sábado, janeiro 24, 2015

O ANO TRANSACTO VISTO PELO PNR

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Nos cofres do Banco de Portugal, das quase mil toneladas de ouro que existiam em 1974, restam 300. Três situações de iminente bancarrota, em 1977, 1983, 2011, Portugal sujeito a uma condição de protectorado que durará até 2035, uma dívida de 134 mil milhões declarados, pobreza infantil que afecta uma em cada três crianças, desemprego crónico, emigração massiva, com todos os sistemas de base da administração pública em ruptura: na justiça, na educação, na saúde, na segurança social. Continuam por resolver os problemas centrais da sociedade portuguesa. Persistem as assimetrias regionais, e a injustiça social agrava-se. Não se tem sabido potenciar muitos dos nossos excelentes recursos, e, ao invés, trata-se de condicioná-los ou aliená-los a interesses privativos ou estrangeiros. Todas as grandes empresas deixaram de ser portuguesas. Não conseguiram resolver nada, mas conseguiram agravar tudo. Este é, afinal, o Regime do passa-culpas.
Ao fim de quase quatro anos de sacrifícios inúteis, e de acordo com a Moody’s, a dívida pública portuguesa continua no “lixo”. É de facto um Regime em claro processo de desagregação interna, e isto só pode conduzir a um desfecho inevitável: a Renovação através de políticas nacionalistas.

OS CASOS DE 2014
Tivemos oportunidade de os comentar, ao longo do ano. Tratamos agora de fazer uma lista, para que possamos ter uma visão de conjunto: começando pelos constantes incidentes diplomáticos com Angola, com a China, com Timor, as fantasias de Espanha em relação às Ilhas Selvagens, a corrupção na atribuição dos Vistos Gold, as fraudes no SEF e no SNS, o desfecho (manifestamente aquém do esperado) do processo Face Oculta, o arrastar do processo BPN, a Plataforma Citius bloqueada, o início do ano escolar aos solavancos, o arquivamento do processo Tecnoforma, que envolvia Pedro Passos Coelho e Miguel Relvas (o que suscitou inclusive a actuação da Agência Anti-Fraude da UE), a privatização fraudulenta da PT e da TAP, a falência criminosa do BES, o arquivamento do processo dos Submarinos e dos Pandur (que envolvia Paulo Portas), a condenação de uma antiga ministra PS (Maria de Lurdes Rodrigues) a três anos de pena suspensa por abuso de funções, a tentativa desenvergonhada de José Lello e Couto dos Santos, históricos do PS e do PSD, de reposição das pensões vitalícias a antigos políticos (acompanhada de pedidos de desculpa infantis de ministros), a condenação de Duarte Lima, ex-líder parlamentar do PSD, a 10 anos de prisão por fraude em empréstimos, os inquéritos parlamentares inconsequentes, a economia paralela a ganhar terreno… e, a finalizar o ano, a prisão do ex-primeiro ministro José Sócrates, bem como um Congresso do PS, no mínimo, caricato. Sem esquecer um surto de Legionella nunca antes visto, uma entre intermináveis situações de atentado à saúde pública, como é, também, o amianto nos edifícios públicos. Tudo isto indica para um país doente, governado por uma classe política corrupta e incapaz, que necessita urgentemente de ser substituída por gente competente e com espírito de missão, para quem o serviço à Nação seja uma honra e não uma forma de extorquir dinheiro do erário público.

PORTUGAL TELECOM: UM CASO EXEMPLAR DE INTERESSES OBSCUROS E DE CRIME CONTRA A SEGURANÇA DO ESTADO
O caso PT conhece esta semana novos desenvolvimentos. Independentemente do desfecho que este caso venho a ter, é bom deixar bem claro que, para o PNR, os Governos, bem como Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, não podem querer escapar às suas responsabilidades políticas e legais decorrentes de gestão danosa da PT. Não é porém de estranhar que esta empresa estratégica tenha deixado de ser portuguesa, tendo inclusive as suas acções sido suspensas em Bolsa, para que não batesse no fundo. Afinal de contas, dezenas de antigos políticos, autarcas e filhos de governantes integram ou integraram os quadros da Portugal Telecom. O filho de Teixeira dos Santos, está empregado na PT, bem como a filha de Edite Estrela e o irmão de Pedro Santana Lopes; igualmente, os dois filhos de Jorge Sampaio, o filho de António Guterres e o filho de Marcelo Rebelo de Sousa também têm emprego nesta empresa, assim como o filho de Otelo Saraiva de Carvalho, Sérgio Carvalho, que é administrador na PT Sistemas de Informação. Do universo do Grupo Portugal Telecom fazem ainda parte João de Deus Pinheiro e Briosa e Gala. Em lugares não executivos estiveram Jaime Gama, José Lamego, e Luís Todo Bom. Quanto a autarcas, Álvaro Amaro, Manuel Frexes e Isabel Damasceno pertenceram também eles aos quadros da PT. Para que conste, nós estamos atentos!

OS ASSUNTOS DA 1ª QUINZENA
No plano internacional, os recentes ataques em França demonstram claramente a necessidade de rever os acordos de Schengen, tal como o PNR aconselha desde sempre. No tocante à Base das Lajes, a administração Obama decidiu diminuir o contingente militar. A importância estratégica desta base é única, enquanto plataforma giratória entre a Europa e a América Talvez seja o momento de estabelecer outras parcerias internacionais no âmbito, por exemplo, da exploração aero-especial, ou oceânica. 
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No plano interno, a alienação da Casa do Douro, a liberalização da marca Alvarinho (que prejudica Portugal e o Minho em particular), a proibição da pesca da sardinha por um período de seis meses por ano, colocando 2500 postos de trabalho em risco, são questões que nos preocupam, pois entendemos o sector primário como a base de uma economia pujante. Quanto aos preços dos combustíveis, continuam dos mais elevados da UE, isto no momento em que a cotação do petróleo atinge os valores mais baixos das últimas décadas. Há aqui, no mínimo, uma contradição.
Desde a Madeira, despede-se Alberto João Jardim, deixando um buraco orçamental que rondará uns inacreditáveis 7 mil milhões de euros. Isso não é forma de governar.
Para combater o desemprego de jovens licenciados, o Governo recorre, como todos os anteriores, a estágios profissionais que nada resolvem em definitivo, ao emprego sem continuidade, nem futuro. Não é maneira de enfrentar o problema, e a actividade económica continua em valores negativos. Da parte do PNR, insistimos que só desenvolvendo a economia numa base sustentada (e em que o sector primário esteja presente) se promove o emprego.
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Fonte: http://www.pnr.pt/apontamento-do-quotidiano/balanco-de-mais-um-ano-na-sociedade-portuguesa/

AFRICANO MUÇULMANO MORTO EM DRESDEN... FOI ASSASSINADO POR OUTRO AFRICANO MUÇULMANO

Fonte: http://www.minutodigital.com/2015/01/23/el-autor-de-crimen-islamofobo-de-dresde-fue-un-musulman/
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Na Alemanha, o homicídio de que foi vítima um somali - Khaled Idris Bahray, de vinte anos, refugiado - cujo corpo apareceu a 13 de Janeiro no pátio do edifício de apartamentos onde residia serviu para que toda a imprensa apresentasse o caso como um episódio de violência racista e islamofóbica. De imediato o Esquerdame todo foi aos arames a guinchar que a culpa era da instigação «ao ódio e ao racismo e à islamofobia!» dos PEGIDA (Patriotas Contra a Islamização do Ocidente). Os protestos anti-racistas contra o crime alegadamente islamofóbico tiveram lugar por toda a Alemanha. Imãs e seus sequazes agitaram as hostes, exigindo justiça e aproveitando para se queixarem da islamofobia e do racismo. Quando se veio a saber que afinal o africano muçulmano foi assassinado por outro africano muçulmano - um eritreu de vinte e seis anos - ficou tudo caladito... eventualmente sem saber onde meter os cartazes indignados brandidos poucos dias antes. Entre estes teve especial piada um que dizia «Eu sou Khaled Idris Bahray» - pode ser que o ou a ocidental que o ostentou venha de facto, um dia destes, a ser tão vítima como o somali foi, e pela mão de algum outro somali, eritreu ou sujeito doutra qualquer nacionalidade não europeia daquelas que se encontram aos magotes estacionadas na Europa.

sexta-feira, janeiro 23, 2015

MULHER ASSASSINADA PELO MARIDO JÁ SE TINHA QUEIXADO À POLÍCIA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=756830
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A mulher que foi assassinada em casa pelo próprio marido, na zona de Vanicelos, em Setúbal, já tinha apresentado queixa por violência doméstica, mas a situação foi considerada de baixo risco, revelou hoje a PSP local.
"A PSP confirma a existência de uma denúncia por violência doméstica, no âmbito de um processo de divórcio, que foi avaliada nos termos do risco e de acordo com a vontade expressa pela senhora no momento em que se deslocou às instalações policiais", refere, em comunicado, a PSP.
"Face ao baixo risco da situação, esta apenas ficou para acompanhamento e a vítima regressou por vontade expressa da mesma para a sua residência", acrescenta o comunicado.
Amigos da família revelaram à Lusa que a vítima teria apresentado queixa por violência doméstica na última quarta-feira, alegadamente depois de ter sido alvo de agressão ou de ameaças por parte do marido, poucas horas antes de ter ocorrido o homicídio.
Contactada pela Lusa, a PSP de Setúbal escusou-se a revelar quando foi apresentada a queixa por violência doméstica, confirmando apenas a existência da referida queixa.
No comunicado hoje divulgado, a PSP de Setúbal refere que foi alertada, através de uma chamada para o número nacional de emergência (112), para um possível crime de homicídio em Vanicelos, cerca das 4:45, e que foram enviados de imediato meios policiais para o local.
De acordo com a PSP, uma equipa do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) ainda tentou, sem êxito, reanimar a mulher, que apresentava "sinais de violência e vestígios de sangue".
A PSP esclarece ainda que, após mediação verbal com psicólogos do INEM, foi possível retirar uma arma branca ao suspeito, que apresentava diversos golpes de faca no corpo.
O presumível homicida, que foi transportado, sob detenção, ao Hospital de São Bernardo, permanece internado mas não corre risco de vida.

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Mais uma vítima do desleixo moral e cultural que leva a tolerar diversos tipos de opressão. A democratização da sociedade passa por consciencializar as pessoas de que quem tem mais poder não o pode exercer contra o respeito - seja por violência física, financeira ou outra - e que a salvaguarda das vítimas está acima de qualquer «entendimento» posterior com o agressor. Para isso tem de haver mais exigência com o brio pessoal e menos tolerância para com afrontas à dignidade.

MORRE UM TUGA DE MAFOMA - É MENOS UM JIHADISTA A PODER RETORNAR VIVO À EUROPA

Fonte: http://observador.pt/2015/01/23/estado-islamico-esta-anunciar-morte-de-jihadista-portugues/   (artigo, aqui a itálico, originalmente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Mikael Batista, luso-descendente de 23 anos, poderá ter morrido na sequência de uma operação militar organizada pela coligação internacional liderada pelos Estados Unidos. Ou poderá ser apenas uma estratégia para os três jihadistas dados como mortos – o português, um francês e um belga – circularem mais facilmente, disse uma fonte próxima dos serviços secretos franceses à Sábado.
Contactada pelo Observador, a secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas disse “não ter qualquer informação” sobre a morte deste luso-descendente. As tentativas de contacto efectuadas pela Sábado ao Ministério da Administração Interna, ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e ao Sistema de Informações da República Portuguesa não acrescentaram informação. O secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, disse não ter informações diplomáticas sobre o caso porque ninguém tem representação diplomática na Síria.
A notícia foi anunciada em várias contas do Twitter relacionadas com o Estado Islâmico (EI), depois de raides aéreos da coligação internacional terem atingido Kobane, na Síria, junto à fronteira com a Turquia. E replicada por vários meios de comunicação. Em resposta a uma das publicações do Twitter, Raheeq Makhtoum, a mulher de Mikael Batista, escreveu: “Que Alá vos destrua, bando de porcos. Eles não morreram. Apenas se anteciparam a nós para desfrutar do Paraíso.”
A síria, contactada pela mesma revista, revelou que o marido terá morrido na segunda-feira à noite. Estava em Kobane há “uma semana” a combater com outros 15 jihadistas originários de França, quando foi atingido pelo ataque da coligação internacional. “Eles foram para lá disponíveis a não voltar. Estavam decididos a morrer pela causa de Alá, com a intenção de matar e de serem mortos”, afirmou Raheeq Makhtoum, que deixou no Twitter uma mensagem para o marido.
“O meu coração está partido, mas eu sei onde te reencontrar. Temos encontro marcado no Paraíso, meu amor. Estou ansiosa. Que Alá te aceite.”
Mikael Batista vivia em Paris, onde cresceu e frequentou a escola, quando decidiu juntar-se ao EI no Verão de 2013. Em Setembro, o jovem com dupla nacionalidade deu uma entrevista ao Expresso onde confessou que o que mais gostava de fazer era de “treinar e matar” na Síria – antes de se tornar jihadista nunca tinha pegado numa arma.
Na última publicação no Twitter, a 11 de Janeiro, Mikael Batista, Omar al Fransi depois de se converter ao Islão, citou uma passagem do Corão, que exorta à perseguição dos infiéis e ao perdão daqueles que mostrarem arrependimento.
“E quando os meses sagrados tiverem passado, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e sitiai-os, e ponde-vos à espera deles em todo o lugar de emboscada. Mas se eles se arrependerem e observarem a oração e pagarem o Zakat, então deixai livre o seu caminho. Por certo, Allah é o Mais Generoso, Misericordioso”.
(fonte e tradução: Al Islam)
A notícia da morte de Mikael Batista, cuja família deixou Chaves para emigrar para França há alguns anos, ainda não foi confirmada por fontes oficiais. A confirmar-se, este poderá ser o terceiro luso-descendente a morrer na Síria e no Iraque.

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É curioso como a chamada «religião da paz» - «paz por rendição a Alá, entenda-se... - continua a motivar tanta e tão bem organizada violência em larga escala incomparavelmente mais do que as outras todas religiões do mundo juntas...
De notar também o modo como este pacífico credo continua a arregimentar os marginais ou não integrados ou... integrados mas posteriormente radicalizados, porque o vírus da peste verde é mesmo assim - onde quer que haja muitos muçulmanos, este vírus está presente e, ainda que dormente, pode a qualquer momento despertar. Uma sociedade europeia não pode viver em paz com tanta gente desta no seu seio.

O MODO COMO UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA APOIA MORALMENTE O TERRORISMO DE RUA

O camarada RC fez bem em dar a conhecer este artigo, que exemplifica bem o que são os projectos esquerdistas para lidar com a violência juvenil: http://observador.pt/opiniao/doutores-em-delinquencia/?fb_ref=ac24cb72a6ea46deae430773a482c4c4-Facebook   (artigo - a itálico - originariamente publicado sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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O centro de investigação de Boaventura de Sousa Santos e de José Manuel Pureza serve-se da ciência e utiliza o erário público para legitimar, sofisticar e exportar a violência social e política.
Imagine-se um centro de investigação universitário de um país árabe simpaticamente financiado porque as entidades de supervisão e avaliação académicas o consideram de excelência. O centro reunia uma equipa de investigadores que, após aturado trabalho de campo em dois países da Europa Ocidental com segmentos da população definidos como marginalizados, concluía que os comportamentos criminosos desses indivíduos eram fundamentais para a transformação das realidades estudadas em prol da justiça social. Nessas e noutras sociedades da Europa Ocidental.
Os investimentos do estado árabe eram ainda recompensados pela publicação em livro dos resultados da investigação, conhecimento científico que passaria a ser partilhado pelas três sociedades envolvidas, árabe e europeias, e outras mais.
Esse não é um mundo meramente ficcional graças ao controlo, ao longo de décadas, de certos meios universitários pelas extremas-esquerdas. Não é necessário procurar longe.
O estado português, através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), financiou uma investigação sobre a delinquência juvenil nas cidades da Praia, em Cabo Verde, e de Bissau, na Guiné-Bissau. Dois estados soberanos. O trabalho foi da responsabilidade científica do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, dirigido por Boaventura de Sousa Santos. Contou com a participação dos investigadores José Manuel Pureza, Sílvia Roque, Kátia Cardoso, Redy Wilson Lima, Lorenzo I. Bordonaro, Marta Peça, Ulrich Schiefer e Joana Vasconcelos. Os resultados foram publicados, em 2012, no livro “Jovens e trajectórias de violências: os casos de Bissau e Praia” cujo conteúdo equivale ao retratado nos dois primeiros parágrafos.
Uma vez que a investigação do CES atenta, no essencial, contra as mais elementares regras de construção do saber sobre as sociedades e contra os deveres cívicos, sociais, morais e de relações entre povos exigíveis às universidades publiquei uma análise crítica sobre o assunto vai para dois anos. A resposta tem sido o silêncio. No intervalo nunca faltaram protestos, em Portugal, contra os cortes ao financiamento à investigação universitária, protestos em muito alimentados pelos que passam ao largo dos reparos à mediocridade do que produzem.
Este tipo de relação com a crítica constitui um dos enigmas do enfeudado meio universitário “progressista”. Ou ignora ou, quando não pode, o sistema faz cair a crítica no esquecimento para seguir em frente inabalável, impante de convicções.
Há pouco mais de uma década foi elucidativo o episódio originado pelas apreciações fundadas do cientista António Manuel Baptista, publicadas em 2002 e 2004, contra a obra de Boaventura de Sousa Santos intitulada “Um discurso sobre as ciências”, originalmente publicada em 1987. De então para cá a última teve mais de uma dezena de reedições que serviram gerações e gerações de estudantes universitários formatadas pelo “obscurantismo e irresponsabilidade”, o subtítulo do primeiro dos textos de António Manuel Baptista.
O facto é que as críticas elaboradas por um académico ao qual não se conhece falta de rigor científico, mas estranho ao meio “progressista”, foram rapidamente votadas ao esquecimento. O livro visado seguiu de vento em popa nos meios universitários por mais de uma década com direito a mais umas quantas reedições apoiadas por milhões de euros de financiamentos públicos a investigações científicas por ele inspiradas. Uma das quais publicada em livro em 2012, tema deste texto.
No decurso da última década, os universitários que vão contactando com o génio de Boaventura de Sousa Santos não foram por norma incentivados a confrontar o texto original que projectou o seu mestre com a crítica dirigida ao mesmo por António Manuel Baptista para pensarem por eles mesmos. Um ambiente universitário paroquial que protege vícios intelectuais desta forma e natureza não é merecedor de grande respeito e muito menos de financiamentos públicos. Mas também uma sociedade indiferente a tais práticas está longe de ambicionar o melhor para si mesma.
Fazer ou não críticas a certos meios académicos, fundamentadas que sejam, resultam em nada. Se os governos se contam entre as entidades mais escrutinados nas nossas sociedades, e ainda assim podem ser nocivos, tal escrutínio é muitas vezes histericamente agitado para escamotear o papel bem mais nefasto de certos poderes instalados em universidades, sindicatos ou comunicação social, posto que sobre os últimos não incide um escrutínio social ou dos pares minimamente razoável.
O estudo do CES, pelo que representa, é merecedor de publicidade para que a mediocridade se anule a si mesma. De modo sistemático e deliberado, os investigadores académicos colocaram o foco das suas análises nos agressores criminais. Por aí não viriam males ao mundo se o resultado não fosse a descoberta de fundamentos científicos que permitem detectar em jovens delinquentes das cidades da Praia e de Bissau uma miríade de afro-românticos Che Guevaras suburbanos, a fonte da esperança da transformação futura para melhor daquelas sociedades. O estudo não se coíbe de recorrer depreciativamente ao conceito adjectivado de “paz liberal” (apenas “paz” não bastava), a paz social que supostamente domina e perverte as sociedades da actualidade, garantida à custa da opressão dos desfavorecidos e da força policial. Esta é a causa da “violência estrutural”, outro conceito adjectivado definido em rodapé na página 152 do livro.
De acordo com a visão científica em vigor no CES, esse tipo de paz social deve ser substituído por um outro. Desta feita os novos amanhãs que cantarão talvez despoletem em África e Coimbra será finalmente libertada de opressões liberais, neoliberais e de uma polícia opressora ao serviço dos ricos.
Nas diversas abordagens do estudo científico, as vítimas de crimes cometidos nas cidades da Praia e de Bissau são praticamente suprimidas enquanto objectos com interesse sociológico ou antropológico. É como se as graves consequências quotidianas da criminalidade nas sociedades africanas da actualidade fossem as mesmas que em Coimbra e arredores e como se o crime não fosse, ele mesmo, causador de pobreza.
De resto, no último meio século muitas sociedades africanas foram diligentes em gerar problemas mais do que suficientes para os próximos cem anos. Da explosão demográfica à segurança urbana; do saneamento urbano à distribuição da riqueza; da saúde à qualidade do ensino; da feitiçaria ao civismo; do emprego ao trânsito; do terrorismo às epidemias; do ambiente à simples estabilidade e previsibilidade da vida de todos os dias. Entre outros. Não quer dizer que África seja só isso. O que significa é que as indústrias ideológicas exportadoras das esquerdas europeias que viveram tempos de hiper-produção no último meio século – as principais correntes utópicas inspiradoras dos destinos pós-coloniais do continente e com as universidades como unidades de produção de excelência – bem que poderiam suspender a laboração por umas décadas. O “stock” acumulado não se esgotaria e talvez se poupassem as réstias de esperança que, apesar de tudo, os africanos sempre reinventam.
Depois de um manancial de atropelos às mais elementares regras de construção do saber sobre as sociedades, como o afastamento deliberado do esforço de neutralidade axiológica (leia-se Max Weber ou Georg Simmel) ou a denegação da orientação pela amoralidade ética (leia-se Sigmund Freud), Sílvia Roque e Kátia Cardoso são cristalinas no par de grandes conclusões da investigação científica em que participaram. Primeira, a ciência social do CES torna evidente a necessidade de “(…) enfrentar a progressiva e consequente deslegitimação e criminalização da violência” (p.295), isto é, a violência social e política é legítima, útil e desejável como atestam as evidências empíricas de Cabo Verde e da Guiné-Bissau. Segunda, importa “(…) repensar o significado e as possibilidades da resistência e recusar a estreiteza de definição do que pode ser considerado político (…)” (p.296), isto é, os pensamentos e as práticas políticas sem violência, mesmo nas democracias, não passam de manifestações menores ou cínicas, nem que para contrariá-las seja necessário glorificar a delinquência juvenil. Infere-se, portanto, que o CES legitima cientificamente o terrorismo.
Note-se a particularidade destas teses científicas de orgia da violência serem desenvolvidas no âmbito do Núcleo de Estudos para a Paz do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra. A ficção de Orwell foi suplantada em rigor pelos cientistas sociais.
O centro de investigação de Boaventura de Sousa Santos e de José Manuel Pureza, e de outros, serve-se da ciência, transforma uma universidade pública em barriga de aluguer e utiliza o erário público destinado ao financiamento à investigação para legitimar, sofisticar e exportar a violência social e política. Na impossibilidade de fazer germinar tais barbaridades em Coimbra, empenha-se em exportá-las para Cabo Verde e Guiné-Bissau, como se estas e outras sociedades africanas necessitassem de mais convulsões e violências. Se esta atitude não constitui uma afronta da Universidade de Coimbra à inteligência mais comum e à vida quotidiana dos africanos, resta-me questionar a utilidade das independências.
O CES existe para provar a existência de relações de parentesco entre certas instituições universitárias e a instigação da violência social e política e da delinquência.
É para isso que servem as universidades? A Universidade de Coimbra não tem reitor? Serão legítimos e fiáveis os critérios que levam a FCT a considerar o CES um seu laboratório associado, isto é, um dos raros nichos de excelência científica em Portugal que lhe permite consumir avultados milhões de euros ano após ano? É assim que o governo português vem garantindo, promovendo e investindo na estabilidade da vida social, na qualidade das suas instituições e na melhoria das relações com outros estados soberanos? Os governos de Cabo Verde e da Guiné-Bissau não têm nada a ver com o assunto?

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O que tem mais piada, sem graça, é que são precisamente os quadrantes esquerdistas deste género que mais acusam a Extrema-Direita de «incitação ao ódio e à violência»...


INSTANTÂNEO DO ISLÃO NO BRASIL...

Do Facebook:

A emissora de TV americana, CNN, foi ao Brasil realizar uma reportagem sobre os muçulmanos que vivem no Brasil, uma reportagem tendenciosa para tentar mostrar como o Islão é "bonzinho e pacífico" e reforçar o mito de que apenas uma minoria é violenta. Acontece que, durante a reportagem, o narrador menciona que a equipe da CNN foi procurada por vários frequentadores da mesquita, que diziam discordar dessa pregação pacífica e que eram a favor de toda a violência terrorista. Durante a filmagem da emissora, um dos muçulmanos que estava na mesquita, levantou-se com fúria e começou a defender a necessidade do terrorismo, das decapitações, etc, para se cumprir os preceitos do Alcorão e ainda exibiu uma camiseta com a sigla do grupo terrorista "Estado Islâmico".
Um grande tiro que saiu pela culatra.
Enquanto isso, milhares de cristãos são assassinados mundo afora. Quem terá clemência deles?

Vídeo: http://edition.cnn.com/videos/tv/2015/01/12/cnnee-baron-brazil-muslim-reax.cnn

PNR CRITICA MEDIDA ALEGADAMENTE ANTI-POLUIÇÃO DA CML E APELA A PARTICIPAÇÃO EM MANIFESTAÇÃO

Numa medida manifestamente demagógica, a Câmara Municipal de Lisboa pretende interditar o trânsito na Baixa de Lisboa a automóveis com matrícula anterior ao ano 2000.
Pelos vistos, os pobres, com os seus carros velhos, estão a poluir a Baixa de Lisboa, o que incomoda sobejamente o socialista Sr. Costa. Já outras poluições são do agrado de edil e gozam mesmo da sua protecção (recorde-se, por exemplo, o caso dos grafitis).
Mais uma vez, os penalizados são os mais pobres, aqueles a quem a crise criada por PS/PSD/CDS não dá possibilidade de comprar uma viatura mais moderna. Não só aqueles que usam as suas viaturas para fins particulares, mas também, por exemplo, os pequenos produtores de fruta e hortaliça que pretendam continuar a abastecer os restaurantes da zona mais turística da capital.
A lei em causa ignora os dados poluentes das viaturas, nomeadamente ao não levar em conta que os veículos de maior cilindrada recentes emitem mais gases poluentes do que muitos veículos mais antigos. A este propósito, foi já amplamente citada a comparação entre os 373 gramas de dióxido de carbono emitidos, por cada quilómetro, por um Porsche Cayenne de 2003 e os 150 gramas emitidos por um Hyundai Atos de 1998. Não existe, de resto, nenhum estudo sobre o impacto real desta medida em concreto. Ou seja, acorda-se um dia e na posição sentada, e sai, em sintonia, uma medida ridícula.
Para reduzir a poluição são necessárias outras medidas, que passam por um maior controlo a nível dos centros de Inspecção Periódica Obrigatória e por uma gestão mais racional do trânsito e dos transportes públicos. A nível nacional, passam também pelo controlo das emissões de muitas unidades fabris, a começar pela famosa co-incineração, uma “obra” de um grande amigo do Sr. Costa actualmente preso preventivamente em Évora.
Esta medida, para além de uma manobra de cosmética para parecer bem a Bruxelas, vem mesmo a jeito para ajudar à venda de automóveis novos. Ainda não é Primeiro-Ministro e já o Sr. Costa faz favores a pedido. Imagine-se agora o que acontecerá se algum dia se apanhar nesse cargo. Nada de novo em relação ao PS e aos partidos do sistema, portanto.
O PNR está contra esta medida e informa que apoia e participará na Marcha Lenta marcada para o dia 1 de Fevereiro às 14 horas. Apelamos pois a todos os nossos simpatizantes, militantes e cidadãos em geral, que forem da região de Lisboa, para que neste dia se concentrem no Parque Eduardo VII àquela hora.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/local/os-escarros-de-costa/

quarta-feira, janeiro 21, 2015

NOVO LIVRO DIZ QUE HÁ MESMO RAÇAS - AS CONHECIDAS - E GERA A EXPECTÁVEL POLÉMICA E HOSTILIDADE

Sim, as raças dividem-se mesmo nestas três, e talvez noutras mais, mas nestas seguramente

Fonte: http://www.elmundo.es/ciencia/2015/01/19/54bbe656268e3e76798b4577.html
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Chegou anteontem às livrarias do país irmão um livro que desencadeou uma das mais violentas confrontações académicas dos últimos anos. O título já o prenuncia: «Uma Herança Incómoda» (edições Ariel, em Espanha). O autor, inglês residente nos EUA, é o biólogo e divulgador científico Nicholas Wade, anterior editor científico na revista «Science» e do «The New York Times». O tema é a raça. Já se sabe que a raça é um dos tabus do mundo contemporâneo, isto em termos de cultura «mainstream», regida pelas elites dominantes... basta notar que grande parte da comunidade científica partilha a opinião do antropólogo Ashley Montagu: «a palavra "raça" é em si mesma racista.»

Falar positivamente em raça é, portanto, um pecado.

Wade, qual moderno Galileu, sustenta em contrapartida que os notáveis - embora ainda preliminares - avanços no conhecimento do genoma humano permitem afirmar a existência de diferenças intrínsecas entre grandes grupos populacionais e que falar disso não abre forçosamente a porta para o ressurgimento do racismo: «a Ciência trata do que é, não do que deveria ser.»
A tese principal de «Uma Herança Incómoda» é que a evolução humana deve considerar-se «recente, copiosa e regional». O homem está em constante transformação genética e mudou consideravelmente na História recente, como em qualquer outro período, fazendo-o de forma diferente segundo o ambiente geográfico em que se estabeleceu, principalmente - segundo Wade - em função do continente que habitou. Ora hipótese de que os traços distintivos das diferentes raças transcendem as evidências físicas - cor de pele - e dizem também respeito ao comportamento social e aos traços culturais e económicos, faz com que boa parte do mundo académico vá aos arames, enquanto Wade o acusa, ao mundo académico, de actuar por inércia, motivos políticos e/ou medo das acusações de racismo.

A obra foi publicada na Primavera. De imediato, um grupo de cento e quarenta cientistas acusaram Wade de interpretar mal o seu trabalho científico. Autoridades proeminentes como Evan Eichler, David Goldstein e Michael Hammer reprovam Wade através de uma carta publicada no The New York Times.
Rasmus Nielsen, da Universidade da Califórnia, alegou que a sua investigação foi «sequestrada por Wade para promover a sua agenda ideológica». Wade emite acusação similar contra diversos cientistas: «aldrabam o tema em lugar de se arriscarem a ser caluniados com insinuações de racismo e porem em perigo a sua carreira e o seu financiamento.»

A edição espanhola do livro apresenta a resposta de Wade à carta dos geneticistas: mantém inalterada a sua posição no que toca à conclusão de que a raça tem fundamento biológico, o que não impede que se destaque a unidade genética essencial da humanidade.
O autor, que admite que são conjecturas parte do que diz, tem por outro lado os seus defensores, tais como E. O. Wilson, um dos biólogos mais respeitados do mundo, que saúda Wade por ocupar-se da diversidade genética «sem medo da verdade».
Outro defensor de Wade é o cientista James D. Watson, que foi prémio Nobel ao co-descobrir o ADN e recentemente caiu em desgraça e foi vítima de boicote académico tendo até perdido o posto de presidente do prestigiante Laboratório Cold Spring Harbor, como aqui se noticiou, por dizer que os negros são menos inteligentes que os brancos. Watson considera «Uma Herança Incómoda» como «uma obra magistral».

Um dos detractores de Wade, o antropólogo Agustín Fuentes, acusa o inglês, entre outras coisas, de fazer arbitrariamente variar o número de raças em três, cinco ou sete, de acordo com diferentes critérios que se podem escolher.
Wade argumenta que a falta de acordo nos métodos de classificação, o que faz com que se possam definir entre três e sessenta raças, «não significa que as raças não existam». Sustenta o autor que a partir de África, a humanidade começou a dispersar-se, há cinquenta mil anos, diferenciando-se em três grandes grupos: o caucasóide, o asiático amarelo e o que ficou em África. Somaram-se-lhe mais dois grupos, o aborígene australiano e o americano nativo ou ameríndio, descendente este último dos povos siberianos que chegaram ao Alasca e daí ao resto da América através do estreito de Beríngia. 

O livro refere os grandes pontos de inflexão da História: a passagem dos antepassados do homem das árvores ao solo, a invenção da agricultura, a criação do Estado, a organização social ocidental, interpretando-os à luz das modificações genéticas impostas pela selecção natural para superar os desafios que cada grupo populacional enfrentou. Estes evoluíram de maneiras diferentes na medida em que, ao separar-se por diferentes continentes e ao não se miscigenarem devido às barreiras idiomáticas ou ao sentimento de territorialidade, legaram aos seus descendentes apenas uma parte do acervo genético comum. Por isso cada raça apresenta a sua própria frequência - ou abundância relativa - na distribuição de alelos, que são as formas alternativas que pode ter um mesmo gene.
Wade cita estudos segundo os quais cerca de oito por cento do genoma humano mostra evidências de ter estado sob pressão recente da selecção natural, o que é visível na forma dos grandes blocos que adoptam os genes submetidos a uma mutação que beneficia a espécie: «geração após geração, o o bloco de ADN com a versão favorecida de um gene vai sendo transportado por cada vez mais gente.»
A complicação maior surge quando Wade envereda pelo terreno das especulações acerca de como a evolução fez derivar cada grupo numa direcção determinada que não pode explicar-se exclusivamente por razões culturais. Na sua opinião, modificações mínimas do comportamento social do homem dão como resultado conjuntos de população muito diferentes.
Afirma Wade que a genética traz uma inclinação inata para determinado comportamento. E diz: «se todos os indivíduos de uma sociedade têm propensões similares, por leves que sejam (...), então [esta sociedade] tenderá a actuar nessa direcção» e dotar-se-á de instrumentos pertinentes, moldará o comportamento dos seus membros assim como as suas capacidades, incluindo as cognitivas, e é aqui que a coisa se torna mais espinhosa...
Wade, que não fala em superioridades raciais, conjectura sobre os Europeus terem criado as bases da sua posição dominante durante séculos quando desenvolveram «uma forma particularmente bem sucedida de organização social» e que este sólido apoio não permite agoirar «a partir de uma perspectiva evolutiva, um iminente declive do Ocidente», o que ajuda a dar cabo, digo eu, do velho fantasma, sem grande fundamento, da «decadência do Ocidente». Conforme diz Wade, esta forma de organização social seria o fruto da propensão de um grupo humano, neste caso o caucasóide, para se dotar de uma série de instituições e usos que se adaptavam especialmente bem às «suas circunstâncias locais concretas», desenvolvendo assim «um tipo de sociedade que era muito favorável à inovação». Chega também a dizer que se podem rastrear as bases genéticas da tendência dos africanos para se regerem por sistemas de carácter tribal e dos chineses para serem submissos e reticentes a alterações.
Considera ainda a hipótese de os judeus Asquenazis terem experimentado «uma melhoria genética da sua capacidade cognitiva» devido à sua dedicação ancestral - em parte forçada - a actividades complexas relacionadas com o empréstimo de dinheiro: «quaisquer genes que aumentaram a inteligência que surgiram numa família da população geral diluir-se-iam na geração seguinte, mas podiam acumular-se na comunidade judaica porque se dissuadia o matrimónio com os não judeus».

COMUNICADO DOS ANTI-ISLAMIZAÇÃO EM REACÇÃO À PROIBIÇÃO DA SUA MANIFESTAÇÃO EM FRANÇA

Fonte: http://www.minutodigital.com/2015/01/21/francia-prohibicion-de-la-marcha-contra-la-islamizacion-comunicado-de-prensa-de-los-convocantes/
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Como aqui foi noticiado, proibiu-se há coisa de dias uma manifestação anti-islamização que seria levada a cabo pelas organizações Resistência Republicana e Resposta Laica. Em contrapartida foi permitida uma manifestação islamo-esquerdista...

A Resistência Republicana e a Resposta Laica emitiram em reacção à proibição o seguinte comunicado:

«Conferência de imprensa europeia de resistência à islamização dos nossos países

O chefe policial da zona, sob pressão do ministro do Interior Bernard Cazeneuve, do presidente da câmara ecologista do distrito escolhido para a manifestação, de organizações muçulmanas e de Extrema-Esquerda, decidiu proibir a concentração de 18 de Janeiro organizada por Resistência Republicana e Resposta Laica.
Esta decisão, altamente política, foi apoiada pelos juízes do tribunal administrativo, que consideraram, de maneira estranha, que apelar à expulsão dos islamistas que semeiam a morte no nosso país é uma "incitação ao ódio e à divisão".
Como tínhamos anunciado, organizaremos nesse dia, pelas 15 horas em Paris, uma conferência de imprensa europeia, com a animadora dos PEGIDA Düsseldorf e Colónia, Melanie Dittmer, o responsável belga pelos PEGIDA Valónia, Pierre Renversez, o deputado suíço Jean-Luc Addor, o italiano Armando Manocchia e o filósofo Renaud Camus. Como medida de segurança para os organizadores e intervenientes, daremos a conhecer o lugar da conferência de imprensa unicamente por telefone aos jornalistas que o peçam antes das 14 horas. 
Não vamos retroceder na nossa resistência à islamização apesar de um poder totalitário disposto a tudo para proibir a livre crítica ao dogma islâmico. Convidamos os patriotas que vieram a Paris para pedir que os islamistas sejam postos fora de França e que não vão poder concentrar-se no local previsto, que se reúnam com outros patriotas nos bares ao redor da praça ou nas ruas adjacentes. Sinais de identificação: emblemas, pins, lenços, guarda-chuvas, etc., com as três cores da bandeira nacional. E à falta disso, nada impede ninguém de difundir a nossa palavra a quem a quiser ouvir. A Resistência é hoje.

Christine Tasin et Pierre Cassen»

Esta concentração foi proibida sob pressão de organizações e espécies de gente diversa: Partido Comunista, Partido de Esquerda, grupos de Esquerda, enfim. Uma petição foi enviada ao ministro Valls, assinada maioritariamente por muçulmanos...


O QUE A «DIVERSIDADE» FAZ À LIBERDADE E À DEMOCRACIA



Seja por causa da iminvasão, seja pela imposição do anti-racismo e da imigração em massa, a Liberdade dos autóctones é vítima da «diversidade». 

EXTREMA-DIREITA BRITÂNICA VOLTA A PATRULHAR AS RUAS CONTRA A AMEAÇA ISLAMIZANTE

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://observador.pt/2015/01/21/grupo-de-extrema-direita-ingles-volta-patrulhas-de-rua-depois-dos-ataques-em-paris/   (artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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O grupo de extrema-direita inglês “Britain First” recuperou a sua campanha de patrulhas de rua, denominadas “Patrulhas Cristãs”, e que têm como objectivo lutar contra aquilo que chama a islamização, escreve o Independent. As acções deste grupo regressaram depois dos ataques de há duas semanas em Paris contra o jornal satírico Charlie Hebdo e um supermercado kosher.
No Facebook deste grupo, que apresenta como imagem de capa um gigantesco apelo à luta contra a islamização, pede-se que os britânicos digam “não” à Sharia, às mesquitas e ao terror. Foi nessa página que o “Britain First” publicou um vídeo que mostra elementos do grupo a percorrerem as ruas da zona leste de Londres – a que chamam “Londres ocupada” – num Land Rover que pertenceu ao exército.
O seu objectivo passa por tornar as ruas “seguras para as nossas pessoas”, declara o grupo. Paul Golding, o auto-intitulado líder do “Britain First”, aparece, juntamente com Jayda Fransen, uma ex-candidata a deputada, a distribuir folhetos que apelam à proibição das mesquitas e dos niqabs e justificam a acção das patrulhas cristãs como uma espécie de contra-ataque. Isto porque, garante o grupo, há patrulhas muçulmanas a operar na área, confiscando álcool e incomodando as mulheres.
No final do vídeo vê-se a polícia a intervir para impedir confrontos entre os elementos do “Britain First” e os residentes muçulmanos.
Este grupo estava quase adormecido, segundo o Independent, não conseguindo financiamento, nem elementos suficientes para as patrulhas. Esta foi a primeira patrulha em quarenta anos e surge depois de alguns ministros britânicos terem enviado uma carta conjunta aos líderes muçulmanos do país, pedindo-lhes que esclarecessem de que forma o Islão “pode ser parte integrante da identidade britânica”, após os ataques em Paris que resultaram na morte de 17 pessoas.
A deputada trabalhista Rushanara Ali, eleita pelo círculo de Bethnal Green e Bow (leste de Londres) já condenou as patrulhas cristãs. “A população do leste de Londres rejeitou sempre o ódio e a intolerância. A retórica de grupos extremistas como o ‘Britain First’ não tem lugar aqui, na zona que, orgulhosamente, é uma das comunidades mais vibrantes e diversas do Reino Unido”, disse.

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Resta saber o que disse a senhora sobre as patrulhas islamistas, as que andam a impor a charia nas ruas... aliás, a senhora nem gosta nada que os autóctones tenham liberdade de expressão para protestar contra o Islão, mas não se opõe a que os pregadores de ódio islamistas gozem dessa mesma liberdade de expressão em solo britânico, como aqui se pode ler: https://themuslimissue.wordpress.com/2013/09/04/uk-another-muslim-mp-is-trying-to-strangulate-britains-free-speech-by-banning-edl-march/



NO PAÍS IRMÃO - PROEMINENTE VIGÁRIO DO JUDEU MORTO PREGA O DEVER DE ACOLHER A MASSA IMINVASORA

Fonte: http://www.alertadigital.com/2015/01/18/el-arzobispo-de-madrid-llama-a-superar-el-rechazo-a-los-inmigrantes-y-pide-acoger-a-todos-los-pueblos-sin-discriminaciones-y-sin-limites/
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El arzobispo de Madrid, Carlos Osoro, ha hecho hoy un llamamiento a practicar la cultura del encuentro, la acogida, la integración y la solidaridad, superando la “desconfianza” y el “rechazo” a los inmigrantes.
Osoro ha presentado en la parroquia jesuita San Francisco de Borja la Jornada Mundial del Emigrante y del Refugiado que se celebrará mañana con el lema “Una Iglesia sin fronteras, madre de todos”.
Durante el acto, se han proyectado dos vídeos de la Conferencia Episcopal Española y la Comisión Episcopal de Migraciones, uno sobre la jornada y otro sobra la labor de la Iglesia con los inmigrantes.
En su intervención, el arzobispo ha abogado por aumentar la colaboración de los Estados, las organizaciones de la sociedad civil y la Iglesia, dadas las dimensiones de los movimientos migratorios y los problemas sociales, económicos, culturales y religiosos que suscitan.
Entre 1990 y 2013, ha precisado, ha aumentado el número de emigrantes internacionales tanto en regiones desarrolladas del globo como en países en vías de desarrollo, así como la inmigración irregular y la trata de personas con fines de explotación sexual.
Ha destacado la necesidad de “humanizar” la situación de los inmigrantes para garantizar que todos los que tengan que abandonar su tierra natal no se sientan extranjeros en otros lugares, sino “hermanos”.
Es el momento de intensificar los esfuerzos para crear condiciones de vida más humana en los países de origen y analizar las causas que motivan las migraciones con el objetivo de desarrollar mundialmente un orden económico y financiero más justo y más equitativo, ha subrayado Osoro.
La Iglesia tiene que abrir sus brazos para acoger a todos los pueblos “sin discriminaciones y sin límites”, extendiendo por todo el mundo la cultura del encuentro, la acogida, la integración y la solidaridad, según la cual nadie puede ser considerado “inútil” o quedar “descartado”, en palabras del arzobispo de Madrid.
En el acto, el secretario de la Comisión Episcopal de Migraciones, el jesuita José Luis Pinilla, ha expresado su deseo de que las políticas sociales migratorias ofrezcan “caminos alternativos a los centros de internamiento o las devoluciones sumarias”.
Ha recordado la situación en la frontera entre España y Marruecos, donde algunos inmigrantes consiguen colarse, pero otros son cadáveres que el mar entrega a las orillas prohibidas o cuerpos sin nombre, que yacen bajo tierra en otro mundo distinto al que querían llegar.
Los obispos consideran a los inmigrantes como un acontecimiento que enriquece a la Iglesia y a la sociedad, ha subrayado Pinilla.
Además, ha recalcado que, ante “el envite horrible del terrorismo yihadista y de otros terrorismos”, hay que redoblar esfuerzos para que “ni España, ni Europa, ni el mundo encuentren en la inmigración el gran chivo expiatorio para justificar sus propios fracasos”.

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Resta saber de que fracassos fala o sô padre e se porventura quererá imputar aos Europeus a alta taxa de criminalidade alógena e a crescente radicalização islamista em solo europeu... e nem surpreendia nada que o fizesse, afinal de contas a tara do complexo de culpa branco, marca predominante da actual elite reinante no Ocidente, xenófila e etno-masoquista, tem a sua origem espiritual na tara da culpa colectiva cristã: tanto num caso como noutro, trata-se da culpa do colectivo Nós (os Europeus, a humanidade, respectivamente) diante de «deus» (Cristo, o Alógeno[negro, mouro, etc.], respectivamente), que sofreu por culpa «nossa»...


IMAGENS DE UM QUOTIDIANO EUROPEU - VIOLÊNCIA INTER-ÉTNICA NA EM TEMPOS SERENA ALBION




Fonte: http://www.minutodigital.com/2015/01/19/video-jovenes-musulmanes-agreden-a-chicas-blancas-en-reino-unido/   -    Página com vídeo incorporado (o vídeo que eventualmente deve ver-se acima)
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Na passada semana, vários menores de ambos os sexos que se encontravam numa paragem de autocarro em Ashton-under-Lyne, nos subúrbios de Manchester, foram provocados e violentamente agredidos por pivetes paquistaneses armados com paus, que insistiram em partilhar o seu calor humano com os frios britânicos. A cena foi filmada e propagada pela Internet, gerando indignação na área. Esperava-se que desse origem a distúrbios mas nada aconteceu. Não houve grupos de jovens brancos «racistas» a querer pagar na mesma moeda...

Todavia as imagens não ficarão esquecidas - somadas a muitas outras do género, alimentarão a determinação da massa popular autóctone para que se faça o que é preciso fazer contra a presença maciça de alógenos cuja arrogância é só por si ofensiva, independentemente das agressões em si.

Ghffar  Hussain, especialista em temas de terrorismo, declarou ao diário The Comentator que o incidente não passou de um confronto entre gangues de desocupados, que a questão religiosa nada teve a ver com o sucedido e que «a Extrema-Direita tem a culpa de tudo porque tenta demonizar os muçulmanos britânicos.»
É assim o absolutamente inaudito descaramento revoltante desta gente, que não perde uma oportunidade para, de costas quentes e com uma arrogância revoltante, passar ao contra-ataque...


Mas isto contabiliza-se tudo. Quando um dia se lhes apresentar a conta a pagar, pode ser que venham pela primeira vez a ter razão ao armar-se em vítimas...


MANIFESTAÇÃO ISLAMISTA EM FRANÇA

Fonte: http://www.minutodigital.com/2015/01/19/prohiben-una-marcha-contra-la-islamizacion-de-los-patriotas-franceses-pero-permiten-una-contra-la-islamofobia-de-los-musulmanes/
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Em França, foi proibida uma manifestação anti-islamização, das organizações Resistência Republicana e Resposta Laica. Poucos dias depois permitiu-se no mesmo país uma manifestação islamista dirigida por muçulmanos e esquerdistas, como se pode ver nas fotos da página acima, que por motivo de bom gosto não se colocam aqui...

A agressividade compensa, olá se compensa. E enquanto os «racistas» europeus teriam supostamente de andar setenta anos a pedir desculpas pelo que terá alegadamente sido feito por um determinado regime nacionalista europeu, os muçulmanos, de costas aquecidas pelos seus dimiescos amigos antirras, estão sempre dispostos a fazer reivindicações e a armarem-se em vítimas, independentemente dos milhões que em nome da sua doutrina já se massacraram, e mesmo depois de um caso de extrema e revoltante violência que indignou o mundo.

terça-feira, janeiro 20, 2015

NO BERÇO DA CIVILIZAÇÃO EUROPEIA - CELEBRAÇÃO RELIGIOSA DA «THEOGAMIA» SOLAR



Dia do nascer do sol ("domingo") 18 de Janeiro "2015", o Alto Conselho dos Helenos comemorou a "Theogamia" ou «Casamento Divino» no Ekatibolos de Ateneu filosófica, de acordo com o ciclo festivo oficial da religião nacional grega.

UM DOS MAIS IMPORTANTES JORNAIS DO MUNDO PUBLICA ARTIGO DE MARINE LE PEN A DENUNCIAR A LIGAÇÃO ENTRE TERRORISMO E IMIGRAÇÃO

Fonte: http://observador.pt/2015/01/20/marine-le-pen-escreve-opiniao-para-o-new-york-times/   (artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Depois de ter recusado publicar um cartoon do Charlie Hebdo por considerá-lo impróprio, o New York Times decidiu abrir o espaço de comentário a Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita francês.
Na crónica, publicada em francês e numa tradução em inglês, a líder da Frente Nacional francesa disse que França, “terra dos direitos humanos e da liberdade”, foi atacada por uma ideologia totalitarista — o fundamentalismo islâmico. Conhecida pelos seus comentários contra a imigração, Le Pen referiu a necessidade de os muçulmanos lutarem lado a lado com os franceses e de distinguirem o fundamentalismo do verdadeiro Islão. “O terrorismo islâmico é um cancro para o Islão”, escreveu. Le Pen acusou o governo francês de evitar o problema, recusando-se a “chamar as coisas pelos nomes” e de estar “em negação”.
“É apenas olhando o inimigo nos olhos que se pode evitar confundir as questões. Os próprios muçulmanos precisam de ouvir esta mensagem. Precisam que a distinção entre o terrorismo islâmico e a sua fé seja feita de forma clara. Contudo, esta distinção só pode ser feita se se estiver disposto a identificar a ameaça”.
Como um dos principais problemas, Le Pen refere as políticas de imigração europeias, que têm impedido a implementação e a assimilação de uma política de prevenção.
“O dogma da movimentação livre dos povos e bens está tão profundamente enraizada nos líderes da União Europeia que a simples ideia de controlar as fronteiras é vista como herética”.
Para a líder da extrema-direita, os vários governos têm falhado sucessivamente. Para que o fundamentalismo islâmico deixe de ser um problema, Le Pen defende que “tudo deve ser revisto”, desde os serviços de inteligência às forças policiais. Algumas das medidas sugeridas por Le Pen incluem a restrição do número de imigrantes, o controlo das fronteiras francesas e, a mais urgente de todas, a retirada de nacionalidade aos jihadistas nascidos em França. “Retirar a nacionalidade francesa aos jihadistas é uma necessidade absoluta”, referiu, sem porém explicar como é que tal deveria ser feito.
As reacções à opinião da New York Times já começaram a surgir no Twitter. Philip Gourevitch da New Yorker, chamou ao artigo “um marco na luta pela legitimidade” do partido Frente Nacional. Outros utilizadores, mais críticos,chamaram uma “vergonha” à publicação, e houve até quem lembrasse a data escolhida pelo New York Times para a divulgação do artigo — o dia de Martin Luther King. Para a Quartz, uma coisa é clara — o artigo de opinião é uma facada nas costas de França.
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Guinchos antirras sempre agradáveis de ouvir, estes. Tão miserável tem sido a política de imigração adoptada no Ocidente que as verdades estão a vir ao de cima, o povo dá cada vez mais preferência a quem as revela, votando por isso mais e mais no Nacionalismo - a Democracia é lixada para as elites que queiram impingir valores às «suas» populações... - e alguns jornalistas começam a preferir ser razoáveis e perceber que mais vale «integrar» no «mainstream» mediático uma voz que de qualquer modo já não conseguiriam abafar. 

D. SEBASTIÃO SOBREVIVEU A ALCÁCER-QUIBIR E FOI PRESO COM A CUMPLICIDADE DOS CASTELHANOS?

Notícia de há quatro anos sobre o que se terá passado há quatrocentos e dezassete: http://www.cmjornal.xl.pt/cultura/detalhe/d-sebastiao-foi-preso-em-italia.html
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O rei D. Sebastião sobreviveu à batalha de Alcácer-Quibir e reapareceu no ano de 1598 em Itália, onde foi mais tarde preso em Veneza, Florença e Nápoles, com a cumplicidade dos espanhóis. Quem o escreve é a historiadora Maria Luísa Martins da Cunha no terceiro volume do livro ‘Grandes Enigmas da História de Portugal’, que é lançado hoje e a que o CM teve acesso. 

Segundo acrescenta a investigadora, "a maioria dos historiadores tem aceite sem discussão a versão oficial da História de D. Sebastião" que foi criada "durante o período da dominação filipina com claros intuitos políticos". Houve "uma destruição continuada e premeditada da imagem do rei". Entre as provas que sustentam que D. Sebastião não morreu em Alcácer-Quibir, Maria Luísa Martins da Cunha cita "várias testemunhas que atestaram que o viram sair vivo da batalha, entre os quais Sebastião Figueira, que declarou ter saído dela com o rei" e que "o reconheceu em Veneza na pessoa do Cavaleiro da Cruz, ou, como ficou para a História, como ‘D. Sebastião de Veneza'." Mais: "Para além de outros indícios muito fortes, um indício importante de que D. Sebastião sobreviveu" foi "o achamento, no século XIX, de uma medalha de ouro com a inscrição ‘Sebastianus Primus Portugaliae Rex' num túmulo da capela de S. Sebastião do Convento dos Agostinhos de Limoges, onde segundo a tradição estava sepultado um rei português do mesmo nome." A obra, da Ésquilo, é lançada hoje, às 19h00, na Fnac do Colombo, em Lisboa. 


COLUNA DE BLINDADOS RUSSOS A CAMINHO DA FRONTEIRA COM A UCRÂNIA?



SEMANÁRIO «O DIABO» DE 20 DE JANEIRO DE 2015


NA SUÉCIA - OFERECEM-SE EMPREGOS NO ESTADO A EX-JIHADISTAS...

Agradecimentos ao Vilhena por ter aqui trazido esta notícia: http://portuguese.ruvr.ru/news/2015_01_20/Terroristas-de-Estado-Isl-mico-trabalham-no-munic-pio-da-cidade-sueca-9523/
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Um vereador municipal da cidade sueca de Orebro, Rasmus Persson, foi recentemente criticado por sua oferta para fornecer empregos municipais a jovens jihadistas residentes na Suécia de origem estrangeira. No entanto, sabe-se agora que alguns jovens radicais já estão trabalhando na comunidade como parte do seu estágio – e ainda assim um deles foi morto no Iraque.
O estágio foi organizado por Thomas Gustafsson, chefe da organização Partnerskap Orebro (Parceria Orebro). Ele deu trabalho a jovens "párias" de 18-24 anos de idade. Muitos deles fugiram para a Síria para lutar ao lado do Estado Islâmico.
No Outono de 2013, 12 jovens da comuna Vivalla deixaram de apoiar o Estado Islâmico. A Polícia identificou-os quando eles voltaram, mas nenhum deles é suspeito de cometer crimes, por isso, decidiu ajudá-los, disse Thomas Gustafsson em entrevista ao canal televisivo SVT Tvarsnytt.
Um dos estagiários, um somali de 20 anos de idade, algumas semanas mais tarde foi morto no norte do Iraque.
Thomas Gustavsson admite que o retorno do somali ao Estado Islâmico foi um fracasso.

Um fracasso para a sua política, mas um bom alívio para a Europa, é menos um islamista africano em solo europeu ou a fazer seja o que for...
Entretanto é curioso constatar como a cambada xenófila, que tanto critica, em abstracto, os extremismos e a violência, esteja tão disposta a premiar os violentos mas bonzinhos com empregos jeitosos, seguros, argumentando descaradamente que nenhum deles é suspeito de cometer crimes depois de terem estado a combater ao lado de uma tropa que viola todos os direitos humanos que há para violar, chegando até a vender crianças para a escravatura. Era giro ver quantos Carmos e Trindades não cairiam se algum vereador europeu resolvesse oferecer empregos estatais a nazis que tivessem combatido ao lado das tropas sírias de Bashar al-Assad ou na Ucrânia...
Para cúmulo da ofensa os jovens que receberam os postos de trabalho numa perfumada bandeja escandinava não só não são suecos como nem sequer são europeus. Mas para os incitar a portarem-se bem «connosco» foi-lhes oferecido algo que numa sociedade civilizada e legítima estaria reservado aos autóctones, uma vez que o Estado só deve existir para servir a Nação, isto é, a Estirpe. 

NOMEAÇÃO DOS ÓSCARES ACUSADA DE SER DEMASIADAMENTE BRANCA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia:
http://awards.yahoo.com/post/108170908787/acting-oscar-nominations-are-all-white
http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/presidente-da-academia-defende-maior-diversidade-racial-nos-oscares-1682547
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A presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, Cheryl Boone Isaacs, juntou-se ao debate sobre a diversidade – ou a falta dela – nas escolhas para os Óscares deste ano, afirmando que gostaria de ver nestas uma maior representação dos diferentes grupos que compõem a sociedade.
Isaacs, que é a primeira afro-americana presidente da Academia, salientou, no entanto, que esta instituição tem “conseguido avanços” no caminho para uma maior diversidade, e que está empenhada em garanti-la. Mas acrescentou que esse não pode ser apenas um esforço da Academia, e que tem que ser acompanhado pela indústria cinematográfica norte-americana.
A polémica não é nova, vem de anos anteriores, e instalou-se novamente logo após o anúncio dos filmes e actores nomeados, na quinta-feira: os 20 concorrentes nas principais categorias de representação são brancos, e nas categorias de realização e argumento não figuram mulheres. As reacções não se fizeram esperar, e no Twitter surgiu mesmo a hashtag #OscarsSoWhite. Um dos aspectos mais salientados foi a ausência na lista dos seleccionados da realizadora negra Ava DuVernay e do actor negro David Oyelowo, apesar do seu filme, Selma, uma biografia de Martin Luther King, estar nomeado para Melhor Filme, e ter sido considerado "melhor filme do ano" pelo site agregador de críticas Rotten Tomatoes. "Selma é um filme excelente que sem dúvida se representou e realizou sozinho magnificamente", ironizou o actor Joshua Malina. 
Os candidatos aos Óscares são escolhidos pela Academia, por isso as críticas estão a ser-lhe dirigidas. “Nos últimos dois anos fizemos avanços maiores do que nunca no caminho para nos tornarmos uma organização com maior diversidade e mais inclusiva, através da admissão de novos membros”, sublinhou Cheryl Boone Isaacs.
A Academia é composta por 6028 membros e, segundo um artigo publicado em Dezembro de 2013 pelo jornal Los Angeles Times, a grande maioria (93%) são brancos. Apesar dos recentes esforços para a tornar mais diversificada que são referidos por Isaacs, os convites para a entrada de novos membros ainda não foram suficientes para que a instituição ficasse um pouco “menos branca”. De acordo com o jornal, de 2012 para 2013, a percentagem de brancos tinha diminuído em apenas 1%. A mesma análise indica que 76% destes membros são homens, e em 2013 tinham uma média de idades de 63 anos. 

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Sabe-se há que tempos que nos meios me(r)diáticos e culturais dominantes, sobretudo nas esferas cinematográficas, o esquerdismo anti-racista é completamente «mainstream» ou dominante, mas mesmo assim até este nicho da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente é susceptível de ser acusado de «racismo» se não tiver permanentemente em mente, vinte e quatro horas por dia, a preocupação em dar aos negros uma quota seja do que for, passando por cima da simples e descontraída, necessariamente livre, ou tão livre quanto possível, apreciação da qualidade artística. Quando se dá a certos representantes de certas minorias impunidade ideológica para exigir o obscenamente absurdo, é mesmo assim que as coisas se passam.