspeitos de crime em 2016 foram imigrantes, mais 5.7% do que no ano anterior.
O ministro do Interior, Thomas de Maiziere, diz que a culpa desta «subida desproporcional» do crime imigrante se deve ao problema da habitação dos ditos alógenos...
Entretanto, o número de suspeitos ditos alemães reduziu-se em 3.4% (1407062).
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Fontes: 
http://www.dailymail.co.uk/news/article-4440350/Number-migrant-criminal-suspects-Germany-surged-2016.html
https://www.jihadwatch.org/2017/04/germany-number-of-migrant-criminal-suspects-soars-by-more-than-50-in-2016

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Quem é que haveria de imaginar que uma coisa destas podia acontecer... só mesmo os «racistas»... prendam mas é os arquitectos e os alemães que não querem pagar ainda mais impostos para dar ainda mais habitações aos alógenos, a culpa é mas é deles... por acaso os imigrantes portugueses viviam abaixo de muitos cães nos bidonville franceses dos anos sessenta e não cometiam crimes em barda, mas isso foi assim porque calhou, prendam-se mas é os «racistas» que não quiserem oferecer casas melhores aos alógenos e mai' nada...



PRESIDENTE DA ÁUSTRIA DIZ QUE UM DIA TODAS AS MULHERES DEVERÃO USAR O VÉU ISLÂMICO...

https://www.youtube.com/watch?v=CxrSYO9N7AY

Pode ver-se no vídeo acima o presidente da Áustria a semi-apelar a que todas (ele salienta todas) as mulheres venham a usar um véu islâmico em «solidariedade religiosa» para com as muçulmanas. Note-se que o véu islâmico é imposto às mulheres em vários países islâmicos, e que muitas são as mulheres mortalmente vitimadas por não quererem usar o véu (como aqui se lê: https://www.jihadwatch.org/2017/04/austrian-president-day-will-come-when-we-ask-all-women-to-wear-headscarf), enquanto na Europa ninguém mata mulher nenhuma por usar o véu, mas a solidariedade para com as mulheres que não quiseram usar o véu não lembra a gajos destes...

EM FRANÇA - PRESIDENTE DE CÂMARA DIZ QUE SE DEMITE PORQUE NÃO QUER DEDICAR A SUA VIDA A «IDIOTAS» NUMA REGIÃO ONDE MARINE LE PEN GANHOU

Em França, o presidente da câmara de Annezin, em Pas-de-Calais, Daniel Delomez do Partido Socialista, exibiu a sua ira diante do trinta e oito por cento de votos alcançados na sua região da candidata presidencial nacionalista Marine Le Pen, dizendo que se quer demitir porque não está para dedicar a sua vida a «idiotas». Ocupando o cargo desde 2008, considera esta nova votação como «catastrófica».
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Fonte: https://www.rt.com/news/385911-france-north-mayor-election/

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Ficou lixado com F grande por constatar que o povo local deu a vitória a Marine Le Pen. Ora aqui está um exemplo típico de membro da elite político-cultural reinante: usualmente gosta esta tropa de armar-se em democrata, mas «secretamente» - ou aberta e ofensivamente, no caso - despreza a verdadeira opinião popular e teme a Democracia. 
O caso constitui mais um exemplo, entre tantos outros, de que a Democracia é uma aliada natural do Nacionalismo contra a elite político-cultural reinante.

AL AZHAR «ENTRE» O ESTADO E O FUNDAMENTALISMO...

O Papa Francisco é um dos principais convidados numa conferência sobre a paz marcada para 28 de Abril, organizada pela Universidade Al-Azhar, no Egipto.
O objectivo da conferência é criar uma nova plataforma de diálogo entre cristãos e muçulmanos e o facto de o grão-mufti da Universidade, o sheikh Ahmed al-Tayib, ter conseguido reunir no local os líderes das três maiores comunhões cristãs do mundo – o Papa Francisco, o patriarca de Constantinopla e o Papa Tawadros II de Alexandria é revelador da seriedade do evento e das intenções dos participantes.
A Al-Azhar é vista por muitos como um dos baluartes do Islão moderado. As suas decisões e interpretações de ensinamentos islâmicos são aceites com enorme autoridade por muçulmanos sunitas em todo o mundo. Mas, na sua tentativa de apresentar uma face do Islão diferente da que tem feito manchetes há mais de década e meia por causa de grupos terroristas, o Al-Azhar faz um difícil jogo de equilibrismo que lhe acaba por merecer críticas de vários frentes e realça um dos principais problemas do Islão: o facto de não ter uma hierarquia centralizada nem uma figura como o Papa que pode, em último caso, decretar quais são as posições correctas ou erradas acerca de um assunto.
Durante vários séculos, esse papel era desempenhado pelo Sultão do Império Otomano, que dominava grande parte do mundo islâmico, mas com a queda dos sultões desapareceu a figura política e cada imã, em cada mesquita, tornou-se, efectivamente, senhor da doutrina que ensina.
Em vários países, porém, a tentação de os políticos controlarem as mensagens políticas não desapareceu. Na Turquia, por exemplo, todos os sermões são escritos por um departamento do Estado que, depois, os envia para os imãs locais e, recentemente, o Presidente do Egipto criou uma figura institucional para fazer o mesmo.
O acto enfureceu a Al-Azhar, cujo órgão oficial, “A Voz do Al-Azhar”, tem publicado artigos a criticar a medida e outras da parte do Governo que entende como sendo intrusivas. Outro exemplo surgiu quando o Presidente Sisi sugeriu que se mudassem as leis para que não bastasse a um muçulmano dizer três vezes a palavra “divórcio” para se divorciar da sua mulher. A universidade respondeu que isso era impossível - o Islão permite-o e, portanto, não há nada a fazer.
A relação difícil entre a Al-Azhar e o Estado egípcio não é só embirração, é também uma importante estratégia. Uma relação demasiado próxima poderia ser desastrosa para a reputação da instituição, dando força aos fundamentalistas que já afirmam que a universidade está ao serviço do Governo ou de outras forças que não têm em vista a defesa do Islão.
Esta situação realça uma dificuldade que se vai repetindo no mundo islâmico. Sempre que uma voz influente se levanta para criticar o fundamentalismo e estender a mão a cristãos ou outras minorias perseguidas – incluindo outras comunidades islâmicas consideradas heterodoxas ou demasiado liberais – acaba por ver a sua credibilidade minada por grande parte do clero muçulmano, o que afecta o peso de qualquer afirmação ou conclusão que esses encontros possam produzir.
Este facto agrava-se nas sociedades em que existem mais muçulmanos conservadores ou fundamentalistas, que são, ironicamente, as sociedades que mais poderiam beneficiar do pensamento dos muçulmanos reformistas ou liberais.
Daí que, quando o grão-mufti receber o Papa e restantes líderes cristãos, na sexta-feira, estará, por um lado, a consolidar a sua posição como uma das principais vozes do Islão, mas, ao mesmo tempo, arrisca ser visto por muitos como um traidor à religião que serve. Neste contexto, uma relação crispada com o regime que derrubou o Governo da Irmandade Muçulmana e com o Presidente que já apelou publicamente à reforma do Islão, pode ser mais útil do que parece à primeira vista.
Visita a acompanhar na Renascença
O Papa Francisco parte de Roma às 9h45 de sexta-feira (esta e todas as horas dadas são de Portugal continental) e tem chegada prevista ao Cairo às 13h. Parte então para o palácio presidencial, onde será recebido pelo presidente al-Sisi e o grão-mufti da Universidade al-Azhar, Ahmed al-Tayeb. Após os tradicionais discursos de boas-vindas, Francisco e al-Tayeb discursam para os participantes da conferência sobre a paz, que decorre na al-Azhar.
Às 15h30 desse mesmo dia Francisco encontra-se com as autoridades locais e com o patriarca da Igreja Ortodoxa Copta, o Papa Tawadros II, havendo lugar a discursos de ambos os líderes religiosos.
A visita prossegue no sábado, com missa às 9h no Cairo para a pequena comunidade católica do país – sendo que a maioria dos 10 milhões de cristãos egípcios são ortodoxos. Segue-se almoço com os bispos do Egipto às 11h15 e às 14h15 um encontro de oração com religiosos e clero egípcio.
Francisco parte do Egipto às 16h de sábado, com chegada prevista a Roma às 19h30.
A Renascença acompanha toda a visita com transmissões ao vivo no site dos principais momentos públicos, comentário e reportagem em antena e análise dos principais eventos e discursos. A vaticanista Aura Miguel estará também no Egipto. 
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Fonte: http://rr.sapo.pt/noticia/82097/al_azhar_na_corda_bamba_entre_o_estado_e_o_fundamentalismo?utm_source=rss

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Revela-se particularmente sintomático que esta instituição, que, como acima se lê, é para muitos a maior autoridade do Islão moderado, se abstenha de condenar o califado da Síria e do Iraque (o Daesh, para quem ainda não saiba o que é o califado...), como aqui http://gladio.blogspot.pt/2017/04/maior-instituicao-muculmana-do-mundo.html se leu... é também muito significativo que quem mais se oponha à relação amistosa entre o Islão e outras religiões seja precisamente «grande parte do clero muçulmano», como acima se lê - repare-se que não é «grande parte dos terroristas islamistas», nem «grande parte dos rufias muslos de uma rua de Cabul», mas sim «grande parte do clero muçulmano». É preciso que os islamófilos e a cambada dimiesca politicamente correcta ocidental vá explicar a «grande parte do clero muçulmano» que o Islão é a religião da paz...


ARÁBIA SAUDITA FAZ PARTE DA COMISSÃO PARA OS DIREITOS... DAS MULHERES... NA ONU

A Arábia Saudita foi eleita para a Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU no último domingo, 23. A decisão de colocar a nação islâmica ultra-conservadora no grupo de 45 países que debatem a promoção da igualdade de género e os direitos das mulheres no mundo revoltou grupos de direitos humanos. "É como colocar um incendiário o chefe dos bombeiros de uma cidade", disse Hillel Neuer, director da ONG UN Watch (Observatório das Nações Unidas).
É quase impossível para uma mulher ter uma vida comum na Arábia Saudita sem a supervisão de um homem. Uma polícia religiosa, a mutaween, é responsável por controlar se as mulheres estão a quebrar alguma das inúmeras regras de segregação do país. Veja algumas das coisas que as mulheres não podem fazer no país que agora tem a função de promover (ou não...) os seus direitos no mundo.

VIAJAR, ESTUDAR OU TRABALHAR SEM AUTORIZAÇÃO DE UM HOMEM
Pela lei saudita, uma mulher é obrigada a ter sempre um guardião do sexo masculino, seja o marido ou algum membro da família. Este guardião, chamado de wali, é quem decide se uma mulher se pode casar ou divorciar, viajar (caso tenha menos de 45 anos), estudar, trabalhar, abrir uma conta bancária ou até mesmo submeter-se a alguns procedimentos cirúrgicos.

CONDUZIR
Não há legislação oficial que proíba as mulheres de se sentarem atrás de um volante, mas o preconceito cultural é tão forte que na prática se tornou lei. Diversas campanhas já foram feitas no país a pedir que elas possam conduzir livremente, mas sem sucesso. Em Novembro do ano passado, a Assembleia Consultativa, conhecida como Shura, recusou-se a analisar a questão. De acordo com um dos membros do conselho, as mulheres estariam "expostas ao mal", caso conduzissem.

"MOSTRAR A SUA BELEZA"
O código de vestimenta para as mulheres sauditas é famoso (ou infame) em todo o mundo. Mesmo nas regiões em que não são tecnicamente obrigadas a cobrir o rosto, continuam expostas a críticas e punições caso não cubram suficientemente a cabeça ou usem demasiada maquilhagem. Em 2015, a Shura recomendou que todas as apresentadoras de televisão usassem "roupas modestas" e que não mostrassem "demais a sua beleza".

VOTAR LIVREMENTE
As mulheres sauditas conquistaram em 2015 o direito de se candidatarem e votarem em eleições locais. Apesar do avanço, as candidatas só podiam fazer discursos escondidas por uma divisória ou, em alternativa, serem representadas por um homem. E também não têm direito de voto em plebiscitos acima dos locais.

PASSAR MUITO TEMPO COM UM HOMEM
É proibido uma mulher saudita interagir tempo "a mais" com um homem que não seja da sua família. A maior parte dos edifícios públicos possuem entradas diferentes para homens e mulheres. Transportes públicos, parques e praias também são segregados em muitas partes do país. Desrespeitar a lei resulta em punições para ambos, mas a mulher costuma sofrer os castigos mais severos.

PRATICAR DESPORTO SEM LIMITAÇÕES
Já foi muito mais difícil a situação do desporto feminino na Arábia Saudita, mas ainda não é fácil. O país enviou uma delegação feminina a uns Jogos Olímpicos pela primeira vez em 2012, embora não tenha havido cobertura das atletas nos jornais locais (e elas foram obrigadas a ser acompanhadas por um homem). Ainda não há uma selecção feminina de futebol. Em 2013, foi aberto o primeiro centro desportivo exclusivo para mulheres no país, mas elas continuam proibidas de praticarem desporto nas escolas públicas.

EXPERIMENTAR UMA ROUPA DENTRO DA LOJA
De acordo com um relato publicado em 2010 na revista americana Vanity Fair, uma mulher é livre para experimentar o que quiser numa loja, quando estiver numa área segregada. Caso seja um estabelecimento que também permita homens, a ordem é que comprem e depois experimentem em casa.


Fonte: http://visao.sapo.pt/actualidade/mundo/2017-04-24-Na-Arabia-Saudita-as-mulheres-nao-podem-sequer-conduzir.-Mas-o-pais-foi-eleito-para-a-Comissao-para-os-Direitos-das-Mulheres-da-ONU

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Bonita recompensa para um país muçulmano que começa a «abrir-se» à igualdade entre homens e mulheres... o politicamente correcto mundialista fica todo contente com as migalhas que o regime saudita lhes resolve dar e retribui com presentes destes... Entretanto, porque será que a mulher continua tão ultrajantemente limitada neste país, então afinal o Islão não garante a igualdade entre homens e mulheres, como os muçulmanos ditos moderados e seus amigos dimiescos juram a pés juntos?...

NOVE MUÇULMANOS DETIDOS NA CATALUNHA POR PLANEAREM ATENTADO

Nueve individuos, cuatro de ellos acusados de formar parte del Estado Islámico, han sido detenidos, hoy Martes, por los Mossos d’Esquadra. Todos los detenidos son marroquíes y uno tendría, sin que haya trascendido su origen, nacionalidad española. Doce inmuebles de Barcelona y de su área matropolitana están siendo registrados en busca de indicios terroristas.
Los detenidos, de entre 31 y 39 años, tienen antecedentes por tráfico de drogas y los investigadores les vinculan con los atentados terroristas, perpetrados en Marzo de 2016, en Bruselas.
La operación ha contado con la participación de los Mossos d’Esquadra, del CNI y con la colaboración de las policías berlga y marroquí.
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Fonte: http://www.despiertainfo.com/2017/04/25/nueve-terroristas-islamistas-detenidos-en-cataluna/

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Mais nove «maluquinhos» muçulmanos que não sabem que o Islão é a «religião da paz»... e logo por azar já tinham nacionalidade espanhola, embora sejam marroquinos, mas alguém que acha que isto de mudar de nacionalidade é como vestir/despir uma camisa, resolveu dar-lha...

terça-feira, abril 25, 2017

VINTE E CINCO DE ABRIL SEMPRE


Independentemente do que possa ter havido de mau a partir da revolução de Abril de 1974, eventualmente decorrente, pelo menos nalguns aspectos, da desordem geral que usualmente se segue às revoluções, e da crise e sujeição em que o País se encontra neste momento, sucedendo de resto o mesmo com outros países europeus que não tiveram nenhum 25 de Abril... independentemente de tudo isto, dizia, não podem negar-se duas belas consequências deste golpe de Estado - primeiro, a Liberdade, um dos valores cardeais do Ocidente, divinizada já na Antiguidade, a Liberdade e a sua concretização política, a Democracia, embora severamente falseada, como whiskey marado, dada a proibição, de resto generalizada no mundo ocidental, do «racismo» político, isto é, a tudo o que a elite reinante queira chamar «racismo»; segundo, o facto de, pelo menos oficialmente, Portugal ter deixado de ser uma pátria multicontinental e voltado a ser o que sempre foi enquanto nação - um país inteiramente europeu. E isto independentemente de a elite reinante tentar, por via da promoção da lusofonia, recuperar em parte essa multi-continentalidade, que, de resto, é ainda hoje excepcionalmente cara à «Direita» conservadora, incluindo a salazarista... 

Só por estes dois ganhos, ainda que em segunda mão, a saber, o da Liberdade e o da re-europeização, já valeu a pena o 25 de Abril.

Quanto à corrupção e ao fosso sócio-económico reinantes na actualidade, ambos os flagelos devem-se não à Democracia mas sim a um défice da mesma - não acontecem por causa da Democracia mas sim contra a Democracia, porque a democracia portuguesa é, ainda, insuficientemente democrática. Números e estatísticas, factos apurados, indicam, efectivamente, que quanto mais democráticos são os países menor é a sua corrupção e desnível social, como já aqui foi demonstrado, de resto.

Não é demais reforçar a limitação relativa e não intencionalmente ideológica (digo eu) mas nem por isso menos real que o 25 de Abril impôs à multirracialização que o Estado Novo preconizava. Interessa lembrar que ironicamente um dos obreiros desta desafricanização prática foi um dos vultos do maior partido da Esquerda, Almeida Santos:

E viva o 25 de Abril...



QUATRO MUÇULMANOS QUERIAM COMETER UM MASSACRE NA ÍNDIA

Quatro muçulmanos planeavam um massacre em Deli e em Uttar Pradesh, na Índia. 
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/04/india-four-muslims-arrested-for-plotting-jihad-massacres-in-delhi-and-uttar-pradesh

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Será que também isto é culpa do racismo europeu, da Marine Le Pen, do Trump, de Israel e/ou das Cruzadas?...
Ou será que o Islão é mesmo como sempre foi desde que o chefe de guerra Maomé andou a massacrar populações e a ordenar a guerra contra infiéis?

CAFÉ-RESTAURANTE PORTUGUÊS EM PARIS CELEBROU PASSAGEM DE CANDIDATA NACIONALISTA À SEGUNDA VOLTA DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS



Manuel Domingos, proprietário do restaurante que foi chamado a "cantina do FN" (Frente Nacional) pelo jornal Le Monde e a "cantina de Marine Le Pen" pelo Le Figaro, votou Marine Le Pen e assim que foram anunciados os resultados disse estar "muito satisfeito".
"Digo-lhe francamente: estou muito satisfeito. Esperava melhor, será para a próxima volta. Felicitações para a Marine. Ela merece, com todo o carinho. Tenho muita amizade, muita paixão, gostava que ela fosse vitoriosa na primeira volta, não é o caso. Vamos esperar mais uns dias", declarou o franco-português de 55 anos que acredita que a líder da FN pode vencer à segunda volta.
Manuel Domingos votou Marine Le Pen, "uma mulher de grande inteligência e capacidades", que acredita que "vai ser uma grande governanta", e disse ter "muito prazer e a honra de servir o partido dela", oferecendo-lhe o que houver na ementa, "pode ser moelas, pode ser frango, pode ser vitela, pode ser carne de vaca, pode ser costeleta de porco, feijoada".
Fernando Garcia Pires, de 60 anos, não votou porque só tem nacionalidade portuguesa, mas ficou contente com o apuramento de Marine Le Pen porque "depois as coisas podem mudar", mas disse achar "difícil" que conquiste o Eliseu porque "vão votar todos contra ela como foi da última vez".
"Ela é contra os imigrantes que continuamente vêm de todos os lados e eu acho que ela tem razão porque nós somos europeus e as pessoas que vêm agora de fora não são europeias, são africanos, são asiáticos, não tem nada a ver com o emigrante europeu", justificou o português que chegou a França em 1975.
Fernando Espinho, que vive em França há 16 anos, bebeu um copo para festejar a passagem de Marine Le Pen e disse estar satisfeito porque votou nela.
"Simpatizo um bocado com ela, 'c'est tout'! Eu acho que é uma pessoa liberal, é uma pessoa muito aberta com portugueses aqui, principalmente aqui, nunca tive problemas com ela. Na segunda volta espero que ela passe também. Vou beber um copo, mas não é ela que me vai pagar porque ela não está aqui", exclamou o emigrante de Chaves de 53 anos.
Ao seu lado, Roberto Sousa sublinhou que a líder do FN é uma "grande amiga" e que ele e os quatro filhos votaram na candidata.
"Gosto muito dela. É simples e o pai dela é igual. O que eu queria é que a moeda viesse para trás, como era antes. Escudos em Portugal, francos aqui, era isso que eu queria. Uma pessoa vivia muito melhor do que vive hoje", afirmou o português de 55 anos que tem a nacionalidade francesa para votar.
A tasca portuguesa fica a cerca de 200 metros da sede da Frente Nacional, onde esta tarde estava uma carrinha de polícia estacionada, e festejou em francês e português o apuramento da candidata da Extrema-Direita, ligando em cima da hora o canal TF1 para ver os resultados, porque antes estava a dar o jogo de futebol Guimarães-Braga.
Jean-Pierre é contabilista na sede do FN e preferiu assistir aos resultados no café português porque a comitiva do partido e a sua líder estavam hoje em Hénin-Beaumont, no norte de França.
"Estou muito contente, não pensei que fosse com o Macron mas com ele é possível vencer se as pessoas da direita não se armarem em imbecis. Estou muito optimista", declarou o membro do FN, explicando que entre o partido e os portugueses há uma ligação porque "são pessoas que estão fartas das falcatruas dos outros e também estão fartos da imigração" e considerando que "há portugueses que se sentem mais franceses que alguns franceses daqui".
Atrás do balcão, Manuel Domingos servia copos à saúde da sua candidata e disse esperar que ela passe no café ainda antes da segunda volta, estando a sala no primeiro piso preparada para a receber como já o fez várias vezes.
O espaço tem fotografias emolduradas e autografadas pelos líderes do FN, nomeadamente por Marine Le Pen que escreveu "Pour mon tonton préféré" ("Para o meu tio preferido").
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Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/781389/cafe-portugues-festejou-passagem-a-segunda-volta-de-marine-le-pen

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É verdadeiramente notável a lucidez do dono do restaurante - apesar de estar em França há mais de quarenta anos e de não ter ainda direito de voto por permanecer português, sabe que há uma diferença crucial entre imigrantes europeus e imigrantes não europeus. É disto que se faz a verdadeira democracia - do mais autêntico bom senso popular.

ESPOSAS DE POLÍCIAS PROTESTARAM EM FRANÇA CONTRA A VIOLÊNCIA CRIMINAL


«Furiosas Esposas de polícias» marcharam há coisa de dias por Paris para protestarem contra a violência criminal que não raras vezes vitima os agentes da autoridade. Não vi nada disto nos mé(r)dia tugas, ou porque não estive atento porque quem controla os grandessíssimos mé(r)dia não gosta que possa haver aos olhos do povo uma sensibilização quando as vítimas de violência são bófias (quase sempre europeus), ainda por cima as mulheres que se vêem no protesto são quase todas brancas, que horror...

VIOLÊNCIA NAS RUAS CONTRA A PASSAGEM DE CANDIDATA NACIONALISTA À SEGUNDA VOLTA DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS FRANCESAS

Manifestantes envolveram-se anteontem em confrontos com a polícia em cidades francesas, após o anúncio da passagem da candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, à segunda volta das eleições presidenciais em França.
Uma multidão de jovens, incluindo grupos anarquistas e antifascistas, concentrou-se perto do Palácio da Bastilha, no leste da capital francesa, Paris, mas também noutras cidades, como Marselha e Estrasburgo.
Em Paris, a polícia disparou gás lacrimogéneo para dispersar uma multidão cada vez mais desordeira, enquanto a polícia anti-motim cercou a área.
Manifestantes surgiram em várias acções da campanha de Le Pen, contestando as posições anti-imigração e o seu partido, Frente Nacional, que a candidata procurou demarcar de um passado marcado pelo racismo e anti-semitismo, durante a liderança do seu pai, Jean-Marie Le Pen.
O liberal Emmanuel Macron foi o candidato mais votado na primeira volta das eleições presidenciais francesas, com projecções a atribuir-lhe 23,7% dos votos. O candidato passa à segunda volta, a 07 de Maio, com a candidata de Extrema-Direita.
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Fonte: http://www.dn.pt/mundo/interior/confrontos-entre-manifestantes-e-policia-em-varias-cidades-6239699.html

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Ora os pivetes foram protestar contra quê... contra o voto democrático? Foram mostrar o seu desagrado para dar a entender que o povo não é todo anti-imigração?, mas como?, então sentem que os votos não chegam para mostrar isso?...
Ou será que... foram intimidar os eleitores de Marine Le Pen?... Sabe o esquerdalhame que boa parte deste público eleitoral nacionalista é composto de idosos de classe baixa ou média, facilmente assustáveis com a violência urbana... e se fossem só os idosos... recordo-me da seriedade com que uma imigrante portuguesa em Paris comentou, numa reportagem, que se a candidata nacionalista passasse à segunda volta, havia uma guerra civil...
Enfim, a Democracia autêntica - a simples afirmação da vontade popular - custa muito ao anti-racistame militante e será tanto mais ameaçada quanto mais «jovens» destes e doutros afins andarem à solta...
Independentemente do que possa ter havido de mau a partir da revolução de Abril de 1974, eventualmente decorrente, pelo menos nalguns aspectos, da desordem geral que usualmente se segue às revoluções, e da crise e sujeição em que o País se encontra neste momento, sucedendo de resto o mesmo com outros países europeus que não tiveram nenhum 25 de Abril... independentemente de tudo isto, dizia, não podem negar-se três belas consequências deste golpe de Estado - primeiro, a Liberdade, um dos valores cardeais do Ocidente, divinizada já na Antiguidade, a Liberdade e a sua concretização política, a Democracia, embora severamente falseada, como whiskey marado, dada a proibição, de resto generalizada no Ocidente, do «racismo»; segundo, o facto de, pelo menos oficialmente, Portugal ter deixado de ser uma pátria multicontinental e voltado a ser o que sempre foi enquanto nação - um país inteiramente europeu. E isto independentemente de a elite reinante tentar, por via da promoção da lusofonia, recuperar em parte essa multicontinentalidade, que, de resto, é ainda hoje excepcionalmente cara à «Direita» conservadora, incluindo a salazarista... 

Só por estes dois ganhos, ainda que em segunda mão, a saber, o da Liberdade e o da re-europeização, já valeu a pena o 25 de Abril.

E já agora três - antes do 25 de Abril, o marido podia assassinar a esposa se a apanhasse em adultério... não podendo a esposa assassinar o marido se em adultério o apanhasse... disseram as senhoras de um programa televisivo do Porto Canal, não sei se é verdade...

Quanto à corrupção e ao fosso sócio-económico reinantes na actualidade, ambos os flagelos devem-se não à Democracia mas sim a um défice da mesma - não acontecem por causa da Democracia mas sim contra a Democracia, porque a democracia portuguesa é, ainda, insuficientemente democrática. Números e estatísticas, factos apurados, indicam, efectivamente, que quanto mais democráticos são os países menor é a sua corrupção e desnível social, como já aqui foi demonstrado. 

segunda-feira, abril 24, 2017

MEMÓRIA DO GENOCÍDIO COMETIDO POR TURCOS CONTRA OS ARMÉNIOS - E NOVA PROVA DO DITO

Milhares de pessoas vão, esta Lues, marchar em honra das vidas perdidas no genocídio da Arménia, onde cerca de 1.5 milhões de pessoas perderam as vidas à mão do exército Otomano (agora Turquia), entre 1915-17.
A marcha irá decorrer em Los Angeles e será feita ao longo da cidade, terminando à porta do consulado turco na cidade. 
Não é a primeira vez que este tipo de marcha acontece na cidade dos anjos. A edição do ano passado contou com cerca de 60 mil pessoas a protestar contra a Turquia, que ainda não reconhece o genocídio da Arménia.
Los Angeles é a casa da maior comunidade de arménios, fora do seu próprio país.
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Fonte: http://abola.pt/mundos/ver.aspx?id=668324

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Recentemente, o historiador turco Taner Akcam, da Universidade de Worcester, em Massachusets, EUA, revelou publicamente ter descoberto documentação que prova a culpabilidade otomana no processo do genocídio dos Arménios, como aqui https://www.nytimes.com/2017/04/22/world/europe/armenian-genocide-turkey.html?_r=2 se lê. Trata-se em concreto de um telegrama, encontrado no Patriarcado Arménio de Jerusalém, que Akcam apresenta do seguinte modo: «até agora, a arma do crime estava desaparecida. Esta é a arma do crime.», considerando-a como «um terramoto no nosso campo» que, espera ele, irá remover «o último tijolo do muro negacionista» da Turquia.
Segundo conta, o telegrama foi redigido em código por um oficial de alta patente do Império Otomano na cidade de Erzurum, Behaeddin Shakir, que em 1915 pedia a um colega detalhes sobre as deportações e as matanças de arménios na Anatólia oriental, o extremo leste da actual Turquia. Isto parece comprovar a deliberação turca de cometer aquele que ficou conhecido como o primeiro genocídio do século XX.
Shakir viria a ser condenado pouco depois da I Guerra Mundial por um tribunal marcial imposto pelos Aliados aos Turcos (1919-20), todavia fugiu para Berlim, onde a 17 de Abril de 1922 viria a ser abatido por dois agentes arménios, Aram Yerganian and Arshavir Shirakian, naquilo a que se chamou Operação Némesis, posta em marcha pela Federação Revolucionária Arménia (também conhecido como Dashnaktsutyun), parte do Movimento de Libertação Nacional Arménio. Shakir foi encontrado pela dupla arménia juntamente com outro responsável turco pelo genocídio, o político Cemal Azmi.  Shirakian matou Azmi e feriu Shakir, que se pôs em fuga, apenas para ser perseguido por Yerganian, que o matou com um tiro na cabeça. Nenhum dos dois arménios foi detido por isso.

CONFERÊNCIA NACIONALISTA NO DIA DA LIBERDADE


No contexto nacional, apenas o PNR é realmente diferenciador de entre todos os restantes partidos. Somos o único partido nacionalista em Portugal: com causas únicas, combativo, afirmativo e contrário à globalização mundialista. Com a coragem da razão e da convicção, verbalizamos e materializamos aquilo que muitos portugueses pensam, mas não têm coragem de dizer.
Numa época e num local em que o nacionalismo é silenciado, ridicularizado e combatido de forma desonesta e cobarde, as dificuldades da sua afirmação e crescimento são múltiplas. A desigualdade de tratamento e de oportunidades, assim como a falta de meios, constituem, objectivamente, grandes obstáculos acrescidos. Mas nada disso detém o nosso crescimento e a marcha rumo ao poder. Apesar das marés e ventos contrários, a razão, a coragem e a consciência de lutarmos por um ideal nobre, impelem-nos a um combate sem tréguas nem quartel, com generosidade, entrega e um optimismo realista.
O PNR distingue-se dos demais, porque não faz parte do sistema que eles sufragam, não se submete ao pensamento único imposto pelo marxismo-cultural, recusa o discurso politicamente correcto, não depende de favores nem faz fretes a grupos de interesses. Nessa medida, mesmo desprovidos de meios, podemos afirmar que somos o único partido realmente livre em Portugal.
Que é que queremos?
Em que é que consiste o Nacionalismo Renovador?
Que objectivos temos e que meios estratégicos escolhemos para os alcançar?
Qual é o nosso modelo de sociedade e como pretendemos construí-lo?
Venha satisfazer essas dúvidas, participando nas conferências que iremos promover para Lisboa, no dia 25 de Abril e para o Porto, no dia 13 de Maio. A entrada é livre, mas obriga a inscrição prévia através do mail geral@pnr.pt
Venha conhecer (ou conhecer melhor) o PNR. Adira às nossas causas!
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Fonte: http://www.pnr.pt/2017/03/conferencias-mao-cheia-causas/


CANDIDATA NACIONALISTA PASSA À SEGUNDA VOLTA DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS FRANCESAS E SALIENTA O VALOR DO COMBATE À GLOBALIZAÇÃO E AO TERRORISMO


A candidata da Frente Nacional, Marine Le Pen, que na passada noite eleitoral francesa conquistou 21,43% dos votos, que lhe valeram uma presença na segunda volta da corrida ao Eliseu, já agendou o seu primeiro comício de campanha deste novo ciclo das eleições presidenciais.
O primeiro comício de Marine Le Pen, após os resultados da primeira volta, terá lugar no Palais Nikaia, em Nice, esta Joves, dia 7 de Abril, às 20h (21h em Lisboa), anunciou a candidata da Frente Nacional às eleições presidenciais francesas no Twitter.
Menos de 24 horas depois de conhecidos os resultados eleitorais da primeira volta da corrida ao Eliseu que colocaram Marine Le Pen e Emmanuel Macron frente a frente no dia 7 de Maio, na segunda volta, a candidata da Frente Nacional teceu duras críticas em matéria de defesa nacional ao homem que ontem arrecadou 23,86% dos votos dos franceses. "Macron "está a concorrer às presidenciais sem ter um programa" de combate ao terrorismo, disse a candidata de Extrema-Direita.
"Eu estou nas ruas para me encontrar com o povo francês, para chamar a atenção para assuntos importantes, incluindo o terrorismo islâmico, assunto no qual podemos dizer que, no mínimo, o Sr. Macron é fraco", disse Marine Le Pen numa acção de campanha num mercado de agricultores na pequena cidade de Rouvroy, de acordo a agência Reuters.
"O Sr. Macron não tem um projecto para proteger o povo francês face aos perigos islâmicos", frisou a candidata da frente Nacional.
"A frente republicana podre" em redor de Macron
“A velha frente republicana podre, que mais ninguém quer, que os Franceses afastaram com uma violência invulgar, tenta unir-se à volta de Macron. Quase me apetece dizer ainda bem”, declarou Le Pen, esta Lues aos jornalistas.
A “frente republicana” é a expressão utilizada normalmente para designar os responsáveis políticos de qualquer quadrante que defendem um bloqueio da Extrema-Direita seja qual for o candidato que enfrente.
A maioria da classe polícia francesa, quer à Esquerda, quer à Direita, apelou ao voto em Macron contra a candidata da Frente Nacional logo que foram conhecidos no domingo os resultados da primeira volta das presidenciais.
A Extrema-Direita espera, no entanto, conseguir votos nas fileiras de A França Insubmissa, liderada pelo tribuno da Esquerda radical Jean-Luc Mélenchon que, depois de um significativo resultado, não deu indicação de voto para a segunda volta.
No dia 7 de Maio, Marine Le Pen e Emmanuel Macron enfrentam-se na segunda volta das eleições presidenciais em que os franceses escolherão o seu novo Presidente. Nas palavras da candidata de Extrema-Direita será um referendo à "globalização fora de controlo", expressão que tantas vezes tem trazido à tona nos seus discursos.
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Fonte: http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/franca-le-pen-da-o-pontape-de-saida-na-campanha-para-a-segunda-volta-esta-quinta-feira

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Segue pois no bom caminho a loira bretã, ainda que tenha poucas hipóteses de vencer, pelo menos para já. O que de qualquer modo parece estar a fazer é a naturalmente fortalecer um núcleo duro de franceses capazes de resistir por todos os meios à alienação do seu território e à mundialização. Para já fica bem à vista o que já alcançou: apesar, saliente-se, apesar, de ter contra si toda a máquina do sistema reinante - todos os outros partidos políticos, a esmagadora maior parte da imprensa «livre», os intelectuais «mainstream», a Igreja... - apesar disso passou agora à segunda volta das eleições mais importantes do seu país. Isto só é possível porque, apesar de ter contra si toda a máquina do sistema, tem a seu favor boa parte do povo - o povo autêntico, o povo que naturalmente resiste à campanha maciça de lavagem cerebral anti-racista e pró-imigracionista de há décadas. Apesar de todo o «ruído» criado pelos seus inimigos, arautos da mundialização, logrou passar a barreira, relativamente, e chegar ao povo, precisamente porque o fulgor da sua mensagem é o que os olhos do povo vêem com mais clareza - porque o apelo da Nação, da Tribo, da Estirpe, é a tendência política com mais potencial de crescimento no seio de qualquer população etnicamente constituída, motivo pelo qual a Democracia é uma aliada potencial do Nacionalismo.


NOVO PROGRAMA DO PARTIDO NACIONALISTA MAIS FORTE DA MAIOR POTÊNCIA ECONÓMICA EUROPEIA MANTÉM LINHA DURA CONTRA A IMIGRAÇÃO

O partido de Extrema-Direita Alternativa para Alemanha aprovou em congresso o programa eleitoral para as próximas eleições federais de Setembro. Com 92% dos votos dos delegados reunidos em Colónia, o AfD decidiu ainda apoiar, por maioria, uma dupla de candidatos que vai encabeçar a lista do partido às eleições: o veterano vice-presidente Alexander Gauland e a jovem assessora empresarial Alice eidel.
No discurso de consagração, Weidel garantiu que “a AfD vai conseguir entrar nos parlamentos regionais nas eleições de maio e depois vai brilhar nas eleições nacionais”.
O novo programa eleitoral inclui frases como “o Islão não faz parte da Alemanha” e defende o encerramento das fronteiras à imigração.
Entretanto, a ainda co-líder do partido, Frauke Petry, que na semana passada anunciou que não ia liderar o AfD nas eleições, defendeu que “a Alemanha e França são os únicos países capazes de mudar o rumo da União Europa”.
Recorde-se que os delegados recusaram votar a moção de Frauke Petry que tinha como objectivo mudar o discurso xenófobo, anti-imigração e anti-Islão do partido.
Entretanto, fora do congresso do AfD, durante o fim-de-semana houve manifestações contra os movimentos de Extrema-Direita. Este domingo não foram registados confrontos com as autoridades, como tinha acontecido no sábado.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://pt.euronews.com/2017/04/23/alemanha-partido-de-extrema-direita-aprova-programa-e-candidatos-para-as

domingo, abril 23, 2017

PAPA COMPARA CAMPOS DE REFUGIADOS A CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO

O Papa Francisco comparou neste sábado vários campos para refugiados dentro da União Europeia a verdadeiros campos de concentração, tais quais os utilizados pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial.
A declaração foi feito durante uma cerimónia na Basílica de São Bartolomeu, em Roma, quando o pontífice narrava a história de uma cristã que foi assassinada por terroristas islâmicos, na frente do seu marido, muçulmano, por se recusar a retirar o seu crucifixo. Esse relato, segundo a Rádio Vaticano, foi ouvido por Francisco da boca do próprio viúvo, um refugiado que ele conheceu ao visitar um campo de acolhimento na ilha grega de Lesbos. 
"Não sei se aquele homem conseguiu sair daquele campo de concentração", disse o Papa, referindo-se ao campo de refugiados visitado. "Aprecio o empenho de acolhimento de alguns povos generosos, mas parece que os acordos internacionais são mais importantes do que os direitos humanos", acrescentou.
Ainda de acordo com a Rádio Vaticano, Francisco encontrou-se com um grupo de refugiados e vítimas de tráfico humano ao final do evento e voltou a falar sobre a questão migratória, defendendo mais solidariedade por parte dos governos europeus.
"Pensemos na crueldade que se abate sobre tantas pessoas, em tantas pessoas que chegam em embarcações e são acolhidos por países generosos, como Itália e Grécia, mas depois os tratados não deixam… Se na Itália dois migrantes fossem acolhidos por município, teria lugar para todos. Que a generosidade de Lampedusa, Sicília, Lesbos, possam contagiar todos. Somos uma civilização que não faz filhos e mesmo assim fechamos as portas aos migrantes: isto chama-se suicídio", afirmou o pontífice.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201704228222956-papa-campos-nazistas/


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Nada de novo, vindo de quem vem - do supremo vigário da Cristandade mais forte (a católica), coerentemente inimigo do Nacionalismo. Sabe que está a falar para centenas de milhões quando chama «campo de concentração» a um campo de refugiados, e um campo de refugiados é tão somente um sítio que os Europeus fizeram o favor de criar para ajudar gente alegadamente necessitada de abrigo - sabe que as suas palavras podem servir para incitar ao ódio das massas terceiro-mundistas contra a Europa. Isso pelos vistos não o incomoda, embora goste de armar em amante da paz.
Olha se a Igreja ainda tivesse na Europa o poder que tinha outrora, a desgraça que não seria...

PROPRIETÁRIO DE ANIMAL CONDENADO A PENA DE PRISÃO POR O TER TENTADO ASSASSINAR

Uma cova, uma grelha de metal a tapá-la e uma pedra de cimento por cima. Sem se poder mexer, sem água, sem comida. Foi nestas condições que Teresa Campos, presidente da associação Focinhos, encontrou “Big”, uma cadela husky de 16 anos, no dia 25 de Janeiro, no seguimento de uma denúncia anónima. A cadela, que entretanto acabou por ser submetida à eutanásia por “danos neurológicos irreversíveis” pertencia a Edmundo Ferreira, construtor civil de 48 anos de Alcácer do Sal, que recebeu do Tribunal de Grândola uma pena de prisão suspensa de um ano e quatro meses. Ferreira tornou-se assim o primeiro cidadão a ser efectivamente condenado por maus-tratos a animais, segundo dados disponibilizados pelo Ministério Público que dão conta de todas as penas aplicadas até hoje. Todas são multas.
A legislação, em vigor desde Outubro de 2014, prevê uma pena máxima de prisão de um ano para quem “infligir dor, sofrimento ou quaisquer maus-tratos a animal de companhia”. Se desse comportamento resultar a morte do animal, a pena pode chegar aos dois anos e estender-se até aos oito se o dono do animal for uma terceira pessoa. Mas em quase dois anos de lei esta é a primeira condenação. Edmundo Ferreira ficará impedido de ter animais de companhia durante três anos e ainda terá que pagar 250 euros à associação Focinhos e 350 a Teresa Campos, que pagou o veterinário. A notícia foi avançada pelo jornal Público e a veterinária que tentou assistir o animal disse ao jornal que nunca tinha visto em caso tão grave de negligência e maus-tratos.
Segundo as provas presentes a tribunal, Edmundo Ferreira abriu uma cova nas traseiras do restaurante que gere com a sua mulher, colocou a cadela dentro da mesma e, por cima da abertura, colocou uma rede de ferro e um bloco de cimento para evitar que a cadela pudesse escapar.
“O arguido, indiferente ao seu sofrimento, determinou-se a deixar ali a sua cadela, enterrada viva, privada de liberdade de movimentos, alimentos e água”, disse a juíza Joana Vieira, citada pelo Jornal de Notícias que faz este sábado capa com o assunto. A magistrada acrescentou ainda que o dono do animal “quis, e conseguiu, sem qualquer motivo que o justificasse, infligir dor e sofrimento ao animal, utilizando para o efeito um meio especialmente cruel, admitindo como possibilidade que da exposição ao sofrimento prolongado viesse a resultar a morte do animal, como se verificou”.
Edmundo Ferreira, que não foi a tribunal por causa de “uma confusão com as datas”, não vai recorrer da sentença, mas nega que algum dia tenha maltratado a sua cadela. “Fiz um canil de propósito para a ‘Big’ e nunca deixei de cuidar dela, de lhe dar comida e água. Apenas lá ficava para não atacar as galinhas ou outras pessoas que podiam lá passar. Como já estava surda, podia ser uma ameaça para as pessoas”, disse Edmundo Ferreira ao JN. O construtor diz querer saber quem fez a denúncia para “perceber o que levou essa pessoa a mentir”.
Os problemas da lei e as estatísticas das queixas
O problema é que a lei tem vários “buracos” e muitas vezes é impossível provar quem maltratou o animal ou se foi ou não em defesa própria. Outro dos problemas que as associações de defesa dos animais também referem é a falta de espaço para estes animais maltratados, que muitas vezes ficam na mesma à guarda de quem os maltrata.
Ao Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR (SEPNA)chegam cada vez mais queixas. Em 2016, a GNR registou 767 casos de maus tratos a animais. O número traduz uma média de dois crimes por dia e mais 112 casos face a 2015. Desde que lei entrou em vigor, o Ministério Público abriu 952 investigações — 40% das quais acabaram arquivadas. Dos 376 casos arquivados, 268 estavam relacionados com maus-tratos e 108 com abandono.
Segundo este departamento da GNR, a maioria dos crimes (55% a 60%) são cometidos contra cães e 20% a 25% contra gatos.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://observador.pt/2017/04/22/dono-condenado-a-pena-de-prisao-por-tentar-assassinar-animal/

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Se de facto é culpado, merecia bem mais do que aquilo a que foi condenado. De qualquer modo este é um caso histórico, sinal de uma evolução positiva da sociedade.