quarta-feira, Agosto 20, 2014

LEMBRAR UMA DAS PRIMEIRAS BATALHAS ENTRE O OCIDENTE LIVRE O ORIENTE OPRESSOR - A DAS TERMÓPILAS


Vinte de Agosto de 480 a.c. - Batalha das Termópilas («Portões Quentes»), na qual trezentos espartanos travaram o avanço de um vasto exército persa. O confronto acabou por ser vencido por estes últimos, mas a bravura dos escassos helenos que ali apareceram serviu para atrasar decisivamente o avanço da invasão oriental, que mais tarde viria a ser rechaçada pela nação grega unida, isto é, Esparta, Atenas e demais cidades-estado da antiga Helada. Atingiu contornos quase lendários, servindo hoje, mercê da glorificação por meio do cinema mas não só, para simbolizar a Resistência esperançosa e determinada dos Europeus diante do avanço invasivo de gentes oriundas do mundo asiático e oriental. Tal como nesses tempos os Gregos se orgulhavam da sua liberdade diante do despotismo opressivo e imperial do oriente persa, também agora os Ocidentais mais atentos exaltam o seu amor pela Liberdade - que lhes parece estar no sangue, pois que já Aristóteles contrastava o amor dos Ocidentais (bárbaros ocidentais e Gregos) pela Liberdade com o desprezo relativamente à mesma da parte dos bárbaros orientais - diante das numerosas hostes do Islão, religião oriental cujo nome significa nada menos que «submissão».  Não é por acaso que o mais recente símbolo das hostes nacionalistas europeias é o Lambda, ou seja, a letra L que se encontrava nos escudos espartanos a significar «Lacedemónia» ou «Lacónia», a terra de Esparta. E as máximas que teriam alegadamente sido proferidas por espartanos antes, durante e depois da Batalha dOas Termópilas afiguram-se particularmente úteis para galvanizar as forças da actual resistência europeia...

Epitáfio dos trezentos Espartanos caídos em combate:
«Viajante que passas, vai dizer aos Espartanos que, obedecendo à lei espartana, aqui jazemos.»

Resposta que Leónidas deu a Xerxes I quando este lhe propôs o governo da Grécia em troca da submissão ao rei persa: «Se soubesses o que é bom na vida, irias abster-te de desejar coisas estrangeiras. Para mim é melhor morrer pela Grécia do que ser monarca dos meus compatriotas.»

Os Espartanos mandaram aos Atenienses um emissário para averiguar se estes estariam dispostos a lutar ao lado de Esparta contra os invasores persas.
A orgulhosa resposta dos Atenienses foi esta:
«to ellinikon eon omaimon te kai omoglosson
kai theon idrimata te koina kai thisiai
ithea te omotropa
»
ou seja,
«A Helenidade que é a similaridade no sangue e na língua e nas instituições comuns dos Deuses e dos sacrifícios e da ética, move-se no mesmo caminho.»

Já agora, honra seja feita aos combatentes tespianos, setecentos deles, que estiveram nas proximidades do contingente da Lacónia e dos quais ninguém fala...



KU KLUX KLAN MANIFESTA SOLIDARIEDADE PARA COM OS BRANCOS DE FERGUSON E O POLÍCIA BRANCO QUE ABATEU O DELINQUENTE NEGRO



Fontes: 
http://whiteresister.com/index.php/reports/1366-ku-klux-klan-heads-to-ferguson-race-riots-to-guard-white-businesses-and-protect-innocent-whites
https://newempireknights.wordpress.com/2014/08/18/new-empire-knights-to-guard-white-business-near-ferguson/
* * *
Nos EUA, a secção do Novo Império dos Cavaleiros do Ku Klux Klan (KKK) da Carolina do Sul anunciou na semana passada uma recolha de fundos para apoiar o polícia Darren Wilson que em legítima defesa, como agora ficou comprovado, abateu a tiro o assaltante afro-americano Michael Brown, em Ferguson, Missouri.
O KKK escreve: «Com os negros fora de controlo, temos a nossa força do Missouri a ir a áreas próximas de Ferguson. Não podemos ter pretos a roubar e a assassinar brancos inocentes. Estou a caminho juntamente com membros de três estados diferentes.»
Escreve também que tem armas. 
Diz também que «Brown era o típico negro com baixo QI. Foi mandado parar pela polícia e em vez de obedecer à lei atacou o polícia branco e tentou fugir. Os média judeus e a comunidade negra quer agora "justiça". A justiça já foi feita. Um criminoso negro já não anda pelas ruas.»

E há mais quem esteja a apoiar o polícia Wilson, como aqui se lê neste texto insultuosa imbecilidade, a ter a estúpida lata de dizer que a polícia de Ferguson devia ter mais polícias negros para «representar melhor a população», que é maioritariamente negra, isto vindo de um presumível anti-racista que acha que as raças não interessam, mas pelos vistos interessam, quando é para culpar os brancos, e favorecer os negros, então já se pode proceder a práticas racialmente discriminatórias, enfim, é este o endereço da obscenidade palerma: http://www.alan.com/2014/08/17/images-a-bunch-of-white-people-protesting-in-support-of-cop-who-shot-michael-brown-dead/
Cerca de cento e vinte e cinco pessoas (cento e vinte e quatro brancos e um negro) marcharam em St. Louis, não muito longe de Ferguson, para manifestar a sua solidariedade para com Warren.




TOURO MORRE EXAUSTO EM ARENA DA NAZARÉ

16 de Agosto de 2014: "Decorria o início da última actuação da noite e já o touro se mostrava enfraquecido após ter embatido de forma violenta contra a vedação. Depois de alguns momentos inconsciente - deitado no chão sem se mexer - ergueu-se perante a ovação do público para dar inicio à atuação de Rouxinol Jr.
No final, visivelmente cansado, o touro enfrentava aquela que seria a última pega da noite num frente-a-frente com os destemidos forcados amadores. O momento que fez manifestar um misto de emoções na plateia viria após uma tremenda cambalhota do touro por cima do forcado terminando da pior forma um espetáculo que há muito divide opiniões".
* * *


Link com video: http://goo.gl/Hp97YV

O QUE REALMENTE ACONTECEU EM FERGUSON -.O NEGRO ABATIDO PELA POLÍCIA ERA ASSALTANTE E AGREDIRA VIOLENTAMENTE O AGENTE QUE O MATOU

Fonte: http://www.thegatewaypundit.com/2014/08/breaking-report-po-darren-wilson-suffered-orbital-blowout-fracture-to-eye-socket-during-encounter-with-mike-brown/   (página com fotos de assalto)
* * *
Na cidade norte-americana de Ferguson, foi confirmado por duas fontes que o polícia Darren Wilson, que abateu a tiro o negro de dezoito anos Michael Brown, foi por este previamente agredido de tal forma que ficou com uma fractura numa das órbitas oculares. Isto aconteceu depois de o jovem afro-americano assaltar uma loja de conveniência juntamente com outro afro-americano, Dorian Johnson.

O agente policial branco mais não fez portanto do que agir em legítima defesa e cumprir o seu dever, livrando a sociedade norte-americana de mais um criminoso.



POPULARES MARROQUINOS ORGANIZAM-SE PARA PERSEGUIREM NEGROS - COM A ALEGADA CONIVÊNCIA DA POLÍCIA MARROQUINA

Grupos de marroquinos armados e organizados têm agredido frequentemente os refugiados subsarianos nas ruas de Boukhalef, em Tânger.
A denúncia é emitida pela activista espanhola Helena Maleno, que durante a madrugada de Vernes (sexta-feira) passada foi atacada e insultada por gente destes grupos, diante da passividade das forças de segurança marroquina. Maleno, membro do colectivo Caminando Fronteras, contou que vários marroquinos armados com facas e pedras «entram nos edifícios e tentam destruir as fechaduras das casas», além de tentarem também pegar-lhes fogo.
«São os mesmos organizadores, os que pedimos que a polícia detivesse na noite anterior», acrescentou a activista. Disse também que «a polícia não chega e tivemos de chamar o Conselho Regional de Direitos Humanos de Tânger». 
Numa das casas um dos negros teve de se refugiar, precisamente o negro que no dia anterior tinha evitado que Helena Maleno fosse apunhalada, formando escudo, com companheiros seus, em torno da activista. Disse ele: «estou encerrado nesta casa, as ruas estão cheias de gente com facalhões.» Outro subsariano comentou: «Querem que nos deitemos à água como loucos, é o que querem; ou isso ou viver constantemente agredidos.»
Afirma Maleno que a ideia dos marroquinos é forçar os imigrantes a fugir para Espanha. Segundo conta, a polícia acabou por intervir, mas apenas para dispersar os atacantes, sem fazer quaisquer detenções. «Querem que algo aconteça», conclui, repetidamente, a activista.
* * *
Fonte: http://www.elmundo.es/espana/2014/08/17/53efe997268e3e4b558b4588.html

EUROPA, AMÉRICA, ARÁBIA, ÁFRICA - DIFERENÇAS BÁSICAS...


Nota-se bem que aqui a Europa e a América não precisam mesmo nada nem da influência africana nem da árabe...
Só o Africano tem algo a ganhar com este contacto.
Quanto ao Árabe... teria a ganhar, com o Europeu, um maior abertura de espírito e alguma tolerância. Mas isto só para quem perfilhar à partida os valores ocidentais, o que não se aplica aos Árabes. 

PNR DENUNCIA O MAL QUE CAUSA O DESCALABRO DO BES E DA ECONOMIA LIBERAL-CAPITALISTA

Recentemente, temos assistido a mais um episódio desta trágico-novela abrileira que, de há umas décadas a esta parte, tem feito os impossíveis por transformar Portugal num mero acidente geográfico e o povo português numa amálgama de escravos bem comportados sob a mais grosseira chantagem económica. O outrora tão recomendado BES esteve próximo de repetir os mesmos passos do BPN, de tão má memória. Mas, desta vez, a Dª Inércia, ou a Dª Promiscuidade, actuaram um pouco mais, pressionadas pela opinião pública, mais do que pelas suas funções.
Ainda há poucos meses nos era assegurado que a banca estava de boa saúde. Depois, quando soaram os primeiros alarmes, foi posta água na fervura, com o argumento dos Fundos Estruturais, e só quando as labaredas estavam bem altas é que vieram tentar apagar o fogo, mas sem acautelarem o rescaldo, pois diariamente temos novos reacendimentos. Com efeito, assistimos todos os dias ao desenrolar de mais um pouco deste novelo, que ameaça assumir proporções avassaladoras. Já não há como tapar o sol com a peneira.
Falhou o Banco de Portugal porque não fiscalizou devidamente, falhou a CMVM porque não actuou em tempo útil, falharam as Finanças, porque permitiram a fuga de capitais e a fuga ao fisco sem as devidas penalizações. Falharam, inclusivamente, os serviços de informação e segurança do Estado, que ao verem o nome do BES envolvido em escândalos financeiros além-fronteiras nos últimos anos, deveriam ter colocado as manobras dos responsáveis do mesmo sob apertada vigilância. Ao fim e ao cabo, como se prova agora, tratava-se de um assunto que poderia afectar a segurança do nosso país, pelo que a discreta actuação do SIS teria feito todo o sentido.
A solução encontrada é mais uma manta de retalhos com buracos à vista e outros encobertos, que trazem um horizonte nebuloso e duvidoso.
Passámos pois a ter um banco “Bom”, salvo com dinheiros públicos pelos quais estamos a pagar juros avultados. O Novo Banco custou até agora aos portugueses 4500 milhões de Euros. Duas vezes e meia maior que o orçamento anual das Forças Armadas. Equivalente à totalidade das remessas dos emigrantes em dois anos seguidos; mais de seis meses dos juros da dívida soberana; 75% do imposto sobre as empresas e 40% do imposto sobre os rendimentos dos trabalhadores; E o triplo daquilo que todos os portugueses juntos gastam em educação.
Por outro lado, passou a haver um banco “Mau”, que arrastará consigo muitas empresas e accionistas. Resultado: face ao dinheiro empregue neste “salvamento”, e tendo em conta as novas regras impostas por Bruxelas, alguns economistas avançam que a dívida pública poderá crescer para os 150% tornando-se impagável, e que todo este lixo tóxico, todas estas perdas poderão fazer descer o PIB nacional em 5 pontos. Onde estão os “milagres económicos” que nos são diariamente anunciados pela classe política dos “iluminados” que repetem até à exaustão serem os únicos com competência para governar, o tal “arco do poder”, que mais não tem sido senão o “arco da bancarrota”?
Em todo este processo, continuamos incrédulos com outras revelações, que nos fazem pensar na Teoria da Conspiração (não acreditamos em bruxas, mas que as há…): os principais culpados deste descalabro não vão ser beliscados e vão poder continuar as suas vidas, pois é para isso que servem os paraísos fiscais. A Goldman Sachs vendeu atempadamente as suas acções, certamente avisada por que há muito sabia o que estava para acontecer, e a PT, talvez avisada pelos mesmos bufos, retirou todos os seus depósitos. Tudo isto só é possível devido à promiscuidade que existe entre o poder público e sector privado, esta vergonhosa troca de interesses de negócios de tachos.
O PNR, ao contrário da esquerda, não se opõe a que exista banca privada, desde que exista um banco público que exerça um papel regulador e desde que se criem leis mais apertadas para este sector. E que, sobretudo, as instituições encarregadas de fiscalizar actuem atempadamente e não estejam sujeitas a pressões políticas e económicas feitas ao sabor de interesses pessoais. Em caso de falha grosseira, como a que agora se verificou, tem de haver responsáveis: quem prevaricou e quem deveria ter fiscalizado e não fiscalizou. A culpa não pode morrer solteira e quem é pago a peso de ouro tem de fazer o seu trabalho, sob risco de acabar na prisão. O PNR acredita no efeito dissuasor das penas pesadas: não embarcamos em relativismos liberais e/ou marxistas.
Por outro lado, o PNR, ao contrário da direita liberal-capitalista, defende a importância da existência de pelo menos um banco do Estado, lembrando por exemplo o contributo decisivo da banca estatal para que Portugal saísse da iminente bancarrota na década de 1930, conseguindo-se então financiar o desenvolvimento industrial e agrícola com juros muitas vezes inferiores a 2%, algo que os bancos privados e o liberal-capitalismo intrinsecamente apátrida certamente não estariam dispostos a fazer, por estarem, ontem como hoje, sempre ávidos de muito lucro e a qualquer preço, ora aqui ora noutro local qualquer.
* * *
Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/caso-bes-um-poco-sem-fundo/

LEMBRAR A CRIANÇA BRANCA ASSASSINADA EM CAMDEN, EUA, QUE NÃO SUSCITOU QUALQUER VIOLÊNCIA POR PARTE DA POPULAÇÃO BRANCA

«Fui assassinada por dois jovens negros e metida numa lata de lixo, por causa da minha bicicleta. Quanto tempo ouviram falar de mim, e alguém causou tumultos?»

No ano passado, dois adolescentes negros assassinaram uma jovem branca de doze anos, Autumn Pasquale, para lhe roubarem a bicicleta, em Camden NJ. Não consta que os brancos se tenham revoltado em massa contra os negros ou contra a polícia ou a exigir fosse o que fosse...


NEGROS CONTINUAM EM REVOLTA NA CIDADE NORTE-AMERICANA DE FERGUSON

A cidade de Ferguson, no estado norte-americano do Missouri, voltou segunda-feira à noite a ser palco de distúrbios violentos em protesto pela morte de um jovem negro atingido a tiro pela polícia no sábado. Segundo as autoridades, a polícia usou gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes, que pela segunda noite consecutiva saíram à rua, saqueando lojas e disparando armas de fogo. Pelo menos dez polícias ficaram feridos. Cinco pessoas foram detidas, depois de 32 terem sido levadas para a esquadra no domingo. No sábado, Michael Brown, de 18 anos, foi morto com vários disparos de um agente da polícia, cuja identidade não foi divulgada. O incidente está a ser investigado pelo FBI, a pedido de grupos de defesa dos direitos civis. Testemunhas do incidente de sábado disseram à imprensa local que Brown e um amigo caminhavam pelo meio de uma rua quando a polícia os mandou parar. Segundo essas testemunhas, o jovem pôs os braços no ar para mostrar que não estava armado antes de ser alvejado com vários tiros. A versão preliminar das autoridades é de que houve uma luta, durante a qual Brown empurrou o agente da polícia e tentou tirar-lhe a arma, o que fez o polícia disparar.

* * *

Entretanto, a memória dos «racistas» recorda o que mais interessa aos brancos que têm de conviver com negros:

«Fui assassinada por dois jovens negros e metida numa lata de lixo, por causa da minha bicicleta. Quanto tempo ouviram falar de mim, e alguém causou tumultos?»

No ano passado, dois adolescentes negros assassinaram uma jovem branca de doze anos, Autumn Pasquale, para lhe roubarem a bicicleta, em Camden NJ. Não consta que os brancos se tenham revoltado em massa contra os negros ou contra a polícia ou a exigir fosse o que fosse...


terça-feira, Agosto 19, 2014

JÁ SE VENDEM ESCRAVAS SEXUAIS POR CENTO E CINQUENTA DÓLARES EM MOSUL

Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/08/19/en-un-mercado-de-mosul-se-venden-chicas-por-150-dolares/
* * *
Raparigas cristãs e yazidis estão a ser postas à venda no Mercado de Abastos, em Mosul, a preços muito acessíveis: cento e cinquenta dólares «por unidade». Também os rapazes de entre dez e doze anos se tornaram numa «mercadoria» muito apreciada pelos jihadistas.
Segundo relatam testemunhas presenciais, as cativas jovens são separadas das idosas e das menos atraentes para serem depois postas à venda. Calcula-se que o preço de cada uma possa baixar se entretanto os jihadistas conseguirem tomar novas populações ou apanharem fugitivas que se escondem nas montanhas.
A estas mulheres, objecto de compra-e-venda (em número de mil e setenta e quatro, segundo dados apresentados pela organização iazidi The Sinjar Crisis Group), foram tirados os filhos menores de doze anos, para os pedófilos do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS). Dois funcionários da ONU manifestaram recentemente a sua profunda preocupação pelas selvagens violações de que estão a ser vítimas alguns menores de ambos os sexos pertencentes a minorias religiosas e étnicas - iazidis, cristãos, turcomanos - por parte dos militantes do EIIS.

Nada disto é uma invenção moderna ou um anacronismo qualquer da microscópica minoria de extremistas muçulmanos. Pelo contrário, o Islão legitima a escravatura sexual das mulheres não muçulmanas. O Alcorão indica-o em diversas passagens e há especialistas do credo islâmico que o atestam na actualidade, como aqui se pode ler:
http://www.jihadwatch.org/2014/08/islamic-state-enslaves-400-yazidi-women

Por exemplo, a 25 de Maio de 2011 a activista e política muçulmana Salwa al-Mutairi, do Kuwait, disse o seguinte:
«Um mercador disse-me que gostaria de ter uma escrava sexual. Disse-me que não seria negligente com ela, e que o Islão permite este tipo de coisa. Estava a dizer a verdade. Levei este caso aos muftis de Meca. Disse-lhes que tinha uma questão, uma vez que eles eram homens especializados em tudo o que era halal, e o que era bom, e que amavam mulheres. Perguntei-lhes "Qual é a lei para as escravas sexuais?"
O mufti disse "Com a lei das escravas sexuais, tem de haver uma nação muçulmana em guerra com uma nação cristã, ou uma nação que não é da religião, que não é da religião do Islão. E têm de haver prisioneiros de guerra."
"Isso é proibido no Islão?", perguntei.
"De maneira nenhuma. As escravas sexuais não são proibidas pelo Islão. Pelo contrário, as escravas sexuais estão sob uma lei diferente da da mulher livre.  A mulher livre tem de estar completamente coberta excepto na face e nas mãos. Mas a escrava sexual pode estar nua da cintura para cima. Difere imenso da mulher livre. Enquanto a mulher livre requer um contrato de casamento, a escrava sexual não - apenas precisa de ser comprada pelo marido, é só isso. Portanto a escrava sexual é diferente da mulher livre.»

O xeque egípcio Abu-Ishaq al-Huwayni declarou em Maio de 2011 que «estamos numa era de jihad» e por isso os muçulmanos têm de fazer escravas sexuais. Numa entrevista clarificou o que queria dizer:
«A jihad é apenas entre muçulmanos e infiéis. Desposos, escravos e prisioneiros são apenas tomados na guerra entre muçulmanos e infiéis. Os muçulmanos do passado conquistaram, invadiram e tomaram países. Nisto há a concordância de todos os especialistas - não há discordância a respeito disto da parte de qualquer deles, do mais pequeno ao maior, a respeito do tema da tomada de despojos e prisioneiros. Os prisioneiros e os despojos são distribuídos pelos combatentes, o que inclui homens, mulheres, crianças, riqueza, e por aí fora.
Quando se faz um mercado de escravos, que é um mercado no qual se vendem escravos e escravas sexuais, que no Alcorão são chamadas milk al-yamin "o que a sua mão direita tomar" [Qur'an 4:24]. Isto é um verso do Alcorão que ainda está em vigor e não foi abrogado. O milk al-yamin são as escravas sexuais. Você vai ao mercado, olha para as escravas sexuais e compra-as. Ela torna-se como se fosse sua mulher, mas não precisa de um contrato de casamento ou de um divórcio como uma mulher livre, nem precisa de um wali. Todos os especialistas concordam neste ponto - não há discórdia da parte de nenhum deles. [...] Quando quero uma escrava sexual, vou simplesmente ao mercado e escolho uma mulher de que goste e compro-a.»


GOVERNO OBRIGADO A REVELAR QUE JÁ GASTOU DOZE MILHÕES COM MÉDICOS CUBANOS E PAGA-LHES O DOBRO DO QUE PAGA AOS MÉDICOS PORTUGUESES (OS QUAIS JÁ GANHAM MUITO)

Após queixa na Comissão de Acesso a Documentos Administrativos, tutela revelou ao i acordos feitos com Cuba desde 2009.
A contratação de médicos cubanos custou nos últimos seis anos cerca de 12 milhões de euros ao Serviço Nacional de Saúde. Acordos entre os dois países a que o i teve acesso, até aqui nunca divulgados, permitem pela primeira vez estimar o custo da medida lançada em 2009 pelo governo socialista para resolver as carências de médicos de família e que até à data não foi alvo de um balanço público sobre gastos e impacto. Os documentos revelam também que, no início do protocolo, Portugal pagava mensalmente por cada médico 5900 euros, valor que o Estado não paga a nenhum médico no SNS como salário base. No final de 2011, o actual governo reviu o valor para 4230 euros.
Após uma queixa do i junto da Comissão de Acesso a Documentos Administrativos, a tutela forneceu o acordo de cooperação para a prestação de serviços médicos entre a Administração Central dos Sistemas de Saúde e os Serviços Médicos Cubanos. Este acordo foi assinado pela primeira vez pelo governo de José Sócrates em Junho de 2009. Entretanto foi alvo de dois aditamentos pelo actual governo, o primeiro em Dezembro de 2011 e o mais recente este ano.
* * *
Fonte: http://www.ionline.pt/artigos/portugal/acordos-ja-nao-sao-secretos-medicos-cubanos-ja-custaram-12-milhoes-ao-sns

O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, garante que, se os clínicos portugueses ganhassem “4230 euros por mês, mais casa , água e luz” - o valor auferido pelos clínicos cubanos contratados pelo Governo para trabalharem em centros de saúde do Alentejo e Algarve -, “também estariam dispostos a ir para lá”.
O bastonário aproveitou a notícia do jornal i - que revela na edição desta terça-feira que a contratação de médicos cubanos custou nos últimos seis anos cerca de 12 milhões de euros a Portugal -  para repetir que o Ministério da Saúde não oferece aos profissionais portugueses as mesmas condições que proporciona aos cubanos e desafiar a tutela a fazê-lo, de uma vez por todas.
“[Os sucessivos ministros da Saúde] nunca avançaram com os incentivos”, lamentou o bastonário ao PÚBLICO, defendendo que “esta discriminação positiva” resolveria o problema da falta de médicos de família, que estima em “cerca de 600” em todo o país.
“Alguém pensa que, a não ser por razões pessoais, um médico vai trabalhar para Portalegre por oito euros limpos à hora [valor pago aos clínicos contratados, os chamados “tarefeiros”]?”, pergunta José Manuel Silva. “O ministro pode até contratar médicos chineses se oferecer as mesmas condições [que oferece aos cubanos] aos portugueses e estes não aceitarem”, acrescenta. “Já dissemos isto ao ministro, já o desafiamos a fazer um mapa das necessidades, mas não há resposta”, lamenta.
Após uma queixa do i à Comissão de Acesso a Documentos Administrativos, o Ministério da Saúde acabou por revelar o teor dos contratos assinados com Cuba desde 2009. O jornal analisou os documentos e calculou que o montante já pago pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS)  desde essa altura rondará os 12 milhões — apenas uma parte vai para os médicos, a outra fica para as autoridades cubanas financiarem a formação e o serviço de saúde de Cuba.
O primeiro grupo de médicos cubanos chegou a Portugal a 8 de Agosto de 2009, no âmbito de um contrato celebrado entre os governos de Portugal e de Cuba, para prestar cuidados médicos em centros de saúde no Alentejo, Algarve e Ribatejo. Locais que ficavam sistematicamente sem candidaturas de médicos portugueses, na altura.
De então para cá, os valores em jogo foram alterados. No início do protocolo, Portugal pagava mensalmente por cada médico ao Governo cubano 5900 euros. No final de 2011, o actual Governo reviu o valor para 4230 euros.
O último aditamento ao acordo, de Abril de 2014, segundo o jornal, estabelece que os médicos cubanos a trabalhar no SNS têm uma carga horária de 44 horas semanais, "pagas a 96 euros à hora", três vezes “o tecto de 30 euros” que a lei portuguesa admite nas contratações a empresas fornecedoras de serviços médicos. Este cálculo está errado, porém. Dividindo os 4230 euros pelas 44 horas por semana, considerando que um mês terá quatro semanas, o valor à hora é 24 euros.
Em Maio, o ministro da Saúde anunciou que mais 52 médicos cubanos iriam reforçar vários centros de saúde. A medida foi de imediato criticada pelo bastonário da OM, que notou na altura que aqueles profissionais iam custar perto de cinco mil euros, “o dobro” do que recebem os portugueses. É uma contratação que não faz sentido, numa altura em que médicos mais jovens estão a emigrar e os mais velhos se estão a reformar antecipadamente, argumentou então. José Manuel Silva repete agora os argumentos para desafiar o Governo a pagar o mesmo aos portugueses.
O PÚBLICO já pediu à Administração Central do Sistema de Saúde uma reacção à notícia do i, bem como o teor dos contratos.
* * *
Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/medicos-cubanos-ja-terao-custado-12-milhoes-de-euros-1666908


SEMANÁRIO «O DIABO» DA PENÚLTIMA SEMANA DE AGOSTO


«Fomos um imperialismo original, "imperial", mas pouco imperialista.» Não sei o que Jaime Nogueira Pinto entende por «imperial». Posso estar enganado, mas a frase soa um bocado à historieta da propaganda oficial do Estado Novo segundo a qual o nosso Império era diferente porque era, porque os Portugueses eram «mais humanos» do que os outros Europeus, e porque o Português teria um jeitinho especial para lidar com as gentes, e era mais universalista e menos racista, e todo o nativo gostava muito do Português. O que é facto é que o Império Português acabou banhado em sangue, isso é que é facto. Os impérios dos outros acabaram também, alguns assim, outros assado. O inglês, em particular, acabou em comércio profícuo para os Ingleses, a Commonwealth. Se calhar o tal império-especial-de-corrida afinal era o deles, não era o nosso. De qualquer modo nunca nenhum deles deveria ter existido, independentemente da glória que foi a sua edificação.
Quanto à CPLP, ainda estou para saber o que é de bom daí tem vindo, porque de mau já sei: imigração e vergonhosa sujeição aos interesses brasucas, quer no caso do aborto ortográfico quer no da aceitação da Guiné Equatorial na comunidade.


PNR DENUNCIA DESCALABRO DA LINHA DA BEIRA BAIXA

Após um avultado investimento de 350M€ para a modernização e electrificação da linha, o Governo decidiu, em Fevereiro de 2009, suspender a circulação ferroviária entre as cidades da Covilhã e da Guarda, obrigando a Refer a parar os trabalhos.
Com esta medida, o Governo alterou completamente o modelo de exploração, diminuindo a sua qualidade e aumentando significativamente o custo para os utentes.
A decisão atingiu a economia das diversas autarquias, pela falta de comunicação interdistrital, transportes mais caros das matérias-primas destinadas à produção, fecho de várias empresas dos dois distritos que dependiam da linha férrea, o que, por consequência, levou a um aumento do desemprego.
Ao efectuar um investimento desta envergadura nesta linha, esperava-se pelo menos uma pequena melhoria do serviço ou, visto a linha passar a ser electrificada e logo já não haver gastos com combustível, existir uma redução significativa do custo dos títulos de transporte. 
Certo é que a qualidade do serviço, seja a nível de longo curso (“Intercidades”) ou regional, diminuiu drasticamente. As composições, outrora confortáveis e com serviço de bar, passaram a ser meros comboios suburbanos utilizados anteriormente em percursos pequenos (entre 60 a 80 Km) o que em nada se compara com uma viagem superior a 300 Km. Em questão de preços, apesar da electricidade ser mais barata que o gasóleo, os custos para os utentes subiram desde 2009 cerca de 180%.
Esta interrupção do troço Covilhã-Guarda já tinha sido contestada por vários partidos da esquerda mas, como de costume, fizeram-no por puro populismo, exigindo a reabertura do troço sem apresentarem medidas concretas.
Ora, no contexto actual, uma contestação sem soluções é o mesmo que nada. Há que pensar no futuro, deixar de lado as políticas a curto-prazo que só servem a economia globalizadora e investir realmente numa política social que ajude as regiões a crescer.
Para evitar os erros da esquerda, o Núcleo do PNR do Distrito de Castelo Branco apresenta as seguintes soluções:

- Retomar o serviço Intercidades Lisboa – Covilhã – Guarda com materiais confortáveis para os utentes, carruagens bar e vagões de transporte de mercadorias, de forma a melhorar a qualidade do serviço e estabelecer ligações comerciais entre distritos.

- Reduzir o custo dos titulos de transporte, de modo a estimular a adesão ao transporte ferroviário e estimular o turismo regional das aldeias históricas e do parque natural da Serra da Estrela.

- Restabelecer o percurso interregional Castelo Branco – Covilhã – Guarda, para facilitar a mobilidade entre todas as localidades dos distritos.

Estas medidas farão:

- Aumentar as receitas dos transportes públicos ferroviários, pelo aumento de utentes e pelo serviço de transporte de mercadorias

- Estimular a economia interdistrital, através da comunicação ferroviária de mercadorias, mais barata e, logo, mais vantajosa para as PME regionais.

- Criar vários postos de trabalho, fruto da necessidade de interpostos comerciais e logísticos de apoio empresarial ao longo do percurso férreo.

A suspensão do troço Covilhã – Guarda foi mais um erro de gestão do Governo que, apesar do investimento gigantesco realizado já no período da actual crise financeira, mantém a ligação fechada, afectando a comunicação entre distritos.
Pelo desenvolvimento do interior e da sua economia o PNR Castelo Branco exige a reabertura do troço e uma avaliação às contas do projecto de requalificação da linha da Beira Baixa.
* * *
Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/local/linha-da-beira-baixa-uma-situacao-inacreditavel/

segunda-feira, Agosto 18, 2014

SOBRE AS VIOLAÇÕES EM MASSA COMETIDAS POR SOLDADOS MARROQUINOS EM ITÁLIA DURANTE A II GUERRA MUNDIAL

Fonte: http://diversitymachtfrei.blogspot.pt/2014/08/airbrushed-from-history-rape-of.html?utm_source=BP_recent
* * *
Circulou por aí há algum tempo um filme «francês» intitulado «Dias de Glória», a glorificar a contribuição dos muçulmanos em terra francesa contra as forças ocupadoras do Terceiro Reich. Falta ainda que se fale, na esfera pública, dos milhares de casos de violação de italianas por parte das forças de ocupação «francesas» de origem marroquina. De acordo com a organização feminista e comunista italiana Unione Delle Donne Italiane, e sendo comunista dificilmente cairá sobre ela a suspeita de racismo europeu, ora de acordo com este colectivo, dizia-se, cerca de doze mil pessoas - mulheres, raparigas e homens - terão sido violadas no período entre 1943 e 1944 por soldados norte-africanos do Corpo Expedicionário Francês durante a invasão de Itália. A credibilidade desta estimativa é afirmada pelo professor Tommaso Baris, da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade La Sapienza, em Roma, autor de um estudo detalhado sobre o assunto. O general Juin, comandante em chefe do contingente francês, declarou solenemente, a respeito destas violações, que «precisamos de pôr cobro a estas acções, indignas de um exército vitorioso». Mas as atrocidades continuaram. Os norte-africanos chegavam a saquear aldeias e a matar os que tentavam proteger as mulheres e as crianças. 
O filme «La Ciociara», de 1960, baseado num livro de Alberto Moravia e contando com a interpretação de Sophia Loren, conta esta história, em geral ignorada na consciência pública. O caso foi também referido pelo historiador militar Edward L .Bimberg, oficial do exército americano durante a Segunda Guerra Mundial, que entrou em contacto com as tropas marroquinas, cuja coragem em combate não deixou de salientar.
Ouviu-se falar, aqui e ali, embora não muito, das violações em massa de mulheres alemãs por parte das tropas soviéticas no final do sobre-mencionado conflito mundial, e não admira - durante a Guerra Fria, os Soviéticos eram os «maus da fita», no Ocidente, e portanto, já se sabe, zangam-se as comadres sabem-se as verdades. A divulgação dos crimes cometidos por não europeus contra europeus em solo europeu só poderá divulgar-se na medida em que o poder político nacionalista se efective na Europa.

SOBRE A INFLUÊNCIA NEGRÓIDE NO NORTE-AMERICANO COMUM

«Outra coisa que me impressionou [no Americano] foi a grande influência do Negro, uma influência psicológica, naturalmente, não devida a mistura de sangue. O modo emocional com que um americano se expressa, especialmente a maneira de rir, pode ser mais bem estudado nos suplementos ilustrados dos jornais americanos; o inimitável riso de Teddy Roosevelt é encontrado na sua forma primordial no Negro Americano. O modo peculiar de andar com articulação solta, ou a oscilação das ancas tão frequentemente observadas nos americanos, também vem do negro. A música americana tira a sua inspiração principal do Negro, tal como a dança. A expressão do sentimento religioso, os encontros de revivalismo, os "holy rollers" [gente que rola no chão durante o êxtase religioso na missa] e outras anormalidades são fortemente influenciados pelo Negro. A vivacidade do americano médio, que se mostra não apenas nos jogos de baseball mas muito particularmente no seu extraordinário amor por falar - a incessante arenga dos jornais americanos é disto um exemplo eloquente - é escassamente derivado dos seus antepassados germânicos, é muito mais como a cavaqueira de uma aldeia negra. A quase total falta de privacidade e a sociabilidade maciça omni-devoradora lembra a vida primitiva das cabanas abertas, onde há completa identidade entre todos os membros da tribo.»

Carl Gustav Jung


domingo, Agosto 17, 2014

«QUEREM-NOS EXTINGUIR A LINHAGEM LOIRA» DIZ REPRESENTANTE IAZIDI NO REINO UNIDO



Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2724658/Were-not-leaving-Yazidis-refusing-come-mountain-300-women-stolen-ISIS-impregnated-smash-blond-bloodline.html?ito=social-facebook
* * *
A situação dos Iezidis no norte do Iraque agrava-se a olhos vistos. Já aqui se falou disso mas agora, previsivelmente, já há mulheres da estirpe Iazidi a serem raptadas e violadas, eventualmente como forma de lhes fazer desaparecer o Povo. Algumas das vítimas suicidaram-se depois do estupro. A violação em massa, arma de guerra já utilizada há muito pelos muçulmanos, é o provável caso de pelo menos trezentas destas iazidis, raptadas recentemente por tropas do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS) em Sinjar.
Cerca de quarenta e cinco mil refugiados iezidis conseguiram escapar do Monte Sinjar depois do bombardeamento aéreo levado a cabo pelos EUA e de um contra-ataque por parte das forças curdas, que conseguiram romper o cerco islamista de dez dias. Todavia, as três centenas de mulheres continuam nas mãos dos muçulmanos do EIIS e as milícias curdas pedem armas aos Ocidentais em vez de planos de salvamento. 
Falando do sequestro, o secretário-geral do Centro Cultural Curdo em Londres, Adnan Kochar, declarou: «Os Curdos e os Iazidis são originariamente arianos. Mas devido ao facto de os Iazidis constituírem uma comunidade tão fechada, retiveram um fenótipo mais claro, mais loiro e com olhos mais azuis. Não casam com não iazidis.
O EIS levou cerca de trezentas mulheres de Sinjar para as dar aos jihadistas para casarem e engravidarem de modo a terem crianças muçulmanos. Se não matam todos os iazidis, tentam acabar com a linhagem loira.»
Consta que eram milhões noutros tempos mas as perseguições sucessivas que sofreram - por parte dos Turcos Otomanos, e posteriormente do governo de Saddam Hussein, e agora pelos islamistas do EIIS - reduziram-nos a não mais de setecentos mil indivíduos.
Kochar, nascido no Curdistão, diz que o seu trisavô foi iazidi mas depois forçaram-no a converter-se ao Islão durante uma revolta há cento e cinquenta anos. A organização que dirige está a reunir meios para auxiliar a comunidade iazidi.
Os comentários de Kochar foram proferidos no contexto de uma ofensiva islamista junto de uma cidade iraquiana a curta distância para norte de Bagdade na intenção de dilatar a frente de combate contra os peshmergas, combatentes curdos.
As forças jihadistas fizeram um avanço considerável para norte até perto de Erbil, capital da região semi-autónoma curda.

Entretanto o mulato que manda nos EUA resolveu suspender o auxílio aos Curdos. Resultado: mais oitenta iazidis foram assassinados pelos islamistas, como aqui se pode ler: http://pamelageller.com/2014/08/another-80-yazidis-slaughtered-muslim-army-day-obama-stops-humanitarian-aid.html/

A religião iazidi tem cerca de quatro mil anos e centra-se na figura de um Deus que delegou a governação do mundo aos seus sete anjos, dizendo-lhes entretanto para obedecerem a Adão, o homem. Um dos anjos, Malak Taus, entidade cujo animal sagrado é o pavão, revoltou-Se contra tal desígnio, argumentando que Adão tinha sido criado a partir do solo e que a luz de Deus não pode estar à mercê do solo. Malak Taus foi expulso do céu mas posteriormente houve uma reconciliação e Deus respeitou o seu argumento. 
Malak Taus veste-se de azul, motivo pelo qual os Iazidis não podem trajar tal cor. Por causa de venerarem esta entidade, cuja narrativa muito se assemelha à que diz respeito a Satanás, os Iazidis são muitas vezes considerados como «adoradores de Satanás», até porque um outro nome de Malak Taus é Shaytan.
A religião iazidi tem como principal raiz a de Zoroastro ou Zaratustra, embora acredite, diferentemente desta, na reencarnação. De qualquer modo o centro da actividade religiosa iazidi parece localizar-se no fogo, tal como sucede no culto zoroastriano.


Bandeira dos Iazidis, na qual se pode ver o pavão de Malak Taus

Outra bandeira dos Iazidis
Não sei qual das duas de cima é a oficialmente usada, se é que alguma delas o é. 



INTERVENÇÃO NUM PROGRAMA TELEVISIVO ÁRABE

Um vídeo no Youtube que está a disseminar-se rapidamente apresenta a voz de um indivíduo que se diz muçulmano, e xeque (líder espiritual), um xeque Ahmed, a falar para um programa de televisão no canal árabe Al-Hayat. 
Afirma o seguinte: «Até ao último dia de vida iremos fazer guerra contra a Suécia e toda a Europa. Sim, devemos matá-los. Não somos tímidos a respeito disso.»
O locutor do programa aponta depois o facto de Ahmed ter preferido ir viver para junto dos ditos «infiéis» na Suécia e viver da segurança social e do dinheiro dos Suecos, ao que Ahmed responde «Não, não é o seu dinheiro. Vem de Alá.»
Louvou entretanto o Estado islâmico do Iraque e da Síria no que toca à «limpeza» que está a efectuar contra os cristãos em solo iraquiano. 
* * *
Fonte: http://diversitymachtfrei.blogspot.pt/2014/08/sheikh-calls-into-arabic-tv-show-from.html?utm_source=BP_recent   (página com vídeo incorporado)

Não sei que garantias há para dar como autêntica a identificação do indivíduo que diz ser um xeque de nome Ahmed, mas não é nada impossível que corresponda à verdade. Coisas desse teor puderam ser ouvidas durante uma reportagem feita no Reino Unido pelo Channel 4 com uma câmara oculta numa mesquita sita algures em Inglaterra. E não deve esquecer-se que o folclórico e excessivo, mas continuativo e influente, Anjem Choudary, chegou a declarar, em público, que «os Ingleses pensam que a Inglaterra lhes pertence, mas não, a Inglaterra pertence a Alá». 

«HÉRCULES» MAS NÃO MUITO

O «Hércules» que está agora no cinema é mais do mesmo no que respeita ao típico cinema de acção e espectaculidade norte-americano. Os lugar-comuns do costume, a cena final com a coincidência da trovoada a emoldurar os «bons» da fita, essa então constitui o estereótipo do próprio lugar-comum, o que já não é dizer pouco. Terá melhores actores e uma história menos infantilizante do que o outro filme sobre Hércules que andou pelos cinemas há uns meses, e tem entretanto o mérito, pela primeira vez no entretenimento actual, pelo menos que eu saiba, abordar o episódio da morte da família de Hércules alegadamente pelas mãos deste, por outro lado a amiga guerreira deste Hércules é uma amazona cita toda gira, 


mas as vantagens do «Hércules» de agora relativamente ao anterior neste ano ficam-se por aí. Um samoano-afro-americano dificilmente pode interpretar um herói europeu em condições e nem é impossível que haja aí o dedo porco, e palerma, da politiquice correcta anti-racista das quotas. Quanto à intenção do realizador referente à ausência de quaisquer Divindades, mutilando assim a saga clássica, não beneficia nada a integridade da obra. O próprio «obreiro» o declarou, já não sei onde o li, que queria mesmo fazer uma coisa totalmente desprovida de qualquer elemento sobrenatural, o que na prática se constitui como exercício de ateísmo barato pretensamente iconoclasta, veiculando um primarismo anti-religioso evidente, pois que não lhe basta ser simplesmente desprovido de Divindades, tem ainda de lançar umas bocas «desmistificadoras» sobre qualquer ligação à religião, notória por exemplo na ridicularização «simpática» da figura do místico Anfiaraus que alegadamente antevê o futuro mas depois engana-se «comicamente» a respeito da sua própria morte, que não chega a acontecer e ficam todos porreiros no fim. A película mete nisso quase tanto nojo como o «Tróia». 
Esperem que a coisa algum dia passe na televisão, caros leitores, é escusado ir dar dinheiro àquilo.


sábado, Agosto 16, 2014

ATLETA PORTUGUESA JÉSSICA AUGUSTO GANHA MEDALHA DE BRONZE EM MARATONA EUROPEIA


Jéssica Augusto conquistou este sábado a medalha de bronze da maratona nos Campeonatos Europeus de atletismo, conseguindo a primeira presença no pódio para Portugal no evento que decorre em Zurique, na Suíça. A atleta portuguesa, de 32 anos, detentora da melhor marca do ano (2:24.25 horas), completou a prova em 2:25.41, atrás da francesa Christelle Daunay, nova campeã europeia, que terminou com 2:25.14, e da italiana Valeria Straneo, medalha de prata, com um registo de 2:25.27. Vice-campeã europeia de 10.000 metros em 2010, Jessica Augusto alcançou a sua segunda medalha em campeonatos continentais e deu a Portugal a sexta medalha na maratona, depois dos títulos de Rosa Mota (1982, 1986 e 1990) e Manuela Machado (1994 e 1998). As restantes portuguesas na competição, Filomena Costa e Marisa Barros, ficaram em 15.º e 20.º lugar, respetivamente.
* * *
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/jessica-augusto-ganha-bronze-na-maratona

PERSEIDAS VISÍVEIS


Era para ter dito há uns dias mas pode ser que ainda vá a tempo... consta que o fenómeno vai até 24 de Agosto, embora o texto abaixo o não diga: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4073775&page=-1   (artigo originalmente redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
* * * 
A famosa chuva de meteoros Perseidas, cuja observação foi ontem inviabilizada pela Super Lua, atingirá o seu máximo de actividade na noite de 12 para dia 13 de Agosto.
O fenómeno, repetido anualmente por volta de 11, 12 e 13 de Agosto, resulta do rasto de poeira e areia que o cometa Swift-Tuttle deixou para trás após a sua passagem. Quando a Terra passa pela órbita do cometa, os detritos atingem a atmosfera, provocando uma 'chuva de estrelas'.
Com o intenso brilho lunar a ofuscar os meteoros de fraca luminosidade devido ao fenómeno da Super Lua, a sua contagem será drasticamente reduzida. No entanto, para os que pretendem ver as Perseidas, nada está perdido. Na noite de amanhã, a chuva de meteoros atingirá o máximo da sua actividade e, com o brilho da lua já a diminuir, será mais fácil a sua observação à vista desarmada. Apenas terá de estar atento a toda a atmosfera, colocar-se num local exterior amplo, muito escuro e de preferência fora das cidades, como é o caso do campo, disse ao DN o director do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), Rui Agostinho.
Estes mais de 100 meteoros por hora, vistos a olho nu, receberam o nome científico de Perseidas pelo ponto radiante que tem na constelação de Perseus. Na lista de chuvas meteoros mais esperadas e importantes do calendário astronómico, além da Perseidas, está a Quadrântidas, a Leónidas e a Gemínidas, com picos de actividade a 4 de Janeiro, 18 de Novembro e 14 de Dezembro, respectivamente.
Os meteoros, segundo o portal do OAL, são fenómenos luminosos resultantes da entrada na atmosfera da Terra de um corpo sólido proveniente do Espaço. O corpo aquece, ioniza a atmosfera e deixa um rasto de luz.
A chegada de uma das grandes exposições celestes é também tema do 'doodle' de hoje, na homepage do Google. Quando clicado, surge um vídeo de vários cenários animados do céu à noite. Ao final do vídeo, surge uma constelação que forma a palavra Google.
Ontem à noite, outro 'evento' astronómico foi registado. A Super Lua subiu no horizonte, cheia e luminosa, um pouco maior do que costume, devido à proximidade com a Terra, fenómeno registado por muitos. O OAL disponibilizou-nos uma fotografia tirada com a ajuda do telescópio Borg.

PNR DENUNCIA PRETEXTOS PARA ENCERRAR TRIBUNAIS E LEMBRA GASTOS ABUSIVOS DO ESTADO COM INTERESSES PRIVADOS

Um dos argumentos que o Governo usa para defender o novo Mapa Judiciário é que com o mesmo o Estado poupa dinheiro ao erário público ao encerrar Tribunais e desqualificar outros.
Trata-se de um argumento falacioso, com vista a enganar os incautos, argumento esse que é perfeitamente desmontável.
É falso que com o encerramento de Tribunais e com a desqualificação de outros o Estado poupe dinheiro ao erário público. É falso, logo, porque há Tribunais que foram encerrados e/ou que foram desqualificados que não custam um cêntimo ao erário público, sendo os seus custos de manutenção suportados pelos Municípios. Também é falso porque o Estado paga rendas astronómicas por Tribunais que não têm as mínimas condições de trabalho, designadamente para a realização de audiências de julgamentos em processos-crime, como é o caso do Campus da Justiça em Lisboa, logo, começa por não cortar onde deveria. Por último também é falso que com o facto de se privar os cidadãos de aceder à Justiça, designadamente aos Tribunais para defenderem os seus legítimos direitos e interesses, o Estado poupe dinheiro, nomeadamente porque os edifícios onde esses tribunais funcionam são propriedade do próprio Estado ou dos municípios, logo não existe despesa com rendas.
Só um incauto ou então um acérrimo apoiante deste Governo é que concorda com a razão evocada pelo mesmo para encerrar Tribunais e desqualificar outros.
É certo que para o PNR há que fazer cortes na despesa. E se o Governo quer efectivamente cortar na despesa e nas gorduras do Estado, então deixe de pagar ordenados sumptuosos a “especialistas” de 20 e poucos anos, oriundos das jotas partidárias, que enxameiam o aparelho de Estado; deixe de pagar a pronto pagamento honorários sumptuosos às grandes sociedades de advogados, a fim de as mesmas elaborarem as leis e assessorar juridicamente o Governo (quando existem os serviços jurídicos da Procuradoria Geral da República para o efeito); acabe com esse verdadeiro deboche que são as Parcerias Público-Privadas, que só sugam dinheiro ao erário público; e acabe com a subsídio-dependência de quem efectivamente não quer trabalhar.
Com estas medidas acima anunciadas, o Estado pouparia muito mais dinheiro ao erário público do que em encerrar Tribunais e desqualificar outros, já que para o PNR a Justiça, que constitui uma função soberana do Estado, faz-se apenas e somente nos Tribunais, que são os órgãos de soberania com competência para a administrar, sendo a mesma indelegável em entidades administrativas e privadas.
* * *
Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/mapa-judiciario-gorduras-estado/

sexta-feira, Agosto 15, 2014

VESTÍGIOS EM PORTUGAL DO CULTO DE DIANA EVENTUALMENTE PRESENTES NO CULTO DE S. MAMEDE DE JANAS


Sobre os vestígios do culto de Diana, raiz pagã do culto de «Nossa Senhora da Assunção», na tradição popular portuguesa: http://riodasmacas.blogspot.pt/2008/10/capela-circular-de-s-mamede-de-janas-e.html


Extractos de “VESTÍGIOS DO CULTO DE DIANA EM PORTUGAL” da autoria do Dr. Fernando Castelo-Branco:


(...)Em diversas cerimónias religiosas, ainda hoje praticadas no nosso país, se podem assinalar vestígios e sobrevivências desse culto pagão. Uma superficial e rápida pesquisa revelou-nos imediatamente a existência de várias festividades religiosas em que a influência desse antigo culto é manifesta, sendo evidente que devemos estar perante casos de cristianização de cultos pagãos, neste particular, do culto de Diana. 

Uma das mais curiosas dessas festividades e que melhor evidencia a sobrevivência do culto da deusa é a de S. Mamede de Janas. Trata-se duma romaria que se realiza na ermida de S. Mamede, na povoação de Janas, a cerca de 3,5 k. ao norte de Colares, nos dias 15 e 16 de Agosto de cada ano. Os lavradores da região, e mesmo das zonas mais afastadas, como por exemplo de Torres Vedras, aparecem aí nesses dias, acompanhados do seu gado – bois, burros e cavalos – e até de animais domésticos. Chegam em geral pela manhã, dão três voltas à igreja no sentido inverso ao dos ponteiros do relógio e vão depois descansar. Antigamente entravam mesmo dentro da igreja com o gado. 

À tarde fazem o pagamento das promessas e recebem então as fitas coloridas com que enfeitam o gado e o ex-voto que vão colocar junto da imagem de S. Mamede. 
Estes pormenores coincidem extraordinariamente com as características do culto de Diana. Esta deusa, filha de Júpiter, recebeu de seu pai, juntamente com Febo, o domínio das florestas e dos bosques: 

«Phoebe, silvarumque potens Diana, 
lucidum coeli decus,………………. 

(Febo, e tu Diana, rainha das Florestas, glória brilhante do céu…)


Aparece-nos como uma divindade ligada às florestas, à caça, e é protectora dos animais. E uma inscrição de Sagunto refere-se a 


DIANAE MAXIMAE 
VACCAM OVEM ALBAM PORCAM 
…………………ONS…………………


................

…………………………………………
pela qual se vê que protegia também os animais ligados com a vida agrícola. A principal festa em sua honra tinha lugar nos idos de Agosto, isto é, no dia 13. 


Muito significativo é ainda o facto do culto de S. Mamede, em Janas, e com as actuais características, ser deveras antigo, podendo documentar-se a sua existência em épocas recuadas. Assim um trecho da obra de D. Francisco Manuel de Melo, datada de 1657, que ainda não vimos evocada até agora a este propósito, é concludente. Escreveu o grande polígrafo seiscentista: «Porem agora, que huma Corte tão luzida, como a da nossa Lisboa; a qual não há inveja a nenhuma Christandade, vos anda à roda sempre, como gado vacum, em torno da Ermida de S. Mamede, que podeis envejar que não seja vicio?» 


Temos portanto que, em pleno século XVII, o culto a S. Mamede, em Janas, era deveras semelhante ao que ainda aí se pratica nos nossos dias. E mais ainda: um documento do século XV prova-nos que nessa época era S. Mamede o patrono dos gados, especialmente vacum, e que na capela de Janas os lavradores pagavam muitas promessas pela protecção dispensada por esse Santo aos seus animais: «no termo da dicta ujlla (de Sintra) há huua ermjda do orago de sam Mamede (…) a quall ermjda he de tanta deuoçom que uem asy a ella em Romajem muyta gente do termo da dicta ujilla como dos outros lugares e termos em os quaaes que per suas deuaçoees hofereçem ally seus gaados e mujtos delles em louuor de Deus e do dicto santo por seus gaados Receberem saúde qua… quer boy ou uaqua he em seu termo o oferecem… santo nesta maneira que Recebendo saúde o dicto boy ou uaqua que os dictos seus donos se syruam delles atee os ditos gaados não serem pêra serujr e depojs do dicto tempo os darem ao dicto santo». (...)




CONTRA A TOURADA NA RTP



A Televisão Pública portuguesa - RTP - volta a investir na transmissão de uma tourada. Imagens em directo de violência e crueldade com os animais, suportadas pelos contribuintes portugueses, ao longo de 3 horas. Somos cada vez mais, os que contestam esta anacrónica tradição, e os que fomentam a empatia e respeito pelos animais. A rejeição da violência das touradas corresponde a uma evolução natural da nossa sociedade e é claramente uma vontade da esmagadora maioria dos cidadãos portugueses. Esta não é a nossa cultura.
* * *
Fonte: https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069.108951.143034799060668/815335498497258/?type=1&theater

LEMBRAR E CELEBRAR BATALHA DE ALJUBARROTA


No dia 14 de Agosto de 1385, as forças portuguesas lideradas no terreno por D. Nuno Álvares Pereira e D. João I derrotaram pesadamente as tropas castelhanas de D. Juan I. Estas, traziam consigo cavaleiros franceses; do lado de Portugal, estava um contingente de arqueiros ingleses, com os seus então temidos «longbow», ou arco longo, terror dos inimigos da Inglaterra.
Nesta ocasião, todo o povo se levantou pela causa nacional, tendo, na quase lendária padeira de Aljubarrota, um símbolo assaz interessante: mulher forte, guerreira, lutando ao lado dos homens, como as mulheres celtas. Coincidentemente, até o seu nome próprio, Brites, evoca a antiga celticidade.
Pode ler-se mais sobre a batalha aqui
Viva sempre este momento na memória da Nação, como exemplo da coragem de quem não tem medo de enfrentar forças maiores quando está em causa a independência da Pátria. Trata-se, não apenas da lembrança de um antigo conflito fratricida entre uma Nação que quer ser livre e uma ordem imperial chauvinista (castelhana), naquele que é talvez um dos primeiros episódios, depois da Antiguidade, da luta da Nação contra o Império (final da Idade Média, dealbar da Modernidade), mas, mais politicamente falando, de um exemplo de como é possível fazer frente, com sucesso, a um inimigo aparentemente gigantesco.

Para saber mais sobre a efeméride, e sobre actuais actividades a seu respeito, clicar nesta página.

quarta-feira, Agosto 13, 2014

NOSSA SENHORA DIANA E O SEU FESTIVAL, NEMORÁLIA


Dia 13 de Agosto é marcado pela celebração da Nemorália (também conhecido como «Festival das Tochas»), mais tarde adoptado pelos católicos como Festa da Assunção.

Este festival é realizado ou no dia 13 ou no dia 15 de Agosto ou na Lua Cheia de Agosto, em honra de Diana.
Neste dia, colocavam-se cornos de vaca - simbolismo de Hércules - na parte da frente do templo da Deusa.

Ovídio (século I a.c. ou VI A.U.C.) descreve esta celebração do seguinte modo:
«No vale Ariciano,
Há um lago rodeado de florestas com sombra,
Consideradas sagradas por uma religião dos tempos antigos...
Numa longa cerca, pendem muitas peças de novelos feitos de fios de linho entrelaçados,
E muitas tábuas estão lá colocadas
Como ofertas de gratidão à Deusa.
Muitas vezes, uma mulher cujas preces foram por Diana respondidas,
Com uma grinalda de flores coroando-lhe a cabeça,
Vai a pé desde Roma carregando uma tocha ardente...
Lá, uma corrente flui, sussurando, do seu leito rochoso...
»


Durante a celebração, os adoradores formavam uma luminosa procissão de tochas e velas à volta das escuras águas do Lago Nemi, ao qual se chamava «Espelho de Diana». As luzes das suas velas juntavam-se às luzes da Lua, dançando, reflectindo-se sobre a superfície da água.


O festival é levado a cabo à maneira grega, isto é, Grecu Ritu, de cabeça descoberta.
Centenas juntavam-se perto do lago, usando grinaldas de flores.
De acordo com Plutarco, parte do ritual (antes da procissão em torno do lago) consiste na lavagem do cabelo e na sua decoração com flores.
É um dia de descanso para mulheres e para escravos. Os cães também são honrados e adornados com flores. Os viajantes entre os bancos do norte e do sul do lago são transportados em pequenos barcos iluminados por lanternas. Candeias similares eram usadas pelas vestais e foram encontradas imagens da Deusa em Nemi, por isso Diana e Vesta são por isso, algumas vezes, consideradas como sendo a mesma Deusa.

Um poeta do primeiro século d.c. (oitavo século A.U.C.), Propertius, que não foi ao festival mas que o observou de fora, disse, a alguém que amava:
«Ah, se tu ao menos pudesses andar por lá nas tuas horas de ócio.
Mas não nos podemos encontrar hoje,
Pois que te vejo exaltada com uma tocha ardente
Em direcção ao bosque de Nemi foste tu
Levando uma luz em honra da Deusa Diana
»


Pedidos e ofertas a Diana podem incluir:
- pequenas mensagens escritas em laços atados ao altar ou a uma árvore;
- pequenas estatuetas feitas de barro cozido ou de pão, representando partes do corpo que precisem de cura; pequenas imagens de barro de mãe e filho;
- finas esculturas de veados; dança e canto;
- fruta, como, por exemplo, maçãs.

Faziam-se oferendas de alho à Deusa da Lua Negra, Hécate, durante o festival.




Era proibido matar ou caçar qualquer animal durante a Nemorália.

Importa agora saber Quem é Diana.
Diana é uma Deusa Itálica celestial e luminosa. O Seu nome parece provir da palavra «Dius», que expressa a ideia de brilho relacionado com o céu. Diana tem um carácter nocturno e lunar, não sendo no entanto o mesmo que a Lua, como mais tarde veio tantas vezes a ser identificada. Há também aqui uma relação etimológica com os teónimos Janus (Deus dos Inícios) e Anna Perena, outras Duas Deidades latinas. Esta última pode estar relacionada com um monte hindu de nome Anna Purna. «Anna Perena» significaria «Anna Que fornece».
É possível que Anna e Diana, sendo teónimos de certo modo «pan-indo-europeus», fossem originalmente genéricos entre os Ítalos e agrupassem Deidades de distintos santuários como se Estas fossem aspectos diferentes da mesma Divindade, e aqui havia espaços para importações, sincretismos, etc..

É, desde cedo, uma Deidade protectora da virgindade e das meninas, embora também pudesse presidir aos partos, sob o nome de Diana Lucina, isto é, «Diana Que faz vir à luz», tendo este epíteto, Lucina, em comum com Juno.

Diana pode ter sido em tempos a parceira de Júpiter; todavia, na época histórica conhecida a esposa deste Deus é Juno.

Apesar de, por ter sido considerada equivalente à helénica Ártemis, ter adquirido, na mente dos adoradores, um aspecto florestal de caçadora, nunca perdeu o Seu carácter propriamente lunar, o qual a própria Ártemis também possui. Tal como Ártemis, tem uma faceta violenta e sanguinária, vingativa, embora Se notabilize pelo Seu lado mais pacífico e protector.

Os Seus santuários mais antigos ficavam em Cápua - onde é conhecida como Diana Tifatina, ou Diana de Tifata, montanha situada a norte de Cápua, e onde Lhe é consagrada uma corça, símbolo de longevidade, garante da existência da cidade, o que traz repentinamente à memória o facto de que o romano Sertório conseguiu a estima e a admiração dos Lusitanos ao afirmar que se comunicava com uma corça mágica, e é de notar que a Deusa Diana foi das Deidades mais adoradas na Lusitânia - e em Arícia, povoação vizinha de Roma. Nesta última localidade, o Seu templo estava situado mais precisamente no bosque de Nemus. O facto de este local de culto estar associado a escravos pode ter a ver com a total liberdade de que estes gozavam no dia 13 de Agosto.

Aqui, no bosque de Nemus, onde Lhe chamam Diana Nemorensis, o Seu aspecto florestal é talvez mais marcado, pois que «Nemus» significa «bosque» com sentido sagrado, o que parece especialmente interessante, se se tiver em conta que «Nem», nas línguas célticas, significa ao mesmo tempo «Sagrado» e «Céu» e está na raiz da palavra «Nemeton», a qual por sua vez significa precisamente «Bosque Sagrado». Esta semelhança etimológica não surpreende quando se sabe que o Latim e o Celta são da mesma origem: partem do grande ramo Celto-Italiota da família Indo-Europeia ocidental. Em território hoje português, pouco a norte do Douro, viveram os Nemetati. Na Galiza registou-se uma «Nemetóbriga» já nos tempos da Romanização. Na Ásia Menor, actual Turquia, existiu uma povoação com o nome de Drunemeton.


O santuário de Nemi, perto de Roma, de origem latina, teria sido, de acordo com a tradição romana, fundado por Egerius Baebius ou Laevius, ditador latino que representava várias povoações, tais como Aricia, Tusculum, Tibur e Lanuvium, entre outras. Outro possível fundador poderá ter sido Manius Egerius. Entretanto, uma tradição estrangeira atribuía o surgimento do santuário ao herói helénico Orestes, o qual, depois de matar o rei Thoas do Queroneso Táurico (Crimeia), fugira com a sua irmã para Itália, trazendo consigo o culto de Diana Táurica. Em Nemi havia uma outra Deidade, associada a Diana, que era Vírbio – e Vírbio tinha com Diana uma relação similar à de Hipólito e Ártemis: um Deus jovem e moribundo e uma Deusa Mãe telúrica que O ressuscita, esquema assaz conhecido e divulgado no Mediterrâneo Oriental, classicamente representado pelo mito de Cíbele e Átis, Osíris e ÍsisAfrodite e Adónis… Aparentemente, os Romanos achavam que Vírbio era o mesmo que Hipólito.


Segundo Estrabão e Ovídio, vivia nos montes da floresta de Nemi um sacerdote-rei (Rex Nemorensis) que, em determinadas circunstâncias, tinha de lutar com quem o desafiasse, isto porque quem quisesse ocupar o lugar deste monarca tinha de o matar, golpeando-o com um ramo arrancado de certa árvore. Pode haver aqui uma semelhança com mitos célticos.


O templo de Diana mais importante foi o do monte Aventino, edificado antes de 509 a.c. ou 244 A.U.C. pelos Romanos com o intuito de colocar a confederação das cidades do Lácio sob a protecção da Deusa

A igreja tentou abafar o Seu culto com a instituição da Assunção de Maria, no dia 15 deste mês - mas Diana permaneceu viva nas tradições populares dos povos meridionais onde a Romanidade deixou vestígios.

Nas colónias ou províncias imperiais, o culto de Diana assumiu diferentes formas.

Na obra «Guia Arqueológica de España», pode ler-se:
«Os Romanos conquistaram a povoação e chamaram-lhe Saltus Dianae, ou Santuário de Diana, mas na escavação arqueológica do local não se encontrou até ao momento nenhum templo, apenas inscrições e moedas romanas.»

É possível que o topónimo Font Janina (em Catalão) ou Ribagorza Fonchanina (em Castelhano), seja vestígio da Deusa, visto que se encontra nessa zona uma montanha com silhueta de mulher.

E que dizer do caso português?

Para começar, a Crónica Geral de Espanha, texto medieval, dá a conhecer um mito segundo o qual o nome «Lusitânia» deriva do facto de Hércules ter por aqui passado e resolvido dedicar jogos à Deusa Diana (Ludi + Diana = Lusitânia).
Entretanto, o templo de Évora é popularmente conhecido como o «templo de Diana», apesar de provavelmente ter sido local de culto imperial. Porque se estabeleceu então a ideia de que o templo era de Diana?

Voltando agora ao concreto e sabido, registam-se em várias da Europa Meridional algumas palavras que derivam de Diana, não apenas em etimologia, mas também, de certo modo, em significado:

Janas: espécie de espíritos femininos da Floresta, usualmente referidos no plural (diz-se «Jãs» no Algarve);
Ja: bruxa, em Português (cai o n entre as vogais, tal como sucede em manu>mão, característica tipicamente galaico-portuguesa);
Xanas: o mesmo que Janas, mas nas Astúrias e estando aí ligadas às fontes e nascentes, como as Camenas latinas, que eram também adoradas em Roma no dia XIII de Agosto;
Jana: pesadelo, em Occitano (língua do sul de França);
Yana: bruxa, en Sardo logudorês (língua da Sardenha);
Zâna: fada, em Romeno;
Zanë: fada, em Albanês; é também uma personagem mitológica albanesa que protege os heróis e, tal como Diana e Ártemis, tem um animal acompanhante, que, no caso, é uma javali ou uma cabra.

 Xana, Jana ou Jã


O folclore europeu situa as Janas em locais como este

É de lembrar que na Antiguidade tardia ou nos primórdios da Idade Média, um certo evangelizador, S. Martinho de Braga, denunciava o culto das Dianas...
---

Parte deste artigo deriva de um texto apresentado no forum religioso da organização norte-americana Nova Roma, da autoria de Arnamentia Moravia Aurelia, Sacerdos Dianae (Sacerdotisa de Diana) e de Lucia Modia Lupa, Sacerdos Dianae, duas modernas sacerdotisas de Diana.