sexta-feira, Outubro 24, 2014

SOBRE OS ALEGADOS PORTUGUESES QUE QUEREM REGRESSAR DO ESTADO ISLÂMICO

O ministro dos Negócios Estrangeiros revelou que há cidadãos portugueses alistados nas fileiras jihadistas do grupo Estado Islâmico que estão arrependidos e querem regressar ao país. De acordo com Rui Machete, entrevistado pela Rádio Renascença, entre eles haverá duas ou três raparigas.
"No caso português já há, penso eu, dois ou três, sobretudo raparigas, que se deixaram encantar pelo entusiasmo dos noivos ou por um espírito de aventura e que partiram e agora querem voltar." 
O MNE acrescenta que nada é oficial e que foram os pais que pediram ajuda para o regresso.
"Não pediram ajuda ao ministério, não se passa nada em termos burocráticos de requerimento de apoio. Há dois ou três casos de pessoas que os pais dizem que querem voltar.
Mesmo arrependidos, aqueles que regressarem serão suspeitos de atos de terrorismo e isso vai implicar fiscalização e vigilância.
Portugal terá de avaliar até que ponto estes rapazes e raparigas foram ou não cúmplices ou testemunhas de alguns dos crimes que são apregoados publicamente pelos próprios jihadistas.
"Há problemas de polícia" reconheceu o ministro, acrescentando que não "tem conhecimento" de casos portugueses. 
Contudo, admite Machete, "teoricamente sabe-se que houve casos de pessoas que cometeram crimes e que, portanto, esses crimes têm de ser analisados e avaliados se são passíveis de perseguição em processo penal nos próprios países"
Até agora o Estado português identificou cerca de 12 a 15 cidadãos nacionais que aderiram ao Estado Islâmico.
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Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=776172&tm=7&layout=121&visual=49 (artigo originariamente redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa).
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Todo o cuidado é pouco com esta cambada juvenil que deseja agora regressar a penates. Pode bem tratar-se de um estratagema para infiltrar islamistas no Ocidente, como é de sobejo consabido. Em termos ideais, todo o militante do Estado Islâmico (EI) alegadamente arrependido que não seja de origem étnica europeia nem deveriam poder regressar à Europa, mesmo que tivesse tido cidadania europeia. Ainda assim, há que saber dar o benefício da dúvida. Já se sabe que a juventude faz asneiras, adere, emotivamente, a extremismos diversos e dá-se inclusivamente aos mais extremados actos. Mas as pessoas crescem, evoluem, mudam de ideias. Deve-se-lhes ser reconhecido esse direito, e, neste caso, essa tolerância deve aplicar-se mais concretamente à jovens que já se cansaram de brincar aos islamistas e viram que afinal foram-se meter na boca do pior dos lobos. Até pode ser que lhes tenha servido de lição e que agora divulguem no Ocidente o que se passa realmente nas profundezas da hoste musla. Ao fim ao cabo estas miúdas não deixam de ser filhas da Europa.

TERRORISTA QUE MATOU NO PARLAMENTO CANADIANO ERA FILHO DE JIHADISTA MUÇULMANO E DE FUNCIONÁRIA DA IMIGRAÇÃO

Fonte: http://observador.pt/2014/10/24/canada-atirador-tinha-ligacoes-terrorista-ja-referenciado-pelas-autoridades/   (texto originalmente redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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A polícia do Canadá revelou pormenores sobre o ataque contra o Parlamento canadiano na quarta-feira e disse que o seu autor, Michael Zehaf Bibeau, tinha ligações a um indivíduo acusado de terrorismo.
A polícia do Canadá fez um detalhado relato do ataque contra o Parlamento canadiano na quarta-feira e disse que o seu autor, Michael Zehaf Bibeau, tinha ligações a um indivíduo referenciado pelas autoridades que foi acusado de terrorismo.
O director da Polícia Montada do Canadá, Bob Paulson, afirmou, em conferência de imprensa, que “o endereço de correio electrónico de Michael Zehaf Bibeau foi detectado no disco duro” de um “conhecido indivíduo” que foi acusado de delitos de terrorismo pela Polícia Montada.
Paulson reiterou, todavia, que o ataque foi perpetrado individualmente por Zehaf Bibeau, de 32 anos, que morreu depois de ser baleado pelas forças de segurança no interior do edifício do Parlamento.
O mesmo responsável apresentou também a primeira explicação oficial sobre os motivos que poderão ter levado Michael Zehaf Bideau, que tinha um registo criminal por posse de drogas e roubo com ameaça, a lançar os ataques na capital canadiana.
“Creio que o passaporte estava entre os seus principais motivos”, disse Paulson.
Segundo a polícia, Zehaf Bideau estava em Otava para pedir um passaporte para viajar para a Líbia ou Síria, onde pretendia juntar-se a grupos rebeldes. Mas as autoridades atrasaram durante dias o processo, o que segundo Paulson, frustrou o atacante.
Paulson negou ainda informações iniciais segundo as quais Michael Zehaf Bideau estava numa lista de 93 pessoas vigiadas pelas forças de segurança e serviço secreto canadiano por serem consideradas de “alto risco”.
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Falta dizer que o sujeito não é nenhum «converso» recente como a imprensa dominante quer fazer crer mas sim filho de um muçulmano, o homem de negócios Bulgasem Zehaf, que por acaso já tinha feito guerra «santa» muçulmana na Líbia, como aqui se pode ler: http://pamelageller.com/2014/10/canada-ottawa-gunman-not-a-recent-convert-but-a-longtime-devout-muslim-whose-father-waged-jihad-in-libya-in-2011.html/
Quanto à sua mãe, Susan Bibeau, é figura importante no departamento canadiano de Imigração e Refugiados... Coincidentemente, uma das formas da «jihad» ou guerra «santa» é precisamente a imigração: chama-se al-hijrah. A al-hijarh, migração, é como que um mandamento religioso - uma forma de expandir o Islão. Maomé mandou emigrar precisamente para disseminar a religião muçulmana e, a pouco e pouco, suplantar a população nativa dos países que ingenuamente recebessem imigração de muçulmanos.
Isto só por si merece um tópico à parte que vai ter de ficar umas quantas horas exposto no topo do blogue e será doravante repetido diversas vezes nos diversos tópicos sobre a presença maciça de muçulmanos no Ocidente.



PNR CONTRA RETORNO DE «JIHADISTAS» A PORTUGAL

Perante as declarações do Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros ontem proferidas à Rádio Renascença, segundo as quais existem, citamos, “dois ou três portugueses, sobretudo raparigas, que militam no grupo terrorista Estado Islâmico e querem regressar a Portugal”, o Partido Nacional Renovador (PNR) não pode deixar de tecer as seguintes considerações:
(...)
Por outro lado, também é certo que ninguém obrigou os jovens em questão a darem “vivas” a actos selvagens e a serem cúmplices (por vezes até mesmo recrutadores) de um bando de terroristas culpados de crimes contra a Humanidade.
A presença em Portugal destes elementos seria um atentado contra a nossa segurança, pois ainda recentemente pelo menos um deles afirmava numa entrevista querer regressar para continuar aqui o seu combate pelo Estado Islâmico. O PNR desconfia pois que o alegado “arrependimento” não passe de uma estratégia para um regresso com fins duvidosos.
Para o PNR, estes elementos constituem uma ameaça à segurança nacional, e o único lugar que devem ter entre nós é em centros de detenção. Obviamente, deveriam ainda ser implementados mecanismos para que os “jihadistas” que nasceram fora de Portugal e só posteriormente adquiriram nacionalidade portuguesa perdessem o direito à mesma e fossem repatriados para os seus países de origem.

Comissão Política Nacional | 22 Outubro 2014

Fonte: http://www.pnr.pt/comunicados/pnr-contra-regresso-de-jihadistas-portugal/

PROFESSORA AGREDIDA POR «FEIRANTES»...

Página com vídeo incorporadohttp://www.tvi24.iol.pt/sociedade/cerco/professora-agredida-e-falso-caso-de-ebola-leva-psp-a-escola-do-porto (texto da notícia originalmente redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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A Polícia de Segurança Pública (PSP) foi chamada por duas vezes, esta terça-feira, à escola básica e secundária do Cerco, na zona de Campanhã, no Porto. Ao final da manhã, as autoridades foram chamadas para uma agressão a uma professora por parte da mãe de uma aluna. E, cerca de duas horas mais tarde, foram chamadas para controlar uma pequena multidão que se tinha concentrado à porta da escola por causa de um boato em torno de um suposto caso de ébola. 
«Uma circunstância não esteve relacionada com a outra», explicou à TVI fonte da PSP do Porto. 
«Cerca das 12:45, fomos chamados para uma situação de agressão. Uma aluna ter-se-á portado menos bem numa aula e a professora tirou-lhe o telemóvel. No final da aula, a aluna exigiu o telemóvel de volta e a professora recusou e disse que ia seguir os trâmites normais: o telemóvel seria entregue à direcção que depois o entregaria aos pais. A aluna conseguiu, não sei de que forma, contactar os pais, dizendo-lhes que tinha sido agredida pela professora», conta a mesma fonte. 
Os pais da aluna do 6º ano, feirantes, foram à escola e, enquanto o pai estava reunido com o director, a mãe agrediu a professora. «Deu-lhe umas bofetadas e puxou-lhe o cabelo», acrescenta a fonte da PSP à TVI. 
A polícia tomou conta desta ocorrência e identificou a mãe da aluna. A professora terá optado por não apresentar queixa. 
Mais tarde, «não se sabe bem como, surgiu um boato de um caso de ébola na escola». O boato terá sido lançado entre os alunos, que contactaram os pais e estes acorreram à escola. Em pouco tempo, «cerca das 14:45/ 15:00», juntaram-se dezenas de pessoas à porta da escola. A PSP foi chamada a controlar a multidão e enviou uma patrulha da escola segura e um outro carro patrulha. «Cerca das 16:00, já estava tudo normalizado», garante a PSP.  
Confap pede mais meios e autonomia para as escolas
O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) defendeu, esta quarta-feira, mais meios e autonomia das escolas para evitar «situações isoladas» como as agressões desta semana no Porto, alertando que falta na escola pública uma «linha de responsabilidade». 
«Nas escolas públicas falta alguma organização e autoridade do sistema. Quando existe uma situação que não está correcta, o director [da escola] não tem autoridade nenhuma. Quem tem é a tutela. Mas é a escola que tem de ter capacidade para decidir», observou Jorge Ascensão, presidente da Confap, em declarações à agência Lusa. 
«Não há uma linha de responsabilidade na escola pública», acrescentou. 
Para o responsável, a agressão de um aluno de 16 anos a um funcionário numa escola de Gondomar, e da mãe de uma aluna a uma professora de um estabelecimento de ensino no Porto foram «casos isolados», mas também consequência de, na escola pública, «ser muito complicado» colocar os problemas «nos carris» quando «proactivamente as pessoas falham».
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Ora são «feirantes» com ar de ciganos... o texto da imprensa «livre» pode dizer que são «feirantes», mas não pode dizer que são ciganos... «se calhar» porque identificar a etnia dos agressores seria «racismo», e a discriminação é pecado e tal... 

Mas qual discriminação é que é pecaminosa? 

A discriminação étnica, claro está, porque a discriminação sócio-profissional, essa não tem mal nenhum... 

Será que os feirantes de etnia portuguesa não se poderão sentir «lesados» e «discriminados» por se falar tantas vezes, nos jornais, em «feirantes»? Não poderão fazer algum protesto a queixarem-se por «discriminação!!!!!!!!!!!!!!!», e a dizerem que «ai nem todos os feirantes são assim, há feirantes que se portam bem, aliás, a esmagadora maioria dos feirantes tem um comportamento exemplar!!!!»

Em acontecendo isto, até podia ser que os jornalistas, excelentes seres humanos (vocabulário da moda no seio da elite culturalmente dominante, expressão que, note-se, exclui identificação étnica e sexual, qu'é pa' ser mais igualitário)  sensíveis de todo, se abstivessem, doravante, de identificar esta e outras profissões. Já agora aproveitavam e deixavam também de falar em «jovens» quando se referissem a assaltantes e agressores diversos, porque isso é discriminação etária... e os futuros textos noticiosos deste tipo de situações ficaria mais ou menos assim: «uma pessoa assaltou outra pessoa ontem à tarde, agredindo-a com violência e furtando-lhe diversos pertences. A pessoa assaltante (convém não dizer «o assaltante» porque isso já aponta para uma identificação de género) encontra-se em fuga, enquanto a vítima recebe agora cuidados médicos.» Não será apropriado identificar o local, dado que alguns poderão começar a alimentar preconceitos contra gente de determinado bairro... A notícia acaba por não dizer grande coisa, mas pelo menos não discriminará ninguém e estar-se-à então a caminho de uma sociedade de pessoas cidadãs do mundo...

Claro que dificilmente se chegaria a isso. Porque, de facto, o que incomoda realmente a elite reinante é a existência de barreiras intransponíveis entre as pessoas. Toda a gente pode, teoricamente, ser feirante, e tudo o que é adulto passa pela juventude, mas a diferença racial é que é uma porra porque não se consegue contorná-la de maneira nenhuma... bem, pode-se aldrabar a Ciência e negá-la, mas está visto que a coisa não pega, vai daí há que proibir-se a referência à raça, para assim se poder impingir às massas uma destruição total de fronteiras entre as pessoas, entenda-se, uma aniquilação completa das identidades reais.

O ESTADO ISLÂMICO DO IRAQUE E DA SÍRIA MANDA TRATAR BEM AS MULHERES

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=166031
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Pelo menos uma mulher e um homem foram apedrejados nos últimos dias na Síria, em territórios ocupados pelo Estado Islâmico. As vítimas foram acusadas de adultério. 
Não parece existir relação entre os dois casos mortais nem se sabe ao certo quando ocorreram, mas o mais provável é ter sido ao longo das últimas semanas. 
No caso da mulher apedrejada há mesmo uma gravação vídeo que foi colocada online por activistas contra o Estado Islâmico na cidade de Raqqa, mas parece ter sido filmada e produzida por membros do Estado Islâmico. 
Nas imagens, um islamita é visto a ler a sentença da mulher, acusada de adultério. A dada altura ele indica que parte da culpa será do marido, que se terá ausentado durante um longo período e termina com uma recomendação aos presentes: “Não deixem as mulheres. Não se ausentem por um período maior do que o permitido. Voltem-se para Deus, irmãos, e tratem bem as mulheres.
De seguida pergunta-se ao pai da acusada se ele a quer perdoar, mas ele recusa. Levada para uma cova no chão, de braços e pernas atadas, começa então o apedrejamento, no qual participam os homens do Estado Islâmico e o alegado pai da vítima. 
O outro caso, do qual não há imagens, foi confirmado pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos e, ao que tudo indica, será o primeiro caso de um homem executado por adultério desde o início da guerra civil na Síria. 
Estes não são os primeiros apedrejamentos por adultério levados a cabo pelo Estado Islâmico. Em Julho deste ano houve notícia de, pelo menos, mais dois incidentes. 
O Estado Islâmico controla grande parte da Síria e do Iraque e tem sido responsável por um longo rol de atrocidades, desde decapitações, massacres, abuso sexual e venda de mulheres para escravatura e até crucifixões. Muitos destes actos são filmados e circulados nas redes sociais pelos militantes.
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A recomendação de tratar bem as mulheres não pode deixar de fazer lembrar o que dizem muitos muçulmanos alegadamente moderados e também muitos ocidentais pró-islâmicos, segundo os quais «o verdadeiro» Islão até ordena que se respeite muito o sexo feminino e tal... Aliás, há pouco tempo circulou nos média ocidentais a alegação de uma jovem portuguesa que foi para o califado e diz ser aí tratada «como uma princesa» (sic). E nem é nada impossível que quem assim fala esteja a ser sincero. O que é preciso é saber quais os seus critérios sobre o que constitui bom tratamento das mulheres... 
Este é mais um exemplo flagrante da incompatibilidade real, fulcral, incontornável, entre o Ocidente e o Islão, motivo pelo qual ocidentais e muçulmanos não podem realmente conviver de modo pacífico e harmonioso num mesmo país.

ANIVERSÁRIO DE GRANDE VITÓRIA EUROPEIA CONTRA AS FORÇAS DO ISLÃO


Recorda-se hoje a Batalha de Poitiers ou de Tours, ocorrida a 24, 25, ou talvez a 10, de Outubro de 732, na qual os Francos comandados por Carlos Martel (assim chamado por usar um martelo de guerra) derrotaram a Moirama conduzida pelo emir Abd er Raman, que pretendia estender-se da Ibéria ao resto da Europa. O evento é considerado de suprema importância por ter travado as forças islâmicas na conquista do velho continente.
A vantagem numérica da cavalaria árabe sobre a infantaria franca não obteve resultados porque os germânicos (os Francos, portanto) aguentaram o embate inimigo por meio da táctica do quadrado e, contra todas as expectativas, derrotaram cavaleiros com cotas de malha, feito que parecia impossível na época. A disciplina e lealdade da hoste franca foi decisiva no desfecho da peleja. 
Comentam alguns que os Árabes poderiam ter dominado a Europa facilmente se o desejassem de facto, e só não insistiram porque o norte europeu era pobre, dizem, e não justificava o esforço e o dispêndio de tempo. Ora isto colide com toda a lógica de guerra muçulmana, não só porque o santuário de Tours era riquíssimo (e teria sido tomado pela tropa mafomética não fosse a vitória dos Europeus), mas também porque os arautos do crescente nunca desdenharam atacar outras paragens para realizar saques e converter infiéis. De lembrar que, nesta altura, esta mesma gente norte-africana estacionada na Ibéria tinha sido derrotada pelos Gótico-Hispano-Romanos do norte da península, na lendária batalha de Covadonga.

Na batalha participaram também os Dinamarqueses do lendário Holger Danske, que na foto aparece zarolho, a fazer lembrar o mítico Deus Odin. Embora Holger fosse inimigo de Carlos Martel, ambos puseram de parte o conflito que os opunha para fazerem frente comum ao invasor norte-africano.

É por isso mesmo que a efeméride é duplamente exemplar para os Europeus: além de constituir uma vitória incontornavelmente relevante - dado que sem isto a Europa poderia bem estar ainda hoje de rabo para o ar e cabeça para Meca - mostra também como as quezílias entre Europeus devem sempre, em todos os casos, ser subordinadas e provisoriamente canceladas quando se trata de defender a Europa contra não europeus.




quarta-feira, Outubro 22, 2014

PREPARA-SE A CONSTRUÇÃO DE PRIMEIRO TEMPLO PAGÃO NO NORTE DA EUROPA DESDE HÁ NOVECENTOS ANOS

Projecto do futuro templo islandês

Na Islândia, a organização Asatruarfelagid, associação religiosa que pratica a Asatru, que é o culto aos Deuses germânicos (Asa, Deuses Aesir + Tru, Lealdade) prepara já o início da construção de um «hof», ou seja, um grande templo pagão nórdico, na localidade de Öskjuhlíð, em Reyk­javik. O edifício foi já desenhado pelo arquitecto Magnús Jensson e aguarda apenas a licença de construção, que ainda não foi concedida devido às observações e alterações preconizadas pelo supremo sacerdote da Asatruarfelagid, ou «goth», Hilmar Örn Hilmars­son, também conhecido no país como músico.

Um artigo do jornal Morgunbladid da passada semana indica que se trata aqui do primeiro «hof» ou grande templo pagão construído na Europa Setentrional desde há novecentos anos. Até agora, a Asatruarfelagid tem estado provisoriamente localizada num local sito no centro da capital mas, devido ao grande aumento de membros nos últimos anos, o espaço disponível já não é suficiente.

A Asatruarfelagid foi fundada na Islândia em 1972 pelo agricultor Sveinbjörn Beinteisson e tinha inicialmente apenas doze membros.
A Asatru consiste no culto a Tor, Odin, Tyr, Freia, Freir, Niord, Sif, entre outros, Divindades adoradas pelos antigos povos germânicos, da zona da actual Áustria até à Islândia, passando pela Escandinávia. 

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Fonte: http://www.mbl.is/english/news/2014/10/14/first_pagan_hof_in_900_years/

Hilmar Örn Hilmarsson e outros membros da Ásatrúarfélagið numa procissão para um blót, ou ritual, em Þingvellir , no Verão de of 2009.


EM ITÁLIA - MILHARES DE POPULARES EM MANIFESTAÇÃO CONTRA A IMIGRAÇÃO

Agradecimentos ao Vilhena por ter aqui trazido esta noticia: http://whiteresister.com/index.php/events/1427-stop-invasion-thousands-of-white-italians-protest-in-anti-immigration-rally-in-milan-video


A repórter no local fala em «dezenas de milhares de pessoas»

O povo, o povo real, é assim... pode ver-se que a maioria dos manifestantes não é «sequinéde» mas sim gente comum, do povo comum. Pode ouvir-se uma jovem a qualificar como crime a iminvasão que a elite está a impingir ao povo. Pode ouvir-se como as pessoas estão fartas de verem a sua identidade nacional a ser ameaçada pela iminvasão e a verem os seus conterrâneos a serem mais mal tratadas pelo governo do que os alógenos.

Milhares de apoiantes da Liga do Norte, um partido regionalista e anti-imigração, manifestaram-se, sábado, em Milão para exigir o fim da operação "Mare Nostrum", de apoio aos migrantes do Mediterrâneo, que consideram encorajar a imigração clandestina.
"Fim à invasão!" foi uma das palavras de ordem entoadas pelos manifestantes ao longo do cortejo que se dirigiu para a praça do Duomo, centro da cidade, onde discursou o líder do movimento Matteo Salvini.
"Os italianos primeiro" e "Temos 15% de desemprego, não precisamos de mão-de-obra estrangeira" foram outras das mensagens exibidas em cartazes durante a concentração, precisou a agência noticiosa AFP.
A Liga do Norte não se opõe à imigração "mas aos clandestinos, é tudo", disse Salvini, instalado num pódio colocado frente à catedral de Milão e numa tentativa de contrariar as frequentes acusações de racismo dirigidas ao seu movimento.
Na sua perspectiva, será antes a operação "Mare Nostrum" que deve ser definida como "esclavagista e racista", responsável por "milhares de mortos e por ter permitido a entrada de 130 mil clandestinos" mantidos em hotéis de três estrelas.
Salvini também anunciou que vai exigir na terça-feira em Estrasburgo, juntamente com a líder da Frente Nacional francesa Marine Le Pen, "a suspensão do Tratado de Schengen e que sejam controladas as fronteiras".
Alguns participantes também exibiam bandeiras russas ou cartazes com a frase "Bem-vindo Presidente", em referência à visita de Vladimir Putin, na sexta-feira, a Milão, onde participou na cimeira Ásia-Europa.
Nos seus encontros à margem da cimeira, o Presidente russo também se encontrou durante 20 minutos com Matteo Salvini para abordar diversos temas, incluindo a questão da imigração. O líder direitista e regionalista italiano deslocou-se recentemente a Moscovo e à Crimeia.
Em paralelo, um desfile "anti-racista" convocado por diversos centros sociais também percorreu hoje as ruas de Milão, mas o seu acesso à praça do Duomo foi bloqueado pela polícia.
Os organizadores reivindicaram a participação de 10 mil pessoas, enquanto a polícia se referiu a 3000 pessoas.
A manifestação da Liga do Norte, há muito divulgada, coincide com o anúncio pelo ministro do Interior, Angelino Alfano, do fim da 'Mare Nostrum' em 01 de Novembro, apesar de ter prometido que "mesmo depois, a Itália continuará a proceder às buscas e salvamentos no mar".
A operação, desencadeada em Outubro de 2013 após a morte de 366 migrantes no naufrágio da sua embarcação ao largo da ilha de Lampedusa (sul da Sicília), deve ser substituída a partir de Novembro por um dispositivo mais ligeiro designado 'Tritão' e gerido pela Agência europeia para a gestão de fronteiras (Frontex).
Segundo os dados do Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para os refugiados (HCR), 150 mil pessoas foram socorridas desde Outubro de 2013 por unidades navais do "Mare Nostrum", guarda-costeiros e navios mercantes que se encontravam na proximidade dos naufrágios. Cerca de 4000 pessoas, na sua larga maioria de origem africana, terão perdido a vida durante o mesmo período.
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Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4188987

NO REINO UNIDO - EMPRESA DE TÁXIS PERMITE AOS CLIENTES QUE ESCOLHAM TAXISTAS BRANCOS

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta bela notícia: http://vnnforum.com/showthread.php?t=215569
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Em Rochdale, Inglaterra, os clientes de táxis podem agora pedir taxistas etnicamente brancos. Esta possibilidade de discriminar etnicamente foi concedida ao público depois de dois paquistaneses a trabalharem para a empresa de táxis Car 2000 terem sido presos no desenrolar do escândalo de desvio sexual de crianças, mais concretamente quarenta e sete raparigas que foram violadas e traficadas, caso que abalou o Reino Unido - e que os «racistas» já denunciavam há pelo menos dez anos, mas nessa altura os grandes mé(r)dia não os queriam ouvir.
O responsável da Car 2000 afirma que a procura de taxistas brancos é uma consequência directa do escândalo: «tivemos uma data de clientes a pedir aquilo a que chamam um taxista "local". É um bocado insano se se tiver em conta que a maioria dos rapazes [hindustânicos] nasceu em Rochdale». 

Pois claro - recebem imigração em massa, dão nacionalidade aos alógenos, proíbem os autóctones de utilizar palavras de conteúdo racial e depois «admiram-se» que a população autóctone tenha de recorrer a termos «insanos» para designar quem é alógeno e quem é indígena, porque o alógeno é mesmo alógeno e o indígena é mesmo indígena, sempre o foi e sempre será, quer se lhe chame ariano, branco, «local» ou pessoa-que-não-é-de-cor. 

A maioria dos taxistas da Car 2000 são de origem hindustânica, mas a empresa recebe pelo menos sessenta telefonemas por semana a pedir taxistas «locais»...

O mesmo porta-voz  explica também porque permite a discriminação: «é um negócio, temos o dever de fazer o que o cliente nos pede. Não penso que possamos discriminar contra o cliente da mesma maneira. Ao fim ao cabo é um negócio. Temos um largo empréstimo bancário para pagar.»
Mark Widdup, director do Conselho de Economia e Ambiente de Rochdale, garante que permitir a escolha de taxistas brancos é perfeitamente legal, tal como é legal, por exemplo, que algumas empresas ofereçam aos clientes a escolha por taxistas do sexo feminino.
O porta-voz da Car 2000 acrescenta ainda que os taxistas hindustânicos «fazem o que se lhes pede e não se queixam. Têm uma ética de trabalho muito melhor.»

Mas o povinho, ah!, o povinho!!, não vai na fita... crescem as tensões raciais em Rochdale e na vizinha Heywood. E nas eleições locais de 9 de Outubro, o UKIP, partido tido como contrário à imigração, aumentou a votação, ficando a poucos votos do primeiro lugar, pertencente ainda ao Partido Trabalhista.



A JUVENTUDE DOS DEMOCRATAS SUECOS SAÚDA A EUROPA


Vídeo da Sverigedemokratisk Ungdom ou Juventude Democrata Sueca de saudação e mensagem às forças nacionais da Europa, falada em Sueco, Inglês, Francês, Alemão, Castelhano, Russo, Finlandês e Islandês, com legendas em Inglês - a Europa pertence-nos, basta de multiculturalismo e de imigração em massa, somos a geração que não aceita ser silenciada, queremos uma Europa das Nações e a liberdade de todos os Povos.

NO PAÍS AO LADO - «NATURALIZAÇÃO» DE ALÓGENOS AUMENTOU CENTO E SESSENTA POR CENTO

¿De verdad los inmigrantes se van de España por la crisis? Eso es lo que nos cuentan. La realidad es otra, pues la mayoría adquieren la nacionalidad española y se quedan entre nosotros.
Un ejemplo claro de ello es la ciudad de Valladolid, donde el número de extranjeros que ha adquirido la nacionalidad española en 2013 en la provincia, último dato conocido y que no se ofrece disgregado en la ciudad, ha crecido el 160% en un solo año al pasar de los 655 de 2012 a los 1.704.
Son en su mayoría hombres (51%), tienen una edad media de 33,7 años frente a los 46 de los nacionales y por países, Bulgaria, con el 23,2%, Rumanía (16%) y Marruecos (14%) son los que más empadronados aportan al censo.
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Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/10/21/el-numero-de-inmigrantes-que-adquiere-la-nacionalidad-espanola-crece-el-160-en-un-ano/

Isto apesar de a Espanha ser dos países europeus com mais desempregados... 
Confirma-se assim que os argumentos economicistas e «objectivos» que costumam ser dados para fazer crer que «temos» uma necessidade incontornável e indiscutível de imigrantes não dizem respeito ao bem-estar da população europeia mas sim à satisfação literal dos que dizem que «temos de receber mais imigrantes» - eles, os que falam assim, políticos, empresários, militantes de Esquerda, eles é que têm necessidade dos imigrantes em larga escala, não somos nós, o resto do povo, que tem necessidade da imigração. A imigração é de facto, e com cada vez mais evidência, contrária aos mais elementares interesses dos Povos Europeus e só existe para fazer cumprir a agenda do capitalismo apátrida que quer mão de obra barata e também a agenda da Esquerda que quer miscigenação a todos os níveis e massa laboral numerosa e maltratada que possa ser usada como aríete na luta de classes.  

PNR DENUNCIA INCOMPETÊNCIAS DO GOVERNO ACTUAL

Este Governo preocupa-se muito com as aparências que passa para o exterior, dando a imagem de que quer ser apontado como um modelo de referência e de cumprimento no que à sua actuação diz respeito.
Foi em nome de querer dar uma boa imagem perante os nossos credores que levou a cabo não só o maior aumento de impostos de que há memoria em Portugal, empreendendo também uma politica de cortes cegos em sectores vitais como a Saúde, a Educação e a Justiça, com enormes prejuízos para as populações que vivem fora dos grandes centros urbanos, e, como se não bastasse, empreendeu ainda para o País uma estratégia e empobrecimento jamais vista, fruto de uma austeridade cega e estúpida, que levou ao encerramento de muitas pequenas e médias empresas, o que contribuiu para engrossar a taxa de desemprego. Não surpreende pois que muitos portugueses, alguns deles altamente qualificados, se tivessem visto forçados a emigrar, a fim de conseguirem trabalhar, já que em Portugal o trabalho lhes é negado. É certo que este Governo recebeu uma pesadíssima herança do Governo PS que o antecedeu, mas também é certo que o “ir além da Tróica” e a ausência de uma política séria de cortes nas gorduras do Estado abriram feridas escusadas e potencialmente mortais. 
Há que mostrar perante os nossos credores e perante os nossos parceiros que nós somos um País que honra os seus compromissos e cumpre as suas obrigações, era a frase que mais se ouvia ao Primeiro-Ministro quando era confrontado com as consequências nefastas das políticas de austeridade que o Governo levava a cabo.
Mas a imagem de que Portugal era um País decente, imagem essa que o Governo pretendia transmitir para o exterior, caiu como um castelo de cartas a partir de Setembro último. Basta ver o que aconteceu (e ainda está a acontecer) na Educação e na Justiça para se chegar a essa conclusão.
Na Educação o respectivo Ministro dizia que o ano lectivo 2014/15 ia ser o melhor de sempre. No entanto o seu arranque ficou marcado por uma autêntica trapalhada com a colocação de professores, fazendo com que um mês depois ainda houvesse alunos que não tinham professores, enquanto alguns professores se viam ultrapassados nas colocações por outros que estavam abaixo deles, já para não falar daqueles que, sem que nada o fizesse prever, foram colocados a centenas de quilómetros dos seus locais de residência.
(...)
Na Justiça, a respectiva Ministra dizia que a reforma do mapa judiciário ia ser a maior reforma alguma vez feita na justiça portuguesa, como se o facto de se encerrarem Tribunais e se desqualificarem outros, levando a que não raras vezes os cidadãos tenham que percorrer centenas de quilómetros para acederem ao Tribunal de modo a defenderem os seus legítimos direitos e interesses, fosse benéfico.
Mas o pior foi o total bloqueio do Citius (a plataforma informática que gere os processos judiciais), que levou a que os vários operadores judiciários (Juízes, Magistrados do Ministério Público e Advogados) não pudessem praticar actos processuais nos respectivos processos.
O completo bloqueio do Citius traduziu-se numa paralisação total dos Tribunais, levando a que muitos processos tenham ficado amontoados em salas de audiências e em corredores, à espera de serem inseridos no sistema informático. Houve julgamentos que foram adiados porque não se conseguiu fazer a gravação das audiências, houve actos processuais que não puderam ser praticados, com claro prejuízo para os cidadãos, e houve mesmo processos cujo paradeiro ainda hoje se desconhece. Isto para não falar na situação vergonhosa de vermos Tribunais instalados e a funcionar em contentores.
A Ministra da Justiça, noutra encenação pífia, teve o topete de dizer que não houve bloqueio dos Tribunais, mas sim incómodos e transtornos com as falhas do Citius, pedindo desculpas por esses “incómodos” e esses “transtornos”, e, à imagem e semelhança do seu homólogo da Educação, sem que igualmente se tivesse demitido.
Num Pais decente, e perante os acontecimentos recentes que ocorreram em Portugal na Educação e na Justiça, há muito que os respectivos Ministros já se teriam demitido, pois esses acontecimentos são dignos de um País do Terceiro Mundo, e não de um Pais civilizado, honrado e cumpridor, que é a imagem que o Primeiro Ministro pretende transmitir de Portugal.
Este é pois um Governo de aparências, mas cheio de contradições.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/aparencias-contradicoes-governo/

CARTA DE UMA MÃE A OUTRA

De uma página Facebook do PNR:

Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP 1.
De mãe para mãe...
Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.
Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.
Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc ...
Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho.A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar. Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusivé aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família.
Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família.
No próximo domingo, enquando você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores ...
Ah!
Já me esquecia:
Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso.
No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".
Para terminar, ainda como mãe, peço por favor:
Façam circular este manifesto ! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só ...
Direitos humanos só deveriam ser para "humanos direitos".

DEPUTADOS PORTUGUESES CUSTAM QUASE MIL POR CENTO MAIS AO CONTRIBUINTE DO QUE DEPUTADOS NORTE-AMERICANOS

Fonte: http://www.tugaleaks.com/portugueses-pagam-deputados-assembleia-republica.html
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A ideia de que os Portugueses pagam mais pela política do que “os outros” (leiam-se: todos os outros) não é nova. Mas houve um blog que decidiu fazer as contas.
O blog “Eu acuso” publicou no início de Agosto, usando fontes da Assembleia da República e do Congresso dos Estados Unidos da América, algumas contas que se podem fazer com dados público.
A conclusão, é que os Portugueses pagam quase mais 1000% a mais pelos deputados do que os Americanos.

Segundo o blog “matematicamente, os deputados americanos em salários custam a cada um dos norte-americanos 23 cêntimos de euro, enquanto os salários dos deputados portugueses custam a cada um dos portugueses 98 cêntimos“, ou seja, “comparativamente e em proporção aos PIB per capita norte-americano e português, cada um dos deputados portugueses custa per capita 9,8 vezes, ou 980%, mais do que os seus homólogos norte-americano“.
O blog realça ainda que “aqui não contámos com as ajudas de custo de representação, viagens e alojamentos pagos, cartões de crédito, subsídios de renda e de alojamento, e demais subvenções e subsídios no exercício e após o fim do exercício para os deputados portugueses, que podem muito facilmente duplicar a sua remuneração global”

Consulta as contas que levaram a esta afirmação


O Tugaleaks tem noticiado várias informações sobre o funcionamento da Assembleia da República, entre elas:
– Assembleia da República gasta mais cinco milhões de euros em 2014: existe neste ano mais despesas de financiamento, despesas de capital, condecorações, e até “vestuário”.
– Assembleia da República gasta praticamente 30 euros por dia só em água engarrafada: aquilo que um cidadão não ganha por dia, gasta a Assembleia da República apenas em água engarrafada.
– Passos Coelho não quer “independentes” como deputados na Assembleia da República: o próprio Primeiro–Ministro indicou á RTP que não queria pessoas independentes na Assembleia da República por causa da “ingovernabilidade”.


Claro que a população dos EUA é incomparavelmente mais numerosa do que a de Portugal, pelo que torna óbvio que o custo dos deputados portugueses é distribuído por menos contribuintes que nos EUA. Mas isto deveria ser só mais um motivo para que não houvesse mais mordomias para além do salário já de si elevadíssimo que os deputados de Portugal auferem. 

INSTANTÂNEO DA VIDA POLÍTICO-CULTURAL EM LISBOA


terça-feira, Outubro 21, 2014

PNR DENUNCIA DESCARACTERIZAÇÃO DE LISBOA E PROMOVE A IDENTIDADE NA PLURALIDADE

A “evolução” de Lisboa nos últimos anos permite-nos constatar que o tom da governação da cidade, por parte de António Costa é dirigido para a completa aniquilação da identidade da capital, substituindo essa riqueza ímpar por uma amálgama multicultural que não faz qualquer sentido e configura um crime cultural, civilizacional e social. Neste aspecto, e como não podia deixar de ser, o edil lisboeta está sempre acompanhado por Sá Fernandes (ex-Bloco de Esquerda), exemplo acabado do ódio à História de Portugal e ao nosso passado. Será esta nova Lisboa um tubo de ensaio para aquilo que virá a passar-se ainda mais em todo o País nos próximos anos? Como se não bastasse o desastre cultural, ao nível social o número de idosos ao abandono ou de sem-abrigo que encontramos a deambular por Lisboa também não auguram nada de bom. Tal abandono e desleixo pelo que realmente importa, é sem dúvida comparável à situação presente de uma capital a cair aos bocados, com quarteirões esventrados em pleno centro da cidade e com prédios em ruínas em cada rua e avenida, convenientemente disfarçados com pinturas de “arte urbana” de gosto duvidoso e certamente não genuíno da cidade.
António Costa sonha decerto ser um dia recordado como alguém que deixou a Lisboa um grande legado de obras de reabilitação como a Ribeira das Naus (uma obra de fachada, mas sem dúvida enriquecedora para a cidade). Em vez disso, estamos em crer que ficará para a História pela sua ideia de destruição de uma boa parte da calçada portuguesa e pelo seu desprezo por tudo o que é identidade nacional anterior aos últimos 40 anos. E, já que falamos de substituição da calçada portuguesa por chapas de pedra ou betão, falemos da ameaça que representa a impermeabilização dos solos, falemos do excesso de construção em zonas delicadas, ou seja, falemos das recentes sucessivas inundações, que não sendo apenas culpa do clima, são-no sobretudo da desatenção do município, nomeadamente (mas não só) dos responsáveis pela limpeza das sarjetas e da coordenação com a Protecção Civil. Eis outro legado de António Costa: conseguiu a proeza de transformar, a espaços, Lisboa em Veneza. Será que os transeuntes, os turistas, os lojistas e os empresários da restauração lhe agradecem o esforço?
Ironia à parte, e voltando ao tema principal deste artigo, a verdade crua e preocupante é que a destruição da nossa identidade e a sua substituição por costumes alheios à nossa cultura vão sendo paulatinamente introduzidos no quotidiano, perante a apatia dos lisboetas e dos portugueses em geral. Já falámos da intenção de destruição da calçada portuguesa (que, no nosso entender, deveria ser promovida a Património Nacional e Mundial). Embora adiado ou emudecido, este crime paira sempre na agenda dos “donos de Lisboa”, fruto da sua tara ideológica antinacional. A par desta ideia, destaca-se a também já referida repulsa que sentem em relação à História (que jamais deveria ser apagada ou omitida), como ficou patente no recente diferendo sobre os canteiros do jardim da Praça do Império. A tudo isto se junta um vasto conjunto de afirmações e acções por parte desta “dupla maravilha”, que procura ditar a sentença de morte cultural desta nossa capital já cantada, escrita e pintada por inúmeros vultos da cultura nacional e estrangeira. Mas há mais: a recente moda dos “tuk-tuk” turísticos de Lisboa é mais uma forma escandalosa de aculturação de uma cidade à qual não falta riqueza patrimonial e originalidade cultural. Olhando-se para essas coisas que nos passam pela frente dos olhos, diríamos que estamos no Bangladesh. Será que a seguir vamos ter os autocarros da Carris decorados à moda dos seus congéneres das Filipinas? Ou será que ainda veremos os nossos eléctricos serem substituídos por táxi cabs nova-iorquinos (ainda assim, amarelo por amarelo, talvez nem se note muito)? E não nos esqueçamos daquilo que, face ao contexto internacional, até poderia ser considerado a cereja em cima do bolo: falamos da nova e peregrina ideia (já concretizada) de um camião de recolha de lixo ostentar motivos muçulmanos. Mas isto afinal é o quê? É uma passadeira estendida para a nova invasão? Que têm estes senhores na cabeça para impingirem aos portugueses imagens com escrita em árabe e uma mulher de rosto e cabeça tapados por um niqab em ponto gigante?
Seria importante que os senhores governantes da edilidade lisboeta e não só compreendessem que os elementos típicos de cada cidade ou país são próprios, característicos, e dão o encanto da diversidade – mas no local certo. Que se ganha com misturas? Nada! Descaracteriza-se, perde-se o que temos de original e até o que foi importado tem ar de cópia reles.
Tudo isto, no fundo, faz parte da verdadeira agenda política de António Costa, bem sublimada na parede junto ao Rossio que resume toda a sua satisfação e obra e onde, em diversos idiomas se exalta a “tolerância” e o multiculturalismo. Sucede que estes senhores escrevem “tolerância” e praticam subserviência, escrevem “multiculturalismo” e praticam a aniquilação da identidade própria.
Nós defendemos, sim, que uma capital deve e tem que ser cosmopolita e aberta ao mundo, até mesmo devido à sua função de capital. Mas, justamente por isso, tem que ter bem fortes as suas âncoras da identidade, para que não se transforme numa metrópole amorfa, semelhante a tantas outras sem História, ou, pior ainda, numa montra subserviente de retalhos de culturas que não são a nossa.
A nossa capital, milenar, está repleta de encantos únicos e atractivos turísticos, de História e Cultura. A Lisboa de Eça e de Pessoa, de Amália e de Maluda, das varinas e dos ardinas, das fragatas e dos pregões, de tantos monumentos e igrejas, da calçada e do azulejo, das colinas e dos eléctricos, tem é que fazer brilhar o que tem de próprio e genuíno e não transformar-se nesta “Lismá” sem alma nem encanto.
Com o PNR, a identidade e o património histórico-cultural são prioridades. A existência de identidades no mundo não só é enriquecedora do ponto de vista cultural, como são elas mesmas que permitem aos povos reclamar a sua soberania enquanto entidades específicas e, por conseguinte, a sua liberdade. O respeito por outras culturas e costumes são uma característica de qualquer nacionalista que reconhece o valor supremo da Nação, seja ela qual for, mas estando cada coisa no seu lugar.
Para o PNR, que reconhece que as grandes cidades estão muito mais permeáveis a fenómenos de perda de identidade, e sobretudo tratando-se de uma capital, a defesa intransigente daqueles que são os nossos pilares culturais impõe-se para que se possa acolher o cosmopolitismo necessário a uma capital aberta ao mundo. Porque o cosmopolitismo abre a mente e enriquece. Já o multiculturalismo, sobretudo quando promovido a ideologia de governo, apenas gera destruição e descaracterização cultural. Cosmopolitismo defensor da Identidade e Multiculturalismo dissolutor: eis dois conceitos diferentes, que nos permitem ver a diferença entre aquilo que seria uma Lisboa governada pelo PNR e a “Lismá” que António Costa e os seus parentes ideológicos criaram.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/local/de-lisboa-lisma/

NOS EUA - NEGRO ESPANCA ASIÁTICO ATÉ À MORTE

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.minutodigital.com/2014/10/20/video-impactante-asesinato-racista-en-nueva-york-un-hombre-negro-mata-a-patadas-a-un-anciano/


Imagens recolhidas pelas câmaras de vigilância de uma rua de Manhattan, Nova Iorque, EUA, mais especificamente em East Village, em Maio deste ano: um negro toma a iniciativa de abordar e espancar violentamente um indivíduo, que mais tarde se averiguou tratar-se de Ruan Wen Hui, homem de sessenta e oito anos de idade, o qual viria a morrer no hospital de Bellevue, vitimado pela violência que o africano lhe impôs. As autoridades policiais confirmam que o agressor é de raça negra. Não lhe bastou atirar com o asiático ao chão, ainda o pisou repetidamente na cabeça, acusando assim ora a sua intenção de matar ora o seu descontrolo emocional desprovido da mais elementar ética. 

 Olha se fosse um nazi a espancar um não branco, quantas dezenas de vezes é que tais imagens teriam aparecido nas têvês tugas... mais vezes ainda do que quando um branco pontapeou uma muçulmana num metro em Espanha, cena que andou nos noticiários tugas durante dois ou três dias...

SOBRE A ASCENSÃO DO NACIONALISMO ÉTNICO NA UCRÂNIA - MAIS UMA DECISÃO DA DEMOCRACIA...

Agradecimentos a quem aqui trouxe este artigo: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_10_21/Opini-o-neonazismo-na-Ucr-nia-torna-se-ideologia-oficial-5517/
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Serguei Zheleznyak, vice-presidente da Duma Estatal, declarou, ao discursar na reunião plenária da câmara baixa, que, actualmente, na Ucrânia levanta a cabeça o Neonazismo, que se transforma em ideologia oficial.
“Vimos como já agora na Ucrânia e em muitos outros estados não só o Neonazismo levanta a cabeça e fazem-se tentativas de içar a bandeira dos criminosos de que a guerra é culpada da morte de dezenas de milhões de cidadãos, mas também se transforma em ideologia de estado”, assinalou o deputado.
Segundo o vice-presidente da Duma Estatal, na Ucrânia faz-se propaganda do Exército Guerrilheiro da Ucrânia, a ideologia dos “bandidos e carrascos” culpados da morte de centenas de milhar de russos, judeus, ucranianos, bielorrussos e polacos.
Zheleznyak frisou também que a criação pelo presidente da Ucrânia, Poroshenko, de uma nova festa nacional: Dia do Defensor da Ucrânia, é um insulto à memória de todos os que morreram nos anos da Grande Guerra Pátria e dos que hoje morrem às mãos dos carrascos no sudeste da Ucrânia.
Para ele, a Rússia deve tornar-se o centro do movimento internacional antifascista.
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De facto a Democracia é tremenda... mas porque raio é que o povinho havia de insistir em votar tanto nos «nazis»!!!!, assim a malta das elites intelectuais antifas já não querem brincar à Democracia... porque, a seu ver, a Democracia só é boa quando o povo não escolhe «mal»...

EM FRANÇA - JUDEU ESCREVE LIVRO QUE APOIA AS IDEIAS NACIONALISTAS E BATE RECORDE DE VENDAS

Sinal dos tempos. Não são os livros do novo Nobel da Literatura que mais vendem em França. O "best seller" do momento chama-se "Le suicide français", de Eric Zemmour. Lançado no início do mês, fornece argumentos teóricos e históricos à poderosa extrema-direita francesa e já vende mais do que "Merci pour ce moment", de Valérie Trierweiler, ex-companheira do Presidente Hollande.  
É o fenómeno da edição literária da "rentréé" em França. "Le suicide français - les 40 années qui ont défait la France" ("O suicídio francês - os 40 anos que desfizeram a França", edições Albin Michel), do jornalista e polemista Eric Zemmour, vende mais de cinco mil exemplares por dia desde que o livro surgiu nas livrarias, a 1 de Outubro. 
Trata-se um ensaio catastrofista de mais de 500 páginas, no qual Zemmour aborda de forma crua e sem tabus os temas mais polémicos da França moderna, alguns deles já desenvolvidos pelo autor em trabalhos anteriores. Liga o declínio francês à imigração, ao avanço do islamismo no país, ao descalabro do sistema educativo e à "tecnocrática" União Europeia, aos debates e "propagandas" anti-racistas, às consequências "dissolventes" (sic) da revolta de Maio de 68 na sociedade francesa, à fragilidade das elites políticas do seu país e à "política espectáculo". 
É um livro incendiário, mas documentado, sobre os diversos medos dos franceses e que surge em França num momento propício - quando a nacionalista Marine le Pen e a sua Frente Nacional surge em primeiro lugar nas sondagens para as presidenciais de 2017. 
No livro, Zemmour revisita de forma inesperada todos os tabus franceses, mesmo sobre o controverso papel do regime colaboracionista de Vichy durante a II Guerra Mundial. Diz que a História sobre este momento sombrio da França foi manipulada. Na realidade, Zemmour contesta as teses dominantes sobre o colaboracionismo francês com o nazismo e acaba por tentar reabilitar o marechal Pétain, chefe do regime de Vichy, dizendo que o seu regime "sacrificou judeus estrangeiros para salvar judeus franceses".  
O autor, de 56 anos, que se autodefine como um judeu de origem berbere, é acusado por historiadores de ter ressuscitado velhas teorias extremistas para justificar o seu "pétainismo". "Zemmour está ligado a um movimento cultural muito reacionário que passa por se reapropriar do discurso 'pétainista' para denunciar os responsáveis pela crise - para ele, os responsáveis, hoje, são os imigrantes, para Pétain eram os judeus, os comunistas, os estrangeiros, os maçons", diz Denis Peschanski, investigador e membro do Conselho cientifico do memorial da Shoah.

Pátria, família, trabalho 
Zemmour, defensor da trilogia "Pátria, família, trabalho", confessa-se admirador do ensaista Charles Maurras (1868-1952), que exerceu, por exemplo, grande influência, em Portugal, na formação política e filosófica de António de Oliveira Salazar (1879-1970). 
Eric Zemmour, que assume sempre em França, nos frequentes debates em que participa, uma postura de provocador anti-sistema e "anti-politicamente correcto" tem estado omnipresente, nas últimas semanas, nos "media" franceses, batendo recordes sucessivos de audiência em quase todos os canais televisivos.  
Devido ao inesperado êxito de "Le suicide français", algumas das sessões de promoção e assinatura do livro têm decorrido em ginásios cheios com mais de 1500 pessoas, designadamente em cidades cujas Câmaras são controladas pela Frente Nacional desde as últimas eleições autárquicas.  
"Se Eric Zemmour tem tamanho sucesso é porque ele exprime claramente o que uma parte da população sente confusamente, ele é o porta-voz das inquietações desta população", explica Jérôme Furquet, diretor do instituto de estudos de opinião, IFOP.  
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Fonte: http://expresso.sapo.pt/nobel-da-literatura-derrotado-por-um-best-seller-que-fortalece-ainda-mais-a-extrema-direita-francesa=f894497

TURQUIA PRONUNCIA-SE CONTRA APOIO AMERICANO AOS CURDOS CONTRA O CALIFADO EM COBANI

De facto os interesses desse país «laico» e «moderado» que é a Turquia não coincidem com os do Ocidente.

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=165836
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O comando central americano distribuiu armas, munições e equipamento médico aos curdos que combatem o Estado Islâmico perto da cidade síria.
O primeiro-ministro turco disse que seria "inapropriado" para os Estados Unidos da América apoiar as forças curdas que combatem o Estado Islâmico em Kobani, na Síria, e que considera "terroristas", avança a imprensa turca.
A Turquia olha com desconfiança para os curdos na Síria devido às suas ligações com o PKK, o Partido dos Trabalhadores do Curdistão, um grupo que travou durante décadas uma campanha militar pelos direitos curdos na Turquia.
No entanto, o primeiro-ministro da Turquia anunciou que o seu país vai facilitar a passagem de soldados do Curdistão Iraquiano para auxiliar os curdos em Kobani. Os "peshmerga" como são conhecidos os militares curdos, só conseguem entrar em Kobani via a Turquia, uma vez que a cidade continua cercada de três lados diferentes pelo Estado Islâmico.
No sábado, Barack Obama terá conversado por telefone com o primeiro-ministro turco para discutir a urgência em reabastecer as forças armadas curdas em Kobani, notificando o primeiro-ministro turco do apoio fornecido pela força aérea americana.
O comando central americano anunciou, no passado domingo, ter distribuído armas, munições e equipamento médico aos curdos que combatem o Estado Islâmico perto de Kobani. 
"Três aviões americanos lançaram 27 conjuntos de suprimentos para os curdos na Síria", disse um segundo oficial americano, acrescentando que os aviões deixaram o espaço aéreo da Síria sem danos e que, na sua maioria, os suprimentos alcançaram os locais pretendidos.
Os ataques aéreos dos últimos dias, em conjunto com a contínua resistência contra o Estado Islâmico no território, conseguiram abrandar os avanços do grupo para a cidade e atingir centenas de combatentes islâmicos, avançou o Comando Central.
O comunicado, o primeiro anúncio oficial de ajuda aos sírios por parte dos EUA, significa um passo no esforço americano de ajudar as forças locais a fazer recuar o grupo islâmico na Síria. 
Em reacção oposta à da Turquia, o porta-voz de um grupo armado de curdos, Redur Xelil, disse à Reuters, via Skype, que “o impacto da ajuda americana será positivo para o decurso das operações militares e, certamente, é esperado mais apoio”.

MAIS VIOLÊNCIA DE JOVENS AFRICANOS NUM «MEET» DE LISBOA


Da página Facebook do PNR, notícia de dia dezoito do corrente:

Dois menores de 16 anos foram esta tarde identificados pelas autoridades na sequência de distúrbios no interior do Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa.
O rapaz e a rapariga estavam a participar num meet que juntou cerca de uma centenas de "jovens" no centro comercial. O encontro foi marcado para as 14:00 pelas redes sociais.
A polícia foi chamada ao local. Pelo menos três equipas de intervenção rápida da PSP estiveram naquela superfície comercial.
Os relatos de testemunhas oculares levam-nos a concluir que, mais uma vez, certos "jovens" mostram que não respeitam as leis do país que os acolheu, a eles ou aos seus pais.
O PNR continua defender o controlo da imigração e a expulsão imediata do nosso país de todos os "jovens" de origem estrangeira que não sabem ou não querem viver segundo as nossas leis e cultura.

SEMANÁRIO «O DIABO» DE 21 DE OUTUBRO DE 2014