quinta-feira, novembro 27, 2003

A CENSURA IDEOLÓGICA NO ACTUAL REGIME, FALSAMENTE DEMOCRÁTICO

A Provedoria da Justiça está preocupada com a divulgação de mensagens racistas na internet.
E, por isso, chega mesmo a considerar a possibilidade de colocar sistemas de filtro nos computadores instalados nas escolas; entretanto, pretende «sensibilizar» as empresas responsáveis pelos servidores de internet para «vigiarem» os conteúdos dos sites que ajudam a divulgar.



Isto é, os esbirros da censura esquerdista estão cada vez mais assustados com o crescimento do oponente «fascista».

E tal é o seu desespero, e medo do despertar nacional, que, baixando um bocadito a máscara, lá mostram a intolerância fanática que se esconde por detrás da sua «democraticidade», e chegam a esta vergonha:

- por meio da censura pura e simples, tentam impedir os jovens de entrar em contacto com ideias diferentes das dos esquerdistas - porque as crianças são mais influenciáveis, e os senhores «anti-fascistas» querem poder «lavar-lhes» o cérebro à vontade, sem que os «fascistas» possam impedir esse processo (a expressão «lavagem cerebral» deve nesse caso ser substituída por «poluição mental», a menos que se considere o termo «lavagem» noutra acepção, a de comida para porcos, e então sim, aquilo que os politicamente correctos do costume querem fazer é alimentar as pessoas, desde a infância, com alimentação para suínos, na engorda, esperando pela matança...)

- avisam os meios de comunicação de que a liberdade de expressão termina a partir do momento em que alguém se tenta opôr aos dogmas politicamente correctos.

Em resposta à Provedoria da Justiça, a Anacom (actual Instituto das Comunicações de Portugal) disse que existia "«uma certa liberdade de criação na Net», logo o controlo era difícil".

Ah Liberdade!, como tu incomodas aqueles que se fingem teus adoradores!...


E depois, ainda aparecem por aí, de quando em vez, uns democratistas a cantar as maravilhas da actual democracia, e que dantes havia censura em Portugal e agora já não há,

e que as democracias europeias são muito livres e muito boas, enquanto outros regimes oprimem os seus pobres cidadãos e até põem filtros em computadores para os impedirem de ler coisas proibidas pela ideologia do regime...


Faz isto lembrar o caso de um historiador suíço que negava o holocausto e que, por isso, teve de fugir para o Irão, porque na Suíça seria preso.
E seria preso, porquê?
Porque na Suíça, como em quase todos os países europeus, negar que houve holocausto é ideia proibida cuja defesa dá cadeia.
Assim, o historiador teve de fugir para o Irão, país que é tido, no Ocidente, como estando oprimido por um regime repressor...

Engraçado, não é?

Não afirmo que o Irão seja um país livre.
O que afirmo é que a liberdade de expressão é muito menos respeitada do que muitos dos seus supostos cultores querem fazer crer, e, assim, são relativamente poucos os Estados nos quais os indivíduos possam falar livremente do que quiserem.

A partir daí, entende-se que a liberdade política, na maior parte dos casos, é relativa: uns proíbem umas coisas, outros proíbem outras, mas quase todos os regimes têm medo de certas e determinadas ideias, consoante a posição que ocupem no espectro ideológico.




quarta-feira, novembro 26, 2003

FACTOS E RAÇAS

Uma interessante página com míriades de factos... por vezes ocultados, ou aldrabados, pelos politicamente correctos:

http://www.justfacts.com/racial_issues.htm

OS BONS RESULTADOS DA CONSCIÊNCIA RACIAL

O estudo sobre o qual podem ler em

http://www.umich.edu/~urecord/0203/June30_03/09.shtml

demonstra o valor que tem a consciência étnica, e racial, no desempenho individual, como forma de fortalecimento dos seus propósitos e do seu papel e lugar no mundo.


Um excerto:

A third study included interviews of 524 Israeli high school students of Palestinian or Arab ethnic origin. They were asked to complete a math task and to describe their racial identity. Students who did not take race into their self-concept or believed they were only part of the in-group reduced their efforts, while students who felt as if they belonged in the in-group and larger society did not.

MAIS UMA FARPA NOS JUDEUS... DA PARTE DA ADMINISTRAÇÃO BUSH

Os Estados Unidos da América vão este ano reduzir em 289,5 milhões de dólares as garantias bancárias concedidas a Israel devido às divergências sobre a política dos colonatos nos territórios palestinos, refere em comunicado a embaixada de Israel em Washington.

Isto mostra bem que a Direita conservadora norte-americana não gosta dos Judeus, e que só não faz mais contra a estrela de David porque não pode.

É preciso perceber-se que não é só Bush que manda na América, e que a América é em grande parte dominada por Judeus, como o próprio Ariel Sharon reconheceu, recentemente.

IRLANDA DO NORTE

Há hoje eleições legislativas na Irlanda do Norte. Defrontam-se católicos e protestantes, irlandeses e ingleses, separatistas e unionistas.

A Irlanda do Norte é um triste exemplo de como uma religião universalista e mundialista se imiscui num conflito étnico já de si suficientemente grave, a saber, o confronto entre Irlandeses(Celtas) e Ingleses(Germânicos), pela posse da Irlanda.
Falando com simplicidade que poderá parecer simplista, digo que, houvesse uma forte consciência étnica e justa da parte dos Britânicos, e já a Irlanda do Norte teria saído debaixo da alçada da coroa inglesa.

A cada Etnia, o(s) seu(s) Estado(s) - e nenhum Estado deve ter mais de uma etnia.

Enquanto isso, lá está a religião do crucificado, a jogar de ambos os lados, com duas versões diferentes da mesma coisa, segura, até ver, da sua supremacia num território que, pertencendo apenas aos Irlandeses, foi e é ocupado pelas hordas anglo-saxónicas, e continua submetido pelo credo oriental semita, pronunciado em Goidélico ou em Inglês, tanto faz.

terça-feira, novembro 25, 2003

NOVA GREVE CONTRA O CRIME

Há de novo greve de revisores da CP, desta feita em todas as linhas suburbanas de Lisboa, com o intuito de exigir mais segurança, isto é, mais protecção contra a criminalidade perpetrada pelas gangues contra pessoas (passageiros e revisores) e bens(as próprias carruagens).

E, a propósito disto, fala-se cada vez mais, em segurança privada... mas a segurança privada, será paga por quem?
Pelo Estado? Isto é, pelos contribuintes?
E para onde vai a polícia? Suspeito que, durante o Euro2004, os assaltos nos combóios vão subir em flecha, porque a polícia, que já é pouca, vai ser canalizada para os estádios, visando controlar a maralha futebolística e, não raras vezes, vandálica.

Ora, só vai aos estádios quem quer. Assistir a um desafio de futebol, é um divertimento, não partilhado por todos.
Quem anda nos transportes públicos, por seu turno, está a usar um serviço do Estado, e, possível ou provavelmente, está a fazê-lo para se dirigir ao seu emprego, ou para se deslocar do emprego para casa. Não pode pois evitar servir-se deste meio de locomoção.
Sendo assim, perante a escolha entre garantir a segurança dos combóios da CP ou assegurar a manutenção da ordem nos estádios de futebol, deve dar-se prioridade à primeira das alternativas. Até porque a protecção dos estádios pode ser paga, quer pela Federação Portuguesa de Futebol, quer pelos clubes.

E que dizer dos seguranças privados? Muitos deles, serão negros.
Com o aumento da imigração vinda de África, e com a alta taxa de fertilidade das mães africanas residentes em Portugal, haverá cada vez mais probabilidades de que as forças policiais e, sobretudo, as companhias privadas de segurança, integrem indivíduos de raça negra nos seus efectivos.
E depois, perante a visão de negros «ordeiros» a bater em negros criminosos, nas carruagens da CP e nas ruas de Lisboa, os mete-nojo politicamente correctos do costume vão poder enganar o povo mais facilmente quando pretenderem cantar as maravilhas da imigração e do «multi-racialismo», podendo deste modo «provar», com a sua habitual demagogia abjecta, que, se a imigração vinda de África traz crime (e miséria, e doença, enfim...) também traz mão-de-obra e segurança.

E seria tão mais correcto e tão mais fácil
- expulsar sumariamente os criminosos estrangeiros (depois de cumpridas as respectivas penas de prisão);
- não dar cidadania a nenhum filho de imigrantes nascido em Portugal;
- acabar de vez com a imigração vinda de África.

VITÓRIA NACIONALISTA NA CROÁCIA

As eleições legislativas croatas realizadas no dia 23 do corrente, foram vencidas pela Comunidade Democrática Croata (HDZ), uma coligação de cariz nacionalista.

O estabelecimento de um governo nacionalista europeu, é sempre boa notícia (dependendo, é claro, daquilo que for entendido por «Nacionalismo» em cada caso).
Não deixa no entanto de ser mau sinal o facto de este partido ter estabelecido uma aliança com os muçulmanos da Bósnia, contra os Sérvios. É certo que a política pode obrigar a engolir sapos - como foi exemplo disso o pacto de não agressão entre Hitler e Estaline, dois líderes cujas ideologias eram diametralmente opostas uma à outra - mas é também verdade que, no seio do Nacionalismo, certos princípios devem ser promovidos, tais como a lealdade étnica que deve poder sobrepôr-se a certos condicionalismos histórico-políticos.

E, por isso, é sempre mau sinal que o laço étnico existente entre duas ou mais Nações da mesma origem (neste caso, Sérvios e Croatas, que são, tanto uns como outros, eslavos meridionais) seja de tal modo abalado que permita a intromissão política de uma doutrina universalista igualitária - isto é, mundialista - e que, ainda para mais, é de uma origem étnica estranha a essas duas Nações (neste caso, o Islão, que é de matriz árabe, ou seja, semita).




segunda-feira, novembro 24, 2003

DETECTANDO O VENENO

Recomendo muito vivamente a leitura de um texto sobre o efeito que o Cristianismo tem tido sobre o Ocidente, em http://www.amren.com/masterx.htm

Diz muito do que é essencial - embora não tudo - de um modo claro e sucinto, mas sem simplismos.
Efectivamente, explica com justeza o mal que o universalismo igualitário cristão tem feito à Europa, uma vez que é visceralmente inimigo da mais salutar consciência étnica, a qual é condição sine qua non para que um povo sobreviva e viva, perante todo e qualquer tipo de ameaça dissolvente de identidades.

Só discordo da sua última frase, em que o autor mostra ainda esperança no Cristianismo...


Alguns excertos dos mais relevantes:

Today's Christians have confused the Biblical injunction to be our brother's keeper--a moral code based on blood kinship--with the opposite notion that every human on earth is our brother. More than a century ago, Pierre-Joseph Proudhon observed, "If everyone is my brother, I have no brothers." Prof. Hardin adds: "Universalism is altruism practiced without discrimination of kinship, acquaintanceship, shared values, or propinquity in time or space."
Biblical testimony on universalism is, in fact, mixed. The Old Testament praises altruism only within the community, and commands the Children of Israel to shun other peoples.

Os Judeus, sabem o que lhes convém. Sabem por isso colocar a sua estirpe em primeiro lugar, embora o façam muitas vezes de um modo abjecto e inaceitável (isto é, com genocídios, como aquele que o seu misericordioso Jeová ordena que se faça contra Amalec, Primeiro Livro de Samuel, 15).

But all too often the New Testament, particularly in the letters of Paul, promotes universalism. Today's Christians love to cite passages such as Galatians 3:28-29: " 28 There is neither Jew nor Greek, there is neither bond or free, male or female: for ye are all one in Christ Jesus. 29 And if ye be Christ's then are ye Abraham's seed, and heirs according to the promise.

Christianity Today
It is on the basis of passages like this that Christianity has abandoned the defense of our people and has become an accomplice of those who would displace us. The National Council of Churches donated money to Marxist revolutionaries in Africa--revolutionaries who sometimes murdered white missionaries. The Southern Baptist Convention's leadership recently bowed before its one black member, apologizing for slavery and racism. Typically, the black member showed little gratitude for the gesture, complaining that not nearly enough had been done to alleviate the lingering effects of slavery.


Like their atheist counterparts, Christian trend-setters preach what amounts to the dissolution of the white race.

With ministers preaching racial suicide, Christianity may now be more of a threat to our survival than liberalism. At least with liberalism, one recognizes the enemy. But when Christian leaders take liberal positions, they leave the flock defenseless.

Isto é que é realmente grave, um cavalo de Tróia poderosíssimo, e o mais poderoso veneno doutrinal, é a sida do Ocidente, por assim dizer, que destrói as defesas da estirpe.

If even "the Christian right" has become part of the rout of traditional Christianity; it is because the New Testament opens the door to universalism. Oswald Spengler wrote that "Christian theology is the grandmother of Bolshevism," and indeed, ministers routinely preach the "social" gospel, invoking a universalism that differs little from the agenda of the radical left.

Enfim, a Esquerda, esse Cristianismo sem Deus.

A group that practices universal altruism--and whites are the only group that does--cannot compete against groups that do not.

Um aviso.


Selfishness thus joins universalism in modern Christianity, completely inverting nature's design of loyalty to family and tribe.

Pois, o veneno...

ALTERNATIVAS

Ainda ontem à noite, quando o computador estava a dar de si, disse-lhe, ao computador, «Vê lá se te ajimbras».

Mas não era «ajimbras» que eu queria dizer, e sim «axandras».

«Vê lá se te axandras» é que é correcto.

E no entanto... «ajimbras» não poderá ter também um significado análogo a «axandras»?

Não se pode criar essa palavra?

E porque não?

No contexto, qualquer um percebe o sentido da recomendação «Vê lá se te ajimbras».
Não tenciono usar o termo «ajimbras» futuramente.... prefiro «axandras»... mas fica aqui o registo.

LIBERDADES E PRIORIDADES

O Expresso publicou esta semana, na sua revista «Única», um artigo a respeito da liberdade religiosa em diferentes países europeus.
E, na maior parte deles, o uso pessoal de símbolos religiosos é proibido. Um dos exemplos mais conhecidos, prende-se com o véu das mulheres islâmicas, muito polémico em França.

Ora, tal proibição é verdadeiramente escandalosa, e só deriva da mentalidade uniformizadora e reducionista.
A Inglaterra, por seu turno, dá, mais uma vez, um exemplo de liberdade - lá, até os sikhs que trabalham como funcionários das alfândegas podem ostentar o seu turbante.

Uma vez que o Islão é, de entre as religiões com mais adeptos, a que mostra maior dinamismo no mundo inteiro, diriam alguns que a liberdade de uso de símbolos religiosos poderia privilegiar a propagação do crescente islâmico.

Naturalmente que tal futuro não me agradaria.

É para mim evidente que o Islão, em grande parte dos casos, se apresenta como uma ameaça ao Ocidente, e a todo o mundo que não tiver sido (ainda...) islamizado.
Basta ver o que se verifica na India e no Paquistão: os islâmicos radicais não admitem que exista um Estado pagão tão populoso, como o é a India actual, maioritariamente hindu (o Hinduísmo é um paganismo).

Os Islâmicos, ou, pelo menos muitos deles, talvez os mais influentes, são mensageiros de uma doutrina dogmática, mundialista e igualitária,
e, por isso,
não toleram o facto de que há povos inteiros que não são islâmicos.
É tão simples como isso.

Já John Locke avisava contra os perigos de uma religião que originasse um Estado dentro de um Estado.
Locke, grande paladino da liberdade, escreveu, na sua «Carta Sobre A Tolerância», que todas as religiões e ideias deviam ser toleradas, mas que se devia exercer especial vigilância sobre as que, pela sua natureza, pudessem constituir uma ameaça ao próprio Estado no seio do qual vivessem.

Ora, para explicar o que queria dizer, referiu-se precisamente ao credo de Maomé, dando como exemplo a situação na qual um súbdito islâmico de um príncipe austríaco acabaria por ser mais leal a um sultão turco, chefe espiritual islâmico, do que ao seu rei europeu. Para um indivíduo verdadeiramente religioso, o domínio do espiritual está acima do temporal, donde se conclui, obviamente, que, em caso extremo, o primeiro terá absoluta primazia sobre o segundo.

E é assim que a propagação do crescente verde na Europa - quer por meio da imigração de muçulmanos para países europeus, quer por meio da sua reprodução nestes países, quer ainda pelas conversões de europeus à doutrina sarracena - é um verdadeiro cavalo de Tróia.

Ver, por exemplo, o modo como o líder da comunidade islâmica em Inglaterra faz frequentemente declarações de desafio ao poder da rainha.
Ver, por exemplo, o modo como um líder da comunidade islâmica em França, afirmou, em 1990, que estava em marcha uma «guerra do ventre», isto é, uma auto-reprodução consciente de islâmicos (filhos de islâmicos, islâmicos serão) para, a seu tempo, tomar o país.

O Islão é pois um perigo crescente... e, paradoxalmente, para alguns, não concordo que o uso do véu deva ser proibido no Ocidente... pelo contrário.
Com efeito, quanto mais ligados aos seus costumes permanecerem os muçulmanos, melhor, porque:
- assim, são mais fáceis de identificar;
- e, entretanto, não se misturam facilmente com os indígenas dos países onde vivem.

Mas há quem não veja, ou não queira, esta separação... e prefira misturar tudo, dessacralizar os símbolos, engolir as espiritualidades de modo a neutralizá-las e a dar a vitória final ao modelo cosmopolita laico «democrata», ao estilo burguês. Assim, para alguns, a solução para um problema cultural desta dimensão, é a desvirtuação do símbolo, e o enfraquecimento, ou mesmo dissolução, da consciência étnica/racial/religiosa.

Isto é, a aniquilação étnica.

O internacionalismo cosmopolita burguês quer tentar a sua sorte onde o internacionalismo proletário falhou, falhanço que teve como resultado a queda do Comunismo, tanto face ao Cristianismo, na Rússia, como face ao Islamismo, no Afeganistão, e, posteriormente, na Tchetchénia, e sabe-se lá o que o futuro reserva ao urso eslavo...

Infelizmente, há demasiada gente influente que não percebe que, numa sociedade educada de modo laico e cosmopolita, quem tem uma Chama (um ideal) acaba por triunfar sobre as massas ovinas.
Uma intenção mundialista humanista, burguesa, não consegue vencer uma doutrina mundialista trans-humana, espiritual.


Deixando de lado esse crime que é querer amarfanhar raças e ideias debaixo da pata do mundialismo, encare-se a questão de um modo natural e digno: o facto de as jovens islâmicas usarem o véu não traz, em si, mal algum ao mundo.
O que pode trazer mal ao mundo, é a atitude de quem o quer impôr onde ele não pertence.
Um véu no rosto de uma mulher que viva em Riade, não incomoda ninguém.
E também não incomodaria em Paris, SE quem o usa soubesse SEMPRE que a França não é a Arábia Saudita, e que não era por poder usar o véu em França que também podia ter direito a escolher os governantes franceses por meio do voto. Poderia ter esse direito na Arábia Saudita, mas não em França.

Não percebem os mundialistas, de Esquerda ou de «Direita», que o seu modo de ver é só uma face da moeda cuja outra face é a dos fanatismos religiosos islâmicos (e cristãos): porque islâmicos, cristãos e cosmopolitas militantes, não respeitam as culturas, as diferenças, e é AÍ que reside a causa dos conflitos mais violentos e duradouros, e sanguinários.

O POLVO DA IMIGRAÇÃO E OS SEUS IMUNDOS TENTÁCULOS

Através do elo internético (também chamado «link») seguinte

http://www.vdare.com/misc/taylor_japan.htm

podem ler sobre o modo como os imigracionistas pretendem estender o seu ideal salganhista a uma das mais antigas culturas do mundo, a do Sol Nascente, terra dos samurais, filhos da Deusa Solar Amaterasu.

O Japão é uma grande chatice para os imigracionistas e apologistas da miscigenação, porque, praticamente sem imigração, e com uma cultura fortemente orgulhosa e adversa à mistura racial, logrou tornar-se num dos mais poderosos países do mundo (note-se que o conseguiram quase sem matérias primas, dado que o solo japonês é excepcionalmente pobre).

E, uma vez que este facto é uma grande chatice para os imigracionistas - porque constitui um exemplo para o mundo no que respeita à lealdade racial e étnica - eis que os «intelectuais» dessa ala política resolvem ir dizer aos Japoneses que devem mudar a sua maneira de ser e a maneira de dirigir o seu próprio país.

Os Nipónicos discordam dessas recomendações... resistem ainda à Nova Inquisição (a Nova Inquisição, o movimento mundialista de Esquerda que visa estender o seu credo de «amor universal» por meio do «multi-culturalismo»).

Aguentarão muito tempo a pressão que se adivinha crescente?

Ou será que vão ser forçados a abrir as portas para deixar entrar enxurradas de imigrantes?


Não custa imaginar que, de um momento para o outro, surjam míriades de campanhas contra o «racismo & xenofobia!!!!!!» dos Japoneses...
(os lacaios da Inquisição Mundialista de Esquerda dizem sempre isto aos pares, tem de ser o racismo e a xenofobia, mesmo que o caso em concreto não tenha nada a ver com uma das coisas, ou com ambas, não interessa, é aos pares que eles têm aquilo na cassete, e é aos pares que o dizem)...

... e depois, provavelmente, começam a ser noticiados, em todos os mé(r)dia, «casos» de discriminação «desumana!!» contra os estrangeiros no Japão...
... e, dos escândalos mediáticos até aos boicotes internacionais, vai um passo...

Acredito que o Japão possa realmente vir a ser submergido pela maré castanha da mestiçagem que os Novos Inquisidores querem impor a todos os povos do mundo.

E, não obstante, será também possível que, na escuridão em que o Ocidente vive, continue a fortalecer-se a luz ao fundo do túnel - a libertadora luz dos archotes nacional-racialistas, que se acendem por toda a Europa, da Rússia a Portugal, da Grécia à Islândia.



Aqui ficam alguns dos excertos mais significativos do artigo em causa:

The New York Times recently carried a typically condescending article telling us that the question is "whether this country remains an economic powerhouse or its population shrivels and the slow fade of the Japanese economy turns into a rout." Quoting a UN study, the Times claimed Japan needs 17 million new immigrants by 2050 in order to "restore demographic equilibrium." The Japanese, suggested the article, will have to get over their dislike of foreigners and become multicultural - just like America! ["Insular Japan Needs, but Resists, Immigration," By HOWARD W. FRENCH, July 24, 2003]


The average Japanese reaction: "So what?" Japan is about the size of California but with the equivalent of nearly half the population of the United States crammed into it. A drop from today's 127 million to 100 million or even 75 million would make for a more comfortable number.

And even 75 million would be more than the current populations of Britain or France.


The alleged problem is not simply in the numbers, but in the age distribution—the prospect of lots of old people having to depend on a small labor force for their pensions. But this is not so daunting for Japan as for some other countries. Japanese have the quaint idea that the primary social support organization is the family. Their retirement programs are not as generous as in Europe, and require a smaller work force. For decades, Japanese have had high savings rates for just this reason: they look to their own resources. Although we Americans fancy ourselves "rugged individualists," we are more dependent than Japanese on government handouts.


Most Japanese are determined to find solutions that do not involve importing foreigners because they are deeply attached to their ancient, subtle culture. They believe that only native-born Japanese can understand or maintain it.












sexta-feira, novembro 21, 2003

MARCHA CONTRA O CRIME POLÍTICO INTER-RACIAL

No próximo dia 9 de Dezembro, realizar-se-á, na Suécia, uma marcha de protesto e de solidariedade, que unirá nacionalistas de várias partes da Europa:
- solidariedade pelo assassinato cruel e asqueroso de um jovem sueco por uma gangue «multi-étnica» (as maravilhas do multi-racialismo...), ocorrido em 2000;
- protesto contra a insegurança crescente que vitima os Suecos, mercê da aumento do fluxo migratório vindo de fora da Europa.


Em


http://www.salemfonden.info/engelsk.php


pode ler-se mais detalhes sobre o caso, nomeadamente os pormenores abjectos do crime.


quinta-feira, novembro 20, 2003

TOMADAS DE POSIÇÃO

Perante os dois atentados bombistas ocorridos hoje na Turquia, um deles reinvindicado por uma organização turca, Grande Oriente Islâmico, e, o outro, pela Al-caeda, só fico ainda mais hesitante entre as explicações mais plausíveis.

É fácil, e pessoalmente tranquilizador, em termos de visão do mundo (porque permite ver televisão sem estar permanentemente a duvidar), pensar que há de facto uma organização terrorista de fanáticos islâmicos denominada Al-caeda, inimiga jurada dos E. U. A. e de Israel.

No entanto, esta versão parece demasiado perfeita e simples, e, sobretudo, conveniente ao poder yanko-judaico.

E, acto contínuo, diversas teorias, mais ou menos convincentes, a respeito da realidade que se esconde por detrás do atentado de 11 de Novembro, levam a pôr em dúvida a existência, quer da Al-caeda, quer de Bin Laden.
A aparição, de quando em vez, de umas cassetes vídeo nas quais Bin Laden diz que fez e que aconteceu, e que vai fazer mais até destruir a América, tem mesmo o aspecto de uma aldrabice bem montada para enganar as multidões.

Faz lembrar as palavras de Ernst Jünger, na obra «Um Passo na Floresta», quando este diz que o poder totalitário tem necessidade de apontar um inimigo, não suficientemente forte para fazer perigar a confiança dos cidadãos no poder do regime que os domina, nem demasiado fraco para ser considerado como não podendo prejudicar «o sistema» - o perigo que tal inimigo público oferece tem de ser moderado, para manter todo o povo unido e obediente, já persuadido a abdicar de certas liberdades.

Mas, na mesma obra, Ernst Jünger afirma também que o homem actual se solidariza muitas vezes com o criminoso, e relaciona essa simpatia pelo diabo com a solidão dos indivíduos face ao mecanicismo gigantesco titaniquesco (de Titanic, o navio cujo desastre é pelo filósofo utilizado como símbolo da impotência do homem actual perante um falhanço do mecanismo desumanizado e titânico), cada vez mais frequente, hoje em dia.

Portanto, se a Alcaida, e mais o seu líder, foram inventados pela C.I.A., como alguns querem fazer crer, então o tiro está a sair-lhes pela culatra, aos américo-hebraicos.
Porque há uma parte das populações ocidentais que se afirma cada vez mais hostil aos E.U.A. e, até, a Israel - a até há pouco tempo «santa» pátria do auto-proclamado povo eleito, convenientemente chamado de «povo-mártir» - ao mesmo tempo que sente cada vez mais prazer quando um terrorista islâmico mata um americano. Trata-se de um fenómeno onde convergem, quer a propaganda esquerdista anti-yanke, quer, também, o apelo romântico do fora-da-lei que desafia o poder imperial opressor, fazendo da Al-caida uma espécie de Zorros muçulmanos.

Ora, eu não acredito que os cérebros da C.I.A., e, claro, da Mossad, não saibam como é o povo. Não acredito que não fossem capazes de prever este tipo de simpatias quando, supostamente, engendraram a Al-caida.

De qualquer modo, perante a catrefa de protestos «populares», que correm pela Europa fora, contra Bush, antes prefiro, como Aleksandr Isaevich Solzhenitsyn, deplorar o declínio da coragem dos ocidentais, que, perante a ameaça terrorista, antes preferem vociferar contra os alvos mais fáceis, que são, neste caso, os governos democráticos que permitem livremente as manifestações de repúdio contra si próprios.

quarta-feira, novembro 19, 2003

A TENSÃO ENTRE A AMÉRICA BUSHIANA E ISRAEL PODE SER MAIOR DO QUE PARECE

George Bush acusou Israel de dificultar as negociações no médio oriente, censurando a humilhação diária dos Palestinos às mãos das forças israelitas.

Longe estou eu de algum dia defender George Bush. A sua «Direita», é a do conservadorismo cristão norte-americano, hostil ao Nacionalismo e à preservação das etnias. É, por isso, oposta ao que defendo.

De qualquer modo, creio que, por uma questão de justiça, e também de inteligência - porque pensar é sempre útil, especialmente quando o pensamento em questão é pouco ou nada referido pelas maiorias - é necessário salientar a coragem de Bush ao atrever-se a falar contra Israel, sabendo-se que os E.U.A. são dominados pelo Sionismo.

É por isso evidente que Bush, mesmo que quisesse, não podia proceder contra Israel do mesmo modo que procedeu e procede contra o Iraque.

A Direita conservadora e ultra-cristã que ele representa não gosta dos Judeus, e esta não é a primeira vez que se vê isso. Contrasta, nesse aspecto, com Clinton, lambedor de botas do povo da estrela de seis pontas.

terça-feira, novembro 18, 2003

POLÍCIA MATA(?)

Segundo o jornal Expresso, a polícia portuguesa é, de entre as forças da autoridade europeias, a que mata mais gente.

É mau que um relatório destes apareça precisamente nesta altura, em que a criminalidade violenta cometida pelas gangues aumenta a olhos vistos.

Talvez a bandalheira constante que se vive em Portugal tenha dado demasiada confiança a certo tipo de criminalidade, que agora só mesmo ao tiro pode ser travada.

A polícia portuguesa dispara demais?
A polícia portuguesa é bananisticamente branda, e, daquilo que tenho visto nas ruas de Lisboa e nos combóios das zonas limítrofes, a actuação da polícia, quando peca, é por defeito, isto é, excesso de brandura.

Com efeito, Portugal tem uma polícia de brandos costumes para lidar com uma sociedade que, se foi de brandos costumes, já não o é.

Deve-se de qualquer modo deixar bem claro que é lícito, e mesmo aconselhável, que as forças de autoridade disparem em retaliação, perante tentativas de atropelamento ou de qualquer outra acção violenta contra a polícia, susceptível de pôr em risco a vida de um ou mais agentes da autoridade.

O respeito para com a autoridade deve ser mantido a todo o custo, com recurso à força se preciso for.

É preciso que todos percebam, especialmente os criminosos, que
Quem está disposto a pôr em risco a vida de qualquer cidadão, incluindo a de polícias, está automaticamente a pôr em risco a sua própria vida.
Quem dispara/atropela, DEVE estar sujeito a ser atingido, ou atropelado.


E, então, cada um saberá as linhas com que se cose...

Nada disto tem a ver com «pôr a polícia ao nível dos criminosos».

A polícia nunca está ao nível dos criminosos.
A polícia cumpre a lei, defende o bem-estar dos cidadãos, é garantia da liberdade dos inocentes, e agente da ordem do Estado, pelo que não pode nunca, jamais, em tempo algum, ser considerada como igual a quem infringe a lei, faz perigar o bem-estar dos cidadãos, abala a liberdade dos inocentes e é agente da desordem que se opõe ao Estado de direito.

segunda-feira, novembro 17, 2003

REVISTA NACIONALISTA - JOVEM NR

Quem quiser adquirir uma publicação nacionalista, pode escrever para

jovemnr@hotmail.com

e pedir.

Artigos sucintos, claros e elucidativos, sobre questões políticas e culturais que dizem respeito ao ideário nacionalista português, e, consequentemente, europeu.

EMBAIXADOR BRASILEIRO QUER METER MAIS BRASILEIROS EM PORTUGAL...

... talvez porque se queira livrar do maior número possível de brasileiros no seu próprio país. Aquele navio deve estar a afundar-se de tal maneira, com o peso excessivo, que vai sendo preciso deixar sair o maior número possível de tripulantes...


Era o que faltava deixar entrar mais brasileiros do que os que cá estão.

Portugal está a abarrotar de imigração vinda de fora da Europa.
Segundo dados estatísticos sólidos, entram em Portugal seis mil imigrantes por mês. Leia-se em

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=70023&idselect=10&idCanal=10&p=94

E a população portuguesa não vai além dos dez milhões.

E os Portugueses propriamente ditos, reproduzem-se pouco, pelo que a taxa de imigração deste momento ameaça eliminar a estirpe portuguesa no seu próprio território.

Portugal não pode receber brasileiros com o mesmo à vontade com que o Brasil pode receber portugueses, por motivos óbvios que dizem respeito à grande diferença de dimensão territorial de ambos os países.

CENSURA JUDAICA

Martin Hohman foi expulso do seu grupo parlamentar do partido Democrata-cristão devido às considerações que teceu a respeito da dualidade de critérios com que hoje em dia se trata a questão dos crimes do passado: vocifera-se constantemente contra aqueles, cometidos contra os judeus, que são atribuídos aos alemães nacional-socialistas, mas pouca gente fala dos que foram praticados pelos judeus, desde 1917, na União Soviética.

Martin Hohman limitou-se a expôr a sua indignação patriótica perante a constatação de factos.
Ora, como o indivíduo em questão se atreveu a falar contra os Judeus, tinha fatalmente de ser punido.
Com a expulsão (por enquanto).

Tal tipo de expulsão é muito rara na Alemanha, e só pode ser conseguida com a aprovação de dois terços do Parlamento Alemão, e as afirmações de Hohman passaram quase despercebidas quando foram proferidas (o partido Democrata-cristão dirigiu uma simples repreensão ao incoveniente declarador da incoveniente verdade)

mas eis que

uma senhora do outro lado do Atlântico, nos E. U. A., tomou conhecimento do que disse o alemão, e fez a denúncia; acto contínuo, o lóbi judaico-alemão, auxiliado pelo Congresso Mundial Judaico, tratou do assunto à sua maneira, isto é, fez escândalo e exigiu a expulsão de quem apresentou uma opinião perigosa com um tom de voz demasiado alto e bom som.

Segundo a notícia do jornal Expresso, na qual me baseio para escrever este artigo, a indignação judaica deveu-se ao facto de as declarações de Hohman «banalizarem o holocausto» porque o seu autor comparava o dito holocausto a outros genocídios da História.

E porque é que o holocausto não pode ser comparado a outros genocídios da História?
Porque é que comparar genocídios é banalizá-los?

Conclui-se daqui que, para os Judeus, os mortos dos outros genocídios, são mortos banais. E os mortos do holocausto, como são mortos judeus, são mortos especiais.

Os Judeus exigem pois que os seus mortos sejam considerados mais importantes do que os mortos dos outros.

Esta arrogância judaica continua a pautar a actuação de muitos judeus de poder.

E depois, ainda há quem se admire com os resultados da sondagem europeia que mostrou 59% da população europeia a considerar Israel como constituindo uma ameaça à paz mundial.
Os Judeus acharam que tal sondagem era inadmissivelmente anti-semita; e mui raivosos ficaram por desta vez não poderem censurar/expulsar/prender ninguém, a menos que conseguissem a emissão, por parte da O.N.U., de um mandato de captura para 59% da população europeia.

Os sequazes do judaico-americanismo participam desse coro rancoroso, como é exemplo disso o artigo do cronista do Expresso João Carlos Espada, que, inebriado pela opinião altamente sofisticada que tem a respeito de si próprio, resolveu qualificar a opinião de 59% dos Europeus como sinal de «terceiro-mundismo».

É certo que a referida escolha da maior parte dos cidadãos europeus, enferma de uma influência esquerdista da imprensa, que favorece - de um modo perigoso - os islâmicos contra os judeus e os yankes.
Mas também é certo que o poder judaico, tal como ele actua hoje em dia, não convém aos verdadeiros ocidentais, que não são, como ele, João Carlos Espada, obrigatoriamente herdeiros do judaico-cristianismo, mas sim de uma identidade muito mais arcaica e essencial.

quinta-feira, novembro 13, 2003

PARABÉNS!!!!!!

Olha que porreiro, reparei agora que faz hoje precisamente um mês que este blog veio ao mundo virtual.
Julguei, pesaroso, que tivesse deixado escapar a data, e, com isso, perdido uma boa oportunidade para festejar e para tentar envolver os leitores com o fazer notar que este blog tem uma vida própria.

Agradeço aos leitores, camaradas, que me elogiaram e encorajaram o trabalho. Daqui saúdo o Puro e Duro, bem como o Nova Frente, e ainda o Nacionalista.

Parabéns a mim próprio.

QUEM O ALHEIO VESTE, NA PRAÇA O DESPE

Falava eu, na mensagem anterior, da atitude ranhosa. comum à «Direita» apátrida e à Esquerda, de querer manipular o Nacionalismo a seu bel-prazer.

Certa gente - burgueses e intelectuais de esquerda - está mesmo convencida de que o Nacionalismo é uma ingenuidade simplista da «populaça» e dos «fascistas».

Ora, em calando os «fascistas» (ou reduzindo tanto quanto possível a possibilidade de os Nacionalistas se exprimirem), por meio de métodos repressivos e de democratíssimas proibições de partidos fascistas - portanto, o que eles dizem ao povo é só isto
«o povo é soberano!!, e a sua vontade deve reinar!!!, desde, bem entendido, que não votem em quem se opõe a nós ideologicamente!!!!, porque, se votam nos sacanas dos fascistas, acaba-se já com esta brincadeira da democracia e mai' nada!!!!!» -
em calando os «fascistas», dizia, ficam com o terreno aberto para poderem apoderar-se do Nacionalismo, impunemente, e utilizá-lo como uma fatiota de carnaval – até porque é mesmo assim que eles vêm o Nacionalismo, como algo de «folclórico», e, por «folclórico», eles entendem «kitch», ou ainda, «pimba», uma vez que se trata, quase sempre, de gente desenraizada e que, na melhor das hipóteses, é perfeitamente indiferente às raízes étnicas do seu próprio povo, e que, por isso, ignora (ou odeia) o sentido profundo daquilo que é realmente folclórico (agora sem aspas).
Como é ralé intrinsecamente bastarda, só conhece mesmo o kitch.

E isto mete nojo aos cães, não só pela intenção desonesta que lhe é inerente, mas até pelo modo como o fazem: ao quererem ludibriar «a populaça», fazem-no eles próprios com um descaramento infantilóide, uma ultrajante esperteza saloia, própria de labregos que pensam que estão a falar com labregos ainda mais estúpidos do que eles próprios.

Lembro, por exemplo, o Dr. Francisco Louçã, apátrida por excelência, inimigo, por doutrina, da própria Nação em si (uma vez que o internacionalismo da Esquerda visa destruir todas as barreiras entre os homens e impor, dê lá por onde der, o «amor universal», ou não fosse a Esquerda o Cristianismo sem Deus), a querer acicatar a indignação nacional «contra os espanhóis que bateram nos portugueses!!» (aquando das bordoadas que em boa hora a polícia fronteiriça espanhola aplicou nos bestuntos dos militantes bloco-de-esquerdistas, que iam para Espanha a julgar que armavam arruaça, como se as autoridades espanholas estivessem tão abananadas como as de cá, querias...)

À «Direita», há os pimbo-patrioteiros que tentam denegrir o verdadeiro Nacionalismo, chamando-lhe de «racismo», e que, entretanto, vão introduzindo em Portugal imigração africana às carradas, para liquidar de vez a Nação, dissolvendo-a num mar de «amor universal»...

... ou para ter à sua disposição uma catrefa imensa de trabalhadores africanos, que se contentam com baixos salários. Ora, se se contentam com baixos salários, o trabalhador português tem que aceitar qualquer emprego, por mais mal pago que seja, porque, se não o quiser, há mais quem queira... «é pegar ou largar!», dizem, triunfantes, estes capitalistas apátridas, contentes que ficam com uma imensa horda de potenciais servidores - é mão-de-obra barata, humilde, e à escolha.

Alguns destes «direitistas» apátridas (mas não todos, nem, talvez, a maioria), são empresários que, tendo estado em África, e aí perdido os seus proventos, querem agora trazer a África toda para Portugal, como quem diz, vá para fora (África) cá dentro.

E, se continuarem a ter o sucesso até agora verificado, Portugal será transformado num Brasil europeu, tanto no que respeita ao caos étnico, como no que se refere ao caos securitário, com assaltos e violência cruel a caracterizarem o mais comum quotidiano do cidadão português urbano.

Nessa altura, os tais «direitistas» patrioteiros da treta, vão estar a viver em condomínios fechados, metendo os filhos em colégios particulares, e borrifando-se para o sofrimento do povo oprimido pelos criminosos, mascarando todo este abjecto quadro com a imunda bandeira da «fraternidade inter-racial que torna o País muito mai' lindo».

A intrínseca rasquice dos (ridiculamente) falsos patriotas, topa-se à légua, e, à légua, o escarro do desprezo atinge-os em cheio nas ventas já desmascaradas.

OS ORDENADOS DOS POLÍTICOS

Fala-se, de quando em vez, da suposta necessidade de aumentar os ordenados dos políticos... com base na argumentação de que é preciso atrair à política «os mais competentes», porque um gestor ganha mais do que um político, e tal.

Ora, a governação não é só uma questão de «competência», no sentido tecnicista que lhe é dado por quem defende o aumento dos ordenados dos políticos.

Aliás, a expressão mais correcta nem é «não é só»(competência) - porque a governação exige, antes de mais, seriedade e sentido de dever nacional.

Sentido de dever nacional - um conceito estranho para a maioria dos tecnocratas. Para estes, a governação de um país é nada mais do que a governação de uma empresa maior, e pronto, ficam por aí. O capital é para eles a medida de todas as coisas.

E já se sabe que o capital não tem pátria, por muita afectação patriótica que alguns tecnocratas e grandes senhores do capital gostem de ostentar, de quando em vez, como uma máscara para enganar o povo.


A propósito, sempre me irritou a mania que tanto a «Direita» burguesa e apátrida, como a Esquerda (extrema ou liberal), tem, de pensar que pode manipular o Nacionalismo a seu bel-prazer. Mas isso fica para a mensagem seguinte...


Argumentam, tecnocratas e filo-tecnocratas, que os «baixos» ordenados dos governantes não atraem «os competentes».

Pois bem: quem vai ou deixa de ir para a governação tendo em mente uma questão de ordenados,
é bom que fique realmente afastado da governação, e, de preferência, de toda a política.

Aliás, esse tipo de gente até contribui para dar má fama aos políticos.

Ainda se os ordenados dos ministros, e mesmo dos deputados, fosse tão miserável que não desse sequer para comer... mas não creio que um cidadão mentalmente são sofra com fome em Portugal por ganhar apenas quatrocentos contos por mês. Terá ainda menos probabilidades de sofrer com fome se ganhar seiscentos contos por mês. E, se em vez de seiscentos, ganhar para cima de mil contos mensais (como o primeiro-ministro) , então aí é que estão arredadas as suas possibilidades de padecer por subnutrição.

Era o que faltava, agora, os ordenados dos ministros terem de competir com o dos gestores públicos, os quais ganham por vezes dez mil contos por mês. E, quem quisesse justificar o elevado gasto com os ordenados dos gestores públicos, evocaria a necessidade de atrair os competentes, os quais, de outro modo, antes quereriam ser gestores de empresas privadas...

Fazendo o caminho inverso, isto é, dos gestores privados aos ministros, é fácil perceber como é que a lógica capitalista afecta a governação dos países.

Ora, a lógica capitalista até pode ser boa, mas é no seu devido lugar, ou seja, servindo o Estado, porque a Economia só deve existir para servir as Pátrias.

O papel da Economia deve ser sempre, em todos os casos, subordinado à Política.


E, entretanto, é obsceno, e terceiro-mundista, que o primeiro-ministro português aufira por mês um ordenado maior do que o seu congénere espanhol, sabendo que o ordenado mínimo de Espanha é bem mais alto do que o de Portugal.

terça-feira, novembro 11, 2003

O DESESPERO

CP/SINTRA
Revisores em greve contra a insegurança
A insegurança na linha de Sintra levou os revisores da CP a realizarem, terça-feira, uma paralisação parcial, a greve vai ocorrer entre as 14:00 e as 16:00, com os revisores a reunirem-se em plenário.


A situação de violência abjecta e consequente medo intolerável que se vive nas zonas mais infestadas pelas gangues afro-yankizadas de criminosos negros até já produz greves, da parte de algumas das vítimas, a saber, os revisores da CP, pobres funcionários que sofrem na pele
- o efeito das políticas actuais de imigração,
- o efeito da limitação feita à intervenção da polícia, por obra da Esquerda politicamente correcta,
- e, quem sabe, o efeito da errada canalização de verbas para outros aspectos que não a segurança dos cidadãos - há dinheiro para construir estádios à grande, para mandar polícias para o oriente, e para perdoar à larga certas dívidas colossais de países africanos, mas não há dinheiro para garantir a segurança dos cidadãos nacionais em território nacional.

Já basta.

É revoltante que o cidadão português seja oprimido em sua própria casa (o País) por estrangeiros, mentalizados contra Portugal.

Urge
- travar a imigração vinda de África,
- alterar a lei de cidadania de modo a que só os filhos de portugueses possam ser cidadãos nacionais,
- reforçar o poder da polícia, quer em meios, quer em liberdade de uso da força.

FALA-SE MUITO DE ÁLVARO CUNHAL, MAS...

... creio que o mais importante fica por dizer.

Glorificam-no por ter combatido o regime anterior, etc... mas é ou não é verdade que este senhor andou a trair a Pátria - segundo a obra "O Arquivo Mitrotkyn", escrito por um ex-agente do KGB - entregando segredos do Estado Português a uma potência totalitária, como era a União Soviética?

E, não obstante, é tratado como um herói, quando, em boa justiça, não merecia nada melhor do que prisão perpétua, pelo menos?

Aqueles que querem calar as críticas contra Cunhal em nome da suposta «luta pela liberdade» empreendida pelo líder histórico do PCP, estão somente a querer atirar areia para os olhos das pessoas.
Cunhal nunca combateu pela liberdade que «temos» (falseada, mas enfim) hoje, mas sim pela imposição de um regime totalitário muito mais cruel e intolerável do que o de qualquer fascismo.

E, ao contrário do que pensam os ingénuos, o inimigo do meu inimigo não é necessariamente meu amigo.

sexta-feira, novembro 07, 2003

TEM A SUA PIADA

Vale a pena ir ver o site

http://www.vote-smart.org/bio.php?can_id=BZZ91748

de um candidato a presidente dos Estados Unidos da América. Um senhor muito original no contexto político actual, uma vez que é fascista e pagão (praticante do culto restaurado aos Deuses Romanos), e com uma postura algo bizarra, e defendendo ideias com as quais não concordo, como a globalização e a ditadura militar, mas que, por outro lado, difunde certos ideais que vale a pena difundir.

terça-feira, novembro 04, 2003

MAIS MARAVILHAS PRODUZIDAS PELA IMIGRAÇÃO AFRICANA

Comboio da Linha de Sintra tomado de assalto

Na passada noite de Domingo para Segunda-feira (de 2 para 3 de Novembro),pelas 00:03, um comboio foi assaltado e vandalizado,por um bando de 200 negros,com idades ente os 15 e os 25 anos,na sua maioria,oriundos do Bairro da Cova da Moura. Estes negros agrediram e assaltaram pessoas,e mais 4 polícias que tentaram evitar estas situações.


É absolutamente revoltante.

Além de revoltante, é absurdo: não se percebe porque é que não há ao menos um policiamento mais rigoroso na linha de Sintra.

Por isso, nunca é demais repetir, até a situação ser, um dia, resolvida:
- fim do direito de cidadania por jus solis, início da cidadania por ius sanguinis: só os filhos de Portugueses devem ter direito a ser cidadãos nacionais;
- policiamento mais rigoroso, em quantidade de agentes, em procedimentos e em meios de acção utilizados;
- formação de grupos de moradores que vigiem as ruas, pacificamente, e em ligação às autoridades;
- penas de prisão mais pesadas para crimes cometidos por gangues;
- detenção em casas de correcção de jovens criminosos abaixo dos 16 anos;
- repatriamento imediato e definitivo de todos os criminosos africanos , após o cumprimento das respectivas penas de prisão (com trabalhos forçados em prol da comunidade), independentemente da idade de cada criminoso;
- fim da imigração vinda de África.

Mais nada.


A MAIOR AMEAÇA CONTRA O OCIDENTE


Do Sapo-tsf,

TERRORISMO
A maior ameaça virá da África do Norte
A maior ameaça terrorista da Europa, nos próximos cinco anos, não será a al-Qaeda mas os grupos da África do Norte, simpatizantes da rede de Bin Laden, avisou esta segunda-feira um perito internacional de terrorismo, na Dinamarca.

19:18
03 de Novembro 03



Isto é, o maior perigo que a Europa enfrenta parte de uma terra a curta distância de Portugal.

Isto renova o papel da Ibéria como primeira frente de resistência contra os inimigos da Europa. E, curiosamente, por motivos similares aos de há mais de mil anos, quando os descendentes de Visigodos partiram das Astúrias para formar as actuais Nações hispânicas, contra o poder islâmico norte-africano.

Só que, agora, a maior arma do inimigo da Europa, chama-se imigração.
Por meio da imigração, milhares e milhares de terroristas, dispostos a tudo, podem entrar no velho continente, particularmente pela porta ibérica, e, também, francesa, mercê das relações que a França mantém com a África do Norte.

E este é só mais um motivo para travar a imigração vinda de África, o quanto antes. De África, e não apenas da África do Norte, pois que também há muitos islâmicos no norte Moçambique.

E assim é de África que vêm as maiores ameaças contra o Ocidente:
- uma ameaça espiritual, com o imperialismo islâmico;
- uma ameaça étnica, com o avanço e grande desenvolvimento demográfico de elementos estranhos à Europa, dentro da Europa;
- uma ameaça militar, com o terrorismo islâmico;
- uma ameaça económica e securitária, com o aumento, na Europa, quer da pobreza, quer da insegurança nas ruas.

Travar a imigração, era para ontem - mas talvez ainda haja tempo.

segunda-feira, novembro 03, 2003

AINDA O IMPERIALISMO ESPIRITUAL DOS SERVIDORES DO CRUCIFICADO

Uns quantos eurodeputados portugueses apresentaram uma petição para exigir uma referência ao Cristianismo no texto da Constituição Europeia.

Um dos seus argumentos, diz respeito à fundação cultural da Europa; o outro, refere-se a quantidades populacionais
.

Quanto ao primeiro ponto, convém dizer que a essência da Europa nada tem a ver com o Cristianismo.
A fé do crucificado é uma religião essencialmente estranha à Europa que só se impôs no velho continente à custa de cedências múltipas, isto é, de uma extensa e talvez profunda paganização.
Não obstante essa europeização, continua a ser estrangeira. O Antigo Testamento narra a história sagrada de um povo não europeu, os Judeus, e, o Novo Testamento, diz respeito à doutrina de um desses judeus.

Já é tempo de os Europeus poderem distanciar-se do que não só não contribuiu para o génio da Europa, como até sempre o contrariou - sempre contrariou o Génio da Europa, que se caracteriza pelo gosto da Excelência, por ir além das limitações, pela valorização da liberdade e da dignidade humana face aos poderes tirânicos do Destino, sejam os naturais (doenças, catástrofes, etc.), sejam os humanos (regimes políticos repressores, intolerância doutrinal, proibição da liberdade de expressão).

A Europa é o que é, não graças ao Cristianismo, mas sim APESAR do Cristianismo, e os seus fundamentos culturais e mentais foram lançados, não quando uns quantos revolucionários subversivos judeus andaram nas catacumbas romanas a conspirar contra o Império da Águia e da Loba dos filhos de Rómulo, mas muito antes, quando Heráclito, Homero, Platão, Aristóteles, entre outros, pensaram, falaram, educaram e edificaram.


Quanto ao segundo ponto, diz-se que oitenta e cinco por cento da população europeia é cristã.
Não discuto números por agora.
O que digo, é isto: se a questão é numérica, então com muito mais razão deveria estar presente, na Constituição, a identidade racial europeia (dado que a população branca ainda é maioritária na Europa, julgo eu, espero não estar já demasiado enganado...); e, porque o Cristianismo, diga-se o que se disser, é uma questão de doutrina, então também era preciso falar em Nacionalismo, Socialismo, Social-Democracia, Democracia-Cristã...

Que cada um que fique com a sua religião - a Europa é para os Europeus.