sexta-feira, junho 22, 2018

SOBRE UMA SONDAGEM DO PROGRAMA «PRÓS & CONTRAS»...


O que acima se pode ver é o resultado final da sondagem realizada pelo programa «Prós & Contras» da RTP1 no passado dia 18 de Junho. Pode constatar-se que a maioria da população que participou na sondagem considera que a Europa está a atingir o limite de integração de refugiados. Significa isto que a maioria da população que aqui se manifestou não é favorável a que a Europa continue a receber os (alegados) refugiados.
Ora isto verifica-se 
apesar 
apesar 
apesar 
 - de o grosso da comunicação sucial estar em Portugal completamente ao serviço do ideal pró-refugiados e pró-imigração em geral,
 - de todos os partidos com assento parlamentar serem favoráveis à entrada de mais alógenos na Europa,
 - de a maioria dos intelectuais com voz nos grandessíssimos mé(r)dia ser favorável à entrada de mais alógenos na Europa,
 - de todas as igrejas serem favoráveis à entrada de mais alógenos na Europa,
 - de no programa de 18 de Junho nem sequer ter havido quem defendesse a perspectiva contrária à entrada de alógenos na Europa,
 ou seja, 
apesar de tudo isto,
mesmo assim
mesmo assim
mesmo assim
a maioria do povo que votou nesta sondagem não apoia a entrada de mais alegados refugiados na Europa...

Mas ainda há dúvidas de que a Democracia constitui uma aliada potencial, já natural, do Nacionalismo?

Se no actual combate político que se trava em solo europeu os Nacionalistas vierem a ser derrotados e a Europa vier a ficar pejada de alógenos, que se recorde sempre, mas sempre, que quem teve a culpa «técnica» disso foi a chusma de atrasos de vida fascistas e afins que durante décadas andaram a liderar as fileiras nacionalistas contra a Democracia.

PNR DENUNCIA MAIS UM PROGRAMA DE «PRÓS E PRÓS» QUE DEVIA SER DE «PRÓS E CONTRAS»


Esta semana, o programa da RTP1, Prós e Contras, teve por tema o problema das “migrações”, sobretudo o dos “refugiados”. É de se bradar aos céus a hipocrisia da produção quando, longe de promover o contraditório, convida para “debate” um painel todo alinhado com a vinda de “refugiados” e de mais imigrantes. Ou seja, novamente foi um vergonhoso Prós e “Prós” em que os intervenientes, como sempre, perante este assunto, se mostraram mais preocupados com o crescimento do nacionalismo e do patriotismo – os que defendem a nossa cultura e identidade – do que com as consequências dramáticas das vagas de invasão imigrante.
Com a permanente chantagem emocional, em estilo de telenovela de quinta categoria, de argumento da fuga da guerra e do drama humano em que se viram envolvidos aqueles que perderam tudo, inclusive os documentos – mas salvaram milagrosamente os Smartphones… – insistem na “obrigação” da Europa receber estes “migrantes”. Pois nós insistimos em que quem tem de receber os ditos “refugiados” são os países ricos daquela zona, por exemplo, a Arábia Saudita ou o Qatar, que tem gasto rios de dinheiro para ter um mundial de futebol, dinheiro que deveria ser empregue para recolher os de idêntica religião e cultura.
A imigração, sobretudo aquela proveniente de culturas diferentes e até hostis à nossa, não faz falta nenhuma num país a braços com uma grande taxa de desemprego. Apenas interessa aos empresários corruptos e traidores que querem trabalho escravo e nada mais. Estes empresários não são criticados pelos sindicatos que, neste particular, fazem “vista grossa e assobiam para o lado”.
Mais uma vez a televisão pública, paga com o dinheiro dos impostos de todos, manipulou a informação, preferindo manter o registo de propaganda populista das políticas do sistema. Um debate justo e informativo deveria contar com um painel onde estivessem presentes os que defendem a vinda de mais imigrantes e os que são contra. Sem a presença de um dirigente do PNR – único partido que se opõe à vinda de “refugiados”, às políticas irresponsáveis de imigração e à actual lei da nacionalidade -, não é debate. Agora, chamem-lhe o que quiserem.
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Fonte: http://www.pnr.pt/2018/06/pros-e-pros-sobre-imigrantes-refugiados/

ITÁLIA REJEITA BARCO COM IMIGRANTES AFRICANOS E BANDEIRA HOLANDESA

O ministro da Administração Interna italiano proibiu hoje mais um navio que transporta migrantes de aportar no seu país. “Fizeram uma mostra de força ao contrariar as indicações da guarda costeira italiana e líbia. Agora, levem essa carga humana para a Holanda”, ordenou Matteo Salvini.
Falando em directo na rede social Facebook, Salvini, também líder da Liga (Extrema-Direita) acusou o barco, de bandeira holandesa e operado pela ONG alemã Lifeline, de apoio aos imigrantes, de ter “embarcado 224 imigrantes ilegais, à força, em águas líbias”, ignorando os avisos das autoridades. “Quero salvar vidas, mas os Italianos pagam-me para defender a segurança dos cidadãos italianos”, justificou.
“Não aceito que haja organizações de pseudo-voluntários a pôr em perigo a vida de quem foge de África e depois pense desembarcá-los todos em Itália”, continuou Salvini, para quem as organizações que salvam vidas no mar Mediterrâneo “não fazem voluntariado, antes ajudam ao tráfico de seres humanos”. São, assegura, “falsos socorristas que olham mais para a carteira do que para o salvamento de vidas”.
“NÃO VOLTARÃO A TOCAR SOLO ITALIANO!”
A seu ver, a vontade do Povo Italiano é “travar a máfia da imigração ilegal”. O político, conhecido pelas suas posições xenófobas, garante que “essas ONG estrangeiras, com pessoal estrangeiro, financiamento estrangeiro e bandeiras estrangeiras não voltarão a tocar solo italiano”.
A Lifeline anunciara no Twitter, esta manhã, estar a salvar 300 a 400 pessoas, pedindo “reforços da guarda costeira italiana ou de navios mercantes”. Mas Salvini anunciara desde o fim-de-semana, na sequência da situação do navio “Aquarius” (finalmente acolhido em Valência, Espanha), que Itália não admitiria embarcações em missão humanitária.
UM DEDO NO OLHO POR SEIS MIL MILHÕES
Salvini — que também é vice-primeiro-ministro no Executivo de Giuseppe Conte, uma coligação entre a Liga e o antissistema Movimento 5 Estrelas — também mostrou irritação em relação o ante-projecto de resolução para a cimeira europeia informal do próximo domingo sobre migrações. “Será arquivado”, previu. “É uma piada, por isso não o assinaremos.”
O ministro ameaça vetar qualquer acordo que não satisfaça as suas exigências de distribuição mais equitativa dos candidatos a asilo que chegam à Europa. E admite mesmo rever o contributo italiano para o orçamento comunitário. “Não podemos pagar seis mil milhões de euros à UE por ano e aceitar que nos espetem um dedo no olho”, afirmou em entrevista à RAI.
O primeiro-ministro Conte afirma que “Itália foi deixada sozinha a lidar” com o problema das novas chegadas de imigrantes e considera “inaceitável participar numa cimeira com um texto pré-embalado”. Afirma ter esclarecido com a chanceler alemã, Angela Merkel, que as versões divulgadas ao longo desta semana não são para levar a sério.
O Governo de Roma quer quotas que aliviem os países onde os migrantes chegam inicialmente, como Itália, Grécia e Espanha. Também exige que França não devolva os candidatos a asilo registados em Itália que cruzaram a fronteira.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://expresso.sapo.pt/internacional/2018-06-21-Salvini-sobre-barco-com-224-migrantes-Levem-essa-carga-de-seres-humanos-para-a-Holanda#gs.9YOTFG0

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Mais uma vez Salvini se destaca pela positiva, estando já tão bem ou até melhor que o húngaro Viktor Orbán.
Por outro lado tem a sua piada que nos mé(r)dia todos os «responsáveis» digam que imigração e refugiados é tudo «muita» bom mas depois é só jogo do empurra para ver quem fica com tanta «maravilha», e porquê?, porque os povos desses países não querem imigrantes, ao contrário dos ditos «responsáveis» que controlam a comunicação sucial.....

quinta-feira, junho 21, 2018

RITUAL PRIMAVERIL NA EXTREMO LESTE DO MUNDO INDO-EUROPEU


Celebração primaveril em meados de Maio dos Kalash, Povo indo-europeu do noroeste do Paquistão composto actualmente de quase quatro mil indivíduos que preserva ainda os seus antigos cultos politeístas pré-islâmicos e pré-cristãos. 
Desta vez vários turistas ocidentais - italianos, franceses, australianos - puderam assistir ao festival, que incluiu música, danças, cânticos, e, antes de mais, o ritual em honra das Divindades do Povo, ritual este do qual faz parte a distribuição de leite por parte dos pastores e, antes disso, a aspersão de leite por parte das mulheres sobre o altar do protector das crianças e do lar, Jestak. O início do festival é marcado pela procissão conduzida pelos chefes tribais e pelos sacerdotes ao altar Malosh. Durante o evento, os líderes tribais trajados em indumentárias coloridas narram os mitos antigos.
Para ler mais, aceder a esta página: https://gulfnews.com/news/asia/pakistan/pakistan-s-distinctive-kalash-tribe-celebrates-spring-festival-1.2221974



quarta-feira, junho 20, 2018

AMANHÃ - MANIFESTAÇÃO EM LISBOA CONTRA A TOURADA


A próxima Joves será pautada por mais uma barbárie no Campo Pequeno e a Acção Directa estará novamente presente, todavia, de forma diferente.
Nesta noite teremos uma manifestação visual artística, na qual coabitarão no perímetro que nos é cedido usualmente, performances de música, dança contemporânea, actividades malabaristas e de pintura/desenho. No final da acção, serão ditas algumas palavras de ordem que encerrarão assim o nosso protesto, como sempre o fazemos. 
Estamos muito agradecidos aos alunos da Escola Artística António Arroio, ao Cláudio Alves em especial por nos ter dado esta magnífica ideia a qual vamos dar forma e continuidade, e a todos os que contribuirão de futuro para esta fórmula, caso a mantenhamos.
Contamos com a vossa presença num protesto que pretenderá demarcar a verdadeira arte e cultura da tortura, nesta que será a primeira nova abordagem do género em Portugal. Apelamos à vosa participação, divulgação deste evento e convite dos vossos amigos.
Obrigada =)
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Fonte: https://www.facebook.com/events/1837812163194168/


MUÇULMANA ASSASSINA CASAL AUSTRÍACO COMO «LIÇÃO» PARA QUEM VOTA NOS NACIONALISTAS

Em Linz, Áustria, um tunisino de cinquenta e cinco anos - a este não se pode chamar «jovem»... - assassinou um casal de idosos no ano passado. Depois de os matar incendiou-lhes a casa. O mouro, apoiante do califado Daesh, não tinha antecedentes criminais; disse à polícia que a sua intenção era dar uma lição aos apoiantes do partido nacionalista austríaco, o FPÖ (Freiheit Partei Österreich, ou Partido da Liberdade da Áustria). Disse também que sentia discriminado por este partido como muçulmano e como estrangeiro.
Na prisão fez greve de fome em Agosto do ano passado porque não queria receber nada da República da Áustria. Depois da greve, deram-lhe comida halal mas ele mesmo assim não quis comer porque achou que era carne de porco e seguidamente insultou e ameaçou o carcereiro: «Tu e  tua família vão pensar em mim todas as noites, tu sabes porque é que estou aqui.»
Em tribunal, pediu desculpa com brevidade aos familiares das vítimas... no fim gritou «Allahu Akbar» três vezes juntamente com uma frase em Árabe: «Alá é o maior e vive para sempre.»
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/06/austria-muslim-migrant-murders-elderly-couple-to-make-an-example-of-supporters-of-anti-migration-party

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É mister disseminar esta notícia o mais possível para que cada vez mais europeus aprendam de facto a lição - para que cada vez mais europeus votem ainda mais nas formações nacionalistas de maneira a expulsar merda desta e, também, punir judicialmente quem andou a importar este nojo em nome do multiculturalismo ou a bem das conveniências do grande capital.

TRUMP SOLUCIONA CRISE NA FRONTEIRA - PAIS FICAM COM OS FILHOS... FORA DO PAÍS

O presidente norte-americano, Donald Trump, cede na separação de pais e filhos migrantes na fronteira, mas não abdica da política de tolerância zero. A solução encontrada, através da assinatura de uma ordem executiva, passa por deter os pais junto com os filhos e dar a estas famílias prioridade nos processos de imigração. Desde o início, em meados de Abril, da política de tolerância zero, que prevê acusações criminais para todos os que sejam apanhados a cruzar ilegalmente a fronteira, mais de 2300 famílias foram separadas.
"Vou assinar algo que é preventivo, mas que em última análise será equiparado pelos legisladores, tenho a certeza", afirmou Trump, que até agora tinha sempre garantido que não podia fazer nada e que só o Congresso tinha poder para alterar a lei. E culpava os democratas por isso. "Queremos segurança para o nosso país e ao mesmo tempo compaixão", afirmou, dizendo que vai garantir isso mesmo. Após reunir com congressistas, Trump deixou o desabafo: "O dilema é que se és fraco... o país vai ser invadido por milhões de pessoas, e se és forte, então não tens coração."
Segundo a AP, a primeira-dama terá ajudado à mudança de opinião do presidente. Melania Trump, que já tinha dito publicamente "odiar ver as famílias separadas", terá reiterado essa opinião ao marido, indicou um responsável da Casa Branca à agência de notícias. "Há algum tempo" que ela defende junto de Trump a necessidade de "fazer tudo o que é possível para ajudar as famílias a ficarem juntas, quer seja trabalhando com o Congresso ou a fazer pessoalmente alguma coisa".
Mudanças no Congresso
A Câmara dos Representantes deverá votar esta Joves duas leis que permitem uma reforma no sistema de imigração e acabar com a separação das famílias na fronteira - que ocorre porque os menores não podem ir para as prisões federais que estão a acolher os pais, enquanto aguardam pelo julgamento por entrada ilegal nos EUA.
"Com a nossa lei, quando as pessoas forem acusadas por terem cruzado ilegalmente a fronteira, as famílias vão continuar juntas durante todo o procedimento legal, sob a autoridade da Segurança Interna", afirmou Paul Ryan, líder republicano na Câmara dos Representantes, onde o partido de Trump tem maioria. Mas não é certo que tenha o apoio necessário para aprovar as leis previstas, com Trump a dizer que apoiaria qualquer uma delas, sem dizer qual preferia.
Primeiro nos pedidos de asilo
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) revelou entretanto que os EUA foram, em 2017, o primeiro país em número de pedidos de asilo - 330 mil no total, um aumento de 26% em relação ao ano anterior. Cerca de 40% dos que pedem asilo são de El Salvador, Venezuela e Guatemala, num perfil bastante diferente do que acontece na Europa (sírios, afegãos e iraquianos).
Na apresentação dos dados, o secretário-geral da OCDE, José Ángel Gurria, criticou a política de Trump: "A legislação nos países da OCDE sobre os menores segue os princípios do interesse superior da criança. Neste caso, como notou a UNICEF, a separação não é certamente no melhor interesse da criança."
Não foi a única crítica. A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse no debate semanal que as imagens de crianças em jaulas nos centros de detenção são "profundamente perturbadoras. É errado e é algo com que não concordo". Contudo, isso não é suficiente para cancelar a visita de Trump ao Reino Unido, marcada para 13 de Julho.
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Fonte: https://www.dn.pt/mundo/interior/trump-cedeu-e-a-solucao-e-deter-pais-junto-com-os-filhos-9490920.html

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Brilhante resposta de Trump, que desta feita consegue unir a firmeza ao humanitarismo, lembrando entretanto que quem fez a lei que ele se limitou a aplicar foi precisamente a hoste do partido oposto...

PÓVOA DO VARZIM DECLARA-SE ANTI-TOURADAS

A Póvoa de Varzim virou, em definitivo, uma página da sua História.
O Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Aires Pereira, já tinha anunciado, na passada semana, que a Praça de Touros, uma vez feito o investimento de cinco milhões de euros previsto para transformar aquele espaço num pavilhão multiusos, deixaria de acolher touradas. Ontem, o autarca declarou “o corte inevitável com uma tradição que, tendo feito o seu caminho e prosseguido o seu objectivo, não tem, nos nossos dias, razão de ser” e declarou o concelho anti-touradas.
Depois de proibir a utilização de animais selvagens em espectáculos de circo (mesmo antes de ser proibido por lei), de criar mais condições para a população canina, quer no nosso Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia (onde se não fazem abates), quer nas instalações d’“A Cerca” (associação de voluntários com foi estabelecido protocolo de suporte à sua actividade), e depois de, com esta associação e os Bombeiros Voluntários, ter criado a Ambulância Animal para socorro de animais em sofrimento na via pública, a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim aprovou, por unanimidade, a interdição de corridas de touros ou outros espectáculos que envolvam violência sobre animais a partir de 1 de Janeiro de 2019.
Lembramos, porém, que em 2017 a cedência da Praça de Touros já tinha deixado de ser gratuita.
Aires Pereira explicou que “com a progressiva perda de público dos espectáculos tauromáquicos (mais acentuada a norte que a sul), reflectida numa queda global de 50% nos últimos 7 anos, as praças de touros do norte passaram a ter um uso residual.
Disse ainda que, ultimamente, apenas se realizavam duas touradas por ano naquela praça e que a sociedade "se tem vindo a posicionar de forma diferente" em relação a essas corridas: "há uma outra sensibilidade em relação às touradas, as novas gerações olham-nas de forma diferente, este ano já não se fizeram garraiadas nas festas académicas e a Câmara decidiu dar um novo uso àquela praça", referiu.
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Fonte: http://www.cm-pvarzim.pt/noticias/povoa-de-varzim-declara-se-anti-touradas

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A Póvoa do Varzim honra-se repetidas vezes e constitui nisso um nobre exemplo para o resto do País.

VICE-PRESIDENTE DO PARLAMENTO SUECO AFIRMA QUE JUDEUS E LAPÕES NÃO SÃO SUECOS

O vice-presidente do Parlamento sueco, Bjorn Soder, foi criticado por alegar que judeus e lapões não são "suecos". A polícia até recebeu uma queixa formal sobre o comentário, segundo a imprensa local.
Membro sénior dos Democratas Suecos que actualmente serve como vice-presidente do Parlamento, Soder fez as declarações na página do Facebook do Partido Central da Suécia, em resposta às alegações de racismo da líder do partido, Annie Loof.
"Annie Loof afecta adversamente a posição dos Judeus e Lapões na Suécia, quando indirectamente afirma que eles são suecos", escreveu. "Esses grupos têm posições minoritárias na Suécia apenas porque não são suecos. Que vergonha para você, Annie Loof, pela sua atitude racista".
Loof já havia criticado comentários feitos por Soder em 2014, quando disse que enquanto lapões, judeus e outros grupos minoritários desfrutam da cidadania sueca, eles ainda fazem parte dos seus próprios grupos étnicos distintos.
Os Lapões são um povo indígena que habita a Lapónia, que hoje abrange grande parte da Noruega e da Suécia, partes do norte da Finlândia e a região de Murmansk, na Rússia.
Loof publicou uma captura de tela do que ela disse que foram os comentários de Soder na sua conta no Instagram, alegando que revelaram os tons racistas do seu partido.
"O problema com os Democratas da Suécia não é apenas a sua história, mas também que a divisão de pessoas continua até hoje. E nos níveis mais altos da sua liderança", escreveu. "Como cidadão você é sueco, quer você pertença a uma minoria nacional ou não".
Nem todos concordaram com a avaliação de Loof, no entanto. "Porque é que, por exemplo, um homem deveria ser forçado a ver-se sueco em primeiro lugar quando assim não se vê? Porque é que você gosta disso?", respondeu um usuário do Instagram.
Os comentários de Soder foram relatados às autoridades como um potencial crime de ódio, de acordo com relatos dos média locais. No entanto, a polícia abandonou a investigação pouco depois de receber a queixa.
Falando com a emissora nacional SVT sobre o incidente, Soder acusou Loof de se envolver em tácticas "baixas", tirando os seus comentários do contexto para marcar pontos políticos baratos: "Cabe a cada indivíduo identificar a sua própria nacionalidade. Quando falamos de minorias, é para apoiar a sua distinção e direitos especiais. Acusar-me é distorcer a 180 graus e deliberadamente interpretar mal todo o debate", afirmou Soder à SVT.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2018061811504210-suecia-judeus-nao-sao-suecos/

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Mais um excelente sinal de um dos melhores partidos nacionalistas da Europa, o dos Democratas Suecos, que se destaca pelo brilhantismo das suas posições democráticas, sionistas - apoio declarado a Israel - e liberais - apoio declarado aos LGBTI contra a intolerância islâmica. Agora verifica-se também que no seu seio existe uma viva consciência étnica ao mais alto nível - os séculos, milénios, de convivência territorial entre Suecos e Lapões não apagaram a saudável diferenciação étnica entre ambas as Nações e agora um partido nacionalista celebra-as.
Sic itur ad astra, é assim que se faz Nacionalismo político em condições.

A FALSIDADE DO USO DA FOTO DE UMA CRIANÇA NUMA JAULA

Uma fotografia de um menino a chorar dentro de uma jaula tornou-se viral nas redes sociais nos últimos dias por parecer tratar-se de uma criança detida sob a apertada política de imigração da administração Trump.
Esta lei já separou pelo menos duas mil crianças dos pais na fronteira entre o México e os EUA, número confirmado pelo Departamento de Segurança Interna na última Vernes.
Jose Antonio Vargas, jornalista e realizador, publicou a fotografia nas redes sociais na semana passada com a descrição: "Isto é o que acontece quando o governo considera as pessoas 'ilegais'. Crianças em jaulas".
Muitas pessoas responderam ao tweet, expressando revolta contra as políticas da Casa Branca.
Contudo, a fotografia foi completamente retirada do contexto. Na verdade, a imagem foi fotografada no dia 10 de junho, durante um protesto contra a política de imigração da administração Trump em Dallas, EUA, de acordo com a CNN.
Outras fotografias da manifestação, que foram partilhadas no Facebook, mostram a mesma criança fora da jaula, enquanto os ativistas seguram cartazes que apelam à Casa Branca que "pare de separar famílias".
Leroy Pena, organizador do protesto, publicou as fotografias do menino no Facebook, explicando na descrição que a criança "fazia parte do protesto", alertando, no entanto, que o que se vê na fotografia "está a acontecer em centros de detenção de crianças".
De acordo com Pena, o menino, que esteve na jaula durante 30 segundos, estava a chorar porque ficou "confuso" por não saber "como sair (da jaula])" e "chorou quando viu a mãe".
José Antonio Vargas, que partilhou a fotografia, admitiu mais tarde que a imagem era enganosa, mas que tinha o direito de a partilhar para defender a opinião. "Isto é real", escreveu no Twitter.
Mais de 1100 imigrantes, adultos e crianças, estão presas num centro de detenção em McAllen, no Texas, que faz fronteira com o México. Há reclamações sobre o facto de algumas crianças estarem a ser mantidas em jaulas, segundo deputados do Partido Democrata.
Esta não é a primeira vez que uma fotografia de crianças presas em jaulas foi atribuída incorrectamente às políticas de Trump. Uma imagem que mostrava duas crianças imigrantes a dormir num recinto vedado gerou revolta nas redes sociais no mês passado, quando, na verdade, a fotografia havia sido tirada numa unidade de detenção do Arizona em 2014.
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Fonte: https://www.jn.pt/mundo/interior/a-verdade-distorcida-por-tras-da-foto-de-uma-crianca-a-chorar-em-jaula-9484966.html


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Afinal não é «só o Trump» que usa as chamadas «fake news»... aliás, nem me lembro de alguma vez alguém ter apanhado o Trump a veicular uma só falsa notícia que fosse de facto falsa...

BRASILEIROS ACUSADOS DE MACHISMO OFENSIVO NA RÚSSIA

Um grupo de torcedores brasileiros na Copa do Mundo gravou um vídeo em que cantam músicas de tom obsceno referindo-se a uma russa, entre eles, que sequer sabia o idioma. A situação violenta repercutiu nas redes sociais.
Já são milhares de mensagens espalhadas pela internet condenando a atitude dos torcedores brasileiros.
Alguns dos homens foram denunciados e podem ser processados ainda na Rússia. 
A jurista Alyona Popova denunciou os brasileiros por violência e humilhação à honra e à dignidade de outra pessoa. O Ministério de Assuntos Interiores da Rússia deve começar a investigar o caso. 
Com isso, eles podem ser impedidos de entrar no país, responder a processo criminal ou pagar uma multa.
Alyona é activista feminista e considerada referência em defesa do direito de mulheres no país.
Um grupo de activistas russos já havia aberto uma petição online pedindo que o governo russo processasse e punisse os torcedores. 
A posição social dos torcedores foi uma da questão mais pontuada. Além de serem homens brancos, seriam pessoas com poder aquisitivo e cargos de poder.
Segundo o G1, quatro deles foram identificados. Um dos brasileiros é polícia militar em Santa Catarina e outro, um engenheiro civil, servidor da câmara municipal de Araripina-PE. Um terceiro seria um ex-secretário de Turismo da cidade de Ipojuca. Outro dos que foram identificados é funcionário de uma companhia aérea.
Um deles tentou minimizar a situação, afirmando que esse caso não teria tanta repercussão caso acontecesse na favela.
“Somos pais de família, trabalhadores e vocês estão a acabar com a nossa vida [...]. Só ganhou essa conotação porque aconteceu na Rússia, mas se fosse na favela ou carnaval, seria considerado normal”, afirmou o engenheiro civil Luciano Gil ao UOL.
Algumas personalidades brasileiras manifestaram-se contra a atitude dos brasileiros. A cantora Daniela Mercury postou uma mensagem na sua conta no Instagram. "É um abuso moral.Tirei o áudio por vergonha de vocês! Um desrespeito total à mulher que vocês colocaram nessa situação covarde de humilhação e a todas as mulheres. Machistas e misóginos. Parece que ainda vivem na idade média. É nojento, patético e asqueroso!", comentou.
A apresentadora Marina Person postou uma mensagem demonstrando desprezo pela situação. "Mais um 7x1 para nossa conta", disse na postagem.
Quem também se manifestou foi a pré-candidata à Presidência pelo PcdoB, Manuela D'ávila.
A actriz Leandra Leal também manifestou o seu desagravo em relação ao caso, afirmando "Não é engraçado. É machismo. Misoginia. E vergonha. Muita vergonha".
Este não foi o único caso de torcedores brasileiros envolvidos em casos de machismo na Rússia. Outro vídeo já circula nas redes em que homens enganam grupos de mulheres russas para que elas digam frases obscenas em Português. Um outro caso é de um grupo que levou um cartaz a jogos em que refere o "verdadeiro 7x1", apresentando como vantagem brasileira a "morena", em comparação com a "loira" alemã.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/worldcup-2018/2018062011519218-machismo-russia-brasil-redes-sociais/

ENCONTRADOS VESTÍGIOS ROMANOS EM MOURA, ALENTEJO

A South-West Archaeology Digs (SWAD) encontrou vestígios no castelo velho de Safara, no concelho de Moura, no Alentejo.
Com apenas duas semanas de escavação, uma equipa internacional da South-West Archaeology Digs (SWAD) sob a direcção científica de portugueses encontrou vestígios, que remetem ao período compreendido entres os séculos IV e I a. C..
Em comunicado, Mariana Nabais, arqueóloga que lidera esta equipa, refere que “este projecto começou em Novembro de 2017 e rapidamente tivemos o apoio de universidades internacionais como a University College London e da University College Dublin. Já descobrimos vestígios muito interessantes do Calcolítico, da segunda Idade do Ferro e Romano Republicano, contribuindo assim para a relevância deste projecto”.
Esta escola situada em Devon, na Inglaterra, está acampada perto do Castelo Velho de Safara, no concelho de Moura, no Alentejo e foi nesse local que descobriu os vestígios. A SWAD pretende sensibilizar a população residente para a valorização patrimonial e assim potencializar a região do Alentejo, captando a atenção do público internacional.
O objectivo desta escola passa por munir os alunos convidados de outras universidades, com as ferramentas necessárias para uma boa condução dos trabalhos de campo e laboratório, no âmbito da escavação existindo sempre uma componente prática muito forte.
Estão previstos dias abertos de escavação em que os visitantes poderão ter a experiência de participar activamente nos trabalhos, manusear e reconstruir os materiais recolhidos. No final das escavações, a SWAD pretende criar uma exposição com todo o material recolhido e organizar um congresso que atraia a comunidade arqueológica ao concelho de Moura.
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Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/equipa-de-arqueologos-dirigida-por-portugueses-descobre-vestigios-romanos-no-alentejo-323479

PROJECTO «INFÂNCIA SEM VIOLÊNCIA»

Em Portugal, muitas crianças são expostas todos os anos à violência da tauromaquia, assistindo ou participando em eventos tauromáquicos, colocando muitas vezes em risco a sua segurança e integridade física, violando a legislação nacional e a Convenção dos Direitos da Criança, conforme já foi reconhecido pelo Comité dos Direitos da Criança das Nações Unidas. A nossa proposta pretende contribuir para o cumprimento do pronunciamento do Comité, que através do seu relatório de avaliação periódica a Portugal de Fevereiro de 2014, instou o nosso país a afastar as crianças e jovens da "violência da tauromaquia" através de legislação e de campanhas de sensibilização. Propomos a realização de uma campanha nacional alertando para a "violência física e mental da tauromaquia" e o seu impacto nos mais jovens.

Para votar neste projecto, aceder a esta página: https://opp.gov.pt/proj/127?page=1&ordering=random_order&search=127

PROJECTO PORTUGAL SEM TOURADAS


O projecto Portugal sem Touradas (PST) é uma iniciativa de cidadãos que visa uma intervenção informativa e educativa sobre a actividade tauromáquica junto da população portuguesa.
O principal objectivo do projecto é desmistificar os princípios em que a actividade se auto-justifica e contribuir para a construção de um pensamento crítico face à mesma no seio da sociedade portuguesa. O projecto será concretizado através de um conjunto de campanhas e actividades a desenvolver, nomeadamente:
a constituição e desenvolvimento contínuo de um acervo de informação sobre as múltiplas consequências da actividade tauromáquica, desconhecidas do grande público, centralizado num website de fácil acesso e utilização;
um circuito de actividades didácticas junto das escolas em vários municípios do país, dinamizadas por uma equipa pedagógica e multidisciplinar, bem como a criação e disponibilização de materiais pedagógicos para professores sobre a senciência animal e valores de respeito pelas outras espécies animais, sensibilizando para o cumprimento da recomendação feita a Portugal em 2014 pelo Comité da ONU dos Direitos das Crianças;
promoção de espaços de debate e problematização do fenómeno tauromáquico junto da comunidade académica e científica, tendo em atenção os desenvolvimentos científicos actuais;
divulgação de informação crítica e actualizada sobre a actividade tauromáquica através de diversos canais de difusão, visuais ou multimédia, abrangendo aspectos variados como as ciências biológicas, bem estar animal, sensibilização na infância, ética e desenvolvimento civilizacional, etc.

Para votar neste projecto, aceder a esta página: https://opp.gov.pt/proj/761

JORNADAS DE DIREITO ANIMAL


terça-feira, junho 19, 2018

EM ITÁLIA - CLÉRIGO DIZ QUE É PRECISO EXPULSAR DA IGREJA OS MEMBROS DA LIGA NORTE

Em Itália, o padre Dom Giorgio De Capitani declarou recentemente que os membros da Liga Norte deveriam ser expulsos das igrejas. O registo áudio desta declaração, gravado numa transmissão da Radio24, gerou polémica na Internet. O clérigo, que mora em Maratese, disse concretamente o seguinte: «Buttiamo fuori i leghisti dalle chiese, dai consigli pastorali, dagli oratori», ou seja, «Expulsemos os membros da Liga Norte das igrejas, conselhos pastorais, oratórios».
Declarou seguidamente que «Salvini diz-se cristão mas é um blasfemo. É preciso desencadear uma guerra civil, devemos mandar embora os bárbaros de Itália, os racistas. Fora. Deixem-nos ir para onde quiserem. Mas não em Itália. Uma nação que sempre foi civilizada. Hoje temos a desumanidade, o Mal. Claro que todos dizemos que existe uma só raça, a raça humana. Com excepção de alguns que não pertencem a esta raça humana, que são os da Liga Norte, que são bárbaros. Salvini em primeiro lugar.»
Este vigário do Judeu Morto já antes se tinha expressado contra Donald Trump.
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Fonte: http://www.ilgiornale.it/news/cronache/don-giorgio-zanzarabuttiamo-fuori-i-leghisti-dalle-chiese-1540978.html

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É só mais um testemunho daquilo que a Cristandade representa realmente e sempre representou - o universalismo militante mortalmente inimigo do Nacionalismo, do «Racismo», em suma, de toda a tendência humana para pôr o «Nós-Povo» em primeiro lugar. Repare-se como o clérigo dá voz ao mais típico discurso anti-racista, chegando mesmo a incitar ao ódio contra os Nacionalistas, literalmente «desumanizando-os». Repare-se também no tique totalitário de partir do dado «adquirido» de que o seu país sempre foi civilizado e, presume-se, «acolhedor», para a partir daí afirmar que quem assim não pensa nem deve poder estar no país. 
E depois ainda circulam por aí uns quantos que acham que o Cristianismo constitui um dos pilares do Ocidente... havia de ser bonito se a população europeia estivesse tão sob a alçada da influência moral da Igreja como há sessenta ou cinquenta anos...
É um sinal de saúde do Ocidente que a população europeia frequente cada vez menos a igreja e vote cada vez mais nos partidos nacionalistas. Isto são os glóbulos brancos do Organismo Europa a resistir à iminvasão e ao veneno interno que o Cristianismo sempre representou desde que há quase dois mil anos começou a infiltrar-se no espaço europeu para impor o seu credo e destruir ou usurpar os altares dos Deuses Nacionais.

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DIFERENTES TRATAMENTOS DOS LGBTI EM ISRAEL E NA PALESTINA MUÇULMANA...

Em 8 de Junho cerca de 250 mil pessoas participaram na Parada do Orgulho Gay em Telavive. Turistas de todo o mundo foram a Israel para assistir e participar no evento. O tema do evento deste ano foi "A Comunidade Faz História", uma referência à comunidade LGBT de Israel.
Nesse período, enquanto os israelitas estavam a festejar a tolerância nas ruas de Telavive, os seus vizinhos palestinos estavam ocupados a fazer exactamente o contrário: eles estavam a exigir que os responsáveis por produzir programas humorísticos para a televisão sobre gays na Faixa de Gaza fossem demitidos.
O polémico programa, chamado "Fora de Foco", suscitou duras condenações dos palestinos, que agora pedem a punição dos responsáveis por "insultarem os valores árabes e islâmicos".
Na sociedade palestina e árabe, a homossexualidade é duramente rechaçada e estigmatizada. A homossexualidade é ilegal sob o domínio do Hamas na Faixa de Gaza e dezenas de palestinos gays fugiram para Israel por temerem perseguição e assédio. Na Cisjordânia as leis da Autoridade Palestina também não protegem os direitos dos palestinos gays.
Nas últimas décadas, inúmeros palestinos gays foram mortos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.
Em 2016 o Hamas executou Mahmoud Ishtiwi, um dos seus principais comandantes militares, de 34 anos, por ser considerado culpado de "torpeza moral", referência velada à homossexualidade. Ishtiwi, que foi morto com três tiros no peito, estaria vivo e em segurança se fosse um cidadão israelita. Se morasse em Israel, poderia até ter participado na Parada do Orgulho Gay em Tel Aviv sem que tivesse de esconder a sua identidade. Mas vivia na Faixa de Gaza onde se considera a homossexualidade um pecado que merece ser punido com a morte e foi assim que o puniram.
O caso de Ishtiwi escancara a gigantesca diferença entre a sociedade e a cultura israelita e a palestina.
Israel vem avançando em direcção à tolerância e aceitação dos direitos da comunidade gay, enquanto os palestinos continuam intolerantes como sempre foram em relação àqueles que ousam comportar-se e expressar-se de maneira diferente.
O alvoroço no tocante ao programa de televisão sobre gays na Faixa de Gaza é mais um exemplo de como a sociedade palestina ainda está a anos luz de reconhecer e respeitar os direitos da comunidade gay. O programa, gravado recentemente na Faixa de Gaza, apresenta uma cena cómica em que um actor é apanhado a insinuar-se sexualmente a rapazes como parte de um programa do tipo "câmera escondida". Por outras palavras, as insinuações sexuais não são reais, são apenas uma brincadeira, os 'participantes' nem sequer sabiam que estavam a ser filmados.
No mundo palestino, no entanto, isto não é motivo para risos.
Mousa Shurrab, comediante da Faixa de Gaza, idealizador do show ofensivo, está com a corda no pescoço. Numa postagem no Facebook, Shurrab foi obrigado a retratar-se. Disse que retirou o vídeo das redes sociais. "Pedimos desculpas a todos os nossos telespectadores" salientou. "O programa foi retirado pouco depois de ser postado. Cometemos um erro pelo qual nos arrependemos."
No entanto, o pedido de desculpas do comediante não acalmou os críticos, que foram às redes sociais para expressar a sua repulsa pelo programa e pelo comportamento do comediante.
"De que vale essa desculpa depois de você ofender todos os valores religiosos e culturais em nome da fama?" escreveu Taghreed Alemoure num comentário no Facebook. Outros usuários do Facebook acusaram o comediante de promover "anormalidades sexuais" e fizeram uso de comentários depreciativos e insultos para condená-lo e ameaçá-lo. "Remover o vídeo não te exime desse crime moral" comentou Mohamed Al-Aila.
Alguns palestinos exortaram o Hamas a tomar providências contra Shurrab e os produtores do programa. O pedido não caiu no vazio. O Ministério do Interior do Hamas, sem demora, intimou um dos produtores do programa, Emad Eid, para ser interrogado. Embora Eid tenha sido liberado poucas horas depois, o Hamas afirmou que continuará a investigar o caso.
A agência de notícias Ma'an com sede em Belém, acusada de produzir a comédia, está a fazer de tudo para se distanciar do programa. Num comunicado, a Ma'an salientou que nunca autorizou a transmissão do programa, alegando que foi vazado para as redes sociais. "Um dos actores postou o programa nas redes sociais com o nosso logótipo", afirmou a agência de notícias. "Reservamo-nos o direito de entrar com uma acção na justiça contra os responsáveis por esse ilícito". A agência também apresentou um pedido de desculpas aos telespectadores por "melindrar o nosso povo e os nossos valores".
Nesse período, a Autoridade Palestina iniciou uma investigação própria sobre o programa de televisão, considerando-o também "prejudicial ao nosso Povo e aos nossos valores". O Ministério da Informação de Ramala emitiu um comunicado segundo o qual estava a planear entrar com uma acção na justiça contra os responsáveis pelo programa.
O que se pode concluir da controvérsia em torno da versão palestina da "câmara escondida"? Basicamente, que é mais seguro ser membro do Hamas do que ser gay. Os líderes palestinos preferem ver jovens palestinos tentando matar israelitas do que falar sobre gays na sua sociedade. No mundo do Hamas e da Autoridade Palestina não há espaço para comédias ou sátiras.
Como poderia haver, se não há espaço para gays ou para alguém que se atreva a mexer em tabus? Não é segredo para ninguém que há gays na sociedade palestina, mas as suas vidas são bem diferentes das dos seus pares a apenas poucos quilómetros de distância, em Israel. Quão coincidente e simbólico é o facto de a controvérsia gay palestina ter aparecido justamente no mesmo dia em que dezenas de milhares de israelitas festejavam o orgulho gay em Israel.
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Khaled Abu Toameh, jornalista radicado em Jerusalém, Ilustre Colaborador Sénior do Gatestone Institute.
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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/12555/palestinos-gays


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Claro que a Esquerda europeia prefere... o Hamas... apesar de esta Esquerda gritar aos quatro ventos a obrigação moral de defender os direitos dos homossexuais, sucede que na sua hierarquia de valores «secreta» o Muçulmano vale mais do que o LGBTI todo... por esse motivo, há que fazer sacrifícios, nem que seja preciso sacrificar os «seus» queridos gays...

EUA SAEM DO CONSELHO DOS DIREITOS HUMANOS DA ONU

Os Estados Unidos abandonam o Conselho de Direitos Humanos da ONU esta Martes, 19 de Junho, depois de nenhum outro país ter a coragem "de se juntar à luta" de reformar o órgão "hipócrita e egoísta", disse a embaixadora norte-americana Nikki Haley.
"Ao fazê-lo, quero deixar claro que este passo não é um recuo dos nossos compromissos com os direitos humanos", acrescentou Nikki Haley, citada pela Reuters.
A decisão foi tornada pública num comunicado conjunto à imprensa de Nikki Haley e do secretário de Estado Mike Pompeo, escreve a NPR.
A decisão vem sem grande surpresa uma vez que esta administração norte-americana tem sido bastante crítica do organismo.
"Olhem para os membros do conselho e vão ver um desrespeito aterrador pelos direitos mais básicos", disse Haley, acrescentando que o “foco desproporcional e hostilidade interminável contra Israel é uma prova clara de que o conselho é motivado por preconceitos políticos, não por direitos humanos”, criticou.
Esta saída acontece depois dos EUA romperem com o acordo de Paris sobre o ambiente e o acordo nuclear com o Irão, e acontece numa altura em que o país é duramente criticado por separar crianças dos pais imigrantes, na fronteira com o México, mantendo-as em celas.
Os grupos de direitos humanos criticam Trump por não fazer dos direitos humanos uma prioridade do seu mandato, já os diplomatas alertam que a saída dos EUA do Conselho de Direitos Humanos da ONU pode incentivar países como Cuba, Rússia, Egito ou Paquistão que resistem à interferência das Nações Unidas.
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Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/eua-abandonam-conselho-de-direitos-humanos-da-onu

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Acontece isto num mundo em que «quem manda são os sionistas!!!!»... que faria se não fossem... 
Saudações são devidas à administração Trump pela sua solidariedade para com Israel, país democrático e aliado do Ocidente diante do horror islâmico.

EXPLOSÃO NO METRO DE LONDRES...

A polícia dos Transportes de Londres avança que ocorreu uma "pequena explosão" esta Martes, por volta das 19h, na estação do metropolitano de Southgate.
As autoridades tinham sido chamadas ao local devido à presença de um "pacote suspeito". Contudo, a polícia de Transporte Britânico diz acreditar que o incidente não se trata de terrorismo.
Na conta oficial de Twitter, a Polícia do Metropolitano avisa que não dá conta da existência de feridos graves.
A a Polícia de Transporte Britânica avança três pessoas foram assistidas no local devido a lesões ligeiras e que duas pessoas foram levadas para o hospital.
A estação foi evacuada e a origem de rebentamento está sob investigação.
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Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/londres-pequena-explosao-causa-feridos-ligeiros-na-estacao-de-southgate

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Ou seja, havia um «pacote suspeito», houve uma explosão... mas a polícia acredita que não se tratou de um ataque terrorista... acredita, acredita... ah!, o poder da fé...
E prontos, como não houve feridos graves, foi uma cena que aconteceu, acabou, chiu, passa à frente, esquece, ataque terroris... quê?, hã?, olha a Inglaterra venceu a Tunísia e está tanto calor, e o Trump assim e assado é um criminoso e assim e tal siga o baile...

SOBRE A VIOLÊNCIA IMIGRANTE NA ALEMANHA

O estupro e assassinato de uma menina judia de 14 anos por um candidato a asilo iraquiano, cuja solicitação ao asilo havia sido negada, lançou um novo holofote na crise de estupros cometida por imigrantes na Alemanha, que continua correndo solta há anos diante da cumplicidade oficial e da apatia da população.
Milhares de mulheres e crianças foram estupradas ou abusadas sexualmente na Alemanha desde que a Chanceler Angela Merkel permitiu a entrada no país de mais de um milhão de imigrantes, na maioria do sexo masculino, oriundos de África, Ásia e Médio Oriente.
O crime mais recente, totalmente evitável, é repreensível de forma singular, pois destaca em apenas um acto as múltiplas consequências malignas da política de portas abertas para a imigração da Alemanha, incluindo aí o malogro em verificar os aprovados a ficarem no país e a prática de soltar imigrantes criminosos para andarem livremente pelas ruas em vez de encarcerá-los ou deportá-los.
O crime também expõe a grave negligência da classe política alemã, que parece estar mais preocupada em preservar o multiculturalismo e os direitos de imigrantes predadores do que proteger mulheres e crianças alemãs das investidas deles.
A polícia informou que Ali Bashar, curdo iraquiano de 20 anos, estuprou Susanna Maria Feldman, estrangulou-a e depois atirou o seu corpo a um matagal ao lado dos trilhos de comboio nos arredores de Wiesbaden. Na sequência Bashar fugiu para o Iraque usando documentos falsos.
Feldman estava desaparecida em Mainz desde 22 de Maio deste ano. A sua mãe registou um boletim de ocorrência de pessoa desaparecida a 23 de Maio. A polícia, no entanto, mais de uma semana depois, sequer começou a procurar a menina, quando um menino de 13 anos de idade, cujo nome não foi revelado, imigrante que morava no mesmo abrigo para refugiados que Bashar, entrou em contacto com a polícia. Em 6 de Junho o corpo de Feldman foi finalmente achado.
Bashar chegou à Alemanha em Outubro de 2015, no auge do influxo de imigrantes, juntamente com os seus pais e cinco irmãos, alegando serem refugiados, vindo à tona posteriormente que eram imigrantes económicos. O pedido de asilo de Bashar foi rejeitado em Dezembro de 2016. Ele deveria ter sido deportado, mas, depois de entrar com um recurso, as autoridades alemãs deram autorização para que ele permanecesse no país.
Nos três anos que esteve na Alemanha, Bashar já era detentor de uma longa lista de antecedentes criminais, incluindo agressão física a polícias, assalto violento com uso de faca e posse ilegal de armas.
A polícia disse que Bashar também era suspeito de estuprar uma menina de 11 anos em Março de 2018, que morava no mesmo abrigo para refugiados onde ele e sua família estavam abrigados.
Bashar conseguiu fugir da Alemanha usando documentos falsos devido à incompetência burocrática: a polícia federal de fronteira não averiguou se o nome que constava na passagem de avião era o mesmo dos seus documentos.
Bashar foi preso no norte do Iraque em 8 de Junho, sendo extraditado um dia depois para a Alemanha. Agora está num centro correccional para menores infractores em Wiesbaden.
Susanna foi a quarta adolescente alemã assassinada por migrantes ilegais nos últimos 18 meses.
16 de Outubro de 2016. Maria Ladenburger, estudante de medicina de 19 anos de Freiburg, foi estuprada e assassinada ao voltar para casa de uma festa patrocinada pela faculdade de Medicina onde estudava. O agressor, de nome Hussein Khavari, entrou na Alemanha em Novembro de 2015 sem documentos de identificação. Afirmou ter nascido no Afeganistão em Novembro de 1999. Devido à sua alegada idade (16 anos), foi-lhe concedido asilo de imigrante menor de idade desacompanhado, sendo enviado para uma família adoptiva.
Após Khavari ser preso como suspeito no caso de Ladenburger, a revista semanal Stern reportou em Fevereiro de 2014, que Khavari havia sido condenado a dez anos de prisão por tentativa de assassinato por ter jogado uma mulher de 20 anos de um penhasco na ilha grega de Corfu. A mulher sobreviveu ao ataque e Khavari foi libertado depois de cumprir 18 meses de prisão, com base na amnistia para delinquentes juvenis. Migrou então para a Alemanha.
Durante o julgamento na Grécia, Khavari disse ao tribunal que nasceu no Irão em Janeiro de 1996 e que tinha chegado à Europa em Janeiro de 2013.
Durante o julgamento na Alemanha, Khavari confessou ter estuprado e assassinado Ladenburger. Veio à tona que Khavari nasceu no Irão em 29 de Janeiro de 1984 e que na época em que ele matou Ladenburger, na realidade, tinha 32 anos. Em 22 de Março de 2018 Khavari foi condenado a prisão perpétua por estupro e assassinato, mas, de acordo com a lei alemã, ele pode pedir a concessão de livramento condicional depois de cumprir a pena por 15 anos.
27 de Dezembro de 2017. Mia Valentin, menina de 15 anos de Kandel, pequena cidade no estado federal da Renânia-Palatinado, próximo da fronteira da Alemanha com a França, foi esfaqueada até à morte numa farmácia local. O agressor, Abdul Mobin, cuja solicitação de asilo havia sido negada, alegou ter 15 anos de idade.
Valentin e o agressor tiveram um caso durante vários meses; depois de ela terminar o relacionamento no início de Dezembro de 2017, Mobin passou a ameaçá-la. Em 15 de Dezembro, os pais da menina registaram um boletim de ocorrência na esquadra de polícia. A polícia esteve com Mobin em 17 de Dezembro e mais uma vez na manhã de 27 de Dezembro. Mais tarde naquele mesmo dia, Mobin seguiu Valentin até a farmácia e esfaqueou-a com uma faca de cozinha que ele havia comprado naquela mesma loja. A garota morreu pouco tempo depois.
Mobin chegou à Alemanha em Abril de 2016 e residiu inicialmente num abrigo para refugiados em Frankfurt. Mais tarde ele foi transferido para outro abrigo para refugiados em Germersheim, pequena cidade no estado federal da Renânia-Palatinado, depois para um centro correccional para menores infractores na vizinha Neustadt. O seu pedido de asilo foi rejeitado em Fevereiro de 2017, mas ele não foi deportado. Mobin, conhecido da polícia por ter dado um soco a um estudante na escola de Valentin, encontra-se em custódia até que as autoridades alemãs determinem a sua verdadeira idade.
12 de Março de 2018. Mireille Bold, uma menina de 17 anos de Flensburg, foi esfaqueada até à morte por Ahmad Gulbhar, candidato a asilo de 18 anos do Afeganistão. Ao que tudo indica ficou furioso e matou-a por ela ter-se recusado a usar o véu islâmico. Gulbhar chegou à Alemanha em 2015 como imigrante menor de idade desacompanhado. O seu pedido de asilo foi rejeitado, mas ele nunca foi deportado.
Bold, que morava no mesmo edifício do agressor, pediu ajuda à polícia pelo menos uma vez antes de ser assassinada. Um amigo da família de Bold contou o seguinte ao jornal Bild: "Ahmad é um machão ciumento que sempre quis controlá-la. Eles relacionavam-se desde Janeiro de 2016, as brigas eram constantes. Ele insistia que ela se convertesse ao Islão e que usasse sempre um lenço de cabeça. Ela não estava convencida. Sempre que ela saia sem o lenço de cabeça havia transtornos. Mireille disse-me que ele fugiu sozinho do Afeganistão e tinha muita saudade da sua família. Supunha-se que ele tinha um emprego numa empresa de engenharia civil. Certa vez pôs-se a ligar-lhe pelo telemóvel a cada dois minutos querendo saber o que ela estava a fazer."
O atacante está detido em prisão preventiva.
Tal qual aconteceu com as mortes das outras adolescentes, o assassinato de Susanna provocou a habitual enxurrada de hipocrisia política e indignações 'para inglês ver' dos meios de comunicação alemães.
O nível da indignação pública em relação ao caso de Susanna, no entanto, sugere que para a Alemanha pode estar a chegar a hora da pôr os pontos nos is: o governo alemão está finalmente a ser responsabilizado pelo seu papel na crise de estupros cometidos por imigrantes.
"O governo deve pedir desculpas aos pais de Susanna" ressaltou o jornal Bild, de grande circulação. "A única coisa pior que o assassinato de uma criança é o assassinato de uma criança por um criminoso que não deveria estar no nosso país."
O líder do Partido Liberal Democrata (FDP), Christian Lindner, assinalou que o crime levanta muitas perguntas: "porque é que os candidatos a asilo recusados não são deportados de maneira mais consistente? Porque é que o criminoso e sua família conseguiram fugir usando falsa identidade?"
"Isto é típico das agências de segurança alemãs", realçou Alexander Graf Lambsdorff, político do FDP. "Simplesmente há brechas demais nesse sistema. Isto tem sido terrivelmente perturbador por muitos anos a fio."
O primeiro secretário do SPD Carsten Schneider assinalou que o que precisa ser rapidamente esclarecido é "como é que o suspeito conseguiu fugir e como é que ele pode ser levado ao tribunal na Alemanha o mais rápido possível".
"O Ministro do Interior deve garantir que os mecanismos de controle existentes também sejam usados na entrada e saída do país" ressaltou Burkhard Lischka, porta-voz do SPD. "Com documentos tão suspeitos e tendo em vista o destino, a Polícia Federal poderia ter identificado por meio de uma simples comparação das impressões digitais que um criminoso estava em fuga."
"O cruel assassinato de Susanna enche-me de enorme tristeza e raiva" disse Eckhardt Rehberg, da União Democrata Cristã (CDU). "Como político responsável pelo orçamento, digo... todo o processo de asilo precisa de ser reformulado de cima a baixo. Vamos providenciar os recursos para isso."
O partido Alternativa para a Alemanha (AfD) anti-imigração, pediu a renúncia de todo o governo federal. Num vídeo postado no Twitter, a co-líder do AfD, Alice Weidel assinalou: "Susanna está morta. Maria de Freiburg, Mia de Kandel, Mireille de Flensburg e agora Susanna de Mainz... A morte de Susanna não é um golpe do destino. A morte de Susanna é o resultado de muitos anos de irresponsabilidade organizada e do escandaloso fracasso das nossas políticas de asilo e imigração. Susana é vítima de uma descontrolada ideologia multicultural de Esquerda que não recua diante de nada para impor o seu senso de superioridade moral. Susanna também é mais uma vítima da política hipócrita e egoísta da chanceler Angela Merkel de acolher imigrantes de braços abertos. Legalmente Ali Bashar nunca deveria ter sido autorizado a entrar na Alemanha. O seu pedido de asilo foi rejeitado há mais de dois anos e ele deveria ter sido deportado. Bashar era conhecido por agredir fisicamente a polícia, atacar polícias e posse ilegal de armas. Em Março de 2018 ele já era suspeito de estuprar uma menina de 11 anos num abrigo para refugiados. De acordo com a lei, Bashar deveria ter sido obrigado a deixar a Alemanha há muito tempo ou ser preso. Uma lei de asilo absurda e uma política de asilo grotesca... são lenientes em relação aos trapaceiros e criminosos que se passam por candidatos a asilo, mas que ignora as genuínas preocupações dos cidadãos alemães. Ali Bashar, seus pais e cinco irmãos moravam aqui às custas do dinheiro do contribuinte, não podiam ser deportados, mas depois do crime de Ali eles, de alguma forma, conseguiram dinheiro para fugir da Alemanha com documentos falsos. Isto não é problema numa Alemanha com fronteiras abertas. No dia do assassinato de Susanna, você (Merkel) testemunhou no parlamento que lidou com a crise dos imigrantes com responsabilidade. Atrever-se-ia a repetir essa afirmação na frente dos pais de Susanna? Bem, acho que não. A sua insensibilidade e falso moralismo significam que você se sente acima de dar às vítimas das suas políticas uma palavra pessoal de consolo. Isto é inaceitável para nós cidadãos. Assumirá finalmente a responsabilidade, Sra. Merkel? Você e todo o seu gabinete devem renunciar para que seja possível implantar outra política de asilo para que os pais neste país não mais precisem de temer pela segurança dos seus filhos".
A revista semanal Stern conclui: "As reacções emocionais ao caso de Susanna ilustram como a Alemanha mudou. Já no Verão da crise dos refugiados, quando centenas de milhares de pessoas entraram no país, houve advertências de que o humor da população poderia dar uma guinada de 180º...
"O caso de Susanna desperta a imagem da perda de controle, um estado sobrecarregado que não mais tem controle sobre a política de asilo, especialmente numa sociedade que ama a lei e a ordem. Já há repetidas demandas por leis mais rigorosas. O actual escândalo sobre a má administração no Departamento Federal para Migração e Refugiados (segundo o qual funcionários da imigração aceitaram propina em dinheiro em troca da concessão de asilo a mais de 1.200 imigrantes) parece enfatizar a impressão do fracasso do Estado".
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Soeren Kern é membro sénior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque.
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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/12511/alemanha-estupros-migrantes