domingo, dezembro 10, 2017

DEZ DE DEZEMBRO - DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS

Fonte: https://www.calendarr.com/portugal/dia-internacional-dos-direitos-humanos/

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É mais um valor civilizacional tipicamente ocidental, parte da tendência do génio europeu para defender os mais vulneráveis, sejam eles os mais pobres, os mais fisicamente debilitados, as crianças e as mulheres. Não surpreende que a Democracia e o Socialismo tenham sido inventados na Europa - a respeito da primeira, já o politólogo italiano Norberto Bobbio tinha dito que era o produto ideológico que tinha tido mais sucesso na Europa e menos sucesso fora dela. Não é por acaso que, fora do mundo europeu, a protecção dos mais frágeis é um luxo, como se constata diariamente até mesmo na comunicação social...
Fora do mundo europeu, tal protecção é um luxo, como se constata diariamente até mesmo na comunicação social...

VINTE INDIVÍDUOS ATACAM À BOMBA SINAGOGA NA SUÉCIA

Um grupo de aproximadamente 20 pessoas atacou com bombas incendiárias uma sinagoga na cidade sueca de Gotemburgo, segundo informaram autoridades judias neste sábado.
"Sinagoga bombardeada em Gotemburgo, segunda maior cidade da Suécia; 20 indivíduos mascarados envolvidos", disse Avi Mayer, porta-voz da Agência Judaica para Israel, acrescentando que estudantes judeus que estavam no local no momento do ataque tiveram que se esconder no porão do prédio. 
Protestos contra Israel e a comunidade judaica estouraram em todo o mundo nesta semana após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, cidade que é considerada sagrada também pelos muçulmanos e parcialmente reivindicada pela Autoridade Nacional da Palestina.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2017121010042230-ataque-sinagoga-europa/

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Quem serão os atacantes?... «Nazis» ou... muslos?... Suspeito que se fossem brancos europeus já todo o mundo sabia, mas enfim, ficamos assim...

«A RÚSSIA DEVE-SE DIVIDIR EM PARTES», AFIRMA MINISTRO UCRANIANO

O vice-ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, Georgy Tuka, explicou qual a linha que o país deve adoptar em relação à Rússia.
O político sublinhou que não acredita na concepção de "povos fraternos" e "amor fraternal" entre os dois países, acrescentando que as relações entre Moscovo e Kiev devem-se basear no pragmatismo.
"Em termos políticos, na perspectiva mais próxima, a Rússia continuará a ser inimiga da Ucrânia independente, por isso a nossa tarefa é procurar dividir a Rússia em partes", afirmou o político, citado pelo portal Glavred.
Esta não é a primeira declaração polémica de Georgy Tuka quanto à Rússia. Assim, em Julho, ele chamou Moscovo "inimigo pérfido" e apelou a Kiev para aumentar o seu potencial militar. Segundo ele, o ideal para a Ucrânia e "para todo o mundo" seria o fim da existência da Rússia como Estado.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2017121010042674-ucrania-russia-inimigo-divisao/

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Os imperialismos dão sempre chatice, sobretudo quando se verifica entre nações irmãs, como é basicamente o caso. Está a Ucrânia diante da Rússia mais ou menos como Portugal estava diante da Espanha no final do século XVII... os ódios ainda estão bem acesos, como resultado do domínio imperial de uma Nação sobre outra. Independentemente disso, e descontando o evidente rancor de Tuka à Rússia, o melhor para todos, eventualmente até para os próprios Russos, seria a «divisão» do actual Estado Russo em vários Estados autenticamente nacionais. A Rússia propriamente dita, por exemplo, está só entre a Bielorrússia e os Urais, daí para leste é império e, portanto, fonte de potenciais conflitos no futuro, já para não falar das graves questões islamo-patrióticas da Chechénia e da Ingúchia...

GOVERNO SUECO QUER IMPEDIR QUE DOCUMENTAÇÃO SOBRE ORIGEM ÉTNICA DOS CRIMINOSOS POSSA SER VISTA PELO POVO

O governo sueco quer proibir a utilização pública do sítio internético Lexbase, que contém documentação legal a respeito da criminalidade e permite identificar a origem étnica dos suspeitos de crime na Suécia.
Diz o governo que a informação do Lexbase é «demasiadamente sensível para o público» e deve por isso estar ao alcance apenas de profissionais tais como os advogados, os jornalistas e os pesquisadores. Antes disto, o site estava protegido pelo Acto de Liberdade de Expressão, mas a nova legislação pode limitar o tipo de informação que este sítio pode revelar...
Durante muitos anos, o governo sueco tem travado a recolha de estatísticas relativas à raiz étnica e religiosa dos criminosos, tornando mais difícil a tarefa de estudar a criminalidade estrangeira. 
Recorde-se que o agente da polícia Peter Springare declarou aqui há tempos que a maioria dos crimes graves é cometida por alógenos. Acresce que um determinado estudo a respeito dos gangues violadores chegou à conclusão de que nove em cada dez casos de violação em gangue é cometido por pessoal de origem alógena, refugiados incluídos. 
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Fonte: http://www.breitbart.com/london/2017/12/05/swedish-government-ban-websites-list-ethnic-origin-criminal-suspects/

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Não há-de a elite reinante ter medo da revelação dos factos, pudera, o caralho da realidade dá razão aos «nazis/racistas/islamófobos»... chegou-se pois a um ponto em que se oculta a verdade porque a verdade é politicamente perigosa. Assim se actua num regime não democrático, mesmo que os seus donos tenham o descaramento de marrarem que estão a defender a Democracia ao impedirem que o povo possa julgar os factos... Repare-se que aqui já não é suficiente a «preparação» ou «nota prévia» ou explicação oficial de acordo com a Boa e Sã Doutrina da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente... Já não é suficiente dizer ao povinho o que deve pensar ou como deve interpretar os factos. Aqui pura e simplesmente ocultam-se os factos e acabou, assim é mais fácil, que isto de povinho nunca fiando, a converseta de «ai, os alógenos cometem mais crimes porque são mais discriminados e vítimas de racismo!!!» pega cada vez menos, daí que o povinho vote cada vez mais nos Nacionalistas, por conseguinte há que pura e simplesmente evitar ter de explicar seja o que for e acabou, quanto menos conversa sobre o assunto melhor...

«RINKEBY É QUASE UMA ZONA DE GUERRA»

Na Suécia, a Procuradora Principal da Polícia, Lise Tamm, que será líder de uma unidade para combate ao crime organizado no Ano Novo, declarou recentemente, conforme aqui se lê http://www.breitbart.com/london/2017/12/06/swedish-deputy-no-go-zone-war-zones/, que um subúrbio de Estocolmo, Rinkeby, fortemente povoado por alógenos, está quase transformado numa zona de guerra: «Rinkeby é quase como uma zona de guerra. Quando a polícia aí actua, fá-lo como o fariam as forças armadas.» Disse mais: «Foi ao perceber isto que pensei: como é que se tratou disto na Colômbia aquando da deportação da guerrilha FARC, como é que fizeram em El Salvador quando a guerra acabou? Como é que fizeram noutras partes do mundo onde há tantos grandes problemas durante muitos, muitos anos? Há alguma solução? É preciso pensar fora da caixa.»

Pô-los fora da «caixa» é que é preciso - fora das fronteiras europeias de uma vez por todas. Nada mais simples e óbvio. Toda e qualquer outra solução que não passe pela expulsão em massa dessa gente é o mesmo que não dar uma para a caixa, um simples adiamento do problema maior. Bem se vê, por exemplo, no caso brasileiro, e no dos países africanos onde a violência extrema faz parte do dia-a-dia, bem se vê, aí, que não há táctica militar ou repressão que resulte quando se lida com certas populações, isto é, que resulte para pacificar a sociedade levando-a aos padrões europeus de civilidade...

A própria Tamm reconhece que o aumento da presença policial na zona só por si não é suficiente, como se tem visto. Então, diz ela, há que reforçar também o número de assistentes sociais e serviços governamentais na área... ou seja, mais e mais recursos pagos pelo povo para lidar com os «enriquecedores» da Europa, aqueles que «vêm para fazer o que os Europeus não querem fazer» e assim...

Outro agente policial de Rinkeby, Niclas Andersson, diz que falar em «zona de guerra» parece-lhe exagerado, mas admite o que já não se pode esconder: «Temos tiroteio e crime de gangue». 

Ambos os comentários registam-se depois de o Partido Moderado ter provocado polémica por propor o envio das forças armadas para áreas como Rinkeby de maneira a permitir que a polícia faça aí o seu trabalho sem receio de ser atacada, tal o estado a que esta localidade chegou, à semelhança de outras do género, como Husby e Tensta, além de certas zonas da cidade de Malmö, tendo todas elas em comum a característica de grande parte senão a maior parte da sua população ser oriunda do terceiro-mundo. 
Há tiroteios e até ataques com granadas; o governo chegou mesmo a propor uma amnistia para quem entregasse granadas às autoridades, de maneira a que estas fossem retiradas das ruas...



ESCOLA PRIVADA FRANCESA EM BEIRUTE PEDE DESCULPAS POR TER LIVRO NO QUAL ISRAEL ESTÁ REPRESENTADO NO MAPA

Uma escola privada em Beirute provocou controvérsia depois de ter publicado um mapa no qual a região ao sul do Líbano é israelita em vez de palestiniana. Segundo a lei libanesa, a própria existência de Israel é proibida de ser reconhecida.
Pela primeira vez, a transgressão surgiu no Facebook, quando o pai de uma menina de nove anos publicou a imagem do mapa mostrando Israel: "eis o que a minha filha do quarto ano aprendeu na escola hoje".
A escola foi obrigada a pedir desculpas, dizendo que respeita totalmente a soberania e história do Líbano e sublinhou o seu cumprimento do programa oficial. O Líbano e Israel continuam tecnicamente em estado de guerra, e a lei libanesa não permite reconhecer Israel de maneira alguma, até mesmo nos mapas.
Marwan Hamadeh, ministro libanês da Educação, prometeu considerar o assunto, de acordo com o jornal Asharq al-Awsat. O membro do parlamento, Wael Abu, pediu a Hamadeh para avaliar a direcção da escola e tomar as medidas necessárias caso seja descoberto que a instituição viola as identidades políticas e culturais do Líbano e da Palestina.
Tensões regionais com Israel foram intensificadas especialmente nos últimos dias, no contexto da assinatura pelo presidente norte-americano, Donald Trump, da declaração sobre a transferência da embaixada norte-americana de Tel Aviv para Jerusalém, oficialmente reconhecendo a cidade sagrada como capital israelita. Especialistas internacionais avisaram que a decisão de Trump pode causar mais distúrbios no Médio Oriente.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2017120810029101-escola-libano-desculpa-israel-mapa/

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Quando o pacífico e «moderado» Líbano não reconhece sequer a existência do Estado Judaico, mas a imprensa reinante prefere marrar com um tipo que se limita a reconhecer aos Judeus o direito de escolherem a sua capital na sua própria terra...

sábado, dezembro 09, 2017

DUAS MILITANTES DO VEGETARIANISMO INTRODUZEM COMIDA VEGETARIANA NOS RESTAURANTES E NÃO SÓ

Duas vegetarianas — uma há três, outra há 13 anos — e activistas entram num restaurante de francesinhas e sorriem enquanto posam para a fotografia. O que é que está errado nesta imagem? Nada.
Maria e Elisa não são chefs, mas entram nos restaurantes, infiltram-se nas cozinhas e, pé ante pé, estão a revolucionar a gastronomia, oferecendo um serviço completo e individualizado de implementação e de certificação de pratos inteiramente vegetais nos menus, proporcionando formação de confiança. “Nós servimos os animais, servimos os seus interesses”, sublinha Elisa Nair Ferreira, advogada. “Quando todos os restaurantes, por mais carne que tenham lá dentro, tiverem uma opção vegetariana, aí podemos dizer que o mundo está a mudar”, subscreve Maria Aragão, activista desde 2012 e autora do livro Omeletas sem Ovos. “Muitas pessoas nunca entrariam num restaurante vegetariano. Mais do que abrir mais restaurantes vegetarianos, eu prefiro que aumente a oferta vegetariana em restaurantes não vegetarianos”, aponta Elisa. Maria aumenta a parada: “Eu preferia que não houvesse restaurantes vegetarianos.”
Ambas são a favor daquilo a que chama “normalização do vegetarianismo” — sem “protesto” e “manifestação”, sem “urgência na mudança”, sem formas e nomes esquisitos. “Isso é um problema do vegetarianismo”, alerta Elisa, que só gostava de tomate e cenoura crua. “Fui vítima do tipo de vegetarianismo que existia. Colocavam-me à frente comida que eu não entendia o que era, não identificava o que estava a comer, bolinhas de cor diferentes. Não entendia o prato, sem nome. E os que tinham nome, era estranho. Eu não ia fixar o nome daquilo. E parecia que sabia tudo ao mesmo. As pessoas gostam da comidinha do costume.” Esse é um dos truques da Aliança Animal que inventou o programa “E o seu restaurante, já tem?”, garantindo aos consumidores que naquele estabelecimento encontrarão pelo menos alguns pratos confeccionados somente com ingredientes de origem vegetal (Veg Certification – Basic), que a ementa é constituída na sua maioria por pratos confeccionados unicamente com ingredientes de origem vegetal (Veg Certification – Premium) ou que a totalidade da ementa é constituída por pratos confeccionados exclusivamente com ingredientes de origem vegetal (Veg Certification – Excellence).
A experiência de Maria Aragão permite “derrubar mitos” nas cozinhas dos restaurantes (“Que a comida vegetariana não tem sabor, que não se consegue fazer os pratos tradicionais portugueses, que tem que se tirar o açúcar e o glúten, que é caro...”). “A Maria faz tudo”, avisa a sua “cara-metade no activismo”. Faz rojões, jardineira, feijoada... “Tudo! Eu engordei. Uma pessoa aprende a cozinhar e depois... a culpa é dela!” Por culpa delas, na zona do Porto já foram servidos vários certificados (com validade de um ano). Gelados artesanais no La Copa, tosta mista de queijo e salpicão no Café do Comércio, crepes e sorvetes na creperia La Bombarde, pizza no Hand Go, natas do céu no Alma Portuense. E, claro, cerca de um quarto do menu do Al Forno: cinco variedades de francesinha (tofu, seitan, tofu fumado, caril e de tempeh), cachorro, bife, pica-pau... “Toda a gente come comida vegetariana. Alguns só acrescentam os animais.”
Elas dizem que é tudo “muito mais simples” e “muito mais rápido”. “A preparação e os tempos de cozedura de carnes e peixes não existe. Não existe estar uma hora ou duas a fazer um assado. Faz-se um prato em dez minutos para fazer uma refeição para a família. Isso é um ponto forte do vegetarianismo”, recorda Maria Aragão. “As nossas receitas vão ao encontro dos sabores que as pessoas gostam, dos sabores tradicionais portugueses. Quem está na transição, com curiosidade, fica muito mais atraído por algo que é semelhante”, junta Elisa, consciente da importância das “memórias” e da “parte emocional da comida” na alimentação do dia-a-dia. “Se as pessoas sentirem que têm algo a perder, é mais uma dificuldade. A Maria faz todos os doces de Natal. Tudo é mais simples se a pessoa perceber que pode ter a mesma mesa. Retiramos as dificuldades e mantemos as memórias, o carinho que as pessoas têm pelas receitas.”
Elas servem os animais, facilitam a vida ao restaurante (“Ficam espantados. Não sabiam que era tão fácil”) e aos vegetarianos. “Comam descansados.”
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Este artigo integra a série Há vida para além da carne, incluída numa edição especial da Fugas dedicada à gastronomia. O número de vegetarianos em Portugal quadruplicou nos últimos dez anos: serão agora cerca de 120 mil. Metade são veganos. Ao mesmo tempo, nunca se falou tanto da importância de uma alimentação equilibrada, com menos carne, peixe, lacticínios. Pelo país, somam-se projectos inovadores que não utilizam qualquer produto de origem animal. Fomos conhecer alguns deles.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/11/11/fugas/noticia/elas-nao-servem-animais-servem-os-animais-1791696



sexta-feira, dezembro 08, 2017

EM ZONA ALTAMENTE AFRICANIZADA - SEGURANÇA DE DISCOTECA MORTO A TIRO POR GRUPO

Um tiroteio ocorrido no parque de estacionamento da discoteca 'Barrio Latino', na rua da Cintura do Porto de Lisboa, na zona de Santos, em Lisboa, causou a morte a um segurança de 42 anos.  O incidente ocorreu esta Vernes, por volta das 13h00, numa festa que se prolongou até perto da hora de almoço. Terá sido nessa altura que um grupo entrou dentro da discoteca com o intuito de causar distúrbios. Os seguranças do local imediatamente expulsaram os elementos desestabilizadores do espaço nocturno, que regressaram momentos mais tarde ao local. Um dos indivíduos foi ao automóvel buscar uma arma de fogo e começou a disparar sobre os seguranças do local, acabando por atingir um destes na cabeça. A vítima foi transportada em estado grave por amigos para o Hospital de São José, em Lisboa, onde acabou por morrer. O grupo suspeito da morte do segurança pôs-se em fuga e está a ser procurado pelas autoridades.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/alerta-cm-tiroteio-em-discoteca-mata-seguranca-em-lisboa?ref=HP_Destaque

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Sempre achei uma ingenuidade do camandro essa de simplesmente expulsarem um grupo de uma discoteca sem chamarem a polícia. Sempre me pareceu absolutamente óbvio que com «gente» dessa todo o cuidado é pouco e não se deve deixá-los à solta ou sem um correctivo notoriamente severo,  que os faça perceber que provocar e agredir em grupo significa arriscar a própria vida, especialmente quando o grupo em questão é de origem africana ou brasileira - não sei se este caso é desses, o artigo omite a identidade étnica dos agressores...


SOBRE O PORTUGUÊS DE PORTUGAL E O DO BRASIL

A Sputnik Brasil falou com a professora catedrática portuguesa Inês Duarte, do Departamento de Linguística Geral e Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, para saber se há realmente possibilidade de separação linguística entre Portugal e o Brasil.
Não é segredo que no Brasil já começaram a ouvir-se vozes de que o português brasileiro se distinguiu demasiadamente do português europeu. A linguista Duarte acusa o purismo na linguística brasileira que depois foi substituído por modernismo radical:  "O século XIX no Brasil, sobretudo os últimos 50 anos do século XIX, é um tempo em que aparece um purismo em relação à língua. Há intelectuais brasileiros a pedirem que os brasileiros falem a língua de Camões. Quando digo a língua de Camões não é metaforicamente, é literalmente, isto é, que vão aos textos do século XVI, falar como supostamente aqueles escritores falavam, o que é completamente idiota."
Para Inês Duarte, uma das consequências desse purismo é a atitude que os modernistas brasileiros têm em relação ao idioma apostando na distinção como se fossem idiomas diferentes: "O que acontece é que o modernismo insiste na especificidade do brasileiro. Curiosamente, o que nós temos depois, nos anos 70 e 80, são linguistas que, ao contrário dos antigos gramáticos (o Brasil teve gramáticos surpreendentes, melhores que os Portugueses, durante o século XX, há um espectacular, Manuel Said Ali). O que acontece é que a nova geração de linguistas brasileiros dos anos 70 e 80 entram nessa onda do modernismo, eu penso que em alguns casos não como afirmação da cultura brasileira, é mais por desconhecimento do que era o Português falado em Portugal", afirma. 
Porém, agora tenta-se moderar a situação e há linguistas brasileiros a entenderem que as duas variedades do idioma português não são afinal tão diferentes como se pensava, acredita a professora. Isto já cria condições para uma cooperação maior entre Portugal e o Brasil na área linguística: "Agora decidir que as duas variedades são línguas diferentes tem mais a ver com questões políticas e económicas do que com questões linguísticas", disse.
Porém, este cenário é ruim para a linguista portuguesa: "Se insistimos em dizer que há duas línguas, perdemos no panorama mundial, porque no limite iríamos ter um português de Angola, outro de Moçambique etc… O que é mais importante para nós, é dizer que somos uma língua, como dizem os Ingleses, os Americanos ou os de Singapura, ou dizer que temos não sei quantas linguazinhas?"
E os outros?
Obviamente, a situação entre português brasileiro e português europeu não é a única. Há outros exemplos de diferenças até mais explícitas que não resultam em separação linguística por razões políticas e económicas, explica a professora Duarte: "Se olharmos para o que se passa nas línguas dos antigos impérios coloniais, o Inglês, o Espanhol, o Francês, aquilo que verificamos é que, por exemplo, as diferenças entre o francês falado em França ou no Canadá são gigantescas, mas ninguém diz que o francês do Canadá não é francês. As diferenças entre o espanhol falado na Península Ibérica ou em São Domingos [capital da República Dominicana] são gigantescas, mas ninguém diz que há dois espanhóis." 
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Fonte: Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://br.sputniknews.com/cultura/2017120810033924-portugues-brasil-portugal-lingua-separacao/

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Desde que a unicidade do Português a nível mundial não contribua para a bastardização da língua falada em Portugal, através do acordo ortográfico de 1990 e/ou outras merdices, tudo bem... caso contrário, mais vale que se separem os idiomas. Querer forçar uma similitude através de artificialismos é nada mais que uma ruína do Império em versão intelectualóide, a mania das grandezas imperiais em versão linguística. 

ESTUDO CONFIRMA QUE EUCALIPTOS SÃO ALTAMENTE NOCIVOS À FLORA EUROPEIA

O eucalipto provoca "autênticos 'desertos' à sua volta", gerando "uma dramática redução da biodiversidade do território", de acordo com uma investigação internacional publicada na revista Global Ecology and Biogeography.
Daniel Montesinos, do Centro de Ecologia Funcional da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), é um dos investigadores, que também envolveu estudiosos da Austrália, do Chile, dos EUA e da Índia. Os especialistas avaliaram a biodiversidade vegetal presente em eucaliptais da espécie eucalyptus globulus, tanto na sua área nativa — Austrália —, como em países de todo o mundo onde a espécie foi "introduzida de forma industrial, incluindo Portugal, onde esta espécie" de eucalipto é a mais comum, lê-se numa nota da Universidade de Coimbra divulgada nesta quarta-feira.
"As substâncias químicas presentes nas folhas dos eucaliptos impedem o crescimento das raízes de outras espécies nativas, motivo pelo qual os eucaliptais contêm muito pouca biodiversidade fora da sua área nativa, na Austrália", explica Daniel Montesinos, citado pela UC.
O principal resultado deste trabalho, salienta o investigador da FCTUC, "foi mostrar, pela primeira vez e à escala mundial, como a biodiversidade por debaixo dos eucaliptos é muito menor do que fora da sua área de influência, e como extractos das folhas de eucaliptos impedem o crescimento das raízes de outras espécies de plantas".
A plantação de eucaliptos é "altamente prejudicial", alerta Daniel Montesinos, sublinhando que "o empobrecimento de espécies gerado pelos eucaliptos tem impacto em todo o ecossistema, por exemplo, ao nível do controlo da erosão dos solos ou da manutenção da biodiversidade".
A redução da biodiversidade só não acontece no país nativo (Austrália), porque "numerosas espécies conseguiram ali desenvolver uma tolerância aos produtos químicos presentes nas folhas dos eucaliptos ao longo dos séculos", explica a UC.
Fora da Austrália, "ironicamente, algumas das espécies que de facto conseguem sobreviver debaixo dos eucaliptais são também espécies exóticas, criando um círculo vicioso de reduzida biodiversidade e espécies invasoras", refere Daniel Montesinos.
"Os resultados do trabalho mostram, já sem qualquer dúvida, o empobrecimento das superfícies plantadas com eucalipto, que mesmo que de longe possam ter uma aparência 'verde', são na realidade 'desertos'", conclui o investigador.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/12/06/sociedade/noticia/estudo-revela-que-eucalipto-provoca-dramatica-reducao-da-biodiversidade-1795079

VÍTIMAS DO INCÊNDIO DE PEDRÓGÃO GRANDE QUEREM QUE O POVO SAIBA O QUE REALMENTE ACONTECEU

A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG) disse hoje entender que, "por um princípio de justiça e solidariedade, todo o país deve ter a consciência do que se passou com as vítimas" deste fogo.
"A AVIPG entende que, por um princípio de justiça e solidariedade, todo o país deve ter a consciência do que se passou com as vítimas do incêndio de Pedrógão Grande, pois só assim ter-se-á a real compreensão da dimensão da tragédia e das suas circunstâncias pessoais, de forma a que possamos tirar lições desta que foi a maior tragédia em termos de vidas humanas em matéria de incêndios florestais em Portugal", refere a estrutura, numa comunicação enviada à agência Lusa.
A associação diz ainda que está a "organizar, em coordenação directa com o Ministério da Administração Interna, a disponibilização de informação parcelar por vítima ou família relativa ao capítulo 6 do relatório intitulado 'O complexo de Incêndios de Pedrógão Grande e Concelhos Limítrofes, iniciado a 17 de Junho de 2017' [...], aos familiares das vítimas que detenham a titularidade do acesso à documentação, nos termos legais e previstos na deliberação da Comissão Nacional de Protecção de Dados de 21 de Novembro de 2017 e do Regime de Acesso à Documentação Administrativa".
Este estudo, elaborado pelo Centro de Estudos Sobre Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra, foi coordenado pelo professor Domingos Xavier Viegas. 
A Comissão Nacional de Protecção de Dados vetou a publicação integral do capítulo 6 do relatório, permitindo apenas que os familiares das vítimas tenham acesso à informação.
A CNPD considera que a divulgação pública do relatório expõe "as pessoas num grau muito elevado, afectando significativamente os direitos fundamentais ao respeito pela vida privada e à protecção de dados pessoais".
Hoje, em comunicado, a AVIPG diz estar "fortemente empenhada em promover o acesso à documentação aos familiares das vítimas e, paralelamente, está a recolher a autorização dos mesmos para a sua divulgação total ou parcial".
"Não há mais espaço para protelamentos, ignorância e medos depois de 2017. O país precisa acordar para o real problema da interioridade e a sua desertificação, do desordenamento florestal e do abandono da floresta enquanto pilar da economia nacional, da ausência de direcção, fiscalização e controlo por parte das entidades públicas e suas concessionárias e da ausência e falhas na protecção e socorro às populações", refere a nota enviada à Lusa.
Assim, "solicita-se a todos os interessados directos que entrem em contacto com a AVIPG pelo 'email' afvipg@gmail.com para agendamento da entrega do extrato que lhe diz respeito num dos dois polos - de Pedrógão Grande ou de Lisboa, em data a indicar".
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Fonte: http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/associacao-de-vitimas-de-pedrogao-exige-que-todo-o-pais-saiba-o-que-aconteceu

CHÉQUIA RECONHECE JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL

O parlamento da República Checa votou esmagadoramente a favor de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.
A votação ocorreu quando Jerusalém celebrou o seu 50º aniversário de unificação.
E, ao mesmo tempo que votaram para reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, os parlamentares checos votaram também por condenar a UNESCO, o órgão das Nações Unidas que recentemente aprovou uma resolução destinada a condenar os assentamentos de Israel e as chamadas invasões aos territórios palestinos.
 Da comunidade internacional de cristãos e judeus:
“O Parlamento checo aprovou na Mércores o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel no dia de Jerusalém comemorando o 50º aniversário da unificação da cidade sob a soberania israelita. Além disso, a República Checa decidiu condenar a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na sequência das recentes resoluções anti-Israel.
“112 dos 156 deputados em Praga apoiaram a resolução. Os membros do Parlamento pediram ao seu governo que adoptem a resolução e reconheçam Jerusalém como a capital de Israel, ao lado da abertura de negociações directas e incondicionais com os Palestinos.
“O parlamento também condenou as recentes decisões da UNESCO que não reconhecem os direitos dos Judeus a Jerusalém e convidam o governo a suspender os pagamentos à UNESCO, à luz da incitação contra Israel e da politização da organização”.
O voto é um evento mundial significativo, dada a divisão que existe politicamente sobre o reconhecimento de Jerusalém – e a oposição de muçulmanos à sua existência como um marco sagrado judaico.
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Fonte: https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2017/06/02/republica-tcheca-reconhece-jerusalem-como-capital-de-israel/
https://pamelageller.com/2017/06/czech-republic-recognizes-jerusalem-israels-capital.html/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

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Diferentemente de Trump, a República Checa reconheceu somente a parte ocidental de Jerusalém como a capital de Israel. É o primeiro país da União Europeia a tomar essa iniciativa.
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Fonte: http://reaconaria.org/blog/reacablog/apos-anuncio-de-trump-republica-checa-reconhece-jerusalem-como-capital-de-israel/


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Um louvor é devido à Chéquia por este acto de coragem e justiça. Agora faltam pelo menos os outros membros dos «Quarteto Fantástico», os Quatro de Visegrado - Polónia, Eslováquia e Hungria, aliados tácitos do governo nacionalista de Netanyahu. E a a seguir talvez a Roménia também e, porque não, a Áustria... 
Já agora, porque será que nos grandessíssimos mé(r)dia tugas quase não se fala nisto?... Será, talvez, para reforçar a ideia que Trump tem «o mundo todo contra ele»?...


MINISTRO DA DEFESA BRITÂNICO AFIRMA QUE TODOS OS CIDADÃOS «BRITÂNICOS» QUE LUTARAM PELO CALIFADO DEVEM SER ELIMINADOS

Os cidadãos britânicos que se batem pelo grupo radical designado por Estado Islâmico devem ser localizados e mortos, declarou esta Joves o novo ministro da Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, ao Daily Mail.
"Muito simplesmente, o meu ponto de vista é o de que um terrorista morto não pode fazer mal à Grã-Bretanha", disse à publicação tablóide.
"Devemos fazer tudo o que pudermos para destruir e eliminar esta ameaça", acrescentou.
Estima-se em 800 o número de possuidores de passaporte britânico que viajaram para o Iraque e a Síria para combaterem, dos quais 130 foram mortos e cerca de 400 regressaram, deixando ainda 270 no Médio Oriente.
A questão tinha sido fortemente discutida em 2014, quando um cidadão britânico, Mohammed Emwazi - também conhecido como 'Jihad John' - apareceu em vídeos de propaganda do grupo em que se mostrava a decapitação de vários prisioneiros.
Gavin Williamson, que tomou posse como ministro da Defesa no último mês, depois de Michael Fallon se ter demitido no seguimento de alegações de má conduta para com mulheres, jurou que os combatentes que fugiram para outros países seriam seguidos e teriam o seu regresso ao Reino Unido vedado.
"Temos de nos assegurar que à medida que se dividem e dispersam pelo Iraque, pela Síria e por outras regiões, continuamos a caçá-los", afirmou ao Daily Mail.
"Temos de fazer com que não haja espaço seguro para eles, que não possam ir para outros países pregar o seu ódio, pregar o seu culto da morte", acrescentou.
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Fonte: https://www.dn.pt/mundo/interior/combatentes-britanicos-do-estado-islamico-devem-ser-mortos---ministro-britanico-8969073.html

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Muito óbvio e prudente, sem dúvida. Que comecem a ouvir-se vozes destas no governo britânico pode indicar que a tropa conservadora está cada vez mais preocupada com o crescimento da popularidade da chamada Extrema-Direita...

CELEBRAÇÃO DE OITO DE DEZEMBRO...


Sobre uma festa sacra de 8 de Dezembro, com base num elemento folclórico do país irmão, junto à área portuguesa, que parece indicar o eco de alguma Divindade feminina da montanha, ligada à matança, eventualmente uma Trebaruna, adorada na Lusitânia, território que incluía Portugal central e parte da actual Extremadura espanhola:

http://blogs.hoy.es/…/la-chicharrona-senora-de-las-matanzas/
Tal día como hoy, 8 de diciembre, un ser mitológico desciende de las sierras hurdanas. Es La Chicharrona.
Según me cuenta el investigador y profundo conocedor de las Hurdes Felix Barroso, que lucha día a día por recuperar los ritos ancestrales hurdanos, la Chicharrona era un personaje mítico, una mujerona con pandereta y garrote que bajaba de las montañas con una ristra de chorizos al cuello.  Llegaba el día de “La Pura”, la Purísima Concepción, que era el día que se entronizaba a esta mitológica figura. La Chicharrona era un mito que se hacía carne y hueso en alguna vecina de la alquería, normalmente una moza de cierta belleza y con las características que la tradición y el legado de los antepasados asignan a este personaje, una mujer de cabellera rubia y larga, ataviada únicamente con pieles de cabra, que bajaba desde el monte trayendo a los pueblos la licencia para que la gente pudiese hacer la matanza, ya que con ella venía el tiempo frío y seco.
Cuando La Chicharrona llegaba a la aldea, salía a su paso el tamborilero y la acompañaba hasta las calles del pueblo. 
“De entre la nieve branca
abaja la Chicharrona,
licencia trae pa matar
el cebón y la cebona”
Los muchachos de los pueblos salían alborozados a primeras horas del día a las afueras de la alquería, a esperar a la Chicharrona, que no viene de vacío. Trae un zurrón con castañas, nueces e higos pasos que va arrojando a la muchachada, a los que intenta besar. A aquellos que se niegan a recibir un beso de La Chicharrona los persigue y azota con una vejiga de cerdo rellena de agua.
Después se hará la “jogará”, una “lumbre” en la plazuela donde se asa un chorizo que se mantenía  en aceite o manteca y se entregaba a los niños.
Ayer, desde las altas montañas hurdanas, la llegada de La Chicharrona trajo consigo el frío a Extremadura. A abrigarse toca, señores.

Doutra fonte: http://blogs.hoy.es/extremadurasecreta/2017/12/05/la-chicharrona-de-las-hurdes-senora-de-las-matanzas/
Sopla un viento helado y cortante que desciende desde la sierra de las Corujas, una montaña mágica y legendaria en la comarca extremeña de Las Hurdes. Allí, al pie de su cumbre, tiene su gruta la Chancalaera, hermanastra mitológica de la Serrana de la Vera, harpía extremeña mitad mujer y mitad ave que seduce a los hombre para luego matarlos.   Pero hoy la Chancalaera permanece oculta en su guarida, porque quien desciende de la sierra es otra extraña figura femenina: La Chicharrona.
Su nombre, “Chicharrona”, le viene por su relación con uno de los rituales más enraizados en la cultura rural extremeña: La Matanza. Con la ella llegan las mantecas, y con las mantecas del cerdo se hacen los chicharrones, unos deliciosos bollos de harina y azúcar.
Suele encarnarse cada año en alguna vecina hurdana, habitualmente moza de cierta belleza y con las características que la tradición y el legado de los antepasados asignan a este personaje, una mujer de cabellera rubia y larga. Es La Chicharrona una mujerona silvana y mitológica, vestida de pieles de cabra, que cubre su pajiza cabellera con un viejo gorro de piel de zorra o pelo de lobo, y que calza unas enormes “chancáh”, una especie de zuecos o antiguas almadreñas. Lleva las pieles animales sujetas por un cinturón ancho, de donde cuelgan cencerros y calabazas vinateras. En su cuello, grandes collares formado por mazorcas de maíz ya desgranadas y chorizos enroscados.
En sus manos, los símbolos de su poderío: una vejiga de cerdo rellena de agua y un garrote, emblema de la mujer salvaje. En su regazo el símbolo fructificador de un fardel con castañas, nueces e higos pasos. De su zurrón sobresale un pergamino enrollado: La licencia. Y aún trae más en su bolsa encantada: el frío invernal.
En el zurrón lleva el frio
Que reparte a manos llenas
Traigamos el aguardiente
Compadre, siga la fiesta
Y es que si la Chicharrona baja a las alquerías hurdanas es porque hoy es 8 de diciembre, cristianizado como el día de la Inmaculada Concepción, “La Pura”, La Virgen de las Matanzas. Es el día en que los aires fríos se adueñan de esta parte del mundo, y la fecha indicada desde tiempos inmemoriales para que La Chicharrona descienda de sus dominios mágicos con la licencia para que los humanos puedan iniciar los rituales matanceros.
(...)
Antiguamente, cuando La Chicharrona llegaba a la aldea con los primeros rayos del amanecer, la esperaban los niños tocando zambombas hechas con pucheros viejos o haciendo sonar tapaderas de latón y ruidosos cencerros. La señora de las Matanzas lanzaba al aire los frutos secos, y perseguía con sus rústicas armas a los chavales que se burlaban de ella.
Ahora que ya casi no quedan niños que la esperen le sale al paso el tamborilero, y en las calles del pueblo la reciben los ancianos con coplas vetustas y antiguas tonadas que hablan del frío seco que trae la Dama Salvaje, de las alquerías hurdanas, de la sierra mágica y del momento mítico en el que los dos mundos se encuentran. Y somos los adultos, lugareños y foráneos, los que nos acercamos a besar a La Chicharrona, con el convencimiento de que traerá suerte a nuestras vidas y carne a nuestras despensas.
Antiguamente los muchachos recorrían las casas recolectando comida para la “jogará”, la hoguera comunitaria, en la que se asaban patatas, chorizos en aceite y restos de la matanza anterior.
Este año se ha escoltado a La Chicharrona hasta la era de lanchas de la alquería de El Mesegal, que con tan buena voluntad limpiaron los vecinos de la aldea. Allí la aguarda El Chicharrón, macho cabrío antropomorfo ataviado con pieles y coronado por cuernos que comienza un lúbrico cortejo que cristaliza en una danza ancestral al son de la gaita y el tamboril.
Ya no quedan muchachos que corran por las calles haciendo resonar los valles con ruido de cencerros, entrechocar de latas y estrépito de zambombas, ya no crece el clamor cuando la noche cae sobre las casas hurdanas, porque el ruido, de todos era sabido, espantaba a las brujas para que no vinieran “a maliciar la chacina”.
Dicen que todavía quedan casas en las que, cuando la oscuridad y la noche ya se han enseñoreado de los valles hurdanos, se hacen los “seranos” las tertulias nocturnas donde se cuentan cuentos y se cantan coplas.
Y ya en la noche cerrada, cuando las últimas luces se apagan y el silencio se adueña de la aldea, los hombres duermen, pero los ritos no acaban. Porque en algunas viviendas “dejaban un pote de castañas cocidas con un cacho de tocino, arrimado a la lumbre. Y es que decían -cuenta Félix Barroso,rescatador de tradiciones y hurdanófilo empedernido- que, cuando todos estaban dormidos, entraba La  Chicharrona a cenar en las casas. Había que tenerla contenta para que el año próximo también trajera la licencia y el tiempo frío y seco para poder hacer las matanzas”.
Este ritual, curiosamente, tiene una enorme similitud con otros que hemos encontrado durante la Edad Media en lugares tan alejados como Centroeuropa, antiguos ritos italogermánicos en los que las familias depositaban ciertas noches del año comida y bebida para la Dama Abundia, con el convencimiento de que con este ágape nocturno se ganarían la benevolencia de las Buenas Damas y la abundancia de la familia para todo un año.

(...)

«Garrote» em Castelhano é sinónimo de «Clava», «Maça», «Cachaporra».


EX-PRIMEIRO-MINISTRO DA SUÉCIA DIZ QUE ALIMENTAR IMIGRANTES É COMO ALIMENTAR OS PRÓPRIOS FILHOS...

Na Suécia, o seu ex-primeiro ministro Fredrik Reinfeldt declarou que a imigração em massa é uma bênção para o país e que o povo deve habituar-se a isso e a ver o custo da imigração como vê o custo para criar os seus próprios filhos.
O fulano, que mandou no país de 2006 a 2014, disse textualmente isto mesmo: «Aqueles que foram primeiramente vistos como um custo irão tornar-se no melhor investimento da vossa vida.» Disse mais: a Suécia «tem sido um país de imigrantes. Um país que tem estado aberto a pessoas que vêm de todo o mundo, que entraram na nossa sociedade e tornaram-se parte do nosso país, chamaram a si mesmo suecos e ajudaram-nos a construir o bem-estar com o seu esforço e trabalho.»
Quando confrontado com o facto de que o orçamento para os imigrantes é catorze - 14 - vezes superior ao orçamento para a defesa militar do país, respondeu: «Quero enfatizar que há muito pouca gente que traz crianças ao mundo e diz "Estou mesmo em dúvida porque é muito caro ter crianças, para que servirão elas? Deve-se aguentar estes custos nos primeiros anos? Há muitas fraldas e outras coisas."»
Aproveitou para criticar a mudança recente na política de imigração - mais restritiva agora do que antes - afirmando que essa alteração se deve ao medo que o governo tem do crescimento do partido anti-imigração Democratas Suecos (SD). 
No início da semana, o líder dos SD, Jimmie Åkesson, criticou duramente o Departamento de Migrações Sueco, afirmando que este organismo deveria estar mais focado em deportar ilegais do que está; acusou os seus funcionários de se envolverem em activismo: «Disse no meu discurso de ontem que não precisamos de mais imigração de refugiados, precisamos em vez disso de um repatriamento em peso. Isto é, muitos dos que vieram para cá e não precisam de protecção, que não têm nenhuma razão óbvia para ficarem cá e vivem dos impostos suecos, devem retornar ao país donde vieram.»
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Fonte: http://www.breitbart.com/london/2017/12/04/former-swedish-prime-minister-asylum-seekers-children/

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O descaramento da hoste imigracionista vai sempre a crescer, o que não surpreende, dada a total falta de vergonha que caracteriza a sua posição ideológica e, em particular, do fulano, como já aqui se comentou:
http://gladio.blogspot.pt/2013/07/primeiro-ministro-sueco-garante-que-os.html?m=0
https://gladio.blogspot.pt/2016/06/suecos-vao-ter-de-trabalhar-mais-por.html
http://gladio.blogspot.pt/2014/12/anterior-primeiro-ministro-da-suecia.html
Comparar alógenos com crianças do seu próprio Povo, esquecendo o dever ético óbvio para com quem nasce do seu próprio sangue para prolongar a sua própria estirpe, fazer uma comparação destas ainda é mais despudoradamente escandaloso do que negar que há mesmo muita gente que pensa duas vezes em ter filhos precisamente devido aos custos que isso implica. 
No meio do chiqueiro verbal deste e doutros reinfeldts há, entretanto, uma constatação significativa: a política de imigração está a mudar porque a elite político-culturalmente reinante tem mesmo medo do crescimento do partido nacionalista, ou seja, teme a Democracia, sabe que a autêntica vontade do Povo é cada vez mais hostil à imigração... confirma-se portanto o que ando a dizer há anos: quanto mais os Nacionalistas democratas falam em discurso directo ao Povo, mais povo vota no Nacionalismo democrático.

AGENTE POLICIAL ACUSADA DE RACISMO NÃO ESTAVA AFINAL NA ESQUADRA QUANDO O ALEGADO CRIME DE «DISCRIMINAÇÃO» OCORREU...


Começa a ser desmontada a mentira dos vagabundos delinquentes da Cova Da Moura. Afinal a Policia que estava acusada de racismo, de limpar o sangue que a pobre vítima sangrou, nem sequer entrou na Esquadra naquele dia, claramente provado, sendo que a mesma foi retirada hoje do processo. Todos os vagabundos que andaram para aí a difamar e a maldizer a nossa instituição, vão engolir a seco todas as mentiras que andaram a defender até hoje. Este foi apenas o primeiro episódio, aguardem em breve haverá mais.
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Fonte: https://www.facebook.com/carrodepatrulha/photos/a.757275311075534.1073741828.756712351131830/1096252630511132/?type=3&theater

quarta-feira, dezembro 06, 2017

RECORDAÇÃO DE UM MARCO DA IMPOSIÇÃO DO TOTALITARISMO ABRAÂMICO NA EUROPA

No dia 7 de Dezembro de 396, Arcádio, imperador do Império Romano do Oriente, revogou todos os privilégios dos sacerdotes pagãos, conforme aqui se lê: http://en.wikipedia.org/wiki/Christian_persecution_of_paganism_after_Theodosius_I_until_the_fall_of_the_Roman_Empire. Já em 395 Arcádio tinha declarado a negação dos dias sagrados pagãos como dias santos. Alguns festivais pagãos, tais como o Navigium Isidis, sobreviviam todavia. Nesse mesmo ano, outra lei de Arcádio proibiu fosse quem fosse de ir a um santuário ou templo pagão ou de celebrar todo e qualquer tipo de sacrifício pagão. A julgar pelo texto, esta lei parece ter sido dirigida aos cristãos que apesar de tudo retornavam ao Paganismo, uma vez que refere «aqueles que estão a tentar distanciar-se do dogma da fé católica».
Em 396, continua a campanha de Arcádio em nome da chamada religião do amor (irmã mais velha da chamada «religião da paz», a do crescente verde, ainda mais intolerante...): o imperador ordenou que os templos pagãos no espaço rural fossem destruídos de modo a que não mais pudessem ser usados para ritos pagãos fora do alcance das autoridades, as quais estavam sobretudo centradas nos meios urbanos. Todavia, o grande número de pagãos que ainda vivia no Império como que forçou o imperador a permitir a realização de antigos festivais e jogos públicos, privando-os todavia dos ritos religiosos pagãos. Estima-se, efectivamente, que apesar das sucessivas leis de ataque oficial contra o Paganismo, cerca de metade da população imperial fosse ainda pagã.

É este pedaço relativamente pouco divulgado da História Europeia mais um testemunho de que, ao contrário do que diz a propaganda cristã, os Europeus não se converteram pacificamente ao Cristianismo e, sobretudo, não abandonaram «naturalmente» as suas crenças pagãs, pois que o Paganismo não estava, como alguns afirmam, moribundo, antes pelo contrário. O culto exclusivista ao Judeu Morto na cruz foi totalitariamente imposto de cima para baixo, com recurso a uma campanha persecutória constante, feita de leis, intimidação e força das armas. De cima para baixo, da elite cristianizada sobre o povo, o povo indígena. Note-se, com efeito, que a imposição foi levada a cabo com um forte sustento nos níveis mais baixos da sociedade, que eram feitos, não de indígenas, mas sim de escravos, de libertos e de outros desenraizados, usualmente estrangeiros, no seio dos quais o Cristianismo era particularmente popular, uma vez que, mercê da sua condição estranha a Roma, não se identificavam com a «álgida» Religião Nacional romana, de fundo étnico. Foi desta maneira que a população indígena romana, e grega, acabou por ser cristianizada: entalada entre uma elite apátrida, feita em grande parte de bárbaros em ascensão social pela via militar, infiltrada de cristãos (originalmente escravos), obedecendo a critérios políticos, isto por um lado, e, por outro, uma massa de escravos adeptos de um culto escravo. Que, entretanto, um imperador cristão, Arcádio, tenha tido o topete de chamar «alta traição» à salvaguarda das mais lídimas e sagradas tradições do Povo, só dá um brutal acréscimo de razão aos pagãos que um século antes souberam ver no Cristianismo uma moralmente ofensiva ameaça mortal às tradições ancestrais, no fundo, à identidade etno-espiritual do(s) Povo(s) - porque a conversão da Europa ao culto de um Judeu Morto do Próximo Oriente constituiu a mais aberrante e descomunal traição de que há memória em toda a história da humanidade conhecida.
Mas as condições para que tão monstruoso câmbio se desse não surgiram do ar, sem mais quê nem para quê - foram, em vez disso, criadas por diversas circunstâncias sócio-políticas, entre o imperialismo, a consequente centralidade romana e a escravatura em larga escala, que trouxe a Roma incontáveis orientais, quer como escravos quer como mercenários. E, assim, uma massa populacional que ao longo de séculos veio do Oriente e do Sul trouxe à Europa um predomínio espiritual de tipo oriental-meridional, semita, totalitário - e, na actualidade, uma migração rápida, oriunda, grosso modo, das mesmas áreas do mundo, volta a trazer à Europa uma força espiritual de tipo oriental-meridional, semita, totalitária, irmã mais nova da primeira.

Paralelamente, e não obstante, os Europeus, que se tornam cada vez mais europeus à medida que o Cristianismo vai morrendo, dão ténues mas já constantes sinais, aqui e ali, de retorno ao culto dos Deuses da sua herança religiosa étnica milenar, o património religioso pagão, de raiz essencialmente indo-europeia. A pouco e pouco, acendem-se os faróis da verdadeira espiritualidade ocidental, à medida que vão surgindo mais e mais grupos que prestam culto às Divindades dos seus ancestrais europeus, sobretudo no leste do continente. A longo ou até médio prazo têm contudo a demografia imigrante contra si, uma vez que é pouco crível ver um dia altares a ZeusJúpiter, Lug, Odin ou Perun levantados pelos filhos de árabes, turcos ou africanos...

PAI NATAL DEIXA DE USAR CRUZ NA BÉLGICA...

Na Valónia, Bélgica, o fundo de seguro de saúde socialista Solidaris retirou a cruz da mitra de Sinterklaas para a competição de desenho. "Para não excluir qualquer criança", parece. Vários membros da companhia de seguros de saúde já estavam descontentes com o facto de que a cruz na mitra vermelha foi substituída por uma esfera. "Zwarte piet não mais pode ser preto, o mercado de Natal agora é divertimento de Inverno e agora a cruz da mitra também não pode estar presente. Qual será o próximo?", pergunta um pai.
O sistema socialista de seguro de saúde defende-se dizendo que "não mais é uma celebração religiosa de Sinterklaas, mas uma festa para todas as crianças, qualquer que seja a fé que tenham. Daí a nossa decisão de remover esse símbolo religioso e substituí-lo por uma esfera neutra, diz um porta-voz do fundo de seguro de saúde.»
Um jovem pai declarou à RTL na Vernes estar "um pouco chocado" pelo raciocínio de Solidaris. Secretário de Estado de Asilo e Migração Theo Francken (N-VA) fala de "discriminação" no Twitter.
Richard Fournaux (MR), presidente da câmara de Dinant, diz: "Se a Solidaris quer usar Sinterklaas para fazer marketing, deve respeitar o homem santo e não mudá-lo".
A controvérsia em torno do desenho não surpreende as escolas valónicas. A discussão existe há algum tempo, segundo a RTL.
Na Flandres também houve uma comoção sobre a roupa de Sinterklaas. Por exemplo, em 2008, a cidade de Antuérpia emitiu uma directiva que proibiu ao Pai Natal usar símbolos religiosos por um longo período de tempo. De acordo com Frank Noten, então director de educação urbana em Antuérpia, "as escolas devem respeitar a neutralidade religiosa". Mais tarde estipulou que todas as escolas poderiam escolher como implementar a medida.
"Esse ainda é o caso hoje", diz Veerle Heyvaert, gerente de comunicação para educação urbana. "Toda a escola decide por si mesma como lidar com essas partes".
O Ketnet Sint, que chega em Antwerp todos os anos com o barco, não usou uma cruz na sua mitra durante anos.
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Fontes:
http://www.nieuwsblad.be/cnt/dmf20171124_03205731
https://www.jihadwatch.org/2017/12/belgium-cross-removed-from-st-nicholas-miter-so-as-to-avoid-offending-muslims

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Sem a cruz, este Pai Natal até tem um aspecto mais propriamente pagão europeu...
Justiça poética - em nome de um abraamismo, o Islão, outro abraamismo perde literalmente terreno e o resultado final pode não ser mau de todo, a ver vamos...

NA BÉLGICA - CRUZ VERMELHA ORDENA REMOÇÃO DE TODOS OS CRUCIFIXOS DAS SUAS INSTALAÇÕES

A filiais belgas da organização de ajuda internacional receberam um e-mail do Comité Provincial da Cruz Vermelha em Liège para remover todos os crucifixos.
André Rouffart, presidente da ONG na Bélgica, disse: «Pediram-nos para respeitar os princípios da Cruz Vermelha e não distinguir entre raça ou crença religiosa.»
Do mesmo modo, Rouffart disse que os voluntários e os outros membros manifestaram o seu descontentamento depois desta decisão, segundo informaBreitbart.
“Isto é a decadência da Bélgica. Nós substituímos o Natal pelas férias de Inverno, o mercado natalício de Bruxelas agora se chama Prazeres de Inverno”, denunciou um voluntário entrevistado pela rede belga RTL, que compara o abandono das tradições nativas com a reafirmação da identidade muçulmana no país.
“As cruzes foram retiradas das casas da Cruz Vermelha e, especialmente, de Verviers, por certa parte da população”, e justifica esta decisão pelas reclamações da população muçulmana.
Recordemos que 6% da população da Bélgica é muçulmana. Ou seja, dos 11 milhões de pessoas que vivem no país, 628.751 são muçulmanos.
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Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/cruz-vermelha-pede-para-retirar-todos-os-crucifixos-dos-seus-centros-na-belgica-81718/

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Que curioso... mas o Islão não é uma «religião de paz» sempre imensamente tolerante de todo?... Então e tão tolerante gente fica incomodada... por ver um crucifixo?...

PAPA MANIFESTA A SUA «PROFUNDA PREOCUPAÇÃO» PELO RECONHECIMENTO DE CIDADE JUDAICA COMO CIDADE JUDAICA...

O Papa Francisco mostrou-se esta Mércores preocupado com a intenção anunciada do Presidente norte-americano de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
“A este respeito, não posso calar a minha profunda preocupação pela situação que se criou nos últimos dias”, afirmou durante a audiência geral.
Francisco dirigiu, “ao mesmo tempo, um premente apelo para um empenho de todos, no respeito do ‘status quo’ da cidade, em conformidade com as pertinentes resoluções da Nações Unidas”.
“Jerusalém é uma cidade única, sagrada para os hebreus, cristãos e muçulmanos, que nela veneram os lugares santos das respectivas religiões e tem uma vocação especial para a paz”, sublinhou ainda o Papa.
Por tudo isto, Francisco “reza ao Senhor para que tal identidade seja preservada e reforçada em beneficio da Terra Santa, do Médio Oriente e do mundo inteiro, e que prevaleçam a sabedoria e a prudência, para evitar novos elementos de tensão num panorama mundial já em convulsão e marcado por tantos e cruéis conflitos”.
Antes da audiência geral, o Papa recebeu o Presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, com quem falou sobre o anúncio do Presidente Donald Trump.
No final da reunião, afirmou: “A Terra Santa é para nós, cristãos, a terra por excelência do diálogo entre Deus e a humanidade”. Não só entre religiões, “como dentro da sociedade civil”.
E “a condição primária para que esse diálogo exista é que haja reciprocidade e compromisso de fortalecimento e respeito, sendo reconhecidos os direitos de todos os povos onde quer que estejam”, sublinhou Francisco.
Abbas deslocou-se ao Vaticano com uma delegação constituída por outros responsáveis palestinianos envolvidos no diálogo inter-religioso com o Vaticano.
O reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a mudança da embaixada norte-americana de Telavive para aquela cidade deverá ser feito esta Mércores por Donald Trump, à hora de almoço na Casa Branca (final da tarde, em Lisboa).
O Presidente norte-americano anunciou a sua intenção na Martes e desde então têm chovido críticas e alertas de todo o mundo. Os Estados Unidos podem transformar-se assim no único país do mundo a reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
Uma declaração de guerra
O representante dos Palestinianos na Grã-Bretanha considera que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel é, na prática, uma declaração de guerra.
“Significa o beijo da morte à solução dos dois Estados”, afirmou Manuel Hassassian esta Mércores, numa entrevista à rádio BBC.
Trump “está a declarar uma guerra no Médio Oriente, uma guerra contra 1,5 mil milhões de muçulmanos e centenas de milhões de cristãos que não vão aceitar que a Terra Santa esteja sob a hegemonia única de Israel”, acrescentou.
Outros líderes árabes também criticaram a decisão do Presidente norte-americano, que acusam de contrariar décadas de diplomacia norte-americana para o Médio Oriente.
Da parte da Síria, o Ministério dos Negócios Estrangeiros condenou esta Mércores o anúncio de Donald Trump, considerando que é “o culminar do crime de usurpação da Palestina e de deslocação das suas gentes”.
A Turquia considera que a decisão irá conduzir “ a região e o mundo a um fogo sem fim à vista”.
“Declarar Jerusalém como capital é desrespeitar a história e as verdades da região; é uma grande injustiça, crueldade, loucura, estupidez e muitas vistas curtas”, escreve o vice-primeiro-ministro, Bekir Bozdag, no Twitter.
“Apelo a todos que ajam com respeito pelos acordos que assinaram e se comportem com razoabilidade, evitando uma ameaça à paz por questões política doméstica ou outras”, acrescenta.
França e Alemanha preocupadas
O Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão já emitiu um aviso aos cidadãos que pretendam viajar para o Médio Oriente, dizendo que “não se pode descartar a ocorrência de confrontos violentos” na região.
A Alemanha mostra-se assim preocupada com as consequências do anúncio de Donald Trump, o mesmo acontecendo com França, onde o Ministério dos Negócios Estrangeiros também lançou um alerta sobre manifestações e protestos esperados no Médio Oriente.
Os viajantes franceses são aconselhados a evitar grandes concentrações de pessoas, sobretudo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.
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Fonte: http://rr.sapo.pt/noticia/100086/jerusalem-como-capital-nao-posso-calar-a-minha-profunda-preocupacao-diz-papa

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E o supremo vigário do Judeu Morto que não aproveitasse a deixa para exibir a sua postura dimiesca... e um representante dos Palestinianos que não aproveitasse para, à descarada, incitar todos os muslos do mundo à violência, deixando claro, como já o turco Erdogan tinha feito, que isto é uma guerra de índole religiosa e não propriamente uma questão «territorial-nacional» como demasiada gente quer fazer crer. 
Entretanto, está por explicar em que medida é que considerar Jerusalém como capital de Israel impede os muçulmanos ou os cristãos de visitarem a cidade... impede-os só de a considerarem politicamente sua ou de a sacarem aos Judeus, isso sim, se calhar é isso que incomoda...

MUSLO APELOU AO HOMICÍDIO DO PRÍNCIPE BRITÂNICO

Um homem de 31 anos terá promovido nas redes sociais um ataque contra o príncipe George, terceiro na linha de sucessão da coroa britânica. Husnain Rashid terá partilhado com membros extremistas várias informações sobre os espaços que a criança frequenta e terá dado dicas sobre para ajudar na preparação do ato terrorista.
O suspeito terá publicado num chat online várias fotos do pequeno príncipe, de 4 anos, incluindo uma fotomontagem em que George aparece ao lado de um soldado islâmico. Além disso, terão sido partilhadas informações pessoais, como a morada da escola que a criança frequenta, para ajudar os terroristas na concretização de novos ataque em solo britânico.
“Nem mesmo a Família Real será deixada em paz”, terá escrito Husnain Rashid na rede social Telegram, segundo cita o jornal britânico ‘The Telegraph’.
Husnain Rashid foi interceptado pelas autoridades e encontra-se agora sob custódia policial. O suspeito, acusado de terrorismo e incentivo a actividades extremistas, deve ser apresentado ao juiz para conhecer a sentença a 20 de Dezembro.
A revelação surge no mesmo dia em que foi conhecido que as autoridades britânicas desmantelaram um plano “islamita suicida contra Downing Street”, que tinha como objectivo assassinar a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May. A polícia deteve dois homens, de 20 e 21 anos, que foram esta Mércores ouvido pela justiça britânica.
O serviço de inteligência britânico (MI5) tem vindo a reforçar as medidas de combate ao terrorismo, depois de ter sido acusado de ter falhado na prevenção de ataques como o de Maio, à saída do concerto da cantora norte-americana Ariana Grande, que vitimou 22 pessoas. As autoridades têm estado a trabalhar, em estrita colaboração com empresas como a Amazon, Facebook ou Google, sobretudo na análise de conteúdos colocados nas redes sociais, que têm vindo a revelar-se um dos principais meios de propaganda das organizações terroristas.
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Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/nem-a-familia-real-sera-deixada-em-paz-homem-incentiva-ataque-contra-principe-george-241434

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Mais um sobressaltozito, mais uma ameaça, mais uma dificuldade da elite político-culturalmente  em continuar a tentar manter a historieta de que o Islão é uma religião de paz e que só uma pequeníssimo e microscópica minoria de muçulmanos se dá a actos destes e doutros...