sexta-feira, setembro 21, 2018

TRIBUNAL DIZ QUE PONTAPÉ NA CARA DE MULHER COM CALÇÕES CURTOS NÃO É CRIME...

De  acordo com a agência privada de notícias Dogan, o tribunal considerou que, apesar da confissão da agressão do homem à mulher, no sábado, nenhum crime foi cometido, e por isso o segurança privado saiu em liberdade.
A polícia turca deteve no sábado um homem acusado de pontapear e agredir uma mulher por usar calções demasiado curtos num autocarro em Istambul, noticiaram hoje os meios de comunicação locais.
Os relatos dão conta da detenção do suspeito em Uskudar, um bairro na zona asiática da cidade, segundo a agência noticiosa Dogan.
Gritando "quem usa calções deve morrer", o suspeito atacou a mulher, que é enfermeira, pontapeando-a na cara, segundo as notícias que estão a ser difundidas, e dão conta de que o homem terá confessado que ficou perturbado pelas roupas usadas pela mulher.
"Os calções que ela estava a usar não são apropriados, foi por isso que fiquei zangado e agi assim", terá dito à polícia o atacante, segundo a agência Dogan.
O homem, que trabalha como segurança numa empresa, tinha sido diagnosticado com uma "depressão maníaca", acrescentou a mesma fonte.
Muitas activistas dos direitos femininos têm expressado uma preocupação crescente com a extensão da violência contra as mulheres, com centenas a serem mortas todos os anos, frequentemente pelos maridos.
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Fonte: https://www.dn.pt/mundo/interior/pontapearna-cara-mulher-de-calcoes-curtos-nao-e-crime-5396233.html

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Imagine-se o que é esta terceiro-mundagem a entrar pela Europa adentro... a violência inacreditavelmente cobarde e abjectamente opressiva contra os mais vulneráveis não é ali coisa de meia dúzia de javardos, como na Europa sucede, mas sim algo que a própria «justiça» protege da maneira mais descarada, o que só por si já diz toneladas sobre a essência ideológica de tal cultura, neste caso a islâmica sobre um povo de origem formalmente centro-asiática.

PRIMEIRA VITÓRIA DO GRUPO DE VISEGRADO - UE ABANDONA PLANO DE REDISTRIBUIÇÃO DE IMIGRANTES NO ESPAÇO EUROPEU

A cúpula informal da UE confirmou que o bloco abandonou o esquema de recolocação obrigatória de imigrantes, uma decisão considerada "muito positiva" pelo primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki nesta Joves.
Os participantes da actual cúpula da UE na cidade austríaca de Salzburgo confirmaram que a imigração secundária na União Europeia apresentava riscos para o espaço Schengen e conclamaram os países-membros da UE a tomarem medidas destinadas a impedir que os imigrantes se movam pelo bloco.
"As decisões são muito positivas para a Polónia. Dizem que a recepção de qualquer refugiado será voluntária. A Polónia não será forçada a participar em qualquer esquema de recepção de refugiados", disse Morawiecki.
O primeiro-ministro apontou que a decisão foi tomada por iniciativa da Polónia e outros três Estados do Grupo Visegrad: República Checa, Hungria e Eslováquia.
Os estados de Visegrad condenaram o esquema de recolocação de imigrantes e recusaram-se a aceitar imigrantes e refugiados, que chegaram a outros Estados membros da UE.
A União Europeia tem experimentado uma crise de imigração em larga escala desde 2015, devido ao afluxo de milhares de imigrantes e refugiados que fogem de crises no Médio Oriente e Norte de África. Recentemente, o Conselho Europeu concordou em vários aspectos da política de imigração do bloco, incluindo o estabelecimento de "plataformas regionais de desembarque em estreita cooperação com países terceiros" e centros controlados nos estados membros da UE para processar solicitações de refúgio. A redistribuição ou recolocação de imigrantes em todo o bloco deve ser feito voluntariamente no contexto da falta de consenso.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2018092012258789-polonia-migrantes-ue-realocacao/

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Votar no Nacionalismo de forma sistemática, persistente, consistente... votar assim no Nacionalismo resulta?, sim, resulta.

INQUÉRITO ESCOLAR «RACISTA»...

Porquê tão histérico cagaçal à volta de um recente inquérito escolar, será que é algum insulto perguntar a alguém se é cigano ou negro?... Sintomaticamente, só estas questões foram citadas como fonte de indignação, porque perguntar se o aluno é leste-europeu ou chinês pelos vistos não pareceu incomodar ninguém... 
Será que o anti-racistame é de tal modo emocional que lhe salta a tampa - da sanita - sempre que se fala em raças ou etnias não europeias?, não poderá essa cambada perceber que se querem resolver os problemas das minorias étnicas por si alegadamente protegidas então têm de saber de que números se fala?...

ACTIVISTA EXTREMO-DIREITISTA NORTE-AMERICANO ESTABELECE EM ITÁLIA A SUA BASE DE OPERAÇÕES PARA DISSEMINAR O SEU IDEÁRIO NA EUROPA

Steve Bannon, antigo conselheiro do presidente norte-americano Donald Trump, continua a sua cruzada pelo crescimento da influência da Extrema-Direita no ambiente político da União Europeia. E a palavra ‘cruzada’ parece aplicar-se de forma cada vez mais cabal aos seus planos. Segundo a imprensa italiana, Bannon tem um novo ‘templo’ a partir do qual quer espalhar a sua ‘palavra’: a Cartuxa de Trisulti (Collepardo), um mosteiro construído em 1204 e inaugurado pelo Papa Inocêncio III no topo de uma montanha a 130 quilómetros a sudeste de Roma.
O monumento religioso vai acolher uma espécie de universidade concebida pelo líder dos círculos ultra-conservadores do Vaticano, Benjamin Harnwell, que pretende fornecer apoio ideológico e religioso a uma estratégia de desenvolvimento do extremismo de Direita – que alguns jornais insistem em apelidar de populismo. A sede da nova ‘Internacional Populista’ receberá este fim-de-semana a visita de Bannon, do ministro do Interior Matteo Salvini (líder da Liga),e de Giorgia Meloni (líder dos Irmãos da Itália).
Bannon parece obcecado com a ideia de disseminar o populismo de Extrema-Direita na Europa – não escondendo que tem em vista as eleições para o Parlamento Europeu em maio do próximo ano – e Itália afigura-se como o lugar certo. Foi aí que decidiu instalar a primeira sede fora dos Estados Unidos da Breitbart News, uma publicação por si dirigida.
Bannon deu em Junho de 2014 uma conferência incomum no Vaticano, promovida pelo Instituto Dignitatis Humanae (DHI), uma ‘think tank’ católica ultra-conservadora dirigida por Benjamin Harnwell e que integra os principais membros da oposição ao Papa Francisco.
O presidente do conselho consultivo da organização é Raymond Burke, líder do movimento de oposição ao Papa e um elo entre a Direita religiosa norte-americana, que tem vindo a ganhar poder naquele país, e a Santa Sé. O presidente honorário da DHI é o cardeal Renato Martino, resgatado do recente escândalo Viganò, em que era acusado de estar envolvido nas movimentações sexuais que abalaram a igreja do lado de lá do Atlântico. Harnwell e Bannon preocuparam-se em desmentir o enfoque: “não somos uma organização contra o Papa”, disse Harnwell.
Seja como for, Itália e o mosteiro do século XIII parecem ser o sítio certo para lançar o movimento que Bannon quer estender por toda a Europa – precisamente chamado The Movement – debaixo do qual quer agregar todos os partidos populistas de Extrema-Direita da Europa antes de Maio próximo.
The Movement é uma fundação registada em Bruxelas em 2017 por Mischaël Modrikamen, advogado e membro do Partido Popular Belga, e pretende ser, entre outras coisas, uma réplica do Tea Party norte-americano.
As visitas de Bannon a Itália multiplicaram-se desde as últimas eleições e o norte-americano já anunciou que, a partir de agora, passará entre 80% e 90% do seu tempo na Europa. Os contactos com a Liga intensificaram-se e a sua influência foi visível até em slogans como ‘Primeiro os Italianos’, usados nas eleições.
Benjamin Harnwell, citado pelos jornais, afirma que “a Itália pode orientar outros movimentos europeus a partir da sua experiência e iniciativa. Há um cansaço na Europa em seguir sempre o que acontece nos Estados Unidos, mas se algo nasce dentro das fronteiras da Europa, será diferente”.
E define o populismo: “significa duas coisas: uma reacção contra a globalização e dar poder ao povo e tirá-lo das elites. Não se trata de ir contra os ricos, mas contra a corrupção do Estado, contra o ‘establishment’. Os pobres não são pobres por causa dos ricos, mas por causa das leis”.
A universidade extremista, financiada por doações privadas – segundo Harnwell – ainda precisará de um ano para arrancar. “Vamos fazer retiros, cursos de formação, cursos educacionais com professores de alta reputação”.
Qualquer semelhança com a génese do Opus Dei não será por certo mera coincidência. Um assunto em desenvolvimento, pelo menos até Maio de 2019.
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Fonte: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/steve-bannon-escolhe-italia-para-desenvolver-cruzada-extremista-na-europa-357181

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Grupo católico a apoiar o Nacionalismo? Cuidado com as «traições» ideológicas.

GRANDE LEVANTAMENTO PRUSSIANO - REBELIÃO PAGÃ EUROPEIA CONTRA A CRISTANDADE


Vinte de Setembro de 1260 - memória de uma resistência autenticamente europeia contra um imperialismo de raiz alógena - o Grande Levantamento Prussiano contra a Ordem dos Cavaleiros Teutónicos. Inicialmente bem sucedida, esta revolta viria mais tarde a falhar, o que teve como consequência a cristianização intencionalmente genocida do território, como aqui se leu: http://gladio.blogspot.pt/2008/03/o-genocdio-cristo-da-prssia.html, recorde-se:
Por ordem do papado, a Prússia foi dividida em quatro bispados e ocupada por colonos alemães e polacos. No dealbar do século XVI, a sua língua e identidade estavam extintas, restando apenas alguns manuscritos no idioma indígena, documentos nos quais os missionários tentavam converter os pagãos. Ou seja, se não fossem os monges cristãos, não se sabia nada da antiga língua prussiana... mais uma magnífica contribuição cristã para a cultura europeia, sem dúvida...

O carácter intencional do genocídio é evidente quando se recorda o que foi dito, perto daí, por Bernardo de Claraval a respeito dos pagãos do Báltico: «ou se convertem ao Cristianismo ou serão exterminados», o que entretanto já tinha sido afirmado por Carlos Magno, uns séculos antes, a respeito dos Saxões ainda pagãos.

É, todavia, possível, que o fundamento dos Baltas prussianos - os verdadeiros prussianos - tenham afinal resistido à limpeza étnica empreendida pela Cristandade, segundo aqui foi referido: http://gladio.blogspot.pt/2010/06/terao-os-prussianos-resistido-afinal.html

quarta-feira, setembro 19, 2018

CAPELA DO SENHOR DA PEDRA - LOCAL DE CULTO PAGÃO USURPADO PELA CRISTANDADE




Repleta de lendas e famosa por ser local de práticas ligadas ao ocultismo, a Capela do Senhor da Pedra, em Gaia, é uma preciosidade plantada à beira mar.
A capela do Senhor da Pedra situa-se na praia de Miramar, na freguesia de Gulpilhares no concelho de Vila Nova de Gaia. Esta capela foi construída em 1686 sobre um rochedo, tem um formato hexagonal e possui um Altar-mor.
É considerada um local de culto e peregrinação. De acordo com um dos painéis pensa-se que a capela inicialmente recebia cultos pagãos dos povos pré-cristãos, de caráter naturalista cujas divindades eram veneradas em plena natureza, tendo sido posteriormente convertida ao Cristianismo.
Diz a tradição que a capela do Senhor da Pedra ora pertence ao mar como à terra. Vista do mar é, sem dúvida, um ponto de referência para os pescadores.
Anualmente é visitada por centenas de pessoas que são atraídas pela sua “magia” sendo conhecida também por “casa dos milagres”.
Os antigos acreditam que a imagem de Cristo terá ido ali parar vinda do mar. “Que num belo dia pousou sobre aquela pedra onde, mais tarde, veio a ser erguida a capela”. Daí o seu nome “Senhor da Pedra”.
Dizem que esta é a única igreja virada de costas para o mar. Existem relatos estranhos sobre visitas à capela e é sabido por todos os habitantes que as suas traseiras são palco de bruxarias e feitiçarias.
Lenda da Capela do Senhor da Pedra
Reza a lenda que quando os habitantes de Gulpilhares se preparavam para construir uma ermida ao Senhor da Pedra, no terreiro conhecido por arraial, era frequente aparecerem sobre os rochedos junto ao mar um certa luz.
Todas as noites essa mesma luz misteriosa reaparecia fazendo os habitantes acreditar que seria um sinal do Céu.
Por este motivo, desistiram da construção da ermida no arraial e resolveram construir a capela no sítio onde a luz costumava aparecer, ou seja, em cima de um rochedo à beira-mar. Nesse rochedo, atrás da capela, existe incrustada uma marca semelhante a uma pegada de boi.
Os habitantes desta terra acreditam ser de um boi bento (boi que afagava o menino Jesus na manjedoura) que por ali passara.


https://www.youtube.com/watch?v=bGow-pFgktY
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Fonte: http://ncultura.pt/capela-do-senhor-da-pedra/

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A seu tempo deverá ser reclamada pela comunidade pagã, tão depressa quanto um colectivo politeísta coeso souber dirigir operações nesse sentido, algo que entretanto já começa a esboçar-se noutros países europeus, nomeadamente Polónia e Inglaterra, como já aqui foi noticiado.

LÉSBICAS SEQUESTRADAS, VÍTIMAS DE VIOLAÇÃO PUNITIVA E ASSASSINADAS NA ÁFRICA DO SUL


Duas namoradas foram raptadas, violadas e queimadas até a morte na África do Sul. Homofobia terá estado na origem do crime macabro que chocou o país sul-africano onde a comunidade portuguesa é enorme. Joey e Anisha van Niekerk, casadas e a viverem em Pretoria, na África do Sul, foram brutalmente assassinadas. Os familiares deram o alerta do desaparecimento, após terem marcado presença num funeral.
Seis dias depois da denúncia, a Polícia encontrou o carro do casal, parcialmente queimado. Contudo, as mulheres continuavam em parte incerta. Apenas dois meses depois de se ter localizado o veículo, os corpos foram encontrados. As ossadas de Joey e Anisha foram encontradas numa estrada em Mooinooi. As autópsias revelaram uma verdade violenta e cruel. As jovens, com apenas três anos de casamento, foram raptadas, roubadas, violadas e queimadas por oito homens. O casal terá sofrido violações de todos os membros do grupo.
Os suspeitos, com idades compreendidas entre os 18 e os 53 anos, foram todos detidos e estão em prisão preventiva. «Isto é um pesadelo que não tem qualificação possível. Como podem seres humanos serem tão cruéis?» A questão é lançada pelo irmão de Anisha. Cindy Maotoana, presidente de um grupo LGBT em Limpopo, cidade próxima de Pretoria, diz acreditar que toda a comunidade gay está «em perigo».
«Temos registado um número alarmante de violações correctivas. Algo tem de ser feito e rapidamente, pois os crimes não param de aumentar», sublinhou. A mesma responsável relembrou um caso de Abril de 2017, altura na qual a lésbica Nonkie Smous foi violada e queimada viva num crime homofóbico.
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Fonte: https://www.impala.pt/noticias/portugal-e-o-mundo/raptadas-violadas-queimadas/

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Defesa sistemática e eficiente das minorias sexuais, sobretudo do chamado sexo fraco - ou «o belo sexo», como em tempos se lhe chamava - só mesmo na Europa...



AMANHÃ - MANIFESTAÇÃO EM LISBOA CONTRA A TOURADA


Na próxima Joves, Padilla, um dos mais conhecidos e sanguinários matadores de touros espanhóis, despede-se dos aficionados portugueses. Depois de anos a torturar touros, decidiu terminar a "carreira" de carrasco. Vamos dar uma enorme vaia em demonstração do tremendo desprezo que merece, tanto ele, como todos os toureiros e forcados!
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Fonte: https://www.facebook.com/events/723980227963777/?active_tab=about

LÍDER TURCO VAI À ALEMANHA INAUGURAR MAIOR MESQUITA DA EUROPA, POSSÍVEL PONTO DE ESPIONAGEM TURCO EM SOLO EUROPEU

O presidente Recep Tayyip Erdogan vai inaugurar oficialmente a mesquita central da União Turca-Islâmica da Alemanha para Assuntos Religiosos (DITIB) no dia 29 de Septembro, durante uma visita de Estado. A organização anunciou que recebeu hoje a confirmação de que o presidente turco participará na cerimónia .
A união também afirmou que o primeiro-ministro da Renânia do Norte-Vestfália, Armin Laschet, da União Democrata Cristã (CDU) de Merkel, deve participar da cerimónia de abertura com Erdogan, embora a informação tenha sido negada pela equipe do político
O DITIB, que administra mais de 900 mesquitas no país, é formalmente uma associação alemã independente. Contudo, os seus imãs são frequentemente enviados pela Direcção de Assuntos Religiosos Diyanet, que reporta ao governo turco. Alguns deles até são acusados ​​de espiar os oponentes de Erdogan na Alemanha.
A mesquita em questão está localizada no bairro predominantemente turco de Colónia, Ehrenfeld, e terá capacidade para 1.100 pessoas. Será a maior mesquita da Europa em operação.
De acordo com a imprensa alemã, durante a viagem Erdogan também pretende encontrar-se com a chanceler alemã Angela Merkel duas vezes. Vai comparecer a um banquete de Estado e conversar com o presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier. Estes planos provocaram críticas entre políticos e jornalistas alemães, já que a visita acontece após a prisão do jornalista do Die Welt Deniz Yücel, sob acusação de terrorismo.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2018091912249379-alemanha-erdogan-mesquita-europa/

terça-feira, setembro 18, 2018

PNR DECLARA - NÃO HÁ BRUTALIDADE POLICIAL RACISTA EM PORTUGAL

No passado dia 15 de Setembro um colectivo dito «anti-racista» manifestou-se em Lisboa contra a «brutalidade policial racista». O PNR denuncia a abjecção descarada que é tal protesto e diz claramente o que é preciso dizer-se e está já à vista de toda a gente: não há brutalidade policial «racista» em Portugal. Não há. O que há, de facto, é, tanto em Portugal como noutros países não africanos onde a população negra atinja um número apreciável de cidadãos, o que há pois nestes casos é gente a acusar a polícia de agressão contra os «jovens» de certas minorias étnicas sempre que a autoridade policial se vê forçada a travar os seus abusos, fazendo-o aliás mais por defeito que por excesso. É aliás muito curioso que a tropa mediática que gosta de esconder a identidade racial dos perpetradores de diversos crimes porque entende que o povo não tem de saber qual a raça dos delinquentes em cada caso porque isso «não tem relevância» ou «incita ao racismo», pois é então curioso que a mesmíssima tropa mediática que esconde a identidade racial dos delinquentes acabe depois por revelar esta identidade racial dos delinquentes quando se trata de acusar a polícia de racismo... Ou seja, num caso o «jornalista» presume que a raça não interessa quando se comete o crime – nem as questões dos contextos sócio-étnicos nem nada... - noutro caso o «jornalista» presume que o polícia é «racista» ao prender ou bloquear a acção agressora de um ou mais jovens negros... 
Tem-se visto, no quotidiano português, a escandalosa falsidade que é a alegação de «racismo» quando aplicada às autoridades policiais portuguesas – recentemente, por exemplo, um ou mais «jovens» (ou seja, petizes de raça negra) teve o desplante de filmar e depois colocar na Internet uma triste cena em que fazem troça de agentes da autoridade num comboio da zona metropolitana de Lisboa, e porquê?, porque se trata de meninos que têm as «costas quentes» com o sistema que os protege, sabendo por isso de antemão que pode, ridicularizar e assim fragilizar a autoridade sem que nada lhes aconteça. 
Mais flagrante e ideologicamente escandalosa foi a impunidade com que aqui há tempos um grupo considerável de jovens negros agrediu um imigrante curdo em Lisboa, divertindo-se durante a agressão e filmando-a, e colocando-a online. Pode imaginar-se o histérico lodaçal que se criaria na imprensa caso os agressores fossem neste caso jovens brancos, skinheads racistas, por exemplo... o BE, o SOS Racismo e outros grupelhos nada recomendáveis estariam por todas as esquinas a gritar alarvemente que tinham «vergonha de ser português!!!!!» e a exigir que as autoridades prendessem imediatamente todos os agressores envolvidos, e que o atraso policial em fazê-lo era prova do racismo da polícia!!!!, e outras obscenas imbecilidades. Seria justo, sem dúvida, punir skinheads brancos caso fizessem o que acima se descreve, tal como seria justo que os jovens negros que cometeram este acto fossem levados à justiça... será que o foram? 
Aparentemente, «ninguém» na esfera pública se indignou com isto - ninguém excepto,claro está, o PNR, que não aceita pactuar com a vergonha desculpabilização de seja quem for mercê a sua identidade racial. »
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Fonte: http://www.pnr.pt/2018/09/nao-ha-brutalidade-policial-racista-em-portugal/

NA HOLANDA - JUIZ DÁ PENA LEVE A VIOLADOR DE DEFICIENTE MENTAL PARA QUE ELE NÃO SEJA EXPULSO DO PAÍS...

Na Holanda, um juiz deu pena leve a muçulmano, Zaman S., que violou uma miúda deficiente mental, e porquê?, porque se a pena fosse pesada ele era expulso do país...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/09/netherlands-judge-gives-light-sentence-to-muslim-migrant-who-raped-girl-so-he-wouldnt-lose-his-residence-permit

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E assim o Merdíssimo Juiz, ou Merdíssimo Meretíssimo, ficou bem com a sua consciência, enquanto a vítima e a sua família lá terão de se aguentar, a bem da sociedade piedosamente multiculturalista, uma sociedade que precisa mesmo muito deste violador oriundo do mundo muçulmano para que assim a diversidade seja mais rica e até emocionante... porque emocionante é de certeza, de certeza absoluta, mas se a emoção descambar em ódio, depois a culpa é dos «racistas»... enquanto as activistas militantes do feminismo não se ofendem nada com uma merda destas...

Assim se vê como a elite político-culturalmente reinante contorna as leis, leis que só existem para tranquilizar o povinho... «Violadores estrangeiros?, são expulsos, claro!, não se preocupem que eles não ficam cá!, não precisam de votar nos fascistas para expulsar ninguém, não se preocupem, as leis existentes já são suficientes para lidar com os pouquíssimos imigrantes criminosos...»


IGREJA CRISTÃ METEU NO CANADÁ MUÇULMANO QUE DEPOIS ASSASSINOU CRIANÇA DE TREZE ANOS

No Canadá, uma igreja cristã conseguiu meter no país um pai de família muçulmano, Ibrahim Ali, que viria a assassinar uma rapariga de 13 anos, Marrisa Shen.
Um criminologista, Neil Boyd, diz que é preciso não saltar para conclusões precipitadas porque «a taxa de criminalidade dos imigrantes é mais baixa que a dos canadianos».
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/09/muslim-migrant-who-murdered-13-year-old-girl-came-to-canada-sponsored-by-a-church-group

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Como bem faz notar o Jihad Watch, era preciso saber qual a taxa de criminalidade dos imigrantes muçulmanos, não a taxa de criminalidade dos imigrantes em geral... que é para o bom comportamento dos imigrantes europeus, digo eu, não dar uma imagem demasiadamente «optimista» da imigração em geral...
De resto, isto e bem uma pontita do icebergue daquilo que a acção das igrejas oferece realmente ao Ocidente em matéria de iminvasão.

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EUA REDUZEM NOTORIAMENTE A ADMISSÃO DE REFUGIADOS

Autoridades norte-americanas reduziram a entrada máxima de refugiados para o próximo ano fiscal de 45 mil para 30 mil, anunciou o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo.
Dirigindo-se a repórteres, o diplomata fez o anúncio antes de sair da sala sem responder a perguntas. Pompeo justificou o movimento por motivos de segurança nacional. Durante o último ano do governo Obama, os EUA estavam dispostos a receber 110.000 refugiados.
A nova política entrará em vigor em menos de duas semanas, quando o ano fiscal do governo federal dos EUA vai começar, no dia 1º de Outubro.
"O factor determinante aqui é o desejo entre os formuladores de políticas neste governo de levar o programa de admissão de refugiados a um número muito pequeno, se não o apagar completamente", disse Steve Pomper, funcionário de direitos humanos que trabalhou no Conselho de Segurança Nacional do governo Obama, ao jornal Daily Beast.
Em ordens executivas assinadas pelo presidente em Janeiro e Março de 2017, Trump determinou que o número total de refugiados potencialmente admitidos não exceda 50.000, acrescentou o jormal Daily Beast.
Os limites são mais baixos até do que os estabelecidos pelo presidente George W. Bush após os ataques de 11 de Setembro de 2001. Bush estabeleceu o tecto em 70.000, mas só permitiu em 21.000 e 27.000 nos dois primeiros anos após o ataque terrorista, ainda segundo o Daily Beast.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/2018091712231322-eua-cortam-taxas-admissao-refugiados/

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Não é perfeito, mas, enquanto o pau vai e vem, folgam as costas... tudo o que seja atrasar a iminvasão do seu país e ganhar tempo para organizar e dinamizar o contra-ataque político é favorável à raça branca do Ocidente.

TESTE PRÉ-NATAL USADO NO REINO UNIDO POR MINORIAS ÉTNICAS PARA EVITAR PROLE DO SEXO FEMININO

Uma análise sanguínea para saber se os fetos têm problemas genéticos, como síndrome de Down, está a ser utilizada por grávidas para abortarem bebés do sexo feminino.
O partido Trabalhista inglês está preocupado com os casos de aborto por causa do género em minorias étnicas e pediu ao Governo para que proíba a utilização de testes sanguíneos para saber o sexo do bebé.
Naz Shah, deputada dos Trabalhistas (na oposição), e ministra sombra para as questões da igualdade, diz que o parlamento deve intervir já contra o mau uso do Non-Invasive Prenatal Test (NIPT), um teste que se faz, por exemplo, se os fetos têm síndrome de Down, mas que permite, também, saber o sexo.
O sistema nacional de saúde inglês apenas permite que este tipo de análises seja feito por razões genéticas, mas há clínicas privadas que estão a fazê-lo a grávida em troca de 170 ou 225 euros.
Além de deputada, também várias associações de caridade referem que tem havido um aumento exponencial destes testes em comunidades formadas por minorias étnicas e de abortos quando o género é feminino.
Naz Shah disse a um programa da televisão pública BBC que a preferência cultural por rapazes nalgumas comunidades, no Reino Unido, está a “levar as mulheres a adoptar métodos para satisfazer as expectativas dos membros das suas famílias”.
A associação de apoio às minorias étnicas Jeena International revelou a uma investigação feita pela BBC que muitas mulheres foram forçadas a abortar porque ficaram grávidas de meninas pela segunda ou terceira vez
“Elas não querem ficar sem casa nem que o seu casamento seja um fracasso só porque não conseguem dar à luz um rapaz”, disse a directora da associação. “Por isso, não é de estranhar que andem a fazer uma selecção de sexo através destes testes. É porque não têm escolha”, acrescentou.
O porta-voz do Departamento de Saúde diz que o “teste não é para ser usado em questões de género” e que vão “continuar atentos” aos casos que surgirem.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2018-09-17-Reino-Unido-Teste-pre-natal-esta-a-ser-usado-por-gravidas-de-minorias-etnicas-para-abortarem-em-funcao-do-genero

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Cada vez fica mais óbvio o que qualquer pessoa de inteligência dentro da normalidade já podia prever desde há décadas: a incompatibilidade entre a agenda imigracionista e os ideais feministas e defensores das minorias sexuais - em suma, dos física/socialmente mais vulneráveis. 
Acresce que uma Europa onde pela primeira vez haja mais homens que mulheres, ainda para mais homens educados em culturas intolerantes, dificilmente continuará a ser uma das zonas menos violentas do planeta... o pequeno paraíso europeu, que tem vindo a evoluir no sentido da igualdade e da vida fácil e pacífica, pode agora inverter a marcha civilizacional e caminhar para um ambiente de guerra civil.

PRIMEIRO-MINISTRO CHECO EUROPEIAMENTE SOLIDÁRIO COM O SEU HOMÓLOGO HÚNGARO CONTRA ELITE MUNDIALISTA

O primeiro-ministro checo Andrej Babis acredita que o cancelamento das quotas de imigrantes da União Europeia (UE) foi um dos maiores sucessos da sua política externa, dizendo que lutou contra as quotas juntamente com Viktor Orban e conseguiu "abolir o sistema absurdo".
"[Orban e eu] lutámos contra as qiuotas em Bruxelas e abolimos esse sistema absurdo", afirmou Babis.
O primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, um duro crítico da imigração e das quotas obrigatórias de imigrantes, tem repetidamente lançado dúvidas sobre a validade da situação humanitária dos imigrantes.
Falando de imigrantes ilegais, Babis afirmou que Praga "não aceitará um único refugiado", mesmo que sejam órfãos sírios: "Porque devemos nós aceitar [órfãos sírios]? Temos órfãos no nosso próprio país […] eu fui para a política principalmente para cuidar dos cidadãos checos", acrescentou.
Babis também lembrou ter conversado com a chanceler alemã, Angela Merkel, em Berlim: "Ela perguntou-me se nós [República Checa] poderíamos levar alguns imigrantes ilegais. Eu disse que não poderíamos levar nem um", disse ele, acrescentando que a sua resposta foi "uma atitude simbólica diante da incapacidade da UE" de abordar o problema dos imigrantes. Babis estava aparentemente a referir-se ao seu recente encontro com Merkel no início de Setembro.
Em Dezembro de 2017, a República Checa, juntamente com a Hungria e a Polónia, defenderam o seu "direito" de rejeitar as quotas de refugiados impostas pela UE em meio a pressões da Comissão Europeia (CE).
Apesar das repetidas advertências da CE, os três países continuam a perseguir um processo de descumprimento, argumentando que os imigrantes representam uma ameaça directa à segurança pública.
Babis, que assumiu o posto na época, disse que "as quotas dividem a Europa e não são eficazes".
O primeiro-ministro da República Checa criticou repetidamente as políticas de migração existentes na UE e argumentou que os países europeus devem "unir-se" para encontrar uma solução viável para a crise.
Referindo-se aos notórios impasses entre os manifestantes anti-imigração e anti-fascistas na cidade alemã de Chemnitz, disse que a Europa deve lutar pela sua cultura e valores em face da crise migratória: "Não queremos morar em África ou no Médio Oriente aqui. Devemos lutar pelos nossos valores", comentou.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://br.sputniknews.com/europa/2018091612219904-babis-defende-orban/

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Democracia é isto - menos afectada que os países ocidentais pela elite político-culturalmente reinante no Ocidente, esta república tem uma democracia muito mais directa que a dos países da Europa Ocidental e, assim, elege um político que diz mesmo o que o povo pensa. É tão simples como isto.

segunda-feira, setembro 17, 2018

«GALACTICA», OS BONS TEMPOS DE PSICADELISMO NA FICÇÃO CIENTÍFICA DE ENTRETENIMENTO POPULAR


Dezassete de Setembro de 1978, estreia televisiva nos EUA da série «Battlestar Galactica», bom pedaço de «space opera», saga de ficção ou fantasia científica sobre uma gigantesca nau das estrelas, qual porta-aviões intergaláctico, de uma outra civilização humana, originária do planeta Caprica, mui distante da Terra (não confundir com certa localidade a sul do Tejo, essa tem um «a» a mais). Esta «Estrela de Batalha» Galactica conduz uma frota de fugitivos humanos em busca deste planeta azul, tido como espécie de terra prometida, para assim conseguir salvar-se da perseguição genocida que lhe é movida por uma outra espécie alógena, os Cylons, que nos livros são uma espécie de répteis muito organizados e intolerantes para com a imprevisibilidade e génio humanos, na televisão pareciam ser simplesmente robots, embora o seu líder se afigurasse orgânico...
Mais recentemente fez-se uma nova versão da série, que não tem para o pessoal da velha guarda o mesmo encanto, para além de cair frequentemente numa sentimentalada desinteressante e de escolher os piores e mais banalizantes caminhos, como o estafadíssimo e pouco credível tema da «revolta dos robots contra a humanidade»... e os «novos» cylons, ainda que «mais tecnológicos», não se comparam em carisma aos antigos, digo eu... de melhor, a nova série só tem a religião, que é o politeísmo helénico...
Se o grosso da ficção científica é ideologicamente bem mais de Esquerda que de Direita, isto pura e simplesmente porque o grosso da cultura contemporânea é quase todo engendrado por gente de sensibilidade esquerdista, «Galactica» - a de 1978, pelo menos - constitui aqui uma excepção notável. Nesta, os inimigos da humanidade são doutra espécie e querem liquidar o «Nós»; a busca dos fugitivos humanos - verdadeiros refugiados - é pela humanidade da Terra, ou seja, por gente do mesmo sangue, enquanto o inimigo é de outro sangue; no seio do «Nós», os humanos de Caprica dividem-se nas suas opiniões: uma elite civil está sempre disposta a acreditar na boa vontade dos Cylons para estabelecer a paz, enquanto os militares nunca confiam nos Cylons e suspeitam sempre de uma cilada, suspeita esta que depois se confirma...
Aconselha-se vivamente a apreciadores do género, sem pretensões, que não procurem nada de propriamente «científico» - recordo-me do divulgador científico Eurico da Fonseca a dizer, num programa de domingo à tarde (creio que do Júlio Isidro, ou então do outro, o de bigode, Luís Pereira de Sousa), que «Galactica» era «cowboys do espaço» (enquanto a série de ficção científica televisiva que mais apreciava era «Espaço 1999»)... enfim, o entretenimento não tem forçosamente de ser «instrutivo», basta que divirta e, se possível, maravilhe, é para isso que serve.

domingo, setembro 16, 2018

MUÇULMANO DA SOMÁLIA ESFAQUEIA NA ALEMANHA

Em Fulda, Alemanha, um muçulmano da Somália esfaqueia gritando «sou muçulmano, mato cristãos, Alá akbar». O africano começou por dizer que queria o cigarro do agredido...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/09/germany-muslim-migrant-stabs-man-while-screaming-im-a-muslim-i-want-to-kill-you-i-kill-christians-allahu-akbar

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Mais um maluquinho que por coincidência é muçulmano... pode de facto ter algum problema mental, ou um défice cognitivo grave, os seus correligionários do califado mandam-no fazer as coisas e ele faz, mas enfim, é isto que a imigração oriunda do mundo islâmico dá à Europa. Nada de nada justifica que haja europeus a correr riscos de vida por causa dessa gente.

sábado, setembro 15, 2018

JUÍZ SOLTA SUSPEITOS DE AGREDIR E TORTURAR IDOSOS

A Polícia Judiciária deteve esta Joves um sexto suspeito de pertencer ao grupo que assaltou e agrediu quase 30 idosos da Região Centro, entre Fevereiro e Julho deste ano, mas viu um juiz de instrução criminal libertar quatro dos cinco homens que já tinham sido detidos na Martes, por 19 assaltos em Coimbra, Figueira da Foz, Pombal, Leiria e Marinha Grande.
O interrogatório judicial dos primeiros cinco detidos começou na Mércores e terminou Joves, com um resultado que caiu bastante mal entre os investigadores. O Ministério Público (MP) propôs para os cinco arguidos a prisão preventiva, mas um juiz de instrução de Leiria só a aplicou a um deles, reservando para os outros a mais leve de todas as medidas de coação, termo de identidade e residência.
Na Martes, a PJ tinha feito as buscas, entre a Figueira da Foz e a Marinha Grande e efectuado quatro detenções com mandados do MP. Entre os indícios que sustentaram os mandados, havia prova científica que ligava pelo menos um arguido aos assaltos. Os suspeitos identificavam casas isoladas onde moravam idosos e, à noite, encapuzados, surpreendiam as vítimas nos quartos, agrediam-nas e torturavam-nas, para que revelassem onde tinham dinheiro e ouro.
Uma octogenária de Pombal foi morta e um septuagenário da Figueira ficou em coma, após hora e meia de tortura, em que lhe fracturaram o crânio e três costelas e lhe infligiram cortes nos testículos e noutras partes do corpo.
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Fonte: https://www.jn.pt/justica/interior/juiz-liberta-quatro-suspeitos-de-assaltar-e-torturar-idosos-9843685.html

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O que se terá passado na cabeça do Merdíssimo Juíz, ou Merdíssimo Meretíssimo, para mostrar ao povo desta forma despudorada a impunidade de criminosos que torturam idosos...

sexta-feira, setembro 14, 2018

PNR REUNIU EM AROUCA

No último Sábado, 8 de Setembro, reuniu o Conselho Nacional do PNR, de modo ordinário, desta vez em Arouca, numa óptica de descentralização destas reuniões.
Antes dos trabalhos, o Presidente do partido, José Pinto-Coelho, concedeu uma entrevista ao jornal local, Roda Viva, frisando que o PNR tem um forte potencial de crescimento no Norte do país, mencionando o exemplo da votação no Distrito do Porto, que triplicou nas legislativas de 2015. Ainda que sem implantação local nem meios eficazes de divulgação, estamos conscientes de que o nosso crescimento continuará a verificar-se de modo consolidado e, em concreto, no Distrito de Aveiro, onde se realizou este terceiro Conselho Nacional no presente ano.
A reunião, que decorreu num ambiente abençoado pela natureza, no interior do Conselho de Arouca, proporcionou um excelente convívio entre todos, no intervalo do almoço, tendo-se aproveitado para celebrar o aniversário do Conselheiro Nacional e responsável do PNR-Aveiro, Anselmo Filipe de Oliveira.
Os trabalhos começaram às onze horas da manhã e terminaram às sete da tarde, tendo sido tratados um vasto conjunto de temas desde, naturalmente, as eleições que se avizinham, questões de organização interna, calendarização de actividades a curto-médio prazo e relações internacionais.
A próxima reunião, que se realizará em Janeiro de 2019, terá lugar – em princípio – no Distrito de Santarém.
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Fonte: http://www.pnr.pt/2018/09/conselho-nacional-do-pnr-reuniu-em-arouca/

quarta-feira, setembro 12, 2018

BATALHA DE MARATONA - MARCO DA VITÓRIA OCIDENTAL E DEMOCRÁTRICA SOBRE UM IMPERIALISMO ORIENTAL


Stoa Poikile, Pórtico Pintado,[1] Estoa Pintado ou Estoa Pecile (em grego: Στοά Ποικίλη; transl.: Stoá Poikíle), originalmente chamado de Pórtico de Peisianax (emgrego: Στοά Πεισιανάκτειος; transl.: Stoá Peisianákteios), foi um antigo edifício da ágora de Atenas, construído durante o século V a.C.. 
Pode ver-se em maior dimensão aqui: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ef/Marathon_battle_in_Stoa_Poikile,_Carl_Robert.jpg


A batalha de Maratona (em grego: Μάχη τοῡ Μαραθῶνος; transl.: Māche tou Marathōnos) ocorreu durante a Primeira Guerra Médica, em Setembro de 490 a.C., numa planície a leste de Atenas.
Milcíades, avisado do desembarque persa, incumbiu os atenienses a fazerem frente. Enviaram Fidípides a Esparta para solicitar ajuda, correndo cerca de 200 quilómetros em menos de um dia a pé. Os espartanos prometeram enviar ajuda, mas argumentaram que, por razões religiosas (já que se encontravam no nono dia do mês lunar), não poderiam fazê-lo antes de seis dias. Milcíades não podia esperar tanto tempo e lançou-se ao ataque contra os persas com os efectivos que dispunha.
O número de atenienses flutuava provavelmente entre dez e quinze mil combatentes, e as forças persas entre vinte e trinta mil. Heródoto diz que os persas tinham seiscentos barcos, se bem que outros autores gregos aumentam as forças inimigas até um milhão de efectivos, dado exagerado e inverossímil. Os gregos cercaram os persas, que responderam com uma chuva de flechas, levando os gregos a precipitarem-se contra o inimigo e forçando a disposição em formações fechadas, impedindo o uso da cavalaria.
Esta acção foi determinante, pois os persas não podiam fazer muito contra as largas lanças das forças gregas preparadas para um combate corpo a corpo, já que os seus arcos não os serviam, e as espadas, punhais e espadas curtas não podiam fazer grande dano aos gregos protegidos com couraça. Os persas ofereceram grande resistência, conseguindo romper num momento o cerco grego, mas este rapidamente foi reagrupado e os gregos fizeram recuar os persas até ao local do desembarque, onde se deu a última parte do combate.
Os atenienses capturaram sete barcos, mas eram insuficientes para impedir a retirada do exército inimigo, que foi totalmente massacrado. Do lado persa houve cerca de 6000 baixas, e pelos atenienses morreram 192 hoplitas. As tropas persas, derrotadas, regressaram à Ásia, mas isto não significava que o problema estava solucionado entre persas e gregos, porquanto em breve ocorreria uma nova guerra.
Fidípides, segundo conta a lenda, foi mandado por Milcíades a correr os 42 quilómetros (250 estádios) que separavam a Maratona de Atenas para anunciar a vitória grega. Após anunciá-la com a frase "Alegrai-vos, atenienses, nós vencemos!", caiu morto devido ao esforço.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Maratona

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Conta-se que quando Fidípides voltava da sua missão a Esparta, foi abordado pelo Deus Pã, que lhe perguntou porque é que os Atenienses não O honravam, ao que o mensageiro respondeu que essa honra passaria a ser feita. De acordo com a lenda, Pã gostou da promessa e apareceu na batalha, infundindo aos soldados persas o tipo de temor desesperado que costumava infundir às suas vítimas, o chamado «pânico» (termo derivado de «Pan», como é bom de ver). Depois da batalha, foi consagrado um recinto a Pan numa gruta na encosta norte da Acrópolis, em Atenas, onde anualmente se Lhe oferecia um sacrifício...
Realizou-se também o festival «Agroteras Thysia» («Sacrifício a Agrotera») , em Agrae, perto de Atenas, para honrar Ártemis Agrotera (Ártemis a Caçadora, que é Ártemis, equivalente à latina Diana, como Deusa da Caça). Tratou-se aqui da concretização de um voto feito pela cidade antes da batalha, o de consagrar à Deusa uma certa quantidade de bodes, no mesmo número que o dos persas que tombassem na batalha. Como o número de soldados da Pérsia mortos em combate era muito elevado, passaram a oferecer-se quinhentos bodes todos os anos à Deusa neste festival. Noventa anos depois, ainda o mesmo número de bodes era oferecido a Ártemis neste festival.
Consta também que durante o embate os Atenienses viram o fantasma do rei Teseu, mítico herói ateniense, a liderar, coberto pela sua armadura, o exército ateniense contra os Persas. A imagem de Teseu foi de facto representada no mural Stoa Poikile, juntamente com outros heróis e os doze Deuses Olímpicos. Segundo conta Pausânias, foi avistado no meio do combate um homem de aparência rústica que com um arado massacrou incontáveis estrangeiros. Ninguém mais o viu, depois disso. Quando os Atenienses consultaram o oráculo a respeito do sucedido, foi-lhes respondido que deveriam passar a honrar Echetlaeus («O do arado») como herói...
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Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Marathon#Legends_associated_with_the_battle

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Foi uma vitória do Ocidente, sem dúvida - e também da Democracia, uma vez que o regime democrático ateniense ficou particularmente beneficiado com este triunfo. Devem ter-se sempre presentes as palavras de Heródoto, o chamado «pai da História», a respeito da glória militar ateniense:
«Os Atenienses aumentaram o seu poder; e é evidente, não apenas por uma instância mas em todos os sentidos, que a Igualdade é uma coisa excelente, uma vez que os Atenienses quando eram governados por déspotas não eram melhores na guerra do que qualquer dos seus vizinhos, mas quando se viram livres dos déspotas tornaram-se de longe nos maiores. Isto prova que enquanto eram mantidos em submissão, eram voluntariamente passivos, porque estavam a trabalhar para um mestre, mas quando se libertaram, cada um deles estava pronto para fazer algo por si mesmo.» (Ler em «História» livro V, 78, de Heródoto).

DALAI LAMA: «A EUROPA PERTENCE AOS EUROPEUS»

Numa conferência realizada em Malmo, terceira maior cidade da Suécia, o líder espiritual do Tibete, Dalai Lama, prémio Nobel da paz em 1989, declarou na semana passada, três dias antes das eleições legislativas suecas, que «A Europa pertence aos Europeus» e que os refugiados deverão retornar aos seus países de origem e reconstruí-los.
Disse também que a Europa é «moralmente responsável» por ajudar «um refugiado que esteja mesmo em perigo de vida»: «Recebê-los, ajudá-los, educá-los.. mas ulteriormente eles devem desenvolver o seu próprio país.» 
O Dalai Lama fugiu de Lhasa, capital do Tibete, quando a China invadiu militarmente esta nação para esmagar uma revolta.
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Fonte: https://www.dailymail.co.uk/wires/afp/article-6159933/Dalai-Lama-says-Europe-belongs-Europeans.html

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Logo havia de calhar o Cristianismo à Europa, foi azar... aliás, ingenuidade, porque a horda cristã também tentou dominar o oriente, só que aí houve autoridades atentas que não permitiram tão totalitária subversão...
É de recordar que o Dalai Lama já se tinha pronunciado do mesmo modo quando há uns anos declarou que a Alemanha pertence aos Alemães e que os refugiados só devem ser instalados na Europa a título temporário. A tara universalista anti-fronteiras não faz parte do seu credo...

PARLAMENTO EUROPEU VOTA POR PROCESSO DISCIPLINAR CONTRA A HUNGRIA

O Parlamento Europeu (PE) recomendou esta Mércores ao Conselho Europeu a instauração de um procedimento disciplinar à Hungria por violação grave dos valores europeus por parte do governo de Viktor Órban, nomeadamente em matérias como a das migrações e o Estado de direito.
No mesmo dia, o Parlamento Europeu aprovou a proposta sobre a reforma dos direitos de autor no mercado único digital. E o presidente da Comissão Europeia, o luxemburguês Jean-Claude Juncker, fez o seu último discurso do estado da União. Em 2019 serão renovados quatro altos cargos na UE: presidente da Comissão, do Conselho, do Parlamento e do Banco Central Europeu.
Esta é a primeira vez na história da União Europeia que o PE elabora e aprova um relatório sobre a activação do artigo 7.º do Tratado da União Europeia, que prevê, como sanção máxima, a suspensão dos direitos de voto a um Estado membro.
O relatório da comissão parlamentar das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos do PE, que considerava existir um risco manifesto de violação grave, pela Hungria, dos valores europeus, recebeu 448 votos a favor, 197 contra e 48 abstenções durante a votação realizada no PE, em Estrasburgo, França.
Agora cabe ao Conselho Europeu, por maioria qualificada, decidir se suspende ou não alguns dos direitos de Budapeste, como por exemplo o direito de voto.
Na apresentação do relatório, a sua autora, Judith Sargentini, afirmara na Martes: "Perseguiu imigrantes, refugiados e minorias como os ciganos. Há indivíduos no governo que beneficiam dos fundos europeus e dos contribuintes. Infelizmente nada melhorou desde que o relatório foi votado em Junho na Comissão Europeia."
E há mais, muito mais: a alteração da Constituição, a interferência no poder judicial, a perseguição aos media, à autonomia académica, a restrição de liberdades como a religiosa ou de associação fazem parte da lista de temas que tiraram a Hungria do clube dos países de plena democracia e da vigência do Estado de direito.
Impassível, como sempre, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Órban, a quem o ex-eurodeputado Daniel Cohn-Bendit classificou no passado como "o Hugo Chávez da Europa", fez a sua defesa. "Não vai ser contra um governo, mas contra um país". E que país: uma das "nações cristãs milenares, que lutou contra o maior exército do mundo, o soviético".
Sobre o relatório, Órban, que é da família política Partido Popular Europeu (PPE), afirmou que foi feito "com dois pesos e duas medidas", "sem dados concretos" e com "alegações enganosas".
Concluiu que o problema é que a "Hungria vai ser condenada por não querer ser um país de imigração", mas o país "não vai sucumbir a essa chantagem" e que no fim vai "voltar a dotar a política europeia de mais democracia".
"O que se passa na Hungria não é violador de um princípio da União Europeia, é violador de algo universal, que é a base dos direitos humanos", disse Marisa Matias, eurodeputada do Bloco de Esquerda.
Para a deputada do PS Ana Gomes este é essencialmente um teste ao PPE, a maior família política do PE. Destaca os alemães da CSU, cuja demarcação da Extrema-Direita do AfD é "cosmética", responsabiliza Angela Merkel pela sua "indulgência" e a lógica dos grandes interesses, "o que explica que um dos conselheiros de Orbán seja o deputado Mário David, que foi homem de mão de Durão Barroso".
"Nunca teríamos chegado a este estado se a Comissão tivesse agido há muito tempo, quando o Rui Tavares [ex-eurodeputado do BE] foi o relator do primeiro relatório sobre a Hungria", diz Ana Gomes. "Se nessa altura tivesse agido certamente não teríamos assistido aos desafios do grupo de Visegrado relativamente ao que foi acordado em Conselho sobre os refugiados, a todo um conjunto de acções violadoras tendentes a perverter os princípios e valores europeus até chegar a este ponto em que Orbán é o baluarte, ao aliar-se a Matteo Salvini e com Vladimir Putin para destruir a solidariedade na UE, uma coligação xenófoba e racista", comenta Ana Gomes.
O social-democrata Paulo Rangel faz questão de separar as águas. "O PSD sempre votou desde 2011 todas as resoluções que condenam a Hungria, ao lado normalmente das delegações holandesa, sueca, finlandesa, e nos últimos anos, das delegações romena e polaca."
Apesar de tudo, o eurodeputado do PSD lamentou "que não haja o mesmo procedimento para dois governos socialistas: a Eslováquia, onde jornalistas foram assassinados por investigarem corrupção ligada ao governo, e a Roménia".
O deputado comunista João Pimenta Lopes vai bastante mais longe, ao entender que a degradação das condições de vida não é um exclusivo da Hungria. E que "há uma profunda hipocrisia por parte da UE e por parte daqueles que apresentam este tipo de posicionamentos, porque são eles próprios veículos promotores da degradação das condições de direitos sociais, laborais e outros direitos fundamentais. Não podemos comungar com acções de branqueamento da UE em torno destes grandes valores", afirma.
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Fonte: https://www.dn.pt/mundo/interior/parlamento-europeu-vota-a-favor-de-inedito-processo-disciplinar-a-hungria-9834795.html

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Diz Ana Gomes que "Nunca teríamos chegado a este estado se a Comissão tivesse agido há muito tempo,", leia-se, nunca teríamos chegado a uma tal manifestação de poderio nacionalista em governos europeus se a elite reinante já tivesse atropelado a Democracia mais cedo. 
Eu digo: nunca teríamos chegado a este estado em que um país soberano europeu é limitado na sua liberdade por uma votação no Parlamento Europeu se os nacionalistas europeus tivessem começado a virar-se para a Democracia mais cedo, agora teriam provavelmente muito mais poder noeste mesmo parlamento europeu do que têm e uma votação destas se calhar não se fazia.

ITÁLIA E HUNGRIA A REFORÇAR EIXO ANTI-IMIGRAÇÃO NA EUROPA?

O primeiro-ministro da Hungria Viktor Orbán e o ministro do interior da Itália Matteo Salvini prometeram criar um "eixo anti-imigração" para conter as políticas pró-imigração da União Europeia.
Ao se encontrarem em Milão em 28 de Agosto, Orbán e Salvini prometeram trabalhar juntamente com a Áustria e o Grupo de Visegrad, República Checa, Hungria, Polónia e Eslováquia, para se contraporem a um grupo de países pró-imigração da UE liderado pelo presidente francês Emmanuel Macron.
Orbán e Salvini buscam uma estratégia coordenada antecipando-se às eleições do Parlamento Europeu em Março de 2019, com o objectivo de derrotar o Partido Socialista Europeu (PES) pró-imigração, partido pan-europeu representando partidos socialistas a nível nacional de todos os estados membros da UE. O objectivo é mudar a composição política das instituições europeias, entre elas o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia, a fim de reverter as políticas de migração de portas abertas da UE.
Em entrevista colectiva à imprensa, Salvini salientou: "Hoje começa uma jornada que continuará nos próximos meses em prol de uma Europa diferente, em prol de uma mudança na Comissão Europeia, das políticas europeias, que coloca no centro o direito à vida, trabalho, saúde, segurança, tudo o que as elites europeias, financiado pelo bilionário filantropo húngaro George Soros, representado por Macron, negam".
"Estamos perto de uma guinada histórica a nível continental. Estou perplexo com a falta de sensibilidade de uma Esquerda política que agora existe somente para desafiar os outros e acha que Milão não deveria receber o presidente de um país europeu, como se a Esquerda tivesse a autoridade de decidir quem tem e quem não tem o direito de falar. E depois a Esquerda ainda se espanta que mais ninguém nela vote".
"Esta é a primeira de uma longa série de encontros para mudar o destino, não só da Itália e da Hungria, como também de todo continente europeu".
Orbán ressaltou: "As eleições europeias estão no horizonte e muitas coisas têm que mudar. No momento há dois lados na Europa: um liderado por Macron, que apoia a imigração em massa. O outro liderado por países que querem proteger as suas fronteiras. A Hungria e a Itália pertencem ao segundo". "A Hungria mostrou que temos condições de impedir que os imigrantes desembarquem. Salvini mostrou que há como barrar os imigrantes no mar. Somos gratos por ele proteger as fronteiras da Europa". "Os imigrantes devem ser enviados de volta aos seus países de origem. Bruxelas diz que não podemos mandá-los de volta. Eles também disseram que era impossível impedir que os imigrantes desembarcassem, mas nós impedimo-los de desembarcar". "Ao que tudo indica Salvini e eu compartilhamos o mesmo destino. Ele é o meu herói."
Macron reagiu: "Se eles queriam-me ver como principal oponente, acertaram em cheio. É nítido e notório que hoje está-se a formar uma forte oposição entre nacionalistas e progressistas e não cederei nem um milímetro aos nacionalistas e àqueles que defendem o discurso de incitamento ao ódio".
Salvini rechaçou: "A partir do início de 2017 até aos dias de hoje, a França do 'bom samaritano Macron' recusou a entrada de mais de 48 mil imigrantes acantonados na fronteira com Itália, incluindo mulheres e crianças. É desta Europa 'acolhedora e solidária' que Macron e os bons-samaritanos estão falando?" "Em vez de ensinar aos outros o que é certo e o que é errado, eu convidaria o hipócrita presidente da França a reabrir as suas fronteiras e acolher os milhares de refugiados que ele prometeu acolher". 
"A Itália não mais é o campo de refugiados da Europa. A festa dos contrabandistas e dos bons-samaritanos acabou!"
Em Julho, Salvini realçou que queria criar uma rede pan-europeia de partidos nacionalistas com ideias afins: "Para vencer (as eleições italianas) tivemos que unir a Itália, agora é a vez de unirmos a Europa. Estou a pensar numa 'Liga das Ligas da Europa', reunindo todos os movimentos livres e soberanos que querem defender o seu Povo e as suas fronteiras".
Salvini propôs que a rede inclua o chanceler austríaco Sebastian Kurz, o líder do Partido da Liberdade da Holanda, Geert Wilders, a líder da Frente Nacional da França, Marine Le Pen e Orbán da Hungria, entre outros. Também sustentou que as eleições de 2019 para o Parlamento Europeu deveriam ser um referendo sobre "uma Europa sem fronteiras" versus "uma Europa que protege os seus cidadãos".
Salvini tem reiteradamente criticado a União Europeia no tocante à imigração em massa, acusando o bloco de ter abandonado Itália enquanto ela se debate para lidar com os mais de 600 mil imigrantes que chegaram ao país desde 2014. O problema vem sendo exacerbado pela regulamentação da UE.
Segundo a Lei da União Europeia, conhecida como Convenção de Dublin, os imigrantes devem pedir asilo no país em que entrarem pela primeira vez na União Europeia. Isto sobrecarregou Itália, dada a sua proximidade geográfica em relação a África.
A Itália procura há muito tempo uma reestruturação da Convenção de Dublin, mas outros Estados Membros da UE, sobretudo a Hungria, opuseram-se à alteração do acordo. A controvérsia destaca os desafios com respeito à formação de um eixo anti-imigração alinhado nos moldes da UE: os interesses de inúmeros Estados membros da UE são diametralmente opostos.
Por exemplo, embora a Itália e a Hungria concordem que a imigração em massa deva ser totalmente bloqueada, discordam quanto à forma de lidar com os imigrantes que já se encontram na UE. A Itália quer que os imigrantes sejam recolocados em outros países da UE, a Hungria e Grupo de Visegrad são veementemente contra o acolhimento de qualquer imigrante.
Em entrevista concedida ao jornal checo DNES, o primeiro-ministro checo Andrej Babiš, na véspera de sua visita em 28 de Agosto a Roma para se encontrar com o primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte, ressaltou: "Insisto que não aceitaremos acolher imigrantes ilegais de Itália ou de outros lugares. Não temos nada contra Itália, para com a qual somos solidários, é uma questão estratégica crucial. Na minha opinião trata-se de um elemento chave, um símbolo e uma mensagem para os imigrantes e contrabandistas de pessoas de que não adianta navegar para a Europa...
Babiš salientou que a União Europeia tem que superar as suas diferenças e chegar a um acordo sobre uma política comum pan-europeia no tocante à imigração: "Se a Itália não aceitar imigrantes, se Malta não os aceitar, a Espanha acolhê-los-á. Estamos a mandar a mensagem de que é possível chegar à Europa do Marrocos via Espanha. Precisamos dar um basta ao fluxo migratório. Quero falar sobre isto com os meus parceiros de Itália, de Malta e, claro, também com a chanceler alemã, Angela Merkel, que já conversou com os espanhóis. Temos que trabalhar com afinco para encontrar uma solução porque perdemos inutilmente três anos com o absurdo debate sobre quotas...
"Temos que proteger o que os nossos ancestrais construíram por mais de mil anos. Não é um slogan, é um facto".
A aceitação de Orbán por Salvini também expôs as diferenças na coligação governadora de Itália, composta pela Liga de Salvini e pelo Movimento 5 Estrelas (M5S), 'populista', liderado por Luigi Di Maio.
Em 23 de Agosto, Di Maio ameaçou reter os pagamentos da Itália à União Europeia se a reunião de alto escalão da UE marcada para 24 de Agosto em Bruxelas não tomar medidas concretas no tocante a compromissos de outros países da UE no acolhimento de imigrantes de Itália. Em entrevista concedida a uma TV italiana, que ele também postou na sua conta do Facebook, Di Maio salientou: "Se amanhã não houver nada de concreto da reunião da Comissão Europeia, se eles não decidirem nada sobre a... recolocação dos imigrantes, todo o Movimento 5 Estrelas e eu não mais estaremos dispostos a doar US$23 biliões todos os anos à União Europeia."
Depois de a reunião da UE não costurar uma solução, os líderes do M5S na Câmara de Deputados e no Senado de Itália, Francesco D'Uva e Stefano Patuanelli respectivamente, emitiram a seguinte Nota Oficial: "Os países que não participam da recolocação e que sequer se dignam em responder ao pedido de ajuda de Itália, não mais receberão, da nossa parte, fundos europeus; entre esses países, no momento, encontra-se a Hungria."
Em entrevista concedida em 27 de Agosto ao jornal La Stampa, Di Maio voltou a atacar Orbán: "A Hungria governada por Orbán constrói cercas de arame farpado e recusa-se a acolher o seu quinhão de imigrantes. Aqueles que não aceitam o seu quinhão, não deveriam ter direito a financiamento europeu."
Salvini defendeu Orbán: "eu respeito o direito absoluto da Hungria de defender as suas fronteiras e a segurança do seu povo. O objectivo comum é a defesa das fronteiras externas".
Orbán respondeu: "precisamos de uma nova Comissão Europeia comprometida com a defesa das fronteiras da Europa. Precisamos de uma Comissão, após as eleições europeias, que não castigue estes países, no caso a Hungria, que protegem as suas fronteiras."
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Soeren Kern é membro sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque.
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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/12995/italia-hungria-imigracao