terça-feira, abril 21, 2015

DATA DA FUNDAÇÃO DA CIDADE DA LOBA - UMA PARTE DA RAIZ DA ESTIRPE NACIONAL

Venus Genetrix
antepassada mítica dos Romanos

Mosaico representando a cena em que Marte desce das Alturas para fecundar Reia Sílvia


A Loba amamentando Rómulo e Remo

Diz a lenda que em 21 de Abril de 753 antes da era cristã ou era comum, o latino Rómulo, irmão de Remo, filho de Marte, Deus da Guerra, e de Reia Sílvia, vestal (sacerdotisa de Vesta, Deusa do Fogo Sagrado do Lar e da Pátria), fundou a cidade de Roma, que viria a ser a capital de um dos maiores impérios de sempre, proto-fundador do Ocidente e raiz étnica - pelo menos em parte - das actuais Nações latinas, entre as quais se inclui Portugal.
Reia Sílvia era filha de Numitor, filho de Procas, rei da cidade latina de Alba Longa. O irmão de Numitor, Amúlio, tomou o poder e obrigou a filha do irmão a tornar-se vestal (sacerdotisa de Vesta) porque as vestais não podiam deixar de ser virgens e Amúlio não queria que Reia Sílvia tivesse filhos, os quais um dia poderiam reclamar o trono que Amúlio queria para si e para os seus próprios filhos.
Todavia, Reia Sílvia foi fecundada por Marte, que das Alturas desceu sobre ela e fez com que a virgem desse à luz dois gémeos, Rómulo e Remo. Amúlio ordenou que fossem atirados, mãe e filhos, ao rio Tibre, mas Tiberinus, o Deus do rio, salvou Reia de se afogar. Quanto aos filhos, foram recolhidos e amamentados por uma loba (daí a conhecida imagem da Loba que amamenta duas crianças, como se pode ver acima) sob uma figueira (a ruminalis ficus) e protegidos por um pica-pau (ambos os animais são consagrados a Marte), tendo posteriormente sido adoptados por um pastor, Fáustulo, e sua esposa, Acca Larentia, que os criaram.
Mais tarde, os irmãos colocaram o seu avô Numitor no trono e decidiram depois criar outra cidade. Remo viu seis abutres sobre o monte Aventino e afirmou que a nova urbe teria de nascer ali, mas Rómulo viu doze abutres sobre o monte Palatino e decidiu-se por esta última elevação como ponto de partida do novo Estado. Traçou por isso um sulco numa área plana, em torno do monte, dizendo «Morto será aquele que violar esta fronteira!». Como Remo troçasse do irmão e saltitasse de um lado para o outro do sulco, Rómulo matou-o. Isto é mito fundador, é lenda imortal, narrativa primordial (de alguns) dos nossos ancestrais. Por isso, o caminho do sulco de Rómulo seria o caminho que, mais tarde, os jovens solteiros romanos iriam percorrer, à volta do Monte Palatino, todos os anos, por ocasião da celebração da Lupercalia.
Soa, a muitos ouvidos, como blasfémia, isto de dizer que os Romanos são antepassados dos Portugueses, pois que, no entender popular, essa gente vinda do Lácio oprimiu aqueles que tradicionalmente nos habituámos a considerar como Os nossos avós por excelência, que são os Lusitanos. Mas é tempo de começar a perceber que a Romanidade é parte integrante da nossa etnicidade, a par ou quase a par (a tradição mítica conta muito e por isso digo «quase a par») da identidade pré-romana do povo de Viriato. O próprio facto de falarmos o Português, que é língua latina (é Camões quem explica a simpatia que Vénus, Deusa do Amor, tem pelos Portugueses: diz o vate que a Deusa, em relação à língua portuguesa, «crê, com pouca corrupção, que é latina») e não o Lusitano, do qual pouco ou quase nada sabemos, atesta a importância crucial que tem na raiz dos Portugueses a estirpe latina, romana, a da Loba e da Águia de Prata, símbolo de Júpiter transportado pelas legiões da chamada Cidade Eterna.
Somos pois Lusitano-Romanos na nossa essência, o que acaba por significar que, no fundo, somos filhos duma violação. Paciência. O filho dum violador não tem necessariamente de cometer estupros, ou sequer de aprovar o execrando acto do pai, mas também nenhuma moral sensata o obriga a suicidar-se ou a deixar-se matar só porque o seu nascimento não aconteceria caso o pai tivesse tido um comportamento decente... Do mesmo modo, mutatis mutandis, Portugal é filho dum imperialismo, mas nem por isso perde o direito à existência ou sequer à honra da ligação aos seus ancestrais pré-imperiais, isto é, os indígenas hispânicos (Lusitanos, Galaicos, Celtici, etc.). E, mesmo correndo o risco de parecer simplista, pode até dizer-se que a perda da independência lusitana, do povo de Viriato, foi de certo modo «vingada», ou compensada, pela multisecularmente posterior independência de Portugal, significando isto que a estirpe do extremo ocidente ibérico voltou, por portas travessas e com diferente voz, a ser livre na sua própria terra. Lusitanos e Romanos, de resto, acabaram por se fundir.
Além do mais, e independentemente de todas as guerras e ódios passados, o que é certo é que os Romanos pertencem à mesma família étnica que os Lusitanos, a indo-europeia. Pode pois encarar-se a vinda e conquista romana como a chegada de mais uma «tribo» indo-europeia, do mesmo modo que, a leste da Lusitânia, por exemplo, os célticos Vetões desalojaram os célticos Vaqueus. Os Romanos foram portanto um povo indo-europeu vindo do Lácio que aqui veio impor-se, a par da(s) invasão(ões) céltica(s) ou mesmo pré-céltica(s), bem como das invasões germânicas. A este propósito, é pertinente observar que, nas fileiras nacionalistas, patrióticas e não só, não se costuma lamentar as invasões germânicas como inimigas das identidades nacionais não germânicas, ao invés do que se faz com a romana (e faz-se não apenas em Portugal mas também na Grã-Bretanha, por exemplo, onde muitos acreditam que os malandros dos Romanos foram oprimir os coitadinhos dos Bretões, embora as maiores responsáveis pelo recuo e quase extermínio da Celticidade insular tenham sido as invasões germânicas dos Anglos e Saxões, antepassados directos dos Ingleses, ou em França, onde os Romanos são por vezes vistos como os grandes inimigos dos «verdadeiros franceses», isto é, dos Gauleses, enquanto os germânicos Francos como que passam impunes por esta onda de ódio a um certo passado...). A repulsa pelo invasor é exclusivamente dirigida contra os Romanos, o que pode ter muito a ver com um certo romantismo, ou seja, com a influência duradoura da corrente cultural romântica do século XIX, que exaltava o Norte brumoso e grandioso e depreciava o Sul «mesquinhamente» racionalista e luminoso.
Ora o Romantismo tem a sua beleza, um mérito muito próprio também, contribuiu grandemente para despertar a Chama Nacional, Tribal, que, como bem disse Berdiaev, dormitava desde o fim do mundo pagão, mas tem as suas limitações, como sucede, de resto, a tudo o que é humano. Já vai sendo tempo de deixar para trás certos pontos de vista derivados de rivalidades circunstanciais e historicamente limitadas para perceber que, ao fim ao cabo, os Europeus são todos do Norte (do planeta), do Grande Setentrião, como diz Guillaume Faye, e quase todos de raiz étnica indo-europeia.
E um dos muitos testemunhos desta ligação primordial tem também a ver com o dia de hoje, no qual Roma, além de festejar a sua fundação, celebrava também a Parilia, cerimónia religiosa em honra de Pales, a Deusa Protectora dos Rebanhos. A figura da Divindade feminina protectora Cujo nome radica em Pal- será eventualmente uma das mais antigas e disseminadas do mundo indo-europeu. Na Grécia, uma das mais importantes Deusas, Atenaprotectora de Atenas, tinha nesta cidade o título de Pallas; nota-se ao mesmo tempo a semelhança (como fez Georges Dumézil) entre a romana Pales, protectora dos rebanhos, e a indiana Vispala, Deusa igualmente protectora dos rebanhos, mas em Cujo nome «Vis» significa «Tribo», «Casa». Extraordinariamente, há na Lusitânia uma Deidade Cujo nome é Trebopala, em que «Trebo» significa, em Céltico, «Tribo», «Povo», enquanto «-pala» terá o sentido de «Protecção». A lusitana Trebopala seria pois exactamente equivalente, na Sua origem e significado, à indiana Vispalacomo se pode deduzir da leitura do artigo «O Sacrifício entre os Lusitanos», da Dra. Maria João Santos Arez, bem como da tese de licenciatura do Dr. Andrés Pena Granha, intitulada «Território Político Celta na Galícia Prerromana e Medieval».

E ainda hoje a palavra «pala» é em Português usada com o sentido de protecção... «viver à pala de», é, como se sabe, «viver sob a protecção de», ou «à custa de», e constitui expressão assaz usual.
Honremos pois o nosso passado milenar, cuja raiz se oculta na noite dos tempos, mas que, seguramente, constitui a base dos principais elementos da herança nacional: a estirpe indo-europeia.

SEMANÁRIO «O DIABO» DE 21 DE ABRIL DE 2015


O GOVERNO AUSTRALIANO DEIXA CLARO QUE NÃO VAI ACEITAR REFUGIADOS



Tradução (texto a itálico)

O Governo Australiano introduziu as mais duras medidas de sempre para proteger as fronteiras.

 - Se você se meter num bote sem visa, não acabará por entrar na Austrália.
 - Qualquer veículo que procure entrar ilegalmente na Austrália será interceptado e com segurança removido para além das águas australianas.
 - As regras aplicam-se a toda a gente: famílias, crianças, crianças sem acompanhamento, educadas e com capacidades.
 - Independentemente de quem você é, ou de onde vem, não fará da Austrália o seu lar.

PENSE BEM ANTES DE DESPERDIÇAR O SEU DINHEIRO, OS TRAFICANTES DE PESSOAS ESTÃO A MENTIR.



Isto sim, é Democracia - o governo a fazer o que o povo quer.


segunda-feira, abril 20, 2015

NOTÓRIA ASCENSÃO DA EXTREMA-DIREITA NA FINLÂNDIA

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1832789&seccao=Europa
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Timo Soini é o homem de quem todos falam, depois de o seu partido de extrema-direita ter sido o grande vencedor das eleições legislativas de ontem na Finlândia.
Apesar de ter ficado em terceiro lugar na votação com 19%, os Finlandeses Verdadeiros foram o partido que mais aumentou os seus resultados ao conseguirem eleger sete vezes mais deputados do que nas eleições de 2007.
Em primeiro lugar na votação ficaram os conservadores do Partido da Coligação Nacional, com 20,4%, seguido no segundo lugar pelos sociais-democratas com 19,1%. O Partido do Centro, que tem governado nos últimos anos a Finlândia, ficou-se por um mero quarto lugar com apenas 15,8%.
O Governo actual não conseguiu votos suficientes para reeditar a coligação cessante e os conservadores terão que encetar agora difíceis negociações para ter um novo Executivo em Maio. Soini já avisou que espera ser convidado para a mesa das negociações. A participação dos Finlandeses Verdadeiros no Governo é uma forte possibilidade dados os resultados conseguidos, mas pode pôr em perigo a ajuda financeira a Portugal.
Leia mais pormenores na edição e-paper do DN:

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E mais uma vez, e mais outra, e outra ainda, a Democracia dá mais força à Extrema-Direita, comprovando, mais uma vez, que é uma aliada natural de toda e qualquer força política que represente a mensagem de «Nós Nação em primeiro lugar», ou seja, a essência do Nacionalismo. E isto porque o que de mais forte há no Povo é precisamente o instinto-vital de sobrevivência do Nós. O Nacionalismo é precisamente este instinto-vital em forma sistematizada moderna.

E isto mesmo verifica-se com toda a força precisamente neste caso finlandês, com uma nitidez cortante: http://www.voxeurop.eu/pt/content/article/540821-timo-soini-verdadeiro-finlandes-falso-gentil
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(...)
Aqui reside a grande diferença entre a política sueca e finlandesa. Na Suécia, poucos responsáveis políticos estarão dispostos a conviver, mesmo que de longe, com os Democratas da Suécia [extrema direita]. Na Finlândia, pelo contrário, os Finlandeses Verdadeiros são vistos como uma alternativa perfeitamente credível. Principalmente porque não têm um passado neonazi. O partido é, por assim dizer, uma criação exclusiva de Timo Soini, cujas raízes políticas vêm do partido rural da Finlândia, um partido populista da década de 1970 liderado pelo lendário Veikko Vennamo, um orador talentoso que deixou algumas frases nos anais da política finlandesa, como por exemplo "Kyll Kansa tietää" [o povo é que sabe]. É precisamente esta tradição que Soini perpetua, forjando uma imagem de defensor do povo contra o poder estabelecido. Os seus cavalos de batalha são a saída do país da União Europeia e a limitação da imigração. 
(...)
Os seus opositores apontam que, apesar de tudo, a sua demagogia agrada ao eleitorado xenófobo, a quem conscientemente deixa crer que representa seus valores.
(...)

E é mesmo isto que conta - pouco interessa o que Soini é ou deixa de ser como líder, muito menos o que é como pessoa (até se diz católico...). O que conta é o que permite representar no contexto político. Soini pode ser substituído. O Povo não. 

MULHERES FORÇADAS A ESPREMER SEIOS PARA PROVAREM QUE AMAMENTAM

Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/enfermeiras-obrigadas-a-espremer-mamaspara-provarem-que-estao-a-amamentar-1692832 - Página com vídeo incorporado
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Duas enfermeiras, uma do Hospital de Santo António e outra do Hospital do S. João, no Porto, queixam-se de terem tido que comprovar que estão a amamentar espremendo leite das mamas em frente a médicos de saúde ocupacional. Perplexas e indignadas, reclamaram para várias entidades, que lhes deram razão, mas para já nenhuma se dispôs a prestar-lhes algum tipo de apoio jurídico. O conselho que lhes dão é, tão só, o de que, no futuro, se recusem a fazer tal prova.
Maria dos Anjos Teixeira, 34 anos, há 12 a trabalhar no Hospital de Santo António, no Porto, foi convocada em Fevereiro para comparecer numa consulta de saúde ocupacional, depois de o seu filho ter completado um ano de idade. A história que conta é, no mínimo, bizarra. No papel, o objectivo de tal consulta seria apenas o de garantir a “protecção e vigilância da saúde e segurança” das grávidas e lactantes. “Dizem-nos que é para avaliar os riscos a que estamos expostas, por exemplo a radiações ou químicos. Mas eu trabalho nos cuidados intensivos e o único risco que corro é o de contacto com objectos cortantes e perfurantes”, explica.
A médica de saúde ocupacional ter-lhe-á perguntado, de seguida, desde quando estava a amamentar. “Fiquei estarrecida e em simultâneo preocupada, porque isto demonstra perfeita ignorância sobre a amamentação em si. Respondi que desde que o meu filho nasceu, claro!”. Depois disso, conta, a médica disse-lhe que iam ver “se tinha leite”.
A legislação portuguesa obriga as mulheres que estão a amamentar a entregar uma declaração médica todos os meses depois de as crianças completarem um ano de idade. Antes disso, têm dispensa de duas horas por dia (no máximo) para amamentar ou fazer a aleitação (quando o leite é dado em biberão) dos seus filhos, sem necessidade de apresentar qualquer documento.
O que a lei não exige é que as lactantes “andem a provar por esguicho” que têm leite,  indigna-se Maria dos Anjos, que diz que ainda começou por protestar, mas acabou por submeter-se à “dita prova”. “Pus a mama de fora e espremi”, descreve. Porquê? “Para não acharem que o facto de reclamar significa que não amamento”, justifica a enfermeira, que faz questão de deixar claro que considera esta estratégia “absurda e ilegal”. “É bullying”, diz ainda.

Pressão no trabalho
J., 32 anos, enfermeira a trabalhar no Hospital de S. João, pede para não ser identificada. Mas diz que também ela foi sujeita a uma “prova” semelhante, em Março último. Há cerca de um mês, conta, foi chamada pela saúde ocupacional do hospital. Aqui, o argumento para a convocatória foi o de que tinha de actualizar o seu boletim de vacinas. Mas, quando chegou à consulta, além da vacina do tétano, terá sido também confrontada com a necessidade de fazer  a “prova de evidência de leite”.
“Congelei com tamanha aberração”, afirma. A explicação que lhe foi avançada foi a de que era necessário assegurar que estava a amamentar porque “infelizmente havia muita gente a abusar” deste direito. Segundo o médico, conta, esta prática seria um “protocolo do hospital” e, em caso de recusa, perderia de imediato o horário de amamentação.
Envergonhada, J. conta que perguntou se teria que fazer a prova em frente ao clínico — “nem em frente ao meu marido espremo as mamas” — e também o que poderia acontecer se, com a pressão, não conseguisse esguichar leite. “Ele disse-me para não me preocupar porque tinham lá uma máquina. E pediu a uma enfermeira que o substituísse enquanto eu espremia as mamas.”
A amamentar havia “23 meses”, J. diz ter acabado por fazer a prova porque foi “apanhada de surpresa”. “Mas depois senti-me completamente violada. Isto não é ético, é humilhante.”
Defende ainda que a pressão está a aumentar porque há muita gente a emigrar que não é substituída e “a sobrecarga de trabalho é demasiado violenta”. “As mulheres grávidas são pressionadas para reduzirem os tempos de licença de maternidade. As lactantes são pressionadas para abdicarem do horário de amamentação. Falta pessoal, dizem. E tem faltado tanto bom senso!”, enfatiza.
Recentemente, a Ordem dos Enfermeiros divulgou um inquérito que permitiu concluir que cerca de um terço destes profissionais (homens e mulheres) terão sido pressionados para não gozarem os seus direitos de parentalidade.

Fraudes detectadas
Voltemos ao caso de Maria. Indignada com a primeira prova de evidência de leite, a enfermeira, que é conselheira de amamentação, ficou mais agastada quando lhe apresentaram uma convocatória para nova prova, a efectuar no prazo de três meses. “Isto é claramente perseguição. Não lhes chega perceber que efectivamente estou em situação regular como me exigem presenças trimestrais?”, pergunta. Sublinhando que compreende que é necessário cumprir a legislação, não se conforma, porém, com “o princípio subjacente que dita que investiguemos a este ponto”. “Não tarda teremos de trazer um dedo para comprovar o falecimento de algum familiar.”
No Santo António, não há nada no papel que prove que fazem tal exigência às mulheres. Mas existe uma circular datada de Novembro que pretende “garantir a protecção e vigilância da saúde e segurança das trabalhadoras grávidas, puérperas e lactantes” e definir “normas e procedimentos a serem observadas por todas”.
Segundo esta circular, a trabalhadora que amamenta o filho para além dos 12 meses de idade deve informar o serviço de saúde ocupacional por escrito e comparecer a um exame de saúde neste serviço. O exame é repetido de três em três meses e a não comparência à consulta e a não apresentação de atestado médico poderá implicar a suspensão da dispensa da amamentação.
“Não sou jurista mas sei que não há lei que me obrigue a espremer as mamas, por isso questiono: posso recusar-me a fazê-lo sem prejuízo do meu direito à licença?”, perguntou Maria, em exposição enviada ao Sindicatos dos Enfermeiros e à Secção Regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros.
Contactado pelo PÚBLICO, um responsável do Centro Hospitalar do Porto (a que pertence o Hospital de Santo António e que inclui ainda a Maternidade Júlio Dinis) não confirmou a exigência da prova de evidência de leite. Disse apenas que a administração não recebeu qualquer queixa e que está sempre disponível para receber os trabalhadores e ouvir os seus problemas. Acrescentou que, em caso de dúvida em mulheres lactantes, se fazem testes de prolactina. “A enfermeira em causa não fez queixa à instituição, o que demonstra por si só um procedimento estranho”, comentou.
Já o Centro Hospitalar S. João (a que pertence o hospital de S. João) admitiu que criou no ano passado no serviço de saúde ocupacional “um procedimento que atestasse a veracidade da amamentação, sempre que esta ultrapassasse dois anos consecutivos”.
“O método escolhido consiste na expressão mamilar, o uso de bomba extractora de leite ou a amamentação da criança sob observação de uma enfermeira, em ambiente recatado e respeitando a privacidade da lactante”, explica o centro hospitalar, em resposta escrita.
Explica ainda que análises sanguíneas, como a concentração de prolactina, não são feitas por não serem “suficientemente sensíveis ou específicas para o efeito”. Seja como for, o S. João garante que este procedimento “é facultativo, podendo a profissional recusar-se a fazê-lo”.
Sublinhando que a promoção da amamentação é uma das prioridades da OMS e da UNICEF, “que recomendam o aleitamento materno exclusivo até aos seis meses de idade e a sua manutenção juntamente com alimentos sólidos pelo menos até aos dois anos”, o S. João reconhece que a legislação não estipula um limite de idade máximo para a dispensa de trabalho para amamentação mas justifica este método alegando que havia, até 2014, “licenças de amamentação com duração superior a cinco anos e outros casos que pareciam configurar um abuso de benefício”. Aliás, desde o início desta medida, em 2014, “cerca de metade das licenças de dispensa de trabalho por amamentação superior a dois anos terminaram por não estar comprovada a sua veracidade”.
“Os fins não justificam os meios”, contrapõe J. Notando que não tem culpa de que haja “atestados falsos” e “pediatras que os passem”, Maria dos Anjos lamenta também que “duvidem de tudo e de todos”. Frisa ainda que as duas horas diárias a que tem direito para a amamentação são usadas não só para dar leite ao filho mas também para estar com ele.
Maria dos Anjos apresentou igualmente queixa à Ordem dos Médicos, porque pretende que esta questão seja “trabalhada no sentido do bem colectivo e da protecção dos direitos e da integridade moral do trabalhador”.

“Sem testemunhas, não é fácil”
Em reacção à denúncia de Maria, o presidente do Sindicato dos Enfermeiros, José Azevedo, decidiu publicá-la na íntegra num blogue seguida de uma série de comentários seus, a que chamou um “grito de revolta”. “Se isto se passasse numa fábrica de vidro da Marinha Grande ou na fábrica de fazer sanitas e urinóis de Valadares, ainda se percebia (…) Mas num hospital!”, enfatiza.
Ao PÚBLICO, José Azevedo garantiu que enviou a exposição para o Ministério da Saúde e para a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde.
Menos emotiva, a Secção Regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros (OE) pediu um parecer ao seu assessor jurídico. Acabou por concluir que, “ao exigir mais do que a lei, parece haver claro excesso do Centro Hospitalar do Porto, sendo, por isso, legítimo” que a mulher  “se recuse a fazer qualquer análise ou, pior ainda, demonstração da existência de leite por ‘evidência’”. Sublinha também que é “absolutamente ilegal” que a enfermeira seja prejudicada se recusar.
Contactado pelo PÚBLICO, o presidente da Secção Regional do Norte da OE, Jorge Cadete, diz que lhe custa a crer que se estejam a fazer estas exigências. Que é óbvio que a lei permite que a entidade empregadora peça prova da validade dos atestados médicos. Mas que existem outros métodos, como o do controlo através de análises (da prolactina).
Quanto à prova de evidência de amamentação denunciada, Cadete diz que as enfermeiras têm toda a legitimidade para dizer que não a querem fazer. Agora, frisa, elas “não têm forma de provar que lhes pediram tal coisa”. “Sem testemunhas, não é fácil confirmar isto”, lamenta, para justificar que a OE não tenha avançado com medidas, face às queixas recebidas. “Temos de ter alguma prudência.”
Já a Ordem dos Médicos enviou um parecer a Maria dos Anjos onde diz que a mera obrigatoriedade de sujeição a uma consulta no serviço de saúde ocupacional representa “uma ofensa grave aos direitos das trabalhadoras lactantes que o Código do Trabalho visou proteger”.
O empregador, sustenta, não pode exigir ao trabalhador a realização ou apresentação de testes ou exames médicos para comprovação das condições físicas ou psíquicas, salvo quando estes tenham por finalidade a sua protecção e segurança — ou a de terceiros.
A Ordem dos Médicos considera mesmo que a “ilegalidade” desta medida contende com os direitos que são protegidos através da Comissão para a Igualdade no Trabalho e Emprego e, por isso, sugere às “médicas interessadas” que apresentem queixa a esta entidade.
Antes de conhecer o parecer da Ordem dos Médicos, já J. tinha decidido queixar-se a esta comissão. Mas, por enquanto, ainda não tem resposta escrita.” Só me avisaram, pelo telefone, que era muito difícil defender-me neste caso”, adianta. “Toda a gente nos desmotiva. Dizem todos que é ilegal, mas não houve ainda ninguém que nos defendesse”, lamenta.

O que diz a lei?
A dispensa para amamentação é um direito previsto no Código de Trabalho. O artigo 47.º prevê que a mãe que amamenta o filho tem direito a dispensa de trabalho para o efeito durante o tempo que durar a amamentação. No primeiros 12 meses, mesmo que não haja amamentação, qualquer um dos pais pode usufruir de dispensa de trabalho para aleitação até o filho perfazer um ano.
A dispensa diária é gozada em dois períodos distintos com a duração máxima de uma hora cada, salvo se outro regime for acordado com o empregador. Está previsto que constitui contra-ordenação grave a violação do disposto neste artigo.
A partir dos 12 meses de vida do bebé, as mães que amamentam têm que entregar uma declaração mensal à entidade patronal, devidamente preenchida pelo seu médico assistente, onde este atesta que a mãe se encontra a amamentar. O documento vai assinado e carimbado.
Quanto ao procedimento a adoptar para usufruir da dispensa para amamentação, o artigo 48.º do Código do Trabalho determina que a trabalhadora comunica ao empregador, com a antecedência de 10 dias relativamente ao início da dispensa, que amamenta o filho, devendo apresentar atestado médico se a dispensa se prolongar para além do primeiro ano de vida do filho.

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É o que acontece num sítio com laivos terceiro-mundistas - um país onde a população foi muito mais ensinada a obedecer, ao chefe ou ao «sô doutor», do que a reivindicar os seus direitos e a sua dignidade acima de tudo ou de qualquer «argumento» em contrário, até porque contra a dignidade não há argumentos. Serve o caso para mostrar que o País tem de ser muito, mas muito mais democratizado.

PNR EM DEFESA DA PRODUÇÃO NACIONAL

Ao longo dos últimos meses, o PNR tem estado a visitar várias empresas do Oeste, com o objectivo de proceder a um levantamento das dificuldades do tecido empresarial da região e levar a mensagem nacionalista aos empreendedores locais. Para nós, a produção nacional foi sempre vista como um dos pilares essenciais para o desenvolvimento económico do nosso País.
“A crise económica que Portugal tem vivido originou o fecho de empresas, um aumento do desemprego e a infeliz emigração de portugueses qualificados, principalmente entre os jovens. Ironicamente, o mesmo Governo que há pouco tempo incentivava os nossos jovens a procurar noutros países o que a Pátria lhes negava, vendia, por outro lado, “vistos gold” para a entrada de estrangeiros, para virem fazer o branqueamento de receitas ilícitas”, refere o responsável local do partido, Hernâni Costa.
As visitas do nosso partido têm sido feitas ao fim do horário laboral, por membros da sua Comissão Política Nacional e pelo responsável do seu Núcleo de Torres Vedras. “Globalmente, têm sido muito enriquecedoras para o partido. Ter o conhecimento real dos problemas e da forma como as empresas têm tentado ultrapassar a crise é muito importante para o PNR pois, sendo nós um partido que não é financiado pelo Estado, os nossos consultores têm mesmo de ser os verdadeiros trabalhadores do dia-a-dia e não os gabinetes de consultoria usados pelos partidos do sistema”, acrescentou o Secretário-Geral do PNR, João Patrocínio. “O que de resto é uma vantagem, pois estes conhecem de facto o terreno e sentem, como nós, as dificuldades do mundo real”, acrescentou.
Não obstante o panorama negro, o PNR tem-se deparado também com empresas já existentes há décadas, que com a crise tiveram de se reestruturar e apresentam neste momento um nível de vendas estável, apesar do verdadeiro massacre que é a carga fiscal que, por culpa dos sucessivos governos, as assola e faz perder competitividade e postos de trabalho. Tal situação (do ponto de vista dos dirigentes do PNR) deve-se a empresários valorosos, que, com o seu empreendedorismo e criatividade, conseguiram lutar e sobreviver no tecido empresarial, nalguns casos com apostas no mercado estrangeiro com excelentes resultados. Eis a prova daquilo que o PNR afirma desde há muito: a produção nacional é um caminho viável, desde que o Estado a promova e apoie efectivamente os empresários na busca de novos mercados.
Noutra vertente, Hernâni Costa lamenta: “Tristemente, deparámo-nos também com notícias de jovens com excelentes provas dadas na sua vida académica e de excelentes trabalhadores especializados, que, sem alternativas em Portugal,  tiveram de separar-se das suas famílias, raízes e tradições e emigraram”.
Os dirigentes nacionalistas irão continuar a trabalhar arduamente, como assegurou o Presidente José Pinto-Coelho, nestas visitas ao “mundo da produção nacional”, integradas na preparação do PNR para as Eleições Legislativas deste ano.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/pnr-em-defesa-da-producao-nacional/

SOBRE O PATRIMÓNIO ANCESTRAL DESPREZADO - O ABANDONO DO CASTRO DE SANTO OVÍDIO


Às portas da cidade, cada vez mais próximo da cidade, o Monte de Santo Ovídio é considerado desde o século XIX um dos lugares mais aprazíveis de Fafe.
Outrora designado “Monte Crasto”, durante o primeiro milénio a. C. uma comunidade oriunda do norte da Europa implantou ali o seu povoado fortificado, mais tarde dominado pelos invasores romanos.
O Monte de Santo Ovídio encerra os restos materiais da História ancestral de uma Terra que viria a designar-se por Fafe. As ruínas arqueológicas soterradas em quase toda a extensão do outeiro são conhecidas há mais de um século, numa altura em que o célebre arqueólogo Martins Sarmento levou a estátua de um guerreiro galaico e outras peças para o seu “Museu” em Guimarães. Mais tarde, em 1979, uma escavadora que rasgava um estradão na base da vertente Leste do monte, trouxe à luz do dia um conjunto de ruínas arqueológicas que vieram a ser estudadas pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho durante cinco campanhas consecutivas de escavação, entre 1980 e 1985. O resultado daquela intervenção traduziu-se num belo conjunto de alicerces de habitações e uma rua de acesso atribuíveis ao século II a.C. ao século I da nossa Era.
Entretanto a área sofreu algumas agressões e estranhamente assistimos à construção de uma unidade fabril em zona “non aedificandi”, uma significativa alteração topográfica provocada por um corte na construção da IC 5, por duas vezes a EDP violou solos arqueológicos sem qualquer acompanhamento de arqueólogos e continua a ser supostamente autorizada a construção de raiz, também sem qualquer acompanhamento contrariando a Lei vigente.
Com todos estes precedentes e perante a inércia da tutela, o Povoado Castrejo de Santo Ovídio está cada vez mais ameaçado e já se fala em “rasgar uma estrada de acesso à capela” localizada no cume do Monte.
Em 2006 o Município de Fafe celebrou um contrato-programa com a Associação Recreativa e Cultural de Santo Ovídio (ARCO), visando a requalificação das ruínas arqueológicas a descoberto. Foi desenvolvido algum trabalho de limpeza de matos sem dúvida importante para a conservação das ruínas. Contudo, estas acções de limpeza não são suficientes para salvar o conjunto, é necessário e urgente proceder a trabalhos de consolidação e restauro das estruturas de forma a evitar o seu desmoronamento.
Em tempos foi equacionado mas acabou por não ser executado. A área do Monte de Santo Ovídio e toda a sua envolvente precisa urgentemente de um estudo que resulte num plano de pormenor que imponha regras e permita uma gestão espacial compatível com a elevada importância histórica do sítio, sem esquecer a vertente de lazer. Ambas podem compatibilizar-se.
É obvio que o monte em questão tem enormes potencialidades e corresponde a uma mais-valia latente para o turismo local e até regional.
Aquele outeiro encerra uma História ancestral que está por desvendar, vestígios de um povoado muito antigo que deveriam ser trazidos à luz do dia. Desenganem-se os que pensam que as ruínas daquele “Castro” esgotam-se no conjunto escavado nos anos 80 do século passado, há muito mais por conhecer, estudar e valorizar.
Se nada de verdadeiramente importante for feito, Fafe acabará por perder o seu maior “tesouro” Cultural, O Povoado Castrejo de Santo Ovídio com mais de dois milénios de história.
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Fonte: http://atriumfafe.blogspot.pt/2011/09/castro-de-santo-ovidio-cada-vez-mais.html

«NÃO HÁ UMA ASSOCIAÇÃO ENTRE POBREZA E VIOLÊNCIA»

https://www.youtube.com/watch?v=fmNXYRuH08Q


 «Primeiro: não há uma associação entre pobreza e violência.» (Raquel Varela dixit, 00:27 do vídeo acima, no programa «Barca do Inferno», transmitido a 6 de Abril de 2015 no canal RTP Informação)

Sim senhora... muito no conta Raquel Varela... afinal a conversa da pobreza como «explicação» da violência criminal negróide... é treta...
Claro que a seguir diz que a polícia é que se vai meter nos bairros pobres e vai daí os pobres são mais vezes presos e tal. A vitimização dos criminosos «desfavorecidos» e a culpabilização da polícia como estando ao serviço dos burgueses era léria que não podia faltar. Enfim, quem ande na rua e veja como são por exemplo os «auto-stops» sabe que a polícia, eventualmente para evitar chatices, se é verdade que deixa passar muito automóvel de alta cilindrada, não é menos verdade que raramente manda parar veículos conduzidos por negros. Opta pelos carritos assim mais medianos conduzidos por gente  de ar pacato e pele menos escura... Quem já observou o comportamento da polícia diante de jovens negros constatou que é sempre marcado por uma ostensiva vontade de pôr água na fervura, chegando a ignorar provocações que só por si, mas só por si, sem mais nada, davam direito a ida à esquadra por desrespeito à autoridade. Eu, que sou eu, não tomo a iniciativa de falar assim com ninguém, pelo que não admito que um filho da puta qualquer, ainda para mais de origem alógena, o faça para com representantes da lei nacional. 
Constata-se também que não há local de divertimento nocturno frequentado por meninos «da alta» que não seja bem policiado. Já as zonas dominadas por bares de classe média baixa raramente vêem por ali bófias excepto quando há sarilho. 

E já agora, o que se também se constata, onde os estudos são feitos, é que zonas brancas pobres do Reino Unido ou dos EUA não registam os níveis de violência criminosa que se verificam em locais onde a população negra abunda...

NEGRO AUSTRALIANO ESTICA PERNIL PELO CALIFADO

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/mundo/376688/modelo-que-se-juntou-ao-estado-islamico-tera-morrido
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Um modelo masculino que se deslocou para a Síria para juntar-se ao Estado Islâmico terá perdido a vida a combater pelos jihadistas.
Apesar da informação ainda não ter sido confirmada pelas autoridades, na Austrália foi noticiado que Sharky Jama terá morrido em combate, depois de ter abandonado o país o ano passado.
Nas redes sociais, várias pessoas conhecidas de Sharky prestaram homenagem pela morte do jovem modelo, publicando fotografias de infância onde o jihadista pode ser visto.
A Austrália aumentou o seu estado de alerta terrorista recentemente depois de terem sido reportados vários casos de cidadãos deste país a dirigirem-se para a Síria.

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Se for mesmo verdadeiro conteúdo da notícia, é menos um inimigo mortal do Ocidente... assim fossem todos, os iguais a ele, daqui para fora, morrer longe. Nesse aspecto, Sharky Jama é mesmo um modelo... a seguir, um modelo que deve ser seguido pelos seus semelhantes, entenda-se, os que se assemelham a ele no que respeita à sua origem não europeia, à sua devoção por uma causa universalista (o Islão, no caso concreto...) e ao seu ódio contra o Ocidente.

domingo, abril 19, 2015

A PRIMEIRA QUINZENA DE ABRIL VISTA PELO PNR

> Legado de Costa | António Costa anunciou o abandono da presidência da Câmara Municipal de Lisboa, cargo que ocupava desde as Autárquicas intercalares de 2007, para se concentrar na sua candidatura a primeiro-ministro. O que fica, é uma Lisboa cada vez mais desertificada, mais descaracterizada, mais degradada nas suas constituintes sociais, económicas, patrimoniais e culturais. Trânsito caótico, desertificação, projectos inacabados, despesismo, estradas e passeios esburacados, a sujidade do espaço público, desarticulação da rede de transportes colectivos, a especulação imobiliária, são problemas crónicos que nenhuma edilidade resolve em definitivo. Em suspenso continua a situação do porto de Lisboa, o Parque Mayer, a Feira Popular e outros dossiers. Não esquecemos também o encerramento da Loja do Cidadão nos Restauradores, altamente lesiva para a população da zona metropolitana, o assassinato da calçada portuguesa, a ausência de escoadouros de águas pluviais (que transformam a Baixa numa autêntica Veneza cada vez que chove mais) e o inacreditável projecto de uma nova mesquita.
O legado resume-se, para além das obras de fachada da Praça do Comércio e da Ribeira das Naus, inundações, grafiti, pragas, lixo, debandada da juventude, desemprego, encerramento de serviços, agregação desajustada de freguesias, envelhecimento e empobrecimento da população, colectividades em risco, desmantelamento do comércio tradicional, venda a saldo do património imobiliário municipal por intermediários internacionais, arrumadores e fiscais da EMEL em tudo o que é canto, idosos a catar no lixo, inúmeras situações de miséria e abandono, sem-abrigo dormindo debaixo das arcadas do Terreiro do Paço e a demolição de um quartel de bombeiros que ainda há bem pouco tempo custou 12,3 milhões de euros a construir. O resto, são festivais para inglês ver. Não fossem as inúmeras IPSS, a generosidade de particulares, o trabalho de algumas colectividades e a solidariedade intergeracional, dando apoio a um crescente número de pessoas e famílias carenciadas, a situação social seria de autêntica calamidade pública.

> Economia | O ministro da Economia, António Pires de Lima anunciou o fecho da negociação de seis PPP – seis concessões rodoviárias à francesa Ascendi. O Estado continua porém a ter de pagar a esta multinacional, 9 mil e 500 milhões de euros durante a vida útil do contrato. Todo este esquema das SCUT e das concessões de infra-estruturas rodoviárias construídas com fundos do erário público a interesses particulares precisa de ser revisto na totalidade, promovendo a mobilidade sem constrangimentos dos cidadãos, a operacionalidade das infra-estruturas, e a razoabilidade financeira. Caso sintomático desta promiscuidade foi o do socialista Jorge Coelho, que acabou administrador da Mota-Engil depois de ter atribuído concessões a esta empresa enquanto ministro das Obras Públicas de um governo PS. Estas auto-estradas foram construídas para usufruto dos cidadãos, e não para gerar lucros ilegítimos a instituições exteriores ao Estado. Entendemos que as ligações rodoviárias no Norte Litoral, na Beira Interior e no Algarve são vitais para as populações e sua actividade laboral. Também o sector ferroviário reclama intervenção política urgente, nomeadamente no que diz respeito ao transporte de mercadorias.

 > Ambiente | O ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Moreira da Silva, pretende a reforma do sector das águas que passa pela uniformização das tarifas, reconhecendo que elas subirão para “uma larguíssima maioria da população”, estando os aumentos previstos para as zonas litorais. Estas intenções anunciadas pelo ministro escondem uma agenda: a posterior privatização e constituição de um monopólio privativo. A liberalização do mercado redunda sempre em aumentos de preço para o consumidor. Manuela Ferreira Leite, enquanto ministra dos governos de Cavaco Silva veio com a mesma conversa fiada quando liberalizou electricidade, gás e combustíveis, que pagamos hoje aos preços mais elevados da UE. A proposta agora anunciada prevê a redução do número de empresas do grupo Águas de Portugal de 19 para 5, sendo que este grupo é hoje uma coutada quase exclusiva do CDS-PP.

 > IMI | A Cláusula de Salvaguarda do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) foi um regime transitório aprovado em 2011, que agora termina, forçando os contribuintes a pagar o imposto por inteiro. O assunto foi discutido esta quinzena na AR. O IMI foi o imposto que mais aumentou, estando também a sua regulamentação cheia de alçapões e situações dúbias que geram injustiça, distorções e desigualdades entre contribuintes, erros nos cálculos e avaliações desajustadas, que forçam o contribuinte a pagar mais do que deveria. Em muitos casos, esta situação possibilitou aumentos na ordem dos 1000%. O fim da cláusula de salvaguarda vai trazer ainda mais dificuldades às populações, afectando 30% das famílias. As pessoas vão sendo despojadas de tudo, incluindo as moradias que adquiriram com enorme sacrifício ao longo de uma vida de trabalho. Exige-se aos contribuintes valores que eles não estão em condições de pagar, violentando-os na sua dignidade.
Paralelamente, os imóveis detidos por fundos imobiliários que lucram com a especulação têm uma isenção de 50%, enquanto as moradias familiares pagam o IMI por inteiro. Isto é mais um atentado contra a propriedade privada perpetrado pelo próprio sistema fiscal, que cada vez se parece mais com uma organização extorsionista. Isto demonstra uma insensibilidade social extrema, e enquanto a governação estiver nas mãos de uma minoria desclassificada, o declínio das condições de vida dos portugueses será uma constante.

 > Despesismo imoral | A Parque Expo, empresa pública em liquidação criada para gerir a Expo’98, depois de ter doado ao Estado, em Fevereiro, o Pavilhão de Portugal, entregou agora o Oceanário para regularizar parte da sua dívida. O montante global da operação foi de 54,2 milhões de euros. O Pavilhão de Portugal, que custou 23,5 milhões de euros, está ao abandono há mais de uma década. Na verdade, a Parque Expo entrega ao Estado aquilo que já era do Estado, mas permanecem as dívidas decorrentes de uma gestão ineficiente e envolta desde sempre em diversos esquemas obscuros, desperdício e desrespeito pelos dinheiros públicos. Feitas as contas, as dívidas da Parque Expo são 5 vezes superiores às receitas. Por isso foi anunciada a sua extinção pelo Governo, que trouxe para a esfera pública, desfalques e dívidas contraídas à revelia do Estado de Direito.
Não esquecemos que o processo denominado “Paquetes da Expo”, um negócio que terá lesado o Estado em 25 milhões de euros, acabou em absolvição dos responsáveis. Luís Montez, o genro de Cavaco Silva, comprou a preço de saldo o Pavilhão Atlântico à Parque Expo por 21 milhões de euros em 2011, transformando-o em MEO Arena.
Também os 80 hectares do Parque Tejo foram deixados completamente ao abandono pela Câmara de Lisboa. Assim, uma vez mais, as dívidas serão repartidas pelos contribuintes e se prova a total ineficácia das equipas de gestão nomeadas pelos sucessivos Governos. Mas, enquanto nós pagamos, alguns enriqueceram.

> Pseudo-incentivo à Natalidade | Incluído num Pacote de incentivos à natalidade, com 40 propostas irreais, o Governo propõe meio-dia de trabalho aos funcionários públicos com filhos ou netos até 12 anos, recebendo 60% do salário, consagrando uma famigerada “meia jornada”. Depois do trabalho à jorna, que pensámos que não voltaria mais, temos agora esta proposta de carácter anedótico. Já não nos surpreende, vindo de um regime que está fazer um verdadeiro cerco às famílias e a promover o declínio demográfico. Alguém acredita que, com as famílias no verdadeiro sufoco económico em que se encontram, alguém vai prescindir de 40% do salário? E porquê só agora, no final da legislatura, o Governo e a oposição se apressam em propor medidas contra o decréscimo da natalidade? Não é um problema com mais de 10 anos? Assim se prova que o PNR é o único partido para quem esta questão e o futuro do nosso povo são prioritários. Para os outros partidos, fica para o fim.
Em sentido inverso, foi esta semana que a DGS alertou para que a vacinação contra a tuberculose (BCG) “pode vir a ser temporariamente interrompida por problemas de produção, no único laboratório que fabrica esta vacina para a Europa”. Mas a mesma vacina, produzida num laboratório da Dinamarca, continua a ser distribuída a crianças alemãs e holandesas, podendo vir a ser sonegada a crianças portuguesas. O Governo que por negligência não assegura o fornecimento da vacina BCG que faz parte do Programa Nacional de Vacinação e é administrada aos bebés à nascença, é o mesmo Governo que pretende “a consagração no plano nacional de vacinação da vacina pneumocócica” para o ano lectivo de 2016/17. Estes diplomas foram apresentados pelo líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, que promete este e o outro mundo, mais parecendo os “bispos” da IURD.
O ano de 2014 foi aquele em que se verificou o menor número de nascimentos, desde que há registo, nem chegando a metade daquilo que é necessário para renovar as gerações. Por outro lado, 80% do território está vazio. No PNR, somos a favor da família, da natalidade com responsabilidade, da vida na plenitude. Estas práticas desumanas de governantes desleixados e instituições europeias inimigas de Portugal irão ter um ponto final quando os nacionalistas forem poder, em Portugal e no resto da Europa.

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Fonte: http://www.pnr.pt/apontamento-do-quotidiano/cronicas-de-um-regime-putrefacto-3/

sábado, abril 18, 2015

«O HOBBIT III - A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS»


Por estranho que pareça, só agora pude arranjar oportunidade para recomendar o filme que estreou há mais de quatro meses nos cinemas portugueses e que agora já deve estar em toneladas de vídeos por aí - «O Hobbit III: A Batalha dos Cinco Exércitos». Valeu bem a pena contemplar a obra no grande ecrã mas também se pode apreciá-la satisfatoriamente num pacato e caseiro televisor. 
Trata-se da terceira e última parte da trilogia cujas outras duas películas foram comentadas oportunamente, aqui http://gladio.blogspot.pt/2012/12/o-hobbit.html e aqui http://gladio.blogspot.pt/2014/01/o-hobbit-ii-desolacao-de-smaug.html 

Mantém-se, aliás, culmina, o esplendor feérico e épico que já se conhece nas versões cinematográficas das obras de Tolkien realizadas por Peter Jackson. Desta vez aparecem ainda mais rostos não brancos que no segundo filme, mas vá lá que a pequenita des-europeização do produto, eventualmente devido às constantes «polémicas» - entenda-se, histéricos cagaçais anti-racistas contra a «excessiva» brancura do elenco - não chegou a quaisquer personagens propriamente ditas, apenas a figurantes. 

Salienta-se pela positiva o uso, creio que maior neste terceiro filme que nos outros, de línguas «indígenas», inventadas por Tolkien - filólogo e professor universitário de Anglo-Saxão (a arcaica língua dos Anglo-Saxões ante da sua evolução para o Inglês) e de Literatura Inglesa - para serem faladas pelos Elfos e pelos Orcs. Estes últimos só se exprimem no seu idioma, se bem me lembro, o que reforça a sua característica alógena e assim aumenta o distanciamento para com o público, tornando-os mais facilmente hostilizáveis. 
O resto é o que se esperava, que agrada aos apreciadores do género, talvez com menos maniqueísmo que no mais célebre «Senhor dos Anéis», dada a relativa complexidade da personagem Thorin Escudo de Carvalho, entre a ambição paranóica e o sentido de dever para com os seus.


DIA INTERNACIONAL DE MONUMENTOS E SÍTIOS


ALTAR DE PENASCRITA 

Numa das faces do altar existe uma inscrição consagrada ao Deus Larouco, companheiro de Júpiter, atribuída pelos soldados da Legião VII Gemina. De referir a semelhança a outros dois altares aparecidos nas imediações, um deles consagrado ao Deus Larouco e outro a Júpiter.

Caso se confirme a leitura Pia, atribuída à Legio VII, este altar poderá enquadrar-se na última década do séc. II ou primeiras do séc. III d.C.
No Outono e no Inverno a serra está quase sempre encoberta, de tal modo que é possível supor que o santuário da Pena Escrita, situado no altiplano abrigado (altitude 827 metros) congregasse rituais de culto nas estações mais agrestes quando o cume do Larouco é assolado por ventos fortes, cortantes e frios, ou por nevões persistentes.

sexta-feira, abril 17, 2015

CAMPANHA PARA ALOGENIZAR A POLÍTICA BRITÂNICA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://pt.euronews.com/2015/04/17/o-peso-das-minorias-etnicas-nas-eleices-britanicas/   -   Página com vídeo incorporado
(Artigo originalmente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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No parlamento cessante sentam-se 650 deputados mas só 27 pertencem a uma minoria étnica, quando 15 por cento dos 65 milhões de britânicos integra um grupo étnico minoritário. Pode o voto ser a arma da mudança?
Nesta reportagem fomos ver como podem as minorias étnicas pesar nas eleições britânicas que se realizam no dia 7 de Maio. Muitos pensam que não há nada a fazer, mas há também quem acredite na arma do voto e tente mobilizar as minorias. Afinal, há 168 mandatos que podem mudar de mão por um punhado de votos.

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E é assim que continua a haver quem queira falsificar a Democracia, tirando aos autóctones poder sobre a sua própria terra ao insistir em dar algum desse poder a alógenos cuja entrada no país nunca foi referendada nem apoiada pela maioria da população, antes pelo contrário.

OITENTA E CINCO POR CENTO DOS CRIMINOSOS DA DINAMARCA NÃO SÃO DE ORIGEM EUROPEIA

Fonte: http://www.minutodigital.com/2015/04/16/dinamarca-el-85-de-los-criminales-son-extraeuropeos/
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Na Dinamarca, o governo divulgou no ano passado dados a indicar que o número de crimes e delitos baixou. Diz a ministra da Justiça, Mette Frederiksen, que os Dinamarqueses podem agora sair à noite com mais segurança.
O que na verdade parece ter diminuído foi o número de delitos menores. Em contrapartida, aumentou o número de violações, de crimes violentos e de tráfico de droga. E a maior parte deste tipo de crimes foi cometida por alógenos. 
Os dados oficiais mostram efectivamente que oitenta e quatro por cento dos delinquentes e criminosos na Dinamarca são oriundos de fora. Destes, dez por cento têm já nacionalidade dinamarquesa.
Em 2007 contabilizavam-se 1028 criminosos nessa franja da população. Hoje o número destes meliantes ascende aos 1661. Cerca de vinte e cinco por cento dos requerentes de asilo cometeram delitos e crimes no país.


INTRUSÃO EM CASA DE LÍDER NACIONALISTA FLAMENGO PODERÁ TER SIDO TENTATIVA DE HOMICÍDIO

Em Amberes, na Flandres, um desconhecido entrou por volta das vinte horas no domicílio do líder do partido nacionalista Vlaams Belang («Interesse Flamengo) , Filip Dewinter, e deixou um objecto de cor negra no meio de uns arbustos. Estava armado e de cara coberta. Uma vizinha viu-o e chamou a polícia. O genro de Dewinter deu de caras com ele, o qual perguntou se o dito Dewinter ali vivia, num Inglês deficiente. Diante de resposta negativa, o intruso, aparentemente nervoso, foi-se embora. A polícia chegou rapidamente mas não a tempo de o alcançar.
Dewinter estava de férias, nesse momento. A polícia confirmou entretanto que tinha havido uma ameaça na casa do político, ameaça com aparência de intenção homicida.
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Fonte: http://www.minutodigital.com/2015/04/16/el-dirigente-del-vlaams-belang-filip-dewinter-escapa-a-un-posible-intento-de-asesinato/

PNR DENUNCIA O ENCERRAMENTO DA RENOLDY

A propósito deste triste episódio, que vai aumentar ainda mais o desemprego no nosso distrito, há que dizer o seguinte:
1) Uma vez mais, os sucessivos governos nada fizeram ao longo dos anos para conseguir (de uma forma inteligente) criar soluções para a indústria leiteira nacional, que a União Europeia parece empenhada em destruir. Se não é possível vender-se leite, apoie-se a conversão das empresas em unidades produtoras de derivados do mesmo, por exemplo. 
2) Por outro lado, fica uma vez mais provado que a União Europeia dá com uma mão e tira com a outra, não passando de um enorme logro para o qual Portugal foi arrastado, facto que fica bem à vista para quem andar pelo nosso Ribatejo e vir os hectares e hectares de campos abandonados.
3) Igualmente mal nesta fotografia ficam as grandes cadeias de distribuição alimentar Pingo Doce e Continente, que recentemente preferiram passar a comprar o leite noutros locais da União Europeia. Realmente, grandes empresários portugueses como Belmiro de Azevedo ou Soares dos Santos nada têm de patriotas e usam e abusam dos produtores nacionais. 
4) Sem produção nacional, não há emprego e não se gera riqueza para o país. Não basta falar na produção nacional como uma "bandeira" que é agitada para fins publicitários e eleitorais, há que defendê-la com medidas inteligentes e iniciativas governamentais sérias nesse sentido.
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Fonte: página no Facebook do PNR Santarém

POLÍCIA ITALIANA PRENDE IMIGRANTES MUÇULMANOS AFRICANOS QUE ATIRARAM AO MAR COMPANHEIROS DE JORNADA CRISTÃOS...

Agradecimentos ao camarada RC por me ter dado a conhecer esta notícia: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4514988&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
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A polícia italiana anunciou hoje ter detido 15 imigrantes muçulmanos africanos depois de testemunhas relatarem que eles haviam atirado 12 passageiros cristãos borda fora, na sequência de uma rixa no barco em que seguiam com destino a Itália.
As vítimas eram "de fé cristã, ao passo que os seus atacantes eram de fé muçulmana", disse a polícia de Palermo em comunicado, indicando que os 15 imigrantes, detidos na quarta-feira à chegada à Sicília, a bordo do navio Ellensborg, que os recolheu, são de nacionalidade costa-marfinense, maliana e senegalesa.
Os 15 homens foram hoje acusados de "múltiplo homicídio agravado motivado por ódio religioso".
O drama ocorreu no estreito da Sicília e, segundo testemunhos fornecidos à polícia por uma dezena de refugiados nigerianos e ganeses que se encontravam a bordo da embarcação, a disputa deveu-se a razões religiosas.
Os sobreviventes explicaram que tinham partido na terça-feira da costa líbia num barco pneumático transportando, no total, uma centena de passageiros.
"Durante a travessia, os nigerianos e os ganeses, em minoria, terão sido ameaçados de serem atirados à água por uma quinzena de passageiros", indicou a polícia no comunicado.
O motivo da ira dos agressores, precisou, "seria a profissão da fé cristã pelas vítimas, ao contrário da fé muçulmana professada pelos atacantes".
"As ameaças ter-se-ão, em seguida, concretizado, e 12 pessoas, todas nigerianas e ganesas, terão sucumbido nas águas do Mediterrâneo", descreveu a polícia.
"Os sobreviventes conseguiram resistir pela força à tentativa de afogamento, formando, em alguns casos, uma verdadeira corrente humana", referia o comunicado, dando conta de "pormenores horríveis" relatados por "testemunhas em lágrimas".
Segundo fontes judiciais citadas pela imprensa, esses "testemunhos coincidentes" permitiram reconstituir os factos. Algumas fotografias terão sido tiradas a bordo.
Outros responsáveis poderão ser identificados. A polícia enviou um relatório ao Ministério Público de Palermo, que tem 48 horas para confirmar as detenções.
Detenções por este motivo são inéditas em Itália. Já houve casos de barqueiros detidos por terem maltratado imigrantes ou os terem deixado morrer a bordo, mas não devido a "ódio religioso".

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Quantos destes muslos de África é que entretanto terão já entrado na Europa...


PNR DENUNCIA «AUTISMO» DE SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE - E DESPREZO PELA SAÚDE DO POVO POR PARTE DA ELITE PS-PSD

O Secretário de Estado Adjunto da Saúde, Fernando Leal da Costa, considerou esta semana que a reportagem da TVI «1 hora e 35 minutos» sobre o tema das urgências hospitalares demonstra que «os Serviços de Urgência em Portugal funcionam muito bem». 
A reportagem punha a nu o caos a que chegam as ditas urgências, agora que já não há possibilidade de justificar essa situação com um surto de gripe.
Sabemos que o papel da TVI até às próximas eleições, e qual correia de transmissão do PS, é o de tentar de todas as formas e mais uma apresentar os podres desta governação. Sabemos bem que o PS e os media por ele controlados só falam no presente para fazer esquecer o passado, da mesma forma que o Governo só fala no passado para encobrir o presente. Lá diz o povo que “zangam-se as comadres, sabem-se as verdades”… e as comadres do PS (basta ver os negócios pouco claros de António Costa quer na Câmara Municipal de Lisboa quer como ministro de José Sócrates) têm de facto muitas culpas no cartório.
Assim, nesta questão os partidos do alterne, todos são culpados, pois os encerramentos de muitos serviços de saúde ou a sua diminuição de competências, bem como os cortes iniciados no governo Sócrates, são os únicos e verdadeiros responsáveis pelo caos instalado nas urgências hospitalares.
O PNR lamenta estas declarações de um responsável governamental, que demonstram um total alheamento da realidade e uma extrema insensibilidade, a exemplo de outras declarações levianas e irresponsáveis a que muitos Ministros e Secretários de Estado deste Governo já nos habituaram.
Por muito que tentem esconder o sol com uma peneira, o que é certo é que, lamentavelmente, estamos a ser governados por gente manifestamente incapaz, ou manifestamente capaz de tudo. Obviamente, o Sr. Secretário de Estado não sente os supostos benefícios do alegado “bom funcionamento” dos serviços de saúde públicos, porque em caso de emergência recorre decerto aos serviços de luxo de algum hospital privado. Um Governo que montou um posto de observação na Serra da Estrela, a partir do qual controla o país pela observação feita através de binóculos com as lentes muito estragadas, não sente o país real e, como tal, navega à vista, arrastando o  nosso povo para um naufrágio de graves consequências. 
O PNR continua a defender a reabertura do máximo possível de urgências hospitalares de primeira linha, bem como o alargamento das consultas abertas de alguns centros de saúde. Este alargamento ajudaria a fazer uma triagem que permitiria tratar os casos menos graves nessas unidades, aliviando assim os hospitais distritais. Conseguir-se-ia assim poupar recursos em viaturas de emergência e proporcionar às populações serviços de saúde mais próximos. Para o PNR, a igualdade no acesso à saúde é um direito inegociável. 
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/secretario-de-estado-vive-noutro-mundo/

quarta-feira, abril 15, 2015

CELEBRAÇÃO RELIGIOSA INDO-EUROPEIA AINDA A SALVO DA VIOLÊNCIA ISLÂMICA - NO NORTE DO IRAQUE




Milhares de iazidis acendem velas no seu mais importante santuário para marcar o início do seu Novo Ano, que começou no dia dois de Abril, nisso semelhante ao Ano Novo da Roma arcaica, que começava em Março.
Tradicionalmente, os praticantes da religião Iazidi deixavam ovos coloridos do lado de fora das suas casas para que Deus os identifique, mas milhares de iazidis - curdos que não se converteram ao Islão, mantendo-se em vez disso leais à sua religião étnica, o Iazidismo - tiveram de fugir de suas casas devido ao avanço do Estado Islâmico no norte do Iraque. Como se sabe, os islamistas do califado raptaram, torturaram e assassinaram milhares de iazidis, para além de terem escravizado, violado e até vendido muitas mulheres iazidis.
O santuário que acima se vê é o de Lalish, sessenta quilómetros a norte de Mosul, agora nas mãos dos militantes do califado da Síria e do Iraque ou Daesh. Mulheres e homens acendem velas e tochas, lavam as faces, mergulhados numa luminosidade alaranjada.
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Fonte: http://www.huffingtonpost.com/2015/04/15/iraqs-yazidis-new-year_n_7069706.html?ncid=fcbklnkushpmg00000051



CENTENAS DE CARTAZES CONTRA A IMIGRAÇÃO DESPERTAM HISTERIA ANTI-RACISTA NO PAÍS AO LADO


Na capital do país irmão, surgiram nos últimos dias centenas de cartazes em várias ruas a contestar a imigração, com os dizeres que acima se lêem:

«6 MILHÕES DE IMIGRANTES
6 MILHÕES DE DESEMPREGADOS

NÃO É RACISMO, 
É MATEMÁTICA!»

No cartaz vê-se também um famoso boneco da televisão, o «Monstro das Bolachas» da série infantil «Rua Sésamo», e um endereço do Twitter.
Consta que os autores dos cartazes serão os mesmos que há uns meses ocuparam um edifício no bairro de Tetuán e abriram um «comedouro social» «só para Espanhóis», tendo sido depois desalojados pela polícia na sequência de vários incidentes.

O crime horrendo que é ter o atrevimento de dizer que já há imigrantes a mais e o desemprego é demasiado elevado, tão nefando acto levou a que os clérigos da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente chamassem logo as autoridades e exigissem que a divulgação de opinião oposta à do seu clero fosse punida, como aqui se lê: https://vozpopuli.com/actualidad/60668-movimiento-contra-la-intolerancia-exige-que-se-persiga-a-los-autores-de-la-pegada-de-carteles-xenofobos

É mais um sintoma do estádio da doença anti-racista no Ocidente - a demonização e até castigo «legal» do autóctone que se limite a dizer «oh senhores, então mas já há cá seis milhões de desempregados, porque é que continuam a vir imigrantes?» Porque de acordo com os promotores da Boa Nova e Donos da Verdade Moral Absoluta, uma coisa destas não se pode sequer pensar!!!, que é sinal de estupidez e maldade diabólica!!!!, quanto mais divulgar desta maneira!!!!, porque divulgar isto assim até pode fazer com que comece a haver mais autóctones a despertar e/ou a perceber que afinal não é impressão deles o facto de que a elite reinante continua a meter alógenos no país à força toda, 

apesar

de o nível de desemprego ser colossal. O povinho tem é de baixar as orelhas e aceitar de mãos atadas o que a elite lhes quiser meter pela casa adentro. 

Mas pode ser que um dia este tipo de atitudes «anti-racistas» seja pago e bem pago, com juros, porque o que esta espécie de zelosos quer impingir ao Povo é a sua progressiva perda de terreno na sua própria terra, com o pormenor de que tal processo genocida até vai implicando um progressivo mal-estar sócio-económico das classes mais baixas dos brancos...

E entrementes, os sindicalistas que supostamente defendem os trabalhadores estão em silêncio, enquanto os desempregados que eles alegadamente defendem não só estão cada vez mais enterrados no abismo da pobreza como ainda por cima até correm o risco de ser presos caso se atrevam a dizer que o rei vai nu, ou seja, que continuar a deixar entrar imigrantes havendo tanta gente desempregada é um crime obsceno contra o Povo que só serve para contentar a Esquerda militantemente inimiga das fronteiras e beneficiar o grande capitalismo apátrida, que quer mão de obra barata e abundante à disposição. O povinho mais pequenito é assim sacrificado no altar do «deus» multiculturalismo ou globalização ou qualquer outro aspecto ou nome que se queira dar ao grande ideal que as elites económicas e político-culturais reinantes impingem de cima para baixo sobre a população autóctone, cujo único meio de defesa é, cada vez mais, o voto na Extrema-Direita.