sexta-feira, março 25, 2016

PAPA COMPARA INDIFERENÇA PELOS REFUGIADOS COM INDIFERENÇA QUE LEVOU JC À CRUCIFICAÇÃO...

Fonte: http://rr.sapo.pt/noticia/50160/papa_compara_atentados_de_bruxelas_a_traicao_de_judas_a_cristo?utm_source=rss
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«(...) O Papa Francisco compara os atentados desta semana em Bruxelas com a traição de Judas a Jesus Cristo.
“Há dois dias houve um gesto de guerra de destruição numa cidade da Europa por gente que não quer viver em paz. Mas por detrás daquele gesto, como atrás de Judas estavam outros”, declarou o Papa, esta Quinta-feira Santa.
Francisco, que falava durante a um visita a um centro de acolhimento de refugiados, nos arredores de Roma, disse que Judas não agiu sozinho, tal como os terroristas de Bruxelas.»

Ahá!, é agora que o sô papa vai falar dos islamistas!!!, terá pensado muito nacionalista que quer ser cristão, ou muito cristão que queria ser nacionalista. Agora sim, habemus papam!, temos papa, ai temos temos!...
Leia-se então quem são, segundo o supremo servidor do Judeu Morto, os culpados por trás dos terroristas muçulmanos:

Atrás de Judas estavam os que lhe deram dinheiro, para que Jesus fosse preso e atrás deste gesto [ataques de Bruxelas] estão os que fabricam e traficam armas, que querem o sangue e não a paz, querem a guerra e não a fraternidade”, lamentou o Papa.»
(...)

Isso. Diz-lhe que é as armas. As armas e os barões assinalados. Os barões que fica bem assinalar, aliás, acusar, porque acusá-los não ofende ninguém a não ser aqueles que podem ser ofendidos à vontade que ninguém se chateia. 
Agora... um terrorista muçulmano, inspirado directamente pelo seu credo, fazendo o que o livro sagrado da sua religião manda fazer, usa armas e mata europeus em barda? A culpa é de, portanto, deixa cá ver... é das pistolas. E das bombas. As putas das bombas. Ou melhor, e mais inteligentemente, é de quem as fabrica - isto sim, é uma coisa esperta de se dizer, olá se é. Quem fabrica armas também permite que europeus civilizados possam deter e se necessário abater criminosos muçulmanos habituados ao confronto corpo-a-corpo desde a infância, sem armas a coisa podia ser mais difícil, mas essa parte não conta. Os que vendem as armas é que devem ter escrito o Alcorão, às tantas o pobre Maomé foi hipnotizado por algum anafado fabricante de espadas que queria fazer render o seu negócio, até convenceu o profeta pedófilo a escrever um verso intitulado «O Verso da Espada» para fazer publicidade ao produto, mas aquilo não é o Islão a sério, o Islão a sério não tem culpa de nada, nadinha, nadíssima... 

Disse mais umas coisas nos últimos dias, o maior dos vigários: http://rr.sapo.pt/noticia/49769/papa_compara_paixao_de_jesus_ao_sofrimento_dos_refugiados
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«(...) Francisco falou das muitas tentações a que Jesus foi sujeito durante a paixão, mas deteve-se naquela que considera ter sido a maior das tentações. “A provocação para descer da cruz, vencer o mal com a força e mostrar o rosto dum deus poderoso e invencível.”
“Mas Jesus, precisamente aqui, no ápice da aniquilação, revela o verdadeiro rosto de Deus, que é misericórdia. Perdoa aos seus algozes, abre as portas do paraíso ao ladrão arrependido e toca o coração do centurião.”
“Se é abissal o mistério do mal, infinita é a realidade do Amor que o atravessou, chegando até ao sepulcro e à morada dos mortos, assumindo todo o nosso sofrimento para o redimir, levando luz às trevas, vida à morte, amor ao ódio”, concluiu o Papa.

Linda coisa para se dizer ao povo num momento em que a Europa precisa cada vez mais de se defender contra a agressão musla e de esmagar militarmente os seus agressores... faz lembrar a do outro, que quando o filho mostrou medo por os terroristas terem armas, lhe disse «eh pá, não fa' mal, nós temos flores», que os mé(r)dia adoraram, subiram ao sétimo céu diante de tanta beleza, por isso é que, mais uma vez falando em nome do povo, escrevinharam que «este pai comoveu o mundo!», como aqui se leu: http://www.tvi24.iol.pt/internacional/atentados-paris/eles-tem-armas-nos-temos-flores-o-pai-que-esta-a-comover-o-mundo
Ele viu-se, o que as flores serviram para defender o povo de Bruxelas contra as armas. E mesmo que as flores não servissem para proteger o povo, pelo menos podem tornar mais belas as suas sepulturas, disso não se duvida. É a vida, como diria Guterres.

Mas a tirada mais profunda do chefe do padralhame foi outra, no fim de semana passado: http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/vaticano/vaticano-papa-condena-indiferenca-perante-drama-dos-refugiados/
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«O Papa denunciou hoje a “indiferença” global perante os que sofrem, à imagem do que aconteceu com Jesus, ao dar início às celebrações da Semana Santa, com a cerimónia do Domingo de Ramos, no Vaticano.
“Penso em tantas pessoas, em tantos marginalizados, em tantos deslocados, em tantos refugiados dos quais ninguém quer assumir a responsabilidade do seu destino”, disse na homilia da Missa a que presidiu, na Praça de São Pedro, diante de dezenas de milhares de pessoas.
A crítica chega no dia em que entra em vigor novo acordo entre a União Europeia e a Turquia sobre a devolução de migrantes que cheguem clandestinamente a território comunitário.
Francisco recordou que, depois de uma entrada triunfal em Jerusalém, o próprio Jesus sentiu “na própria pele a indiferença, porque ninguém quis assumir a responsabilidade do seu destino”.
Após ter abençoado os ramos de palma e de oliveira, junto ao obelisco central da praça, o Papa apresentou uma reflexão sobre a figura de Jesus Crucificado, “a cátedra de Deus”.
“Convido-vos, nesta semana, a olhar muitas vezes para esta ‘cátedra de Deus’, para aprender o amor humilde, que salva e dá a vida, para renunciar ao egoísmo, à busca do poder e da fama”, disse aos presentes.
“Peçamos a graça de compreender pelo menos alguma coisa deste mistério da sua aniquilação por nós; assim, em silêncio, contemplemos o mistério desta semana”, acrescentou.
Francisco falou de Jesus como fonte da “alegria” que é capaz de libertar os fiéis das “amarras do pecado, da morte, do medo e da tristeza”.
Uma alegria, precisou, a que ninguém chega sem experimentar “a sua ternura surpreendente e sem aceitar que o verdadeiro amor consiste no serviço concreto”.
“Se queremos seguir o Mestre, além de nos alegrarmos porque Ele nos vem salvar, somos chamados a escolher o seu caminho: o caminho do serviço, da doação, do esquecimento de nós próprios”, realçou o Papa.»

Ora aqui está a mensagem mais coerente do maior propagandista do carpinteiro crucificado e líder espiritual incontestável de milhões de crentes: os Europeus têm de se esquecer de si mesmos para acolher os alegados refugiados porque senão correm o risco de colaborar na «crucificação» de tais alógenos. E depois assim não se constrói o mundo sem fronteiras no qual «todos somos em Cristo» ou lá como é a merda do plano cristão de «salvação» da humanidade. Revela, de facto, coerência, sem qualquer ironia - e ao ser coerente confirma, mais uma vez, que o Cristianismo é, sempre foi, sempre será, nem podia deixar de ser, o maior inimigo interno do Ocidente e o maior veneno que alguma vez foi inoculado nas veias do Europeu. E ainda há, apesar das mais gritantes evidências, quem marre que é preciso defender a «matriz judaico-cristã da nossa cultura»... olha se o povo andasse mais na missa e ouvisse mais destas, e doutras, se calhar já os votos no Nacionalismo não cresciam como estão a crescer... Efectivamente, só a essência do Nacionalismo, do Etnicismo, do «Racismo», de toda a tendência ideológica que consista em pôr a sua própria Estirpe acima de tudo, só isto é antídoto para o autêntico vírus da sida civilizacional que há mil e setecentos anos começou a matar os Europeus: o universalismo militante que se desenvolveu nas terras do poente a partir da entrada do Cristianismo no Organismo Europa. O vírus atacou a cabeça e aí se implantou - o culto de um semita exclusivista morto no Próximo Oriente começou por destruir, usurpar, substituir o culto dos Deuses Nacionais dos antigos Europeus. A grande queda iniciou-se aí. De lá para cá o vírus alastrou pelo Organismo. Surgiu todavia uma reacção - a pouco e pouco, a adoração cristã foi perdendo vigor, enquanto ao mesmo tempo o apego à «Tribo» crescia a olhos vistos, como bem observou Berdiaev. E é no fortalecimento desta tendência reactiva, de autênticos glóbulos brancos, que está a possibilidade de salvaguarda do Ocidente - o verdadeiro, bem entendido.


3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

https://youtu.be/ztX7nBEaVDM

Papa lava pés de invasores muçulmanos.

25 de março de 2016 às 11:33:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

BEM A MEIA DUZIA PERCEBEU QUE ERA O FIM ADOPTOU E ADAPTOU MAS ENFRAQUECEU E OS BARBAROS SENTIRAM ESSE CHEIRO DE FRAQUEZA E AVANÇARAM COMO NUNCA ANTES ATÉ TUDO CAIR TODOS AQUELES SECULOS QUE OS BARBAROS ACUMULARAM DE RIVALIDADE COM ROMA DE REPENTE A SEITA FACILITOU A REVANCHE BARBARA É JUSTAMENTE O QUE OCORRE AGORA UMA EPOCA VIRIL DE GERAÇÕES VIRIS FOI SUBSTITUIDA POR BANANAS DERIVADOS QUE MESMO COM ARMAS NUCLEARES QUE OS ANCESTRAIS NUNCA TIVERAM O QUE FAZEM PARA MANTER ROMA DE PÉ?AJUDAM A DESTRUI-LA E COM BARBAROS BEM INFERIORES EM POTENCIAL POSTERIOR A RUINA

25 de março de 2016 às 16:47:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

https://youtu.be/l8bllUB_x4s

25 de março de 2016 às 21:00:00 WET  

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