quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUC Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCNOS EUA - CAPELÃO CRISTÃO CONVERTIDO À WICCA QUEIXA-SE DE DISCRIMINAÇÃO POR PARTE DO EXÉRCITO
Farto da violência religiosa dogmática e imperialista, especialmente por causa das atitudes islâmicas, e farto também do racionalismo estéril, um capelão cristão protestante pentecostal, educado no Catolicismo e com um «masters» em Teologia num seminário baptista, acabou por converter-se à Wicca, religião pagã naturalista com certo pendor universalista (sem embargo, invoca preferencialmente Deidades célticas e nórdicas).
A partir daí, diz-se discriminado pelas Forças Armadas norte-americanas, que lhe negaram o direito de passar a ser um capelão wiccano, e até o retiraram do Iraque, onde cumpria serviço...
Retiraram-no do Iraque... por temerem a sua influência sobre os outros soldados?...
De acordo com a contagem do Pentágono, há agora mil quinhentos e onze wiccans assumidos na Força Aérea e trezentos e cinquenta e quatro nos Marines. Não há dados disponíveis a respeito do Exército e da Marinha. Os grupos wiccans fazem uma estimativa de cerca de quatro mil militares seguidores da sua religião (mais ou menos o mesmo número que os Judeus, e mais do que os muçulmanos e os do Cientismo Cristão), mas, alegadamente, muitos deles escondem a sua escolha religiosa por receio de ridicularização ou discriminação.
Um dos casos que pode ter conduzido a isto foi a polémica declaração do actual presidente Bush a respeito do tema - quando em 1999 um jornal do Texas noticiou que havia encontros regulares de wiccans na base aérea de Lackland, George W. Bush, então governador, declarou no programa «Good Morning America» (da ABC) o seguinte: «Não penso que a Feitiçaria seja uma religião, e gostava que os militares tomassem nova atenção a isto e se decidissem contra tal coisa.»
Oito anos mais tarde, o círculo wiccano desta base da Força Aérea continua a fortalecer-se e os militares estão autorizados a praticar o culto wiccano nas bases norte-americanas de todo o mundo.
Todavia, o Pentágono continua a não permitir que haja capelães da religião Wicca.
A partir daí, diz-se discriminado pelas Forças Armadas norte-americanas, que lhe negaram o direito de passar a ser um capelão wiccano, e até o retiraram do Iraque, onde cumpria serviço...
Retiraram-no do Iraque... por temerem a sua influência sobre os outros soldados?...
De acordo com a contagem do Pentágono, há agora mil quinhentos e onze wiccans assumidos na Força Aérea e trezentos e cinquenta e quatro nos Marines. Não há dados disponíveis a respeito do Exército e da Marinha. Os grupos wiccans fazem uma estimativa de cerca de quatro mil militares seguidores da sua religião (mais ou menos o mesmo número que os Judeus, e mais do que os muçulmanos e os do Cientismo Cristão), mas, alegadamente, muitos deles escondem a sua escolha religiosa por receio de ridicularização ou discriminação.
Um dos casos que pode ter conduzido a isto foi a polémica declaração do actual presidente Bush a respeito do tema - quando em 1999 um jornal do Texas noticiou que havia encontros regulares de wiccans na base aérea de Lackland, George W. Bush, então governador, declarou no programa «Good Morning America» (da ABC) o seguinte: «Não penso que a Feitiçaria seja uma religião, e gostava que os militares tomassem nova atenção a isto e se decidissem contra tal coisa.»
Oito anos mais tarde, o círculo wiccano desta base da Força Aérea continua a fortalecer-se e os militares estão autorizados a praticar o culto wiccano nas bases norte-americanas de todo o mundo.
Todavia, o Pentágono continua a não permitir que haja capelães da religião Wicca.
HINDUS CANTAM VITÓRIA PELO ABANDONO ALEMÃO DA IDEIA DE PROIBIR A SUÁSTICA NA EUROPA

Como é sabido, o actual governo alemão quis proibir o uso da suástica em toda a União Europeia, como parte da sua legislação contra a negação do holocausto.
A comunidade hindu na Europa, todavia, actuou e conseguiu que os actuais governantes dos Teutões abandonassem a sua sanha persecutória contra um símbolo eminentemente sagrado para a religião hindu.
Desta vez, o «politicamente correcto» combateu-se a si próprio e o resultado foi relativamente jeitoso...
Entretanto, este caso tem um cariz especialmente simbólico - para salvuaguardar e valorizar a verdadeira e ancestral identidade europeia, o contributo hindu pode ser útil...
ISRAEL CONVIDA HINDUS PARA REZAREM
Em suma, os Judeus já perceberam que para se defenderem do Islão, convém terem boa e sólida aliança com a Índia, a qual, para além de ser uma potência mundial, tem, pela sua história e posição geoestratégica, uma vasta e significativa experiência de resistência relativamente bem sucedida contra as islâmicas hostes.
CLÉRIGOS MUÇULMANOS DO PAQUISTÃO JUSTIFICAM RELIGIOSAMENTE AS MORTES POR RECUSA ISLÂMICA DA VACINAÇÃO
O LEVANTAR DA PONTA DO VÉU SOBRE A CRIMINALIDADE NEGRA
Eis um artigo que, apesar de insistir nos velhos lugares-comuns de atribuir os males da violência juvenil aos problemas familiares e etc., tem todavia qualquer coisa honesto e frontal sobre um dos grandes tabus dos tempos que correm: o da criminalidade negra.
Como consequência das políticas liberais de Esquerda, agrava-se este problema. No caso inglês, em concreto, que é a este que se refere o presente artigo, tais políticas foram praticadas sobretudo pela Esquerda liberal (trabalhista), mas também pela ala direita conservadora, a qual, por seu turno, não denuncia tais causas*, mesmo que ambos os lados tenham já coragem para se referir à influência destrutiva da música «rap» no que à influência juvenil diz respeito.
E não admira que assim seja, já que, como se disse acima, este é um dos maiores tabus da actualidade ocidental - e se porventura a polícia presta especial atenção a tal fenómeno, surgem facilmente processos disciplinares que destroem carreiras de agentes policiais.
Chegou-se ao ponto de abolir as leis que permitiam à polícia mandar parar e revistar suspeitos de transportarem armas ou drogas, porque tal procedimento foi considerado como uma forma de discriminação racial - como consequência, os bairros de negros começaram a perder policiamento, o que vitimou muitos negros, sem defesa perante as actividades de criminosos violentos. Verifica-se aqui como a impunidade negra fomenta o surgimento de áreas nas quais campeia a lei da selva - vai-se a Lei Europeia, fica a Lei do mais forte africano.
___
* - Do lado dos conservadores, a falta de apoio ao casamento no que aos impostos diz respeito, bem como o sistema de benefícios que criou os guetos sustentados pela segurança social; do lado da Esquerda trabalhista, o enfraquecimento da autoridade policial e jurídica.
TAXISTAS QUE NÃO TRANSPORTAM QUEM TRAGA ÁLCOOL CONSIGO
No aeroporto de Minneapolis, boa parte dos taxistas muçulmanos insiste em não transportar passageiros em cuja bagagem haja álcool - e isto mesmo apesar de haver já propostas para punir esta recusa, com suspensão por trinta dias da licença para servir no aeroporto.
No ano passado, registaram-se cerca de setenta e sete casos destes por mês.
Este é mais um episódio da colisão entre o Islão e a cultura ocidental. Veremos como se resolve...
Mas pronto, Minneapolis é lá tão longe, e nós estamos aqui em Portugal, neste cantinho abençoado que nunca teve guerras (por acaso, foi formado na e pela guerra contra a hoste islâmica, mas enfim, o mito dos «brandos costumes» bem misturadinho com o politicamente correcto, tudo «lavam»...) nunca há-de haver disso, porque a atmosfera deste rectângulo tem propriedades especiais que pacificam e harmonizam o comportamento de toda a gente, e toda a gente do planeta que venha para Portugal é porque adora a cultura portuguesa e quer fazer parte dela, pois é...
No ano passado, registaram-se cerca de setenta e sete casos destes por mês.
Este é mais um episódio da colisão entre o Islão e a cultura ocidental. Veremos como se resolve...
Mas pronto, Minneapolis é lá tão longe, e nós estamos aqui em Portugal, neste cantinho abençoado que nunca teve guerras (por acaso, foi formado na e pela guerra contra a hoste islâmica, mas enfim, o mito dos «brandos costumes» bem misturadinho com o politicamente correcto, tudo «lavam»...) nunca há-de haver disso, porque a atmosfera deste rectângulo tem propriedades especiais que pacificam e harmonizam o comportamento de toda a gente, e toda a gente do planeta que venha para Portugal é porque adora a cultura portuguesa e quer fazer parte dela, pois é...
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCEPISÓDIO DA CRISTIANIZAÇÃO DA EUROPA - ATAQUE AO TEMPLO DE DEMÉTER

Os não cristãos são considerados «repugnantes, heréticos, estúpidos e cegos». Noutro édito, Teodósio chama «insano» aos que não acreditam no Deus cristão e ilegaliza toda a discordância relativamente o dogma da Igreja.
Ambrósio, bispo de Milão, começa a destruir todos os templos pagãos da sua área. O sacerdotes cristãos lideram a multidão contra o templo da Deusa Deméter em Elêusis e tenta linchar os hierofantes (sacerdotes máximos) Nestório e Prisco. O primeiro destes, Nestório, sacerdote de noventa e cinco anos, dá por terminados os Mistérios de Elêusis e anuncia a predominância da escuridão sobre a espécie humana.
___
Há entretanto quem afirme que os Mistérios de Elêusis só foram abolidos cerca de uma década mais tarde.
FORÇAS DE SEGURANÇA RUSSAS IMPEDEM ATAQUE TERRORISTA ISLÂMICO EM MOSCOVO
Enquanto isso, a Rússia apoia o poder islâmico do Irão... a troco exactamente de quê?
A miopia política custa cara, tarde ou cedo. Também os EUA andaram anos a auxiliar as forças islâmicas do Afeganistão (e não só) e agora têm apontada contra si a mesma arma que quiseram atirar contra a União Soviética.
A miopia política custa cara, tarde ou cedo. Também os EUA andaram anos a auxiliar as forças islâmicas do Afeganistão (e não só) e agora têm apontada contra si a mesma arma que quiseram atirar contra a União Soviética.
UM RELATIVISMO JORNALÍSTICO APOIANTE DO «AUTORITARISMO»...
Comumente, o meio jornalístico está repleto de «rebeldes» de Esquerda, que gabam a liberdade de expressão contra todas as opressões e mais algumas, e que até fazem gala de serem «irreverentes» contra os «poderosos».
Mas também há jornalistas que apreciam a tranquilidadezita acima de tudo, mesmo que para isso tenham de viver oprimidos... não há?
Talvez haja sim... desde, claro está, que o opressor seja «o Outro», esse sacrossanto «Outro», o negro/islâmico, etc.. Por isso é que, ao que parece, a BBC quis fazer crer que o Islão era uma força estabilizadora na Somália, mesmo sabendo que, nesse país, a imposição da chária (lei islâmica), a qual resultava por vezes na execução pública de quem infringisse os mandamentos do Alcorão. E, além disso, até soube dar certas notícias pela metade, de maneira a que não se soubesse qual a identidade religiosa de boa parte dos criminosos que cometeram actos de pirataria ao largo do País...
Mas também há jornalistas que apreciam a tranquilidadezita acima de tudo, mesmo que para isso tenham de viver oprimidos... não há?
Talvez haja sim... desde, claro está, que o opressor seja «o Outro», esse sacrossanto «Outro», o negro/islâmico, etc.. Por isso é que, ao que parece, a BBC quis fazer crer que o Islão era uma força estabilizadora na Somália, mesmo sabendo que, nesse país, a imposição da chária (lei islâmica), a qual resultava por vezes na execução pública de quem infringisse os mandamentos do Alcorão. E, além disso, até soube dar certas notícias pela metade, de maneira a que não se soubesse qual a identidade religiosa de boa parte dos criminosos que cometeram actos de pirataria ao largo do País...
RELIGIÃO SIM... MAS ATENÇÃO À ESCOLHA RELIGIOSA DE CADA QUAL...
Eis um artigo que dá algum prazer ler, mesmo sendo cristão - trata-se duma apologia da Religião contra o materialismo cientificista, fazendo no entanto a ressalva no que ao Islão diz respeito, aqui considerado como um mal que um pouco por toda a parte do mundo faz estragos.
O autor do texto, um dos mais renomados e antigos jornalistas do «Times», tem todavia uma perspectiva cristã e, puxando a brasa à sua sardinha, trata de começar por afirmar que o Cristianismo foi sempre inimigo da escravatura.
Ora isto é falso, como se pode ler no Novo Testamento em mais duma passagem. Saliento especialmente esta:
5 Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo;
6 Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus;
7 Servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens.
6 Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus;
7 Servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens.
(Efésios)
PORTUGUESES QUEREM MAIS REFERENDOS
Contrariando a vontadezinha de certas «elites» político-culturais que tudo fazem para desacreditar os referendos, com medo da opinião popular: «Ai mas isto agora é referendos todos os dias», ouviu-se, não poucas vezes, quando se realizou o segundo... e o gran campeador da liberdade!!!, o poeta Manuel Alegre, já andava a dizer que «ah, a nossa tradição democrática é representativa, não é referendária!». Ora um esquerdista libertador e progressista-de-Abril preocupado com a «Nossa Tradição», é coisa que não se vê todos os dias, há que convir...
E porquê?
Porque, nessa altura, adivinhava-se já que a Esquerda seria derrotada nesse referendo (o da regionalização, se me não falha a memória) e vai daí a Esquerda não gosta nada de ter de perguntar ao Povo o que é que este pensa realmente... É muito mais fácil falar em nome do Povo sem ter de estar a perder tempo com o pormenor de ter de o questionar, que é uma grande maçada...
A continuação da realização de referendos é defendida por 64 por cento dos portugueses, revela o Barómetro DN/TSF/Marktest. Já 62 por cento estão de acordo com a realização de um referendo à Constituição Europeia.
A manutenção dos referendos em Portugal é apoiada por 64 por cento dos inquiridos pelo Barómetro DN/TSF/Marktest contra 25 por cento que têm opinião contrária, isto depois de três referendos com abstenção acima dos 50 por cento.
Entre os que estão a favor da realização de mais referendos estão os eleitores entre os 18 e os 34 anos, repartindo-se de forma idêntica entre votantes no PS e no PSD.
Sobre a eventual realização de um referendo relativo à Constituição Europeia, 62 por cento revelam-se a favor da realização desta consulta popular, com 71 por cento a garantirem que irão votar nesse referendo.
Mais uma vez são os mais jovens que mais se interessam por esta consulta popular, com mais de 84 por cento dos eleitores entre os 18 e os 35 anos a prometerem votar nesta consulta popular.
Oitenta por cento dos eleitores do PS prometem participar numa consulta popular sobre a Constituição Europeia, ao passo que 74 por cento dos votantes no PSD garantiram que farão o mesmo.
O estudo da Marktest apurou ainda que os assuntos europeus interessam a 86 por cento da classe alta e média/alta, mas a apenas 64 por cento da classe baixa ou média/baixa.
Ficha Técnica:
O Barómetro foi realizado pela Marktest para a TSF e DN entre 16 e 16 de Fevereiro através de 810 entrevistas por telefone fixo a maiores de idade, 425 das quais mulheres.
Das 810 entrevistas, 166 foram feitas na Grande Lisboa, 90 no Grande Porto, 178 no Interior Norte, 156 no Litoral Norte, 130 no Litoral Centro e 90 no Sul. A margem de é de 3,44 por cento para um intervalo de confiança de 95 por cento.
E porquê?
Porque, nessa altura, adivinhava-se já que a Esquerda seria derrotada nesse referendo (o da regionalização, se me não falha a memória) e vai daí a Esquerda não gosta nada de ter de perguntar ao Povo o que é que este pensa realmente... É muito mais fácil falar em nome do Povo sem ter de estar a perder tempo com o pormenor de ter de o questionar, que é uma grande maçada...
A continuação da realização de referendos é defendida por 64 por cento dos portugueses, revela o Barómetro DN/TSF/Marktest. Já 62 por cento estão de acordo com a realização de um referendo à Constituição Europeia.
A manutenção dos referendos em Portugal é apoiada por 64 por cento dos inquiridos pelo Barómetro DN/TSF/Marktest contra 25 por cento que têm opinião contrária, isto depois de três referendos com abstenção acima dos 50 por cento.
Entre os que estão a favor da realização de mais referendos estão os eleitores entre os 18 e os 34 anos, repartindo-se de forma idêntica entre votantes no PS e no PSD.
Sobre a eventual realização de um referendo relativo à Constituição Europeia, 62 por cento revelam-se a favor da realização desta consulta popular, com 71 por cento a garantirem que irão votar nesse referendo.
Mais uma vez são os mais jovens que mais se interessam por esta consulta popular, com mais de 84 por cento dos eleitores entre os 18 e os 35 anos a prometerem votar nesta consulta popular.
Oitenta por cento dos eleitores do PS prometem participar numa consulta popular sobre a Constituição Europeia, ao passo que 74 por cento dos votantes no PSD garantiram que farão o mesmo.
O estudo da Marktest apurou ainda que os assuntos europeus interessam a 86 por cento da classe alta e média/alta, mas a apenas 64 por cento da classe baixa ou média/baixa.
Ficha Técnica:
O Barómetro foi realizado pela Marktest para a TSF e DN entre 16 e 16 de Fevereiro através de 810 entrevistas por telefone fixo a maiores de idade, 425 das quais mulheres.
Das 810 entrevistas, 166 foram feitas na Grande Lisboa, 90 no Grande Porto, 178 no Interior Norte, 156 no Litoral Norte, 130 no Litoral Centro e 90 no Sul. A margem de é de 3,44 por cento para um intervalo de confiança de 95 por cento.
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCLE PEN DENUNCIA DESONESTIDADE POLÍTICA
Ainda há relativamente pouco tempo já ia nos vinte e tais por cento... ou mesmo mais além...
A respeito da «moderação» da mensagem do gordo bretão, e do seu suposto «abandono» do racismo, vale a pena lembrar o que disse ele já em 2006: «A França já não se identifica com a selecção. [...] Tem demasiados jogadores de cor.»
Enfim, nem seria surpresa nenhuma que a súcia antirra, a controlar os mé(r)dia, achasse de repente que os números precisavam de ser alterados, já se sabe como é, a desonestidade está-lhes no sangue, e até acham bem ser assim, pode até dizer-se que são sinceramente falsos...
A respeito da «moderação» da mensagem do gordo bretão, e do seu suposto «abandono» do racismo, vale a pena lembrar o que disse ele já em 2006: «A França já não se identifica com a selecção. [...] Tem demasiados jogadores de cor.»
domingo, fevereiro 25, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCRAZOÁVEL
Vídeo feito pela FN portuguesa. Não está mau de todo, apesar de a princípio se concentrar no «inimigo sionista» e nada mostrar sobre o Islão, mas enfim, o resto do produto compensa, pelo menos no que à realidade estritamente portuguesa diz respeito...
A ausência de referências ao perigo islâmico é, ainda assim, de censurar - porque, sendo Portugal uma nação europeia e ocidental, tudo o que, na generalidade, aos outros países diz respeito, acaba por se reflectir na sociedade portuguesa, directa ou indirectamente.
sábado, fevereiro 24, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCREGIFUGIUM - A EXPULSÃO DO REI ESTRANGEIRO
Dia 24 de Fevereiro é consagrado à celebração do Regifugium. Tratava-se da comemoração da fundação da República e da fuga do rei, deposto. Isto porque, em 510 a.c. - ou 243 a.u.c. - Roma deixou de ser uma monarquia quando os aristocratas latinos expulsaram o rei etrusco e instauraram um regime no qual as autoridades máximas eram dois cônsules eleitos pelo povo.
O episódio em si é especialmente significativo na medida em que diz respeito, de certa maneira, a uma forma de conflito civil que é, na verdade, um confronto étnico entre Latinos, povo de raiz indo-europeia ou ariana, fundamento de Roma, e Etruscos, gente de origem provavelmente pré-indo-europeia, isto é, não ariana, e carácter mediterrânico.
Aparentemente, os Etruscos de Roma estavam perfeitamente integrados na Romanidade; mas por trás da aparência de harmonia multicultural e multiétnica, permanecia uma inimizade entre duas estirpes, inimizade essa que nunca foi sanada e que viria a culminar neste episódio: a monarquia latina tinha já sido tomada pelo poder etrusco, que era cada vez mais tirânico, com prejuízo da aristocracia latina, a qual resolveu pura e simplesmente acabar com os reis e instituír a República, medida que, como seria de esperar, reforçou o poder dos nobres latinos.
A aristocracia autenticamente romana, ao depôr um rei estrusco - Tarquínio o Soberbo - isto é, estrangeiro, mostrou que estava disposta a pôr em causa certas instituições quando a liberdade e soberania da sua gente se encontravam ameaçadas.
Pode até mesmo dizer-se que se observa aqui um conflito de índole etno-ideológico:
- de um lado, os mediterrânicos não arianos, com uma instituição na qual um homem tem um poder imenso sobre o seu povo;
- do outro, os arianos cuja mentalidade e forma de viver aponta para um sistema político em que o poder está, tendencialmente, distribuído por todo o Povo, sem que haja aí figuras políticas idolatradas ou muito exaltadas acima do resto da população.
Parece haver aí um paralelismo com a diferença entre Gregos e orientais (Egípcios, e, também, Persas orientalizados), na medida em que os primeiros se orgulhavam da sua liberdade, ao passo que os orientais viviam subjugados por autoridades opressivas (dito por Aristóteles); também na Ibéria parece haver um contraste deste tipo, dado que os povos mediterrânicos do sul e oriente da península tinham monarquias bem rígidas, ao passo que, entre as nações indo-europeias da mesma península (no centro, norte e ocidente - Galaicos, Lusitanos, Celtici, Vaqueus, Vetões, Ástures, Cântabros, Celtiberos), não se conhece nenhuma personagem monárquica e mesmo o carismático líder Viriato foi eleito pela sua eloquência e feitos, não por se lhe reconhecer à partida qualquer espécie de direito divino sobre os demais lusitanos.
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCTERMINÁLIA
O dia 23 de Fevereiro era para os ancestrais Romanos consagrado a Terminus, o Numen dos Limites, isto é, a Força Sagrada e impessoal que presidia às fronteiras.
É representado com uma rocha, motivo pelo qual um dos modos de O honrar consistia na colocação de uma enorme pedra nas fronteiras, tal como fazem hoje os agricultores.
A Terminália é o último dia do ano sagrado, do ciclo anual dos dias religiosos - segundo Ovídio, famoso poeta latino, os ritos da Terminália são o fecho de todos os outros e incluem, cerimonialmente, a renovação e o mútuo reconhecimento da pedra de fronteira, que era o marco que delimitava as propriedades. Uma grinalda era por isso colocada nesta pedra por todos os que dividiam a terra.
Após acenderem o fogo, ofereciam-se e partilhavam-se então as frutas, os bolos e o vinho, e dedicavam-se canções de louvor a Terminus.
Também se realizava uma cerimónia num marco de pedra do templo de Júpiter Optimus Maximus, no Monte Capitolino.
Crê-se que Terminus ocupa no panteão romano uma função de raiz indo-europeia, já que parece ter correspondentes funcionais noutras tradições mítico-religiosas indo-europeias, tais como o nórdico Heimdall e os arianos Vishnu e Bhaga.
Vale a pena citar as palavras que Ovídio dedicou a esta Potestade em «Fastos» II.658-62:
«Santo Terminus, Tu defines povos e cidades e nações dentro das suas fronteiras.
Toda a terra estaria em disputa se não fosses Tu.
Não procuras cargos nem o favor de ninguém; nenhuma quantia de ouro pode corromper o Teu julgamento.
Em boa fé, Tu preservas as reivindicações legítimas às terras rurais.»
Porque, de facto, as fronteiras são sagradas - e violá-las ou querer destruí-las é normalmente considerado como crime de gravidade nunca inferior à do furto, podendo, consoante o contexto, significar até uma declaração de guerra.
E, se tal acção for cometida contra a sua própria Estirpe, a malignidade do acto atinge um nível abissal de ignomínia: não há obscenidade pior do que a traição. É neste sentido que convém hoje interpretar a lenda da fundação de Roma, em que Rómulo mata o seu irmão Remo pelo facto de este ter violado a fronteira da nova cidade, dizendo «Assim pereça todo aquele que violar as fronteiras de Roma.» Independentemente do vários significados que foram atribuídos a este episódio lendário, hoje em dia o seu valor afigura-se nítido - aquele que age contra a salvaguarda da existência e da identidade da sua própria gente, comete crime sem perdão.
Terminus é pois uma Entidade Divina de crucial relevância no tempo em que hoje se vive, quando, por acção de certa(s) doutrina(s) visceralmente pária(s) e apátrida(s), a elite política dominante no Ocidente parece admitir unanimemente, de modo declarado ou implícito, que a distância ou a divisão entre diferentes povos representa só por si um mal, motivo pelo qual se inclina para a valorização do ideal da abolição de fronteiras.
Urge pois recolocar Terminus no Seu trono, em todos os sentidos da expressão.
LAVAGEM CEREBRAL - E LAVAGEM ETNO-HISTÓRICA
Os partidos religiosos da Assembleia Nacional do Paquistão opõem-se a que o passado pré-islâmico do Povo seja ensinado nas escolas.
Esta exigência religiosa islamista inclui també um protesto contra a inclusão de capítulos sobre o Hinduísmo, o Budismo e o antigo imperador Chandragupta Maurya nos livros de História do programa de certos anos lectivos.
Quando a ministra da educação do vigente executivo os acusa de quererem ignorar o passado glorioso do País, a resposta dos religiosos é tão simples e esclarecedora quanto isto: «Essa pode ser a vossa História... a nossa História começa em Meca e em Medina» (as cidades donde partiu o Islão).
Eis um exemplo de como o fanatismo religioso universalista semita preconiza o desprezo absoluto, aniquilador, das heranças históricas e étnicas das nações no seio das quais se estabelece.
Dum modo muito mais subtil, o Cristianismo fez o mesmo na Europa. E talvez essa tendência não seja estranha ao menosprezo geral não declarado que em Portugal se tem para com tudo o que seja pré-medieval, isto é, anterior ao domínio cristão da Ibéria.
Esta exigência religiosa islamista inclui també um protesto contra a inclusão de capítulos sobre o Hinduísmo, o Budismo e o antigo imperador Chandragupta Maurya nos livros de História do programa de certos anos lectivos.
Quando a ministra da educação do vigente executivo os acusa de quererem ignorar o passado glorioso do País, a resposta dos religiosos é tão simples e esclarecedora quanto isto: «Essa pode ser a vossa História... a nossa História começa em Meca e em Medina» (as cidades donde partiu o Islão).
Eis um exemplo de como o fanatismo religioso universalista semita preconiza o desprezo absoluto, aniquilador, das heranças históricas e étnicas das nações no seio das quais se estabelece.
Dum modo muito mais subtil, o Cristianismo fez o mesmo na Europa. E talvez essa tendência não seja estranha ao menosprezo geral não declarado que em Portugal se tem para com tudo o que seja pré-medieval, isto é, anterior ao domínio cristão da Ibéria.
HISTÓRIA VIVA - EPISÓDIO DA CONQUISTA MUÇULMANA DO REINO UNIDO
O Muslim Council of Britain, ou Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha (MCB) editou um guia de mais de setenta páginas para ajudar os professores ingleses a lidar com os alunos muçulmanos das escolas públicas em que os muçulmanos constituam já maioria.
O autor do documento disse:
«Não se trata de tratamento especial ou separado. Trata-se de reconhecer as necessidades das crianças muçulmanas. Não estamos a pedir a todas as escolhas que façam isso, apenas àquelas em que haja uma maioria de muçulmanos.»
Aqui pode ler-se a lista das «necessidades das crianças muçulmanas» - uma catrefa de prescrições, isto é, de obrigações…
E, claro, nesta lista das necessidades, há uma série de exigências que se fazem às escolas públicas inglesas – treino halal dos cozinheiros, espaços para orações, casas de banho com áreas para os muçulmanos se lavarem, ajuste das aulas sobre relações sexuais para momentos específicos, agendas de testes determinadas pelas necessidades religiosas muçulmanas, etc….
O autor do documento disse:
«Não se trata de tratamento especial ou separado. Trata-se de reconhecer as necessidades das crianças muçulmanas. Não estamos a pedir a todas as escolhas que façam isso, apenas àquelas em que haja uma maioria de muçulmanos.»
Aqui pode ler-se a lista das «necessidades das crianças muçulmanas» - uma catrefa de prescrições, isto é, de obrigações…
E, claro, nesta lista das necessidades, há uma série de exigências que se fazem às escolas públicas inglesas – treino halal dos cozinheiros, espaços para orações, casas de banho com áreas para os muçulmanos se lavarem, ajuste das aulas sobre relações sexuais para momentos específicos, agendas de testes determinadas pelas necessidades religiosas muçulmanas, etc….
E para que é isto tudo?
Para ajudar os muçulmanos a «integrarem-se»...
É como se costuma dizer: «Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé».
Ou seja, se os muçulmanos não se conseguem adaptar ao modo de vida ocidental, é o sistema ocidental que tem de se adaptar aos muçulmanos... pois...
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCPRESIDIÁRIO NORTE-AMERICANO FAZ EXIGÊNCIAS RELIGIOSAS PAGÃS


A Asatru tem mais de dez mil praticantes nos EUA, mas não está organizada, pelo que se torna difícil apontar um número exacto de membros, afirma Mike Murray, que pratica este credo há mais de quarenta anos e mantém o site asatru.org. «Não há nenhum líder religioso supremo. É mais ou menos a um nível pessoal, mesmo que haja grupos que se reúnam e se auto-denominem "kindreds". E eu sei que há centenas deles» assegura, em entrevista telefónica.
O referido site por si gerido informa que a Asatru é a religião original, pré-cristã, dos povos da Europa do norte cujos membros seguem os Deuses e Deusas da Asatru e acreditam numa energia ou essência divina fundamental, subjacente, que tudo penetra e que está geralmente escondida das pessoas, situando-se para além do entendimento imediato humano.
Alguns especialistas em religião argumentam que esta religião pagã pode ser interpretada como encorajamento à violência e está a tornar-se popular entre os presidiários. O próprio Hoadley é culpado dum crime de homicídio que inclui peripécias particularmente grotescas. Os seus cúmplices confessaram já a sua culpa e foram sentenciados à pena de morte.
Alguns aderentes da Asatru, também chamada «Odinismo» (de Odin, o Deus Máximo, Senhor da Sabedoria, da Magia e dos mortos em combate), afirmam por seu turno que esta religião é por vezes mal compreendida e que a maioria dos aderentes presidiários não a usa para dinamizar as suas intenções violentas.
Entretanto, certos líderes religiosos e especialistas das prisões concordam em dizer que a ligação desta fé à mitologia Viking, atrai presidiários que procuram poder, protecção e unidade.
Não se sabe ao certo quantos presos seguem a Asatru. Pensa-se de qualquer modo que a sua popularidade foi grandemente promovida quando o Supremo Tribunal deu em 2005 razão a um presidiário asatruar ao apoiar uma lei federal que requer às prisões estatais a adaptação às filiações religiosas dos presidiários.
IGREJAS PERDEM TERRENO NO REINO UNIDO
Boa parte da queda da Cristandade deve-se ao avanço do Islão, o que é evidentemente preocupante - mas convém notar que por mais rápido que seja o crescimento da fé de origem árabe, o que é certo é que o recuo da doutrina do Crucificado se torna ainda mais lesto do que a citada disseminação do Islão, o que indica que, independemente dos efeitos religiosos da iminvasão demográfica islâmica, os Europeus estão de facto a deixar o culto do Judeu Morto para trás.
MINISTRA PAQUISTANESA ASSASSINADA POR NÃO USAR O VESTUÁRIO ISLÂMICO
Não encontrei esta notícia em parte nenhuma dos grandes mé(r)dia tugas.
Se há pouco me custava a acreditar que em Amsterdão já houvesse atitudes publicamente obscenas como a das autoridades da cidade, agora até me passou pela cabeça que toda a imprensa tuga estivesse combinada para me pregar uma partida de Carnaval. A mim, em especial, autor deste blogue. É porque não há outra explicação plausível para uma omissão destas.
Não acreditei, nem consigo acreditar, que toda a imprensa tuga esteja completa, rigorosa, absoluta, inequívoca e inteiramente caladinha sobre o assassinato duma ministra dum dos maiores e mais populosos países islâmicos do planeta, sendo também o único Estado muçulmano que possui armas nucleares.
Eu pura e simplesmente não acredito que os média deste País estejam de tal modo disciplinados pelo politicamente correcto que cheguem ao ponto de silenciarem uma notícia destas unanimemente.
Não acredito, não acredito, não acredito, é demais, é subserviência demais perante o Islão e perante a mentira da «harmonia das civilizações», é demais, é realmente demais, não parece real de maneira nenhuma.
E, por via de dúvidas, ou porque pode acontecer que entretanto o site desapareça, vou fazer copy paste e colocar aqui a notícia em Inglês. Está no Times. O Times é um jornal de referência a nível mundial. Isto prova que não estou a inventar a notícia.
A Pakistani minister and woman’s activist has been shot dead by an Islamic extremist for refusing to wear the veil.
Zilla Huma Usman, the minister for social welfare in Punjab province and an ally of President Pervez Musharraf, was killed as she was about to deliver a speech to dozens of party activists, by a “fanatic”, who believed that she was dressed inappropriately and that women should not be involved in politics, officials said.
Mrs Usman, 35, was wearing the shalwar kameez worn by many professional women in Pakistan, but did not cover her head.
The attack happened in Gujranwala, 120 miles southeast of Islamabad, where the minister’s office is based. As Ms Usman, 35, stepped out of her car – where she was greeted by her co-workers throwing rose petals - the attacker pulled out a pistol and fired a single shot at close range, hitting her in the head. She was airlifted to hospital in the provincial capital Lahore, but died soon afterwards.
The gunman, Mohammad Sarwar, was overpowered by the minister’s driver and arrested by police. A stone mason in his mid 40s, he is not thought to belong to any radical group but is known for his fanaticism. He was previously held in 2002 in connection with the killing and mutilation of four prostitutes, but was never convicted due to lack of evidence.
Mr Sarwar appeared relaxed and calm when he told a television channel that he had carried out God’s order to kill women who sinned. “I have no regrets. I just obeyed Allah’s commandment,” he said, adding that Islam did not allow women to hold positions of leadership. “I will kill all those women who do not follow the right path, if I am freed again,” he said.
“He is basically a fanatic,” Raja Basharat, the Punjab Law Minister, said. “He is against the involvement of women in politics and government affairs.” A police statement added: “He considers it contrary to the teachings of Allah for a woman to become a minister or a ruler. That’s why he committed this action.”
“He killed her because she was not observing the Islamic code of dress. She was also campaigning for emancipation of women,” said Nazir Ahmad, a local officer.
Ms Usman, a married mother of two sons, joined the pro-Musharraf Pakistan Muslim League after being elected in 2002. A strong supporter of the President’s policy of “enlightened moderation” - designed to tackle extremism - she was appointed to her current post in December last year according to her government biography.
In April 2005, she encouraged the holding of a mini-marathon involving female competitors in Gujranwala – an event which led to riots after police intervened to stop armed Islamic activists from disrupting the race. She also ran a small fashion business from her base in the town.
Shaukat Aziz, the Prime Minister, paid tribute to the minister, describing her as a “committed and dedicated politician”. “During her short span as minister, she took several steps for the welfare of the people of Punjab,” he said. Zobaida Jalal, the federal Minister for Social Welfare, added that Ms Usman’s death was an “unbearable loss to the cause of women rights and their empowerment”.
General Musharraf, whose support for the US-led war on terror has caused consternation among Pakistan's hardline elements, has promised to address women’s rights as part of his more moderate agenda.
But analysts said that the murder of the female minister highlighted the failure of his government in curbing Islamic extremism. The Human Rights Commission of Pakistan in a recent report said that violence against women had increased alarmingly, with some of the incidents incited by Mullahs opposed to women’s emancipation.
Islamists also campaigned against the Women Protection Bill which was recently passed by parliament, which seeks to provide protection to women who have suffered discrimination under Islamic Sharia laws.
Women make up just over 20 per cent of the lower house of parliament, according to the country’s main human rights group, and there are three women ministers in the cabinet of the federal government.
But widespread discrimination against females continues to be a problem in what remains a male-dominated society, particularly in the countryside, where most Pakistanis live.
Eu pura e simplesmente não acredito que os média deste País estejam de tal modo disciplinados pelo politicamente correcto que cheguem ao ponto de silenciarem uma notícia destas unanimemente.
Não acredito, não acredito, não acredito, é demais, é subserviência demais perante o Islão e perante a mentira da «harmonia das civilizações», é demais, é realmente demais, não parece real de maneira nenhuma.
E, por via de dúvidas, ou porque pode acontecer que entretanto o site desapareça, vou fazer copy paste e colocar aqui a notícia em Inglês. Está no Times. O Times é um jornal de referência a nível mundial. Isto prova que não estou a inventar a notícia.
A Pakistani minister and woman’s activist has been shot dead by an Islamic extremist for refusing to wear the veil.
Zilla Huma Usman, the minister for social welfare in Punjab province and an ally of President Pervez Musharraf, was killed as she was about to deliver a speech to dozens of party activists, by a “fanatic”, who believed that she was dressed inappropriately and that women should not be involved in politics, officials said.
Mrs Usman, 35, was wearing the shalwar kameez worn by many professional women in Pakistan, but did not cover her head.
The attack happened in Gujranwala, 120 miles southeast of Islamabad, where the minister’s office is based. As Ms Usman, 35, stepped out of her car – where she was greeted by her co-workers throwing rose petals - the attacker pulled out a pistol and fired a single shot at close range, hitting her in the head. She was airlifted to hospital in the provincial capital Lahore, but died soon afterwards.
The gunman, Mohammad Sarwar, was overpowered by the minister’s driver and arrested by police. A stone mason in his mid 40s, he is not thought to belong to any radical group but is known for his fanaticism. He was previously held in 2002 in connection with the killing and mutilation of four prostitutes, but was never convicted due to lack of evidence.
Mr Sarwar appeared relaxed and calm when he told a television channel that he had carried out God’s order to kill women who sinned. “I have no regrets. I just obeyed Allah’s commandment,” he said, adding that Islam did not allow women to hold positions of leadership. “I will kill all those women who do not follow the right path, if I am freed again,” he said.
“He is basically a fanatic,” Raja Basharat, the Punjab Law Minister, said. “He is against the involvement of women in politics and government affairs.” A police statement added: “He considers it contrary to the teachings of Allah for a woman to become a minister or a ruler. That’s why he committed this action.”
“He killed her because she was not observing the Islamic code of dress. She was also campaigning for emancipation of women,” said Nazir Ahmad, a local officer.
Ms Usman, a married mother of two sons, joined the pro-Musharraf Pakistan Muslim League after being elected in 2002. A strong supporter of the President’s policy of “enlightened moderation” - designed to tackle extremism - she was appointed to her current post in December last year according to her government biography.
In April 2005, she encouraged the holding of a mini-marathon involving female competitors in Gujranwala – an event which led to riots after police intervened to stop armed Islamic activists from disrupting the race. She also ran a small fashion business from her base in the town.
Shaukat Aziz, the Prime Minister, paid tribute to the minister, describing her as a “committed and dedicated politician”. “During her short span as minister, she took several steps for the welfare of the people of Punjab,” he said. Zobaida Jalal, the federal Minister for Social Welfare, added that Ms Usman’s death was an “unbearable loss to the cause of women rights and their empowerment”.
General Musharraf, whose support for the US-led war on terror has caused consternation among Pakistan's hardline elements, has promised to address women’s rights as part of his more moderate agenda.
But analysts said that the murder of the female minister highlighted the failure of his government in curbing Islamic extremism. The Human Rights Commission of Pakistan in a recent report said that violence against women had increased alarmingly, with some of the incidents incited by Mullahs opposed to women’s emancipation.
Islamists also campaigned against the Women Protection Bill which was recently passed by parliament, which seeks to provide protection to women who have suffered discrimination under Islamic Sharia laws.
Women make up just over 20 per cent of the lower house of parliament, according to the country’s main human rights group, and there are three women ministers in the cabinet of the federal government.
But widespread discrimination against females continues to be a problem in what remains a male-dominated society, particularly in the countryside, where most Pakistanis live.
«TIREM-NOS ESSA CRUZ DA FRENTE DA NOSSA MESQUITA - É UMA OFENSA TERMOS DE A VER AO PÉ DO NOSSO TEMPLO»
O leitor pode não acreditar, eu próprio tive de ler duas vezes porque me pareceu que algo me escapava - já sei há muito tempo que a rendição abjecta perante o Islão está mais ou menos instituída em certos círculos político-culturais ocidentais, mas não pensei que já estivesse tão bem estabelecida que se chegasse a verificar, ainda em 2007, exemplos tão grosseiros e estereotipados como este: as autoridades decidiram remover uma cruz branca dum monumento dedicado aos mortos da II Grande Guerra, situado em frente a uma nova mesquita.
Ou seja, os muçulmanos conseguiram iniciar a construção duma grande mesquita numa das principais cidades holandesas, Amsterdão; e exigiram que uma cruz dum edifício em frente à mesquita fosse removida; e as autoridades da cidade aceitaram essa exigência.
Naturalmente que a polémica instalou-se no País e os protestos não se fizeram esperar; por isso, as autoridades da Veneza do norte europeu resolveram recuar na sua atitude «harmoniosa e progressista», tendo recentemente declarado que afinal o gigantesco crucifixo vai voltar ao seu local de origem.
Resta saber até quando...
A população islâmica aumenta a olhos vistos. E se, já nesta altura, têm a arrogância inacreditavelmente descarada de fazer exigências desta índole, o que é que não estará para vir...
Ou seja, os muçulmanos conseguiram iniciar a construção duma grande mesquita numa das principais cidades holandesas, Amsterdão; e exigiram que uma cruz dum edifício em frente à mesquita fosse removida; e as autoridades da cidade aceitaram essa exigência.
Naturalmente que a polémica instalou-se no País e os protestos não se fizeram esperar; por isso, as autoridades da Veneza do norte europeu resolveram recuar na sua atitude «harmoniosa e progressista», tendo recentemente declarado que afinal o gigantesco crucifixo vai voltar ao seu local de origem.
Resta saber até quando...
A população islâmica aumenta a olhos vistos. E se, já nesta altura, têm a arrogância inacreditavelmente descarada de fazer exigências desta índole, o que é que não estará para vir...
Ou muito me engano ou a queda dos crucifixos será o menor dos problemas dos Europeus.
POLÍCIA RELIGIOSA DA MALÁSIA QUER AGIR COMO «GRANDE IRMÃO» ORWELLIANO
É a versão islâmica do «big brother»...
O que continua a fascinar-me é a completa ausência de qualquer referência a este tipo de notícias nos mé(r)dia tugas. É como se se vivesse noutro mundo...
A COMUNIDADE MUÇULMANA COMO GRUPO POLÍTICO
Eis aqui um bom exemplo de como a vida dos Europeus pode sofrer a influência de grupos alienígenas cujos interesses são estranhos à Europa:
Recomendo que se continue a ler o texto, dando especial atenção a esta passagem:
«A todo ello hay que sumarse la declaración del ex presidente José María Aznar acerca de la necesidad de que los musulmanes pidan perdón “por haber ocupado España durante ocho siglos”, lo que demuestra que sus conocimientos históricos parecen haber sido extraídos de un comic de los que en épocas franquistas vendían la versión del “árabe invasor” ignorando así la tesis más creíble de la presencia de un “musulmán oriundo”, bien por conversión o por su largo asentamiento en España, que integró la cultura y civilización de Al Andalus, notoria por la brillantez de su pensamiento. »
Repare-se na maneira «subtil», «culta» e «harmonizadora» com que o agachado de Alá se esforça por contornar o facto histórico de que a Ibéria foi realmente invadida pelas forças militares vindas do norte de África islâmico... e que os resistentes Gótico-Hispano-Romanos foram batidos num primeiro embate mas deram depois início a uma campanha vitoriosa que durou séculos...
E agora o ainda mais subtil puxar de galões:
«El hecho de que la Iglesia Católica haya sido hasta ahora la única beneficiaria de esta normativa ya no tiene una justificación en la realidad social, que muestra un continuo incremento en el número de seguidores de otras confesiones –como la judía, la protestante y la musulmana- debido tanto a la inmigración(...)»
Isto é os representantes da hoste de Mafoma a afirmarem publicamente que, devido à imigração (e não só), estão a ganhar força em Espanha - por via da força do número, começam a poder fazer exigências.
COMUNICADO DO GRUPO DOS AMIGOS DE OLIVENÇA - APRESENTAÇÃO DE «OLIVENÇA NO LABIRINTO DA SAUDADE»
Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org
Divulgação 3-2007
No próximo dia 23-02-2007 (Sexta-Feira), às 21:30 horas, na Biblioteca Municipal de Grândola, será apresentado o livro OLIVENÇA NO LABIRINTO DA SAUDADE, pelo seu co-autor CARLOS CONSIGLIERI, da Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença.
A sessão é organizada por Diogo Ventura e tem o apoio da Câmara Municipal de Grândola.
Convidam-se todos os amigos e apoiantes da causa de Olivença a participarem na iniciativa.
http://bmgrandola.blogspot.com/2007/02/apresentao-de-livro.html
Lx., 21-02-2007.
SI/Grupo dos Amigos de Olivença
__________________
Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa
www.olivenca.org
olivenca@olivenca.org
Tlm. 96 743 17 69 - Fax. 21 259 05 77
www.olivenca.org
Divulgação 3-2007
No próximo dia 23-02-2007 (Sexta-Feira), às 21:30 horas, na Biblioteca Municipal de Grândola, será apresentado o livro OLIVENÇA NO LABIRINTO DA SAUDADE, pelo seu co-autor CARLOS CONSIGLIERI, da Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença.
A sessão é organizada por Diogo Ventura e tem o apoio da Câmara Municipal de Grândola.
Convidam-se todos os amigos e apoiantes da causa de Olivença a participarem na iniciativa.
http://bmgrandola.blogspot.com/2007/02/apresentao-de-livro.html
Lx., 21-02-2007.
SI/Grupo dos Amigos de Olivença
__________________
Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa
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terça-feira, fevereiro 20, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCENTRUDO PORTUGUÊS


O verdadeiro Carnaval português é assim, caros leitores - uma época do ano marcada pela fantasia invernal das máscaras e do segredo, do deboche e da troça, quando se pode dizer tudo o que se quiser sobre quem se quiser, como é disso exemplo a tradição, existente em numerosas aldeias portuguesas, de haver grupos de jovens mascarados, usualmente caretos, a declamar publicamente versos de mofa sobre cada uma das pessoas da população local, satirizando vícios e torpezas.
É também um tempo de primeiras boas-vindas à Primavera, motivo pelo qual costuma haver uma ou mais figuras andrajosas («a velha», ou «o velho») a representar o Ano Velho, que urge expulsar e substituir pelas forças da Vida, pujantes e joviais. Daí os numerosos «enterros» que por este País se celebram nesta altura do ano - o «enterro do velho», ou o «enterro do galo», «enterro do Entrudo», «enterro do João», bem como o «enterro do bacalhau», o qual por vezes é afogado ou despedaçado a tiro; de salientar também os combates Inverno/Verão, teatralizados com batalhas carnavalescas entre jovens floridos e figuras andrajosas, demoníacas ou decadentes.
Conforme diz o antropólogo Aurélio Lopes em «A Face do Caos - ritos de subversão na tradição portuguesa» (Garrido Editores), página 139 e seguintes:
Muitas destas paródias herdaram a simbologia, em tempos passados usual, da destruição ritual do símbolo do ano e do tempo que terminam, personificado muitas vezes no Inverno que declina. Para aí remente, num contexto secular, toda a panóplia de «velhos», «comadres», «judas» e «intrudos» que, dando corpo a identificações e funcionalidades modernas, incidem numa raiz ancestral, niilista e regeneradora.
Algumas vezes são bonecos de palha antropomorfos, figuras vestidas ou não de roupas velhas, que se expõem publicamente, afogam, queimam, enforcam, despedaçam ou enterram nos grandes festivais de Inverno quem em tempos se realizavam e esporadicamente ainda se realizam, um pouco por todo o País.
De acordo com o mesmo autor, outro dos elementos destas celebrações caóticas eram as «batalhas» entre sexos - grupos de rapazes contra grupos de raparigas, cada qual procurando queimar o boneco de palha do oponente, enquanto teciam versos jocosos e insultuosos. Vale a pena exemplificar com algumas das quadras ouvidos no Alto Alentejo:
«As Comadres já morreram
Dentro duma caixinha
Vieram os ratos
Rataram-lhes as passarinhas.»
Resposta das raparigas:
«Os Compadres já morreram
Dentro dum baú
Vieram os ratos
Rataram-lhes o cu.»
Outras:
«Vivam as senhoras comadres
Encerradas na cortiça
A velha alça a perna
O velho mete a chouriça.»
E estas, não já no Alentejo, mas no norte da Beira Alta, no famoso Entrudo de Lazarim:
«Rapazes de Lazarim
Sois todos uma canalha
Com o fumo do tabaco
No corpo tudo vos falha»
(...)
«E ainda te digo mais
Meu cabeça de avelã
Agarras-te muito à gorda
Mas tu gostas é da irmã»
(...)
«Tende cuidado com o burro
Que ele é muito abonado
Se a dele não chegar
Tendes aqui mais um bocado»
(...)
«Vais então ter casamento
Até que enfim sais de casa
Pois já há muito tempo
Tens a passareta em brasa.»
Etc...
A propósito de Lazarim, é realmente digno de leitura o relato que uma norte-americana faz da sua visita a Lazarim durante esta quadra festiva e observar o seu maravilhamento perante uma festa carnavalesca que nada tem a ver, na forma, com a do Brasil, mas que, reconhece a autora, está na sua raiz e mergulha a sua origem na ancestralidade céltica de Portugal.
Para uma panorâmica mais abrangente do Carnaval português, dê-se uma vista de olhos a este magnífico site de recolha etnográfica.
Igualmente valiosa é esta página, com uma descrição sintética e generalista de alguns dos Entrudos mais típicos do País, entre os quais o de Lazarim.





segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCDIVAGAÇÕES SOBRE O CARNAVAL...

Contemplem.














Carnaval, celebração de raiz porventura arcaica, essencialmente semelhante à Saturnália, mas com traços de outras festividades pagãs, nomeadamente da Lupercália, aqui descrita há poucos dias, e da Bacanália, na qual, ao mesmo tempo em que o líquido de Baco descia as gargantas e subia às cabeças, se podia dizer e fazer toda a sorte de deboches.
O Carnaval é efectivamente um tempo de pura descontracção, em que se pode fazer, dizer e até ser» virtualmente tudo «o que se quiser» - com os limites que a sociedade actual impõe, relativizando sempre o sentido do total que algumas festas poderiam ter originalmente, pois que, numa época em que são sempre precisos polícias, médicos, enfermeiros, etc., não se pode esperar que todos estejam ao mesmo tempo envolvidos numa dada celebração, como bem notou Roger Caillois em «O Homem e o Sagrado».
No antigo calendário romano, Fevereiro era o último mês do ano, época de contacto com os mortos, de purificação da cidade - é daí que vem o nome Fevereiro, de Februus, Deus Subterrâneo dos Mortos e das Riquezas - tendo assim um ambiente similar ao do Halloween céltico (Samhain, na língua irlandesa), o qual é, para os Celtas, a passagem de um ano para outro.
Neste extremo ocidente europeu, o Entrudo está actualmente muito influenciado pela cultura brasileira, o que contribui para um empobrecimento da tradição carnavalesca nacional: um povo sem orgulho, acabrunhado, deixa-se colonizar também nisto, especialmente quando a ideia de que a versão carioca de tal festividade «é que é o Carnaval por excelência» parece estabelecida como um facto indiscutível, e «toda a gente» a considera melhor que todas as outras.
E tal colonização, verdadeiramente kitsch porque feita com base na diluição da identidade cultural nacional, passa por cima até do mais prosaico bom senso - chega a infringir as mais elementares regras da sensatez no que ao clima diz respeito. Cá, ainda é Inverno e, por conseguinte, a tradição de cá não consistia em exibir descomunais coxas, tantas vezes invernalmente anafadas, trajadas com roupas que deixam as pobres moçoilas semi-nuas a gramar um frio ventoso pelas carnes adentro.
Parece-me a propósito disto pertinente observar a diferença radical entre o Carnaval brasileiro e os Carnavais europeus - por mais diferenças que se verifiquem entre estes últimos, há algo que os caracteriza em comum por oposição ao do Rio de Janeiro: trata-se, quanto a mim, da valorização do não manifesto, do oculto, do acto de esconder.
A festividade carnavalesca brasileira é típica do Verão - com efeito, realiza-se numa altura em que o hemisfério sul vive o pico da estação quente. Por conseguinte, a celebração pauta-se pela abertura, pela exuberância da extroversão absoluta.
As festividades carnavalescas europeias, pelo contrário, são festas típicas do Inverno - têm lugar numa época do ano em que o hemisfério norte vive ainda na estação fria. Em assim sendo, tais celebrações caracterizam-se pela ocultação, pela exuberância duma introversão virada do avesso, ou seja, exibida perante os olhos de todos - e é isso a máscara.
Não deixa entretanto de ser curioso o seguinte - tornou-se lugar-comum a noção de que os Brasileiros, e demais latino-americanos, são especialmente extrovertidos (traço eventualmente africano, também presente nos EUA), ao passo que a Europa tende para a introversão - e quanto mais geograficamente afastados de África, mais introvertidos são os Europeus, com a estranha excepção do caso português, que, situando-se territorialmente no sul do continente, pauta-se todavia por uma marcada introversão, visível desde logo na sua pronúncia, que se assemelha genericamente à do gélido leste europeu.
Ora o Carnaval é, por excelência, a festa da quebra das regras, da excepção - faz-se nesta altura o que não se pode fazer durante o resto do ano.
Não obstante, os Brasileiros têm nesta época, não um momento de excepção, mas sim de intensificação do que já são no resto do ano; quanto aos Europeus, dão-se ao festejo desbragado, não raras vezes debochado, mas a coberto de máscaras.

Em suma: se «o Natal é quando um homem quiser», o Carnaval não o será menos...
Introversão e cultura europeia versus extroversão sul-americana: enquanto no Rio de Janeiro anda tudo ao léu, como na praia, em Veneza, por exemplo, vive-se um momento feérico, gerado pelo encontro da bizarria das refinadas máscaras (cujo potencial erótico e bizarro foi particularmente explorado em «Eyes Wide Shut», ou «Olhos Bem Fechados», de Stanley Kubrick) com o nevoeiro, que, segundo parece, é na cidade dos Vénetos frequente.

Bom seria, digo eu, que o carnaval português, em vez de receber a influência brasileira, tivesse ficado mais parecido com o veneziano. É que Lisboa até tem a sua névoa e o seu ar melancólico, sóbrio, triste segundo alguns, mas que, visto de outro modo, pode esconder mistérios e riquezas insuspeitadas. Tal atmosfera não tem muito a ver com roupagens verde-e-amarelo e com desfiles à maneira rio-de-janeirista, mas combina perfeitamente com o cenário construído pela máscara veneziana. Em Portugal, nos saudosos anos setenta e princípios dos anos oitenta, antes da maciça influência brasileira, as pessoas mascaravam-se a rigor (e tinham ainda menos dinheiro do que têm hoje), encarnando certas e determinadas personagens da realidade ou da fantasia; e eram incontáveis os que, mesmo não usando uniformes, acabavam todavia por ajustar a sua caraça de modo a bem esconder as respectivas ventas. Assim é que era o carnaval português.
Portanto, cambada leitora, vão depressa comprar fatos de super-homens, batmans, homens-aranhas, esqueletos, dráculas, astronautas, políticos, cavaleiros medievais, centuriões romanos, etc.. Olhem que a vida são dois dias e o carnaval são três... e um já passou.
E amanhã ponho aqui mais umas imagens, mas do Carnaval português...
MEMÓRIAS DO INÍCIO DO ATAQUE AO FUNDAMENTO ESPIRITUAL DA EUROPA
No dia 19 de Fevereiro de 356, o imperador Constâncio II ordenou que todos os templos pagãos fossem fechados e todas as estátuas pagãs fossem removidas.
Argumenta-se que tal medida deu a aprovação tácita aos cristãos para perseguirem o Paganismo.
Constâncio II tinha, anos antes, ordenado o massacre do seu tio e descendentes. Desta chacina salvou-se Juliano.Enquanto viveu sob a alçada do primo, Juliano ocultou a sua índole pagã - mas, a dada altura, tornou-se César e, eleito imperador pelos seus soldados romanos gauleses, dispôs-se a enfrentar Constâncio em batalha, o qual, já pronto para o inevitável embate, acabou entretanto por morrer de febre em 361 antes que o combate fosse travado. Tal facto levou Juliano ao poder, que, de 361 até 363, restaurou os cultos pagãos em todo o Império.
A RESPEITO DO RELATIVISMO CULTURAL E DO QUE FREQUENTEMENTE SE ESCONDE POR DETRÁS DE TAL FERRAMENTA IDEOLÓGICA
Porque no fundo é isto que, a propósito deste caso ou doutros, a súcia politicamente correcta quer impor ao Homem Ocidental - «aprender a hesitar», ou seja, torná-lo incapaz de agir de acordo com a sua própria cultura, e esta impotência é produzida através daquilo a que a que Alain de Benoist chamaria «mito incapacitante», pelo menos nos tempos em que escreveu «Nova Direita, Nova Cultura».
Naturalmente que cada Povo deve ter o direito de viver de acordo com os seus princípios, por mais diferentes ou chocantes que pareçam ao observador ocidental. Mas do que não deve haver dúvida alguma, em momento algum, é que, no Ocidente, o único juízo de valor aceitável quando se legisla é aquele que se basear na cultura ocidental - e que nenhuma cedência nesse campo é sequer minimamente admissível. Porque o vetusto ditado popular «Para lá do Marão, mandam os que lá estão» é válido para os dois (ou mais) lados.
domingo, fevereiro 18, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCPARA QUE OS NACIONALISTAS DAS VÁRIAS ETNIAS SE UNAM CONTRA AS FORÇAS DA GLOBALIZAÇÃO...
Eis um artigo que decerto agradará aos anti-sionistas e anti-americanos do costume - ou, pelo menos, agradar-lhes-á a princípio: uma judia que diz aos Judeus para deixarem de fazer «panelinha»* nos EUA em prol do lóbi islâmico albanês e perceberem que a Sérvia está na mesma posição que Israel, atacada pelos mesmos inimigos, merecendo de facto ser salvaguardada e respeitada.
A autora do artigo salienta as manipulações me(r)diáticas que se fizeram no Ocidente contra os Sérvios e faz notar que, de acordo com uma equipa de observadores do terreno, não foi encontrada uma só sepultura colectiva de albaneses chacinados por Sérvios.
___
* Para quem não sabe, «fazer panelinha» é a expressão do Português vernáculo para dizer «lóbi».
A autora do artigo salienta as manipulações me(r)diáticas que se fizeram no Ocidente contra os Sérvios e faz notar que, de acordo com uma equipa de observadores do terreno, não foi encontrada uma só sepultura colectiva de albaneses chacinados por Sérvios.
___
* Para quem não sabe, «fazer panelinha» é a expressão do Português vernáculo para dizer «lóbi».
PROGRESSO DO RADICALISMO NO PAQUISTÃO
No Paquistão, avança a agenda islamista radical.
Agora, até já os barbeiros duma determinada região do país estão «proibidos» de fazerem a barba aos seus clientes, sob ameaça de morte... e não há autoridade que os proteja.
Naturalmente que isto não é nada de novo - também sucedia no Afeganistão sob o domínio dos talibã.
A diferença, de monta, é que o Afeganistão é um país pobre e sem poder, ao passo que o Paquistão é segundo maior Estado islâmico e possui já a arma nuclear...
Agora, até já os barbeiros duma determinada região do país estão «proibidos» de fazerem a barba aos seus clientes, sob ameaça de morte... e não há autoridade que os proteja.
Naturalmente que isto não é nada de novo - também sucedia no Afeganistão sob o domínio dos talibã.
A diferença, de monta, é que o Afeganistão é um país pobre e sem poder, ao passo que o Paquistão é segundo maior Estado islâmico e possui já a arma nuclear...
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Sáturnes, 05 de Abril de 2778 AUCPOEMA DE ATAQUE
A mais recente polémica do Canadá está a ser causada pela divulgação dum poema publicado num jornal árabe e que circula agora pela internet. Trata-se de meia dúzia de versos escrevinhados por uma imigrante libanesa que dizem mais ou menos isto:
«O meu véu não é um lenço para a cabeça
É a minha pele
A minha modéstia, a minha dignidade, o meu respeito
E se tu, mulher imigrante de velha geração
Tu não tens nem fé nem lei
E passaste a tua juventude bêbada
E andaste de homem em homem
Não é o meu caso.»
Há evidentemente quem afirme que se trata dum insulto às mulheres não muçulmanas. O que, de resto, não surpreende nada, pois que, para o Islão, a mulher infiel é como uma prostituta.
A autora defende-se das acusações dizendo que o seu poema é um «grito de dor duma muçulmana devota magoada por preconceitos anti-muçulmanos»...
«O meu véu não é um lenço para a cabeça
É a minha pele
A minha modéstia, a minha dignidade, o meu respeito
E se tu, mulher imigrante de velha geração
Tu não tens nem fé nem lei
E passaste a tua juventude bêbada
E andaste de homem em homem
Não é o meu caso.»
Há evidentemente quem afirme que se trata dum insulto às mulheres não muçulmanas. O que, de resto, não surpreende nada, pois que, para o Islão, a mulher infiel é como uma prostituta.
A autora defende-se das acusações dizendo que o seu poema é um «grito de dor duma muçulmana devota magoada por preconceitos anti-muçulmanos»...
ESTADO NORTE-AMERICANO APOIA MUÇULMANOS NA EUROPA
A súcia e a saloiada que controla o governo norte-americano parece querer apoiar a comunidade islâmica na Europa. Adopta como discurso oficial a já mais que batida aldrabice de que a crescente tensão e onda de conflitos entre Europeus e imigrantes muçulmanos é fruto dos problemas económicos destes últimos, e da falta de integração e tal e coisa. É curioso que se preocupem em dizer que por exemplo o recente motim que pôs a França a ferro e fogo num clima de semi-guerra-civil, não foi uma jihad mas sim um protesto contra a pobreza, enfim...
Claro que está fora de questão comparar a atitude destes «desfavorecidos» muçulmanos com a postura de outra comunidades de imigrantes, como por exemplo a portuguesa dos anos sessenta, que até em bidons vivia... tal comparação teria um aspecto racista, e já se sabe que o racismo é o grande pecado combatido pela Nova Inquisição Anti-Racista.
Daniel Fried, secretário de Estado assistente para os assuntos europeus e euroasiáticos (tudo no mesmo saco?...), chega mesmo a afirmar que «a Europa tem de aprender a integrar. Vocês (Europeus) têm uma estranha onda nativista na Europa Ocidental, e uma espécie de pânico esquisito: "Os alienígenas estão aqui, não aceitam os nossos valores, são uma uma ameaça ao nosso modo de vida e viram-se para o radicalismo."»
Esquece o Fried que é mesmo isso que se passa - lembrar por exemplo o que disse o Dr. Azzam Tamimi a respeito do tema: «os fiéis de Alá são muçulmanos na Europa, não são Europeus de religião islâmica.» Ou ainda o modo como um porta-voz da Liga Árabe Europeia se referiu à integração: «a assimilação é violação cultural». ».
Claro que está fora de questão comparar a atitude destes «desfavorecidos» muçulmanos com a postura de outra comunidades de imigrantes, como por exemplo a portuguesa dos anos sessenta, que até em bidons vivia... tal comparação teria um aspecto racista, e já se sabe que o racismo é o grande pecado combatido pela Nova Inquisição Anti-Racista.
Daniel Fried, secretário de Estado assistente para os assuntos europeus e euroasiáticos (tudo no mesmo saco?...), chega mesmo a afirmar que «a Europa tem de aprender a integrar. Vocês (Europeus) têm uma estranha onda nativista na Europa Ocidental, e uma espécie de pânico esquisito: "Os alienígenas estão aqui, não aceitam os nossos valores, são uma uma ameaça ao nosso modo de vida e viram-se para o radicalismo."»
Esquece o Fried que é mesmo isso que se passa - lembrar por exemplo o que disse o Dr. Azzam Tamimi a respeito do tema: «os fiéis de Alá são muçulmanos na Europa, não são Europeus de religião islâmica.» Ou ainda o modo como um porta-voz da Liga Árabe Europeia se referiu à integração: «a assimilação é violação cultural». ».
Mas mais importante do que lembrar estes casos, e muitos outros, é deixar bem claro que, por uma questão de princípio, não é sequer aconselhável que os imigrantes muçulmanos se integrem. Efectivamente, a integração conduz realmente, como a Liga Árabe Europeia faz notar, ao genocídio cultural, ou seja, à diluição identitária - e não há paz social ou prosperidade económica que compense tal tragédia humana. Esquece o Fried, ou ignora, ou quer que os outros ignorem, que a Europa não é a América e que, por conseguinte, não é Europeu quem quer.
O TERRORISMO PASSA POR PORTUGAL - CADA VEZ MAIS
Do diário Destak - notícia enviada pelo caro leitor pp&i:
Segurança - Falsificação de documentos é uma das actividades logísticas desenvolvidas no nosso país
Redes de terrorismo operam em Portugal. «Polícias e serviços de informação têm de estar cada vez mais atentos», pois «ninguém está livre de ser um alvo».
O terrorismo internacional utiliza Portugal para apoio logístico «a coberto de outras actividades legítimas e credíveis», refere um director-adjunto da Polícia Judiciária (PJ). Teófilo Santiago, responsável da Direcção Central de Combate ao Banditismo, admite que estas operações são desenvolvidas por algumas organizações não governamentais (ONG) de «matriz islâmica» e que já foram referenciadas internacionalmente como o modus operandi de «activistas radicais». «Portugal não colabora directamente com redes terroristas, é apenas usado por elas. As polícias e os serviços de informação têm de estar cada vez mais atentos para evitar estas situações», adianta ao Destak Pedro Simões, especialista em terrorismo: «Ninguém está livre de ser alvo de terrorismo e como tal temos de nos precaver». Crimes associados ao terrorismo Portugal acaba por presenciar várias situações relacionadas com redes terroristas, como são exemplo disso a «falsificação e contrafacção de documentos de identidade e cartões de crédito», refere Teófilo Santiago. Estas organizações desenvolvem ainda outras actividades criminosas, como «auxílio à imigração ilegal na UE, casamentos de oportunidade, fraude em telecomunicações e operações relativas ao microfinanciamento». Apesar de não serem significativos, estes comportamentos ilegais evidenciam que «alguns dos seus autores estão integrados numa rede de apoio logístico mais alargada», conclui. Por ser um ponto turístico internacional, o Algarve é das regiões mais sujeitas a um atentado terrorista.