Sexta-feira, Novembro 20, 2009

MAIMAKTIRIA 2009 - NA GRÉCIA

Imagens da celebração anual da Maimaktiria, junto ao lago Tsibloy, na Acaia, Grécia, realizada pelo Supremo Conselho dos Gentios Gregos. Fizeram-se libações e oferendas, entre outros actos rituais, e recitaram-se hinos em honra das Deidades Atena, Gaia, Apolo, Hélios, Afrodite, Hermes e Zeus.


Para ver mais fotos, clicar aqui.


GENES E LÍNGUAS - A COESÃO IDENTITÁRIA INDO-EUROPEIA

Mapa (clicar para aumentar) etno-linguístico presente na obra «Genes, culture, and human evolution» ou «Genes, Cultura e Evolução Humana», de Luigi Luca Cavalli-Sforza.

Sustenta Cavalli-Sforza, um dos mais reputados especialistas em Genética do mundo, que, genericamente falando, a distribuição dos marcadores genéticos corresponde maioritariamente com a dos grupos linguísticos.

LÍDER LÍBIO DENUNCIA FALSIDADE DO «ASILO POLÍTICO» CONCEDIDO PELA EUROPA AOS MILHÕES DE IMIGRANTES AFRICANOS

O líder líbio Muamar Cadáfi afirmou publicamente, em conferência de imprensa com o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, que o «asilo político» tem sido usado por imigrantes do Terceiro Mundo como desculpa para entrarem na Europa em larga escala - e que é um «truque hilariante e mentiroso».
Diz Cadáfi que «no que respeita ao asilo político, os Africanos não têm problemas com a Política. Esse é um dos truques e mentiras que vocês ouvem. Eles dizem "Estamos aqui como refugiados políticos." Os Africanos não têm tal problema. Isto são pessoas que vivem na selva, no deserto. Não sabem nada sobre partidos, eleições ou oposição. Asilo político? Quantos têm asilo político? Milhões? Milhões entram na Europa. Quererão todos eles asilo político? É hilariante.»

Ver o vídeo aqui.

As declarações foram proferidas em conferência de imprensa com o primeiro-ministro Sílvio Berlusconi, por ocasião do encontro em Roma dos dois líderes, para assinarem um tratado segundo o qual a Itália oferece milhares de milhões de dólares de auxílio à Líbia, e, em troca, a Líbia compromete-se a travar os milhares de africanos que partem desse país todos os anos para iminvadir a Europa por mar. A maior parte destes imigrantes entra na Europa através de Itália, em particular da ilha de Lampedusa. A Líbia compromete-se também a receber os imigrantes que sejam mandados parar pela Marinha de Guerra italiana em águas internacionais.
Este acordo resultou numa drástica diminuição do número de africanos que chegam às costas italianas. Podia ser pior...

JOVENS SOMALIS DIVERTEM-SE COM BRANCOS NOS EUA, EM AMBIENTE DE SAUDÁVEL CONVÍVIO MULTIRRACIAL - TUDO FILMADO

Apareceu no YouTube (clicar aqui para ver página com vídeo) um vídeo em que oito jovens negros norte-americanos oriundos da Somália perturbam e agridem vários transeuntes de raça branca, pedestres e ciclistas adultos, crianças (uma delas cai, ou é atirada, por uma colina abaixo) e idosos, fugindo depois, a rir, isto em bairros residenciais que parecem ser das cidades de Minneapolis ou de St. Paul. O vídeo é feito pelos próprios jovens, de cara destapada, brincando e rindo, dizendo os seus nomes, parecendo divertir-se com a gravação e exposição pública das suas façanhas.

A polícia considera os vídeos como sendo perturbadores e está já no encalço dos seus autores e participantes.

O caso faz lembrar a filmagem na Suécia, com telemóvel, de negros a agredir suecos. O à vontade dos «jovens» é em ambos os casos notório, a sugerir que estão conscientes da sua relativa impunidade, num contexto social em que a sua raça tem já privilégios mercê do seu alegado papel histórico de «vítima».

CENAS DA VIDA DE UMA EUROPA MULTICULTURAL - A PARTILHA DA ALEGRIA ARGELINA COM OS FRANCESES

E agora, ilustrando os dois tópicos anteriores sobre o ponto da situação da iminvasão em França, cá vai mais um episódio do quotidiano multicultural francês:

Adeptos argelinos envolveram-se em incidentes com autoridades policiais em Paris, Marselha e Cartum durante as comemorações pelo apuramento da Argélia para o Mundial2010 em futebol, ao vencer 1-0 o Egipto, quarta-feira, na capital sudanesa.
Em Cartum, no final do jogo, a polícia teve de intervir para acalmar alguns excessos de adeptos argelinos que tentaram provocar apoiantes egípcios, designadamente através do arremesso de pedras, que causaram ferimentos em três pessoas.
Na capital francesa, milhares de argelinos vieram para as ruas após o apito final do jogo que apurou a Argélia para a África do Sul, acabando por causar distúrbios na via pública, ao atirarem pedras e outros objectos contra a polícia, que se viu obrigada a deter cerca de meia centena de pessoas.
Mais a Sul, em Marselha, apoiantes da Argélia também assinalaram a vitória e o apuramento, com os festejos a acabarem em distúrbios, com automóveis incendiados e montras de lojas estilhaçadas pelo arremesso de pedras, na zona do Porto Velho, levando a polícia a deter 15 adeptos, alguns deles menores.
Argélia e Egipto foram obrigadas a disputar um derradeiro jogo destinado a apurar qual das duas equipas seguia para a fase final do Mundial2010, depois de terem chegado empatadas no respectivo grupo de qualificação da zona africana.


De lembrar que há poucos dias, os jovens argelinos puseram cidades francesas a ferro e fogo por estarem enraivecidos com a derrota da selecção de futebol da Argélia frente ao Egipto. Parece uma história de banda desenhada, em que Obelix dá porrada nos Romanos seja porque motivo for, e sempre cheio de felicidade. Só que aqui quem faz de Obelix são os iminvasores meridionais, enquanto os indígenas fazem de vítimas romanas. Com o pormenor de que isto é a sério, não é banda desenhada. Porque, como se vê, quer os argelinos ganhem quer percam, quer estejam contentes quer estejam tristes, os Franceses é que ficam invariavelmente mal.

Aliás, nem é ficam - é estão. E cada vez mais, conforme se lê nos dois artigos anteriores.

OFICIAL DE SERVIÇOS SECRETOS DE PAÍS PODEROSO REVELA O QUE A IMIGRAÇÃO FEZ À FRANÇA - PARTE II

A segunda e última parte da entrevista sobre a França feita a um elemento dos serviços secretos de um país estrangeiro, igualmente traduzida pelo camarada Rio sur Seine, ao qual se agradece o esforço e se louva a militância pela divulgação do que se passa num dos mais influentes e poderosos países europeus:

Q: No interior dos servicios secretos franceses serà que hà homens pronstos a agir para atenuar as dificienças do poder ?

R: Sim hà, mas mais o tempo passa e mais eles dizem "porquê, para quem ?" frente a um povo que se deixa despossuir da sua cultura e dos seus bens sem reagir, porque querer intervenir ?

Q: Essa situação serà irreversivel ?

R: Sim, a não ser uma tomada de consciencia ràpida na qual eu não acredito.

Q: Na hipòtese negativa, quais são as forças politicas ou da sociedade que seriam capazes de parar o desastre ?

R: Vossa classe politica è uniforme, a unica questão è "como guardar meu posto ?" todos concordam com o consenso. A unìca solução poderia ser posta por grandes sociedades que decideriam financiar uma tomada de poder, mas por quem ?

Q: Quando è que voçê pensa que as primeiras confusões vão começar ?

R: Voçês jà estão là, não o vêem ? Mas penso mais que as coisas passam-se silenciosamente. Bem entendido hà motins por vezes, mas globalmente tudo se faz em silêncio. Porque è que os vigaristas irão desencadiar motins enquantos os seus tráficos andam muito bem ?

Q: O povo françês estarà consciente da gravidade da situação ?

R: Serà uma piada, essa pregunta ? O povo françês tem por unìco problema de saber onde ir passar fèrias da sexta-feira à tarde atè segunda-feira ao meio dia. Os françêses nunca estão contentes, mas não estão prontos a sacrificar seus fins de semana.

Q: Como analisar a passividade da maioria dos françêses frente a esta situação ?

R: Vossos governos sucessivos vos deram uma mentalidade de assistidos perpetuais. Voçês pensam que o governo vos deve tudo e vai tomar conta de voçês. Porquê então reagir ?

Q: O povo françês e a sua civilização poderão desaparecer ?

R: O povo francês já desapareceu, a mestiçagem fez o seu papel. A civilização... Não, nunca vai desaparecer, mas serà absorvida por o islão. Talvez daqui 50 a 100 anos haverà um regresso.

Q: Iremos a uma radicalização dos espìritos no seio de povoação françêsa dita de cepa?

R: Se calhar para uma infime minoria, que serà impièdosamente perseguida e posta "fora de combate" pelo seu governo.

Q: Você acredita na chegada de um movimento de resistencia patriòtico ?

R: È possivel, mas aì tambem não è seguro que seja eficaz. Durante a segunda guerra mundial, vocês tinham uma resistencia eficaz, mas agora o governo tem meios que não existiam na altura.


Q: E se ele existe poderà ter ele ajuda de potencias exteriores ?

R: Qual paìs tem interesso a uma França forte? Eu não estou a ver, a não ser outros paìses de Europa tão gangrenados. Talvez grandes grupos industriais possam ajudar um movimento de resistencia em França, mas tambem duvido muito.

Q: Os dirigentes actuais serão eles capazes de enfrentar uma situação insurectional, terão eles a vontade ?

R: Jà respondi penso eu : Nem vontade, nem possibilidade, a não ser que autorizem abrir fogo desde o principio das intervenções, mas como jà disse, vossa policia està gangrenada por os sindicatos esquerdistas e recuserà essa ordem.

Q: A hipotese de uma França em estado de guerra civil ètnica serà considerada como provavel ?

R: Não. Nada de guerras étnicas, porque os françêses capitularam sem combater. Eu acabarei com uma comparação: A història è um eterno recomeço. Em 1940 voçês capitularam sem combater ou quase frente ao enenimigo nazi. Hoje a guerre não faz objeto de declaração oficial, mas jà està empenhada, e voçês capitulam sem combater.
O nosso Estado Maior desenhou uma carta de Europa dos 10 próximos anos, a França está representada com um "croissant" (crescente). O crescente islâmico.

OFICIAL DE SERVIÇOS SECRETOS DE PAÍS PODEROSO REVELA O QUE A IMIGRAÇÃO FEZ À FRANÇA - PARTE I

Agradecimentos ao camarada Rio sur Seine, que muito utilmente traduziu parte desta entrevista:
(Tomei a liberdade de salientar a grosso, e com cores, as partes mais significativas)

Não damos nenhuma informação sobre as circunstâncias e o lugar desta entrevista. O nosso sítio contrariamente a outros não tem vocação para copiar os anúncios das agências mas de mostrar uma realidade a partir de artigos, e de panfletos, de análises técnicas ou jurídicas de testemunhas originais.

Quanto a esta entrevista, garantimos a sua autencidade. Mostra a análise da situação francesa fora dos sorrisos diplomáticos por, não ne nos enganamos, chancelarias. Os propósito é agreste, mas pinta uma realidade, a França é vista assim!!

Q: Por razões de segurança não se revela a nação que você representa, queira portanto definir a sua função, ainda que escassamente.

R: Tenho um posto elevado dentro das "forças de segurança" do meu país, e sou carregado mais particularemente de missões de inteligência dentro de países europeus.

Q: A sua actividade permite-lhe saber muito sobre a situação francesa?

R: Sim, bem entendido, porque recebo muitos relatórios de análises sobre a situação em França, entre outros países.

Q: Qual è a visão global do seu país sobre a França ?

R: Vou ser muito directo: a França é um paìs que jà não tem nenhuma influencia no mundo, nem imagem de marca positiva. A não ser um quantos paìses africanos ou por razões històrìca fazem que a França tem qualquer prestìgio, o sentimento geral è que a França è um paìs do passado.

Q: Como são percebidas as ondas de imigração e par causa a islamização ?

R: Muito positivamente, porque elas enfracèssem a França quer dizer a Europa, o que para nòs não nos desagràda. A imigração macissa de aquilo que nos podemos qualificar de "escòria" dos paìses africanos (incluo a Africa do Norte e a Africa negra) contribui a cavar o défìcito orçamental por uma parte (vocês dão de comer, dão-lhes assistençia medical, jurìdica etc, isso paga-se!), assim cria uma classe de imigrantes, em geral de religião muçulmana, que nem sò recusa de se integrar a sua cultura, mas tente de impor a sua e piore ainda não respeita os seus valores. A ajuda àctiva de uma parte influente dos sues responsaveis, sobre pretexto de politica social ou de anti-racismo, reforça o sentimento de superioridade desses imigrantes. E porque a população (quero dizer esses que vocês chamam "de cepa" francesa) contenta-se em olhar passivamente, o que contribui para fazer com que a curto prazo a cultura desses imigrantes prevaleça sobre a vossa. A França será o primeiro país muçulmano da Europa, por mais com uma população muçulmana que não é a élìte dos muçulmanos. Chega sò para ver o que se passa cada dia em França onde os bandos de imigrantes levam a melhor sobre as forças de policia, que têm tambem - tenho provas - instruções para não intervir.

Q: A politica levada pelo o governo françês em relação à imigração, como è analisada pelo os seus servicios ?

R: Penso ter respondido em cima. Para resumir, essa politica è muito nefasta para a França bem entendido, mas positiva para nòs. O enfraquecimento da França, mesmo a sua possível derrota, enfraquece globalmente a Europa. Uma Europa fraca dà-nos aventagem.

Q: Hà regularemente motins e outras transgreções nos suburbios, você tem informações sobre isso ?

R: Bem entendido, tenho atè tenho fontes no seio so seus "servicios" que nos mandam informações que nunca serão publicadas nos seus jornais. Não tenho a certeza que voçês vos dão bem conta da situação: a França està em situação casi-insurectional com bandas armadas que se confrontam às forças de policia que têm instruções para não intervenir. Dou-lhes uma informação, por exemplo, que nunca fez barulho: em Março de 2009, numa intervenção num subúrbio parisiense por causa de um incêndio numa cave, os bombeiros descobriram um consideravel depósito de armas, onde foi feito estado de vintena de AK 47, várias armas de punho e uma grande quantidade de munições. Os bombeiros foram atacados por um verdadeiro exército de imigrantes, assim fugiram ràpidamente. Eles fizeram imediàtamente um relatório pelo a rádio às forças de polícia que receberam a instrução de NÃO intervir. A razão oficial foi que "nada confirma no estado a informação, e que uma operação de policia neste contexto desencadaria confrontos com a população local". Não farei nenhum comentário para não ser indelicado.

Q: No passado 14 de Julho o governo censurou o numero de carros queimados, serà que você tem informações sobre à réalidade dos numeros ?

R: Você sabe, os carros queimados são muita pouca coisa ao pè do que se passa. Vocês jà tiveram um saborezinho em Poitier estas ultimas semanas do que podem ser motins. Acrescentem aì o uso de armas de guerra, o que serà a proxima meta, e voçês vão ver que os carros queimados são apenas brincadeira.

Q: Seguinte os seus servìcios, a situação em campo estarà ainda sobre contròlo do governo Françês?

R: O governo dà ordem de não intervenir, então podemos nòs interpretar isso como um "contròlo".

Q: Qual è a sua anàlìse da evolução a mèdio prazo do paìs ?

R: O mèdio prazo = 5/10 anos. Eu prefiro falar de curto prazo: Agora/3 anos.
Motins cada vez mais frequentes vão produzir-se, sob diversos pretextos. Os vossos esquerdistas vão-se aliar aos imigrantes para saírem à rua para se apropriarem por força daquilo que eles não são capazes de adquirir com o trabalho.
É provavel que esporadicamente as vossas forças de policia cheguem a intervir, bem entendido, mas com meios muito limitados : por exemplo com proibição de utilizar armas. O que inevitavelmente vai conduzir à sua derrota. A unìca solução para restabelecer a ordem hoje seria intervenções maciças nem sò com armamento consequente mas sobre tudo uma vontade de servirem-se deles.

Q: A islamização serà ela ineducàvel ?

R: Ela jà està feita.

Q: Serà que você pensa que uma guerra civil è possivel ?

R: Não: Para uma guerra civil è preciso dois campos. Hà um campo digamos "imigrantes/esquerdistas" e um campo "outro". O campo dos "outros" è tão emòlicido que ele aceita tudo por parte do outro campo. Prefère fechar os olhos, cuidando no seu pequeno conforto. Quando esse conforto serà ameaçado serà tarde demais para reagir. Então uma guerra civil, não. Simplesmente o deslize da França num abismo não sò económico (o seu défìcito público é um dos mais importantes do mundo), mas sobretudo moral e ideológico.

Q: Os dirigentes actuais são eles considerados credìveis ou fazem eles rir nas cancelerias ?

R: Uma piàda a respeito da politica do vosso presidente è de dizer que as "talonnettes" (o Sarkozy usa uma compensação nos tacões dos sapatos para aumentar o seu tamanho) servem para elevar o tamanho, elas não podem elevar o nìvel da sua politica. Uma piada bem entendido, mas... Sarkozy est um perpetual agitado mas não tem nenhuma visão global para a França. Por mais suas brincadeiras habituais correspondem mais a um paìs da Àfrica. Passa ainda que ele casou com uma call-girl, o amor tem as suas razões. Mas as màs aventuras do seu filho, francamente os limites jà foram ultrapassados.

Q: Sarkozy é fiável ou incompetente?

R: Ele é competente para favorecer a decadência da França.

Q: O que è que voçê pensa da institutionalisação do islão de França por Nicolas Sarkozy ? Seria errado num paìs de tradição christã e de obediencia làìca reconhecer essa religião e lhe fornecer uma dimenção national e um quadro legal?

R: A questão é difìcil. O nosso país tem uma grande quantidade de muçulmanos, se bem que não sejamos "de tradição muçulmana", bem entendido. Deixar os muçulmanos, como os outros paìses praticar a sua religião, è um dever. Mas porquê dar um "quadro legal" ? Contentem-se de fazer em França com o islão o que os paìses islam`cos fazem com o catolissismo : Tolerancia (no melhor) sans favoritismos. Se os muçulmanos sabem que um paìs forte não està disposto a tolerar desvios, não hà problemas. Não esquecer todavia que a natureza mesmo do islão è de não tolerar os não muçulmanos. A cada governo de tomar disposições para ser capaz de reagir vigoròsamente em caso de necessidade.

Q: A multiplicação das mesquitas serà uma ameaça para o equilibrio do paìs ?

R: Não, pelo o contràrio, as mosquitas são fàcìl de vigiar. Infiltre-as, sonorisem-as, e voçê saberà em tempo real o que se diz.

Q: A politica deste governo, mas dos seus predecesores tambem, pode ser ela qualificada de irresponsavel ?

R: Não misturamos a imigração a religião, bem que os seus imigrantes sejam muçulmanos.
A politica de imigração è totalemente irresponsavel e continua de o ser. Ao extremo rigor poderiamos aceitá-la, SE vocês fossem capazes de impor aos vossos imigrantes o respeito das vossas leis e culturas. O que està longe de ser o caso...
A politica sobre o islão não tem simplemente razão nenhuma de ser. È como se fizessemos um politica por exemplo para os "engraxadores de sapatos". Não há necessidade, os engraxadores de sapàtos têm de respeitar a lei, não há lugar de lhes dar aventagens e derrogações. Idem para os muçulmanos.

Q: A quantos milhões de pessoas você estima a presença de imigrantes arabo-muçulmanos em França ?

R: Mais ou menos 15% da população total.

Q: A quanto voçê estima o flux migratòrio anual?

R: Nòs estimamos que hà uma mèdia de 1 a 2 milhões de imigrantes por ano na Europa, vindo a 90% de paìses muçulmanos. Onde vão eles ? França e Alemanha. Em Inglaterra bem entendido mas são paràdos em França (Calais, eu conheça bem entendido), na Itàlia e Espanha porque são os seus pontos de entràda na Europa mas a maioria não fica là.

Q: Essa imigração sera que ela constitui uma subtituição da povoação de cepa ?

R: Sim absolutamente, e hà certas cidades onde os imigrantes são maioritários.

Q: Serà que hà uma vontade de utilizar os imigrantes como cavàlo de Tròia para destabilizar e islamizar a França ?

R: Você vê-me incomodado para responder a essa pergunta e eu penso que voçê sabe porquê. Digamos que està no interesso de certos paìses de terem uma Europa fràca, e uma França fràca. Para isso todos os meios são bons.

Q: O governo anucia os numeros da delinquencia em ligeira aumento, ver mesmo em baixa, serà a realidade ? Você tem numeros ?

R: Voçê sabe, os numeros dizem aquilo que queremos queles digam. Faça um teste : Vaia depositar queixa por ter tido a carteira roubada no metro de Paris. Sem dúvida que a Policia vai dissuadi-lo de o fazer, dizendo que não servirá de nada. Então os numeros... A delinquencia està em alta bem entendido, posso lhe dizer que me sinto muito menos em segurança em Paris à tarde do que na minha cidade.

Q: Os servìcios policiais e de inteligencia françês fazem eles uma anàlìse fina e realista da situação ?

R: Vossos servìcios de inteligencia têem uma boa idèia da situação, mas a autoridade politica não tem nenhuma vontade de dar ordens que se impõem. Bem entendido certas redes terroristas dormentes foram desmentelàdas em França estes ultimos anos, nesse plano foi bom trabalho. Mas o poder recusa de ver ligação entro o que eles chamam a "delinquencia" e o "terrorismo". Serà que voçê sabe por exemplo que jornalistas russos provaram há uns quantos anos atraz por um ecxelente trabalho de inquérito e de infiltração, que os vigaristas imigrantes de França financiavam os terroristas na Tchétchénia com assaltos de ourivesarias em França? Esses jornalistas fizeram um soberbo trabalho de inteligência que não foi explorado. Quanto à polícia, na medida em que as ordens do ministro são de não intervir...

Q: A quanto voçê estima as partes do territòrio national a baixo de contròlo dos bandos ?

R: Nunca me fiz essa questão de essa maneira poque mesmos 0,000001% è 0,00001% de mais. A autoridade do Estado deve exercer-se em todo o território. Isto tambem vale para a Córsega, onde os bandos de vigaristas reinam devem ser tratàdas da mesma maneira que os bandos de imigrantes em territòrio metropolitano.

Q: Pode voçê evaluar em porcentagens a extenção dessas zonas cada ano ?

R: Não, mas è sò perciso visitar Paris por exemplo cada ano para ver a extensão.

Q: Essas partes do territòrio são islamisàdas ?

R: È evidente.

Q: Levantamentos armàdos querendo a intauração de territòrio autònomos muçulmanos como no Koso serà que são do domìnio do possivel ?

R: Ao meu ver não;

Q: Se for sim, quais são as partes do territòrio susceptivel de passar sobre contròlo da chària ?

R: Jà respodi "não" a questão precedente, mas respondo que em todo o territòrio françês passerà baixo da lei islamica nos 10 anos a vir. Isso far-se-á gradualmente, por modificações discretas dos seus códigos (alusão ao código penal). Isso far-se-á a nível local, por exemplo certas municipalidades já proibiram a carne de porco nas ementas escolares e nos hospitais. Isso é igualmente uma parte da "charia".

Q: As possibilidades de atentados sangrantps no território vão aumentando?

R: Não em França porque a França è consideràda como o primeiro paìs muçulmano de Europa. Hà bem entendido redes terroristas muçulmanas em França, mas as suas actuações è mais atraìr novos militantes, do que operações militares. Uns quantos existados bem entendido podem fomentar atentados a titulo individual, mas não se tràta de um estratègia islamica mas de ações individuais. Ao contràrio dos Estado Unidos, onde existe uma verdadeira estratègia islamista para tentar acões terroristas.

Q: As forças de segurança francesas (polica, exercito) têm ela capacidade de restabelecer ordem hoje ?

R: Não. A policia està infiltrada pelos seus sindicatos esquerdistas e tem uma forte proporção de muçulmanos. Mesmo se ela recebesse ordem de restabelecer ordem utilisando armas ela não segueria. O exercito, a não ser umas quantas unidades de èlìte, não tem potencia nenhuma. Para ir à càça de uns quantos piràtas todos rotos ao largo não hà problema. A não ser isso ? O exercito não tem formação para intervir em meio urbano. A não ser quelqueres unidades de élìte que treinam numa cidade reconstituida do lado de Orléan... Mas em caso de crise interior grave, o exercito não serà mandado para restabelecer a ordem e quanto ele o seria, não são os quantos milhares d'homens das unidades de élitie que vão chegar.

JUIZ DEIXA À SOLTA ASSALTANTE INCENDIÁRIO

Não suporta ver os sinais de riqueza nos outros e, como tal, decidiu assaltar cinco casas na zona de Torres Vedras. Os alvos eram moradias de fins-de-semana ou de emigrantes. Depois lançava-lhes fogo para apagar o rasto – mas, apesar de ter uma inteligência acima da média, o ladrão deixou-se apanhar num dia de azar: a última casa não ardeu, o que permitiu à secção de investigação a incêndios da PJ de Lisboa recolher vestígios biológicos e deter um assaltante de 53 anos, residente em Folgorosa.
Nos últimos 25 anos, o suspeito foi guia turístico na selva da Amazónia, no Brasil, mas regressou este ano a Portugal e cometeu estes crimes. Mostrou vontade de regressar ao Brasil ainda este ano, mas, apesar do perigo de fuga, o juiz de instrução de Torres Vedras entendeu deixá-lo à solta até ao julgamento.
Além dos roubos no interior das casas, elaborava planos engenhosos para incendiá-las, usando garrafas de gás e sistemas artesanais que serviam de temporizadores das ignições.
Atacou em Folgorosa, Casal de S. Pedro, Casal da Andorinha e Murteira. E foi nesta última localidade, no passado dia 13, que as coisas correram mal. Deixou duas botijas a soltar gás e um aquecedor ligado, mas o facto de ter partido uma janela para entrar permitiu arejamento, o que não provocou a explosão. Deixou vestígios no local e foi detido.

RECUSA CONFESSAR
Depois da detenção, o suspeito nunca confessou os crimes e mostrou-se pouco cooperante com as autoridades.

ATACOU NA SUA ALDEIA
Nem o facto de viver em Folgorosa com a mãe impediu o homem de incendiar duas casas na aldeia. Distam apenas 20 metros.

TUDO EM MÊS E MEIO
Os crimes tiveram lugar entre os últimos dias 29 de Setembro e 13 de Novembro.

REGRESSO AO BRASIL
O suspeito quer vender a casa da mãe e voltar ao Brasil. Juiz entendeu que não há perigo de fuga.

HABITANTE DE BAIRRO PREDOMINANTEMENTE CABO-VERDIANO APROVEITA TIBIEZA DA «JUSTIÇA» TUGA PARA ROUBAR E VIOLAR

A jovem de 24 anos seguia para casa, na Costa de Caparica, Almada, quando um pequeno toque na traseira do carro a obrigou a parar. Saltaram-lhe logo ao caminho cinco jovens, um com 14 anos, que a enfiaram na mala do seu automóvel e fizeram dela uma das cinco vítimas de sequestro, roubo e violação. O cabecilha do gang, aos 20 anos, cumpriu pena por crimes idênticos há apenas quatro anos e estava em liberdade condicional – concedida no início de 2009 – quando fez mais esta vítima.
Residente no bairro Terras da Costa, em Almada, o cabecilha começou aos 11 anos no furto a viaturas. Com 16, sequestrou uma mulher, violou-a e roubou-lhe os cartões de débito, tendo sido preso pela PSP dentro de um banco.
Saiu em condicional, formou o actual gang com mais quatro elementos, mas a PSP prendeu três em Agosto, após o último sequestro. A PJ de Setúbal anunciou ontem ter apanhado os outros dois. A última vítima recordou na altura ao CM que o gang até a obrigou "a fazer as necessidades".
Em Julho, e só em dois dias, os cinco sequestraram três mulheres. Sob ameaça de uma pistola, foram metidas nos porta--bagagens dos respectivos carros e obrigadas a dar códigos dos cartões multibanco. No total, foram cometidos cinco crimes quase semelhantes. Uma mulher foi violada; as outras quatro molestadas sexualmente.


O artigo omite a identidade racial do criminoso. Infelizmente para os que querem ver tal «pormenor» a ser escondido, esta outra notícia diz o seguinte sobre o bairro de onde o criminoso é oriundo:
(...) bairro clandestino "Terras da Costa", na Caparica. O bairro tem 30 anos, aloja aproximadamente três centenas de pessoas, a maioria imigrantes cabo-verdianos,(...)

Pois... que surpresa...
Não é difícil adivinhar que um dia destes os padres da Inquisição Anti-Racista vão querer que até o nome do bairro onde o(s) criminoso(s) mora(m) seja escondido, de maneira a que se torne ainda mais difícil indicar a sua provável identidade racial. Mas o que conta é que já muitas notícias destas foram dadas, o povo que anda na rua sabe quem é que faz o quê, e, cedo ou tarde, a verdade virá ao de cima. Esperemos é que o eventual «tarde» não seja tarde de mais - tarde de mais para que a população se galvanize no esforço organizado de travar a iminvasão e repatriar os alienígenas, a começar pelos criminosos, mas não ficando por aí.

JORNADAS NACIONALISTAS DA REVISTA FRANCESA «SYNTHÈSE NATIONALE»

As jornadas nacionais e identitárias organizadas por ocasião do terceiro aniversário da revista francesa «Synthèse Nationale», realizadas no passado dia 11 de Novembro em Paris, foram um sucesso. Os números falam por si: 825 entradas pagas; 26 oradores, franceses e europeus, entre os quais o presidente da Terra e Povo; 30 stands presentes. Para além do facto de o evento ter merecido cobertura de vários media franceses.

DESONESTIDADE NO FUTEBOL CAUSA CONFLITO DIPLOMÁTICO NA EUROPA

A Federação Irlandesa de Futebol vai mesmo pedir a repetição do jogo do «playoff» que ditou o seu afastamento do Mundial após um erro da equipa de arbitragem que validou um golo ilegal da França, no prolongamento.
A possibilidade deste pedido já tinha surgido, levando, desde logo, um porta-voz da FIFA a comunicar a impossibilidade da repetição, segundo o «Guardian». Mas os irlandeses não se deixam abater.
«Vamos agora comunicar à FIFA, como órgão que tutela este desporto, que organize uma repetição deste jogo. A mão na bola foi reconhecida pelo comissário da FIFA, pelo observador do árbitro, pelos responsáveis do jogo, bem como pelo próprio jogador», refere a Federação.
E para sustentar o pedido, lembra que o precedente está aberto: «em 2005, a FIFA invalidou o resultado de um jogo de qualificação para o Mundial entre o Uzbequistão e o Bahrein, por causa de um erro técnico do árbitro da partida».
A Federação irlandesa está com esperança de ver as suas pretensões realizadas, apesar das declarações do porta-voz da FIFA e de o próprio Giovanni Trappatonni, ter admitido que tal seria «impossível».


O primeiro-ministro da Irlanda, Brian Cowen, juntou-se hoje ao coro de vozes que pedem a repetição do jogo do "play-off" do Mundial2010 em futebol entre o seu país e a França, que qualificou os gauleses. (...)

Estranha foi a cena - o à vontade com que o negro «francês» levou a mão à bola até deu o ar de quem fazia o que fazia porque sabia que o podia fazer. O cúmulo do descaramento e da impunidade foi que mesmo depois da admissão da parte do próprio jogador negro de que tinha levado a mão à bola, a FIFA continua a dizer que o caso está arrumado e o jogo não poderá ser repetido.
Em boa justiça, nem sequer haveria repetição do desafio, mas pura e simples anulação do golo francês. Mas os Irlandeses optam pelo fair-play e limitam-se a pedir novo jogo, no qual até podem ser derrotados.
É de qualquer modo triste e abjecto que a selecção mulata por excelência ganhe injustamente a uma selecção europeia propriamente dita, ou seja, inteiramente branca.

PORQUE É QUE OS MUÇULMANOS «INTEGRADOS» SÃO SEMPRE UMA POTENCIAL QUINTA COLUNA EM QUALQUER PAÍS NÃO MUÇULMANO

Deve registar-se o que diz um dos principais websites muçulmanos a nível mundial, o IslamQA, ao qual muitos muçulmanos, alguns dos quais estacionados em solo ocidental, recorrem para obter respostas a perguntas de cariz religioso - QA é Questions and Answers, isto é, Perguntas e Respostas.

Um dos muitos muçulmanos pergunta o seguinte:

«Qual é a regra a respeito dos muçulmanos que prestam serviço nas forças armadas de um país não muçulmano? Qual é a evidência de que tal é permitido ou proibido?
E por último, qual é o estatuto de um muçulmano a trabalhar para ajudar os militares a cumprirem as suas obrigações para com Alá enquanto servem no Exército, Marinha, seja o que for?
Louvado seja Alá.
»

Os autores do site colocaram a questão ao saudita Xeque Muhammad ibn Saalih al-'Uthaymeen, que foi simplesmente uma das maiores autoridades muçulmanas da segunda metade do século XX, e obtiveram esta resposta:

«"Louvado seja Alá, o senhor dos mundos. Os assuntos militares são problemáticos, porque envolvem ajudar estes cafires a fazerem guerra contra os muçulmanos ou contra aqueles que têm um acordo com os muçulmanos. Se tal coisa não está em causa, pode ser vantajoso para os muçulmanos trabalharem nestes exércitos para aprenderem os seus segredos e estejam cientes do seu potencial malévolo. Por outras palavras, se trabalhar nesses exércitos puder ser útil, então pode ser permitido, de outro modo não."
Baseado nisto, se uma pessoa trabalha como pregador, ou daa'iyah, ou imã, ou muezin, a servir os muçulmanos e a chamar os não muçulmanos ao Islão, então não há nada de mal nisto.»


Resposta dada pelo Xeque Muhammed Salih Al-Munajjid.


Outra:

«Trabalho no exército de um Estado não muçulmano, e há guerras entre eles e os muçulmanos. Qual é a regra se me mandartem com uma divisão deste exército fazer guerra contra os muçulmanos? Como muçulmano, os meus sentimentos são de que nunca quero lutar contra muçulmanos em qualquer guerra.
Que devo eu fazer?
Qual é a regra se eu for... ?
Louvado seja Alá.
»

Resposta dada pelo Xeque Muhammed Salih Al-Munajjid:
«Se for enviado para fazer guerra contra os muçulmanos, então não lhe é de maneira nenhuma permitido tomar parte. Ajudar os cafires contra os muçulmanos é uma forma de grande kufr (atitude de infiel), que põe um indivíduo para além das fronteiras do Islão. Alá diz o seguinte a respeito dos que apoiam os mushrikeen [os que prestam culto a outros Deuses que não Alá]: "E se algum de entre vós os toma como amigos, então seguramente, é um deles. (al-Maa'idah 5:51; Alcorão 5:51).
A respeito de como pode sair dessa situação, e que desculpa pode dar para se livrar desse dilema se acontecer, pedimos a Alá que o ajude, e sugerimos que consulte alguns muçulmanos que tenham conhecimento e experiência relevantes.
Queremos enfatizar a necessidade de que procure outro emprego e de deixar o serviço no exército dos cafires, porque isso implica ajudá-los, fortalecê-los e aumentar os números dos seus lutadores e apoiantes - a menos que o seu trabalho possa trazer alguns benefícios aos muçulmanos, como por exemplo dar informação e segredos dos cafires aos muçulmanos para ajudar os muçulmanos, ou se o seu trabalho é pura da'wah [pregação junto de não muçulmanos], como por exemplo dar khutbahs [sermão religioso da sexta-feira] e orientar orações para os muçulmanos no exército cafir enquanto os aconselham por sua vez a evitar qualquer trabalho que possa fortalecer os cafires. Pedimos a Alá que o mantenha a salvo da tentação e de lhe dar um bom fim neste mundo e no Além.»



Ainda outra:

«Por favor, digam-me qual a regra de alguém que trabalha para o exército, que é a fonte das suas provisões, mas o sistema e leis militares obrigam-no a fazer a barba e alguns deles têm de respeitar os outros, como os estrangeiros fazem. Temos de saudar outros de maneira diferente da que nos foi atribuída por Alá e pelo seu mensageiro, temos de saudar a bandeira e somos governados por, e temos de nos guiar por, leis que não as de Alá (leis militares). Se eu lutar para defender o meu país, mas não sob a bandeira de «Laa ilaah ill-Allaah Muhammad Rasool Allaah» [Tradução: Não há Deus além de Alá, Maomé é o Mensageiro de Alá], e por vontade de Alá eu for morto, qual é a regra que se me aplica de acordo com o Alcorão e a Suna?
Posso lutar com uma intenção que é diferente da do exército em cujas fileiras combato? Se eu fizer as coisas mencionadas acima para evitar quaisquer consequências negativas, estou a pecar? Pode um muçulmano trabalhar no exército com a intenção de aprender artes de combate que não possa aprender em mais lado nenhum em circunstâncias normais?
Por favor, digam-me algo a respeito da obediência aos meus pais neste assunto, quando os pontos de vista diferem num caso em que os pais não sigam o Alcorão e a Suna e sigam em vez disso as tradições da sociedade ou o que quer que as pessoas tenham acordado. Eles pensam que a religião é só rezar e fazer jejum, e que qualquer coisa além disso é extremismo. Que Alá vos ajude a fazer o que Lhe agrada, a corrigir os vossos erros e a proteger-vos.
Louvado seja Alá.
»

Resposta:
«Em primeiro lugar - é proibido (haraam) fazer a barba; é obrigatório (waajib) deixá-la crescer.
Em segundo lugar - não é permitido saudar a bandeira.
Em terceiro lugar - é obrigatório governar-se a si mesmo pela lei islâmica (charia) e a ela recorrer para julgamento. Não é permitido a um muçulmano saudar colegas ou superiores com a saudação dos estrangeiros, por causa da passagem que estabelece a proibição de imitá-los e porque isto significa respeito exagerado por eles.
Em quarto lugar - quem quer que lute para fazer suprema a palavra de Alá e para proteger os muçulmanos e as suas terras contra o inimigo, está a lutar pela causa de Alá, e se for morto é um mártir (shaheed). O que conta é o objectivo e a intenção. O senhor pode ter uma intenção que é diferente da intenção do seu exército, tal como querer fazer suprema a palavra de Alá na sua guerra santa (jihad), enquanto for permitido, de acordo com a lei islâmica, combater o grupo contra o qual está a lutar, mesmo se outros tiverem intenções diferentes, tais como lutarem pelo seu país.
Em quinto lugar - é obrigatório obedecer aos seus pais enquanto isto não implicar a desobediência a Alá, porque não deve haver obediência a qualquer ser criado se isso implicar desobediência ao Criador.
E Alá é a fonte da força. Que Alá abençoe o nosso profeta Maomé e a sua família e companheiros, e lhes garanta paz.
Fataawaa al-Lajnah al-Daa'imah, 12/22.»

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

POR UM NATAL BRANCO

Um Bom Natal quer-se Alvo como a Neve... mesmo que não haja neve...

O presidente da câmara da cidade de Coccaglio, sita na Lombardia, norte de Itália, lançou uma campanha destinada a limpar a cidade de imigrantes, já a pensar no Natal. A operação chama-se «Natal Branco».
«Não há aqui qualquer crime. Só queremos é começar a limpar.», diz o presidente, Franco Claretti, do Partido da Liberdade, que controla agora o governo do país. Claretti é na sua missão auxiliado por seis conselheiros locais. Um destes, encarregado da Segurança, e militante da Liga do Norte, afirma: «Para mim, o Natal não é uma época de hospitalidade, mas sim da tradição cristã, da nossa identidade».

Claro que a afirmação é frontalmente contraditória, pois que o Cristianismo obriga à hospitalidade para com as massas de alienígenas, mas no essencial este italiano vai pelo bom caminho, disso não há dúvidas... porque, neste momento, caracterizado como nunca pela iminvasão da Europa, a salvaguarda da identidade não se pode fazer com hospitalidade sem freio nem fronteiras.

A operação «Natal Branco» irá incluir incursões policiais em cada casa da cidade para garantir que os seus residentes imigrantes têm os papéis em ordem, de contrário irão perder a residência e arriscar-se à deportação.
A medida irá estender-se aos imigrantes cuja autorização de residência legal tenha expirado há mais de seis meses e não consigam provar que começaram o processo para a renovar.

Coccaglio tem por volta de sete mil habitantes - destes, cerca de 1550 são imigrantes, a maioria de Marrocos, Albânia e antiga Jugoslávia. Em 1998, os imigrantes não passavam dos 177.

As cidades próximas, Castelcovati e Castrezzatoare, estão a começar a copiar a ideia de Coccaglio.

IMINVASÃO DISSEMINA CRIACIONISMO NA EUROPA

Segundo se lê nesta notícia, um cientista e sacerdote anglicano britânico, Michael Reiss, afirma que a imigração em massa ou iminvasão parece ter levado ao fortalecimento das crenças criacionistas em toda a Europa.
Para quem não sabe, criacionismo é o ponto de vista segundo o qual há uma origem inteligente e, portanto, divina, para a existência do Cosmos. Na prática, reveste-se de um aparato e argumentário científico para justificar uma perspectiva religiosa (quase sempre cristã, mas também há muçulmanos que a perfilham) contra o predomínio científico e já popularizado do evolucionismo de Charles Darwin, especialmente promovido por ateus e materialistas.
Nos EUA, o criacionismo tem já uma força considerável - na Europa, pelo contrário, tem sido quase inexistente. Até agora, em que a situação parece estar a mudar.
Conforme diz Reiss, os países com mais proporção de cristãos fundamentalistas e muçulmanos são aqueles onde há mais rejeição do evolucionismo - e há cada vez mais gente no Reino Unido que não aceita a teoria evolucionista de Darwin.
Num tom profético, anuncia: «Aquilo em que os Turcos acreditam hoje, será aquilo em que os Alemães e os Britânicos acreditarão amanhã. Por causa dos movimentos em massa entre países.»
Este câmbio de mentalidades observa-se já, segundo Reiss, ao nível da juventude universitária mais inteligente, que estuda Biologia e nega o evolucionismo. Porque, diz «vêm de meios cristãos fundamentalistas ou muçulmanos
Diz mais: «Cerca de dez por cento dos estudantes em algumas escolas médicas do Reino Unido são criacionistas. Há quem diga que isto é inaceitável e que tais estudantes não merecem tornar-se médicos.»
Estas declarações foram proferidas aquando de um encontro mundial de centenas de académicos em Alexandria, Egipto, para um ciclo de conferências de três dias tendo por tema a teoria da evolução na sua relação com a sociedade.
Reiss foi no ano passado forçado a demitir-se da sua posição como director de educação na Real Sociedade por ter defendido os seus pontos de vista sobre a discussão do criacionismo em aulas de Ciências. E note-se que Reiss diz ser contra o criacionismo e querer apenas provar, nas salas de aula, que o criacionismo não tem base científica... todavia, diz ter sido contactado por um grande número de cientistas interessados no assunto.
Esta corrente divulga-se especialmente nos EUA e no Islão, no seio do qual muitos cientistas argumentam que os diferentes tipos de organismos têm diferentes origens, não partilhando por isso uma raiz comum, o que nega a teoria evolucionista.

GENES, RAÇAS E DISTÂNCIAS ENTRE POVOS




Comentário do mundialmente famoso cientista italiano Luigi Luca Cavalli-Sforza ao mapa da sua obra cuja capa acima se vê:
«O mapa-mundi colorido mostra muito distintamente as diferenças que sabemos existirem entre os continentes: Africanos (amarelo), Caucasóides (verde), Mongolóides (púrpura) e Aborígenes Australianos (castanho avermelhado). Este mapa não mostra bem a força da componente caucasóides no norte de África, mas mostra a unidade dos outros Caucasóides da Europa e no oeste, sul e boa parte da Ásia Central.»

Diz também o autor que «a diferença mais importante na genética humana é claramente entre Africanos e não Africanos...»

Noutra obra sua, «The History and Geography of Human Genes» ou «A História e Geografia dos Genes Humanos», apresenta, entre outras coisas, um conjunto de distâncias genéticas entre várias nacionalidades. Assim, dando como ponto de partida os Ingleses, exibe o seguinte:

Ingleses - Dinamarqueses: 21
Ingleses - Italianos: 51
Ingleses - Iranianos: 197
Ingleses - Próximo-Orientais (Árabes): 236
Ingleses - Indianos (do Indo): 280
Ingleses - Chineses (sul): 1152
Ingleses - Bantos: 2288

Agora, a partir dos Italianos:

Italianos - Dinamarqueses: 72
Italianos - Iranianos: 133
Italianos - Próximo-Orientais: 208
Italianos - Indianos (do Indo): 261
Italianos - Chineses (sul): 1236
Italianos - Bantos: 2292

Atribuindo agora o valor de 1.0 à distância entre Ingleses e Dinamarqueses, observa-se que a distância entre Ingleses e Italianos é de 2.5, ou seja, duas vezes e meia maior do que a distância entre Ingleses e Dinamarqueses. Nesta escala, a distância entre Ingleses e Iranianos é nove vezes maior do que entre Ingleses e Dinamarqueses. A distância entre Ingleses e Japoneses é cinquenta e nove vezes maior do que a diferença entre Ingleses e Dinamarqueses. A distância entre Ingleses e Bantos (o principal povo negro da África sub-sariana) é cento e nove vezes maior do que a distância entre Ingleses e Dinamarqueses; entretanto, a distância entre Japoneses e Bantos é ainda maior.

Tudo isto é descoberto e divulgado pelo supracitado Cavalli-Sforza que declara publicamente, note-se, que classificar a humanidade por raças é um «exercício fútil» e sem valor. Pode ser que de um anti-racista se trate; quanto a mim, e um pouco à semelhança do que diz o autor deste artigo, parece-me ouvir da boca de Cavalli-Sforza um eco do «Eppur si muove!», ou «E no entanto, ela move-se!», que, segundo se diz, teria sido sussurado por Galileu, entre dentes, depois de afirmar, alto e bom som, perante um tribunal da «Santa» Inquisição, que a Terra estava imóvel e que era o Sol que em seu torno girava...
Como diz o autor deste artigo, constata-se assim que o impacto genético de um banto que seja absorvido pela população inglesa é cento e nove vezes maior do que o de um dinamarquês que ao povo inglês se junte. Fica-se assim com uma ideia aproximada do que significa a «integração» no que à identidade de um povo diz respeito.
Aproveito para salientar a relativa contiguidade entre Europeus e Iranianos - apesar de muitos, senão a maioria dos Próximo-Orientais estarem histórica e geograficamente mais próximos da Europa do que a gente do Irão, esta continua a estar geneticamente mais próxima dos Europeus do que os Próximo-Orientais. Sinal de que as raízes arianas continuam a ser determinantes, tanto na Europa como no Irão.



Adenda aqui trazida pelo camarada Portugal Sempre, que evidencia de forma ainda mais sólida o parentesco relativo entre os vários povos indo-europeus, Iranianos incluídos:

Genética distância entre grupos étnicos:

Belgas 0
Holandeses 12
Suíços 14
Alemães 15
Ingleses 15
Austríacos 16
Dinamarqueses 21
Noruegueses 24
Italianos 30
Portugueses 31
Franceses 32
Suecos 34
Polacos 40
Espanhóis 42
Checos 43
Jugoslavos 50
Russos 51
Húngaros 52
Escoceses 59
Finlandeses 63
Irlandeses 75
Islandeses 78
Gregos 103
Bascos 107

Vejamos a distancia para extra-europeus:

Iranianos 197
Ashkenazi (judeus) 250-500

Túrquicos Setentrionais 866
Ameríndios Setentrionais 947
Coranos 982
Filipinos 1117
Chineses meridionais 1152
Japoneses 1244
Ameríndios Meridionais 1300
Nilo-Sarianos 1767
Bantu 2288
Mbuti 2373

PS: Os Belgas foram definidos como os com maior relação daí a mediana a 0 (mesmo que não seja de facto zero - essa é a relação).

DOIS SUSPEITOS DE TERRORISMO «BEM SEGUROS» EM SOLO EUROPEU

Um árabe com cidadania francesa foi preso na Arábia Saudita por suspeita de ter laços com a Alcaida. As provas para o prender não eram das mais sólidas, mas mesmo assim esteve detido em Riade mais de um ano, e só agora as autoridades sauditas o deixaram sair em liberdade, como gesto de boa vontade para honrar a visita do presidente francês Nicolas Sarkozy ao país. E, com isso, o suspeito de terrorismo... voltará a França.

Um bocado mais a norte, a Finlândia recebeu de volta um cidadão finlandês de origem norte-africana, figura eminente dos círculos islâmicos na Escandinávia. Desta feita, foi a Suécia que o devolveu, por não querer no seu território um indivíduo suspeito de estar ligado ao terrorismo que, segundo os serviços de segurança suecos (SÄPO), poderia cometer um atentado em solo sueco.

Ou seja, mais dois suspeitos de pactuar com, ou mesmo exercer terrorismo em nome do credo de Mafoma, conseguem ficar alapados em solo europeu. Em nome dos alegados direitos humanos universais, viola-se o direito prioritário de segurança que os Europeus deveriam ter na sua própria terra: porque um governo tem obrigação ética de dar prioridade à segurança dos seus sobre a de quaisquer outros.

PORTUGAL É UM DOS EVENTUAIS ALVOS DO TERRORISMO ISLÂMICO

Uma testemunha protegida confirmou, durante a segunda sessão do julgamento dos 11 islamitas que planeavam atacar o metro de Barcelona, a decorrer em Madrid, que após aquele atentado iriam ser feitas várias exigências, as quais, se não fossem cumpridas, seriam seguidas de novos ataques em Portugal, Alemanha, França e Reino Unido.
A testemunha protegida, conhecida como ‘F1’, já tinha afirmado que Portugal era um dos países na mira da al-Qaeda quando decidira colaborar com a polícia, no início do ano passado. Foi graças a ele que a polícia conseguiu desmantelar a célula terrorista e evitar o ataque em Barcelona.
Agora, perante a Audiência Nacional, ‘F1’ explicou que chegou a Espanha, procedente de França, a 15 de Janeiro de 2008, com instruções para se reunir com Maroof Ahmed Mirza – acusado de ser o líder da célula – na mesquita de Barcelona. Adiantou que trabalhava desde 2005 para a al-Qaeda e que o ataque ao metro de Barcelona era orquestrado por Baitullah Mehsud, líder do grupo radical Tehrik Taleban Pakistan, e estava marcado para 19 de Janeiro de 2008. Os explosivos seriam fabricados na véspera, dia em que os terroristas foram detidos.
‘F1’ denunciou o ataque iminente em Barcelona após Mirza o ter informado de que ia ser um dos suicidas. Foi então que caiu em si e telefonou a um polícia francês amigo para ser testemunha protegida.

PROVA
Uma das provas que a acusação tem sobre os planos do ataque a Barcelona é a reivindicação feita pelo Tehrik Taleban Pakistan no site www.nefafoundation.org.

DEFESA
A Defesa centrou as suas perguntas na amizade entre a testemunha protegida e o agente francês a quem denunciou o ataque.

ACUSADOS
Os 11 réus – 10 paquistaneses e um indiano – negam ligações a actividades terroristas.

SEGURANÇA BRANCO EM JULGAMENTO POR ALEGADAMENTE SE TER DEFENDIDO DE AGRESSORES NEGROS

Começou ontem o julgamento do antigo segurança da discoteca Sublime, no Porto, acusado de ferir a tiro e à facada dois cidadãos angolanos, naquele estabelecimento, em Abril deste ano. Carlos Manuel Ferreira da Silva, de 38 anos, mais conhecido por ‘Gandarela’ responde pelos crimes de homicídio na forma tentada de Madaleno Agostinho e José Pedro Quicanga, sobrinho do ex-pugilista do Boavista.
Ontem, no Tribunal S. João Novo, o arguido confessou ter usado a faca para se defender das agressões daqueles clientes, mas negou ter disparado contra os queixosos. O julgamento prossegue no dia 24.

ESQUERDA DO PAÍS AO LADO QUER REFORÇAR VÍNCULOS COM «MOURISCOS»

A los socialistas les gustan los árabes siempre que los puedan usar contra España. El grupo socialista en el Congreso de los Diputados, dirigido por Eduardo Madina, registrado una proposición no de ley, para su debate en la Comisión de Asuntos Exteriores, en la que pide que se realicen ciertas actuaciones con motivo del cuarto centenario de la expulsión de los moriscos, ordenada por el rey Felipe III.
De acuerdo con la agencia Efe, El grupo socialista insta al Gobierno a establecer y reforzar los vínculos económicos, sociales y culturales con las poblaciones del Magreb y de África subsahariana descendientes de los moriscos, que a su vez descienden de las distintas oleadas de invasores musulmanes. Además, también quieren que se produzca un reconocimiento institucional de la injusticia que para ellos supuso la expulsión.
Según la proposición registrada, el PSOE cree que es un “momento propicio” para que el ejercicio colectivo de la memoria tenga continuidad y se establezcan “nuevos lazos entre la España de hoy y los descendientes e aquellos que nunca debieron verse obligados a abandonar su tierra”.
En Marruecos, los historiadores calculan que anda menos que cinco millones de marroquíes descienden de los moriscos. ¿Reclamarán la nacionalidad española?, ¿pedirán una indemnización?

(Clicar aqui para ler mais.)

Ou seja, novamente a elite esquerdista a exaltar o alienígena e, implicitamente, a condenar os seus próprios ancestrais, até mesmo a condenar o fundamento do domínio do seu próprio povo sobre a sua própria terra. Porque em boa justiça nada é mais correcto do que expulsar o invasor, e sua prole, mas esta Esquerda, manifestando uma vez mais a profunda degradação e inversão ética que a define, resolve como que pedir desculpas por o seu povo ter repelido a presença do intrusivo alienígena.

Terça-feira, Novembro 17, 2009

OCI TENTA NOVA ABORDAGEM PARA DESTRUIR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO DO OCIDENTE

Parece estar em diminuição, a nível mundial, o apoio mundial à campanha para proibir a «difamação de religiões», projecto que a OCI (Organização da Conferência Islâmica) tenta desde há nos concretizar na ONU. Chile, México, Panama, Uruguai, que se abstiveram em 2008, votaram contra este ano. Lesoto e Sri Lanka, que votaram a favor no ano passado, este ano abstiveram-se. A favor, continuam a votar a maioria dos cinquenta e sete países da OCI (excluindo o Burkina Faso e os Camarões, que se abstiveram), bem como a China, Cuba, Rússia e Venezuela. No total, oitenta e um países votaram a favor da resolução no Terceiro Comité (que só será propriamente votada em Dezembro, na Assembleia Geral), cinquenta e cinco contra, enquanto quarenta e três se abstiveram. (Clicar aqui para ver o gráfico, pdf).

Para quem não sabe, o bloco muçulmano, representado pela OCI, que congrega dezenas de países muçulmanos (e também Moçambique), tem feito os possíveis para que a ONU silencie de vez a liberdade de expressão a respeito do Islão, de modo a que ninguém no mundo possa livremente criticar a religião de Mafoma, como já foi aqui noticiado diversas vezes. Todos os anos têm conseguido a maioria dos votos na ONU para aprovar as sucessivas resoluções, cada vez mais próximas de se tornarem vinculativas.

Ora, como a táctica parece estar a falhar, a OCI vira-se agora para outra estratégia: tenta levar um painel da ONU a alterar um tratado internacional já existente para incluir a proibição da difamação de religiões. Ao contrário do que com as resoluções sucede, que não têm adquirido força de lei, e até estão, como se viu acima, a perder força e aderência, a alteração do ICERD (International Convention on the Elimination of All Forms of Racial Discrimination, ou Convenção Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial) no sentido de estender a letra da lei da questão racial à questão religiosa, poderá adquirir força de lei.

E que não haja dúvidas - o que a OCI quer proibir são manifestações da liberdade de expressão ocidental tais como a publicação das caricaturas a satirizar Maomé ou a sugestão de que o Alcorão promove a violência contra os não muçulmanos. No texto da resolução que irá a votação na Assembleia Geral em Dezembro, está escrito o seguinte: «o Islão é frequente e erradamente associado às violações dos direitos humanos e ao terrorismoO grosso do mundo islâmico, alegadamente moderado e tolerante e viva-o-al-Andaluz e tal, quer pois impedir a divulgação de opiniões que façam notar a motivação islâmica de crimes cometidos diariamente no mundo inteiro, onde quer que os muçulmanos tenham força para se imporem pela intimidação e/ou pela violência.
Como já aqui foi referido, os críticos desta movimentação islamista na ONU acusam a OCI de, a coberto dos direitos humanos, quererem colocar o Islão acima de toda a crítica e escrutínio, impingindo assim aos países ocidentais as restrições que a lei islâmica impõe nos países muçulmanos, sabendo-se que nalguns destes Estados se castiga com a morte a apostasia e a blasfémia. Os defensores da liberdade de expressão afirmam também que só as pessoas podem estar a salvo da difamação, não as doutrinas, que devem poder ser atacadas.

Assim, a Comissão para a Liberdade Religiosa Internacional, organização norte-americana, declarou já este ano que o plano para expandir o âmbito da ICERD para cobrir a religião «iria minar as garantias internacionais dos direitos humanos, incluindo a liberdade de religião» e «minar as instituições que protegem os direitos humanos universais em todo o mundo.»

Com todo o descaramento que é próprio de quem está habituado a entoar o cântico da vítima para enganar os incautos, o secretário-geral da OCI Ekmeleddin Ihsanoglu, de origem turca, alega que os «os muçulmanos continuam a sofrer com a crescente tendência de islamofobia(...) no Ocidente», porque «alguns média» fazem mau uso da sua liberdade de expressão para «justificar os seus actos de incitação ao ódio», e depois reitera que «o Islão é uma religião de paz e tolerância» e que «os ensinamentos islâmicos promovem a coexistência pacífica e o respeito pela honra e dignidade humanaToda esta conversa só para justificar a submissão dos Ocidentais aos ditames islâmicos - para que o Islão possa avançar em solo europeu sem que o cidadão europeu seja alertado dos perigos deste credo, e simplesmente porque a cambada de Mafoma não admite que lhes critiquem as ideias.

Deve ser a isto que a politicagem correcta chama «um muçulmano moderado»...

Mais do que qualquer acto de terrorismo ou de violência urbana, este tipo de atitudes, dominantes no mundo islâmico (não há nada mais dominante no mundo islâmico do que a OCI...), atestam, sem margem para qualquer espécie de dúvida, a incompatibilidade fundamental, incontornável e visceral do Islão com o Ocidente e inclusivamente a guerra ideológica sem quartel que opõe, desde há mais de um milénio, estes dois blocos civilizacionais.

IGREJA DE INGLATERRA PRESSIONA DIÁCONO CRISTÃO A RETIRAR-SE POR SER NACIONALISTA

No Reino Unido, a campanha do Sínodo da Igreja de Inglaterra contra o Partido Nacional Britânico (BNP, na sigla inglesa) levou a que um diácono idoso se retirasse da sua função na igreja de Frisby, após ter aí prestado serviço durante sessenta anos, tendo começado, aos oito anos, por tocar orgão e a ajudar a estender a carpete antes do serviço religioso.
E porquê? Porque foi pressionado a demitir-se - por ser membro do BNP. Os líderes da Igreja de Inglaterra afirmam que a linha ideológica do partido é incompatível com o Cristianismo. Dito pela porta-voz da diocese de Leicester: «Foi dito ao Sr. North que ser membro do BNP é incompatível com ser um cristão praticante

Os bispos não o podiam expulsar, e North podia continuar a representar legal e profissionalmente a igreja, mas não aguentou a pressão constante. Porque a Inquisição Anti-racista é assim mesmo, e se nunca houve Inquisição em solo britânico, aí se registou em contrapartida uma imensa caça às bruxas...

De resto, os bispos só estão a dizer a verdade, uma verdade tão lógica e límpida como a soma de dois mais dois. O Cristianismo é universalismo, é dar a outra face ao agressor, é estar disposto a romper com os laços de sangue em nome da doutrina do amor sem fronteiras. É, visceralmente, o absoluto e completo oposto do Nacionalismo, o qual consiste simplesmente na normalidade humana e animal feita em doutrina: os Nossos primeiro que os outros, a nossa estirpe tem a todo o custo de ser defendida em todos os seus aspectos, a começar pelo identitário, a vida de um só dos Nossos vale incomparavelmente mais do que todas as vidas do Alienígena, as fronteiras da estirpe são por isso de crucial relevância, porque o direito exclusivo da nossa Grei sobre o nosso território é sagrado. Como diz o gentio Steve McNallen, «a sobrevivência do nosso Povo não é negociável.» E este é, efectivamente, o modo de ver mais normal, mais verdadeiramente comum a toda a espécie humana, o de sempre, de todos os tempos e épocas, inclusivamente da Roma pagã, contra a qual o Cristianismo se ergueu. O Cristianismo veio precisamente combater esta Roma pagã mas, antes disso, afirmou-se natural e indefectivelmente contra o Judaísmo, que era uma religião eminentemente «nacionalista». O mais antigo confronto entre a extrema-esquerda e a extrema-direita foi entre Jesus e Caifás, respectivamente; e, mais tarde, entre os primitivos cristãos e as autoridades pagãs romanas.

O BNP bem pode pois espernear e fazer a parte que etc. e tal, para não alienar parte dos seus eleitores, e porque, ao fim ao cabo, os nacionalistas honestos e cristãos não têm culpa de terem sido apanhados na teia histórica urdida pela Igreja, mas quanto menos poder tiver a Igreja na Europa, mais amplo e luminoso será na Europa o caminho do Nacionalismo de volta ao Poder.

Penda, monarca do reino anglo de Mercia, um dos últimos reis pagãos de Inglaterra, morto em combate por servidores da Cristandade

MAIS PROVAS DE QUE O NACIONAL-SOCIALISMO TENTOU DESCRISTIANIZAR O NATAL

E agora que desce sobre nós a noite, e que se vive já a época natalícia, uma
recordação de um projecto autenticamente europeu: na cidade alemã de Colónia, uma nova exposição no Centro de Documentação Nacional-Socialista salienta descobertas recentes sobre os meios pelos quais o Estado Nacional-Socialista tentou descristianizar o Natal, fazendo os possíveis para tirar de cena o Judeu Crucificado e por paganizar os cânticos de Natal, disseminar imagens de suásticas luminosas, além de criar adereços decorativos em forma de granadas de mãso para adornar as árvores de Natal.
O que assusta a Inquisição Anti-racista é que muitas das alterações levadas a cabo a nível nacional, para remover a influência de Jesus, estão ainda em uso. Já não há papel de embrulho com suásticas (nos EUA é que há, de fabrico chinês, o que recentemente indispôs alguém lá para as Américas), mas as letras de algumas canções, subtilmente modificadas, continuam em voga, entoada em muitos lares e presente em muitos livros de canções. As referências ao Carpinteiro Morto e à alegadamente Virgem Maria estão ausentes, mas as pessoas nem deram por isso: Heidi Bertelson, por exemplo, advogada de quarenta e dois anos, achava que a na Alemanha famosa Es ist für uns eine Zeit angekommen era sobre neve e luzes.

A restruturação das letras foi organizada por Alfred Rosenberg, autor da obra «O Mito do Século XX», ideólogo do regime, e por Heinrich Himmler, líder supremo das SS.
A ideia era acabar com os laços emocionais à Igreja e devolver o Natal à sua verdadeira origem, a Julfest (Festa de Solstício), celebração invernal e luminosa. Sintomaticamente, o jornal britânico online donde tiro esta notícia chama a isto «roubar o Natal»... a total inversão dos valores é mesmo assim, faz com que a restauração da identidade genuína das coisas seja considerada criminosa ou desonesta. É aliás este o mote de quem organiza a exposição, que quer fazer crer que a acção NS «paganizadora» do Natal foi um «roubo» da tradição cristã.

Ironicamente, em jeito de justiça poética, observa-se que, enquanto o Cristianismo vai perdendo terreno em solo europeu, o Natal tem na Europa uma feição cada vez mais marcada pela simples luminosidade e por imagens de neve, além dos elementos pagãos tais como a Árvore de Natal e o Pai Natal... bem ou mal, é de notar que em muitos postais de Natal não há qualquer palavra ou símbolo cristão, mas simplesmente um cenário invernal.
Porque, efectivamente, a verdade vem sempre ao de cima.

MUÇULMANOS VINGAM-SE COM ÁGUA A FERVER EM BRANCO INOCENTE

Numa das mais duras prisões do Reino Unido, a de Belmarsh, cinco recluso muçulmanos atacaram com água a ferver um recluso branco indígena como vingança.
Vingança porque no dia anterior um outro recluso branco, indignado por dois deles não respeitarem os dois minutos de silêncio do Remembrance Sunday, ou Domingo da Memória, celebrado a 11 de Novembro, aniversário do fim da Primeira Guerra Mundial, em 1918, tirou-lhes a bola com que jogavam. Os dois alienígenas jogavam ténis de mesa e não detiveram o seu divertimento para respeitarem os dois minutos de silêncio, pelo que o indígena lhes tirou a bola.

O branco posteriormente atacado precisou de ser operado de urgência.
Três dos agressores são militantes da Alcaida, e foram desta feita colocados na solitária.
Um dos cinco, juntamente com amigos seus, tentou sem sucesso emboscar outro branco, mas falharam e ficaram notoriamente feridos.

Uma fonte do estabelecimento prisional atesta que «as tensões estão a crescer. É muito preocupante.»

PELA SALVAGUARDA DA IDENTIDADE DE VENEZA


Uma universidade de Veneza está empenhada num projecto conjunto com uma instituição científica e educacional norte-americana para descobrir o código genético dos venezianos, população cujo decréscimo demográfico (são apenas 59,992 habitantes) está a preocupar os indígenas que recentemente levaram a cabo uma teatralização pública de lamento pela morte da cidade, como a seguir se vê:
O objectivo é, por meio de uma pesquisa de testes voluntários de ADN (de saliva), determinar quem são os residentes originais da cidade e a partir daí pegar na informação para garantir a continuidade do seu código genético.
Os pesquisadores tentam também confirmar ou rejeitar teorias diversas sobre as raizes dos cidadãos de Veneza, bem como a sua disseminação no continente europeu.
Só serão testados os homens que garantirem ser venezianos cujas famílias sejam igualmente venezianas desde há pelo menos duas gerações.
O teste teve lugar no dia catorze, aquando do desfile alegórico denominado «Funeral de Veneza». A cidade tem agora 59,992 habitantes e precisa de pelo menos sessenta mil como «mínimo vital» para a manter.


De lembrar que Veneza terá sido fundada pelo Vénetos, povo indo-europeu arcaico aparentado com os Ilírios (antepassados dos Albaneses). Por coincidência ou não, havia no tempo dos Gauleses, na região da actual Bretanha, um povo céltico denominado Veneti, e também nas próximidades do Báltico, junto ao Vístula, havia um povo Veneti; entre os Eslavos, há o Povo dos Wends, por vezes confundidos com os Veneti do Vístula; no Azerbaijão, há uma aldeia chamada Vənədi. Todos estes povos, menos os azeris (do Azerbaijão) são indo-europeus.


E claro, uma saudação identitária europeia é devida a quem está a levar a cabo esta iniciativa, para que mais um povo europeu de antiga e vetusta origem não desapareça no turbilhão bastardizante do mundialismo.


ÍNDIOS NORTE-AMERICANOS CADA VEZ MAIS PREOCUPADOS COM A MISTURA RACIAL

Segundo orgão da imprensa norte-americana do Estado do Oregon, os índios norte-americanos estão cada vez mais preocupados com a assimilação - a chamada «integração» - que os está a fazer perder a sua identidade e irá eventualmente resultar na sua extinção.
O título do artigo em questão, «Does intermarriage threaten Native American culture?» («Será que o casamento misto ameaça a cultura nativa americana?») é ilustrado pelas palavras de um índio em particular que declara: «Não somos iguais a toda a gente. O meu sangue vem desta terra; a minha religião vem desta terra.»

Sangue, Solo, Religião - a tríade dos valores nacionalistas por excelência.

O indígena norte-americano que assim fala diz encorajar o seu filho, ainda de tenra idade, para procurar uma mulher igualmente indígena quando crescer. Aliás, o seu próprio filho já é meio branco, o que causa preocupação ao pai: «Demasiada assimilação conduz ao desaparecimento. O meu filho é meio índio meio caucasóide. Que caminho vai ele seguir?»

Tanto indivíduos como tribos parecem estar a despertar para o perigo da sua aniquilação lenta e indolor. E os seus receios incidem precisamente sobre o problema do casamento interracial.

Os índios norte-americanos definem a sua identidade através da sua herança racial. Têm a partir daí de decidir o quão rigoroso deverá ser o padrão adoptado pelas tribos: se for demasiado estrito, arriscam-se a excluir à partida muitos índios, caminhando assim para o esquecimento; se pelo contrário o critério de avaliação for muito lasso, arriscam-se a desperdiçar recursos com demasiada gente ou a deixar com que a sua identidade perca o sentido.

Um responsável estatal pelos assuntos dos Índios afirma que se a actual taxa de misturada continuar, «dentro de um século isso irá conduzir a que os membros das tribos sejam pouco semelhantes aos seus antepassados e tenham poucas razões para se chamarem nativos a si mesmos.»
Um dos representantes do governo tribal de Idaho deixa claro o que está em causa: «Temos de deixar que as pessoas saibam isto: "Se continuarem neste caminho, haverá um pôr do Sol para a nossa tribo, talvez dentro de setenta ou oitenta anos. Qual é o sentido de lutar por todos estes direitos se não houver ninguém para os exercer?»
Na sua reserva tribal, dos Nez Perce, só os indivíduos com pelo menos um quarto de sangue Nez Perce podem ser membros da tribo. O critério excluiu cerca de duzentos jovens, entre três mil e quatrocentos. Estas duas centenas continuam a viver no local, a ter o mesmo tipo de vida, mas sem cartão tribal, o que os priva dos privilégios de caçar e pescar para alimentar os idosos do povo.
Para que os Ocidentais do velho continente não cheguem a este ponto de último reduto, urge lutar pela salvaguarda da identidade e dos direitos dos legítimos e únicos donos da Europa - os indígenas europeus, ou brancos gregos, albaneses, latinos, celtas, germânicos, bálticos, eslavos. Ainda somos maioria, o tempo ainda é nosso. Mas por pouco tempo mais.


CUSTOS DA IMIGRAÇÃO NA VELHA ALIADA

No Reino Unido, estudos oficiais do Parlamento revelam que os imigrantes criminosos custam ao contribuinte cerca de £283 milhões de libras, ou 713 740 560 euros por ano. Significa isto que actualmente a velha Albion está a pagar mais ou menos doze mil milhões de libras ou 30 264 617 400 euros por ano para ser iminvadida, de acordo com números da organização ideológica MigrationWatch (Observatório da Migração).

De notar que estes custos não incluem os gastos com a construção de habitação social para os imigrantes, nem sequer a alimentação de 11.350 criminosos estrangeiros nas sobrelotadas cadeias britânicas.
Os reclusos estrangeiros ocupam quarenta e oito por cento (48%) das prisões construídas no Reino Unido desde 1999. Construíram-se 12.549 celas de prisão nos últimos dez anos - no mesmo período, a população reclusa estrangeira cresceu 5,962. O número de criminosos alienígenas aumentou cento e dez por cento (110%) desde 1999, enquanto os criminosos nacionais aumentaram em não mais de vinte por cento. Mas mesmo estes vinte por cento, muitos deles são imigrantes de primeira ou de segunda geração.
Assim, os custos totais com a imigração neste país ascendem aos treze mil milhões ou 32 786 668 850 euros. Isto é dez vezes mais o déficite do Serviço Nacional de Saúde britânico e quarenta por cento mais do que o orçamento de auxílio aos países estrangeiros.

E em Portugal, como serão estes números? Ficam por revelar, até ver...

DESEMPREGO ATINGE NÍVEL INÉDITO EM PORTUGAL - E A IMINVASÃO CONTINUA A AUMENTAR

A taxa de desemprego em Portugal atingiu os 9,8 por cento no terceiro trimestre de 2009, o que representa o valor mais elevado desde que há registos. O Eurostat, Gabinete Europeu de Estatística, tem dados sobre Portugal desde 1983 e nunca a taxa de desemprego ou o número de desempregados chegou ao nível actual: há actualmente 547,7 mil pessoas sem emprego, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os dados hoje divulgados pelo INE indicam que o desemprego entre Julho e Setembro agravou-se 2,1 pontos percentuais face aos 7,7 por cento observados no período homólogo de 2008. Houve também um agravamento face aos 9,1 por cento observados no trimestre anterior.
Este valor fica acima das previsões do Governo para o conjunto do ano, que apontavam para os 8,8 por cento.
O pior trimestre desde que há registos tinha sido o primeiro de 1986, também durante uma crise económica, em que a taxa de desemprego chegou aos 9,6 por cento, valor agora ultrapassado segundo o Instituto Nacional de Estatística.

(Clicar aqui para ler mais).

Ao mesmo tempo, verifica-se também isto(pdf):

No decurso do ano de 2008 foram registados 72 826 pedidos de títulos de residência. Por comparação com o ano de 2007, no período em referência verifica-se um aumento de cerca de 21,1% face ao número de pedidos registados naquele ano (60 117).
Sem contar com os ilegais, claro.
Porque, custe o que custar, e doa a quem doer (sobretudo se doer ao povinho, bem entendido), «the show must go on», que é como quem diz que a imigração não pode parar, porque o imperativo da mulatização da Europa é sagrado. É assim a elite reinante, que, como expliquei neste tópico, caracteriza-se por uma mentalidade de filho de pai incógnito, conduz uma autêntica «marcha dos lemmings», um suicídio colectivo, um etno-suicídio, ou auto-genocídio. Obedecendo por um lado aos interesses naturalmente apátridas do capital (sobretudo do lóbi da construção civil), e, por ao outro, aos ditames militantemente párias da Esquerda imigracionista, aqueles que têm a seu cargo a salvaguarda do Povo são precisamente os que o sacrificam em nome da aberração que é o ideal do mundo sem fronteiras.

PROMOÇÃO DO IDIOMA NACIONAL DA CORNUALHA

Como aqui se pode ler (link com vídeo), a Cornualha, ou Kernow, uma das seis nações célticas - Kernow, Cymru, Breizh, célticas britónicas, e Alba, Man, Eire, célticas goidélicas - vai passar a ter placas de localidades e sinais de rua bilingues. Ou seja, não apenas em Inglês, língua dominante no Reino Unido, mas também em Córnico, língua nacional da Cornualha. O projecto faz parte de um plano para promover o idioma e já levantou um coro de protestos da parte de políticos, sobretudo conservadores, que consideram «ridícula» a medida, visto que actualmente estima-se que apenas trezentas pessoas da Cornualha falem o Córnico, embora três mil naturais desta região consigam entendê-la, isto num total de 531.600 habitantes.

O Conselho local afirma entretanto que a língua nacional deverá ser sempre considerada a nível de trabalho quotidiano em todos os departamentos estatais locais, o que na prática poderá significar que os títulos de documentos oficiais deverão ter palavras em Córnico. E declara: «Temos uma obrigação legal, como autoridade local, de promover a língua, e esta é a maneira ideal de o fazer

Considera-se que o idioma deixou de ser língua principal em 1777; todavia, quando especialistas linguísticos da ONU declararam em Fevereiro que o Córnico se tinha extinguido, vários dos seus falantes fizeram-se ouvir, protestando, dando pois sinal de vida... a Parceria da Língua Córnica afirmou até que os falantes da língua aumentaram nos últimos vinte anos.

Keslowena, Chons da, Kernow, que é o mesmo que dizer «parabéns, boa sorte, Cornualha». É também assim que se faz o combate pela salvaguarda da mais genuína Europa, contra o mundialismo e os diversos imperialismos tendencialmente aniquiladores das identidades.

ALIENÍGENA AFRICANO AGRIDE EUROPEU DE PAÍS IRMÃO PARA O ASSALTAR

Um cidadão espanhol foi ontem espancado na rua por um cabo-verdiano na zona ribeirinha de Portimão. O roubo só não foi consumado por ter passado no local uma patrulha da PSP.
Eram cerca das 02h00, quando os agentes viram o indivíduo, já no chão, a ser agredido por outro, na rua de S. José, na zona antiga da cidade agora conotada com a venda e consumo de droga.
Segundo o CM apurou, a vítima, com 39 anos, terá resistido a uma tentativa de assalto, razão pela qual as agressões se agravaram. O assaltante, sem residência fixa e desempregado, foi detido e apurou-se ser um cidadão cabo-verdiano em situação irregular no País.

POPULARES CONSEGUEM DETER ASSALTANTE ARMADO

Um homem, com cerca de 30 anos, foi apanhado em flagrante, ontem de manhã, por populares junto à praça dos Leões, no Porto, quando tentava assaltar uma mulher, a quem apontou uma pistola enquanto a agrediu. Após ser detido, o ladrão foi entregue de imediato no Comando da GNR, situado a alguns metros dali.
Tudo aconteceu por volta das 10h00 quando a vítima, funcionária numa empresa de transportes próxima do local do assalto, se dirigia para o emprego. "De repente apareceu um homem que empurrou a senhora para o chão, começou a dar--lhe pontapés e a exigir que lhe entregasse todo o dinheiro. Ela tentava resistir e não parava de gritar por socorro", contou ao CM Manuel, uma das testemunhas do assalto.
Alertados pelos gritos da mulher, alguns populares tentaram deter o assaltante, mas foram ameaçados. "Eu e algumas pessoas tentámos ajudar a mulher, mas o ladrão apontou-nos uma pistola e desatou a fugir dali sem levar nada. Foi nessa altura que dois comerciantes, apercebendo-se do que se estava a passar, começaram a correr atrás do homem, até que o conseguirem apanhar", explicou ainda Manuel.
Durante a perseguição, um dos comerciantes acabou por ser agredido na face pelo ladrão. Também a vítima da tentativa de assalto sofreu algumas escoriações, tendo sido assistida no Hospital de S. António. Por ter agido com uma arma de fogo, o ladrão foi entregue à PJ do Porto, que o deve apresentar hoje a tribunal.


Perigoso, talvez desnecessário e imprudente, mas bonito. Um louvor aos estes anónimos, homens aparentemente comuns que de súbito no quotidiano ordinário atestam a existência do heroísmo.

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

CONTRIBUINTES SUECOS ESTAVAM A PAGAR CENTRO DE RECRUTAMENTO ISLAMISTA

Em plena capital da Suécia, descobriu-se que funcionava aí, com financiamento estatal, um esquema de recrutamento de militantes para um grupo islamista da Somália, o al-Shabaab.
Trata-se de um centro recreativo, criado por uma mesquita, que recebeu durante quatro anos, antes de fechar (em 2008), mais de setenta mil euros da parte da administração dos desportos e actividades recreativas da cidade de Estocolmo.

Per Johansson, encarregado do departamento de clubes e associações da cidade, diz-se chocado: «É horrível. Não havia qualquer indício disto quando contactámos com a associação quando esta foi criada. Os seus papéis estavam em ordem quando os apresentaram. E durante as visitas que fizemos às instalações durante o primeiro ano, não vimos nada que indicasse uma coisa destas

O líder do recrutamento, na casa dos trinta, mostrava aos jovens recrutas vários vídeos do YouTube a incitar ao sacrifício pessoal pelas suas suas crenças. Um dos jovens que revela o que aí se via fala de imagens de cabeças decapitadas e outras vítimas de guerra, entre atrocidades várias, ouvindo-se durante todo o tempo a mesma mensagem. De acordo com os serviços de segurança Säpo, a al-Shabaab recrutou já cerca de vinte indivíduos na Suécia, alguns dos quais acabaram por ser mortos em combate.
De acordo com o Centro de Estudos Assimétricos De Ameaça e Terrorismo, na Agência de Pesquisa de Defesa Sueca, há centenas de jihadistas ou «guerreiros islâmicos» na Suécia.

SIGLA PARTIDÁRIA OSTENSIVAMENTE MARGINALIZADA PELO PRÓPRIO ESTADO HOLANDÊS

Na Holanda, as autoridades acabam de proibir as letras PVV nas matrículas dos automóveis. Isto porque PVV é a sigla do Partij voor de Vrijheid, ou Partido da Liberdade, de cariz anti-islâmico e anti-imigração, liderado pelo ousado Geert Wilders. Outras siglas igualmente proibidas nas matrículas dos automóveis são NSB, iniciais do partido nacional-socialista holandês durante a II Guerra Mundial, e KKK, iniciais do famoso Ku Klux Klan.

A autoridade responsável por tal exclusão justifica a sua atitude dizendo que a simples sigla PVV poderia ser insultuosa ou incitar à violência.

Quer isto dizer que uma instituição estatal faz questão de ostentar publicamente a estigmatização de um partido democrático, que ascendeu à segunda posição na Holanda devido em exclusivo à vontade popular.

Este é apenas um dos aspectos, particularmente mesquinhos, que se enquadram na actual ofensiva esquerdista holandesa contra o Partido da Liberdade, porque é mesmo assim o sistema: mesquinho e totalitário tanto quanto a aparência sonsa de Democracia lhe permite ser, visceralmente apostado em demonizar ideais e forças que se oponham ao objectivo de bastardização mundial, que é o multiculturalismo, do qual é instrumento a imigração em massa ou iminvasão.

Geert Wilders exigiu já uma explicação ao Ministério dos Transportes.

PSP DETÉM «JOVENS» ILEGALMENTE ARMADOS

Agradecimentos ao camarada Nepenthes por ter enviado esta notícia:
A PSP anunciou este sábado a detenção de três homens por posse ilegal de armas, no âmbito de uma operação em Carnaxide, de que resultou ainda a apreensão de várias armas e munições.
Segundo um comunicado do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, os indivíduos, com idades entre os 26 e os 30 anos, foram detidos por posse ilegal de armas de fogo e soqueiras.
Na operação, que decorreu entre as 22:00 de sexta-feira e a 01:00 de sábado, em Carnaxide foram ainda apreendidas duas armas de fogo de calibre 6,35mm, uma arma de alarme, 53 munições de calibre 6,35mm, duas soqueiras, duas bisnagas de gás pimenta e um taco de basebol.
Foram também fiscalizadas 218 viaturas e revistadas 310 pessoas.

GOVERNO IRLANDÊS PAGARÁ A IMIGRANTES PARA SAÍREM DA IRLANDA

Tal como a Dinamarca, também já a Irlanda está disposta a pagar aos imigrantes para se irem embora. Com efeito, na passada semana o governo do Eire lançou formalmente um programa de repatriamento voluntário para imigrantes e refugiados, oferecendo-lhes incentivos monetários para que deixem de vez a chamada Ilha Esmeralda.
Um porta-voz do governo irlandês afirmou que o esquema aplica-se apenas a imigrantes que não sejam oriundos de países da UE e irá custar este ano ao Departamento de Justiça cerca de seiscentos mil euros, dinheiro entregue aos imigrantes e suas famílias para retornarem aos seus países de origem.
De acordo com estatísticas oficiais, no início dos anos noventa este país céltico era a noventa e cinco por cento branco e dominado pelo Catolicismo. Uma nova estatística oficial indica que actualmente dezoito por cento dos habitantes da Irlanda são «não nacionais», tendo a maioria deles origem no leste europeu, na China, no Brasil, na África ocidental, ou são cidadãos britânicos estabelecidos na ilha.
Alguns académicos estimam que a percentagem real de não irlandeses ascende aos vinte por cento.
Parece haver um estado de ansiedade generalizado perante esta iminvasão pacífica. Há alguns dias, o presidente da câmara de Limerick apelou publicamente à deportação de cidadãos da UE que estavam sem trabalho há mais de três meses e a viver à custa da segurança social.
É pois de prestar atenção e tomar providências enquanto é tempo, Irlandeses...

A MAIOR PARTE DOS EUROPEUS É CONTRA O ISLÃO E PELO MENOS METADE ESTÁ CONTRA A IMIGRAÇÃO

Uma sondagem alemã realizada em vários paises da União Europeia (Portugal, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Polónia e Hungria - oito mil europeus interrogados) revela que pelo menos metade dos Europeus acha que o seu país tem já demasiados imigrantes. Mais especificamente, observa-se que esta opinião é partilhada por 27,1% dos Polacos, 46% dos Holandeses e 62,4% dos Italianos. Salta à vista que a Polónia, não tendo nem um terço da imigração que têm os países da Europa Ocidental, não poderia ter tanta gente a manifestar opinião contra a presença de imigrantes, pelo que a média acaba por ser falsificada para menos do que na realidade deve ser. Ainda assim, a percentagem de europeus que considera excessiva a presença de imigrantes é de 50,4%.

Além disso, 54,4% dos que responderam dizem que o Islão é uma religião intolerante. Vinte e dois por cento acreditam que a maioria dos muçulmanos justifica o terrorismo. Sobre os Judeus a opinião é outra, pois que sessenta e dois por cento considera que estes enriquecem a cultura, embora 24,4% considerem que os Judeus têm demasiada influência no seu (dos que respondem ao inquérito) país.
Acresce que 31,1% atreveram-se a dizer que há uma hierarquia natural entre brancos e negros, o que constitui racismo declarado. Fora os que nada dizem por receio ou que pura e simplesmente não querem misturas com negros, independentemente de os considerarem inferiores ou não...
É por estas e por outras que as elites reinantes têm tanto medo dos partidos nacionalistas: porque sabem que, em Democracia a sério, na qual os Nacionalistas tenham tantos direitos e liberdade de expressão como as outras forças políticas, há um vasto potencial para que o Nacionalismo chegue ao poder.

ÁRABES EM FÚRIA POR PERDEREM COM ÁRABES E DEPOIS QUEM SE LIXA É O MEXILHÃO... EUROPEU

Agradecimentos ao camarada Rio sur Seine que deu a conhecer este vídeo, que mostra bem as consequências do multiculturalismo em solo europeu - na cidade francesa de Marselha, «jovens» argelinos fizeram o caos que no vídeo se pode observar, depois da derrota da Argélia frente ao Egipto num jogo para o mundial de futebol, que, note-se, teve lugar no norte de África. Para mais detalhes da destruição, clicar aqui.

QUANTO CUSTA A IMIGRAÇÃO NAS ESCOLAS DO PAÍS AO LADO

Un informe, editado por el Laboratorio de la Fundación Alternativa, calcula en 1.500 millones de euros el coste presupuestario anual del alumnado extranjero (curso 2005-2006), y destaca cómo la presencia de los inmigrantes en la escuela pública ha crecido del 73,2 al 82,4 por ciento en once años (1996-2007), mientras que la de españoles se ha reducido del 69,5 al 65,9 por ciento.
Cinco comunidades superan el 15% de alumnos inmigrantes.


Para ler mais, clicar aqui.
E em Portugal, como será?

Domingo, Novembro 15, 2009

SOLIDARIEDADE AVEIRENSE - OS NOSSOS PRIMEIRO QUE OS OUTROS


Enquadramento Identitário
Não há solidariedade sem identidade. Uma análise cuidada a todos os domínios das ciências sociais revelam-nos que o desejo de auxiliar o próximo é tanto mais forte e eficaz quanto maior for a proximidade identitária, sendo esta expressa pelos laços culturais, linguísticos, territoriais, históricos e costumeiros entre as partes envolvidas. Por outro lado, num mundo dominado pela uniformização, pelo consumismo e pelo egoísmo – destruidores das identidades e liberdades de todos os povos – a solidariedade apresenta-se como uma verdadeira arma para um regresso a uma união comunitária entre todos, tão necessária como imprescindível para uma verdadeira e autêntica justiça social. Nesse sentido, a Solidariedade Aveirense bater-se-á pelo bem-estar e progresso das condições de vida dos Aveirenses carenciados de raiz portuguesa e europeia, porque para nós os nossos estão primeiro que os outros!

Enquadramento geográfico
Apesar de sermos, neste momento, todos habitantes do Concelho de Aveiro, é nossa intenção actuar em concelhos que nos são próximos, como por exemplo outros concelhos ligados à Ria de Aveiro, assim como os restantes do Distrito de Aveiro.


Enquadramento socio-económico
É nossa intenção apoiar as crianças e jovens – prioritariamente dos 0 aos 16:
- Cujos pais, ou um dos membro do casal esteja(m) desempregado(s)
- Cujos rendimentos familiares não contribuam o suficiente para a estabilidade da família
- Órfãos e/ou vítimas de violência doméstica
- Cujos progenitores tiveram um acidente de trabalho ou acidente de outra ordem e não podem voltar a trabalhar
- Pertencentes a famílias numerosas de poucos rendimentos
- Outras situações que poderão aparecer e que serão merecedoras da nossa consideração

Nunca teremos como prioridade actuar em situações de completo parasitismo, onde a pessoa dita “carenciada”, além de se aproveitar daquilo que os contribuintes lhes oferecem, não faz o mínimo para resolver a sua situação.


A Causa Identitária apoia o projecto, como a seguir se lê:


Desde a sua fundação que a associação Causa Identitária proclama a via do associativismo como forma de activismo político, cultural e social para a persecução dos seus objectivos e, por isso, esteve e estará sempre disponível para parcerias com outras associações que compartilhem connosco os mesmos objectivos nas várias áreas da nossa sociedade.
Nesse sentido, a associação
Solidariedade Aveirense (associação identitária em prol da carenciada comunidade aveirense) decidiu, pela figura do seu presidente, Pedro Filipe, entrar em contacto com a Causa Identitária para uma colaboração estreita nos seus projectos e eventos. Pedido prontamente aceite, dada a clara harmonia existente entre as duas associações, a qual pode ser resumida ao lema: «os nossos primeiro que os outros!».
É, pois, com orgulho e felicidade que a Causa Identitária anuncia este seu novo protocolo. Doravante, os identitários estarão no terreno em defesa dos interesses dos aveirenses mais carenciados.
Causa Identitária – Solidariedade Aveirense: o mesmo caminho!


PAX EUROPA DIZ VERDADES SOBRE O ISLÃO EM CONFERÊNCIA DA OSCE


Como aqui se pode ler, realizou-se na passada semana em Viena de Áustria um encontro da Organização de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), organização de parceria com a ONU que visa promover a Democracia na Europa. O tema do evento foi a igualdade dos sexos, com enfoque particular na violência sobre as mulheres. Um dos grupos presentes no evento, o Pax Europa, que recentemente foi representado pelo anti-islamista norte-americano de origem próximo-oriental Robert Spencer, co-autor do site JihadWatch, alcançou objectivos deveras positivos. Conforme se vê no vídeo acima, Elisabeth Sabaditsch-Wolff, porta-voz do Pax Europa, cita a parte do Alcorão (4:34), na qual se encontra o verso que aconselha o marido a bater na esposa quando esta lhe desobedece, o que muito irritou os representantes turcos, os quais de imediato acusaram a intervenção de ser «incitação ao ódio» - porque do mesmo modo que a súcia anti-racista acha que divulgar a identidade dos criminosos é «incitar ao ódio racial», a cambada islamista diz que citar as partes, digamos, inconvenientes, do Alcorão, é «incitar à islamofobia»: uns e outros consideram por isso que a verdade é de tal modo favorável às teorias dos racistas e dos islamófobos, respectivamente, que revelá-la é o mesmo que incitar ao ódio racial e religioso.

Ou seja, sabem que se os Povos do Ocidente souberem a verdade, revoltam-se contra a politicagem correcta e contra a presença do alienígena.

Este evento fica para a História como tendo sido a primeira vez a este nível que o Islão foi discutido de uma maneira crítica. Podem encontrar-se a partir desta página uma série de artigos sobre o que aí se passou.

Curiosamente, não encontrei nada sobre nada disto nos média de Portugal.

TRANSPORTE DE ESTRATEGA DOS ATENTADOS DE 11 SE SETEMBRO PARA NOVA IORQUE REVOLTA OS FAMILIARES DAS VÍTIMAS

A transferência do ‘cérebro' dos atentados de 11 de Setembro, Khalid Sheikh Mohammed, para Nova Iorque, a fim de ser julgado, está a causar a revolta de familiares das vítimas dos ataques.
O descontentamento com a decisão do presidente Barack Obama é tanto maior quanto os julgamentos deverão decorrer no Thurgood Marshall Courthouse, edifício que alberga 35 salas de audiência e está situado não muito longe do 'Ground Zero', local onde estavam as Torres Gémeas, arrasadas pelos atentados.
O procurador-geral dos EUA, Eric Holder, anunciou a transferência de Khalid, e quatro cúmplices, da prisão de Guantanamo, em cumprimento da promessa de Obama de iniciar o encerramento daquela controversa base militar e transferir os suspeitos de terrorismo ali detidos para território norte-americano.
Refira-se que, apesar dos esforços da Casa Branca, outros presos de Guantanamo serão entregues a comissões militares. Apesar de tudo, também esses tribunais marciais deverão funcionar em solo norte-americano e não em Guantanamo, como acontecia até aqui. Cinco suspeitos serão julgados nesses moldes, entre eles Abd al-Rahim al Nashiri, acusado de responsabilidade pelo ataque, em 2000, ao navio de guerra USS Cole, no Iémen. Actualmente estão em Guantanamo, que começou a receber suspeitos de terrorismo no início da década, 215 reclusos.
Assessores presidenciais, citados sob anonimato pelo 'The Washington Post', afirmam que o presidente continua empenhado em encerrar Guantanamo até 22 de Janeiro do próximo ano. Recorde-se que a actual administração norte-americana tenta convencer países aliados a receber alguns presos, pressionando, ao mesmo tempo, a nível interno, Congresso e Senado, para permitirem o julgamento de outros suspeitos de terrorismo em solo americano.


Ou seja, as manobras do mulato queniano que manda nos EUA podem agradar às elitezinhas politicamente correctas, mas desagradam ao Povo, pelo menos à parte do Povo que mais sofreu com os ataques dos correligionários do pai do presidente mulato, que era muçulmano. O que é preciso, a seu ver, é deixar suspeitos de terrorismo islâmico à solta em território ocidental, chegando ao descaramento vergonhoso de tentar convencer países europeus a aceitar tal gente no seu espaço.
Gente esta que, por algum estranho motivo, não quer voltar aos seus próprios países de origem, tendo alguns deles preferido ficar em Guantanamo do que retornarem por exemplo à China ou a certos países árabes... se calhar, mas só se calhar, é porque os EUA podem ser muito maus, muito maus, muito maus, mas os árabes e chineses ainda são piores e, a lidar com terroristas, não estão pelos ajustes...

JUIZ IMPEDE A POLÍCIA DE PROCURAR ARMAS EM CASA DE QUEM DISPARA CONTRA A POLÍCIA

É assim o sistema em Portugal - entre as forças policiais pode haver muita gente disposta a fazer justiça, a punir os criminosos, a salvaguardar o bem-estar dos cidadãos; mas, ao nível das elites que controlam a chamada «Justiça», impera a politiquice correcta, que deixa o Povo indefeso, e até mesmo as forças que defendem o Povo, perante a escumalha criminosa.
Basicamente, é uma escumalha a proteger a outra.

OS «LÍGURES» OU PRÉ/PROTO-CELTAS DO EXTREMO OCIDENTE EUROPEU

Num dos périplos por esse imenso oceano de informação que é a Internet, encontrei nesta página este interessante mapa: (Clicar para aumentar)
Vê-se aqui que os Celtas do extremo ocidente ibérico e britânico são considerados como Lígures. Terá isto forçosa relação com o facto de actualmente a língua ligúrica ser considerada como parente próxima do Celta.

Este mapa trouxe-me por isso à memória a teoria, desactualizada, do eminente arqueólogo, historiador e erudito Francisco Martins Sarmento, que considerava os Lusitanos como Lígures, e os Portugueses como descendentes directos dos Lusitanos. A tese do carácter ligúrico dos Lusitanos está, de momento, posta de parte, mas não deixa de ser interessante que a maior parte dos autores actuais que sobre o tema se debruçam considerem os Lusitanos como um povo indo-europeu pré-céltico, ou seja, afirmam essencialmente o mesmo que Martins Sarmento: que os Lusitanos descendem de uma população indo-europeia que chegou ao extremo ocidente ibérico antes dos Celtas, população esta a que Martins Sarmento chama lígure mas que teria eventualmente outra designação. Isto por sua vez faz pensar na recente Teoria da Continuidade Paleolítica, segundo a qual os povos do extremo ocidente teriam origem na faixa ocidental ibérica, a partir da qual se teriam disseminado para a Irlanda e Grã-Bretanha... e então os Celtas da Europa Central, o que seriam? Um ramo dos Germanos, uma mistura de Germanos com Lígures, ou descendentes de uma migração que milénios antes partira da Ibéria e, em vez de seguir por mar para as ilhas britânicas, tinha preferido atravessar os Pirinéus e encaminhar-se para oriente, para um dia mais tarde daí voltar, aquando da expansão céltica do século VIII e seguinte?
Sem mais delongas, aqui vão umas quantas passagens da obra de Martins Sarmento intitulada
Os Lusitanos — Questões de Etnologia

(...) Estrabão, que nos dá os lusitanos, galegos, astures, cantabros, como tendo os mesmos usos e costumes (27), nenhuma analogia descobre entre tais usos e os dos celtas. Todas as analogias são entre lígures e gregos. Assim falando dos costumes das mulheres desta parte da Espanha, o geógrafo passa sem transição para os costumes das mulheres ligúricas do Mediterrâneo, sendo preciso ler duas vezes os seus textos, para liquidar se é das primeiras, se das segundas que ele trata (28 ). Mas as analogias mais frisantes, e que ele mesmo acentua, implicam com os gregos. Os casamentos fazem-se more græco; as hecatombes ritu græco; há usos espartanos entre alguns lusitanos de ao pé do Douro (29), e o geógrafo não põe a menor dúvida em que viessem parar a estas regiões várias colónias gregas, como aliás lho insinuam os nomes de Helienes, Amphílochi e outros. Justino pretende mesmo que, segundo a tradição dos galegos, o parentesco entre este povo e os gregos era coisa corrente (30). Plínio afirma do mesmo modo que os helenos e grau eram de origem grega (31).
(...)
o nome colectivo dos povos ocidentais na antiga geografia era o de lígures, segundo se vê ainda dum fragmento de Hesíodo, que nos dá o norte ocupado pelos scythas, o sul pelos etíopes e o ocidente pelos lígures (50); e esta geografia não pode deixar de ser fenícia, pois que no tempo de Hesíodo, e ainda séculos depois, os gregos apenas podiam saber de positivo sobre o Ocidente e os povos ocidentais aquilo que aos fenícios aprouvesse comunicar-lhes.
Eram pois os lígures que os fenícios consideravam como representantes da civilização do Ocidente; e os albiões e ccstrymnidos, que o documento do VI século nos nomeia na Inglaterra, os hibernos na Irlanda, os cempses, cynetes e tartéssios no poente e sudoeste da Espanha, não são certamente outra coisa mais que diferentes ramos desta grande colectividade de povos, que pela afinidade saliente dos seus costumes e raça tinham direito a uma denominação comum perante a teoria geográfica, mas que, como é de crer, se resolviam em étnicos mais ou menos especiais na nomenclatura dum observador, que os passava particularmente em revista.
Isto é tanto mais provável, que o roteiro conhece ainda dois povos com o nome especial de lígures, um no sul da Inglaterra, os célebres lígures do Báltico, fugidos aos celtas, outro no noroeste da Espanha, a norte dos cempses, e que, a nosso ver, são os lusitanos dos escritores subsequentes (51).

Demais disso, o nome de lígur, e tradições que só podem referir-se a este povo, repetem-se no sudoeste da Espanha dum modo excepcional. Um promontório dos tartéssios tinha o nome de ligústico (52). O Tartessus, Bætis, nascia dum lago ligústico (53), e ao pé dele havia uma cidade Ligystina, cujos habitantes se chamavam lígures (54). No século VII um rei dos tartéssios tem o nome de Arganthónio (55), nome indubitavelmente ariano, e que o Sr. Jubainville crê ligúrico (56). Um rei dos cynetes, Habis, é o introdutor da agricultura no sudoeste da Espanha (57), e este grande benefício não pode deixar de ser atribuído aos lígures, na opinião do Sr. Jubainville.
O que porém interessa ao nosso intento é estabelecer que muito antes da aparição dos celtas no Ocidente, toda a região onde vemos estender-se os dólmenes, estava ocupada e dominada por uma cadeia de povos de origem árica, lígures, selloi, graici, etc. — importa agora pouco o nome — que tinham enraizado nela uma civilização sua, enchendo-a de monumentos e de tradições, e consequentemente de nomes étnicos e locais.
A solidez deste facto parece-nos inabalável.
Inquirindo agora da língua, que estes povos deviam falar, poderia, afirmar-se a priori que ela pertencia, repetimos, ao grupo grecoitalo-céltico de Schleicher (71); e, se realmente o elemento predominante era o ligúrico, o que pensam da língua dos lígures alguns sábios abre à toponímia céltica da Lusitânia uma solução nova, que não deixa de pôr em perigo o celtismo das línguas hibérnicas e britânicas.
Diefenbach admitia já que os lígures eram um dos mais antigos povos da Europa, e nomeadamente da Espanha, duvidando mesmo se precederam os Iberos, e suspeitava também que a sua língua tinha algum parentesco com o céltico (72). Celesia atacou desassombradamente a questão. Para ele os latinos, quanto à origem, e língua, eram um ramo de lígures (73).
O Sr. Arbois de Jubainville sustenta que os lígures eram um povo ariano, e a sua língua tão estreitamente aparentada com a dos celtas, que por exemplo, nos nomes de cidades é quase impossível distinguir se o nome pertence a uma, se a outra língua (74).
Os nomes, infelizmente pouco numerosos, conservados pelo roteiro fenício, que, segundo vimos, se ocupa de povos pré-celtas e livres de toda a influência céltica, são por isso dignos duma atenção especial, para deixarmos de os reproduzir:
Albiones
Oestrymnidos
Hibernos
Dranganes
Cempses
Cynetes
Tartéssios
Ilha Pelagia
Ilha Achale
Ilha Agonida
Rio Ana (75)
(...)
Ainda uma vez, para nós os lusitanos, como os albiões, cestrymnidos, hibernos, cempses, cynetes e tartéssios (78 ), são ramos da velha migração ariana, cuja afinidade de costumes e língua com os lígures, selloi, graici, etc., não pode ser seriamente contestada, nem em face das afirmativas dos escritores antigos, nem das razões que se nos impõem por diferentes vias; e os subsídios literários e arqueológicos, que temos passado em revista, consideramo-los como fragmentos dum mesmo livro que nos ajudam, como é possível, a estudar este antigo mundo pré-céltico.
As legendas gregas, cotejadas com as das ilhas, britânicas, dizem-nos que caminho trouxeram estes emigrantes do sudeste para o noroeste da Europa; a arqueologia demonstra-nos como eles se estenderam até ao sudoeste da Espanha, onde a história recolheu algumas das suas curiosas tradições (79).
(...)
As diferentes revoluções, por que passou a Lusitânia, não alteraram em nada o carácter das suas populações. Aqui está o que nós podemos entrever destas revoluções.
No século VI, os lusitanos, que, já o dissemos, são para nós os lígures do documento fenício, ocupam o noroeste da Espanha, tendo a sul os cempses, que se estendem até à baía do Sado (89). As mais antigas notícias de Estrabão dão-no-los já ocupando uma área muito mais extensa. Os limites da Lusitânia antiga, antiga já para Estrabão, eram: — ao sul o Tejo, ao poente e norte o oceano, ao nascente os carpetanos, vetões, vacceus, galegos e outros povos inominados (90).
Assim, em épocas posteriores ao século VI, os lígures do noroeste têm-se apoderado do país dos cempses, quer conglobando-os, quer rechaçando-os para nascente.
Se a ocupação do território dos cempses é devida a uma superabundância de população lusitana, se à acessão de novas tribos ligúricas que vieram doutra parte, é uma questão que provavelmente nunca se resolverá. É porém muito verosímil que este facto coincida com a invasão céltica nas ilhas britânicas. Este nome de britânicas, ignorado pelo roteiro fenício, mas conhecido por Pytheas e vulgarizado por ele, supõe-se ser uma inovação de procedência céltica (91); e, visto que o roteiro não só desconhece este nome, como desconhece celtas na Inglaterra, na Irlanda, e ainda no ocidente da Gália, a aparição deste povo em tais países não pode deixar de lhe ser posterior, devendo colocar-se entre a viagem do autor fenício e a viagem do marselhês.
Segundo é de crer, a invasão céltica anunciou-se na Inglaterra, como nas outras partes, com o seu cortejo de guerras e devastações, promovendo a deslocação e emigração dalguns povos, sendo de presumir que alguns desses emigrantes procurassem um refúgio na Espanha, seguindo a estrada marítima, tão frequentada nesses tempos. Nada de impossível que muitos descendentes daqueles mesmos lígures, que os primeiros celtas afugentaram do Báltico para a ilha dos Albiões, e que por tradição estavam bem ao facto das crueldades desta gente, fossem os primeiros a abandonar a sua segunda pátria, vindo assim os velhos filhos de Cycnus a acabar na Lusitânia
(...)

Sábado, Novembro 14, 2009

EM HONRA DE NÁBIA, GRANDE DEUSA DA LUSITÂNIA E DA GALÉCIA



Dos Sangre Cavallum, banda de Folk sem igual.

TÁCTICAS ISLÂMICAS DE ONTEM... E DE HOJE

No local internético Gates of Viena, bastião de divulgação de notícias e mensagens de relevância para a salvaguarda do Ocidente (Gates of Viena ou Portões de Viena de Áustria foi onde a horda invasora turca foi travada e derrotada), publicou recentemente um artigo, da autoria de um dos seus colaboradores flamengos, em que se observa uma inquietante e esclarecedora semelhança entre o que o Islão fez na Índia e que está a fazer agora na Europa. O flamengo estabelece uma comparação entre os actuais acontecimentos em solo ocidental e aquilo que o nacionalista hindu Sita Ram Goel descreve, atenção, em 1981, no capítulo 2 da sua obra «Hindu Society under Siege» ou «Sociedade Hindu Sob Cerco», bem antes da grande iminvasão islâmica da Europa, quando ainda os Europeus contemporâneos mal sabiam o que era isso.

Pegou no texto de Ram Goel e substituiu «Índia» por «Europa»; eu todavia prefiro colocar aqui o texto original de Ram Goel (tradução, toda a itálico), para que se veja até que ponto se observa a similitude entre o que os muçulmanos faziam na Índia desde há catrefas de anos e o que fazem agora na Europa - há todo um padrão de actuação:

1. Os muçulmanos da Índia, particularmente a inteligência muçulmana, devem ser afastados de toda e qualquer sombra de racionalismo, universalismo, humanismo e liberalismo, e um exército de mulás e de maulvis treinado nos ditames do Islão deve actuar para fazer a lavagem cerebral e manter os muçulmanos no caminho certo;

2. Todo e qualquer muçulmano que não aceite o Islamismo ou se atreva a criticá-lo ou se ponha ao lado do nacionalismo indiano, afastando-se das diferenças religiosas, deve ser denunciado como um renegado e ser considerado como vítima legítima de populaças muçulmanas assassinas;

3. Os muçulmanos devem ser encorajados a queixar-se de tantas ofensas quanto as que puderem ser inventadas e tentar fazer ver que são uma minoria maltratada, oprimida, explorada como cidadãos de segunda classe por parte da brutal maioria hindu;

4. Estas queixas forçadas dos muçulmanos devem ser usadas para converter a comunidade muçulmana num bloco eleitoral compacto que pode funcionar como factor de peso no maior número de processos eleitorais possível, e que pode chantagear os partidos políticos não islamistas a acomodarem candidatos muçulmanos ou incluir o máximo possível de medidas e concessões à comunidade muçulmana nos seus manifestos eleitorais;

5. Os muçulmanos devem agitar-se para que a Índia apoie todas as causas islâmicas internacionais, certas ou erradas, legítimas ou ilegítimas, para que a sua atenção se mantenha constantemente desviada das exigências da sua própria condição económica, social e cultural;
6. Os muçulmanos devem progressivamente ser persuadidos e preparados para levar a cabo motins de rua ao mais pequeno pretexto, seja um porco desgarrado, música junto à mesquita, a língua Urdu, ou o carácter minoritário da Universidade Muçulmana Aligarh, ou uma questão puramente pessoal entre pessoas pertencentes a duas comunidades, ou uma bomba na mesquita al-Aqsa em Jerusalém por um aventureiro austríaco, ou o enforcamento de Z. A. Bhutto pelo presidente Zia do Paquistão, ou a captura da Ka'ba por alguma facção da política saudita, ou algum outro evento similar do mundo islâmico;

7. Os tumultos frequentes devem ser usados para assustar os muçulmanos que devem ser instigados a criar, consolidar e estender enclaves exclusivamente muçulmanos nos quais podem ser armazenadas armas e munições, importadas e não só.


Agora, a estratégia muçulmana a lidar com os hindus:

1. O conceito de secularismo, entrincheirado na constituição da Índia, que se tornou no mais sagrado slogan dos partidos políticos indianos, deve ser distorcido, mal interpretado e mal usado ao máximo para bloquear a mais pequena expressão da cultura hindu no campo estatal e na vida pública da Índia;

2. Os termos «comunal» e «comunalismo», que se tornaram em palavras de insulto na política indiana, devem ser cuidadosamente cultivadas e cada vez mais mistificadas para demonizar todas as organizações, instituições e partidos que não servem o Islão, directa ou indirectamente;

3. A acusação de fascistas e anti-secularistas deve ser atirada contra todos os indivíduos e organizações que questionem as reivindicações exclusivistas do Islão e da sua cultura, que sabem e dizem a verdade sobre a escritura e história islamistas, e que vêem para além do jogo islâmico das queixas;

4. Todo o louvor e apoio deve ser estendido aos hindus que saiam do seu próprio caminho para apoiar causas islâmicas, nacionais e internacionais, e que vêem no Islão e na sua cultura os valores mais altos que o Islamismo afirma;

5. Todas as plataformas devem ser usadas para derrotar e frustrar a emergência de um nacionalismo indiano genuíno e positivo, salientando sempre o carácter multirracial, multirreligioso, multilinguístico, multinacional e multicultural da Índia.

O Islamismo conseguiu de facto ter algum ascendente entre os muçulmanos na Índia independente sobretudo porque a secção dominante da Inteligência Hindu protegeu-o por várias razões. Os políticos do Congresso protegeram-no porque perceberam muito cedo que eram uma minoria entre os Hindus, e que podiam sobreviver no poder apenas combinando um sólido voto muçulmano com seja o que for de voto hindu que possam obter. Os Socialistas saíram do seu próprio caminho para proteger o Islamismo porque alimentam um ânimo anti-hindu e em parte devido à esperança de garantirem o voto muçulmano - uma esperança que ainda não chegou de maneira nenhuma perto de ser conseguida. Os gandianos protegem o Islamismo porque já não se lembram que o seu grande mestre, Mahatma Gandi era um hindu com profunda fé na Sanatana Darma, e porque compreendem mal a sua doutrina de não violência perante toda gente, incluindo os muçulmanos da Índia, como uma aprovação do Islão. Os comunistas protegem o Islamismo porque vêem nele um poderoso aliado na sua campanha contra a sociedade hindu, que eles vêem como o seu maior inimigo. Os auto-alienados intelectuais hindus protegem o Islamismo devido à sua pura hostilidade contra a sociedade e cultura hindu, que eles estão apostados em amaldiçoar sob todo e qualquer pretexto. Apoiar o Islamismo tornou-se pois um passatempo para todos os que querem fazer-se passar por liberais de grande coração, progressistas e secularistas. Mas na ausência de recursos locais e de apoio internacional, o progresso do Islamismo na India foi muito lento. O Paquistão, que foi o seu único apoiante externo, não conseguiu dar-lhe muito auxílio para além de alguma histeria nos seus mass média e propaganda em foruns políticos internacionais. As várias guerras que a Índia foi forçada a travar com o Paquistão com desvantagem para este último, também inibiram o Islamismo na Índia, privando-o de adquirir o grau necessário de auto-confiança.
O uso do petróleo como arma política pelos países islâmicos e o influxo dos petro-dólares em larga escala de vários países árabes, particularmente a Líbia e a Arábia Saudita, desde o início dos anos setenta, deu ao Islamismo na Índia um novo brilho de auto-confiança num súbito volte-face. Este influxo de dinheiro árabe é um fenómeno natural e inevitável porque, em última análise, o Islamismo é apenas outro nome do imperialismo árabe que, em determinada altura da sua história, pilhou e povoou, com a sua prole, muitas terras estrangeiras e que ainda hoje mantém muitas nações não árabes espiritualmente escravizadas.
O Islamismo na Índia está agora ocupado em empregar com o máximo de vantagem o dinheiro árabe, que está a aparecer através de muitos canais e em quantidades crescentes. Algumas das suas utilizações são muito óbvios à vista desarmada. Algumas das características mais salientes deste novo cenário podem ser enumeradas como a seguir se lê:

1. Crescimento rápido de uma imprensa poderosa, maioritariamente em línguas indianas, e muitas editoras a propagar o Islamismo;

2. Financiamento generoso de antigas e recentemente fundadas maktabs, madrassas e institutos para ensinar o Islão e treinamento de missionários que são depois pagos com altos salários para purificar a fé do rebanho muçulmano e procurar novas pastagens para conversos do Islão;

3. Compra de terras e propriedades em áreas urbanas e rurais por parte de indivíduos muçulmanos e instituições e organizações islâmicas a quaisquer preços disponíveis;

4. Manufacturação e armazenamento de armas em mesquitas, em lares e localidades muçulmanas e treino de muçulmanos violentos;

5. Realização de conferências frequentes, nacionais e internacionais, e realização de manifestações em apoio de todas as causas islâmicas;

6. Financiamento de politicas muçulmanos e indução de políticos muçulmanos para que se infiltrem e se envolvam em cada partido político, e funcionem a partir de todas as plataformas públicas;

7. Suborno de intelectuais hindus laicos, funcionários públicos e políticos, comprados para que apoiem o Islamismo, denegrir a cultura hindu, e pratiquem o assassínio de carácter daqueles que se opõem ao Islamismo;

8. Uso do fascínio que o dinheiro exerce para conseguir conversos ao Islão a partir das secções mais fracas da sociedade hindu, particularmente dos Harijans.

Esta estratégia não é de modo algum nova. A mesmíssima estratégia foi usada pela Liga Muçulmana para criar o Paquistão. Simplesmente, a ajuda e apoio que os Britânicos deram em dada altura foi substituída pelo auxílio e apoio vindo dos países árabes. E em apenas uma década, o Islamismo na Índia assumiu as mesmas proporções ameaçadoras que teve na véspera da Partição (divisão da Índia para criar o Paquistão – nota da tradução). O paralelo deve fazer-nos parar para pensar.

MORADORES DO BAIRRO DA JAMAICA (EM SOLO EUROPEU) ABREM FOGO CONTRA AS AUTORIDADES PORTUGUESAS

Três pessoas foram, este sábado de manhã, detidas no Bairro da Jamaica, no Seixal, por terem disparado com armas de fogo contra agentes da polícia, informou a PSP. Os polícias responderam a uma chamada devido a uma desordem e acabaram por ter de responder a vários disparos.
Em comunicado, a PSP informa que uma equipa de intervenção rápida da divisão do Seixal foi chamada ao Bairro da Jamaica, devido a uma «desordem entre moradores com recurso a arma de fogo, na sequência de uma festa de aniversário».
No local, os agentes depararam com duas supostas vítimas com ferimentos de bala nas pernas e nos ombros, que se encontram «fora de perigo de vida».
Enquanto a PSP prestava auxílio às vítimas, «começaram a ser efectudos disparos, a partir de prédios adjacentes», por parte de um grupo de «cerca de 20 a 30» pessoas, lê-se no comunicado.
Segundo o documento, a equipa respondeu com disparos de “shot-gun” - as chamadas munições de ordem pública – com o objectivo de «repor a normalidade».
A PSP informa ainda que foram solicitados meios de reforço para o local.
Este incidente terminou com três indivíduos detidos, acusados de terem instigado e participado no «motim», e com a identificação de duas pessoas.

De trinta, a polícia apanha três... boa média, sim senhor...
Quanto ao motivo de detenção, parece que houve algo de premeditado... um plano para atacar a polícia, como já se observa em França, onde grupos de jovens fazem emboscadas à polícia?

Já agora, a notícia é, tal como a anterior, omissa quanto à identidade racial dos criminosos - mas os leitores ficam a saber que o Bairro da Jamaica é habitado sobretudo por negros e ciganos.

GANGUE INVADE METRO E ESPANCA FISCAIS

Agradecimentos a Frente Negra por ter aqui trazido esta notícia:
Um fiscal com “um braço partido em dois sítios”, outro com “a cara toda amassada” e uma guarda-freio com “hematomas nas costas devido aos pontapés”. Este foi o resultado de um ataque ao Metro Sul do Tejo, na quarta-feira à noite, cometido por um grupo de 15 jovens oriundo do Monte da Caparica, Almada. Isto porque os fiscais exigiram que pagassem um bilhete de 85 cêntimos.
Leia mais na edição em papel do 'Correio da Manhã'.

A notícia é mais uma vez omissa quanto à identidade racial dos criminosos - mas os leitores ficam desde já a saber que o Monte da Caparica é habitado sobretudo por negros, embora também lá haja ciganos.
Um espancamento por causa de bilhetes de oitenta e cinco cêntimos é, note-se, das mais notórias demonstrações de domínio territorial - de querer mostrar quem é que manda e punir quem se atrever a exigir aos «jovens marginalizados» que cumpram as regras mais elementares a que os outros cidadãos estão obrigados.

BNP AVANÇA NA ESCÓCIA

Na Escócia, o Partido Nacional Britânico (British National Party - BNP) alcançou no nordeste de Glasgow uma votação notoriamente positiva, tendo ficado em quarto lugar, pouco atrás dos Conservadores e muito à frente dos Liberal-Democratas - e isto logo na primeira vez em que participa numas eleições locais escocesas. Em Junho deste ano, o BNP obteve desta mesma localidade 545 votos, nas eleições europeias - nesta eleição mais recente, chegou aos 1.013 votos.
Não há agora nenhum partido de entre os grandes que não tenha sido ultrapassado nalguma parte do país pelo BNP.

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

SOBRE O DIA DE HOJE


Eis um vídeo interessante sobre a eventual origem das superstições ligadas ao dia de hoje - tudo parte possivelmente da hostilidade temerosa com que o clero cristão encarava o dia da semana consagrado à Deusa do Amor e do Sexo: Vénus para os Romanos, Afrodite para os Gregos, Freia para os Germanos. Antes de inventarem a nomenclatura hebdomadária da Igreja (que nomeia os dias da semana por números e está na origem do vocabulário hebdomadário português) até evitavam dizer o nome latino pagão da sexta-feira, que é Dies Veneris (Dia de Vénus) - preferiam dizer «o dia antes de sábado».


Conforme se pode ler aqui, outra das explicações da origem da superstição segundo a qual a sexta-feira 13 é dia de azar assenta na tradição nórdica: sendo a Deusa Frigga (à direita) ou a Deusa Freia (à esquerda, sentada), segundo outros, a Divindade à Qual os antigos Germanos consagravam a sexta-feira*, aconteceu que quando a população foi convertida ao Cristianismo, a Deusa foi considerada como uma bruxa e expulsa para o alto de uma montanha. Como vingança, passou a reunir-Se todas as sextas-feiras com onze bruxas e o diabo, formando assim o número treze, para neste concílio semanal tecerem os destinos para a semana seguinte.
A Freia são consagrados os gatos, o que pode estar na origem na imagem folclórica europeia da associação deste felino à típica bruxa.

Ainda outro mito setentrional conta que estando os doze Deuses Aesir reunidos à mesa, em banquete, o malicioso Deus Loki, que não tinha sido convidado, resolveu aparecer, fazendo com que fossem treze os presentes, e ardilosamente criar um suposto divertimento no qual o arqueiro Hoder, o Deus cego, matou involuntariamente Balder, o mais bondoso dos Deuses, deste modo desencadeando o Ragnarök ou fim do mundo («Destino Final dos Deuses»).

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* - Na tradição pagã europeia, cada dia da semana é consagrado a uma Deidade. Tal tradição foi na Europa adoptada pelos Romanos. Dos Romanos passou mais tarde aos Germanos. Claro está que cada um destes povos deu aos dias da semana os nomes dos seus próprios Deuses nacionais. A sexta-feira, por exemplo, é em Roma o dia de Vénus, Deusa do Amor e do Sexo. Ora a equivalente nórdica de Vénus é Freia (ou Friga, segundo outros). Por isso, enquanto os Romanos diziam «Dia de Vénus» (Dies Veneris, que deu o galego Vendres, o castelhano Viernes, o italiano Venerdi, etc.), os Germanos diziam «Dia de Freia» (daí o inglês Friday, o alemão Freitag, o Sueco Fredag, etc.). Quanto a Friga, é habitualmente considerada como uma espécie de equivalente a Juno, porque é esposa do Deus soberano (Odin).
Para ver os nomes dos restantes dias da semana, clicar aqui (mas na página em Inglês é mais completa a descrição). Portugal, Islândia e vários países de leste, foram nesse aspecto de tal modo controlados pela Igreja que os dos nomes pagãos dos dias da semana foram varridos e substituidos por termos originados no vocabulário litúrgico da Igreja, inteiramente baseados em números: só o sábado (dia sagrado dos Judeus) e o domingo (dia sagrados dos cristãos) interessam, os outros dias só existem como contagem para esses dois.

PRIMEIRO-MINISTRO BRITÂNICO PROMETE AO POVO TRAVAR A IMIGRAÇÃO

No Reino Unido, o primeiro-ministro Gordon Brown já veio a público admitir, em discurso proferido na capital, que a imigração teve «os seus custos» nalgumas partes do país, nomeadamente nos empregos, nos salários e até nos laços familiares. Isto na semana em que se ficou a saber que o centro de detenção de Dover põe à solta trinta criminosos perigosos estrangeiros por mês, em vez de serem deportados. As autoridades recusam-se todavia a divulgar a natureza dos crimes cometidos pelos meliantes libertados, alegando que tal a divulgação de tal informação iria violar os seus direitos...

Voltando ao líder do governo britânico, este reconhece que a imigração «minou os salários» e «afectou as perspectivas de trabalho futuras para as crianças do povo». Prometeu até «reduzir o número de empregos que estão totalmente abertos aos trabalhadores estrangeiros», para, diz, ajudar a proteger os trabalhadores britânicos. Segundo o BNP, isto é mais uma aldrabice do «Gordon que não é Flash» (palavras do próprio Brown), pois que a pertença do país à União Europeia proíbe que o Estado discrimine qualquer trabalhador da UE que procure trabalho no R.U.. Acresce que ao assinar o Tratado de Lisboa, passa o controlo sobre a imigração e as políticas de asilo para as autoridades de Bruxelas.

O grupo de pressão ideológico (o chamado «think-tank») MigrationWatch (Observatório da Migração) comenta que o primeiro-ministro está ainda «em profunda negação sobre a crise populacional que agora enfrenta. O seu governo trouxe três milhões de imigrantes à Grã-Bretanha e estes irão adicionar mais sete milhões à nossa população nos próximos vinte e cinco anos. Neste contexto, as medidas, largamente re-anunciadas, do seu discurso são triviais.(...)»

De facto, caros leitores, os Nacionalistas assustam muita gentinha - foi só o BNP começar a subir a sério no processo eleitoral para pôr nada menos do que o rosto do regime politicamente correcto a prometer ao Povo que vai travar a imigração por motivos salariais, laborais, quase identitários, veja-se bem...

Então mas... mas... estou aqui a reparar numa coisa... então essa conversa de que a imigração em massa reduz os salários e tira empregos não era um exclusivo dos fascistas-racistas-malandros-simplistas?
Então afinal os fascistas-racistas-malandros-simplistas... tinham razão quando diziam que os imigrantes vinham «roubar» os empregos e fazer baixar os salários?

Repare-se que Gordon Brown não é qualquer gajo a mandar bocas num «pub». É em vez disso o chefe do governo, um governo de Esquerda liberal, equivalente ao PS de cá, ou seja, um dos mais acérrimos porta-estandartes da causa da Imigração.

Por conseguinte, ou Gordon Brown está a mentir agora, ou então toda a sua maralha ideológica estava a mentir quando tentava negar os argumentos dos «racistas» anti-imigração.

Vê-se pois bem ao que chega o desespero de querer a todo o custo e tudo fazer para travar o Nacionalismo... e não conseguir. Isto é, de facto, o porta-voz do sistema a querer sossegar o povinho para ver se este pára de votar nos Nacionalistas.

E AGORA, QUE VEM A NOITE... IDE A CORRER CELEBRAR A OCASIÃO...

Para ver mais vídeos sobre o tema, clicar aqui e escolher na coluna do lado direito.

A última sexta-feira 13 de 2009 vai ser assinalada na 'capital do misticismo', em Montalegre, com um espectáculo que abre portas às bruxas, duendes e seres demoníacos e envolve mais de 300 pessoas do concelho, entre crianças e adultos.
Desde 2002 que a Câmara de Montalegre organiza as 'Noites das bruxas', que de realizam em todas as 'sextas-feiras 13' e já fazem parte integrante do calendário cultural do Barroso.
Depois das enchentes de Fevereiro e Março é esperada nova romaria nesta sexta-feira, até porque em 2010 só existe uma, agendada para Agosto.
A grande novidade da próxima edição é que os actores que encarnam os seres do outro mundo, como as bruxas, duendes e demónios que vão assombrar a vila, são crianças e adultos do concelho, que participam nas 'Oficinas de actor' promovidas pelo Centro de Estudos do Barroso, Teatro e Tradições (CEBTT).
O CEBTT resulta de uma parceria entre a Câmara de Montalegre e o Centro de Criatividade da Póvoa de Lanhoso.
(...)
Aqui, no Barroso, e ao contrário de outras zonas do país, as crianças não têm medo das bruxas. Estas fazem parte do seu imaginário infantil mas não desempenham o papel de más nas suas histórias.
(...)
Isabel Pinto disse ainda que o trabalho incide muito no imaginário do Barroso, no duende, na floresta, a bruxa ou o lobo. 'São tudo espaços oníricos que estamos a desbravar', frisou.
Depois, às sextas-feiras à noite, a oficina de teatro abre as portas aos mais velhos, com o objectivo de intervir junto de toda a comunidade.
Nos três fins-de-semana que antecederam esta sexta-feira 13, decorreram oficinas com vista à produção de máscaras, figurinos e adereços.
Como já é tradição, a 'Noite das Bruxas' vai continuar a ter como personagem principal 'Dom Bruxo', o padre António Fontes, conhecido pelos Congressos de Medicina Popular de Vilar de Perdizes, que tem como função fazer a queimada, a 'mistela abençoada' que pode livrar de bruxedos, feitiços e maus-olhados.
Até Janeiro, será preparado um novo espectáculo que contará com a participação de actores profissionais e amadores da região.

HÁ MAIS AGRESSÕES NAS ESCOLAS COM MAIS IMIGRANTES

Regista-se na Noruega que há mais provocações e violência nas escolas etnicamente mistas do que nas escolas só com indígenas, ou seja, só com norugueses, isto segundo um estudo deste ano.
Com efeito, em estabelecimentos de ensino onde há mais de dez estudantes imigrantes e um total de mais de quinze por cento, sucede que 10,4% do total dos estudantes dizem-se provocados duas ou três vezes por mês ou mais - o que constitui muito mais do que a média nacional, que é de 8,5%. Por outro lado, em escolas com menos de dez estudantes imigrantes, apenas 6,9% dos estudantes diz ser provocado.

E depois, claro, as explicações politicamente correctas do costume: a orientadora do estudo diz o fenómeno pode dever-se às diferenças de língua e de aparência, que levam os estudantes a fazer comentários; por seu turno, um político alienígena de um partido esquerdista alega que «muitas crianças de minorias étnicas são perturbadas e agredidas em casa. São expostas ao chamado "crescimento pela violência". Muitas mostram depois a sua resistência ao canalizar isso para outros estudantes.» Muitos destes imigrantes são de origem muito diferente dos Noruegueses, pois que são de países não ocidentais, do terceiro mundo.

Ou seja, a história do costrume: os alienígenas trazem violência e ressentimento, e o indígena é que fica mal. O nativo de posses reduzidas ou médias - que não tem dinheiro para viver em condomínios fechados e para frequentar ambientes selectos e escolas privadas - é pois uma vítima sacrificial no altar do Deus do Multiculturalismo.

O mais doentio é que o indígena, além de sacrificado, também é... culpado. Segundo diz o mesmo político alienígena, «isto é o sistema que falha quando não consegue corrigir o comportamento dos país através do treino, da informação e da educação

Portanto, a culpa é sempre do indígena, mesmo quando o indígena é vitimado, mesmo quando o agressor é simplesmente o alienígena. Sempre, em todos os casos, dê lá por onde der, a culpa tem de ser sempre do indígena. Depois, claro, é «justo» que seja castigado, ou que sofra na pele o resultado dos seus «falhanços» políticos e morais, pois é...

Duvido que o próprio Marquês de Sade se lembrasse de fazer uma destas.

Outro político, de origem igualmente alógena, indica que entre os estudantes imigrantes há um padrão de comportamento que leva à vontade de exercer o poder sobre a escola e sobre os outros. Mas um professor universitário indígena, ou seja, um membro da elite apátrida, afirma que «as minorias são sempre agredidas». Isto dito assim, até faz parecer que quem agride são os noruegueses...

CRIANÇA AGREDIDA NA ESCOLA POR COLEGAS MUÇULMANOS PELO CRIME DE COMER UMA SANDUICHE COM CARNE DE PORCO

Em Sidney, Austrália, um casal de imigrantes gregos retirou os seus dois filhos da escola primária em que andavam depois de um deles ter sido agredido por colegas muçulmanos. E os colegas muçulmanos perseguiram-no e agrediram-no porque o apanharam a comer uma sanduiche de salame durante o tempo do Ramadão. E os muçulmanos, como se sabe, não comem carne de porco, além de fazerem jejum no citado período. A criança agredida não é muçulmana, mas isso pouco interessa aos seus agressores...
A criança, juntamente com um amigo, teve de ser fechada na biblioteca da escola durante uma hora para ficar a salvo da fúria dos seus colegas de credo islâmico. Colegas estes que em sua defesa dizem que o grego insultou o Islão quando foi abordado, coisa que a criança perseguida desmente. De notar que esta mesma vítima costumava ser insultado e agredido com um pau nas costas.

Um estudante identificado como o líder do grupo de muçulmanos foi suspenso.

Entretanto, outros pais queixaram-se das violências a que os seus filhos são sujeitos nessa mesma escola, dizendo que estes recebem pouca protecção. Uma destas vítimas até tem medo de abrir a sua lancheira por ter sido já muitas vezes hostilmente abordado a respeito do seu conteúdo: «Foi provocado desde o primeiro dia... por ser cristão e por ter salame no seu almoço», testemunha a sua mãe.
Outra mãe diz que o seu filho já se recusa a ir em excursões escolares por medo de ser oprimido.

POLÍCIA TEM CADA VEZ MENOS MUNIÇÕES PARA TREINAR

A PSP está a ficar sem munições para as novas pistolas Glock 19, que foram recentemente distribuídas por todo o efectivo daquela polícia e da GNR. A situação ainda não atinge a actividade operacional, mas coloca em risco a formação dos polícias, que poderão ficar, a curto prazo, sem dar uso às recém-criadas carreiras de tiro – ao todo sete, inauguradas já este ano pelo ministro da Administração Interna.
Saiba todos os pormenores na edição de sexta-feira do jornal 'Correio da Manhã'.
Não basta o enfraquecimento jurídico da sua autoridade, os custos a que estão submetidos - obrigados que são, os agentes policiais, a pagar os danos que sofram nos uniformes e nas viaturas durante confrontos com criminosos - que ainda enfraquecem mais a sua autoridade. Não basta tudo isso, é também preciso fazer escassear os seus meios mais elementares e essenciais, para que assim a população possa estar cada vez mais à mercê dos criminosos.
Há qualquer coisa de sádico e doentio no poder instituído. Ou simplesmente mais do mesmo etno-masoquismo, de quem quer por todas as vias e de todas maneiras levar à aniquilação do próprio Povo.

POLÍCIA DETÉM ASSALTANTES VIOLENTOS DA AMADORA

A Polícia Judiciária (PJ) deteve, em Lisboa, um homem e uma mulher, de 25 e 29 anos de idade, suspeitos de terem cometidos crimes de roubo à mão armada e ofensa à integridade física qualificada.
Em comunicado, a PJ adiantou que "os factos verificaram-se em finais do ano passado, na Amadora". Os dois detidos e um terceiro indivíduo ainda por identificar são acusados de terem "barrado, com uma viatura que utilizavam, um outro veículo onde a vítima se transportava".
A Judiciária acrescentou que os suspeitos, munidos de uma arma de fogo e de uma arma branca, sequestraram a vítima "num local ermo", tendo-se apropriado de dinheiro e dois telemóveis. A vítima ofereceu resistência e foi esfaqueada várias vezes, tendo recebido tratamento hospitalar.
Os detidos, já com antecedentes em crimes tão vastos como roubo, furtos, ofensas à integridade física e tráfico e consumo de estupefacientes, são ainda suspeitos da prática "de outro assalto violento à mão armada verificado na mesma zona, há cerca de mês e meio, no qual a vítima foi, igualmente, ferida por uma arma branca".
Os detidos vão esta sexta-feira ser presentes a tribunal para aplicação das medidas de coacção.


Mais uma vez, a identidade racial dos criminosos não é referida. E, mais uma vez, sabe-se que, logo por coincidência, a Amadora é especialmente habitada por africanos e atormentada pela criminalidade das gangues de negros... como se tem visto na desgraça que é a vida do Centro Comercial Dolce Vita, frequentemente assolado por arrastões.

AFRICANO AMEAÇA MENOR COM FACA E VIOLA-A

'Joana’ saíra apenas para ir visitar uma amiga e já estava de volta a casa, em Agualva, Cacém, quando foi atacada a escassos metros da entrada do seu prédio. O agressor aproveitou uma zona mal iluminada para a surpreender – e, com uma faca encostada ao pescoço, a rapariga foi violada na noite da última segunda-feira. Aos 15 anos.
O crime ocorreu pelas 23h25 de segunda-feira, mas só chegou ao conhecimento da PSP do Cacém anteontem. Manuela, mãe de ‘Joana’, foi a denunciante. Nas poucas palavras que trocou com o CM, Manuela confirmou ter contactado a PSP do Cacém apenas às 16h00 de quarta-feira. No entanto, escusou-se a adiantar mais pormenores sobre a violação, referindo que a mesma “está entregue à Polícia Judiciária”. “Esta é uma zona perigosa, onde já ocorreram agressões parecidas”, disse.
O ataque aconteceu na rua Manuel Francisco Cordeiro Foito, em Agualva. Segundo fonte da PSP, o agressor é um jovem de origem africana, que aparenta 16 a 18 anos. A jovem foi abordada num local ermo, mal iluminado, a poucos metros da entrada do prédio onde reside. Com a faca encostada ao pescoço, a vítima foi impedida de gritar por socorro e violada longe dos olhares de testemunhas. ‘Joana’, ao que tudo indica por vergonha, tardou em denunciar o caso à família. A PJ procura agora localizar o alegado autor da violação.


Que chatice, o Correio da Manhã deixou saber que o violador é negro... essa parte não era para dizer, segundo o anti-racistame vigente, ou súcia anti-racista de serviço, porque dizer a identidade racial do criminoso é incitar ao ódio e ao racismo e tal... sim, divulgar a verdade dos factos já é «incitar ao racismo!!!!!!!!!», segundo a politicagem correcta, o que significa que a própria politicagem correcta está implicitamente a admitir que a verdade dos factos confirma as teorias «racistas».
Mas nem é preciso culpar o Correio da Manhã. Mesmo que a notícia escondesse a raça do agressor, quem conhece esta parte do país sabe que o Cacém é já quase uma extensão de África pela Europa adentro. E isso não deixaria de ser aqui divulgado.

PARTIDO ISLÂMICO DOS ALIENÍGENAS EM ESPANHA PODE VIR A SER GRANDE FORÇA POLÍTICA - E PARECE RECEBER APOIO DE MARROCOS

O primeiro partido islâmico do país ao lado, Partido Renacimiento y Unión de España (PRUNE), alega que, passo a citar, «Este partido no busca la islamización de España ni reconquistar a nadie, busca pura y simplemente que se escuche la voz de los que tenemos religión musulmana, que somos los últimos de la fila, y también la de todos los inmigrantes y las etnias minoritarias, que en España lo tienen más complicado que los nacionales».
Ou seja, diz que não vem para tomar o poder, enquanto por outro lado vai arregimentando tudo o que é minoria alienígena do seu lado, para fazer frente aos donos do país que os acolheu. Portanto, nós de um lado, eles do outro, como sempre foi - o curioso é não se ouvir desta vez o protesto as vozes politicamente correctas que usualmente clamam contra essa mentalidade do «nós e eles», porque tal lógica opõe-se à integração e à harmonia e tal. Talvez porque muitos dos que assim falam o que queiram realmente é ver o eles a virar-se contra o nós, para subverter o tradicional e criar uma amálgama sob a tutela do Outro: é disto que a Esquerda gosta, como já era disso que os cristãos gostavam na Roma antiga, quando mostravam simpatia pela «missão» dos invasores bárbaros.

Ao mesmo tempo, o partido muçulmano já antes disso tinha dito que "España cuenta ya con más de un millón doscientos musulmanes, lo que traducido este número en posibles votos, nos hace estar bastante por delante de diversos partidos políticos (...) Por poner un ejemplo, en las elecciones de 2008, Izquierda Unida tuvo poco más de 960.000 votos, el Bloque Nacionalista Gallego alrededor de 200.000, los catalanes de Convergencia y Unión no llegaron a los 800.000 y el Partido Nacionalista Vasco algo más de 300.000. Como puede verse, no es muy arriesgado pensar que en pocos años, aunque con trabajo y tesón, un partido musulmán puede convertirse fácilmente en la tercera o cuarta fuerza política estatal”.

Portanto, depois desta promessa de poder, é que veio a declaração de que não queria impor-se aos indígenas... assim de repente faz lembrar o caçador que às vezes tem abrandar o passo para não espantar a caça...
Mais uma vez, é ensurdecedor o silêncio da elite reinante, a que marcha pelo politicamente correcto e que, paralelamente, costuma ser uma feroz defensora da sociedade laica. Será que um partido muçulmano, destinado a dar voz a uma facção religiosa como se política fosse, e que ainda para mais se pode tornar numa das maiores forças políticas do país, será que isto não incomoda os que por princípio defendem a rígida separação entre Estado e Igreja?
E nem me refiro apenas aos representantes locais da elite reinante do Ocidente, ou seja, à politicada correcta espanhola. Imagine-se por exemplo que o partido em questão era católico, não católico como o PP, mas católico por princípio, e que anunciava vir a ser um dos principais de Espanha - facilmente se veria por toda a comunicação sucial tuga uma série de comentários sobre o recrudescimento do fundamentalismo cristão no país de «nuestros hermanos», e ai que a separação entre o Estado e a Igreja está em perigo no país espanhol, e se isto chega cá???, e atenção que se calhar vem aí a Inquisição (e com alguma razão se lançaria este alerta)... mas, como o partido em causa é em vez disso de Mafoma, «no pasa nada», como diriam os «hermanos».

Um partido custa dinheiro. Com que apoios surge, assim, uma formação partidária desta natureza em solo espanhol, sabendo-se (ou pensando-se) que os imigrantes são pobrezinhos-coitadinhos?

Se ha llegado a decir que podría contar con financiación del Gobierno marroquí.

Ou seja, mui possivelmente com fundos vindos do terceiro-mundo islâmico. Porque enquanto o Ocidente esbanja obscenas toneladas de massa monetária com auxílios às populações do terceiro mundo, e à Autoridade Palestiniana, aos potentados islâmicos sobra dinheiro para dinamizarem projectos muçulmanos em solo ocidental.

CENTENAS DE MUÇULMANOS DETIDOS POR TERRORISMO NO PAÍS AO LADO DESDE 2004

Começou esta quinta-feira em Madrid, Espanha, o julgamento de 11 suspeitos islamitas – nove paquistaneses e dois indianos – acusados de planearem atentados no Metropolitano de Barcelona no ano passado. Os arguidos foram detidos em Janeiro de 2008 graças à colaboração de uma testemunha protegida, identificada como F1.
Os acusados obedeciam às ordens de Baitullah Mehsud, líder do grupo Taliban paquistanês Therik-e-Tabligh, que pretendia fazer exigências ao Ocidente após os alegados ataques a Barcelona e planeava outros atentados na Europa se elas não fossem aceites.
Os líderes deste célula eram Mahroof Ahmed Mirza, que iria escolher o local e a hora do ataque em Barcelona, e Mohammad Ayud Elahi Bibi. O julgamento termina no próximo dia 30.
Refira-se que já foram presos em Espanha mais de 300 suspeitos islamitas desde os atentados em Madrid, a 11 de Março de 2004.

SISTEMA PRENDE JOVENS POR SEREM MILITANTES DE UM GRUPO HITLERIANO

As autoridades italianas prenderam um jovem e iniciaram a investigação de outros 16 ‘skinheads’ por terem por terem constituído um grupo que reivindica pertencer à juventude hitleriana.
De acordo com os agentes da polícia, nove dos jovens alvos de investigação são menores de idade. A operação, denominada ‘Tarefa Negra’, decorreu em Naturno , uma localidade perto da fronteira com a Áustria.
O grupo, que se chama a si próprio ‘Juventudes Hitlerianas de Naturno’, estaria ligado ao grupo alemão 'Sangue e Honra', declarado ilegal na Alemanha.

É assim a democracia falsificada - prende menores por delito de opinião.
Resta saber quantos menores estão por prender devido serem militantes de organizações que tenham Trotsky ou Lenine como modelos...

OS MAIS CRIMINOSOS POR ETNIA NO PAÍS AO LADO


En el gráfico aparecen las tasas de detenidos por presuntos delitos cometidos en España en el año 2003, según cifras aportadas por el Ministerio del Interior.
Y aunque parezca increíble, los argelinos presentan una tasa del 102,7; los nigerianos se sitúan en un 51,5 ; los rumanos en el 43,9 y los marroquíes alcanzan un discreto 38,8. Sin embargo, es de destacar que tanto argelinos como nigerianos musulmanes son menos numerosos que los marroquíes y, no obstante, delinquen más, por lo que es fácil deducir que los argelinos y los nigerianos son mucho mas propensos al delito que nuestros amigos marroquíes.


Coincidentemente, o Islão é muito mais forte e radical na Argélia e na Nigéria do que em Marrocos...
Outra - por «rumanos», ou seja, romenos, entenda-se, não romenos a sério, mas provavelmente ciganos vindos da Roménia.
Ao mesmo tempo, os Espanhóis, ou seja, os indígenas, parecem ser os menos atreitos à criminalidade. Coincidências...
E em Portugal? Não se pode saber pormenores desta natureza?

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

DIA DE «SÃO» MARTINHO OU DIA DO DEUS DA GUERRA

Estatueta de Marte encontrada nos Pirinéus, trajado à maneira romana mas contendo na sua indumentária elementos presumivelmente celto-hispânicos, tais como o elmo com três cornos e o touro representado no escudo a meio do corpo.



Como é sabido e por muitos apetecido, no dia onze de Novembro, mês que a tradição romana consagrou a Diana, festeja-se popularmente o São Martinho.

Mas quem era o sujeito?

São Martinho de Tours era filho de um Tribuno e soldado do exército romano. Nasceu (316) e cresceu na cidade de Sabaria, Panónia (atual Hungria), e foi educado na religião dos seus antepassados, isto é, no culto aos deuses mitológicos venerados no Império Romano. Aos 10 anos de idade entrou para o grupo dos catecúmenos (aqueles que se preparam para receber o batismo). Aos 15 anos de idade, e contra a própria vontade, teve de ingressar no exército romano e dirigir-se para a Gália (região na atual França). Aos 18 anos abandonou o exército pois o Cristianismo não era compatível com as suas funções militares. Foi baptizado por Hilário, bispo da cidade de Poitiers.

Que mais fez Martinho?

Destruiu templos pagãos em barda. Foi tido como o grande inimigo do Politeísmo.
Pelas filhadaputices que andou a fazer, foi promovido a bispo.

Como diz Gonzalo Fernandez em "Destrucciones de templos en la Antigüedad Tardía" ( Archivo Español de Arqueología, 54. 1981),
«Una política sistemática de demolición de santuarios no comenzará hasta época teodosiana en Oriente y algo más tempranamente en la parte occidental del Imperio en la que en el decurso de la década de 370 se inicia en las Galias la actividad de Martín de Tours y tiene lugar la destrucción de un edificio sagrado de localización incierta llevada a cabo por monjes (Ambrosio, Ep; XL, 16 y XLI,1, y Paulino, Vita Ambros., 22). (...)

En las Galias la destrucción fue continua y despiadada por obra de Martín de Tours y de sus imitadores. E. Mâle se basa en argumentos numismáticos para fijar el 375 como término "post quem" de estas depredaciones y para centrar en vida del Turonense una serie de arrasamientos, en concreto los que sufrieron los santuarios de Bibracta en Mont-Beauvray, de Sequana en Notre-Dame des Fontaines, de Mercurio en Mont-Matre, del ubicado en el bosque de La Halette y de tres pequeños más en Normandía (...)"

Parece que, según nos cuenta su biógrafo (V. Mart 22.1-5), al obispo Martín de Tours se le presentaba el demonio bajo el aspecto de Júpiter y otros dioses paganos como Mercurio, Venus o Minerva. Hay que recordar que los cristianos consideraban demonios a los Dioses del Politeísmo.»

Além de destruir os templos dos Deuses romanos, deitou também abaixo várias árvores sagradas para a religião céltica gaulesa.

Vejamos agora no que consiste concretamente a lenda de S. Martinho.

De acordo com o conto cristão, Martinho era um cavaleiro romano (por coincidência ou talvez não, «Martinho» deriva de Marte, Deus da Guerra) que, num dia de frio, deu o seu manto (ou partilha-o, cortando-o pela metade, segundo outra versão da história) a um pobre enregelado. Pouco depois, o Sol começou a brilhar.

Ora esta lenda parece ter sido urdida para encobrir uma tradição religiosa pagã, eventualmente céltica.

Repare-se que no cenário do episódio resumidamente descrito acima, tem-se, no centro da acção, uma figura bélica, armada de lança, que, ao despir uma peça de roupa, fica exposta e provoca o surgimento de luz e calor ( Sol).
Ora isto faz pensar num Deus bélico luminoso, trazendo por isso à memória a fúria guerreira do típico herói celta (a ferg), como por exemplo o irlandês Cuchulain, que, em estado de ira marcial, parece emitir bolas de fogo a partir do crânio, motivo pelo qual tem de ser mergulhado em tinas de água fria após determinada batalha para não se tornar nocivo ao seu próprio povo.
Também na Irlanda, um dos Deuses mais ligados à guerra, Ogma, tem, entre os seus epítetos, o de «Grian Ainech» ou «Rosto Solar». Lug, o Deus mais importante da mesma ilha, é também representado como um esplêndido combatente de face tão brilhante que nem pode ser contemplada de frente.
Na Celtibéria, o autor Macróbio escreveu, no século IV d.c., que o povo dos Accitani prestava culto a Neton, uma espécie de Marte (isto é, um Deus da Guerra, porque os Gregos e os Romanos, para se referirem ao significado e função de uma Divindade estrangeira, equacionavam-Na com um Deus grego/romano, como quem diz «Aquele é o Marte deles») ornado de raios (isto é, que emitia um brilho intenso):
Accitani etiam, Hispana gens, simulacrum Martis radiis ornatum, maxima religione celebrant, Neton vocantes.

No campo da Arqueologia, encontraram-se pelo menos quatro inscrições dedicadas a esta Deidade, uma em Cáceres (Netoni), outra em Conímbriga (Netus), outra em Binéfar(Neito) e a quarta em Botorrita (Neitin).
Voltando à Irlanda céltica, refira-se a existência de um Deus da Guerra denominado Net ou Neit (aparece com as duas grafias).

Não creio que a semelhança do nome e da função seja mera coincidência - o hispânico Neton e o irlandês Net devem realmente ser O mesmo.

Recorde-se também o ritual de batalha de certo tipo de guerreiros celtas, na Gália chamava-se-lhes «Gaesatae», que iam nus para o combate, armados apenas de dardos, com o intuito de atemorizar o inimigo. Ora estes guerreiros combatiam nus por causa do calor que supostamente emanava dos seus corpos em batalha.
Entre os Germanos existia também este tipo de combatentes, nus no campo de batalha, consagrados a Odin, Deus do Furor e do Êxtase Guerreiro.

Tomei entretanto conhecimento de que em Castelhano existe um ditado popular que diz «A todo o cerdo le llega su san Martín», ou seja, todo o porco tem o seu algoz, ditado este que evoca uma morte violenta como estando relacionada com São Martinho, o que indica um carácter eminentemente guerreiro do dito beato. Sucede que em Espanha a tradicional matança do porco tem lugar no Outono, quando se celebra precisamente o S. Martin de Tours.

O Ganso
Outra lenda diz que S. Martinho, não querendo ser nomeado bispo, escondeu-se muma baia de cavalos, mas um bando de gansos fez barulho e denunciou-o. Assim, o ganso tornou-se no prato oficial da comemoração de S. Martinho.

Mas donde virá realmente esta lenda cristã?

Como se lê aqui, César informou, em «De Bello Gallico» («A Guerra das Gálias»), que o ganso era sagrado para as tribos célticas e que os Britões (Celtas da Grã-Bretanha) não o comiam. Os nórdicos também não. Talvez haja esteja aí a raiz de uma superstição medieval que proibia que se matassem gansos a meio do Inverno; e que os gansos continham as almas dos não baptizados (pagãos, portanto).
Na tradição céltica, e também na germânica, o ganso estaria relacionado com os Deuses da Guerra, que eram acompanhados por um cavalo e por um ganso. Na iconografia gaulesa, Épona, a «Égua Divina», Deusa adorada pelos soldados e eventualmente ligada ao mundo dos mortos, era representada cavalgando um ganso cornudo. Outra peça iconográfica gaulesa consiste numa estatueta de uma Deusa Guerreira a usar um elmo decorado com uma crista de ganso. O Marte céltico estaria provavelmente associado ao ganso. Entre os Germanos vizinhos dos Gauleses, Mars Thincsus (provavelmente, o Deus da Assembleia dos Guerreiros, a Thing) tinha um ganso por companhia. A mesma ave acompanha igualmente a representação de Mars Lenus (em Caerwent, Gales), podendo aí representar uma espécie de guardião contra a doença. Voltando à tradição germânica, consta que o ganso, para além de ser consagrado a Wotan (Odin), é também a personificação do fantasma da vegetação, e comê-lo é partilhar o poder deste espírito da vegetação.
Uma Divindade, ou epíteto, celta relacionada/o com Marte parece ser Ocelus, como se pode ler aqui. Ocelus também surge como epíteto dos Deuses lusitanos Arantia e Arantius. Em Caerwent foi encontrada uma estátua de Ocelus na qual se vê um ganso ao pé de um guerreiro.
Em contraste com esta protecção do ganso como animal consagrado a uma das principais Deidades, institui-se no seio da Cristandade (Áustria) o costume de comer carne de ganso na festividade de S. Martinho.
Álcool
Já agora, informa-se que, segundo a Wikipédia, a celebração do S. Martinho em Portugal é (...)de origem pagã, em homenagem ao santo conhecido como o "padroeiro dos bêbados"; é a celebração do vinho novo. São Martinho chegava a ser representado, nas festas em sua homenagem, pela “figura de um beberrão”. A festa é comemorada com as castanhas assadas. S. Martinho era um cornudo. (?)
Em algumas regiões de Portugal, na festa do São Martinho o chifre era usado como símbolo da embriaguês e concedido solenemente, como condecoração, a quem mais se tivesse destacado na degustação da bebida; ou era deixado à porta de algum beberrão. O chifre era levado solenemente na procissão pelos “irmãos de são Martinho”.
Terá algo a ver com o terceiro corno que na tradição céltica é um símbolo marcial?
O álcool tem efectivamente um lugar privilegiado neste dia - em Portugal, bebe-se sem freio a típica água-pé, e o vinho em geral, sobretudo o vinho novo. Esta mesma tradição existe em paragens mais setentrionais, nomeadamente na Alemanha (Colónia), onde se pratica o Martinsminne: beber o Martinsminne significa beber o novo vinho do ano na véspera do S. Martinho.
Na Suécia, o rei Olaf Tryggwason teve um sonho no qual S. Martinho lhe teria dito para não adorar os Deuses Thor e Odin e para beber o Martinsminne em vez do Odinsminne. E o ganso deste é chamado Martinsgans.


O culto de S. Martinho não passa pois de um sucedâneo do culto ao(s) Deus(es) da Guerra da Europa céltica e germânica, tendo entretanto uns quantos laivos dionisíacos, pois que, coincidência ou não, os antigos Gregos também celebravam o culto a Diónisos nesta altura do ano.

Diónisos


Quanto à data, parece confiável dizer-se que o 11, ou o 12, de Novembro era pelos antigos Germanos celebrado como o Festival dos Einherjar, ou de Odin, Deus da Guerra, da Magia e dos Einherjar.
Odin e os Einherjar

Os Einherjar são os guerreiros mortos em combate que estão no Valhalla, palácio de Odin, onde combatem durante todo o dia, comem carne de javali e bebem hidromel servido pelas Valquírias, e donde partem de quando em vez em atroadoras cavalgadas fantasmagóricas durante as noites de tempestade invernais.
Trata-se pois de um dia dos guerreiros - e, conforme diz Teófilo Braga em «O Povo Português nos Seus Costumes, Crenças e Tradições» (volume I), Marte, o Deus da Guerra, tem uma função de psicopompo, isto é, de condutor das almas ao outro mundo, nomeadamente as almas dos guerreiros, tal como S. Martinho também tem, no dizer do mesmo autor, um carácter funerário (op. cit., vol. II, pág. 67). Observa-se aqui uma semelhança de carácter entre o latino Marte e o germânico Odin.
A respeito deste último (Odin=Wuotan), diz Teófilo Braga o seguinte: (vol. II, pág. 223): «(...) Quase todas as igrejas e capelas pertencentes a São Miguel elevam-se sobre montanhas originariamente consagradas a Wuotan. O São Miguel cai na época em que, no norte da Alemanha, se celebrava a festa de Wuotan, enquanto que no sul, onde o Verão é mais longo, esta última coincidia com o São Martinho. Muitos dos atributos de Wuotan couberam em partilha a São Martinho, que possui o cavalo branco, o seu manto, a espada, e que se mostra às vezes à frente dos exércitos. (...)»

A semelhança entre as várias tradições europeias nesta ocasião festiva observa-se também ao nível dos costumes populares ainda praticados. O consumo de carne de porco é em toda a Europa Ocidental um dos elementos desta celebração - em Portugal, por exemplo, diz-se «No dia de S. Martinho mata o porquinho e põe-te mal com o vizinho», o que, numa só frase, refere não apenas o suíno mas também uma atitude de certo modo marcial.
Em Portugal diz-se também «Todo o porco tem o seu S. Martinho», equivalente ao inglês «His Martinmas will come, as it does to every hog», o que significa que toda a gente tem de morrer, mas que tem inequivocamente um toque de violência, o que por outro lado também evoca o facto de nesta altura do ano os povos antigos da Europa abaterem o gado que não podiam guardar, prática que se observa no Primeiro de Novembro português da Serra da Estrela. E, como as tradições estão muitas vezes encadeadas umas nas outras, e já que se fala em Primeiro de Novembro, parece pertinente recordar que, tal como os Latinos antigos faziam o ano começar no mês dedicado ao Deus da Guerra (o ano latino antigo começava em Março, mês de Marte), é possível senão provável que os seus parentes Celtas também começassem o ano com uma celebração em honra do seu Deus da Guerra, a avaliar pela proximidade entre o S. Martinho e o Samain ou Helloween.

Registe-se também a tradição alemã do Martinshörnchen (croissants de S. Martinho): a lenda diz que Martinho, enquanto soldado, usava a capa de Wotan, e por conseguinte as pessoas comem estes croissants feitos de uma determinada pasta porque os pães em forma de crescente são similares às pegadas do cavalo de Wotan, Deus da Guerra e da Sabedoria.

É particularmente relevante a tradição das Martinslampen («luzes» de S. Martinho): tal como a resplandecência de S. Martinho traz a luz às trevas, também no campo se acendem luzes em abóboras (semelhantes às abóboras luminosas do Halloween nos países anglo-saxónicos) pela noite dentro. Fazia-se inclusivamente uma procissão de luzes deste tipo, que se origina provavelmente no lucernarium, o acender de velas litúrgico.

Registe-se também que na Escócia e no norte de Inglaterra costumava-se chamar «mart» a um boi gordo, porque este animal era abatido no dia de S. Martinho.

Não será despropositado também lembrar que o dia de S. Martinho se celebra nas proximidades da celebração pagã romana da Vinália, festival do vinho, consagrado a Júpiter.

Tudo indica pois que «São Martinho» foi erigido pela Igreja como anti-Marte, inimigo dos Deuses dos ancestrais europeus.
Assim, tratando-se ou não de uma data consagrada ancestralmente ao Deus da Guerra na Sua vertente mais luminosa, certo é que nada impede que se Lhe dedique este dia.

CRIANÇA BRANCA DE SEIS ANOS É AGREDIDA POR NEGRA E DEPOIS ACUSADA DE RACISMO PELA ESCOLA

Numa escola primária da em tempos livre verde Albion, em Rusthall, uma rapariga branca de seis anos, Sharona Gower, foi agredida por uma rapariga negra de onze anos e depois... acusada de racismo pela direcção da escola.
Isto porque, em convívio com colegas suas, a criança negra disse-lhe que ela, a branca de seis anos, tinha chocolate na cara, pois tinha estado a comer chocolate. A criança branca respondeu: «e tu tens chocolate na tua». A criança negra, mais velha, deu-lhe uma bofetada. E depois foi-se queixar de ter sido vítima de racismo, pelo que Sharona acabou por levar uma reprimenda. Quando a sua mãe, Michelle Gower, foi ter com ela à escola, disseram-lhe que a sua filha tinha estado envolvida num incidente «racista» e que a queixa tinha sido registada.
A mãe, que até concorda com a política de «tolerância zero» para com o racismo e a provocação nas escolas, está agora preocupada com a confusão e com a injustiça que a filha poderá sentir, bem como com as consequências sociais de ter a acusação de racismo no seu «cadastro» escolar. Acrescenta: «é uma criança de seis anos que não tem ideia do que é racismo e foi rotulada de racista. Isto é a politiquice correcta a chegar à completa loucura.»

É simplesmente a Inquisição Anti-racista, senhora. Só isso. E essa não tem limites nem de vergonha, quanto mais de sanidade...

O QUE DIZ UM ORADOR DE EVENTOS DA MAIOR ORGANIZAÇÃO MUÇULMANA DA MAIOR POTÊNCIA OCIDENTAL

A maior organização muçulmana dos EUA, a CAIR (Council on American-Islamic Relations, ou Conselho das Relações Islamo-Americanas) condenou a chacina cometida pelo muçulmano Hasan contra soldados norte-americanos numa base militar do Texas.
Ora para além de se saber que não escasseiam as ligações da CAIR ao extremismo islâmico, descobriu-se agora que um dos seus conselheiros e regulares oradores, o negro norte-americano convertido ao Islão e tornado clérigo Zaid Shakir sugeriu que a lei islâmica ou charia permite aos muçulmanos que ataquem aviões de transporte militar C-130 que transportem tropas, isto de acordo com um livro recente que expõe as operações e meandros secretos da CAIR, obra já aqui referida, intitulada «Muslim Mafia: Inside the Secret Underworld That's Conspiring to Islamize America».
Shakir, que diz condenar ataques a civis, a não ser que «haja nisso algum benefício» (palavras suas), afirma perante as suas audiências muçulmanas que «a jihad é lutar fisicamente contra os inimigos do Islão para proteger e promover a religião muçulmana. Isto é jihad.»

De notar que o negro muslo tem sido considerado pelos mérdia dominantes como um muçulmano moderado, antes de se publicar o livro acima referido. Analisando vários discursos seus, os autores do livro fazem também notar que o negro incita os muçulmanos dos EUA a constituirem um Estado dentro do Estado - para fazerem agora uma jihad cultural e mais tarde um jihad violenta, quando a devida «infra-estrutura» estiver assente. Diz que os muçulmanos devem respeitar a democracia americana na medida em que possa ser explorada para ajudar a Irmandade Muçulmana (fundadora da CAIR) a um dia assumir o poder. E a única coisa que poderá travar a islamização da América, diz ele, é se o povo se erguer e negar ao movimento islâmico a liberdade de que tem gozado até aqui. Mas, se isso acontecesse, os muçulmanos seriam então obrigados a exercer o seu «direito legal divino» para levarem a cabo uma jihad violenta.

ESCÂNDALO NA OTAN - DOIS SOLDADOS CHECOS NO AFEGANISTÃO USAVAM INSÍGNIAS DAS SS

E esta, hein?, como diria Fernando Pessa...

A missão da OTAN no Afeganistão foi severamente abalada quando se soube que dois oficiais da República Checa usavam distintivos de divisões SS nos seus uniformes. Ambos foram por isso suspensos, juntamente com o seu comandante, por acusação de ter tentado ocultar o facto. Os dois militares já retornaram ao seu país e receberam... prémios da parte do Estado. Podia ter sido pior...

A MISTURA RACIAL ESTÁ REALMENTE NA MODA ENTRE AS ELITES MERDIÁTICAS...

Estala nos EUA uma nova polémica racial - o concurso «America's Next Top Model», ou «A Próxima Top Model da América», apresentado pela ex-modelo negra Tyra Banks, vai obrigar as suas concorrentes, algumas das quais brancas, a deixarem-se maquilhar e vestir como se fossem mestiças de raças diversas.

Já não é a primeira vez que tal sucede no programa.

«A ITÁLIA NÃO É SÓ DOS ITALIANOS» DIZ PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, QUE É «DE DIREITA»...

Em Itália, o presidente da câmara dos deputados, Gianfranco Fini, afirmou recentemente que «a Itália não é só para os Italianos, é e deve ser cada vez mais para os que a amam. Portanto também é dos que vêm para cá em criança, dos que nascem cá, ou dos que têm o direito sagrado após dez anos de trabalho aqui para serem cidadãos italianos de pleno direito.» Acrescentou que «a minha ideia é fazer possível que alguém se torne cidadão por vias mais rápidas, o que acima de tudo deriva da adesão a estes novos valores italianos da nossa sociedade.»

E é isto uma das principais figuras da Direita em Itália - um ex-fascista que primeiro começou por dizer que o Fascismo não era racista mas depois acabou por classificar como «mal absoluto do século XX» as leis raciais do Estado Fascista italiano e por se declarar publicamente que a Direita deveria tornar-se anti-fascista.
Casos como este ajudam a deixar claro que actualmente só o Nacionalismo defende verdadeiramente a identidade europeia, pois que só o Nacionalista reconhece o valor incontornável da raça como crucial factor identitário, tendo politicamente diante de si, não já a simpatia relativa, como no tempo dos conservadores do tipo Churchill e Powell, nem sequer a indiferença burguesa, mas sim a hostilidade cada vez mais militante - inclusivamente da parte de figuras proeminentes da chamada «Direita».

DOCENTE UNIVERSITÁRIO NEGRO AGRIDE MULHER DE RAÇA BRANCA

Nos EUA, um proeminente professor negro de Arquitectura da Universidade de Colúmbia, o quase sexagenário Lionel McIntyre, discutia, num bar, com uma empregada branca da mesma universidade, Camille Davis, devido a uma discussão sobre relações raciais.
Davis trabalha como gerente de produção no departamento de teatro da escola e frequenta o bar universitário Toast, na Broadway, tal como o negro McIntyre.
Ambos se envolveram pois num aceso debate sobre «privilégios de brancos», juntamente com outro indivíduo de raça branca, identificado apenas como «Shannon»; e já anteriormente, semanas antes, Davis e o negro tinham tido violentas discussões sobre temas raciais.
A dada altura o negro empurrou a mulher branca; e quando o outro interveniente na discussão, juntamente com um empregado do bar, tentaram separá-los, o professor universitário de raça negra esmurrou a mulher branca no rosto, mas com uma força tal que os empregados da cozinha ouviram o embate. A mulher caiu. Shannon berrou-lhe «Não se bate numa mulher!» e o negro virou-se a ele e tirou-lhe os óculos da cara. Segundo diz, «o murro surgiu de repente, quando se falava sobre os privilégios dos brancos e sobre o que eu estaria a fazer a respeito disso - aparentemente, eu não estava a fazer o suficiente.»

O negro foi imediatamente posto fora do bar e depois detido pela polícia. Mas já está à solta, tendo saído sem pagar fiança.
Davis apresentou contra ele uma queixa legal.
O negro diz agora que de uma infelicidade se tratou, que não devia ter acontecido...

ORGANIZAÇÃO DEFENSORA DOS DIREITOS DOS CIPRIOTAS LANÇA ACÇÃO LEGAL CONTRA A TURQUIA

Um grupo sediado nos EUA, o Class Action, estrá a mover um processo de quatrocentos mil milhões de dólares contra a Turquia devido às reivindicações de centenas de milhares de proprietários de terras na parte norte de Chipre, ocupada por forças militares turcas desde 1974, que tomaram assim quarenta por cento da ilha. Conforme diz um comunicado da organização, «até hoje, a ocupação turca de território cipriota nega os direitos que os donos das terras têm de delas usufruirem ou até mesmo de a elas retornarem, o que viola a lei internacional. Este processo em tribunal busca compensação pela negação do uso e usufruto das propriedades que pertencem a cerca de duzentos mil refugiados e outros que foram forçados a fugir devido a imposição militar.»

É pouco provável que consigam alguma coisa - porque, de facto, a Turquia não é a Alemanha, que ainda hoje tem de baixar a cerviz devido a um crime alegadamente cometido há sessenta anos, ou seja, a Turquia não é uma nação europeia, pelo que, à luz da politiquice correcta reinante, não está moralmente obrigada a pagar pelos seus alegados erros do passado.

TIROTEIO NO LUMIAR

Várias pessoas envolveram-se na segunda-feira ao final da tarde numa troca de tiros, no Campo das Amoreiras, Lumiar, Lisboa. A PSP foi chamada ao local e deteve em flagrante três homens, com 19, 23 e 29 anos. Do rol de apreensões constam quatro armas ilegais, incluindo uma pistola com silenciador, dois revólveres e mais de uma centena de munições. Os agressores foram presentes ontem a tribunal para aplicação das medidas de coacção.
Durante a manhã, a PSP já tinha sido chamada para pôr cobro a uma troca de tiros entre vários moradores no bairro das Galinheiras, também na zona do Lumiar. Não foram efectuadas detenções nem quaisquer apreensões. A PSP prossegue com a investigação.

Terça-feira, Novembro 10, 2009

UM EVENTO PELA SALVAGUARDA DAS IDENTIDADES - NA RÚSSIA

A secção russa do Movimento Internacional para a Defesa dos Direitos dos Povos apelou recentemente à criação de um «ombudsman» (palavra sueca que significa «representante») ou provedor para impedir o desaparecimento «silencioso e subtil» das nações da Rússia e também para restabelecer um ministério dos assuntos nacionais.
Num encontro realizado em Volgogrado, o coordenador do grupo, Pavel Zarifullin, disse que «todos os dias desaparece mais um povo da face da terra» e que na Federação Russa «a russificação de todos os povos está a acontecer tão fortemente» que em duas ou três gerações até os Tártaros terão deixado de existir.
Mas este processo, que é consequência da globalização, está também a afectar, não apenas os pequenos grupos étnicos, mas também os próprios Russos, segundo Zarifullin. E, se nada for feito, diz o coordenador que «em vez da rica diversidade de nacionalidades da Rússia e da Europa, estas parecerão um só grande povo. Como se chamarão? Europóides?»

Mais afirma que há muitas organizações especializadas em proteger os direitos humanos dos indivíduos, mas não há qualquer provedor para os direitos humanos dos Povos.
Identificando-se como um «populista eurasianista», argumenta que o bom modelo para preservar a diversidade étnica dentro do Estado é o da Horda Dourada, no seio da qual se verificaria, segundo o seu ponto de vista, um fortalecimento da «identidade das etnias» em vez do seu amalgamento numa só comunidade.

Naturalmente que um ocidental, habituado à liberdade e à independência, não poderia aceitar como ideal uma horda bárbara em que um líder, ainda para mais mongol, controla uma míriade de gentes, mas o que aqui se realça é a intenção de salvaguardar as etnias - isto deixando claro que se faz mais uma ressalva ao modelo proposto, pois que dificilmente os nacionalistas russos, ultra-eslavistas, aceitariam o que diz Zarifullin a respeito das ancestralidades em causa: que a Horda Dourada é a antecessora legal da Rússia...
O segundo orador do encontro, Boris Gekht, representante dos Cossacos, afirmou por seu turno, em resposta a um jornalista que lhe perguntava se a assimilação étnica não seria ao fim ao cabo algo de natural, nada terrível, afirmou, dizia, que o desaparecimento dos povos era de facto «a mais terrível das coisas. As alterações que foram levadas a cabo pela globalização são simplesmente rápidas como o raio. Estamos realmente a perder diante dos nossos olhos os povos do nosso país. Estamos a perder a nossa própria essência. Sim, organizamos dúzias de festivais etnográficos, mas isto não tem de modo algum um impacto na situação. É preciso encontrar novos métodos e a sociedade tem de entender e apoiar as iniciativas do Movimento pela Defesa dos Direitos dos Povos. Ao fim ao cabo, é preciso instaurar um Ministério das Nacionalidades na Rússia, que poderia aplicar as recomendações na esfera da política étnica de grupos assim (como o Movimento). Apenas deste modo, e tornando-se entusiasta dos direitos dos povos» pode a Rússia florescer, concluiu.
O evento incidiu também sobre a natureza do euroasianismo na Rússia actual e o significado do «regionalismo cultural» na Rússia.


O QUE MAIS PREOCUPA O CHEFE DO ESTADO MAIOR DO EXÉRCITO NORTE-AMERICANO

O actual chefe do Estado Maior do Exército dos EUA, general George Casey, expressou preocupação a propósito da chacina cometida pelo muçulmano Hasan no Texas.

Porquê?

Por se tratar de uma infiltração do inimigo que causou mortes de soldados nacionais, fenómeno que já antes se verificou e que nada impede, para já, que volte a verificar-se, pondo assim em perigo a segurança dos próprios indivíduos cuja função é garantir a segurança da Pátria?

Não...
O general, que ocupa um dos cargos mais elevados das Forças Armadas da maior potência ocidental, mostrou preocupação foi com a possibilidade de o incidente vir a alimentar uma onda de anti-islamismo no seio das tropas norte-americanas, que possa prejudicar os três mil soldados muçulmanos dos EUA...

Ou seja, o problema para um militar com a responsabilidade máxima não é o da segurança dos seus soldados, ou do seu país, mas sim... com o bem-estar do «outro» que vive no seio do Nós...

Parece insultuoso, vergonhoso e obsceno de mais para ser verdade, uma aberração sem paralelo em toda a História do Mundo, mas pelos vistos é factual, porque Casey, além de não querer «precipitações» a respeito dos reais motivos que levaram Hasan a assassinar treze soldados norte-americanos e a ferir outros trinta (ou seja, a seu ver ainda há dúvidas... custa muito culpar o Islão, mesmo com todas as evidências à frente das fuças politicamente correctas...) chegou efectivamente a dizer o seguinte: «A nossa diversidade, não apenas no nosso exército, mas no nosso país, é uma força. E por mais horrível que tenha sido esta tragédia, se a nossa diversidade for abatida, penso que isso é ainda pior.»
(Repare-se na terminologia escolhida: o caso não foi um crime em massa, mas sim «uma tragédia», uma fatalidade, olha, aconteceu, que pena, ou «é a vida», como diria Guterres...)

Ou seja, na opinião do sujeito que tem a seu cargo boa parte da defesa do Ocidente, o multiculturalismo e o multirracialismo valem mais do que as vidas dos soldados da Pátria.

Porque, como aqui tenho dito, o Anti-racismo é mesmo uma religião, é mesmo totalitária, é mesmo a mais mortal ameaça ao Ocidente, mete mesmo nojo aos cães e é mesmo para exterminar a todo o custo.

ASSALTANTES BRASILEIROS ARMADOS QUISERAM FAZER-SE INOCENTES PERANTE A POLÍCIA

Agradecimentos ao camarada que aqui trouxe esta notícia, a testemunhar mais uma vez qual o real contributo para Portugal da imigração terceiro-mundista:

"Por favor não dispare. Estamos inocentes, não fizemos nada!" Depois de roubar à mão armada uma carrinha de valores na Estrada de Benfica, Lisboa, era desta forma que um dos três assaltantes brasileiros tentava ontem de manhã enganar os agentes da PSP que os apanharam em flagrante. Esforçou-se, antes de ser algemado, mas já com as armas dos polícias bem apontadas – só que foi traído pelas evidências. Tinham na sua posse um saco com 3500 euros do roubo e duas pistolas.
O assalto ao blindado, quando os funcionários estavam a carregar dinheiro à porta de uma dependência da Caixa Geral de Depósitos, correu claramente mal. Os três ladrões foram surpreendidos por dois agentes apeados, pelas 11h35, e só um teve tempo de fugir: correu em direcção ao Centro Comercial Colombo, local onde apontou a pistola a um casal que seguia de carro e fugiu no mesmo para parte incerta. Dentro do porta-bagagens levou um segundo saco, com 1500 euros, e uma pistola.
(...)
"ZONA DE LOJAS COM ASSALTOS E AGRESSÕES"
Frente à dependência bancária assaltada, na Estrada de Benfica, existem diversos espaços comerciais. No entanto, quase ninguém percebeu que ontem, ao final da manhã, decorreu um assalto à mão armada. Nem o alarme da carrinha de valores conseguiu denunciar a quem por ali trabalha ou passava o que tinha acontecido. "Realmente ouvi uma espécie de apito, mas parecia um pássaro a piar. De resto, não me apercebi de nada fora do normal", contou ao CM uma comerciante local. Outra denunciou que existe algum clima de medo. "Esta é uma zona com muitas lojas, pessoas, existem escolas aqui perto e, de vez em quando, acontecem aqui agressões e até assaltos violentos a pessoas e lojas. Eu tenho algum receio, mas estava longe de pensar que tentassem roubar uma carrinha com dinheiro".

"UM OFERECEU RESISTÊNCIA AO SER ALGEMADO"
"Eles [dois ladrões, de 26 e 36 anos] estavam deitados de barriga para baixo junto a um carro cinzento no qual se preparavam para fugir. Tinham as mãos na cabeça e os polícias apontavam as armas e só lhes diziam para estarem quietos. As pessoas que esperavam o autocarro fugiram com medo", diz um jovem que arrumava carros na altura das detenções. "Um ofereceu resistência ao ser algemado, mas foi dominado". Os suspeitos foram detidos no mesmo local onde, em Maio, três homens que tinham assaltado uma ourivesaria no Fundão foram apanhados pela PSP, após perseguição desde Aveiras de Cima.

NO TOP 3 DA EUROPA
Em 2007, Portugal foi o 3.º país da União Europeia com maior número de assaltos a transportes de valores (75), atrás da França e Reino Unido.

21 ASSALTOS
No primeiro semestre deste ano, registaram-se 21 assaltos contra 35 no mesmo período de 2008. Tendência é para baixar.

RECURSO A EXPLOSIVOS
Em Agosto de 2008, cinco homens armados usaram explosivos para rebentar com carrinha na A2, junto a Aljustrel.


ESTADO BRITÂNICO DEIXA ENTRAR IMIGRANTES SEM CONTROLO EFECTIVO

Mais um escândalo imigracionista no Reino Unido: além de se ter descoberto que o governo trabalhista fomentou a imigração para destruir a identidade étnica britânica e que, para tal, chegou ao ponto de esconder as ligações entre a criminalidade e a imigração, descobriu-se agora que o mesmo governo também deu ordens aos funcionários do sector da imigração para aceitarem sem verificação trezentas e trinta e sete mil (337.000) candidaturas de alienígenas para entrarem no país, actuação que recebeu o nome de código Operação Ligação.

Cópias de notas trocadas em 2003 entre Sir Bill Jeffrey, director-geral do Directório da Imigração e da Nacionalidade, e Beverley Hughes, na altura ministro de Estado para a Cidadania e Imigração, foram agora expostas, por exigência de um pedido de liberdade de informação, no website do Home Office, instituição estatal equivalente ao Ministério do Interior.
A correspondência revela que o acervo de aplicações da imigração tinha alcangado tais proporções que o governo ordenou aos funcionários para dar-lhes seguimento, mesmo que a documentação fosse incompleta ou suspeita.
Esta troca de mensagens foi deliberadamente escondida do público por motivos óbvios...
A ideia era aliviar a burocracia, evitando que a papelada se acumulasse - e, na dúvida, mais valia deixar entrar sem controlo do que ter o trabalho acrescido de analisar de perto cada caso de imigração. O risco desta conduta é óbvio, mas o primeiro dos responsáveis acima citados fez questão de dizer que se tratava de um risco que valia a pena correr.

Não admira pois que tantos terroristas, nomeadamente do Afeganistão talibã, tenham entrado tranquilamente na velha Albion...

ALTA AUTORIDADE RELIGIOSA MUÇULMANA LOUVA O EXEMPLO DO SOLDADO «AMERICANO» PALESTINIANO QUE COMETEU CHACINA EM FORT HOOD

Agradecimentos ao anónimo que aqui trouxe esta notícia:
Um imã radical norte-americano considerou segunda-feira um "herói" o militar de origem palestiniana na origem do tiroteio na base de Fort Hood, no Texas, que causou 13 mortos e 29 feridos quinta-feira.
Anwar al-Awlaki, que consta a lista dos militantes mais procurados no Iémen e teve contacto com dois dos piratas do ar do 11 de Setembro, fez este elogio ao major Nidal Malik Hasan, na sua página pessoal na Internet.
Anwar al-Awlaki, que foi líder espiritual em duas mesquitas frequentadas por três dos piratas do ar do 11 de Setembro, disse que os muçulmanos norte-americanos que condenaram o ataque na base militar do Texas são hipócritas que atraiçoaram a sua religião.
O imã disse que a única forma de um muçulmano justificar cumprir serviço militar nas Forças Armadas norte-americanas é se pretender "seguir as pisadas de homens como Nidal".
"Nidal Hassan é um herói. Ele é um homem consciencioso que não podia suportar viver com a contradicção de ser muçulmano e servir no exército que está em luta contra o seu próprio povo", escreveu al-Awlaki.
O major Nidal Malik Hasan, um psiquiatra do Exército, é acusado de matar 13 pessoas e ferir 29 outras num tiroteio quinta-feira. A família de Hasan frequentou o Centro Islâmico de Dar al Hijrah em Falls Church, Virgínia, onde al-Awlaki pregava em 2001.
Al-Awlaki é um cidadão norte-americano que deixou os Estados Unidos em 2002, e que terá viajado para o Iémen. Foi libertado de uma cadeia iemenita o ano passado e desde então está desaparecido. Figura na lista dos mais procurados no Iémen, revelaram fontes da segurança iemenita.
Segundo as fontes, que falaram a coberto do anonimato, al-Awlaki foi detido em 2006 com um pequeno grupo de alegados militantes da al-Qaida na capital Sanaa. Foram libertados um ano mais tarde depois de assinaram um documento prometendo não infringir a lei ou sair do país.
A 23 de Dezembro de 2008, al-Awlaki encorajou os muçulmanos no mundo inteiro a matarem os militares norte-americanos no Iraque. O imã norte-americano usou também a sua página na Internet para apoiar o grupo terrorista somali, al-Shabaab, segundo uma nota do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, a que a agência Associated Press teve acesso.

E, como se lê nesta página, sabe invocar a parte do Alcorão que lhe dá razão (4:136-137), à «luz» da doutrina muçulmana:
«Alá diz: "Dá notícias aos hipócritas de que há para eles um doloroso castigo - o dos que tomam como aliados os infiéis em vez dos crentes. Procuram-nos por honra (através do poder)? Em vez disso, a honra pertence apenas a Alá.»

Aguarda-se que venha a público um imã moderado dizer que isto é aldrabice, que o imã al-Awlaki não percebe corno do assunto ou então é bandido e qual a interpretação correcta da passagem do Alcorão acima referida...

A MAIOR PARTE DOS TURCOS NA ÁUSTRIA QUER A CHARIA OU LEI ISLÂMICA

Uma sondagem recente encomendada pelo ministro do Interior da Áustria indica que a maior parte dos imigrantes turcos considera que as leis religiosas muçulmanas são mais importantes do que as do Estado Austríaco - e querem até que se implemente a lei islâmica ou charia no país. Mais de metade dos alienígenas oriundos da Ásia Menor que se encontram estacionados em solo austríaco pretende a incorporação da lei muçulmana no sistema legal austríaco. Três quartos dos imigrantes turcos considera que a aderência aos preceitos religiosos está acima da democracia. Mais de metade dos mesmos concorda até com esta asserção: «Podemos ver, ao olhar para a criminalidade na Áustria, o resultado da democracia.»
Esta gente não se integra na sociedade que a acolhe, vê preferencialmente televisão turca e lê sobretudo jornais turcos - e todavia vota nas eleições austríacas, note-se... porque, de facto, cinquenta e oito por cento destes imigrantes turcos estão política e religiosamente motivados. Os jovens turcos são particularmente mais religiosos do que os seus pais, mesmo tendo a maioria deles crescido na Áustria. E assim vai nascendo uma sub-cultura, especialmente no seio da juventude, segundo diz o autor do estudo.
Ao mesmo tempo, mais de metade dos imigrantes turcos sente-se discriminada pela sociedade - já se sabe, o queixume do costume, sempre o mesmo em toda a parte em que os muçulmanos sejam minoria e não possam fazer o que lhes apetece... enquanto isso, constituem uma potencial, senão efectiva, quinta-coluna, exactamente como há uns séculos o filósofo inglês John Locke previa, na sua esplêndida «Carta Sobre a Tolerância», em que dá precisamente como exemplo de perigo interno a situação em que um soberano austríaco não possa confiar nos seus súbditos muçulmanos...
A maior parte dos imigrantes, no seu todo, diz adaptar-se bem à sociedade austríaca, aceitar os seus valores, e ser contra a entrada de mais imigrantes, porque não quer perder os seus empregos.

DEPUTADA ITALIANA CHAMA «PEDÓFILO» A MAOMÉ

Está em Itália acesa a polémica causada pelas declarações da feminista e deputada de extrema-direita Daniela Santanche, que foi militante do Aliança Nacional e agora dirige o La Destra («A Direita») e que, em debate televisivo com o muçulmano Ali Abu Schwaima, presidente do Centro Islâmico de Milão, chamou polígamo e pedófilo ao profeta Maomé: «Maomé foi um polígamo e um pedófilo porque teve nove mulheres, uma das quais tinha nove anos, isto é um facto histórico».
Esta afirmação enfureceu o seu interlocutor e os muçulmanos na audiência, convidados para tomar parte num debate sobre os crucifixos nas salas de aula italianas. Schwaima ainda tentou desviar o assunto: «Porque é que não falamos de coisas sérias, não sobre os seus nojentos comentários».
Santanche não desarmou, antes continuou: «Para nós, Maomé era um pedófilo.»
Schwaima respondeu: «Só mostra a ignorância de pessoas como você que não têm outros argumentos para usar.»

Como se este argumento não fosse já por si suficiente...

Schwaima afirmou que o crucifixo não devia ser retirado da sala de aula e aproveitou para se mostrar simpático para com a Cristandade: «para nós, Cristo foi um dos cinco principais profetas e respeitamo-lo, como ao crucifixo.»

Santanche não se deixou todavia abrandar e disparou: «nunca ouviremos Maomé, que era um polígamo e um pedófilo».

Talvez por respeito ou mais provavelmente por cagaço respeitoso, a apresentadora-moderadora do programa, Barbara D'Urso, demarcou-se posteriormente, a si e à sua equipa, das afirmações de Santanche, afirmando que dos «comentários ofensivos para o Islão». O que só dignificou ainda mais a coragem de Daniela Santanche, que de resto se limitou a dizer a verdade.

E, só por dizer a verdade, expôs, automaticamente, a face do mundo islâmico alegadamente moderado, que agora a critica e acusa de incitação ao ódio - porque mais uma vez fica à vista que esta gente não entende o verdadeiro significado da liberdade de expressão além de, como diz o site Islam in Europe, ter uma noção de oportunidade um pouco estranha, no mínimo: escandaliza-se publicamente por uma ocidental dizer verdades, mas não repudia publicamente os casamentos de idosos com raparigas menores que ocorrem no mundo islâmico. Afinal, o que os ofende tanto? Que se acuse o seu profeta de pedofilia... ou que os Ocidentais fiquem a saber que o profeta Maomé era pedófilo e que por causa disso a pedofilia existe e é legitimada no mundo islâmico? A generalidade das reacções dos atoalhados leva a pensar que a resposta correcta é a segunda... porque esta gente tem toda a pinta de estar a querer infiltrar-se sonsamente na Europa, com falinhas mansas, e não gosta que nenhum ocidental faça soar o alarme...

ANGOLANO TRAFICANTE DE DROGA TENTA ATROPELAR MILITARES QUE O MANDAM PARAR

Um indivíduo suspeito de tráfico de droga foi detido pela GNR cerca das 01h30 de ontem, em Quarteira, perto da av. 25 de Abril, depois de ter tentado atropelar os militares que o mandaram parar, no âmbito de uma fiscalização rodoviária.
Segundo o CM apurou junto de fonte do Comando da GNR na região, o automobilista, angolano, de 32 anos, que seguia com outro homem no carro, começou por desobedecer à ordem de paragem da GNR e pôs-se em fuga, a alta velocidade. Perseguido pelos guardas que tentara colher, lançou-se numa condução perigosa por diversas ruas da cidade.
Circulando em sentido proibido, acabaria por ser interceptado depois de o carro em que seguia ter embatido num passeio e rebentado um pneu. A viatura ainda andou alguns metros, mas acabou por se imobilizar. Nessa altura, tanto o condutor como o indivíduo que o acompanhava tentaram a fuga a pé, mas sem sucesso.
O angolano, que estava alcoolizado (com uma taxa de 1,42 g/l) e não tinha carta de condução, ainda ofereceu resistência mas foi imobilizado e algemado pelos militares, que procederam à sua detenção.
O indivíduo tinha em seu poder cocaína suficiente para 220 doses individuais, bem como haxixe para 41 doses. A droga foi-lhe apreendida juntamente com algumas peças em ouro, que se suspeita sejam provenientes do tráfico de estupefacientes. O segundo homem foi identificado pelos militares.
O detido, residente em Quarteira, é esta manhã presente ao Tribunal de Loulé, indiciado por tráfico de estupefacientes e condução perigosa, sem habilitação legal e sob o efeito do álcool.

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

PAGÃO ASSUMIDO VENCE ELEIÇÕES EM NOVA IORQUE

O político pagão, Dan Halloran, durante um ritual germânico

Pela primeira vez na história dos Estados Unidos da América, um político pagão, Dan Halloran, foi eleito e é agora membro do Conselho de Nova Iorque, a representar o décimo-nono distrito, o de Queens. A histórica vitória deu-se no dia três de Novembro, em que Halloran, conservador candidato pelo Partido Republicano, bateu o seu rival democrata, de raça amarela (coreano), por mil e trezentos votos.
Halloran, de origem irlandesa, atraiu grande polémica nos EUA devido às suas convicções religiosas. Isto porque lidera um grupo pagão germânico theodista, denominado New Normandy (bela página, diga-se de passagem) ou Nova Normandia, que presta culto aos Deuses germânicos.

No website da organização, descreve assim as suas crenças: «Acreditamos em, e honramos, os Deuses e Deusas do Norte, os espíritos da terra e as memórias dos nossos ancestrais», além de descrever o grupo como «uma organização cultural, religiosa e marcial; dedicada ao reviver das tradições dos povos Nórdicos da Europa Setentrional.» Mais afirmava, e afirma, que «é nossa esperança reconstruir a religião pré-cristã do ramo germânico dos povos indo-europeus, dentro de uma moldura cultural e um ambiente comunitário.» As Divindades que Halloran e o seu grupo adoram são Odin, Tyr e Freir, entre outras. Para ler mais sobre as suas crenças, clicar aqui.

Dizendo-se criado como católico e educado, na infância, em escolas jesuítas, Halloran serviu há pouco tempo como advogado do Projecto do Orgulho Pagão da Cidade de Nova Iorque.

Pelo que está escrito nesta página, o republicano pagão passou grande parte do seu processo eleitoral a defender as suas crenças, além de ser continuamente acusado de anti-semita (devido ao teor pagão europeu-nórdico da sua crença) e de racista, inclusivamente porque, segundo o que aqui se diz, dificilmente se encontra um só não branco no seu grupo político.

Um louvor à democracia e a Dan Halloran pela coragem com que revelou, antes das eleições, a sua religião, num país onde o Cristianismo exerce fortíssima influência.

ESMAGADORA MAIORIA DAS VIOLAÇÕES EM GRUPO COMETIDAS EM LONDRES NÃO SÃO COMETIDAS PELOS INDÍGENAS - MAS METADE DAS VÍTIMAS SÃO INDIGENAS

No Reino Unido, um relatório ordenado pela Autoridade da Polícia Metropolitana revelou que noventa e dois por cento (92% - XCII por cada C) de todas as violações cometidas por gangues em Londres são da autoria de não brancos. E cinquenta por cento das vítimas são brancas.
Em números rigorosos de 2008/9, oito por cento eram brancos, trinta e dois por cento eram negros, vinte e quatro por cento de variadas etnias. A composição racial dos restantes é desconhecida.
Um aspecto positivo apenas na evolução deste tipo de crime: a proporção de vítimas brancas diminuiu de sessenta e nove por cento em 1998/9 para, como se disse acima, cinquenta por cento...
Trata-se de um tipo de crime que muitas vezes não é comunicado às autoridades devido aos laços sociais que frequentemente existem entre vítimas e perpetradores.
Outras cidades com altos índices de violação em grupo são Lambeth, Croydon, Newham, Southwark, Westminster e Hackney.
Em suma, só se surpreende quem não souber o que são sociedades multirraciais com abundância de não europeus...

ESTRANGEIROS INDESEJÁVEIS EM SOLO DINAMARQUÊS SERÃO PAGOS PARA SE IREM EMBORA

Na Dinamarca, os imigrantes que não queiram ou não sejam capazes de se adaptar à sociedade dinamarquesa, receberão uma compensação para se irem embora.
A ideia é do Partido do Povo Dinamarquês (Dansk Folkeparti - DF), que parece ter conseguido, em negociações com o governo, do qual é aliado, um acordo segundo o qual os estrangeiros de comportamento anti-socials serão agraciados com dinheiro para se irem embora - cem mil coroas dinamarquesas é o preço que o País pagará a cada um deles para deles se ver livre. O DF conseguiu também uma redução da imigração.
Até agora, os refugiados e aqueles que chegam ao país por meio de esquemas de reunificação familiar, recebem 28.256 em apoio de repatriamento se se forem embora, quantia da qual onze mil são bónus. Este é usualmente pago um ano depois de o seu destinatário retornar a casa e do seu direito à residência na Dinamarca expirar.
A partir de agora, o novo acordo prevê um bónus de cem mil coroas se o imigrante retornar à sua terra e prescindir dos seus direitos de residência dinamarquesa.
O conceito de «estrangeiro anti-social» ainda não foi divulgado pelo governo e pelo DF, mas para já diz respeito aos que «não querem ou não podem integrar-se».
De acordo com Pia Kjærsgaard, a medida irá poupar ao Estado uma considerável soma em custos locais, que são administrados por conselhos locais e regionais: «A sociedade vai poupar imenso num grande número de problemas. Já sabemos que há problemas em casas de enfermagem e temos tido problemas em hospitais e custos de saúde», diz a senhora.
Assim, parte do acordo fará com que os conselhos locais tenham acesso a vinte milhões de coroas dinamarquesas para ajudar a motivar os estrangeiros a irem-se embora para o seu país. Entretanto, dez milhões de coroas serão dedicadas a comprar material para melhorar o controlo dos passaportes nas fronteiras.
Os partidos da oposição mostram-se chocados, dizendo que a medida irá transmitir aos estrangeiros a ideia de que a Dinamarca quer que eles se vão embora (olha que chatice...).

A constante referência à «integração» não deixa de ser incomodativa, dá ideia de que o DF quer integrar os imigrantes que se portarem bem, quando o desejável é na verdade não integrar imigrante algum, pois que a presença de sangue não indígena em veias europeias deve ser maximamente reduzida; é todavia duvidoso que seja essa a sua intenção, sabendo-se a fama que o DF tem - e, de um modo ou doutro, enquanto o pau vai e vem, folgam as costas, pelo que haver partidos a actuar para implementar medidas desta natureza é sempre mais positivo do que negativo: pelo menos, um país europeu vai eventualmente ter muito menos imigrantes, o que constitui uma lufada de ar fresco e uma forma de ganhar tempo para que os nacionalismos europeus se possam disseminar, e galvanizar, organizadamente, o maior número possível de Europeus pela salvaguarda da sua estirpe.

CONTRA A IMIGRAÇÃO - ACTIVA OU PASSIVAMENTE, O POVO RESISTE

Agradecimentos ao camarada que aqui trouxe esta notícia (texto da notícia a itálico, meus comentários a escrita normal):

Nas políticas de imigração, Portugal faz a diferença. Mas os portugueses continuam de pé atrás, apesar de já admitirem que os imigrantes são fundamentais.

Leia-se: a elite reinante, que controla o Poder, é toda pela imigração que é já iminvasão; mas o Povo autêntico, apesar de praticamente ouvir apenas a versão imigracionista dos factos, continua a resistir à iminvasão.

Desde a altura em que os pais de Nádia chegaram a Portugal, o número de imigrantes passou de menos de 50 mil para 420 mil. Eles passaram de, certo modo, a fazer parte da "normalidade". Mas Nádia desconfia que ainda não seja bem assim: "Quando temos amigos brancos, há pais que dizem logo que somos uma má influência. Como se fôssemos um vírus".

É nada mais que natural - conscientemente ou não, há na população nacional a consciência de que está a ser invadida por corpos estranhos ao organismo-nação.

As atitudes prevalecentes entre os portugueses não reflectem o investimento institucional que tem sido feito no acolhimento de imigrantes, admite ao PÚBLICO a investigadora Verónica Policarpo, uma das autoras de um estudo da Universidade Católica sobre as representações que a população nacional tem dos estrangeiros que residem por cá.

Poucas vezes se tem exposto na imprensa esta verdade, que ando a dizer há anos e anos: uma coisa é que a elite pretende impingir ao País; outra, bem diferente, a que o Povo realmente quer.

Esta dissonância ajudará a explicar o fosso que parece existir entre a experiência de Nádia e a distinção feita a Portugal no mês passado. Seja no que respeita às possibilidades de regularização dos imigrantes, como às condições de acesso destes aos cuidados de saúde e à assistência social, que é garantido também aos que se encontram em situação ilegal, foi considerado pelas Nações Unidas como o "mais generoso" em matéria de políticas de integração de imigrantes entre 42 países.
Falta agora avaliar a sua implementação, e esta, sim, poderá depender, em parte, do que vai na cabeça de muitos portugueses. O preconceito, sobretudo contra os africanos e os ilegais, figura entre os obstáculos já identificados ao cumprimento da lei no que respeita, por exemplo, ao acesso dos imigrantes aos cuidados de saúde (ver texto nestas páginas).

"Atitudes contraditórias"
Verónica Policarpo fala de "atitudes contraditórias". A percentagem de portugueses que considera os imigrantes "fundamentais para a vida económica do país" ultrapassou a daqueles que consideram o contrário; o mesmo se passou no que respeita aos que reconhecem que os imigrantes não recebem mais do Estado do que aquilo que dão.
Mas, em simultâneo, mais de metade dos portugueses mostrou-se seguro de que o número de imigrantes deve diminuir. Só seis por cento defendeu o contrário. Estes valores mostram que existe, de facto, uma "resistência à imigração", frisa.
"Há uma norma social que é cada vez mais forte e entra em cada vez mais contextos sociais que diz que é errado discriminar em função da cor da pele ou da origem das pessoas. Esta norma leva à inibição da manifestação aberta do preconceito, através de actos racistas, violência xenófoba, etc., mas não impede o seu desenvolvimento e manutenção", alerta o psicólogo social João António.
O que também se comprova nesta característica nacional evidenciada no estudo da UC. "Mais racistas" e "menos racistas" aproximam-se nas suas posições quando é dada a estes últimos "uma desculpa "politicamente correcta" para justificar a resistência aos imigrantes", revela Verónica Policarpo: "Aceita-se a presença de imigrantes mas só em determinadas condições, se tiverem trabalho, se não tiverem cometido nenhum tipo de crime, o que revela uma diferenciação em relação à posição assumida face aos nacionais".

Africanos mais prejudicados
Entre os que partem e os que entram - somos ainda mais um país de emigrantes (mais de um milhão) do que de imigrantes -, Portugal continua de certo modo refém do país fechado que foi. "Quando conhecemos, somos acolhedores. Antes é que há um problema. Somos um povo tímido, desconfiado, que reage de forma fechada ao que não conhece", descreve a alta comissária para a Imigração, que defende por isso a disseminação da mediação intercultural, a ser desenvolvida sobretudo por imigrantes ou seus descendentes, formados para o efeito: "É um método muito eficaz para a construção de pontes entre várias comunidades e culturas".
Nádia continua à espera. Há tempos, a professora de Inglês disse-lhes o mesmo que a avó branca de Obama lhe disse a ele: "Que não era por mal, que era a ideia que a sociedade fazia de nós. Confessou que ela própria não se sentia à vontade quando se cruzava com um grupo de negros".
Na verdade, os imigrantes africanos são aqueles que os portugueses vêem com piores olhos. "A cor da pele, mais do que a nacionalidade, é o verdadeiro passaporte para a discriminação", constata João António. Associações confirmadas pelo estudo da Universidade Católica: "Os brasileiros tendem a ser vistos como os mais simpáticos e os Europa de Leste como os mais competentes e rectos, ao passo que os africanos são tidos com os menos competentes e os menos rectos". Os africanos são também aqueles que os portugueses mais associam à violência. Neste xadrez, há um lugar para cada grupo. Os brasileiros aparecem associados à prostituição, os cidadãos de Leste ao crime organizado e os africanos, para lá da violência, ao tráfico de droga.
Também em Portugal existe uma associação maioritária entre imigração e o aumento da criminalidade. Rosário Farmhouse aponta o dedo aos media: "O modo como são feitas e transmitidas certas notícias potencia esta atitude", justifica a alta comissária: "A criminalidade não está de modo nenhum ligada à nacionalidade, mas sim às condições e às opções de vida das pessoas".
Lucinda Fonseca, investigadora na área da imigração e responsável pelo Centro de Estudos Geográficos da Faculdade de Letras de Lisboa, chama a atenção para outro risco: apesar dos progressos registados, os imigrantes continuam a correr "um risco muito maior de exclusão social e têm piores condições de vida" do que os nacionais. Continuam a ser empurrados para periferias isoladas e degradadas, que depressa se transformam em verdadeiros guetos. Milhares continuam a viver em barracas e, para muitos dos que foram realojados, a morada permanece um factor de exclusão, constata a investigadora, que aponta uma meta: "As políticas habitacionais têm de estar mais centradas nas pessoas e menos no cimento".


É mais que devido um louvor ao Povo Português o qual, apesar da contínua lavagem cerebral anti-racista, e do ambiente de intimidação criado pelas elites para que o «povinho» tenha medo de dizer que é «racista», apesar disto, dizia, continua a resistir à misturada racial e a preservar a sua identidade branca e europeia. É aliás sintomático que, conforme diz a notícia, o Povo prefira os imigrantes de leste aos africanos, mesmo falando estes a língua portuguesa (mal, mas enfim) - porque em primeiro lugar, antes da História e das colonizações, estão os laços de sangue que unem todos os Europeus.
Ainda é pois altura, caros camaradas, de disseminar a propaganda nacionalista - o Povo está ainda disposto a ouvir e a concordar, e ainda constitui maioria, não se sabe é por quanto tempo mais, até ser diluído ou sobrepujado na sua própria terra pelo iminvasor. O nacionalista que se deixar ficar de braços cruzados sem nada fazer, ou envolvido em quezílias internas por motivos menores, é pois um mentecapto criminoso que por mesquinhez falta ao dever para com a sua própria Estirpe.

SOBRE A QUEDA DO MURO DE BERLIM

Como é sabido, celebram-se hoje duas décadas da queda do chamado, e com razão, «muro da vergonha», que, em nome de ideologias materialistas, e sobretudo por obra de um totalitarismo universalista, dividia ao meio uma grei europeia e, ao fim ao cabo, toda a grei europeia, simbolicamente falando. A derrota de uma das facções ideológicas do conflito entre Capitalismo e Comunismo, mas sobretudo o brado contínuo do sangue contra a injustiça de uma separação forçada por factores alheios à natureza étnica dos Povos, fez com que soçobrasse, com mundial clangor, o muro que fracturava a nação teutónica. Derrubar os outros muros, que separam os Europeus uns dos outros, é tarefa de quem luta pela salvaguarda da verdadeira Europa - porque nada deve poder opôr-se à irmandade natural dos laços de sangue que unem uma família, uma nação, uma raça, em suma, uma estirpe.

REALIZADOR DE CINEMA FILMA CENAS DE DESTRUIÇÃO FICCIONAL DE MARCOS CRISTÃOS, MAS NÃO DO GRANDE MARCO MUÇULMANO

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: o realizador de cinema Roland Emmerich, que assina o recente filme «2012», obra de ficção científica que se centra na ideia da destruição do planeta de acordo com antigas profecias maias, confessou que filmou imagens de destruição ficcional de símbolos histórico-culturais cristãos, mas teve receio de fazer o mesmo com o mais sagrado símbolo material dos muçulmanos, a Caaba (espécie de cubo gigantesco de pedra negra que constitui o cerne do santuário muçulmano de Meca, objecto alegadamente enviado por Alá).
Emmerich explica porquê: «eu queria filma isso, tenho de o admitir. Mas o co-autor Harald disse que não queria ter uma fatwa sobre a cabeça por causa de um filme. E tinha razão. ... Temos todos... no mundo ocidental... de pensar sobre isto. Pode-se realmente... deixar... símbolos cristãos cair, mas se se fizer isso com um símbolo árabe, pode-se sofrer... uma fatwa, e isso mostra como é o estado do mundo actual. Portanto é simplesmente algo que eu não considerei como um elemento importante, de qualquer modo, no filme, portanto a modos que a deixei de fora.»

Note-se que a respeito da cena de «destruição» da estátua do Cristo-Rei, no Rio de Janeiro, Emmerich afirmou: «[Filmo-a] porque sou contra a religião organizada

Pois - lúcido e rebelde de todo, mas só um bocadinho, rebelde com juizinho e limitezinhos, balizado pelo chamado, antigamente, «respeitinho», aquele que afinal sempre é muito bonito...
Trata-se da domesticação do típico «artista irreverente», que acha fino e de bom gosto bater na Religião, mas que dobra a cerviz perante... alguma revelação espiritual, ou porventura algum respeito de cariz intelectual/cultural? nem pensar - dobra a cerviz perante a simples ameaça de violência. Qual espírito crítico, qual análise filosófico-cultural qual camandro, a bomba tem muito mais força do que isso tudo quando se está a lidar com boa parte da chamada elite intelectual ocidental...

O mais sintomático, neste caso em particular, é que Emmerich parece estar a lamentar-se por um apoio que não existe - a sua justificação parece um apelo a que alguém, algum governo, instituição, algo assim, possa garantir aos artistas a imunidade e segurança que deveriam ter numa sociedade livre e que afinal não têm. Que a actual situação ocidental conduza a situações destas, em que apelos desta ordem se fazem ouvir, só mostra a degradação moral a que chegou um mundo ocidental incapaz de usar a força contra a força, a intimidação contra a intimidação, para salvaguardar a liberdade de expressão, valor cardinal para o verdadeiro Ocidente. Porque a Liberdade vive-se pela pena, mas só se garante pela espada.

ANÚNCIO INDIANO LOUVA COR CLARA DA PELE

Agradecimentos ao anónimo que aqui trouxe esta notícia que o não é verdadeiramente: (ver vídeo)

Uma campanha publicitária da Unilever Hindustan, destinada a promover o creme facial White Beauty entre as mulheres indianas, insinua que ficar com a pele mais clara é o caminho mais rápido para ter sucesso no amor.
Os anúncios protagonizados por Priyanka Mahra, que foi Miss Mundo em 2000, mostram como uma indiana de pele mais escura consegue recuperar o ex-namorado (interpretado pelo actor de Bollywood Saif Ali Khan) das mãos de uma mulher mais clara (a modelo Neha Dhupia) depois de utilizar o creme White Beauty, que permite 'um brilho rosado'.
Este tipo de cosmético é muito utilizado em vários países asiáticos, reforçando a convicção de que traços próximos dos europeus são mais atraentes, embora a Unilever garanta que os anúncios 'não estabelecem uma relação entre a brancura e beleza'. Certo é que, além da campanha mostrada na Índia, existe outra versão destinada às mulheres do Extremo Oriente.


Ora isto é nada mais do que natural. Em todo o mundo branco, de praticamente todas as épocas, do extremo ocidente ibérico, da Irlanda também, até à Índia, passando evidentemente pela Hélada, matriz da estética da civilização ocidental, a alvura da cútis foi sempre um distinto sinal de beleza. Até fora do mundo branco, nomeadamente no Japão, a pele clara foi e é naturalmente estimada. Nada mais natural.

Sucede que no mundo ocidental gerou-se uma ideologia sócio-político-cultural anti-racista, no essencial derivada de uma mentalidade criada por influência de uma religião a um tempo militantemente universalista, por um lado, e, por outro, apologista da humildade e demonizadora do orgulho, daí que nesta altura da História do Ocidente, dizer-se que a pele branca é mais bonita, concepção natural no mundo tradicional, passa a ser considerado como racismo, isto é, como pecado máximo...
Ao mesmo tempo, é curioso que, de há relativamente poucos anos para cá, se tenha instituído entre os brancos de origem europeia - os mais vitimados, senão os único vitimados, pela doença que é o anti-racismo, como se sabe - a moda da pele voluntariamente escurecida por acção da luz solar, quando não de luz artificial que imita o efeito do Sol, a do solário, que causa tumores. Independentemente das explicações prosaicas e de sabor algo simplista que se queira dar ao fenómeno, e que de qualquer modo devem ter o seu peso - não há dúvida de que ter ar de quem vem de férias nas Caraíbas confere mais estatuto social do que parecer ter ficado enfiado num apartamento de uma cidade cinzenta durante um ano inteiro - não deve deixar-se de observar a coincidência da coisa: a popularização da pele bronzeada surge numa época de início da ofensiva ideológica anti-racista.

Domingo, Novembro 08, 2009

SUPERMERCADO BRITÂNICO PASSA A TER APENAS CARNE FRESCA PARA MUÇULMANOS

Mais um sinal do progresso da islamização na maior potência militar da Europa Ocidental: a gigantesca cadeia de supermercados britânica Asda fechou no seu estabelecimento de Isle of Dogs, Londres oriental, a sua secção de carne fresca não halal.

Para quem não sabe, carne halal é carne abatida segundo os preceitos muçulmanos. Os muçulmanos só podem comer carne desta. Vários estabelecimentos comerciais no mundo inteiro têm já uma secção de carne halal, para os seus clientes muçulmanos.
Ora a novidade nesta parte do mundo, a velha Albion, é deixar de haver carne fresca não halal num supermercado, ou seja, passar a haver apenas a carne abatida segundo os preceitos muçulmanos, assaz cruéis e já denunciados por organizações defensoras dos direitos dos animais.

Agora, no Asda de Isle of Dogs, quem quiser carne de porco ou fiambre fresco (carne que nunca pode ser halal, porque o Islão rejeita o consumo de carne suína), terá aí de se contentar com comida pré-embalada.
A Asda desculpa-se dizendo que está simplesmente a «responder à procura real» e até fez um acordo com um talho halal local para melhor se adaptar às exigências étnicas da área.
A verdade é que, segundo as estatísticas, a população de Isle of Dogs é cerca de oitenta por cento não originária do Bangladesh (logo, presumivelmente não muçulmana). Os trabalhadores da loja disseram que os clientes não muçulmanos estavam furiosos e não iriam consumir carne de animais degolados e deixados a sangrar até morrer (método de abate halal).

A classe política está preocupada com o caso porque pode «aumentar as tensões étnicas» e porque foi nesta localidade que o BNP ganhou o seu primeiro assento num conselho local (1993). Porque a politicagem dominante só se preocupa a sério é com o crescimento do poder nacionalista, é este que a assusta verdadeiramente, não o do invasor verde agachado perante Alá...
Porque aqui, como em Portugal, e em todo o mundo branco, só os Nacionalistas lutam verdadeiramente contra a globalização e pela salvaguarda da identidade e direitos dos indígenas brancos.

NACIONALISTAS SUÍÇOS QUEREM PÔR IMÃ EM TRIBUNAL

Na Suíça, o Partido do Povo Suíço (UDC) está na cidade de Friburg a verificar junto do Escritório dos Magistrados Examinadores a possibilidade de abrir uma investigação criminal devido às afirmações emitidas por um imã numa das mesquitas da referida urbe.
O imã, alta autoridade religiosa muçulmana, terá apelado a que «se castiguem os inimigos do Islão e se apoiem os irmãos que lutam na Tchetchénia, no Afeganistão, no Iraque e na Palestina
Na opinião do UDC, tais declarações estão sujeitas ao código penal suíço. Daniel Gander, líder do partido em Friburg, e a deputada Stéphane Peiry escreveram, ao orgão jurídico competente acima citado, que «tais incitamentos não são tolerados pela nossa lei e pelos valores que defendemos na Suíça
Enfim, mais uma alta autoridade religiosa muçulmana que não sabe que a sua é uma religião de paz... é preciso que os «opinion makers» politicamente correctos do Ocidente lhe ensinem como é de facto o Islão...

Sábado, Novembro 07, 2009

DZIADY 2009 - FESTA DOS ANCESTRAIS ALGURES NA POLÓNIA, NAÇÃO DO LESTE INDO-EUROPEU

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

PREVISÃO DA ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA COM BASE NA GUERRA DO VENTRE

MILITAR MUÇULMANO DO EXÉRCITO NORTE-AMERICANO FAZ CHACINA NA MAIOR BASE MILITAR DOS EUA

O Expresso noticia o caso da seguinte maneira:

Doze mortos e 31 feridos é o resultado de um tiroteio na base militar americana de Fort Hood, no Texas, disse ao Expresso o major general Bob Cone. Alegadamente, três indivíduos dispararam contra um grupo de militares que regressava de uma missão no Iraque. Um deles foi morto. Trata-se de um major do exército americano, Malik Nadal Hassan, 39 anos, muçulmano e oriundo do Estado da Virginia.
Major Jamie Posten, porta-voz do Exército, revelou ao Expresso que um dos atiradores foi detido, tendo sido montada uma operação de "caça ao homem, com o objectivo de capturar o segundo suspeito".
Fort Hood é maior instalação militar do mundo. Localiza-se a 80 quilómetros da capital texana, Austin.
"É um acto horroroso de violência", disse, há minutos, o Presidente Barack Obama, que fora informado do incidente pelo ministro da Defesa, Robert Gates. Obama garante que o FBI e oficiais de Departamento de "Homeland Security" estão no terreno a conduzir investigações.
Ao final da tarde, o Senado americano guardou um minuto de silêncio em memória das vítimas.



Agora, vejamos o que o Expresso não noticiou:
- o autor da matança é psiquiatra com licença para exercer, possuindo aliás um doutoramento em Psicologia e até estava disciplinado para exercer o proselitismo junto de pacientes e não só;
- o autor da matança gritou os muçulmanos têm o direito de fazer frente ao agressor durante o ataque;
- as autoridades estavam preocupadas com as mensagens que o muslo tinha colocado na Internet, a louvar o suicídio bombista, mas nada fizeram, como seria de esperar de uma cambada manietada pela politiquice correcta;
- o autor da matança, nascido nos EUA mas filho de palestinianos, era um muçulmano devoto e, ao mesmo tempo, não se considerava norte-americano, pois que no preenchimento de um formulário no Centro Comunitário Muçulmano de Silver Spring, Maryland, disse que a sua nacionalidade era palestiniana, o que surpreendeu o imã da sua mesquita, que sabia ter Nidal nascido nos EUA;
- às oito e meia da manhã nos EUA, o autor da matança encontrava-se vivo e em condição estável (desconheço se entretanto esticou de vez o pernil ou não);
- na manhã do ataque, o autor da matança deu livros do Alcorão a várias pessoas e doou a sua mobília
- o autor da matança participava num vasto projecto do Instituto de Política de Segurança Nacional destinado a aconselhar o presidente Obama sobre as relações com o mundo islâmico, o que significa que o sistema instituído o considerava como um... moderado...

É assim a imigração vinda do mundo muçulmano, são assim as fileiras da religião muçulmana, oferecem surpresas destas - e é assim a súcia politicamente correcta reinante, suicidariamente impotente para travar quintas-colunas desta natureza.

HITLER IMPEDIU A INVASÃO ESPANHOLA DE PORTUGAL

Há 70 anos que se suspeitava que a Espanha franquista projectara invadir Portugal. Primeiro, os falangistas vitoriosos desafiaram o caudilho a "fazer um passeio triunfal até Lisboa", em Março de 1939. Depois, com a II Guerra Mundial, Franco aproximou-se perigosamente de Hitler. Contudo, faltavam provas credíveis dessas intenções.
Graças ao investigador espanhol Manuel Ros Agudo, confirma-se que, em Dezembro de 1940, Portugal esteve a um passo de ser invadido.
O documento, dos arquivos da Fundação Francisco Franco, descoberto em 2005, "é precioso", comentou ao Expresso o historiador Fernando Rosas. "Prova que os espanhóis não só tinham um plano de invasão, como o tencionavam executar à margem dos alemães".
Datado de Dezembro de 1940, o "Plano de Campanha nº 1 (34)" - elaborado pelo Estado-Maior espanhol - foi, esta semana, apresentado por Ros Agudo numa conferência no Instituto de Defesa Nacional. Em 120 páginas, previa-se um ataque surpresa, levado a cabo por uma força de 250 mil homens, coordenado com uma ofensiva hispano-germânica sobre Gibraltar (operação Félix). A invasão de Portugal destinava-se a impedir que os britânicos reagissem, ocupando os portos do seu velho aliado.

Portugal opta pela neutralidade
Franco parecia não ter pejo em invadir um país que o apoiara logisticamente durante a Guerra Civil (1936-1939) e com quem celebrara um Pacto de Amizade e Não-Agressão, em 1939. Anos antes, na prestação de provas para o generalato, a sua tese fora um plano de invasão de Portugal. Desde Março de 1939 que Salazar enviara o embaixador Teotónio Pereira para junto de Franco, para contrariar a influência dos falangistas pró-ibéricos junto do ditador. Quando a guerra começa, Portugal opta pela neutralidade e a Espanha pela não-beligerância.
A 23 de Outubro de 1940, após a queda da França, Franco e Hitler encontraram-se em Hendaya. Em troca da entrada na guerra, Franco pedia Gibraltar, o Marrocos francês, parte da Argélia, a ampliação da Guiné espanhola e Fernando Pó, explicou ao Expresso Ros Agudo.
As pretensões imperiais de Franco colidiam com os domínios coloniais franceses. Hitler não quis hipotecar o colaboracionismo do marechal Pétain. "Hitler salvou a Espanha de entrar na guerra e, indirectamente, salvou Portugal de ser invadido".
Para o historiador, só meia dúzia de pessoas saberia do plano: "Franco e os seus mais directos colaboradores. Nem Hitler nem Mussolini sabiam", diz o autor de "A Grande Tentação: Os Planos de Franco para Invadir Portugal" (Casa das Letras, 2009).

O desejo constante da anexação
Este professor de História Contemporânea na Universidade CEU San Pablo de Madrid justifica o plano por "razões defensivas e não anexionistas, no contexto da II Guerra". Mas para Fernando Rosas, tal como o "perigo espanhol" é "uma ideia sempre presente no nosso imaginário", a anexação de Portugal é uma constante na cultura da elite espanhola, desejosa de "corrigir os lapsos que, nos séculos XIV e XVII, tinham permitido a independência de Portugal".
A Guerra Civil espanhola exacerbou estes sentimentos. Em Lisboa, o perigo espanhol foi "agitado por Salazar para dizer que o desígnio ibérico dos vermelhos era a maneira de o velho perigo espanhol, agora sob a bandeira do comunismo, engolir Portugal". Mas a propaganda anexionista da Falange também inquietava o ditador português, ao ponto de, no discurso de celebração da vitória franquista, na Assembleia Nacional, a 22 de Maio de 1939, se limitar a dizer: "Ganhámos. Eis tudo!"
Como recorda Ros Agudo no seu livro, um ano depois, os falangistas da Divisão Azul, enviada para a frente russa, cantavam: "Só esperamos a ordem / que nos dê o nosso General / para apagar a fronteira / de Espanha com Portugal".(...)


Valeu-nos, contra o imperialismo a um tempo tipicamente fascista e tipicamente castelhano, algum respeito pelo aliado (neste caso, francês, o marechal Pétain) da parte do ditador nacionalista austríaco.
Verdade seja dita, por outro lado, que houve também da parte dos aliados planos para invadir Portugal.

De qualquer modo, o que é certo é que Portugal está neste momento a sofrer a pior e mais sofisticada das invasões - uma iminvasão, que é a imigração em larga escala. E esta não vem de Espanha, mas sim de África... enquanto isso, na sombra ergue-se novamente, não o rival castelhano, mas o inimigo muçulmano.

O HUMANO DISCRIMINA RACIALMENTE DESDE QUE NASCE

Agradecimentos ao anónimo que aqui trouxe esta valiosa notícia, sobre um estudo já aqui referido no blogue, a confirmar uma teoria também já aqui referida mais de uma vez (texto da notícia a itálico, comentários a escrita normal):

Um estudo realizado pela Universidade do Texas revelou que as crianças brancas preferiam as fotografias de outros bebés da sua própria etnia.
Estudos revelados recentemente pela "Newsweek" alertam para o facto de até os bebés fazerem discriminação com base na cor da pele.


Alertam... os estudos alertam... alerta geral, que o racismo também existe nas crianças de tenra idade!!! Não há dúvida, o racismo é mesmo o pecado original, aquele com o qual todos nascemos, e pelo qual somos todos culpados face ao Amado Outro... porque do mesmo modo que na doutrina religiosa cristã somos todos culpados face ao Crucificado que morreu por causa dos nossos pecados, e é na rendição a esse Crucificado que somos redimidos, também na doutrina religiosa anti-racista somos todos culpados face ao negro que morreu por causa dos nossos pecados, e é na rendição a esse negro que somos redimidos, daí o endeusamento do mulato Obama...

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade do Texas, quando eram mostradas fotografias de rostos de diferentes etnias às crianças, estas mostravam as suas preferências de forma clara pelas pessoas que fazem parte da sua própria etnia, no caso, brancos.

Óbvio. É absolutamente evidente, lógico, natural, elementar, essencial, salutar, que cada indivíduo prefira os da sua estirpe, do seu grupo. É assim que se faz a Natureza, é assim que as identidades existem. Que isto possa causar estranheza a tanta gente sócio-culturalmente bem colocada só atesta o grau de degradação humana (inversão radical de um dos mais salutares instintos para poder voltar um determinado grupo humano contra si mesmo, até que este seja aniquilado - arma psicológica para destruir a raça branca) a que o universalismo militante levou o Ocidente.

O mesmo aconteceu em uma pesquisa da Universidade do Colorado com bebés desde os seis meses.
O Laboratório de Pesquisa Infantil da Universidade do Texas construiu uma base de dados com milhares de famílias de origem caucasiana na zona da cidade de Austin que se voluntariaram a participar no trabalho para avaliar a reacção das crianças.
O tema, contudo, não se revelou pacífico e, ao longo do processo, houve mesmo famílias que optaram por abandonar a pesquisa porque não queriam falar deste assunto com as suas crianças.


Claro - numa sociedade em que o racismo é o pecado máximo, tinha de haver uns quantos ovinos para os quais toda e qualquer preferência racial fosse assunto tabu.

A pesquisa abordou crianças entre os cinco e os sete anos, às quais eram mostradas fotografias de pessoas de várias etnias e com as quais se tentavam associar ideias como simpatia, honestidade, beleza, curiosidade e arrogância.
A coordenadora da pesquisa, Brigitte Vittrup, começou por considerar o estudo um fracasso ao perceber que os pais das crianças não pareciam fazer distinções baseadas nas diferenças étnicas.


Claro - já sabem o que é a sociedade actual proíbe...

Mas, quando as respostas de pais e filhos foram cruzadas com os diários que os pais tiveram de escrever ao longo do trabalho, a pesquisadora percebeu o que se passava.
A questão central é que os pais das crianças evitavam falar em racismo, como que o problema não existisse, afirmando apenas que "todas as pessoas são iguais".


Pois, já sabem mesmo o que é que a sociedade actual proíbe...

Mas, afinal, a pesquisadora percebeu que não era bem assim. Quando inquiridas sobre se os seus pais gostavam de pessoas negras, a resposta das crianças não deixava margem para dúvidas: "Não", responderam 14% dos participantes e 38% disseram que não sabiam.

Ou seja, os pais sabem o que é a sociedade actual proíbe, mas lá dentro de si mesmos ainda têm os seus «pecados racistas»...

A explicação da cientista para o comportamento infantil discriminatório é de que as crianças pretendem revelar gostos semelhantes aos das pessoas que demonstram gostar delas. E quando não têm certeza, improvisam pelo que pensam que será a opinião mais provável. É a chamada tendência para a procura pela identidade, baseada na aparência.

Estranho - então a maioria das crianças é «racista», mas não sabe se os pais são ou não «racistas», e isso quer dizer que quando estão a ser «racistas» estão a imitar os pais? Estão portanto a imitar um comportamento que desconhecem?...

Mais impressionante foi o estudo realizado pela Universidade do Colorado em que crianças de cerca de seis meses eram confrontadas com fotografias de rostos de diferentes etnias.
Este trabalho durou até que estas crianças chegassem aos três anos. Nesta altura, elas passaram a ver fotografias de outras crianças da mesma idade e, como sempre, de várias origens. Era então feita a pergunta: Com quem gostarias de brincar? As respostas foram claríssimas: 86% queriam interagir com crianças da sua própria etnia.


E porquê? Porque a lavagem cerebral anti-racista, ou aviltamento e inversão de um dos mais salutares instintos, não alcança, ainda, as mentes dos inocentes.

Quarta-feira, Novembro 04, 2009

UMA DATA DA MORTE DO MAIS GENUÍNO OCIDENTE - RAIZ DA ACTUAL DERROCADA OCIDENTAL

Hoje, dia 4 de Novembro, é o aniversário de uma das proibições do Paganismo mais duras da História Ocidental.
Efectivamente, na segunda metade do século V d.c., a vitalidade dos cultos pagãos era tal no seio da Romanidade que as autoridades cristãs viam-se obrigadas a promulgar lei atrás de lei destinada a intimidar e aniquilar de vez os resistentes gentios, isto é, os que permaneciam leais aos Deuses da sua herança étnica.
E uma destas leis mais violentas, senão a mais violenta, foi a do imperador cristão Marciano, que sucedeu a Teodósio II -no ano de 451, decretou que aqueles que continuassem a realizar rituais pagãos iriam ter as suas propriedades confiscadas e ser condenados à morte. Marciano proibiu também que se reabrissem os templos pagãos, ordenando que permanecessem fechados. Além disso, implementou também uma multa de cinquenta libras de ouro contra os juízes ou governadores, e aos seus oficiais subalternos, que não aplicassem esta lei.
Assim se traça a genealogia do fanatismo universalista e inimigo visceral das tradições étnicas no Ocidente...

Mas nem esta draconiana beatice conseguiu travar de vez o culto às antigas Deidades Ocidentais, tanto que, após Marciano, o imperador Leão I publicou em 472 uma nova lei que impunha penalizações severas aos proprietários de quaisquer terrenos que soubessem da prática de rituais pagãos nas suas propriedades. Se o proprietário fosse de alto nível social, era punido com a perda da sua categoria social e das suas propriedades. Se o proprietário fosse de baixo nível social, era fisicamente torturado e condenado posteriormente ao trabalho nas minas para o resto da sua vida.

Foram ainda emitidas mais duas leis contra o Paganismo. E, por volta de 456, chegou a haver rumores de conspiração aristocrática para colocar no poder o general pagão Marcelino, mas o golpe não foi avante.

Voltando a Marciano, sabe-se que morreu de doença no ano de 457, tendo possivelmente contraído uma gangrena durante uma longa peregrinação religiosa.
Apesar de seu reinado breve e de sua aversão a envolver-se com a parte ocidental do Império, Marciano é considerado um dos melhores dentre os primeiros imperadores bizantinos. A Igreja Ortodoxa considera-o e a sua mulher Pulquéria como santos, celebrados em 17 de Fevereiro.


Fonte: Wikipédia e Societas Romana.

IGREJA CATÓLICA QUER DAR CIDADANIA AOS IMIGRANTES EM ITÁLIA

Mais uma notícia a confirmar que a Igreja Católica está de pedra e cal ao lado da imigração e da iminvasão, em nome da fraternidade universal, tal como a sua filha bastarda, a Esquerda anti-racista: o «ministro da Migração» do Estado Papal, aliás, líder do Conselho Pontificial para a Ajuda Pastoral aos Migrantes e Itinerantes, declarou recentemente que os imigrantes a viver em Itália devem ter cidadania italiana. Diz ele, arcebispo, que «não vê motivos» para que os imigrantes que respeitam as leis italianas e contribuem para a sua riqueza não tenham direito à cidadania.
De acordo com a lei italiana actual, os estrangeiros têm de residir em Itália durante pelo menos dez anos antes de poderem candidatar-se à cidadania, enquanto o período de espera para os casados com italianos é de apenas dois anos. Os filhos de estrangeiros nascidos no país não são considerados cidadãos nacionais até à idade de três anos, embora uma proposta legal no parlamento queira atribuir cidadania automática a todos os que nascem em solo italiano.
Diz o vigário do Judeu Morto que «a humanidade deve ter sempre precedência sobre as outras preocupações. O desafio que todos nós enfrentamos numa sociedade globalizada na qual a imigração é uma questão-chave, é trazer uma profunda modificação de perspectiva, tomando uma clara decisão a favor dos seres humanos.» Afirma também que o trabalho da Igreja com pessoas «de diferentes nacionalistas, etnias e religiões ajuda a revelar a verdadeira face da Igreja».

Ou seja, a mesmíssima arenga da Esquerda anti-racista, porque, de facto, e sem margem para qualquer espécie de dúvida, esta é filha bastarda (porque rejeitada e frequentemente em conflito) da Igreja, no que à moral e mentalidade diz respeito: a desvalorização de tudo o que possa ser fronteiras e identidades étnicas/raciais em prol de um projecto mundialista que, fazendo tábua rasa das distâncias naturais entre as estirpes, pretende criar o «homem novo», o sem raça, o pária universal, a criatura em forma humana que nasce apátrida. É contra esta repugnante aberração que se ergue tudo o que é nobre - que se ergue o Nacionalismo.
De um lado da barricada, a Igreja e a Esquerda, também a maior parte da «Direita» anti-racista - do outro, contra todas estas doenças do espírito, está o Nacionalismo. A oposição é inegável, cada vez mais evidente, e visceralmente incontornável. Mais: a guerra sem quartel que os opõe é já declarada, aberta, formalmente assumida, politicamente expressa. Em Itália, a Igreja critica constantemente o governo pelas suas medidas anti-imigração; no Reino Unido, a Igreja de Inglaterra proíbe a presença nas suas fileiras sacerdotais de militantes do partido nacionalista (BNP).
É pois bom que a Igreja esteja a perder terreno em toda a parte da Europa - e os tais «valores europeus» que diz defender mais não são do que uma armadilha para nacionalistas ingénuos.

NACIONALISTAS MANIFESTAM-SE NO DIA NACIONAL DA RÚSSIA

Realizou-se em Moscovo uma vasta marcha nacionalista por ocasião do Dia Nacional da Rússia, celebrado a 4 de Novembro.
O líder Putin substituiu o anterior dia «nacional», o 7 de Novembro, que era na realidade a comemoração da revolução comunista de 1917, pelo 4 de Novembro, aludindo à batalha em que o príncipe Dmitry Pozharsky travou os invasores polacos e lituanos.
Manifesta-se o grupo Nashi, que é pela inclusão civilizacional de todos e mais alguns, independentemente da etnicidade; mas também o Movimento Contra a Imigração Ilegal, ou DPNI, bradando lemas como «Somos Russos, Deus está connosco» e «Glória à Rússia».

Realizar-se-ão cerca de quatrocentas manifestações em todo o país.

O IMPÉRIO CELTA

Recomendo vivamente a leitura e se possível aquisição da obra «O Império Celta O Primeiro Milénio da História Celta 1000 a.c. - 51 d.c.», do académico Peter Berresford Ellis, um dos mais famosos especialistas do tema. Editada em Portugal pela editora Zéfiro, constitui um trabalho sólido, compacto, pormenorizado mas sem excessiva densidade, preciso e rigoroso sem todavia deixar de oferecer dinâmica e agradável leitura.

A sua riqueza informativa merece ser destacada, e exemplificada, como a seguir se faz, retirando da obra algumas passagens que nos dizem particularmente respeito, aos Hispânicos.

Do capítulo 3, intitulado «Península Ibérica»:

Segundo a tradição celta, um guerreiro chamado Golamh de Espanha prestou serviço ao Rei da Cítia e casou com a sua filha. Golamh passou a ser conhecido pela forma latina do seu nome, Milesius, que em Irlandês assumia a forma de Míle Easpain ("O Soldado Espanhol"). Depois da morte da sua mulher Seang, o Rei da Cítia ficou temeroso de Milesius e congeminou uma conspiração para matá-lo. Ao saber da conspiração, Milesius fugiu para o Egipto com os seus filhos, Donn e Airioch Feabhruadh, e com os seus seguidores, apresentou-se ao serviço do Faraó Nectanebus. Foi bem-sucedido ao liderar uma batalha pelo Faraó contra os Etíopes. Existiram efectivamente dois faraós de nome Nectanebus que datavam de 380 - 363 a.c. e 360 - 343 a.c. - tarde demais para a data da colonização gaélico-céltica da Irlanda e cedo demais para associar a tradição com o conhecido serviço celta prestado no exército dos faraós egípcios. As tradições irlandesas dizem que Milesius casou com Scota, a filha do Faraó, e que dois filhos, Eber e Amergin, nasceram no Egipto. Um terceiro filho, Ir, nasceu na ilha de Irena, perto da Trácia, depois que Milesius e os seus seguidores deixaram o Egipto. Um quarto filho, Colpa, nasceu na ilha de Gotia. Milesius acabou por voltar para Espanha. Aqui tomou conhecimento da morte de Ith, dado como seu sobrinho, na Irlanda - morto por Mac Cécht, Mac Cuill e Mac Gréine, os três filhos de Ogma, o Deus irlandês da eloquência e da aprendizagem - e teria então decidido vingar-se, conquistando a Irlanda. Mas ele não chegou à Irlanda, embora a sua esposa Scota o tivesse feito. Ela foi morta lutando contra os Dé Danaan e foi enterrada em Kerry. Foram os filhos de Milesius que se encarregaram da conquista e se tornaram os ancestrais do povo gaélico da Irlanda. Embora a história seja classificada como mitológica, sabemos que frequentemente a mitologia é baseada em factos e o mito da origem da Irlanda tem suficientes correlações com factos históricos para que se torne um caso de fascinante especulação.
(...)
Torna-se claro que, durante as guerras pela independência contra o Império Romano, todos os líderes mencionados tinham nomes celtas - Rhetogenes, Caraunios, Caros, Ambon, Leukon, Megaravicos e Auaros. E embora alguns escritores definam os Lusitanos como uma tribo ibérica, o seu líder na guerra contra Roma, Viriathos (Viriato), tinha um nome celta. Então seriam os Lusitanos um povo celta ou teriam os Celtas conseguido estabelecer um domínio dinástico sobre os povos ibéricos? Gaius Plinius Secundus (Plínio, o Antigo), 23/4 - 79 d.c., atesta categoricamente que os Lusitanos eream Celtas e falavam Celta. Mas Henri Hubert supõe que algumas famílias celtas tinham sido aceites nas comunidades nativas, conquistando a supremacia, provavelmente assimilando a sua cultura, mas mantendo o uso dos nomes celtas. (...) pode ser aceite que, quando a Ibéria começou a ser conquistada, primeiro pelo Império Cartaginês e depois pelo Império Romano, os Celtas constituíam grande parte da população e detinham predominância política na península. (...)
Quando em 105 a.c. os Cimbri e os Teutões, havendo derrotado três exércitos romanos, atravessaram os Pirinéus para a Península Ibérica, foram os Celtiberos que os confrontaram e, após dois anos de batalha, os forçaram a recuar de volta pelos Pirinéus. Os Celtiberos não eram inteiramente subservientes à Pax Romana e várias pequenas insurreições tiveram lugar.
(...)

De caminho, há várias considerações sobre alguns dos maiores nomes das letras romanas... que eram autores de ascendência eventualmente céltica, como Virgílio, que escreveu a maior obra literária de Roma - a Eneida, que parece imbuída de uma certa celticidade - Tito Lívio, Trogo Pompeu, etc..

Em suma, um bom achado livresco, sólida base para o estudo e a investigação das raízes da Europa Ocidental.

PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS ITALIANA RESPONSABILIZA EUROPA PELO FUNDAMENTALISMO ISLAMISTA

Em Itália, o antigo fascista anti-racista Gianfranco Fini, presidente da câmara dos deputados italiana, declarou recentemente, no Congresso Confindustria, em Capri, que se a Europa continuar com a sua atitude de supremacia contra a religião muçulmana, irá alimentar o fundamentalismo.

Fini fala como se os Europeus pudessem ser responsabilizados pelo fanatismo islâmico - talvez porque pense que foi a atitude de supremacia europeia que levou Maomé a construir uma religião de guerra e conquista, e intolerância e destruição das outras culturas, isto mesmo quando os Europeus nem estavam sequer ao de leve metidos, como no caso da Índia, onde as forças do Islão cometeram massacres à escala dos milhões e destruíram, ou usurparam, milhares de templos hindus.

E é «isto» de Direita, note-se - atesta, com violenta nitidez, o quão vendida ao politicamente correcto está já uma parte significativa da elite «conservadora».

TRABALHADORES DE CENTRAL NUCLEAR DISCORDAM DE NEGAÇÃO DE VISITA AO PRESIDENTE DO BNP

Na central nuclear de Sellafield, Reino Unido, os trabalhadores estão furiosos por ter sido cancelada a visita do eurodeputado e líder do BNP Nick Griffin. Cancelada pelos patrões da central nuclear. O alegado motivo foi que a presença de Griffin e de mais nove conselheiros iria «distrair os trabalhadores». Ora a central foi muitas vezes visitada por políticos trabalhistas e nunca ninguém bloqueou as visitas com base em semelhante argumento... sucede simplesmente que nos últimos tempos o BNP alcançou dezanove por cento dos votos na região, o que significa que um em cada cinco habitantes locais vota no Nacionalismo. Já agora, os patrões em causa estão na sua maioria ligados à Areva, de França, aquela que recentemente foi aqui tema de notícia pelo facto de a sua presidente ter dito que dava empregos a tudo e todos menos a homens brancos.
Griffin, membro do comité do ambiente do Parlamento Europeu, planeava visitar o local para colher informação sobre o uso da energia nuclear na central e combater o lóbi do Parque Eólico.
A central de Sellafield argumentou também que havia uma questão de segurança, ao que um porta-voz do BNP retrucou: «Se a segurança de Sellafield não pode lidar com a visita de Griffin, então a central tem problemas de segurança muito sérios.»...

CLÍNICA NORTE-AMERICANA PEDE DESCULPA A MÉDICA MUÇULMANA POR LHE TER DITO QUE NÃO PODIA USAR O VÉU

Em Dallas, EUA, uma cadeia de vinte e duas clínicas suburbanas, CareNow, pediu desculpa a uma médica muçulmana por lhe ter dito que não podia trabalhar ali usando o véu islâmico.
De notar que a clínica tinha, desde há muito, uma política que proibia o uso de quaisquer coberturas de cabeça aos seus empregados durante o trabalho. A doutora muçulmana ficou escandalizada, exigiu um pedido de desculpas e exigiu que a clínica alterasse a sua política, de modo a passar a aceitar expressões exteriores de religiosidade, tais como o véu ou a barba.
O presidente da CareNow pediu muita desculpa, mas disse que não percebia qual era o problema da sua política. Prometeu por isso «clarificar a sua política» e prosseguir com o seu «treino de sensibilidade» (ou seja, sujeição a lavagem cerebral para ser mais receptivo ao alienígena). A CareNow já tinha alterado as suas regras no passado, para acomodar certas crenças religiosas. Isto porque o Acto dos Direitos Civis exige que as empresas façam o necessário para acomodar as crenças religiosas dos seus empregados...
É assim, a arrogância descarada de muito muçulmano - inclusivamente ao mais alto nível de instrução, note-se: aproveita-se das contínuas cedências politicamente correctas para ir esticando a corda e roncar de grosso, fazendo exigências em país que não o seu.

GRUPO ARMADO MUÇULMANO TENTA VINGAR-SE DE INDIANA HERÓICA

Em Caxemira, Índia, confirmou-se o que aqui se previa: a organização muçulmana Lashar-e-Taiba tentou vingar-se da jovem Rukhsana Kausar por esta ter resistido a um ataque islamista e, em legítima defesa, abatido um activista islâmico e posto outros cinco em fuga. Efectivamente, como se pode ler nesta página, militantes da Lashar-e-Taiba atacaram à bomba e a tiro a casa da rapariga. Afortunadamente, esta não se encontra no local, poisd que, juntamente com a sua família, está agora a viver em sítio mais seguro...
Rukhsana, que nunca antes tinha usado uma arma, recebeu louvores do presidente e do chefe da casa de ministros da região.

GRUPO DE EXTREMA-ESQUERDA SUECA A INCITAR AO ÓDIO E À VIOLÊNCIA CONTRA AS AUTORIDADES NACIONAIS

Na capital da Suécia, a polícia prendeu nove activistas de extrema-esquerda ligados à onda de motins que abalou o subúrbio meridional de Fittja, em Botkyrka, durante várias noites, que incluiu carros a arder e outros actos de vandalismo. Quando as forças da autoridade apareceram para restaurar a ordem, foram recebidas com uma barragem de pedras. Mas, no meio do caos que se vivia nessa zona, dominada por imigrantes, a polícia reconheceu uma mulher na casa dos vinte, procurada sob suspeita de incitar a um tumulto anterior. Como a polícia a seguisse, foi dar a um apartamento onde encontraram a senhora juntamente com mais oito indivíduos, todos ligados à Acção Anti-Fascista (AFA), organização violenta de extrema-esquerda. Aí, a polícia encontrou várias pedras, com as quais os activistas antifas tencionavam atacar as forças da ordem. Também houve militantes da AFA envolvidos nos motins do ano passado em Rosengård, bairro de Malmö, também esta uma zona pejada de imigrantes terceiro-mundistas.
A polícia considera pois que estes integrantes da AFA constituem uma espécie de «amotinados gerais», ou seja, «profissionais» do motim contra a autoridade sueca e pró-imigrante.
A população de Rosengård revoltou-se em Agosto contra a actividade da AFA, considerando-a responsável pelo sucedido. Outros políticos entram nessa culpabilização dos antifas... como se os muçulmanos, só por si, fossem imensamente pacíficos... encontra-se um bode expiatório numa franja marginal da sociedade e já está, assunto resolvido, olhos bem fechadinhos...
Que os antifas são visceralmente traidores ao Ocidente, não merece contestação - mas, sozinhos, não punham a ferro e fogo bairros e bairros de imigrantes muçulmanos e africanos.

MORADORES DA COSTA DA CAPARICA VIVEM NUM QUOTIDIANO DE MEDO

Almada, Setúbal, 04 Nov (Lusa) - Moradores e comerciantes da Costa da Caparica, em Almada, mostraram-se preocupados com aquilo que consideram ser um "clima de medo" devido "ao número crescente de assaltos" na zona e reclamam mais policiamento.
Exemplo disso é o que se passa com Maria Lopes, moradora na Costa da Caparica de 60 anos, passado a sua casa, perto da linha da costa, foi assaltada duas vezes, de madrugada" e "levaram 2 800 euros em material de desporto.
"Não me sinto segura aqui. Estou a ponderar vender esta casa. Sinto que há pouco policiamento. Há novas histórias de assaltos a casas e a estabelecimentos comerciais a toda a hora", afirmou à Lusa.
Para quem não sabe - a Costa da Caparica tem abundância de imigrantes brasileiros.

DECISÃO JURÍDICA EUROPEIA CONTRA A PRESENÇAS DE CRUCIFIXOS NAS ESCOLAS

Agradecimentos ao anónimo que aqui trouxe esta notícia:

A presença de crucifixos nas salas de aulas nega aos pais o direito de educarem os filhos de acordo com as suas crenças religiosas.
A decisão, conhecida ontem, terça-feira, é do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. O Vaticano já reagiu.
O tribunal de Estrasburgo pronunciou-se unanimemente sobre a queixa de uma cidadã italiana, Soile Lautsi, que pediu a retirada dos crucifixos das salas de aulas da escola pública onde os seus filhos, de 11 e 13 anos, estudavam.
O tribunal deu-lhe razão, considerando que "a exibição obrigatória do símbolo de uma determinada confissão em instalações utilizadas pelas autoridades públicas" restringe os direitos paternos de educarem os seus filhos "em conformidade com as suas convicções". O parecer conclui pela existência de violação do artigo n.º 2 do protocolo n.º1, que prevê o direito à instrução, e do artigo n.º 9, que estabelece a liberdade de pensamento, de consciência e de religião da Convenção Europeia dos Direitos Humanos.
Depois de anunciado o veredicto - sobre o qual o Governo de Itália, país fortemente influenciado pelo catolicismo, irá apresentar recurso - a ministra da Educação, Mariastella Gelmini, disse tratar-se de uma "decisão ideológica". A cruz "não significa adesão ao catolicismo; é um símbolo da nossa tradição", justificou.
A posição é partilhada pela maioria dos italianos, garantiu Franco Garelli, professor na Universidade de Turim e especialista em religiões. De acordo com o docente, em 2007, 77% dos italianos concordaram com a presença na sala de aula do símbolo, encarando-o como "sinal cultural". O Vaticano manifestou a sua surpresa, considerando "um erro e uma miopia" querer excluir da realidade educativa "um símbolo" fundamental da importância dos valores religiosos na história e cultura italiana", afirmou o porta-voz, o padre Federico Lombardi, à Rádio Vaticano.
A Conferência Episcopal Italiana (CEI) também manifestou a sua "amargura", denunciando "uma visão parcial e ideológica". Notando que as cruzes estão em toda parte, "nas ruas e nas praças", o bispo italiano Vincenzo Paglia, um dos líderes da CEI, afirmou: "Não acho que alguém tenha a pretensão de destruir as cruzes, porque elas representam a liberdade de religião."
Até a neta do ditador italiano Benito Mussolini se pronunciou sobre a decisão do tribunal. "Querem cancelar as nossas raízes cristãs. Estamos a criar uma Europa sem identidade e tradições", insurgiu-se Alessandra Mussolini.
Aparentemente, só os comunistas estão satisfeitos com a decisão do tribunal, sublinhando que ela "reafirma o valor de laicismo nas escolas e do Estado como uma garantia fundamental da igualdade de direitos".
Antes de seguir para o Tribunal Europeu, o assunto foi levado ao Tribunal Constitucional, a um tribunal administrativo e ao Conselho de Estado.
É evidentemente muito bom ver os crucifixos a desaparecerem das escolas - uma libertação mais do que puramente simbólica relativamente ao poder e ascendente de uma religião alienígena à Europa. Constitui até feliz e justiceira coincidência, a chamada justiça poética, que esta decisão europeia aconteça nas proximidades do dia em que o imperador romano Teodósio proibiu o Paganismo em todo o Império, para melhor poder impingir o Cristianismo a tudo e todos que estivessem sob o seu poder.
Isto sem prejuízo de que a justificação apresentada pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem não é nada convincente. Tem pinta de um argumento esquerdistamente afectado, de gente afectada e um tanto ou quanto caguinchas. Pois como é que a simples presença de um símbolo religioso alheio pode impedir os pais de educarem o filho no credo que lhes apetecer? Assim de repente, a coisa tem ar de ser motivada pela politiquice correcta daquela mais aviltante, a que manda esconder a sua própria identidade só para não «ofender» a identidade do amado «outro»...
Enfim, o Destino vai escrevendo certo por linhas tortas, como sói dizer-se.


IMIGRAÇÃO ALIMENTA CRIMINALIDADE AQUI MESMO AO LADO

Un total de 15.919 menores de 14 a 17 años fueron condenados en España en 2008, según datos publicados por el Instituto Nacional de Estadística (INE) en pleno debate público debido a la presunta agresión sexual sufrida por dos niñas en un autobús escolar de Madrid a manos de un grupo de menores.
Los resultados ofrecidos por el INE de los menores condenados en 2008 suponen un aumento del 16,8% respecto al año anterior.
Destaca el aumento de la proporción de menores extranjeros condenados en 2008, que alcanzó el 21,4% del total, ocho puntos más que en 2007 (13,3%).

CIFRAS TOTALES
El Instituto Nacional de Estadística (INE) también ha dado a conocer las cifras sobre delincuencia, que reflejan el aumento progresivo, año tras año, de delitos cometidos en nuestro país.
Las cifras hablan por sí solas: el número de delitos en España creció en torno al 17%, siendo el número de condenados por cada 1.000 habitantes alrededor de 4 de media, aunque Ceuta y Melilla la superan con creces, arrojando tasas de condenados de más del 23 y 10% respectivamente.
En torno al 30% de los que cometen delitos y son condenados por ello, son de nacionalidad extranjera y de estos, aproximadamente el 39% proceden del continente americano.
En cuanto a las penas impuestas, el 54 % fueron penas privativas de otros derechos, el 23,6 % fueron multas, el 22,1 % fueron penas privativas de libertad y el 0,3 % expulsiones del territorio nacional.
Cataluña fue la región española con más condenados extranjeros en el pasado año, con un 18%, seguida de Andalucía con un 15,3 %, siendo esta última, la que más condenados registra en toda España, con un 21,3% del total.
Ou seja, a elite reinante de Espanha, igual a todas as outras do Ocidente (a bastardia cosmopolita não tem pátria, literalmente falando) continua a promover a iminvasão do seu país, expulsando entretanto muito poucos dos criminosos estrangeiros.

Terça-feira, Novembro 03, 2009

TORRE DE HÉRCULES: "PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE"



Quer-se dizer, «património da humanidade» ponto e vírgula, que o monumento é dos Galegos e só dos Galegos... os que o não são nem têm com eles parentesco, podem quando muito admirá-lo...
O monumento é «da Humanidade» apenas e somente na medida em que esta é feita de diversidade: de raças, etnias, nações, numa palavra, de estirpes. A verdadeira humanidade tem pois várias raças, diversas fronteiras entre os homens, e se as não tiver, já está mutilada, não é pois Humanidade a sério.

De resto, a menos a categoria que lhe foi concedida serve para garantir a sua protecção contra a erosão e o desleixo bastardizante, espera-se...

SABOTAGEM TURCA CONTRA CONTROLO DA IMIGRAÇÃO ILEGAL DA UNIÃO EUROPEIA

A Turquia, que tem insistido em tornar-se membro da União Europeia, sendo nisso auxiliada pelo grosso da elite reinante do Ocidente, está a interferir activamente contra as patrulhas marítimas anti-imigração-ilegal da União Europeia.
O governo grego declarou na passada semana que a Turquia prejudicou intencionalmente acções de patrulha das fronteiras sul-europeias da UE - o primeiro-ministro grego, George Papandreou, afirmou explicitamente o seguinte, diante dos jornalistas aquando de uma reunião da UE em Bruxelas: «temos casos repetidos de interferência de radar turca com patrulhas aeronáuticas das fronteiras da UE no Mar Egeu. Esta prática cria sempre a impressão de que a Turquia está a tentar bloquear a nossa comum acção para combater a imigração ilegal».
No início de Outubro, Atenas fez saber que um avião sueco que voava sobre as ilhas gregas foi avisado repetidamente por forças turcas de que devia abandonar a área porque estava a violar espaço áereo da Turquia.

De notar que milhares e milhares de imigrantes e falsos refugiados políticos do terceiro-mundo chegam à Grécia todos os anos por meio da costa turca.

A Grécia acusa por isso a Turquia de recusar honrar o protocolo de readmissão de migrantes assinado há uma década. É aliás uma acusação frequente - o tema da imigração ilegal tem nos últimos anos sido fonte de tensões entre a UE e a Turquia. A UE afirma que o governo de Erdogan não está a fazer o suficiente para travar a imigração ilegal oriunda do leste, e que por conseguinte a Turquia falta à sua promessa de repatriar os imigrantes ilegais que da Turquia «saltam» para território da UE. O país asiático responde que a UE não paga o suficiente para ajudar a deportar os imigrantes ilegais, queixando-se de que recebe apenas setenta euros por cada imigrante ilegal, em contraste com a Grécia, que recebe mil.

Quer isto dizer que a UE está a gastar vastos milhões de euros só para lidar com a imigração ilegal - e mesmo ao lado tem um vizinho asiático que, não sendo europeu, quer por força obrigar os Europeus a aceitá-lo como tal. Este alargar forçado das fronteiras europeias parece ser uma atitude típica do turcalhame, pois que também no campo da imigração trabalha, pelos vistos, para que a Europas seja ainda mais iminvadida do que já está. É pois pela Turquia que entram milhares de muçulmanos na Europa - e a Turquia parece apostada em facilitar essa iminvasão islâmica.
Apesar disso, e de tudo o resto, continua a haver na Europa uma classe sócio-político-merdiática que defende o ingresso da Turquia na UE, fazendo tábua rasa de todos os evidentes obstáculos morais, étnicos e civilizacionais a que tal processo se realize e apresentando para o mesmo justificações normalmente baseados na tibieza e na pura e simples aldrabice.

DEPUTADO DA CÂMARA DOS LORDES DIZ QUE SE A IMINVASÃO MUSLA NÃO FOR TRAVADA AGORA, O PAÍS ESTARÁ PERDIDO

Segundo aqui se pode ler (link com vídeo), o membro da Câmara dos Lordes do Reino Unido Lorde Pearson, membro do UKIP (Partido da Independência do Reino Unido, espécie de partido minho-timorense lá do sítio, mas a piscar o olho ao eleitorado «racista» quando percebe que a coisa se inclina para aí...), declarou que o país está a cair sob o poder islâmico e que agora é talvez o último momento histórico para travar esse processo: «os muçulmanos estão-se a reproduzir dez vezes mais depressa do que nós. Não sei quando atingirão um número tal que não mais possamos resistir às suas exigências. Talvez dentro de dez ou vinte anos. Se não fizermos no próximo ano ou nos próximos dois, então já perdemos.»
A respeito do Islão propriamente dito, declarou: «temos de garantir que as pessoas percebem a ameaça que enfrentamos quando se trata do Islão violento.»
De notar que o UKIP tem sido oponente declarado do BNP, acusando-o de «racista». Mas ou a popularidade crescente do BNP, ou a gravidade da situaç.ão, leva um dos seus mais destacados integrantes a dar o alarme «proibido», odiado e perseguido pela elite reinante sempre que possível. Porque, pela primeira vez na História conhecida, uma elite reinante demoniza e lança o anátema contra quem lança o alarme pela defesa da Nação. É bizarramente doentio, surrealista até, mas existe.

DADOS SOBRE O CRIME DE VIOLAÇÃO ENTRE RAÇAS NOS EUA

De acordo com dados desta fonte, que o respeitado e esquerdalhíssimo sem vergonha Wall Street Journal (um dos mais famosos e poderosos jornais norte-americanos) tenta amenizar e enevoar por meio de desvio de atenções, registou-se que, em 2005, dos 111.490 crimes sexuais que vitimaram brancos em todo o país, pelo menos 33,6% foram cometidos por negros - isto sabendo-se que nos EUA a proporção de negros é de um para cada cinco brancos. Ou seja, sendo um quinto da população, cometem um terço das violações de mulheres brancas. Sintomático.

Mais: os brancos cometem apenas 44,5% das violações de mulheres brancas, isto mesmo sendo os brancos ainda maioria nos EUA. Claro que o jornal faz questão de dizer que isto significa que os brancos violam mais brancas do que os negros... esquecendo-se, convenientemente, do detalhezito das proporções populacionais...
Ou seja: os brancos constituem a maioria da população dos EUA, mas mesmo assim a maioria das violações de brancas são cometidas por não brancos.

Quanto a violações de negras cometidas por brancos, são praticamente inexistentes (pois quem é que quer tocar numa negra?).

Ainda mais: os negros cometeram 371.785 crimes de violência contra outros negros. E cometeram 550.627 crimes de violência contra brancos...

UM PEDAÇO DE ÁFRICA-ÁSIA NA EUROPA - UMA DAS PRINCIPAIS RUAS DE LONDRES

Em seguida podereis ver, num vídeo feito por um militante galês do BNP, o resultado da política do multiculturalismo imigracionista mesmo no centro da principal potência militar da Europa Ocidental - algo que de europeu só tem a arquitectura. Dir-se-ia tratar-se de um cenário de ficção científica, em que de um momento para o outro toda uma população é substituída por outra, ou passa-se num portal dimensional para uma Terra alternativa... no fim há a consolação de ouvir falar uma bela língua europeia, o Galês, porque o autor, virtualmente o único branco na área, não quer correr risco de agressão por parte dos circundantes que oiçam o seu discurso (quase ninguém percebe Galês, mesmo no país de Gales há quem não o entenda):

ISLAMIZAÇÃO DO TERRITÓRIO EUROPEU - PONTO DA SITUAÇÃO

Quantidades e proporções populacionais de muçulmanos e mesquitas feitas e por fazer em vários países europeus:

(Clicar para aumentar.)


De notar que a França é neste momento um dos países mais islamizados, o que atesta, mais uma vez, a falência completa do modelo francês de multiculturalismo - o da fusão cultural e alegada imposição de uma cultura única a todos - no que respeita à defesa da identidade nacional.

A partir desta página, pode-se aceder a um estudo em profundidade sobre os conflitos causados por mesquitas na Europa.

INDÍGENA EUROPEU CONDENADO POR VIRAR COSTAS A ALIENÍGENA

Na cidade holandesa de Utrecht, um sexagenário foi sentenciado a quarenta horas de trabalho comunitário e duas semanas de pena suspensa pelo crime de ter usado a sua liberdade de expressão, na sua própria terra, para ofender uma religião alienígena.

E como cometeu tão hediondo acto?

Em Fevereiro deste ano, voltou as costas a uma muçulmana que alegadamente o queria auxiliar quando ele entrou na farmácia para adquirir medicamentos. Diz o idoso que era revoltante olhar para «eles» (os muçulmanos). O tribunal considerou que há aqui «ofensa a um grupo baseado na religião».
Além disso, o réu tinha enviado uma carta a um conselheiro municipal de Amersfoort dizendo «Depois da guerra civil, serás especialmente enforcado», que o advogado de defesa diz não passar de um aviso.
Em Março do ano passado, o criminoso de avançada idade tinha escrito cartas a vários membros da Igreja Protestante Holandesa, chamando-lhes «colaboradores e traidores».


Uma horripilante violação dos direitos humanos, recusar-se a ver, na sua própria terra, um alienígena de aspecto desagradável... porque a Inquisição Anti-racista determina que em parte alguma da Europa pode o branco, na sua própria terra, viver sem ter de gramar o semblante de alógenos. Institui-se pois o totalitarismo anti-racista a níveis cada vez mais íntimos, para sufocar de vez a mais elementar liberdade humana. O Europeu começa a deixar de ser punido apenas por actos de racismo activo, passa também a ser punido por actos de «racismo» passivo, ou seja, por no último reduto da sua vivência pública recusar a Ordem Anti-racista. Nem a mais elementar resistência passiva será autorizada pelos esbirros da Inquisição Anti-Racista.
Por isso mesmo, nada deverá ser perdoado as estes lacaios do anti-racismo se/quando um dia se sentarem no banco dos réus em tribunal popular.

BRANCOS RESISTEM COM SUCESSO A ASSASSINOS NEGROS

Às vezes, as boas notícias (link com vídeo) simplesmente acontecem:

Em Rowan, EUA, uma gangue de negros assaltou a residência de uma família branca em 27 de Outubro. Ameaçando-a com arma de fogo, roubou dinheiro, pistolas, um telemóvel e chaves. Retornou ao local do crime no dia trinta para assassinar os donos da casa, os Deadmon, porque sabia que estes os podiam identificar. E até tinha prometido a matança: Sherry Deadmon testemunha: «disseram ao meu marido que iriam voltar para matar».
O filho do casal Deadmon, John Deadmon de vinte anos, entrou em confronto com os agressores e por pouco não foi atingido a tiro. Foi arrastado para a garagem da família por um dos assaltantes, mas conseguiu alcançar a pistola-metralhadora da família e ferir um dos seu oponentes, que ficou em risco de vida.
Um dos outros assaltantes, igualmente alvejado, fugiu para o carro com uma mulher (negra), mas mais tarde acabaram por ser ambos capturados.
Sim, a Resistência é possível.

A RODA

Uma notícia de há uns anitos mas que deve registar-se e divulgar-se: em Abril de 2002, descobriu-se na Eslovénia a mais antiga roda do mundo, numa escavação arqueológica em Ljubljana. Trata-se de uma roda de madeira, que os peritos austríacos datam de cinco mil e cem anos a cinco mil trezentos e cinquenta anos a.c.. É portanto mais antiga do que os exemplares encontrados na Suíça e no sul da Alemanha, que eram até ao momento as mais antigas. Foi encontramente juntamente com um eixo, nas ruínas de um estabelecimento. Feita de freixo e de carvalho, a roda tem um raio de setenta centímetros e cinco cm de grossura. Tecnologicamente, é surpreendentemente avançada, composta de dois painéis de freixo da mesma árvore e pensada para ter pertencido a um carro de eixo único. O eixo mede cento e vinte centímetros e é de carvalho.

Isto significa que afinal a roda foi inventada na Europa antes de aparecer na Mesopotâmia, que tem sido considerada como o berço da civilização.

A MAIORIA DOS CATALÃES QUER SER LIVRE

Mais um testemunho de que o Nacionalismo é a mais natural tendência do Povo:

El 53% de los catalanes consultados se muestra a favor de la convocatoria de referéndums y un 39% se posiciona en contra. La tendencia, marcada por Arenys de Mar, es validada por el derecho de la ciudadanía a manifestarse en las urnas aunque no es traducible en una posición favorable a la secesión.
(...)
Los sentimientos de identidad también se reflejan en el sondeo: “un 85% de quienes sólo se sienten catalanes y un 77% de aquellos que se sienten más catalanes que españoles respaldan la celebración de referéndums. En cambio, la mitad de quienes se sienten tan catalanes como españoles y en torno al 60% de aquellos que se consideran más o sólo españoles rechazan la realización de las consultas”, según destacan en La Vanguardia.


Para ler mais, clicar aqui.

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

PROCISSÕES DE DEFUNTOS...

E porque o dia dois do corrente é Dia dos Mortos, aqui vai um tesouro da mais profunda e eventualmente arcaizante tradição popular portuguesa:


Procissão dos defuntos

Em Ponte de Lima, há «procissão de defuntos». Nestas procissões vai sempre «um vivo», que é a pessoa que primeiro tem de ser sentenciada à morte. O espectador da procissão tem de voltar-lhe as costas, quando ela passar diante dele.
Uma rapariga que tinha de ir regar um campo muito cedo, passou por diante da Igreja e vendo que se estava à missa, deu parabéns à sua fortuna e entrou, indo ajoelhar entre as outras mulheres. Estas começaram a olhar umas para as outras e a rosnar «aqui cheira a fôlego vivo»! Uma das mulheres levantou-se, aproximou-se da rapariga e disse-lhe: «O que te valeu foi vires ajoelhar na campa de tua madrinha, que sou eu. Vai-te e não olhes para trás!» A rapariga saiu, mas não resistiu à curiosidade e olhou para trás. Viu muitas fogueiras a arder. Eram as almas das pessoas, porque se não tinham dito missas (Guimarães)
Uma mulher indo de noite para certo sítio encontrou uma procissão de defuntos que vinha na sua direcção. Escondeu-se logo na croca (oco) de um carvalho. A procissão passou por diante dela e a mulher viu no préstito um filho seu que morrera anjinho, e que ia «com a tocha apagada». E o filho passando por diante da mãe, disse: «Arreda-te, carvalho croquento, que por causa das tuas lágrimas é que eu vou com a luz apagada.» (Louredo).
As almas dos mortos andam pela rua à meia-noite em procissão com luzes acesas. Se alguém por desgraça vai ter com aquela procissão e lhe pede lume, morre infalivelmente. (Lavadores - São Cristóvão de Mafamude).
O abade de Mondanedo de Lugo estava uma vez sentado à beira de uma igreja e viu vir uma procissão de defuntos, todos vestidos de branco, com um esquife diante de si e alumiando com os ossos acesos (sic). (Lugo - Galiza).
Uma pessoa antes de morrer já se vê sete anos antes na «procissão dos defuntos». A procissão dos defuntos faz-se todos os dias às trindades; ninguém a vê senão as pessoas que têm uma palavra de menos no baptismo (sic). E estas são as que sabem as pessoas que hão-de morrer, porque as vêem na procissão. Por isso se diz, quando uma pessoa anda doente: «ah! Fulana (a tal que tem de menos a palavra no baptismo [?]) já há muito tempo que a vi na procissão dos defuntos. (Valença).
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O Sr. Leite de Vasconcelos no seu recente e interessante livro nada nos diz sobre tal assunto (vide Tradições Populares de Portugal, pág. 301-3) e o Sr. Adolfo Coelho apenas muito vagamente se refere às procissões de defuntos, não mencionando lenda alguma a tal respeito (vide Revista de Etnologia e de Glotologia, fasc. IV, pág. 163). Para estas procissões, veja-se Afaniev: ob. cit., III, 244 e seg.; e sobretudo Grimm: Deutsche Mythologie, II, 765 e seg.. A «procissão dos defuntos» é uma variante da lenda do Wütendes Heer, o Feralis Exercitus de Tácito, a Arma Coelestia de Plínio. É esta a variante cuja acção se passa na Terra; enquanto noutras versões é no céu ou nas nuvens que tem lugar. Desta segunda variedade importantíssima temos também uma lenda portuguesa moderna e várias superstições que a ela se referem. A superstição é antiga na Península, onde o Wütendes Heer tinha o nome de Exercitum Antiquum (Exército Antigo). Cf. Grimm: Deutsche Mythologie, II, 785. Cf. ainda Afanasiev: ob. cit., I, 725.


In Contribuições Para Uma Mitologia Popular Portuguesa e Outros Escritos Etnográficos, de Consiglieri Pedroso, págs. 281-3, Publicações Dom Quixote.

Segundo este site, o equivalente galego da Procissão de Defuntos é a Santa Compaña. Para ler mais, ir a esta página.

MINISTRO DA IMIGRAÇÃO ISRAELITA ZELA PELA IDENTIDADE JUDAICA E QUER EXPULSAR IMIGRANTES ILEGAIS

No Estado do Magen David, o ministro da Imigração, Eli Yishai, declarou querer deportar todos os imigrantes ilegais porque a presença dos mesmos em terra israelita «prejudica a identidade judaica do país, constitui uma ameaça demográfica e aumenta o perigo da assimilação

Nem mais nem menos, preto no branco, sem apelo nem agravo - Nacionalismo étnico em estado puro. E por «assimilação» entenda-se «miscigenação» e mistura que dilui os Povos, que os nacionalistas judeus rejeitam ferozmente, tal como os nacionalistas europeus.

Fez o ministro esta declaração ao falar perante os média israelitas a respeito da sua recusa em conceder a crianças filhas de imigrantes ilegais a isenção da deportação - o judeu é intransigente e não brinca em serviço, não se deixa por isso chantagear emocionalmente por quem quer usar as crianças como escudo humano para cobrir a infiltração de alienígenas no país e sustenta a sua decisão de expulsar de Israel todos os ilegais e suas famílias. O porta-voz do ministro diz o mesmo que eu agora disse: «o ministro Yishai não está pronto para dar residência permanente a estas crianças. Os seus pais, que aqui estão ilegalmente, estão a usar as suas crianças para branquear a sua presença. Permitir a residência a este grupo iria criar um perigoso precedente que poderia eventualmente alterar o carácter judaico de Israel. Não somos um abrigo, ponto. Não devemos prejudicar o nosso carácter de Estado Judaico simplesmente por causa da clemência. Permitir a presença destas crianças em Israel é conduzir ao dano da identidade judaica do Estado, constitui uma ameaça demográfica e aumenta o perigo de assimilação.» Yishai acrescentou posteriormente: «Não somos um Estado de asilo».

Israel tem neste momento duzentos e vinte e dois mil trabalhadores estrangeiros, cento e sete mil dos quais excederam já a sua permissão de permanência. Estes alienígenas ilegais são originários de países vários, entre os quais o Gana e as Filipinas. Muitas ruas da capital, Telavive, transformaram-se já numa série de lojas, restaurantes, cafés de Internet e bares de karaoke africanos e asiáticos.
Israel emite por ano trinta mil vistos de trabalho para estrangeiros, mas muitos destes permanecem depois do fim da data do visto. O Estado criou por isso uma nova unidade para lidar com o problema.

Não é por acaso que a Esquerda internacional vai cada vez mais virando baterias contra o Estado Judaico... ainda assim, menos do que contra a Europa - pois se algum ministro de um país europeu, ou de ascendência europeia, anunciasse publicamente uma adamantina decisão de travar a imigração em nome da Identidade Nacional, toda a imprensa «livre» dominante alertaria contra tão «hedionda» declaração «racista».

UM LUSTRO DO ASSASSÍNIO DE UM MÁRTIR DA LIBERDADE EUROPEIA