domingo, abril 30, 2017

NA AUSTRÁLIA - PIVETE MUSLO AGRIDE SEXUALMENTE NA PRAIA E SAFA-SE DA PRISÃO

Pivete muslo ataca sexualmente em praias australianas mas safou-se da pildra porque o juiz acha que ele não tem culpa das «diferenças culturais».
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/04/australia-muslim-avoids-jail-for-sex-attacks-on-beach-due-to-cultural-differences

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É só mais um argumento para travar já a iminvasão oriunda do mundo islâmico... porque de facto as diferenças culturais podem ser mesmo muito perigosas para os ocidentais obrigados a conviver na sua própria terra com alógenos tão culturalmente longe da Europa... 

sábado, abril 29, 2017

DIRIGENTE DA ANIMAL EXEMPLIFICA COMO CÃO PERIGOSO PODE SER RECUPERADO

A presidente da associação ANIMAL, Rita Silva, tem a seu cargo o cão que, em 2013, ficou conhecido por ter estado envolvido na morte duma criança de 18 meses, em Beja. Segundo a activista, vão continuar a acontecer episódios trágicos se a fiscalização não for reforçada e se os próprios donos não tiverem consciência da responsabilidade que implica ter um animal.

Para ver a reportagem, aceder a esta página com vídeo: http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-04-28-Os-outros-animais-nao-vivem-no-mundo-moral-como-nos

CANDIDATA NACIONALISTA RESPONDE A COMENTÁRIOS DE JOGADOR MAGREBINO CONTRA A SUA CANDIDATURA

Marine Le Pen respondeu esta sexta-feira a Zinedine Zidane, que apelou ao voto contra ela na segunda volta das eleições presidneciais francesas, ao considerar que "com o que ele ganha" não espanta que vote Emmanuel Macron.
Zinedine Zidane, atual treinador do Real Madrid, apelou aos franceses para "evitarem ao máximo" a Frente Nacional (FN), que apresenta a candidata e líder do partido de extrema-direita à segunda volta das presidenciais, marcadas para o próximo dia 7 de maio. 
Interrogada sobre esta declaração, Le Pen considerou inicialmente que se tratava apenas de uma opinião.
"Que querem que diga, ele pode dar conselhos sobre futebol, é preciso dizer que nisso é muito bom, mas em política não é uma certeza", disse, e acrescentou: "Hão-de dizer-me, com o que ele ganha, compreendo, ao mesmo tempo, que vote em Macron". 
"Suponho que o senhor Zinedine Zidane possuiu um considerável capital financeiro, e assim terá provavelmente todo o interesse na eleição de Macron para preservar a riqueza que conseguiu obter devido ao seu talento", disse. 
"A mensagem, é sempre a mesma, a de 2002 [durante a passagem do pai de Marine Le Pen à segunda volta das presidenciais]. Estou longe de todas essas ideias, desta Frente Nacional. Assim, é preciso evitá-la ao máximo. Os extremos nunca foram bons", considerou o atual treinador do Real Madrid na conferência de imprensa antes da próxima jornada do campeonato espanhol. 
O independente Emmanuel Macron venceu a primeira volta das presidenciais francesas do passado domingo, com 24,01% dos votos, e vai defrontar, na segunda volta, a líder da Frente Nacional, Marine Le Pen, que conseguiu 21,3%.
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Fonte: http://www.record.pt/fora-de-campo/detalhe/marine-le-pen-com-o-que-zidane-ganha-nao-me-espanta-que-vote-em-macron.html

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Que curioso... agora não se ouvem os opinadores «donos» da boa consciência publicada a condenar a «promiscuidade entre o futebol e a política»...

MUÇULMANO DETIDO EM LONDRES COM ARMAS BRANCAS TINHA ESTADO NA FLOTILHA DE GAZA

Que coincidência... o muslo detido há poucos dias em Londres na posse de armas brancas foi um dos «pacifistas» que embarcou na «Flotilha da Paz» de 2010, num navio que alegadamente queria levar «auxílio» aos muçulmanos de Gaza... por acaso os muslos a bordo iam a cantar «Lembrem-se de Caibar, Judeus! O exército de Maomé retornará!» Caibar foi a última cidade judaica da Arábia que Maomé invadiu e massacrou, escravizando mulheres e crianças, como aqui foi noticiado nessa altura.
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/04/uk-muslim-arrested-carrying-knives-near-pms-office-was-on-gaza-jihad-flotilla-ship-in-2010

CANDIDATA NACIONALISTA NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS FRANCESAS JÁ NÃO TEM SAÍDO DO EURO COMO PRIORIDADE

Faltam oito dias para a segunda volta das eleições presidenciais francesas.Marine Le Pen, a candidata da Frente Nacional (Extrema-Direita), e Emmanuel Macron, candidato do Movimento En Marche! (centrista liberal), foram os apurados. O voto tem lugar no dia sete de Maio.
Marine Le Pen (21,3% na primeira volta) anunciou, este sábado, que se for eleita presidente, nomeará Nicolas Dupont-Aignan para o posto de primeiro-ministro.
Dupont-Aignan, do partido Debout la France (soberanistas eurocépticos), conseguiu 4,7% dos votos na primeira volta das presidenciais. 
Le Pen definiu o candidato soberanista como “um patriota sincero e exigente” e disse estar “orgulhosa” da aliança que tinham estabelecido.
Dupont-Aignan falou, por seu lado, num dia histórico, mas recordou que não tinha passado a formar parte da Frente Nacional.

Le Pen – Dupont-Aignan: Uma Alliança patriótica e republicana
O acordo entre a candidata da Frente Nacional e o líder do partido Debout la France implica uma importante mudança de posição da parte de Marine Le Pen no plano económico:
A retirada do euro deixa de ser uma prioridade absoluta
A candidata da Extrema-Direita matinha que se tratava de uma condição fundamental para a melhoria da situação económica.

Macron: O que interessa é o programa de Marine Le Pen
Emmanuel Macron criticou a escolha da candidata da Frente Nacional.
O candidato do movimento En Marche! falou, este sábado, aos jornalistas, durante uma visita a uma quinta, na região Auvergne-Rhône-Alpes (sudeste).
Segundo Macron, a adversária escolheu Nicolas Dupont-Aignan para tentar superar o que definiu como problemas de “credibilidade e de financiamento” das duas candidaturas.
“É nada mais nada menos do que isso e não é grave que assim seja”, continou Macron.
O candidato de tendência liberal-centrista disse aos presentes que o programa de Marine Le Pen era o que interessava e não quem escolhia para o posto de primeiro-ministro, um programa que definiu como “de finanças mágicas”. 
“Implica estabelecer a reforma aos 60 anos, aumentar o número de funcionários, aumentar tudo e baixar os impostos!”.
Macron recordou também que as ajudas à exportação dos produtos agrícolas franceses precisam das ajudas europeias, pelo que todo projeto que implique o fecho das fronteiras é “mau para o mundo rural”.
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Fonte: http://pt.euronews.com/2017/04/29/presidenciais-francesas-le-pen-escolhe-primeiro-ministro-macron-critica

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É um bocado estranho que a candidata nacionalista comece já a criar alianças com um partido que não a Frente Nacional, mas é bom sinal que se reforce a secundarização da ideia de abandonar a União Europeia (UE) - efectivamente, a insistência em deixar a UE foi talvez a parte fraca do programa nacionalista, na medida em que criava uma ideia de instabilidade futura que não agrada à maioria do povo. Note-se, entretanto, que quem escreveu esta peça de jornalismo ou carece de informação rigorosa ou não está a primar pela honestidade - Marine Le Pen já tinha dito, antes da primeira volta das eleições, que só levaria a França para fora da UE se esta se tornasse mais hostil à soberania do país, como aqui se leu: http://gladio.blogspot.pt/2017/04/comicio-de-marine-le-pen-na-corsega.html

JOVEM SIMPATIZANTE DO CALIFADO COLOCA EXPLOSIVO NO METRO DE LONDRES

Em Londres, um estudante simpatizante do califado deixou um explosivo artesanal num assento do metro. 
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/04/uk-muslim-student-leaves-ball-bearing-bomb-on-london-tube-train-walks-away-to-attend-lecture

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Será mais um «maluquinho»?

CONFERÊNCIA DO PNR NO PASSADO DIA 25 DE ABRIL







No dia 25 de Abril, o PNR realizou uma acção de formação e esclarecimento, de entrada livre, ao longo de todo o dia, subordinada ao tema, “Uma mão cheia de causas – Que é que queremos?”.
Por iniciativa do PNR Oeiras, ela decorreu na Assembleia daquela autarquia, à qual agradecemos a cedência do espaço.
Cerca de sessenta (60) pessoas marcaram presença entre os quatro módulos realizados durante o dia, tendo a sua participação e enriquecimento do tema, sido, como já é habitual, uma mais-valia e um reflexo do ânimo que cresce com fundamento.
Começando os trabalhos às 10h45 e, após os votos de boas-vindas do Presidente da Mesa, Hernâni Costa, Rogério Santos, falou do trabalho que tem sido desenvolvido pelo partido no âmbito das redes sociais, mostrando, com indicadores, o crescimento do mesmo dentro destas redes e apontou, também, os objectivos que temos nesta área. Seguiu-se um espaço de debate.
Depois do almoço, João Pais do Amaral expôs, novamente, a ideia do Nacionalismo Renovador, fazendo um balanço muito positivo e, sobretudo, confirmando o caminho assertivo, traçando objectivos concretos.
Por fim, João Patrocínio e José Pinto-Coelho, dividiram a tarefa de abordarem sete pontos fundamentais das nossas causas que, além de constituírem “bandeiras” do PNR, são claramente diferenciadoras dos restantes partidos do panorama político nacional. Foram eles: União Europeia, Soberania, Identidade, Papel do Estado, Sistema Político, Justiça e Segurança.
No fim, como sempre se faz nas nossas acções, entoou-se o Hino Nacional.
No dia 13 de Maio, realiza-se, novamente, esta actividade em moldes bastante similares, mas desta vez na cidade do Porto.
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Fonte: http://www.pnr.pt/2017/04/conferencia-mao-cheia-causas/

sexta-feira, abril 28, 2017

IRLANDA PODE UNIFICAR-SE GRAÇAS À UNIÃO EUROPEIA



Na véspera da primeira cimeira dos líderes europeus para definir as posições da União Europeia nas negociações do Brexit, os 27 Estados-membros preparam-se para aceitar novamente a Irlanda do Norte no bloco europeu. Mas há uma condição: o país membro do Reino Unido deve juntar-se à República da Irlanda, formando uma Irlanda unificada e fazendo com que aumentem os receios de uma desagregação na aliança política britânica.
Segundo avança o jornal britânico ‘The Guardian’, em cima da mesa de negociações da cimeira agendada para este sábado está a proposta da República da Irlanda em aplicar no acordo de saída do Reino Unido da União Europeia uma cláusula semelhante à aplicada à República Democrática da Alemanha (RDA), que lhe permitiu, após a queda do muro de Berlim e o fim da era soviética integrar a comunidade europeia.
No rascunho do documento, a que o jornal teve acesso, lê-se que “todo o território dessa Irlanda unida [no caso de uma eventual unificação] passaria a fazer parte da União Europeia”, à luz do direito internacional.
Depois de se ver a braços com a intenção da Escócia em reclamar a sua independência num novo referendo, a possibilidade de as duas Irlanda se unirem para integrar a União Europeia não é vista com bons olhos pelo Governo britânico de Theresa May, que quer afirmar um Reino Unido mais “unido” e “coeso”.
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Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/irlanda-do-norte-na-uniao-europeia-sim-mas-so-com-a-irlanda-unificada-152046

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Mais uma vez se constata como a União Europeia está a levar a água ao moinho do Nacionalismo, involuntariamente ou não. 

Virá talvez o dia em que também Cymru (Gales) e até Man e Cornualha se venham também a tornar independentes...

PETIÇÃO CONTRA O ABATE DE CÃO QUE ATACOU CRIANÇA

Esta petição tem como objectivo impedir o abate do cão da raça Rottweiler que, no dia 25 de Abril de 2017, atacou uma criança na zona de Leça do Balio (Rua Padre Manuel Bernarde). 
A petição não visa de maneira nenhuma desconsiderar o ataque feito pelo cão, que como noticiado nos órgãos de comunicação social, teve efeitos graves no estado físico e certamente emocional da criança atacada, bem como dos seus pais. Situações destas constituem motivo de trauma profundo emocional e em alguns casos resultam em danos físicos gravíssimos. 
É por isso inaceitável que por receio de animais sem trela ou sem açaime e por receio de eventuais ataques, pessoas (acompanhadas ou não de animais de estimação) se vejam obrigadas a abandonar a via pública vendo-se privadas do seu direito de frequentar parques ou outras zonas públicas. Qualquer pessoa tem o direito de frequentar espaços públicos ou de passear o seu animal de estimação sem se sentir intimidada ou sem sentir que a sua vida e a vida do seu animal de estimação correm perigo. Posto isto, a petição defende que qualquer pessoa tem o direito de frequentar espaços públicos sem se sentir incomodada pela presença de animais sem trela ou sem açaime (nos casos devidos). 
É também inadmissível que pessoas ou animais que se encontrem na via pública experienciem situações de perigo contra a sua integridade física e emocional devido a comportamentos de risco ou negligentes da parte dos donos dos animais que passeiam os seus animais sem trela (ou açaime nos devidos casos). 
A petição defende portanto que os donos de animais que não cumprem a lei sejam devidamente punidos como estipulado pela lei. 
A petição defende assim que o animal seja entregue ao cuidado de entidades/associações/ pessoas que se comprometam e se disponham a ajudar o animal a reabilitar-se, dando-lhe ajuda técnica positiva e especializada na sua reeducação e no seu comportamento. 
A petição relembra o quão importante é os donos dos cães cumprirem o estipulado na lei e nas regras de boa cidadania. É imprescindível que os donos dos animais sejam responsáveis não só pelo bem estar do animal, mas que também sejam responsáveis no cumprimento do uso de trela em via pública para prevenir eventuais acidentes que ponham em risco outras pessoas (ataque ou tentativa de ataque), outros animais (lutas territoriais, mecanismo de defesa, ansiedade ou desentendimento súbito) ou o próprio animal em questão (risco de ser atropeleado, risco de fugir, etc) e que sejam responsáveis quanto ao uso de açaime (nos casos devidos). 

A presente petição tem por objectivo deixar explícito que: 

1) Como noticiado, o animal em questão se encontrava legalizado (com respetivo registo legal e chip) pelo que cumpria os requisitos da lei 

2) O animal, por opção pessoal do dono, encontrava-se sem trela e sem açaime na via pública. Tratando-se o cão em questão de um animal, não teve por isso qualquer responsabilidade nessa tomada de decisão de andar em via pública sem a trela e sem o açaime, não devendo ser responsabilizado/culpabilizado por tal 

3) Como foi reportado pelo Site Observador, o dono do cão ter-se-à envolvido numa discussão cujas consequências resultaram em agressões físicas ao pai da criança, o que nos permite identificar o motivo pelo qual o animal presumivelmente se poderá ter sentido ameaçado e perturbado, levando-o a agir em defesa do dono e atacando as pessoas que o animal considerou "constituirem uma ameaça" para o dono: 

EXCERTO DA NOTÍCIA: "De acordo com a informação recolhida, o pai da criança terá advertido antes o proprietário do cão para o facto de o animal andar na via pública sem trela e sem açaime. Na altura, terá tentado tirar uma fotografia com o telemóvel para comprovar a situação. Terá sido aí que o dono do animal terá agredido o pai da menina e, momentos depois, o cão atacou a criança." 

4) Este comportamento que o cão parece ter demonstrado em relação ao dono, como já foi explicado e estudado por vários peritos em comportamento animal de vários países, resulta do sentimento de "defesa do grupo" e da "família", que os animais, assim como os seres humanos, assumem. Comportamentos agressivos imprevisíveis, são, assim, prevenidos pelo uso de trela e açaime, o que deve constituir responsabilidade exclusiva dos donos dos animais. 

Art.6º do Decreto-Lei n.312/2003 de 17 de Dezembro, artº.11º do Decreto-Lei n.º 315/2009 de 29 de Outubro: 
Dever especial de vigilância – “O detentor de animal perigoso ou potencialmente perigoso 
fica obrigado ao dever especial de o vigiar, de forma a evitar que este ponha em risco a vida ou a integridade física de outras pessoas e de outros animais.” 

5) Numa época em que mais do que nunca se luta pelos direitos dos animais, por leis que permitam aos animais beneficiarem de cuidados básicos e por leis que têm por objetivo punir quem maltrata, negligencia ou abandona animais, não se compreende como os animais continuam a ser tratados por vezes aos olhos da lei desta forma que parece ser rudimentar e pouco flexível, em que muitas vezes se eutaniza um animal neste tipo de situação concreta. Embora o perigo de novo ataque por parte destes animais seja uma preocupação muito legítima e a ser tida em consideração, a questão da eutanásia neste tipo de situação deveria ser revista de forma mais aprofundada em todos os casos semelhantes a este, devendo-se sempre em primeiro lugar perceber o que levou o animal a atacar e tentar uma reeducação positiva do animal num ambiente apropriado para o efeito, uma reintegração do animal num meio onde se sinta tranquilo e com técnicos competentes na área da reeducação animal, permitindo ao animal aprender a não reagir a situações de perigo/ansiedade/preocupação com um ataque. 
Em última análise, esta Petição tem por objectivo alertar para a necessidade de uma revisão do ponto 1 do artigo 11 do Decreto-Lei n.º 312/2003, datado de 17 de Dezembro, “o animal que cause ofensas graves à integridade física de uma pessoa, devidamente comprovadas através de relatório médico, é obrigatoriamente abatido, por método que não lhe cause dores e sofrimento desnecessários, após o cumprimento das disposições legais do Plano Nacional de Luta e Vigilância Epidemiológica da Raiva e Outras Zoonoses(...)”. 
Esta Petição alerta assim também para a importância de se dar preferência à reeducação/reintegração do animal num ambiente próprio para o efeito. 

Para assinar, aceder a esta página: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT85375


Prendam-se os donos inconscientes, ou mal formados, que treinam os cães para caçar ou para combates de cães e depois andam com eles na rua sem os devidos cuidados, e se houver tragédia, «eh pá, que chatice, foi azar...», o cão é abatido e eles arranjam outro... proprietários destes é que mereciam punição, não eram os seus cães que mereciam execução.

CLÉRIGO MUÇULMANO AFIRMA: «BATER NA MULHER NÃO É TANTO PARA A MAGOAR E SIM PARA A HUMILHAR»...

Porque é que o Islão autoriza e até recomenda que o marido bata na esposa quando esta lhe desobedece? Não é para magoar muito, é só para humilhar... quem o diz não é nenhum islamófobo ou nazi, mas sim um clérigo muçulmano, Othman Al-Khamis, do Kuwait, que, citando um verso do Alcorão, declara: «Os espancamentos não devem ser duros. É mais uma questão de espancamento psicológico, cujo propósito é humilhar a esposa.»

«Os homem têm autoridade sobre as mulheres porque Alá fez um superior ao outro e porque eles gastam a sua fortuna para as manter. As boas mulheres são obedientes. Guardam as suas partes da vista porque Alá as guardou. Quanto àquelas cuja desobediência temeres, admoesta-as e manda-as para camas separadas e bate-lhes.»
Alcorão, 4:34

O sucedido pode ser visto aqui: https://www.youtube.com/watch?v=aTlMX9Gu1o0

https://www.jihadwatch.org/2017/04/muslim-cleric-wife-beating-is-more-of-a-psychological-beating-the-purpose-of-which-is-to-humiliate-the-wife

DUAS PESSOAS DETIDAS NA IRLANDA POR ENVOLVIMENTO EM TERRORISMO MUÇULMANO

Em Waterford City, Irlanda, uma mulher e um homem foram presos por suspeita de estarem envolvidos em actividade terrorista muçulmana. A acusação que sobre eles pende é a de terem facilitado a transferência de dinheiro e informação relativamente a actividade terrorista internacional.
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Fonte: http://www.rte.ie/news/munster/2017/0427/870878-waterford-arrests/

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Eram mais dois «maluquinhos» ou então os Irlandeses é que tiveram a culpa por serem tão «islamófobos»... põem-se a olhar de lado para os muçulmanos e depois olha, os muçulmanos chateiam-se e em vez por exemplo se porem no caralho dali para fora de volta à sua terra, não, dá-lhes para porem bombas, enfim, feitios, «é a vida», como diria Guterres, temos todos de fazer sacrifícios e aguentar com estas e com outras...

quarta-feira, abril 26, 2017

PRIMEIRO TEMPLO HELÉNICO OFICIALMENTE RECONHECIDO NA GRÉCIA




Apresentação do primeiro templo politeísta helénico oficialmente reconhecido na Grécia, sito em Atenas, criado pelo Supremo Conselho Nacional Helénico.
Podem ver-se mais imagens aqui: https://www.facebook.com/YSEEHELLAS/posts/10154502824929562

Artigo (em Grego) sobre este novo desenvolvimento da religião nacional grega: https://www.vice.com/gr/article/gia-mas-8eos-einai-kai-o-potamos-khfisos-mia-teleth-ths-ellhnikhs-e8nikhs-8rhskeias-sto-kentro-ths-a8hnas

NO BANGLADESH - ISLAMISTAS PROTESTAM CONTRA ESTÁTUA DE DEUSA DA JUSTIÇA


Em Dhaka, capital do Bangladesh, milhares de muçulmanos apoiantes do grupo Hefazat-e-Islam protestaram nas ruas contra a colocação de uma estátua da Justiça diante do Supremo Tribunal (imagem da estátua acima). Os manifestantes gritaram que a estátua, representando a Deusa Témis ou Iustitia (neste caso vestida de sari), ofende o Islão, uma vez que, na doutrina islâmica, os ídolos são completamente proibidos.
Trata-se de mais um episódio do crescendo de tensão entre os islamistas e as forças liberais defensoras do pluralismo e da liberdade de expressão. Vários autores liberais foram assassinados por militantes islamistas nos últimos tempos.
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Fonte: http://www.bbc.com/news/world-asia-39082395

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É o preço que o país paga por ter deixado que o Islão aí se estabelecesse e expandisse...


BUSTO DE DIVINDADE GREGA VANDALIZADO PELA SEGUNDA VEZ EM ATENAS


Busto de Atena, Deusa da Sabedoria, deitado abaixo no Centro Cultural de Atenas, num acto de vandalismo condenado pelo Supremo Conselho Nacional Helénico, como aqui se pode ler com mais desenvolvimento: http://ysee.gr/index.php?type=deltia_typou&f=330
Note-se que este mesmo busto tinha já sido simbolicamente «cegado» com tinta preta há alguns anos.


GRANDE MESQUITA DE PARIS APELA A VOTO CONTRA CANDIDATA PRESIDENCIAL NACIONALISTA

A Grande Mesquita de Paris apelou no dia 24 de Abril que os muçulmanos votassem no mundialista Emmanuel Macron com o argumento de que este candidato «encarna a via da esperança e da confiança nas forças espirituais e cidadãs da nação, dentro do respeito dos valores republicanos e da aplicação estrita dos princípios do laicismo». O dirigente da mesquita, Dalil Boubakeur, salientou que a segunda volta das presidenciais é «decisiva para o destino de França e das suas minorias religiosas», motivo pelo qual, acrescenta, «todos os franceses devem manter-se imperativamente unidos frente à realidade da ameaça encarnada por ideias xenófobas perigosas para a nossa coesão nacional»; «Ante a ameaça de divisão e de fragmentação da sociedade francesa, (...), a Grande Mesquita recorda aos muçulmanos de França o seu dever de votar, um dever de muçulmanos e de cidadãos».
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Fonte: http://www.20minutos.es/noticia/3019628/0/gran-mezquita-paris-pide-musulmanes-voten-a-macron/

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Descaramento muslo é assim - manifestação clara de tentativa de intervenção na política nacional enquanto diz louvar quem aplica o laicismo. Mais uma vez fica à vista que a presença maciça de alógenos em solo europeu constitui ameaça à própria Democracia da Europa, além de ameaçar-lhe também a identidade. Constitui efectivamente uma ameaça à Democracia e posteriormente à Identidade Nacional toda a situação em que quem vota não é apenas a gente do Povo autóctone mas também gentes estrangeiras, que numa terra que não é sua fazem valer os seus próprios interesses independentemente e até contra a vontade dos verdadeiros e únicos proprietários da Nação.

AUMENTO DESPROPORCIONAL DOS CRIMES COMETIDOS POR ALÓGENOS NA ALEMANHA

Na Alemanha, o número de suspeitos de crime imigrantes aumentou mais de cinquenta por cento em 2016, segundo revelou Lues o Ministério do Interior. Em 2016 a polícia procurava cento e setenta e quatro mil suspeitos imigrantes, 52.7% mais do que ano anterior.
Os crimes motivados pelo Islão aumentaram por seu turno 13.7%.
Cerca de 8.6% dos suspeitos de crime em 2016 foram imigrantes, mais 5.7% do que no ano anterior.
O ministro do Interior, Thomas de Maiziere, diz que a culpa desta «subida desproporcional» do crime imigrante se deve ao problema da habitação dos ditos alógenos...
Entretanto, o número de suspeitos ditos alemães reduziu-se em 3.4% (1407062).
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Fontes: 
http://www.dailymail.co.uk/news/article-4440350/Number-migrant-criminal-suspects-Germany-surged-2016.html
https://www.jihadwatch.org/2017/04/germany-number-of-migrant-criminal-suspects-soars-by-more-than-50-in-2016

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Quem é que haveria de imaginar que uma coisa destas podia acontecer... só mesmo os «racistas»... prendam mas é os arquitectos e os alemães que não querem pagar ainda mais impostos para dar ainda mais habitações aos alógenos, a culpa é mas é deles... por acaso os imigrantes portugueses viviam abaixo de muitos cães nos bidonville franceses dos anos sessenta e não cometiam crimes em barda, mas isso foi assim porque calhou, prendam-se mas é os «racistas» que não quiserem oferecer casas melhores aos alógenos e mai' nada...



PRESIDENTE DA ÁUSTRIA DIZ QUE UM DIA TODAS AS MULHERES DEVERÃO USAR O VÉU ISLÂMICO...

https://www.youtube.com/watch?v=CxrSYO9N7AY

Pode ver-se no vídeo acima o presidente da Áustria a semi-apelar a que todas (ele salienta todas) as mulheres venham a usar um véu islâmico em «solidariedade religiosa» para com as muçulmanas. Note-se que o véu islâmico é imposto às mulheres em vários países islâmicos, e que muitas são as mulheres mortalmente vitimadas por não quererem usar o véu (como aqui se lê: https://www.jihadwatch.org/2017/04/austrian-president-day-will-come-when-we-ask-all-women-to-wear-headscarf), enquanto na Europa ninguém mata mulher nenhuma por usar o véu, mas a solidariedade para com as mulheres que não quiseram usar o véu não lembra a gajos destes...

EM FRANÇA - PRESIDENTE DE CÂMARA DIZ QUE SE DEMITE PORQUE NÃO QUER DEDICAR A SUA VIDA A «IDIOTAS» NUMA REGIÃO ONDE MARINE LE PEN GANHOU

Em França, o presidente da câmara de Annezin, em Pas-de-Calais, Daniel Delomez do Partido Socialista, exibiu a sua ira diante do trinta e oito por cento de votos alcançados na sua região da candidata presidencial nacionalista Marine Le Pen, dizendo que se quer demitir porque não está para dedicar a sua vida a «idiotas». Ocupando o cargo desde 2008, considera esta nova votação como «catastrófica».
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Fonte: https://www.rt.com/news/385911-france-north-mayor-election/

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Ficou lixado com F grande por constatar que o povo local deu a vitória a Marine Le Pen. Ora aqui está um exemplo típico de membro da elite político-cultural reinante: usualmente gosta esta tropa de armar-se em democrata, mas «secretamente» - ou aberta e ofensivamente, no caso - despreza a verdadeira opinião popular e teme a Democracia. 
O caso constitui mais um exemplo, entre tantos outros, de que a Democracia é uma aliada natural do Nacionalismo contra a elite político-cultural reinante.

AL AZHAR «ENTRE» O ESTADO E O FUNDAMENTALISMO...

O Papa Francisco é um dos principais convidados numa conferência sobre a paz marcada para 28 de Abril, organizada pela Universidade Al-Azhar, no Egipto.
O objectivo da conferência é criar uma nova plataforma de diálogo entre cristãos e muçulmanos e o facto de o grão-mufti da Universidade, o sheikh Ahmed al-Tayib, ter conseguido reunir no local os líderes das três maiores comunhões cristãs do mundo – o Papa Francisco, o patriarca de Constantinopla e o Papa Tawadros II de Alexandria é revelador da seriedade do evento e das intenções dos participantes.
A Al-Azhar é vista por muitos como um dos baluartes do Islão moderado. As suas decisões e interpretações de ensinamentos islâmicos são aceites com enorme autoridade por muçulmanos sunitas em todo o mundo. Mas, na sua tentativa de apresentar uma face do Islão diferente da que tem feito manchetes há mais de década e meia por causa de grupos terroristas, o Al-Azhar faz um difícil jogo de equilibrismo que lhe acaba por merecer críticas de vários frentes e realça um dos principais problemas do Islão: o facto de não ter uma hierarquia centralizada nem uma figura como o Papa que pode, em último caso, decretar quais são as posições correctas ou erradas acerca de um assunto.
Durante vários séculos, esse papel era desempenhado pelo Sultão do Império Otomano, que dominava grande parte do mundo islâmico, mas com a queda dos sultões desapareceu a figura política e cada imã, em cada mesquita, tornou-se, efectivamente, senhor da doutrina que ensina.
Em vários países, porém, a tentação de os políticos controlarem as mensagens políticas não desapareceu. Na Turquia, por exemplo, todos os sermões são escritos por um departamento do Estado que, depois, os envia para os imãs locais e, recentemente, o Presidente do Egipto criou uma figura institucional para fazer o mesmo.
O acto enfureceu a Al-Azhar, cujo órgão oficial, “A Voz do Al-Azhar”, tem publicado artigos a criticar a medida e outras da parte do Governo que entende como sendo intrusivas. Outro exemplo surgiu quando o Presidente Sisi sugeriu que se mudassem as leis para que não bastasse a um muçulmano dizer três vezes a palavra “divórcio” para se divorciar da sua mulher. A universidade respondeu que isso era impossível - o Islão permite-o e, portanto, não há nada a fazer.
A relação difícil entre a Al-Azhar e o Estado egípcio não é só embirração, é também uma importante estratégia. Uma relação demasiado próxima poderia ser desastrosa para a reputação da instituição, dando força aos fundamentalistas que já afirmam que a universidade está ao serviço do Governo ou de outras forças que não têm em vista a defesa do Islão.
Esta situação realça uma dificuldade que se vai repetindo no mundo islâmico. Sempre que uma voz influente se levanta para criticar o fundamentalismo e estender a mão a cristãos ou outras minorias perseguidas – incluindo outras comunidades islâmicas consideradas heterodoxas ou demasiado liberais – acaba por ver a sua credibilidade minada por grande parte do clero muçulmano, o que afecta o peso de qualquer afirmação ou conclusão que esses encontros possam produzir.
Este facto agrava-se nas sociedades em que existem mais muçulmanos conservadores ou fundamentalistas, que são, ironicamente, as sociedades que mais poderiam beneficiar do pensamento dos muçulmanos reformistas ou liberais.
Daí que, quando o grão-mufti receber o Papa e restantes líderes cristãos, na sexta-feira, estará, por um lado, a consolidar a sua posição como uma das principais vozes do Islão, mas, ao mesmo tempo, arrisca ser visto por muitos como um traidor à religião que serve. Neste contexto, uma relação crispada com o regime que derrubou o Governo da Irmandade Muçulmana e com o Presidente que já apelou publicamente à reforma do Islão, pode ser mais útil do que parece à primeira vista.
Visita a acompanhar na Renascença
O Papa Francisco parte de Roma às 9h45 de sexta-feira (esta e todas as horas dadas são de Portugal continental) e tem chegada prevista ao Cairo às 13h. Parte então para o palácio presidencial, onde será recebido pelo presidente al-Sisi e o grão-mufti da Universidade al-Azhar, Ahmed al-Tayeb. Após os tradicionais discursos de boas-vindas, Francisco e al-Tayeb discursam para os participantes da conferência sobre a paz, que decorre na al-Azhar.
Às 15h30 desse mesmo dia Francisco encontra-se com as autoridades locais e com o patriarca da Igreja Ortodoxa Copta, o Papa Tawadros II, havendo lugar a discursos de ambos os líderes religiosos.
A visita prossegue no sábado, com missa às 9h no Cairo para a pequena comunidade católica do país – sendo que a maioria dos 10 milhões de cristãos egípcios são ortodoxos. Segue-se almoço com os bispos do Egipto às 11h15 e às 14h15 um encontro de oração com religiosos e clero egípcio.
Francisco parte do Egipto às 16h de sábado, com chegada prevista a Roma às 19h30.
A Renascença acompanha toda a visita com transmissões ao vivo no site dos principais momentos públicos, comentário e reportagem em antena e análise dos principais eventos e discursos. A vaticanista Aura Miguel estará também no Egipto. 
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Fonte: http://rr.sapo.pt/noticia/82097/al_azhar_na_corda_bamba_entre_o_estado_e_o_fundamentalismo?utm_source=rss

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Revela-se particularmente sintomático que esta instituição, que, como acima se lê, é para muitos a maior autoridade do Islão moderado, se abstenha de condenar o califado da Síria e do Iraque (o Daesh, para quem ainda não saiba o que é o califado...), como aqui http://gladio.blogspot.pt/2017/04/maior-instituicao-muculmana-do-mundo.html se leu... é também muito significativo que quem mais se oponha à relação amistosa entre o Islão e outras religiões seja precisamente «grande parte do clero muçulmano», como acima se lê - repare-se que não é «grande parte dos terroristas islamistas», nem «grande parte dos rufias muslos de uma rua de Cabul», mas sim «grande parte do clero muçulmano». É preciso que os islamófilos e a cambada dimiesca politicamente correcta ocidental vá explicar a «grande parte do clero muçulmano» que o Islão é a religião da paz...


ARÁBIA SAUDITA FAZ PARTE DA COMISSÃO PARA OS DIREITOS... DAS MULHERES... NA ONU

A Arábia Saudita foi eleita para a Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU no último domingo, 23. A decisão de colocar a nação islâmica ultra-conservadora no grupo de 45 países que debatem a promoção da igualdade de género e os direitos das mulheres no mundo revoltou grupos de direitos humanos. "É como colocar um incendiário o chefe dos bombeiros de uma cidade", disse Hillel Neuer, director da ONG UN Watch (Observatório das Nações Unidas).
É quase impossível para uma mulher ter uma vida comum na Arábia Saudita sem a supervisão de um homem. Uma polícia religiosa, a mutaween, é responsável por controlar se as mulheres estão a quebrar alguma das inúmeras regras de segregação do país. Veja algumas das coisas que as mulheres não podem fazer no país que agora tem a função de promover (ou não...) os seus direitos no mundo.

VIAJAR, ESTUDAR OU TRABALHAR SEM AUTORIZAÇÃO DE UM HOMEM
Pela lei saudita, uma mulher é obrigada a ter sempre um guardião do sexo masculino, seja o marido ou algum membro da família. Este guardião, chamado de wali, é quem decide se uma mulher se pode casar ou divorciar, viajar (caso tenha menos de 45 anos), estudar, trabalhar, abrir uma conta bancária ou até mesmo submeter-se a alguns procedimentos cirúrgicos.

CONDUZIR
Não há legislação oficial que proíba as mulheres de se sentarem atrás de um volante, mas o preconceito cultural é tão forte que na prática se tornou lei. Diversas campanhas já foram feitas no país a pedir que elas possam conduzir livremente, mas sem sucesso. Em Novembro do ano passado, a Assembleia Consultativa, conhecida como Shura, recusou-se a analisar a questão. De acordo com um dos membros do conselho, as mulheres estariam "expostas ao mal", caso conduzissem.

"MOSTRAR A SUA BELEZA"
O código de vestimenta para as mulheres sauditas é famoso (ou infame) em todo o mundo. Mesmo nas regiões em que não são tecnicamente obrigadas a cobrir o rosto, continuam expostas a críticas e punições caso não cubram suficientemente a cabeça ou usem demasiada maquilhagem. Em 2015, a Shura recomendou que todas as apresentadoras de televisão usassem "roupas modestas" e que não mostrassem "demais a sua beleza".

VOTAR LIVREMENTE
As mulheres sauditas conquistaram em 2015 o direito de se candidatarem e votarem em eleições locais. Apesar do avanço, as candidatas só podiam fazer discursos escondidas por uma divisória ou, em alternativa, serem representadas por um homem. E também não têm direito de voto em plebiscitos acima dos locais.

PASSAR MUITO TEMPO COM UM HOMEM
É proibido uma mulher saudita interagir tempo "a mais" com um homem que não seja da sua família. A maior parte dos edifícios públicos possuem entradas diferentes para homens e mulheres. Transportes públicos, parques e praias também são segregados em muitas partes do país. Desrespeitar a lei resulta em punições para ambos, mas a mulher costuma sofrer os castigos mais severos.

PRATICAR DESPORTO SEM LIMITAÇÕES
Já foi muito mais difícil a situação do desporto feminino na Arábia Saudita, mas ainda não é fácil. O país enviou uma delegação feminina a uns Jogos Olímpicos pela primeira vez em 2012, embora não tenha havido cobertura das atletas nos jornais locais (e elas foram obrigadas a ser acompanhadas por um homem). Ainda não há uma selecção feminina de futebol. Em 2013, foi aberto o primeiro centro desportivo exclusivo para mulheres no país, mas elas continuam proibidas de praticarem desporto nas escolas públicas.

EXPERIMENTAR UMA ROUPA DENTRO DA LOJA
De acordo com um relato publicado em 2010 na revista americana Vanity Fair, uma mulher é livre para experimentar o que quiser numa loja, quando estiver numa área segregada. Caso seja um estabelecimento que também permita homens, a ordem é que comprem e depois experimentem em casa.


Fonte: http://visao.sapo.pt/actualidade/mundo/2017-04-24-Na-Arabia-Saudita-as-mulheres-nao-podem-sequer-conduzir.-Mas-o-pais-foi-eleito-para-a-Comissao-para-os-Direitos-das-Mulheres-da-ONU

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Bonita recompensa para um país muçulmano que começa a «abrir-se» à igualdade entre homens e mulheres... o politicamente correcto mundialista fica todo contente com as migalhas que o regime saudita lhes resolve dar e retribui com presentes destes... Entretanto, porque será que a mulher continua tão ultrajantemente limitada neste país, então afinal o Islão não garante a igualdade entre homens e mulheres, como os muçulmanos ditos moderados e seus amigos dimiescos juram a pés juntos?...

NOVE MUÇULMANOS DETIDOS NA CATALUNHA POR PLANEAREM ATENTADO

Nueve individuos, cuatro de ellos acusados de formar parte del Estado Islámico, han sido detenidos, hoy Martes, por los Mossos d’Esquadra. Todos los detenidos son marroquíes y uno tendría, sin que haya trascendido su origen, nacionalidad española. Doce inmuebles de Barcelona y de su área matropolitana están siendo registrados en busca de indicios terroristas.
Los detenidos, de entre 31 y 39 años, tienen antecedentes por tráfico de drogas y los investigadores les vinculan con los atentados terroristas, perpetrados en Marzo de 2016, en Bruselas.
La operación ha contado con la participación de los Mossos d’Esquadra, del CNI y con la colaboración de las policías berlga y marroquí.
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Fonte: http://www.despiertainfo.com/2017/04/25/nueve-terroristas-islamistas-detenidos-en-cataluna/

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Mais nove «maluquinhos» muçulmanos que não sabem que o Islão é a «religião da paz»... e logo por azar já tinham nacionalidade espanhola, embora sejam marroquinos, mas alguém que acha que isto de mudar de nacionalidade é como vestir/despir uma camisa, resolveu dar-lha...

terça-feira, abril 25, 2017

VINTE E CINCO DE ABRIL SEMPRE


Independentemente do que possa ter havido de mau a partir da revolução de Abril de 1974, eventualmente decorrente, pelo menos nalguns aspectos, da desordem geral que usualmente se segue às revoluções, e da crise e sujeição em que o País se encontra neste momento, sucedendo de resto o mesmo com outros países europeus que não tiveram nenhum 25 de Abril... independentemente de tudo isto, dizia, não podem negar-se duas belas consequências deste golpe de Estado - primeiro, a Liberdade, um dos valores cardeais do Ocidente, divinizada já na Antiguidade, a Liberdade e a sua concretização política, a Democracia, embora severamente falseada, como whiskey marado, dada a proibição, de resto generalizada no mundo ocidental, do «racismo» político, isto é, a tudo o que a elite reinante queira chamar «racismo»; segundo, o facto de, pelo menos oficialmente, Portugal ter deixado de ser uma pátria multicontinental e voltado a ser o que sempre foi enquanto nação - um país inteiramente europeu. E isto independentemente de a elite reinante tentar, por via da promoção da lusofonia, recuperar em parte essa multi-continentalidade, que, de resto, é ainda hoje excepcionalmente cara à «Direita» conservadora, incluindo a salazarista... 

Só por estes dois ganhos, ainda que em segunda mão, a saber, o da Liberdade e o da re-europeização, já valeu a pena o 25 de Abril.

Quanto à corrupção e ao fosso sócio-económico reinantes na actualidade, ambos os flagelos devem-se não à Democracia mas sim a um défice da mesma - não acontecem por causa da Democracia mas sim contra a Democracia, porque a democracia portuguesa é, ainda, insuficientemente democrática. Números e estatísticas, factos apurados, indicam, efectivamente, que quanto mais democráticos são os países menor é a sua corrupção e desnível social, como já aqui foi demonstrado, de resto.

Não é demais reforçar a limitação relativa e não intencionalmente ideológica (digo eu) mas nem por isso menos real que o 25 de Abril impôs à multirracialização que o Estado Novo preconizava. Interessa lembrar que ironicamente um dos obreiros desta desafricanização prática foi um dos vultos do maior partido da Esquerda, Almeida Santos:

E viva o 25 de Abril...



QUATRO MUÇULMANOS QUERIAM COMETER UM MASSACRE NA ÍNDIA

Quatro muçulmanos planeavam um massacre em Deli e em Uttar Pradesh, na Índia. 
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/04/india-four-muslims-arrested-for-plotting-jihad-massacres-in-delhi-and-uttar-pradesh

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Será que também isto é culpa do racismo europeu, da Marine Le Pen, do Trump, de Israel e/ou das Cruzadas?...
Ou será que o Islão é mesmo como sempre foi desde que o chefe de guerra Maomé andou a massacrar populações e a ordenar a guerra contra infiéis?

CAFÉ-RESTAURANTE PORTUGUÊS EM PARIS CELEBROU PASSAGEM DE CANDIDATA NACIONALISTA À SEGUNDA VOLTA DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS



Manuel Domingos, proprietário do restaurante que foi chamado a "cantina do FN" (Frente Nacional) pelo jornal Le Monde e a "cantina de Marine Le Pen" pelo Le Figaro, votou Marine Le Pen e assim que foram anunciados os resultados disse estar "muito satisfeito".
"Digo-lhe francamente: estou muito satisfeito. Esperava melhor, será para a próxima volta. Felicitações para a Marine. Ela merece, com todo o carinho. Tenho muita amizade, muita paixão, gostava que ela fosse vitoriosa na primeira volta, não é o caso. Vamos esperar mais uns dias", declarou o franco-português de 55 anos que acredita que a líder da FN pode vencer à segunda volta.
Manuel Domingos votou Marine Le Pen, "uma mulher de grande inteligência e capacidades", que acredita que "vai ser uma grande governanta", e disse ter "muito prazer e a honra de servir o partido dela", oferecendo-lhe o que houver na ementa, "pode ser moelas, pode ser frango, pode ser vitela, pode ser carne de vaca, pode ser costeleta de porco, feijoada".
Fernando Garcia Pires, de 60 anos, não votou porque só tem nacionalidade portuguesa, mas ficou contente com o apuramento de Marine Le Pen porque "depois as coisas podem mudar", mas disse achar "difícil" que conquiste o Eliseu porque "vão votar todos contra ela como foi da última vez".
"Ela é contra os imigrantes que continuamente vêm de todos os lados e eu acho que ela tem razão porque nós somos europeus e as pessoas que vêm agora de fora não são europeias, são africanos, são asiáticos, não tem nada a ver com o emigrante europeu", justificou o português que chegou a França em 1975.
Fernando Espinho, que vive em França há 16 anos, bebeu um copo para festejar a passagem de Marine Le Pen e disse estar satisfeito porque votou nela.
"Simpatizo um bocado com ela, 'c'est tout'! Eu acho que é uma pessoa liberal, é uma pessoa muito aberta com portugueses aqui, principalmente aqui, nunca tive problemas com ela. Na segunda volta espero que ela passe também. Vou beber um copo, mas não é ela que me vai pagar porque ela não está aqui", exclamou o emigrante de Chaves de 53 anos.
Ao seu lado, Roberto Sousa sublinhou que a líder do FN é uma "grande amiga" e que ele e os quatro filhos votaram na candidata.
"Gosto muito dela. É simples e o pai dela é igual. O que eu queria é que a moeda viesse para trás, como era antes. Escudos em Portugal, francos aqui, era isso que eu queria. Uma pessoa vivia muito melhor do que vive hoje", afirmou o português de 55 anos que tem a nacionalidade francesa para votar.
A tasca portuguesa fica a cerca de 200 metros da sede da Frente Nacional, onde esta tarde estava uma carrinha de polícia estacionada, e festejou em francês e português o apuramento da candidata da Extrema-Direita, ligando em cima da hora o canal TF1 para ver os resultados, porque antes estava a dar o jogo de futebol Guimarães-Braga.
Jean-Pierre é contabilista na sede do FN e preferiu assistir aos resultados no café português porque a comitiva do partido e a sua líder estavam hoje em Hénin-Beaumont, no norte de França.
"Estou muito contente, não pensei que fosse com o Macron mas com ele é possível vencer se as pessoas da direita não se armarem em imbecis. Estou muito optimista", declarou o membro do FN, explicando que entre o partido e os portugueses há uma ligação porque "são pessoas que estão fartas das falcatruas dos outros e também estão fartos da imigração" e considerando que "há portugueses que se sentem mais franceses que alguns franceses daqui".
Atrás do balcão, Manuel Domingos servia copos à saúde da sua candidata e disse esperar que ela passe no café ainda antes da segunda volta, estando a sala no primeiro piso preparada para a receber como já o fez várias vezes.
O espaço tem fotografias emolduradas e autografadas pelos líderes do FN, nomeadamente por Marine Le Pen que escreveu "Pour mon tonton préféré" ("Para o meu tio preferido").
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Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/781389/cafe-portugues-festejou-passagem-a-segunda-volta-de-marine-le-pen

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É verdadeiramente notável a lucidez do dono do restaurante - apesar de estar em França há mais de quarenta anos e de não ter ainda direito de voto por permanecer português, sabe que há uma diferença crucial entre imigrantes europeus e imigrantes não europeus. É disto que se faz a verdadeira democracia - do mais autêntico bom senso popular.

ESPOSAS DE POLÍCIAS PROTESTARAM EM FRANÇA CONTRA A VIOLÊNCIA CRIMINAL


«Furiosas Esposas de polícias» marcharam há coisa de dias por Paris para protestarem contra a violência criminal que não raras vezes vitima os agentes da autoridade. Não vi nada disto nos mé(r)dia tugas, ou porque não estive atento porque quem controla os grandessíssimos mé(r)dia não gosta que possa haver aos olhos do povo uma sensibilização quando as vítimas de violência são bófias (quase sempre europeus), ainda por cima as mulheres que se vêem no protesto são quase todas brancas, que horror...

VIOLÊNCIA NAS RUAS CONTRA A PASSAGEM DE CANDIDATA NACIONALISTA À SEGUNDA VOLTA DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS FRANCESAS

Manifestantes envolveram-se anteontem em confrontos com a polícia em cidades francesas, após o anúncio da passagem da candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, à segunda volta das eleições presidenciais em França.
Uma multidão de jovens, incluindo grupos anarquistas e antifascistas, concentrou-se perto do Palácio da Bastilha, no leste da capital francesa, Paris, mas também noutras cidades, como Marselha e Estrasburgo.
Em Paris, a polícia disparou gás lacrimogéneo para dispersar uma multidão cada vez mais desordeira, enquanto a polícia anti-motim cercou a área.
Manifestantes surgiram em várias acções da campanha de Le Pen, contestando as posições anti-imigração e o seu partido, Frente Nacional, que a candidata procurou demarcar de um passado marcado pelo racismo e anti-semitismo, durante a liderança do seu pai, Jean-Marie Le Pen.
O liberal Emmanuel Macron foi o candidato mais votado na primeira volta das eleições presidenciais francesas, com projecções a atribuir-lhe 23,7% dos votos. O candidato passa à segunda volta, a 07 de Maio, com a candidata de Extrema-Direita.
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Fonte: http://www.dn.pt/mundo/interior/confrontos-entre-manifestantes-e-policia-em-varias-cidades-6239699.html

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Ora os pivetes foram protestar contra quê... contra o voto democrático? Foram mostrar o seu desagrado para dar a entender que o povo não é todo anti-imigração?, mas como?, então sentem que os votos não chegam para mostrar isso?...
Ou será que... foram intimidar os eleitores de Marine Le Pen?... Sabe o esquerdalhame que boa parte deste público eleitoral nacionalista é composto de idosos de classe baixa ou média, facilmente assustáveis com a violência urbana... e se fossem só os idosos... recordo-me da seriedade com que uma imigrante portuguesa em Paris comentou, numa reportagem, que se a candidata nacionalista passasse à segunda volta, havia uma guerra civil...
Enfim, a Democracia autêntica - a simples afirmação da vontade popular - custa muito ao anti-racistame militante e será tanto mais ameaçada quanto mais «jovens» destes e doutros afins andarem à solta...
Independentemente do que possa ter havido de mau a partir da revolução de Abril de 1974, eventualmente decorrente, pelo menos nalguns aspectos, da desordem geral que usualmente se segue às revoluções, e da crise e sujeição em que o País se encontra neste momento, sucedendo de resto o mesmo com outros países europeus que não tiveram nenhum 25 de Abril... independentemente de tudo isto, dizia, não podem negar-se três belas consequências deste golpe de Estado - primeiro, a Liberdade, um dos valores cardeais do Ocidente, divinizada já na Antiguidade, a Liberdade e a sua concretização política, a Democracia, embora severamente falseada, como whiskey marado, dada a proibição, de resto generalizada no Ocidente, do «racismo»; segundo, o facto de, pelo menos oficialmente, Portugal ter deixado de ser uma pátria multicontinental e voltado a ser o que sempre foi enquanto nação - um país inteiramente europeu. E isto independentemente de a elite reinante tentar, por via da promoção da lusofonia, recuperar em parte essa multicontinentalidade, que, de resto, é ainda hoje excepcionalmente cara à «Direita» conservadora, incluindo a salazarista... 

Só por estes dois ganhos, ainda que em segunda mão, a saber, o da Liberdade e o da re-europeização, já valeu a pena o 25 de Abril.

E já agora três - antes do 25 de Abril, o marido podia assassinar a esposa se a apanhasse em adultério... não podendo a esposa assassinar o marido se em adultério o apanhasse... disseram as senhoras de um programa televisivo do Porto Canal, não sei se é verdade...

Quanto à corrupção e ao fosso sócio-económico reinantes na actualidade, ambos os flagelos devem-se não à Democracia mas sim a um défice da mesma - não acontecem por causa da Democracia mas sim contra a Democracia, porque a democracia portuguesa é, ainda, insuficientemente democrática. Números e estatísticas, factos apurados, indicam, efectivamente, que quanto mais democráticos são os países menor é a sua corrupção e desnível social, como já aqui foi demonstrado.