sábado, agosto 29, 2015

IMIGRAÇÃO É JÁ A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO POVO EUROPEU

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia, de há uns quinze dias, mas cada vez mais actual: http://www.voxeurop.eu/pt/content/cartoon/4964882-preocupacao-crescente
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Segundo o mais recente inquérito do Eurobarómetro, a imigração é actualmente a principal preocupação dos europeus: 38 por cento acredita que o combate à imigração deveria ser a principal prioridade dos seus Governos, em comparação com os 24 por cento de há seis meses. A situação económica desceu 6 pontos, passando de 33 para 27 por cento e o desemprego desceu 5 pontos, passando de 30 para 25 por cento.
A questão “foi passada para o topo da agenda política enquanto milhares de imigrantes do norte da África e da África subsaariana atravessam o Mediterrâneo em busca de uma melhor vida na Europa”, escreve o EUobserver. Segundo a Frontex, a agência europeia responsável pelo controlo das fronteiras, 153 mil imigrantes entraram na Europa nos seis primeiros meses do ano, um aumento de 150 por cento em relação ao mesmo período de 2014.

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Mais uma vez se deduz facilmente que a Democracia é a maior aliada do Nacionalismo - sendo a Democracia a supremacia da vontade popular, e estando o povo mais preocupado com a imigração do que com tudo o mais, até mais do que com o desemprego, salta à vista que quanto mais democrática for a sociedade mais influência terá a tendência política anti-imigração. E quem, nas fileiras nacionalistas, mesmo assim for contra a Democracia porque o tio disse que coisa e tal, não passa de um atraso de vida a precisar de ser afastado o mais depressa possível.


O QUE CONTA UM TÉCNICO DE SOM TELEVISIVO QUE FAZIA COBERTURA DE TOURADAS

Jose Sepúlveda, técnico de som do Canal Nou e que durante algum tempo trabalhou na transmissão de touradas decidiu relatar aquilo que viu e ouviu durante estas emissões (...):
” Sempre que trabalhei na parte sonora das transmissões frequentemente comentava que se em lugar da banda de música, dos aplausos, dos bravos, dos olés e etc o som fosse captado pelo Sennheiser 816 (microfone que capta a grande distância e com muita qualidade) perto da arena onde se escuta perfeitamente o som das bandarilhas a entrar na pele, os mugidos de dor do animal a cada tortura que é submetido e além disso as pessoas acompanhassem os primeiros planos das feridas, dos coágulos tão grandes com a palma da mão, do sangue que jorra, do bater do coração ou o olhar do animal antes da estocada final 90% desligaria a televisão ao presenciar tamanha chacina ao ritmo de pasodoble.
Eu pessoalmente pedi para deixar de fazer esse tipo de trabalho, porque um dia em Castellón, tocou-me estar entre barreiras e fiquei muito incomodado ao escutar um touro depois do toureiro ter falhado por quatro vezes a estocada e tive que tirar os auscultadores e o animal agonizava, cuspia, afogava-se no seu sangue vindo morrer mesmo ao pé de mim apoiado na madeira e o seu olhar ensanguentado e com lágrimas, sim lágrimas, sejam ou não sejam de dor cruzou-se com o meu até que um inútil falhou duas vezes o descabelo e eu disse-lhe tudo e mais alguma coisa.
Foi aí que terminou o meu trabalho em praças de touros para toda a vida.
São sentimentos pessoais e o mais provável é que um amante da “fiesta” ache ridículo, mas para mim ridículo é quando depois de semelhante carnificina olhas para o público e vês que aplaude, come sandes sem qualquer preocupação não tendo visto nem ouvido o que eu testemunhei”.

Excelente testemunho que retrata a verdade sobre um espectáculo que é brutalmente bárbaro e cruel e que tem que ser erradicado.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

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Fonte: https://protouro.wordpress.com/2015/08/25/testemunho-de-um-tecnico-de-som-sobre-a-barbarie-tauromaquica/

quarta-feira, agosto 26, 2015

LIBERTAS, A SAGRADA LIBERDADE


O dia 26 de Agosto era consagrado, na Antiga Roma, a Libertas, a personificação divina da Liberdade.
O primeiro templo de Libertas foi construído a partir de 238 a.e.c., antes da II Guerra Púnica, no Aventino; outro templo a Libertas foi edificado no Palatino, em 58-57 a.e.c.. No Aventino estava associada a Júpiter, a maior das Divindades latinas. Mais tarde foi-Lhe construída uma estátua no Forum de Roma.
O poeta Ovídio dedicou à Deusa uma passagem significativamente laudatória:
«Hac quoque, ni fallor, populo dignissima nostro
Atria Libertas coepit habere sua

Ou seja

«Neste dia também, se não me engano, para o nosso povo mais digno
Liberdade começou por ter o Seu átrio
(Fastos, 4, 623-624 - citado em «Dicionário Mítico-Etimológico», de Junito Brandão, editora Vozes)

SOBRE RITUAIS PAGÃOS NA GEÓRGIA ACTUAL


Na Geórgia, nação do Cáucaso, recrudesce o culto aos Deuses ancestrais da herança étnica nacional. Um jornalista foi acompanhar a prática deste culto pagão em IremtkaloPshavi, na parte georgiana das Montanhas do Cáucaso, onde o sacerdote Ioseb Kochlishvili, de oitenta e nove anos de idade, oficia. Chega ao local do ritual a cavalo. 
Este ano, apenas três pessoas participam na corrida a cavalo, embora a actividade constitua o ponto mais alto do dia. Três jovens, bêbados com cerveja sagrada - «é tecnicamente contra as regras estar sóbrio», diz um deles ao jornalista - vão a galope para um santuário semi-arruinado quase a uma milha de distância. Aí, aguardando o sinal, estão cerca de uma centena de pessoas, vassalos de Kopala, a Divindade da montanha. Kochlishvili, tecendo encantamentos, dá o sinal soando o sino três vezes, a corrida dura um minuto, o seu neto é o vencedor. Este cavalga na direcção contrária à dos ponteiros do relógio em torno do santuário, três vezes, como o ritual exige, e permanece direito no seu equídeo, recebendo as ovações. Partilha depois a cerveja com os seus amigos, até com os jornalistas, que brindam à vitória e a Kopala.
O ancião Kochlishvili tem presidido ao ritual em Iremtkalo desde o Verão de 1946. É o khevisberi, ou sacerdote do santuário, mais concretamente «o sábio do vale». Nesta função, tem um laço sobrenatural com Kopala, espécie de herói que mata demónios, adorado pela população local como «filho de Deus». Todos os anos, em Julho e Agosto Kochlishvili e outros khevisberis celebram um ciclo ritual que inclui consumo de cerveja, sacrifícios animais e corridas de cavalos em santuários de florestas e pastagens de montanhas.
Diz Kochlishvili que a corrida de cavalos é muito antiga e já quando tinha dez anos de idade se lembra delas. Acrescenta que esta corrida constitui parte compulsória da cerimónia e tem sempre de se realizar, mesmo que seja só entre dois cavalos.
Nesta religião, seguir as regras é tudo. Os participantes cumprem-nas, independentemente de quaisquer teorizações sobre as suas origens.
Um autóctone, Dato Akriani, que vivia em paragens mais baixas e se mudou para as montanhas, e que foi iniciado no culto de Kopala há vinte anos, explica do que se trata: «Não têm um conhecimento pessoal disto. Eles são os verdadeiros herdeiros e transmissores da tradição, mas não a sabem explicar metafisicamente. Não dizer-lhe porque é que estão a fazer isto ou o que significa. Não podem tocar em ursos e lobos, galinhas ou ovos, ou numa mulher menstruada, mas se lhes perguntar porquê, não sabem. É sobrenatural, é um mistério.»
Kochlishvili foi visitado em sonhos para servir como khevisberi, que é o que geralmente acontece aos khevisberis; e, tal como em todos estes casos, ele resistiu, querendo recusar-se a ser representante de Kopala e a abdicar da sua vida normal. 
O professor de Antropologia na Universidade de Montreal Kevin Tuite define esta situação como «Pugilando com Deus». Diz ele que o futuro khevisberi é assombrado com sonhos e alucinações; a Divindade provoca calamidades no indivíduo e sua família; finalmente o escolhido pelo Deus aceita o seu destino. Tendo sido um dos poucos académicos estrangeiros a estudar a religião de Pshavi, Tuite confessa-se impressionado: «Eles não têm um garfo para acompanharem a sua faca ou um copo para acompanhar o seu prato, vivem no que consideraríamos uma pobreza abismal, mas são carismáticos e têm autoridade. Dispõem de uma espécie de poder gentil.» Não se sabe qual será o próximo khevisberi, mas usualmente a função é transmitida hereditariamente. 
O neto de Ioseb Kochlishvili, Raphael, é um jovem moderno que tem smartphone e perfil de Facebook, mas tem algo do seu avô e parece velho antes do tempo. Garante: «Enquanto eu for fisicamente capaz de fazer isto irei manter estas tradições. Tudo isto foi estabelecido antes do Cristianismo e desde o momento em que ficou não colapsou. Todos estes rituais e tradições e crenças vieram de onde estamos agora. Brotaram do nosso lugar.»
Ioseb por seu turno lidera uma procissão em torno do santuário, contra o sentido dos ponteiros do relógio, cantando, como manda a tradição. Transporta a bandeira sagrada de Kopala e, apoiando-se num amigo para se aguentar de pé, começa a longa marcha pela montanha abaixo. Amanhã irá erguer o pendão diante de outro santuário e prosseguir o ritual.

Duzentos metros mais abaixo, na aldeia de Shuapkho, outro khevisberi presta culto à Divindade da montanha, com outro ritual. Esta é a maior povoação de Pshavi, nela vivem cinquenta pessoas; o seu morador mais famoso é Iakhsar, amigode Kopala, filho de Deus, matador de ogres. O santuário de Iakhsar fica num santuário de carvalhos num declive por cima da aldeia. Aí há muros baixos e nogueiras onde as mulheres menstruadas ou grávidas não podem estar; aí perto há uma igreja cristã construída no século XIX pela «Sociedade para Disseminar a Ortodoxia no Cáucaso». Perto daí está o local do abate, pegajoso com o sangue das vítimas. À esquerda, meia dúzia de carneiros são mortos, as suas carcaças penduradas em prateleiras. À direita há homens a acender velas e a oferecer bebidas alcoólicas num altar de placas de granito. Diante deles um boi é conduzido ao abate. 
O sacrifício do boi e de carneiro dura escassos segundos e a seguir brinda-se à memória de Iakhsar. 
Uma mulher, Maia Tselauri, que não pode aproximar-se do altar por ser mulher mas cozinha o cordeiro, é professora na escola e funcionária do governo local, qualificando-se por isso como uma das pessoas mais importantes da aldeia, explica aos jornalistas o festival: «Vimos aqui para agradecer a Iakhsar. Ele matou os ogres; tornou o vale seguro para os humanos. Lutou contra o mal e nós agradecemos-lhe isso. Oferecemos um ombro do cordeiro ao khevisberi e o resto consumimos aqui, dando graças.»
A narrativa referente a Iakhsar e Kopala não encaixa evidentemente nos cânones da Igreja Ortodoxa, religião dominante na Geórgia. Maia borrifa-se para isso: «A igreja é dedicada a S. Jorge. O santuário é dedicado a Iakhsar. É como um regime paralelo: Deus e Iakhsar, Cristianismo e Paganismo, vivendo lado a lado.»
O paralelismo do regime é visível em toda a parte. As pessoas dizem «amen» ao brindar a Iakhsar e a maior parte delas descrever-se-ia como cristã. Enquanto as crianças são iniciadas no culto a Iakhsar aos dez anos de idade, muitas são baptizadas enquanto crianças. Maia acrescenta: «as terras baixas têm as suas tradições e nós temos as nossas.» 
E quando o jornalista lhe sugere que alguns cristãos poderão não gostar dos eventos pagãos, Maia sorri: «Enquanto a Igreja não tiver problemas com o santuário, eu não tenho problemas com a Igreja.»

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Fonte: http://www.independent.co.uk/news/world/europe/beer-and-blood-sacrifices-meet-the-caucasus-pagans-who-worship-ancient-deities-10451756.html

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Só é de lamentar o sacrifício de animais, mas a seu tempo tudo se ajusta, como se viu há pouco tempo num santuário hindu de Gadhimai do Nepal, caso aqui noticiado...
Por outro lado é visível a presença do crucifixo no topo de um dos santuários e no pendão de Kopala, no que suponho constituir uma cristianização dos elementos. Mas já se sabe que a verdade vem sempre ao de cima e a manifestação do espírito da Estirpe acaba por se impor, pelo menos enquanto houver estirpe...

O ÚNICO ANIMAL QUE SE EXTINGUE COM O FIM DAS TOURADAS


DONALD TRUMP DECLARA A SUA SIMPATIA PELO ESTADO DE ISRAEL

Fonte: http://www.enlacejudio.com/2015/07/04/donald-trump-he-sido-leal-israel-desde-naci/
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Em entrevista recentemente concedida à JNS, imprensa judaica do México, o candidato republicano Donald Trump deixou claro que é desde sempre - «desde que nasci», diz ele, acrescentando que já o seu pai o era - um aliado de Israel. Fez notar que dirigiu o cortejo do Desfile de Saudação anual da cidade de Nova Iorque ao Estado Judaico (o Célebre Desfile de Israel) em 2004 «numa altura em que era bastante perigoso fazê-lo» num «momento muito difícil para Israel», a meio da segunda intifada (levantamento palestino contra Israel). Refere ainda um vídeo de apoio que ofereceu ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para as eleições de Israel em Janeiro de 2013, expressando orgulho por este ser «o único anúncio feito por uma celebridade» em apoio do líder judaico.
A filha de Trump, Ivanka Trump, casou-se com judeu, e observa com rigor as tradições religiosas judaicas, incluindo o Shabat (sábado), algo que D. Trump diz respeitar e considerar «interessante», pela harmonia que traz ao casal...
Acrescenta: «o único [candidato] que dará um apoio real a Israel sou eu. O resto são meras palavras, nada de acção. São políticos. Eu tenho sido leal a Israel desde que nasci. O meu pai, Fred Trump, foi leal a Israel antes de mim. O único que dará a Israel o tipo de apoio de que necessita será Donald Trump.»

E diz mais, no resto da entrevista, como a seguir se pode ler:

JNS: Qual é a sua avaliação do expediente do presidente Obama sobre Israel?
Donald Trump (DT): Creio que o presidente Obama é uma das piores coisas que jamais aconteceram a Israel. Creio que está a estabelecer as relações [israelitas] com os EUA de uma maneira terrível, e as pessoas e amigos meus que são judeus não sei como podem apoiar o presidente Obama. Tem sido muito mau para Israel.

JNS: Qual é a sua experiência com a comunidade empresarial de Israel, que ganhou o conhecido epíteto de «nação posta em marcha»?
DT: Em primeiro lugar, os Israelitas são grandes empresários. Têm um instinto natural para os negócios e as suas empresas de nova criação são fantásticas. Negoceio constantemente com israelitas e relaciono-me constantemente com pessoas judias, sejam israelitas ou não.

JNS: Sabendo o que sabe das negociações no mundo dos negócios, como observaria as conversações nucleares actuais com o Irão?
DT: Duplicaria e triplicaria as suas sanções, e faria com que eles (os Iranianos) quisessem fazer um acordo. Neste momento andam só a brincar connosco.

JNS: Como seria um bom negócio com o Irão?
DT: Teria que ter inspecções in situ a qualquer momento e em qualquer lugar, para começar, algo que não temos em absoluto. Todo o acordo foi um péssimo negócio. Não há maneira de os Iranianos aceitarem nenhum acordo que tomemos. E se não há inspecções in situ a qualquer momento e em qualquer lugar, não deve haver acordo. E neste momento creio que só estão a abordar os EUA de forma ligeira. Nós (EUA) temos uma data de bebés a negociar. Não temos bons negociadores. Eles têm grandes negociadores e estão a fazer com que pareçamos idiotas.

JNS: O que opina sobre o financiamento dos EUA à Autoridade Palestiniana no valor de quinhentos milhões de dólares por ano?
DT: Evidentemente que isso não me entusiasma. É óbvio. Temos de ajudar pessoas que nos respeitem, que queiram fazer coisas e fazê-las bem. Não apenas ali (a Autoridade Palestiniana), temos andado a dar dinheiro a todo o tipo de grupos e pessoas e países que se aproveitam dos EUA, é algo que não me entusiasma em absoluto.

JNS: As suas recentes declarações sobre os imigrantes mexicanos acenderam controvérsia. Reitera os seus comentários, ou gostaria de os aclarar, para os eleitores judeus que possam dar prioridade à imigração como tema eleitoral?
DT: Tenho um grande respeito pelo México e o Povo mexicano agrada-me. Tenho muitas amizades no México e com mexicanos. Mas o México está totalmente fora das negociações com os EUA no que respeita às nossas fronteiras e o comércio exterior. As pessoas que vêm a este país, e não apenas do México, muitos, não todos, são pessoas que deveríamos deixar entrar no país, o que, obviamente, é de sentido comum. Desde que fiz esta declaração, recebi grande apoio, de tantas pessoas, nos EUA. Ou bem que há uma fronteira ou não temos País.

JNS: Se ganhasse as eleições presidenciais primárias republicanas, quem elegeria como companheiro de carreira?
DT: É demasiado cedo para dizer. Estamos a avançar muito bem, mas vamos ver o que acontece. Vou procurar e ver, mas é demasiado cedo para dizê-lo.

JNS: Como se sentiu ao ver o governo chinês a responder aos seus comentários acusando esse país de roubar empregos nos EUA mediante manipulação da moeda?
DT: Olhe, a China é como o México. Estão-se a aproveitar dos EUA. Riem-se o caminho todo até ao banco. Mas é suposto que respondam e no essencial disseram: «Não não, gostamos muito do nosso sócio comercial, os EUA.» Claro que nos devem querer, estão a fazer fortuna connosco. Mas nós não fazemos nada com eles. Não conseguimos nada desse acordo, acredite. Eu mudaria isso se fosse presidente.

JNS: Que princípios mais amplos deveria os EUA aplicar em qualquer negociação, seja com o Irão, com a China, com o México ou outras nações?
DT: Gostaria de ter os melhores negociadores do mundo, e temo-los neste país, conheço muitos dels. Conheço os bons, os maus, os sobrevalorizados, conheço os que crêem que são bons mas não o são. Teríamos a nossa melhor gente e as nossas pessoas mais inteligentes a negociar os acordos a nosso favor.

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Até nisto, na simpatia para com Israel, está Trump alinhado com os Nacionalistas democratas da Europa, tais como a FN francesa, a SD sueca, o FPO austríaco, entre outras forças partidárias. Pode ser que daqui se comece de facto a construir a muralha defensiva do Ocidente Branco - o único Ocidente legítimo - contra a sua perda identitária e contra os seus inimigos externos.



CALOR HUMANO AFRICANO NO PAÍS IRMÃO - SENEGALESES ATACAM ESQUADRA E SOLTAM AGRESSOR SENEGALÊS

La presión de «unos 20 0 30» senegaleses que se congregaron en el retén de la Policía Local de Sant Josep (Ibiza) llevó ayer a los responsables del mismo a dejar en libertad a un vendedor ambulante al que habían detenido por resistencia grave a la autoridad. Según explicó el jefe de la Policía Local del municipio, Jaume Ramon, eran «unos 20 ó 30 senegaleses» que exigían la puesta en libertad de su compañero. Ramon se reunió con ellos, tras lo cual decidió dejar en libertad al detenido, que quedó imputado por un delito de «resistencia grave activa» a la autoridad.
Según la información a la que ha tenido acceso este diario, «más de diez hombres de nacionalidad senegalesa muy agitados y dando gritos», llegaron a entrar en el Ayuntamiento «irrumpiendo gravemente el orden público».
En consecuencia, «para evitar un desenlace grave, y ante la facilitación de datos personales por parte de estos individuos a la fuerza pública, se puso en libertad al detenido a instancia de Jefatura policial, apercibiéndole de las consecuencias de no comparecer ante la autoridad judicial cuando sea citado».
La decisión de dejarlo en libertad se adoptó sobre las 16.30 horas «para evitar alteraciones graves del orden público por parte de este grupo de vendedores ambulantes en el pueblo de Sant Josep». El jefe de la Policía Local restó importancia a lo sucedido y añadió que «en cualquier caso», el hombre habría quedado en libertad, siempre imputado por resistencia grave a la autoridad.
Venta ambulante
Para arrestar al senegalés C.I. fueron necesarias tres patrullas de la Policía Local. La detención se produjo en la playa de ses Salines, cuando estaba realizando venta ambulante de pareos. Los hechos ocurrieron por la mañana. Un agente intentó darle el alto, pero C.I. se metió al mar y no quería salir. «¡No! ¡No me da la gana! ¡Venid a por mí si queréis!», gritaba.
Permaneció varios minutos en el agua, pero finalmente accedió a salir. Sin embargo, cuando se encontraba cerca del agente que le iba a detener le lanzó un pareo al rostro y comenzó una huida en la que golpeó al menos a cuatro turistas. Los refuerzos policiales ya habían llegado, pero un grupo de unos 20 vendedores ambulantes intentó que C.I. no fuera arrestado. Finalmente, los agentes lo redujeron, pero antes, según la información recogida por este diario, el senegalés asestó un rodillazo en los testículos a uno de los agentes locales.
Fuentes policiales explicaron que posteriormente al incidente en la comisaría se averiguó que el detenido podría hallarse en situación de libertad condicional por la comisión de un delito contra la salud pública –lo que, según estas fuentes, explicaría por qué se resistió a su detención–. Si se hubieran consultado sus antecedentes, añadieron estas fuentes, el caso y el detenido se habrían remitido a la Guardia Civil.
Además, según aseguraron, tampoco viviría en el domicilio cuya dirección facilitó a la Policía Local, donde debería recibir la citación para comparecer ante el juez por este último arresto y cuya veracidad no se habría comprobado antes de ponerlo en libertad.
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Fonte: http://www.alertadigital.com/2015/08/21/situacion-limite-una-turba-de-senegaleses-asalta-una-comisaria-de-la-policia-local-en-ibiza-y-logra-liberar-a-un-detenido/

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Portanto, «para evitar alteraciones graves del orden público»... permitiram que se desse uma alteração grave da ordem pública, oferecendo um antecedente que dá impunidade aos alógenos e compensação pela sua agressão às autoridades do País...
É pois um princípio de estado de sítio, objectivamente falando.

SOBRE O QUE SE PASSA NOS CANIS MUNICIPAIS


PNR A FAVOR DA EXPULSÃO DOS ILEGAIS


Serão cerca de 5000 ilegais que que se encontram em Portugal, a trabalhar em diversas actividades.
São números conhecidos das autoridades. Da Polícia, do SEF e de outras entidades que deviam pôr cobro a esta situação de imediato, expulsando os ilegais e todos aqueles que não possuem autorização de residência.
A falta de vigilância gera insegurança nas populações. O actual governo já teve tempo e oportunidade de acabar de vez com esta vergonha.
Independentemente das funções que esses indivíduos exercem, são menos 5000 portugueses que não têm trabalho e são obrigados a emigrar.
Um governo que não consegue exercer a sua função de controlo dos imigrantes ilegais, é um governo que já devia ter demitido há muito tempo a responsável pela pasta da Administração Interna.
Mas neste País as coisas resolvem-se com "brandos costumes", o estilo de governação à costa (na linguagem marítima, a cabotagem).
Por isso os Nacionalistas reclamam "tolerância zero" para todos aqueles que "pisem o risco" e se comportem de forma a pôr a vida de inocentes em risco.
É necessário reforçar os meios da PSP e da GNR e se necessário utilizar as Forças Armadas no controlo deste problema que se agrava dia-após-dia.
Um dia as coisas podem azedar, para os que desrespeitam as Leis Portuguesas.
Os Portugueses que trabalham no estrangeiro são gente trabalhadora e regra geral bem aceite nos países de acolhimento.
Em Portugal, temos uma vaga de imigrantes clandestinos, a trabalhar ilegalmente, nas "barbas das autoridades".
No dia em que os Portugueses acordarem será tarde demais e nessa altura veremos quem tem afinal razão!
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Fonte: página de Facebook do PNR Barreiro 

SEMANÁRIO «DIABO» DE 25/08/20915


PNR DENUNCIA ENTREGA DO METRO DO PORTO A PRIVADOS A TROUXE-MOUXE

A decisão foi tomada pelo conselho de administração da Metro do Porto e da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP), que reuniu de urgência na sexta-feira, e o anúncio foi publicado às 0h09 de sábado. O Governo não vai abrir um novo concurso para a concessão daquelas duas empresas, e optou, em vez disso, por um ajuste directo, com um prazo de 12 dias para entrega de propostas por “interesse público relevante”, como previsto na lei.
Este governo está interessado em entregar tudo o que é público e vital para a nossa economia aos privados.
Resta saber se se deve ao facto de ser manifestamente incapaz para gerir a coisa pública ou manifestamente capaz de tudo para entregar a preços de saldo as nossas empresas.
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Fonte: página de facebook do PNR Porto

terça-feira, agosto 25, 2015

CALIFADO TERÁ DESTRUÍDO EMINENTE TEMPLO DE BAAL EM PALMIRA



Jihadistas do Estado Islâmico explodiram neste domingo o templo de Baal Shamin na cidade de Palmira, na Síria, disse à Agência France Presse o chefe do Departamento de Museus e Antiguidades daquela cidade. “O Daesh [nome árabe do autoproclamado Estado Islâmico] colocou hoje uma grande quantidade de explosivos no templo de Baal Shamin, provocando depois a explosão que causou muitos danos no templo”, afirmou Maamoun Abdulkarim.
O Estado Islâmico, que controla partes da Síria e do vizinho Iraque, tomou Palmira a 21 de maio, o que provocou preocupação internacional sobre o destino do património da cidade descrita pela UNESCO como de “valor universal excepcional”.
“A área central do templo ficou destruída e as colunas que a rodeavam colapsaram”, referiu Maamoun Abdulkarim. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, um grupo sedeado no Reino Unido que monitoriza a guerra na Síria, confirmou a destruição do templo.
Baal Shamin foi construído em 17 A.C. (antes de Cristo) e foi ampliado no reinado do imperador romano Adriano, em 130 D.C. Conhecida como a “pérola do deserto”, Palmira, que significa a cidade das palmas, situa-se 210 quilómetros a nordeste de Damasco. O Estado Islâmico tem vindo a destruir vários tesouros históricos, incluindo igrejas e santuários, por considerar que estes locais são hereges.
Esta semana foi igualmente divulgado que o EI decapitou um dos maiores especialistas dos tesouros arqueológicos de Palmira, classificada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) como Património Mundial da Humanidade em 1980.
Khaled al-Assad, de 82 anos, era o antigo responsável pelas antiguidades e pelos museus de Palmira e ajudou a preservar os tesouros arqueológicos da cidade durante meio século. Os jihadistas do EI, combatentes que iniciaram em Junho de 2014 uma grande ofensiva e que se assumem como participantes numa “guerra santa”, proclamaram um “califado” nos vastos territórios que controlam na Síria e no Iraque.
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Fonte: http://observador.pt/2015/08/23/estado-islamico-destruiu-templo-em-palmira/   (artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)

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Mais um crime que mesmo que não tenha envolvido sangue cabe bem na categoria de crime contra a humanidade, porque é mesmo disso que se trata: de uma tentativa totalitária de apagar uma memória religiosa da ancestralidade, espécie de genocídio espiritual, tão típico das religiões abrahâmicas - Islão, Cristianismo e Judaísmo, como se pode ler na Bíblia, isto com a ressalva de que o Judaísmo se mantém em princípio dentro de portas ao contrário dos outros dois credos, militantemente universalistas e igualitários.

segunda-feira, agosto 24, 2015

PNR QUER QUE HAJA REFORMA MÍNIMA DE SEISCENTOS EUROS



A Justiça Social é um dos pontos firmes da base ideológica do PNR. Como tal, não podemos aceitar a presente situação de abandono dos idosos por parte da mãe-Pátria, que mais parece madrasta ao negar o fim de vida com dignidade aos seus filhos.
Além de ser indigno e ingrato tratar-se mal os nossos idosos, que sinais se dá com isso aos jovens? Um dia serão eles…
As políticas irresponsáveis e ultra-liberais dos sucessivos governos PS e PSD/CDS têm cavado um fosso cada vez maior entre ricos e pobres, e isso também no que toca às reformas e aos idosos.
Acresce que a pilhagem ao erário público e, neste caso concreto, à Segurança Social por parte de dirigentes saqueadores e de parasitas sociais (pessoas que vivem de subsídios sem nunca procurarem emprego nem contribuírem para a sociedade), está a levar esta instituição fundamental à falência. Mas, perante esta evidente falência, e mais uma vez, os culpados por este estado de coisas, em vez de corrigirem os erros, discutem a privatização e o fim da Segurança Social…
O PNR, pelo contrário, defende a continuidade da Segurança Social de um modo saudável e sustentável. Para isso, defende uma reforma máxima por cidadão de aproximadamente 2.000 euros, independentemente do que as pessoas ganharam e descontaram na sua vida laboral activa. Com isto, extingue-se o acumular de reformas a que só alguns têm acesso (nomeadamente, a classe política que tão mal nos tem governado), bem como certas reformas de luxo que põem em causa as reformas dos outros.
A partir deste pressuposto, com as reformas reguladas e estipuladas por lei, com indexação ao Salário Mínimo Nacional, podemos afirmar, com toda a certeza, que todos os portugueses passarão a usufruir de uma reforma condigna, sendo de cerca de 600 euros a reforma mínima. Também esta regulada e estipulada por lei, com indexação ao Salário Mínimo Nacional.
Ao limitarmos as reformas milionárias de pessoas que já ganharam muito durante a sua vida e puderam assim acumular riqueza ou fazer PPR dedutíveis em sede de IRS, os descontos que pretendemos fazer incidir nessas reformas serão utilizados para elevar as reformas mínimas, devendo o remanescente ser aplicado em abonos de família condignos e subsídios de nascimento e apoio à natalidade. Que fique bem claro que, no PNR, respeitamos profundamente o trabalho, o mérito e a propriedade privada. Mas estamos perante a falência ou a salvação da segurança social, e, efectivamente, há milhares e milhares de carreiristas do sistema (ex-deputados, ex-funcionários públicos, etc.) a ganharem milhares de euros de reforma. Claro que o modelo por nós proposto iria penalizar algumas pessoas injustamente, mas não existem modelos perfeitos. O que certamente não é justo é manter a actual situação, que levará ao desaparecimento da Segurança Social.
O PNR defende que os portugueses deverão trabalhar em prol de Portugal e da dignidade social colectiva. O Nacionalismo Renovador defende a entreajuda entre ricos, pobres e remediados, e que isso seja um exemplo a seguir por todos os europeus.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/seguranca-social-dignidade-na-reforma/

COMUNICADO DE IMPRENSA DA ANIMAL A SAUDAR O EXEMPLO DE VIANA DO CASTELO



Notícia na imprensa sobre o que a ANIMAL anuncia - o fim das touradas em Portugal: http://www.noticiasaominuto.pt/pais/439683/organizacao-anti-touradas-certa-do-fim-da-tauromaquia-em-portugal

JOVEM ASSALTA TURISTA; JOVENS PROTEGEM O JOVEM CONTRA A POLÍCIA...



Sabe-se que em Lisboa reina a criminalidade cometida por indivíduos de origem africana; sabe-se também que a imprensa «livre» tem instruções para não identificar a etnia dos criminosos, porque o povinho não pode saber quem comete mais crimes, porque se o povinho souber disso pode tornar-se «racista»... «se calhar» porque há proporcionalmente muito mais africanos do que europeus a cometer crimes violentos...
E haver uma tropa de cinquenta meliantes a defender um criminoso contra as autoridades não é mesmo nada comum entre portugueses, mas muito comum em comunidades africanas e ciganas...

E pronto, mais do que isto não é possível saber, até ver...


DEZ MUNICÍPIOS PORTUGUESES QUEREM MAIORES QUOTAS DE PESCA DE SARDINHA

Dez municípios do país exigem o aumento da quota de captura de sardinha para este ano e o próximo solidarizando-se com os pescadores de Peniche e da Nazaré, impedidos a partir deste sábado de capturar aquela espécie.
“Entendemos que o Governo, para 2016, deve ser muito firme na defesa de um limite nacional de capturas [de sardinha] ”, afirmou o presidente da câmara de Peniche, António José Correia, defendendo que a quota do próximo ano possa chegar “às 30 mil toneladas”.
Este aumento, defendem os presidentes dos 10 municípios, “não põem em causa a gestão do stock” que ainda assim “continuará a crescer em dois por cento”.
Em Peniche, onde este sábado participaram numa reunião promovida pela Federação dos Sindicatos da Pesca, as dez autarquias defenderam igualmente “um aumento da quota para 2015”, fixada nas 13 mil toneladas para todo o país.
Um limite que, no caso da OPcentro, organização que reúne os pescadores de Peniche e da Nazaré, foi já esgotado, estando os barcos impedidos de capturar sardinha desde as 12 horas.
“Há condições para que possa haver um aumento de quota para que se possa pescar por mais algumas semanas”, afirmou António José Correia, em nome de todas as autarquias que se solidarizaram com aqueles dois municípios, uma vez que nos seus territórios, a quota irá também esgotar-se, nalguns casos nas próximas semanas e noutros em poucos meses.
Na posição conjunta os dez municípios exigem ainda ao Governo que sejam rapidamente definidas “as medidas de acompanhamento para responder aos problemas resultantes da interdição e imobilização temporária das embarcações”, medidas essas que serão discutidas na terça-feira pela Comissão de Acompanhamento da Pesca da Sardinha.
A posição é subscrita pelas câmaras de Peniche, Nazaré, Figueira da Foz, Matosinhos, Sesimbra, Sines, Loulé, Portimão e Setúbal e Olhão, que se manifestaram ainda disponíveis para apoiar acções que venham a ser definidas pela Federação dos Sindicatos da Pesca.
Peniche e a Nazaré são os dois primeiros municípios do país a verem interditada a pesca da sardinha mas, na reunião promovida pela federação ficou expressa a preocupação de que o mesmo se verifique no resto do país.
“Estimamos que em todo o país sejam afectados 2015 trabalhadores e 150 embarcações”, afirmou Frederico Pereira, da federação, considerando “catastrófica a situação que se vive no país” que gerou “um convergência” entre sindicatos e autarquias para alargar o período de pesca.
Em Peniche reuniram também hoje os 14 armadores locais, que em conjunto com os da Nazaré integram a OpCentro, liderada por Humberto Jorge, que remeteu para depois da reunião com a Comissão de Acompanhamento da Pesca da Sardinha uma posição oficial.
O PNR solidariza-se com os pescadores, armadores e todos os que vivem da pesca da sardinha. Defendemos a preservação das espécies, mas não compreendemos este governo frouxo que cede a todas as pressões de Bruxelas, que tem sempre dois pesos e duas medidas, pois as quotas são muito mais benevolentes para Espanha. "Fraco rei faz fraca forte gente" as palavras de Camões, caem que nem uma luva para classificar a actuação deste governo e de muitos dos que o antecederam, mais preocupados em serem bons alunos, que em defenderem Portugal e os Portugueses.
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Fonte: Página de Facebook do PNR

domingo, agosto 23, 2015

NA SUÉCIA - SONDAGEM DÁ AO PARTIDO NACIONALISTA DOS DEMOCRATAS SUECOS O PRIMEIRO LUGAR

Eu era para redigir um artigo à base desta notícia http://www.thelocal.se/20150618/swedish-nationalist-party-reaches-new-record-peak, que tem já uns dois meses. Aqui diz-se que de acordo com uma sondagem recente do YouGov, o partido dos Democratas Suecos (SD - SverigeDemokraterna) atingiu o maior nível de popularidade de sempre.
Entretanto surgiu mais esta notícia: http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/sweden/11814498/Anti-immigrant-Sweden-Democrats-now-the-biggest-party-according-to-poll.html, a dizer que, de acordo com uma nova sondagem do YouGov, mais recente, realizada em Agosto, o partido SD é agora o mais popular do país nórdico...
Segundo a pesquisa, o SD tem agora o apoio de 25.2% dos eleitores, o que põe a formação partidária nacionalista acima dos Social-Democratas, que se ficam pelos 23.4%, e dos Moderados de Centro-Direita, que não vão além dos 21%. 
O dirigente do partido na zona sul da Suécia, Tommy Nilsson, comenta: «É um tremendo avanço para nós. Há demasiada imigração e demasiados pedintes da Europa de leste. As pessoas estão a começar a perceber que isto é um problema sério para a Suécia.»
O SD tem vindo a ganhar apoio desde que em eleições de Setembro do ano passado alcançou os 12.9% dos votos, com base no crescente repúdio popular pelas políticas «generosas» de acolhimento de alógenos, políticas estas que são impostas pela elite reinante ao povo.
Alguns comentadores políticos desmereceram a sondagem, questionando os métodos do YouGov, alegando que este organismo não usa pessoas seleccionadas ao caso para responder às questões mas sim um painel «auto-recrutado», cujas diferenças de opinião relativamente à massa popular não são conhecidas.
Outros opinadores observaram todavia que os resultados desta sondagem batem certo com a tendência notória noutras sondagens. Um destes observadores, Sören Holmberg, da Universidade de Gotemburgo, explica porquê: «Temos visto uma tendência para os Democratas Suecos estarem em aumento [de apoio popular]. A subida dos SD espelha a tendência ao longo da Escandinávia, com o Partido do Povo Dinamarquês e os populistas [dos verdadeiros] Finlandeses a tornarem-se nos segundos maiores partidos dos seus países nas eleições deste ano.»
A Suécia prepara-se para receber setenta e quatro mil refugiados em 2015, quando em 2014 recebeu oitenta e cinco mil.

A respeito da sondagem anterior, de Junho, uma cientista política da Universidade de Uppsala disse, entre outras coisas, algo de especialmente significativo para explicar o crescimento do SD: «(...) tornou-se menos estigmatizado dizer que se simpatiza com os Democratas Suecos, devido à sua ascensão nas eleições e a seguir.»

E é mesmo disto que a elite reinante mais medinho tem: que o homem comum comece a ficar com as costas quentes para dizer que concorda com os «racistas». Vai destarte co' caralho todo o servicinho de intimidação-mentalização para que o povinho tenha medo e sentimento de culpa ao apoiar, ao pensar sequer!, em apoiar os «racistas»... 

Esta sondagem é só mais uma confirmação, e mais uma, e mais outra, e outra ainda, e mais outra, e mais outra ainda, e ainda mais outra, do que tenho andado a dizer há anos, algo de simplicíssimo, mas que quando é dito a alguns parece chinês:
 - uma vez que o Nacionalismo é no essencial o espírito de auto-defesa da estirpe em forma sistematizada e organizada,
 - uma vez que não há nada tão forte no sentir popular como este espírito de auto-defesa da sua própria coesão e identidade,
 - uma vez que a Democracia é o predomínio da vontade da maioria do povo,
torna-se pois absolutamente óbvio, incontornável, inevitável, que quanto mais Democracia haja, mais poder tenham, a médio ou longo prazo, os Nacionalistas, porque o Nacionalismo constitui, pelo exposto acima, a tendência política com mais potencial de crescimento junto do povo. 

Constata-se por isso que a Democracia é a mais sólida, talvez única, aliada do Nacionalismo.





PORQUE FALAM OS MÉ(R)DIA DOMINANTES EM «MIGRANTES» QUANDO DEVIAM FALAR DE «IMIGRANTES»...

Aliás, quase já nem falam em refugiados, os jornalistas...

A substituição, no discurso me(r)diático dominante, do termo «imigrante» por «migrante» é uma substituição semântica de fundamento ideológico Essa tropa sabe muito bem o que anda a fazer - ao dizer «migrantes» em vez de «imigrantes», estão a «esquecer» que existe o dentro e o fora de um país. A partir daí, ser imigrante - um alógeno que está no nosso país - ou ser emigrante - um nacional nosso que vai para outro país - já vai dar tudo ao mesmo, porque as fronteiras deixam de interessar...

PORQUE É QUE O PRESIDENTE DA CÂMARA DE ANTIBES REJEITOU SUPRIMIR A CARNE DE PORCO NAS EMENTAS ESCOLARES

Fonte: http://www.negocios.com/noticias/alcalde-francia-niega-quitar-cerdo-los-colegios-haya-musulmanes-14012015-1726
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Em Antibes, localidade situada na Costa Azul francesa, perto de Nice e de Cannes, um presidente da câmara recusou suprimir a carne de porco nas cantinas escolares. Os pais muçulmanos tinham pedido a supressão de toda a alimentação feita à base de suíno nas cantinas escolares, ao que o presidente da câmara respondeu com clareza, explicando os motivos da sua rejeição de tal exigência:
 - para que os muçulmanos compreendam que devem adaptar-se a França, aos seus costumes, tradições e modo de vida, uma vez que foram os muçulmanos quem emigrou;
 - para que os muçulmanos compreendam que devem integrar-se e viver bem em França;
 - para  que os muçulmanos compreendam que são eles que devem modificar o seu modo de vida e não os Franceses, que os acolheram generosamente;
 - para que os muçulmanos compreendam que os Franceses não são nem xenófobos nem racistas, uma vez que aceitaram numerosos imigrantes muçulmanos (ao contrário dos muçulmanos, que não aceitam estrangeiros não muçulmanos nos seus países);
 - para que os Franceses, como muitos outros países, não pensem em renunciar à sua identidade, a sua cultura, apesar dos golpes dos islamistas;
 - porque se a França é uma terra de acolhimento, não é a ministra Filippeti e o governo de Esquerda quem acolhe os estrangeiros mas sim o Povo francês em seu conjunto;
 - para que compreendam, por fim, que em França, com, e não apesar de, raízes judaico-cristãs, as suas árvores de Natal, as suas igrejas, as suas festas religiosas, a religião deve ficar-se ao nível do domínio privado e a câmara tem razão quando recusa todo e qualquer compromisso com o Islão e a sua lei religiosa (charia);
 - para que os muçulmanos incomodados com a laicidade e que não se sintam bem em França se recordem que existem cinquenta e sete magníficos países muçulmanos no mundo, a maioria dos quais meio povoados e dispostos a recebê-los de braços abertos para respeitar as leis da charia;
 - porque se deixaram os seus países para ir viver em França em vez de irem para outros países muçulmanos, que têm os mesmos costumes que eles, é porque consideraram que a vida em França é melhor que noutros lugares...
Em jeito de conclusão, pergunta uma só vez: porque é que se está melhor em França do que no lugar de onde vêm? Pois, com efeito, a ementa com carne de porco faz parte da resposta.

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Registe-se e dissemine-se, porque serve como resposta padrão para todos os muçulmanos que em qualquer ponto do mundo não muçulmano façam exigências de índole islamista. Com quem não tem o pudor de saber qual é o seu lugar torna-se crucial pôr os pontos nos is. E o político que assim fala, Jean Leonetti, nem é de nenhuma formação política nacionalista, mas soube de qualquer modo prestar um bom serviço à identidade nacional e europeia. Aliás, a passagem em que diz querer ver os muçulmanos a integrar-se em França não constitui bom princípio do ponto de vista nacionalista, antes pelo contrário - a integração de que fala conduz a uma fusão étnica de todo indesejável, porque inimiga mortal da identidade. De qualquer modo enquanto o pau vai e vem folgam as costas e o essencial do discurso de Leonetti, que acima me apeteceu reforçar a negrito, é de reter.


NACIONALISTAS ALEMÃES PROTESTAM CONTRA INSTALAÇÃO DE CENTENAS DE REFUGIADOS EM SOLO ALEMÃO

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://pt.euronews.com/2015/08/23/alemanha-neonazis-voltam-a-manifestar-se-contra-refugiados-em-heidenau   -   Página com vídeo incorporado
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Os protestos de extrema-direita não impedem o governo alemão de prosseguir a instalação de centenas de refugiados num centro em Heidenau, nos arredores de Dresden.
Cerca de 300 pessoas foram deslocadas para o local nos últimos dias, sob os protestos de grupos neo-nazis.
Este sábado a polícia voltou a intervir depois de confrontos violentos nos arredores da instalação, protagonizados por centenas de manifestantes neo-nazis.
Um protesto similar, na sexta-feira, tinha terminado com 31 polícias feridos nas escaramuças com os militantes de extrema-direita.

IMIGRAÇÃO EM MASSA PELA EUROPA ADENTRO ESTÁ A SER PAGA COM DINHEIRO DE ORGANIZAÇÕES SEDIADAS NOS EUA?

Agradecimentos ao camarada RC por me ter dado a conhecer este artigo: http://www.elmanifiesto.com/articulos.asp?idarticulo=5152
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Um funcionário do Departamento de Defesa austríaco - Serviços de Inteligência do Exército Austríaco, na dependência do Ministério da Defesa), que optou por manter o anonimato, informou que há organizações situadas nos EUA que pagam às máfias da imigração para que estas tragam à Europa o maior número possível de imigrantes procedentes de África e do Médio Oriente: «As máfias estão a exigir somas cada vez mais consideráveis de dinheiro para transportar para a Europa "refugiados" ilegais. A viagem organiza-se em condições extremamente precárias e arriscadas, mas o transporte custa actualmente entre sete mil e catorze mil euros» declarou ao periódico digital Info-Direkt.at o referido funcionário.
Acrescentou que «dispomos de informações que provam que há organizações implantadas nos EUA que criaram um modelo de co-financiamento das viagens, contribuindo com o pagamento de enormes somas reclamadas pelas mafias.» «Nem todos os refugiados que vêm do norte de África dispõem de onze mil euros para pagar a sua viagem. E ninguém se pergunta - diz ainda - donde sai esse dinheiro.»
Sublinhou por outro lado que se impôs uma «estrita censura mediática» sobre a forma como os imigrantes africanos e médio-orientais conseguem pagar às máfias.

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De facto, é um autêntico elefante na sala que sintomaticamente nenhum opinador da imprensa «livre» questiona publicamente, pelo menos que eu tenha ouvido... trata-se de uma nova versão do conto infanto-popular do «rei vai nu».




TRIBUNAL DE BRAGA NÃO AUTORIZA MONTAGEM DE ARENA AMOVÍVEL PARA TOURADA

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) não autorizou a montagem de uma arena amovível em Viana do Castelo para a realização de uma tourada, no domingo, por considerar haver "violação" de vários regimes de ordenamento do território.
Em comunicado enviado à Agência Lusa, a Câmara Municipal de Viana do Castelo adiantou que a decisão do TAFB foi comunicado esta tarde e deu razão aos argumentos invocados pelo município aquando do indeferimento para o licenciamento da estrutura.
De acordo com a autarquia da capital do Alto Minho, a acção para protecção de direitos, liberdades e garantias movida, na segunda-feira passada, pelo movimento "Vianenses pela Liberdade", foi considerada pelo juiz do TAFB "totalmente improcedente".
Na semana passada, aquela autarquia justificou o indeferimento para a montagem daquela estrutura em terrenos privados da veiga de Areosa com o "incumprimento" dos regimes da Reserva Ecológica Nacional (REN), da Reserva Agrícola Nacional (RAN), do Plano Director Municipal (PDM), da Rede Natura 2000 e do Plano Ordenamento Costeiro (POC), entre Caminha e Espinho.
No indeferimento, a autarquia da capital do Alto Minho, liderada pelo socialista José Maria Costa, adiantou que o terreno em causa "está também em perímetro de emparcelamento da Areosa, Carreço e Afife".
No âmbito daquela acção judicial a "Câmara Municipal exerceu o direito de contraditório, relativamente à pretensão" daquele grupo de aficionados, "tendo o TAFB decidido validar a justificação da autarquia".
"Desta forma o espectáculo previsto fica prejudicado por decisão das entidades judiciais", lê-se na nota da autarquia.
A Lusa tentou contactar o porta-voz do grupo pró-tourada, mas tal não foi possível até ao momento.
Já na terça-feira aquele movimento foi forçado a cancelar uma tourada com anões, prevista para quinta-feira, para a mesma estrutura, por não haver decisão judicial.
Aquele movimento local foi criado em 2009, depois de a câmara de então ter aprovado, por proposta da maioria socialista, uma declaração afirmando Viana como "anti-touradas", a primeira do país.
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Fonte: http://www.publico.pt/local/noticia/tribunal-nao-autoriza-montagem-de-arena-para-tourada-de-domingo-em-viana-1705645

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Vá lá que de quando em vez a Justiça portuguesa até funciona.



sábado, agosto 22, 2015

PNR DENUNCIA ENTREGA DE PROJECTO RODOVIÁRIO A PRIVADOS

O novo projecto rodoviário do IP3, que ligará Coimbra a Viseu, será custeado integralmente pelos operadores privados e pelos utilizadores, através da cobrança de portagens nos diversos troços previstos. Segundo o Diário Económico, está previsto o lançamento de uma concessão a privados como as de primeira geração (como a Brisa), em que a receita se baseará exclusivamente no risco de tráfego, sem qualquer comparticipação de verbas estatais.
Com cerca de 18 mil veículos/dia e uma elevada percentagem de veículos pesados, o actual eixo do IP3 constitui um dos trajectos essenciais para o transporte de mercadorias para exportação, pelo que a introdução de portagens irá certamente gerar contestação e prejudicar o País. Entre as duas únicas vias rodoviárias alternativas ao actual IP3 em direcção à fronteira espanhola existe um vão de 140 quilómetros de distância, com a A25, a Norte, e a A23, a Sul, ambas já com portagens.
Ainda segundo o Diário Económico, para um prazo de concessão estabelecido por 30 anos o investimento global deverá atingir 399 milhões de euros (dos quais 81 milhões em investimento operacional), enquanto as receitas de portagens estimadas deverão ascender, no mesmo período, a cerca de 456 milhões de euros.
Estamos em tempo de “São Eleições”, pelo que é natural que as promessas que não sejam para cumprir e se sucedam a um ritmo alucinante, para nos alucinar. 
No entanto, esta “promessa” merece-nos alguns reparos.
Primeiro a insistência deste (des)governo em entregar ao sector privado sectores essenciais da nossa economia que, devidamente geridos, podem cobrir as despesas e ajudar o País. Pelo contrário, nas mãos dos privados vão ter que dar o maior lucro possível, com eventual prejuízo para todos nós.
Segundo, a escolha do traçado, usando o único percurso directo existente, o que obriga praticamente à sua utilização, já que os recursos alternativos existentes são só para quem conhece muito bem a região e extremamente mais morosos.
Terceiro, a entrega a privados de estruturas já existentes e pagas por todos nós.
O PNR considera pois que, se o anterior governo tramou Portugal, o actual trama os portugueses. Esta proposta mascarada de boas intenções, mais não visa do que engordar as empresas onde esta gente tem interesses escondidos, ou seja, visa engordar interesses privados à custa de todos nós.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/sobre-novo-projecto-ip3/

RTP PERDE AUDIÊNCIAS COM TOURADA




Indústria taurina volta a mentir: "Corrida TV liderou audiências e fez disparar a média de audiências da RTP1".
Os portugueses não são tão aficionados das touradas como querem fazer crer. Os números não enganam e mostram que a tourada transmitida pela RTP foi, na noite de 6ª feira, o programa com pior audiência em toda a televisão portuguesa (RTP, SIC e TVI).
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Fonte: página de Facebook Basta de Touradas

PNR ESTARÁ PRESENTE EM TODOS OS CÍRCULOS ELEITORAIS NAS LEGISLATIVAS DE 2015

Militantes nacionalistas de Leiria, acompanharam o nosso mandatário ao Tribunal da Comarca daquela cidade, para a entrega da lista de candidatos do PNR por esse círculo eleitoral, a qual é encabeçada pelo nosso Vice-Presidente, João Pais do Amaral.
Com esta, terminou a entrega das vinte e duas listas do PNR para as Eleições Legislativas, num processo que teve início a 4 de Agosto, com a entrega da lista por Setúbal, encabeçada pelo nosso Secretário-Geral, João Patrocínio.
Assim, o PNR estará presente em todos os círculos eleitorais (Continente, Ilhas e Círculos da Emigração), assumindo-se pois à escala nacional como o partido realmente diferenciador e a alternativa a este Regime, que já não passa de um cadáver nauseabundo que nada de bom ou de novo tem para oferecer.
Representamos, efectivamente, o voto numa mudança inequívoca de mentalidade e de rumo, em prol da Renovação de Portugal, com uma cosmovisão Nacionalista.

Queremos afirmar um Portugal aberto ao mundo, mas onde quem mande sejam os portugueses, com orgulho na sua identidade e conscientes de que só com soberania política, económica, energética e produtiva seremos livres enquanto povo, e só com sensibilidade comunitária e justiça social seremos livres enquanto indivíduos.
Sabemos que somos o futuro e constatamos que, à medida que vamos sendo conhecidos por mais portugueses, mais simpatias e apoio vamos colhendo.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/pnr-nas-legislativas-em-todo-pais/