sexta-feira, Setembro 19, 2014

NA ZONA MAIS AFRICANIZADA DO PAÍS - DOCENTES APEDREJADOS POR «JOVENS» NUM ASSALTO

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/professor_apedrejado_na_damaia.html   (artigo originalmente redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Um professor foi agredido na tarde de quarta-feira numa escola da Damaia, quando tentava evitar um assalto a alunos. A situação ocorreu às 13h30 na Escola Secundária Azevedo Neves.
Dois antigos alunos encontravam-se nas imediações do estabelecimento a tentar roubar quem saía das aulas. Alguns professores e três elementos da direcção da escola foram informados e correram atrás dos jovens para tentar evitar os assaltos. Acabaram por ser apedrejados e um dos docentes ficou ferido. No entanto, não precisou de receber tratamento hospitalar.
Na altura, os jovens conseguiram fugir do local, mas voltaram cerca de 20 minutos depois novamente com pedras, que acabaram por usar para apedrejar o carro do director do estabelecimento. A viatura ficou com os vidros partidos, a carroçaria danificada e os bancos foram cortados com uma faca.
A PSP foi chamada ao local, mas não houve qualquer detenção. Os dois agressores já estão identificados com base em elementos fornecidos pela direcção da escola. O caso está a ser investigado.

CRISE TIROU 3.6 MIL MILHÕES AOS SALÁRIOS E DEU 2.6 MIL MILHÕES AO CAPITAL

Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/economia/interior.aspx?content_id=3983489&page=-1   (artigo originalmente redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Entre o início da crise financeira de 2007/2008 e o final de 2013 assistiu-se, em Portugal, a uma transferência de riqueza do factor trabalho para o capital de grandes proporções, indicam vários economistas.
Pedro Ramos, professor catedrático da Universidade de Coimbra e antigo director do departamento de contas nacionais do Instituto Nacional de Estatística (INE), fez os cálculos e apurou que o peso do trabalho por conta de outrem e por conta própria desceu de 53,2% do produto interno bruto em 2007 para 52,2% em 2013.
Já o excedente de exploração (rubrica que reflecte a remuneração do factor capital) - apesar da grave crise que se abateu sobre o Estado, os bancos e as pequenas e médias empresas - aumentou o peso na economia de 27,8% para 29,7% do PIB. As rendas, que traduzem grosso modo o valor da remuneração do imobiliário, avançaram de 5,8% para 6,2%.
Cálculos do Dinheiro Vivo com base naqueles dados, evidenciam que, em termos nominais, o factor trabalho (no qual até já está contabilizado o enorme aumento de impostos dos últimos anos) conseguiu perder 3,6 mil milhões de euros. Já o excedente do capital engordou 2,6 mil milhões de euros.
As contas do economista foram apresentadas em primeira mão, esta semana, no colóquio "A transferência de rendimentos do trabalho para o capital", organizado pelo Observatório sobre Crises e Alternativas, ligado à Universidade de Coimbra.
Nesse encontro, Pedro Ramos, especialista em contabilidade nacional, avançou com esta análise "pouco comum": o PIB na óptica dos rendimentos. As abordagens normais publicadas pelo INE (ópticas da procura e da oferta) não permitem este tipo de análise mais fina.
O objectivo, disse o ex-quadro do INE, é tentar dar pistas mais sólidas sobre o que já há muito se suspeitava: a crise, e em especial o programa de ajustamento da troika, permitiu extrair valor ao factor trabalho ao mesmo tempo que enriqueceu o capital. "Estranho", um "fenómeno novo", referiu.
"Sabemos que nas crises económicas as empresas têm prejuízos, as crises atingem os accionistas. Existe portanto perda de valor ao nível dos excedentes de exploração", observou o académico.
Não foi o que aconteceu. "É especialmente estranho que exista, nesta crise, um aumento do peso do excedente de exploração, rubrica que no fundo reflecte a remuneração do capital na economia", observou. Mais: também as rendas do imobiliário reforçaram o peso seja em proporção do PIB, sem em termos nominais. O ganho foi de quase 451 milhões entre 2007 e 2013.
O catedrático de Coimbra recuperou também as estatísticas relativas a 2010 para ter uma noção daquilo que aconteceu durante o programa de ajustamento. Os resultados são ainda mais cristalinos: o peso do factor trabalho na economia caiu dois pontos percentuais; o do factor capital subiu dois pontos.
Para Pedro Ramos, todos estes factos reforçam a convicção de que "está a acontecer uma transferência de riqueza do trabalho para o capital".
Como? Através do desenho de políticas com esse objectivo, diz aquele economista, que foi acompanhado no diagnóstico por outros especialistas.
O factor capital está tão imparável que, em 2013 atingiu um peso recorde (29,7% do PIB) na série histórica compilada por Ramos, que remonta a 1995.
José Castro Caldas, investigador do Centro de Estudos Sociais de Coimbra, e Eugénio Rosa, economista da CGTP, também provam que as políticas seguidas durante os anos do ajustamento extraíram valor ao trabalho de forma pronunciada.
Castro Caldas estima que "as alterações ao Código do Trabalho tenham levado a uma transferência de valor do trabalho para o capital na ordem dos dois mil milhões de euros.
Eugénio Rosa fez contas à função pública e concluiu que este grupo de trabalhadores foi "expropriado" em cerca de oito mil milhões de euros no período em análise por via de cortes remuneratórios, perdas de regalias, aumentos de descontos, etc..

Quem serão os responsáveis por isto? Talvez os «competentes», os tais «melhores» que não estão na política porque na política se ganha pouco e então estão noutros lados?...





PRESIDENTE TURCO QUER TODOS OS ALUNOS DA ESCOLA PÚBLICA A ESTUDAR O ALCORÃO

Notícia do final de Agosto que me passou despercebida: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4097810&page=-1
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O primeiro-ministro cessante da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, foi empossado como presidente da República, o que levou a oposição, que acusa o novo chefe de Estado de autoritarismo, a abandonar a cerimónia de posse.
O novo chefe de Estado cumprirá cinco anos de mandato, nos quais prometeu construir uma "nova Turquia", através de uma nova Constituição e na aplicação de um programa de desenvolvimento ambicioso.
Erdogan, de 60 anos, fez o juramento de posse em Ancara.
Deputados da oposição do Partido Republicano do Povo (CHP) - que acusam Erdogan de violar a Constituição - saíram da cerimónia um pouco antes do novo Presidente ser investido no cargo.
Engin Altay, o líder dos deputados do CHP, atirou pelo ar o livro de regras que contém os procedimentos parlamentares e os deputados do seu partido deixaram o recinto antes de Erdogan ser empossado, o que aconteceu sob aplausos dos seus partidários.
O novo presidente, do Partido para a Justiça e o Desenvolvimento (AKP), deixou claro que quer exercer um genuíno poder executivo, depois de ter sido o primeiro chefe de Estado eleito directamente.
Erdogan, que concorreu à Presidência na qualidade de primeiro-ministro, obteve 52% dos votos nas eleições de 10 de Agosto.
Os seus antecessores no palácio presidencial de Cankaya desempenhavam um papel sobretudo cerimonial.
A eleição foi um triunfo para Erdogan - que se tornou primeiro-ministro em 2003 -, depois de sobreviver aos tumultuosos protestos de 2013 contra o governo e às acusações de corrupção no seu círculo mais íntimo.
Erdogan recebe a presidência de Abdullah Gul, um ex-aliado próximo e cofundador do AKP, que agora não deverá desempenhar um papel no próximo governo.
Como Erdogan pode exercer dois mandatos presidenciais, teoricamente poderia ficar no poder até 2024 e neste período celebra-se os 100 anos da Turquia moderna (2023), o que poderá torná-lo uma figura histórica como Mustafa Kemal Ataturk, fundador da República turca e um grande reformador.
O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davutoglu, de 55 anos, um aliado de longa data do novo chefe de Estado, irá substituir Erdogan no posto de primeiro-ministro do país.

E o que fez já Erdogan? Vejamos: http://pamelageller.com/2014/09/erdogans-new-turkey-requires-all-students-to-study-the-quran.html/
Ora o presidente Recep Tayyip Erdogan tratou de implementar uma reforma educativa que já tinha sido adoptada há um ano mas que agora entra em força e que ministra o ensino do Alcorão a todos os estudantes do ensino público - todos. Aquilo que até aqui só era oferecido nas escolas religiosas superiores, para formação do clero muçulmano, fará doravante parte do ensino público dirigido a todos os cidadãos turcos, da primária ao décimo-segundo ano. 
Outra alteração que a mencionada reforma introduz é a de permitir que os estudantes das escolas religiosas se candidatem ao ensino universitário destinado a formar indivíduos que ocuparão cargos cimeiros na administração pública.
A reforma instaura ainda o ensino do Árabe como segunda língua, para permitir que os estudantes entendam melhor o Alcorão, uma vez que a tradução do texto sagrado muçulmano para Turco tem limitações.
Só os estudantes do ensino privado poderão (pelo menos por enquanto) escapar ao estudo do Islão e estes encontram-se usualmente nas camadas mais abastadas da população.

O actual primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu, foi ouvido a defender o califado, como aqui se leu: http://gladio.blogspot.pt/2014/08/ministro-turco-defende-califado-do.html

E é este o país «laico» e «moderado» que a elite reinante no Ocidente, classe governativa tuga incluída - até o CDS - quer meter pela Europa adentro.



NA ALEMANHA - GOVERNO PROÍBE APOIO AO CALIFADO DA SÍRIA E DO IRAQUE

Agradecimentos ao camarada RC e a quem trouxe aqui esta notícia: http://www.dw.de/alemanha-pro%C3%ADbe-atividades-do-estado-isl%C3%A2mico-no-pa%C3%ADs/a-17918017
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O governo da Alemanha proibiu nesta sexta-feira (12/09) todas as actividades relacionadas com o grupo extremista "Estado Islâmico" (EI). A medida foi anunciada pelo ministro alemão do Interior, Thomas de Maizière, que falou num importante passo para o combate ao terrorismo internacional e para garantir a segurança no país.
"A Alemanha é uma democracia bem fortalecida, e não há lugar aqui para uma organização terrorista que se opõe à ordem constitucional, assim como à noção de entendimento internacional", disse o ministro. "O EI é uma ameaça, também para a segurança pública da Alemanha", completou.
Com a medida, fica proibido ser membro do EI, recrutar combatentes ou fazer propaganda para o grupo em redes sociais ou manifestações. Também passa a ser vetado usar símbolos do EI e arrecadar fundos para os extremistas. Símbolos já disponibilizados na internet deverão ser apagados.
O sindicato alemão da polícia saudou a proibição. "Não é possível que partidários de um agrupamento terrorista bárbaro e desumano literalmente espalhem o ódio e cometam crimes sob a sua bandeira no nosso país", afirmou o presidente nacional da entidade, Oliver Malchow.
Em Agosto deste ano, adeptos alemães da milícia terrorista atacaram com facas membros da minoria yazidi na cidade de Herford, no oeste da Alemanha. Também em Agosto, militantes do EI, em parte armados, assaltaram um asilo em Berlim, deixando várias pessoas gravemente feridas.
A bandeira da organização também foi repetidamente empunhada em passeatas, sem que as autoridades pudessem intervir. Do ponto de vista das autoridades, essa propaganda está intimamente relacionada com as atrocidades cometidas pela organização terrorista.
Voluntários da Alemanha e de outros países europeus têm-se juntado às milícias do EI na região. O EI tenta recrutar jovens alemães sobretudo através de redes sociais. O grupo de extremistas sunitas tem actualmente controle sobre grandes partes da Síria e do Iraque, e ameaça dissidentes com a morte.
Em Agosto último, o governo da Alemanha decidiu enviar armas aos curdos iraquianos que lutam contra os militantes jihadistas. A chanceler federal alemã, Angela Merkel, defendeu a medida – que quebrou a política alemã do pós-guerra de não enviar armas para zonas de conflito –, argumentando que a segurança da Europa estava em risco.
O presidente dos EUA, Barack Obama, declarou guerra contra o EI e afirmou que vai combater o grupo com ataques aéreos não só no Iraque, mas também na Síria. Washington está actualmente empenhado em formar uma coligação internacional para combater o EI.

quarta-feira, Setembro 17, 2014

COMPLEXO DE STONEHENGE É BEM MAIS PROFUNDO DO QUE SE PENSAVA


O Stonehenge, aquele monumento pré-histórico estacionado em Wiltshire, Inglaterra, tem muito mais história do que prometia. Cientistas descobriram que existe um complexo conjunto de monumentos por baixo do Stonehenge, desafiando assim a percepção de que estaria isolado, conta a BBC.
Esta descoberta aconteceu depois de os cientistas observarem digitalmente o que existia a três metros de profundidade daquele monumento icónico. E as surpresas são muitas: para além dos monumentos, encontraram mais de 60 pilares enormes espalhados nas imediações de Durrington Walls, e ainda uma casa de madeira com mais 3.000 anos do que o próprio Stonehenge.
O novo mapa digital do local histórico permite agora aos arqueólogos olharem de outra forma para a paisagem que foi remodelada por diferentes gerações ao longo de centenas de anos após as primeiras pedras colocadas em 3100 a.C.
“Isto muda radicalmente a nossa visão de Stonehenge”, disse Vince Gaffney, o homem que conduz o projecto ao serviço da Universidade de Birmingham, em declarações ao Guardian. “No passado tivemos esta ideia de que Stonehenge estava num esplêndido isolamento, mas não estava… é absolutamente enorme”.
Um dos mistérios que se espera ver respondido é a ideia original do “projecto”: terá o monumento sido construído em forma circular ou com a forma de um “C”? As respostas começaram a surgir no início do mês, quando uma seca naquela zona permitiu vislumbrar umas manchas castanhas onde fazia sentido que estivessem pedras outrora. E tudo aconteceu por obra do acaso: uma mangueira ficou curta e deixou de regar uma zona do Stonehenge, logo a relva deixou de aparecer.
“O importante não é termos descoberto outros monumentos arqueológicos estranhos, mas sim que eles têm uma relação espacial com o Stonehenge”, explicou Gaffney, à margem do festival da Ciência Britânica, em Birmingham.
Radar, scanners a laser, magnetómetros, são alguns dos aliados dos arqueólogos que continuam a desvendar os mistérios da história de Stonehenge. O equipamento, desenvolvido por engenheiros do Instituto Ludwig Boltzmann de Viena, permitiu construir um mapa com uma resolução de 10 centímetros.
“O projecto revelou que a área em torno de Stonehenge está repleta de arqueologia desconhecida e que a aplicação de nova tecnologia pode transformar a forma como os arqueólogos e o público em geral entendem uma das paisagens mais estudadas na Terra”, rematou Gaffney.
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Fonte: http://observador.pt/2014/09/10/descobertos-monumentos-por-baixo-stonehenge/   (artigo original redigido sob o novo aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)

«A VOZ DOS DEUSES»


Uma obra de ficção mas com bom fundamento em matéria de estudos etnográficos por parte do autor, um clássico da literatura moderna portuguesa: A Voz dos Deuses (Memórias de um companheiro de Viriato), publicado em 1984, é um romance do escritor português João Aguiar. Conta a história de Viriato de uma forma inovadora em relação às precedentes obras escritas sobre o chefe lusitano.
De facto, João Aguiar apoiou-se com fidelidade em dados etnográficos, históricos e arqueológicos para escrever o seu romance.
O autor colocou-se na pele de Tongio, velho sacerdote do deus Endovélico, que narra a história da sua vida e o seu encontro com Viriato. Pela parte da mãe, Tongio pertence à tribo dos cónios (ou cúneos), um povo do sudoeste da península Ibérica, anterior aos romanos, que é igualmente protagonizado no livro de Victor Borges Cursum Perficio – Viagem a Akhshânba.1 O que hoje é o Sul de Portugal fazia parte da Tartéssia, uma civilização que teve pontos altos em cidades como Gadir, a actual Cádis (em espanhol, Cádiz).
O romance A Voz dos Deuses, com inúmeras reedições e que será traduzido para Espanhol, serviu de inspiração ao músico Jorge Salgueiro para a sua 1ª Sinfonia.2.
Fonte (do texto a itálico): http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Voz_dos_Deuses


Reparei que apesar de ter lido o livro há bem mais de vinte anos ainda não lhe tinha aqui dedicado nenhum artigo... 
A obra vale bem o tempo de leitura que se lhe dedicar. A meu ver exagera algo gratuitamente quando relaciona a prática da «devotio iberica» com a homossexualidade, mas tirando isso não deixa de constituir um marco da cultura portuguesa para quem aprecia a ligação à ancestralidade étnica, mitificada ou não.


NUMA PEQUENA CIDADE FRANCESA ATÉ IMIGRANTES VOTAM NO NACIONALISMO

Fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/em-pequena-cidade-francesa-ate-imigrantes-declaram-voto-na-xenofoba-frente-nacional-12032657#ixzz3DVnQfKhl
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As eleições municipais francesas avivaram tensões ocultas na pequenina e pacata cidade de Saint-Gilles, de cerca de 14 mil habitantes, porta de entrada da região da Camarga, no sul da França. Em 1989, Saint-Gilles foi a primeira cidade francesa a eleger um presidente de câmara da Frente Nacional (FN), partido de extrema-direita. Hoje, 25 anos depois, os ultranacionalistas poderão reconquistar a câmara perdida desde 1992. No país, a direita radical foi sensação eleitoral ao eleger um presidente de câmara já no primeiro turno do pleito, em Hénin-Beaumont, e liderar a disputa em mais de uma dezena de cidades (entre elas, Perpignan e Avignon), uma façanha para a sigla da líder Marine Le Pen. Em Saint-Gilles, o candidato da FN, Gilbert Collard, recebeu 42,57% dos votos, contra 25,53% para Eddy Valadier, da União por um Movimento Popular (UMP), de direita, e 23,14% para o atual prefeito Alain Gaido, do Partido Socialista — que foi obrigado a retirar-se da eleição triangular do segundo turno em nome da “frente republicana”, para tentar impedir a vitória lepenista.
Com 25% de índice de desemprego e 40% de população imigrante, o município concentra ingredientes que criam terreno fértil para a propagação do discurso extremista. Em Saint-Gilles, a xenofobia extrapola o cenário usual e manifesta-se no seio de diferentes comunidades, favorecendo os radicais. Eleitores de origem marroquina afirmam que votarão na extrema-direita para evitar que mais espanhóis e italianos atravessem as fronteiras em busca de trabalho na região. Imigrantes portugueses acenam com um voto na FN para conter a chegada de mais marroquinos. Espanhóis desejam a vitória dos ultra-nacionalistas na esperança de que barrem a leva de trabalhadores equatorianos, iniciada há cerca de três anos. E franceses também querem a vitória do partido de Marine Le Pen porque acreditam que há estrangeiros em demasia nos arredores. Acrescente-se a isso um acentuado sentimento de descrédito na política, nos políticos e nos partidos tradicionais de esquerda e de direita, e está pavimentado o caminho para o sucesso dos extremistas.
Bares e cafés locais acolhem as diferentes comunidades, separadamente, em acalorados debates. No Café des Arts, conhecido também como o “café dos árabes”, Barzou Laouari, de 38 anos, motorista de camião, diz estar farto de espanhóis e italianos na cidade.
— Eles roubam o nosso trabalho. A FN pode estancar isso. Eu não sou racista, mas nós sentimos o racismo aqui. Os imigrantes são racistas, e os espanhóis e italianos são os piores. E não são os espanhóis, os árabes, os africanos quem a FN mais odeia, são os judeus. Jean-Marie Le Pen (fundador da FN) já dizia isso — desabafa Laouari, nascido em França de pais marroquinos.
Rachid, de 42 anos, proprietário do bar, rasga seu título de eleitor e joga os pedaços de papel ao chão.
— Isso não vale nada! — exclama. — Eu também sou racista, não gosto de espanhóis e portugueses. Que eles parem de nos provocar. Quero que passe a FN para ver no que vai dar isso. Não temos medo da extrema-direita.
No bar Mistral, reduto de portugueses, Constantino Carlos Veiga, de 58 anos, bebe no final da tarde com os seus conterrâneos após mais uma jornada de trabalho no campo. Saint-Gilles não tem indústria, sofre uma desertificação do comércio — em detrimento de Nîmes e Arles, cidades maiores nas proximidades —, e vive principalmente da agricultura e da pecuária.
Vou votar na Frente Nacional para eles colocarem os marroquinos daqui para fora. Os árabes só criam confusão por aqui. Se a FN fizer o que promete, vai melhorar. Mas, no fim das contas, os políticos sempre prometem e, depois de eleitos, esquecem-se do que disseram — diz Constantino, há 14 anos na França.
Espanhol de Almería, na Andaluzia, Antonio, de 46 anos, passa pela Praça da República, endereço da secular abadia da cidade, no rumo de casa. O seu voto também será destinado a Gilbert Collard:
— Para nós será bom se vencer. É preciso parar com essa onda de equatorianos. Eles aceitam € 5 a hora, enquanto nós recebemos € 9,53 a hora, a concorrência é desleal. Eles trabalham de domingo a domingo, sem seguro-saúde, sem direito a nada, e vivem como bichos no campo. Todos os espanhóis que conheço votarão na FN — diz Antonio.
‘Nossos melhores cabos eleitorais’
François García, aposentado de 83 anos, nasceu na Argélia filho de pais espanhóis, mas faz questão de dizer que nunca conheceu a Espanha e se considera francês.
— Lutei na guerra da Argélia pelos franceses, fiz tudo o que a França me pediu — ressalta.
Acomodado num banco da praça Gambetta, ele declara-se mais um eleitor da extrema-direita.
— Precisamos de outras ideias. Há muito desemprego, muita miséria, e estrangeiros demais, não há trabalho para todos. Antes, eles vinham por uma temporada e depois retornavam aos seus países, mas, agora, permanecem. E como não há trabalho, começam a roubar — justifica.
Para ele, o jovem imigrante de hoje não possui os mesmo valores de seus antepassados, e o sistema do país está falido.
— Eu tinha vergonha de estar desempregado, e a juventude de hoje não é assim. É culpa do Estado e dos pais. Se continuarmos dessa maneira, só vai piorar. Collard vai fazer o que a direita e a esquerda não fizeram — acredita.
No seu comité de campanha, na rua Gambetta, Gilbert Collard diz-se confiante na vitória:
— As pessoas querem autoridade. Há um fracasso total na política de imigração, a insegurança, os custos do euro, o comunitarismo. Quarenta e dois por cento dos votos não é voto de contestação, é preciso para de humilhar os eleitores. Não importa o que se fizer, estaremos no poder dentro de alguns anos. Quanto mais agem contra nós, mais crescemos. Os que estão contra nós são nossos melhores cabos eleitorais.


Nada mais óbvio e salutar - cada comunidade étnica defende a sua parte e o multiculturalismo é uma farsa anti-natural.


BRITÂNICA CONTRAIU SIDA AO SER VIOLADA NA ÁFRICA DO SUL

Fonte: http://www.europeanknightsproject.com/british-tourist-tests-hiv-positive-after-rape-ordeal/
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Uma turista britânica na África do Sul foi sequestrada e violada, vindo por isso a contrair o vírus da sida.
A mulher, que tem agora trinta um anos, foi repetidamente estuprada, sob ameaça de arma, durante cerca de catorze horas, depois de raptada, juntamente com o seu namorado, quando se encontrava com este nas montanhas Drakensberg, destino turístico muito apreciado por casais de enamorados.
O namorado foi repetidamente espancado e foi também apunhalado numa perna.
O casal, de britânica e sul-africano, foi repetidamente ameaçado de morte. Os alegres sequestradores, que se divertiam a beber e a convidar outros para a festa, e a dar tiros através do tecto do carro, disseram-lhes que seriam mortos e atirados para lá da fronteira com Moçambique. A jovem e o seu namorado só conseguiram escapar quando os sequestradores perderam o controlo do automóvel em que seguiam. Um outro condutor parou para os ajudar e foi morto a tiro, o outro passageiro da viatura foi ferido, enquanto os sequestradores tentavam apoderar-se do seu automóvel. Na confusão que se seguiu, os jovens sequestrados conseguiram fugir. 
Tudo isto ocorreu na província de Mpumalanga, onde outra britânica foi morta a tiro durante um assalto no mês passado.
De notar que a África do Sul é dos países com mais alta taxa de violação do mundo.

Cuidado pois, caros leitores, com a ideia de passar férias em países do terceiro mundo africano ou africanizado...

NA SUÍÇA - ALDEIA INDIGNADA POR TER DE SUSTENTAR FAMÍLIA DA ERITREIA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://rt.com/news/188192-swiss-village-refugee-taxes/
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Na aldeia suíça de Hagenbuch, cantão de Zurique, a população autóctone está revoltada pelo facto de os seus impostos serem agora aumentados para alimentarem uma refugiada da Eritreia, que vive lá com os seus sete filhos à custa do contribuinte, desde há três anos, quando adquiriu um visto de permanência para cinco anos, com possibilidade de o prolongar posteriormente. O governo municipal paga-lhe desde o princípio a renda, além de dois mil e seiscentos francos por mês para outras despesas. Quatro das crianças foram para um orfanato, encontrando-se à guarda das autoridades e sustentadas pelo contribuinte. O governo gasta nove mil francos por mês com cada criança. Enquanto isso, a mulher tem sido apoiada por assistentes sociais, fazendo-lhe as compras e limpando-lhe a casa, além de terem levado as crianças a passear em visitas guiadas e ao jardim zoológico. Uma das pessoas encarregadas do serviço de limpeza comenta que «a senhora podia fazer isto, tem o dia todo livre». Tudo isto é pago pelo contribuinte, chegando à quantia de sessenta mil francos suíços por mês (?), isto é, cerca de quarenta e nove mil euros por mês (??... é o que diz a notícia e mais não sei).
A aldeia, com apenas mil pessoas, tem de gastar milhares de euros com esta família, que constitui trinta por cento das despesas totais da aldeia. E as autoridades estudam um aumento de cinco por cento nos impostos locais para melhor acomodar a referida família africana.
Até a presidente da câmara, Therese Schlaepfer, está indignada, inclusivamente com o facto de os imigrantes só terem direitos e não obrigações, mas diz não ter alternativa: «Não sei para onde me virar. Penso que não temos escolha senão aumentar os impostos.»

Uns malandros racistas, estes suíços, que não querem sustentar quem vai para o seu país dar-lhes uma oportunidade de serem bonzinhos...



PROTESTO HOJE DO PNR CONTRA A PASSIVIDADE DO BANCO DE PORTUGAL


terça-feira, Setembro 16, 2014

EM ITÁLIA - REFUGIADOS EXIGEM COMIDA DOS SEUS PAÍSES PORQUE NÃO ACEITAM TER DE COMER O QUE OS ITALIANOS COMEM...

Já é do mês passado, a notícia, mas não deixa de ter a sua piada muito especial: http://www.thelocal.it/20140827/refugees-protest-against-monotonous-italian-food
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Durante dois dias, um grupo de cerca de quarenta refugiados de um centro de acolhimento da província de Belluno, região italiana de Véneto, recusaram-se a comer a refeição de «pasta com molho de tomate, pão e ovos» e exigiram ser alimentados com comida dos seus próprios países de origem.
Para convencerem os autóctones a obedecer às suas exigências, bloquearam as ruas com toros de madeira, puseram as refeições no chão juntamente com sacos de roupas e ameaçaram abandonar o centro em La Secca, dizendo «não comemos isto».
Os refugiados, que se encontravam neste centro desde há quatro meses, chegaram também a furar os pneus dos carros do pessoal que trabalhava no centro, para protestar contra as condições de vida no local.
O protesto, que seguiu linhas similares aos ocorridos nos centros de Pozzallo, na Sicília e em Roma, foi em parte despoletado pela «monotonia», dado que os refugiados «não sabem o que fazer consigo próprios», segundo um jornal local.
A polícia em breve pôs cobro ao protesto, e o presidente do Libero Sindicato di Polizia, Antonio De Lieto, aproveitou para dizer que o protesto foi «excessivo», especialmente numa altura em que milhares de autóctones que passam fome: «há milhares de italianos a viver na pobreza e que não estão sequer a ter uma refeição por dia, quanto mais duas ou três». A respeito dos refugiados em protesto, comentou que «não estão a queixar-se de que a comida não é boa, mas sim de que não é a comida dos seus países. Mas quando se está em casa doutra pessoa, por exemplo, come-se a comida dessa pessoa, certo? É como das várias vezes que estive em Inglaterra, não estive à espera de comer esparguete.»



GOVERNO PROMETE MAIS IMIGRAÇÃO - APESAR DO DESEMPREGO QUE AFECTA OS AUTÓCTONES

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.noticiasaominuto.com/pais/276046/governo-promete-gestao-mais-adequada-e-inteligente-dos-fluxos-migratorios   (texto da notícia originalmente redigido sob o aborto ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Segundo o ante-projecto das GOP enviado pelo Governo aos parceiros sociais, a que a Lusa teve hoje acesso, essa "estratégia" deve procurar a "captação e fixação de perfis migratórios" e o "reforço da mobilidade e circulação de talento".
O documento refere "quatro desafios particularmente decisivos": combater o défice demográfico e equilibrar o saldo migratório; captar "novos perfis migratórios"; internacionalizar a economia e promover as migrações como "incentivo ao crescimento económico"; e aprofundar a "integração e capacitação dos descendentes das comunidades imigrantes residentes em Portugal".
Reconhecendo que a emigração "tem agravado o saldo migratório", o Governo promete acções "que incentivem, acompanhem e apoiem o regresso de cidadãos nacionais emigrados no estrangeiro ou o reforço dos seus laços e vínculos com Portugal".
Para aproveitar o "potencial" da diáspora, o Executivo propõe-se desenvolver "políticas concretas de aproximação" aos milhões de portugueses residentes no estrangeiro, nomeadamente garantindo "um apoio consular mais próximo dos cidadãos", promovendo o recenseamento eleitoral e a participação cívica e política, nomeadamente de mulheres e jovens, e incentivando o associativismo empresarial.
O Governo quer também alargar e melhorar o modelo de permanências consulares, que qualifica como um "sucesso", pois passou a garantir apoio consular a "mais de centena e meia de cidades onde não existia qualquer serviço".
A nível internacional, frisa o Governo, os fluxos migratórios "continuarão a assumir protagonismo, reclamando uma acção decidida da UE [União Europeia] em várias frentes".
Reforçar o combate à criminalidade organizada, à pirataria e ao terrorismo é uma prioridade, sublinha-se no documento, atribuindo "máxima prioridade" à segurança marítima no Golfo da Guiné, com Portugal a defender uma "abordagem multi-sectorial", que combine coordenação internacional e capacitação dos países e organizações da região.
Seja qual for o combate, a acção de Portugal "será subordinada à promoção dos direitos fundamentais, com especial destaque para a protecção dos dados pessoais", garante o Governo.

Mais do mesmo, nenhuma novidade - manutenção do discurso pró-imigração, a imigração é sagrada e nem se discute, por mais desempregados que haja em Portugal,   the show must go on e a obra de multirracialização da Europa é mesmo isso, custe o que custar, e claro, custa o que custar ao povinho das classes baixas, mas pode ser que um dia também custe aos mandantes destas políticas, e bem caro, com juros.

Pelo meio também diz que quer reforçar os laços dos emigrantes portugueses com o seu país, mas também era melhor que o não dissesse, era o que mais faltava...

No essencial a vergonha continua.

MARINHO PINTO DIZ QUE POLÍTICOS EM PORTUGAL GANHAM POUCO E QUE COM QUASE CINCO MIL EUROS POR MÊS NÃO SE PODEM FAZER «GRANDES COISAS» EM LISBOA...

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=162222&utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter   (a itálico o texto da notícia de imprensa; as perguntas do jornalista estão sublinhadas)
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Os deputados recebem pouco e não devem ganhar menos que os dez salários mínimos do bastonário da Ordem dos Advogados, 4.800 euros líquidos, que ainda assim "não permitem ter padrões de vida muito elevados em Lisboa", afirma Marinho Pinto, o eurodeputado que quer tornar-se deputado em Portugal. 
Em entrevista à Renascença, diz ser um homem de esquerda, mas considera que essas distinções não existem hoje em Portugal. Cita mesmo Margaret Thatcher, figura pouco apreciada à esquerda. 
Marinho denuncia que o Movimento Partido da Terra (MPT), pelo qual foi eleito eurodeputado, está ao serviço dos seus dirigentes e não tem a dimensão nacional de que precisa para concretizar as suas ideias. E diz ser "díficil" fazer "entendimentos políticos" com António Costa, responsável por um "tumulto no PS".

Quanto é que os deputados portugueses devem ganhar? Actualmente, o salário é de 3.515 euros brutos. 
Isso deve ser objecto de uma discussão do país. Mas devem ganhar o suficiente. Em Portugal ganham pouco, é quase cinco vezes menos que um deputado europeu. 

É um salário digno? 
Não. Baixo. Se é esse o ordenado. 

3.515 euros brutos, incluindo despesas de representação. 
Então não é digno. Digo-o perfeitamente. Assim como digo que aquele salário de 18 mil euros [dos eurodeputados] é obsceno, este é indigno. 

Está indexado ao salário do Presidente da República. 
Mas não são só os deputados. Os órgãos de soberania em Portugal são mal remunerados, a começar no Presidente da República e a acabar nos juízes. Deveria haver essa cautela. E não há porque muitos políticos encontram formas, por vezes ilícitas, de suprirem essa deficiência. 

Um deputado não deve ganhar menos que um bastonário? 
Por exemplo, acho que sim. 

O senhor ganhava dez salários mínimos. 
Não sei. Recebia líquido 4.800 euros por mês. 

Acha que é um salário digno para a função de um bastonário? 
Para quem vivia em Lisboa, sim. Acho que não permite grandes coisas. Não permite ter padrões de vida muito elevados em Lisboa, fora de casa, quando deixa de exercer a profissão. Eu ganhava mais quando exercia a profissão, bem mais. Mostrei documentos na campanha eleitoral. As minhas declarações de IRS eram muito superiores quando era um simples advogado e jornalista. 

Um deputado deve ganhar mais que um bastonário da Ordem dos Advogados? 
Não me compete a estar a dizer isto aqui. Não é uma entrevista numa estação de rádio que devo fixar os ordenados dos políticos. O que lhe digo é que o Parlamento português tem que encontrar rapidamente uma remuneração condigna para a função de legislador. Tem que tomar também outras atitudes. Tem que fazer exigências aos deputados. Não se pode ser advogado e deputado ao mesmo tempo. Não se pode utilizar o Parlamento para tráficos de influências. 
(...)

Com 4800 euros não se pode ter padrões de vida muito elevados em Lisboa, diz o sujeito. Com dois mil e quatrocentos euros qual será a classificação, segundo este critério, deste padrão de vida? Nada nada elevado? E com mil e duzentos? Fica implícito que para esta gente quem ganha o ordenado mínimo é quase sub-humano, não admira que nutra um «secreto» desprezo pelo povinho que aceita trabalhar por salários de miséria sem se revoltar em massa.
Bem pode o fulano armar-se em popular, ou popularucho, com umas bocas «ao sistema» e contra os gays e tal - no essencial é um típico representante do sistema, até no descaramento com que diz que a classe governativa ganha pouco. Como já digo há uns anos, quem acha que em Portugal um político ganha pouco e que por isso «é obrigado a ser corrupto» ou então «por causa desse magro salário os "melhores" não vão para a política», pois quem assim pense fará um grandessíssimo favor ao Povo Português se ficar

bem longe, mas é que bem longe

de toda a política portuguesa. Só uma malta muito despudorada, seja por autista afastamento do país real, seja por arrogância pura e simples, só uma hoste desta natureza é que pode vir a público dizer que mais de três mil euros por mês é pouco num país onde o ordenado mínimo é de quatrocentos e poucos euros. A referência ao que ganham os outros deputados europeus torna-se por isso cretina quando não provocatória - isso é esquecer que até a pobre Grécia tem um salário mínimo claramente superior ao de Portugal. Para quem tenha um mínimo de ética verdadeiramente baseada nos princípios de «justiça e solidariedade», como diz o sujeito a modos que de peito cheio, a comparação correcta a estabelecer 

não é 

entre os vencimentos dos deputados portugueses e os dos outros deputados europeus, 

mas sim, sempre, em todos os casos, 

entre os vencimentos dos deputados portugueses e os vencimentos do resto da população portuguesa. Quem se proponha criar um partido novo, cheio de bazófias moralistas, e nem sequer perceba isto, pode já de imediato ser deitado para o caixote do lixo da política portuguesa e não merecer nem mais um voto.

De caminho, e num registo que nada tem a ver com o tema, não deixa de ser significativa a mentalidade com que o jornalista analisa a referência a Margaret Thatcher. Ora Mar. Pin. não defende absolutamente ideia nenhuma que a senhora tenha promovido, limita-se a lembrar o seu exemplo em termos de defesa de fundamentos de valores, mas numa sociedade em que as pessoas facilmente se fanatizam na confusão entre indivíduos, procedimentos e valores acaba por ser natural que um representante da imprensa ache muito estranho que alguém de Esquerda possa referir seja o que for de bom da parte de alguém de Direita, como se tudo o que fosse feito por gente de Direita fosse igual a Direita e vice-versa.

Voltando ao que mais interessa no caso, os marinhospintos confiam na bananice da população mas pode ser que um dia paguem bem caro, e com juros, por esta falta de pudor.

NO PAÍS AO LADO - CHEFE DE GUARDA CIVIL ACUSADO EM TRIBUNAL POR CUMPRIR O DEVER DE TRAVAR IMINVASORES AFRICANOS

Fonte: http://www.alertadigital.com/2014/09/15/imputan-al-jefe-de-la-guardia-civil-en-melilla-por-cumplir-con-su-deber-al-expulsar-a-ilegales-que-asaltaron-las-vallas/
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Imputan al jefe de la Guardia Civil en Melilla por cumplir con su deber y se premia al que viola las leyes españolas asaltando las vallas fronterizas a veces de forma violenta. No hay mejor ejemplo del derrumbe moral de la democracia española.
Emilio Lamo de Espinosa Vázquez de Sola, titular del Juzgado de instrucción número 2 de Melilla, ha imputado por prevaricación a Ambrosio Martín Villaseñor, Coronel Jefe de la Comandancia de la Guardia Civil en Melilla, por permitir las expulsiones inmediatas de ilegales en la valla melillense, ilegales según la Ley de Extranjería y el convenio bilateral hispano-marroquí.
El auto arremete contra el “protocolo operativo de vigilancia de fronteras”, una orden interna firmada por el acusado, que avala las devoluciones sin identificación previa de aquellas personas que no han superado la última alambrada, la más cercana a la ciudad autónoma.
Tras recordar que la soberanía española recae sobre todo el entramado fronterizo, el juez considera que este argumento, también defendido por el Ministerio de Interior, no se sostiene bajo la legislación nacional ni los tratados internacionales. El comandante jefe de la Guardia Civil melillense tendrá que prestar declaración el próximo 3 de octubre.
Esta instrucción responde a dos denuncias (del 18 de julio y el 13 de agosto) y busca esclarecer si se llevaron “entregas de ciudadanos extranjeros a las autoridades marroquíes sin observar la legislación vigente y, si esto fuera así, si tal manera de actuar pudiera ser constitutiva de infracción penal”.

Este é um dos casos em que com mais nitidez, de quase estereotipia, se vê o que é a elite político-culturalmente reinante no Ocidente - bem podem dizer, assim por alto, que as fronteiras estão a ser guardadas contra ilegalidades, dizem-no para tranquilizar o povinho, mas na verdade não têm o menor pudor em ludibriar ou falsificar ou contornar ou contra-legislar de modo a fazer com que, na prática, não seja possível travar a iminvasão ou imigração em massa. Pudera, tendo a faca e o queijo na mão, esta classe ideológica e governativa pode fazer o que lhe apetece. Até ao dia em que os seus representantes sejam devidamente responsabilizados e, se possível, severamente punidos pelo abandalhamento das fronteiras que servem os interesses ideológicos, à Esquerda, e económicos,à «Direita» capitalista. Esta justiça só poderá ser feita através do constante, regular e crescente voto nacionalista. Não há outra defesa das fronteiras e identidades europeias senão a ascensão política do Nacionalismo. 


SEMANÁRIO «O DIABO» DE DEZASSEIS DE SETEMBRO DE 2014


PNR DENUNCIA FRAGILIDADE DO BANCO DE PORTUGAL

A crise do BES veio chamar mais uma vez a atenção para o débil sistema financeiro nacional. Ninguém de bom senso acredita que a derrocada fique por aqui. Depois dos casos BPN, BPP e BES, outros virão. É inevitável.
O sistema financeiro português constitui uma fraude assente em marketing. Na verdade, todos os bancos (públicos ou privados) actuam como verdadeiras agências do Banco de Portugal, que por sua vez é sucursal do Banco Central Europeu, do qual anda a reboque e às ordens.  
O BES era, como outros, um banco do regime, sempre pronto para acudir às negociatas. Se a isto somarmos a má-fé dos seus gestores e a incompetência do Banco de Portugal, ficamos com o cenário completo.
Desde que o País ficou sem moeda própria, a única função do Banco de Portugal é a regulação e supervisão do sistema bancário. Conta para isso com quase 2 mil funcionários, mas evidencia falhas flagrantes no serviço.   
A questão financeira nacional não se resolve com a criação de bancos “bons” e “maus”, nem com a nomeação de novos administradores, por mais competentes e honestos que sejam. O problema é sistémico – e tem a ver com o próprio regime.     
Antes de mais, como alguém já disse, se os governantes forem de mãos limpas, também os banqueiros têm dificuldade em sujar as deles. E, acima de tudo, Portugal precisa de libertar-se da canga do euro e do Banco Central Europeu. Precisa de recuperar a sua soberania política e financeira. Precisa de moeda própria e de política cambial.
O euro foi uma banha da cobra que não curou nenhum dos nossos males macroeconómicos. Pelo contrário, agravou-os. Nestas crises cíclicas, deixa-nos sem remédio – e de cócoras diante do Banco Central Europeu e da finança internacional.    
É por aqui que devemos começar a reconstruir um sistema financeiro credível e estável. O resto é conversa.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/banco-de-portugal-caso-bes-sistema-financeiro-nacional/

segunda-feira, Setembro 15, 2014

EM NIMES, FRANÇA - REPRESENTANTES DA FN AMEAÇADOS POR «JOVENS» PARA ABANDONAREM ESPAÇO PÚBLICO

Fontes:
http://www.fn30.fr/WP/?p=2795
http://diversitymachtfrei.blogspot.pt/2014/09/france-front-national-politicians.html?utm_source=BP_recent
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Na cidade francesa de Nimes, três representantes da Frente Nacional (FN) foram ameaçados por muçulmanos para que abandonassem o local quando marcavam presença em festivais organizados locais, as chamadas «festas de bairros» («fêtes de quartiers»). Yoann Gillet, Henriette Doyen e Bernard Monréal, eleitos em Nimes, foram atacados em Valdegour, onde a FN tinha denunciado há algumas semanas o facto de que muitos subsídios estarem a ser usados pelo partido da «Direita» conservadora, UMP, para comprar a paz social.
Alertados pelos militantes da FN, os representantes do UMP - Richard Tibérino e Laurent Burgoa em particular - pediram-lhes, aos representantes da FN, que abandonassem imediatamente o local, uma vez que não podiam garantir a sua segurança, enquanto muitos «jovens» da zona começavam a reunir-se e a chamar outros como eles através dos telemóveis.
A FN de Nimes faz notar mais uma vez que tudo o que denuncia na área é verdade: não só é real que o presidente da câmara local (do UMP) compra a paz social através de subsídios e apoio indirecto à religião nestes bairros, como é também real que mesmo assim são os gangues juvenis que fazem a lei, diante do silêncio dos políticos da maioria, que deixam que os ditos «jovens» ameacem impunemente representantes eleitos pelo povo, o que no caso incluía uma idosa de setenta anos.
Aliás, estas «festas de bairro» em Valdegour são celebrações organizadas pelo UMP.
A FN noticia que às dezasseis horas da tarde de sábado só puderam aparecer dois polícias, que nada puderam fazer para garantir a permanência dos representantes do partido naquela zona.
A FN exige por isso ao senador-presidente da câmara Jean-Paul Fournier que condene imediatamente e sem reservas o sucedido e que apresente aos representantes da FN um pedido de desculpas pela atitude cobarde dos representantes do seu partido, e que reconheça que comprar a paz social dá mau resultado.

É assim o calor humano oriundo do sul do Mediterrâneo somado ao multiculturalismo que até a «Direita» conservadora adopta, num misto de sujeição à ditadura de pensamento anti-racista e de cobardia pura e simples, quando não de dupla cobardia. 
Contra tal vergonha, que começa a entregar o domínio das ruas a gente arrogante de origem não europeia, só o Nacionalismo se ergue.


DO TERRORISMO DE RUA AO TERRORISMO PELO CALIFADO - DIFERENTES GRAUS DA «JIHAD»

Agradecimentos a quem aqui trouxe este vídeo, no qual se pode ver o confronto, algures nas ruas de Paris, entre uma populaça muçulmana que queria atacar uma sinagoga e um grupo da JDL, ou Liga de Defesa Judaica:

 


Veja-se também este:

Publicação de Alain Pesce., a mostrar uma cena de cerco e ataque a uma viatura policial, em Paris, No vídeo pode-se ouvir, ao 0:48, «Alá u acbar», conhecido grito muçulmano, frequente na guerra, que significa «Alá é grande». 

Não surpreende que de França tenham já partido para o califado da Síria e do Iraque cerca de novecentos e trinta voluntários para lutar pelo Islão, como aqui se pode ler: http://www.minutodigital.com/2014/09/14/ya-hay-930-terroristas-procedentes-de-francia-en-siria-e-irak/, segundo informação fornecida pelo ministro francês do Interior, Bernard Cazeneuve. Entre estes há pelo menos oitenta menores e cento e cinquenta mulheres.



NO PAÍS IRMÃO - SOS RACISMO ACUSADO DE FRAUDE PARA DAR A ALÓGENOS DINHEIRO DOS AUTÓCTONES

El diputado general de Álava, Javier de Andrés, acusó a SOS Racismo de ser el “principal colaborador” en el fraude en el cobro de ayudas sociales en la provincia. También expresó su apoyo al alcalde Javier Maroto. Según De Andrés, contribuyen al “saqueo” de las arcas públicas al empadronar de forma engañosa a 1.256 inmigrantes en su sede pese a carecer de un dormitorio para que pudieran cobrar la RGI o las AES.
De Andrés realizó este martes estas declaraciones después de conocerse la decisión del fiscal superior de Vascongadas, Juan Calparsoro, de abrir diligencias tras la denuncia de SOS Racismo contra el alcalde de Vitoria, Javier Maroto, por sus palabras en las que ligó a los magrebíes residentes en la capital alavesa con el fraude en las ayudas sociales.
El presidente del Gobierno foral expresó en primer lugar su apoyo personal y político hacia Maroto por “la situación que está viviendo. La valentía del alcalde de Vitoria le está costando disgustos y es importante que aquellos que compartimos su voluntad de resolver los problemas, de contribuir a mejorar nuestra ciudad y territorio le animemos en privado, pero también en público”.
A continuación lanzó duros ataques contra SOS Racismo. “Esta asociación tiene algunos episodios de vinculación al fraude en las ayudas sociales. SOS Racismo ha empadronado en su local de la calle Zapatería 59, donde no hay ni un dormitorio, a 1.256 inmigrantes, hecho absolutamente falso. Y llegó a tener un mismo día hasta 764 personas empadronadas en ese local”, subrayó.
De Andrés precisó que SOS Racismo empadronó fraudulentamente a estas personas para que pudieran acceder a las ayudas sociales. Los inmigrantes se daban de alta en el padrón en la sede y cuando conseguían ser beneficiarios de las ayudas se daban de baja y se empadronaban, ya de forma real, en una vivienda que costeaban con dichas ayudas, explicó.
“Esa es la trayectoria de fraude de SOS Racismo: ha sido el principal colaborador en el fraude de las ayudas sociales que ha habido en Álava, esta es la asociación que denuncia a Javier Maroto. No tiene ninguna legitimidad para cuestionar al alcalde cuando precisamente el alcalde lo que hace es denunciar el fraude y quien le denuncia a él es el mayor experto en el saqueo de las ayudas sociales”, dijo.
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Fonte: http://www.alertadigital.com/2014/09/11/el-diputado-general-de-alava-acusa-a-sos-racismo-de-saquear-las-ayudas-sociales-y-de-empadronar-de-forma-enganosa-a-1-256-inmigrantes-en-su-sede/

EXTREMA-DIREITA SUECA DUPLICA A VOTAÇÃO E TEM AGORA O TERCEIRO PARTIDO MAIS VOTADO DO PAÍS

Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/extremadireita-cresce-e-sociaisdemocratas-regressam-ao-poder-na-suecia-1669659
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Ao fim de oito anos na oposição, os sociais-democratas regressaram ao poder na Suécia. Segundo uma sondagem à boca das urnas, divulgada pela estação de televisão estatal SVT no fim da votação, os Sociais-Democratas (centro-esquerda), que deverão estabelecer uma coligação com os Verdes e o Partido da Esquerda, preparavam-se para conquistar 44,8% dos votos e assim assegurar a formação do Governo.
O actual primeiro-ministro conservador Fredrik Reinfeldt, que lidera uma aliança de quatro partidos (incluindo do centro e liberais), não conseguiu convencer os eleitores suecos a conceder-lhe um terceiro mandato consecutivo. Reinfeldt conseguiu encurtar significativamente o intervalo de 15 pontos que o separava dos sociais-democratas no início da campanha, e impedir uma maioria absoluta da oposição. Mas o esforço não foi suficiente para permanecer no poder: de acordo com as projecções, o seu bloco de centro-direita deveria alcançar 39,7% dos votos.
Os resultados antecipam complicadas negociações políticas para a formação do executivo e para a actividade legislativa.
Os maiores ganhos eleitorais foram obtidos pelos Democratas Suecos, o partido de extrema-direita que fez campanha contra a imigração e que segundo as sondagens deveria duplicar a sua última votação e ultrapassar os 10%. Mas os dois grandes blocos fizeram saber que não tencionavam incluir o partido nas negociações. Como comentava o professor da Universidade de Gotemburgo, Jonas Hinnfors, à agência Bloomberg, o impacto da extrema-direita no parlamento é uma incógnita. “Será seguramente uma situação complicada, uma vez que nenhum outro partido quer ser associado aos Democratas Suecos”.
A viabilização do governo de centro-esquerda deverá, assim, ser garantida pela Iniciativa Feminista, que nas suas primeiras eleições conseguiu 4,4% dos votos, quatro décimas acima do patamar necessário para entrar no parlamento. O partido garantiu apoio parlamentar aos sociais-democratas dirigidos pelo antigo soldador e sindicalista Stefan Loefven, que prometeu reverter um terço dos cortes fiscais do anterior executivo, no valor de 130 mil milhões de coroas suecas (cerca de 14 mil milhões de euros), e, ao mesmo tempo, subir a tributação dos restaurantes, bancos e das grandes fortunas.
“Com o desemprego a subir, os resultados escolares a deteriorar-se e um sistema social cheio de brechas, chegou a hora de uma mudança na política sueca”, declarou Loefven, que durante a campanha prometeu aplicar o dinheiro na educação e na saúde, criar empregos no sector público e melhorar o sistema de subsídios por desemprego ou doença.
A viragem à esquerda da Suécia poderá ter implicações no equilíbrio de forças da União Europeia, com a Alemanha e o Reino Unido a perderem um aliado da sua estratégia de austeridade e prudência fiscal.

Nesta outra página, http://www.minutodigital.com/2014/09/15/identitarios-en-europa-democratas-de-suecia-logra-superar-el-13-de-los-votos/, descreve-se com outra clareza os resultados da Extrema-Direita - o partido dos Democratas Suecos é agora o terceiro maior da Suécia. Parece ter alcançado os treze por cento dos votos. 

Trata-se de uma formação partidária exemplar na sua persistência. Surgiu em 1988 e só há relativamente pouco tempo conseguiu entrar no parlamento nacional. E, apesar de atacada por todos os lados, não só não se deixou ir abaixo como até marchou mais alto e até duplicou os votos. Isto confirma, mais uma vez, e mais outra, e outra, e outra, e mais outra, e outra ainda, e mais outra ainda, o que tenho dito ao longo dos anos - quanto mais os Nacionalistas falam em discurso directo ao povo, mais o povo vota nos Nacionalistas, porque o Nacionalismo é a versão política e sistematizada do mais autêntico sentir popular, tribal, o da primazia do Nós e, por isso, o Nacionalismo é a tendência ideológica com mais potencial de crescimento.


domingo, Setembro 14, 2014

PETIÇÃO PARA A DESVINCULAÇÃO DE PORTUGAL DO ABORTO ORTOGRÁFICO TUGO-BRASUCA

Revogar a vinculação ao AO90, causa primeira do espúrio “acordês” resultante dos seus instrumentos de alegada “aplicação”, revogá-la quanto antes, o mais celeremente possível, é única solução honrosa e condigna para os interesses de Portugal. 

Para assinar, clicar aqui: http://www.peticaopublica.com/?pi=DPAO2013



NA ÍNDIA - TRIBUNAL MANDA RETIRAR ALTIFALANTES DE MAIORIA DE MESQUITAS DE BOMBAIM

Fonte: http://timesofindia.indiatimes.com/city/mumbai/Illegal-loudspeakers-at-mosques-must-go-HC/articleshow/39322925.cms
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Em Bombaim, o tribunal supremo decretou na passada semana que a polícia poderia remover os altifalantes das mesquitas e doutros edifícios da cidade que não tivessem obtido as devidas permissões das autoridades para a sua instalação. Apelou a que a comunidade se unisse para combater a poluição sonora.
Isto vem na sequência de uma denúncia pública recente a indicar que quarenta e cinco das quarenta e nove mesquitas de Bombaim não tinham autorização para usar os seus altifalantes. Como agravante, as mesquitas estão situadas em zonas de silêncio, onde existem escolas e hospitais, e os seus altifalantes ultrapassam os níveis de decibéis permitidos pelas Regras de Poluição Sonora promulgadas em 2000.

CINCO MULHERES DECAPITADAS NO CALIFADO POR EXERCEREM A VIDÊNCIA

Algures no Estado islâmico da Síria e do Iraque, cinco mulheres acusadas da prática de vidência foram há cerca de um mês julgadas em tribunal islâmico, uma vez que o Islão proíbe tal acto de magia. Foram julgadas e condenadas por proferirem oráculos. A jurisprudência islâmica decretou a sua decapitação.
Depois de executada a sentença, o verdugo deixou insepultos os cadáveres decapitados.
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Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/09/12/decapitan-en-mosul-a-cinco-pitonisas/

NO CALIFADO DA SÍRIA E DO IRAQUE - MULHERES SÃO VENDIDAS PARA ESCRAVATURA SEXUAL

Agradecimentos ao camarada R. Vilhena por ter aqui trazido esta notícia: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_09_12/Combatentes-do-Estado-Islamico-vendem-cristas-para-escravatura-sexual-7082/
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Os combatentes do Estado Islâmico (EI), que actuam no Iraque e na Síria, raptaram para escravatura sexual milhares de mulheres capturadas por eles como troféus. As prisioneiras são colocadas numa espécie de bordéis e são obrigadas a servir os combatentes. Jornalistas britânicos descobriram que alguns desses bordéis são dirigidos por mulheres muçulmanas com passaportes europeus.
A activista iraquiana dos direitos humanos Hana Edward contou à Voz da Rússia pormenores dessa história:
– Os média divulgaram que os combatentes do EI escravizam mulheres no Iraque para serem vendidas. Até que ponto essas notícias são credíveis?
– Essas notícias surgiram logo após a conquista de Mossul. Eles raptam jovens e meninas adolescentes, principalmente cristãs e yazidis. Pouco depois soube-se que elas são vendidas como escravas. Tentamos registar oficialmente casos de tráfico de escravas, mas esse processo não ocorre abertamente na rua. Geralmente as vendas são feitas dentro do próprio EI, os cabecilhas vendem as mulheres raptadas aos combatentes. Mas também acontece venderem-nas a alguém de fora que queira pagar. Sabe-se, nomeadamente, que os habitantes de Mossul conseguiram libertar algumas meninas, que tinham sido feitas escravas, resgatando-as aos extremistas.
Depois disso surge outro problema: a reabilitação das moças libertadas. A maioria delas foi sujeita a violência sexual. Uma menina, por exemplo, contou que a cada 18 dias era “casada” com um combatente diferente. Muitas das meninas que regressaram a casa eram mortas por seus próprios pais, porque depois de estupradas são consideradas uma desonra para a família. Trabalhamos para destruir esses estereótipos e evitar casos semelhantes.
– Onde se encontram as mulheres raptadas?
– Segundo as últimas informações, uma grande quantidade de reféns foi colocada na prisão de Badush. Algumas estão em al-Baaj, perto da fronteira com a Síria. Algumas foram levadas para a Síria, para a província de Raqqa, ocupada pelos extremistas. Em geral, as informações são bastante vagas, porque os militantes, quando são atacados, retiram-se juntamente com as prisioneiras, porque elas podem vir a ser usadas para chantagem ou trocadas por terroristas capturados.
– Existe alguma informação sobre crianças raptadas nas regiões controladas por esses combatentes?
– Os meninos a partir dos 14 anos de idade são recrutados e treinados para combater. Dessa forma as suas mentes ficam mutiladas, porque cadáveres em decomposição, corpos destroçados e feridos não são um bom espectáculo para uma mente ainda frágil. As crianças são quem mais sofre com os actuais acontecimentos. Soubemos, por exemplo, do que aconteceu com uma menina pequena chamada Cristina. Há algum tempo foi raptada pelos combatentes e neste momento permanece em cativeiro. Os pais tentam libertá-la, mas por enquanto sem sucesso. Imagine o horror que uma menina pequena sente!
Os extremistas ainda tomam aquilo a que chamam medidas educativas. Podem pegar num adolescente que foi, por exemplo, apanhado a fumar e partirem os seus dedos diante de todos (nos territórios ocupados pelo EI é proibido fumar – N.R.). As crianças testemunham tratamentos bárbaros infligidos a outras crianças. A crueldade deforma as suas consciências,  traumatiza-as para toda a vida.

NO PAÍS IRMÃO - ALÓGENO QUE SE QUEIXARA DE TER SIDO AGREDIDO POR «NAZIS» CONFESSA AGORA QUE AFINAL CAIU E MAGOOU-SE NUNS CRISTAIS...

Compreende-se a confusão que tenha feito, os cristais provavelmente eram clarinhos, duros e puros, como os nacionalistas...

El hombre de origen dominicano que aseguró que fue agredido por neonazis el pasado domingo en Tetuán, cerca de la casa ‘okupada’ por jóvenes de ultraderecha, ha reconocido ante la Policía que en realidad no fue agredido, sino que se cayó y se cortó con unos cristales.
Así lo ha explicado hoy la delegada del Gobierno en Madrid, Cristina Cifuentes, a preguntas de los periodistas sobre los incidentes ocurridos tras la apertura de la citada casa okupa en la calle Juan de Olías, incluidas varias agresiones de tipo xenófobo que algunas personas han asegurado sufrir.
Cifuentes ha recordado que la entidad propietaria del edificio ‘okupado’ por personas de ideología neonazi ya ha denunciado ante la Policía esta situación y los agentes elaboran un informe para acreditar en el Juzgado la necesidad de desalojarlo urgentemente, a la mayor brevedad posible.
Ha querido aclarar que “algunas de las presuntas agresiones que se habían producido como consecuencia de esa ‘okupación’ no son tales”, y ha mencionado el caso del hombre de origen dominicano que aseguró que le habían agredido varios neonazis el pasado domingo.
Este hombre, que tenía una herida abierta en el abdomen supuestamente provocada por un arma blanca, no presentó denuncia en el momento, y posteriormente “declaró que las heridas fueron producto de una caída y que se hirió con cristales”, según Cifuentes.
Fuentes policiales han precisado que el hombre, Rubén Darío P.F., de 41 años y que fue encontrado por los servicios de emergencia en estado de embriaguez, ha relatado finalmente que había ido a comprar una botella a una tienda y, al salir corriendo, se cayó y la botella se rompió, provocándole cortes en el abdomen.
“Hay que tener cuidado con la información, porque no todo lo que corre por las redes sociales tiene que ser verdad”, ha advertido la delegada.
Sobre la casa okupa ha incidido en que la Policía no puede desalojar un edificio sin orden judicial, motivo por el que los agentes ya se dirigieron a los juzgados hace unas semanas y ahora elaboran un informe para explicar la urgencia del desalojo.
En este sentido ha subrayado que “se está produciendo no solo una inquietud entre el vecindario, sino que ha habido determinados disturbios que preocupan tanto a los vecinos como a la Policía”.
La Policía remitirá su informe al juez, con el que también tiene previsto reunirse para explicarle esa urgencia y tratar de agilizar el proceso, según ha precisado la delegada.
Además la Policía mantiene un dispositivo dinámico de la Unidad de Intervención Policial (UIP) o antidisturbios en los alrededores de la casa okupa para evitar incidentes.
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Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/09/10/un-dominicano-culpa-de-sus-heridas-a-la-ultraderecha-pero-luego-reconoce-que-se-cayo-y-se-corto-con-unos-cristales/