quarta-feira, Abril 16, 2014

CISNE «RACISTA» EM UNIVERSIDADE DA VELHA ALBION



Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2601682/A-white-wing-supremacist-Vicious-swan-attacks-foreign-ethnic-minority-students-university-pond.html
Na Universidade de Warwick, Inglaterra, um cisne que por lá vive, no jardim, encontra-se na fase do ano em que nidifica, isto é, constrói o seu ninho, o que o faz tornar-se agressivo para com tudo o que seja estranho, incluindo humanos. O que está a deixar perplexa a malta que o rodeia é que o cisne, ou a cisne para ser mais exacto, parece agredir apenas gente escura ou de minorias étnicas...
A direcção da universidade já mandou colocar uma cerca em redor do seu habitat.

Ora isto ou significa que os queixosos de «racismo» continuam a ser os mesmos - gente não branca em solo europeu, especialmente a que está mais politizada pela histeria anti-racista - e os brancos eventualmente atacados pelo cisne nem sequer se lembraram de se queixarem por isso, ou então, se é mesmo racismo aquilo de que se trata, alguém vai ter de explicar ao cisne que a raça não existe, que é uma construção social, e que o racismo do cisne é uma invenção dos brancos do século XVIII e o cisne andou a ler os livros errados...



FORÇAS DE SEGURANÇA RUSSAS DIZEM TER NEUTRALIZADO UMA SÉRIE DE ATAQUES TERRORISTAS EM SOCHI

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_04_09/FSB-russo-anuncia-ter-impedido-atentados-terroristas-contra-instalacoes-olimpicas-de-Sochi-0875/
Durante a preparação para os Jogos Olímpicos, o Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB, na sigla em russo) neutralizou uma série de atentados terroristas contra instalações desportivas em Sochi, segundo revelou Alexander Bortnikov, director do FSB.
O chefe da agência observou que os serviços secretos russos trabalharam em colaboração com colegas de outros países.
De acordo com Bortnikov, estava sendo efectuado "um trabalho conjunto específico do FSB da Rússia e os colegas dos EUA, Áustria, França, Alemanha e Geórgia contra um grupo de pessoas que pretendiam lançar ataques terroristas às instalações olímpicas em Sochi. A ameaça foi neutralizada graças às acções comuns".

JORNAL ALEMÃO LANÇA PETIÇÃO PARA RETIRAR «TANQUES SOVIÉTICOS» DO MEMORIAL DE BERLIM

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_04_15/Bild-alem-o-pede-para-remover-T-34-sovi-ticos-do-memorial-em-Berlim-1558/
De acordo com o site do jornal alemão Bild, este órgão de imprensa encaminhou ao Bundestag uma petição para retirar os tanques T-34 representados no Memorial aos Soldados Soviéticos, erguido no Tiergarten, no centro de Berlim.
A publicação chama a atenção dos parlamentares alemães para a contradição entre o passado e o presente: referindo-se à actual actuação russa nas fronteiras da Ucrânia, afirma que os tanques soviéticos "não podem estar ao pé do Portão de Brandemburgo, quando os tanques russos estão ameaçando a Europa democrática".

É triste e sintomático que um jornal de entre os maiores do mais poderoso país da Europa Ocidental use ou seja forçado a usar um discurso destes para justificar a retirada de um símbolo que, mais do que alegadamente contradizer uma acção política actual do seu país de origem, constitui, objectivamente, a memória materializada de uma derrota e de uma ocupação por força estrangeira. Esta seria a principal razão para retirar da mais emblemática praça da capital os monumentos alusivos aos vectores de invasão levada a cabo pelo inimigo estrangeiro - mesmo que se achasse que o inimigo tinha ideologicamente a razão do seu lado (que não tinha, digo eu, mas isso é outro assunto). 

NA SUÉCIA - MILITANTE DO PARTIDO DOS DEMOCRATAS SUECOS CONDENA A MISTURA RACIAL

Fonte: http://topconservativenews.com/2011/03/swedish-politician-denounces-race-mixing/
É de já há algum tempo mas não tinha sido dada aqui, a notícia - na Suécia, um militante do partido dos Democratas Suecos (Sverige Demokraterna - SD), o conselheiro municipal substituto Isak Nygren, de origem judaica, causou «escândalo» ao escrever num forum de Internet que é contra a mistura racial:
«Seria bom para a criança que os pais fossem semelhantes na aparência.» Opondo-se em particular à mistura entre Europeus e não brancos, declarou também que a seu ver a miscigenação conduz ao desenraizamento: «Quando os Democratas Suecos estavam contra a adopção [de gente de além-mar], foi pelas mesmas razões. Haverá problemas de identidade e podem resultar em problemas de saúde mental.»
A secretária dos SD Eric Myrin afirmou subsequentemente que a perspectiva de Nygren era contrária à do partido e ele estava em vias de ser expulso do mesmo. 

Em sua defesa Nygren diz que é um «activo anti-racista» e membro dos SD desde há muitos anos. 

Já antes tinha feito comentários polémicos, nomeadamente a respeito do Islão, considerando-o como um «culto pedófilo violento». E consta que chegou a ser um militante neo-nazi activo. Em 2008 tornou-se militante do Nordiska förbundet ou Aliança Nórdica, agrupamento de índole alegadamente neo-nazi, participando no forum online do grupo, disseminando aí as suas ideias contrárias à imigração em massa e ao Islão. Quando confrontado com o facto de ter escrito esses comentários, respondeu que o que escreveu não é de índole nazi.



LÍDER DA MAIOR ORGANIZAÇÃO JUDAICA DA EUROPA RECONHECE - DEMOCRACIA E TOLERÂNCIA DÃO FORÇA AO NACIONALISMO

Fonte: http://voiceofrussia.com/news/2014_03_31/European-Jewish-Congress-chief-accused-Europe-in-being-too-tolerant-8974/

O presidente do Congresso Judeu Europeu declarou no final do mês passado, em discurso proferido numa conferência internacional de S. Petersburgo intitulada «Neo-Fascismo na Europa: 70 Anos Depois», que a democracia europeia era demasiado tolerante para travar o retorno do «Fascismo»
«A Democracia na sua forma actual mina os direitos, as liberdades e a segurança da maioria dos Europeus. A ausência de qualquer base legal adequada não é a única causa desta situação. As mãos dos governos europeus estão atadas pelas interpretações actuais ilimitadas da tolerância. Na Grécia e na Hungria os partidos neo-nazis clássicos com notórios símbolos e retórica, e com marchas públicas e apelos por acção contra os imigrantes em geral, e contra os Judeus e os Ciganos em particular, alcançaram sólidas posições. A nossa responsabilidade como descendentes dos que morreram tem de nos fazer fortes o suficiente para erguer uma barreira segura no caminho dos fascistas. Os Europeus não foram capazes de o fazer no princípio do século XX. Seremos nós capazes de evitar os erros que cometeram? Este objectivo está longe de ser trivial. Paradoxalmente, os principais paradigmas e barreiras a alcançar isto [o objectivo de travar os fascistas] são os valores fundamentais europeus - democracia e tolerância.»

Mais uma arrogância da parte de gente asiática que não tem ou não devia ter voto na matéria quando se fala em Europa. Percebe-se que os judeus em espaço ocidental fiquem incomodados com o crescimento de partidos nacionalistas europeus que continuem a perfilhar um discurso anti-sionista, contraditório, de resto, com a essência do Nacionalismo, mas, mal ou bem, os nacionalistas europeus estão na sua terra e aí devem ter toda a liberdade para dizerem que não querem alógenos no seu território. A obrigação dos judeus em território não judaico é pura e simplesmente acatarem o facto. E os judeus nacionalistas de boa vontade têm um acréscimo de obrigação moral de perceberem isto e até de colaborarem com as forças nacionalistas europeias. O que opõe ainda demasiados nacionalistas europeus aos sionistas ou nacionalistas judeus é no fundo uma questão de chauvinismo e rancor antigo - mas este chauvinismo existirá eventualmente de ambas as partes, não apenas dos nacionalistas europeus. Os nacionalistas europeus, todos, em bloco, estão para os sionistas tal como, dentro do bloco europeu, os nacionalistas portugueses estão para os nacionalistas castelhanos ou mais ainda como os nacionalistas alemães estão para os polacos, por exemplo, e digo isto mutatis mutandis, salvaguardando as devidas distâncias, uma vez que os Portugueses, os Castelhanos, os Alemães e os Polacos estão todos mais próximos entre si que dos Judeus, visto que estes não são europeus, mas no essencial o problema é o mesmo, não em grau de proximidade mas em termos de situação ideológica no que ao Nacionalismo diz respeito - diante da escolha entre continuar a marrar em ódios étnicos antigos ou, em vez disso, saber ultrapassar os conflitos de outrora e perceber que todos os nacionalistas, sejam portugueses, espanhóis, alemães, polacos, israelitas ou japoneses, ou guirguizes, estão todos do mesmo lado: o dos que querem que cada Povo esteja na sua própria terra e seja aí soberano exclusivo. 

O que de qualquer modo é mais uma vez afirmado é que, de facto, a Democracia está a conduzir o Nacionalismo ao poder, e é isto que mais interessa reter e transmitir. Isto já um outro asiático, o turco que lidera a maior organização muçulmana do mundo, tinha afirmado, no essencial, em 2012, como aqui se noticiou:
http://gladio.blogspot.pt/2012/01/representante-do-mundo-politico.html
Recordo o que na altura noticiei: o turco Ekmeleddin Ihsanoglu, secretário-geral da Organização da Cooperação Islâmica (OCI) diz que, não obstante, o papel crescente da Extrema-Direita na política de vários países europeus tornou-se mais forte do que a capacidade que a OCI tem de combater a «islamofobia». Afirma que a subida da Extrema-Direita através das eleições tornou-se algo que não pode ser combatido, considerando o modo democrático como os extremistas de Direita alcançaram as suas posições. Refere como exemplo o referendo realizado na Suíça a respeito dos minaretes, em que a construção destes foi proibida por vontade do Povo Suíço.

GOVERNO REGIONAL DA ANDALUZIA FINANCIA ESQUERDISTAS E ISLAMISTAS QUE QUEREM QUE A CATEDRAL DE CÓRDOBA VOLTE A SER UMA MESQUITA OU «MESQUITA-CATEDRAL»

Fonte: http://www.larazon.es/detalle_rnormal/noticias/6121530/espana/la-junta-subvenciona-a-los-islamicos-que-quieren-expropiar-la-mezquita-de-cordoba#.U03e0_ldXCB
através de http://diversitymachtfrei.blogspot.pt/2014/04/government-of-andalusia-subsidising.html?utm_source=BP_recent

La Junta subvenciona a los islámicos que quieren expropiar la Mezquita de Córdoba. O Instituto Halal, Junta Islámica y Asociación KALA mantienen estrechos lazos con la Junta de Andalucía.
Junta Islámica e Instituto Halal contaron desde el momento de su fundación con el apoyo –directo e indirecto– de la Junta de Andalucía a través de subvenciones directas y programas de colaboración, además de la constante presencia de destacados miembros del Gobierno autonómico en actos organizados por estas organizaciones. Acresce que o porta-voz da Plataforma Mesquita-Catedral d Córdoba, que é uma das organizações em campanha para que o templo seja retirado à Igreja Católica «porque é património da humanidade», Miguel Santiago Losada, lidera uma organização que também recebe apoio financeiro da Junta da Andaluzia.

Não é de mais lembrar que a dita mesquita foi construída sobre uma igreja cristã, ou seja, tratou-se de uma usurpação muçulmana. A igreja cristã por seu turno fora construída sobre um templo pagão...

Observa-se mais uma vez o posicionamento de uma elite cultural reinante no sentido de apoiar a causa de alógenos contra a cultura do Nós, isto é, contra a Pátria, a Espanha, a Europa.

PNR DENUNCIA VIOLÊNCIA E DESRESPEITO NA ESCOLA

Uma professora de matemática já tinha apresentado, desde o início do ano lectivo, 19 queixas disciplinares contra uma turma da escola de Gondomar onde lecciona. Várias dessas queixas visavam o aluno que, no passado dia 21 de Março, quando lhe foi pedido que saísse da sala por estar a perturbar a aula, se aproximou da docente, a ameaçou e ainda lhe desferiu um murro. A professora, depois de solicitar a intervenção da direcção da escola, e percebendo que nenhuma posição era assumida, resolveu apresentar queixa na GNR. No entanto, a queixa foi arquivada por inimputabilidade do agressor, que tem 15 anos de idade. Mas não é tudo: a direcção da escola, tendo tido receio de suspender o aluno, resolveu, na passada semana, suspender a professora, abrindo assim um precedente perigoso e dando um péssimo exemplo para o exterior.
O PNR diz não às sucessivas políticas de degradação da escola pública dos sucessivos Governos. Estas passam pela instrumentalização do ensino, depreciando professores na sua função de instruir e educar e retirando-lhes a autoridade e dignidade necessárias ao desempenho das suas funções, ao mesmo tempo que é instituído um facilitismo assustador e promovida uma qualidade de ensino mais que duvidosa a todos os níveis.
Estas desastrosas e aviltantes políticas têm em vista não só a mediocrização em massa dos portugueses, mas também, através do desprimor do ensino público, incitar pais e encarregados de educação a optar pelo ensino privado, numa desonesta estratégia economicista. Um exemplo destes estratagemas é a astuciosa manobra «cheque-ensino», engodo por ora aparentemente esquecido. A actual situação é, também, o fruto da mentalidade marxista do pós-25 de Abril, que levou a que o conceito de “liberdade” fosse confundido com “libertinagem” e que as noções de respeito pela autoridade, pela organização e pelo mérito desaparecessem do universo escolar (e social) português. Com o PNR haveria ordem, e os Valores necessários à boa cidadania seriam aprendidos nas escolas.
Por outro lado, o PNR é, também, o único partido que denuncia estas situações. Todos os outros, principalmente os que têm representação parlamentar, abatem sobre elas um manto de silêncio e nada fazem para alterá-las. Onde está agora, por exemplo, o CDS do Dr. Paulo Portas, que nas suas demagógicas campanhas eleitorais tanto fala na defesa da moral e dos bons costumes, mas, chegado ao Governo, “esquece” aquilo que dizia defender? O PNR, pelo contrário, não só não muda o de discurso consoante as ocasiões como é o único partido português sem assento parlamentar que mantém actividade incessante, mesmo fora dos períodos de campanha eleitoral, na denúncia da decadência que assola a nossa sociedade, apresentando sempre alternativas.
Junte-se a nós e ajude-nos a lutar por uma escola pública, por um ensino de qualidade e pela igualdade de oportunidades para todos os portugueses!
Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/nao-pactuamos-violencia-nas-escolas/

terça-feira, Abril 15, 2014

POR NÁBIA CORONA, JÚPITER, LIDA E DEMAIS DIVINDADES DA «PÁSCOA» LUSA


NA GRÉCIA - NOVA SONDAGEM DÁ CLARA MAIORIA AOS NACIONALISTAS DA AURORA DOURADA



Na Grécia, o blogue da Chrysi Avgi ou Aurora Dourada (AD) afirma que uma nova sondagem, da zougla.gr, dá vinte e nove por cento das intenções de voto ao seu partido, vinte e um por cento ao Syriza, partido de Extrema-Esquerda; em casos de eleições a AD poderia chegar aos 30,6%, o Syriza aos 25,4%, enquanto o Nova Democracia (ND) se ficaria pelos 11,2%.
O líder da AD, agora preso, seria preferido como primeiro-ministro por 15,1% dos inquiridos.
Para presidir à cidade de Atenas, entretanto, o militante da AD Elias Kasidiaris atrairia 46,3% dos votos, encontrando-se em segundo o candidato do Syriza, Sakellarides. O da ND, por seu turno, ficar-se-ia pelos seis por cento.
Fonte da notícia: http://xryshaygh.blogspot.gr/2014/04/30.html

Este povinho é realmente lixado... bem se lhe pode dizer que os Nacionalistas são maus e ingerem menores de idade na primeira refeição da manhã isto e aquilo, que a verdade é que quanto mais tempo passa mais o povo vota nos Nacionalistas.
E assim se comprova, mais uma vez, que a Democracia constitui precisamente a maior aliada do Nacionalismo.

PRIMEIROS METROS DE PORTUGAL VENDIDOS A PRIVADO ESPANHOL

Fonte: http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Viana+do+Castelo&Concelho=Melga%E7o&Option=Interior&content_id=3810711&page=-1
"São os 60 metros quadrados de terreno mais a norte de Portugal e a mais importante caseta da Guarda Fiscal que o Governo aceitou vender, sem consultar ninguém, a um privado que, por acaso, é espanhol", denuncia, ao JN, António Sousa, presidente da Junta de Freguesia de Cristóval, em Melgaço, onde se situa a emblemática fronteira de S. Gregório.
Esta fronteira era conhecida sobretudo pela intensidade do contrabando e pelo número de pessoas que a usavam para dar "o salto" para Espanha e depois para França. O facto de, neste local, a fronteira geográfica ser feita pelo rio Trancoso, um pequeno afluente do Minho, que permite o atravessamento a pé, fez da fronteira mais a Norte, uma das mais conhecidas do país.
"É uma afronta o Governo aceitar vender os primeiros metros de território português sem sequer informar as autoridades locais", referiu Avelino Fernandes, antigo guarda-fiscal, que ajudou a colocar o soalho na pequena casa agora vendida a um espanhol.
Para a população de Cristóval, a solução passará pela anulação da venda ou por uma compra ao novo proprietário. "A nossa ideia é restaurar a casa, içar a bandeira portuguesa e colocar no local informações sobre a história da fronteira", afirmou Avelino Fernandes.
Manoel Batista, presidente da Câmara Municipal de Melgaço, não se mostra tão confiante no regresso da casa da Guarda Fiscal (onde o rés do chão funcionava como uma prisão provisória para os contrabandistas) a mãos portuguesas. "O município não foi informado, mas a casa e o terreno foram vendidos", referiu. E continuou: "A solução passa pela qualificação dos restantes edifícios da fronteira como sendo de interesse municipal, o que já cria alguns entraves à venda e à realização de obras".
"É lamentável, a todos os níveis, que tenham sido vendidos os primeiros metros de Portugal e que ninguém faça nada", condenou por sua vez Jorge Ribeiro, deputado municipal do PSD. "É triste que, do lado espanhol, o edifício da fronteira esteja impecável e que, uns metros mais à frente, depois da ponte do rio Trancoso, Portugal tenha vendido os primeiros palmos de terra de uma nação", indigna-se o deputado.
Contactado pelo JN, o novo proprietário do terreno e da antiga casa da Guarda Fiscal na margem do rio Trancoso não quis fazer comentários sobre o negócio.

É o tipo de notícia que já só indigna gente do povo, das classes baixas e média-baixas. Falar neste caso a um membro da elite é ter quase garantido o semblante de indiferença quando não o sorriso de troça diante da indignação que o sucedido possa suscitar.


REPORTAGEM NORTE-AMERICANA SOBRE A ISLAMIZAÇÃO AGRESSIVA DE FRANÇA

Agradecimentos a quem aqui trouxe este vídeo:

 

Uma reportagem da cadeia de televisão norte-americana CBN sobre o quotidiano da ocupação do território francês por imigrantes muçulmanos, ou de origem étnica árabe/norte-africana, que chegam a invocar a bandeira do Islão para justificar a sua hostilidade violenta contra os Franceses. Um dos denunciantes desta situação é um indivíduo de ascendência turca que escreveu um livro sobre o racismo anti-branco, coisa que as elites dominantes no Ocidente usualmente negam ou ignoram, por vezes declaradamente. 
É interessante ver o tratamento de forma alguma negativo que um canal «mainstream» norte-americano dá a um grupo ideológico de Extrema-Direita, o Geração Identitária, que há algum tempo ocupou o terraço de uma mesquita em construção como protesto contra a islamização do País. 
A reportagem denuncia ainda a colaboração da elite francesa com o aumento da força islâmica em território francês como estratégia política; de notar que uma mesquita de Paris que está a ser renovada com dinheiro público tem um nome em Árabe que a maioria dos Franceses não sabe que quer dizer «A Conquista», que é uma parte do Alcorão... 


ANTEONTEM - ESMAGADORA MAIORIA DE POVO DE CIDADE BASCA VOTOU PELA INDEPENDÊNCIA NACIONAL BASCA

«¿Queres ser cidadão ou cidadã de uma Euskal Herria independente?». 94 % dos habitantes de Etxarri Aranatz que participaram na consulta mostraram-se a favor da independência. A participação atingiu os 42,76 %.
Na consulta de hoje, a grande maioria dos habitantes de Etxarri Aranatz (Nafarroa) mostrou o seu apoio a uma Euskal Herria independente. De acordo com os dados divulgados, dos 851 votantes (42,76 % do censo), 804 disseram sim à independência (94,47%) e 18 votaram contra (2,11%). Houve ainda 26 votos em branco (3,05%) e 3 nulos (0,35%).
Os organizadores da consulta sublinharam que foi «um grande dia para a democracia» e que o importante não são os resultados, mas sim o processo.
Manu Gómez, membro da plataforma popular A13, disse que vão continuar «a trabalhar, com mais ânimo e força que até agora, para que o exercício simbólico de hoje se torne verdadeiro e para que o direito a decidir seja uma realidade». Gómez recordou ainda a iniciativa de dia 8 de Junho, com a qual se pretende unir Durango e Iruñea através de um cordão humano, e convidou as pessoas a participarem.
Os observadores internacionais presentes destacaram a boa organização da consulta, em que participaram cerca de 200 voluntários, e sublinharam que existiam todas as condições para votar livremente.
A jornada decorreu em ambiente de festa, com dança, desportos tradicionais bascos e música nas ruas.
Fonte: http://paisbasco.blogspot.pt/2014/04/o-povo-de-etxarri-votou-claramente.html


Já se sabe que, em princípio, o povo vota pelo Nós, razão pela qual a Democracia conduz tendencialmente ao Nacionalismo.


SEMANÁRIO «O DIABO» - A CORRUPÇÃO E A IMPUNIDADE NA TUGALÂNDIA


PRIVADOS FAZEM NEGÓCIO COM CRIANÇAS

Fontes: 
http://www.tugaleaks.com/acolhimento-jovens-seguranca-social.html
através de http://www.forumnacional.pt/index.php?topic=659.0

A Segurança Social tem menos de uma dezena de centros próprios. Os privados têm mais de 700. Os valores de abonos não se comparam com o valor pago a privados.
São cerca de 140EUR. Este é o valor que uma família do distrito de Leiria recebe de abono de família, em média, por quatro filhos. A família está inequivocamente abaixo da média dos lares privados, que recebem quase mil euros por cada criança, afirma a segurança social.
Já para outra em Lisboa, o valor de abono de família para um filho, onde apenas um dos pais do menos trabalham, é de cerca de 20EUR. 

A Segurança Social entregou o negócio de acolhimento de menores a privados com valores absolutamente irreais comparado com o apoio às famílias. 

As infra-estruturas e os números
Das suas instituições próprias, contam-se apenas 5 Lares de Infância e Juventude (LIJ), e apenas 1 Centro de Acolhimento Temporário (CAT).
Já nas IPSS, com número bastante diferente, têm 194 Lares de Infância e Juventude (LIJ), 123 Centros de Acolhimento Temporário (CAT) e 3 Apartamentos de Autonomização.
Nas instituições exclusivamente privadas o caso é ligeiramente menor: 197 Lares de Infância e Juventude (LIJ), dos quais 185 são com Acordo de Cooperação Típicos ou Atípicos e 9 sem acordo. Existem ainda 12 Centros de Acolhimento Temporário (CAT).

O montante médio gasto por criança
Com ou sem privados, o valor pago pela salvaguarda da nossa geração futura é para LIJ 628,84€ (2012), CAT 978,40€ (2012) e a média de Apartamento de Autonomização 827,26€ (2012).
Estes valores são “normalmente fixos, independente da região do país onde o acordo de cooperação foi elaborado” (fonte Segurança Social).

Existe um relatório completo sobre denominado CASA – Relatório de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens, mas que no site da Segurança Social está indisponível para consulta.
Este artigo, antes da sua publicação e com estes valores, foi mostrado à família de Lisboa. A reacção foi a que se podia esperar:
Estou desempregada há quatro meses. Se em vez do fraco apoio financeiro da Segurança Social tivesse até metade do que oferecem aos privados, teria muito mais condições para acompanhar o meu filho nos seus primeiros anos de vida. 

Esta informação foi obtida junto da Segurança Social com grande dificuldade. Solicitaram o motivo para o pedido e criaram dificuldades no envio da informação, que não é obrigatório e só ao abrigo da LADA (Lei de Acesso a Documentos Administrativos) nos foi possível obter a informação. O prazo de resposta é de dez dias, mas obtivemos a mesma em mais de 20.. Será que não queriam esta informação divulgada? Será este mais um tacho para privados?

Recordamos ainda que ouve-se falar muito em abusos e crimes dentro destas instituições. Em 2010 o público referia que “O Ministério Público abriu 20 inquéritos nos últimos anos. Já arquivou 17, mas há ainda três a ser investigados – dois por crimes sexuais e um por maus tratos.”.

Será este o caminho de Portugal para com as gerações futuras?

NA MAIOR POTÊNCIA DA EUROPA - TODOS OS CANDIDATOS À CÂMARA DE MOSCOVO PROMETERAM LIMITAR A PRESENÇA ALÓGENA

Fonte: http://www.alertadigital.com/2014/04/14/los-candidatos-a-la-alcaldia-de-moscu-hablan-claro-acerca-de-la-inmigracion-los-ilegales-deben-ser-deportados/
Na capital russa, as eleições autárquicas de 8 de Setembro passado tiveram candidatos de partidos muito diversificados quanto à sua ideologia - mas todos afirmaram a necessidade de restringir a influência dos imigrantes:

 - Sergueï Sobianine, Partido Rússia Unida, alcaide de Moscovo desde 2010:
«Sabemos que metade los crimes e delitos cometidos na nossa cidade é obra dos imigrantes. Se retirássemos das estatísticas a delinquência dos imigrantes, Moscovo seria a cidade mais segura do mundo. Se um imigrante comete duas infracções graves, há que expulsá-lo do país. Duas infracções severas contra o código da circulação, contra a legislação laboral, dois actos de vandalismo, e o copo está cheio: expulsão da Rússia sem possibilidade de voltar nunca.»

 - Alexeï Navalny, Partido Republicano da Rússia-Parnass:
Quando for alcaide de Moscovo proporei à Duma a introdução de um regime de vistos com os países da Ásia Central. Preocupar-me-ei especialmente em que as empresas não empreguem imigrantes que não estejam na posse de uma permissão de trabalho. Tomarei medidas mui estritas para lutar contra os guetos étnicos criminais.

Nikolaï Levitchev, Partido Rússia Justa:
Os imigrantes ilegais devem ser deportados, e aqueles que os empreguem devem ser condenados severamente pela via penal. Proponho a criação de uma agência municipal para o emprego dos imigrantes, que estabelecerá serviços de selecção da força de trabalho estrangeira para as empresas e organizações moscovitas. A sua tarefa consistirá em fazer aflorar o trabalho dos imigrantes ilegais e ajudar os cidadãos da Federação Russa a encontrar trabalho na nossa cidade.

Ivan Melnikov, Partido Comunista da Rússia:
Lançaremos um programa de substituição da força de trabalho estrangeira por cidadãos da Federação Russa. São quase 3 milhões de cidadãos da Federação Russa, entre eles muitos moscovitas, que esperam estes trabalhos. Empregar-se-ão os imigrantes apenas em função das autorizações de trabalho. Os seguros laborais para os imigrantes custarão mais caro que os dos cidadãos da Federação. Reduziremos drasticamente a quantidade de imigrantes em Moscovo.

Quem os ouve lá e quem os ouve cá...

Continuando:

Sergueï Mitrokhine, Partido Iabloko («Maçã», partido liberal-social):
Vou exigir aos empregadores a máxima transparência acerca do emprego dos imigrantes. Vou criar precedentes de condenação de empregadores em virtude dos artigos 322.1 (“Organização da imigração clandestina”) e 127.2 (“Emprego de mão de obra escrava”) do Código Penal. Forçarei os empregadores a asegurarem condições de trabalho e de vida dignas para os imigrantes. Dessa maneira o emprego dos imigrantes deixará de ser tão barato e em consequência o número destes reduzir-se-á brutalmente. Em vez dos imigrantes, os empregadores deverão empregar, com salários dignos, os moscovitas.

Mikhaïl Degtyarev, Partido Liberal-Democrata da Rússia:
Quase metade dos crimes e delitos contra pessoas são obra de cidadãos de países estrangeiros, próximos e distantes. Vou reforçar a luta contra esta criminalidade étnica. Introduzirei uma proibição acerca do trabalho de estrangeiros em todo o pequeno comércio, assim como acerca da entrada em Moscovo de imigrantes sem passaporte de viagem. Vou impor sanções severas, inclusivamente penais, contra os empregadores que dêem trabalho a imigrantes ilegais.


É assim num país onde a elite politicamente correcta ainda não se impôs totalmente...



ECONOMISTA RAQUEL VARELA: «SOMOS MAIS PRODUTIVOS MAS A ESCOLHA É AUMENTAR O LUCRO DAS GRANDES EMPRESAS»

     


Saliento ainda: 
«Não percebo porque é que um banco é privado... aliás, na hora dos apertos ele deixa de ser privado, os prejuízos são nacionalizados.» 

 Como bem disse uma manifestante diante da Assembleia da República, se um banco é demasiado grande para falir, então também é demasiado grande para ser privado...

segunda-feira, Abril 14, 2014

IMAGENS DA EUROPA RELIGIOSA - CELEBRAÇÃO DE RENASCIMENTO NA GRÉCIA







Imagens da celebração da Carisia-Afrodísia, festividade em honra de Afrodite, que para os Latinos é Vénus, ontem, dia 13 de Abril de 2014, no sopé do Monte Parnitha, Grécia.


EM INGLATERRA - BRANCO ASSASSINADO A SOCO POR NEGRO EM INGLATERRA SOFRIA DE AUTISMO

Mais detalhes sobre esta notícia: http://gladio.blogspot.pt/2014/02/negro-mata-branco-com-um-soco-e-nao.html

http://www.alertadigital.com/2014/04/14/gran-bretana-condenan-a-un-nigeriano-a-solo-cuatro-anos-y-medio-de-prision-por-matar-de-un-punetazo-a-un-peaton-autista/

O branco, Andrew Young​, que um nigeriano assassinou a soco na localidade inglesa de Bournemouth sofria da síndroma de Asperger, ou autismo. 

De notar que o homicida já tinha sido condenado a uma pena de três meses de cadeia por roubo e receptação de objectos roubados.

Numa sociedade saudável o africano tinha sido imediatamente posto fora do País depois de cumprida a pena pelo seu crime de roubo. Isto teria poupado a viva do autóctone Andrew Young​. É mais um crime cuja responsabilidade moral cai sobre a corna da elite abismalmente corrupta que lidera o Ocidente, que se serve de autistas doutro tipo, culpados, estes, de se demarcarem voluntariamente do seu próprio povo.  

PNR REAGE AO ATAQUE QUE LHE É MOVIDO


O PNR, na sequência do golpe infame que sofreu ao serem congeladas as suas contas bancárias, não esmorece nem pára.
A nossa campanha eleitoral fica gravemente comprometida, e os nossos tempos de antena, possivelmente, nem se realizarão. Mas reagiremos!
Ainda no começo desta semana, solicitaremos uma reunião com a Presidente da Entidade das Contas e Financiamento dos Partidos, bem como uma audiência com o Presidente da República e uma outra com a Procuradoria-Geral da República, no sentido de os sensibilizar sobre uma lei cega que prejudica gravemente os partidos que, como o nosso, não recebem nem um só cêntimo de ajudas ou subvenções. Antes pelo contrário, para eles, só servem para pagar coimas.
Sobretudo, iremos denunciar a situação que configura uma flagrante perseguição ao PNR por parte do Ministério Público, ao congelar as nossas contas bancárias (só a nós e não aos outros!), impedindo-nos assim de qualquer movimento e, inclusivamente de cumprir a própria Lei.
Não deixa de ser curioso que os nossos tribunais, com fama de morosos, só o sejam para que prescrevam os crimes de colarinho branco perpetrados pelos grandes tubarões, mas depois sejam extraordinariamente céleres a perseguir o PNR, já que, apenas dois dias (!) após abrirmos a conta de campanha (obrigatória por lei), e já com quase 400 euros de donativos, ela nos tenha sido congelada por ordem do Ministério Público.
Por que motivo tratam o PNR desta forma singular? Porquê esta perseguição? Porque temem o crescimento do nosso partido, que os incomoda. E é bom que os incomode, pois é sinal que estamos no bom caminho e nele iremos permanecer.
Uma certeza permanece: eles podem fazer-nos tropeçar e tentar amarrar-nos, mas não nos matarão!
Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/pnr-reage-a-perseguicao-sistema/

RAQUEL VARELA - «O IMIGRANTE NÃO VAI OCUPAR ESPAÇOS LABORAIS NÃO OCUPADOS ELE VAI PRESSIONAR OS SALÁRIOS PARA BAIXO»

Falou-se muito da «g'anda resposta» que um jovem de dezasseis anos deu à economista Raquel Varela num programa televisivo, mas pouco se fala do que a senhora disse a seguir - e pelo meio afirmou algo que só os Nacionalistas costumam dizer, a saber, que os imigrantes na Europa não estão a «fazer o que os autóctones não querem fazer» mas sim a fazer com que os salários dos autóctones sejam baixos

RAQUEL VARELA SOBRE OS SALÁRIOS TUGAS

Fonte: http://www.diariodigitalcastelobranco.pt/detalhe.php?c=3&id=26248
A historiadora Raquel Varela considera que «se não houver um novo 25 de Abril», Portugal será «um país muito triste», com «regressão social, baixíssimos salários e assistência social generalizada».
«Se houver um novo 25 de Abril imagino um país que recupere a alegria como foi recuperada em 1974/75», disse em entrevista à Lusa a investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa.
Caso haja «uma ruptura com a tristeza que é este regime, as pessoas podem recuperar o seu bem-estar, os seus espaços de humanização», afirmou.
Se não houver essa ruptura, «imagino um país muito triste, com níveis objectivos de regressão social, baixíssimos salários, assistência social generalizada sem direito ao Estado social e depois todas as consequências associadas a isto», acrescentou, com a convicção de que com as actuais condições de desenvolvimento da Europa «esta situação só se vai alterar de uma forma revolucionária».
A historiadora afirmou que as guerras são um dos elementos fundamentais para as revoluções, como aconteceu com a guerra colonial em relação ao 25 de Abril de 1974, «mas há outros factores como a regressão social, a imobilidade social».
Segundo Raquel Varela, as desigualdades sociais acentuaram-se muito desde o empréstimo da 'troika' a Portugal.
«Passámos de 2 milhões de pobres para 3 milhões, sem transferências sociais, ou seja temos um terço da população que não vive sem alguma forma, directa ou indirecta, de assistencialismo ou de protecção social e isso é uma desgraça, é uma desgraça viver num país assim».
Suspender a dívida pública é o principal desafio que o país enfrenta nos próximos anos, considerou.
«Sem isso nada pode mudar e portanto tem de haver aqui um olhar sobre a dívida pública, não como uma dívida que temos de honrar, mas como um garrote sobre as pessoas. É uma renda privada de capital que vive dos salários e das pensões e que cresce sobre si própria», afirmou.
Para Raquel Varela, reconfigurar o mercado de trabalho de forma a garantir o pleno emprego é outro objectivo e o terceiro desafio é garantir a manutenção de um Estado social com «espaços essenciais», como a saúde de qualidade, a educação de qualidade, o direito ao lazer e à cultura.
«Penso que os dois cenários estão em aberto: a revolução e a regressão», sintetizou.

SALÁRIO MÍNIMO EM PORTUGAL ESTÁ ABAIXO DO QUE É INTERNACIONALMENTE CONSIDERADO COMO DIGNO - PORQUE O PATRONATO QUER ASSIM

Fonte: http://www.publico.pt/economia/noticia/salario-minimo-perdeu-poder-de-compra-desde-1974-1413779?page=-1
Se o salário mínimo tivesse sido actualizado desde 1974, repondo a inflação de cada ano, o seu valor em 2010 seria de 562 euros e não os 475 euros anunciados pelo Governo. Aquela quantia respeitaria o limiar de 60 por cento da remuneração base média tida internacionalmente como suficiente para um nível de vida decente.
O debate sobre o salário mínimo está novamente aceso entre organizações patronais e sindicais por causa da aplicação do acordo de Dezembro de 2006 sobre a evolução da remuneração mínima até 2011.
Em 2006, todas as confederações concordaram que o salário mínimo deveria subir até aos 500 euros em 2011. Respeitando o acordo, o Governo anunciou uma subida em 2010 de 450 para 475 euros. Mas as organizações patronais repetem não haver condições de o aplicar em tempo de crise e querem contrapartidas. O Governo já cedeu um ponto percentual nos descontos para a Segurança Social dos trabalhadores abrangidos (26 milhões de euros em 2010), mas o patronato continua a insistir.
Na passada sexta-feira, a reunião técnica para apreciar o documento governamental sobre o impacto em 2010 acabou por centrar-se - tal como a da comissão permanente da concertação social (CPCS) - nas críticas do patronato. É que se os números oficiais estimam impactos inferiores a um por cento dos salários totais, as organizações patronais apontam muito mais alto.
As confederações sindicais escandalizam-se com estas tentativas de "renegociar" um acordo assinado e obter novas contrapartidas. E agarram-se à primeira plataforma que começou a recuperar o poder de compra do salário mínimo.
O salário mínimo existe para garantir um rendimento de base condigno, independentemente de os trabalhadores estarem cobertos pela contratação colectiva. O primeiro caso surgiu na Nova Zelândia e Austrália, ainda no século XIX. Os Estados Unidos legislaram-no em 1938. O caso português integra-se nos mais antigos da Europa. A Holanda criou-o em 1969, a França no ano seguinte e o Luxemburgo em 1973. Portugal e Malta em 1974. Mas o Reino Unido só o instituiu em 1999 e a Irlanda em 2000.
Quando foi criado em Maio de 1974, não se deveu a um excesso. Desde a segunda metade dos anos 60, a inflacção era um fenómeno em Portugal devido, sobretudo, aos preços internacionais e à entrada das remessas dos emigrantes. Em 1973, o custo de vida subiu 25 por cento. O 25 de Abril de 1974 apenas abriu a "torneira" salarial.
O salário mínimo fixou-se em 3.300$00. Não abrangeu as forças armadas, os trabalhadores rurais e domésticos, os menores de 20 anos e as empresas com menos de seis assalariados. Mesmo assim, melhorou a vida de metade dos trabalhadores e representou uma duplicação de rendimento para 48 por cento dos assalariados com mais de 20 anos. O aumento médio foi de 870$00, mais de um terço do salário anterior.
Desde então, o salário mínimo foi abrangendo cada vez mais situações, mas perdeu o seu poder de compra. Devido às crises económicas, ao facto de se reflectir indirectamente nas contas do Estado, por causa do pensamento económico adverso durante as décadas de 80-90 e ainda à relutância patronal. O salário mínimo sofreu um primeiro golpe em 1978, após o acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). E levou uma profunda machadada durante a crise de 1983-85. O aperto ordenado de novo pelo FMI fez cair o seu valor real para 75 por cento do poder de compra de 1974.
Nos anos seguintes, os aumentos aprovados pouco ajudaram. Entre 1986 e 1990, registaram-se os seus valores reais mais baixos, só comparáveis com o período de 1994 a 1997, pós recessão de 1993 (68 por cento do poder de compra de 1974). Portugal importou muito da teoria liberal norte-americana que considerava o salário mínimo como causa de desemprego. A Administração Reagan chegou a congelar o salário mínimo entre 1981 e 1989. De 1997 a 2001, assistiu-se a uma ligeira melhoria, mas em 2005 voltou a cair (73 por cento do poder de compra de 1974).
Em parte, esta evolução explica-se pelas reticências dos próprios governos. Em 1999, por exemplo, o relatório do grupo interministerial do salário mínimo frisava a indexação do salário mínimo em "numerosas prestações e subsídios" como causa para maiores gastos orçamentais. Estimar esse efeito indirecto era impossível e, na dúvida, evitaram-se aumentos significativos do salário mínimo. Mesmo sendo visível a sua queda real face à evolução do salário médio, para lá do limite aconselhado.
Os trabalhos em torno da Carta Social Europeia estimaram um limiar de decência para o salário mínimo - 60 por cento do salário médio. O "ponto" era de 68 por cento, mas entrando em conta com a Europa de Leste baixou para 60 por cento. Ora, em Portugal nem essa revisão "em baixo" foi aplicada.
Em 2008, segundo os dados oficiais, a remuneração de base média foi de 892,9 euros, mas, juntando subsídios e ganhos, o salário médio era igual a 1.067,5 euros. Nesse ano, o salário mínimo representou 40 por cento da remuneração de base média. Estimando um aumento salarial para 2009 e 2010, o salário mínimo ideal - ou seja, 60 por cento do salário base - deveria situar-se, na melhor das hipóteses, em 567 euros. Ou seja, mais 92 euros do que o anunciado por José Sócrates.
A única forma de conseguir uma progressão mais rápida do salário mínimo foi proceder à "desindexação" do salário mínimo das prestações sociais. Essa foi a base do acordo de Dezembro de 2006. Em "contrapartida", criou-se um indexante para os apoios sociais cuja fórmula é actualmente criticada pela CGTP por reduzir os apoios sociais e pensões.
Mas o acordo de 2006 implicou uma efectiva recuperação do salário mínimo. Em 2009, já representava 79 por cento do poder de compra do de 1974 e o anunciado para 2010 representará 85 por cento. Uma trajectória que está de novo a ser posta em causa.

Isto enquanto os ricos de Portugal estão entre os mais ricos da Europa... continua pois o terceiro-mundismo enquanto o povo não se revolta.


LÍDER NACIONALISTA FRANCESA APROXIMA-SE DA RÚSSIA E TEM ENCONTRO COM PRESIDENTE DA DUMA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_04_12/Marine-Le-Pen-Franca-partilha-posicao-da-Russia-no-tocante-Ucrania-0611/
O presidente a Duma de Estado da Federação Russa, Serguei Naryshkin, teve um encontro com Marine Le Pen, deputada do Parlamento Europeu e líder do partido político francês Frente Nacional.
O responsável russo pronunciou-se no decurso deste encontro a favor da continuação das relações de parceria entre a França e a Rússia apesar do “período difícil” por causa da situação na Ucrânia.
Marine Le Pen ressaltou, por sua vez, que apoia a realização do referendo na Ucrânia e a federalização da suas regiões. Manifestou também a sua perplexidade com a “guerra fria” que a União Europeia declarou à Rússia, embora isso prejudique as relações de amizade entre os países e a economia da própria União Europeia.

Um bom sinal, quer sobre uma possível aproximação entre a Europa Ocidental e a Rússia, quer sobre o poder e a influência da Frente Nacional.

EUA PREOCUPADOS COM A PROXIMIDADE ENTRE ISRAEL E A RÚSSIA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_04_13/EUA-pressionam-Israel-por-causa-de-sua-posi-o-sobre-Ucr-nia-4341/
O governo de Washington está pressionando Israel porque está irritado com a sua posição neutral sobre a Ucrânia e a Crimeia, informa hoje o jornal israelita Haaretz.
Segundo este jornal, Washington está também descontente com o facto de “Israel colocar ao mesmo nível as suas relações com os EUA e com a Rússia”.
Ao citar um porta-voz do Ministério israelita das Relações Exteriores, a irritação de Washington foi, entre outras coisas, motivada pela ausência do embaixador israelita durante a votação do projecto de resolução sobre a Crimeia na Assembleia Geral das Nações Unidas.

sábado, Abril 12, 2014

CIENTISTAS AFIRMAM QUE A CONSCIÊNCIA PODE CONTINUAR VIVA APÓS A MORTE DO CORPO



Fonte: http://xposethereal.com/scientists-claim-that-quantum-theory-proves-consciousness-moves-to-another-universe-at-death.html   (página com vídeo incorporado, no fim do texto)

Nos EUA, um livro intitulado «Biocentrism - How Life and Consciousness Are the Keys to Understanding the Nature of the Universe» («Biocentrismo - Como a Vida e a Consciência São as Chaves para Entender o Universo») tem causado alguma agitação porque contém uma noção segundo a qual a vida não acaba quando o corpo morre e pode durar para sempre. O autor do livro, Dr. Robert Lanza, é por alguns considerado como o terceiro cientista vivo mais importante. 
Lanza, especialista em medicina regenerativa e director científico da Advanced Cell Technology Company - Companhia de Tecnologia Celular Avançada - conhecido pela sua pesquisa com células estaminais, e pelo seu sucesso na clonagem de espécies em perigo de extinção, elaborou uma teoria denominada Biocentrismo, resultado da convergência da Física, da Mecânica Quântica e da Astrofísica, isto com os seus conhecimentos em matéria biológica. No essencial, o Biocentrismo ensina que a vida e a consciência são essenciais no Universo. A seu ver, é a consciência que cria o universo material e não o contrário.
Segundo Lanza, a própria estrutura do Universo, as suas leis, forças e constantes, parecem focadas na vida, o que implica, diz, que a inteligência existia já antes da matéria. 
Afirma também que o tempo e o espaço não são objectos ou coisas mas apenas ferramentas para o nosso entendimento animal. As pessoas carregam o tempo e o espaço consigo «como tartarugas com carapaças», e quando a carapaça sai, as pessoas ainda existem. 
A teoria indica portanto que a morte da consciência pura e simplesmente não existe. Ou existe apenas como um pensamento porque as pessoas se identificam com o seu corpo, acreditando por isso que desaparecem quando este corpo morre, porque pensam que é o corpo que gera a consciência. O biocentrismo diz que não, que o corpo apenas recebe a consciência, da mesma maneira que uma caixa de tv cabo recebe sinais por via satélite. E, assim, a consciência não desaparece quando o dito receptor físico desaparece. A consciência pode por seu turno existir fora dos constrangimentos do espaço e do tempo. Pode mover-se para toda a parte: no corpo humano e fora dele. Em suma, é não-local do mesmo modo que os objectos quânticos são não-locais.
Lanza afirma também que podem existir múltiplos universos simultaneamente. Num universo, o corpo pode estar morto; noutro, pode continuar a existir, absorvendo a consciência que para este outro universo tenha migrado. Isto significa que uma pessoa morta a viajar através do famoso túnel vai dar não ao céu ou ao inferno, mas a um mundo similar onde ele ou ela em tempos viveu. 
E assim infinitamente.

É deveras interessante como isto corresponde a certas concepções ditas célticas de que a pessoa que morre renasce noutro mundo...

De notar que, com o acordo de outros importantes cientistas, esta concepção de universo múltiplo, o chamado Multiverso, é já considerada científica. 

A ideia já tinha sido abordada pelo escritor de ficção científica H. G. Wells numa história de 1895 intitulada «A Porta na Parede». A ideia foi já na segunda metade do século XX desenvolvida pelo Dr. Hugh Everett na sua tese de graduação da Universidade de Princeton. Diz basicamente que o universo divide-se num dado momento em infinitos instantes similares, e assim sucessivamente. Nalguns destes universos pode um indivíduo estar a ler um livro e noutro a fazer outra coisa qualquer. 

Recordo já agora a obra, também de ficção científica, intitulada «Traidor aos Vivos», de Philip José Farmer, editada em Portugal na colecção Argonauta, que postula uma concepção que creio ser similar à de Lanza - que a energia dos vivos não morre e passa para outro universo, onde eventualmente não terá fim. 

É aqui que entra o que diz o Dr. Stuart Hameroff: uma experiência de quase-morte acontece quando a informação quântica que existe no nosso sistema nervoso deixa o corpo e dissipa-se pelo universo. Adianta Hameroff, e também o físico britânico Sir Roger Penrose, que a consciência reside em microtúbulos das células cerebrais, que são os sítios primordiais do processo quântico. Depois da morte, esta informação é libertada do corpo, significando que a consciência a acompanha. Foi argumentado que a nossa experiência de consciência é o resultado dos efeitos da gravidade quântica nestes microtúbulos, teoria polémica que tem o nome de Redução Objectiva Orquestrada, já muito criticada mas aparentemente reforçada com uma nova descoberta, como aqui se pode ler: http://www.sciencedaily.com/releases/2014/01/140116085105.htm
Estes dois autores teorizam a consciência ou pelo menos proto-consciência como uma propriedade fundamental do Universo, presente até no primeiro momento do mesmo durante o chamado «Big Bang».

Assim, as nossas almas seriam feitas do próprio tecido do universo - e podem bem ter existido desde o começo dos tempos. Os nossos cérebros seriam apenas receptores e amplificadores da proto-consciência que é intrínseca ao tecido espácio-temporal. Diz Hameroff: «Digamos que o coração pára de bater, o sangue pára de fluir, os microtúbulos perdem o seu estado quântico. A informação quântica nos microtúbulos não é destruída, não pode ser destruída, pura e simplesmente distribui-se e dissipa-se pelo universo.» Lanza acrescentaria que esta consciência pode existir noutros universos. 
E continua, Hameroff: «se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar aos microtúbulos e o paciente diz "tive uma experiência de quase morte". Se não for ressuscitado, e fica morto, é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo, talvez indefinidamente, como alma.»


MAPEADAS AS EMOÇÕES DOS CANÍDEOS - CÃES TÊM SENTIMENTOS COMO OS DAS CRIANÇAS


PNR DENUNCIA SISTEMA INJUSTO QUE PENHORA AS CONTAS DO PARTIDO

Temendo o crescimento do Nacionalismo, à semelhança do que sucede noutros países europeus, como em França, os donos do sistema querem liquidar o PNR pela via financeira, amordaçando e atando de mãos e pés toda a qualquer actividade que possamos ter.
Como é sabido por muitos e é do domínio público, todos os partidos políticos em Portugal são alvo de coimas sobre as suas contas anuais e sobre as suas campanhas políticas. Sempre!
Por via de uma lei cega e impraticável – que exige aos partidos uma contabilidade com um grau de complexidade apenas comparável ao das empresas cotadas em bolsa -, todos os partidos políticos e respectivos responsáveis financeiros têm vindo a ser punidos com coimas.
Esta lei trata de forma igualitária aquilo que é desigual, ou seja, aplica a mesma bitola a partidos com orçamentos milionários e subsidiados pelo Estado e a partidos que vivem exclusivamente de quotizações de militantes, como é o caso do PNR. Estas coimas absurdas, por irregularidades face a uma lei de dúbia interpretação e impossível cumprimento, na maioria das vezes superam em muito o próprio orçamento anual do nosso partido! Que sentido faz pagarem-se coimas quando não se recebe nem um tostão do Estado? Significa que o “convite” à participação na vida política é uma fraude, já que em partidos pequenos como o PNR é preciso pagar-se, literalmente, para se defenderem ideais.
Para os partidos que recebem chorudas subvenções do erário público, uma coima de, por exemplo, 20.000 euros não tem expressão, mas para o PNR que teve em 2013 receitas de 6000 euros e despesas de 5000 euros, coimas desses valores são uma sentença de morte. E o cerco tem vindo a apertar de forma avassaladora. 
Ora, perante uma coima concreta de 5500 euros (entre várias outras pendentes), o PNR viu há menos de um mês penhorada a sua conta da CGD. Solicitámos ao tribunal o pagamento em prestações, explicando a urgência de vermos a conta desbloqueada para que possamos honrar os compromissos inerentes aos nossos parcos custos fixos e podermos fazer face à gestão corrente (e de modo especial em época eleitoral, com as Eleições Europeias à porta). Pois o Ministério Público, em resposta, numa clara atitude de má vontade, não só não aceitou essa proposta como, ainda por cima, mandou hoje penhorar-nos também a nossa conta de despesas correntes do Millennium BCP. Inclusivamente, penhorou-nos a conta específica e obrigatória, criada há escassos dias para a campanha das Eleições Europeias, e com base na qual teremos de apresentar as nossas despesas de campanha pois de contrário há lugar a nova multa… 
Como vive então um partido sem poder gerir o seu dinheiro? Como pode pagar a sede, os tempos de antena e a propaganda? Como pode então cumprir a própria Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das suas contas? Basicamente, o Ministério Público tentou com esta manobra impedir-nos de concorrer às próximas eleições. Eis o sistema "democrático" e “pluralista” no seu melhor!
Esta situação absurda, da mais sórdida perseguição, leva-nos a acreditar que há uma intenção clara de travar o PNR, matando-o cobardemente pela via financeira. Primeiro o silenciamento e a censura por parte dos principais órgãos de comunicação, agora a perseguição por parte do poder judicial, dois tentáculos de um mesmo sistema. Eles temem o crescimento de um partido cuja página na Internet cresceu mais de 200% em termos de visitas desde o início de 2014 e é, actualmente, a página mais visitada dos partidos políticos em Portugal! Eles temem que o PNR comece a crescer à semelhança do seu congénere francês, a Frente Nacional, e que depois lhes acabe com os tachos e as mordomias, passando a tratá-los como qualquer cidadão.
Se já havia um imenso bloqueio mediático que nos vedava o acesso aos meios de comunicação social, ao verificar que isso não estanca o nosso crescimento, que o sistema claramente teme, este recorre assim a esta singularidade: asfixia financeira!
Acaso foram penhoradas contas de outros partidos? Quase todos eles, como é público, têm avultadas dívidas em coimas. Ao que apurámos durante o dia de hoje, a resposta a esta pergunta é “não”: todos os partidos foram multados, mas só as contas do PNR foram bloqueadas.
Sem debates televisivos, sem podermos fazer os tempos de antena e a demais propaganda e sem contas bancárias, como poderão os portugueses ouvir as nossas propostas que são únicas? Como poderão os portugueses votar no que não conhecem?
É assim que estes donos da “liberdade” e da “igualdade” procedem quando se sentem incomodados por um partido que não tem medo, que não é refém do politicamente correcto e que ameaça crescer de forma significativa!
Podem fazer-nos tropeçar, podem-nos amarrar, mas não nos matarão!
Resta-nos, para já, apelar a todos os que nos apoiam e aos que se sentem indignados com estas manobras sujas, que divulguem maciçamente este tratamento injusto, desigual e de perseguição, bem como as nossas ideias e que votem em nós.
Fonte: http://www.pnr.pt/comunicados/querem-matar-pnr-da-forma-mais-cobarde/

A ELITE TUGA - A QUE PAGA OS PIORES SALÁRIOS DA EUROPA





E é a elite tuga uma das que mais enriquece de entre as europeias, note-se...



(Sei de quem afirma que na Grécia não há salário mínimo, pelo que calculo que o valor acima atribuído ao salário mínimo grego deve basear-se na média que é nesse país recebida ao mais baixo nível laboral.)

A MELHOR DAS DIVERSIDADES - A DOS NOSSOS



Já se sabe como a mistura racial conduz à castanhização literal da população e, portanto, à perda da verdadeira diversidade...

NA TERRA DOS MAGIARES - PARTIDO NACIONALISTA ULTRAPASSA OS VINTE POR CENTO DOS VOTOS


As eleições parlamentares húngaras deram este domingo uma vitória esmagadora ao partido conservador de Viktor Orban. O Fidesz conseguiu, segundo os primeiros dados oficiais, 46% dos votos.

Com 45% dos votos contados, o Fidesz deixou para trás a coligação de esquerda liderada pelos socialistas (MSZP-EGYÜTT-DK-PM-MLP), com 24%, e o partido extremista Jobbik, com 21,5%.
Os ecologistas do LMP estão, por enquanto, nos 4,5%, o que não lhes permite entrada no parlamento húngaro, pois não superam a barreira dos 5%.

Fonte: http://pt.euronews.com/2014/04/06/eleicoes-na-hungria-repoem-conservadores-no-governo/

A malta de Esquerda está compreensivelmente assustada e diz que houve batota, como se pode ler aqui:
http://www.esquerda.net/artigo/populistas-e-neonazis-controlam-quase-80-do-parlamento-hungaro/32122

O líder do Jobbik por seu turno afirma que os seus bons resultados ficaram aquém do que esperava.