terça-feira, Setembro 02, 2014

PETIÇÃO PELA SALVAGUARDA DOS BRASÕES DO JARDIM DE BELÉM


A Câmara Municipal de Lisboa, na pessoa do Senhor Vereador Sá Fernandes, resolveu eliminar os brasões relativos às ex-províncias ultramarinas, desenhados nos buxos do jardim em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, na Praça do Império, alegando que estão "ultrapassados" e que "não faz sentido mantê-los", pois são representativos do Ultramar e do colonialismo. 
Porém, aquele espaço, que foi projectado pelo arquitecto português Vasco Lacerda Marques, integrado na praça do Império, desenhada pelo afamado arquitecto luso Cortinelli Telmo (1897-1948) para a Exposição do Mundo Português, em 1940, é um marco histórico, um património, uma memória e um símbolo da História e da Cultura de Portugal. 
Não se pode politizar nem mudar a História. Ao retirar os brasões, estarão a descaracterizar um dos espaços mais visitados de Lisboa, que pertence ao povo português e, em particular, aos munícipes da cidade. 
Esta acção é um ultraje à memória de um povo e uma tentativa de despojar as gerações vindouras da herança histórica e cultural portuguesa, um legado que temos o dever de preservar, não de apagar, como se nunca tivesse existido. 
Assine, por favor, para mostrar que é contra a eliminação desses brasões e que estão neste espaço desde 1940, como parte integrante do jardim.

Para assinar, aceder a esta página internética: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74604

O COMEÇO DAS ATRIBULAÇÕES DE UMA BRITÂNICA NA BRITÂNIA... GRAÇAS À PESTE VERDE



Você está andando pela rua na cidade onde foi criada. É uma cidade que foi recebendo grandes ondas de imigração ao longo dos anos e que hoje tem uma forte presença islâmica. 
De repente, vê uma marcha de protesto, com mulheres inteiramente cobertas por burcas pretas e homens carregando bandeiras negras com escritos em Árabe. Os participantes da marcha estão cantando que o seu país e a sua polícia deveriam "ir para o inferno". 
Você não consegue acreditar que isso está acontecendo no seu próprio país e aborda algumas dessas pessoas. Os participantes da marcha começam a dizer que você também vai arder no inferno, a não ser que se torne muçulmana. 
Você é mulher e está vestida modestamente. Mas uma das mulheres de burca diz que você "parece nua no meio da rua" e que, desse jeito, deve estar tentando seduzir os homens. 
Tudo isso aconteceu de verdade com a britânica Nattie Goldberg Nameri. Veja o vídeo acima e tire as suas próprias conclusões.
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Fonte: http://www.aleteia.org/pt/mundo/video/video-marcha-islamica-em-cidade-inglesa-choca-mulher-que-cresceu-no-local-5786175386157056

O BLOQUISTA QUE NÃO QUER QUE O DINHEIRO PÚBLICO SALVAGUARDE PATRIMÓNIO NACIONAL



Sá Fernandes não quer gastar 24 mil euros por ano com os jardins da Praça do Império. 

Mas não se importou de gastar 18 MILHÕES de euros aos contribuintes de Lisboa com o embargo do túnel do Marquês. 
O equivalente a 750 anos de jardins limpinhos!!! :D 
É a entourage de quem quer tomar o País de assalto. 
BE afraid, BE very afraid. 

Fonte: Facebook

Isto sem falar no dinheiro que a câmara gasta em «festas da diversidade» ou lá a merda que chamar a isso...

NOTÍCIA DA SEMANA PASSADA - MORREU JOVEM PORTUGUÊS ESFAQUEADO POR «JOVENS»...

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/pais/267716/jovem-arquiteto-esfaqueado-acabou-por-morrer
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O jovem arquitecto, que foi esfaqueado na terça-feira da semana passada junto ao Cais do Sodré, morreu esta quarta-feira, apurou o SOL.
Diogo Andrade e Sousa, de 28 anos, já se encontrava em morte cerebral desde ontem, mas acabou por não resistir.
A polícia está a investigar o caso e ainda nenhuma detenção foi feita.
O jovem vivia no estrangeiro e estava em Portugal de férias. Na semana passada resolveu ir sair com uns amigos para a zona do Cais do Sodré, em Lisboa. Uma amiga com quem estava foi abordada por um grupo de três jovens e Diogo em sua defesa acabou por ser esfaqueado na zona do coração e do pulmão.
Uma semana depois, o jovem não resistiu no hospital de São José, em Lisboa.

A notícia é omissa quanto à identidade étnica dos agressores. Sei apenas dizer que na zona abundam os jovens africanos, especialmente de noite... e já corre no Facebook um tópico sobre o silêncio do infra-humano SOS Racismo a respeito do alegado facto de os homicidas serem negros e a vítima ser branca. Quem conhece o Cais do Sodré acredita perfeitamente que efectivamente os assaltantes fossem de origem africana. 

Este é pois mais um testemunho do que é a presença da imigração africana em Portugal - mais uma vida branca sacrificada no altar do multirracialismo imposto às massas como dever moral e inevitabilidade.


SEMANÁRIO «O DIABO» DE 2 DE SETEMBRO DE 2014


MAIS UM FIGURÃO QUE SE SAFA NA TUGALÂNDIA GRAÇAS AO FUNCIONAMENTO OBSCENAMENTE MAU DA «JUSTIÇA»

Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=763188&tm=8&layout=122&visual=61   (página com vídeo incorporado)
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O Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa confirmou a condenação de cinco antigos administradores do BCP. Os ex-administradores vão ter de pagar quase 3 milhões de euros em coimas ao Banco de Portugal. O processo incluía também Jardim Gonçalves. Mas no caso desde antigo administrador, o caso acabou por prescrever. Assim Cristopher de Beck, António Rodrigues, Filipe Pinhal, António Castro Henriques, e Alípio Dias são acusados de manipulação do mercado e de falsificação de documentos - condenações agora confirmadas pela justiça.

AFRICANA EX-MINISTRA DA INTEGRAÇÃO EM ITÁLIA QUER CENSURAR PARTIDOS «RACISTAS»

Fonte: http://www.affaritaliani.it/politica/kyenge-esclusivo-lega-al-bando-legge3008.html?refresh_ce
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Em Itália, a deputada do Partido Democrata e ex-ministra da Integração Cecile Kyenge, declarou, em entrevista ao jornal Affaritaliani.it, que deve haver uma lei a proibir partidos racistas como a Liga do Norte e Forza Nuova: «precisamos de uma lei. Nós não devemos permitir que existam partidos que pregam o ódio ou o incitamento ao ódio.»

Entrevista ou excerto da mesma (a itálico):

Pergunta: segundo diz, a Liga é um partido racista?
Resposta: Vou dar-lhe uma resposta rápida: sim. Cheguei a esta conclusão porque este partido não toma oficialmente posição de forma clara, sequer com sanções, contra os seus líderes que fazem declarações racistas e se comportam como tal, e até os defende em tribunal. Tudo isto significa uma coisa: a Liga, bem como a Força Nova, compartilham o seu pensamento racista.

Pergunta: O que se deve fazer?
Resposta: Precisamos de uma lei que deva punir os partidos que fazem cartazes racistas e não devemos permitir que existam partidos que pregam o ódio ou o incitamento ao ódio. Gente com mais coragem que os políticos atacou a Aurora Dourada só por incitamento ao ódio. Deve-se chegar a esta conclusão em toda a Europa, não apenas em Itália, caso contrário aceitamos a disseminação de cartazes a defender pensamentos racistas e discriminação.

Pergunta: Pensa apenas na Liga e na Força Nova ou também nos Irmãos da Itália?
Resposta: Os Irmãos da Itália não são da mesma linha que a Liga, mas se tivesse o mesmo comportamento dos outros dois partidos as coisas mudariam. Nunca fui contra os Irmãos da Itália, que fizeram declarações manifestamente racistas, se voltasse a acontecer (...) deveriamos voltar a falar. Estamos numa Democracia e todos são livres de dizerem a sua opinião mas o respeito por si mesmo começa no respeito pelos outros.


Mais uma argumentação da treta, como não podia deixar de ser, vindo do lado que vem - liberdade de expressão sim senhor, desde que não se contrarie o que os auto-proclamados donos da verdade consideram como «respeito». Ora um dos fundamentos do próprio respeito é a liberdade do indivíduo no seu próprio país, nomeadamente a liberdade de no seu próprio país criticar ou rejeitar abertamente quem seja de fora. E se este direito fundamental não estiver garantido, toda e qualquer liberdade de expressão que continue a existir não passará de uma caricatura da Liberdade. 
O atrevimento de propor esta mutilação da liberdade de expressão é obviamente agravado pelo facto de Kyenge não ser nem italiana nem sequer europeia, nem tampouco branca.

segunda-feira, Setembro 01, 2014

HÁ QUEM QUEIRA DEIXAR ENTRAR A TURQUIA NA UE COMO RECOMPENSA POR UMA EVENTUAL ACÇÃO DE COMBATE AOS JIHADISTAS DO ESTADO ISLÂMICO...

Fonte:
http://diversitymachtfrei.blogspot.pt/2014/08/british-politician-says-turkey-should.html
http://www.hurriyetdailynews.com/british-mps-ask-turkey-to-stop-flow-of-jihadists.aspx?pageID=238&nID=70838&NewsCatID=351
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Um político britânico, membro do comité de segurança e inteligência da Casa dos Comuns, Sir Menzies Campbell, anterior líder dos liberal-democratas, declarou recentemente que a Turquia tem um «papel vital na prevenção da passagem de jihadistas em direcção a... para se juntar ao Estado Islâmico.» Por isso, é preciso, diz, que haja uma «iniciativa diplomática em alta escala» para aproximar a Turquia da União Europeia (UE) no sentido de permitir que o país turco entre na Europa.

Mais directo foi o secretário de Estado dos negócios estrangeiros sombra, Douglas Alexander, que fez notar as responsabilidades da Turquia como membro da OTAN: «A prioridade agora deve ser para que a Turquia ofereça garantias aos seus parceiros e aliados de que está a tomar os passos necessários para assumir as suas responsabilidades na segurança de áreas chave que representam uma frente vital na luta para conter, prejudicar e derrotar o Estado Islâmico do Iraque e da Síria».

Quer isto dizer que a Turquia só por ser da OTAN já tem responsabilidades para com a Europa e para com o Ocidente - já tem responsabilidade mais que suficiente para agir sem que seja necessário oferecer-lhe seja o que for. Estar a tentar aliciá-la com a entrada na UE seria só mais um sinal de fraqueza da Europa, que se disporia a deixar entrar fronteiras adentro o «menos mau» no caso de este não ser «demasiado mau» e ajudar na luta contra os «maus» - é um bocado como negociar com bandidos para que estes vençam outros bandidos, em vez de combater, prender e se necessário abater todos os inimigos, sem negociação alguma. E, no caso, o facto de a Turquia, mesmo sendo membro da OTAN, ter andado a deixar passar jihadistas para fortalecer o maior inimigo objectivo da Europa, já diz muito sobre o real valor da relação deste Estado asiático com os Europeus.


PNR ANUNCIA PROTESTO CONTRA O MAU FUNCIONAMENTO DO BANCO DE PORTUGAL


O PNR já se pronunciou diversas vezes acerca das situações vergonhosas que têm envolvido escândalos financeiros e falências, que, de forma mais ou menos directa e mais ou menos discreta, afectam o erário público e os bolsos dos Portugueses.
A culpa não pode morrer solteira e temos que apontar o dedo aos responsáveis, exigindo consequências e punição exemplar para os prevaricadores.
O Banco de Portugal não tem cumprido a sua a missão, e já não se percebe se é Banco de Portugal ou tacho para o “avental” (ou seja, para a maçonaria) e para outros grupos semi-ocultos de “amigalhaços” que trocam favores prejudicando todo o país e cada um de nós.
Vamos protestar contra a passividade e incompetência do Banco que devia zelar pela saúde e transparência na actividade financeira nacional, mas que tem falhado sucessivamente não obstante o facto de pagar salários a peso de ouro, com o nosso dinheiro, a funcionários carreiristas do sistema.
No dia 17 de Setembro, às 18:00 horas, iremos mostrar o nosso desagrado na esquina da Rua do Ouro com a Rua do Comércio (perto da sede do BdP), em Lisboa, e convidamos todos aqueles que estão fartos de ser enganados a juntarem-se a este protesto.
Tragam tachos para lhes mostrarmos como são os nossos: limpos!
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/protesto-contra-mau-servico-banco-de-portugal/

... COMEÇA O MÊS DE VULCANO...

Reverso de uma moeda de Valério, representando Vulcano

Vulcano, Deus do Fogo, Cujo primeiro templo estava situado fora dos limites da cidade (de Roma) devido à periculosidade da Divindade.
Dizia Cícero que os Hispânicos tinham um Deus semelhante a Vulcano. Não se sabe ao certo o significado desta informação; mas pode ser que tenha um sentido análogo ao da afirmação de César segundo a qual «Vulcano» era um dos poucos três Deuses que os Germanos conheciam (a par do Sol e da Lua). Pode tratar-Se, em ambos os casos - referências de Cícero e de César - de uma Divindade ígnea... ou, porque não, de um grande Deus indo-europeu representado com grandes barbas avermelhadas e martelo na mão, o que remete para um dos principais arquétipos divinos dos mais arcaicos indo-europeus, a saber, o Tonante, combatente urânico, senhor do raio e campeão marcial dos Deuses, exterminador de monstros e de gigantesThor entre os Germanos, Perkunas no Báltico, Perun para os Eslavos, Indra para os Árias da Índia. E, também, Reve, uma das principais Divindades de Lusitanos e Galaicos, que eventualmente aparece numa imagem encontrada recentemente em Trás-Os-Montes representando um homem armado de um martelo ou machado de dois gumes.

domingo, Agosto 31, 2014

... TERMINA O MÊS DE CERES...



DIA DE VIRIATO VOLTA A SER CELEBRADO EM VISEU



Entre estátuas, toponímia, arte e até bolos, a figura de Viriato está presente em toda a cidade de Viseu. O Dia de Viriato voltou a ser celebrado, 85 anos depois da última vez. Descubra as marcas do líder lusitano na cidade.
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Fonte: http://www.jn.pt/live/Artesevida/default.aspx?content_id=4089230

NA GUATEMALA - JUDEUS ORTODOXOS EXPULSOS DE COMUNIDADE MAIA

Fonte: http://www.alertadigital.com/2014/08/30/expulsados-230-judios-ortodoxos-de-un-municipio-de-guatemala-tras-enfrentamientos-con-indigenas-mayas-que-denuncian-discriminacion-y-proselitismo/
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Unos 230 miembros del grupo ortodoxo judío Lev Tahor han abandonado el municipio de San Juan La Laguna, en el oeste de Guatemala, tras un conflicto con la comunidad indígena maya local, que denunciaba discriminación contra los vecinos, enfrentamientos con turistas y la intención de los judíos imponer su religión y sus costumbres, informa la prensa local.
Los miembros de Lev Tahor, por su parte, se han quejado de insultos, amenazas de corte del suministro eléctrico y de agua y de expulsión forzosa. Muchos de los miembros de la comunidad llevaban seis años viviendo en la zona, mientras que otros acababan de llegar desde Canadá, donde también hubo tensiones con las autoridades.
El Consejo de Ancianos de la comunidad tras una serie de reuniones con representantes judíos finalmente decidieron pedirles que se marcharan y los judíos han comenzado ya a cargar sus pertenencias en camiones con la esperanza de reubicarse dentro de Guatemala. Sin embargo, no han revelado su destino por temor a represalias.
“Somos gente de paz y para evitar un incidente ya hemos comenzado a marcharnos. Tenemos derecho a quedarnos, pero nos han amenazado con lincharnos si no nos vamos”, ha explicado el líder de la comunidad Lev Tahor, Misael Santos.
Desde la comunidad maya defienden que han actuado “en defensa propia”. “La Constitución (guatemalteca) nos protege porque debemos conservar y preservar nuestra cultura”, ha señalado un portavoz del Consejo maya, Miguel Vásquez.
Otros vecinos denuncian más abiertamente su comportamiento “prepotente” y el incumplimiento de acuerdos previos como el de no bañarse desnudos en la playa.

MEDIACIÓN DE LA PROCURADURÍA
La Procuraduría de los Derechos Humanos guatemalteca (PDH) ha mediado en el conflicto y patrocinado las reuniones entre ambas partes, pero finalmente no se logró un acuerdo. Precisamente este organismo ha solicitado una investigación a las autoridades.
“La PDH rechaza las amenazas proferidas en contra de la comunidad judía y solicita a las autoridades competentes su pronta investigación. Lamenta que la comunidad judía se haya visto forzada a abandonar su domicilio”, ha señalado el organismo en un comunicado recogido en el periódico ‘Prensa Libre’.
Además, la PDH “censura” la pasividad del gobernador del departamento y del alcalde de San Juan La Laguna por no cumplir con su obligación de garantizar la convivencia pacífica y la seguridad de la comunidad judía asentada en dicho municipio.
“Los hechos acaecidos en San Juan La Laguna son humillantes y discriminatorios y no pueden ser tolerados por esa comunidad, ni por ninguna. Debemos evitar sobre todo la discriminación e invitar a la armonía y convivencia pacífica entre todos los pueblos”, añade el texto.
El documento recuerda por último que ninguna persona, autoridad, grupo ni comunidad tiene derecho ni está autorizada a fijar plazo a personas o grupos extranjeros para que salgan de ninguna área del territorio nacional y que no es válida ninguna justificación, sea ésta religiosa, política, ética o moral.


Já o romano Tácito assinalara o carácter conflituoso dos Judeus, os quais foram certa vez expulsos de Roma devido ao seu comportamento proselitista... há judeus e judeus, claro, mas de facto têm simplesmente de estar todos no seu lugar, que é Israel, devendo aí ter todo o direito à sua auto-defesa. Israel é um aliado natural do Ocidente, mas na Palestina. Dificilmente resulta harmoniosa a sociedade em que debaixo de um mesmo Estado viva mais de uma etnia e os Judeus não constituem excepção. 
O que entretanto se torna mais sintomático neste caso é que, independentemente de quem tenha razão, não se ouve um piu nos mé(r)dia dominantes a respeito do sucedido. Pode imaginar-se o cagaçal anti-racista que se não ouviria caso a comunidade que expulsasse os judeus fosse branca europeia...


QUANDO NÃO ESTÁ NA MODA SER BRANCO


Não estou para traduzir as vinhetas todas, mas a ideia é esta - em cada país caucasóide, há, de uma maneira «mainstream», quem arranje pretexto para rejeitar a sua identidade branca, porque ser branco não é «in», ideologicamente falando... destaco a maneira como o irlandês diz que não é branco por causa dos «black Irish» (que são irlandeses morenos, e nada prova que sejam descendentes de mouros, como diz certa lenda), ou o norte-americano branco que diz que não é branco porque tem um tetara-cagaravô que era um quarto de índio, ou o italiano que diz que não é branco porque é latino... pelo meio há um caso radicalmente estereotipado, o do sueco com tanta vergonha da sua ascendência europeia que até acha muito bem que a sua mãe seja violada por imigrantes somalis; entre todos, diz-nos mais respeito o caso do português que se diz não branco porque tem sangue mouro...

A tara em questão é um produto do politicamente correcto anti-racista, é certo, mas também, ironicamente, de certos chauvinismos europeus do passado que criaram mitos insultuosos sobre os seus parentes da Europa, tais como a ideia de que os Eslavos não são brancos porque são Eslavos (que na verdade são de facto brancos, e indo-europeus) e que os Irlandeses não eram brancos porque coisa e tal os black Irish e mais não sei o quê, diziam alguns ingleses. Até nisso os chauvinismos imperialistas foram destrutivos.


PONTO DA SITUAÇÃO DA IMINVASÃO - O NOME DO PROFETA PEDÓFILO É JÁ O MAIS COMUM NA POPULAÇÃO DE OSLO

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=726533
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O nome islâmico Mohammed é já o mais comum entre a população masculina de Oslo, capital da Noruega, indicou Jorgen Ouren, do instituto de estatística norueguês.
Um censo recente à população de Oslo revelou que mais de 4.800 homens e rapazes se chamam Mohammed, superando outros nomes populares no país, como Jan e Per.
Nos últimos quatro anos, Mohammed e as suas variantes, como Muhammar, foi o nome mais popular em Oslo.
A comunidade muçulmana na Noruega rondava os 150 mil em 2012, o que representava cerca de 3,3% dos 4,5 milhões de residentes no país.
O país alberga uma das maiores organizações anti-Islão da Europa, a Stop Islamization of Norway, fundada em 2008 e que conta com mais de três mil membros.
O peso crescente da comunidade islâmica na Europa traduz-se também, por exemplo, no Reino Unido, com Mohammed a ser o nome mais popular entre os rapazes nascidos em Inglaterra e País de Gales em 2013.


PNR EXIGE MAIS RIGOR NO BANCO DE PORTUGAL

Faz parte das competências especiais do Banco de Portugal “velar pela estabilidade do sistema financeiro nacional, assegurando, com essa finalidade, designadamente, a função de refinanciador de última instância”.
Assim, o Banco exerce a supervisão prudencial das instituições de crédito, das sociedades financeiras e das instituições de pagamento. O Governador do Banco de Portugal preside ao Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, entidade que integra o Banco de Portugal, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e o Instituto de Seguros de Portugal.
Ora, mais uma vez, no recente escândalo que levou ao fim do BES, verificou-se que, a exemplo do que já acontecera no “caso BPN”, o Banco de Portugal não fiscalizou, não fez a supervisão e não exerceu o seu poder no CNSF para que a CMVM supervisionasse as movimentações bolsistas da entidade bancária em questão. Alguns dirão que foi laxismo, outros que foi incompetência. O PNR considera que foi um misto dos dois, mas que sobretudo houve influências e pressões para que o Banco de Portugal não actuasse, pressões essas que terão sido fruto da promiscuidade política de que o banco regulador sofre, a exemplo de muitas outras instituições que deviam mostrar a sua independência face aos partidos e ao poder politico e económico.
Antes de mais, há que denunciar que o Banco de Portugal é uma instituição cujo Governador, Carlos Costa, recebe a avultada maquia de € 213.278,00 por ano (€ 15.234,14 mês, vezes 14), enquanto o seu vice-presidente, Pedro Duarte Neves, aufere por ano € 199.948,10 e os dois outros membros do Conselho de Administração, José Silveira Godinho e João José Amaral Tomaz, recebem anualmente € 186.618,30 cada um. Ou seja, o Conselho de Administração do Banco de Portugal, com os 4 referidos membros, custa aos contribuintes portugueses o total de € 786.462,70 por ano. O Governador do Banco de Portugal ganha assim mais € 49.099,10 € (ou seja, mais 32%) do que a Presidente da Reserva Federal Americana, e o Conselho de Administração daquela entidade portuguesa é € 93.815,70 (ou seja 13,5%) mais caro do que o Conselho de Administração desta sua congénere norte-americana. Tendo em conta a diferença de dimensão entre Portugal e os EUA, podemos dizer que os valores auferidos pelo Conselho de Administração do Banco de Portugal ultrapassam o obsceno!
Por outro lado, o Banco de Portugal revela-se uma instituição cuja acção (ou inacção) a torna alvo de acérrimas e muito justificadas críticas, andando na boca do mundo devido a questões pouco claras ou mesmo moralmente condenáveis, que roçam mesmo o ilícito criminal: a recente admissão de um dos filhos de Durão Barroso nos quadros deste banco provocou uma onda de contestação, quer pelo vencimento que o funcionário em questão vai auferir, quer pela forma pouco clara como foi admitido. De recordar também a “progressão salarial” por “mérito”, mais benefícios salariais, atribuída a Vítor Bento (actual Presidente do BES) no ano de 2007 – facto muito estranho, pois este “funcionário” não esteve ao serviço efectivo no banco durante o ano em questão.
O PNR considera que o Banco de Portugal é uma pedra basilar para a economia da Nação Portuguesa. Lamentavelmente, contudo, esta instituição presta neste momento um mau serviço a Portugal, pelo que propomos:

> Uma investigação rigorosa a toda a actividade do Banco de Portugal e dos seus principais responsáveis.

> A substituição de todo o Conselho de Administração do Banco de Portugal, tendo em conta que a actual se encontra completamente desacreditada.

> A revisão dos salários dos elementos que compõem o Conselho de Administração do Banco de Portugal, para valores dignos da responsabilidade que os cargos em questão implicam, mas consideravelmente mais reduzidos do que os valores actuais.

> A criação de uma carreira profissional no Banco de Portugal, que faça com que o mesmo seja gerido por funcionários públicos de carreira contratados para o efeito, gerando-se assim uma situação em que os elementos da Administração tenham sempre o traquejo e a formação adquiridos ao longo de anos de experiência e impedindo-se por conseguinte as nomeações ao sabor do cartão partidário ou de interesses pouco claros.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/incompetencias-banco-de-portugal/

sexta-feira, Agosto 29, 2014

PNR APONTA AS REAIS CAUSAS DA VIOLÊNCIA NOS «MEETS»

O recente fenómeno das concentrações de “jovens”, muitos deles marginais, em centros comerciais e noutros locais públicos, esconde uma forma de violência de gangue importada e aculturada.
A ideia inicial de simples convívio tem acabado por resultar no aproveitamento destas concentrações como capa para provocar desacatos, onde tudo começa sempre da mesma forma: uma “rixa” entre elementos de dois gangues, simulada ou não, gera uma confusão geral, que os elementos desses mesmos gangues aproveitam depois para poderem roubar e espancar a seu bel-prazer. Esta táctica é antiga e já foi usada pelos gangues de “jovens” marginais no passado, nomeadamente nos tristemente célebres episódios das praias de Carcavelos e do Tamariz.
Estes movimentos, sob a capa de encontros, acabam por transformar-se assim em autênticas alterações da ordem pública e ocasiões mais que prováveis de vandalismo e delinquência, já para não falar no próprio clima de intimidação e alarme social que geram.
É inaceitável que se permita estas concentrações feitas à medida dos grupos de marginais, cuja fácil mobilização (já que muitos dos participantes nem sequer pagam os transportes públicos, graças ao clima de impunidade que se instalou) leva à sua repetição habitual.
O clima de deficiente educação e facilitismo no ensino, a mentalidade anti-valores veiculada pelos media e não só e a falta de autoridade por parte de pais, professores e forças policiais, leva a este tipo de manifestações sistematicamente desculpabilizadas e minimizadas pelos fazedores de opinião e responsáveis (ou melhor, irresponsáveis) políticos. As políticas de imigração de portas escancaradas, que tiveram como consequência a criação de verdadeiros guetos onde a polícia não entra e a cultura de gangue é lei, também são responsáveis, tendo em conta as origens étnicas da maioria dos envolvidos.
Além dos transeuntes, que se cruzam com os bandos de desordeiros, dos comerciantes, que vêem os seus estabelecimentos e negócios afectados, e das forças policiais, alvo preferencial desses “jovens”, os portugueses em geral são os grandes prejudicados, face não só ao gasto do erário público que advém da forte mobilização policial, mas também, e sobretudo, da constante degradação da ordem pública e dos valores de uma sociedade que se deseja civilizada.
A criminalidade crescente, nas suas múltiplas vertentes, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas, para além de apresentar soluções claras. Assim, entre outras medidas concretas, propomos:
- Maior apoio à polícia, dotando-a de meios e devolvendo-lhe autoridade;
- Punição pronta e exemplar de toda a espécie de criminalidade, com julgamentos na hora, em processo sumário;
- Agravamento da moldura penal para crimes violentos;
- Realização de uma verdadeira limpeza no sistema judicial, pois de nada servirá uma polícia com meios se a Justiça funcionar de uma forma que parece punir os agredidos e desculpabilizar os agressores;
- Redução da inimputabilidade penal para os 14 anos de idade;
- Reconhecimento frontal, da parte dos governantes e da sociedade de um modo geral, de que a criminalidade de gangues e outros factores de insegurança têm origem, maioritariamente, na imigração em massa e/ou descontrolada, que constitui assim uma ameaça à nossa liberdade, identidade e costumes, pelo que urge alterar a Lei da Nacionalidade e repatriar imediatamente todos os cidadãos estrangeiros envolvidos na prática de crimes.
Face ao silêncio já habitual por parte dos partidos políticos com representação parlamentar e demais responsáveis e governantes, vem o PNR, mais uma vez, erguer a bandeira da Segurança, lembrando que defendemos o combate sem dó nem piedade contra todas as formas de criminalidade, venham elas de onde vierem.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/sobre-questao-dos-meet/

SOBRE AS FREQUÊNCIAS GENÉTICAS EM ITÁLIA E SUA EVENTUAL RELAÇÃO ÉTNICA COM A IBÉRIA


Distribuição do haplogrupo R1b-U152 (italo-céltico) em Itália. Os pontos amarelos mostram as colónias estabelecidas pelos Romanos, resultando em enxerto de elementos ítalo-romanos. O pico regista-se em torno de Brescia, território que antes de ser romano foi cenomano e lígure. A chegada de colonos romanos pode ter reforçado a presença de U152. Deve ser mencionado que este haplogrupo, em Itália, tem duas clades principais: Z36 e Z56. A primeira, forte no norte e na Suíça, pode ser conectada com os Celtas alpinos; a segunda, forte na Toscânia e no centro, seria a dos itálicos Vilanovianos (porventura os primeiros indo-europeus italiotas de Itália) e romanos. Como se sabe, os Italiotas e os Celtas pertenciam ao mesmo macrogrupo danubiano derivado do Unetice (também linguisticamente). A Ligúria é em vez disso metade R1b U152  (italo-céltico) e metade P312 (forte na Península Ibérica), o que poderia confirmar a comunalidade ibero-lígure. 


O R1B, que é provavelmente o haplogrupo dos Indo-Europeus Ocidentais por excelência (o dos Indo-Europeus do leste é o R1A), constitui o principal marcador genético em toda a Europa Ocidental, incluindo Portugal (mais de cinquenta por cento da população portuguesa), tendo a sua maior frequência na Irlanda (mais de noventa por cento).
Um dos clades do R1B é o R1B-U152, que será porventura o correspondente ao celto-italiota.
Os Italiotas são os Indo-Europeus que se estabeleceram em Itália. O principal Povo destes Italiotas era o dos Latinos, que viviam na região do Lácio.Daí vieram os Romanos, civilizadores da Europa. 
Segundo uma corrente da filologia indo-europeia algo que a Genética parece confirmar: que, no seio da família indo-europeia, os Celtas e os Italiotas estavam particularmente próximos entre si, tendo porventura feito parte de um mesmo grande ramo original, o Celto-Italiota. Há quem afirme que o Lusitano deriva deste grande ramo (Villar e Prospero), situando-se algures entre o Celta e o Italiota.
Quanto à Itália, diz o enunciado abaixo que na região itálica da Ligúria é mais forte o haplogrupo P312, também frequente na Ibéria, o que confirma a tese de comum raiz hispano-lígure, já afirmada por Martins Sarmento no início do século XX, quando este autor considerava os Lusitanos como descendentes dos Lígures, Povo indo-europeu não céltico.

Fonte do texto a Itálico e da imagem - grupo de estudos indo-europeus em Facebook.
Fonte do texto a escrita normal - lavra minha com base em memória de umas coisas lidas aqui e ali. Vão procurar por vocês, se quiserem, e depois digam se é verdade ou não.


NO PAÍS AO LADO - LÍDER ESPIRITUAL MUÇULMANO PEDE A ALÁ QUE EXTERMINE OS JUDEUS POR COMPLETO

El Islam es igual en todo el mundo. Si pensábamos que los islamistas se encontraban lejos de casa, el Instituto de Investigación de Medios de Oriente Medio (MEMRI) ha demostrado que están aquí, en España, y ha denunciado que el imán del Centro Cultural Islámico de Azuqueca de Henares (Guadalajara), Sheik Saleheoldine El Moussaoui, hizo un sermón el viernes pasado donde pidió a Alá que mate a todos los judíos “hasta que no quede ninguno”.
El clérigo islámico afirmó que “los judíos son traidores y belicosos por naturaleza” y añadió que “la traición y las masacres son el estilo de vida de los judíos y los sionistas. Son un pueblo de enemistad y celos, son los maestros de la traición y la traición”.
El imán finaliza diciendo: “Oh Alá, apoya al Islam ya los musulmanes en todas partes, y humilla el politeísmo, a la herejía ya los infieles en todas partes. Oh Alá, destruye a los judíos saqueadores. Oh Alá, el más misericordioso, cuéntalos uno por uno y no dejes a ninguno de ellos”.
El video original, que dura 31 minutos, fue publicado el lunes 25 de agosto en el canal de Youtube de la Comunidad Islámica de Azuqueca de Henares, creada en 1997 y en la sede se lanzó el sermón. Al día siguiente se publicó en la página de Facebook de esta comunidad.
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Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/08/29/iman-de-azuqueda-de-henares-oh-ala-destruye-a-los-judios-no-dejes-ninguno-de-ellos/

quarta-feira, Agosto 27, 2014

FINALMENTE NOTICIADA NA IMPRENSA PORTUGUESA PELO MENOS UMA PARTE DA PEDOFILIA EM MASSA COMETIDA NO REINO UNIDO CONTRA CRIANÇAS BRANCAS

Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/em-rotherham-no-reino-unido-1400-criancas-foram-sexualmente-exploradas-1667692
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Cerca de 1400 crianças foram exploradas sexualmente durante 16 anos em Rotherham, em South Yorkshire (Reino Unido), entre 1997 e 2013. Segundo um relatório divulgado esta terça-feira nos media locais, mais de um terço das crianças deveriam estar a ser vigiadas pelas agências de protecção de menores, mas as autoridades - políticas, civis e policiais - não agiram para as proteger.
O relatório, realizado por investigadores da autarquia, revela que antes deste estudo foram feitos outros três, que não foram divulgados. Os relatórios anteriores, do conhecimento das autoridades políticas e policiais, foram redigidos entre 2002 e 2006. Um foi arquivado porque os mais altos responsáveis da cidade não acreditaram nas informações ou por as considerarem exageradas. Os outros foram simplesmente ignorados.
O documento cita funcionários de Rotherham a dizerem que recearam falar no assunto por medo de serem acusados de racismo, uma vez que a maior parte dos abusadores eram homens asiáticos. "Vários funcionários descreveram ter ficado nervosos quanto à identificação [dos abusadores] por receio de serem considerados racistas, outros relataram ter recebido ordens directas dos seus superiores para não o fazerem", diz o documento.
O estudo denuncia as falhas da liderança política de Rotherham ao longo dos primeiros 12 anos e Alexis Jay, que redigiu o documento, disse que a gravidade do problema foi minimizado pelos responsáveis políticos e não foi visto como prioridade pela polícia de South Yorkshire. A polícia "olhava com desprezo para as crianças vítimas de abusos".
O documento é claro ao afirmar que houve "flagrantes" falhas colectivas. E o presidente da autarquia, Roger Stone, no cargo desde 2003, demitiu-se. "Perante este relatório creio que é justo que eu, como líder, assuma a responsabilidade".
Alexis Jay disse ter encontrado exemplos de "crianças que tinham sido mergulhadas em gasolina e ameaçadas de serem incendiadas, ameaçadas com armas, obrigadas a assistir a violações brutais e ameaçadas de serem as próximas caso contassem a alguém". Jay diz que os menores foram violados por várias pessoas, traficados para outras cidades no Norte da Inglaterra, sequestrados, espancados e intimidados."Uma menina de 11 anos foi violada por vários homens".

Só agora é que se noticia isto na grande imprensa cá do burgo... É flagrantemente sintomático que numa época em que há tanto discurso público contra a pedofilia, e denúncia de todo e qualquer caso que sequer se pareça com pedofilia, tenha passado completamente em silêncio pelos mé(r)dia o mega-caso dos milhares de exemplos de pedofilia cometida contra raparigas britânicas brancas por parte de gangues de pedófilos muçulmanos. Já o BNP falava disto há mais de dez anos mas nessa altura só mesmo estes «nazis» é que denunciavam o elefante na loja de cristais, A chamada imprensa «livre» está é muito bem educadinha e não faz fora do penico... porque mais alto do que qualquer indignação anti-pedófila fala, até agora, o sacrossanto dogma do anti-racismo. 
Mais grave ainda, o caso mostra como a obscenidade ideologicamente totalitária que é o anti-racismo ata as mãos não apenas dos cidadãos mas até das próprias autoridades que têm por missão defender a sua própria gente. 

BOM RESULTADO NA REUNIÃO DE TRABALHO DO PNR EM CASTELO BRANCO

A reunião de trabalho do passado sábado do núcleo do PNR de Castelo Branco, acompanhada de um jantar-convívio, saldou-se por um resultado extremamente animador para o futuro do PNR e da alternativa nacionalista na Beira Interior.
Não obstante todas as dificuldades de transporte entre as localidades, conseguiu-se mesmo assim um número assinalável de participantes, registando-se a entrada de novos militantes e a confirmação da criação de um grupo forte e coeso, que deu origem à futura lista de Castelo Branco às próximas Eleições Legislativas, com a liderança de Guilherme Serra. 
Foram já agendadas várias acções de rua com os militantes do distrito, de modo a difundir as ideias do PNR e angariar mais simpatizantes e militantes para o nosso partido.
O trabalho vai apenas no início, mas esta rampa de lançamento foi muito importante. Os nacionalistas do distrito de Castelo Branco vão começar a trabalhar no terreno já no dia 30 de Agosto, na festa da Casa do Povo de Alcains, onde está prevista a presença de várias centenas de pessoas de toda a região.
Trabalhemos por Portugal, trabalhemos pelo PNR!
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/reuniao-de-trabalho-em-castelo-branco-um-sucesso/

SEMANÁRIO «O DIABO» - EXPLORAÇÃO TERCEIRO-MUNDISTA DA MÃO-DE-OBRA JOVEM


segunda-feira, Agosto 25, 2014

LIBERTAS - LIBERDADE, A MAIS DIGNA DIVINDADE DO NOSSO POVO


O dia de 25 de Agosto era consagrado, na Antiga Roma, a Ops Consívia, Deusa da Fertilidade, e também a Libertas, a personificação divina da Liberdade.
Libertas tinha um templo no monte Aventino, onde estava associada a Júpiter, a maior das Divindades latinas.
O poeta Ovídio dedicou à Deusa uma passagem significativamente laudatória:
«Hac quoque, ni fallor, populo dignissima nostro
Atria Libertas coepit habere sua

Ou seja

«Neste dia também, se não me engano, a Liberdade,
A Divindade mais digna do nosso Povo, começou por ter o Seu átrio
(Fastos, 4, 623-624 - citado em «Dicionário Mítico-Etimológico», de Junito Brandão, editora Vozes)

JORNALISTA DECAPITADO NO IRAQUE ERA CONTRA A ISLAMOFOBIA...

Fonte: http://pamelageller.com/2014/08/james-foley-exasperated-widespread-islamophobia-wanted-build-bridges-christian-muslim-worlds.html/#sthash.IQq1T7lF.dpuf
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James Foley, foto-jornalista norte-americano decapitado pelo Estado Islâmico do Iraque e da Síria, o novo califado, era um adepto do diálogo entre cristãos e muçulmanos, segundo disse um jornalista seu colega. «É completamente irónico», disse Nicolas Henin ao Irish Times quando soube da morte de Foley. Disse também que «o James tinha um Alcorão em Inglês e estava fascinado por ele. Havia alturas em que o lia sem interrupção. Depois de ter sido tomado como refém duas vezes, disse que a sua carreira como repórter estava obviamente azarada.»
Foley continuou todavia a trabalhar para o Global Post e para a Agência France-Press. Foi sequestrado em 2012 durante o seu trabalho na Síria, onde os guerrilheiros do califado já actuavam. Quando estava nas mãos dos islamistas tentou ainda encorajar o diálogo entre cristãos e muçulmanos. 
Henin acrescenta que «ele estava exasperado pela disseminação da islamofobia e queria construir pontes entre os mundos cristão e muçulmano. Disse que quando estivesse livre, iria candidatar-se ao Comité para Proteger Jornalistas, ou entregar-se à causa do diálogo entre civilizações.»

Quando já estava de joelhos, pouco antes de morrer, declarou o seguinte:

«Apelo aos meus amigos, família e amados para se levantarem contra os meus verdadeiros assassinos, o governo dos EUA, porquanto o que vai acontecer-me é apenas um resultado da sua complacência e crime.» 

Disse depois numa mensagem particular ao seu irmão John, militar da Força Aérea Norte-Americana: «Pensa no que está a fazer. Pensa nas vidas que estás a destruir, incluindo as tua própria família.»

A seguir a ter dito mais algumas palavras foi morto.

Henin faz notar que «James era o único que era amigo de toda a gente. É por isso que o seu assassínio é tão odioso. Ninguém merece o que lhe aconteceu, e ele não merecia ser morto. Ele era o tipo de pessoa a quem os outros recorriam em maus momentos. Era o que confortava os outros.»


Quanto à sua declaração sobre os alegados reais culpados da sua morte, ou foi obrigado a dizer o que disse, ou constitui mais um exemplo da mais perfeita dimitude e, no caso, síndroma de Estocolmo. A sua morte é evidentemente de lamentar no primeiro caso, e, no segundo, algo que, sem deixar de ser lamentado, antes aconteça aos demais que no Ocidente se põem ao lado do Islão contra os Ocidentais do que aos  ocidentais que defendem a sua própria liberdade europeia contra a ameaça islamista.




SOBRE UMA LIBERAL DE ESQUERDA SUL-AFRICANA QUE LUTOU CONTRA O APARTHEID E AGORA NÃO QUER PASSAR ONDE HÁ MUITOS NEGROS...

Tem alguma piada este artigo http://www.europeanknightsproject.com/marxist-daughter/ da autoria de um sul-africano branco que comenta o receio que a sua filha esquerdista tem de passar de carro numa zona de negros na África do Sul...
Segundo conta o dito pai, a senhora andou anos a lutar contra o apartheid sul-africano, chegando a apoiar o ANC, organização marxista. O pai era aquilo a que se chamava um moderado, aberto à mudança, mas a filha fez de facto campanha a favor do primeiro presidente negro. Dizia que osa negros do ANC eram «o seu povo». Agora, depois do fim do apartheid, vive nos EUA, isto é, abandonou o país depois da queda do regime «racista», tal como muitos outros liberais de Esquerda. E, mais recentemente, quando o pai a foi buscar ao aeroporto e no caminho para casa a filha, a conduzir, circulou por uma zona habitacional cheia de negros em Joanesburgo, disse que não se sentia nada confortável a passar por ali. O pai até julgou que tinha percebido mal... ao fim ao cabo nem sequer estavam no Soweto ou em Alexandria Township, mas simplesmente numa área mista, onde os negros constituíam a maioria. e perguntou-lhe e de facto constatou que a filha não estava mesmo a gostar do que a rodeava...

É mais uma entre muitos do seu género. E alguns continuam a escudar-se da realidade alegando que «o problema é sócio-económico», até porque de facto desprezam, odeiam até, todo o critério de lealdade ao sangue, atendo-se apenas às diferenças de classe e de sucesso económico, daí que mantenham um «secreto» desprezo pelo «povinho». Subsequentemente, põem facilmente negros e brancos pobres no mesmo saco, aliás, nos mesmos bairros, e se há problemas entre estes, isso é «lá deles, coisas do povinho, eles que se entendam», e se algum branco pobre manifesta sentimentos racistas ainda leva com o rótulo de «ignorante» ou «mal formado», tendo pois de comer e calar, aguentar em silêncio e não arranjar problemas, ou por outra, deixar que os problemas o arranjem e moldar-se ao que for preciso - ao que for preciso para que liberais e capitalistas continuem a poder ter mão de obra barata e a satisfazer a sua «consciência» humanista e anti-racista. 

ALERTA CONTRA A DEGRADAÇÃO DOS BRASÕES NOS ESPAÇOS AJARDINADOS DE BELÉM



Existe na Câmara Municipal de Lisboa um plano para apagar os brasões nos espaços ajardinados.
Na sequência do artigo que ontem aqui publicámos referente ao estado de abandono a que estão votados os jardins da Praça do Império, na zona histórica de Belém, recebemos via facebook a informação da Junta de Freguesia de Belém denunciando a intenção por parte da Câmara Municipal de Lisboa em destruir os brasões existentes nos espaços ajardinados e que constituíram sempre uma magnífica obra de arte da jardinagem na nossa cidade.
Transcrevemos a informação colocada junto da notícia que foi partilhada pela própria Junta de Freguesia de Belém: “Infelizmente este é um caso triste na nossa Freguesia. E que estamos a tentar sensibilizar a CML para que altere esta situação. A resposta que temos tido é que, inclusivamente, planeiam destruir os brasões ali existentes! O que somos frontalmente contra!!”
“Esta situação, que nos arrepia, tem de ser combatida de todas as formas. Existem planos na CML para pura e simplesmente apagar a história que está esculturalmente marcada na Praça do Império, destruindo os brasões que ali se encontram, feitos em flores e arbustos.
O espaço tem sido paulatinamente abandonado de forma a justificar a "inviabilidade" da sua recuperação e assim justificar a sua destruição.
A Junta de Freguesia de Belém é frontalmente contra a destruição do jardim! A história não se apaga! Belém e a Cidade de Lisboa ficariam irremediavelmente mais pobres!”
A intenção da Câmara Municipal de Lisboa constitui um verdadeiro atentado ao património da cidade que deve merecer o repúdio por parte de todos os cidadãos!
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Fonte: http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/municipio-de-lisboa-quer-destruir-os-85365

ARRASTÃO EM CONCERTO DE AFRICANO

Da página Facebook do PNR:

Um concerto do músico angolano Anselmo Ralph, este domingo, em Cascais, foi interrompido por razões de segurança.
Os incidentes desta noite aconteceram na Praia dos Pescadores, em frente ao Hotel Baía, no centro da vila. Um grande número de indivíduos avançou sobre o público e há relatos de ferimentos.
Ao interromper o concerto, Anselmo Ralph exigiu a retirada imediata dos agressores e pediu a protecção dos espectadores mais novos.
Uma testemunha dos acontecimentos disse ao SOL haver ferimentos de arma branca. Já fonte da organização relativiza os incidentes e afirma que estes envolveram um pequeno número de pessoas junto à estação ferroviária.
'Meet' deixou autoridades em alerta
Era visível um enorme aparato policial no centro de Cascais, com carros do corpo de intervenção da PSP e várias viaturas de socorro do INEM.
As autoridades estavam já alertadas para a possibilidade de um grande ajuntamento de jovens e para o risco de ajustes de contas entre grupos rivais. Nos últimos dias, fora marcado no Facebook um 'meet' (meeting, encontro em inglês) para as Festas do Mar, por volta da hora do concerto de Anselmo Ralph.
Recorde-se que, esta semana, outro 'meet' marcado para o Centro Vasco da Gama, em Lisboa, terminou com incidentes entre jovens e entre estes e as autoridades.
http://sol.pt/noticia/113877
Muitas das pessoas presentes, falam em mais um arrastão, à semelhaça do que de resto aconteceu nas imediações do C.C. Vasco da Gama. A táctica é sempre a mesma: começam com um suposto "desentendimento entre gangues rivais" e depois aproveitam para roubar quem estiver por perto.
Mais uma vez, reafirmamos, é preciso parar e reverter os fluxos migratórios e sobretudo expulsar do nosso país os "jovens" que participam nestes actos criminosos, pois a maioria ou nem sequer nasceu em Portugal ou é descendente de imigrantes e não quer integrar-se.

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/pelo-menos-tres-esfaqueados-em-concerto-de-anselmo-ralph

ARÁBIA SAUDITA E PAÍSES DO GOLFO ESTARÃO A APOIAR O CALIFADO

Fonte: http://visao.sapo.pt/de-onde-vem-o-dinheiro-do-estado-islamico=f793829   (artigo originariamente redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, refere-se ao Estado Islâmico (EI),  antes conhecido como Estado Islâmico do Iraque e da Síria, não como um grupo terrorista, mas como um projecto com armas sofisticadas, uma ideologia totalitária e recursos abundantes, provenientes de financiamento externo.
À BBC, Mariano Aguirre, director do NOREF, um instituto norueguês que se dedica a questões ligadas à construção da paz, analisa as fontes de rendimento do EI, que a própria Al Qaeda considera demasiado radical. O cerco e massacre da minoria yazidi no Iraque e a decapitação do jornalista norte-americano James Foley são os exemplos mais recentes da violência do EI, que luta por impor uma versão ultra-conservadora do Islão.
Parte dos recursos do grupo provêm da principal matéria-prima do Iraque: o petróleo. Segundo Mariano Aguirre, o EI controla uma parte importante da indústria do petróleo iraquiano no norte do país. Mossul, por exemplo, uma das cidades dominadas pelo grupo, produz cerca de 2 milhões de barris de petróleo por dia. Sob controlo do EI está também a central de gás de Shaar e Baiji.
O especialista explica que o EI não destrói as fontes de energia que conquista pela força, uma vez que o objectivo é usar os lucros a favor da construção de um califado.
Segundo a BBC, Theodore Karasik, do Instituto norte-americano para a Análise do Oriente Próximo e do Golfo", e Robin Mills, autor do livro "O Mito da Crise do Petróleo", estimam que o Estado Islâmico ganhe um milhão de dólares (757 mil euros) por dia só com a exploração do petróleo iraquiano - o EI vende um barril a 30 dólares no mercado negro, quando os 100 dólares por barril no mercado internacional.
Mas nem só de petróleo vive o EI. No caso da Síria, segundo o Centro de Análise do Conselho Europeu de Relações Exteriores, o grupo estará a instalar um sistema de impostos nas áreas que vai dominando, ao mesmo tempo que promoverá actividades ilegais como roubo de reservas de dinheiro de bancos locais, contrabando de carros e armas, sequestros e bloqueios de estradas. O mesmo centro afirma que o EI também apreendeu grandes quantidades de armas do Exército iraquiano e grupos armados sírios inimigos.
Por outro lado, centenas de milhões de dólares já terão sido canalizados pela Arábia Saudita e países do Golfo para apoiar os insurgentes sunitas no seu combate aos xiitas.

Isso mesmo, diz-se assim no fim, um paragrafozito menor para quem provavelmente já se fartou de ler e já está a pensar noutra coisa, e sem dizer concretamente que a Arábia Saudita e outros países muçulmanos da área estão a apoiar financeiramente o califado, diz só que apoiam «os insurgentes sunitas no seu combate aos xiitas», e como muita gente não sabe ou não lhe vem à memória que o califado em questão é sunita, fica meio esbatido e já está, não é conveniente, para a cambada politicamente correcta que controla a imprensa, que se acentue demasiado o facto de que os países muçulmanos ditos «moderados» andam na verdade a apoiar o mais radical projecto muçulmano da Idade Contemporânea...


domingo, Agosto 24, 2014

SOBRE O SAQUE DE ROMA EM 410

A 24 de Agosto de 410 Roma foi saqueada pelos Visigodos sob o comando de Alarico I. O saque foi resultado do fracasso das negociações entre Alarico e o Império na tentativa de obter um posto pra si mesmo no exército romano. De notar que os templos pagãos foram vandalizados, mas uma das grandes igrejas cristãs não, dado que Alarico I já era cristão...

O QUE É A CONDENAÇÃO DO SOS RACISMO CONTRA A POLÍCIA A RESPEITO DO VASCO DA GAMA

Fonte: http://www.sol.pt/noticia/113824
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«O SOS Racismo condenou hoje a actuação da Polícia de Segurança Pública (PSP) nos desacatos junto ao centro comercial Vasco da Gama, no Parque das Nações, na quarta-feira, nos quais foram detidos quatro jovens.»
(...)

Mais uma obscenidade e um insulto assinado por essa vergonha que é o SOS Racismo, paga com o dinheiro dos contribuintes. Só por total falta da mais elementar ética é que se pode culpar a polícia por ter levado a cabo a devida intervenção, que para cúmulo lhe valeu ferimentos em cinco agentes. Tudo o que nesta notícia é apontado como «argumento» por parte do SOS Racista não passa de uma ultrajante inversão da lógica:
- primeiro porque a polícia tem realmente obrigação de controlar a área, ou «varrê-la», quando há conflitos num espaço público entre «meia dúzia de pessoas» que podem ferir transeuntes inocentes, pelo que a actuação das autoridades foi aí exemplar; 

- segundo, porque, sendo verdade que os jovens dos gangues eram praticamente todos negros, torna-se nada mais que natural que, na urgência da situação, a polícia optasse por afastar do local todos os eventuais intervenientes na refrega;
- terceiro, porque quem agride as autoridades numa situação em que estas tentem pacificar a área nunca tem razão, pelo que a culpa do sucedido recai inteiramente sobre os jovens negros agressores;
- quarto, porque nos aglomerados de jovens em todo o país não há forçosamente agressões entre gangues nem assaltos a jovens como houve neste caso, mas quando os há a polícia não hesita em actuar, tal como nunca hesita em deter agressores brancos, ou sequer prevaricadores brancos, como eu já assisti, e é fácil perceber o porquê de a polícia nem hesitar nessas situações, é que a polícia sabe que não vai ter à perna uma acusação de «racismo» se actuar contra delinquentes brancos.



SOS Racista está com mais uma inqualificavelmente abjecta intervenção a querer criar um clima de intimidação contra as autoridades no sentido de lhes limitar as futuras movimentações em defesa da ordem pública, sempre que os prevaricadores forem negros. 
SOS Racista está a querer desviar as atenções do facto, conhecido por quem simplesmente andar na rua de olhos abertos, de que onde há grandes aglomerações de jovens de gangues afro-tugas, há conflito.
SOS Racista está também a querer desviar as atenções do irónico facto de que um encontro «anti-racista» constituiu afinal um exemplo paradigmático do que é uma sociedade multirracial...

E é esta desgraça humana que anda a ser paga pelos Portugueses, que deste modo se vêem obrigados a sustentar uma «igreja» anti-racista, um movimento ideológico como outro qualquer. Mas isto um dia acaba.


O PNR SAÚDA A INTERVENÇÃO DA PSP NO CENTRO COMERCIAL VASCO DA GAMA


O Partido Nacional Renovador (PNR) saúda a intervenção das Equipas de Intervenção Rápida da Polícia de Segurança Pública (PSP) no passado dia 20, no Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa.
A este propósito, o PNR considera ridícula a atitude de certos sociólogos, jornalistas e políticos, que tentam sempre desculpar comportamentos criminosos apontando os prevaricadores como vítimas. Como agora se constata, muitas das supostas “vítimas” possuem roupas de marca e telemóveis de alta gama, pelo que falar de pobreza e exclusão social nestes casos é, no mínimo, “tapar o sol com a peneira”.
Para o PNR, o comportamento dos “jovens” prevaricadores é o resultado de uma cultura de facilitismo na educação e nas escolas, de desculpabilização dos comportamentos marginais e também das já tradicionais políticas de imigração de portas abertas.
O PNR solidariza-se ainda com os agentes feridos, desejando-lhes um rápido restabelecimento.
Comissão Política Nacional | Lisboa, 21 de Agosto de 2014
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Fonte: http://www.pnr.pt/comunicados/pnr-sauda-intervencao-das-equipas-de-intervencao-rapida-da-psp-centro-vasco-da-gama/

JIHADISTA DO ESTADO ISLÂMICO QUE DECAPITOU JORNALISTA É «MÚSICO»

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia e ao camarada RC: http://www.tvi24.iol.pt/503/internacional/james-foley-jornalista-decapitacao-rapper-suspeito-tvi24/1569295-4073.html
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Um antigo rapper britânico é o principal suspeito da decapitação do jornalista James Foley. Abdel-Majed Abdel Bary, de 24 anos, era conhecido no mundo da música como L Jinny. É filho de um alegado terrorista egípcio, que aguarda julgamento por suspeitas de estar ligado aos atentados de 1998 nas embaixadas do Quénia e da Tanzânia, no Reino Unido. 
De acordo com os jornais britânicos «The Independent» e «The Telegraph», Abdel-Majed Abdel Bary tornou-se um jihadista no ano passado e juntou-se à guerra na Síria. Até então, seria um músico em ascensão, que viu as suas músicas serem passadas numa das rádios da BBC. 
Abdel-Majed Abdel Bary é o jihadista que, há poucos dias, publicou também uma fotografia no Twitter em que segurava uma cabeça humana. A legenda: «a relaxar com o meu amigo ou o que resta dele».

E se os Curdos ou os Ianques não o abatem, ainda é capaz de retornar à Europa, onde bem poderá vir a ser um heroizinho da cambada rapper, esteja à solta ou na pildra...