quarta-feira, Julho 30, 2014

APRESENTAÇÃO DO SUPREMO CONSELHO DOS GENTIOS HELENOS NO CONGRESSO EUROPEU DE RELIGIÕES ÉTNICAS




ORGANIZAÇÃO NORUEGUESA DE DIREITOS HUMANOS DIZ QUE É PRECISO TRAVAR A IMIGRAÇÃO...

Fonte: 
http://whitegenocideproject.com/norway-human-rights-group-wants-to-stop-immigration/
https://translate.google.com/translate?depth=1&hl=en&rurl=translate.google.com&sl=no&tl=en&u=http://www.aftenposten.no/meninger/kronikker/Innvandringsstopp-er-det-beste-for-Oslo-7623232.html#.U9Yvv0D4KP0
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Na Noruega, um grupo de alegados defensores dos direitos humanos, a Human Rights Service, publicou no seu site um artigo, pela mão da dirigente do grupo, Rita Karlsen, a dizer, no essencial, que é preciso estancar a imigração porque o povo autóctone está cada vez mais farto de imigrantes...
Repare-se no que afirma: «Oslo continua o crescimento a uma velocidade recorde, um crescimento derivado dos imigrantes e em que mais e mais áreas e escolas de Oslo têm uma maioria populacional de origem imigrante, especialmente de origem não ocidental. Parece que há uma tendência desagradável mas todavia real para que quanto mais gente de origem não ocidental houver num determinado distrito maior a emigração de noruegueses. E enquanto a população de origem norueguesa decresce muito rapidamente, a população de origem não ocidental aumenta na mesma proporção.
É um facto conhecido que os imigrantes em Oslo se distribuem desigualmente nos bairros e o mesmo se verifica nos distritos (...). Argumentamos portanto que a segregação aumenta em Oslo, em contraste com o que diz a Estatísticas Noruega, que diz que diminuiu durante a década de 2000.»
A senhora observa a seguir que as pessoas tiram as crianças das escolas com muita diversidade, alegando que esse procedimento deriva sobretudo de «xenofobia», da chamada «fuga branca», baseada em suspeitas e suposições. Mas leva em conta o facto de que há gente com má experiência da presença imigrante. Estudantes, e estudos, têm relatado que há jovens noruegueses que são vítimas das prioridades da elite na orientação das escolas e que por exemplo pintam o cabelo de preto para parecerem menos noruegueses de maneira a escaparem à hostilidade por parte dos imigrantes. Mais concreta e comprovadamente, é um facto que os pais das crianças norueguesas protestam sempre que os engenheiros sociais tentam distribuir as crianças norueguesas pelas salas de aulas de diferentes maneiras mas tendo sempre por móbil a convivência entre autóctones e filhos de imigrantes. A verdade é que as engenharias sociais não estão a ser elaboradas com um intuito real de alcançar um bem comum mas sim de forçar a integração.
A Human Rights Service conclui que a política de imigração actual pode fazer com que o governo deixe de ter o apoio da população. A organização diz por isso que «a imigração em Oslo não é sustentável, e se o "melhor Oslo" é um objectivo, então a cidade deve legitimamente travar temporariamente a imigração.»

Gente esperta, esta. Começa a aprender que as moscas não se caçam a tiro e que é preciso avançar devagarinho no projecto multiculturalista, porque o povo não vai na fita e portanto convém que não se dê demasiado nas vistas quando se está a encher o país de não brancos...

Mais uma vez se constata como o pessoal anti-racista profissional se apercebe de que a população autóctone, a autêntica população europeia, é «racista» e «xenófoba». Pura e simplesmente porque esta é a verdadeira, e já agora, neste ponto, muito salutar natureza humana, e muito salutar porque garantia da existência das identidades.



MAIOR PARTIDO DA OPOSIÇÃO DINAMARQUESA QUER DIFICULTAR IMIGRAÇÃO DE MUÇULMANOS

Fontes:
http://whitegenocideproject.com/denmarks-largest-opposition-party-wants-to-slow-muslim-immigration/
http://www.thelocal.dk/20140728/make-it-harder-for-muslims-to-come-to-denmark-venstre
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Na Dinamarca, o maior partido da oposição, o centro-direitista, conservador-liberal Venstre («Esquerda», literalmente), apela a que as diferenças entre imigrantes sejam tidas em conta no que toca a deixá-los entrar no país. A porta-voz do partido, Inger Støjberg, escreveu um artigo, publicado dia 28 no jornal Berlingske - primeiro dia do Eid al-Fitr, celebração do fim do Ramadão ou mês sagrado muçulmano - em que afirma que a imigração oriunda de países não ocidentais, e com cultura muçulmana, deve ser dificultada: «Não é necessário aplicar as mesmas exigências a todos, porque de um modo geral há uma grande diferença na capacidade de integração entre um americano cristão ou sueco e um muçulmano somali ou paquistanês.»
Explicou-o com clareza: «Para dizê-lo directamente, são sobretudo os imigrantes muçulmanos que não valorizam a Democracia e a Liberdade. Em certos ambientes, opõe-se-lhe directamente. Demasiados imigrantes não ocidentais com ascendência muçulmana não querem a nossa sociedade modelo orientada para a liberdade.» A sua proposta é por isso óbvia: «No futuro deveríamos tornar a imigração mais fácil para os que tradicionalmente podem e querem integrar-se, e tornar mais difícil a imigração para os que não têm tal capacidade ou vontade.»
Støjberg salientou o caso das incendiárias declarações por parte do imã estacionado em Aarhus como evidência de que «demasiados muçulmanos na Dinamarca praticam uma interpretação medieval do Alcorão e isso proíbe-os de constituírem parte da vida normal dinamarquesa.»


O Partido do Povo Dinamarquês (Danske Folkeparti, em Dinamarquês: DF), de índole anti-imigracionista, saudou o discurso do Venstre: «Se o Venstre percebeu finalmente a necessidade de diferenciar entre imigrantes e limitar a imigração não ocidental, então estamos a aproximar-nos uns dos outros».



Os Conservadores, em contrapartida, não gostaram da sugestão proferida por Støjberg. O porta-voz do partido, Tom Behnke, disse à Rádio Dinamarca «para mim, como conservador, é importante estabelecer requisitos [para deixar ou não entrar imigrantes] mas também é importante que esses requisitos sejam iguais independentemente do país donde sejam



Quanto aos Sociais-Democratas e os Social-Liberais (Radikale Venstre), rejeitaram totalmente as palavras do Venstre. O partido dos primeiros garantiu que «isto não tem hipóteses de se aplicar. Não se pode discriminar as pessoas com base na ascendência de país ou de religião. Está escrito directamente na Constituição, é tão simples como isto.»



Mais uma vez a Esquerda imigracionista e antirra, usualmente tão contestatária, argumenta da forma mais dogmática - «não se pode ser discriminatório porque a Constituição proíbe», e quem escreveu a Constituição?, foram eles próprios, os antirras ou seus afins... é um bocado como a hoste cristã que diz que a prova de que Jesus ressuscitou é que isso está escrito na Bíblia...

Quanto à postura dos conservadores de Direita, nada de novo da parte de quem está refém de uma mentalidade cristã, universalista e por isso incontornavelmente anti-racista. Com esta malta não há aliança possível.

No que toca às declarações do Venstre, por mais surpreendentes que sejam, por virem de um partido «do sistema», constituem nada mais que o logicamente expectável, ou porque esta gente quer mostrar ao povo descontente com a imigração que está do lado do povo, ou porque resolveu ser coerente e perceber que uma sociedade libertária rapidamente é aniquilada se deixar entrar contingentes de novos cidadãos cuja formação é visceralmente oposta à Liberdade.





RELATÓRIO DA OCDE CONFIRMA - IMIGRAÇÃO EM MASSA NÃO AJUDA OS PAÍSES OCIDENTAIS

Fontes:
http://whitegenocideproject.com/study-mass-immigration-does-not-create-economic-growth/
http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/immigration/10844765/Mass-immigration-not-the-secret-to-economic-growth-says-OECD.html
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Um estudo recente da OCDE  (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico) a respeito do que se tem passado nas maiores economias mundiais nos últimos cinquenta anos indica que a imigração em massa trouxe poucos ou nenhuns benefícios para o crescimento económico. O estudo diz também que o impacto fiscal da migração nos países da OCDE foi «largamente neutral», com os impostos pagos pelos imigrantes a constituírem basicamente o mesmo que aquilo que recebem em benefícios. O impacto no PIB é menos de 0.5, genericamente falando.
Embora em alguns países a quantia com que os imigrantes contribuem para a riqueza pública exceda o que recebem, acabam estes por contribuir menos do que a população existente, dado que são menos bem pagos.
Contrasta este estudo com um relatório da University College of London divulgado em 2013 segundo o qual os migrantes europeus contribuíram com £8.8 mil milhões mais para o contribuinte britânico do que receberam ao longo de dezasseis anos.
Jean-Christophe Dumont, à cabeça da Divisão Internacional das Migrações, da OCDE, acrescenta: «Mas enquanto o impacto dos imigrantes nas finanças públicas é, genericamente falando, neutral, é menos favorável do que o dos nativos. Em suma, os migrantes não são um peso grande nos gastos do Estado mas também não são a panaceia para melhorar as finanças públicas.»
Sir Andrew Green, secretário do grupo de pressão Migration watch (Observatório da Migração), disse por seu turno que «gradualmente, as pretensões a respeito dos benefícios da imigração têm vindo a cair e este é mais um prego no seu caixão.»
O Reino Unido teve o terceiro maior número de imigrantes, entre as grandes economias do mundo, depois dos EUA e da Alemanha, contando em 2012 com 282600 novas chegadas. A quantidade de alógenos a entrar no país terá sido menor que no ano anterior, mas foi também menor que em 2013. Hoje constituem cerca de doze por cento da população, isto é, 7.8 milhões de pessoas. A Alemanha recebeu muito mais imigrantes ainda, tendo registado um aumento de setenta e dois por cento em 2012. 
Na média da OCDE o número de migrantes aumentou trinta e cinco por cento na última década, enquanto o número de europeus a migrar dentro da Europa ascendeu aos 925000.

A hoste imigracionista alcandorada nos poleiros mais altos do sistema sabe bem que o homem comum, o homem do chamado «povinho», borrifa-se para os valores universalistas e por isso precisou de tentar convencê-lo a deixar entrar alógenos, apresentando por isso um pretexto concreto, que diz respeito ao estômago. A pouco e pouco todavia vai-se percebendo que a coisa não serve. E não é só de agora, há já um ano ou dois que na Holanda o PVV encostou o governo à parede exigindo-lhe a divulgação pública dos gastos com a imigração oriunda de fora da Europa. Resposta inacreditavelmente descarada do ministro: «Os imigrantes são pessoas, não são números!» Só por dizer uma destas o sujeito já merecia ser julgado em tribunal, sob acusação de meter nojo aos cães. Na relativamente próxima Dinamarca a questão foi mais longe e este ano divulgou-se um relatório a confirmar o que já se suspeitava - que enquanto a imigração de países ocidentais era benéfica para a economia, a imigração oriunda do terceiro mundo, pelo contrário, acarretava mais custos do que ganhos.
E agora, com este relatório da OCDE, que sintomaticamente não tem sido referido pelos mé(r)dia tugas, crava-se mais um prego no caixão da argumentação testa-de-ferro dos imigracionistas, que andam há anos a marrar que a imigração em massa «tem que ser porque tem porque a economia exige e não há alternativa». E a partir daí não têm mais nada que lhes permita justificar diante do povo a iminvasão que lhe andam há décadas a impingir.



CÂMARA DE ALCOUTIM DÁ CINCO MIL EUROS A CADA RECÉM-NASCIDO

Só nasceram no corrente ano duas crianças em Alcoutim, o que coloca este concelho do interior do Algarve no último lugar do ranking da natalidade no continente. Para combater o problema, a autarquia, liderada por Osvaldo Gonçalves, decidiu agora avançar com a atribuição de um incentivo no valor de cinco mil euros por cada bebé. "Actualmente, mais de 60% da população do município tem uma idade superior a 65 anos", refere Paulo Paulino, vice-presidente da câmara, adiantando que, "em média, por cada nascimento, existem seis ou sete óbitos". Não admira, por isso, que Alcoutim tenha passado, nas últimas cinco décadas, de mais de nove mil habitantes para menos de três mil. Para tentar inverter esta constante perda de população, a câmara decidiu criar um apoio à natalidade, que deverá entrar em vigor no próximo mês. Serão atribuídos três mil euros nos dois primeiros anos de vida da criança e mais dois mil no terceiro ano. Segundo as regras definidas pela autarquia, o apoio financeiros, sob a forma de reembolso, destina-se à compra de artigos de puericultura em estabelecimentos comerciais do concelho e a custear despesas com infantário e educação. "Temos a noção de que esta medida não resolve, por si só, o problema da baixa natalidade, mas pode dar uma ajuda para inverter o actual estado de coisas", refere Paulo Paulino. O autarca salienta que a câmara está a preparar outras medidas para estimular a fixação de famílias, nomeadamente através da disponibilização de 20 lotes para autoconstrução a baixo preço. Além disso, a câmara decidiu prescindir a favor da população dos 5% do IRS a que tinha direito e conta com as mais baixas taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis.
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Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/camara-da-cinco-mil-euros-por-cada-bebe   (artigo originalmente redigido sob o aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)

Esperemos é que não haja muitos alógenos a saber disto e a irem em massa para Alcoutim, caso contrário mais vale que a câmara não dê nem um tusto a ninguém... porque o maior problema demográfico não é a falta de nascimentos de autóctones, é, isso, sim, o excesso de nascimentos alienígenas.




DÉCIMO-QUINTO FESTIVAL INTERCÉLTICO DE SENDIM


terça-feira, Julho 29, 2014

UM DOS MAIS DESTACADOS TEÓLOGOS DA CRISTANDADE FALA SOBRE A VERDADEIRA RELIGIÃO DO OCIDENTE

Nada poderia ser mais falso do que tornar o cristianismo a religião do Ocidente. É, digamos, de outra ordem. Não é uma religião do Ocidente. Esta, a do Ocidente, é o antigo paganismo grego ou latino, celta ou germânico. E foi o equivalente ao que são o animismo ou as religiões americanas, o Hinduísmo e o Taoísmo. É a Plotino que se pode comparar o Shankara, e Marco Aurélio a Confúcio. Os paganismos equivalem-se. Não estão muito longe de nós. Nunca somos mais do que pagãos convertidos - Fiunt non nascuntur Christiani, disse Tertuliano. Que pode ser traduzido assim: "Nasce-se pagão, depois vem-se a ser cristão." O génio religioso do Ocidente determina o modo ocidental de ser cristão. E nós temos o dever de ser fiel a ele. Mas não para impô-lo aos outros.
Há, portanto, várias almas pagãs. E cada uma tem a sua beleza. E todas merecem ser salvas. E todas serão realmente salvas. Foi-o a alma pagã dos Semitas que está em Abraão. Foi-o a alma pagã ocidental, o baptismo de Platão e Virgílio. Sê-lo-á no século XX a alma pagã africana, e a alma pagã indiana no século XXI. As diversidades do Cristianismo são reflectidas na unidade de uma fé que é necessariamente una, da diversidade das almas religiosas que acolhem esta fé cada qual à sua própria maneira. E que direito tenho de impor aos outros a minha maneira de acolher Jesus Cristo?

Jean Daniélou, L'oraison, problème politique,1965.
Fonte: http://anarchrisme.blog.free.fr/index.php?post/2013/07/28/Le-christianisme-et-et-les-%C3%A2mes-pa%C3%AFennes

Daniélou, teólogo jesuita, cardeal, membro da Academia Francesa, apontado pelo papa como consultor para o Concílio Vaticano II, evidencia uma cristalina objectividade no que diz sobre a(s) verdadeira religião(ões) do Ocidente. Pode argumentar-se que está aqui simplesmente a servir a causa da cristianização do mundo de uma forma flexível e cheia de boas aparências tolerantes, e de facto é isso mesmo que parece estar a fazer, dizendo aceitar a diversidade das almas mas pressupondo, como bom imperialista espiritual, que a integração na Cristandade é alguma espécie de sentido único, o que faz um bocado lembrar, mal comparado mas correcto no essencial, o que dizia Ford, que «toda a gente pode escolher a cor que quiser para o seu automóvel desde que escolha preto». Nada de surpreendente quando expresso ou insinuado por um cristão. Salienta-se, ainda assim, e mais uma vez, a lucidez e porventura a relativa coragem com que fez notar que a verdadeira alma do Ocidente é pagã e que por isso a religiosidade autenticamente ocidental não é, como se tornou hábito pensar, a adoração do carpinteiro morto na cruz mas sim o culto aos Deuses da herança étnica europeia. Deste modo poderia parecer a alguns que dava um salto no ar sem rede por baixo, dado que voluntariamente prescinde de um dos principais argumentos que os cristianizantes modernos têm usado para convencer as Europas de que um europeu tem que ser cristão porque já o é e tal e coisa - houve até mesmo quem dissesse que o europeu é cristão «quer queira quer não.» Daniélou lixa-os. A partir daí, e num contexto cultural e social já um pouco diferente do da sua época, porquanto a Cristandade perde hoje fiéis europeus a alta velocidade, e de há vinte e tal anos para cá perde todas as batalhas político-sociais em que se mete (aborto, casamento gay, eutanásia, etc.), a partir daí, dizia, nada de nada justifica que a dita alma ocidental pagã tenha de ser «integrada» numa religião que lhe é estrangeira, pois que, diga-se o que se disser, foi produzida pela alma semita e consiste na adoração de uma Entidade igualmente semita.

POLÍCIA HUGO ERNANO SEM DINHEIRO PARA PAGAR A PUNIÇÃO DE TER CUMPRIDO O SEU DEVER...

Militar sem dinheiro para pagar a condenado
Defesa de Hugo Ernano já gastou mais de 9 mil euros, de donativos, para pagar custos do processo e recursos.

Mais de nove mil euros foi quanto já gastou a defesa de Hugo Ernano, militar condenado pela morte de um menor numa perseguição em Loures, em 2008, com os custos do processo. Dos cerca de 9200€, dinheiro reunido em donativo numa campanha de solidariedade que se gerou em torno do militar, só tem agora 1800€ (referentes a um novo donativo). Só na transcrição do julgamento gastaram-se quatro mil euros. O militar, condenado a nove anos de cadeia em Outubro do ano passado, pena que foi reduzida, em Junho, pela Relação para quatro anos, suspensos, terá ainda de pagar 45 mil euros aos pais da vítima. Destes, dez mil são para o homem, evadido da prisão, que levou o filho para um assalto, no qual o menino acabou atingido mortalmente por Hugo Ernano. O pai cumpre pena por roubos e furtos. O guarda, que recorreu para o Constitucional, garante não ter dinheiro para mais despesas. "Ganho pouco mais do que 800 euros. Não tenho dinheiro para pagar todas as despesas do processo, nem para pagar o valor que me foi imposto [45 mil euros], mas, mesmo assim, juntamente com o meu advogado, decidi recorrer para o Constitucional. Queria a absolvição, só agi no cumprimento do dever, não sabia que estava uma criança no carro da fuga",conta ao CM Hugo Ernano. O recurso tem como base três pontos: que o uso da arma foi adequado e proporcional (os juízes da Relação consideraram o uso da arma de serviço "desajustada e desproporcional"); que o tribunal de 1ª instância devia ter avisado a defesa da mudança da qualificação do crime - de homicídio negligente para homicídio com dolo eventual (que o levou a ser condenado a nove anos de cadeia); que devia ser considerado pelos juízes que existiu real perigo para os militares e para terceiros - o que não foi até agora valorado, refere o recurso. 
Colegas apoiam actuação 
Aquando da leitura dos acórdãos - da primeira instância ou do Tribunal da Relação - Hugo Ernano contou sempre com o apoio de dezenas de colegas de profissão que apoiaram sempre a actuação do militar. Hugo Ernano desencadeou uma autêntica onda de solidariedade quando se soube que tinha sido condenado a nove anos de prisão efectiva e ao pagamento de uma elevada indemnização. O Tribunal da Relação foi mais brando. "O militar agiu com intenção de deter indivíduos que acabaram de cometer furto. O arguido pretendia acertar nos pneus para interromper a marcha e existiam de facto irregularidades na estrada", acordaram os juízes desembargadores. Ainda assim, os juízes do Tribunal da Relação de Lisboa condenaram Ernano a quatro anos de pena suspensa. E fizeram uma advertência: "Obviamente que [o arguido] não pode colocar a respectiva actuação de forma simplista dos bons contra os maus nem de que os fins justificam os meios." Hugo Ernano, porém, não se conforma com a condenação.

Vamos ajudar o Hugo Ernano
BANCO BES - Odivelas

NIB: 0007 0000 00185 0479 6823 (Rafael Ernano, filho do Hugo Ernano)
IBAN PT50 0007 0000 0018 5047 9682 3 (para o estrangeiro)

"in" Correio da Manhã

(Exclusivo CM)

Quando um tribunal diz que se calhar os ladrões armados se calhar se calhar se calhar não são bem «os maus», pois não, e os brutamontes dos bófias armados se calhar não são os bons, pois claro, quando um relativismo baratucho destes alcança uma instância em que trabalha parte da elite cultural reinante, fica-se com uma ideia da firmeza que o povo pode esperar da parte de quem tem por missão promover não apenas a Justiça mas também a segurança da população... e depois ainda aparecem os opinadores do sistema a dizer que o povinho tem medo de andar na rua porque meteu na cabeça um terror imaginário sem justificação racional, até porque a estatística prova que a criminalidade violenta está a diminuir e etc....


PNR QUER AUDIÊNCIA COM ALBERTO JOÃO JARDIM PARA DENUNCIAR PARCIALIDADE DO JORNAL DA MADEIRA

O PNR pediu uma audiência com Alberto João Jardim para falar do jornal da Madeira.
O PNR vai “pedir a intervenção do Governo Regional da Madeira, devido à parcialidade do Jornal da Madeira, considerando que este órgão de comunicação social, não garante o serviço público a que está obrigado, não garante igualmente a liberdade de expressão e de conteúdo editorial, bem como a pluralidade e imparcialidade jornalística”.
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Fonte: http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/461833-pnr-quer-reunir-se-com-jardim



UMA MODERNA RECONSTRUÇÃO - QUE ACABA POR SERVIR UM OBJECTIVO ANTIGO






Reconstrução moderna do templo galor-romano de Mars Lenus, em Martberg ("Monte de Marte"), numa colina junto ao rio Moselle, que hoje pertence à Alemanha mas que na Antiguidade fez parte da província romana da Gália
Mars Lenus é uma Divindade salutífera, de influência ou raiz céltica. Marte é o nome latino do Deus da Guerra; Lenus, ou nome parecido, poderia ser uma Divindade céltica guerreira e protectora da saúde, e neste culto identificava-Se uma Divindade com a outra; pode ainda considerar-se que mesmo em Roma Marte também poderia ter uma função medicinal, dado que é um dos maiores Deuses e as Divindades mais importantes tendem por vezes para a polivalência. 
Antes de os Romanos aí erigirem um tempo o local era dominado por uma fortificação gaulesa.
Tanto os romanos aí estacionados como o povo céltico local, os Treveri, tinham grande devoção por Mars Lenus. O templo era local de peregrinação para quem procurava a cura de doenças. Toda a região acabava por ganhar com isso. A aldeia mais próxima, Cardena (hoje chamam-lhe Karden), situada junto ao Moselle, no vale, consistia quase exclusivamente em oficinas de cerâmica e os seus artesãos especializaram-se em fazer figuras votivas para os visitantes. 
O templo foi agora reconstruído sobre as fundações originais da fortificação gaulesa.Há um altar antigo dentro da cella (parte mais interna do templo, onde se encontrava a estátua da Divindade) onde as oferendas podem ser colocadas. Muitos visitantes, mesmo os que nada sabem da religião romana, deixam ali moedas. A reconstrução tem um objectivo meramente cultural e patrimonial, mas os pagãos locais aproveitam o local para actividades de culto religioso.

SOBRE A PROVÁVEL FALSIDADE DOS «PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DO SIÃO»

Os “Protocolos dos Sábios de Sião” são uma das obras falsificadas mais famosas. Já há mais de um século que esse livro preocupa os habitantes do planeta. A obra sobre a conspiração judaica mundial foi editada em tiragens de muitos milhões de exemplares e foi traduzido para muitas línguas.
Os editores têm apresentado os “Protocolos” como sendo documentos reais, que alegadamente seriam discursos escritos pelos participantes do Congresso Sionista realizado em Basileia, na Suíça, em 1897. As discussões à volta desse embuste continuam até aos dias de hoje.
Os “Protocolos” foram publicados oficialmente pela primeira vez na Rússia em 1903 e em 1905. Os editores afirmavam que era uma tradução de um documento recebido de França.
Ambas as edições contêm 24 “protocolos” de reuniões clandestinas, alegadamente reais, de representantes judaicos que teriam discutido a estratégia para a tomada do poder mundial. Segundo o texto, no final a dominação mundial deverá ficar nas mãos de um “rei de Israel”, descendente de David, nomeado por três “sábios”. O rei iria governar a humanidade de forma autocrática e em caso de morte, ou de doença grave, os “sábios” transfeririam o poder ao seu eleito subsequente.
Os dez primeiros “protocolos” descrevem o programa de destruição dos Estados cristãos. Segundo os planos dos conspiradores, os métodos mais eficazes para desmoronar a sociedade são: a propaganda das liberdades democráticas e dos direitos humanos, o suborno da imprensa, a imposição do culto do dinheiro, a instalação de monopólios, com a instigação de guerras económicas, e o estímulo das actividades secretas da maçonaria.
Os conspiradores apelam à aceleração da corrida armamentista, ao favorecimento do crescimento dos exércitos e das polícias, à provocação guerras entre os países dos “góis” (gentios), à propaganda da anarquia, da permissividade e da depravação. A principal arma de destruição é a maçonaria, que nem desconfiam estarem na realidade predestinados a servir o estabelecimento de um “supergoverno” judaico.
Os 14 protocolos seguintes descrevem a transição para uma autocracia mundial e a nova organização do Estado. O texto termina com “notas” do tradutor, que explicam terem sido os “Protocolos dos Sábios de Sião” assinados por “representantes sionistas” anónimos e retirados em segredo do livro de protocolos que está arquivado no depósito da “Chancelaria Central de Sião” em França.
Logo no início se suspeitou que se tratava de uma fraude. Mas o texto dos protocolos obteve uma popularidade inesperada. O que havia nele que cativou os leitores?
Em primeiro lugar impressiona o seu mistério sinistro. Já na Idade Média o fantasma de uma conspiração judaica perturbava a imaginação dos cristãos, estava associado à calúnia sobre o envenenamento pelos judeus dos poços por ordem dos anciãos de Istambul e de Jerusalém. Eram espalhados boatos sobre reuniões secretas dos rabinos para preparar assassinatos rituais.
Em Espanha e em Portugal, e mais tarde noutros países da Europa, as acusações foram gradualmente passando da religião para a política; nessa altura surgiu pela primeira vez a necessidade de criar falsificações que justificassem as perseguições aos judeus. Assim, na falsa correspondência de 1489 entre os rabinos de Istambul com os judeus espanhóis (Paris, 1583), os rabinos aconselhavam os seus correligionários espanhóis a ensinar aos filhos as profissões de comerciantes, médicos, farmacêuticos, sacerdotes, advogados, para prejudicar os cristãos e gradualmente subjugá-los.
A ideia de uma conspiração política dos judeus contra os Estados cristãos obteve atualidade depois da convocação do Sinédrio em 1807 por Napoleão I. A partir de 1860, os círculos reaccionários da Alemanha vão desenvolvendo a ideia sobre um complô dos judeus e dos francos-maçons para em conjunto minarem as fundações do mundo cristão; foi mais tarde também adoptada em França.
A ideia da conspiração judaica teve o seu “reflexo artístico” no romance “Biarritz – Roma” (1866-70) do escritor alemão H. Goedsche (pseudónimo Sir John Retcliffe), que se tornou numa das fontes directas dos “Protocolos dos Sábios de Sião”. Descreve uma reunião secreta, junto à campa de um “santo rabino”, dos representantes das 12 Tribos de Israel que debateram os planos para a destruição da cristandade e para a fundação de um reino judaico.
A produção de falsificações, que mistificavam o leitor, era largamente difundida na Europa desde a segunda metade do século XVIII e no século XIX. Parte delas era fabricada com fins políticos. Como aconteceu com os “Protocolos dos Sábios de Sião”.

O famoso escritor italiano Umberto Eco apresentou, no seu romance “O Cemitério de Praga”, a sua versão do surgimento dos “Protocolos dos Sábios de Sião”.
Os segredos dos Protocolos dos Sábios de Sião. Parte 1
Na opinião do escritor, na origem da brochura estaria a obra panfletária de Maurice Joly, que por sua vez roubou as ideias dos romances de Eugène Sue “Mistérios do Povo” e “Os Mistérios de Paris”. Entretanto, o próprio programa da maçonaria, que Sue tinha atribuído aos Jesuítas, foi inventado pelo próprio Alexandre Dumas. Como é que tudo isso aconteceu de facto?
Nos anos de 1890 nos arquivos do Ministério da Administração Interna do Império Russo se acumularam muitos relatórios e materiais sobre a “conspiração judaica”. Os governantes, desejosos de aproveitar o movimento anti-semita em seu proveito, fabricaram um documento que pretendia demonstrar, numa linguagem compreensível para as grandes massas, o papel principal do “judaísmo mundial” no movimento revolucionário da Rússia e desacreditasse os slogans dos partidos da oposição. Assim surgiu a ideia da criação dessa mistificação.
O historiador francês Pierre-André Taguieff considera que os autores dos “Protocolos” nunca pensaram criar um mito global do século XX. Seu objectivo era bastante mais modesto. Os falsificadores queriam difamar qualquer tentativa de modernização do Império Russo apresentando-a como um “projecto judaico”. Na realidade, os “Protocolos” eram um instrumento que deveria convencer o czar a demitir o ministro das Finanças, Serguei Witte. Só depois da revolução de 1917 é que o texto dos “Protocolos” passou a ser visto a sério como uma ideia da conspiração judaica mundial.
A operação de criação dos “Protocolos dos Sábios de Sião” foi realizada cumprindo todas as regras da conspiração; nenhum dos seus executantes revelou o segredo. Contudo, os activistas políticos russos Yuri Delevsky, Vladimir Burtsev e Pavel Milyukov, que se dedicaram a investigar a falsificação, conseguiram no entanto descobrir uma série de factos relacionados com a criação dos “Protocolos dos Sábios de Sião”.
A iniciativa de criação dos “Protocolos dos Sábios de Sião” terá partido, provavelmente, de Piotr Rachkovsky, um grande mestre da provocação política. A autoria directa dos “Protocolos dos Sábios de Sião” é atribuída a Matvei Golovinsky, um escritor profissional que, por ordens da Okhranka, a polícia política do czar, espiava os emigrantes russos em Paris. O jornalista Ivan Manusevich-Manuilov, que foi muitos anos agente da Okhranka, estava a par da tarefa de Golovinski e pode ter colaborado com ele. Para transportar o manuscrito dos “Protocolos dos Sábios de Sião” para a Rússia foi posto a circular o rumor que conseguiram obter um documento ultra-secreto de um depósito judaico clandestino em França.
Apesar dos esforços dos fanáticos, os “Protocolos dos Sábios de Sião” não obtiveram um largo apoio na sociedade russa. Quando eles apresentaram um projecto para o uso em larga escala dos “Protocolos dos Sábios de Sião” no combate político, o presidente do Conselho de Ministros Piotr Stolypin mandou realizar uma investigação secreta e informou o imperador dos seus resultados.
A falsificação tinha sido descoberta. Nicolau II escreveu no projecto: “Abandonem os “Protocolos”. Não se pode trabalhar para uma causa limpa com métodos sujos.” A relação negativa das autoridades da Rússia com os “Protocolos dos Sábios de Sião” era demonstrada de uma forma dura: não eram permitidas quaisquer citações da falsificação. Actualmente, na Rússia moderna, esse livro também está na lista dos livros proibidos.

Fontes:
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_12/Os-segredos-dos-Protocolos-dos-Sabios-de-Siao-6700/
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_14/Os-segredos-dos-Protocolos-dos-Sabios-de-Siao-Parte-2-3014/


O esquerdista israelita Israel Shahak, que alegadamente terá sido apanhado a mentir em determinada ocasião para culpar o lado judaico na guerra da Palestina, diz na sua obra «História Judaica, Religião Judaica» que efectivamente os Judeus na Europa nutriam muitas vezes um ódio «secreto» aos goim (não judeus), e que lhes amaldiçoavam os cemitérios, e que no Talmude se diz que é lícito deixar um goim morrer, etc.. Mas daí a haver uma conspiração judaica vai um passo gigantesco e pouco convincente. Que os Judeus já eram odiados na Antiguidade pré-cristã é também um facto, como se pode constatar por exemplo na obra de Tácito, que expõe a sua viva repulsa pelo Povo Judaico, considerando-o, entre outras coisas, altamente conflituoso; e já antes disso os Judeus tinham sido expulsos de Roma por acusação de subversão contra a religião romana através do proselitismo judaico. A verdade, todavia, é que durante a maior parte da sua História os Judeus não fizeram proselitismo, e que acabaram por ser pacificamente aceites em Roma, e por evitar a perseguição das autoridades romanas desde que ficassem no seu canto e não disseminassem propaganda anti-romana, que era o que os cristãos faziam, mais tarde o apóstata Juliano até os quis ajudar a construir o templo, enfim. De resto, compreende-se a sua animosidade episódica contra os Romanos, dado que, ao fim ao cabo, foram por eles conquistados... 
Tudo isso passou já e perdeu actualidade numa época em que os Judeus precisam cada vez mais dos Ocidentais para sobreviverem, pois que, sem o «dique» ocidental, a gente da Magen David dificilmente poderá fazer frente às incontáveis legiões de muçulmanos que a odeiam de morte. Pode e deve lembrar-se, a propósito, que Israel, por conveniência própria ou qualquer outro motivo, foi o último aliado do Estado racial «árico» da África do Sul. 
E, acima de tudo, é sempre crucial sublinhar que um discurso segundo o qual as liberdades democráticas são inimigas dos «bons» e «instrumento dos maus», é, já à partida, um discurso... mau. A Liberdade constitui só por si um critério incontornável para se definir a qualidade seja de que regime for. A Liberdade é um dos princípios essenciais do Ocidente, desde a Antiguidade, tanto entre civilizados meridionais, Gregos e Romanos, como entre os seus primos setentrionais, germânicos e não só, como já Aristóteles fazia notar. Ovídio chamava à Liberdade, Libertas, «a Divindade mais digna do nosso povo.» Não foram judeus que inventaram a Democracia, foram helénicos, europeus ainda virgens da influência monoteísta abrahâmica... E a crítica à liberdade democrática é sempre, mas sempre, um mau sinal. Não houve, até hoje, nenhum regime que salvaguardasse melhor a Liberdade do que a Democracia. Os inimigos da Democracia são de dois tipos - inimigos declarados da Liberdade, por um lado, e, por outro, pretensos simpatizantes da Liberdade que na verdade nunca são explícitos sobre o modo como na sua alternativa não democrática se iriam salvaguardar as liberdades individuais, ou, das poucas vezes em que são explícitos, deixam muito a desejar em termos de propostas. Confirma-se, caso a caso, que só odeia a liberdade democrática quem quer forçar outrem a seguir determinados valores. Uma sociedade construída por esta gente rapidamente degeneraria num pesadelo dos antigos. Um atropelo maciço à dignidade de cada um. Aliás, a própria ideia de não reconhecer a cada qual a sua própria liberdade - o seu espaço privado em que faz de si o que quer desde que não prejudique os outros - é em si própria um pesadelo. Em tendo de escolher-se entre um regime de «decadentes» burgueses a viverem democraticamente e a tolerarem todas as bizarrias e taras e perversões, desde que os direitos do colectivo não fossem infringidos, de um lado, e, do outro, um regime no qual determinado conselho de sábios previamente seleccionados (pelos «bons») ditasse a cada cidadão o que fazer, o que dizer, o que pensar,  bem como o único método legal para limpar o ânus, sem dúvida alguma que a primeira alternativa seria, de longe, preferível. 
Interessa a este propósito referir a importância de salvaguardar a identidade étnica de um Povo. Muitos dirão que «antigamente» não havia tanta mistura como agora. A verdade é que a mistura começou precisamente nesse «antigamente» e a Igreja, tradicional motor do pensamento totalitário e conservador no Ocidente, foi talvez o maior veículo da miscigenação, chegando a violar ordens do reino, casando escravos (negros) com gente branca, em Portugal e talvez não só. Argumentariam os «racistas» totalitários que nada têm a ver com a Cristandade e que até são muito ateus, ou pagãos, e que assim podem garantir que no seu regime a identidade étnica seria protegida. Ora o mesmo pode dizer qualquer verdadeiro democrata com consciência étnica,   visto não haver rigorosamente nada na Democracia que obrigue um Estado a dar direitos de nacionalidade a quem seja de estirpe alógena. Não pode esquecer-se que no berço formal e tradicional da Democracia, Atenas, só era cidadão quem fosse filho de atenienses. 


NO PAÍS IRMÃO - PARTIDO NACIONALISTA CATALÃO QUER IMPEDIR CONSTRUÇÃO DE GRANDE MESQUITA EM BARCELONA

Pela Democracia, pela Liberdade, pelos direitos das mulheres, pela identidade europeia, contra a islamização:

 


Plataforma para Cataluña ha iniciado una campaña de buzoneo de folletos en contra de la construcción de una gran mezquita en la Monumental. Esta iniciativa es la primera de varias que se llevarán a cabo en los próximos meses para detener la construcción de la mezquita más grande de Europa en suelo catalán.
El secretario general de la formación social identitaria Robert Hernando ha leído un manifiesto en la puerta principal de la plaza de toros catalana y posteriormente ha declarado que “construir la mayor mezquita de Europa y la tercera de Europa supondría una involución de 800 años para a nuestra identidad, cultura y tradición ” y ha recordado que “no lo dice Plataforma, lo dicen los servicios secretos de medio mundo, Cataluña es hoy el mayor vivero de terroristas yihadistas de Europa, por tanto cualquier mezquita que se construye es susceptible de convertirse en un foco de radicales islamistas “.
Hernando también ha pedido al emir de Qatar que “los 2.200 millones que ofrece para construir la gran mezquita de Barcelona se gaste en alimentar a los millones de musulmanes que se juegan la vida para entrar en Europa de forma ilegal, si tan religioso es, que lo demuestre, de lo contrario aclarará que su único propósito es colonizar-nos y invadirnos ” y ha terminado recordando que “el islamismo no tiene cabida en nuestra sociedad porque atenta contra los derechos de la mujer y nuestra identidad, de PxC no queremos mezquitas ni en la Monumental ni en la Zona Franca “.
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Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/07/27/pxc-se-moviliza-contra-la-construccion-de-una-mezquita-en-la-monumental-de-barcelona/


SOBRE O ENCONTRO DO PNR EM ALCAINS

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Realizou-se no passado dia 26, sábado, o encontro dos nacionalistas da chamada região “Beira Serra”, na localidade de Alcains. Durante o dia, passaram pelo local várias dezenas de nacionalistas, que confraternizaram saboreando pratos típicos num aprazível espaço onde até não faltou a animação musical ao vivo.
Depois do almoço o Vice-Presidente do PNR, João Pais do Amaral, e Vítor Ramalho, responsável pelos núcleos da região Norte e membro da Comissão Política Nacional do PNR, tiveram oportunidade de esclarecer os militantes e simpatizantes sobre alguns pontos da linha politica do PNR e o sobre o Nacionalismo Renovador. Um debate muito participado e as intervenções dos participantes animaram a sessão, que se tornou esclarecedora dos problemas com que se debatem as populações daquela zona do país.
Foram ainda alinhavados vários projectos a desenvolver, havendo a registar sobretudo o forte empenho em constituir listas fortes e interventivas nos distritos da região para as próximas Eleições Legislativas.
Estão de parabéns a organização e os nacionalistas beirões que, a continuar este bom trabalho, vão fazer aumentar o nosso número de militantes e apoiantes e obter resultados expressivos em próximas eleições. Está vivo e recomenda-se o Nacionalismo Renovador, sendo que este encontro será galvanizador de outros por esse Portugal fora.
2014 - Alcains 03Diga-se, de resto, que este sucesso e o recente aparecimento de mais núcleos activos não nos surpreende: o Nacionalismo Renovador é uma política de combate materializada em acção, além de que o PNR é o único partido que verbaliza o que as populações pensam do actual regime, mas falam baixinho!
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/encontro-em-alcains-um-sucesso/



SEMANÁRIO «O DIABO» - PORTUGAL PAGA TANTO PELO ACORDO ORTOGRÁFICO COM O BRASIL


Obrigarem-nos a pagar a própria submissão da tugaria aos ditames do tropicalame é só por si um crime que merecia todo um processo em tribunal popular. Pode ser que um dia haja justiça.
Quanto ao estrangeiro que lutou por Portugal, que receba o devido pagamento. 

«A CULPA DA CRISE NÃO É DOS EXCESSOS DO POVO É DA CORRUPÇÃO»

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3197635&page=-1#.U9J4J30NnXQ.facebook
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O vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência, Paulo Morais, garantiu hoje que a crise económica em Portugal não se deve ao facto de os portugueses terem vivido acima das suas possibilidades, mas aos fenómenos de corrupção.
"Há duas mentiras que têm sido repetidas na sociedade portuguesa: que os portugueses andaram a gastar acima das suas possibilidades e que não há alternativa à austeridade para expiarem os pecados (que não cometeram)", disse.
Segundo Paulo Morais, que falava sobre a "Origem da Crise" numa conferência sobre o modelo do Estado Social, promovida pela Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal, "grande parte da divida pública e privada é fruto da corrupção e não dos alegados excessos dos portugueses".
Paulo Morais destacou o peso do caso BPN e das Parcerias Público-Privadas (PPP), entre outros, na dívida pública e lembrou que 68% da dívida privada é resultante da especulação imobiliária, salientando que só cerca de 15% da divida privada se pode atribuir aos alegados excessos dos portugueses.
Os resultantes 15% da divida privada, disse Paulo Morais, correspondem a todo o dinheiro disponível na banca para apoiar a economia portuguesa, que considerou insuficiente.
Para o antigo vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, a verdadeira explicação para a crise em Portugal está nos fenómenos de corrupção na administração central e local, que têm permitido a "transferência de recursos públicos para grandes grupos económicos".
"Seis a sete por cento dos recursos do Orçamento de Estado vão para grandes grupos económicos", disse Paulo Morais, referindo o grupo Espírito Santo, o grupo Mello e o grupo Mota Engil, como alguns dos principais beneficiários.
"Em 2011, as PPP custaram 1.700 milhões de euros, ou seja, mais do dobro dos 799 milhões de euros que estavam previstos inicialmente", disse Paulo Morais, considerando incompreensível que tivesse havido um desvio com um custo superior ao preço que estava inicialmente previsto.
"O que o Estado pagou a mais às PPP só é possível porque a sede da política - Assembleia da República - está transformada num centro de negócios", disse.
Como exemplo da gestão danosa dos dinheiros públicos, Paulo Morais referiu uma fórmula de cálculo inserida no contrato de uma PPP, numa auto-estrada em Viana do Castelo, em que o concessionário paga multas, ou recebe prémios do Estado, em função da taxa de sinistralidade.
"Se a sinistralidade aumentar 10%, o concessionário tem de pagar uma multa de 600 mil euros, mas, se houver uma redução de 10% na sinistralidade, o Estado tem de pagar à empresa 30 milhões de euros", disse.
"Quem assinou o contrato, só por isso, devia estar preso", sentenciou.
Referindo-se à nacionalização do BPN, Paulo Morais lembrou que o anterior governo socialista nacionalizou apenas os prejuízos, que estão a ser pagos pelo povo português, e permitiu que os accionistas da SLN - Sociedade Lusa de Negócios (agora com o nome Galilei), detentora do banco, ficasse com os activos e com todas as empresas lucrativas.
Paulo Morais garantiu, no entanto, que "se houver vontade política e se a justiça actuar como deve, o Estado ainda pode recuperar três ou quatro mil milhões de euros, através dos activos do grupo Galilei e das contas bancárias dos principais accionistas".
A aquisição de dois submarinos à Alemanha é, segundo Paulo Morais, mais uma caso de "corrupção comprovada", não pelos tribunais portugueses, mas pelos tribunais da Alemanha.
"Na Alemanha há pessoas [acusadas de corrupção] a dormirem todos os dias na cadeia", disse.

Mas em Portugal não há suficiente democracia por isso. Quem manda faz com muito mais impunidade o que lhe apetece, porque o povo não exerce os seus direitos: a elite político-plutocrática além de sacar ao Estado, portanto, ao povo, à grande e à francesa, e de manter o grosso da população numa vivência a apontar para a terceiro-mundice desde há décadas, ainda a culpa por estar nas lonas. Um requinte de sacanice da mais quimicamente pura, mas pode ser que isto um dia se pague, e com juros.


segunda-feira, Julho 28, 2014

PNR MADEIRA ALERTA PARA FALTA DE LIMPEZA DE MATA JUNTO A HOSPITAL

Numa acção realizada esta manhã na zona do Hospital dos Marmeleiros, o PNR Madeira e a população vizinha do hospital reuniram-se para apontar a situação da falta de limpeza de matas na Zona do Hospital, na zona do Centro de Saúde do monte e nas zonas que percorrem todo o caminho da Portada de Santo António até ao Sanatório.
O PNR, em contacto com a população, ficou a saber que já houve uma queixa por parte da Associação de Desenvolvimento Comunitário do Monte à Câmara Municipal do Funchal no passado mês de Outubro de 2013, e que foi feito igualmente feito um abaixo-assinado, pela população da zona, para que os proprietários dos terrenos adjacentes ao Hospital, procedessem à limpeza das matas dos seus terrenos. Abaixo-assinado este, entregue na Câmara Municipal do Funchal, no dia 3 de Abril de 2014.
O PNR-Madeira denuncia ainda que os terrenos que mais perto estão do Hospital dos Marmeleiros, pertencem à Santa Casa da Misericórdia. Terrenos estes que também não estão limpos, sendo o rastilho que mais põe em perigo o Hospital.
O PNR Madeira apela à Câmara Municipal do Funchal e ao SESARAM para que tomem medidas imediatas, que encontrem os responsáveis pelos terrenos, e que os obriguem a limpar, ou então os entreguem à justiça.
O PNR Madeira não compreende a leveza com que a Câmara e o SESARAM encaram esta situação, depois da quase catástrofe do verão passado.
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CALIFADO DO MÉDIO-ORIENTE IMPÕE MUTILAÇÃO GENITAL AO SEXO FEMININO

Está a crescer.

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Os militantes do Estado Islâmico (ISIS) emitiram um decreto religioso a obrigar todas as mulheres e raparigas de Mossul, segunda maior cidade do Iraque, a serem submetidas a mutilação genital.
A informação foi avançada pelas Nações Unidas, com a representante e coordenadora humanitária da organização no Iraque, Jacqueline Badcock, a adiantar que a ordem será aplicável a mulheres entre os 11 e os 46 anos de idade, representando um risco para cerca de 4 milhões de mulheres e raparigas, dentro e à volta da cidade no Norte do Iraque.
"Trata-se de algo completamente novo no Iraque, particularmente nesta área. Não se trata da vontade da população iraquiana ou das mulheres nestas regiões vulneráveis que caíram nas mãos de terroristas", disse a responsável aos jornalistas em Genebra, numa videoconferência emitida a partir de Irbil, capital do Curdistão iraquiano.
Entretanto, alguns media - como o i100, publicação online vinculada ao "The Independent" - têm citado fontes no terreno e especialistas que garantem que a informação avançada por Badcock se baseia num documento falsificado. Um porta-voz da ONU em Genebra disse à Reuters que a organização estava a tentar obter confirmação das suas fontes.
A prática ritual inclui a remoção parcial dos órgãos genitais femininos por motivos não de ordem médica mas fundados em crenças sobre o que é considerado um comportamento sexual adequado, constituindo um passo na preparação de uma rapariga ou mulher para a vida adulta e casamento, e funcionando como garantia do ideal de "pura feminilidade". No fundo, o que está em causa é retirar às mulheres a capacidade de sentirem prazer sexual, comportando uma série de riscos para a saúde feminina, incluindo hemorragias graves, problemas em urinar, infecções e ainda um aumento do risco de nados-mortos.
Segundo o "International Business Times", ao anunciar o decreto, o líder do autodeclarado Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, justificou-o como um passo para que as raparigas iraquianas se "distanciem da devassidão e imoralidade". E um porta-voz da polícia de Mossul, Ahmed Obaydi, afirmou que "a decisão de Baghdadi de ver todas as mulheres circuncidadas é uma forma de promover as atitudes islâmicas entre os muçulmanos", constituindo um "presente para a população".
NOVO PRESIDENTE ELEITO Também ontem, os deputados iraquianos elegeram Fouad Massoum, político veterano curdo e ex-guerrilheiro no levantamento contra o regime de Saddam Hussein, como o novo presidente do país. A medida foi saudada como um passo importante na formação de um novo governo que tanto a comunidade internacional como as autoridades religiosas têm defendido como crucial para fazer frente à ofensiva sunita no Noroeste do país.
Aos 76, Massoum substitui Jalal Talabani, que ocupava o cargo desde 2005 e que era visto como uma das raras figuras unificadoras entre as várias facções do Iraque, mas que tem estado arredado da cena política desde que sofreu um AVC no final de 2012.

Desde 2003, o presidente do Iraque tem sido um curdo, enquanto o primeiro-ministro é um xiita e o presidente do parlamento é eleito de entre o bloco árabe sunita.

SINAL DA PUJANÇA ISLÂMICA EM PORTUGAL


Hoje, às 8:30 da manhã, no Martim Moniz, em Lisboa


Espera-se que o sacrifício de Martim Moniz não tenha de vir a ser repetido no século XXI, ou, se calhar, no século XXII...

domingo, Julho 27, 2014

NACIONALISMO RENOVADOR - A ÚNICA ALTERNATIVA POR UM FUTURO DE IDENTIDADES E SOBERANIAS


A unidade que os mais de 800 anos de História consolidaram em Portugal necessita hoje de um projecto que torne possível, nas actuais circunstâncias, que o País se desenvolva e prospere, centrado na sua própria identidade. Estamos convictos de que o nosso País não está orientado da melhor forma e todos sabemos que têm surgido novos e graves problemas sociais, com que as estruturas políticas tradicionais, baseadas em modelos e ideias de há várias décadas atrás (e, por vezes séculos) não têm capacidade para lidar e resolver. Face à situação de desnorte e falta de soluções em que os partidos actuais caíram, por culpa dos seus dogmas ideológicos estéreis e contra-natura, que de resto jamais poderiam ter dado bons frutos, torna-se pois mais urgente do que nunca o aparecimento de uma alternativa aos mesmos.
Essa alternativa é o Nacionalismo, único capaz de travar a dissolução nacional que ameaça destruir o nosso país e transformar-nos em escravos da Globalização, desenraizados, vítimas de chantagem económica por parte das grandes multinacionais e expulsos da nossa terra por culpa de um processo de substituição populacional que obriga os portugueses a emigrar e ao mesmos tempo escancara as portas do nosso país a populações estrangeiras, fonte de mão-de-obra barata e facilmente exploradas. Uma vez que proclamamos sagrado o direito de cada pessoa a viver em paz, prosperidade e segurança na sua terra junto dos seus, consideramos que só o Nacionalismo e o PNR estão em condições de travar este violento processo de dissolução: queremos a economia ao serviço do nosso Povo e não o contrário. Queremos o relançamento do tecido produtivo nacional para gerar emprego. Queremos um Estado que garanta o bem-estar dos portugueses e o aproveitamento dos nossos recursos em nosso benefício e não um Estado que, sem cortar nas suas gorduras, prefere castrar as empresas e os contribuintes com impostos e vende tudo ao desbarato.
A prova clara de que o PNR não é mais um partido como os outros é o facto de não ser resultante do mesmo projecto de regime que originou esses mesmos partidos, sejam eles de esquerda ou de direita. Por este motivo, o PNR considera-se por cima da “nomenclatura” direita-esquerda e não se enquadra nessa divisão nefasta da força da Nação, tanto mais que, devido a recentes desenvolvimentos históricos, cada vez faz menos sentido analisar as realidades sociais e políticas sob essa forma, claramente ultrapassada. As nossas referências são outras: a unidade e a identidade de Portugal e o bem comum dos Portugueses, aceitando todas as ideias que forem ao encontro da defesa da nossa soberania, garante da nossa liberdade enquanto Povo. Contrariamente aos outros partidos, não é esta ou aquela doutrina filosófica ou socio-económica estanque que nos inspira, mas sim um Nacionalismo dinâmico, capaz de aceitar contributos de vários quadrantes desde que submetidos aos paradigmas acima enunciados. Chamamos-lhe, no nosso caso, Nacionalismo Renovador.
O PNR não hesita pois em proclamar que o Nacionalismo, cultivado numa atmosfera de paz entre as nações, civismo e respeito pela liberdade, é hoje, mais do que nunca, um dever moral e um imperativo da inteligência. Porque as nações, sedimentadas pela História, são a melhor defesa e garantia contra as prepotências e abusos de um internacionalismo/mundialismo burocrático, tecnocrático e centralizador, sempre pronto a degenerar em totalitarismo. Mas também porque, por outro lado, o nosso nacionalismo jamais será um factor de isolamento, mas sim de cooperação com as outras nações onde, de resto, são cada vez mais aqueles que pensam como nós.
No passado, a promoção de cada nação por parte do respectivo povo implicou muitas vezes ser-se fechado ou expansionista à custa de guerras com outros povos. Hoje, face a essa ideia estéril e que tão maus resultados deu, esse sentimento apenas “nacional” deu lugar a um verdadeiro Nacionalismo, que defende um mundo multipolar composto por muitas nações e grande baluarte da defesa dos povos em relação às ameaças do Mundialismo/Globalização e seus perigosos tentáculos (por exemplo, a Organização Mundial do Comércio), os quais servem apenas os países mais fortes e os interesses de alguns. Tal como acontece com os movimentos nossos congéneres à escala europeia e mundial, defendemos assim um Nacionalismo não exclusivista e não isolacionista, claramente de cooperação, numa realidade em que cada um possa ser livre de dispor dos seus recursos como entender e decidir o seu modo de vida e aquilo que pode exportar/importar de/para onde. Porque aquilo que é verdadeiramente inato ao ser humano não é a competição (como defende o liberal-capitalismo) mas sim a luta pela sobrevivência, sobrevivência essa que pode ser mais facilmente assegurada cooperando com o próximo e não promovendo o caos e a chacina. Nós, os nacionalistas, somos assim os verdadeiros defensores de todos os povos e, perante o descalabro de miséria e corrupção que foram as sociedades marxistas do século XX e que estão a ser as sociedades liberais-capitalistas do século XXI, somos a única alternativa de futuro.
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PAULO MORAIS DENUNCIA:SECRETISMO DOS NEGÓCIOS COM AS PPP

Paulo Morais descreve as escandaleiras levadas a cabo por este governo e pelo anterior nos conluios com as PPP. São inacreditáveis bandalheiras umas a seguir às outras. A impunidade com que os plutocratas roubam aos cidadãos é a perder de vista. Saliento esta, que só por si justificava um cerco popular à assembleia da república até que o dinheiro dos funcionários públicos aparecesse:

«(...) Eu quero recordar que estes novecentos milhões, estávamos em 2011, foi aproximadamente o que se baixou em salários à função pública nesse ano. Ou seja, tudo o que os funcionários públicos deixaram de ganhar em 2011 foi direitinho para as PPPs rodoviárias.» ( 35:40 a 36:00 aproximadamente).

E parece que o fartote vai pelo menos até 2030.

Pode ver-se o programa completo aqui:

NOS EUA - HÁ AINDA MAIS GENTE DESCONTENTE COM OBAMA DO QUE HAVIA COM BUSH

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_25/Obama-ultrapassa-Bush-em-n-mero-das-pessoas-descontentes-com-sua-pol-tica-5323/
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De acordo com uma recente sondagem realizada por iniciativa da emissora CNN, o número de residentes dos Estados Unidos que apoiam a ideia de impugnação de Barack Obama excede o número de insatisfeitos com a política de George W. Bush, no momento em que ele era chefe de Estado.
De acordo com a pesquisa realizada entre 18 e 20 de Julho, 33% dos norte-americanos acreditam que Barack Obama deve ser afastado do cargo. Enquanto, 3 anos antes do término do mandato do seu antecessor, George W. Bush, esse número não excedia os 30%.
As conversas sobre o impeachment de Barack Obama começaram este Verão, após vários membros do Partido Republicano terem criticado duramente a política do presidente.

Porque será que esta notícia não tem qualquer destaque na comunicação sucial tuga? Recorda-se bem como tudo o que se dizia contra Bush era ouvido de manhã, à tarde e à noite todos os dias e mais dias... Será que a elite me(r)diática tuga não se sente bem ao ver o seu negro favorito a ser rejeitado pelo povo? É mistério... e, como diria o professor Hélio, o mistério é sério...



SE A ECONOMIA FOSSE UM AVIÃO...



Frutos do capitalismo apátrida e sem o devido controlo democrático. Mas pode ser que um dia acabe.

SOBRE A ALEGADA SUPERIORIDADE DA GESTÃO PRIVADA

O enorme estoiro do Grupo Espírito Santo (que não do banco, espera-se) vem demonstrar que a superioridade alardeada da gestão privada é mais um daqueles fenómenos vagamente mitológicos em que a sociedade portuguesa é pródiga.
O GES colapsou (com sinais premonitórios dados no longínquo ano de 2002, quando uma inspecção levou à brusca substituição da empresa responsável pela auditoria) depois de um longo período em que nada do que lá dentro se passava era claro. Agora este grupo pode arrastar com ele muitos empresários que para obterem créditos bancários se viram simultaneamente persuadidos a comprar papel comercial do grupo. Uma persuasão musculada, que não se pode confundir com a possível promiscuidade que causou danos substanciais a uma PT agora privada, embora funcione simbolicamente como uma espécie de companhia de bandeira.
Para além do Espírito Santo, na memória da economia portuguesa há outras histórias sinistras recentes de quedas, que mesmo assim estão distantes das circunstâncias do Angola e Metrópole.
O BPN, o BPP, o BANIF ou o Grupo José de Mello são, porém, exemplos evidentes de fracassos, enquanto muitos dos supostos sucessos mais não são do que empresas que vivem encostadas ao Estado, como as PPP rodoviárias, começando na da Ponte Vasco da Gama, que já pagámos mais de dez vezes desde 1998, passando pelos petróleos, pela REN, pela ANA ou, menos mal porque vai tendo concorrência, pela EDP. A lista poderia estender-se ao privadérrimo sector farmacêutico, cuja receita fundamental vem naturalmente das comparticipações da saúde pública.
Verdadeiramente privados e com dimensão relevante sobram alguns bancos com capitais estrangeiros e meia dúzia de empresas industriais exportadoras que contaram com incentivos fiscais para se instalar. Há ainda e sobretudo os grupos de distribuição, nacionais ou estrangeiros, mas sediados fora de portas para pagar menos impostos, que prosperam na venda da paparoca e das utilidades do quotidiano. Aí sim, encontramos a iniciativa privada no seu esplendor e com uma gestão criteriosa da tesouraria, utilizando a liquidez do dia de caixa para fazer aplicações. Há quem questione a nobreza dessa dupla actividade, mas a verdade é que é dela que emergem os mais bem-sucedidos e muitos postos de trabalho mesmo que precários.
Como contra factos não há argumentos, a realidade manda dizer que entre nós praticamente tudo o que tem êxito se sustenta no Estado como cliente ou como concedente da actividade.
Mesmo negócios que aparentemente não têm a ver com o Estado, estão depois na mão de empresas que por sua vez são devedoras de bancos que precisam do Estado. Cria-se assim uma teia infernal de dependências. Ora isso dá razão a quem afirma que no mundo empresarial interessa muito mais saber a quem se deve do que conhecer os detentores do capital.
E é assim que assistimos a uma repetição de muito do que aconteceu em 1974/75. Quando foi nacionalizada a banca, o Estado ficou por tabela dono de quase toda a economia que devia dinheiro às instituições de crédito. Por isso lhe foram parar às mãos jornais, indústrias, restaurantes e até a florista da empresa que fazia as vezes do que veio a ser a Rodoviária Nacional. É de apostar singelo contra dobrado que, se a situação se repetisse hoje, não seria muito diferente. É pena, porque o mais difícil é reformar mentalidades.
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Fonte: http://www.ionline.pt/iopiniao/mito-da-gestao-privada/pag/-1