quarta-feira, Abril 23, 2014

ONU AVISA - SUÉCIA PODERÁ FICAR COMO O TERCEIRO-MUNDO

Fonte: http://www.alertadigital.com/2014/04/23/un-informe-de-la-onu-dice-que-suecia-se-convertira-en-una-nacion-del-tercer-mundo-en-unos-15-anos/

É a ONU que avisa, num relatório recente: a Suécia poderá ficar como um país de terceiro-mundo daqui a década e meia - devido à imigração que recebe precisamente do terceiro-mundo, nomeadamente de países muçulmanos.
O crime aumenta a olhos vistos, como se tem aqui noticiado, até a judiaria local já pensa em fugir porque é alvo privilegiado da violência islamista, isto enquanto a elite manifesta mal disfarçado ódio à cultura nacional sueca.
Não passa do resultado da aplicação de medidas de autêntica engenharia social, até engenharia civilizacional, em que a elite reinante não teve pejo em impingir à população os seus valores e práticas mundialistas. Como se pode ler no artigo acima, instituiu-se uma autêntica inquisição anti-racista. A jornalista sueca Ingrid Carlqvist chega até a dizer que se os mé(r)dia acusam alguém de ser racista, essa pessoa «encontrar-se-á sem trabalho, sem carreira, é até possível que perca a família.»
Ingrid Carlqvist
Ingrid Carlqvist e Lars Hedegaard, conhecido pelas suas posições anti-islamistas, tentaram até pôr em circulação um jornal que veiculasse as suas ideias, mas a maioria dos Suecos actuais tem até medo de receber em casa essa publicação, visto poder qualquer carteiro acusá-los de racismo ou de islamofobia...



Percebe-se portanto o cuidado que os camaradas do partido dos Democratas Suecos têm de ter nas suas declarações políticas, bem com o ódio desabrido a que são votados nos mé(r)dia dominantes. Criou-se em espaço sueco um terrorismo de Estado não declarado, por meio da sugestão e da campanha me(r)diática intensa, que se conhece bem porque o mesmo princípio funciona noutros países europeus: o cagaçal anti-racista, agressivo e sonsa e implícitamente violento, faz com que o cidadão comum, urbano, usualmente isolado e anónimo, tenha medo de ser o único «racista» da sua sociedade, e por isso se cale muito bem caladinho a respeito dos seus eventuais pensamentos «racistas». Num meio em que toda a gente, ou grande parte da gente, assim pense, já se vê, as ideias «racistas» não circulam, não se ouvem, e assim a elite tem campo aberto para impingir à população, sobretudo aos mais influenciáveis e novos, a sua doutrina da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente. Ou seja, haver «racistas» se calhar até há, aliás, até haverá muitos, mas estão genericamente imobilizados e silenciados pela lei que os proíbe de se organizarem e pela lei que lhes limita a liberdade de expressão e pelo ambiente de repressão que lhes pode fazer perder o emprego, já que ao mais alto nível das chefias a doutrina anti-racista está mais presente...

Há todavia na peça acima algo que sugere uma luz ao fundo do túnel, e não será necessariamente a de um comboio que venha de frente - o facto, segundo um jornalista, de que o termo «assimilação» está completamente fora de questão para os políticos «mainstream». Entenda-se: a presença do alógeno é de tal modo sacralizada que quem manda no país não admite sequer a possiblidade lhe exigir que se adapte à cultura sueca. 
E isto, no essencial, pode vir a ser mais positivo que negativo - porque, de uma maneira ou doutra, permitirá um distanciamento prático, concreto, quotidiano, não declarado, entre os alógenos e os autóctones, podendo estes eventualmente salvaguardar-se em geral como um bloco étnico conciso, uma entidade colectiva biológico-cultural à parte, com potencial para um dia recuperar o que é seu, a saber, cada milímetro do seu território nacional.

E no entanto a verdade é que apesar de tudo a democracia funciona. A Suécia, considerada - por obra da sua própria elite, bruxo... - como um país anti-racista e receptivo a tudo e todos, a Suécia, dizia, é um país onde o partido acima referido dos Democratas Suecos alcançou vinte lugares no parlamento. Vinte, 20, tjugo, como se diz em Sueco. Porque o voto é secreto e aí é que se vê o que o povo realmente pensa. Claro que isto irrita e sobretudo assusta a elite, dando-lhe cabo do arranjinho me(r)diático-evangélico anti-racista que tinha andado a montar há uns anitos. Porque povo é povo -tarde ou cedo, a médio ou longo prazo, acaba por dar preferência ao «Nós», à estirpe. Por isso mesmo é que a tendência política com mais potencial de crescimento no seio do povo é o Nacionalismo, o que significa que a Democracia conduz, naturalmente, o Nacionalismo ao poder.

MAIS UM «PORTUGUÊS» LIGADO AO CRIME - POR VIOLAÇÃO DE CINCO BRITÂNICAS

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2586038/Portuguese-police-say-interviewed-heroin-addict-linked-disappearance-Madeleine-McCann-sex-attacks-five-five-British-girls.html
Aqui pode ver-se a cara do sujeito, o que ajuda a perceber o grau da sua portugalidade...

Na imprensa tuga que encontrei a foto do dito não aparece: http://www.ionline.pt/artigos/portugal/maddie-policia-portuguesa-tenta-interrogar-suspeito-morreu-2009
Euclides Lopes Monteiro morreu num acidente de tractor.
A polícia portuguesa tentou este fim-de-semana interrogar Euclides Lopes Monteiro, um dos principais suspeitos do desaparecimento de Madeleine McCann, mas o homem morreu em 2009. A informação é avançada pelo The Mirror.
“Ligaram-me e disseram que estavam na cidade para falar comigo. Encontrámo-nos num café e disseram que queriam interrogar o Euclides porque ele trabalhava no complexo do Ocean Club e que tinham identificado o sinal do seu telemóvel na área onde Madeleine desapareceu naquela noite”, revelou Luísa Rodrigues, viúva de Euclides Lopes Monteiro, à publicação.
Luísa Rodrigues acrescentou ainda que o marido “não era um anjo” mas que não tinha relação alguma com o desaparecimento da criança inglesa. “Eu sei que o Euclides não é o responsável pelo desaparecimento da Maddie. Ele saiu da prisão um homem diferente. Fez uma vida honesta e era um pai e um marido muito carinhoso”, acrescentou.
Euclides Lopes Monteiro era toxicodependente quando foi preso e morreu num acidente de tractor em 2009.

VIOLAÇÕES DE BRANCOS NA ÁFRICA DO SUL - COM A CONIVÊNCIA DAS AUTORIDADES NEGRAS

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://topconservativenews.com/2010/03/black-police-officers-organizing-gang-rapes-of-white-men-in-south-africa/
No actual regime sul-africano, «libertado» do «horror» que foi a segregação racial ou apartheid, sucede agora que há homens brancos a serem presos por motivos menores para que depois grupos de negros os violem na cadeia. Estes brancos são depois libertados sem que haja qualquer acusação contra eles.


O ISLÃO COMO UM ANTI-POLITEÍSMO, FOCO DE INTOLERÂNCIA

«Aben Saud, conta o nosso filósofo, ficou com o poder servindo-se de uma ideia religiosa, o wahabismo, e acrescenta que é característica da alma beduína converter toda a ideia religiosa em puritanismo. Mas o puritanismo não é uma religião e sim um exagero fanático de uma religião. Assim, o maometismo foi um puritanismo quando só retirou da doutrina judaico-cristã o exagerado e o agressivo. Essa atitude explica que seja a única religião cujo credo se formula negativamente quando dogmatiza que não há outro Deus além de Deus. Esta expressão tautológica revela a sua origem dialéctica e polémica: a fé maometana é constitutivamente guerreira, pois é uma religião que se inicia com um "não", e o seu credo consiste em considerar que os demais não têm direito a crer no que eles próprios crêem. Daí que o seu monoteísmo (Alá) seja melhor definido como um não-politeísmo (II, 683-4).»

L. M. Pino Campo, «A Religião em Ortega y Gasset», Biblioteca das Religiões, 2000.

AQUI AO LADO - MAIS POSTOS DE TRABALHO PARA ALÓGENOS QUE PARA NACIONAIS

Porque a elite reinante na Europa é essencialmente a mesma em todos os países, pior nuns que noutros, mas fundamentalmente trata-se da mesma classe político-ideológica.

La Seguridad Social ganó 15.201 cotizantes extranjeros en marzo, un 0,99 por ciento más en relación al mes anterior, hasta situarse el número de inmigrantes en alta en 1.535.889 ocupados.
La cifra indica que más de cinco millones de inmigrantes que viven en España no trabaja, y por lo tanto nadie sabe de qué viven, aunque la mayoría reciben ayudas sociales para su manutención y vivienda, además de una ayuda por cada hijo.
Por otro lado, resulta sorprendente que los puestos de trabajo que se están generando en España vayan a parar, de forma importante, a inmigrantes, y no tanto a españoles.
Con el repunte de marzo, el mayor desde junio de 2012, la afiliación de extranjeros a la Seguridad Social encadena dos meses consecutivos al alza tras ganar casi 6.000 cotizantes extranjeros en febrero.Por comunidades autónomas, Baleares, Murcia y Andalucía fueron las que registraron el mayor incremento intermensual, con avances del 8%, del 3,5% y del 2%. En términos absolutos, Cataluña lidera la afiliación de extranjeros, con 340.994 trabajadores, seguida de Madrid (328.368), Andalucía, 208.381, y Comunidad Valenciana, con 164.963 inmigrantes cotizando al sistema.
Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/04/22/trabajo-si-sobre-todo-para-inmigrantes/

PESQUISA MOSTRA QUE ELEFANTES DISTINGUEM IDIOMAS E GÉNEROS SEXUAIS NOS HUMANOS

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://news.discovery.com/animals/elephants-can-tell-gender-ethnicity-in-human-voices-140311.htm
Um estudo recente realizado no Parque Nacional Amboseli, do Quénia, indica que os elefantes africanos (Loxodonta africana) podem diferenciar línguas humanas e a partir daí identificar potenciais ameaças. 
Neste momento o elefante africano, que é o maior animal terrestre, está categorizado com espécie vulnerável devido à caça ilegal de que tem sido vítima. Uma experiência científica constatou que o elefante, além de ser capaz de colaborar, é também capaz de entender a lógica do trabalho de grupo.
Os pesquisadores fizeram centenas de elefantes ouvir vozes gravadas, em diferentes idiomas, para observar as reacções dos animais daí resultantes. Uma das línguas ouvidas foi a de homens, mulheres e crianças da tribo Masai, que costuma entrar em confronto com os elefantes. Outra das línguas era a dos Kamba, que raramente lutam contra elefantes; os empregados e agricultores do supracitado parque nacional costumam ser desta etnia. Todas as vozes diziam o mesmo: «Olha, olha ali, um grupo de elefantes aproxima-se.» 
Quando os elefantes ouviram as vozes dos adultos Masai do sexo masculino, juntaram-se, começaram a sondar olfactivamente o espaço que os rodeava e afastaram-se cautelosamente. Mas quando ouviram vozes femininas e infantis, ou vozes dos Kamba, não mostraram qualquer preocupação. 
O co-autor do estudo, Graeme Shanon, do departamento de Psicologia da Universidade do Sussex, argumenta que «a capacidade para distinguir entre homens Masai e Kamba a dizerem a mesma frase na sua própria língua sugere que os elefantes conseguem discriminar entre diferentes idiomas.»
Keith Lindsay, biólogo e membro do comité de aconselhamento científico do Projecto de Pesquisa do Elefante Amboseli, explica o significado da reacção dos animais: «o que os elefantes estão a fazer é muito sofisticado. Muitos animais fogem diante da ameaça que as pessoas em geral representam, mas um animal esperto não faz isso.» E acrescenta: «A sua resposta ao ouvirem os homens Masai a falarem foi de alerta, e de afastamento, mas não fugiram em pânico. Isto sugere que os elefantes são capazes de pensar, de reconhecer que se homens Masai estão a falar, não estão provavelmente a caçar, porque se estivessem a caçar estariam calados.»

Os grupos de elefantes com matriarcas mais velhas entre eles tiveram melhor desempenho na prevenção da ameaça, o que destaca o papel da aprendizagem no comportamento dos animais.

Os elefantes não agiram do mesmo modo quando ouviram sons de leões. Neste caso, juntaram-se de maneira a que os mais jovens - portanto mais vulneráveis - ficassem no centro e moveram-se em direcção ao sítio de onde vinha o som como se quisessem assustar os leões.

Outros animais que parecem discriminar entre diferentes humanos são os golfinhos focinho de garrafa do Brasil (que, aparentemente, cooperam até com os pescadores), os macacos maiores, os corvos e os cães-de-pradaria (espécie de roedores) parecem distinguir as pessoas a certos níveis.

Um outro estudo, anterior, publicado no mês passado pela revista PLoS ONE, mostra que os elefantes têm até uma espécie de chamamento de alarme como reacção à presença de humanos. 



MENOS UM MÚSICO NEGRO ISLAMISTA EM SOLO EUROPEU - RAPPER «ALEMÃO» JIHADISTA MORRE NA SÍRIA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspxcontent_id=3824618&seccao=M%E9dio%20Oriente
Um rapper alemão, que se juntou aos jihadistas na Síria, foi morto no domingo na guerra que opõe os grupos rebeldes rivais no leste do país, anunciaram hoje as fontes jihadistas e uma organização não governamental.
Mais conhecido como Deso Dogg, Denis Mamadou Cuspert decidiu fazer parte do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), um grupo ultra radical, e quis que o seu nome de combate fosse Abou Talha al-Almani. Mamadou Cuspert perdeu a vida no domingo num duplo ataque suicida levado a cabo pelos seus rivais da Frente al-Nosra, o ala síria da Al-Qaeda.
"A nação islâmica sangra após o anúncio da morte em martírio do combatente jihadista, o irmão Abou Talha al-Almani.", lê-se numa mensagem escrita num fórum jihadista. "Ele morreu por causa de um atentado suicida reivindicado pelos soldados traidores de Jolani - chefe da al-Nosra - contra uma casa onde estavam os irmãos do EIIL", acrescentou o texto.
O Observatório Sírio dos Direitos do Homem (OSDH), que beneficia de uma ampla rede de militantes, médicos e advogados no país, confirmou que houve um ataque no domingo. O diretor do OSDH, Rami Abdel Rahmane, revelou à AFP que dois membros da Frente al-Nosra se fizeram explodir, matando 16 membros do EIIL. Rahmane disse ainda que um combatente conhecido pelo nome de Abou Talha foi morto durante a tragédia, que teve lugar nas províncias de Deir Ezzor e Hassaka.
A al-Nosra, aliada dos rebeldes islâmicos, entrou em guerra desde o início de Janeiro com o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, a quem acusa de brutalidade contra os civis e seus opositores. Como consequência, esta acção resultou num conflito sem misericórdia e atentados recíprocos.
O rapper alemão apareceu em vários vídeos e fotografias e, em Setembro de 2013, ficou ferido num ataque aéreo. Cerca de 10 000 estrangeiros combatem na Síria contra o regime de Bashar al-Assad.

Bom era que todos os africanos e muçulmanos na Europa seguissem o seu exemplo no que toca a ir daqui para fora combater, mas para não mais voltar...


terça-feira, Abril 22, 2014

PNR DENUNCIA MAIS CORTES QUE ESTRANGULAM O PAÍS E ASSUME-SE COMO ÚNICA ALTERNATIVA POSSÍVEL PARA O FUTURO DA NAÇÃO

Fonte: http://news.discovery.com/animals/elephants-can-tell-gender-ethnicity-in-human-voices-140311.htm
Sem margem de manobra para mexer em salários e pensões, o Governo volta a tesoura dos cortes para os serviços públicos. Depois das Eleições Europeias, prevê-se o pior dos cenários para os tribunais, hospitais, centros de saúde, escolas, repartições de finanças e tudo aquilo a que este Governo (manifestamente incapaz, ou manifestamente capaz de tudo) puder deitar a mão.
Este tipo de cortes, para além de limitarem cada vez mais o acesso dos portugueses aos serviços públicos, são um convite a migrações, desertificando o interior e promovendo o êxodo das aldeias para as vilas, das vilas para as cidades e das pequenas cidades para as grandes metrópoles, com a consequente perda da qualidade de vida e da identidade e a divisão de famílias, acompanhada pelo esquecimento de amizades e referências, tudo em nome da “poupança” de um Estado que cada vez serve menos a sua função de servir as populações e a Nação e cada vez mais, à boa maneira liberal-capitalista, trata as pessoas como se fossem números.
Este cenário negro, como não podia deixar de ser, é patrocinado pela Tróica e implementado pelos seus “bons alunos” do Governo PSD/CDS. 
Desta vez, a Tróica leva-nos os anéis. Da próxima, levar-nos-á os dedos e, à terceira, já nem olhará para nós. É este o futuro que nos espera se não começarmos desde já a preparar a nossa saída do Euro e a relançar o tecido produtivo nacional, para que um dia não percamos também os dedos e possamos voltar a ter o Estado como garante da justiça e igualdade de acesso aos direitos e necessidades básicas de qualquer cidadão numa sociedade civilizada. 
O PNR reafirma pois uma das suas bandeiras: a da harmonia, que defende um Portugal povoado de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Esta é uma causa que sempre foi nossa e que passa por garantir o elementar direito dos portugueses a viverem condignamente na terra que os viu nascer, com acesso próximo à educação, à saúde e a todos os serviços necessários a uma vida de qualidade e digna.
Uma onda de protesto vai certamente tentar travar esta medidas. Dos partidos marxistas, com as suas propostas baseadas em modelos falidos e ultrapassados pela História, já nada há a esperar. Os Nacionalistas devem pois encabeçar essa luta, estar na linha da frente a defender a Pátria e o Povo, levando sempre a mensagem de que é preciso ir além de protestos momentâneos e apoiar o PNR, pois só o Nacionalismo Renovador tem soluções alternativas concretas e eficazes para Portugal e para os portugueses.

ÉBOLA PODE JÁ TER CHEGADO À EUROPA - ATRAVÉS DA IMIGRAÇÃO ORIUNDA DE ÁFRICA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.inquisitr.com/1220816/ebola-outbreak-may-have-spread-out-of-africa-and-into-europe/
O vírus do Ébola pode já ter chegado à Europa apesar das medidas para conter a pandemia. 

E pode já ter chegado à Europa por via da imigração em massa oriunda de África, no que constitui mais esse contributo da imigração para o bem-estar dos Europeus...

A maleita alastrou já em sete países africanos. E cerca de quatro dúzias de imigrantes dessa área chegaram a Itália, provavelmente de forma ilegal, encontrando-se agora em Pisa, Itália. Estão neste momento a ser isolados por terem manifestado sintomas usualmente associados ao Ébola, nomeadamente conjuntivite, sangue em torno os olhos e febre.

Há entretanto uma variante do vírus que por enquanto não é detectada pelos testes.


Mais uma razão, como se já houvesse poucas, para que os Europeus se afastem o mais possível de alógenos africanos em solo europeu.

«EUROPEUS» E EUROPEUS NA GUERRA DA SÍRIA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://pt.euronews.com/2014/04/21/europeus-aderem-a-guerra-santa-na-siria/
Acabam de ser libertados depois de 10 meses de cativeiro na Síria os jornalistas franceses que, este domingo, chegaram a Paris e que confirmam que há pessoas de todo o mundo envolvidas na guerra síria.
Portugueses e ingleses responderam ao apelo de grupos extremistas, mas não são os únicos como explica o ministro do Negócios Estrangeiros francês, Laurent Fabius: “Há franceses, belgas, italianos e todo um conjunto de europeus. Muitos franceses partiram para a Síria e aderiram à guerra santa.”
Um relatório das Nações Unidas aponta para quatro tipos de grupos na Síria: nacionalistas democráticos, islamitas sírios, nacionalistas curdos e radicais. Os últimos são considerados responsáveis por vários crimes de guerra.
De acordo com os serviços secretos britânicos pelo menos três portugueses terão partido de Inglaterra para a Síria.
Estima-se que no total uma dezena de portugueses possam estar ligados à Al Qaeda e a outros grupos radicais a operar no país.

Pois, «portugueses» que, como já se viu noutras notícias recentes, são todos eles de origem não portuguesa, nem sequer europeia...
Mutatis mutandis o mesmo se aplicará provavelmente à esmagadora maioria dos outros combatentes «europeus» que vão participar na guerra civil síria...
Não quer isto dizer que todos, todos os cidadãos europeus que aí se encontram a lutar sejam falsamente europeus, bem entendido... como aqui se pode ler, https://www.hate-speech.org/other-volunteers/, há voluntários europeus de Extrema-Direita a dar punho, tiro e sangue em defesa do regime de Assad - russos, polacos, ucranianos, croatas, moldavos, búlgaros e gregos, nomeadamente da Chrysi Avgi ou Aurora Dourada e da Mavros Kinos ou Lírio Negro que, segundo conta o site deste último grupo, notabilizaram-se pelo seu heroísmo na ofensiva de al-Qusayr, lançada pelo governo sírio em Abril do ano passado.



MÁRIO SOARES DIZ QUE ACÇÃO DOS MILITARES «A MAL» É «UMA BELA IDEIA»

(...)
O fundador do PS e antigo Presidente da República insistiu: "É evidente que este Governo está a destruir Portugal e cada vez vai destruir mais. Já não temos SNS, Estado social, direitos do Homem. Eles fingem que são democratas mas querem um 25 de Abril a fingir.” E acrescentou, citando um manifestante das forças de segurança na última concentração frente ao Parlamento: “‘Hoje foi assim, a bem, da próxima vez vai a mal’. Eu achei que essa era uma bela ideia.”
(...)
Fonte: http://www.publico.pt/politica/noticia/mario-soares-quer-governo-derrubado-freitas-pede-novo-partido-1633042

Se fosse um militante do PNR a dizer uma destas publicamente se calhar estava agora na pildra, ou pelo menos rodeado de histérico cagaçal «anti-fascista», e «aqui d'el rei que os racistas estão a apelar à violência e ao golpe de Estado»...

Já não é a primeira vez que Mário Soares se notabiliza por este tipo de mensagem, como aqui se leu, no ano passado: http://www.publico.pt/politica/noticia/cds-acusa-soares-de-incitar-implicitamente-a-violencia-1613581
(...)
"Se fosse uma vez por outra, até pelo passado do dr. Mário Soares, não teríamos qualquer tipo de comentário. Como são reiteradas, como não é a primeira vez, e implicitamente apelam à violência, nós consideramos da maior gravidade e nesse sentido não podemos deixar de tomar uma posição pública",
(...)
Na Aula Magna, o fundador do PS aconselhou os membros do Governo a abandonarem o executivo, "enquanto ainda podem ir para as suas casas pelo seu próprio pé", caso contrário, "serão responsáveis pela onda de violência que aí virá e que os vai atingir". Mário Soares pediu a demissão do Governo e do Presidente da República.
(...)

segunda-feira, Abril 21, 2014

UM TRABALHO DE HIPOTÉTICA RECONSTRUÇÃO - COMO SERIA UM CANTO DE GUERRA LUSITANO


Descrição do vídeo:
Segundo vídeo sobre uma hipotética música da Ibéria antiga. Poderia identificar-se perfeitamente com a descrição que Diodoro Sículo faz acerca dos cantos de guerra que os Lusitanos entoavam na batalha.

POR UMA VERDADEIRA UNIÃO EUROPEIA OU A DIVERSIDADE QUE MAIS INTERESSA - A NOSSA


MARCHA POPULAR EM PAMPLONA PELA INDEPENDÊNCIA NACIONAL BASCA



Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.laverdad.es/murcia/rc/20140420/espana/miles-personas-reclaman-independencia-20140420163811.html
Miles de personas han participado este domingo en Pamplona en la manifestación convocada por la Red Independentistak con motivo del Aberri Eguna (Día de la patria vasca), una marcha en la que han reivindicado que "la independencia es la única alternativa real de futuro capaz de dar respuesta a los deseos y las necesidades de la ciudadanía vasca". Según la Policía Municipal de Pamplona, en la manifestación han participado 10.000 personas. Los convocantes han declinado ofrecer una cifra concreta de asistentes.
La manifestación, en la que han participado representantes de Sortu, Aralar, EA y Alternatiba, se ha desarrollado con el lema 'Gehiengoaren nahia, Independentzia' (El deseo de la mayoría) y ha partido sobre las 12.15 horas de los cines Golem. La marcha ha estado encabezada por una gran ikurriña y la pancarta 'Independentzia' (Independencia). Muchos de los asistentes han portado banderas de Escocia y la bandera independentista de Catalunya, así como ikurriñas y banderas de Navarra.
(...)
 Antes del inicio de la marcha, la representante de Red Independentistak Garbiñe Bueno ha defendido, en declaraciones a los medios de comunicación, que "la independencia es la única alternativa real de futuro capaz de dar respuesta a los deseos y las necesidades de la ciudadanía vasca". "Hay un pueblo lleno de vida y energía que quiere decidir su futuro en libertad", ha asegurado Bueno.
Por su parte, Josu Juaristi ha afirmado, en nombre de EH Bildu, que este Aberri Eguna se celebra "en un contexto histórico", ya que "en Europa el pueblo escocés va a decidir su futuro en pocos meses y el catalán ha creado las condiciones necesarias para poder hacerlo también, dando la voz y la decisión al pueblo". "Así conseguirán cambiar el mapa de Europa", ha añadido. Sin embargo, ha precisado Juaristi, "los estados español y francés se empeñan en negar los derechos que como pueblo nos corresponden". "Les decimos alto y claro que nosotros y sólo nosotros decidiremos nuestro futuro. 2014 será el año del derecho a decidir en Europa y Euskal Herria debe situarse en la primera línea del ejercicio de ese derecho", ha defendido, para después llamar a "todos los ciudadanos de este país a unir fuerzas y trabajar juntos para conseguir un Estado vasco en Europa".
En representación de EA, Pello Urizar ha reclamado "el derecho a decidir, que es un principio democrático, la base democrática de entre los derechos que tiene cualquier pueblo y que debe ser un derecho a reclamar no sólo por los partidos nacionalistas, sino por cualquier persona que se declare demócrata". "El derecho a decidir el futuro de los pueblos no puede ser obstaculizado por los estados. El día de hoy es un día propicio para realizar esa reclamación, para que la mayoría social de Euskal Herria que apoya ese derecho a decidir lo reclame y seamos capaces entre todos de trabajar por que ese derecho sea una realidad cuanto antes", ha afirmado.
"Por un estado vasco"
La cabeza de la manifestación ha llegado sobre las 13.15 horas al paseo de Sarasate, donde se ha celebrado un acto político en el que Txutxi Ariznabarreta, en representación de la Red Independentistak, ha llamado a "todas las personas que viven en Euskal Herria a participar por encima de sensibilidades políticas y sentimientos concretos en la construcción del Estado vasco, porque es la mejor alternativa de futuro para todos".
"Nos dicen que la independencia provocaría conflicto, división y ruptura en la sociedad vasca porque en Euskal Herria hay una gran diversidad identitaria, lingüística y cultural, y nos presentan a los estados como garantes del respeto a esa diversidad, qué barbaridad", ha criticado. En este sentido, ha censurado que "los estados español y francés jamás han respetado ni respetarán la diversidad". A su juicio, "el único estatus político con capacidad para respetar la diversidad es el Estado independiente vasco, construido desde la propia diversidad de Euskal Herria".

DATA DA FUNDAÇÃO DA CIDADE DA LOBA - UM MOMENTO DA RAIZ DA ESTIRPE

Venus Genetrix
antepassada mítica dos Romanos

Mosaico representando a cena em que Marte desce das Alturas para fecundar Reia Sílvia


A Loba amamentando Rómulo e Remo

Diz a lenda que em 21 de Abril de 753 antes da era cristã ou era comum, o latino Rómulo, irmão de Remo, filho de Marte, Deus da Guerra, e de Reia Sílvia, vestal (sacerdotisa de Vesta, Deusa do Fogo Sagrado do Lar e da Pátria), fundou a cidade de Roma, que viria a ser a capital de um dos maiores impérios de sempre, proto-fundador do Ocidente e raiz étnica - pelo menos em parte - das actuais Nações latinas, entre as quais se inclui Portugal.
Reia Sílvia era filha de Numitor, filho de Procas, rei da cidade latina de Alba Longa. O irmão de Numitor, Amúlio, tomou o poder e obrigou a filha do irmão a tornar-se vestal (sacerdotisa de Vesta) porque as vestais não podiam deixar de ser virgens e Amúlio não queria que Reia Sílvia tivesse filhos, os quais um dia poderiam reclamar o trono que Amúlio queria para si e para os seus próprios filhos.
Todavia, Reia Sílvia foi fecundada por Marte, que das Alturas desceu sobre ela e fez com que a virgem desse à luz dois gémeos, Rómulo e Remo. Amúlio ordenou que fossem atirados, mãe e filhos, ao rio Tibre, mas Tiberinus, o Deus do rio, salvou Reia de se afogar. Quanto aos filhos, foram recolhidos e amamentados por uma loba (daí a conhecida imagem da Loba que amamenta duas crianças, como se pode ver acima) sob uma figueira (a ruminalis ficus) e protegidos por um pica-pau (ambos os animais são consagrados a Marte), tendo posteriormente sido adoptados por um pastor, Fáustulo, e sua esposa, Acca Larentia, que os criaram.
Mais tarde, os irmãos colocaram o seu avô Numitor no trono e decidiram depois criar outra cidade. Remo viu seis abutres sobre o monte Aventino e afirmou que a nova urbe teria de nascer ali, mas Rómulo viu doze abutres sobre o monte Palatino e decidiu-se por esta última elevação como ponto de partida do novo Estado. Traçou por isso um sulco numa área plana, em torno do monte, dizendo «Morto será aquele que violar esta fronteira!». Como Remo troçasse do irmão e saltitasse de um lado para o outro do sulco, Rómulo matou-o. Isto é mito fundador, é lenda imortal, narrativa primordial (de alguns) dos nossos ancestrais. Por isso, o caminho do sulco de Rómulo seria o caminho que, mais tarde, os jovens solteiros romanos iriam percorrer, à volta do Monte Palatino, todos os anos, por ocasião da celebração da Lupercalia.
Soa, a muitos ouvidos, como blasfémia, isto de dizer que os Romanos são antepassados dos Portugueses, pois que, no entender popular, essa gente vinda do Lácio oprimiu aqueles que tradicionalmente nos habituámos a considerar como Os nossos avós por excelência, que são os Lusitanos. Mas é tempo de começar a perceber que a Romanidade é parte integrante da nossa etnicidade, a par ou quase a par (a tradição mítica conta muito e por isso digo «quase a par») da identidade pré-romana do povo de Viriato. O próprio facto de falarmos o Português, que é língua latina (é Camões quem explica a simpatia que Vénus, Deusa do Amor, tem pelos Portugueses: diz o vate que a Deusa, em relação à língua portuguesa, «crê, com pouca corrupção, que é latina») e não o Lusitano, do qual pouco ou quase nada sabemos, atesta a importância crucial que tem na raiz dos Portugueses a estirpe latina, romana, a da Loba e da Águia de Prata, símbolo de Júpiter transportado pelas legiões da chamada Cidade Eterna.
Somos pois Lusitano-Romanos na nossa essência, o que acaba por significar que, no fundo, somos filhos duma violação. Paciência. O filho dum violador não tem necessariamente de cometer estupros, ou sequer de aprovar o execrando acto do pai, mas também nenhuma moral sensata o obriga a suicidar-se ou a deixar-se matar só porque o seu nascimento não aconteceria caso o pai tivesse tido um comportamento decente... Do mesmo modo, mutatis mutandis, Portugal é filho dum imperialismo, mas nem por isso perde o direito à existência ou sequer à honra da ligação aos seus ancestrais pré-imperiais, isto é, os indígenas hispânicos (Lusitanos, Galaicos, Celtici, etc.). E, mesmo correndo o risco de parecer simplista, pode até dizer-se que a perda da independência lusitana, do povo de Viriato, foi de certo modo «vingada», ou compensada, pela multisecularmente posterior independência de Portugal, significando isto que a estirpe do extremo ocidente ibérico voltou, por portas travessas e com diferente voz, a ser livre na sua própria terra. Lusitanos e Romanos, de resto, acabaram por se fundir.
Além do mais, e independentemente de todas as guerras e ódios passados, o que é certo é que os Romanos pertencem à mesma família étnica que os Lusitanos, a indo-europeia. Pode pois encarar-se a vinda e conquista romana como a chegada de mais uma «tribo» indo-europeia, do mesmo modo que, a leste da Lusitânia, por exemplo, os célticos Vetões desalojaram os célticos Vaqueus. Os Romanos foram portanto um povo indo-europeu vindo do Lácio que aqui veio impor-se, a par da(s) invasão(ões) céltica(s) ou mesmo pré-céltica(s), bem como das invasões germânicas. A este propósito, é pertinente observar que, nas fileiras nacionalistas, patrióticas e não só, não se costuma lamentar as invasões germânicas como inimigas das identidades nacionais não germânicas, ao invés do que se faz com a romana (e faz-se não apenas em Portugal mas também na Grã-Bretanha, por exemplo, onde muitos acreditam que os malandros dos Romanos foram oprimir os coitadinhos dos Bretões, embora as maiores responsáveis pelo recuo e quase extermínio da Celticidade insular tenham sido as invasões germânicas dos Anglos e Saxões, antepassados directos dos Ingleses, ou em França, onde os Romanos são por vezes vistos como os grandes inimigos dos «verdadeiros franceses», isto é, dos Gauleses, enquanto os germânicos Francos como que passam impunes por esta onda de ódio a um certo passado...). A repulsa pelo invasor é exclusivamente dirigida contra os Romanos, o que pode ter muito a ver com um certo romantismo, ou seja, com a influência duradoura da corrente cultural romântica do século XIX, que exaltava o Norte brumoso e grandioso e depreciava o Sul «mesquinhamente» racionalista e luminoso.
Ora o Romantismo tem a sua beleza, um mérito muito próprio também, contribuiu grandemente para despertar a Chama Nacional, Tribal, que, como bem disse Berdiaev, dormitava desde o fim do mundo pagão, mas tem as suas limitações, como sucede, de resto, a tudo o que é humano. Já vai sendo tempo de deixar para trás certos pontos de vista derivados de rivalidades circunstanciais e historicamente limitadas para perceber que, ao fim ao cabo, os Europeus são todos do Norte (do planeta), do Grande Setentrião, como diz Guillaume Faye, e quase todos de raiz étnica indo-europeia.
E um dos muitos testemunhos desta ligação primordial tem também a ver com o dia de hoje, no qual Roma, além de festejar a sua fundação, celebrava também a Parilia, cerimónia religiosa em honra de Pales, a Deusa Protectora dos Rebanhos. A figura da Divindade feminina protectora Cujo nome radica em Pal- será eventualmente uma das mais antigas e disseminadas do mundo indo-europeu. Na Grécia, uma das mais importantes Deusas, Atenaprotectora de Atenas, tinha nesta cidade o título de Pallas; nota-se ao mesmo tempo a semelhança (como fez Georges Dumézil) entre a romana Pales, protectora dos rebanhos, e a indiana Vispala, Deusa igualmente protectora dos rebanhos, mas em Cujo nome «Vis» significa «Tribo», «Casa». Extraordinariamente, há na Lusitânia uma Deidade Cujo nome é Trebopala, em que «Trebo» significa, em Céltico, «Tribo», «Povo», enquanto «-pala» terá o sentido de «Protecção». A lusitana Trebopala seria pois exactamente equivalente, na Sua origem e significado, à indiana Vispalacomo se pode deduzir da leitura do artigo «O Sacrifício entre os Lusitanos», da Dra. Maria João Santos Arez, bem como da tese de licenciatura do Dr. Andrés Pena Granha, intitulada «Território Político Celta na Galícia Prerromana e Medieval».

E ainda hoje a palavra «pala» é em Português usada com o sentido de protecção... «viver à pala de», é, como se sabe, «viver sob a protecção de», ou «à custa de», e constitui expressão assaz usual.
Honremos pois o nosso passado milenar, cuja raiz se oculta na noite dos tempos, mas que, seguramente, constitui a base dos principais elementos da herança nacional: a estirpe indo-europeia.

COMO SE MUTILA UM IDIOMA


IDOSOS TRATADOS DE FORMA DESUMANA

Muitos idosos que vivem em quartos alugados são tratados de “forma desumana” pelos donos das casas, que lhes impõem “regras duras”, impedindo-os de terem “uma vida tranquila”, alerta o médico Luís Nunes.
“É um outro tipo de agressão que recentemente começou a ser referenciado e diz respeito aos idosos (viúvos, divorciados ou solteiros) que vivem em quartos alugados, sobretudo nas grandes cidades”, afirma Luís Nunes no livro “O bem-estar, a qualidade de vida e a saúde dos idosos”.
“Os donos das casas tratam-nos mal, exigem tudo e impõem regras, como só poderem ir à casa de banho duas ou três vezes por dia e tomarem banho uma vez por semana”, diz à Lusa o médico, que tem trabalhado em várias hospitais e centros de saúde.
Com estas regras, os idosos ficam “limitados e diminuídos”, mas “vão vivendo assim maltratados”, porque muitos estão longe da família e não têm alternativa, sublinha.
Contactada pela Lusa, Maria Oliveira, da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, adianta que as situações que têm chegado à APAV passam-se na zona de Lisboa.
Os idosos são vítimas de vários tipos de violência, principalmente da física, psicológica e financeira, que levam “a situações traumáticas”, lembra a técnica.
Um estudo do Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge, que estimou pela primeira vez a prevalência da violência contra idosos, refere que, entre Outubro de 2011 e Outubro de 2012, cerca de 314 mil pessoas com 60 e mais anos foram vítima de, pelo menos, uma "conduta de violência" por parte de um familiar, amigo, vizinho ou profissional.
No caso da conduta de trancar a pessoa no quarto ou impedir o acesso a toda a casa, mais de um terço das vítimas inquiridas referiu mais de 10 incidentes, 37,5% referenciou entre duas a 10 ocorrências e 26,6% reportou uma única ocorrência.
Maria Oliveira adverte que “as pessoas têm de ter liberdade de circulação” e se estiverem confinadas a um espaço podem estar a ser vítima de sequestro.
“Enquanto censuramos determinados comportamentos em relação às crianças e às mulheres vítimas de violência doméstica, em relação às pessoas idosas ainda há muita permissividade para este tipo de situações de violência”, lamenta.
Maria Oliveira explica que, “muitas vezes”, os idosos não se vêem como vítimas de um tipo de violência e mantêm-se naquela situação porque “preferem estar numa realidade que conhecem do que ir para o desconhecido”.
“Falamos muito da dependência financeira, mas muitas vezes é dependência emocional”, diz a técnica da APAV.
Apesar das várias campanhas que a APAV tem realizado, Maria Oliveira diz que “ainda há muito a fazer”.
Defende que tem de ser realizado para os idosos um percurso idêntico ao que foi feito para as mulheres vítimas de violência doméstica.
“Há que trabalhar com as pessoas idosas”, com os jovens, que serão os futuros cuidadores, com os profissionais de saúde e da educação e “sensibilizar a comunidade em geral para denunciar estas situações, porque não podemos continuar a olhar para o lado”, remata Maria Oliveira.
Segundo dados da APAV, mais de 11.300 idosos, a grande maioria mulheres, foram vítimas de violência doméstica nos últimos 12 anos, um número que tem vindo a aumentar todos os anos.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.
Fonte: http://www.ionline.pt/artigos/portugal/idosos-viverem-quartos-alugados-tratados-forma-desumana/pag/-1

sábado, Abril 19, 2014

CONTRA O PODER DOS MÉ(R)DIA NAS MÃOS DA ELITE - DEMOCRACIA DA INTERNET DÁ CADA VEZ MAIS VOZ AO PNR


É do conhecimento geral que existe um boicote mediático ao Nacionalismo a nível europeu e ao PNR a nível nacional. A estranha aliança entre patrões da direita e jornalistas da esquerda censura por omissão todos os nossos comunicados e tomadas de posição e, embora por vezes apareçam nos nossos eventos, os repórteres ou não publicam nada sobre eles depois ou fazem-no de uma forma pejorativa, adjectivando o nosso partido e a nossa ideologia com palavras criteriosamente escolhidas para nos diabolizarem (eis a prova provada de que incomodamos o sistema de podridão reinante). Salva-se apenas uma ou outra raríssima excepção.
Face a este bloqueio, e porque “quem não tem cão, caça com gato”, temos procurado informar os portugueses (pois são também nossas muitas das suas causas) através da Internet. Para tal, temos recorrido ao nosso site, a alguns blogues e às redes sociais.
Podemos dizer, sem falsa modéstia, que nesta auto-estrada que o sistema ainda não controla estamos a cada dia que passa a chegar a mais portugueses.  Neste momento, a nossa página é a mais vista entre os partidos políticos portugueses e, dia após dia, vamos subindo no ranking nacional e internacional.
Conforme indica o contador internacional “Alexa Traffic Ranks”, a página do PNR encontra-se na posição 4282 das páginas web nacionais à data de hoje, tendo vindo a subir ininterruptamente ao longo deste ano.
Em termos comparativos, há apenas um mês atrás a nossa página era a 1 161 970ª a nível mundial e a 9659ª a nível nacional, sendo a 2ª mais visitada na categoria dos partidos políticos portugueses. Hoje, encontramo-nos na 859 034ª posição a nível mundial, na 4282ª a nível nacional e já lideramos a tabela dos partidos portugueses mais visitados.
Este sucesso deve-se sobretudo a dois factores: por um lado, a nível central, o expectável esforço do PNR em optimizar os seus recursos e em tomar posição relativamente a todos os factos relevantes da vida politica, económica e social portuguesa e internacional. Por outro, a constante partilha dos nossos textos por parte dos nossos militantes e simpatizantes. Não temos dúvidas de que esta entrega daqueles que estão ao nosso lado, e a sua militância neste particular são o grande impulsionador deste sucesso. O PNR não dispõe de funcionários, mas prova a cada dia que passa que o esforço, quando distribuído por todos, resulta. Nós temos muito orgulho naqueles que caminham ao nosso lado, e prometemos fazer cada vez mais e melhor para continuarmos a merecer o seu apoio incondicional!
Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/ninguem-cala-mesmo-nossa-voz/

AURORA DOURADA DISTRIBUI COMIDA EM ATENAS - SÓ PARA OS GREGOS

Fonte: http://greece.greekreporter.com/2014/04/17/golden-dawn-hands-out-greeks-only-easter-meals/#sthash.Bhhh2Jfb.dpuf
Na capital da Grécia, o partido político Chrysi Avgi ou Aurora Dourada levou anteontem a cabo uma acção de distribuição de víveres, junto à sua sede - mas apenas ofereceu os bens a indivíduos que pudessem provar a sua identidade helénica.
O porta-voz Ilias Kasidiaris explicou: «A nossa "organização terrorista" está a organizar distribuições de comida em vez de se divertir em condomínios fechados." Quando lhe perguntaram o que achava do possível levantamento da sua imunidade parlamentar, limitou-se a desejar boa páscoa aos juízes.

E porque é que as autoridades judiciais, e até o parlamento grego propuseram levantar a imunidade parlamentar a Kasidiaris? Foi por ter participado no homicídio de um extremista de Esquerda. Não, não foi, foi por estar envolvido num negócio de tráfico de droga, não, isso também não, foi por ter feito e usado uma gravação ilegal com a qual apanhou o secretário governamental Panayiotis Baltakos a admitir que tinha havido batota da grossa na acusação da Aurora Dourada, verdadeiro escândalo noticiado aqui e ali mas que sintomaticamente não escandalizou os mass mé(r)dia jornalísticos e opinativos...
Kasidiaris é também acusado de organizar um grupo criminoso e de posse ilegal de armas.

As distribuições de comida por parte da AD foram já proibidas em diversas ocasiões políticos do regime sob o pretexto de serem «sopas do ódio». 

Porque a doença xenófila que domina chega já ao ponto de querer até impedir que gente do seu próprio Povo ajude outra gente do seu próprio Povo. Não há memória, na História humana, de o desenraizamento e a crença firme na obrigatoriedade de amar o Alógeno produzirem tal nível de traição à sua própria estirpe.



ACTIVIDADES LOCAIS DO PNR

Sem paragem desde as últimas Eleições Autárquicas, a actividade do PNR a nível local tem continuado a desenvolver-se, e com renovado fôlego nos últimos tempos, fruto das diversas reuniões que têm sido promovidas pelo nosso partido a nível central, nomeadamente em Fevereiro (por ocasião dos nossos Estados Gerais) e em Março (na reunião nacional de responsáveis de núcleos). E outra coisa não seria de esperar, pois, ao contrário de outros partidos, o PNR não cinge a sua actividade apenas às alturas de eleições.
Assim, no passado sábado, realizou-se mais uma reunião de responsáveis de zona da Grande Lisboa. O tema forte foi a campanha para as próximas Eleições Europeias, embora também tivessem sido abordadas outras questões, nomeadamente assuntos relacionados com o activismo e o desenvolvimento do PNR a nível local e nacional.
Simultaneamente, têm sido realizadas acções de distribuição de propaganda e colagens, como por exemplo no Porto, em Lisboa, em Odivelas, em Torres Vedras e em Sintra.
Num outro plano, importa destacar as recentes presenças de Rúben Lopes em reuniões da União das Juntas de Freguesia de Camarate, Unhos e Apelação (a cuja Assembleia de Freguesia concorreu nas últimas Eleições Autárquicas), bem como as intervenções do nosso delegado Bruno Rebelo nas sessões públicas da Câmara Municipal de Odivelas (nomeadamente na passada segunda-feira, ocasião em que abordou temas que são caros ao PNR, como a defesa do comércio local e a organização da habitação social).
Este trabalho no terreno tem vindo gradualmente a ganhar consistência, visando não só lançar raízes locais mas também levar o PNR ao conhecimento das populações e dar voz às mesmas.
Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/actividades-locais-pnr/

EUA APOIAM PROJECTO ISLÂMICO NA REPÚBLICA CHECA

Agradecimentos ao camarada RC por me ter dado a conhecer esta notícia: http://www.gatestoneinstitute.org/4262/islam-czech-republic
Consta que o governo do mulato que manda nos EUA está a promover o Islão na República Checa. A embaixada dos EUA em Praga canaliza financiamento para um projecto de activistas muçulmanos intitulado «Os Muçulmanos aos Olhos das Crianças Checas em Idade Escolar». O governo checo aprovou.
Não é caso único no que respeita à intervenção da administração Obama em solo europeu - como se pode ver neste texto http://www.gatestoneinstitute.org/2916/state-department-promoting-islam-europe, os américas sob o comando do queniano filho de pai muçulmana, Barack Obama, têm posto em prática ou pelo menos apoiado várias iniciativas de auxílio à presença muçulmana na Europa Ocidental, chegando ao ponto de por exemplo darem orientações a muçulmanos franceses para «comunicarem» mais facilmente com a sociedade francesa e aí recolherem fundos e organizarem-se politicamente. O governo francês condenou essa actuação como constituindo uma «intromissão». 

Mais uma vez parece confirmar-se a observação de Alexandre del Valle a respeito do apoio norte-americano ao Islão em todo o mundo, particularmente na Europa, como forma de a um tempo apaziguar as forças islâmicas e enfraquecer a unidade europeia...

O grupo acima referido diz que o Ministério Checo da Educação autorizou a organização de seminários destinados a «ensinar às crianças checas em idade escolar a respeito das crenças e práticas muçulmanas» e a «combater estereótipos e preconceitos sobre os muçulmanos.»
Os críticos afirmam que o verdadeiro objectivo do projecto é converter crianças não muçulmanas ao Islão transportando mensagens proselitistas islâmicas para as escolas públicas sob a capa de promoção do multiculturalismo e da luta contra a «islamofobia.»
Dividindo a informação que ministra aos jovens em diversas e mui detalhadas fases, o grupo chega a oferecer duzentas e cinquenta coroas checas, aliás, por volta de doze euros, a qualquer estudante entre os quinze e os dezoito anos que aceite assistir a uma apresentação de duas horas sobre o Islão.
A população muçulmana tem aumentado a olhos vistos neste país. De meros quatrocentos e noventa e cinco muçulmanos em 1991, passou já a mais de dez mil indivíduos (cinco mil segundo alguns, quinze mil segundo outros). O aumento foi pois de dois mil por cento, de há vinte e poucos anos até agora.
A maior parte dos muçulmanos do país são imigrantes do Afeganistão, da Bósnia, da Chechénia, do Egipto, do Iraque, do Irão, da Líbia, da Síria e da Turquia. Registam-se cerca de dois mil checos convertidos ao Islão, sendo que boa parte deste número se constitui de mulheres casadas com muçulmanos. Outra parte é de jovens checos em busca de espiritualidade...
Mais recentemente têm-se registado diversos conflitos de muçulmanos com algumas instituições; e houve ainda uma tentativa, da parte de um colectivo muçulmano, de proibir um livro sobre o Islão que lhes pareceu islamófobo. A obra, escrita por um ex-muçulmano, denuncia o modo como alguns muçulmanos abusam do multiculturalismo para infiltrarem o Islão nas escolas checas e indica também que a comunidade muçulmana do país está actualmente a ser dirigida por islamistas, e que as mesquitas em solo checo são controladas pela Arábia Saudita.


UNIVERSIDADE NORTE-AMERICANA CONSIDERA «FALHANÇO» TER PROPORCIONALMENTE «DEMASIADOS» BRANCOS

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.washingtontimes.com/news/2014/apr/15/university-calls-white-campus-population-failure-a/#.U012LbXWXBI.twitter#ixzz2yyyCrprN

A Universidade de Washington Ocidental está preocupada por haver demasiados estudantes brancos no campus e procura ajuda para rectificar a situação.
O presidente da instituição, Bruce Shepard, declara abertamente o objectivo de alterar esta situação «racista»: «Todos os anos, por esta altura, têm-me ouvido dizer que, se nas décadas seguintes tivermos tanta brancura como hoje, falhámos como universidade.»
Este sentimento teve eco em diversos discursos apelativos nos quais a «brancura» do campus universitário foi vista como um «falhanço».
Chegou a ser posto em circulação um questionário com a seguinte questão: «Como é que garantimos que nos próximos anos não seremos tão brancos como hoje?»
Shepard disse, num tópico recente de um blogue, que «se nas próximas décadas formos tão brancos como hoje, estaremos implacavelmente a caminhar para a mediocridade; ou, a tornar-mo-nos numa triste sombra do nosso eu actual».

Não surpreende tal procedimento a não ser pelo primarismo com que a coisa é declarada, dado que, enfim, sempre se está a falar de uma universidade, contexto em que a generalidade das ideias costuma ser sugerida de modo algo mais subtil... o carácter ideológico das declarações não deixa margem para qualquer espécie de dúvida, embora, note-se, o mais provável é que o supra-mencionado Shepard não considere a sua intenção como tendo qualquer conteúdo político, pois que a ideologia anti-racista está já de tal modo incutida no seio das elites culturais reinantes no Ocidente que os que por ela mais foram influenciados acham como nada mais que «normais» as suas posições militantemente «anti-racistas», leia-se, favoráveis à redução do branco na terra do branco. 

TERRORISMO DE EXTREMA-DIREITA EUROPEIA É O MENOS VIOLENTO DE TODOS

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://topconservativenews.com/2010/11/fbi-violent-threat-racists-non-existent/

O Centro Nacional de Contra-terrorismo (CNCT) dos EUA, que tem por função aconselhar o presidente do país, o Conselho de Segurança Nacional e o Conselho de Segurança do Território, revelou publicamente estatísticas indicando que a violência terrorista de Extrema-Direita (de origem europeia) a nivel mundial é baixíssima, quase não existente. Desde 2001 até 2010, apenas quatro pessoas foram assassinadas em ataques terroristas sob o rótulo «Neo-nazi/fascista/supremacista branco» - e um dos homicídios foi cometido pelos Lobos Cinzentos, organização de extrema-direita turca que de modo algum defende a causa da identidade étnica europeia. Três dos assassínios cometeram-se na Rússia e um nos EUA.
Em contrapartida, os atentados levados a cabo por militantes «políticos/seculares/anarquistas», entenda-se, rótulo que eufemisticamente designa ou pelo menos inclui a Extrema-Esquerda, estes atentados situam-se numericamente para além dos dezasseis mil casos. Mais numerosos ainda são, como seria de esperar da parte de quem anda atento às notícias, os ataques terroristas empreendidos por muçulmanos.
Pode ver-se a seguir uma tabela destes e doutros crimes cometidos desde 2001 de acordo com o registo do CNCT norte-americano, que me abstenho de traduzir, dada a sua relativa clareza:



Que ainda assim sejam os «nazis» a terem nos mé(r)dia mais fama de violência só demonstra como é flagrantemente limitada, quando não escandalosamente desonesta, a abordagem opinativa e noticiosa que domina a comunicação sucial no que diz respeito à dita Extrema-Direita europeia.

sexta-feira, Abril 18, 2014

FUTEBOLISTA NEGRO É AGORA TERRORISTA «PORTUGUÊS» DO ISLÃO

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/guerrilheiro-fez-testes-no-arsenal 

Português apontado como terrorista islâmico que surge em vídeo de facção da al-Qaeda. Está identificado como Celso Rodrigues da Costa, terá 29 anos, é português e chegou a fazer testes no Arsenal, um dos maiores clubes de futebol de Londres, para onde foi viver com dois irmãos. E é apontado pelos serviços secretos britânicos como o guerrilheiro da al-Qaeda que surge num vídeo apelando à jihad islâmica na Síria. A revelação da identidade, atribuída a fonte do MI5, surge depois de, no início de Abril, ter sido apontado o nome de Lassana Diarra – jogador de futebol que passou pelo Real Madrid e Arsenal – como o homem por trás do gorro passa-montanhas que segura uma AK47. O CM sabe que as autoridades britânicas já pediram informações sobre este homem às congéneres portuguesas. Segundo o jornal ‘The Guardian’, Celso Rodrigues da Costa terá crescido em Portugal, mas há alguns anos foi viver para Leyton, no Leste de Londres, com dois irmãos. Terá sido aí que se converteu ao Islão e aderiu à guerrilha islâmica na Síria. O vídeo foi publicado no site FiSyria, conotado com uma facção da al-Qaeda. Aqui é identificado como Abu Issa Al-Andalusi, "uma promessa do futebol, que cresceu com Cristiano Ronaldo, mas que trocou o dinheiro em nome de Alá".

Pois... um «português» no papel, porque a elite que manda em Portugal decidiu que o sujeito pode ser português porque pode, porque o meteram em Portugal...
Vá lá que desta vez há foto do «português», sem isso ficávamos assim «sem saber» nada a respeito do grau de portugalidade do muçulmano em questão...

Quanto a ter sido islamizado em Inglaterra, vale a pena lembrar esta notícia: http://www.theguardian.com/commentisfree/belief/2009/oct/05/black-muslims-islam, escrita por um negro num jornal de Esquerda britânico a respeito do fenómeno do crescimento do Islão no seio da comunidade africana em solo britânico. 
Isto só confirma o que há vários anos tenho dito e se observa igualmente nos EUA: a presença de uma grande comunidade negra no Ocidente constitui um potencial cavalo de Tróia a favor do Islão, dado que, devido ao ressentimento contra o branco europeu, muitos negros são facilmente recrutáveis por uma causa como a islâmica, inimiga histórica da Europa. 
Deste modo o Islão ganha força, em números, enquanto os negros mais ressentidos ganham uma causa e uma estrutura para porem em prática o seu ressentimento contra o Europeu.

Estes é um dos motivos que mostra a urgência de diminuir e rejeitar tanto quanto possível a presença quer de africanos quer de muçulmanos em território europeu.

AQUI AO LADO - DISSEMINA-SE DOENÇA ORIUNDA DO TERCEIRO-MUNDO


La enfermedad de Chagas, una enfermedad parasitaria endémica de Sudamérica, podría afectar ya en España a entre 35.000 y 40.000 personas, una estimación que convierte la enfermedad en “un problema de salud pública importante”, según afirma el Rogelio López-Vélez, jefe del Servicio de Enfermedades Tropicales del Hospital Ramón y Cajal de Madrid.
“El Chagas es una enfermedad un poco tramposa” -afirma- ya que tarda en dar mostrar los síntomas. De hecho se estima que solo un 30% desarrollará sintomatología, siendo la cardiomiopatía de diferentes grados de severidad -que puede afectar al 30 por ciento- y manifestaciones gastrointestinales en forma de megaesófago o megacolon o ambas, las más acusadas.
La Guardia Civíl soporta un aumento de enfermedades infecciosas debido al contacto de los agentes con inmigrantes.
Los casos de enfermedades infecciosas como la escarlatina, la tuberculosis, la poliomielosis o la viruela entre familiares de agentes y miembros del cuerpo han aumentado de manera alarmante. La mayoría de estas enfermedades, como la escarlatina, habían sido erradicadas de nuestra sociedad desde hace décadas, y otras como la viruela, la tuberculosis o la polio se reproducían en casos muy aislados. Sin embargo la llegada a España de colectivos de inmigrantes procedentes de países en los que esas enfermedades se dan con frecuencia han reintroducido y aumentado el número de casos por la falta de controles sanitarios. En el caso de la Guardia Civil, al tener que tratar con estos colectivos de manera habitual sin medidas de autoprotección se han producido casos de contagios de agentes y de sus familias.
Las principales causas de estos contagios serían la falta de medidas de autoprotección de los agentes, los cuales en un gran número de casos carecen de los medios más elementales como guantes, mascarillas o geles de desinfección. Otra de las causas más habituales de contagio está en los uniformes que una vez terminado el servicio todos los agentes se llevan a sus casas, con lo que se han convertido en un vehículo de transmisión de bacterias potencialmente contagiosas y peligrosas para sus familias.
El estado de los cuarteles, y especialmente de los calabozos es uno de los principales focos de contagio, ya que en la inmensa mayoría de casos carecen de ventilación o sistemas de higienización, y el material utilizado por los reclusos no se limpia cada vez que es utilizado, sino que se reutiliza con los siguientes detenidos, convirtiéndose además en un lugar de potencial contagio para reos y guardias.
Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/04/16/hasta-40-000-personas-en-espana-podrian-estar-afectadas-del-mal-de-chagas-importado-por-inmigrantes/

ACTIVIDADES LOCAIS DO PNR

Sem paragem desde as últimas Eleições Autárquicas, a actividade do PNR a nível local tem continuado a desenvolver-se, e com renovado fôlego nos últimos tempos, fruto das diversas reuniões que têm sido promovidas pelo nosso partido a nível central, nomeadamente em Fevereiro (por ocasião dos nossos Estados Gerais) e em Março (na reunião nacional de responsáveis de núcleos). E outra coisa não seria de esperar, pois, ao contrário de outros partidos, o PNR não cinge a sua actividade apenas às alturas de eleições.
Assim, no passado sábado, realizou-se mais uma reunião de responsáveis de zona da Grande Lisboa. O tema forte foi a campanha para as próximas Eleições Europeias, embora também tivessem sido abordadas outras questões, nomeadamente assuntos relacionados com o activismo e o desenvolvimento do PNR a nível local e nacional.
Simultaneamente, têm sido realizadas acções de distribuição de propaganda e colagens, como por exemplo no Porto, em Lisboa, em Odivelas, em Torres Vedras e em Sintra.
Num outro plano, importa destacar as recentes presenças de Rúben Lopes em reuniões da União das Juntas de Freguesia de Camarate, Unhos e Apelação (a cuja Assembleia de Freguesia concorreu nas últimas Eleições Autárquicas), bem como as intervenções do nosso delegado Bruno Rebelo nas sessões públicas da Câmara Municipal de Odivelas (nomeadamente na passada segunda-feira, ocasião em que abordou temas que são caros ao PNR, como a defesa do comércio local e a organização da habitação social).
Este trabalho no terreno tem vindo gradualmente a ganhar consistência, visando não só lançar raízes locais mas também levar o PNR ao conhecimento das populações e dar voz às mesmas.
Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/actividades-locais-pnr/

quarta-feira, Abril 16, 2014

ESTUDO INDICA QUE OS RECÉM-NASCIDOS BRANCOS PREFEREM TER AMIGOS BRANCOS

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2605633/White-babies-just-15-months-old-racial-bias-picking-playmates-study-found.html

Na Universidade de Washington, EUA, um estudo indica que os recém-nascidos mostram preferências raciais quando escolhem os parceiros de brincadeira. Além disso, também observam a justeza do comportamento alheio.
Os pesquisadores testaram a reacção de vários bebés de quinze meses diante da distribuição de brinquedos. Os bebés brancos manifestaram preferência pelos supervisores que mostrassem favorecer os da sua própria raça.

Num primeiro teste, dois adultos brancos dividiram os brinquedos. Um dos adultos distribuiu-os igualmente e o outro desigualmente. 
Setenta por cento dos recém-nascidos preferiram brincar com o que tinha feito a distribuição igualitária.

Mas, num segundo teste, quando um dos adultos discriminou a favor de um recém-nascido branco em detrimento de um asiático, os recém-nascidos já escolhiam o «justo» menos vezes.

Acresce que os bebés são mais atreitos a ajudar os que partilham da mesma etnicidade, naquilo a que se chama «in-group bias» ou «preconceito pelo seu próprio grupo». A equipa da universidade de Washington já tinha tomado nota do fenómeno quando as crianças começaram a favorecer os pesquisadores durante uma pesquisa anterior. Diz a professora Jessica Sommerville: «Na altura, cerca de metade dos pesquisadores assistentes no meu laboratório era asiático-americana e a outra metade era caucasóide, e a maior parte das crianças na nossa experiência são caucasóides. Sabemos que desde a idade pré-escolar as crianças mostram uma preferência pelo seu próprio grupo no que respeita à raça, mas os resultados com crianças foram mistos. É surpreendente ver estas características pró-sociais de valorizar a justiça a revelarem-se tão cedo, mas ao mesmo tempo também vemos que os bebés têm além disso motivações egocêntricas.»
O estudo revelou ainda que ao escolher um parceiro, os bebés pareceram mais tolerantes para com a «injustiça» quando o branco dela beneficiava. Escolheram o adulto «justo» menos vezes quando o adulto «injusto» deu mais brinquedos aos brancos que aos amarelos.
Os pesquisadores dizem que isto implica que os recém-nascidos podem levar em conta a raça e o historial social das pessoas quando escolhem os parceiros de brincadeiras.
A professora Sommerville acrescenta por isso: «se tudo o que interessasse aos bebés fosse a justeza, então iriam sempre escolher o distribuidor justo, mas constatamos que também estão interessados nas consequências para os membros do seu próprio grupo.»

Já agora, o que será realmente a Justiça? Diz a definição clássica que é «dar a cada um aquilo que lhe pertence». Ora o que pertence ou deixa de pertencer a cada qual é antes de mais uma questão ideológica. Para um nacionalista é justo que só os nacionais tenham direito de voto numa determinada nação; para os universalistas, que insistem que a Terra é igualmente de todos, é injusto que seja em que país for alguns possam votar e outros não. Do ponto de vista de qualquer humano normal é nada mais que justo dar preferência aos seus, à sua estirpe - essa é, de facto, uma componente essencial da verdadeira Justiça: a cada um o que é seu, e o seu aos seus. 

E claro que a hoste anti-racista fica assustada com estudos destes... que provam que ser «racista» é afinal nada mais que natural, não admira que o potencial para o crescimento político democrático do Nacionalismo seja tão elevado... de facto, quanto mais os Nacionalistas falam em discurso directo ao povo, mais o povo vota nos Nacionalistas. Isto porque, no essencial, o apelo ao Nós, o chamamento tribal, tarde ou cedo fala sempre mais alto.