sexta-feira, Outubro 31, 2014

UNIVERSIDADE ESTATAL PORTUGUESA VAI TER AINDA MAIS ALUNOS AFRICANOS

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4211421   (artigo originariamente redigido sob o novo acordo ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Universidades, politécnicos e escolas profissionais participam pela primeira vez na Educa Angola 2014.
Pela primeira vez, instituições de ensino nacionais - das escolas profissionais a institutos politécnicos e à Universidade de Lisboa - vão integrar a delegação portuguesa à Educa Angola, uma feira de bens e serviços ligados ao ensino que terá lugar em Luanda, entre os dias 6 e 9 de Novembro. O objectivo assumido é reforçar a captação de alunos e de financiamento num país onde a demanda de quadros médios e altos com qualificações tem crescido ao ritmo da economia.
A Universidade de Lisboa (ULisboa) será a mais representativa das instituições nacionais a marcar presença da feira, para a qual Portugal reservou um pavilhão com 650 metros quadrados.
Isabel França, directora de Relações Internacionais da ULisboa, assumiu ao DN que o objectivo é fazer crescer o contingente de 330 estudantes angolanos que actualmente frequentam as faculdades da instituição. "Se conseguíssemos aumentar para mais 100 alunos, numa primeira fase, já seria considerável".
Leia mais pormenores na edição impressa ou no e-paper do DN.
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Seria considerável sim, seria uma obscenidade de considerar, numa altura em que toneladas de estudantes portugueses se vêm forçados a abandonar os estudos universitários por falta de meios para o fazer. Assim de repente dá ideia que alguns tubarões querem mesmo fazer negócio com o ensino, indo investir cabedais num dos países mais corruptos do mundo, pondo o contribuinte português a pagar a educação de ainda mais africanos.

NO REINO UNIDO - PARTIDO ANTI-IMIGRAÇÃO GANHA TERRENO, NA ESQUERDA JÁ HÁ QUEM FALE EM CONTROLAR A IMIGRAÇÃO

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta significativa notícia: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4206912
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UKIP dispara e até já há trabalhistas a defender controlo da imigração no Reino Unido

Partido eurocéptico sobe nas intenções de voto em pleno conflito com Bruxelas por causa de 2,1 mil milhões de euros para a UE.
O UKIP de Nigel Farage voltou a subir nas sondagens em pleno clima de tensão entre Bruxelas e o governo britânico por causa dos 2,1 mil milhões de euros de contribuição que o Reino Unido tem de pagar para o orçamento comunitário no dia 1 de Dezembro. O partido, crítico da União Europeia, do euro, da imigração e da livre circulação, surgiu ontem com 19% das intenções de voto num estudo de opinião publicado pelo The Independent. Trata-se do valor mais elevado alguma vez atribuído à formação eurocéptica num inquérito telefónico realizado pelo instituto ComRes, assinalaram ontem os media britânicos.
Os 19% significam uma subida de quatro pontos em relação ao estudo do mês passado e de um ponto a mais do que o recorde anterior do UKIP registado em Junho. Os conservadores de David Cameron sobem um ponto, para os 30%, ficando ao mesmo nível dos trabalhistas do Labour de Ed Miliband. Estes caem cinco pontos. Os liberais-democratas de Nick Clegg descem um ponto, para os 9%, e os Verdes mantêm-se nos 4% das intenções de voto dos eleitores.
Este é também o primeiro estudo ComRes para o The Independent desde que Douglas Carswell, um dissidente dos conservadores, venceu para o UKIP as eleições intercalares na circunscrição de Clacton. E surge um dia depois de o primeiro-ministro britânico ter garantido num discurso que fez na câmara dos Comuns que o seu país "não pagará dois mil milhões de euros a ninguém a 1 de Dezembro". A Comissão Europeia avisou que se os britânicos não pagarem a tempo a sua contribuição poderá haver lugar ao pagamento de multas.
Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN:
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No texto acima só no título se refere a nova posição trabalhista sobre a imigração, mas só por si já diz o essencial - até na Esquerda liberal há cambada que sabe que o povo não quer mais imigração e, para não perder votos, ou para não deixar que os «xenófobos» ganhem ainda mais votos, dispõe-se a prometer que, coisa e tal, tal e coisa, também diz que sim e assim, que é preciso controlar a imigração, que é como quem diz «eh pá não votem mais nos fascistas, tenham lá calma que se vocês querem menos imigração a gente vai tratar disso, deixem-se lá de radicalismos, confiem em nós...» O truque é sempre o mesmo mas a população começa a aprender a topá-lo e é talvez por isso que os partidos nacionalistas e anti-imigração em geral estão cada vez mais sólidos. 
Por outro lado, é bem provável que a classe política reinante tome mais umas quantas medidas contra a imigração - e mesmo que se trate de mera cosmética, sempre serve para abrandar ou travar, por pouco que seja, o ritmo da iminvasão na Europa, o que permite aos Nacionalistas ganhar algum tempo. Como diz o povo, enquanto o pau vai e vem folgam as costas.


CAÇAS DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA INTERCEPTAM PELA SEGUNDA VEZ AVIÕES MILITARES SOVIÉTICOS EM ESPAÇO AÉREO PORTUGUÊS


Imagem divulgada na página oficial da Força Aérea na rede social Facebook quinta feira, dia 30 /




Caças F-16 da Força Aérea Portuguesa voltaram a interceptar esta sexta-feira mais dois aviões militares russos, que estariam a sobrevoar espaço aéreo internacional sob jurisdição portuguesa, avança a agência Lusa. Mas desta vez os aviões russos demoraram muito mais tempo a abandonar o espaço de responsabilidade nacional, o que levou a que a primeira parelha de F-16 tivesse de ser substituída por outros dois caças portugueses a meio da operação. Foram precisas mais de duas horas de acompanhamento até os bombardeiros russos abandonarem o espaço, apurou o Observador.
É a segunda vez na mesma semana que o episódio se repete. Na quarta-feira dois caças F-16 da Força Aérea portuguesa já tinham sido destacados da base aérea de Monte Real, em Leiria, para interceptar e escoltar duas aeronaves militares russas que estavam a sobrevoar espaço aéreo internacional sob jurisdição portuguesa sem responderem aos pedidos de contacto dos militares portugueses.
Desta vez os dois bombardeiros russos interceptados terão ido até à zona de Sagres, acrescenta o Diário de Notícias, portanto muito mais abaixo do local onde, da primeira vez, os russos inverteram a rota para norte. Na quarta-feira fizeram-no na zona de Peniche, e por isso a operação decorreu mais rapidamente.
(...)
À semelhança do que aconteceu na quarta-feira, os aparelhos russos mantiveram-se a cerca de 100 milhas da costa portuguesa e voltaram a não responder aos pedidos de contacto dos militares portugueses, que estavam numa missão da NATO.
Mas o Governo reagiu muito mais rapidamente esta sexta-feira do que no episódio anterior, quando a notícia foi divulgada pela missão da NATO num momento em que o ministro da Defesa Nacional estava na Colômbia. Nessa altura foram precisas algumas horas até José Pedro Aguiar Branco estar pronto para prestar declarações sobre o caso. Acontece que desta vez foi o próprio ministério da Defesa que quis informar sobre o episódio, através da agência Lusa, e Aguiar Branco reagiu logo minutos depois, à chegada ao aeroporto da Portela. E foi perentório: a Força Aérea reagiu com “eficácia e prontidão”.
Em declarações à RTP, Aguiar Branco não quis confirmar pormenores deste segundo incidente com aeronaves russas, mas quis sublinhar que “o sistema funcionou” dentro dos requisitos da NATO. “A Força Aérea agiu com eficácia, serenidade e prontidão”, repetiu várias vezes.
Sobre o primeiro incidente, a embaixada russa em Portugal chegou a afirmar, na quinta-feira, que os aviões russos interceptados estavam a cumprir o Direito Internacional, realizando voos “em espaço aéreo sobre águas internacionais, não entrando de modo nenhum em espaços aéreos de outros Estados”, segundo um comunicado enviado à agência Lusa.
De acordo com o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), nesse primeiro caso, foram “detectadas duas aeronaves não identificadas em espaço aéreo de responsabilidade portuguesa” e ” accionados os meios de alerta previstos neste tipo de situações no quadro da NATO, tendo dois caças F-16 portugueses identificado duas aeronaves militares russas, que encaminharam para fora do espaço aéreo de responsabilidade nacional”.
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Fonte: http://observador.pt/2014/10/31/mais-dois-avioes-militares-russos-intercetados-espaco-de-responsabilidade-portuguesa/ (artigo originalmente redigido sob o novo acordo ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Haverá poucas dúvidas de que a atitude russa é de ameaça, talvez por resposta ao facto de há coisa de dias ou uma semana ter havido caças F-16 da FAP a escoltar um avião militar russo, IL-20, para fora do espaço aéreo da Estónia ( http://www.radiolajes.pt/aviao-russo-intercetado-na-estonia-por-f-16-portugueses ). Não surpreenderia que os Russos estivessem agora a querer mostrar a Portugal que os seus bombardeiros podem facilmente atingir território português - e a mostrar a toda a Europa que podem chegar a qualquer parte do território europeu, por mais distante que esteja da Rússia. 

De notar que no Verão a Rússia simulou no Verão um ataque aéreo à Dinamarca, mais concretamente à ilha dinamarquesa de Bornholm quando aí se encontravam reunidos inúmeros políticos e jornalistas para o tradicional evento político anual do Folkemødet, como aqui se pode ler:  http://www.thelocal.dk/20141031/russia-simulated-a-military-attack-on-denmark. Tratou-se do maior e mais agressivo exercício militar russo na região do Báltico desde 1991.

PNR - O NACIONALISMO É A ÚNICA ALTERNATIVA VIÁVEL


A propósito do início do debate do Orçamento do Estado para 2015 na Assembleia da República, o Partido Nacional Renovador (PNR) vem uma vez mais lamentar a falta de coragem política do actual Governo, que dá com uma mão e tira com a outra, recusando-se a cortar nas mordomias da classe política, nas gorduras do Estado e nos contratos altamente lesivos para o erário público celebrados pelos governos PS no contexto das Parcerias Público-Privadas.
Fica uma vez mais demonstrado que o governo PSD/CDS não é alternativa à calamidade dos governos PS, tal como não o são os partidos da esquerda marxista, que se baseiam em modelos ultrapassados e que semearam a ruína e a miséria onde foram aplicados (lembre-se, a esse propósito, a destruição do tecido produtivo nacional após a revolução de Abril de 1974).
A verdadeira alternativa está no PNR e no Nacionalismo Renovador, que se propõe governar em função da Nação e não de classes sociais, de um Estado despesista ou de interesses de privados.
Comissão Política Nacional | Lisboa, 30 de Outubro de 2014
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Fonte: http://www.pnr.pt/comunicados/discussao-orcamento-estado-pnr-afirma-se-como-unica-alternativa/

«HALLOWEEN» NO METRO DE LISBOA


Este ano o metro de Lisboa também vai aderir aos festejos do Halloween. Como? Pondo em circulação uma carruagem que é uma verdadeira casa (móvel) dos horrores.
A ideia parte de uma parceria com a Torre de Jogos, especializada em eventos LARP - Live Art Role Play que ficará a cargo das animações.
Assim, na noite de Halloween (31 de Outubro), a partir das 20h00, os utilizadores do metro, poderão entrar na Carruagem 667 que estará a circular na linha azul da rede de metropolitano de Lisboa - entre as estações Amadora Este e Santa Apolónia.
Dentro da carruagem estarão várias surpresas de noite de bruxas. Para experimentar basta comprar um bilhete normal de metro.
Ainda no metropolitano de Lisboa, quem parar na estação Baixa-Chiado terá uma continuação da festa de Halloween com uma demonstração de zombies que vão interagir com os utilizadores que por ali passarem.
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Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/interior.aspx?content_id=4210511   (artigo originalmente redigido sob o novo acordo ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Segundo informação da RTP o mesmo sucederá na linha verde.
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Nunca deixa de ser notícia positiva a da vivificação de uma celebração de raiz ancestral europeia, neste caso em roupagens modernas e adaptadas aos gostos da moda, que no caso são, como têm sido desde há décadas, de cunho marcadamente anglo-saxónico.

MARROQUINOS QUE CONTROLOVAM TRÁFICO DE HEROÍNA NA CATALUNHA VIVIAM DE ORGANIZAÇÃO CATÓLICA

Los Mossos d’Esquadra han desarticulado en las últimas semanas la trama de tráfico de heroína más importante de Cataluña, con 36 detenidos en el Baix Penedès. Entre ellos hay 20 marroquíes, algunos de los cuales, según han apuntado los Mossos, compaginaban el tráfico de droga con la recepción de ayudas provenientes de Cáritas.
La organización operaba desde localidades como L’Arboç, Banyeres del Penedès y Sant Jaume dels Domenys, y distribuía la droga hacia Tarragona y Barcelona. El jefe de la trama era un hombre de nacionalidad marroquí, pero entre los 36 detenidos también figuran 13 españoles, un portugués y dos transportistas holandeses.
Precisamente debido a la llegada de un cargamento proveniente de Holanda se pudo poner cerco a la trama hace unos diez días. En la operación se han intervenido 35 kilos de heroína, valorados en dos millones de euros, además de 10.300 euros en metálico, siete vehículos, varias dosis de heroína y cocaína, y 200 gramos de hachís.
Los Mossos han añadido que un integrante de la organización trasladaba periódicamente el dinero obtenido de la venta de heroína a Marruecos, donde los miembros de esta organización estaban adquiriendo varias propiedades inmobiliarias. Aunque el lucro que obtenían con el tráfico, la mayoría de los marroquíes accedían a ayudas de Cáritas, fruto de vivir en situación regular y sin mostrar ningún tipo de lujo.
La operación realizada por la División de Investigación Criminal de los Mossos d’Esquadra, en colaboración con la Unidad de Investigación de El Vendrell, ha sido la más importante de la historia que ha realizado el CME y la más relevante del conjunto de del Estado en este 2014.
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Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/10/31/20-marroquies-que-controlaban-el-negocio-de-distribucion-de-heroina-en-cataluna-vivian-de-caritas/

PNR DENUNCIA ESTADO DO PAÍS

Diariamente, somos confrontados com infames negociatas provindas dos corredores da governação, o que atesta a natureza criminosa de muitos dos titulares dos cargos políticos.
Cada vez mais desavergonhados, ostensivos, impunes e radicais nas suas opções, vivem com todos os confortos nos seus condomínios de luxo, usufruindo de todo o tipo de regalias a que só eles têm acesso. Não por terem feito algo de útil em prol da comunidade, que os fizesse merecê-lo, mas porque souberam fazer o compromisso certo ou dar o golpe certo na hora certa para ascender nas juventudes partidárias ou nos organismos locais dessas agências de emprego que são os partidos do “arco da governação”, ao qual, no PNR, preferimos chamar “arco da bancarrota”.
(...) No entretanto, a restante sociedade é obrigada a vender os seus bens e pertences ao desbarato para sobreviver, mas o nível de vida dos governantes eleva-se cada vez mais, à custa de fraudes e espoliação, de crimes políticos e corrupção económica. Os dividendos da sua acção ruinosa só são distribuídos por aqueles que os mantêm no poder.
Grandes camadas da população, idosos e crianças passam fome. Isto é uma vergonha, uma humilhação nacional, uma infâmia num País que tem tudo para ser um sucesso e um exemplo entre as nações mais desenvolvidas e prósperas.
Perante a ruína para a qual arrasta o País, a classe política que nos (des)governa é e será obrigada a recorrer, ciclicamente, a “auxílios” externos, que só durarão enquanto o Estado tiver empresas para vender e gente para massacrar com impostos. Incapazes de cortar seriamente nas ruinosas PPP e nas suas próprias mordomias (nem que fosse para darem o exemplo), recorrem pois ao “apoio” de tróicas compostas por organismos sinistros, que escondem a mais desavergonhada usura e que, a prazo, só vêm agudizar a situação e expor o descalabro do regime, comprovando a incapacidade deste sistema de governação, que impõe de forma cada vez mais extremista autênticos métodos de terror social. Os cidadãos já não podem dar nada como certo. E isto é terrível.
(...)
Portugal atinge níveis de pobreza que em nada são consentâneos com a riqueza inata ao nosso território e com o valor humano dos portugueses, bem sucedidos por todo o mundo. Estes governantes, pseudo-elites e poderosos julgam conhecer a realidade a partir dos seus antros, ou dos raids circenses nas campanhas eleitorais que promovem para manter a aparência.
(...)
Querem transformar o país num prostíbulo para usufruto de turistas e mercenários, querem que obedeçamos e calemos perante esta ameaça. Jogam com números, estatísticas, projecções, modelos, virtualidades, como se cada número não correspondesse a indivíduos. 
(...)
Perante isto, no PNR continuaremos sendo uma força motriz de mudança e evolução, reparadora e motivadora, focados não apenas nas questões centrais de organização do Estado, mas na melhoria concreta da qualidade de vida quotidiana de todos os cidadãos. E sê-lo-emos não porque possuamos dotes de magia, mas sim porque trazemos uma mentalidade nova à vida política e à governação. Não estamos presos aos dogmas materialistas, relativistas, passadistas e (apetece-nos dizer) vigaristas desta classe política. Para nós, nacionalistas renovadores, o sentido da governação está no serviço à Nação, e isto destaca-nos deles, que inspiram as suas práticas em modelos de “cada um por si” e/ou de destruição da coesão nacional, como são o liberal-capitalismo sem fronteiras e o marxismo universalista, apátrida e defensor de uma constante “luta de classes”.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/estado-da-decadencia/

quarta-feira, Outubro 29, 2014

SOBRE UMA CONSCIÊNCIA DE ESTIRPE CONTRA A MISCIGENAÇÃO NA ANTIGUIDADE EUROPEIA

«Tal era a natural nobreza desta cidade, tão sólida e saudável era o espírito de liberdade entre nós, e a repulsa instintiva pelo bárbaro, porque nós somos puros Helenos, não tendo nenhuma mistura de barbarismo em nós. Entre nós não há nada de Pélops, nem de Cadmo, nem do Egipto, nem de Dánao, nem de tantos outros verdadeiros bárbaros de origem e gregos somente por lei. Nós somos puros Helenos, não contaminados por qualquer elemento estrangeiro, e portanto a repulsa pelo estrangeiro foi transmitido sem alteração para o sangue-vida da nossa cidade. E portanto, apesar dos nossos nobres sentimentos, estamos novamente isolados, porque não estamos dispostos a ser culpados pelo acto vergonhoso e ímpio de entregar gregos a bárbaros.»

Menexeno, obra de Platão
Fonte: http://www.gutenberg.org/files/1682/1682-h/1682-h.htm

Ai que o Platão, um dos principais pilares da Filosofia ocidental, era mazé um g'anda nazi... 

Não é que a «raça» ateniense fosse realmente pura. O mais provável é que descendesse de diversos invasores, nomeadamente, em termos de centralidade e proporção, migrantes Jónios, indo-europeus do ramo helénico. O que aqui interessa realçar é, não a exactidão científica e detalhada do que diz Platão, mas sim a mentalidade que motiva o seu discurso - a do natural etnocentrismo e saudável rejeição da miscigenação.

CLARA MAIORIA DOS VIOLADORES DE CRIANÇAS EM REGIÃO INGLESA É DE ORIGEM ASIÁTICA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.alertadigital.com/2014/10/28/el-75-de-los-violadores-en-west-midlands-inglaterra-son-asiaticos-y-el-82-de-sus-victimas-son-chicas-blancas-menores-de-edad/
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Em Inglaterra, um relatório policial revelou recentemente que setenta e cinco por cento dos violadores de raparigas e rapazes que passeiam nas ruas da região de West Midlands são «asians», que é o termo pelo qual se costumam designar no Reino Unido os hindustânicos, a saber, Indianos e Paquistaneses. Entenda-se, na prática - muçulmanos do Paquistão, aquilo a que as «más línguas» chamam «pakis». 
Oitenta e dois por cento (82%) das vítimas têm entre catorze e dezasseis anos e são de raça branca. Uma investigação do jornal Birmingham Mail constatou que a polícia e os serviços sociais têm falhado em acudir às vítimas de mais um escândalo de pedofilia muçulmana similar aos de Rotherham, Rochdale e Derbyshire.
As estatísticas estão num relatório confidencial da polícia de West Midlands.
Outra informação dá conta de que cento e onze jovens estavam no ano passado em risco de exploração sexual infantil, em Birmingham. Entre elas encontra-se uma criança de onze anos de idade e quase metade destas vítimas têm menos de quinze anos de vida.
Repare-se que a situação foi revelada pelo Birmingham Safeguarding Children Board (BSCB), publicada em Setembro de 2013, enviada para os organismos associados, entre os quais a polícia de West Midlands, mas nunca emitida para os meios de comunicação social.
Uma relatório da Sandwell Safeguarding Children Board (SSCB) datado do ano passado baseou-se num perfil oficial da polícia de West Midlands, de 2012, segundo o qual os grupos de hindustânicos centram-se em raparigas brancas da rua. Uma versão saneada deste relatório de 2012 foi transmitida às autoridades municipais da região. Mas nem esta versão nem a original foram postas ao alcance do público. 
O Relatório de Sandwell deixava claro: «A inteligência sugere que setenta e cinco por cento dos possíveis suspeitos identificados são de etnia asiática.»
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Deve recordar-se que já há anos e anos o BNP, Partido Nacional Britânico, dado como «racista», andava a denunciar este tipo de situações, como aqui se viu:
http://gladio.blogspot.pt/2011/06/campanha-do-bnp-culmina-com-ida-de.html
http://gladio.blogspot.pt/2011/01/campanha-do-bnp-as-nossas-criancas-nao.html
http://gladio.blogspot.pt/2012/02/manifestacao-nacionalista-do-bnp-em.html

«PORTUGAL NÃO É A GRÉCIA!»

A ONU divulgou ontem o Relatório do Desenvolvimento Humano 2014, onde dá conta de uma nova perspectiva sobre a vulnerabilidade e propõe formas de fortalecer a resiliência.
“Sustentar o Progresso Humano: Reduzir as Vulnerabilidades e Reforçar a Resiliência”, título do relatório, revela que dos 7,2 mil milhões de pessoas que compõem a população mundial, 2,2 mil milhões são pobres ou vivem no limiar da pobreza, com privações sobrepostas em padrões de saúde, de educação e de sobrevivência. Muito embora a pobreza esteja a diminuir em geral, quase 800 milhões de pessoas estão em risco de voltarem a ser pobres se ocorrerem contratempos. Para além disso, são muitas as pessoas que vivem vulnerabilidades estruturais ou durante algum ciclo da sua vida.
O Relatório apela à prestação universal de serviços sociais básicos e a políticas mais enérgicas de protecção social e de promoção do pleno emprego, para promover e consolidar o progresso em matéria de desenvolvimento humano.
No Índice de Desenvolvimento Humano, Portugal ocupa o 41º lugar da tabela.
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Fonte: http://www.impulsopositivo.com/content/portugal-em-41-lugar-no-indice-de-desenvolvimento-humano   (texto original redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Diz uma carta de um leitor do jornal Metro que em 2009 Portugal estava em trigésimo quarto lugar. Agora, continua o leitor, está em quadragésimo primeiro lugar, como diz também o texto da notícia acima. E a Grécia encontra-se em vigésimo nono lugar - sim, a Grécia está em 29º e Portugal em 41º. Pode confirmar-se isto mesmo aqui:
http://hdr.undp.org/en/countries

Portugal está portanto atrás da Grécia, de Malta (39º), da República Checa (28º), da Lituânia (calma que ainda não estamos atrás da Letónia!), da Estónia, da Eslováquia, da Eslovénia, da Polónia. Da Roménia ainda não. Se alguém vos disser que Portugal já está atrás da Roménia podem dizer-lhe que está mal informado/a ou que é mentiroso/a...

Pode portanto perceber-se qual é o real significado das lérias e charlas da cambada governativa quando andava para aí a dizer que «ai, Portugal não é a Grécia!», «ai, Portugal está bem melhor que a Grécia, nem se compara!» Os que assim falam estão melhor que a Grécia, individualmente, eles próprios, os tipos que dizem isso, é que estão melhor que a Grécia: estão seguros, bem seguros, porquanto fazem parte de uma elite que governa um país onde a população é, segundo dizia um ex-ministro, «o melhor povo do mundo», pudera, aguenta tudo sem se revoltar...

GOVERNO ESPANHOL PODERÁ EM BREVE RECONHECER A CATALUNHA COMO NAÇÃO...

La búsqueda de una salida al desafío soberanista de Cataluña ya está en marcha. La vicepresidenta Sáenz de Santamaría lidera discretamente una negociación con Duran i Lleida y el PSC para avanzar en una reforma de la Constitución que no solo otorgue más competencias a la Generalidad, sino que contemple incluso el reconocimiento de Cataluña como nación.
“El Gobierno no está en absoluto cerrado a retocar la Constitución”, aseguró la semana pasada el ministro de Asuntos Exteriores, José Manuel García-Margallo, y precisamente ante el líder del PSOE, Pedro Sánchez.
Pero condicionó cualquier cambio en la Carta Magna a los tiempos que decida marcar Mariano Rajoy. “El debate en el PP sobre la reforma de la Constitución sí o no, la debe adoptar el presidente cuando considere que es el momento oportuno”, zanjó el ministro.
Según publica El Confidencial, este proceso ya está en marcha. Rajoy está dispuesto a abordar ahora una reforma de la Constitución que resuelva el encaje de Cataluña en España. Será, en todo caso, siempre después del 9-N.
Entre las propuestas que sopesa el Gobierno para solucionar el conflicto se encuentra, incluso, el reconocimiento de Cataluña como nación. Los ajustes en la Constitución que se están discutiendo van, por tanto, en la dirección de reconocer la singularidad catalana.
En esta línea, el Ejecutivo está abierto también a negociar con la Generalitat el blindaje de competencias en diversos ámbitos: financiación, la lengua y la cultura.
Los contactos con importantes empresarios y políticos catalanes para debatir esta solución ya han comenzado. Las gestiones están lideradas por la vicepresidenta Soraya Sáenz de Santamaría, quien lleva varias semanas en contacto con el lider de UDC, Josep Antoni Duran i Lleida, y del PSC, Miquel Iceta.
Los empresarios y los responsables políticos en Cataluña han llegado a la conclusión de que hay que encauzar la situación con cierta urgencia. La mayoría admite ya en privado que la solución pasa inevitablemente por un acuerdo del Gobierno central con la Generalitat para desbloquear el conflicto.
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Sin embargo, el presidente trabaja para evitar a toda costa que estos cambios puedan ser interpretados en el resto de España como una “cesión a los nacionalistas”, lo que le perjudicaría electoralmente a pocos meses de las autonómicas.
(...)
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Fonte: http://www.alertadigital.com/2014/10/28/el-gobierno-esta-dispuesto-a-reconocer-a-cataluna-como-nacion-y-a-otorgar-mas-competencias-a-la-generalidad/
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Grão a grão enche a galinha o papo, Roma e Pavia não se fizeram num dia.

AFRICANO MORRE EM DESACATOS NA ZONA MAIS AFRICANIZADA DO PAÍS

Agradecimentos a quem aqui trouxe estas páginas:
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/rixa-entre-jovens-no-cacem-provoca-um-morto-e-um-ferido-grave-1674464 - página com vídeo incorporado
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/jovem_more_esfaqueado_em_rixa.html - página com vídeo incorporado   (texto original redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=4207080
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Um jovem de 19 anos morreu ontem dentro do café Três Espigas, no Cacém, Sintra, depois de ter sido esfaqueado durante uma rixa que envolveu quatro jovens por causa de uma mulher.
A desordem ocorreu pouco depois das 20h00, na rua D. Maria II, e um dos jovens envolvidos acabou por morrer dentro do café imediações. Os bombeiros e a PSP foram chamados de imediato ao local. Perto do café encontraram outros dois jovens, feridos com alguma gravidade.
Um dos feridos, um rapaz com 17 anos, foi transportado ao Hospital de Santa Maria, com ferimentos graves de arma branca no tórax. O segundo foi levado para o Hospital Amadora-Sintra com um golpe na cabeça.
Por volta das 00h10 desta quarta-feira estavam no local vários agentes da PSP e inspectores da Polícia Judiciária, que irá agora investigar o caso. O CM apurou que o autor do crime foi identificado pela PSP, que chegou ao local logo após os confrontos.
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Pode ver-se que os presumíveis familiares da vítima mortal são negros.
Vá lá que desta vez não morreu nenhum branco...

MAIORIA DOS RECLUSOS EM FRANÇA SÃO MUÇULMANOS

Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/10/28/el-60-por-ciento-de-los-reclusos-en-carceles-francesas-son-musulmanes/
Segundo informação publicada no jornal diário francês Le Figaro, cerca de sessenta por cento da população penitenciária de França, ou seja, quarenta mil reclusos, é de credo muçulmano. Um deputado, Guillaume Larrive, sugere «a criação de unidades especializadas na luta contra a radicalização por meio da terapia de choque (USAR) para reclusos que regressem à jihad (guerra santa)».

Esta é mais uma confirmação de que os estabelecimentos prisionais dos países europeus com mais muçulmanos constituem autênticas escolas de radicalização islamita. A violência costumaz nas hostes islamitas não pode deixar de seduzir gente usualmente violenta, sobretudo quando se encontra detida por motivos relacionados com a violência, particularmente quando esta mesma gente é oferece um elevado potencial de radicalização anti-ocidental, anti-branco, por via dee um credo historicamente inimigo do Ocidente.
Assim, do mesmo modo que há dois mil anos o nível mais baixo de Roma, o das catacumbas de escravos e marginais, foi base e palco da proliferação de um culto oriental semita e totalitário que acabou por contaminar toda a Europa, também agora um outro culto oriental semita e totalitário, seu parente próximo, ameaça expandir-se e contagiar todo o continente europeu a partir do nível mais baixo do Ocidente, que é o das prisões.
Contra a repetição de um tal tipo de catástrofe, só o Nacionalismo é solução - alteração do direito de cidadania deixando como único critério da mesma o Ius Sanguinis (origem étnica autóctone), o repatriamento em massa de criminosos alógenos, o travão imediato à imigração e a vigilância apertada do Islão em solo europeu.


SURGE PROPOSTA EM LOCALIDADE ITALIANA PARA QUE AUTÓCTONES E CIGANOS USEM DIFERENTES AUTOCARROS

Em Itália, o presidente da câmara de Borgaro, no norte, Claudio Gambino (do Partido Democrata), propôs recentemente a criação de uma linha de autocarro para evitar que indígenas e ciganos viajem no mesmo veículo. Sucede que nesta localidade os ciganos são acusados pelos cidadãos locais de adoptarem atitudes violentas quando usam o autocarro.
A ideia, segundo o jornal diário «La Stampa», destina-se a evitar que continuem a registar-se casos de confrontos nos autocarros entre os habitantes desta localidade da periferia de Turim e ciganos de uma povoação próxima, criticados pelo seu comportamento agressivo.
O autocarro em questão é o 69, que vai da praça Stampalia, na capital piemontesa (Turim) em direcção a Borgaro, passando, de caminho, por um povoado de ciganos.
O jornal «La Stampa» apresenta alguns testemunhos destes confrontos, incluindo roubos e agressões em grupo, de que recentemente foi vítima uma rapariga. Isto fez com que o autocarro passasse a ter de transportar um polícia municipal, medida que entretanto foi cancelada uma semana depois.
Os habitantes locais chegaram a fazer uma recolha de assinaturas e a mobilizar-se nas redes sociais para que houvesse a intervenção das instituições locais.
Diante das críticas que aplicam a acusação de «racismo» ao governo local, este defende-se dizendo que a sua actuação nada tem de racista, limitando-se a ser «um modo de resolver um problema que aumenta desde há demasiado tempo.»
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Fonte: http://www.alertadigital.com/2014/10/24/un-alcalde-italiano-pide-que-los-gitanos-usen-autobus-propio-para-evitar-conflictos/
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Claro que de acordo com os clérigos e diáconos da Santa Inquisição Anti-Racista, o povo autóctone tem mesmo de continuar a gramar o calor humano dos ciganos locais, porque sim, porque tem, porque de acordo com o cânone máximo do «Anti-Racismo», o mal supremo e pecado capital é a discriminação e a separação de diferentes grupos étnicos... e o povinho que aguente. 

Até ao dia em que os Nacionalistas tomem o poder e ponhas os pontos nos is. Nessa altura a hoste antirra faz um ar muito horrorizado e deplora «os instintos humanos mais primitivos»... e claro, nunca deixa, em todo o processo, de meter nojo. Nojo.



JÁ HÁ IMAGENS QUE APONTAM PARA A CONIVÊNCIA ENTRE ISLAMISTAS DO ESTADO ISLÂMICO E AS FORÇAS MILITARES TURCAS

Um vídeo publicado esta segunda-feira mostra aquilo que parece ser conivência entre militantes do Estado Islâmico e membros das forças armadas turcas, junto à fronteira entre a Turquia e a Síria. 
As imagens, filmadas pela agência DiHA, conhecida por ser próxima da causa curda, mostram cinco homens, alegados membros do Estado Islâmico, num local perto da fronteira onde muitos habitantes da cidade curda de Kobani, que está actualmente sitiada pelos islamitas, deixaram os seus veículos antes de fugir para a Turquia. 
Segundo os jornalistas que filmaram a cena, os homens terão roubado tudo o que era útil ou de valor dos automóveis, queimando algumas coisas. Quando terminam o que foram fazer partem de novo, mas é aí que dois dos membros do Estado Islâmico, armados, começam a acenar para o lado turco da fronteira. 
Nessa altura chega um veículo militar com sete soldados turcos. Os soldados saem do carro com armas mas em nenhuma altura a situação fica tensa. Pelo contrário, os alegados islamitas aproximam-se da cerca que separa os dois países e conversam com os soldados. O vídeo dura poucos minutos, mas a agência diz que a conversa durou cerca de meia hora, antes de os militantes se afastarem. 
A Renascença não pode verificar independentemente as imagens, mas os homens fardados são claramente soldados turcos e a agência DiHA diz que tudo se passou numa zona que está sob controlo do Estado Islâmico. 
As imagens, captadas furtivamente a partir do lado turco da fronteira, estão a enfurecer a comunidade curda, que fala de “mais provas” de conluio entre a Turquia e o Estado Islâmico. Ankara tem sido muito criticada também pela comunidade internacional pela recusa em agir contra os islamitas que há 40 dias tentam ocupar Kobani, que é defendida por milícias curdas com o apoio aéreo dos Estados Unidos e demais membros da coligação contra o Estado Islâmico. 
O regime turco vê as milícias curdas com suspeição devido à sua proximidade com o PKK, o movimento independentista curdo que luta contra a Turquia há cerca de 30 anos.
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Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=166694
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E é isto que além de continuar a fazer parte da OTAN, ainda há quem queira meter pela União Europeia adentro...


MINISTRO BRITÂNICO PEDE DESCULPA POR DIZER QUE HÁ BRITÂNICOS A SENTIREM-SE CERCADOS PELA ENCHENTE IMIGRANTE

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_10_28/Ministro-brit-nico-se-desculpa-por-dizer-que-Reino-Unido-inundado-por-imigrantes-3534/
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O secretário de Defesa do Reino Unido, Michael Fallon, teve que pedir desculpas nesta segunda-feira (27) após dizer que as cidades britânicas "estão sendo inundadas por imigrantes" e que algumas delas "se sentem sob cerco" deles.
A polémica foi levantada no momento em que os conservadores, liderados pelo primeiro-ministro David Cameron, se sentem pressionados pelo crescimento do Partido Independente do Reino Unido (Ukip), favorável a maiores restrições à entrada de estrangeiros.
A frase foi dita numa entrevista ao canal SkyNews no domingo (26), em que comentava as críticas da União Europeia a uma flexibilização da relação dos britânicos com o bloco. Um dos motivos para diminuir as relações é o aumento da imigração de países do leste europeu.
"Os alemães ainda não viram as nossas propostas e nós ainda não vimos as nossas propostas. Isto ainda é discutido no momento para ver o que podemos fazer para impedir que cidades e comunidades inteiras sejam inundadas por um número grande de imigrantes".
E continuou: "Nalgumas áreas do Reino Unido, principalmente na costa leste, as cidades sentem-se sob cerco, com um grande número de imigrantes e pessoas pedindo benefícios, e é muito certo que prestemos atenção nisso".
As declarações foram rapidamente repudiadas pelos adversários e por aliados. O secretário de Energia britânico, Ed Davey, disse que "quando falamos de imigração precisamos de ser mais responsáveis com as palavras que usamos".
Para o trabalhista Douglas Alexander, que é o secretário-sombra (representante da oposição) da chancelaria britânica, isto demonstra "o desespero do Partido Conservador".
"Temos um governo que gasta mais tempo negociando com os seus aliados que com outros líderes europeus. Agora, David Cameron está com tanto medo do desafio interno na questão imigratória e do desafio eleitoral que representa o Ukip que está decepcionando os britânicos e nós vemos isso em algumas declarações destemperadas desta semana".
Diante da pressão, Fallon pediu desculpas nesta segunda, em entrevista à BBC. "Eu disse algo errado ontem. Não deveria ter usado as palavras que usei".
O termo já foi usado outras vezes por políticos conservadores para se referir aos imigrantes, inclusive pelo maior ícone do partido nas últimas décadas, a primeira-ministra Margaret Thatcher. Em 1978, disse que o Reino Unido era inundado por imigrantes da nova Comunidade Britânica, que incluía os países da África e a Índia, e do Paquistão. Mesmo com esse discurso foi eleita no ano seguinte.

«Mesmo com esse discurso» como se o discurso fosse mau... na verdade, Margaret Thatcher agradou ao povo com este discurso, abafando assim o crescimento, nos anos setenta, do partido National Front, de Extrema-Direita britânica, ou seja, absorvendo-lhe o eleitorado. É o mesmo truque que a Direita conservadora tenta sempre que a Extrema-Direita aumenta a votação ou que os analistas dessa Direita conservadora se apercebem de que o povo está particularmente acirrado contra a imigração. Pode aliás ler-se aqui um trecho do discurso de Margaret Thatcher a justificar a referência à imigração - a 30 de Janeiro de 1978, disse, num documentário do canal televisivo ITV, denominado World in ActionO Mundo em Acção»), o seguinte:
«... não falamos tanto sobre isso [imigração] tanto quanto talvez devêssemos. Na minha perspectiva, isso é uma coisa que está a levar algumas pessoas para a Frente Nacional. Elas não concordam com os objectivos da Frente Nacional, mas dizem que ela pelo menos está a falar sobre alguns dos problemas... Se não queremos que as pessoas se encaminhem para os extremos... temos de mostrar que estamos preparados para lidar com isso. Somos uma nação britânica com características britânicas.»   (Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/National_Front_(UK)#Late_1970s:_riots.2C_in-fighting_and_decline)

Que um ministro resolva agora pedir desculpa por ter dito a verdade mostra bem de que é feita a mentalidade da elite me(r)diática e politicamente reinante no Reino Unido, que é a mesma que controla o resto do Ocidente.
Contra tal inquisição anti-racista, só o Nacionalismo se ergue.




terça-feira, Outubro 28, 2014

LÍDER DOS CURDOS EM COBANI DEFENDE OS DIREITOS DAS MULHERES E CRITICA O APOIO INDIRECTO TURCO AO ESTADO ISLÂMICO

Os soldados curdos que estão a defender a cidade de Kobani contra os ataques do Estado Islâmico estão a lutar pelos direitos das mulheres em todo o mundo, afirma uma das líderes militares da resistência. 
Meysa Abdo, que utiliza o nome de guerra Narin Afrin(nalgumas fontes aparece Nalin), fez chegar um artigo de opinião ao "New York Times" que surge no "site" do famoso jornal americano esta terça-feira. 
"Estamos a defender uma sociedade democrática e secular de curdos, árabes, muçulmanos e cristãos, todos os quais enfrentam um massacre iminente", escreve. 
Referindo-se aos militares curdos, que estão cercados em parte da cidade de Kobani desde o dia 15 de Setembro, Abdo fala da presença de mulheres nas fileiras: "Nós que estamos na linha da frente sabemos bem como o Estado Islâmico trata as mulheres. Esperamos que as mulheres do mundo nos ajudem, porque lutamos pelos direitos das mulheres em todo o lado. Não estamos a contar que venham combater ao nosso lado (embora nos encheria de orgulho que o fizessem). Mas pedimos, sim, às mulheres que promovam a nossa luta, chamando atenção para a nossa situação nos seus próprios países, pressionando os seus governos a ajudar-nos."
No resto do seu artigo a líder curda garante que os curdos jamais irão desistir de defender a sua cidade, que está localizada na fronteira entre a Síria e a Turquia e recorda que os peshmerga, como são conhecidos os soldados que comanda, são dos únicos que conseguiram montar alguma resistência ao Estado Islâmico: "Sempre que os enfrentamos em igualdade de circunstâncias eles são derrotados. Se tivéssemos mais armas e pudéssemos ser reforçados por combatentes de outras partes da Síria, estaríamos em posição para infligir um golpe mortal contra o Estado Islâmico, um golpe que, acreditamos, poderia levar à sua dissolução em toda a região". 
O principal obstáculo, conclui Meysa Abdo, é o Estado turco, que merece as mais fortes críticas. “Mesmo quando combatentes curdos de outras partes do norte da Síria tentam reforçar-nos com alguns dos seus veículos blindados e mísseis anti-tanques, a Turquia não o permitiu. A Turquia, que é membro da OTAN, devia ser um aliado neste conflito. Poderia ter-nos ajudado facilmente, permitindo a comunicação entre diferentes áreas curdas na Síria, para podermos mover combatentes e material de um lado para outro, através do território turco. Em vez disso, o Presidente da Turquia comparou várias vezes os nossos soldados, que defendem uma sociedade diversa e democrática, com o Estado Islâmico”. 
A cidade de Kobani encontra-se actualmente cercada de três lados por militantes do Estado Islâmico e, nas costas, tem a fronteira turca. Os turcos permitiram a passagem de centenas de milhares de refugiados civis, mas há relatos de combatentes curdos feridos que morreram junto à passagem, sem autorização para serem socorridos em hospitais curdos, e todas as tentativas de reforçar as posições curdas pela fronteira têm sido negadas. 
Só há dias, e após forte pressão internacional, a Turquia aceitou deixar passar 200 soldados curdos vindos do Iraque, que estão actualmente a caminho de Kobani. 
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Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=166852

SER A FAVOR DA ESTIRPE


https://www.youtube.com/watch?v=F2YNSMOHfHo

Ser a favor em vez de contra - ser pela salvaguarda da Gente, pela verdadeira consciência de estirpe, uma consciência metafísica que é a consciência de ser o elo de uma corrente, recolhendo, e transmitindo, a herança biológica mas também espiritual dos ancestrais.

NO PAÍS IRMÃO - IGREJA MAIS UMA VEZ AO LADO DA IMIGRAÇÃO ILEGAL E CONTRA AS AUTORIDADES NACIONAIS

(...) La Iglesia se dedica ahora a denigrar y calumniar a la Guardia Civil y, a través de organizaciones satélites como la siniestra Cáritas, a promover la entrada y permancia de ilegales, la mayoría procedentes de países africanos musulmanes, en territorio nacional. La Iglesia Católica es el caballo de Troya de la islamización de España. Esa es la verdad y lo demás es propaganda.
Cáritas y el resto de entidades entreguistas vinculadas a la Iglesia no son el buen samaritano sino una exuberancia de estupidez suicida. Y si no que se lo pregunten a los coptos o a los cristianos cruxificados en Irak, o a las más de 200 niñas nigerianas secuestradas por Boko Haram, o a Asia Bibi en Pakistán, incomunicada en cadena perpétua. No hay caridad para los cristianos, ni fraternidad. La Iglesia calla, cobarde y cómplice, mientras alimenta el conflicto en España. Esa Iglesia sólo está atenta a sus privilegios y a su financiación y vende al por mayor la mentira de su solidaridad con los de fuera. Esa Iglesia no denuncia la maldad en su raiz y calla ante la realidad diabólica que, como un manto de oscura corrupción, tapa la verdadera espiritualidad de Occidente. Esa Iglesia es un verdadero asco.
Cáritas es el comedor social de los musulmanes. Cáritas es la media luna de los idiotas. Y no tan idiotas, porque resulta que de fomentar la amenaza musulmana con su demografía expansiva viven la friolera de 4.357 católicos oficiales, que están asalariados de Cáritas, que viven de Cáritas y en buena medida del contribuyente, porque el 33,70% de los fondos salen de los fondos públicos, de las administraciones locales (19.635.876 euros), las autonómicas (31.499.100), de la central (28.626.405) y de la Unión Europea (4.728.352). Datos oficiales de la web oficial de Cáritas.
(...) Es una coartada del sistema y un quintacolumnismo islámico. Hay que acabar con esta mentira, aunque algunos católicos oficiales amenacen con sus falaces excomuniones. Con nuestro dinero no debe financiarse a los ilegales. Para nada. Ni un solo euro a la Iglesia, ni en el cepillo, ni mucho menos poner la crucecita. Y animamos a todos a hacer lo mismo.
Denuncia” de las vulneraciones de derechos que se producen en las fronteras
El Secretariado de la Comisión Episcopal de Migraciones, la Conferencia Española de Religiosos (CONFER), el Servicio Jesuita a Migrantes (SJM) y Cáritas, han emitido este martes un comunicado conjunto en el que invitan a todos sus agentes y comunidades a permanecer en actitud de “máxima alerta y denuncia” de las vulneraciones de derechos que se producen en las fronteras.
En el texto, dicen estar “alarmados” por “el uso desproporcionado de la violencia en la valla de Melilla, las prácticas de expulsión realizadas bajo dudosa legalidad y la imposibilidad de solicitar asilo” y denuncian que la “pasividad e indiferencia refuerzan y legitiman este tipo de prácticas, que amenazan la vida y los derechos humanos de las personas inmigrantes, los solicitantes de asilo y los refugiados”.
“Urgimos a que las labores de protección y vigilancia de nuestras fronteras se realicen en todo momento bajo el más estricto cumplimiento de los derechos fundamentales, la legislación nacional y europea y los tratados internacionales ratificados por España. Y reclamamos como máxima prioridad en estos momentos evitar nuevos sufrimientos, respetar la vida humana y garantizar el derecho al asilo”, exponen las organizaciones de la Iglesia.
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Fonte: http://www.alertadigital.com/2014/10/22/la-ramera-babilonica-ataca-ahora-a-la-guardia-civil-la-iglesia-llama-a-todos-sus-agentes-a-denunciar-las-violaciones-de-derechos-en-las-fronteras/
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Agora, como há dois mil anos, a Igreja está no lado de forças subversivas contra o Ocidente, nomeadamente contra a autoridade que defende a integridade do país ocidental - ontem, as da Roma pagã a braços com a quinta-coluna cristã; hoje, as da Europa branca e laica cada vez mais iminvadida por alógenos.

DIVERSIDADES...


Legenda:
«Alemã, Britânico, Escocês, Dinamarquesa, Finlandesa, Espanhola, Italiana, Austríaca...
Aparentemente esta gente não tem diversidade nenhuma entre si, as seguintes é que têm:
Iraquiana, Saudita, Afegã, Iraniana, Paquistanesa, Síria, Iemenita, Egípcia»

A diversidade natural da Europa, rica e livre, não basta aos alegados campeões da «Diversidade» que controlam o Ocidente e que impingem a imigração em massa aos Ocidentais para que mais «diversidade» se imponha na Europa, vindo essa imigração de países onde curiosamente a repressão religiosa dá às mulheres um aspecto bem menos diverso do que o que caracteriza as culturas europeias...


SEMANÁRIO «O DIABO» DE 28 DE OUTUBRO DE 2014 - PARLAMENTO GALEGO DEFENDE LÍNGUA PORTUGUESA


MILHARES EM MANIFESTAÇÃO CONTRA O SALAFISMO E A IMIGRAÇÃO EM GERAL

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4202555
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Cerca de 2.500 "hooligans" e militantes de extrema-direita de várias cidades da Alemanha juntaram-se este domingo em Colónia num protesto anti-imigração que terminou em confrontos com a polícia de choque.
"Utilizámos gás lacrimogéneo, bastões e canhões de água para tentar recuperar o controlo da situação", disse um porta-voz policial à agência alemã DPA, acrescentando que os manifestantes lançaram pedras, garrafas e petardos contra a polícia.
O protesto foi convocado por um grupo intitulado "'hooligans' contra salafistas" para o início da tarde de hoje em Colónia (oeste). "Estrangeiros fora!", gritaram repetidamente os manifestantes.
Uma contra-manifestação, organizada por grupos de extrema-esquerda e antifascistas, juntou cerca de 500 pessoas.
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Neste outro link, http://www.ibtimes.com/cologne-hooligan-riot-alleged-neo-nazis-clash-german-police-anti-salafism-demonstration-1713920, informa-se que os manifestantes de Direita ascendiam a mais de quatro mil indivíduos e que no seio do protesto também se ouviram vozes contra a imigração, não apenas contra os salafistas.

segunda-feira, Outubro 27, 2014

A VERDADEIRA EUROPA DAS NAÇÕES


Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2758795/Europe-divided-Map-shows-continent-look-separatist-movement-got-wish.html?ito=social-facebook
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O mapa que acima se vê foi elaborado pela organização Aliança Livre Europeia, que congrega mais de quarenta partidos e movimentos independentistas europeus. Mostra os diversos movimentos separatistas da Europa.

Não creio que a Andaluzia seja uma nação, dado que não tem língua própria, o seu idioma étnico é o Castelhano; em contrapartida, falta, no mapa acima, assinalar a existência das Astúrias, que, essa sim, tem língua étnica própria, falada por cerca de meio milhão de pessoas.
Esta é uma Europa ideal, a das Nações, em que cada Povo tem a sua própria soberania e nem sequer há gigantes territoriais.


JOVEM SUÍÇA ENRIQUECIDA FISICAMENTE PELO CONTACTO COM UM ALÓGENO AFRICANO


Em Aargau, naSuíça, a jovem Rahel K, de 30 anos, foi no primeiro dia de Outubro atacada por um imigrante negro, que a tentou violar quando Rahel estava quase a entrar em casa. O africano seguiu-a desde a estação de comboio onde a jovem saiu, vinda de Zurique, em trabalho. Seguiu-a até perto de casa.Dirigiu-se a ela em Inglês, perguntando-lhe se falava a língua, ao que Rahel lhe respondeu, em Alemão, que falava Alemão. O negro atirou-a ao chão, disse-lhe que era uma mulher sexy. Rahel, atordoada, nem gritou. O negro puxou-lhe o cabelo, espancou-a no rosto várias vezes, ficando com o lábio inferior ferido e uma nódoa negra na barriga. Pensou que ia ser violada quando o agressor se pôs em cima dela, mas a aproximação de um automóvel fez com o que meridional se fosse embora.
O negro, com estatuto de refugiado, é oriundo da Eritreia e tinha chegado à Suíça através de Itália. Estava a viver num hotel e foi entretanto detido pelas autoridades, encontrando-se em prisão preventiva por três meses.
Diz a jovem que, embora contente por estar viva, o seu «maior temor é que ele seja libertado». E acrescenta, mostrando fotos do rosto agredido, que isso deve servir para alertar as pessoas: «Esta é especialmente para os políticos. Precisamos de agir. Não só em Aargau. Há muita gente que nem se atreve a andar à vontade na rua, e não só de noite! Isto não pode e não deve ser assim.» «O agressor tirou a minha liberdade. Tenho sempre a sensação de estar a ser perseguida.»
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Fontes: 
http://www.minutodigital.com/2014/10/25/fotos-una-suiza-es-golpeada-en-la-cara-y-mordida-en-la-mano-por-un-inmigrante-que-intentaba-violarla/
http://www.blick.ch/news/schweiz/rahel-k-brutal-von-asylbewerber-attackiert-ich-will-dass-man-mich-so-sieht-id3181111.html
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CÔNSUL MARROQUINO EM BARCELONA GABA A PERSISTÊNCIA DA PRESENÇA MARROQUINA NA EUROPA

El cónsul general de Marruecos en Barcelona, Fares Yassir, explica en una entrevista en El Periódico que “la gente se olvida de una cosa, y es que España está a sólo 14 km de Marruecos”.
“Por otro lado, en Cataluña tarde o temprano se hablará del catalán musulmán; si dentro de 20 años hay tres millones de musulmanes catalanes, el Ramadán se vivirá como un hecho normal”, añade en este sentido.
El cónsul tambo reconoce que sus compatriotas, a diferencia de los latinoamericanos, tampoco retornan a su país, sino que se trasladan a otros estados de la Unión Europea.
“Hay una característica de la comunidad marroquí que no tienen otras comunidades como las latinas, que sí han vuelto. El marroquí suele tener hermanos o primos en otros países europeos como Francia y Bélgica; entonces, la gente se mueve, porque es acogida en otro lugar y se busca la vida allí. Es la fuerza marroquí para aguantar la crisis, aunque muchas familias la siguen padeciendo”, señala.
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Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/10/26/el-consul-de-marruecos-preve-tres-millones-de-musulmanes-catalanes-dentro-de-20-anos/

ANGOLA, OPUS DEI E GABINETE DE PRIVATIZAÇÕES DO GOVERNO...

Uma reportagem da revista Visão revela que o recém-nomeado chefe de gabinete do secretário de Estado das Finanças é director de uma sociedade de capital de risco ligada à família do presidente angolano.
Rodrigo Balancho de Jesus tem 36 anos e é dois anos mais velho que o secretário de Estado das Finanças que o nomeou, Manuel Luís Rodrigues. Ambos pertencem à Associação de Antigos Alunos da IESE Business School, gerida pelo Opus Dei em Espanha. O secretário de Estado tem sob a sua tutela os dossiês das privatizações e das empresas públicas e pelo seu gabinete passa muita informação confidencial.
A sede da Erigo situa-se um andar abaixo do escritório de advogados SLCM, que assessorou a China Three Gorges na privatização da EDP. E partilha com este escritório o presidente da Assembleia Geral, Miguel Machete, filho do ministro dos Negócios Estrangeiros que pediu desculpas públicas ao governo angolano pelas investigações judiciais que visavam figuras próximas do círculo do poder em Luanda. Segundo revela a edição desta quinta-feira da revista Visão, quando Balancho de Jesus foi requisitado pelo ex-colega para o governo de Passos Coelho, ocupava o cargo de director de investimento da Erigo, uma sociedade de capital de risco administrada por um filho de José Eduardo dos Santos, Paulino dos Santos, e o seu meio-irmão Tito Mendonça.
Ainda segundo a Visão, um dos administradores da Erigo também é administrador da Lagoon SGPS, empresa que tem sede na mesma morada. Ao lado de Tito Mendonça surge o nome de Dias Loureiro no Conselho de Administração desta empresa gerida por um filho do general angolano Carlos Hendrick da Silva, um dos acusados pelo activista Rafael Marques no seu livro "Diamantes de Sangue" por cumplicidade com torturas e assassínios na região diamantífera da Lunda.
Para além do secretário de Estado e do seu chefe de gabinete, também o seu adjunto, Pedro Sampaio, pertence ao mesmo círculo de gestores formados na escola da Opus Dei. E o antecessor de Balancho de Jesus no cargo de chefe de gabinete do secretário de Estado das Finanças, Abel Mascarenhas, também frequentou a mesma escola. O peso da Opus Dei nas finanças públicas alargou-se ao gabinete de Carlos Moedas, com a contratação de Tomás Sanches da Gama - outro elemento da associação de antigos alunos da IESE Business School -, entre Fevereiro de 2012 até Agosto deste ano, primeiro através da encomenda de serviços por ajuste directo e depois nomeado técnico especialista do gabinete do actual comissário europeu para a Ciência.
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Fonte: http://www.esquerda.net//artigo/angola-e-opus-dei-dominam-gabinete-das-privatizacoes-no-governo/34573?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook   (artigo originalmente redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa).

PNR DENUNCIA A DEBILIDADE DO ORÇAMENTO DE ESTADO

Já são conhecidas as propostas do Governo relativamente ao Orçamento de Estado para o próximo ano. Apesar de haver ainda margem para ajustes, a conclusão que tiramos é de que muito se prometeu, muito se sonhou, muita propaganda eleitoralista foi feita, mas a realidade mostrou-nos que afinal a montanha pariu um rato.
A par de alguns progressos no que toca a fiscalidade, começam a aparecer alguns sinais de abertura no que toca a benefícios às famílias, incentivo à natalidade e apoio às empresas, ainda que de uma forma muito ténue e condicionada. Estas progressos são sinais de que aquilo que o PNR vem defendendo como benéfico para as famílias, para as empresas e para a economia é exequível e que, afinal, o PNR não estava a sonhar com utopias. Mas, se o Governo dá por um lado, tira muito mais por outro. A falácia da fiscalidade verde, apresentada com a mais vergonhosa hipocrisia, longe de defender o ambiente é uma forma velada de sacar dinheiro aos contribuintes. Mais, vai fazer encarecer toda a produção industrial e agrícola, bem como tornar menos competitivos os nossos produtos face aos importados. Ou seja, traduzir-se-á em mais uma machadada no bolso de todos nós e nas empresas nacionais. Mas o presente envenenado passa também por outros impostos: o IMI a aumentar para pagar as dívidas contraídas pelas câmaras municipais, muitas vezes em obras faraónicas com fins eleitoralistas que muito jeito deram aos empreiteiros “amigos”, e que muitas vezes foram depois votadas ao abandono e degradação. Diga-se de passagem que, neste endividamento camarário, todos os cinco partidos com assento parlamentar têm culpas, o que mostra claramente que nenhum tem competência ou e legitimidade para atirar a primeira pedra.
No que concerne a previsões macro-económicas, este Orçamento embandeira em arco. Previsões completamente irrealistas, mostrando um clara incompetência ou uma forma vergonhosa de tentar iludir os portugueses numa altura em que se aproximam eleições. Governa-se para ganhar votos e não para servir o país. O PNR não acredita pois (e com muita pena nossa) nas metas apresentadas neste orçamento. No final das contas, infelizmente para o País e para todos nós, iremos mais uma vez ter razão.
Também muito foi prometido no alavancar da nossa economia, no aumento da produção nacional, afinal o motor que nos pode fazer sair da crise. Mais uma vez se ficou pelas promessas, sem propostas ou intenções, sem planeamento, navegando à vista e a reboque de certos interesses que não os dos pequenos e médios empresários, que não baixam os braços apesar dos atropelos e perseguições que o sistema lhe faz. Até o tão propagandeado Banco de Fomento se revela um fiasco, mais uma organização para arranjar tachos aos amigos com cartão partidário e ao serviço da banca privada, pois trabalha directamente com esta e não com o sector empresarial.
Não podemos deixar de lamentar o encobrimento vergonhoso e moralmente criminoso da questão BES. Contrariamente àquilo que este Governo nos tenta passar, o caso BES terá um impacto pesado nas nossas contas públicas, contribuirá negativamente para o aumento do défice da dívida pública e para a má imagem que transmitimos lá para fora.
Paralelamente, e qual empresa imobiliária, o Governo prepara a venda de mais empresas do sector público, sobretudo ao grande capital apátrida e por meia-dúzia de tostões. A maior prova do que dizemos é o que se passa na TAP, uma empresa de referência no sector e que, devido ao desleixo programado a que se junta a poíitica de terra queimada dos sindicados, vai ser vendida por verbas abaixo do seu valor. Mas não é a única, nem será!
Contas feitas o cenário é negro: a carga fiscal vai aumentar, o défice vai disparar, a dívida pública vai continuar incontrolável e o desemprego, as empresas a fechar e o aumento do custo de vida continuarão na ordem do dia.
O PNR continua e continuará a defender que se siga um caminho completamente oposto ao dos partidos do sistema (incluindo os supostamente “alternativos” da esquerda). Não vemos os assalariados como um alvo a perseguir, como faz a direita, nem os empresários como um grupo a perseguir, como faz a esquerda. Os dois grupos são importantes para a nossa economia, desde que se encontre um ponto de equilíbrio, que faça os assalariados vestir a camisola da empresa e o empresário compensá-los por esse mesmo esforço.
Esta forma de encarar a economia só é possível colocando a Banca ao serviço da produção, a produção ao serviço do País e o trabalho ao serviço de todos nós. Porque o trabalho não é apenas um direito: é, também, uma obrigação cívica, a cumprir por aqueles que puderem cumpri-la. Sem trabalho, não existe produção. Esta, por seu turno, deve ter por objectivo servir a Nação e não grupos económicos ou a riqueza desmedida, da mesma forma que a Banca não deve servir a usura, mas sim ser um factor essencial para a prosperidade das famílias e das empresas.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/orcamento-estado-um-passo-a-frente-varios-passos-atras/