Domingo, Julho 19, 2009

OS DEUSES NO MUNDO ANTIGO E O ATEÍSMO

Continuando a leitura atenta deste artigo: (ler a primeira parte ontem)

Não se coloca no mundo antigo o problema da fé. Ou seja, não existe a dimensão da fé em algo do qual não se tem experiência. Não tem sentido por isso mesmo a pergunta de se alguém crê em Deus. Estamos a falar da fé no sentido do testemunho de uma afirmação do sujeito mais além do que se dá no registo dos sentidos, e não coincide com a essencialidade de uma religião epifânica. No mundo grego não se pergunta se alguém crê em Afrodite ou em Hades, simplemente a morte e o sexo são partes do mundo. Ninguém duvida de que o sexo existe. Deste modo, o que realmente se perguntam os Gregos, que é o equivalente de crêr em Deus, manifesta-se na expressão «toús theoús nomízein», o que significa considerar os Deuses, tê-Los presentes, venerá-Los e respeitá-Los, viver num universo sagrado. Em vez disso, a nossa sociedade moderna é - segundo a expressão de Max Weber - o lugar em que Deuses não estão. E em relação à famosa acusação contra Sócrates de «asébeia», de impiedade, diz-se justamente que não considera os mesmos Deuses que a cidade considera.
Todo o mundo antigo fala da presença efectiva e contínua dos Deuses. A palavra «ateu» - do Grego «atheos» - tem originariamente no mundo antigo o sentido de estar desprovido de Deuses, de tal modo que o ateu não significa originariamente que um indivíduo não acredita em Deuse, mas sim que, digamos assim, os Deuses não estão com ele, que ele está desprovido de Deuses, que não tem cidade, que não tem um lugar no mundo.
Porque, no mundo antigo, reconhecia-se a dimensão sagrada, superior da existência. Essa parte ainda não tinha sido mutilada pelo Cristianismo e pelo ateísmo.

POLÍCIAS PAGÃOS BRITÂNICOS PASSAM A TER DIREITO A FERIADOS RELIGIOSOS

Logotipo da Associação Pagã da Polícia britânica

No Reino Unido, há regiões em que os agentes da polícia de religião pagã já podem ter até oito dias de folga por ano só para eventos religiosos, tais como o Solstício de Verão e o Samhain ou Halloween (Primeiro de Novembro).
Esta conquista verificou-se na sequência do trabalho levado a cabo pela Associação Pagã da Polícia, que tem já um website (em construção), bem como um local internético de apoio a polícias pagãos (também em construção, mas já com alguns textos).

A Polícia de Hertfordshire, por exemplo, até autoriza os seus agentes pagãos a alterar o seu tempo de férias para coincidir com os dias santos pagãos - e tem já dois capelães pagãos.

A POLÍTICA DOS DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS - MAS DESTA VEZ DA PARTE DOS MUÇULMANOS...

Quem é que já reparou na diferença entre o tratamento que o mundo islâmico deu à Dinamarca e o tratamento que o mundo islâmico está a dar à China?...

O autor deste artigo reparou nisso e reparou bem...

A Dinamarca limitou-se a permitir que um jornal publicasse caricaturas a satirizar Maomé e teve embaixadas atacadas e manifestações «expontâneas» de milhares de muçulmanos a guinchar-lhe ameaças de morte e outros foleiros impropérios.

Já a China, anda há anos a censurar a liberdade de expressão da minoria muçulmana uighur que vive no seu território, a proibir o uso de barbas longas aos funcionários públicos, a proibir-lhes as orações quando estão no trabalho, a proibi-los até de aprenderem a sua própria língua nas escolas, a deslocá-los da região em que vivem para terras longínquas dentro da enorme pátria chinesa, e ao mesmo tempo a incitar gente da maioria étnica chinesa, isto é, da etnia Han, a irem viver para o território destes uighures (província de Xinjiang), que é, como se sabe, uma antiga estratégia para cometer genocídio (fazer com que a etnia que se pretende eliminar perca o seu espaço vital exclusivo).

Até agora, parece que só a Turquia é que se atreveu a acusar a China de genocídio... o resto do mundo muçulmano parece que assobia para o lado...

Qual será a origem desta diferença de postura?
Terá algo a ver com a notória diferença de tamanho entre o pequeno mas nobre país escandinavo e o gigantesco e repressor Estado chinês?
Ou com o facto de que os muçulmanos esperam à partida que os Europeus se agachem, mas não alimentam sequer um terço de tal veileidade com os Chineses?


De um modo ou doutro, o que fica à vista é que os muçulmanos podem ser fanáticos e suicidas, mas não são «parvos»... respeitam a força superior...

Quer isto dizer que para os acalmar não há melhor do que a demonstração senão mesmo o uso brutal da força - porque quando se lida com animais, com criminosos e com muçulmanos, é só preciso mostrar mais poder e determinação para o aplicar até ao extermínio em massa.

DESPEDIDO POR VOCIFERAR CONTRA ALUNOS MUÇULMANOS...

No Reino Unido, um professor da primária, de origem grega, diz ter sido despedido por dar reprimendas aos alunos muçulmanos.

E porque dava eles reprimendas aos meninos crentes da religião da paz?

Porque, na escola primária em que dava aulas, sita na parte oriental de Londres e frequentada maioritariamente por gente de minorias não brancas, os meninos muçulmanos ofendiam-no por ser cristão e louvavam constantemente o terrorismo islâmico... e não raras vezes faziam declarações de ódio contra os cristãos e contra os Judeus...

E certa vez em que mostravam contentamento por um rapaz ter morrido quando um muro lhe caiu em cima, o professor perguntou-lhes porque estavam tão contentes, aos que os petizes muçulmanos responderam «porque o rapaz era inglês»...

Sábado, Julho 18, 2009

SOBRE A NATUREZA DOS DEUSES


Da obra «Sobre os Deuses e o Mundo», de Sallustius (século IV d.c.):

Que Deus é inalterável, nunca gerado, eterno, incorpóreo, e não existe no espaço.
Que seja assim o discípulo. Que os ensinamentos sejam do seguinte tipo. As essências dos Deuses nunca vieram à existência (porquanto o que existe sempre nunca pode começar a existir; e existe para sempre aquilo que possui força primordial e que, pela sua própria natureza, nada sofre): nem consistem em corpos; e mesmo nos corpos, os poderes são incorpóreos. Nem estão contidos no espaço, pois que essa é uma propriedade dos corpos. Nem estão separados da primeira causa nem uns dos outros, do mesmo modo que os pensamentos não estão separados da mente nem os actos de conhecimento estão separados da alma.

Sobre os Deuses Cósmicos e Hipercósmicos
De entre os Deuses, alguns são do mundo, alguns são cósmicos, e alguns são hipercósmicos. Por cósmicos, quero dizer Aqueles que fazem o Cosmos. Dos Deuses hipercósmicos, alguns criam a Essência, alguns a Mente, e alguns a Alma. Portanto, Eles têm três ordens.
De entre os Deuses cósmicos, Alguns fazem com que o mundo seja, outros animam-no, outros harmonizam os seus diferentes elementos; e um quarto tipo de Deuses mantem-no em harmonia.
Estas são as quatro acções, tendo cada uma delas um começo, um meio e um fim. Por isso, há doze Deuses que governam o mundo.
Aqueles que fazem o mundo, são Zeus, Poseidon e Hefaistos; Aqueles que o animam, são Demeter, Hera e Ártemis; Aqueles que o harmonizam, são Apolo, Afrodite e Hermes; e Aqueles que por ele zelam, são Hestia, Atena e Ares.
Podem ver-se sugestões secretas de tudo isto nas imagens dos Deuses: Apolo toca uma lira; Atena está armada; e Afrodite está nua, porque a harmonia cria beleza e a beleza nas coisas visíveis não está encoberta.
Enquanto estes doze possuem o mundo no sentido primário, devemos considerar que os outros Deuses estão contidos neles. Dionisos em Zeus, Asclépio em Apolo e as Cárites em Afrodite, por exemplo.
Podemos também discernir as Suas várias esferas: a Héstia, pertence a terra; a Poseidon, a água, a Hera, o ar; a Hefaistos, o fogo. As seis esferas superiores, aos Deuses aos Quais elas são usualmente atribuídas. Pois Apolo e Ártemis devem ser tomados pelo Sol e pela Lua respectivamente, a esfera de Cronos deve ser atribuída a Demeter; o éter, a Atena, enquanto os céus são comuns a todos. Assim, as ordens, os poderes e as esferas dos doze Deuses foram explicadas e são celebradas em Hinos.

O DIVINO IMANENTE NO MUNDO SEGUNDO OS GREGOS

Em segundo lugar, e para aprofundar a especificidade da sensibilidade religiosa do mundo antiguo, há que partir da consabida característica essencial da religião grega, que se denomina religião epifânica. A palavra «epifania» vem da raiz «phan» que significa «manifestar-se», donde vem portanto o termo «fenómeno». Falar de uma religião epifânica significa que os Deuses manifestam-Se continuamente no mundo, que o próprio mundo, como cosmos eterno, é uma contínua epifania. Isto é, os Deuses gregos, todo o conjunto do panteão, não são Deuses transcendentes, não são Deuses fora do mundo. Todos os Deuses representam aspectos sagrados deste mundo. Assim, Zeus é o céu, é o Pai, é a Lei, é a Justiça. Hades é a morte. Afrodite é o sexo. Não existe então no mundo helénico a concepção de uma Divindade transcendente. Isto, além de estar atestado na religiosidade popular, na literatura homérica, na literatura da tragédia, aparece como elemento sempre presente na Weltanschauung, a visão do mundo dos filósofos antigos. Assim, pode-se citar o fragmento trinta de Heráclito, trasmitido por Clemente de Alexandria, que diz: "a este cosmos (...) nenhum dos homens nem dos Deuses o criou, pois que sempre foi e para sempre será, e será fogo sempre vivo que se acende segundo medidas e apaga-se segundo medidas."

Este fragmento (Fr. 30 da ordenação mais habitual) atesta especificamente a crença de que não há uma criação. É um cosmos não criado, eterno, nega-se a poiesis, a chamada criação ex nihilo. Nem por nenhum dos homens, nem por nenhum dos Deuses. O universo é eterno, mas está submetido a ciclos: acende-se segundo medida e apaga-se segundo medida. Por isso, na mesma direcção, Karl Kerenyi, o estudioso relacionado estreitamente com a psicologia da profundidade de Karl C. Jung, entende que a religião grega é uma religião da positividade do mundo, a religião grega é um cântico permanente de que o mundo existe, e que no há outra coisa mais que o mundo. Neste sentido, a respeito de certas afirmações acerca dos Deuses como elementos sobrenaturais no mundo antigo, interessa-nos enfatizar que a palavra «sobrenatural» é incorrecta e anacrónica a respeito dos Gregos, porque é de criação cristã. Para os Gregos não existe nada, digamo-lo assim, hyperphýsios, sobrenatural, mais além da physis . Mas a natureza - como tradução de «physis» abarca todo o real, e tem os seus mistérios. Como diz o mesmo Heráclito: "a natureza - physis - ama ocultar-se".
Todo O universo, tudo o que é a physis, é sagrado. Não existe a concepção de algo sobrenatural. Há em todo o caso uma direcção da filosofia platónica e aristotélica de transcender os limites da physis - o que posteriormente chamar-se-á justamente metafísica - com uma elaboração teórica, mas isto não forma parte do conglomerado das crenças da colectividade antiga da Grécia.

MAIS DE UM QUARTO DOS JOVENS CONDENADOS POR CRIMES EM PORTUGAL SÃO ESTRANGEIROS

Mais uma vez, os factos demonstram que a criminalidade em Portugal é desproporcionalmente cometida por alienígenas - e atenção que muitos dos jovens africanos envolvidos em actos criminosos são considerados como cidadãos nacionais, pelo que o número real de jovens alógenos criminosos é maior ainda do que o indicado no texto abaixo:

Portugal alberga nos seis centros educativos 199 jovens dos 14 aos 16 anos pela prática de crimes. 81% são crimes de roubo e de furto. Desses quase 200, mais de 50 foram praticados por estrangeiros. Apesar de o Relatório de Segurança Interna revelar que este tipo de criminalidade diminuiu, a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa aponta para o inverso.
Mais de um quarto dos jovens condenados em Portugal são estrangeiros. Ou seja: 27%, já que dos 199, com idades entre os 14 e 16 anos, que se encontram internados em centros educativos pela prática de crimes, 54 são de origem estrangeira - a maioria da Europa do Leste e do Brasil. A prática de crimes como furto - simples ou qualificado - e roubo (já com uso de arma de fogo e violência), também simples ou qualificado, estiveram na base das condenações. Dados fornecidos pela Direcção-geral de Reinserção Social revelam que o número de jovens nos centros educativos é o mesmo em 2007 e 2008. O que parece contraditório com as estatísticas do Relatório de Segurança Interna referentes ao ano passado, já que revela uma diminuição da criminalidade juvenil cerca de 43% relativamente a 2007.
Aliás, a directora- geral de Reinserção Social, Leonor Furtado, em declarações ao DN, confirmou que "a tendência da criminalidade juvenil tem sido a de crescimento", nomeadamente no caso das jovens estrangeiras. Actualmente, das 22 raparigas internadas a cumprir medida tutelar, 13 são estrangeiras, enquanto em 2008, das 12 internadas, apenas quatro eram estrangeiras.
A Procuradoria-geral e Distrital de Lisboa (distrito judicial onde ocorrem maior números de casos de delinquência juvenil)- revelou também, durante esta semana, que em 2006 recebeu 4096 inquéritos tutelares educativos, enquanto em 2007 foram 4860 e, em 2008, 4872 casos. Ou seja: mais um aumento que contraria também os dados do Relatório de Segurança Interna divulgado pelo ministério. Só no Tribunal de Família e Menores de Lisboa foram registados 1606 inquéritos em 2006, 2246 em 2007 e 2215 em 2008.
De acordo com a Lei Tutelar Educativa (ver P&R) as medidas de internamento podem ser cumpridas até que um jovem perfaça 21 anos e têm a duração máxima de três anos, por cada crime cometido.
Actualmente estão 964 jovens a cumprir medidas na comunidade. Destes, 39% são medidas de acompanhamento educativo, 32% de imposição de obrigações como reparar o dano causado - como um vidro partido - e 22% de tarefas a favor da comunidade.
No caso dos crimes mais graves, como o homicídio, pode ser aplicada a um jovem uma medida tutelar educativa até aos 3 anos em regime fechado.
"Existem pontualmente jovens com práticas criminais mais gravosas como o roubo com violência, sequestro, crimes sexuais, as ofensas corporais graves ou mesmo o homicídio", explica Leonor Furtado ao DN. "E depois há uma prática criminal que é a praticada em grupo mas que não são gangues. Em Portugal não há gangues. Há apenas jovens que praticam crimes em grupo", sublinhou também a procuradora do Ministério Público.
No caso dos jovens a cumprir medida tutelar, 81% são de crimes contra a propriedade, 9% contra a liberdade sexual, 6% contra a integridade física, 2% de tráfico e droga e 1% contra a liberdade pessoal. A média etária nos centros educativos é de 16 anos.

GNOMOS NACIONAL-SOCIALISTAS NA GERMÂNIA...



Na terra dos Teutões, o actual governo, condicionado desde há sessenta anos pelas forças do universalismo apátrida, ou seja, controlado pela Nova Inquisição, a da Igreja Anti-racista, tem agentes que lançaram agora um inquérito para averiguar se um jardim repleto de gnomos de pedra em saudação romana, presente numa galeria de arte em Nuremberga, constitui ou não um crime...

Isto porque a Nova Inquisição, a do Anti-racismo, tentou castrar a Alemanha ao proibir a ostentação em público de qualquer dos símbolos usado pelo regime nacional-socialista, há mais de sessenta anos - e um deles é o do braço direito erguido, também conhecido como «saudação romana», dada a sua origem radicar na antiguidade latina.

«A inquirição prossegue e as pessoas estão a ser interrogadas», diz um porta-voz da «Justiça»...

A única maneira de safar o jardim dos Gnomos «nazis» é garantir que a obra tinha na realidade o objectivo de ridicularizar o Terceiro Reich...

O caso depende também do que o artista e os donos da galeria tiverem a dizer em sua própria defesa... e o primeiro, igualmente de origem alemã, alega que o seu trabalho tem um sentido puramente irónico, porque quer dar uma imagem cómica da ideia da «raça dos senhores alemã».
A suprema e contra-ironia é que... nas lendas antigas, os Gnomos, embora desajeitados, são particularmente inteligentes, sábios e detentores de tesouros...

AUMENTO DA PRESENÇA DAS FORÇAS DO TERROR ISLÂMICO NO BRASIL

Agradecimentos ao leitor Eduardo por ter trazido aqui este artigo, que mostra bem o caminho perigoso e eventualmente anti-ocidental que um dos países que a elite tuga mais adora está a tomar:

O terrorismo chegou ao Brasil antes da década de 90 e já está na fase de recrutamento de seguidores brasileiros, disse o director de inteligência da Polícia Federal, Daniel Lorenz de Azevedo, durante audiência na Comissão de Segurança Pública da Câmara na última terça-feira. Desde a prisão do "senhor K", um membro da alta hierarquia da Al Qaeda em São Paulo, em Maio, o deputado Raul Jungmann (PE) pediu a realização da reunião, da qual participou também o chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Jorge Félix.
Lorez contou que, primeiro, os terroristas apenas passavam pelo país. Depois, tomaram brasileiras por esposas para morar no país e conseguir cidadania brasileira; numa terceira etapa, passaram a encantar os brasileiros com as suas ideias e a recrutá-los para participação nas redes internacionais ligadas ao terror. A etapa atual é a de usar o Brasil como base para planeamento, reconhecimento e logística de actos terroristas no exterior.

Se os terroristas estão progredindo no país, o governo brasileiro caminha na contramão. Jungmann disse que, em conversa com as autoridades do Ministério da Justiça sobre o assunto, ouviu a seguinte explicação: não se toma nenhuma medida para não atrair o terror. Por isso, apesar de na Câmara tramitarem mais de 30 projectos para tipificar o crime de terrorismo, não há legislação que trate do assunto.
"Como não temos a tipificação do tema, entramos na teoria dos crimes conexos", explicou Lorenz aos deputados. Isso significa que mesmo sabendo que determinado indivíduo ou grupo está envolvido com o terror, prende-se o indivíduo apenas porque ele usa documentos falsos, por exemplo. A libertação pela Justiça não demora. O director da PF lembra que o facto de o país não ter sofrido atentados não justifica a falta de legislação porque em Istambul houve um ataque a uma agência do banco inglês Santander, matando centenas de turcos, para atingir a Inglaterra.
O Brasil, adverte o parlamentar do PPS, não pode continuar sem que o terrorismo seja crime tipificado porque "podemos pagar caríssimo por isso, como pagou a Argentina". Jungmann se referia aos dois atentados cometidos contra a comunidade judaica, um em 1992, outro em 1994. "A Argentina tinha a mesma posição do Brasil, que eu chamo de ‘não é connosco’; O nosso país tem uma espécie de aversão a discutir esse tema, que ao mundo todo preocupa". A única iniciativa que existe, diz ele, é um grupo de trabalho, o que, analisa, "é muito pouco".
Embora uma audiência pública realizada em 2007, também por requerimento de Jungmann, tenha definido que seria necessária a composição de uma autoridade de prevenção e combate ao terrorismo, para coordenar acções nesse sentido, nada evoluiu desde então porque os responsáveis por viabilizar a existência desse órgão engavetaram a proposta. O general Félix disse na audiência de ontem que se criou um núcleo, mas Jungmann acha que essa estrutura seria incapaz de exercer o papel daquela pensada em 2007.
Para o deputado, com os depoimentos na audiência, "ficou clara a elevação do risco Brasil no que diz respeito a atentados terroristas seja pela projecção do país no cenário internacional, seja pelo facto de que depois do conflito Leste-Oeste muito mais instabilidade e até pela aproximação do Brasil a países árabes e islâmicos – o que não quer dizer que eles devam se discriminados ou a eles se deva atribuir toda a responsabilidade por actos terroristas –mas a verdade é que eles estão no foco, no centro dos conflitos que implicam em actos de terror".
Outro fator a ser considerado, diz Jungmann, é o pleito do Brasil por uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU. "Ir para esse assento é tomar posição sobre conflitos globais, que é o caso do conflito árabe-israelense". Na avaliação do deputado, o Brasil quer o bónus de ser reconhecido como um "global player", mas evita reflectir sobre as responsabilidades e ónus decorrentes dessa posição, dentre outras o risco de terrorismo.


Cuidado, pois, com as alianças com o Brasil.

Sexta-feira, Julho 17, 2009

O SAGRADO COMO VIVÊNCIA POR EXCELÊNCIA DA VERDADEIRA CULTURA OCIDENTAL


Agradecimentos ao leitor Beto por ter aqui trazido esta tradução deste artigo, do qual realço a seguir algumas passagens (texto a itálico):

A experiência do sagrado entre os Gregos, por L. Pinkler - Conferência realizada no Congresso Internacional de Filosofia e Religião: o Olhar do Outro, na Academia do Sul de Buenos Aires

O título desta conferência alude à observação dp grande estudioso das religiões Mircea Eliade a respeito da pobreza das línguas modernas, em que para a experiência do sagrado só contamos com a palavra «religião». Desta perspectiva desprende-se a possibilidade de propôr uma experiência não religiosa do sagrado - ou seja, não determinada pelas práticas, dogmas, crenças de nenhuma das religiões oficiais. Pode confrontar-se a discussão deste problema na recente obra do doutor García Bazán, presente neste congresso «Aspectos Invulgares do Sagrado»(Madrid, ed. Trotta).

Interessa-nos antes de mais nada a pergunta acerca das condições de possibilidade de uma sacralidade actual e efectiva - não uma discussão arqueológica - a respeito dos testemunhos da religiosidade helénica. Digamos antes de tudo - como aclaração metodológica - que não enfrentamos neste momento o problema teórico do que é o sagrado, e para isso referimos a obra de Eliade como uma aproximação; e se em todo o caso tomamos uma síntese da noção do sagrado, este aparece na experiência como plenitude de significado e de intensidade. Ora bem, o estudo do espírito religioso dos Gregos em termos contemporâneos necessita de uma aclaração. Em primeiro lugar porque nenhuma das religiões vivas, actuais, oficiais, organizadas, de nenhum país, mantém, decerto, os cultos e crenças da antiga Grécia. Mas como segundo ponto, - e em oposição a este primeiro que mostra a ausência de uma práctica de “cultos pagãos”, de culto de Deuses gregos - afirmamos que a antiga experiência grega e latina - a dos chamados, pelos cristãos, de «pagani» - foi e é uma fonte permanente do modo como nós ocidentais, como indivíduos, temos vivenciado o tentado vivenciar o sagrado: como arte, como mistério do universo e exuberância da natureza, como erotismo, como realização heróica do destino pessoal. Todos estos elementos foram plasmados desde a construção civilizatória do mundo helénico. Na profunda interpretação histórica de O. Spengler, na sua magnífica obra «A Decadência do Ocidente», mostra-se que o Ocidente é a reunião e a luta permanente entre dois espíritos opostos de difícil conciliação, o levantino (semita, mágico) e ol greco-latino e clássico. As denominações de «mágico» e «clássico» correspondem à nomenclatura spengleriana. A nossa religiosidade judeo-cristã, levantina, soterrou essa antiga sensibilidade pagã, mas – como os Titãs que foram enviados por Zeus para o Tártaro – trata-se de uma dimensão em que nada morre mas em vez disso submerge-se na latência, para retornar com mais ímpeto.

A direcção das ciências, da arte e da filosofia, sempre reconheceu a sua origem na Grécia. O Renascimento, a Modernidade, são a continuação, em grande parte, de elementos helénicos e não de judaico-cristãos.

Mas o que se passa ao nível do sagrado?

Já o grande estudioso da religião grega, Walter Otto, um dos mais inspirados intérpretes desta cultura, mostrou na sua obra «Teofania» a falta de compreensão do estilo religioso helénico entre os estudiosos do século XIX. Apesar de se valorizar o aspecto racional dos Gregos, escreve W. Otto, não ocorre o mesmo com a sua religiosidade; sem embargo, os seus Deuses continuam a fascinar-nos.

Neste ponto, voltando à primeira observação de M. Eliade, há que diferenciar a religião da experiência do sagrado.

Observemos que assim como ocorre entre alguns povos nos quais não existe palavra para dizer «pássaro», mas existem numerosos nomes para as distintas espécies de aves, entre os Gregos não há uma, mas várias palavras para dizer «religião». Existe por exemplo a palavra «Sebas», que indica «temor», veneração, donde vêm tantos nomes cristãos como Eusebio, [e Sebastião - nota do blogueiro] e daí também a denominação com que se acusa a Sócrates de impiedade, «asébeia». A palavra «Sebas» é habitualmente traduzida para Latim por «Pietas». Também «religião» em Grego diz-se «Eulábeia». «Eulabeia» é o correcto equivalente do termo latino «Religio», que significa originariamente «Atenção», «Recolhimento», «Cuidado», «Precaução». E esta atenção cuidadosa dá-se a respeito das manifestações mesmas do Cosmos, que é divino. «Religião» também se diz em Grego «Threskeia», como o conjunto de actos rituais, de normas, de especificidade das prácticas de culto da colectividade.
Também, em certo sentido, a palavra «Theoría», donde deriva «Teoria», é uma palavra do grupo semântico da religião. A palavra «Theoria» - da mesma raiz de «Théatron» ,«Teatro» - tem como significado básico «contemplar», e designa a festividade, o tempo especial onde o sagrado realiza a sua manifestação. Já Karl Kerenyi tinha assinalado que a noção de theoría como festa é essencial para a compreensão da religiosidade antiga (pode-se ver de Kerényi uma recente reedição da tradução de «A Religião Antiga» em ed. Herder ).
E nesta direcção é mister assinalar que em termos de visião antiga do mundo, o sagrado inunda muitos aspectos que pareceriam profanos, ao ponto de identificar-se com a cultura no seu conjunto. Por isso, mais do que tentar – na presente aproximação – dar uma definição do sagrado, importa verificar como se apresentou o sagrado na aurora da nossa civilização. O mesmo Walter Otto, assinala neste ponto, algo que é mister considerar para realizar esta distinção entre religião e sagrado: em todas as partes onde a religião e a cultura se encontram com a sua força original, a religião e a cultura são no fundo uma mesma coisa, a religião não é um valor que se agregue a bens culturais, mas sim a mais profunda revelação do seu conteúdo e essência (in «Teofania»).
Esta união inseparável - sublinhada por Otto - entre religião e cultura, entenda-se bem, não é uma interpretação filosófica, mas sim o testemunho de um facto concreto. No mundo antigo, antes da irrupção do Cristianismo, religião era sinónimo de cultura, pois só desde o Cristianismo se acede a uma religião de índole universal, uma religião que trascende justamente os elementos específicos de uma cultura particular.


Pode portanto dizer-se, caros leitores, que sem o sagrado antigo, ou seja, sem a Religião pagã ancestral, a cultura ocidental não está completa - não é vivida na sua totalidade, mas apenas como sombra ou eco.

RECORDAR A BATALHA DE NAVAS DE TOLOSA




A 16 de Julho de 1212 deu-se a Batalha de Navas de Tolosa, na qual as forças do rei castelhano Afonso VIII, auxiliadas pelas hostes de Leão, Navarra, Aragão e de Portugal - estas últimas lideradas pelo rei D. Afonso II, o Gordo - esmagaram as tropas islâmicas num combate que marcou o recuo decisivo e irreversível da Moirama, curiosamente num dia que na Roma pagã era consagrado à Deusa Vitória.

Desta página castelhana, retira-se este empolgante trecho:

«As tropas almohadas, provenientes dos territórios que denominavam «Al-Andalus» e soldados berberes do norte de África, reunidas para formar una jihad que expulsaria definitivamente os cristãos da Península Ibérica. Tinham estado a retardar o choque frontal com o fim de conseguir debilitar a união das tropas cristãs e esgotar as forças destas por esgotamento das suas provisões.
Os castelhanos de segunda línea, al mando de Nuñez de Lara, y las Órdenes Militares formaban en el centro flanqueados a la derecha por los navarros y las milicias urbanas de Ávila, Segovia y Medina del Campo; y a la izquierda por los aragoneses. Tras una carga de la primera línea de las tropas cristianas capitaneadas por el vizcaíno Diego López de Haro, los almohades, que doblaban ampliamente en número a los cristianos, realizan la misma táctica que años antes les había dado tanta gloria. Los voluntarios y arqueros de la vanguardia, mal equipados pero ligeros, simulan una retirada inicial frente a la carga para contraatacar luego con el grueso de sus fuerzas de élite en el centro. A su vez los flancos de caballería ligera almohade, equipada con arco, tratan de envolver a los atacantes realizando una excelente labor de desgaste. Recordando la batalla de Alarcos era de esperar esa táctica por parte de los almohades. Al verse rodeados por el enorme ejército almohade, acude la segunda línea de combate cristiana pero no es suficiente. La tropa de López de Haro comienza a retirarse pues sus bajas son muy elevadas no así el propio capitán el cual, junto a su hijo, se mantiene estoicamente en combate cerrado junto a Nuñez de Lara y las Ordenes militares.
Al notar el retroceso de muchos de los villanos cristianos, los reyes cristianos al frente de sus caballeros e infantes inician una carga crítica con la última línea del ejército. Este acto de los reyes y caballeros cristianos infunde nuevos bríos en el resto de las tropas y es decisivo para el resultado de la contienda. Los flancos de milicia cargan contra los flancos del ejército almohade y los reyes marchan en una carga imparable. Según fuentes tardías el rey Sancho VII de Navarra aprovechó que la milicia había trabado en combate a su flanco para dirigirse directamente hacia Al-Nasir. Los doscientos caballeros navarros junto con parte de su flanco atravesaron su última defensa: los im-esebelen, una tropa escogida especialmente por su bravura que se enterraban en el suelo o se anclaban con cadenas para mostrar que no iban a huir. Sea como fuere lo más probable es que la unidad navarra fuera la primera en romper las cadenas y pasar la empalizada, lo que justifica la incorporación de cadenas al escudo de Navarra. Mientras la guardia personal del califa sucumbía fiel a su promesa en sus puestos, el propio Al-Nasir se mantenía en el combate dentro del campamento.
No existía en aquella época ninguna forma humana de detener una carga de caballería pesada cuando se abatía sobre un objetivo fijo y lograba el cuerpo a cuerpo. En las Navas, los arqueros musulmanes, principal y temible enemigo de los caballeros, principalmente por la vulnerabilidad de sus caballos, no podrían actuar debidamente cogidos ellos mismos en medio del tumulto. El ejército de Al-Nasir se desintegró.»

Num brilhante sítio internético que já desapareceu, podia ler-se o seguinte:

«Detendo o avanço dos Almóades na Península Ibérica, os reis de Castela, Aragão, Navarra, Leão e Portugal fizeram reunir um exército coligado contra as tropas do Califa al-Nasir, derrotadas por completo nesse dia. Esta importante e sanguinolenta batalha foi das mais renhidas da Alta Idade-Média, marcando uma data decisiva para a Reconquista na Espanha. As Fronteiras meridionais de Castela nunca mais recuaram. A batalha ganhou assim foros de autêntica Cruzada Ibérica contra os Muçulmanos, constituindo, portanto, um momento marcante da chamada Reconquista. O contingente Português, a arraia miúda dos concelhos e a Cavalaria do Templo, sob o comando de Afonso II, tais prodígios de valor obraram, assinalados por vários cronistas, que essa batalha de Navas foi o baptismo de sangue do novo reino cristão entre os demais da península, a sua carta de nobreza e valentia, o reconhecimento universal da sua robustez e do valor do seu esforço (...).»
Tão augusto episódio histórico não perdeu relevância simbólica, antes a ganhou - não apenas porque a ele se deve, em grande medida, a actual existência pacífica das nações ibéricas, mas também porque se constitui como modelo de resistência, e de teimosa resistência, e de redobrada resistência, quando tudo parece perdido contra um invasor poderosíssimo, mostrando que quando alguns do nosso lado parecem enfraquecer ou recuar, isso deve funcionar como mais um incentivo para que avancemos com mais força. Este magistral exemplo afigura-se notoriamente útil numa altura em que o mesmo inimigo que neste embate foi abatido, volta a ameaçar o Ocidente, pois que as forças do imperialismo muçulmano estão de novo às portas da Europa, ou aliás, já dentro de portas, pois que bem pior do que o perigo do fortalecimento militar dos Estados islâmicos (como o Paquistão e o Irão, por exemplo) é o perigo que a presença já interna de milhões e milhões de muçulmanos oferece à Europa, e que, em crescendo, poderá, tal como há dois mil anos foi feito pelos cristãos, afastar os Europeus ainda mais das suas verdadeiras raizes europeias.

LOJAS DE CONVENIÊNCIA HOLANDESAS QUE NÃO QUEREM MAIS EMPREGADOS MARROQUINOS

Na cidade holandesa de Amsterdão, vários estabelecimentos (trinta e um, pelo menos) de uma cadeia de lojas de conveniência, a Albert Heijn (AH), receberam ordens locais de não dar mais empregos a marroquinos.
Um trabalhador anónimo da AH disse ao jornal De Telegraaf que «já há demasiados jovens marroquinos a trabalhar aqui. Isso pode tornar-se ameaçador para os clientes».

Vá-se lá saber porquê... pois se até um jornalista indiano, de tez assaz escura, que vive na Holanda e sempre foi a favor do multiculturalismo, já veio a público dizer que preferia estar ao pé de «nazis» do que de jovens marroquinos, pode imaginar-se como não será a coexistência com esta gente...

A direcção central da AH mostrou-se indignada com o sucedido e garantiu não aceitar qualquer espécie de racismo, e pediu muitas desculpas a todos os afectados... e a agência anti-discriminação holandesa, ou seja, a representação local da Inquisição Anti-racista, já afirmou que considera a hipótese de tomar uma atitude contra a AH...

ÁRABES IMPLICITAMENTE AUTORIZADOS A SEREM ETNICISTAS

Nos Emiratos Árabes Unidos, considera-se a implementação de quotas para restringir a entrada de imigrantes não árabes...
O governo quer controlar a imigração vinda de países etnicamente alienígenas, visto que oitenta por cento dos seus trabalhadores alógenos são de origem asiática. Alimenta por isso a ideia de dar preferência a imigrantes doutros países árabes, para manter a homogeneidade da sociedade.
De acordo com as Nações Unidas, os EAU tinham uma política de fronteiras abertas, que permitia aos negócios privados a contratação de trabalhadores estrangeiros por salários internacionalmente competitivos. Em quatro milhões e meio de habitantes, 71,4% são imigrantes.

Curiosamente, não se ouve o coro de castrati a condenar o «racismo & xenofobia!» deste país árabe... porque, sendo árabe, não é branco europeu e, por conseguinte, não está moralmente obrigado a deixar-se descaracterizar etno-racialmente na sua própria pátria... porque o Europeu tem de aceitar que lhe metam dentro de casa gentes de estirpes alheias às toneladas e se não o fizer é condenado por «racismo»...

CENAS DO QUOTIDIANO MULTICULTURALISTA «EUROPEU»

«Perguntaram se éramos dinamarqueses e depois gritam "c.... dos porcos dinamarqueses!" e "F... a Dinamarca!, relata uma família dinamarquesa atacada na sua própria terra por um grupo de «jovens» imigrantes...
Pai e dois filhos adolescentes navegavam em «caiaques» foram atacados por cinco moçoilos que se deslocavam numa lancha a alta velocidade em direcção a eles tentanto abalroá-los por várias vezes enquanto riam e filmavam a cena... Reduziram a velocidade e perguntaram ao trio se era dinamarquês. Como a resposta fosse afirmativa, desataram a berrar «c.... de porcos dinamarqueses» e «f.... a Dinamarca» entre outras coisas. Desapareceram e depois voltaram, conseguindo desta vez abalroar um dos jovens dinamarqueses, e continuando a tentar fazer o mesmo aos outros dois indígenas, enquanto continuavam a rir e a filmar tudo...

Os agressores estavam hospedados num centro de correcção - e embora costumassem andar acompanhados por quatro funcionários, estavam no momento do ataque «sozinhos»...

UM RECUO DA NOVA INQUISIÇÃO ANTI-RACISTA É UMA RECUPERAÇÃO DOS DIREITOS DOS INDÍGENAS - NA ALEMANHA

Na Alemanha, é frequente que os «jovens» (isto é, os fedelhos não brancos) insultem os indígenas como «comedores-de-porco», «putas alemãs» e «alemães de merda», entre outros epítetos.
Aconteceu por exemplo na véspera de Natal de 2007 que um idoso foi em Munique brutalmente espancado e insultado com o terceiro dos impropérios acima referidos, e, em Janeiro de 2008, um grupo de pivetes turcos e árabes insultaram e agrediram os cidadãos que aguardavam numa paragem de autocarro.

Ora até agora não havia maneira de proceder contra os autores deste tipo de agressões, verbais e/ou físicas, contra os nativos, pois que a lei que protege contra a provocação étnica só abrangia os alienígenas, o que significa que as invectivas racistas contra os Alemães não passariam, perante os tribunais, de simples insultos, sem a agravante do «racismo». Mas claro, um alemão que expressasse ódio por estrangeiros seria duramente penalizado mercê dessa mesma lei.

Por esse motivo, a organização «Cidadãos Zangados» apresentou no Bundestag (Parlamento) uma petição assinada por mais de onze mil cidadãos a propôr que, doravante, o discurso de ódio contra Alemães pudesse ser igualmente punido como agressão verbal etnicamente discriminatória.

A petição foi rejeitada. A justificação que o Ministério da Justiça deu para rejeitar a medida foi contudo interessante, pois que, entre outras coisas, diz o seguinte: «basicamente, não há nada contra a interpretação de que os Alemães possam ser considerados como parte da população no sentido da lei 130 StGB.» [o que protege contra a provocação de carácter étnico] Diz também que «o comité da petição considera que as penalizações do 130 StGB são apropriadas e é da opinião de que os regulamentos oferecem possibilidades suficientes para punir os crimes correspondentes, independentemente da nacionalidade ou da origem do agressor ou da vítima

A «Cidadãos Zangados» tenciona por isso enviar este documento a todos os advogados distritais do País e em geral a todos os profissionais ligados à Justiça, professores de direito criminal incluídos, para os avisar do teor da resposta do Ministério da Justiça.

SOBRE A REACÇÃO COMUNISTA À PROPOSTA DE PROIBIÇÃO DO COMUNISMO

Como se sabe, Alberto João Jardim causou novamente polémica ao propôr uma alteração da Constituição de maneira a proibir o Comunismo em Portugal, com o argumento de que todas as ideologias totalitárias devem ser banidas.

Não concordo que uma ideologia seja proibida - mas AJJ deu mais uma vez uma lição de coerência, coragem e lucidez ao País político, porquanto não há motivo absolutamente nenhum para que o Fascismo seja proibido e o Comunismo não.

O PCP, como seria de esperar, reagiu «indignadamente», dizendo o seguinte:
«A equiparação do ideal comunista ao fascismo constitui um insulto para todos os comunistas que durante décadas se bateram pela liberdade e pela democracia em Portugal, sofrendo na pele as mais graves privações e a mais violenta repressão, alguns dos quais pagando com a sua própria vida, para que o nosso país se libertasse das amarras do fascismo e o Povo português vivesse hoje em liberdade.»

Confirma-se assim que o PCP continua insuperável em descaramento vergonhoso: só gente sem ponta de vergonha na cara é que pode reivindicar agora ter «lutado pela Democracia!», quando na verdade andou décadas a servir um poder comunista totalitário. Não foi em nome da Liberdade que os militantes do PCP agiram contra o Estado Novo mas sim em nome de um regime severamente mais opressor, anti-democrático e verdadeiramente totalitário do que o Estado Novo, pois que o PCP foi sempre um incondicional aliado da União Soviética.

Surpeende por isso a brandura da resposta de AJJ:
Alberto João Jardim lançou esta tarde um desafio ao PCP para que o partido diga se joga ou não com as regras do jogo democrático. Esta declaração do presidente do Governo Regional da Madeira foi feita esta tarde em Beja, na sequência da polémica suscitada pela sua intenção de apresentar uma proposta de revisão constitucional que proíbe o comunismo em Portugal.

ESTADO EXCLUI HOMOSSEXUAIS DA DÁDIVA DE SANGUE - EXTREMA-ESQUERDA ARMA CAGAÇAL CONTRA «DISCRIMINAÇÃO!»

Agradecimentos à Vera por ter trazido aqui esta notícia:

O Ministério da Saúde assumiu finalmente, por escrito, que os homossexuais estão excluídos da dádiva de sangue.
Alega que se trata de eliminar dadores com comportamentos de risco e não dada a sua orientação sexual.
O documento do gabinete da ministra de Ana Jorge foi enviado à Presidência do Conselho de Ministros no passado dia 10, em resposta a uma pergunta do deputado do Bloco de Esquerda João Semedo. Na origem da questão estavam "práticas discriminatórias por parte dos serviços de sangue do Hospital de Santo António". E mereceu já o vivo repúdio do SOS Racismo.
A resposta do MS é clara: "A necessidade de garantir que os potenciais dadores não têm comportamentos de risco que, em termos objectivos e cientificamente comprovados, podem constituir uma ameaça à saúde e à vida dos potenciais beneficiários, leva à exclusão dos potenciais dadores masculinos que declarem ter tido relações homossexuais". Mas, garante, não se trata de discriminar "em função da orientação sexual", como fica comprovado "pela circunstância de os homossexuais de sexo feminino poderem ser aceites" como dadores. Em causa está, insiste o gabinete, "um controlo sobre os comportamentos de risco dos dadores".
O argumento científico aduzido é o das "elevadas taxas de prevalência nos homossexuais do sexo masculino de doenças graves transmissíveis pela transfusão de sangue". Daí a dádiva por "homens que têm relações com homens" não ser autorizada "em todos os países da Europa, EUA, Canadá e Austrália". O argumentário é completado com extractos de estudos britânicos sobre o aumento de doenças sexualmente transmissíveis, incluindo VIH, entre homossexuais.
Para concluir, a resposta do gabinete de Ana Jorge remete para a resolução de 12 de Março de 2008 do Conselho da Europa, que dá "supremacia ao direito à protecção dos doentes que recebem sangue relativamente à vontade de qualquer pessoa em doar sangue". Não só os serviços podem excluir dadores "sem necessidade de explicação", como aceitá-los "com base na avaliação do risco, sustentado por dados epidemiológicos".
O SOS Racismo fala em "discriminação" e põe em causa o "cientificamente comprovado": "A superioridade da raça ariana também estava cientificamente comprovada", lembram os responsáveis da organização de defesa dos direitos humanos, lamentando que a justificação do MS assente "em estatísticas e não em estudos científicos".
Em contrapartida, questiona se não faria mais sentido perguntar aos dadores se têm relações sexuais sem protecção ou usam seringas", esses sim, "actos objectivamente de risco".


É significativo como esta espécie de criaturas de aspecto humanóide e origem não determinada que é a chusma extremo-esquerdista diz-se «defensora dos direitos humanos», mas, em nome do seu fanatismo universalista, não hesita em arriscar a vida de milhares, senão milhões de pessoas inocentes só para que as minorias não se sintam discriminadas. É a degradação humana levada à inversão total de valores, atingindo níveis verdadeiramente nauseabundos de indignidade.


MAIS UM ESTUDO QUE CONSIDERA A ÁSIA COMO MAIS IMPORTANTE DO QUE A ÁFRICA NO QUE RESPEITA À ORIGEM DOS EUROPEUS

Uma nova análise de dentes fósseis ancestrais humanos dá a entender que as populações asiáticas desempenharam um papel mais importante do que as africanas na colonização da Europa há milhões de anos, revela um estudo publicado nesta segunda-feira na revista «Proceedings», da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
A descoberta desafia a teoria dominante de que os humanos provêm de África, e que sustenta que o ser humano anatomicamente moderno nasceu num ponto deste continente e se espalhou pelo globo, reforçando pelo contrário a noção de que o Homo Sapiens evoluiu de diferentes populações em diferentes partes do planeta.Este cenário tem sido apoiado desde 1987 por estudos genéticos baseados principalmente na taxa de mutações do DNA mitocondrial, um material genético nas células que é herdado pela linhagem materna.
Porém, neste estudo, elaborado por profissionais do Centro Nacional para a Pesquisa da Evolução Humana em Burgos, Espanha, os cientistas europeus optaram por analisar registos fósseis de dentaduras de ancestrais humanos, devido ao alto componente de expressão genética.
Os cientistas examinaram a forma de mais de 5.000 dentes humanos de África, Ásia e Europa que datam de milhões de anos. Eles descobriram que os dentes europeus tinham mais características asiáticas do que africanas.
Também destacaram que a continuidade dos padrões dentais euroasiáticos desde o Pleistoceno até ao Alto Pleistoceno sugere que o percurso evolutivo dos continentes euroasiático e africano foram relativamente independentes por um longo período de tempo.
"A história das populações humanas na Eurásia pode não ter sido o resultado de algumas poucas ondas de alto impacto provenientes da África, e sim um quebra-cabeças muito mais complexo de dispersões e contactos entre populações dentro e fora dos continentes", afirmaram os cientistas.
"À luz dos resultados, propomos que a Ásia desempenhou um importante papel na colonização da Europa e que os futuros estudos no campo estão obrigados a prestar muita atenção no continente 'desconhecido'", concluem.

«OBAMA TEM SANGUE POLACO»

«Sabiam que Obama tem sangue polaco? Tem sangue polaco porque o seu avô africano comeu um missionário polaco.» É uma piada que circula na Polónia a nível governamental, a brincar com o eventual primitivismo da origem africana do presidente negro dos EUA, e que está a levar à iminência de um escândalo político. Um dos que a terá divulgado foi o ministro dos Negócios Estrangeiros, Radoslaw Sikorski, isto segundo diz o líder do maior partido da oposição da Polónia, o Partido do Direito e da Justiça.
O líder da União dos Democratas Esquerdistas, outro partido da oposição, afirma por seu turno que ouviu o líder do Partido do Direito e da Justiça, Jaroslaw Kaczynski, a contar a mesma piada.

Acresce que na passada semana o porta-voz deste mesmo partido, Artur Gurski, afirmou no Parlamento Polaco que a eleição de Barack Obama iria «marcar o fim da civilização do homem branco». Acto contínuo, o porta-voz do Partido Democrático e Social apresentou uma queixa legal para punir esta declaração que, segundo este partido, desonrou a administração polaca. Se for condenado, Gurski poderá ser condenado a pelo menos três anos de cadeia.

E é assim, caros leitores, que constatamos a extensão do longo braço da Inquisição Antirra até solo polaco, mas, ao mesmo tempo, constatamos também que há na Polónia políticos relevantes com coragem e consciência racial, o que só por si não é nada mau sinal, tendo em conta que a nação polaca é das maiores da Europa.

VITÓRIA EM TRIBUNAL DE QUEM CONTESTA A LEGITIMIDADE DO NEGRO QUE FOI ELEITO PRESIDENTE DOS EUA

Actualização desta notícia: as ordens de combate do militar norte-americano que se recusa a lutar a mando de um presidente que terá sido eleito ilegitimamente (o negro) foram revogadas, ou seja, ao que tudo indica ganhou o caso. A sua advogada, Orly Taitz, declarou: «Ganhámos! Ganhámos antes até de termos chegado. Isto significa que as Forças Armadas não podem defender a posição de Obama. Significa que as Forças Militares responderam directamente dizendo que Obama é ilegitímo - e não o podem contestar. Portanto, estão a revogar a ordem! Disseram simplesmente "Ordens revogadas". Nenhuma explicação. Nenhumas razões: só revogadas.»

Quarta-feira, Julho 15, 2009

RELIGIÃO E ESTADO NOS TEMPOS DA PAGANIDADE - HARMONIOSA SACRALIZAÇÃO DA VIVÊNCIA POLÍTICA

Vestais

Deste trabalho, apresentado na Universidade da Cantábria, dado a conhecer pelo forum Odinista, texto lido, assinalado e traduzido pelo leitor Beto (agradecimentos), salienta-se o seu início:

A religião romana tem uma vertente privada e uma vertente pública. No âmbito privado, que diz respeito às crenças pessoais e aos cultos domésticos, cada qual é livre de escolher as suas devoções e practicá-las mediante os ritos que lhe pareçam mais efectivos, sempre e quando tal não crie problemas de ordem pública ou entre em conflito com a moral romana.


Não existe em Roma um credo ao qual os indivíduos devam aderir, portanto, não têm sentido as noções de ortodoxia e heterodoxia, ainda que alguns sacerdotes tenham direito a supervisionar os cultos privados para garantir que se ajustam às antigas tradições.


A religião pública, sem embargo, que se compõe de uma complexa ordem de Divindades, festas, ritos e instituições, está controlada pelo Estado e requer a aceitação de todos os ciudadãos, ainda que muitos deles não a pratiquem. A religião romana esteve sempre estreitamente ligada à cidade de Roma e ao seu meio e, ainda que muitos ritos e instituições tenham sido exportados aos territorios conquistados, as religiões nacionais sobreviveram ao domínio romano, de forma que os habitantes do Império combinavam as suas devoções locais com o cumprimento do exigido em matéria religiosa pelas autoridades romanas. O carácter de cidadão está ligado a este compromisso, de modo que a religiosidade (Pietas) mede-se em Roma em termos de adesão aos Deuses do Estado, enquanto a impiedade se interpreta como um sinal de inconformismo e resistência política. O carácter ritualista da religião oficial, na qual se insiste tão frequentemente, faz com que em Roma seja mais importante respeitar os Deuses e cumprir formalmente com a veneração que Lhes é devida do que acreditar Neles.
Isto explica-se pela simbiose que existe em Roma, como noutros Estados da Antiguidade, entre Religião e Política. A Religião e os ritos associados a ela estão incrustados nas instituições políticas e sociais, proporcionando-lhes legitimidade. Todas as áreas importantes da vida pública (e também privada) desenvolvem-se sob o marco de uma trama de regras e cerimónias religiosas, que radicam nas próprias origens da cidade.
Qualquer acto público acompanha-se de uma consulta ou de uma cerimónia religiosa, oficiada por sacerdotes que são os mesmos homens que se encarregam da Política. Este último aspecto é bem revelador da interacção entre o Sagrado e o Político. Existe em Roma uma organização sacerdotal, com colégios especializados em áreas particulares da actividade religiosa, mas são os magistrados que desempenham os sacerdócios, por portanto a elite social e política que dirige o Sagrado. Ao longo dos seus mais de mil anos de História, muitas coisas mudaram na religião romana, mas um princípio permaneceu imutável: os cultos religiosos constituem uma parte imprescindível da vida pública uma vez que toda a actividade política tem uma dimensão religiosa. Foi assim durante a História de Roma como Estado politeísta e será assim também depois da conversão de Constantino (312), no Império cristão.

LUZ SÚBITA

Bela foto de trovoada em Berna, cidade do Urso (que os Germanos associavam a Thor, Deus do Trovão), que o o site Sapo elegeu como «foto do dia», precisamente no dia que no calendário religioso romano é o do Idus, ou Lua Cheia, consagrado a Júpiter, Deus do Raio e do próprio mês de Julho...

FESTIVAL CÉLTICO DE CULTURA FOLCLÓRICA NO PAÍS DE GALES

25% DOS SUL-AFRICANOS SÃO VIOLADORES


Cuidado com a imigração vinda destas paragens, muito cuidado... a naturalidade com que alguns encaram o estupro, que não é considerado um crime, diz muito sobre o que se pode esperar do contacto desta gente com a nossa... não é por acaso que por exemplo nos EUA a maior parte das violações é cometida por negros...

AJOELHADOS DO CRUCIFICADO CEDEM PERANTE RAPAZELHO MÁGICO

Hogwarts, a escola de magia e bruxaria, que era «um mundo fechado de violência e horror, de maldições e de bruxaria, de ideologia racista», agora já é um sítio porreiro...

Há apenas quatro anos, o papa condenava a saga do bruxo adolescente e apoiava a crítica elaborada por uma eminente autora católica, crítica essa que comentei aqui, e que até «racista» chamava ao teor da obra... (convém usar o termo que designa a blasfémia nos tempos modernos, o «racismo!!!», para ver se a condenação pega melhor...).
Agora, a conversa do padralhame é outra:
Representantes do Vaticano aprovaram o novo filme da saga mágica: “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”, afirmando que a película define correctamente o eterno debate entre o bem e o mal, assim como qual deveria ser vencedor.
Não é todos os dias que um filme consegue a aprovação do Vaticano, pois na maioria das vezes quase tudo é considerado pecado ou sacrilégio, como por exemplo, as histórias de Dan Brown… E naturalmente o novo filme de Harry Potter, a estrear esta semana nas salas portuguesas a 16 de Julho, também já teve a sua parte de controvérsia. Há algum tempo, o Reverendo Gerhard Maria Wagner terá considerado os livros de J. K. Rowling satanismo…
(...) segundo relata o L’Osservatore Romano, o Vaticano concordou com a forma como vários tópicos foram tratados em “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”. Nomeadamente, o aspecto do amor entre as personagens adolescentes, e a luta entre o bem e o mal. No filme, «existe um balanço correcto que tornou as personagens mais credíveis». E mesmo se o jornal critica a autora por não mostrar «explicitamente referências ao mundo transcendente», L’Osservatore Romano diz que o último filme «é explicito sobre o facto de que o bem deve vencer o mal e que por vezes isso requer sacrifícios.» E que: «Para além disso, a constante busca de imortalidade por Voldemort é estigmatizada».
Em conclusão, o jornal italiano diz que o último filme é a melhor adaptação, até à data, de um livro das séries de J. K. Rowling sobre as aventuras do jovem feiticeiro.
Esquecidas, quiçá perdoadas, parecem estar pois as referências que a obra faz ao mundo da feitiçaria... porque isto já se sabe, em não havendo firmeza na espinha, «se não os podes vencer, junta-te a eles», que é o lema dos vencidos ovinos...
«Bons tempos» aqueles em que quando o vigário do Judeu Morto lançava o anátema sobre esta ou aquela obra, ai do católico que se atrevesse a tocar na dita... agora, a outrora poderosa instituição fundada por Pedro acaba por ter de se vergar, a ver se consegue impedir que os jovens rebeldes se agarrem à feitiçaria literária só para contrariarem o padralhame...
Um episódio de aspecto aparentemente menor, mas de notória relevância simbólica, a atestar a contínua derrocada em toda a linha do poder imperial católico em solo europeu.

MORREU UM TERRORISTA SOCIALISTA, OU «ÚLTIMO HERÓI ROMÂNTICO», COMO LHE CHAMA... O REGIME SOCIALISTA, CLARO ESTÁ...

Hermínio da Palma Inácio, militante histórico do PS e figura da resistência ao regime de Salazar, morreu esta terça-feira, aos 87 anos, vítima de doença prolongada.
Palma Inácio tornou-se célebre por protagonizar o primeiro desvio político de um avião, em Novembro de 1961, por ter participado no assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz e de ter planeado tomar a Covilhã.
Nascido em Ferragudo, em 1922, Palma Inácio desde cedo se tornou politicamente activo, principalmente no combate ao Estado Novo. Foi várias vezes preso pela PIDE e inspirou o grupo de revolucionários que viria a constituir o LUAR, formação revolucionária que lutou contra o regime de Salazar.
Depois do LUAR, que politicamente teve pouco sucesso, Palma Inácio aproximou-se do PS, tendo chegado a exercer o cargo de vogal na Assembleia Municipal de Lisboa.
Palma Inácio morreu num lar em Lisboa, fundado por antigos alunos da denominada 'Velha Guarda Casapiana', e o seu corpo será velado da sede do PS, no Largo do Rato.
É sintomático que o partido do governo nunca se tenha demarcado de um criminoso... e que todavia as forças do sistema se esforcem por denegrir o PNR por não se demarcar de nacionalistas acusados de crimes de delito comum...

AULAS DE RAP SUSPENSAS EM CLUBE JUVENIL DINAMARQUÊS NA SEQUÊNCIA DE AMEAÇA DE MORTE CONTRA LÍDER NACIONALISTA

Na cidade dinamarquesa de Århus, as aulas de rap num clube juvenil foram suspensas depois de um dos «jovens» (negros e afins, já sabe), de onze anos, que aí se instruía em tal estilo musical afro-ianque ter redigido uma letra contendo uma ameaça de morte a Morten Messerschmidt, presidente do Partido do Povo Dinamarquês, de cariz nacionalista...

Diz o pivete na sua taboada cantada que «tenho apenas uma bala para o Messerschmidt porque ele diz muita merda». O encarregado da sua aprendizagem, um «rapper» negro conhecido na cidade, nada parece ter feito para o dissuadir de cantar tal «aviso». (Clicar no link acima para ver as imagens dos dois «jovens», de diferentes idades mas da mesma «juventude»...).
Assim que soube do sucedido, o clube parou de imediato com as aulas e prometeu encontrar um novo professor dentro de duas semanas.
«Estranho», como é que um estilo de música tão popularizado, até a nível oficial, pelo sistema e pela elite merdiática dominante, parece ter uma notória tendência para albergar tantas vezes um carácter tão marcadamente violento e anti-branco...
Enfim, pelo menos nestas paragens escandinavas há um freio para esta gente. Houvesse por cá a mesma dignidade nas instituições, e o negro General D teria sido exemplarmente punido pela Justiça quando «cantou» o «f... o Dez de Junho» (símbolo de Portugal)... punido com pena de prisão e posteriormente extraditado.

BLOCO DE ESQUERDA POUCO PREOCUPADO COM EVENTUAL CASO DE CORRUPÇÃO DE AUTARCA SUA...

Que curiosa, a notícia aqui trazida pelo camarada Titan, ao qual agradeço: o Bloco de Esquerda, tantas vezes alvorado em dono da moral e inimigo da corrupção económica, já tem um caso pouco claro com uma das suas militantes, e logo a sua primeira autarca, como aqui se pode ler...

Como dizia o meu avô, ninguém as calce que as não borre. Mas o mais sintomático não é o caso de corrupção em si, mas sim a reacção do Gran Moralista Louçã:
«Anita diz que não se demite e o Professor Anacleto Louçã mantém a confiança na autarca, dizendo que tudo não passa de vingança. O mesmo Louçã que relativamente a Lisboa exige a demissão de Carmona Rodrigues e a realização de eleições intercalares. O mesmo Louçã que acredita piamente na justiça que se faz em Lisboa mas ridiculariza a que se vai fazendo em Salvaterra

UM MACACO CHAMADO OBAMA

O macaco Obama

No Jardim Zoológico da cidade alemã de Dresden, um macaco mandril teve de ver o seu nome alterado porque a organização Iniciativa dos Negros Alemães (ISD, em Alemão) não gostou que um símio tivesse o mesmo nome que o presidente negro dos EUA, justificando o seu protesto com o argumento de que chamar «macaco» a um negro é um insulto (para o negro, segundo a mesma fonte).
Acto contínuo, o animal (o mandril, evidentemente) foi rebaptizado com o nome de Okeke. Novamente, a ISD foi aos arames, porque Okeke é também o nome de um outro negro famoso, desta feita um jogador de futebol nigeriano. O caso é particularmente delicado porque muitos adeptos de futebol alemães costumam imitar macacos e atirar bananas quando há jogadores negros em acção no relvado...

MAIS TERRORISMO ISLÂMICO NA SÉRVIA

Novo atentado terrorista na Sérvia: em Presevo, cidade do sul do país, com maioria de população albanesa muçulmana e na fronteira com o Kosovo, uma mulher e uma criança ficaram gravemente feridos em resultado do ataque que teve por alvo um bairro maioritariamente sérvio, onde residem vários polícias.

Na passada semana, outro ataque se registou no sul da Sérvia, desta feita na aldeia de Lucane, também de maioria albanesa: uma viatura policial sérvia foi alvejada, tendo vários dos seus passageiros ficado feridos.
O ministro do Interior sérvio, Ivica Dacic, afirma que os autores dos ataques são separatistas muçulmanos albaneses, que, apoiados pelo Kosovo, dão seguimento a uma campanha contra a integridade sérvia.

É realmente uma chatice, ter fronteiras com países dominados pela chamada «religião da paz», a do profeta pedófilo, Maomé de seu nome - pior chatice ainda é ter muita gente de tal credo dentro das próprias fronteiras. E, para problemas desta índole, parece que até hoje só a solução ibérica pareceu eficaz e duradoura: guerra total e expulsão sem quartel.

MAIS DE QUINHENTOS VEÍCULOS QUEIMADOS EM FRANÇA NUMA SÓ NOITE PELOS «JOVENS»

Mais encontros multiculturais em França, agradecimentos à Vera por ter trazido aqui a notícia:

Cerca de 500 veículos foram queimados em França, durante a madrugada de 13 para 14 de Julho, véspera da celebração do feriado nacional.
"Lamento (...) esta tradição insalubre que se instaurou em cada fim-de-semana de 14 de Julho com um total de cerca de 500 veículos incendiados esta noite", indicou o ministro do Interior, Brice Hortefeux.
O número de automóveis queimados na madrugada de 13 para 14 de Julho de 2009 é "superior" ao de 2008, segundo fontes policiais, que contudo se recusaram a revelar dados concretos.
Terça-feira a manhã, a polícia contabilizou 317 automóveis queimados durante a noite, contra 297 durante o mesmo período de 2008, ou seja um aumento de 6,73%.
Estes actos violentos tornaram-se habituais em França nomeadamente nas grandes cidades onde os jovens dos subúrbios desfavorecidos exprimem as suas frustrações neste dia.

É a degradação instituída, por obra da impunidade anti-racista de que gozam as minorias norte-africanas, que cada vez são menos minoritárias...

Terça-feira, Julho 14, 2009

O PNR DECLARA NOVAMENTE A SUA SOLIDARIEDADE PARA COM AS FORÇAS DA ORDEM


Num país cuja mentalidade dominante e reinante põe tudo de pernas para o ar, já se sabe que nele a falsidade impera e a realidade das coisas é invertida.
Esse país é nosso Portugal de hoje em dia que, subjugado a uma propaganda perversa marcada por múltiplos complexos, utiliza o eufemismo, intencionalmente, para virar o bico ao prego das realidades. É neste contexto que verificamos a gradual substituição de uma série de termos do nosso vocabulário corrente, onde numa lista infindável, por exemplo, preto passa a pessoa de cor, delinquente a jovem, drogado a toxicodependente…

O problema que aqui reside é que não se trata apenas de simples forma de expressão ingénua, mas sim de uma estratégia intencional onde esta questão, aparentemente inócua e ingénua, na verdade faz parte de um todo que visa inverter as mentalidades, manipulando-as e mais facilmente as dominar. A utilização dos antigos vocábulos é assim, à luz desta mentalidade, uma afronta contra a sociedade.
Preparadas que estão as pessoas, num terreno semeado por eufemismos que visam proteger uns quantos e promover outros num branqueamento cego (ou “invisual” de acordo com a mentalidade instituída….) de tristes realidades, lançando as bases para as inverter.
É precisamente isto que se passa na nossa sociedade: a opinião maciçamente publicada passa a ser confundida com opinião pública. Esta por sua vez sente-se refém da opinião veiculada e só os mais lúcidos ou corajoso é que ousam ir em contra corrente e denunciar que está tudo de pernas para o ar.
Assim, nesse contexto, os polícias, defensores da ordem, passam a ser vistos aos olhos dos incautos (já devidamente narcotizados pela propaganda) como os agressores gratuitos e por outro lado os criminosos como uns desgraçadinhos, vítimas de uma sociedade que não os compreende…
Estas anteriores considerações vieram a propósito dos recentes ataques a tiro a dois polícias, facto que foi noticiado, mas também daqueles factos não noticiados (ou discretamente feito) que são as agressões diárias aos agentes da autoridade por parte dos tais jovens aos quais nunca deixarei de chamar delinquentes organizados em gangues étnicos. Basta referir que ainda ontem, uma patrulha policial entrou no Bairro da Quinta Fonte (apresentado como pacificado pela propaganda oficial do governo) em perseguição a uns assaltantes (que já se sabe que não têm culpa, pois são “vítimas” de um sistema opressor e da “brutalidade policial”) e foi “naturalmente” recebida à pedrada e garrafada.
No dia em que estes dois polícias foram alvejados, onde estavam os sempre defensores da tolerância, da não-violência e de outras fantasias que tais?
Se um polícia atira a um criminoso, no cumprimento do seu dever, aqui del-rei que abusou da força, agiu com brutalidade, instigou ao ódio… E lá vêm as tais pessoas e associações, pagas com o nosso dinheiro, defender os “desgraçados” que “apenas” mataram, violaram ou roubaram, mas com “desculpas e atenuantes”, claro está, e apontar o dedo à polícia e à autoridade.
Mas que raio de sociedade é esta em que o absurdo, que entra pelos olhos de qualquer pessoa normal, se impõe desta forma chocante?
Para os Nacionalistas a defesa da ordem é uma prioridade; a segurança é algo inquestionável! Para tal, o PNR defende inequívoca e efectivamente a polícia.
Como podemos nós tolerar que o Estado ande a sustentar, com o nosso dinheiro, através de toda a sorte de subsídios e apoios, estes invasores que nos desrespeitam e aos quais ainda por cima têm o desplante de atribuir a “nacionalidade” portuguesa?
Esta é realidade que temos e o PNR defende a sua radical inversão!
Assim, ao invés de desculpabilizar-se os delinquentes, pagar-lhes subsídios e dar-lhes a nacionalidade portuguesa, factos que consideramos um grave atentado aos portugueses e a Portugal, inversamente, defendemos a sua punição penal, o repatriamento, a extinção do reagrupamento familiar, o corte radical e imediato dos seus subsídios e a alteração da lei da nacionalidade.
Por outro lado, em relação aos polícias o que se verifica é que estes são desautorizados e mal tratados na opinião feita pública. Verifica-se que têm perdido sistematicamente direitos adquiridos e regalias mais do que justas. Verifica-se que a sua idade de reforma é aumentada e não se tem em conta que se trata de uma profissão de desgaste, devido ao trabalho por turnos e de risco. Não se atende aos seus sucessivos pedidos de aumento de efectivos que tanta falta fazem e pelo contrário, o MAI só desfalca o quadro colocando polícias a fazer de guarda-costas ou em trabalhos administrativos (isto já para nem falar na sua utilização na caça á multa…). As esquadras estão vazias e muitas vezes apenas contam com um ou dois agentes de serviço, criando uma situação de tal modo aflitiva em que os criminosos até se sentem encorajados a invadi-las e agredir polícias no seu interior. Os polícias não têm material adequado nem suficiente para fazer face a uma criminalidade crescente e ainda por cima têm que pagar o equipamento com o seu dinheiro, tendo para tal um subsídio ofensivo, de tão ridículo que é. Quando os polícias estão deslocados da sua terra de origem e longe das suas famílias, coisa que sucede em inúmeros casos e por muitos anos consecutivos, onde está a facilidade na aquisição de casa e o seu reagrupamento familiar que se dá de mão beijada aos seus agressores?
Esta é realidade da situação que os polícias enfrentam no seu dia a dia. O PNR defende a sua radical inversão!
O PNR solidariza-se assim com os polícias que têm sido mortos ou feridos em serviço e com as suas famílias. O PNR solidariza-se com a sua luta e justas reivindicações.
Com o PNR as coisas voltariam à sua correcta posição.

José Pinto-Coelho, presidente do PNR
14 de Julho de 2009

PAIS BRITÂNICOS BRANCOS PREFEREM QUE OS FILHOS ANDEM EM ESCOLAS DOMINADAS POR BRANCOS

No Reino Unido, os pais de raça branca estão a tirar os seus filhos das escolas com demasiados alunos não brancos, de acordo com um relatório que indica o aumento da segregação racial no país.
De acordo com as respostas que muitos destes encarregados de educação deram quando questionados a respeito da sua atitude, os pais não querem que os filhos cresçam e vivam num ambiente em que sejam minoritários.

O relatório diz também que em áreas em que as escolas são monoculturais, ainda assim os pais preferem que os seus filhos frequentem estabelecimentos de ensino dominados por crianças da mesma origem étnica.

Por conseguinte, há já quem queira que se sorteie os alunos pelas escolas para que aumente nestas a «diversidade»...

Ou seja, o sistema bem tenta impingir o multiculturalismo e o multirracialismo à população, mas o Povo, que ainda é sadio, quer cada vez mais viver entre os seus...

A MAIOR PARTE DA IMINVASÃO EM PORTUGAL É ORIGINÁRIA DO BRASIL

Os brasileiros são a maior comunidade imigrante a viver legalmente no País, de acordo como relatório ‘Imigração, Fronteiras e Asilo’ de 2008, ontem divulgado pelo serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
No último ano, eram 440 277 os estrangeiros a viver com autorização no País, "um aumento de cerca de um por cento face aos valores do ano anterior". Destes, 106 961 eram provenientes do Brasil. Esta comunidade representa, aliás, o dobro da segunda nacionalidade imigrante mais representativa em Portugal, a ucraniana. No ano passado, 52 494 residentes eram provenientes da Ucrânia e 51 352 tinham como origem Cabo Verde. Seguiam-se os romenos, angolanos, guineenses e moldavos. A forma "destacada" como a comunidade brasileira se transformou na "mais representativa" no País é a alteração mais significativa do relatório.

Isto entre os legalizados, note-se... quanto aos ilegais, o cenário será eventualmente ainda mais desagradável...
Quem diria... tanta gente que vem de um país onde os Portugueses têm fama de idiotas... o que será que vem para cá fazer?...

NOVA DESCOBERTA CIENTÍFICA PARA ALIVIAR A DOR

Pesquisadores da escola de Psicologia na Universidade de Keele, no Reino Unido, descobriram que dizer palavrões como reacção à dor serve de alívio...
Diz um dos estudiosos que «praguejar é hábito que tem andado por aí há séculos e é quase linguagem humana universal. Contacta com centros emocionais cerebrais e parece surgir na parte direita do cérebro, enquanto a parte esquerda é a que produz a maior parte da linguagem. A nossa pesquisa mostra uma razão possível do desenvolvimento do praguejar e o porquê de continuar a existir.» Pensam os autores do estudo que é possível que o praguejar aumente a resistência à dor porque pode aumentar a agressividade.

Portanto, já sabem: em aleijando-se, berrem para aí os impropérios que vos apetecer e não tenham medo de parecer rudes bardamerdas, expliquem a quem vos ouvir que é uma questão medicinal e que mais uma vez a sabedoria popular já sabia o que só agora a ciência oficial explica...

COMANDANTE MILITAR NORTE-AMERICANO RECUSA COMBATER ALEGANDO QUE OBAMA NÃO TEM DIREITO A SER PRESIDENTE DOS EUA

Continua a polémica sobre a real legitimidade da eleição do mulato Obama para presidente dos EUA:
O comandante norte-americano Stefan Frederick Cook recusa-se a ir à guerra no Afeganistão, porque afirma que Barack Obama não é presidente, já que «não nasceu nos EUA», noticiou hoje o jornal Ledger-Enquirer, de Columbus (Geórgia).
Obama nasceu no Havaí em 1961, dois anos depois de aquele arquipélago se transformar no 50º Estado dos Estados Unidos. A Constituição norte-americana estipula que, para ser presidente, a pessoa deve ter nascido em solo nacional.
No entanto, desde que Obama iniciou a campanha presidencial, circulou a versão de que não é cidadão nascido nos Estados Unidos.
O advogado de Cook, Orly Taitz, que também questionou a legitimidade da Presidência de Obama perante outros tribunais, apresentou na semana passada um pedido a um tribunal federal para que se impeça o envio do oficial para a guerra e se reconheça a sua situação como objecção de consciência.
O diário adianta que, num documento de 20 páginas apresentado a um tribunal na Geórgia, Taitz pediu aos juízes que concedam ao seu cliente o estatuto de objector, porque acredita que Obama não é cidadão natural dos Estados Unidos e, portanto, não pode ser comandante-em-chefe das Forças Armadas do país.
Cook acrescentou no seu pedido que «actuaria em violação da lei internacional se participasse em actos militares fora dos Estados Unidos sob o comando deste presidente, e, portanto, seria passível de processo como criminoso de guerra».
Comandante na reserva do exército, Cook recebeu a 9 de Junho as ordens de mobilização no serviço activo.
Na quinta-feira, afirmou o jornal, haverá uma audiência judicial para o estudo da solicitação de Cook.

OBAMA FALHA VÁRIAS TENTATIVAS PARA ESTABELECER CONTACTO (MANUAL) COM RUSSOS... OU ESTAVA SÓ A FAZER APRESENTAÇÕES?

O que teria acontecido? Puro desrespeito por parte dos russos? Não me digam que afinal não era só o Bush que era desrespeitado no resto do mundo...
Ou será que aquela mão pendurada era só para apresentar as pessoas umas às outras? O que é curioso é que nem abre a boca... talvez tenha desenvolvido um talento de ventriloquismo...

RACISTAS EXIGIRAM UM MÉDICO QUE ENTENDESSE A SUA LÍNGUA

No hospital municipal de Norra Älvsborg, sito na região ocidental da Suécia, aconteceu há cinco anos que um casal, aí chegado de emergência por causa do seu filho, encontrou um médico estrangeiro que mal sabia falar Sueco. Por isso, o casal pediu ao hospital um médico que falasse bem a língua nacional deste país escandinavo, o que lhe foi concedido.

Qual não foi a sua surpresa quando, recentemente, recebeu em sua casa um jornal médico relativo ao seu filho, em que se dizia que o dito casal era racista por ter rejeitado um doutor alienígena...

A mulher do casal participou o caso às autoridades nacionais, clarificando que ela e o seu marido não eram racistas, o que queriam na altura era serem atendidos por um médico que percebesse o que eles estavam a dizer a respeito do seu filho...

AGRESSÃO E INTIMIDAÇÃO POR PARTE DE VINTE «JOVENS» CONTRA DUAS MULHERES DINAMARQUESAS

Mais uma cena do quotidiano multiculturalista na Europa: na Dinamarca, uma indígena de quarenta e cinco anos foi atacada por vinte paquistaneses quando tentou atravessar um parque juntamente com uma amiga.
O grupo de alienígenas tinha-as «avisado» para não ir por ali... mas a mulher, com uma arrogância racista de viquingue, quis arranjar problemas e desobedeceu à ord... à recomendação dos imigrantes que vêm para cá fazer aquilo que os Europeus não querem fazer. Imigrantes estes que, sentindo-se ofendidos pela atitude das dinamarquesas, não tiveram outro remédio senão atirarem-lhe um líquido não identificado para cima e pontapeá-la no estômago, o que fez a racista nórdica cair ao chão. O grupo de ofendidos alógenos ameaçou depois a racista de que lhe iria queimar o rosto - e queimaram-lhe a nuca com um cigarro. A seguir fugiram (não fosse aparecer a polícia, que, como se sabe, é sempre racista...). Ainda assim, dois dos vinte estrangeiros foram detidos pelas autoridades (lá está, o racismo policial...).
Mas pode ser que as dinamarquesas, e outros indígenas igualmente racistas, tenham recebido a «mensagem», para ver se de futuro são mais prudentes e se portam melhor e obedecem às ord... às recomendações dos imigrantes, que é para não haver chatices... a intimidação funciona assim mesmo, que é para os racistas saberem quem é que manda nas ruas do seu país...

BEBA CARLSBERG... E RECORDE O SIGNO DA ENERGIA ÁRICA...


Um dos quatro elefantes do chamado «Pórtico do Elefante», «the Elephant Gate», monumento erigido em 1901 e em cuja parte ocidental está escrito o lema do arquitecto J.L. Dahlerup : «Laboremus pro Patria», ou «Trabalhemos para a Pátria».

FESTEJAR A REVOLUÇÃO... COM OUTRA «REVOLUÇÃO»...

Agradecimentos à Vera por ter trazido aqui mais uma notícia sobre o que se passa no maior país da Europa Ocidental, um dos Estados europeus politicamente mais relevantes e que mais imigrantes recebe:
Pelo menos 317 carros foram queimados esta terça-feira, em França, à margem da Festa Nacional de 14 de Julho, o Dia da Bastilha, informou a direcção Geral da Polícia Nacional (DGPN). Nos últimos anos, houve distúrbios em todo o país. A número registado este ano reflete um aumento de 6,73 por cento face ao balanço do ano passado, quando 297 veículos foram queimados entre os dias 13 e 14 de Julho.
Ao longo desta noite, a polícia deteve 240 pessoas por diversos incidentes, mas o ministério francês do interior já montou um esquema de segurança. No entanto, o responsável pela pasta, Brice Hortefeux, afirmou que as medidas tomadas para 2009 são "sem precedentes".
Segundo Hortefeux, dez mil elementos da polícia foram mobilizados para garantir a segurança durante os diversos festejos e cerimónias oficiais que decorrem hoje. Cerca de 3.500 agentes vão vigiar ainda o desfile militar que decorre hoje, em Paris, e que será liderado pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy.
É, enfim, o festejo dos «jovens» do costume: filhos ou netos de imigrantes de origem africana (do norte de África e se calhar também do sul).

POR UMA ENERGIA QUE NÃO DÊ DINHEIRO AOS PAÍSES QUE FINANCIAM O TERROR ISLÂMICO



Está em marcha um projecto colectivo para defender a Liberdade do Ocidente perante o lóbi islâmico: a Terror-Free Oil Initiative (TFO), ou Iniciativa do Petróleo Livre do Terrorismo, que incita o consumidor norte-americano, e porque não doutros países, a consumir apenas o combustível originário de países que não exportam nem financiam o terrorismo islâmico.

A TFO, que parte da «Terror-Free Energy Coalition» («Coligação pela Energia Sem Terrorismo»), tenta sensibilizar o público norte-americano para a ligação que existe entre o terrorismo muçulmano e o petróleo que o financia, ao mesmo tempo que faz campanha para que se dêem os passos necessários para substituir os combustíveis fósseis pelas fontes de energia renovável.
Em termos mais concretos e imediatos, promove por isso as companhias que adquirem o seu combustível em países que não são do Médio Oriente e denuncia as companhias que o fazem.

O supra-linkado site fornece também duas listas, uma de companhias que não usam matéria vinda do mundo islâmico outra das companhias que o fazem. É infortúnio que as empresas da primeira lista sejam todas norte-americanas e não estejam, tanto quanto sei, representadas cá no burgo...

TRINTA MIL CIENTISTAS QUEREM PROCESSAR AL GORE POR FRAUDE(?)

Aqui diz-se que sim, porque o ex-vice-presidente dos EUA recusa o diálogo a respeito da sua teoria do aquecimento global...

INDÍCIO DE ISLAMIZAÇÃO - «MAOMÉ» É AGORA O NOME MAIS FREQUENTE NOS REGISTOS DE BAPTISMO DA... «AL BION»...

«Mohammed», ou Maomé, é agora o nome mais dado aos recém-nascidos da maior potência militar da Europa Ocidental. Observa-se o mesmo fenómeno na Bélgica, onde fica o centro da União Europeia. Aumenta a influência islâmica em Inglaterra e, genericamente, em toda a Europa, dada a elevada taxa de natalidade dos muçulmanos que vivem em solo europeu.

UM PARTIDO NORTE-AMERICANO QUE DEFENDE OS BRANCOS NORTE-AMERICANOS...

Surgiu na Califórnia o Golden State Party, ou Partido do Estado Dourado, que se assume como um partido de protesto mas que mesmo assim apresenta uma série de propostas para solucionar problemas em vários aspectos da sociedade norte-americana.

Um deles é o da identidade racial. No seu site, diz, entre outras coisas, o seguinte:

«Se as actuais tendências demográficas continuarem como estão, os Euro-Americanos serão uma minoria na América em apenas algumas décadas. O Partido do Estado Dourado não irá permitir que isto aconteça.
Para salvaguardarmos a nossa identidade e cultura, e para garantir um futuro americano para o nosso povo, iremos imediatamente pôr uma moratória indefinida em toda a imigração.
Reconhecendo o direito do nosso povo à segurança, e respeitando a santidade do domínio da lei, iremos deportar imediatamente todos os alienígenas criminosos e ilegais. Acreditamos, também, que a cidadania americana deve ser exclusiva e significativa. Por conseguinte, o Partido do Estado Dourado acabará com a prática da cidadania automática como direito de nascença a todas as crianças filhas de imigrantes ilegais. Para restaurar, civilmente, a identidade e a cultura da nossa pátria, iremos fornecer incentivos para que os imigrantes legais e recentes voltem para as suas respectivas terras.

Reconhecemos que os EUA já não precisam de imigrantes. Não precisamos de substituições. A taxa de natalidade euro-americana é alarmantemente baixa como resultado do ataque por parte da Esquerda radical em todos os aspectos da família tradicional americana e do seu modo de vida. Embora vá levar bastante tempo para restaurar a nossa cultura e curar a nossa alma colectiva, iremos fornecer imediatamente fortes incentivos financeiros às nossas famílias que queiram ter filhos.»

(...)

Pode ler-se aqui o resto do texto, que inclui uma citação do senador democrata Ted Kennedy quando em 1985 prometia que a nova lei de imigração de então não ia alterar a constituição racial dos EUA... onde é que isso já vai... Foi preciso tranquilizar os ingénuos ianques para poder, à surrelfa, meter lá iminvasores em barda...

Segunda-feira, Julho 13, 2009

CONTOS, MITOS E LENDAS DA BEIRA, CORAÇÃO DA ANTIGA LUSITÂNIA... VI

Mais uns quantos tesouros da grande riqueza folclórica nacional aqui dada a conhecer pelo leitor Sérgio Esteves, pelo que lhe estou grato - e desta feita até temos uma curta história em que se menciona o nome de Viriato e a lenda de um tesouro seu que se perdeu... tratar-se-á de uma recordação que se transmitiu ao longo de mais de dois milénios, ou de uma lenda popular mais recente, misturando arcaicas crenças em tesouros escondidos com a figura tão popularizada do caudilho dos Lusitanos?...

O espírito de Viriato paira ainda sobre a Lusitânia...


ANTES DO POVOAMENTO DE ORJAIS E BORRALHEIRA
Tudo teve início na Serra de Nossa Senhora das Cabeças (Abas da Serra da Estrela) onde existia um castro e morava um senhor muito rico com os seus servidores. A terra que se situava entre a Serra até ao Rio Zêzere tinha o nome de Campos de Trigo. O dono daquelas terras tinha uma filha que casou com Viriato, atribuindo assim a região da Serra da estrela à Beira Baixa. Aquela região foi abandonada. Os moradores levaram consigo o que puderam, deixando o resto aos invasores. Fugindo ao longo do rio Zêzere o perigo era constante por causa das emboscadas, então para que pudessem fugir com mais velocidade quando chegaram à actual Borralheira enterraram o seu tesouro que mais tarde pensavam vir recolher, quando tivessem oportunidade. Infelizmente essa oportunidade nunca ocorreu, ficando assim o tesouro enterrado.

Recolha efectuada na Borralheira - Concelho da Covilhã

O CABEÇO DO JUIZ(O) DE FORA
Neste cabeço, situado na Serra da Gardunha e “a avistar para Castelo Novo”,encontrava-se uma imagem de pedra, com bancos em pedra, para onde uma família se mudou nos tempos das grandes guerras. Lá e cima havia uma barroca com água onde os pastores iam dar água ao gado e às vezes botavam-se à bulha por causa do gado que se misturava. Então era nesse cabeço onde morava a tal família de fora que os pastores consultavam o juiz(o) que decidia as pertenças do gado.
Recolha efectuada em Alpedrinha - Concelho do Fundão

LENDA DOS JANUÁRIOS
Por volta do século XVI, XVII, (não se sabe a data ao certo), um senhor, talvez nobre, possuidor de grandes bens e terras nas duas margens do rio Zêzere, resolveu, ao morrer, legar os seus bens aos dois filhos de nome Januários. Entregou a um as terras da margem direita do rio, ao outro as da margem esquerda. Assim nasceu Janeiro de Cima na margem esquerda de Janeiro de Baixo na margem direita. Mas Janeiro de Cima não começou a sua formação no local onde hoje se encontra. A primeira pedra foi lançada numa pequena elevação ainda hoje chamada“Esmoroços”, local onde construíram a sua primeira igreja, uma capela em honra do Divino Espírito Santo. No entanto, nos Esmoroços as formigas eram muitas e atacavam os berços das crianças, principalmente no Verão. Foi então que os antigos,que eram muito sabidos, decidiram soltar no local que esses animais que possuíam (burros e vacas) por uma noite; no local que esses animais fossem pernoitar construíram eles as suas casas parecem cair aos pedaços, perguntando-se as pessoas como é que elas ainda se mantêm de pé. A partir desse cabeço é que a povoação se começou a alargar formando hoje uma das maiores freguesias do Fundão.
Recolha efectuada em Janeiro de Cima - Concelho do Fundão

LENDA DE JANEIRO DE CIMA
Segundo diz a lenda Janeiro de Cima, aldeia do Concelho do Fundão do qualdista 43 quilómetros, deve o seu nome aos seus fundadores, os Januários, que como diz a lenda eram filhos de um rico senhor, que resolveu dividir as suas terras peos seus dois filhos. Um ficou a morar no que viria a ser Janeiro de Cima e o outro onde viria a ser Janeiro de Baixo. Contudo a formação da aldeia não se iniciou no mesmo local onde hoje se encontra situada. Esta bela aldeia da margem do rio Zêzere, iniciou-se antes num local denominado Esmoroços um pouco mais afastado do centro da aldeia. Infelizmente as formigas eram muitas e no Verão atacavam as crianças no berço, pelo que os ancestrais decidiram que tinham de mudar de local. Tiveram então uma ideia: deixar o gado, cabras e vacas à solta durante a noite, onde o gado fosse pernoitar seria o seu novo lar. Ao amanhecer os animais tinham-se deslocado para um lugar denominado Vale, por e encontrar numa espécie de cova epor ter terra funda e preta. Aí estabeleceram a sua nova morada e construíram a nova Igreja que data do séc. XVII. Ainda hoje, quem for a Janeiro de Cima, encontra neste local casas ancestrais feitas de pedra de barro, prestes a caírem pela sua muita idade e uso memória de tempos imemoriais.
Recolha efectuada em Janeiro de Cima - Concelho do Fundão

COMPANHIA DE AUTOCARROS DINAMARQUESA DÁ PRIORIDADE A CONDUTORAS ALIENÍGENAS...

Na Dinamarca, uma empresa de autocarros, a Netbus, resolveu dar primazia a mulheres de minorias étnicas como condutoras dos veículos porque constatou que há menos violência quando o condutor do autocarro é do sexo feminino e de uma minoria étnica...

«Será» então que os pobres imigrantes não europeus... sentem mais vontade de cometer actos violentos quando estão perante brancos do que quando estão perante não brancos?...

É «mistério»...

O pessoal da Netbus está pois todo contente por ter encontrado a «solução» para os problemas de crescente mal-estar nos transportes públicos: discriminar a favor do alienígena.
Ou seja, a intimidação da violência alienígena leva a que o indígena perca o posto de trabalho que é seu por direito. Um princípio de cedência abissalmente repulsiva, seja a que escala for.

De facto, uma das condutoras é muçulmana, usa o véu durante o horário de trabalho e diz que os homens muçulmanos a respeitam mais por causa disso.

Portanto, quando o indígena se porta como um bom dimi e dá primazia a muçulmanos, corre tudo bem e instala-se a harmonia multicultural...

PAIS DE IMIGRANTES NA FINLÂNDIA QUE MANDAM OS FILHOS PARA OS PAÍSES DE ORIGEM...

E a propósito do doutrinamento de crianças, referido no tópico anterior, consta que há na Finlândia cada vez mais casos de casais imigrantes que mandam os seus filhos de volta aos países de origem dos pais - africanos, asiáticos, árabes - para os desocidentalizar, ou seja, para contrariar a influência ocidental que a sua prole recebeu...

O que é curioso é que alguns destes países são considerados perigosos - e é curioso porque em muitos casos os imigrantes justificaram a sua entrada e permanência em solo europeu com o argumento de que as suas vidas estavam em risco se ficassem nos seus países de origem...
O que será então que esta gente está a fazer no Ocidente, se tanto odeia e/ou despreza a cultura ocidental?

PREGADOR ISLÂMICO TRABALHA PARA RADICALIZAR CRIANÇAS... EM SOLO BRITÂNICO

No Reino Unido, o pregador muçulmano Abu Waleed gabou-se recentemente de estar a radicalizar crianças de oito anos, ensinando-lhes a lei islâmica (charia).

Tal declaração foi filmada na Escola Londrina da Charia, que é palco de conferências de pregadores islamistas tais como Omar Bakri e Anjem Choudary, que incitam ao ódio contra o país.

Diz Waleed que um em cada oito muçulmanos gostaria de ter um parente terrorista...

POPULAÇÃO PACIFICADA DA QUINTA DA FONTE ABRE EXCEPÇÃO CONTRA A POLÍCIA...

Uma notícia como o sistema gosta: Loures, 10 Jul (Lusa) -- Um ano depois dos confrontos que envolveram a comunidade cigana e africana, os moradores da Quinta da Fonte (Loures) querem apagar a imagem de violência e dar uma nova vida ao bairro.
A 11 de Julho do ano passado, meia centena de indivíduos de duas comunidades do bairro da Quinta da Fonte envolviam-se em violentos confrontos com recurso a armas de fogo, num incidente do qual resultaram nove feridos ligeiros e danos em várias viaturas.
Manuela Kassmo, de 39 anos, uma das testemunhas do inicio dos confrontos, uma vez que começaram perto da sua loja, contou à agência Lusa que foi "das piores experiências" que viveu na sua vida.


A realidade real prossegue dentro de momentos. Aliás, já prosseguiu... Um grupo de cerca de 50 moradores da Quinta da Fonte atirou, este domingo, várias pedras e garrafas contra os polícias que perseguiam um assaltante, avança a Lusa.
Os arremessos danificaram a viatura policial mas não provocaram ferimentos aos agentes.
Tudo começou quando o funcionário da Padaria Ideal, com sede na zona do Cadaval, atendeu um homem que lhe pediu uma carcaça e, depois padeiro lhe ter dado um pão, agrediu-o e roubou-lhe o dinheiro. O assaltante fugiu para o interior do Bairro da Quinta da Fonte, em Loures.
A PSP mandou um carro de patrulha para o bairro, com o objectivo de identificar e deter o autor do roubo, mas quando entrou pela Avenida José Afonso, da Quinta da Fonte, cerca de 50 pessoas, incluindo o assaltante, começaram a atirar garrafas e pedras de calçada contra os polícias.
Os agentes dispararam um tiro para o ar para intimidar e conter as tentativas de agressão.
O assaltante de 27 anos foi detido, tendo sido recuperados os 1.500 euros roubados e apreendidos vários gramas de haxixe. O autor do roubo tem antecedentes criminais e será presente a um juiz do tribunal de Loures ainda esta segunda-feira.

Alto, alto e pára o baile... mas afinal não era verdade que os elementos criminosos das comunidades africana e cigana eram simplesmente uma pequenita minoria, dado que essas comunidades étnicas eram geralmente constituídas por gente pacífica e ordeira?...
Mas então... esta gente pacífica e ordeira... ajuda a fuga de um criminoso e ataca as forças da autoridade?...
Ou será que agora os moradores estão mesmo pacificados e unidos, mas contra o resto da sociedade?...

CLÉRIGOS BRITÂNICOS QUEIXAM-SE DE DISCRIMINAÇÃO GOVERNAMENTAL A FAVOR DOS MUÇULMANOS

No Reino Unido, o arcebispo Dr. John Sentamu queixa-se, em relatório dirigido ao Sínodo Geral de Inglaterra, que as comunidades muçulmanas estão a ser favorecidas pelo Estado em detrimento das paróquias cristãs, que ajudam os pobres, no que respeita à canalização de fundos financeiros.
Alega o relatório que a determinação governamental em travar o extremismo islâmico desde o atentado de 7 de Julho de 2005 levou a que as comunidades muçulmanas passassem a ser privilegiadas - ficando as cristãs a perder.
Um co-autor do relatório, o reverendo Stephen Lowe, Bispo da Vida Urbana e da Fé, diz por seu turno que «o politicamente correcto do governo pode derrotar-nos».
O relatório afirma categoricamente que «há poucas dúvidas de que a agenda terrorista desiquilibrou seriamente as relações governamentais com as comunidades religiosas».

Ou seja, mais uma vez se observa o modus operandi da força do Islão: é o mesmo esquema que nos filmes de acção americanos se chama «polícia bom/polícia mau» - de um lado vem o «polícia mau» espancar ou pelo menos ameaçar o «culpado», do outro vem o «polícia bom» a dizer que «o meu colega é louco, quando perde o controlo não sei do que é capaz, portanto é melhor cooperares e fazeres o que eu te pedir...». De um lado, a ameaça terrorista, para pôr os ocidentais aburguesados em pânico - do outro, «a esmagadora maioria dos muçulmanos, mui tolerantes e pacíficos», com os quais os ocidentais aburguesados têm de «negociar» (leia-se «ceder, ceder, ceder, privilegiar o mais possível»), e é se não querem que a tolerante minoria muçulmana comece a irritar-se e a passar para o lado do terrorismo...

Paralelamente, não deve deixar de registar-se a atitude da Igreja: sempre na linha da frente do ataque ao «racismo» e à «xenofobia», e ao BNP, mas preocupada quando a presença alienígena leva a que mexa no «feudo» cristão, ou seja, nos privilégios a que os clérigos estão habituados. É fundamental ter em conta qual a verdadeira natureza da sua postura para que não haja por aí quem se deixe enganar pela retórica de «defesa dos valores e da identidade do Ocidente» que certo alto padralhame vomita publicamente. Até porque a sua noção de «identidade do Ocidente» é a de uma civilização multicultural e multirracial, com toda a mistura e mais alguma... mas debaixo da batuta cristã, bem entendido...

CLÉRIGOS DIZEM QUE OU O GOVERNO PAQUISTANÊS ADMITE A CHARIA OU VAI HAVER UM BANHO DE SANGUE

No Paquistão, o alto clérigo Abdul Aziz, líder da mesquita Lal Masjid, centro cultural islâmico de primeiro plano, apela ao governo do seu país que ponha em prática o sistema islâmico através do parlamento... ou então terá de enfrentar uma revolução sangrenta.
Afirma também que nenhum progresso se verificou ao longo dos dois últimos anos de investigação policial a respeito da sua mesquita devido aos tumultos de 2007, quando o pessoal afecto ao centro de culto entrou em choque, violento e mortal, com as autoridades governamentais, como aqui se pode ler. Aziz afirma por isso que a investigação deva passar a ser considerada extra-judicial.
Outro clérigo, o mufti Kifayatullah (e o mufti é das mais altas autoridades do mundo islâmico: um clérigo que pode interpretar a lei islâmica e emitir fatwas), exige que o governo paquistanês cesse as suas operações militares contra os Talibãs e inicie conversações com os mesmos, alegando que as forças militares paquistanesas estão a «matar o seu próprio povo a soldo dos EUA».
Acontece isto no país muçulmano que possui armas nucleares, note-se.

MAIORIA DO POVO PORTUGUÊS NÃO QUER NEM TGV NEM NOVO AEROPORTO DE LISBOA

A grande maioria dos portugueses está contra a construção do comboio de alta velocidade (TGV) e do novo aeroporto de Lisboa. Mais de 57% dos inquiridos numa sondagem Correio da Manhã /Aximage revelam não concordar com as obras que o Governo considera essenciais.
A construção de um novo aeroporto para servir a capital, substituindo a actual infra-estrutura na Portela é rejeitada por 57,9% dos portugueses e merece a aprovação de 36,3%, revela a sondagem realizada para o CM.
José Sócrates tem repetido que não pretende abdicar da construção das linhas de alta velocidade para trazer o TGV para o País, mas os portugueses discordam do primeiro-ministro: 57,5% são contra o projecto que merece a aprovação de 35,7%.
O ‘chumbo’ aos projectos é unânime em todas as regiões do País. O Litoral Norte é quem dá a maior nega aos investimentos, com 67,9 por cento dos inquiridos a afirmarem--se contra a construção de um novo aeroporto para Lisboa. Curioso é que 63,3 por cento dos nortenhos sejam contra o TGV, uma vez que a região sairia beneficiada com esta infra-estrutura, estando previstas ligações entre o Porto e Lisboa e entre o Porto e Vigo, em Espanha.
Tendo Alcochete sido a zona escolhida para o novo aeroporto da capital, não é de estranhar que o Litoral Centro Sul seja onde as opiniões estão mais divididas, com 43,2 por cento a concordar e 49,6 por cento a reprovar o investimento.
As opiniões espelham aquilo que se passa nas classes política e economista, com a recente apresentação de um manifesto que pedia a reavaliação dos investimentos no TGV e no novo aeroporto de Lisboa devido à crise. Dias depois surgiam dois contramanifestos a defender que estes investimentos são essenciais para fazer a economia avançar e criar emprego.
De facto, a utilidade de ambos os projectos parece não ir além de servir os «lóbis» da construção civil, que é o que mete mais iminvasores pelas fronteiras adentro...

VIOLÊNCIA NA LOCALIDADE FRANCESA DE LOUVIER

Mais uma notícia de França aqui trazida pelo camarada Rio sur Seine: em Louvier, um jovem conduzindo uma mini-moto ao lado de outros com um quadriciclo morreu depois de ter forçado uma barragem da "Gendarmerie" (equivalente francês da GNR).

Em protesto, os «jovens» do costume engendraram a costumeira violência: confrontos com uso de garrafas incendiárias atiradas contra a estação de caminho de ferro e contra a Câmara de Saint-Pierre-du-Vauvray. Dois carros foram incendiados, incendiando por sua vez vários outros, por contaminação.
É assim, com norte-africanos e quejandos: exigem implicitamente que nenhuma autoridade indígena lhes barre o caminho seja no que for, tendo sempre presente a espada de Dâmocles que é o terrorismo de rua, arma de agitação e intimidação não apenas contra as autoridades, mas, no fundo, contra toda a população que está a um tempo representada e protegida por estas autoridades. Trata-se pois do minar das defesas dos indígenas.
Enfim, mais uma maravilha trazida pela iminvasão e pelo multiculturalismo.

TRAIDORES OUTRORA, SEMPRE TRAIDORES

A propósito da polémica a respeito do uso civil da energia nuclear, o jornal Minuto Digital tece uns quantos comentários sobre a postura esquerdista nos anos setenta perante o tema: parece estar já confirmado, através dos arquivos da KGB, que o Kremlin estava em grande parte por trás dos movimentos anti-nuclear que a Esquerda dinamizava, muitas vezes sob a máscara do ecologismo, para atrasar o Ocidente e também para gerar conflito interno em terras ocidentais.

Isto aconteceu nos anos setenta e oitenta. Mas não é de crer que a mesma hoste esquerdista não esteja hoje a soldo de outros poderes ideológicos, não já os do bloco comunista, que, evidentemente, soçobrou, mas de outros... trocou-se a ameaça «vermelha» pela peste verde, igualmente vinda de este, mas mais a sul...
E falo em poderes concretos, pois que a especulação só a esse nível se pode exercer - porque, quando a interesses em si, está já fora de dúvida que a Esquerda pactua com tudo e mais alguma coisa que seja inimigo da Europa. A dúvida agora é se há ou não partidos esquerdistas a receber financiamentos de países onde o credo de um certo profeta pedófilo faz lei...

Domingo, Julho 12, 2009

SOBRE A FIGURA DO LOBO NA RELIGIÃO ANCESTRAL IBÉRICA

Ara cântabra

Um interessante e sucinto artigo que apareceu num forum odinista espanhol:

Amado Lobo

Costumam contar-nos a imposição do Cristianismo como um processo natural perante o qual quase não houve resistência. Entre o édito de Milão de Constantino (313 EC) e o édito de Tesalónica de Teodósio (380 EC), isto é, entre a legalização e a imposição como único culto legal, o breve parêntesis de Juliano (360-363 EC) mal passaria de um curto episódio histórico.

A verdade é que foi necessária toda a potência da maquinaria imperial para que uma seita intolerante e monoteista, com uma concepção literal dos seus mitos, se impusesse contra séculos de tradições politeístas. Um Deus que não representava um arquétipo nem se baseava num arcaico relato moralizante, senão que pretendia ser uma pretendida verdade histórica, não se impõe sem mais nem porquê depois de séculos de inclusão baseados na possível equivalência dos diferentes mitos e arquétipos da cada povo chegado ao império.

É sabido que o Ocidente ibérico tinha mantido uma considerável autonomia religiosa. A conhecida ara dedicada a Erudinus, aparecida no Bico de Dobra (Santander) e datada trinta anos após o decreto de Teodósio é sem dúvida representativa e são muitos os testemunhos que apontam para uma sobrevivência dos cultos celtíberos à cristianização, inclusive no século V.

O Lobo e a Ursa
Mas ainda neste marco a estela do Lobo e a Ursa que se conserva no Museu Arqueológico de Astúrias, datada no século V, representa uma anomalía.
O lobo é uma importante figura na arte ibérica pré-romana. Como guardião do Hades e as águas subterrâneas, representa uma porta para o terrível, o mundo subterrâneo dos mortos. Muito menos indicando estas um sentido de marcha. Aliás todos as representações bidimensionais pré-romanas e ibero-romanas de lobos olham da direita para a esquerda.

O aparecimento na mesma zona de um templo a Mitra, datado um tanto a olho entre os séculos terceiro e quarto, claramente excêntrico no mapa romano de cultos, parece reforçar a ideia de que o Ocidente ibérico pudesse ter representado, ainda nos séculos IV e V, um espaço de sobrevivência, senão de exílio, para os incoformados com a reforma religiosa monoteísta.

O mito do Lobo e da Ursa Maior tal qual é contado pelos indianos, parece ter certa verosimilitude histórica entre as brumas do Baixo Império na Península Ibérica.

POLÍCIA BRITÂNICA INSTRUÍDA PARA NÃO AGIR CONTRA MUÇULMANOS QUE INCITEM AO ÓDIO...

Parece miserável de mais para ser verdade, mas o que aqui se noticia é que a polícia britânica recebeu ordens para não acusar extremistas muçulmanos em vários casos de incitações ao ódio «de menor relevância»... para que estes militantes islamistas não fiquem ainda mais radicalizados.

Ou seja, as súcias islamistas assustam de tal maneira a chusma politicamente correcta invertebralizada por séculos de moralismo pacifista que esta prefere não as irritar, preferindo encolher-se com uma lambada para não correr o risco de levar uma sova...

É degradante que as forças de segurança da maior potência militar da Europa Ocidental possam ter tal comportamento - degradante e, objectivamente, sintoma de invasão em fase avançada.

Numa altura em que as autoridades deviam estar dispostas a, enquanto têm a maior força militar do seu lado, banhar as ruas britânicas com o sangue de terroristas e afins se necessário, numa altura destas, a mesmíssimas autoridades recebem instruções para só levar a tribunal os casos em que haja crimes de monta. Assim, a polícia vai fazer vista grossa a quem por exemplo incitar ao ódio religioso...

Fará o mesmo a militantes do BNP que possam estar a incitar ao ódio racial? Duvido... é que os «nazis» são muito maus, muito maus, mas não matam ninguém nem andam a pôr bombas em lado nenhum... além disso, são brancos indígenas, e já se sabe que os brancos indígenas, intrinsecamente culpados de racismo e maldade, estão moralmente obrigados a serem humildes e rejeitarem o direito a defender a sua própria estirpe, pelo que o Nacionalismo constitui só por si um crime moral horrendo...

Não se admirem, entretanto, caros leitores, que um dia destes venha a cambada politicamente correcta apresentar «estatísticas» a mostrar que os actos de radicalismo islâmico estão a diminuir no Reino Unido, graças à política multiculturalista «tolerante»...
Os indígenas é que vão continuar a ver a sua vida cada vez mais tremida, pois que agora até ficaram a saber que os islamistas que ao seu lado incitem ao ódio contra o Reino Unido vão estar perfeitamente à vontade para o fazer...

AINDA HERÓIS DO MAR, SEMPRE NOBRE POVO...


Aconteceu no mês passado, mas merece referência:

A fragata portuguesa Corte-Real, que se encontra a patrulhar a águas da Somália, evitou esta manhã mais um assalto dos piratas que actuam naquela região ao responder prontamente a um pedido de socorro de um navio mercante com bandeira de Singapura. Oito piratas foram presos e diverso armamento foi apreendido.Comentar Artigo Aumentar a fonte do texto do Artigo Diminuir a fonte do texto do Artigo Ouvir o texto do Artigo em formato �udio
A tripulação portuguesa da fragata Corte-Real foi esta manhã protagonista na defesa do navio de mercadorias Maersl Phoenix que foi alvo de um ataque de piratas.
Respondendo prontamente ao pedido de socorro lançado pelo comandante do navio, a fragata portuguesa, que se encontrava a cerca de quatro milhas do local, lançou-se na perseguição da embarcação que transportava os oito piratas e que ainda tentou fugir.
A fragata Corte-Real, com o comandante António Alexandre à frente da operação, teve de fazer alguns disparos, primeiro para o ar, mas depois para a proa o que obrigou os piratas a pararem a embarcação e a colocarem as mãos no ar em sinal de rendição.
Pouco depois uma equipa de fuzileiros seguiu num semi-rígido até à embarcação dos piratas somalis e saltaram para bordo sem resistência dos homens que transportavam a bordo vário armamento como quatro armas kalachnikov Ak47, um lança-granadas (RPG), três granadas e duas barras de explosivos e ainda 26 recipientes com combustível.
No interior da embarcação dos piratas encontravam-se ainda duas grandes escadas em metal, com cerca de seis metros cada, uma prova das intenções por parte dos piratas em assaltar o navio de mercadorias.
Depois de desarmados e identificados e lhes ter sido retirado todo o material, os piratas foram postos em liberdade.


A propósito, é mesmo pela via marítima que mais interessa fortalecer o poder da Pátria - não apenas no aspecto puramente militar, mas também económico e, a partir daí, político. Porque poucos países têm à sua mercê uma tão vasta área marítima e uma tão longa e sólida tradição marítima. É esta a verdadeira natureza da vocação marítima portuguesa: algo de tão simples e claro como o poder naval, não, em caso algum, o ir dar abraços a quem vive do outro lado do mar.


«O ISLÃO É UM CANCRO QUE ESTÁ A COMER AS NOSSAS LIBERDADES»

Diz o BNP, pela boca do seu presidente Nick Griffin. Diz e prova-o, como aqui se pode ler - extenso mas conciso texto a enumerar, ponto por ponto, os elementos da invasão islâmica da Europa: é conciso porque apresenta com clareza e de modo esquemático os vários vectores e testemunhos da iminvasão islâmica, mas, uma vez que muitos são os indícios de que se fala, o artigo tinha obrigatoriamente de ser longo...

NACIONALISTAS BOICOTADOS PELO GOVERNO BRITÂNICO

É interessante ficar a saber que o governo trabalhista do Reino Unido está de tal modo irritado com os resultados da Democracia que até resolveu violá-la... bloqueando a informação que o governo pode fornecer a todos os partidos.
O governo britânico deu instruções aos diplomatas do seu país para não dar informações se um determinado partido político as pedir e até para o impedir de participar em eventos governamentais e em embaixadas de Bruxelas.

Ora que partido será este? O partido dos «racistas» que contra todos os poderes instituídos mas ao lado do Povo, logrou entrar no Parlamento Europeu: o BNP, Partido Nacional Britânico.

O BNP, ao noticiar mais este boicote visceralmente desonesto da parte do sistema, pergunta-se sobre que é que o governo quer esconder do conhecimento do BNP... talvez porque receie que o BNP «dê com a língua nos dentes» e o Povo fique a saber de certas coisas...

Lá, como cá, a rosa é usada como símbolo pelo Esquerdalhame social e politicamente dominante...

CORROIOS NACIONAL

Um novo blogue nacionalista, mas a nível local: Corroios Nacional. Força Nisso.
Saliento desde já o tópico que alerta para a celebração no Seixal, no início do mês, da independência... de Cabo Verde. Isto porque a comunidade cabo-verdiana atinge já tal dimensão nesta zona que pela primeira vez celebrou-se a independência desse Estado africano em território português.

Atenção, pois, caros camaradas.

SOBRE AS CRENÇAS RELIGIOSAS DOS EUROPEUS ACTUAIS


Eurobarómetro de 2005 - as crenças religiosas da população europeia:

País
Crença num Deus
Crença num espírito ou força vital
Nenhuma crença nem em espírito, Deus ou força vital
Turquia
95%
2%
1%
Malta
95%
3%
1%
Chipre
90%
7%
2%
Roménia
90%
8%
1%
Portugal
81%
12%
6%
Polónia
80%
15%
1%
Grécia
81%
16%
3%
Itália
74%
16%
6%
Espanha
59%
21%
18%
Irlanda
73%
22%
4%
Croácia
67%
25%
7%
Alemanha
47%
25%
25%
Eslováquia
61%
26%
11%
França
34%
27%
33%
Luxemburgo
44%
28%
22%
Bélgica
43%
29%
27%
Hungria
44%
31%
19%
Áustria
54%
34%
8%
Lituânia
49%
36%
12%
Holanda
34%
37%
27%
Suíça
48%
39%
9%
Bulgária
40%
40%
13%
Reino Unido
38%
40%
20%
Finlândia
41%
41%
16%
Eslovénia
37%
46%
16%
Noruega
32%
47%
17%
Islândia
38%
48%
11%
Letónia
37%
49%
10%
Dinamarca
31%
49%
19%
República Checa
19%
50%
30%
Suécia
23%
53%
23%
Estónia
16%
54%
26%


Na sondagem, pode entender-se que a escolha «crença num Deus» diz respeito, quase sempre, à crença no Deus cristão, ou muçulmano. Como seria de esperar, mostra-se mais forte no sul europeu (e claro que a Turquia não é da Europa, mas este tópico não discute este assunto) e mais fraca nos países de maior desenvolvimento sócio-cultural e económico, também em alguns dos países que tiveram durante décadas um doutrinamento anti-religioso (por terem tido regimes comunistas até 1990) visto ser esta uma civilização tendencialmente laica, quando não materialista.

E é precisamente neste contexto que a crença num Espírito, ou Força Vital, se torna particularmente interessante pelos níveis de popularidade que atinge precisamente nalguns destes países mais «instruídos», por assim dizer, ou onde a doutrinação materialista ter-se-á exercido mais intensamente. Em França, onde a educação e o condicionamento tendencialmente materialistas mas especificamente anti-religião vêm de «longa data», a subtileza da alta e famosa cultura francesa logrou criar uma camada populacional marcadamente ateia, é certo; porém, noutros países igualmente desenvolvidos, como os da Escandinávia, regista-se um número verdadeiramente elevado de crentes num «Espírito - Força-Vida», ou seja, numa concepção de Divino que escapa às chamadas «grandes religiões», isto é, à tríade semita monoteísta Judaísmo-Cristianismo-Islão. Uma concepção que, objectivamente falando, é pagã (ou seja, não revelada), independentemente de a esmagadora maioria dos que responderam a esta sondagem se considerarem ou não pagãos, e de um tipo que alguns consideram como especificamente indo-europeu - uma força Divina tendencialmente abstracta. Há até quem afirme que quando Estrabão diz dos Galaicos que «são ateus», estava simplesmente a não compreender a religiosidade indígena devido ao seu carácter fortemente abstracto... sabe-se entretanto que o grupo de salteadores gauleses que atacou o santuário grego de Delfos, consagrado a Apolo, troçaram vivamente dos Helenos por estes fazerem templos para os seus Deuses, pois que do ponto de vista gaulês (ou pelo menos destes gauleses) os Deuses seriam Entidades demasiado sagradas e altivas para poderem ter «casinhas» como os seres humanos. Segundo Tácito, os Germanos também pensavam assim, pois que honravam os Deuses sem estátuas e sem templos, só em bosques, precisamente por considerarem o Divino como demasiado poderoso para ser reduzido ao nível humano; outro tanto diz Heródoto dos Persas quando informa que estes não têm templos e adoram o Deus Máximo a céu aberto, pois que o céu é a morada da Divindade. Também os Romanos antigos adoravam os Deuses sem estátuas, aplicando-se o mesmo aos Gregos arcaicos...

Sábado, Julho 11, 2009

UM ÍDOLO DE MADEIRA... DÁ SORTE NA POLÍTICA?

Na Ucrânia, correm vozes na imprensa que atribuem o sucesso da actual primeira-ministra Yulia Tymoshenko a um ídolo de madeira que representa um espírito caseiro que lhe foi oferecido pouco antes da famosa «Revolução Laranja»...

O autor da figura, que é também organizador do primeiro museu de figuras de espíritos caseiros, o pintor Nikolay Nikonorov, diz que uma das seus clientes comprou um «espírito-caseiro» invulgar em forma de «São Jorge» com uma serpente alada: «disse-lhe que o espírito caseiro daquele género era o melhor para um político. E a mulher confessou que era um presente de aniversário para a sua grande amiga Yulia Tymoshenko

Pouco depois de receber o presente, Tymoshenko veio a liderar o executivo ucraniano...

Fiquem-se com esta pela noite dentro...

POLÍTICO DEMITIDO POR REFERIR A RAÇA DO PRESIDENTE AMERICANO QUANDO O CRITICAVA

Tegucigalpa, 11 Jul (Lusa) - O ministro dos Negócios Estrangeiros das Honduras, Enrique Ortez Colindres, recém-empossado na sequência do golpe militar que destituiu o Presidente Manuel Zelaya, pediu na sexta-feira a demissão após ter chamado "negrito" ao Presidente norte-americano, Barack Obama.
Empossado no dia seguinte ao golpe, 29 de Junho, Enrique Ortez criticou a posição Presidente dos Estados Unidos, que rejeitou a deposição de Zelaya, dizendo tratar-se de um "negrito que nem sabe onde fica Tegucigalpa", facto que suscitou a indignação da embaixada norte-americana na capital hondurenha.
O presidente instalado em substituição de Zelaya, Roberto Micheletti, assegurou que não houve relação entre a demissão de Ortez e a afirmação proferida por este.
É assim, a Nova Inquisição - não se pode numa mesma frase criticar um negro e dizer que ele é negro.

TUMULTO E FOGO-POSTO NO SUDOESTE DE FRANÇA

O camarada Rio Sur Seine também deu a conhecer esta notícia, entre muitas outras que têm por palco um dos países ocidentais mais devastados pela onda multiculturalista: na cidade francesa de Firminy, vários «jovens» de origem muçulmana queimaram carros e destruíram um centro social como protesto pela morte de outro «jovem» que se encontrava detido pela polícia por tentativa de extorsão e que, segundo fonte policial, ficou em estado de coma depois de uma tentativa de suicídio. Mas a família do «jovem» suspeita de que na verdade foi a polícia que o matou. Os tumultos registaram-se pelo menos duas noites seguidas.
Cerca de duzentos polícias anti-motim foram destacados, com o auxílio de um helicóptero que do alto a tudo assistiu. Nove indivíduos foram detidos na sequência da violência registada.

Resta pois lamentar a deplorável incompetência da polícia que pelos vistos só matou um criminoso árabe, se é que matou mesmo...

ISLAMOFOBIA AUMENTA NA BÉLGICA, DIZ SÚCIA ANTI-RACISTA

Na Bélgica, centro da Europa unida, o Centro para a Igualdade de Oportunidades e Oposição ao Racismo (CGKR) avisa para o aumento da islamofobia: «há uma mudança de um discurso de ódio contra os estrangeiros em geral para um discurso de ódio direccionado contra os muçulmanos ou alegados muçulmanos. A base deste novo discurso continua a ser racista
Ou seja, o Povo começa a aperceber-se com mais rigor de onde vem o perigo que mais o ameaça...

No seu relatório, este braço avançado da Nova Inquisição alega que vinte e dois por cento das queixas de discriminação são dos que se sentem discriminados quando procuram emprego: 57,3% por raça, 13,3% por deficiência física, 8,3% por religião ou estilo de vida, 6% por idade avançada e 3,9% por motivos de saúde.

SEIS CONTRA UMA CRIANÇA

Diz a polícia de Patuakhali Sadar, no Bangladesh, que prendeu seis homens na casa dos vinte por terem violado uma rapariga de treze anos... no hospital... tendo-a previamente raptado de um parque infantil...

O Bangladesh é um país de maioria muçulmana.

MAIS UMA CENA DO QUOTIDIANO NO OCIDENTE MULTIRRACIAL...

A família Marshall

Durante os festejos do dia 4 de Julho, a família Marshall assistia calmamente aos fogos de artifício, à noite, junto à casa de amigos, em South Akron, quando, de repente, assim como que do nada, surgiram cerca de cinquenta orgulhosos jovens afro-americanos que, zelando pela sua própria auto-estima, afirmaram, alto e bom som, «Este é o nosso mundo» e «Este é um mundo negro», colocando-se diante da família Marshall que, como se sabe, é culpada de racismo, esclavagismo e, genericamente, de maldade pura, devido ao facto de ser branca.
Um dos negros atacou à traição um amigo dos Marshall. O pai da família, Marty Marshall, tentou intervir, sendo por isso mesmo atacado pelos outros negros. A sua filha, Rachel, de quinze anos, tentou ajudar o pai, mas foi atirada ao chão pelos negros. A mãe, Yvonne, atirou o filho de catorze anos, Donald, para o meio dos arbustos, para o proteger.

Diz agora Marty que «isto foi quase um acto terrorista. Admitimos isto na nossa própria vizinhança?»
Interveio porque «estava com medo do que pudesse acontecer à minha mulher, aos meus filhos e aos meus amigos. Senti que tinha de ficar ali para protegê-los, porque aqueles gajos estavam só aos saltos, a agitar os punhos e isso tudo. Tive sorte em não me terem dado cabo das costelas. Agradeço a Deus por se terem concentrado na minha dura cabeça. Estavam basicamente a tentar tirar a minha cabeça da minha espinha.»

Ao fim de vários minutos de socos e pontapés, os negros lá acalmaram a sua justa raiva por causa dos séculos de opressão racial e foram-se embora... e, como bonzinhos que são, só magoaram seriamente o pai da família, que sofreu uma concussão e múltiplas feridas na cabeça e num olho, tendo por isso passado cinco noites na unidade de cuidados intensivos no Centro Médico Geral de Akron.

Quanto à filha, Rachel, diz que nem sequer pensou quando se meteu ao barulho. Mas, acrescenta, «quando caí ao chão, fiquei com medo

Marty Marshall afirma que teme agora pela segurança da sua família, e pelos milhares de dólares em contas médicas que vai ter de pagar sem ter seguro. E diz: «eu sabia que ia ser espancado, mas não tanto como de facto fui. Mas tinha de proteger a minha família. Não tive escolha. Não havia necessidade de isto ter acontecido. Deviamos dar-nos todos bem. A mim, isto parece-me racista.»

Ai «parece-lhe»... o medo de ser considerado anti-negro é tão forte que, mesmo perante um caso destes, ainda sente necessidade de dizer «parece-me que foi racismo»...

Contei isto de modo algo irónico, como se viu. Não sei se alguém se riu, mas de qualquer modo o mais cómico vem agora, preparem-se - é que a polícia de Akron diz não estar pronta para chamar a isto um «crime de ódio».
A preocupação das autoridades é averiguar se aquilo era uma gangue ou só um grupo de rapazes... o caso não foi qualificado como racista.
Com autoridades destas, quantos mais ataques racistas deste género é que deixam de contar para as estatísticas do crime racial nos EUA? É mistério... e o mistério é sério, como dizia o professor Hélio...

Marty Marshall preocupa-se pois com o bem-estar da sua família, mas também com a sua Liberdade: «Onde está a liberdade individual quando coisas destas acontecem?»

É preciso que alguém lhe responda que a Liberdade do branco acaba onde começa o Multiculturalismo.


MAIS INTIMIDAÇÃO E VIOLÊNCIA NOS BAIRROS DAQUELES QUE VÊM PARA FAZER AS TAREFAS QUE OS PORTUGUESES NÃO QUEREM FAZER...

Dois actos de vingança trouxeram de volta a violência a dois dos bairros mais problemáticos da Grande Lisboa. Anteontem à noite, na Quinta do Mocho, jovens descontentes com o facto de uma família de origem angolana ter chamado a polícia devido ao barulho atacaram a casa destes à pedrada. Horas depois, no bairro 6 de Maio, um jovem esfaqueou um homem, supostamente responsável pelo homicídio do seu irmão há dois anos.
De acordo com Osvaldo Sousa, animador cultural, de 33 anos, residente no rés-do-chão do lote 23 da Quinta do Mocho, Loures, "perto da meia-noite, um grupo estava a fazer barulho e, por isso, chamámos a polícia. Depois, perto da 01h00, partiram a porta a pontapé e começaram a chover pedras dentro de casa". O CM constatou no local que todas as janelas que dão para a rua ficaram destruídas. Nada foi roubado. "Tem sido uma constante. Há semanas que não conseguimos dormir. Isto para lá dos assaltos e agressões que acontecem todos os dias", relata Osvaldo.

Já no bairro 6 de Maio, na Amadora, um homem que em 2007 assassinou outro numa rixa foi ontem de madrugada esfaqueado pelo irmão da vítima e agredido por outros moradores do bairro, onde estava proibido de entrar. Foi hospitalizado, mas não corre risco de vida.

PORMENORES

CONTRATO SEGURANÇA
Em vigor desde Março, o Contrato Local de Segurança para a Quinta do Mocho "não funciona", dizem os moradores. "Não se vê polícia e as ambulâncias só entram escoltadas."

PALCO DE HOMICÍDIO
Em Agosto do ano passado, um grupo de dez jovens perseguiu Marco Vaz, 18 anos, até à casa da mãe do jovem, na Quinta do Mocho. Acabou morto com um tiro.

MORTE DE SEIS DE MAIO
Em 2005, a discussão sobre quem teria a melhor arma acabou com um homem a ir buscar uma shotgun e a dar um tiro no peito de outro, de 23 anos.

Ambulâncias... que precisam de escolta?... Porquê, porque são racistas, talvez por estarem pintadas de branco?...
Isto nem num cenário de guerra convencional se vê. Isto é o princípio de uma guerra civil sem precedentes.
Enfim, já se sabe que uma invasão conduz quase sempre à guerra. Mesmo que seja uma invasão disfarçada de imigração.

Sexta-feira, Julho 10, 2009

PERSEGUIÇÃO E IMPOSIÇÃO CRISTÃ - UM IDEAL MUNDIALISTA

«Se vemos um valor supremo na tolerância, então tudo o que lhe faz violência deve ser considerado como um crime, a começar por esses empreendimentos de conversão nos quais a Igreja se mantém inigualável. E, se ela exagerou a gravidade das perseguições a que foi submetida e inchou absurdamente o número de seus mártires, precisava de encobrir os seus crimes com pretextos nobres: deixar sem punição doutrinas perniciosas – não teria sido uma traição àqueles que se sacrificaram por ela? Assim, foi num espírito de lealdade que a Igreja se lançou à aniquilação dos “desviados”, e que pôde, depois de ter sido perseguida por quatro séculos, tornar-se perseguidora ao longo de quatorze. Esse é o segredo, o milagre da sua perenidade. Nunca houve mártires vingados com tão sistemática tenacidade.

Tendo coincidido o advento da Cristandade com o do Império, certos padres (Eusébio, entre outros) sustentaram que essa coincidência tinha um significado profundo: um Deus, um imperador. Na realidade, tratava-se de abolir os empecilhos nacionais, da possibilidade de circular através de um vasto estado sem fronteiras, o qual permitia à Cristandade infiltrar-se, tornar-se audaciosa. Sem essa oportunidade de se expandir, teria permanecido como uma simples dissidência dentro do Judaísmo, em vez de se tornar uma religião invasora e, o que é pior, uma religião da propaganda. Todos os meios se justificavam para recrutar, para reforçar e para expandir até mesmo essas bajulações diárias cujo aparato era uma ofensa tanto para os pagãos quanto para os deuses olímpicos. Juliano observa que, de acordo com os legisladores de outrora, “desde que a vida e a morte diferem completamente, os actos relativos a uma e à outra devem ser executados separadamente”. Essa disjunção, os cristãos, no seu proselitismo fanático, não estavam dispostos a aceitá-la: tinham consciência da utilidade do cadáver, das vantagens a extrair dele. O paganismo não elidia a morte, mas tinha o cuidado de não deixá-la à mostra. Para o paganismo, era um princípio fundamental supor que a morte não é consoante com o dia claro, que a morte é um insulto à luz. A morte pertencia à noite e aos Deuses infernais. Os galileus encheram os sepulcros, diz Juliano, que nunca chama Jesus outra coisa além de “o morto”. Para os pagãos dignos do nome, a nova superstição podia parecer apenas uma exploração, um aproveitamento do repulsivo. Tanto mais amargamente iriam deplorar o progresso que ela estava a fazer em cada sector. O que Celso não pôde conhecer, mas que Juliano entendeu perfeitamente, eram os levianos da Cristandade – aqueles que, incapazes de submeter-se a ela de modo pleno, mesmo assim se esforçavam para segui-la, temendo que, se se mantivessem à parte, seriam excluídos do “futuro”. Tanto por oportunismo quanto por medo da solidão, queriam estar ao lado desses homens “nascidos ontem”, mas logo chamados a exercer o papel de mestres, de torturadores.
»

In «Os Novos Deuses», Fragmento II, de E. Cioran

SOBRE UMA SESSÃO DE DOUTRINAMENTO DA NOVA INQUISIÇÃO

Agradeço à camarada Vera por me trazer aqui esta notícia, que retrata com clareza um procedimento mui típico da Inquisição Anti-racista: a mentalização dos lacaios que têm por missão (des)informar a população e, muitas vezes, (de)formar as mentes do Povo.

Ora leia-se (texto da notícia a itálico, comentários do blogueiro a escrita normal):

Realizou-se hoje na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Lisboa, uma conferência de imprensa alusiva ao tema “Diga não à discriminação”.
Organizada pelo Conselho da Europa e pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI), a campanha dirigida sobretudo a jornalistas e profissionais dos média tem por objectivo “sensibilizar a opinião pública e alertar para a importância de se condenar os vários aspectos da discriminação que resultam de atitudes racistas e preconceitos”.
A conferência contou com a presença de Rosário Farmhouse, Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural, Kattia Hernandez, coordenadora do programa “Nós”-ACIDI, IP” da RTP, Cláudia Semedo, jornalista e actriz de origens cabo-verdianas, e Francisco Empis, da Direcção de Comunicação do Conselho da Europa.
Já lançada também em outras cidades europeias, como Barcelona (Espanha), Paris (França), Madrid (Espanha), Milão (Itália) e Roma (Itália), a Campanha Antidiscriminação prevê acções de seminários para jornalistas, um anúncio televisivo, uma escola de Verão, um “kit” de formação para jornalistas e um manual de boas práticas sobre como facilitar o acesso das minorias aos meios de comunicação.
Apesar da pouca afluência, foram aflorados nesta conferência alguns aspectos a ter em atenção não só pelos média, mas por todos os cidadãos.
Rosário Farmhouse elogiou a altura em que esta Campanha foi lançada, pois “em momentos de crise temos tendência a fecharmo-nos dentro de cada um de nós e rejeitarmos ou encontrarmos culpados para tudo o que acontece à nossa volta e por isso o racismo e a xenofobia têm tendência a aumentar”.
Além disso, a Alta Comissária descreve Portugal como um lugar intercultural, sendo a interculturalidade “aceitar as diferenças e juntos construirmos e crescermos nesta fusão de diferenças, respeitando o espaço de cada um”.
“No ACIDI temos tentado aproximar-nos dos jornalistas e alertá-los para o papel pedagógico que têm no combate à discriminação e ao racismo”, acrescenta. O objectivo é “sermos capazes de ver no outro uma possibilidade de crescermos juntos em vez de uma ameaça”.
Estas ideias são consensuais entre os defensores da interculturalidade. Por isso, Kattia Hernandez acredita que ”esta campanha ajuda a mudar as perspectivas, a criar outras ideias e outra maneira de dar cobertura a estas coisas”.
Cláudia Semedo foi a última a falar, alertando para as divergências que há muitas vezes entre o que os media publicam e aquilo que acontece na realidade. ”Este assunto tem que ser tratado com pinças, temos que ir de encontro àquilo que é o código deontológico do jornalista e ser isentos, o que nos faz estar mais próximos da verdade”.
A imparcialidade "pode ter consequências graves" e, para Cláudia Semedo, “quando nascemos, nascemos com o direito à igualdade, à justiça e ao respeito e é estranho ter que lutar por isso”.
A campanha não se fica por aqui. Dias 7, 8 e 9 de Outubro realizar-se-á o próximo evento promovido pelo Conselho Europeu.


Para quem não sabe, faz parte do «código «««dentológico»»» dos jornalistas» a intenção de escon... ops, de ocult..., enfim, de não referir a identidade racial dos criminosos, porque tal «pormenor» não interessa à notícia e pode levar ao racismo...

Ou seja, Povo que oiça muitas vezes falar de crimes cometidos por negros, começa a pensar que se calhar os «racistas» têm razão e vai daí começa a votar nos «partidos nazis», o que é uma grande chatice para aqueles que, em nome do ideal universalista, querem encher a Europa de iminvasores para acabar de vez com a identidade racial europeia, ou seja, para fazer cair as barreiras intransponíveis que distanciam os homens uns dos outros...

Esta gente chama-lhe «código deontológico». O termo científico mais apropriado é Batota Política.
É supressão da informação para impedir que o oponente possa vencer o jogo.
É, de resto, um dos aspectos da falsificação da Democracia.


O problema desta gente é que, apesar do seu controlo sobre os mérdia, o Povo continua a aperceber-se de que há realmente um número desproporcional de não brancos envolvidos em criminalidade violenta.
Solução que a Inquisição Anti-racista engendra: se, apesar de tudo, o raio da verdade continua a vir ao de cima, e o dique politicamente correcto tem fissuras e já mete água por todos os lados, então só resta redobrar os esforços para o Povo não ficar a saber de certas coisas...

PAPA PROMOVE IDEIA DE GOVERNO MUNDIAL

Conforme notícia aqui trazida pela Sílvia Santos, pelo que lhe estou grato, o Papa defende, numa enciclica publicada há poucos dias, «Caritas in veritate» (Caridade na Verdade...) que se dê um grande passo em frente na criação de um governo mundial: quer que seja criada aquilo a que chama Autoridade Politica Mundial, «grau superior de organização à escala internacional de tipo subsidiário para governar a mundialização» para «proceder ao desarmamento integral, alcançar a segurança alimentar, assegurar a protecção do ambiente e», atenção, «regular os fluxos migratórios», ou seja, as políticas de imigração passariam a ser ditadas, não pelos governos, já nem por grupos de países (como a UE), mas por uma autoridade mundial.

Trata-se pois de uma apologia clara do mundialismo... ou não fosse o próprio Cristianismo a primeira grande ideologia globalizadora e universalista, anterior à outra grande religião mundialista, o Islão, e anterior também, naturalmente, à «Nova Ordem Mundial» ianque-capitalista e à «alter-globalização» esquerdista, da qual é precursora em termos de estrutura moral e mental.



Já Celso, filósofo romano do século II, criticava esta pretensão cristã, dirigia aos cristãos as seguintes palavras, com notável lucidez, intemporal, tão válida na época como agora e sempre:

Não é tolerável ouvir-vos (cristãos) dizer: «Se os imperadores que hoje reinam, após de deixarem persuadir por nós, correrem para a sua perda, seduziremos ainda os seus vencedores. Se estes caírem igualmente, far-nos-emos ouvir pelos seus sucessores, até que todos nos tenham acreditado e sejam igualmente exterminados pelos inimigos.» - Sem dúvida, é o que não deixaria de suceder, a menos que um poder mais esclarecido e mais previdente vos destrua a todos de alto a baixo, antes que pereça devido a vós. Se fosse possível que todos os povos que habitam a Europa, a Ásia, a África, tanto Gregos como Bárbaros, até aos confins do mundo, fossem unidos pela comunidade de uma mesma fé, talvez uma tentativa do género da vossa tivesse probabilidades de êxito; mas isso é pura quimera, dada a diversidade das populações e dos seus costumes. Quem põe em mente semelhante desígnio, mostra por isso mesmo que é cego.
Cego e, acrescente-se, profundamente bastardo - pária de espírito, apátrida por natureza.

CLASSE POLÍTICA DOMINANTE DA IRLANDA CRIMINALIZA A BLASFÉMIA

O Dail, Parlamento Irlandês, aprovou nova legislação que manda castigar actos de blasfémia.
Quem doravante cometer tal «crime» no verde Eire poderá ter de pagar uma multa de vinte e cinco mil euros (€25.000).
A nova lei dá à Garda Siochana (força policial) o poder de confiscar o que lhe parecer «blasfemo» e de entrar, com uso de violência se necessário, em domicílios «razoavelmente suspeitos» de terem no seu interior material blasfemo.

Como será que ficará quem quiser criticar uma religião em concreto, digamos, a dos agachados de Alá que seguem um profeta pedófilo?
O que acontecerá aos ateus que digam que Deus é imaginário?
E aos pagãos que afirmem ter deixado o Cristianismo por considerarem que o Deus judaico-cristão é violento e sanguinário, e autoritário, e promotor do genocídio e da intolerância?
E aos cristãos que digam que Alá é originalmente um Deus pagão de carácter lunar?
E aos Judeus que digam que Jesus não é nenhum profeta mas um impostor?

(E aos muçulmanos - acontecerá algo de mal, digam o que disserem?...)

Que acontecerá às obras - livros e filmes - que satirizam e/ou criticam a Religião ou uma determinada religião em concreto?

O número dois do artigo 36 é intrigantemente ambíguo e dá pano para mangas em termos de interpretação:

«(2) Para o propósito desta secção, uma matéria blasfema publicada ou veiculada por um indivíduo (a) se esse indivíduo publicar ou veicular matéria que é marcadamente abusiva ou insultuosa em relação a matérias consideradas sagradas por qualquer religião, causando portanto ultraje a um substancial número de aderentes dessa religião, e (b) o indivíduo queira causar ultraje

Em relação à parte que engrossei, vem facilmente à memória a extrema sensibilidade das massas islâmicas, que se consideram profundamente ofendidas por toda e qualquer piada ou até comentário histórico a respeito do seu credo, como se tem visto... de notar entretanto que, para a OIC (Organização da Conferência Islâmica, que reúne cinquenta e sete países), dizer algo de desagradável sobre uma religião é violar os direitos humanos dos seus crentes... será que esta passagem da nova lei irlandesa é só um produto da moralidade ruminante católica, dominante no país, ou terá também algo, ou muito, a ver com esta pretensão muçulmana a silenciar toda e qualquer crítica ao Islão?

NOS EUA - AUMENTO DA IMIGRAÇÃO DIMINUI MISCIGENAÇÃO(?)

É curioso o que diz um novo estudo: nos EUA, o aumento da imigração nos anos noventa fez com que descesse o número de casamentos interraciais.
Isto porque, com a imigração, há comparativamente mais asiáticos e mestiços latino-americanos a casar-se com imigrantes da mesma etnia que a sua.
Ou seja - apesar de viverem na mesma sociedade que os brancos, preferem pessoas da sua própria raça acabadas de chegar a essa sociedade. Trata-se portanto da sobreposição do factor racial/étnico ao factor da convivência social.

O casamento interracial começou a aumentar nos anos setenta - pudera, os anos sessenta ficaram marcados como época do início da grande ofensiva propagandística anti-racista nos mérdia. Uma grande ofensiva que, repare-se, já andava a ser preparada há muito - desde o início do século XX, pelo menos. Uma grande ofensiva que se destina precisamente a convencer os brancos de que são colectivamente culpados como grupo, e/ou que as raças não existem (tudo serve, vai das duas maneiras), sempre no sentido de levar sobretudo os brancos a desvalorizar a identidade racial e em muitos casos em considerarem a miscigenação como indício de «progresso» e de «beleza», enfim.
Não admira pois que, depois de toda esta maciça lavagem cerebral, haja, segundo o estudo, mais misturas de brancos com minorias rácicas do que entre minorias rácicas entre si. E, mais uma vez, é no seio da elite intelectual branca, no seio da «juventude universitária» de origem caucasóide europeia, que se encontra, segundo o estudo, mais casos de casamentos com gentes doutras estirpes. Até entre hispânicos e asiáticos com educação universitária há mais casos de mistura racial do que no resto da população, pois que, integrados na sociedade norte-americana, acabam por ser influenciados pela cultura «mainstream» - contudo, os negros de nível universitário não são mais adeptos da miscigenação do que os das classes sócio-culturais mais baixas: pudera - a propaganda intelectual anti-racista não lhes é dirigida...

Zhenchao Qian, co-autor do estudo e professor de Sociologia na Universidade Estatal do Ohio, afirma que «é possível que o contínuo influxo de imigrantes vindos da Ásia e da América Latina continue a fazer baixar o casamento inter-racial, especialmente se os novos grupos forem segregados da população branca maioritárias e das minorias nascidas nos EUA.»

Sabe-se lá se não há afinal males que vêm por bem... ou que Deus escreve certo por linhas tortas...
Claro que promover a imigração como um modo de travar a miscigenação seria quase como promover a pobreza para evitar os assaltos. Porque misturando-se ou não, os alienígenas têm evidentemente de ser repatriados - juntamente com a sua prole mestiça.

SUPREMO TRIBUNAL DOS EUA DÁ RAZÃO A BRANCOS QUE SE QUEIXARAM DE DISCRIMINAÇÃO RACIAL

Agradecimentos ao camarada Felipe por ter trazido aqui a notícia, cá vai um caso que fica na História e que honra a liberdade dos anglo-saxónicos do outro lado do Atlântico: a «Suprema Corte dos EUA admite pela primeira vez que houve uma situação de racismo contra brancos.
"Nenhuma pessoa deve enfrentar discriminação no trabalho por causa de sua raça." Quando a Suprema Corte dos EUA emitiu uma sentença com essa conclusão, na última segunda-feira, mudou substancialmente a forma pela qual o país tentou compensar, a partir dos anos 1960, décadas de escravidão, racismo e segregação contra os negros. Porque, depois de seis anos nos tribunais, um grupo de 29 bombeiros, todos brancos, incluindo um hispânico, conseguiu demonstrar que a cidade que os contratou, New Haven (Connecticut, nordeste dos EUA), havia discriminado-os para favorecer outro grupo composto inteiramente de afro-americanos.
Tentando escapar de um processo por comportamento racista, a autoridade de New Haven acabou protagonizando um caso de racismo inverso. "A vontade de evitar a discriminação intencional não pode justificar a discriminação intencionada", disse a Suprema Corte na sua sentença.
No Inverno de 2003 a cidade organizou dois exames orais e escritos para promover um grupo de bombeiros locais às patentes de tenente e capitão. Os que acertassem mais de 70% das respostas seriam aprovados. Destes, e por estrita ordem descendente de notas, os 15 melhores seriam promovidos. Nas provas para tenente foram aprovados 25 brancos, 6 afro-americanos e 3 hispânicos. Nas de capitão foram 16 brancos, 3 negros e outros 3 latinos. As 19 pessoas que tiraram notas suficientes para ser promovidas eram todas brancas, além de dois latinos.
Um grupo de 18 bombeiros negros decidiu protestar contra o governo local. Argumentava que os resultados dos exames eram uma prova de que havia ocorrido discriminação racial contra eles. Que por serem negros tinham sido afastados dos cargos de comando no corpo de bombeiros. A câmara examinou as listas e abriu em 2004 um processo de rectificação das provas que durou quatro meses.
Nos depoimentos, os bombeiros brancos declararam que tinham investido tempo e dinheiro preparando-se para os exames. Um deles, Frank Ricci, disse que teve de fazer um esforço titânico para aprender as lições, pois é disléxico. Foi bombeiro durante 11 anos. Gastou cerca de R$ 2 mil em livros. Estudou até 13 horas diárias. Foi aprovado e conseguiu a promoção. Alguns especialistas em educação certificaram que os exames eram neutros e que não promoviam a divisão racial. Não havia nada que os bombeiros negros não pudessem ter estudado.
Outros, no entanto, disseram que os resultados demonstravam que os exames atentavam contra a Lei de Direitos Civis de 1964, que estabelece que um empregador não pode administrar provas de trabalho que violem a representatividade de uma minoria protegida.
Afinal o governo local declarou a prova inválida, através da Junta de Serviços Sociais. De seus cinco membros, dois empataram. O quinto absteve-se, já que um parente tinha-se apresentado ao exame. A câmara municipal convocou outro teste. Ricci e os outros 19 bombeiros, que ganharam o apelido de Os 20 de New Haven, levaram o presidente da câmara a julgamento. Em várias ocasiões a Justiça decidiu contra eles. Até que chegaram ao tribunal supremo.
O que se discutiu na máxima instância judicial do país é se New Haven respeitou o sétimo artigo da Lei de Direitos Civis aprovada em 1964, que pode ser resumido num claro mandamento a todos os empregadores do país, públicos e privados: é ilegal discriminar por raça, sexo ou religião. O irónico é que essa lei foi criada para proteger as minorias negras, e agora é utilizada para proteger um grupo maioritariamente branco.
"Essa sentença é preocupante", explica Linda Greenhouse, uma jornalista que informou sobre a Suprema Corte durante 29 anos e que agora trabalha na Universidade Yale. "Este país já foi longe demais discriminando os afro-americanos para deixar de se preocupar com isso neste momento. Há normas que devem ser respeitadas, temos algumas normas muito boas que nos impediram até hoje de voltar a tempos piores. É preocupante que o supremo detenha a luta pela igualdade. Essas leis, bem interpretadas, fazem que haja certo equilíbrio e que se compensem as injustiças do passado."
(...)
Essas pessoas, cujas famílias viveram a segregação e o racismo até poucos anos atrás, confiaram na discriminação positiva para sair de um círculo vicioso de marginalização e pobreza a que os condenou outrora a sociedade americana. "Trata-se de erradicar a injustiça histórica que existiu neste país contra minorias desfavorecidas e que continua ocorrendo em certos âmbitos", explica o professor Edward Kellough, da Universidade da Geórgia e autor do livro "Understanding Affirmative Action" [Compreendendo a ação afirmativa].
"Metaforizando o assunto", explica, "é como ver dois corredores em uma competição. Um deles parte da saída carregado com um grande peso e o outro corre leve. Na metade da corrida os juízes percebem que é injusta, liberam o corredor de seu peso e retomam a marcha como se nada tivesse acontecido. Isso é justo? O segundo corredor tem um bom trecho de desvantagem. O objetivo da discriminação positiva é compensar essa desvantagem."
A meta é fomentar a contratação de minorias tanto na empresa privada como no setor público. Os únicos limites são os das qualificações de cada aspirante. "Se administrarmos uma prova de trabalho e dois candidatos tiverem as mesmas notas e os mesmos méritos, e um for branco e o outro afro-americano, no final o empregador deveria escolher o afro-americano", explica o professor Kellough. Ao longo dos anos, desde os tempos de Lyndon Johnson, o governo dos EUA aprovou diversas diretrizes promovendo a contratação de minorias no mundo do trabalho.
»
(...)

Repare-se em quem continua a defender a discriminação pró-negróide - uma jornalista e um professor universitário, ou seja, gente que tem por missão ministrar informação à população...

E claro, o argumento da alegada desvantagem inicial não pega, visto que os imigrantes chineses nem a língua conheciam, viviam miseravelmente quando chegaram aos EUA, não eram apreciados pela população dominante, e nem por isso os seus descendentes deixaram de vingar na sociedade norte-americana.

LÍDER DOS NACIONALISTAS BRITÂNICOS RECOMENDA MEDIDAS DURAS PARA SALVAGUARDAR A EUROPA CONTRA A IMINVASÃO

LONDRES (AFP) — Nick Griffin, o líder do partido de extrema-direita britânico BNP, afirmou na noite de quarta-feira que a União Europeia (UE), para desestimular a imigração ilegal, deveria afundar os barcos usados por ilegais e devolver os clandestinos à Líbia em balsas.
Griffin, líder do Partido Nacional Britânico, é um dos dois membros da formação eleitos para o Parlamento Europeu em Junho.
"Cedo ou tarde, a única medida que vai deter a imigração, e evitará que um grande número de africanos subsaarianos morram a caminho da Europa, será ser muito duro com os que chegam", declarou Griffin à BBC.
"Francamente, devem afundar alguns destes barcos", completou, em um aparente recado aos funcionários da UE responsáveis por combater a imigração ilegal.
Griffin negou, no entanto, desejar que alguém morra no mar.
"Podem atirar-lhes balsas e (os ilegais) poderão retornar à Libia. Deste país saem muitos africanos que querem viajar ilegalmente para a Europa", declarou.
O líder do BNP declarou que apoiará qualquer político que apresentar propostas neste sentido e fará oposição a qualquer política que leve, em última instância, à aceitação dos imigrantes ilegais na UE.

Afirma Griffin que «A Europa tem mais tarde ou mais cedo de fechar as suas fronteiras ou então vai ser atolada pelo terceiro mundo.»
Explicou que, ao fim ao cabo, a medida que propõe salvaria vidas: «Milhares de africanos afogam-se todos os anos nas suas tentativas de atravessar o Mediterrâneo nos seus barcos raquíticos e desapropriados para o mar. Metem-se em tão perigosa jornada porque estão convencidos de que se chegarem à Europa vão poder entrar. Mas se receberem a mensagem clara de que sob nenhuma circunstância terão autorização para entrar, deixarão de vir. Em última análise, esta é a única solução para o actual problema.»

Porque para situações extremas, medidas extremas. Uma coisa é certa: a salvaguarda da Europa, valor máximo e sagrado, não é negociável. Não é admissível que algo a possa pôr em causa.

Claro que a infra-humanidade imigracionista vai atirar-se ao ar de indignação por o «racista» estar disposto a afundar «crianças e mulheres». Ou seja, para chegar à Europa, basta vir com crianças e mulheres e já está, consegue-se iminvadir terra alheia...
Isto é usar as crianças e as mulheres do mesmo modo que o Hamas as usa: como escudos humanos.

A essa chantagem imunda e REVOLTANTE, já um certo pensador francês respondeu há muito: valem muito mais para nós os casos em que crianças europeias sofreram ou foram mortas por imigrantes do que os casos em que imigrantes morreram para chegar à Europa.

NEGRO APEDREJA COMBOIO E É DETIDO

Um camarada de Aveiro enviou-me esta notícia, retirada do jornal «Diário de Aveiro», que agradeço:

A GNR de Sangalhos, Anadia, identificou um homem, de 23 anos, suspeito de apedrejar comboios na Linha do Norte, domingo à noite. O suspeito, um cidadão angolano, residente em Coimbra, foi posto fora do comboio na estação da Pampilhosa por viajar embriagado e sem bilhete. Quando a composição arrancou começou a atirar-lhe pedras. Não esperou muito por outro comboio, mas o seu estado de embriaguez chamou a atenção do revisor que, vendo que mais uma vez viajava sem bilhete, mandou-o sair da composição na estação de Mogofores. Mais uma vez reagiu à pedrada. Alguns minutos mais tarde foi identificado pela GNR. É acusado de crime de “atentado à segurança de transporte por ar, água ou caminho de ferro”, incorrendo numa pena de um a oito anos de prisão.

Tem graça, a notícia, precisamente por ser notícia na região em que aconteceu. Em Lisboa, por exemplo, quase nem mereceria aparecer no jornal, tal é a frequência com que certos «jovens» perturbam o funcionamento dos transportes públicos, à pedrada e de outros modos, incluindo ameaças físicas... e nem sempre estes «jovens» são realmente jovens de idade. Já assisti a uma cena, num comboio de Sintra, em que um passageiro negro sem título de transporte válido ameaçou um revisor por este o ter mandado sair.
Repare-se: diz a lei que o passageiro apanhado sem título de transporte válido está sujeito a uma multa que no tempo do moeda portuguesa era de dez mil escudos. Mas os revisores dos comboios de Sintra ou de Cascais raramente falam nisso - dizem ao passageiro sem bilhete que saia e acabou-se.

Pois bem - andei quase vinte anos no comboio de Cascais, ocasionalmente no de Sintra, e assisti a inúmeras cenas em que o revisor ordenava a um passageiro sem bilhete que saísse na paragem seguinte. Nunca vi um só branco a resistir a esta ordem - nem um só. Nunca. Todos, rigorosamente todos, os que vi a arranjarem problemas por causa do caso, ou a recusarem-se a sair, ou a fazerem ameaças, mesmo perante a polícia, ou até a fazerem troça dos revisores e da polícia ao mesmo tempo, gozando da tal impunidade que o anti-racismo vigente lhes garante, todos os que vi a procederem assim, eram invariavelmente de raça negra. E de ambos os sexos, embora mais do masculino, e de várias idades... e não pareciam minimamente alcoolizados.

Aveiro é pois uma espécie de paraíso que eventualmente ignora o que tem pela frente num futuro próximo. Se/quando Aveiro ficar no estado de multiculturalismo em que Lisboa se encontra, nessa altura os Aveirenses até são capazes de sentir saudades do bêbado de carapinha que em tempos apredejou comboios...

A ELITE CONTRA WILDERS

Na Holanda, a elite política está esperneante de todo - multiplica os berros de ódio contra Geert Wilders, líder do Partido da Liberdade (PVV) à medida que este é cada vez mais apoiado pelo Povo.
Vários destacados militantes do Partido Trabalhista (PvdA) têm-no como alvo das suas constantes críticas. Wilders, por seu turno, diz não estar impressionado por ataques de «pistolas de água» por parte de um partido que tem a pretensão da «superioridade moral».

A ministra do Interior Guusje ter Horst afirmou na passada semana que espera que «a elite intelectual da Holanda se revolte» contra Wilders, para deixar claro que este está a propagar «absurdos».
Outros ministros, igualmente trabalhistas, atacam também o líder do PVV com mais força desde as eleições do início de Junho, como o ministro da Integração Eberhard van der Laan, que acusa Wilders de «generalizar e propôr pseudo-soluções» judicialmente impossíveis, diz ele, ou como o secretário de Estado dos Assuntos Europeus Frans Timmermans, que acha que Wilders é «indecoroso»...

Wilders responde colectivamente que estas reacções são de «puro pânico», explicando a raiz desse pânico: «Até 4 de Junho, podiam escrever que os resultados (que me destacam) eram só sondagens. Mas agora já não o podem dizer.»

Acrescenta que «tenho os factos e tenho uma larga proporção de eleitores do meu lado.» E, a respeito da incitação à «revolta da elite contra Wilders», este explica o significado de tal incitação: «O PvdA, o partido que sempre clamou estar perto do povo, é a elite auto-promovida e os eleitores são afinal gente burra contra os quais estsa elite se deve revoltar. Isto é um insulto enorme aos eleitores e uma facada nas costas de todos aqueles que se afastaram do PvdA. Agora que este partido está em colapso, Ter Horst mostrou a sua verdadeira face. A elite está a tornar-se mais radical, não nós.»

A ministra Horts alegou entretanto que os eleitores de Wilders não se aperceberam de que este não pode expulsar os criminosos marroquinos porque eles são holandeses.

Uma atitude de um descaramento muito particularmente revoltante e frequente na Esquerda imigracionista, note-se: primeiro, dão a nacionalidade a quem lhes apetece, inclusivamente a criminosos, e depois, quando aparece alguém a querer consertar o mal que foi feito, respondem que «ai, agora já não podem, porque nós já demos a nacionalidade a esses todos que vocês querem expulsar». Isto é o mesmo que dizer que «não podem aplicar uma solução das vossas porque nós, querendo impor a nossa ideologia, já nos antecipámos e fizemos leis para que vocês não possam nunca governar», ou seja, querendo dar como adquirido que só um caminho político é possível e sabotando de antemão a Democracia e a própria Nacionalidade.

Esta gente invoca pois a Lei como se de algo de sagrado se tratasse, Lei essa que foi feita por essa mesma gente, claro... entra-se numa argumentação em ciclo vicioso e absurdo: «é assim porque a Lei diz, e a Lei é como é porque nós a fizemos assim.»
Isto é, repare-se, um procedimento mental muito ao estilo bíblico: «a verdade é esta porque está na Bíblia, e o que está na Bíblia é verdade porque a nossa religião diz que é.»

Ao «argumento» de Ter Horst, Wilders opõe, de imediato, uma resposta técnica: «graças ao rei marroquino, estes jovens tiveram sempre dupla nacionalidade» (de acordo com a lei marroquina, todo o filho de marroquinos é marroquino, nasça onde nascer).
E é já possível expulsar pessoas com dupla nacionalidade que cometam actos de terrorismo. Continua Wilders: «Só quero expandir o âmbito desta lei, para que o resto da escumalha também possa ser expulsa. Pode-se considerar que isto é uma escolha política discutível, ou até moralmente repugnante, mas não me venham com a alegada impossibilidade judicial.»

Quanto ao adjectivo usado por Timmermans, Wilders riposta com clareza: «No PvdA, eles continuam a jogar a cartada da superioridade moral. Enquanto isso, eu digo simplesmente: o meu partido é melhor do que o vosso. Ele faz comentários deste género para manter contentes os eleitores muçulmanos, agora que já não tem praticamente apoiantes. Mas são socialistas-charia como ele que são responsáveis pelo crescimento da sociedade multicultural e agora mantém-se politicamente vivos graças a esta sociedade multicultural. Deviam estar a combater as desvantagens: a dura posição das mulheres, dos descrentes e dos homossexuais.»

E finaliza, salientando o falhanço de partidos como o PvdA em cumprirem a sua missão progressista: «estamos a fazer o trabalho que eles deviam fazer. Porque é que nós somos o partido mais escolhido (numa sondagem) de um website de uma revista gay? Ninguém pensa nisto? É porque os homossexuais experienciam as consequências da islamização todos os dias nos seus bairros.»

Quarta-feira, Julho 08, 2009

POLITEÍSMO E DEMOCRACIA



(...)
Na sua obra «Octavius», Minúcio Félix, antes de defender a posição cristã, faz com que Cecílio, o representante do Paganismo, diga: “Vemos os deuses nacionais a serem adorados em toda a parte: em Elêusis, Ceres; na Frígia, Cibele; em Epidauro, Esculápio; na Caldeia, Baal; na Síria, Astarte; em Tauris, Diana; Mercúrio entre os Gauleses, e em Roma todos os Deuses juntos.” E acrescenta, acerca do Deus cristão, o único a não ser aceite: “De onde vem ele, esse Deus único, solitário, derrelicto, não reconhecido por nenhuma nação livre, por nenhum reino...?”

De acordo com um antigo decreto romano, ninguém deveria adorar exclusivamente Deuses novos ou forasteiros, se eles não fossem admitidos pelo Estado, mais precisamente pelo Senado, a única instância competente para decidir quais mereciam ser adoptados ou rejeitados. O Deus cristão, aparecendo na periferia do Império, chegando a Roma por meios indeclaráveis, cobraria mais tarde uma revanche terrível pelo fato de ter sido obrigado a entrar na capital mediante fraude.

Uma civilização é destruída apenas quando os seus Deuses são destruídos. Os cristãos, não ousando atacar de frente o Império, emboscaram sua religião. Deixaram-se perseguir apenas para poder arremeter contra ela de modo mais efetivo, a fim de satisfazer o seu apetite irrefreável por execração. Quão miseráveis seriam se ninguém se dignasse a promovê-los à categoria de vítimas! Tudo no paganismo, inclusive a tolerância, os exasperava. Fortes nas suas certezas, não podiam entender a resignação à probabilidade, própria do paganismo, nem a adesão a um culto cujos sacerdotes, simples magistrados designados para as formas perfunctórias do ritual, não impunham a ninguém o fardo da sinceridade.

Quando nos damos conta de que a vida só é suportável se podemos mudar de Deuses, e de que o monoteísmo contém em germe todas as formas de tirania, deixamos de ter pena da velha instituição da escravidão. Era melhor ser escravo e poder adorar uma forma escolhida de divindade do que ser “livre” e se confrontar com uma única variedade do divino. Liberdade é o direito à diferença; plural, postula a dispersão do absoluto, sua resolução numa poeira de verdades, igualmente justificadas e provisórias. Há um politeísmo subjacente na democracia liberal (chamem-no de politeísmo inconsciente); inversamente, cada regime autoritário compartilha de um monoteísmo disfarçado. Curiosos os efeitos da lógica monoteísta: um pagão, ao tornar-se cristão, tendia à intolerância. Melhor naufragar com uma horda de Deuses acomodatícios do que prosperar à sombra de um déspota!
Libertas, Deusa da Liberdade

Numa época em que, por falta de conflitos religiosos, presenciamos os ideológicos, a questão que se coloca para nós é, com efeito, a mesma que atormentou a antiguidade decadente: como renunciar a tantos Deuses em nome de um? – ressalvado que, no entanto, o sacrifício que se nos exige situa-se num nível inferior, não mais aquele dos Deuses, mas o das opiniões. Tão logo uma Divindade, ou uma doutrina, exige supremacia, a liberdade é ameaçada. Se vemos um valor supremo na tolerância, então tudo o que lhe faz violência deve ser considerado como um crime, a começar por esses empreendimentos de conversão nos quais a Igreja se mantém inigualável. E, se ela exagerou a gravidade das perseguições a que foi submetida e inchou absurdamente o número de seus mártires, ela precisava encobrir seus crimes com pretextos nobres: deixar sem punição doutrinas perniciosas – não teria sido uma traição àqueles que se sacrificaram por ela? Assim, foi num espírito de lealdade que a Igreja se lançou à aniquilação dos “desviados”, e que pôde, depois de ter sido perseguida por quatro séculos, tornar-se perseguidora ao longo de quatorze. Esse é o segredo, o milagre da sua perenidade. Nunca houve mártires vingados com tão sistemática tenacidade.

(...)

In «Os Novos Deuses», fragmento II, E. Cioran.

MESMO AGORA, ALGURES NOS ARREDORES DE LISBOA...

Dois negros atacaram um indígena e só o largaram quando lhe conseguiram tirar um fio de pescoço, isto segundo duas vizinhas que a tudo assistiram. Isto há coisa de cinco minutos, em terreno aberto, à luz do dia. Ainda lhe ouvi os gritos, mas quando cheguei já não se via ninguém além da vítima.
É, enfim, mais uma cena do quotidiano da Grande Lisboa, cada vez mais insegura e mulatizada - iminvadida e mal paga.

OS DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS DO SISTEMA PERANTE O EXTREMISMO POLÍTICO

Na Suécia, um relatório elaborado pelo Conselho Nacional de Prevenção da Criminalidade (Brottsförebyggande rådet - Brå) e pelo Serviço Sueco de Segurança (Säpo), indica que os extremistas políticos suecos são particularmente violentos, mais do que os seus homólogos alemães e dinamarqueses.
São violentos tanto os de Esquerda como os de Direita, diz o estudo (cem pessoas de cada lado, mais coisa menos coisa)... mas, continua, os de Direita têm mais experiência com violência e mais acesso a armas de fogo e a explosivos do que os Esquerda...

Agora, quanto a acções regulares de facto... é curioso que quase só as consigam apontar aos extremo-esquerdistas. Os militantes do movimento do Poder Branco mostram forte tendência para adquirirem armas, mas afinal são os extremistas de Esquerda que atacam sistematicamente políticos eleitos...

Ou seja, quem de facto goza de descarada impunidade para proceder de modo frontalmente anti-democrático, é mesmo a extrema-esquerda - em exclusivo.

As palavras da ministra sueco da Integração e da Igualdade, Nyamko Sabuni, são explícitas a respeito do que se tem passado neste aspecto: «há muito que nos distanciámos das actividades e da violência do movimento do poder branco, não sendo as experiências históricas o motivo menos relevante. Mas do mesmo modo romantizámos e desdramatizámos a violência que grupos de extrema-esquerda infligiram a representantes da sociedade, chamando-lhe "um mal-entendido juvenil" ou "lutadores da liberdade que foram demasiado longe"».

Note-se ainda que o sistema criou vários grupos «de apoio» a pessoas interessadas em deixar as redes nacionalistas e nacional-socialistas (como se de algum vício se tratasse...), mas pouco ou nada fez para os que queiram livrar-se das teias da extrema-esquerda...

Quem o diz é um líder de uma organização que oferece conselhos aos indivíduos que querem afastar-se dos grupos «racistas» a que pertenceram: «tanto quanto sei, não há apoio aos que querem largar os movimentos extremistas de Esquerda, e isso deve-se em parte ao facto de que a sociedade não tem tratado este tipo de extremismo com a mesma seriedade que o extremismo de Direita».

Porque, de facto, só o «extremismo de Direita» é que contraria visceralmente a natureza mais profunda do sistema, que é universalista-cosmopolita-fraternalista, ao passo que os militantes da Extrema-esquerda, conquanto queiram dar-se ares de «revoltados» e de «irreverentes», são na realidade guardas avançados do sistema, eunucos mais papistas do que o papa que, com as costas quentes, vão tentar bater nos que, pondo realmente em causa os dogmas da Inquisição anti-racista, têm contra si tudo o que é poder instituído (mas não o Povo, e isto é que mais assusta tanto o sistema como os seus «cães-de-guarda», sem ofensa para os cães...).

E ESTA, HEIN? UMA SUÁSTICA NA EUROPA QUE ESCAPOU À INQUISIÇÃO ANTI-RACISTA

De 1918 a 1945, a Força Aérea Finlandesa teve o seguinte emblema, escolhido por ser o talismã de boa sorte do conde sueco Carl Gustaf Bloomfield Eric von Rosen:


Eric von Rosen, cunhado do supremo comandante da Luftwaffe (Força Aérea Alemã), Hermann Göring, era etnólogo e vira, ainda em criança, a suástica em pedras rúnicas da Gotlândia. Sabendo que tal símbolo significava boa sorte para os Viquingues, passou a utilizá-lo como emblema pessoal.
Sendo amigo dos Finlandeses, ofereceu ao Estado Finlandês um avião, «inaugurando» assim a Força Aérea Finlandesa.

Ou seja, o uso da suástica por parte desta força militar setentrional nada tinha a ver com o NS, visto que o antecede, politicamente falando, pois que o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP, vulgo «partido nazi») só em 1920 adoptou a «Gammadion» como emblema.
Todavia, a Inquisição, servida pelos vencedores da guerra, foi intransigente e a Força Aérea Finlandesa teve de substituir o fulgurante signo por este buraco.

Ainda assim, a suástica sobreviveu na emblemática marcial finlandesa, não apenas em condecorações, como esta,

mas também no estandarte da Academia da Força Aérea Finlandesa:



A presidente Tarja Halonen na cerimónia da apresentação oficial da «nova» insígnia da Academia da Força Aérea Finlandesa em 2005.

CONDENAÇÃO DE TERRORISTA MUÇULMANO QUE TENTOU INCENDIAR EDITORA DE OBRA FICCIONAL SOBRE PEDOFILIA DE MAOMÉ

No Reino Unido, o muçulmano Ali Beheshti, de quarenta e um anos, foi condenado, juntamente com dois cúmplices, a uma pena de quatro anos e meio de cadeia por ter colocado uma bomba na casa de um Martin Rynje, editor de uma novela sobre Maomé. Seguidor do clérigo Abu Hamza, Beheshti pôs diesel na caixa de correio da casa e escritório de Rynja e incendiou-a para o «castigar» por ter aceitado publicar «A Jóia de Medina», história ficcional do casamento do profeta muçulmano com uma criança.
Beheshti já se tinha notabilizado há três anos durante uma marcha de protesto, contra as caricaturas dinamarquesas a satirizar Maomé, ao ser fotografado com a sua filha de dezoito meses, que ele tinha vestido num boné cor de rosa de propaganda à Alcaida.

Disse-lhes a juíza Rafferty que «se querem viver neste país, têm de viver pelas suas regras. Não há essa coisa de "cidadania à la carte" e, no vosso caso, não há essa história de obediência à lei "à la carte".» (ou, em bom Português, «à vontade do freguês»).
Adenda: Falou bem, a senhora. Mas será que não se lembrou, ela ou alguém de responsabilidade, de aplicar a medida mais salutar e elementar - a da expulsão pura e simples após o cumprimento da pena de prisão? Será que, ou a ingenuidade já aparvalhada ou a bandalheira mental politicamente correcta e suicida são de tal modo dominantes que a deportação da besta não é sequer ponderada?

Terça-feira, Julho 07, 2009

«A ALMA É NATURALMENTE PAGû

« Os Deuses do Olimpo»
visão de Giulio Romano, século XVI, no tecto da «Sala dei Giganti»,
dando uma ideia da magnitude, da vastidão e do fulgor Divino, na Sua gloriosa diversidade

Mais umas quantas considerações relativamente bem esgalhadas do «dácio» Cioran, que merecem atenta leitura:

A Cristandade lançou mão do rigor jurídico dos romanos e das acrobacias filosóficas dos gregos, não para libertar a mente, mas para acorrentá-la. E, acorrentando-a, a Cristandade obrigou a mente a aprofundar-se, a descer ao fundo de si mesma. Os dogmas aprisionam-na, traçam-lhe limites externos que ela não pode ultrapassar de modo algum. Ao mesmo tempo, deixam a mente livre para explorar o seu universo particular*, para escrutinar sua própria vertigem e, a fim de escapar à tirania das certezas doutrinais, para procurar o ser – ou o seu equivalente negativo – nos confins de toda a sensação. Experiência da mente enjaulada, o êxtase é, por necessidade, mais frequente numa religião autoritária do que numa liberal: isso acontece porque o êxtase é um salto para a intimidade das profundezas, um recurso à introversão, uma fuga em direcção ao eu.
(...)
A desvantagem mais séria que um cristão encontra é aquela de não ser capaz de servir conscientemente a mais do que um Deus, embora tenha latitude bastante para aderir, na prática, a muitos (o culto aos santos!). Uma adesão salutar que permitiu ao politeísmo prosseguir, apesar de tudo, indirectamente. Sem ela, uma Cristandade excessivamente pura desembocaria, com certeza, numa esquizofrenia universal. Com o devido respeito a Tertuliano, a alma é naturalmente pagã. Qualquer Deus, quando responde às nossas necessidades imediatas, representa para nós um acréscimo de vitalidade, um estímulo, o que não é o caso quando esse Deus nos é imposto ou quando não corresponde à necessidade.

(...)

---


* De notar, entretanto, que nada no pensamento pagão obstava à pesquisa da interioridade individual. É certo que o famoso aforismo legível no templo de Apolo em Delfos que dizia «Conhece-te a ti mesmo» é para ser interpretado mais como um aviso dos limites humanos e da consciência do lugar do homem no Cosmos e face aos Deuses do que uma incitação à busca pelo conhecimento do eu, mas ainda assim a sinceridade pagã em encarar-se a si mesmo e em aceitar as falhas humanas permitia o ver-se, ao eu, sem artifícios nem máscaras.


ESTADO BRITÂNICO DEPORTA INDESEJÁVEIS

Finalmente, uma das maiores potências da Europa, que até aqui tem andado curvada pelo politicamente correcto, começou a expulsar estrangeiros. É assim mesmo.
E quem foram eles?

Anjem Chaudary, que passa a vida a insultar o país e a incitar à violência?
Abu Qatada, braço direito de bin Laden, que vive na velha Albion à custa do contribuinte?
Abu Izzadeen, que prega o ódio ao Reino Unido?
Algum dos eventuais quatro mil jihadistas que vivem em solo britânico?

Bem, esses ainda não, que são pesos pesados. É preciso começar pelos mais fáceis.

Por conseguinte, as diligentes e rigorosas autoridades britânicas puseram foram do país uma congregação de tenebrosos metodistas norte-americanos, que, assim que chegaram ao aeroporto de Gatwick, em Londres, começaram de imediato a tirar fotos... perigosos petizes beatos de catorze anos com uma máquina fotográfica nas gânfias, está-se mesmo a ver que a máquina fotográfica é da CIA e em vez de fotos dispara pequenos projécteis que matam silenciosamente. Ou então eram mesmo fotos, mas porque, como se sabe, os metodistas costumam explodir aeroportos em nome da sua guerra santa.

O que entretanto mais despertou a desconfiança das autoridades foi a resposta que o pastor metodista, líder do grupo, deu, quando lhed perguntaram o que iam lá fazer. Disse ele que estavam ali para fazer trabalho missionário numa igreja.

Ora cá está: «trabalho missionário». Quais autênticos Sherlock Holmes, os funcionários da imigração repararam que o grupo só tinha passaportes, não tinha um Certificado ou um visa de autorização para realizarem trabalho missionário.

Ora toma, dá-lhe, nos suspeitos, que ficaram fechados numa sala do aeroporto, podendo fazer apenas uma chamada telefónica, para a embaixada do seu país. E foram de imediato recambiados.

Já está, missão cumprida. O Reino ficou seguro.

Mas não se pense que só esta ameaça ao país foi travada... nem pensar.

Depois deste caso, outro surgiu: uma sinistra família copta (cristã do Egipto), os Mansour, que se refugiara no país foi igualmente deportada. Os Mansour sofreram perseguição às mãos dos muçulmanos no seu país natal e até da polícia devido às suas crenças, e receiam pelas suas vidas se retornarem ao Egipto.
Claro que os alienígenas têm por princípio de ir embora da Europa. Mas é curioso que qualquer assassino consiga ficar em solo europeu porque «é preciso defender os seus direeitos humanos e se voltarem para o seu país estes direitos serão provavelmente violados», e uma família de uma minoria perseguida seja tão lestamente posta fora...

É tal coisa, primeiro há que treinar isto das expulsões, e para treino, escolhem-se os alvos mais acessíveis, digamos. É um treino leve, assim só para aquecer as articulações, nada de muito intenso...

RUSSOS PAGAM PARA IREM MATAR PIRATAS DA SOMÁLIA

Insólito à boa maneira do urso eslavo: milionários russos estão a pagar para irem em cruzeiros de luxo... de combate. O serviço que adquirem pela quantia de cinco mil e setecentos dólares é o de terem o privilégio de ir de barco até às águas da Somália para caçar piratas. A bordo de iates pesadamente armados, esperam atrair a atenção dos piratas - e, quando estes se aproximarem, os russos espetam-lhes com granadas, tiros de metralhadora e mísseis de lança-foguete em cima. Nos iates seguem também guarda-costas que foram soldados das forças especiais - e, por vinte dólares extra, o consumidor pode usar uma AK-47 (metralhadora).

Há quem diga que os excêntricos que se metem nisto são piores do que os piratas porque enquanto estes ao menos ainda fazem reféns, aqueles pagam para «cometer assassínio». Mas enfim, convenhamos que há assassínios piores do que matar criminosos armados que aterrorizam inocentes...

EMBAIXADA CHINESA ATACADA EM MUNIQUE

A embaixada chinesa em Munique foi atacada com cocktails Molotov por indivíduos ainda não identificados pela polícia alemã.
Os danos no exterior do edifício foram mínimos, mas uma bandeira chinesa num mastro foi queimada.
As autoridades da cidade não estão certas que haja ligação entre este ataque e a amotinação dos Uigures na China. O porta-voz do Congresso Mundial Uighur, com sede precisamente nesta cidade, diz acreditar que sim: «não sabemos quem atirou as bombas de petróleo, mas sabemos que a nossa gente odeia as autoridades chinesas

Houve recentemente um confronto na cidade entre uma maioria de manifestantes uigures e um grupo de turistas chineses, afugentados por muçulmanos que berravam «Chineses fora!»

SÍMBOLOS DA HERANÇA ÉTNICA ANCESTRAL

Colar em tecido ou cabedal com pendente em prata inspirado em elemento decorativo de estela funerária de topo arredondado em granito, proveniente de Outeiro da Fonte, Sabugal.
[Séc. I d.C.]
Inv. E.6175 – Cat. 293
Museu Nacional de Arqueologia, Portugal


Neste precioso albergue da Internet, podem ver-se, e comprar-se, colares, e também anéis, e brincos, com este e outros motivos étnicos indígenas:

Colecção de joalharia, inspirada em símbolos e elementos decorativos gravados em estelas funerárias e urnas cinerárias, [sécs. I-III d.C.], provenientes de escavações arqueológicas das regiões de Miranda do Douro, Sabugal, Guarda e Alcácer do Sal, exibidas na Exposição “As Religiões da Lusitânia: loquuntur saxa” (as pedras que falam) (Museu Nacional de Arqueologia, desde 2004).

SEM PAPAS NA LÍNGUA - UM ANGLO-SAXÃO HONRA A SUA ESTIRPE CONTRA UMA AUDIÊNCIA DE ALIENÍGENAS E TRAIDORES RACIAIS

Genericamente falou bem, o bife. Está de parabéns pela razoável serenidade e assertividade que pautou o seu discurso, explicando porque é que a mistura racial é errada e a convivência de negros com brancos em larga escala dá sempre chatice.

MAIS UM CUSTOZITO DA IMIGRAÇÃO...

Um dia depois do ataque contra dois polícias, o presidente da Câmara da Amadora voltou a insistir nas vantagens da videovigilância.
A autarquia entregou um projecto há alguns meses para a instalação de mais de 130 câmaras em diversos pontos da cidade, mas ainda não obteve resposta da Comissão para a Protecção de Dados.
Em declarações à TSF, o presidente da Câmara da Amadora garantiu que não se trata de instalar câmaras dentro dos bairros habitualmente considerados perigosos, mas sim nas zonas onde vive mais gente, nas zonas de maior comércio.
Joaquim Raposo sublinhou que o mapa das câmaras foi sublinhado em conjunto com a PSP.
O projecto é estimado em mais de um milhão de euros, mas o autarca assegurou que o município está em condições de pagar a factura.
(Fonte da notícia, com gravação áudio, agradecimentos à Vera por aqui a ter trazido).
No país ao lado, o sistema também não pode poupar demasiado com a imigração:


El Consejo de Ministros del pasado 24 de junio aprobó la distribución de 59.949.120 euros del Fondo de apoyo, destinados a la acogida e integración de inmigrantes, así como a su refuerzo educativo. El pasado 30 de abril, el Consejo de Ministros ya había acordado esta restitución de 59 millones de euros, que se habían disminuido del crédito inicial de doscientos millones de euros del presupuesto de gasto del Ministerio de Trabajo e Inmigración contemplado en la Ley de los Presupuestos Generales del Estado para el año 2009.
Inicialmente se había previsto esa disminución de 59 millones de euros a consecuencia de la reducción del presupuesto de gasto del Ministerio de Trabajo e Inmigración de 2009 por acuerdo del Consejo de Ministros del pasado 13 de febrero, debido a la crisis económica. Pero como es habitual en este gobierno Zapatero, donde dije digo pongo Diego, y ahora cambia de criterio, y mientras anuncian la subida de impuestos para los españoles por un lado, por el otro deja sin efecto eso de apretarse el cinturón en los fondos públicos destinados para inmigrantes. Ya saben ala, ala, a gastar si lleva la etiqueta social.

(Clique aqui para ler o resto da notícia).

Segunda-feira, Julho 06, 2009

O POLITEÍSMO E A NATURAL DIVERSIDADE HUMANA



Nem tudo o que o romeno Emile Cioran diz sobre os Deuses será acertado, mas há no seu discurso a respeito do tema algo que merece ser lido:

OS NOVOS DEUSES - fragmento II

O politeísmo corresponde melhor à diversidade das nossas tendências e de nossos impulsos, aos quais oferece a possibilidade de expressar-se, de manifestar-se – cada um deles estando livre para buscar, de acordo com a sua natureza, aquele Deus que melhor lhe quadra no momento. Porém como lidar com um Deus único? Como afrontá-Lo, como utilizá-Lo? Na Sua presença, vivemos continuamente sob pressão. O monoteísmo inibe a nossa sensibilidade: aprofunda-nos porque nos estreita. Um sistema de constrangimentos que nos fornece uma dimensão interior ao custo do florescimento das nossas forças constitui-se num bloqueio, impede a nossa expansão, tira-nos dos eixos. Por certo, éramos mais normais quando tínhamos muitos Deuses do que somos agora, com apenas um. Se a saúde é um critério, que embaraço o monoteísmo!

Sob o regime de vários deuses, o fervor é compartilhado. Quando se dirige a um Deus somente, ele se concentra, se exacerba e termina por converter-se em agressão, em fé. A energia já não se dispersa, é inteiramente focalizada numa direcção. O que havia de mais notável no paganismo era que nele não se fazia nenhuma distinção radical entre acreditar e não acreditar, entre ter fé e não ter. A fé é uma invenção cristã, supõe um desequilíbrio tanto no homem quanto em Deus, desequilíbrio que um diálogo dramático e desordenado estimula. Daí provém o carácter frenético da nova religião. A antiga, tão mais humana, permitia a possibilidade de escolher entre o Deus que se queria; e, já que não lhe impunha nenhum, ficava ao critério individual inclinar-se para um ou outro. Quanto mais caprichoso se fosse, mais se precisaria de mudar de Deuses, passar de um para outro, estando quase certo de encontrar os meios de adorar a todos no curso de uma única existência. Além do mais, Eles eram moderados, queriam somente respeito: um indivíduo saudava-Os, não se ajoelhava diante deles. Eram idealmente apropriados para o homem cujas contradições não se resolviam nem podiam resolver-se – para a mente inquieta e atormentada. Quão afortunado era ele – esse homem –, na sua confusão itinerante, em poder experimentá-los a todos e poder estar quase certo de topar com aquele de que mais precisava na ocasião! Após o triunfo da Cristandade, a liberdade de manobrar entre os Deuses e de escolher algum, ao seu talante, se tornou inconcebível. Teria algum esteta, exausto mas ainda não inteiramente desgostoso do paganismo, aderido à nova religião se houvesse adivinhado que esta se estenderia por tantos séculos? Trocaria o capricho apropriado a um regime de ídolos intercambiáveis por um culto cujo Deus iria gozar de uma longevidade tão assustadora?





ALGURES NA AFRO-AMÉRICA...

Vídeo de abordagem e eventual violação de mulheres por parte de um colectivo de cor.

Não, não se passa em África, ou aliás passa-se em África, mas na África transposta para os EUA, Atalanta, onde não faltam os afro-americanos.

Ah, a vivacidade, o ritmo, a alegria contagiosa daquela gente!, o clima de festa... não há nada como os Africanos para darem outro colorido à vida...

Coisas destas aconteciam na África «portuguesa».

Por isso, já sabem, caras leitoras e leitores que conduzem: caso vos apareça um colectivo destes pela frente das vossas viaturas a quererem fazer-vos parar, não hesitem - pé no fundo do acelerador.

«SOMOS OS PALESTINOS DA AMÉRICA E CHEGOU A HORA DE RETOMAR O QUE É NOSSO!»

Registam-se movimentações crescentes no sul dos EUA por parte de Mexicanos e outros «latinos» (leia-se hispano-americanos mestiços e afins) para reconquistarem parte do território norte-americano... e aí fazerem uma limpeza étnica, num espírito de vingança contra a «América branca».

Milhares de hispano-americanos reúnem-se nesta época para celebrarem o «Farsa de Julho», em resposta ao «Dia da Independência» norte-americano (4 de Julho).

A agitação direccionada é em grande parte liderada pela organização Movimento Aztlan e pela La Raza, a qual entretanto afirma um discurso anti-israelita e um apoio ao Islão radical.

UMA DAS MAIORES AUTORIDADES DO ISLÃO NA BRITÂNIA RECONHECE QUE A OPOSIÇÃO DOS VALORES ENTRE OCIDENTAIS E MUÇULMANOS NUNCA ACABARÁ

Atenção que não é nenhum «islamófobo» nem nenhum «racista», a dizê-lo - isto são palavras do Xeque Haitham Al-Haddad, um dos mais importante eruditos do Islão no Reino Unido e líder da comunidade muçulmana em Londres:
«Há um conflito entre os valores muçulmanos e os valores ocidentais. Os muçulmanos acreditam que os nossos valores são os melhores. Os Britânicos não muçulmanos acham que os seus valores são melhores. Mas, ao fim ao cabo, perceba-se isto: os muçulmanos nunca vão desistir de certos princípios, mesmo que estejam em conflito. Isto é um facto.»

Ou seja - a incompatibilidade entre o Ocidente e o Islão é incontornável. Isto, aplicado ao território europeu, só pode logicamente originar uma ou mais das seguintes vias:
- deportação em massa dos muçulmanos;
- segregação dos muçulmanos em solo europeu;
- constante confronto ético-civilizacional entre Europeus e muçulmanos, que poderá eventualmente conduzir à guerra civil.

Leiam-se aqui mais pormenores sobre a actuação dos tribunais da charia no Reino Unido - e sobre umas considerações de alguns eminentes muçulmanos (cheiques, note-se) a favor da instituição de penas mais pesadas no Reino Unido, tais como apedrejamentos e mutilações...

O tribunal da charia no RU era só para casos de divórcio e assim, não era? Até ver...

MAIS UM VIOLADOR À SOLTA - UM VIOLADOR QUE ABUSOU DE UMA DOENTE MENTAL

O homem suspeito de ter drogado e violado uma jovem que sofre de doença bipolar, em Viseu, foi mandado em liberdade pelo juiz do Tribunal de turno de São Pedro do Sul.
Após cinco horas de interrogatório, o agressor, de 27 anos, voltou para casa, mas está obrigado a apresentar-se duas vezes por semana numa esquadra da PSP de Viseu. Entretanto, o tribunal aguarda pelos resultados dos exames periciais que a vítima, de 23 anos, realizou no Instituto de Medicina Legal.
Segundo o CM apurou, a vítima contou à polícia que o suspeito a aliciou no Messenger, da internet, para ir sua casa – onde a obrigou a fumar haxixe e ter relações sexuais.
A GNR fez um busca na casa do homem e encontrou três telemóveis da jovem, 80 gramas de haxixe e 450 euros em dinheiro.

POVO DINAMARQUÊS ACREDITA NA IMINÊNCIA DE UMA GUERRA RACIAL

Na Dinamarca, quase dois terços dos indígenas (sessenta e cinco por cento) teme uma guerra racial nas ruas.

Há o receio generalizado de que o actual confronto entre os Hells Angels e as gangues imigrantes possa descambar num conflito racial: motins raciais, batalhas urbanas e caos generalizado.

A polícia tenta desdramatizar, dizendo que as escaramuças que se têm verificado têm a ver com crime, não com raça, mas compreende os receios da população.

De lembrar que na passada semana estalou a polémica a nível nacional devido à divulgação do Manifesto Chacal, no qual os Hells Angels dizem que a guerra em crescendo não é por causa do controlo do mercado do crime, mas sim uma defesa contra «a mentalidade que existe sobretudo entre certos jovens de ascendência imigrante (os tais "chacais")».

Registaram-se recentemente mais dois assassínios relacionados com este embate entre gangues, o qual fez já, desde 2008, seis vítimas mortais.

ESMAGADORA MAIORIA DOS GREGOS ESTÁ CONTRA A IMIGRAÇÃO

Na Grécia, nove em cada dez indígenas acha que o país já chegou ao ponto de saturação no que respeita ao número de imigrantes que pode receber. Noventa e três por cento da população helénica considera que a Grécia não pode aceitar mais imigrantes - apenas quatro por cento acha que há lá lugar para mais alienígenas.

A imigração está na ordem do dia em termos políticos, particularmente após a derrota do governo nas eleições para o Parlamento Europeu. Um número crescente de eleitores está preocupado com o constante acréscimo de alógenos no seu país.
Setenta e dois por cento dos Gregos afirma que as leis da imigração são demasiado lassas - no ano passado eram sessenta e cinco por cento os Gregos que assim pensavam. E metade da população acha que a União Europeia não é suficientemente dura no combate à imigração ilegal. No ano transacto, esta percentagem não passava dos trinta e três por cento...
Nas últimas semanas, o governo propôs várias medidas para travar a imigração ilegal, incluindo centros de detenção em áreas que foram campos militares. Um terço das pessoas questionadas sobre a ideia mostrou-se discordante, mas cinquenta e seis por cento aprovou-a. E mais de metade dos que responderam acredita que a imigração prejudica a economia, contrariando a opinião de trinta e dois por cento.

Mais: três em cada quatro eleitores considera que há uma relação directa entre o aumento da imigração e o aumento da criminalidade.
Trinta e nove por cento dos Gregos acha que os imigrantes estão a tirar-lhes os empregos. Menos de metade crê que os imigrantes ocupam postos de trabalho que não interessam aos Gregos.
No todo, sessenta e dois por cento acha que a imigração está «provavelmente» a fazer mal à Grécia. No ano passado, a percentagem dos Helenos que assim pensavam ficava-se pelos cinquenta e quatro por cento...
Só dezanove por cento acha que a imigração faz bem ao país - em 2008, a percentagem das pessoas que assim pensavam chegava ainda aos vinte e três por cento...
É, enfim, um Povo europeu saudável e com bom senso.

MANIFESTAÇÃO ISLÂMICA VIOLENTA NA CHINA

Com agradecimento à Vera, cá vai mais uma notícia de actividades muçulmanas em pontos do mundo sem qualquer relação com Judeus ou com os EUA:
Pelo menos 140 pessoas morreram e mais de 800 ficaram feridas na sequência de uma manifestação levada a cabo pela minoria muçulmana de etnia Uigur, na cidade de Urumqi, capital da província de Xinjiang.
Milhares de muçulmanos invadiram as ruas de Urumqi, no domingo, na sequência da morte de dois homens de etnia Uigur às mãos de um Ham (maior etnia do país), no mês passado, após uma discussão numa fábrica de Shaoguan, na província de Guangdong, no Sul do país.
Os manifestantes queimaram veículos e defrontaram as forças do exército chinês. Segundo a agência de notícias estatal, o número de mortes já chegou aos 140 e os feridos ultrapassaram as oito centenas.
Segundo o repórter da BBC no local, estes foram os confrontos mais graves entre manifestantes e polícia na China desde o massacre de estudantes na praça de Tiananmen, em 1989.

MAIS VIOLÊNCIA DE EXTREMA-ESQUERDA NA ALEMANHA

Confrontos entre as forças de segurança alemãs e militantes da extrema-esquerda ocorridos ontem em Hamburgo, na Alemanha, causaram ferimentos em 27 polícias e ainda a detenção de 67 manifestantes.
Centenas de militantes, muitos vestidos de negro e olhos escondidos com óculos de sol, enfrentaram os cerca de 1.800 agentes destacados para controlar a manifestação, causando vários destroços nas ruas da cidade.
As autoridades alemãs afirmaram que vários caixotes de lixo e um automóvel da polícia foram incendiados e que foram usados canhões de água para acalmar os manifestantes.
Dos 27 polícias feridos, três foram hospitalizados, não havendo ainda qualquer anúncio de vítimas mortais entre os manifestantes.
É o que faz ter as costas quentes com o sistema...

POPULAÇÃO INDÍGENA DO PRIOR VELHO VIVE ATERRORIZADA NA SUA PRÓPRIA TERRA

A população do Prior Velho, em Loures, desespera com os assaltos diários a lojas e residências. Queixam-se de insegurança e exigem mais policiamento na zona.
«Nesta freguesia vive-se um autêntico clima de terror. Eu tenho medo de sair à rua», disse o próprio presidente da Junta do Prior Velho, Joaquim Braz, vítima de uma tentativa de assalto recentemente, ouvido pela Agência Lusa.
«O número de assaltos violentos tem disparado de tal forma, que o executivo se viu obrigado a entrar em contacto com o Governo. (¿) Já fiz uma carta ao senhor Presidente da República a dar-lhe conta desta situação e neste momento está em circulação um abaixo-assinado para ser entregue ao ministro da Administração Interna e ao ministro da Justiça», acrescentou o autarca.
Uma moradora de 56 anos, que sempre viveu no Prior Velho, lamenta que a situação tenha chegado ao ponto de já não se conseguir tomar um café a partir das 21:00, uma vez que os estabelecimentos comerciais a partir daquela hora estão encerrados. «Não vale a pena arriscarem a ter as portas abertas, uma vez que o medo também faz com que as pessoas não saiam de casa», atestou a moradora.
Em finais de Abril, a Junta promoveu uma reunião com a população, onde esteve também o Comandante da Divisão de Loures da PSP, Resende da Silva. As forças de segurança prometeram redobrar os esforços na freguesia, mas os moradores garantem que «a situação em nada se alterou».

Nota: para quem não sabe, nesta zona abunda gente das chamadas minorias étnicas.

Domingo, Julho 05, 2009

RELIGIÃO ÉTNICA DE MARI-EL CONTINUA VIVA E PUJANTE

Um agradecimento ao leitor Beto por ter aqui trazido este artigo sobre o culto pagão dos indígenas da nação de Mari-El, que nos últimos dias de Junho passado celebraram num bosque sagrado da aldeia de Marisola um ritual (solstício de Verão?) em honra de Osh Kughu Yumo, ou «Grande Deus Branco», desta feita adorado sob o nome de Agaivairem, que designa ao mesmo tempo o Deus da energia criativa e também a festa do fim do trabalho da Primavera.
O ambiente da celebração é, como convém a um evento desta natureza, festivo, colorido e marcado pela abundância. Trata-se de um culto típico da religião nativa dos Mari, povo de etnia fínica (parente do Finlandês) que conta cerca de meio milhão de indivíduos e fala uma língua algures entre o Finlandês e o Turco, e que, como já se disse noutros artigos do Gladius, lograram manter a sua religião nacional, como que entrincheirada, numa região obscura sita oitocentos quilómetros a leste de Moscovo, aí sobrevivendo às avalanches cristã e muçulmana.

O sacerdote («Kart», na língua indígena) Vyacheslav Mamayev, líder da congregação do distrito de Sernur, explica que, na teologia Mari, Deus tem nove substâncias, ou hipóstases, do dador de vida Ilyan Yumo à Deusa do Nascimento Shochinava. E que toda a Divindade trabalha através da Natureza.

Tal como a maioria das tradições religiosas pagãs, a fé dos Mari não tem nem escrituras sagradas nem templos. «A Natureza é o nosso templo», diz Zoya Dudina, poetisa e intelectual. As orações e rituais são conduzidas sobretudo em bosques sagrados, onde por vezes se sacrificam animais.
Dudina afirma o seu orgulho por o seu povo ter voltado a poder praticar a sua fé tradicional, ao contrário do que acontecia na época soviética, quando os aldeãos que queriam honrar os Deuses da sua estirpe tinham de se esgueirar em segredo para os santuários sagrados à meia-noite, esperando que ninguém os visse a realizar cerimónias proibidas. Depois da queda do Comunismo e do Estado totalitário, a religião étnica de Mari recrudesceu notavelmente. E hoje é reconhecida neste pequeno país como um dos três credos tradicionais, a par do Cristianismo e do Islão. De tal modo que o Alto Kart Alexander Tanygin assiste regularmente às cerimónias oficiais de Estado juntamente com os líderes locais cristãos e muçulmanos.

Cerca de quinze por cento da população de Mari-El é praticante da religião tradicional. Significa isto que mais de um terço da população étnica pratica a religião étnica, tendo em conta que os verdadeiros Maris não serão mais do que quarenta e cinco por cento dos setecentos mil habitantes do país.
Até o clero local cristão, ortodoxo, reconhece o predomínio da fé étnica na zona norte desta república. Na aldeia de Marisola, por exemplo, dos dois mil e quinhentos habitantes, só dez ou quinze é que vão à igreja. O líder cristão local diz nada ter contra os pagãos, mas também assegura que estes não serão «salvos», precisamente porque não são crentes no Crucificado.
A população de Mari-El costuma ter ícones religiosos em casa - e os condutores têm imagens de santos nos tabelier dos seus automóveis (tal como muitos taxistas portugueses, de resto). Isto porque, em matéria de cultos, acaba por haver alguma mistura e fusão de conceitos e práticas. Muitos Maris são baptizados mas isso não os impede de assistirem às cerimónias pagãs. E foi mais a Igreja cristã que absorveu traços pagãos do que os pagãos absorveram elementos cristãos. Um missionário luterano que por lá andou durante dez anos, e que queria converter a população confiando em que uma igreja não russa (como a ortodoxa) faria sucesso junto da população (por questões de rivalidade étnica, o elemento russo seria rejeitado), afirma que apesar de sessenta por cento dos Mari serem baptizados, a verdade é que «no coração, eles são todos pagãos»...

Eles e ao fim ao cabo todos os povos tradicionais... como dizia o romeno Cioran, «A alma é naturalmente pagã»... mas isso é para amanhã...

GOVERNO FRANCÊS CANCELOU ENCONTRO OFICIAL COM GOVERNO IRAQUIANO POR CAUSA DA EXIGÊNCIA MUÇULMANA DE QUE NÃO HOUVESSE VINHO À MESA

A França cancelou um almoço oficial do presidente Nicolas Sarkozy com o primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki devido a uma exigência particular do líder árabe: que não houvesse vinho à refeição - para nenhum dos convivas.
O incidente deu-se durante uma visita oficial de al-Maliki a Paris, no final de Maio e foi noticiado agora num blogue do jornalista Georges Malbrunot, do jornal «Le Figaro»: «quando Nouri al-Maliki se apercebeu de que ia haver vinho, o chefe do pessoal insistiu para que o "álcool impuro" não estivesse à mesa. O francês disse-lhe que tal ideia estava fora de questão. Maliki, xiita, recusou-se a aceitá-lo. Como resultado, o almoço foi simplesmente cancelado

Mas ainda há quem seja saudável ao nível da grande política? Talvez: um diplomata francês afirmou que «não somos obrigados a aceitar tais exigências. Estamos em casa. Os nossos hóspedes é que têm de aceitar as nossas regras.»

Mais tarde, um diplomata iraquiano lá admitiu que a sua gente tinha cometido um erro. Mas... que erro foi esse?
Leia-se o que diz a fonte diplomática iraquiana sobre o «erro»: «devíamos ter informado previamente o protocolo francês sobre este detalhe.»

Repare-se: isto não é um qualquer imigrante mete-nojo e arruaceiro dos subúrbios de Paris.
Isto são chefias muçulmanas ao mais alto nível. Chefias muçulmanas de um dos países muçulmanos mais poderosos do mundo.
Não é um qualquer maltrapilho islâmico, daqueles que a politicagem correcta pode dizer que «ah, é um marginal, uma minoria muito pequenita porque a massa muçulmana é tolerante e tal».
É, isso sim, todo um executivo de primeiro plano.

E o que esta gente achou errado não foi a inacreditável arrogância da exigência, mas sim o pormenor «técnico» de não ter avisado antes os ocidentais que iam ter de se portar como bons dimis submissos...

O resto do encontro oficial decorreu sem problemas.

Um incidente similar ocorrera no final dos anos noventa, quando Mohammad Khatami, presidente do Irão nessa altura, se encontrava em visita oficial a França e alguém sugeriu que as garrafas de vinho fossem escondidas para não ofender os convidados iranianos. Todavia, tal não aconteceu.

Mas isso foi praticamente há dez anos... entretanto, o descaramento islâmico cresceu e não faltam, como se vê, muçulmanos a querer esticar a corda para verem até que ponto é que conseguem impor aspectos do seu credo a outrem. E isto, note-se, não é de facto uma questão de «uma pequena minoria conflituosa dentro da enorme e tolerante comunidade islâmica». Isto são os dirigentes dessa mesma enorme comunidade islâmica.

DOIS POLÍCIAS EMBOSCADOS E ESPANCADOS EM PARIS

Em Grigny, Seine-Saint-Denis, na capital francesa, dois agentes da polícia foram vítimas de uma emboscada, atacados e espancados pouco depois de, fora de serviço, saírem da esquadra.

Por coincidência, o distrito de Seine-Saint-Denis, subúrbio norte de Paris, tornou-se praticamente num enclave alienígena, povoado por árabes e negros. Mas enfim, a notícia original não refere a identidade racial dos agressores, já que isso é um pormenor «sem importância» cuja divulgação só leva ao «racismo», e, por conseguinte, ficamos «sem saber»...

Os meliantes estavam à espera dos dois polícias, que saíram da esquadra na viatura privada de um deles mas pararam porque lhes apareceu pela frente um automóvel que lhes dirigiu os máximos. Deste, saíram vários indivíduos que começaram por insultar os polícias e depois os agrediram violentamente, enquanto procuravam, em vão, pelas armas dos dois agentes da autoridade. A agressão parou quando apareceu um carro policial, desta feita em serviço, o que fez com que os agressores fugissem.

Um colaborador francês do site «Gates of Vienna» diz que se trata já de uma situação rotineira. Há constantemente polícias a serem emboscados por criminosos imigrantes. E esta nem foi das piores - casos há em que se usam armas pesadas, como um em que uma carrinha policial que transportava suspeitos foi atacada com armas de guerra (AK-47). A polícia ripostou.
É mais um episódio da aproximação da guerra civil em França.

DOIS POLÍCIAS BALEADOS NA AMADORA

Com agradecimento à Vera por aqui ter trazido esta notícia, cá vai: Lisboa, 05 Jul (Lusa) - Dois polícias foram hoje baleados na Amadora, depois de terem sido chamados a uma ocorrência, disse à Lusa fonte policial.
Segundo a mesma fonte, os dois polícias estão livres de perigo.

Para quem não sabe, a Amadora é das partes do país mais povoada por imigrantes africanos.

BRANCOS A DANÇAREM COM AS CARAS PINTADAS DE NEGRO? SUSPEITOS DE OFENSA RACIAL...

No Reino Unido, uma dança tradicional, a «Morris» (que, em algumas das suas formas, tem parecenças com as danças dos pauliteiros de Miranda, nomeadamente devido ao uso de paus), tem uma variante, datada do século XVII, em que os praticantes aparecem com as caras pintadas de negro, a chamada «border-style». O objectivo de escurecerem o rosto era o de esconderem as suas identidades perante amigos ou familiares antes de começarem a pedir em público, visto que se encontravam desempregados e sem perspectivas animadoras pela frente.
Esta forma de «Morris» é hoje menos praticada do que foi em tempos, mas há ainda quem a mantenha viva com o intuito de preservar este elemento da cultura folclórica inglesa. Por isso, quando um grupo de dançarinos desta versão da dança tradicional foi convidado para um espectáculo de diversidade cultural numa escola primária de Gravesend, ficou satisfeitíssimo diante da possibilidade de explicar o significado cultural e histórico da sua prática.

Só que... a directora da escola temeu que as caras pintadas de negro fossem racialmente ofensivas para os indivíduos de raça negra e, como o medo falasse mais alto do que o multiculturalismo a sério, ei-la que cancelou a actuação dos dançarinos de Morris de enegrecidas faces...

É um caso que simboliza bem o espírito imposto pela Inquisição Anti-racista - não é bem, nunca foi, o verdadeiro multiculturalismo que se quer fazer valer, mas sim uma sociedade multirracial em que a presença eminente dos negros é religiosamente estabelecida e os brancos têm de pedir muita desculpa e cortarem da sua própria cultura, não só o que ofenda as raças alienígenas, mas até o que pareça sequer ofendê-las...
É que nem se quis dar tempo para que os praticantes em causa explicassem à audiência o que estavam a fazer, nada disso - que durante alguns minutos, antes da explicação, alguns não brancos se sentissem ofendidos, é que não podia ser, que a sensibilidade do amado Outro é sagrada a cada segundo. Conforme disse um dos dançarinos, a direcção da escola nem se preocupou em saber o motivo de as caras dos praticantes serem pintadas de negro. A religião do amor ao Outro é uma coisa para levar muito a sério e não deixa raciocinar com clareza ou procurar o conhecimento - mal uma coisa pareça blasfema, proíbe-se de imediato e acabou-se, nem há conversa possível. E os hábitos «pagãos» da população são para abafar e apagar de vez assim que pareçam incompatíveis com o novo credo. Foi assim há mil e setecentos anos quando se impôs no Ocidente a primeira versão da religião do amor e é assim agora, quando a versão laica desta religião se começa a impor nas mesmas terras.

Tudo porque o pai de uma das crianças mostrou-se indignado e rematou com «atrevo-me a dizer que é uma tradição antiga, mas nós evoluímos - talvez os dançarinos também devessem evoluir

Claro que nesta asserção o termo «evoluir» é código para «deixar-se mutilar por causa da sensibilidade de alienígenas que estão em terra alheia e estão permanentemente a vigiar os indígenas, legítimos donos da terra.»
Porque, do mesmo modo que em tempos se dizia que à mulher de César não basta ser séria, tem de o parecer, também ao europeu subserviente não basta ser anti-racista, tem de o parecer...

ESTADO SUECO COMEÇA A DAR OS PRIMEIROS SINAIS DE COMBATE ETNO-CULTURAL PELA SOBREVIVÊNCIA

«Na minha terra fala-se como eu falo, ó filhasdaputa, e quem não quiser ala daqui.»

O Sueco é agora considerado como a principal língua oficial da Suécia («huvudspråk»). Não é a língua da Suécia, note-se... é a principal língua da Suécia - a principal por enquanto, acrescento eu...
Uma nova lei estipula, pela primeira vez nesta setentrional nação, que há mais cinco línguas com estatuto oficial, de linguas oficiais das minorias: o Finlandês, todos os dialectos Sami, o Meänkieli, o Romani e o Yiddish. A lei destina-se a garantir que estas línguas permaneçam simples e compreensíveis...
A iminvasão em curso faz com que actualmente se falem cerca de duzentas línguas na Suécia - 200, CC. Por outro lado, a globalização faz com que haja cada vez mais suecos a falar Inglês regularmente, o que faz com que certos termos da língua de Hengist e Horsa substituam vários termos suecos em áreas técnicas como a Medicina e a Economia.
A lei está a ser vista como um esforço legal para garantir a posição do Sueco como língua comum na Suécia. Por conseguinte, o Conselho Linguístico Sueco afirma que «os poderes públicos têm a especial responsabilidade de zelarem para que o Sueco seja usado e desenvolvido» e não seja inteiramente substituído em contextos internacionais. A lei determina entretanto que todos os que vivem no país devem ter a capacidade de «aprender, desenvolver e usar» o Sueco.

SOBRE A UNIVERSIDADE DE VERÃO 2009 ORGANIZADA PELA «TERRA E POVO»

Identitários da «Terra e Povo» à entrada do Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa

A Associação Terra e Povo organizou no passado fim-de-semana a sua primeira Universidade de Verão que juntou cerca de 50 pessoas em Lisboa para reflectir sobre a importância da criação de uma rede identitária europeia, através de exemplos e experiências nacionais e de outros países europeus.
No primeiro dia, os trabalhos foram iniciados por Duarte Branquinho, presidente da Terra e Povo, que após a cerimónia tradicional onde acendeu as três velas, explicou em breves palavras o objectivo da associação e apresentou os oradores.
A primeira intervenção esteve a cargo de Humberto Nuno de Oliveira, que falou da importância do combate cultural, numa perspectiva gramsciana, e a complementaridade deste com o combate político. Destacou a importância de desmascarar o que considerou a eterna culpabilidade dos europeus para a defesa da nossa identidade numa Europa dos Povos, diametralmente oposta ao projecto mundialista da actual União Europeia.
Seguiu-se a intervenção de Aline Gallasch Hall, historiadora, que falou da comunidade ucraniana em Portugal como uma migração de matriz europeia, muito diferente da imigração do terceiro mundo. Salientou os muitos pontos em comum entre os dois povos e o elevado nível educacional dos ucranianos que vêm para o nosso país. Esta participação demonstrou o carácter transversal do evento, algo que, como salientou o presidente da Terra e Povo, é essencial para a construção de uma vanguarda cultural.
(...)
Reiniciou a sessão Enrique Ravello, presidente da Tierra y Pueblo, traçou o percurso do combate cultural e político dos membros da associação, salientando a importância de um núcleo coeso à frente de um projecto cultural e político. Apresentou o trabalho da sua associação, nomeadamente em termos editoriais. Falou depois sobre a situação política espanhola, respondendo a questões da assistência, e sobre as dificuldades de criar um partido identitário.
Seguiu-se a participação de Gabriele Adinolfi, presidente do Centro Studi Polaris, que falou sobre a experiência da Casa Pound e todas as iniciativas a ela associadas. Perante as questões dos presentes, apresentou várias propostas para a criação de uma vanguarda que se quer futurista e revolucionária, que consiga "construir poder" e não "tomar o poder".
O último orador foi Pierre Vial, presidente da Terre et Peuple, que lembrou o grande objectivo do nosso combate: a defesa da identidade. Apresentando como pano de fundo a actual crise socioeconómica mundial, reforçou a necessidade de uma vanguarda cultural preparada para a construção de uma Grande Pátria Europeia segundo a nossa visão do Mundo. No fim, afirmou a importância de Portugal na tão necessária rede identitária europeia e elogiou o trabalho da Terra e Povo como pólo do combate identitário no nosso país.

(...)
Clicar aqui para ler mais e ver mais fotos do evento.

Sábado, Julho 04, 2009

SOBRE O CULTO DE ILURBEDA...


(...) Cara ao norte, no Alto das Cabeçadas, temos os poços romanos, de exploração mineira, conhecidos pelas Covas dos Ladrões, de um dos quais saíram, não há muito, duas pequenas aras consagradas à divindade indígena “Ilurbeda” (…) E mais para além, vencida a serra da Folgosa e ultrapassado o Rabadão, não podemos deixar de referir as minas pré-históricas da Eira dos Mouros, na Encosta da Devouga, ao Liboreiro, com materiais de feição eneolítica e demais períodos do Bronze.Estes e outros vestígios do passado, ainda mal conhecidos, são indícios para já suficientemente reveladores de uma longa e activa permanência humana por aquelas redondezas, motivada ao que parece pela sua relativa abundância de minérios, o ouro e o estanho sobretudos. São como anéis desarticulados e dispersos de imaginária cadeia forjada, na bigorna dos séculos, por gerações atrás de gerações. Pobres restos materiais, aparentemente sem valor, que encerram no entanto a alma e a mentalidade dos povos que ali se sucederam e os deixaram, é através deles que teremos de refazer e articular de novo os elos da cadeia, se quisermos vir a ter um pálido vislumbre da sua trajectória pela penumbra dos milénios.(…) A magia, que brota da “Pedra Letreira” volta aqui [na “Pedra Riscada”], a dominar-nos, avassaladora e irresistível. Parece obra de encantamento. Apalpa-se a presença do sobrenatural. Há longes de infinito na cumeada das montanhas. Foge-nos a alma para o céu. O poder divino manifesta-se. Lugares malditos, chama-lhes o povo. Evita os seus silêncios. Aterra-o a solidão do ermo. Cria o mito das mouras encantadas. É que, por instinto, ele tem a percepção de ali estarem as relíquias de deuses ancestrais, de cultos esquecidos e quem sabe se a cinza dos seus mortos. Tem o respeito instintivo do sobrenatural, o respeito do sagrado, que tem fronteiras com o medo.Quando os romanos, na pista do ouro, vieram dar a estas serras, devem ter sofrido a efeito do mesmo sortilégio. O espectáculo grandioso da paisagem, dinamizado pela crista da Serra do Penedo, qual dorso de gigantesco dinossauro a esventrar o céu, cujo céu, ao mesmo tempo aliciante e alucinante, havia de moralmente os predispor para a aceitação do poderoso Génio local, a cuja vontade deveriam obedecer as forças ocultas da própria natureza física. Senhor dos montes e das fontes, das trevas e da luz, das nuvens e dos ventos, da superfície exterior e das entranhas, da vegetação e dos rochedos, eram seus também o ouro e o estanho dos filões.(...)
No cenário majestoso que tem por centro de gravitação a altaneira Serra do Penedo havia, pois, um culto antiquíssimo. A “Pedra Letreira” dos Amieiros e a “Pedra Riscada” da Mestras são, juntamente com as aras romanas das Covas dos Ladrões, nas Cabeçadas, documentos abonatórios da sua vitalidade através de muitos séculos. Que os dedicantes destas aras fossem romanos de gema, o que não é provável, a avaliar pelo onomástico e respectiva ortografia, ou naturais romanizados, isto é, hispano-romanos, vem a dar o mesmo. O que importa é que elas atestam, já no Outono do Império, a longa perduração desse culto e o nome da respectiva divindade.
Não conhecemos, em ponto algum do território hispânico, qualquer outro testemunho de tal hierónimo. Tratar-se-á de um culto exclusivamente local? Relíquia filológica do património cultural das populações de fala ibérica, ou anterior a elas, o certo é que, se outros centros houve do culto a esta divindade no resto da Península, carecemos das respectivas provas. Não se conhecem mais vestígios. Só este subsiste.
O que não sabemos, nem saberemos nunca pela certa, é o que nas garatujas ideográficas da “Pedra Riscada” e monumentos congéneres, qual ensaio incipiente de incipiente escrita, quiseram os pretensos devotos de Ilurbeda expressar para além de uma instintiva atitude de sujeição ao seu poder sobrenatural.
Calemo-nos pois. Não profanemos com palavras vãs a paz do ermo que envolve o santuário. Todo o mistério tem o seu encanto, a sua poesia, que é uma das formas da verdade…
(...)
Andam deuses pagãos pelas vertentes
voltadas para a crista do Penedo
em cujo panorâmico fraguedo
há do seu génio provas evidentes.
A par do nome hispânico-latino
inscrito em duas árulas romanas
muitas gravuras há pré-lusitanas
sopradas pelo espírito divino.
Difícil é saber interpretar
o que as populações nos transmitiram
nos riscos que deixaram lá ficar.
Sem pretender qualquer decifração,
limito-me a dizer que elas sentiram
andarem deuses… por aquele chão!
João de Castro Nunes, arqueólogo
(Clique aqui para ler mais.)

EMPREGOS BRITÂNICOS OCUPADOS MAIORITARIAMENTE POR ALIENÍGENAS

Um recente relatório internacional da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) revela que setenta e um por cento (71%) dos novos postos de trabalho do Reino Unido foram ocupados por estrangeiros. Significa isto que sete em cada dez empregos criados entre 1997 e 2007 na velha Albion foram tomados por alienígenas. Diz a OCDE que surgiram dois milhões de postos de trabalho neste período, mas quase um milhão e meio foram ocupados por gente de origem não britânica.
Em França, a percentagem de novos empregos que ficou nas mãos da imigração foi de vinte por cento, na Irlanda e na Austrália pouco menos de trinta por cento, no Luxemburgo mais do que no Reino Unido (caso único) e nos EUA, cinquenta e oito por cento - e isto tendo em conta que o país dos Ianques está a ser pesadamente iminvadido por gente oriunda da América Latina.

De notar que trinta por cento dos alógenos em solo britânico chegaram lá por meio de transferências intra-empresariais, ou seja, foram para lá levados por grandes multinacionais, que transferiram parte do seu pessoal de um país para outro. Estas companhias criaram empregos no país, mas não puseram estes empregos à disposição dos indígenas, preferindo para aí levar trabalhadores seus de outras paragens, imigrantes estes que podem ficar no país por três anos, e mais uma extensão de dois anos, período após o qual se podem candidatar para estabelecimento permanente.

Enquanto isso, o desemprego no Reino Unido aumentou para mais de um quarto de milhão (290.000) entre 2007 e 2008.

E em Portugal, como será?

ITÁLIA APROVA LEI QUE CRIMINALIZA A IMIGRAÇÃO - CONTRA A VONTADE DOS SERVIDORES DO JUDEU MORTO

O parlamento italiano aprovou, em definitivo, a lei que transforma a imigração clandestina em crime e legalizou as rondas nocturnas de cidadãos comuns para prevenir a delinquência.
As novas normais legais impôem, também, castigos muito severos para autores de graffitis nas paredes de edificios urbanos e um registo obrigatório para porteiros de discotecas e mendigos encontrados a vaguear nas ruas.
Com esta lei, aprovada pelo governo de Sílvio Berlusconi, pela primeira vez um país europeu passa a considerar a imigração clandestina como um crime e não uma infracção administrativa.
Devido à oposição dos médicos, o Governo de Berlusconi eliminou a alínea que obrigava à denúncia dos imigrantes clandestinos que procurem tratamento médico.

Vaticano critica nova lei
A nova lei foi muito criticada pela oposição, por organizações humanitárias, pela Comissão para os Direitos Humanos do Conselho da Europa e pelo Vaticano. O Cardeal D. António Maria Véglió, presidente do Conselho Pontifício para a Imigração, escreveu que esta é uma lei que bloqueia a esperança e vai contra a história.

Pois... porque queriam os vigários do Crucificado que a História fosse na direcção do Universalismo, mas os Nacionalistas cá estão para retardarem a corrida para o abismo da «fraternidade universal», ou seja, da lama caótica na qual as identidades morrem... ou, porque não, para levar a Estirpe noutra corrida, para o aperfeiçoamento de uma identidade bem definida e cada vez mais apurada, como um diamante mais e mais aperfeiçoado, em direcção às estrelas...

Sexta-feira, Julho 03, 2009

UMA DEUSA DO NORTE (VOLTA) AO CIMO DA TERRA...


E agora, a encerrar este dia da semana que por sua vez encerra a semana de trabalho e é consagrado no paganismo da Europa Ocidental à Deusa do Amor (Vénus para os Latinos, Freya para os Germanos), e na sequência do tópico anterior em jeito de adenda curiosa a indicar quiçá um sinal dos tempos, aqui fica a bela imagem que se pode ver acima, e mais outras duas, no fim do artigo... Trata-se da «Deusa do Norte», espécie de escultura que terá o nome de Nortumberlandia e que será feita de milhões de toneladas de terra na região de Northumberland ou Nortúmbria.
A imagem será o centro de um novo parque público, à beira de uma mina que produzirá cerca de 3,4 milhões de toneladas de carvão por ano. O projecto custará cerca de dois milhões e meio de libras.
O plano da escultura foi a princípio bloqueado pelo Conselho local, em 2006, que a considera «ridícula». Mas acabou por conseguir, através de apelo ao governo, prosseguir. Os seus defensores dizem tratar-se de um marco artístico que será atracção turística que será feita de maneira a proporcionar aos seus visitantes belas panorâmicas da paisagem ao redor, onde se poderá confraternizar, fazer piqueniques e exercícios.



O DISSEMINAR DO PAGANISMO NA SOCIEDADE MODERNA


Um colunista do jornal esquerdista «Guardian» redigiu este longo artigo em jeito de troça contra o Paganismo - mas, por um motivo ou por outro, acabou por revelar o dinamismo que esta actual tendência religiosa está a ter num dos mais poderosos países do Ocidente e do mundo.

Segundo o autor, diz-se que os pagãos são agora um quarto de milhão no Reino Unido, ou seja, o dobro de há dez anos.
Isso faz com que haja agora mais pagãos do que budistas (144500 em 2001) e do que judeus (259000), mesmo sem incluir muitos crentes que são pagãos quase instintivamente - que engendram rituais para se sentirem espiritualizados em ligação às Forças do Cosmos ou da Natureza, por exemplo.
Este actual reviver pagão começou a dar-se bem antes da nova moda de filmes de fantasia centrados na Magia e afins (Buffy, Harry Potter, Sabrina, Senhor dos Anéis), que popularizaram o tema.

A Federação Pagã (ou PF, que também existe em Portugal) alega que há neste momento pelo menos trezentos e sessenta mil pagãos praticantes, mais do que siques (329.000), mas por enquanto menos do que hindus (552.000) e muçulmanos (um milhão e meio) e cristãos (quarenta e dois milhões).

Ronald Hutton, professor universitário de História em Bristol, uma das maiores autoridades mundiais no estudo dos cultos pagãos antigos e medievais, afirma que neste momento há já uma grande aceitação de ideias pagãs no seio do público: «é melhor pensar em termos de círculos concêntricos. Dos que são membros iniciados de um grupo até àqueles que simplesmente vão dar uma volta a Stonehenge para beberem um copo e festejarem.»

Tudo o que é preciso para ser pagão é, segundo a PF, acreditar que cada um tem o direito de seguir o seu próprio caminho (enquanto não fizer mal a ninguém), acreditar que há um (ou mais) Poder(es) Divino(s) e que a Natureza deve ser venerada. E, como diz o colunista, se alguém perguntar à população se concorda com estas três linhas, milhões de britânicos (e de Portugueses, provavelmente) irão responder afirmativamente. No seu aspecto mais lato e generalista, o Paganismo está a tornar-se a nova religião nacional.

A isto soma-se a energia que lhe é transmitida pela pujante corrente ideológica ecologista, cada vez mais forte e actuante ao nível mais alto da Política, afigurando-se tendencialmente transversal aos partidos políticos em geral - porque, ao fim ao cabo, não falta quem entenda, explicitamente ou não, o Paganismo como sendo na verdade a dimensão religiosa da Ecologia.

Acresce que, no mundo actual, marcado pela iconoclastia e pelo individualismo, especificamente pela repulsa contra a religião institucionalizada, o Paganismo acaba por atrair, mesmo que indirectamente, muitos e muitos ocidentais.

Lembro-me, a propósito, de uma discussão que tive num chat com várias pessoas em que todas elas se diziam anti-religiosas, porque se houvesse Deus então não podia haver maldade e desgraças... a dada altura, alguém falou no respeito pela Mãe-Natureza, e nesse momento todos os intervenientes concordaram de imediato que essa sim, merecia ser adorada...


VIOLAÇÕES AUMENTAM EXPONENCIALMENTE EM LONDRES - TAL COMO A IMINVASÃO

O BNP lança o alerta: nos últimos cinco anos, as violações aumentaram em cem por cento entre os alunos das escolas de Londres - espelhando directamente a iminvasão terceiro-mundista, que fez com que neste momento já se possa dizer que quarenta por cento dos jovens com menos de vinte anos sejam alienígenas.
O número de violações mais do que duplicou num lustro - os número nas escolas dispararam de 165 em 2004/5 para 246 em 2008/9. Quase novecentas crianças de ambos os sexos foram de algum modo sujeitos a agressões sexuais, incluindo violações, em escolas primárias e secundárias. Nalguns casos, as queixas são de crianças de quatro anos. O comandante da polícia metropolitana Mark Simmons disse entretanto que o número registado de agressões sexuais nas escolas públicas e privadas pode ser apenas dez por cento do número de casos reais.
A polícia já teve de destacar cento e oitenta agentes para patrulhar as escolas londrinas a tempo inteiro.

Tudo isto sucede, recorde-se, numa cidade em que um terço da população não é de raça branca - e que as localidades de Newham, Tower Hamlets e Brent são maioritariamente não brancas. Cerca de quinze por cento dos jovens londrinos são «asiáticos» (paquistaneses e afins) e catorze por cento são negros.

IRÃO VAI JULGAR FUNCIONÁRIOS DA EMBAIXADA BRITÂNICA EM TEERÃO

No Irão, um dos mais altos clérigos, o aitola Ahmad Jannati, declarou na passada semana que algum do pessoal iraniano da embaixada britânica de Teerão vai ser posto em tribunal; e acusou o Reino Unido de ter instigado os protestos que eclodiram na sequência das eleições presidenciais.

Esta declaração levou a que várias nações europeias se dispusessem a actuar duramente contra o Irão. Londres está a pressionar os países da União Europeia para que tirem os seus embaixadores de Teerão como protesto pela detenção do pessoal da embaixada britânica. A UE está hesitante. O presidente francês manifestou total apoio à proposta inglesa.

O país ocidental liderado pelo negro filho de pai muçulmano está por seu turno a contrariar este boicote ao Irão...

ESCALADA DA VIOLÊNCIA URBANA EM FRANÇA - GRANADA OFENSIVA LANÇADA CONTRA ESQUADRA

Conforme se lê nesta página aqui trazida pelo camarada Rio sur Seine, pelo que lhe agradeço, uma esquadra na cidade francesa de Marselha foi atacada - com uma granada ofensiva, caso inédito na região. Não houve vítimas mortais.

Imagens do terrorismo de rua e prenúncio de guerra civil em França podem ser vistas em Nanterre e em Tremblay (também aqui trazidas pelo Rio Sur Seine).

É, enfim, a maravilha da imigração vinda de fora da Europa. Os Europeus não podem viver em paz - nem se enfiarem a cabeça bem fundo na areia para não verem o que se está a passar com a sua casa.

GUERRA DE GANGUES NA DINAMARCA JÁ É ETNO-CULTURAL

Corre célere a polémica na Dinamarca por causa do «Manifesto do Chacal 2008» (que pode ser lido aqui em Inglês) apresentado à sociedade pelos «Hell's Angels» (HA), quadrilha de «motards» famosos em todo o mundo.
O texto surge no contexto da escalada da guerra de gangues em Odense entre os sobremencionados motoqueiros e grupos de criminosos alienígenas de credo islâmico - o confronto adquiriu já contornos abertamente raciais, étnicos e culturais, apesar de a polícia o tentar negar.

O DF («Dansk Folkeparti», ou «Partido do Povo Dinamarquês») deixa bem marcada a distância relativamente ao conflito em questão, originado no tráfico de drogas, e de modo algum apoia os HA, que vivem do crime, mas ao mesmo tempo faz notar que muitos Dinamarqueses concordam com a imagem dos imigrantes que o discurso dos HA veicula: que muitos indígenas vêem realmente os imigrantes como umas bestas quando têm de com eles lidar, pois que muito destes, que vivem numa sociedade paralela, não são receptivos ao senso comum e aterrorizam crianças e cidadãos em geral, por ódio aos Dinamarqueses: «eles desprezam as raparigas dinamarquesas, a sua independência e liberalismo, excepto quando elas fazem o que eles querem que elas façam, indo para onde eles lhes mandam e convertendo-se ao Islão», diz o manifesto.

MAIS ATAQUES TERRORISTAS NO DAGUESTÃO

Um ataque esta madrugada numa esquarda da polícia no Daguestão, Rússia, originou pelo menos duas mortes e 14 feridos. De acordo com as autoridades um grupo de desconhecidos invadiu a esquadra e começou a disparar tiros.
Entre as vítimas encontram-se um polícia que foi atingido com gravidade e morreu.
Menos de uma hora depois do ataque e perto da esquadra um carro armadilhado explodiu provocando mais feridos. No porta-bagagens do veículo foi descoberto um cadáver que se julga ser do proprietário do carro.


Informação: para quem não sabe, o Daguestão é assolado pelo terrorismo islâmico separatista.

REVERENDO BRITÂNICO DETIDO POR APOIO À IMIGRAÇÃO ILEGAL

O reverendo britânico Alex Brown, de 60 anos, foi detido e acusado de ter ajudado a “arranjar” 180 casamentos de conveniência, através dos quais imigrantes ilegais puderam continuar a viver no Reino Unido. Além do vigário, foram detidos mais dois homens e uma mulher.

VIOLAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO GREGO POR AERONAVES DA ÁSIA MENOR

Tensão no Egeu: duas formações de aviões de guerra da Força Aérea Turca, constituídas por um total de dezasseis caças de combate, violaram o espaço aéreo grego na região central e setentrional do Egeu, isto na véspera da visita oficial à Grécia do comandante das Forças Armadas da Turquia, a convite do general que lidera as Forças Armadas da Hélade, para a construção de uma relação de confiança entre os dois países, inimigos de longa data e aliados pouco convincentes no seio da OTAN...

VIOLÊNCIA ISLÂMICA NO PAQUISTÃO

No mesmo país em que os Talibãs já estão a comprar, ou a raptar, crianças para as forçarem a ser bombistas suicidas, aconteceu que uma multidão muçulmana queimou cerca de cem (100, C) casas cristãs, incluindo habitações e igrejas, por incitação disseminada em mesquitas, tal como já acontecera em 1997.
Além dos incêndios, nove mulheres e quatro crianças foram gravemente queimadas com ácido, enquanto fugiam da populaça em fúria.

VICE-PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO CANADIANO-ÁRABE INSULTA O CANADÁ (E, PELOS VISTOS, NÃO É PUNIDO)

No Canadá, o muçulmano vice-presidente da Federação Canadiano-Árabe, Omar Shaban, escreveu no seu Facebook que o Canadá era um «Estado genocida» (contra os Índios) e descreveu o dia nacional do país como «F*** Canada Day» (o equivalente será «Merda do Dia do Canadá»), acrescentando que «finalmente, é Dia do Canadá e eu não podia estar mais envergonhado por ser canadiano.»

O que «não se percebe» é o que é que o alienígena seguidor do profeta pedófilo ainda está a fazer no Canadá...
Será que gosta de estar envergonhado?

Ou, na realidade, não tem é vergonha nenhuma na cara?

Está num país onde goza de liberdade de expressão - e usa-a... - e estuda na universidade, em vez de estar no país onde foi criado, o Líbano. Nada fez para edificar a liberal, progressista, tolerante e rica sociedade canadiana. Se não gosta do país, porque é que pura e simplesmente não sai dali para fora?

Entretanto demitiu-se do cargo que ocupava e a organização a que presidia distanciou-se das suas palavras.

PROFESSOR ESCOLAR ACUSADO DE TER RELAÇÕES COM O MUNDO DA DROGA E DO TRÁFICO DE ARMAS

No Reino Unido, um professor de uma escola de Sheffield está em tribunal depois de ter sido apanhado pela polícia numa garagem que guardava armas ilegais e que funcionava também como fábrica de drogas, e onde as autoridades encontraram mais de quinhentas mil libras em dinheiro e vestígios de heroína...

Outro dos indivíduos presos confessou ter colaborado na lavagem de dinheiro de drogas, além de ter armas sem licença...

Ambos os detidos são jovens muçulmanos.

CANAL TELEVISIVO IRANIANO NA BOLÍVIA

Actualização deste tópico e também, em certa medida, deste: a Bolívia vai agora ter um canal de televisão iraniano. O presidente boliviano Evo Morales vai assim permitir que a República Islâmica do Irão, teocracia autoritária e totalitária e desrespeitadora dos direitos humanos, tenha o seu próprio canal televisivo no país mais pobre da América Latina.
O canal iraniano, com o nome provisório de «República do Irão», terá a sua sede em Chapare, feudo sindical de Evo Morales, o qual afirmou que está interessado em que esta cadeia televisiva xiita exiba «conteúdos sociais e educativos para capacitar os milhões de pobres do país
É mais lenha para uma eventual fogueira islâmica que se prepara na América do Sul...

ADVOGADOS NEGROS QUEREM SILENCIAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO DOS NACIONALISTAS BRITÂNICOS



O panfleto que acima se vê foi amplamente distribuído pelo BNP em Londres para alertar a população de que uma substituição étnica está em curso.
Ora a organização exclusivamente não branca «Society of Black Lawyers» («Sociedade dos Advogados Negros») não gostou que o Povo fosse alertado e por conseguinte está a apelar publicamente para que as leis relativas à discriminação racial sejam mais duras para que o BNP não possa falar directamente ao Povo desta maneira.
Peter Herbert, secretário-geral desta organização negra apresentou por isso queixa formal a respeito do panfleto do BNP que, como acima se pode ver, mostra que a população indígena branca está a ser etnicamente apagada nas ruas de muitas partes da capital.
Todavia, a sua queixa não foi longe e por isso o sujeito está agora a pedir ao governo que altere a lei para ilegalizar qualquer expressão de conotação indígena.

Ou seja, mais uma vez os inimigos da salvaguarda da identidade europeia tentam pela secretaria o que não conseguem pela Democracia... aliás, ele próprio teve o à vontade, ou o excesso de raiva, de dizer ao jornal esquerdista «Guardian» que o único motivo pelo qual está a actuar é o recente crescimento do BNP: «é essencial que nos dêem as ferramentas para lidarmos eficientemente com esta ameaça», declarou ele, que é como quem diz «ó donos, exigimos o direito de fazer batota e atar as mãos dos nossos inimigos atrás das costas que é para lhe podermos bater sem ele ripostar». Parece um filme sobre alguma teoria da conspiração, mas afinal a realidade ultrapassa mesmo a fantasia...

A atitude, já de si maximamente repugnante, sofre um acréscimo de descaramento obsceno por vir de quem vem: de quem pertence a uma organização racialmente definida. E racialmente alienígena, claro...

Noutros lados o ataque esquerdista-legal continua - quatro militantes do BNP foram detidos pela polícia em Lancashire por distribuírem panfletos que alertam para o domínio de gangues muçulmanas sobre o tráfico de heroína. E a polícia ainda não sabe se há mesmo caso para avançar legalmente contra o quarteto nacionalista...

O negro Herbert, que já foi o dirigente do forum da polícia metropolitana para a questão do crime de ódio racial, chegou entretanto a afirmar que irá fazer pressão para que a lei impeça o BNP de continuar a existir.
Estes são os alienígenas que querem obrigar os indígenas a comer e calar perante a invasão que estão a sofrer.

Este é o tipo de gente que até é capaz de se dizer «ofendida» pelo «racismo».
Este tipo de gente não faz ideia do quão ofendida merece ser. Porque as suas atitudes vão para lá da ofensa - são nojo puro. Revoltam.

E um dia pode ser que paguem bem caro pelo nojo que metem. Em tribunal popular.

Quarta-feira, Julho 01, 2009

EVENTUAL PRIMEIRA DESCOBERTA DE UM SANTUÁRIO CÉLTICO NA IBÉRIA


Estudios combinados de arqueología y astronomía revelan que una plataforma de grandes piedras encontrada en el yacimiento de Segeda (Mara, Zaragoza) servía para celebrar ceremonias rituales en el solsticio de verano hace 2.200 años.
Si Panorámix cortaba el múerdago con una hoz de oro en el solsticio de verano no era por casualidad. Todo el mundo celta rendía culto al sol y a los solsticios. También en la Península Ibérica los celtíberos tuvieron ritos en torno a la cosecha, las estaciones y los días más corto y largo del año. Pero hasta ahora apenas se sabía nada de si tuvieron templos o santuarios en los que celebraban algún tipo de ceremonia.
El yacimiento de Segeda, entre Mara y Belmonte de Gracián, en la comarca de Calatayud, puede arrojar a partir de ahora una luz importantísima sobre este aspecto de nuestro pasado. El equipo de investigación que trabaja en el enclave, combinando disciplinas aparentemente tan alejadas como la arquelogía y la astronomía, acaba de llegar a la conclusión de que una plataforma monumental de piedra encontrada hace unos años en el yacimiento se trata en realidad de un santuario celtíbero. Un santuario en el que se celebraba alguna ceremonia ritual en el solsticio de verano. “Es el primer santuario construido por los celtíberos que se descubre en la Península Ibérica –señala Francisco Burillo, director del equipo de investigación, que presentó ayer los resultados-, porque el único que se conocía hasta ahora, el de Peñalba de Villastar, es natural”.
¿Ficción o realidad? Para Gabriel Sopeña, especialista en los celtíberos, su religión y ritos funerarios, el hallazgo “resulta muy plausible. Los investigadores siempre somos cautos, y lógicamente hay que realizar más estudios y comprobaciones. Pero a nadie le puede extrañar que en Segeda se hiciera algún tipo de fiesta o ceremonia en el solsticio de verano”.
“Los celtíberos contaban el tiempo por noches, y no por días, pero eso no significa que no veneraran al sol –añade Sopeña, que no forma parte del equipo-. Tenían una fiesta muy importante, la de la cosecha, Lugnasadh, consagrada a un dios que se adoraba en todo el ámbito céltico, desde Irlanda a Peñalba de Villastar, el dios Lug. Sabemos que para ellos los solsticios y equinoccios eran muy importantes, y que tenían ritos y celebraciones para esas fechas”.
Así pues, Segeda puede pasar a la historia como el primer sitio donde se descubre un santuario construido por los celtíberos. Pero, ¿cómo se ha llegado a un hallazgo de tal envergadura?
Todo comenzó en 2003, cuando el equipo de arqueólogos que trabaja en el yacimiento de Segeda dio con unos vestigios que enseguida llamaron su atención. Se había solicitado un cambio de cultivo en uno de los campos y, aunque se encontraba fuera del recinto de la ciudad, decidieron realizar unas catas para ver qué había debajo. Encontraron un basamento de casi cuatro metros de anchura y pensaron que se habían topado con los restos de un fortín o construcción defensiva.
En 2004 se realizó una excavación y los resultados empezaron a ser intrigantes. Dos muros de grandes dimensiones, con una longitud conservada de 10 y 16,6 metros respectivamente, y solo dos hiladas de altura; construidos con grandes sillares de yeso, algunos de más de 500 kilos de peso. El ángulo de unión de esos muros no era recto, sino de 130 º, algo verdaderamente inusual; y, además, el espacio entre ambos muros estaba relleno con una plataforma continua de losas de yeso y caliza. Muros y enlosados fueron nivelados y cubiertos, a su vez, por una plataforma de adobes de 32 por 64 centímetros.
¿Qué sentido tenía una plataforma de 300 metros cuadrados de superficie, elevada, monumental, de planta irregular y fuera de la ciudad? Los investigadores se lanzaron a buscar paralelos y no encontraron nada igual en toda Europa Occidental. Así que concluyeron que se trataba de una construcción de carácter social, religioso o conmemorativo, sin más, y continuaron los trabajos.
Fue Martín Almagro Gorbea, que había estudiado el aljibe monumental de Bibract (Francia) y su relación con el paisaje y la astronomía, quien alertó de la necesidad de realizar un estudio arqueoastronómico. Así que el equipo de investigación contactó con Manuel Pérez Gutiérrez, profesor de Astronomía, Geodesia y Cartografía de la Universidad de Salamanca, que se desplazó a finales de abril pasado al yacimiento a tomar todo tipo de fotografías y mediciones.
Pérez vio que la bisectriz del ángulo de 130 º se alineaba con el cerro de la Atalaya, un hito destacado del paisaje. Y buscó más. Con la ayuda de varios programas informáticos reconstruyó la situación astronómica del cielo en el año 200 antes de Cristo, fecha aproximada de construcción de la plataforma, y vio que la bisectriz no solo apuntaba al cerro de la Atalaya, sino que también marcaba el solsticio de verano, el día más largo del año, que en el 200 a. de C. era el 26 de junio.
Visto así, todo parecía muy bonito, pero hacía falta la comprobación. Así que el pasado domingo (21 de junio, solsticio de verano actual) el equipo de investigación de Segeda se fue a última hora de la tarde al yacimiento. “Cuando llegamos se me cayó un poco el alma a los pies –recuerda ahora Francisco Burillo-. El sol estaba bastante alejado de la alineación”. Pero poco a poco fue acercándose hasta que, a las 21,20 el sol se colocó encima de la cumbre del cerro de la Atalaya y, en cuatro o cinco minutos, desapareció. “Fue algo impresionante, un momento mágico”.

«DEUS REGRESSA»


«Não há muito tempo, as grandes cabeças da Europa predisseram um futuro com pouca ou nenhuma religião. A Ciência far-nos-ia altamente cépticos perante os milagres. A Psiquiatria iria tratar de toda a nossa dor e dúvida interior. A alteração do papel das mulheres iria enfraquecer a estrutura patriarcal que fortalecia o clero. Qualquer que fosse o guião para a modernidade que se adoptasse, Deus teria aí uma importância reduzida.
Como todos sabemos, as coisas não se passaram assim. A Modernidade chegou e arranjou novos papéis principais para Deus. Os Americanos foram pioneiros ao tornarem-se simultaneamente «a quinta-essência do país moderno» e um país muito devoto, segundo diz uma nova obra de dois norte-americanos, John Micklethwait e Adrian Wooldridge, intitulada «Deus Está de Volta», e a maior parte do mundo está a seguir este modelo americano
.» Há já «mega-igrejas» nos EUA que, tal como quaisquer outras multinacionais, se disseminam no planeta inteiro.

É um começo interessante, motivo pelo qual escolhi este artigo em detrimento de muitos outros que se encontram na Internet. E é interessante que o livro seja escrito, não por clérigos, mas por gente ligada à Economia e à Política. Um deles é católico e o outro ateu.

Tanto em países ricos como em países pobres fora da Europa, a religião mantém-se assaz robusta. Isto porque, como observam os autores, «são exactamente as coisas que se supunha que iriam destruir a Religião - a Democracia, os Mercados, a Tecnologia e a Razão - que a estão a fortalecer.»

Este outro artigo de crítica ao livro apresenta um parágrafo particularmente interessante:

«Apesar da sua visão do mundo deliberadamente americano-cêntrica, os autores aceitam o ponto de vista de Karl Marx "no seu melhor": na época burguesa "tudo o que é sólido se desfaz no ar, tudo o que é sagrado é profanado, e o homem é intensamente compelido a enfrentar com sentidos mais sóbrios as reais condições da vida." Os autores interpretam isto como querendo dizer que "o capitalismo é pela sua própria natureza revolucionário. Abala as certezas e as ortodoxias." De facto, a coisa vai pelos dois lados: o capitalismo faz com que as pessoas se sintam "desenraizadas e vulneráveis", e portanto procurem refúgio na religião, mas os líderes religiosos podem ainda usar o capitalismo para aumentarem a sua quota de mercado. Assim, a América exporta capitalismo e religião simultaneamente e muda o mundo


Adaptando-se inteligentemente ao mundo em que vivem, os novos clérigos americanos conseguiram harmonizar bem os seus credos com as práticas e vivências modernas - a igreja, se já antes era um local de convivência social, agora até serve para tomar conhecimentos de curas para o excesso de peso, para encontros de solteiros, para toda uma panóplia de actividades próprias da cultura popular contemporânea das grandes cidades.


Ao mesmo tempo, a Religião, nos EUA, corta, cada vez mais, com a imagem de anti-intelectualidade que lhe quiseram atribuir, em grande parte por culpa da própria Cristandade - os novos clérigos de sucesso são cada vez mais gente com estudos superiores que constroem «infra-estruturas intelectuais». E, cúmulo da esperteza adaptativa, surge até uma «Esquerda crente», representada em Obama, que, segundo os autores do livro, ultrapassou Hilary Clinton precisamente porque conseguiu mostrar-se mais religioso do que ela (e sobretudo por ser negro, como sabemos, mas isso não está no artigo).


De notar entretanto que o retorno da religiosidade faz-se igualmente sentir em países onde o capitalismo não controlou a sociedade, como a Rússia e a China, que é ainda oficial e assaz ditatorialmente comunista. Aqui, as autoridades chinesas bem fazem os possíveis para travar o recrudescer dos cultos religiosos - debalde. O mais que podem conseguir é controlar o crescimento de certas seitas particularmente nocivas ao país e/ou ao regime.

E no mundo islâmico, então, já se sabe...

IGREJA DE INGLATERRA A MORRER POR CAUSA DO PLURALISMO RELIGIOSO

A Igreja «bife» está queixosa: um bispo, Paul Richardson, alega que o pluralismo religioso significará a curto ou médio prazo o fim da própria Igreja de Inglaterra e o declínio do Cristianismo no país. «A Britânia Cristã está morta», diz ele.
Isto a avaliar, segundo Richardson, pela taxa de frequência das igrejas, que desce vertiginosamente - a diminuição do número de casamentos pela Igreja é notório é cada vez mais notória; entretanto, o número de baptismos era de 609 em cada mil no início do século XX e, de 2006 para 2007, foi de 128 em cada mil pessoas.

Afirma o BNP que boa parte desta redução da prática religiosa cristã deve-se ao facto de que cerca de cinquenta por cento dos nascimentos no país são de imigrantes vindos do terceiro mundo (muitos deles, senão a maioria, não são filhos de cristãos).

Declara o bispo Richardson que «muitos bispos preferem virar a cara, continuar como se nada tivesse mudado, em vez de enfrentarem a realidade de que a Britânia já não é cristã. A Igreja de Inglaterra está a ser duplamente atingida: por um lado, pelo declínio institucional, pelo outro pela aumento do pluralismo religioso e cultural
Entretanto, as finanças da Igreja de Inglaterra estão de rastos e no próximo mês o parlamento eclesiástico irá possivelmente cortar no número de bispos e outros clérigos.

O mais irónico é que esta igreja, como todas as outras da Cristandade, está a colher o que semeou - foi o universalismo militante erigido em moralidade obrigatória e exclusivista tão característico da doutrina cristã que originou, ao longo dos séculos, a actual mentalidade esquerdista multiculturalista, multirracial, miscigenadora e imigracionista.
Enquanto isso, o Islão está à espreita - um universalismo totalitário, o Cristianismo, abriu o caminho para o seu «irmão mais novo» (como dizia o Papa João Paulo II), a doutrina do profeta pedófilo.

Ao mesmo tempo, não deixa de ter alguma graça verificar como o pluralismo religioso, ou seja, a prática da liberdade de se prestar culto ao Deus que se quiser, continua a irritar, e a assustar, os arautos do Judeu Morto, inauguradores no Ocidente do imperialismo religioso. Afinal a concorrência chateia muito os que querem por vezes fazer crer que o Cristianismo impôs-se no Ocidente de uma maneira justa e por escolha da maioria do Povo Ocidental...
Confirma-se pois que a Liberdade é mesmo uma ameaça ao Cristianismo.

NENHUM FERIADO ISLÂMICO NAS ESCOLAS DE NOVA IORQUE

O conselho da cidade de Nova Iorque passou uma resolução a pedir para que o Departamento de Educação aceitasse observar os dois mais importantes feriados muçulmanos. Mas o presidente da Câmara, Michael Bloomberg, vetou a resolução, argumentando que a famosa urbe tem tanta diversidade religiosa que não pode dar-se ao luxo de respeitar os feriados religiosos de todos os crentes e mais alguns.

Curiosamente, um estudo da Universidade de Columbia afirma que são muçulmanos pelo menos dez por cento do milhão e e cem mil estudantes de Nova Iorque. O site Jihad Watch lança a dúvida sobre essa estimativa e lembra que os muçulmanos costumam inflacionar o seu número de crentes para assim alcançarem dividendos políticos.

Duma coisa não há dúvida - que se trata aqui de uma tentativa de expansionismo islâmico pela via sócio-cultural. Desta vez falhou, por causa de um só indivíduo, mas um indivíduo substitui-se mais facilmente do que um conselho inteiro, e foi o conselho que resolveu aceitar esta ligeira e indolor islamização. O horizonte parece pois ser negro - e, pior ainda, esverdeado.

ENGENHEIRO POLACO RECUSA O ISLÃO E É DECAPITADO POR TALIBÃS


Um vídeo explícito entregue no domingo à Associated Press exibe a decapitação ritual de um engenheiro polaco capturado há quatro meses por rebeldes islâmicos paquistaneses.
O vídeo, de sete minutos, mostra o refém polaco, Piotr Stanczak, sentado no chão flanqueado por dois homens mascarados. Fora da vista da câmara um rebelde tem uma breve conversa com ele, antes de três outros o decapitarem.
Um dos homens encapuzados volta-se para a câmara e culpa o Paquistão pela morte do refém polaco, por não ter libertado os militantes talibãs exigidos.
A confirmar-se a veracidade do vídeo, o assassínio de Stanczak será aparentemente o primeiro de um refém ocidental, desde a decapitação do jornalista norte-americano Daniel Pearl em 2002.
O vídeo foi entregue no noroeste do Paquistão a um repórter da Associated Press num contacto relâmpago com um intermediário que disse tê-lo obtido dos talibãs.
A AP decidiu não distribuir imagens contidas no vídeo, desconhecendo-se se outros média também receberam cópias.
O porta-voz do Ministério do Interior do Paquistão disse que o Governo tinha "ouvido falar" da existência do vídeo e que estava a investigar.
Piotr Adamkiewicz, porta-voz da embaixada da Polónia em Islamabad, informou que a missão diplomática teve acesso a algumas imagens do vídeo e que pareceu tratar-se de Stanczak, mas aguardava o visionamento completo.
Um porta-voz dos talibãs declarou que Stanczak foi executado porque o Governo do Paquistão não cumpriu a libertação de 26 presos talibãs dentro do prazo estabelecido.
A 28 de Set