quinta-feira, dezembro 01, 2022

SALÁCIA, PADROEIRA DE ALCÁCER DO SAL E NÃO SÓ...


Dia I de Dezembro é consagrado a SALÁCIA, Deusa ligada à água salgada, e ao culto de NEPTUNO, do Qual SALÁCIA é esposa, em reflexo latino do par divino helénico ANFITRITE-POSEIDON.
A etimologia de SALÁCIA aponta para uma ligação ao acto de saltar, pular, aludindo ao movimento das águas do mar, bem como dos rios.

Neste site há uma lenda popular interessante narrada pelo Dr. Rocha Martins em 1935 (texto a itálico):
Na verdade, ao que parece, Alcácer do Sal foi fundada pelos lusitanos no ano Vlll de César, isto é trinta anos antes de Cristo, atribuindo-a a uma lenda que reza o seguinte: Bugud, califa africano, invadiu a Lusitânia, pondo as povoações a ferro e fogo. Havia na região de Alcácer, um tempo dedicado à deusa Salácia (um dos nomes da deusa Diana), que foi profanado pelos africanos. Quando estes se faziam ao mar, porém, um grande temporal destruiu as embarcações, perecendo no naufrágio a maioria dos invasores, e perdendo-se as riquezas roubadas. Os lusitanos viram no acontecimento um milagre da Deusa, e fundaram uma vila a que deram o nome de Salácia. Há também uma corrente de opinião para quem o nome de Salácia se referia, não à Deusa, mas à abundância de sal existente na região."

Antes de ler este texto, aqui a itálico, não tinha conhecimento de que SALÁCIA pudesse de algum modo estar relacionada com DIANA, Deusa Lunar do Bosque, que, tanto quanto sei, nunca teve nada a ver com o mar. No entanto, a menção do Seu nome nesta lenda pode indicar que havia na Lusitânia um extenso culto desta Divindade, ou, talvez, de uma Divindade lusitana que Lhe fosse de algum modo equivalente. No entanto, a menção do Seu nome nesta lenda pode testemunhar a relevância do culto a Diana na Lusitânia, ou, talvez, a uma Divindade lusitana que Lhe fosse de algum modo equivalente. Esta Divindade indígena pré-romana pode bem ser NÁBIA, no dizer do arqueólogo Cardim Ribeiro, neste seu artigo http://ifc.dpz.es/recursos/publicaciones/30/23/04cardimribeiro.pdf, do qual retiro o seguinte trecho, a itálico, referente a NÁBIA:
«Porventura estaríamos perante uma deusa triforme — e trifuncional — correspondente ao protótipo indo-europeu que poderemos designar como de tipo Ártemis, ou seja, simultaneamente celeste (sendo a Lua), vinculada à aretê (sendo uma virgem guerreira) e fecunda (a deusa também é ninfa). Esta divindade, quando consagrada em todas as vertentes da sua complexa personalidade, recebia uma oferenda composta por três diferentes animais, cada qual correspondente a um diferente nível funcional. É isto que podemos ver, por exemplo, na invocação saguntina a Diana Maxuma, a quem se oferece vaccam, ovem albam, porcam (CIL II2, 14, 292). O início da ara de Marecos traduz uma situação basicamente idêntica, constituindo aliás, na nossa opinião, um dos mais sólidos argumentos para se aceitar a hipótese expendida por Melena 1984, 244-245, quanto à inclusão de Nabia no referido arquétipo de deusa trifuncional, em paralelo com Diana e com Ártemis. Em Marecos a deusa é sucessivamente invocada como: O(ptimae) V(irgini) Co(nservatrici) et Nim(phae) Danigom, Nabiae Coronae, que recebe vacca(m) bovem; e Nabiae sem quaisquer epítetos, à qual se sacrificou agnu(m)
Tem especial interesse, digo eu, esta possibilidade de equivalência entre Nábia e Diana, uma vez que explicaria a profusão de referências folclóricas, populares, numa palavra, tradicionais, a esta última Divindade romana, isto a vários níveis sócio-culturais:
- as Janas, espíritos femininos segundo o folclore nacional, serão eventualmente derivadas, etimologicamente, de Diana;
- na «Crónica Geral de Espanha», considera-se que o nome «Lusitânia» radica em «Diana» (por causa dos jogos dedicados a Diana por Hércules, segundo o mito romano-hispânico);
- o mito de Salácia em Alcácer do Sal, considerada como outro nome de Diana;
- a atribuição do templo de Évora a Diana (não é ainda sabido a que Divindade seria consagrada o referido edifício).

É também de referir a lenda que diz ter a cidade de Castelo Branco sido fundada por Cartagineses que prestavam culto a Leucothea, ou «Deusa Branca» - palavra grega, não cartaginesa - derivando-se daí o nome da cidade. Leucothea é uma antiga Deusa do Mar, grega, não púnica, o que coloca, digo eu, a possibilidade de haver nesta narrativa uma historicização relacionada com uma Divindade feminina das águas adorada na região, baseando-se na ideia de que o Seu culto poderia ter sido trazido por gente que chegou à Ibéria através do Mediterrâneo.
Enquanto houver Portugueses está viva a cepa hispano-romana que tem na sua herança etno-religiosa o culto a esta e outras Divindades latinas e/ou autóctones pré-romanas.

SOBRE A RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL


Na antiga Roma, ancestral parcialmente étnica e civilizacional de Portugal, realizava-se no Primeiro de Dezembro o culto a Pietas, que é, no sentido original do termo, não a compaixão dos cristãos, mas sim o dever pagão para com os Deuses e para com a Estirpe. Um templo de Neptuno foi nesta data restaurado por Augusto. Salácia, Deusa consorte de Neptuno, raiz do topónimo Alcácer do Sal, era também homenageada neste dia. Igualmente homenageada eram Vénus e Cupido, e Vénus é, nos Lusíadas, a Divindade mais favorável aos Portugueses, visto que os considera latinos, isto é, Seus descendentes. Iniciava-se entretanto o mês consagrado a Vesta, Deusa do Fogo Sagrado do Lar e da Pátria.
Por aprazível coincidência com esta parte do fogo sagrado pátrio, este dia é celebrado em Portugal como Restauração da Independência Nacional. Percebe, quem tiver pelo menos um mínimo de tino patriota, a real dimensão da traição que é a abolição deste feriado - a dimensão simbólica, que é, mesmo que muitas vezes se não saiba, o espelho ideológico da realidade. A propósito disto, é oportuno lembrar que o PCP falou diversas vezes contra a supressão dos feriados, considerada por este partido como um roubo aos trabalhadores, um roubo de tempo de descanso, que é transformado em tempo de trabalho a favor do patronato. Dezassete mil milhões de euros foi quanto os trabalhadores portugueses perderam, diz o «Avante»: http://www.avante.pt/pt/2191/trabalhadores/138060/
Falou bem, nestas ocasiões, a cambada da foice-e-martelo, e quando esteve no governo andou a agitar as águas, juntamente com o BE, pelo retorno dos feriados, mas parece que por burocracias legais a coisa não pôde ser de imediato discutida, e os direitinhas cêdêésses e pêéssedês todos contentes porque coisa e tal o que é preciso é concertação social em vez de tanto «parlamentarismo» (tradução: entregar a decisão da questão aos tubarões do costume, que não foram eleitos pelo povo), como aqui se pode ler: http://www.tvi24.iol.pt/politica/parlamento/ainda-nao-e-desta-que-a-reposicao-dos-feriados-e-discutida
De notar que a Esquerda parlamentar quis repor os feriados já em 2016, enquanto a «Direita» PSD/CDS o que queria fazer em 2016 era «começar a discutir a questão», com a manha saloia que caracteriza os lacaios do patronato: http://observador.pt/2015/11/16/psd-e-cds-apresentam-projeto-para-repor-quatro-feriados/
Felizmente que nisto a comunagem fez alguma coisa em condições, ao menos serviu para isso...

Restauração é, por motivo óbvio, a palavra do dia. Quem diz Restauração, que nomeia esta data, diz também Renovação. Não é por acaso que o único partido nacionalista português teve na sua designação o termo «Renovador».
Ora o símbolo desta formação partidária é precisamente a Chama – a Chama que já em Roma simbolizava a vida sagrada da Família e da Nação. O partido chama-se agora «Ergue-te», também calha bem, a chama move-se sempre para cima. Não é de olvidar que vários outros partidos nacionalistas de países latinos têm a Chama como emblema, o que constitui valiosa coincidência, como se fosse alguma espécie de memória étnica inconsciente por Vesta ser latina. No caso português, a coincidência parece dizer particularmente mais pelo facto de o Dia da Restauração se celebrar no início do mês consagrado a esta Divindade.
Em Roma, o fogo do templo de Vesta tinha de ser periodicamente reacendido e dele se reacendiam todos os fogos dos lares romanos, talvez para renovar a Estirpe no seu vigor. Renovada, no caso português, em 1640, por meio da Recuperação da sua soberania, feita por uma revolução. Revolução por reacção contra um estado de coisas de todo injusto ou prejudicial à salvaguarda e/ou à dignidade da Estirpe.
Revolução, reacção, como a Reconquista foi - a Reconquista que, de certo modo, está em grande parte na origem de Portugal como Estado.
Já antes disso, Viriato, ancestral da Portugalidade, alcançara a sua glória trágica mas acima de tudo imorredoira ao reagir contra a ocupação romana, resistindo às legiões do Lácio e declarando, segundo fontes clássicas, que «a Pátria está na Liberdade.»
Por coincidência ou não, até no Hino Nacional há versos a evocar um retorno como dever pátrio - «A Portuguesa» manda levantar hoje de novo o esplendor de Portugal, manda também, diz a letra de Henrique Lopes de Mendonça, que «o eco de uma afronta» seja «o sinal de Ressurgir», para que, apesar de tudo, a Europa e a Terra inteira saibam, pelo Brado Uníssono da Nação, que «Portugal não pereceu».
O determinante é por conseguinte a acção, ou reacção, revoltosa, de quem não se conforma com o rumo que os acontecimentos tomaram por intervenção de uma força aparentemente muito superior, e, presumivelmente, imbatível. Perante um poder avassalador, que os lacaios desse poder queiram dar como «facto consumado e inevitável», pode sempre levantar-se resistência, quanto mais não seja como imperativo ético. Há deveres cujo cumprimento está além do valor do sucesso. Porque a mais elevada virtude de quem luta é a que faz lutar independentemente dos resultados, como bem ensina o indiano Bagavad-Gita, espécie de «manual espiritual» do guerreiro ário. Há combates que devem ser levados a cabo mesmo que não se lhe vislumbre hipótese de vitória - isto não só para quem acredite que há valores superiores ao da vida humana, mas, também, para quem perceba que ninguém sabe, de facto, as reviravoltas que o Destino tem guardadas para o futuro. Os Povos que sobrevivem são os que passam por cima dos fatalismos trágicos, das evidências alegadamente «racionais» que indicam que determinado oponente é invencível, por cima também das fraquezas do próprio povo, e de todas as condicionantes nefastas.
O fulcro da questão sempre foi simples: ou se quer sobreviver ou não. Os Judeus, mesmo militarmente derrotados, não se deixaram eliminar por Babilónios, Assírios, Romanos, e hoje exercem a sua influência no Ocidente, além de possuírem o mais desenvolvido e poderoso país do médio oriente; os Parses, mesmo tendo de fugir da sua terra natal, que era o Irão, foram para a Índia e aí prosperaram. Antes disso, os seus antepassados Irânicos do século terceiro, saudosos do Império Aqueménida, foram capazes de erguer novo império, o Sassânida. Os Gregos, por sua vez, continuam a falar a sua língua, vinda de há mais de três mil anos, mesmo depois do longo e opressivo domínio turco.

É sempre uma questão de vontade colectiva. Uma vontade axial e vertical, que não tenha medo de ser desumana, inumana, eventualmente porque, mercê precisamente da sua invariabilidade e carácter condutor trans-temporal, pode ser um reflexo de uma ordem de existência superior à do devir e/ou ao que é humano. Uma vontade que, por mais grandiosamente que se la pinte, ou, contrariamente, por mais que se tente denegri-la, está sempre ao alcance do simples popular que, em dichote famoso, assevera que «antes quebrar que torcer», contra tudo, mesmo quando acompanhada pelo terror ou pelo desespero, como o marinheiro que Fernando Pessoa faz enfrentar o Adamastor. Uma vontade fatalista, seja, conquanto cumpra o seu desígnio original, e que, por cima de dores e pavores, ordena fazer das tripas coração ou o que mais for preciso para salvaguardar, ou, em casos mais drásticos, reconquistar, um direito fundamental que se encontre em perigo ou que esteja a ser desrespeitado.
Este direito é o da liberdade que toda a identidade exige. Toda a unidade de existência humana - indivíduo, família, nação, etnia, raça - tem à partida o direito ao respeito, só por existir. Uma das condições essenciais para que esse respeito se verifique é a posse da liberdade. Porque não ser livre é estar sujeito, estar submetido, estar sob o poder de outrem. Como bem dizia Viriato, e há que repetir, a Pátria está na liberdade (declaração que lhe foi atribuída pelo autor clássico Diodoro Sículo). Ao nível individual, cada pessoa tem um corpo e uma mente. A cada corpo corresponde pois uma só mente. A Justiça, como se sabe, mandar dar a cada um aquilo que é seu. Por conseguinte, só pode haver Justiça quando um corpo obedece à mente que lhe corresponde e não a outra qualquer. Se uma mente comanda dois corpos em vez dum, então uma das duas mentes está a ser subjugada.
O que se aplica ao indivíduo aplica-se igualmente às famílias, às Nações e às Raças. No que respeita à Nação em particular, que é neste contexto que se insere a comemoração de hoje, afigura-se cristalinamente evidente não dever nenhum Povo estar sob o poder de outro. É esse o motivo que faz com que todos os impérios constituam, ao fim ao cabo, uma injustiça em forma de poder político; e hoje Portugal está, ainda, no seu devido lugar: é um país livre sem império. Toda a Nação submetida é um Estado soberano abortado ou, na melhor das hipóteses, adiado.

Revoltam-se as entranhas ao imaginar-se que, se não fosse o sucesso da Reposição de 1668, hoje teriam os Portugueses de falar Castelhano como língua oficial, aprendido na escola por sobre a língua nacional. O mesmo devem sentir os Bascos, os Catalães, os Galegos, ainda obrigados a dar primazia, na sua própria terra, à língua de Castela. Ora tudo isto se passa entre irmãos - Galaico-Portugueses, Castelhanos, Catalães, são todos mui manos entre si, constituindo a família hispânica do grande clã europeu. E, se entre parentes próximos é assim, o que não será entre Povos sem nenhuma afinidade étnica ou racial entre si, inteiramente alienígenas, independentemente dos contactos que tenham tido no passado. É neste sentido que, pior do que falar-se Castelhano por imposição, seria a eventualidade de que em Portugal o Português viesse a ser sobrepujado pelo crioulo cabo-verdiano, ou por algum novo crioulo nascido em virtude da maciça presença de angolanos em solo português. Se o Castelhano se impôs pela via da força militar, ou dos compromissos dinásticos (ainda bem que a monarquia ficou para trás, em Portugal...), o Crioulo ou similares linguajares impor-se-ão pelo número que os ventres das mulheres negras conseguirem produzir em território luso. É por isso que urge combater e defenestrar os novos Miguéis de Vasconcelos, aqueles que colaboram com a iminvasão. E, ao mesmo tempo, preparar-se uma longa guerra política, forjando prontidão para marchar nem que seja contra os canhões, pois que também os portugueses do século XVII o fizeram, suportando e vencendo uma conflito que durou vinte e oito anos, marcado pelos grandes êxitos militares lusos do Montijo, de Ameixial, de Castelo Rodrigo e de Montes Claros, batalhas homenageadas pelo monumento da Praça dos Restauradores.
A celebração da Restauração da Independência Nacional é uma homenagem à vontade orgulhosa de uma Nação e um monumento à memória do combate por tudo aquilo que, aparentemente moribundo ou mesmo desaparecido, foi contudo recuperado – porque nem tudo o que se perdeu está perdido para sempre. A continuidade seja de que instituição for - de uma soberania, de uma religião - não é condição sine qua non para que exista em diferentes épocas. Quer isto dizer que, em havendo vontade, tudo o que foi interrompido pode ser com sucesso restaurado, assim haja vigor de alma, um vigor reacendido pela voz dos egrégios avós, ouvida entre as brumas da memória e pulsando nas veias dos de boa cepa. Fala-se de um princípio que pode conhecer diferentes versões consoante as épocas em que seja defendido, com variação de limites históricos e territoriais.
O mundo não é hoje como era há quinhentos ou seiscentos anos, mas o princípio de que se fala permanece precisamente o mesmo.
No dia 1 de Dezembro de 1640, um grupo de quarenta nobres conjurados, obedecendo a um plano preciso, engendrado na sequência de várias revoltas menores que eclodiam por todo o País, e na esteira do sentido independentista que crescia entre os Portugueses, venceu os guardas castelhanos do Terreiro do Paço e defenestrou Miguel de Vasconcellos, secretário da Duquesa de Mântua, vice-rainha de Portugal. A defenestração foi o sinal que o Povo, reunido no Terreiro do Paço, aguardava, para saber se a Revolução tinha sido bem sucedida ou não.

Castela não aceitou esta rebelião, pelo que os Portugueses tiveram de enfrentar cerca de vinte anos de guerra, a qual se marcou por episódios militares decisivos, tais como a Batalha do Montijo (1644), a Batalha das Linhas de Elvas (1659), a Batalha do Ameixial (1663), a Batalha de Castelo Rodrigo (1664) e a Batalha de Montes Claros (1665).
Também em 1640 tinha estalado uma revolta na Catalunha, a qual consumiu boa parte dos esforços do aparelho militar castelhano. É pois plausível dizer-se que a independência de Portugal teria sido ainda mais árdua de conquistar se a Espanha não tivesse no seu seio outra nação a querer alcançar a soberania, isto é, a libertação relativamente ao poder de Castela.
Urge por isso unir os Nacionalistas de toda a Europa, numa só frente contra os inimigos de todas as Nações - combater pelas Identidades e, a médio e longo prazo, pela Restauração da Verdadeira Europa, a única Europa digna de tal nome: a Europa das Estirpes Europeias, integralmente europeia, do Sangue à Religião étnica.

... INICIA-SE O MÊS DE VESTA, DEUSA DA CHAMA SACRA DO LAR E DA PÁTRIA...

«Dedicação de uma Nova Vestal», século XVIII, por Alessandro Marchesinition

Dezembro é no calendário romano consagrado a Vesta, Deusa do Fogo Sagrado do Lar e da Pátria, que era servida pelas sacerdotisas Vestais, e, de início, não tinha representação antropomórfica, o que remete para o arcaísmo indo-europeu da ausência de imagens antropomórficas no culto.
Equivalente à helénica Hestia, Vesta é por outro lado muito semelhante, em termos funcionais, à Deusa báltica Gabija (e ambas tinham consagrado a Si um corpo sacerdotal inteiramente feminino), o que indica a Sua inserção na mais arcaica e autêntica religião indo-europeia.

quarta-feira, novembro 30, 2022

SOBRE A RAIZ DO ACTUAL UNIVERSALISMO E ANTI-RACISMO COMO «RELIGIÃO» LAICA DAS ELITES

O homem só será feliz quando tiver finalmente morto aquele Cristianismo que o impede de ser homem. Mas, não será pela perseguição que o Cristianismo será morto porque, em todo caso, a perseguição o alimentará e fortalecerá. Será através da irreversível transformação interna do Cristianismo em humanismo ateu com a ajuda dos próprios cristãos guiados por um conceito de caridade que nada terá a ver com o Evangelho."
- in «A Essência do Cristianismo», por Ludwig Feuerbach.

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Um profeta da desgraça, este Feuerbach... Só não vejo razão para dizer que a caridade dos actuais humanistas ateus difere essencialmente da dos Evangelhos, pelo contrário. Desde o coração do pensar e sobretudo do sentir até aos mais pormenorizados tiques ideológicos da Esquerda anti-racista, topa-se bem a marca da Cristandade. É este o motivo pelo qual a cristianização da Europa constitui a maior tragédia da história do Ocidente - começou aí a crescer nas veias da intelectualidade europeia o vírus da sida cultural que é o universalismo militante, origem do anti-racismo actual, inimigo mortal das identidades étnicas da Europa e, ulteriormente, de todo o mundo.

DIFERENÇAS NOS NÚMEROS DE ASSALTOS NA EUROPA - RESULTADO DE DIFERENTES PRIORIDADES CIVILIZACIONAIS...


Embora os média ocidentais desprezem amplamente a Hungria e a Polónia, não há como negar que esses países são lugares mais seguros para se viver em comparação com as Nações ocidentais quando se trata de crime e terrorismo, com um mapa de dados da Landgeist revelando a grande diferença nas taxas de roubo entre as nações europeias.
O mapa, baseado em dados do Statista, mostra que na Hungria ocorrem apenas seis roubos por 100000 pessoas por ano, enquanto a República Checa tem 14 e a Polónia tem 17 roubos para cada 100000 pessoas. Estes números são drasticamente mais baixos do que os de outros países ocidentais, como a Bélgica e a Espanha, onde ocorrem 140 roubos por ano para cada 100000 pessoas. Isto significa que se tem aproximadamente 23 vezes mais chances de se ser roubado na Bélgica do que na Hungria.
A Grã-Bretanha não fica muito atrás, com 132 roubos por 100000 pessoas.
A Suécia está em 88, a Alemanha em 43, a França em 42 e a Holanda em 50 roubos por 100000 pessoas por ano.
Em geral, o leste da Europa tinha taxas de roubo muito mais baixas do que o oeste.
Como o Remix News relatou anteriormente, o crime aumentou dramaticamente nas Nações da Europa Ocidental, e muito do contraste entre a Hungria e Nações como as da Grã-Bretanha e da Suécia tem a ver com a imigração. Os chefes da polícia sueca, por exemplo, colocaram a culpa de grande parte do aumento das taxas de criminalidade nos gangues de clãs imigrantes, das quais existem agora mais de 40 a operar na SuéciaEm Paris, França, quase metade de todos os criminosos é estrangeira em certos departamentos. Dados do sistema de transporte do país também mostram que 92% de todos os pequenos furtos foram cometidos por estrangeiros.
Na Alemanha, os imigrantes são responsáveis ​​por 38% de todos os crimes, apesar de representarem uma pequena parcela da população, e estão super-representados em crimes graves como assassinato e roubo. 
A pobreza também não explica necessariamente as enormes diferenças de criminalidade entre o Oriente e o Ocidente. Embora países como a Hungria tenham uma taxa de pobreza ligeiramente maior do que a França, a Hungria é, em geral, uma nação muito mais segura para se viver.
Os governos conservadores de ambas as Nações não hesitaram em colocar a culpa pelos altos índices de criminalidade e uma onda de ataques terroristas no Ocidente na aceitação do multiculturalismo e da imigração em massa pelas Nações afectadas.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, disse em 2020 que o Ocidente escolheu o caminho da imigração e isso levou a resultados dramaticamente diferentes: “Também vejo que as autoridades e a polícia estão nas ruas e, no entanto, há uma onda de violência. Estátuas estão a ser derrubadas, as condições são deploráveis ​​e há guerras de gangues nas belas ruas de pequenas cidades em países civilizados da Europa Ocidental. Olho para os países daqueles que nos estão a aconselhar sobre como conduzir as nossas vidas correctamente e sobre boa governança, bom funcionamento da democracia, e não sei se rio ou choro”.
Não são apenas taxas de roubo ou violência de gangues. O terrorismo é praticamente inexistente nas Nações da Europa Central e Oriental, e a questão do terrorismo islâmico é quase um factor irrelevante, principalmente porque poucos muçulmanos vivem nestas Nações. Após os ataques terroristas de Viena no ano passado, o especialista em política de segurança húngara Georg Spöttle disse: “Felizmente, a ameaça na Hungria não é tão alta quanto na Áustria, Alemanha ou França, porque dificilmente temos imigrantes de países islâmicos aqui”.
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Fonte: https://rmx.news/crime/youre-much-less-likely-to-be-robbed-in-hungary-poland-and-czechia-than-in-western-europe/?fbclid=IwAR2GwbTs3ewvAEBjvx5QCjv9qb2p8QtyqalT1aI2qf6h9NddZChHe-PbKZQ

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Há muito se sabe que é bem maior a probabilidade de se sofrer assalto na Europa Ocidental que na Polónia, na Chéquia e nesse horror facho que é a Hungria, porque será... Não se pense contudo que nestes três países é só maravilhas. São países pobres, não atraem imigração. Os naturais destes países não têm por isso muita facilidade em usufruir da fabulosa diversidade que é oferecida de bandeja aos Portugueses e outros ibéricos, aos Britânicos, aos Franceses, aos Alemães, aos Holandeses, aos Belgas e aos Italianos... Se calhar têm de suportar uma sociedade muito mais monocromática em termos epidérmicos, tudo muito branquinho e assim, ainda por cima sem ritmos quentes nas ruas, sem os intensos odores corporais dos trópicos, sem os sinais de miscigenação que podem bronzear mais intensamente o tom de pele das populações europeias e tornar os seus lábios mais espessos e os seus narizes mais largos e o seu cabelo mais crespo, sem os guturais sons que brotam das gargantas oriundas do terceiro-mundo - se calhar até têm paredes públicas muito mais incolores e quase destituídas de grafitis afro-americanos!, como eram Lisboa e por exemplo Paris ainda em 1990 - e, sobretudo, sem manifestações espontâneas e completamente «imprevisíveis» de calor humano altamente interactivo e fisicamente movimentado de extensos grupos de «««jovens»»» que, «sem ninguém esperar», podem precisar de uns trocos ou só de brincar um bocado com os transeuntes só para se rirem uns com os outros, o que adiciona uma componente de «imprevisibilidade» ao frio e insípido quotidiano europeu... Os Húngaros abdicam de todos estes fabulosos tesouros humanos... e em troca ficam sem assaltos?... Não sabem o que é bom para eles, não têm lá uma boa elite cosmopolita a ensinar-lhes aquilo de que realmente precisam...

ITÁLIA - PRIMEIRA-MINISTRA LEVA «JORNALISTA» A TRIBUNAL POR DIFAMAÇÃO



A primeira-ministra italiana de Extrema-Direita, Giorgia Meloni, alertou nesta
Martes que não irá retirar o processo de difamação contra o jornalista e escritor Roberto Saviano, acusado de tê-la insultado em 2020 pelas suas duras posições contra os imigrantes. 
"Não entendo o pedido que me fizeram para retirar a denúncia sob o pretexto de que hoje sou chefe de governo. Significa isso que o poder judiciário se comporta de maneira diferente dependendo da função que alguém ocupa?", afirmou em entrevista ao jornal Il Corriere della Sera.
A denúncia foi feita há dois anos por Meloni quando era ainda apenas líder do partido pós-fascista Fratelli d'Italia (Irmãos da Itália), formação então opositora e que sempre foi a favor de uma política rígida contra a imigração.
Várias organizações de defesa da liberdade de imprensa pediram à primeira-ministra que retirasse a denúncia antes da abertura do julgamento no início de Novembro, por considerarem que ela envia uma mensagem alarmante a todos os jornalistas e escritores do país, que poderiam deixar de exprimir opiniões livremente por medo de represálias.
"Acho que tudo isso vai ser tratado de forma justa e perante a separação de poderes", disse Meloni. "O que peço ao poder judiciário é que defina a fronteira entre o direito legítimo de crítica, a injúria gratuita e a difamação", enfatizou.
O caso remonta a Dezembro de 2020, quando Saviano comentou num programa de televisão sobre a morte de um bebé da Guiné de seis meses num naufrágio e chegou a acusar Meloni pelo uso político do fenómeno da migração.
"Só posso dizer a Meloni e (Matteo) Salvini: bastardos! Como podem fazer algo assim?", lamentou Saviano no programa.
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Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/primeira-ministra-italiana-mantem-denuncia-por-difamacao-contra-escritor-roberto-saviano
Ler também https://www.rfi.fr/br/europa/20221115-it%C3%A1lia-come%C3%A7a-julgamento-movido-por-giorgia-meloni-contra-escritor-roberto-saviano

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Faço votos para que a Justiça dê razão a Meloni neste caso em que uma espécie antropomórfica de carne e osso que faz papel de jornalista a insultou, querendo-a culpar pela morte de uma criança africana imigrante.
Duvido que o tribunal condene o «jornalista», dado que, por todo o Ocidente, a elite reinante anti-racista há muito controla os tribunais, mas logo se vê...
Entretanto, maralha «jornalística» pede a Meloni que retire a queixa, alegando que é preciso não intimidar os jornalistas para que os jornalistas possam fazer o seu trabalhinho (frequentemente sujo). Sintomático comportamento - esta «gente» apoia a censura nas redes sociais, farta-se de guinchar a favor da proibição e punição do «discurso de ódio!», mas depois quer que os seus coleguinhas possam insultar e apelar ao ódio livremente, como esse saviano fez contra Meloni...
Meloni só faz neste caso o que todos os nacionalistas europeus deveriam poder fazer contra os inquisidores que tomaram conta da imprensa.

ZAN, ZENDEGI, AZADI - MULHERES, VIDA, LIBERDADE


Mulheres em revolta mobilizam o Povo contra um regime totalitário de raiz ideológica abraâmica, é isto que se passa no Irão, nação árica, irmã, por isto mesmo, da maior parte da Europa. Coincidência ou não, a mais famosa tradição de mulheres em luta é daquelas paragens já desde o tempo das lendárias Amazonas, que, etnicamente, seriam irânicas...
É um combate com o qual todos os Nacionalistas europeus podem e devem solidarizar-se, por todos os motivos e mais um, nomeadamente o da possibilidade de tornar o Irão um país mais livre e, por isso mesmo, mais aproximável do resto da sua família indo-europeia.



REINO UNIDO - CRISTÃOS SÃO AGORA MENOS DE METADE DA POPULAÇÃO, O QUE NÃO ACONTECIA DESDE HÁ 1400 ANOS



Os cristãos representam agora menos da metade da população da Inglaterra e de Gales pela primeira vez na história do censo, revelam dados do governo.
Os resultados do Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS) mostram que 46,2 por cento da população (27,5 milhões de pessoas) se descreveram como 'cristãos' em 2021. Isto marca uma queda de 13,1 pontos percentuais em relação a 59,3 por cento (33,3 milhões de pessoas) em 2011. 
Os dados do censo também mostram que todas as principais religiões aumentaram no período de dez anos, excepto o Cristianismo. 
Apesar dessa diminuição, 'cristão' continuou a ser a resposta mais comum à pergunta sobre religião. 'Sem religião' foi a segunda resposta mais comum, aumentando para 37,2 por cento (22,2 milhões) de 25,2 por cento (14,1 milhões) ao longo do período de dez anos.
O arcebispo de York, o reverendo Stephen Cottrell, disse que "não é uma grande surpresa" que haja um número decrescente de cristãos no Reino Unido, mas é importante lembrar que o Cristianismo é "o maior movimento na Terra". 
No entanto, a Humanists UK disse que o Censo "deve ser um alerta que leva a novas reconsiderações sobre o papel da religião na sociedade".
Outros resultados do censo mostram que, em 2021, 81,7% (48,7 milhões) dos residentes habituais na Inglaterra e no País de Gales identificaram o seu grupo étnico na categoria 'Branca' - uma queda relativamente aos 86,0% (48,2 milhões) no Censo de 2011.
O próximo grupo étnico mais comum era 'asiático, asiático britânico ou galês asiático', respondendo por 9,3 por cento (5,5 milhões) da população total. Este grupo étnico teve o maior aumento desde 2011, de 7,5 por cento (4,2 milhões de pessoas).
Os pesquisadores também descobriram que os idiomas principais mais comuns além do Inglês (Inglês ou Galês no País de Gales) foram: Polaco (1,1%, 612.000), Romeno (0,8%, 472.000), Panjabi (0,5%, 291.000) e Urdu (0,5 por cento, 270.000).
Respondendo aos dados da religião, o Arcebispo disse: "Não é uma grande surpresa que o censo mostre menos pessoas neste país a identificar-se como cristãs do que no passado, mas ainda lança um desafio para nós não apenas confiar que Deus construirá o seu reino na Terra, mas também para fazer a nossa parte em tornar Cristo conhecido.
“Deixamos para trás a era em que muitas pessoas se identificavam quase automaticamente como cristãs, mas outras pesquisas mostram consistentemente como as mesmas pessoas ainda buscam a verdade espiritual e a sabedoria e um conjunto de valores pelos quais viver”.
O Arcebispo acrescentou que o Cristianismo continua a desempenhar um papel importante na sociedade secular, especialmente durante a actual crise do custo de vida.
“Neste Inverno – talvez mais do que em muito tempo – pessoas em todo o país, algumas em necessidade desesperada, voltar-se-ão para a igreja local, não apenas em busca de esperança espiritual, mas de ajuda prática”, disse ele. 
"Estaremos lá para eles, em muitos casos, fornecendo comida e calor. E no Natal milhões de pessoas ainda virão aos nossos cultos."
'O Reino Unido é um dos países menos religiosos da Terra'
No entanto, Andrew Copson, o executivo-chefe da Humanists UK, disse que "a maior mudança demográfica na Inglaterra e no País de Gales nos últimos dez anos foi o crescimento dramático dos não religiosos. Isto significa que o Reino Unido é quase certamente um dos países menos religiosos da Terra".
Acrescentou: "Nenhum Estado na Europa tem uma configuração religiosa como a nossa em termos de lei e política pública, ao mesmo tempo em que possui uma população tão não religiosa.  
"O Irão é o único outro Estado no mundo que tem clérigos a votarem na sua legislatura. E nenhum outro país no mundo exige o culto cristão obrigatório nas escolas como padrão.
"A lei falhou em acompanhar o ritmo da mudança e, como resultado, a enorme população não religiosa na Inglaterra e no País de Gales enfrenta discriminação quotidiana - desde conseguir vagas em escolas locais até receber apoio emocional adequado em hospitais. 
Outros resultados dos dados religiosos mostram que, entre 2011 e 2021, a população muçulmana aumentou de 4,9% para 6,5% (2,7 para 3,9 milhões), a população sikh cresceu de 0,8% para 0,9% (423.000 para 524.000), e o número de budistas aumentou de 0,4% para 0,5% (249.000 para 273.000). 
Além disso, o número de hindus aumentou de 1,5 por cento para 1,7 por cento (818.000 para 1 milhão), e a população judaica aumentou de 265.000 para 271.000 (ambos em 0,5 por cento).
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Fonte: 
https://www.telegraph.co.uk/news/2022/11/29/uk-census-christians-now-minority-england-wales-first-time/
Outra: 
https://www.jihadwatch.org/2022/11/for-the-first-time-in-1400-years-christians-are-a-minority-in-england-and-wales-and-the-u-s-is-not-far-behind

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É lamentável o crescimento do ateísmo, quase tanto como o do Islão, mas o recuo da Cristandade num dos mais influentes países do mundo é, em si, boa notícia, sobretudo porque não está a acontecer devido ao avanço de um credo alógeno, ao contrário do que alguns conservadores querem fazer crer. A redução do número de cristãos em nada se relaciona directamente com a imigração, aliás, o que sucede é exactamente o oposto - cada vez mais cristãos em solo europeu serão de origem não europeia, para contentamento da(s) Igreja(s), que sempre foi(ram) terceiro-mundista(s) por vocação, a sua velha, constante e essencial vocação universalista. Combina este facto com o seu constante apoio à imigração em massa pelo Ocidente adentro, para mal dos Ocidentais propriamente ditos.
Independentemente de tudo isto, há j
ustiça poética na queda do culto do Judeu Morto em  solo céltico e anglo-saxónico, enquanto esta população autóctone ainda é maioritária... pode ser que a seiva nacional ainda permita erguer alguns novos templos do culto religiosamente indígena, o das Deidades Nacionais das heranças autenticamente britónicas e germânicas, que são, afinal, as dos Galeses e Ingleses respectivamente.

POLÍCIA ESFAQUEADO NA ZONA MAIS AFRICANIZADA DO PAÍS


Na região mais «diversificada» (em tons de castanho) do país, o calor humano mais intenso é sempre tão previsível como asqueroso... até um dia, em que venha por aí alguma epidemia geneticamente selectiva que livre a Europa desta peçonha, porque não há mal que sempre dure.




AI QUE HORROR, VEM AÍ A LIBERDADE DE EXPRESSÃO...

«O povo não sabe o que quer; não sabe o que é melhor para ele. Há demasiada tolice, demasiado movimento desperdiçado. Temos de acabar com a conversa e com o absurdo.»

Isto foi dito por Benito Mussolini há uns noventa anos. Cada uma destas palavras poderia hoje ser repetida por qualquer um dos «alarmistas» dos mé(r)dia ocidentais que estão fartos da Liberdade de Expressão na internet.
Ecoa ainda o histérico cagaçal me(r)diático em alerta contra as promessas de liberdade de expressão, aliás, de libertação de expressão da parte de Elon Musk depois de este comprar o Twitter. Os «alarmistas» guincham que esta hórrida ideia de cada um poder expressar mesmo a sua real opinião sobre as coisas é o derradeiro sinal do apocalipse. Fica bem à vista a que nível de despudor se chega quando se tem as costas quentes - tal como qualquer inquisidor medieval ou pós-medieval se indignaria publicamente caso não o deixassem fazer o seu trabalho para perseguir quem não acatasse os dogmas da Igreja, tal como a mesma indignação seria expressa por qualquer estalinista, nazi ou fascista dos tempos do apogeu do poderio de Estaline, Hitler ou Mussolini respectivamente, caso por algum motivo não pudesse perseguir dissidentes, assim os actuais servidores da Nova Inquisição Woke adoptam ares de solene consternação quando comentam o anúncio libertador de Musk.
Cá pelo burgo, ainda há coisa de vinte e poucos anos o comediante Herman José criava a personagem do «Diácono Remédios» e punha o País a rir ao caricaturar a censura bem-pensante do Estado Novo... em 1998, ninguém, nem o mais empedernido salazarista, se atreveria a dizer «Pois assim mesmo, tudo com respeitinho, é que devia ser hoje em dia!» Ora muitos dos mesmo que se riam dessa supressão primária e indecorosa da liberdade de expressão, estão agora a fazer exacta e rigorosamente o mesmo papel que a caricatural personagem de Herman José fazia quando, com ar desgostoso, dizia «Não havia necessidade...» Não havia necessidade de o Musk dar agora direito a todo o gato vadio de dizer de sua justiça sobre o mundo e a política, gemem... Nisto, aparecem os alegados especialistas do alarmismo, a apresentar as suas razões «técnicas» para se juntarem ao coro da desgraça - um ex-agente da CIA, por exemplo, afirma peremptoriamente que agora é que o Putin vai espalhar «fake news» à fartazana. Então mas espera aí... então não andou a elite me(r)diática a berrar baba e sangue que o russo tinha interferido na adorada democracia americana e que fez e que aconteceu com fake news e etc.? Também foi culpa da liberdade de expressão prometida pelo Musk?
De uma maneira ou doutra, os inimigos da Liberdade sempre se basearam na invocação de um hipotético bicho papão para justificarem o seu poderio repressor da voz alheia - temos de vos calar a boca porque senão vem o Grande Mau e engana-vos e depois vocês repetem disparates e isso é que não pode ser... portanto, eu e os meus comparsas vamos ter de vigiar o que vocês dizem para vosso próprio bem...
A Liberdade sempre implicou esse risco - e os verdadeiros defensores da Liberdade sempre souberam que esse risco é menos grave do que o do silenciamento do indivíduo e sua subalternização ideológica, social, cultural e política aos pretensos e auto-intitulados donos da verdade.

terça-feira, novembro 29, 2022

ITALIA - CONSAGRAÇÃO DE TEMPLO A NEPTUNO, DEUS DO MAR

A 27 de Novembro de 2775 a.C., a Associação Tradicional Pietas reuniu-se no santuário de Júpiter onde se realizaram os rituais para a consagração de um templo feito pela Pietas em honra de Neptuno, Deus do Mar, conforme Seu pedido.
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Fonte: https://www.facebook.com/AssociazioneTradizionalePietas/photos/pcb.5786293114763045/5786280831430940

QUEM HAVERIA DE DIZER...


« - Porque são vocês tão pobres e primitivos?
 - Vai ser culpa vossa.»
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O intelecto de uma elite intelectual ao serviço de uma causa alcança a mais despudoradas proezas ou aliás piruetas morais das mais descaradamente ridículas...

 

CATALUNHA - ALÓGENOS SÃO 76% (SETENTA E SEIS POR CENTO) DAS DETENÇÕES NOS PRIMEIROS SEIS MESES

No primeiro semestre deste ano, a polícia da cidade espanhola de Barcelona afirma que 76% de todas as detenções foram de estrangeiros, muitas delas ligadas ao tráfico de drogas, furtos e assaltos violentos.
A polícia municipal de Barcelona, ​​a Guarda Urbana de Barcelona, registou 2939 detenções no primeiro semestre deste ano, sendo que apenas 692 dos detidos eram de nacionalidade espanhola, enquanto 2247 das detenções eram de estrangeiros.
A maioria dos detidos pela Guarda Urbana estava envolvida em crimes como roubo, tráfico de drogas, roubos violentos e violência doméstica, enquanto outros foram alvo de mandados de prisão e de busca e apreensão, informa o jornal espanhol El Mundo.
A vereadora de Barcelona Eva Parera, membro do partido conservador Valents, comentou os números dizendo que eles comprovam as declarações feitas pelo seu partido sobre estrangeiros envolvidos no crime: Há alguns meses denunciávamos que cerca de 80% dos crimes cometidos em Barcelona era produzido por estrangeiros, um problema evidente de pessoas não integradas na cidade e gangues violentas que vêm ilegalmente e estão a cometer crimes como tráfico de drogas”, afirmou. Disse também que foi rotulada de racista pela equipa do governo da autarca de Barcelona, ​​Ada Colau, por causa das suas declarações.
“No Valents não há nada disso, no Valents há pessoas que explicam as coisas como elas realmente são, expondo-as no debate público porque este é o nosso trabalho como funcionários públicos e oposição responsável na Câmara Municipal de Barcelona”, acrescentou Parera.
As estatísticas de Barcelona refletem uma tendência comum em muitos centros urbanos europeus, como a capital francesa de Paris, onde até o presidente Emmanuel Macron admitiu que cerca de metade da delinquência na cidade pode ser atribuída a estrangeiros, dizendo: “Sim, quando olhamos para a delinquência em Paris, podemos ver que metade da delinquência vem de estrangeiros em situação irregular.”
Na Alemanha, o governo federal declarou no início deste ano que a proporção de estrangeiros envolvidos em casos de crimes sexuais aumentou substancialmente desde 2000, de 35% de todos os casos para mais de 42% em 2022.
Estatísticas semelhantes foram relatadas em Itália, onde um relatório de 2020 afirmou que até metade de todos os crimes sexuais no país foi cometida por estrangeiros.
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Fonte: https://www.breitbart.com/europe/2022/11/25/barcelona-76-per-cent-of-arrests-in-first-half-of-2022-were-foreigners/?fbclid=IwAR1LhtnyJr6ISZuzHR4wARpwVhezQmhko5c6QoZWYAt6pPlUrcdEMvViGjI

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Mais calor humano oriundo do terceiro-mundo para aquecer o frio quotidiano europeu, porque sim, porque a elite que controla o Ocidente quer assim, até ao dia em que a Democracia a deite abaixo - e, eventualmente, a sente nos bancos de réus dos tribunais populares de toda a Europa.


FINLÂNDIA - AS JOVENS FINLANDESAS CADA VEZ SÃO MAIS SEXUALMENTE VITIMADAS POR «ESTRANHOS»...

Um estudo de uma universidade finlandesa revelou que meninas menores de idade estão a enfrentar cada vez mais ataques sexuais de pessoas que não conhecem e que os ataques estão-se a tornar mais sérios.
O estudo da Universidade de Tampere entrevistou um total de 6825 meninas na sexta e nona série e descobriu que 8% das meninas no nono ano afirmaram ter sido vítimas de violência sexual, acima dos 5% de um estudo de 2013.
A polícia finlandesa registou um total de 760 casos de abuso infantil de Janeiro a Março de 2022, um aumento de 73% em comparação com o mesmo período de 2021, informou a emissora finlandesa Yle.
De acordo com o estudo da Universidade de Tampere, o número de agressores sexuais que não são conhecidos da vítima de antemão também está a aumentar, com metade das meninas que relataram ter sido atacadas sexualmente alegando que não conheciam o agressor.
Taina Laajasalo, especialista do Instituto Finlandês de Saúde e Bem-Estar, comentou as descobertas dizendo: “É digno de nota que o quadro geral da violência sexual contra jovens parece ter-se tornado mais sério. Além do aumento dos números, aumentou a proporção de factores desconhecidos e, ao mesmo tempo, aumentaram a coerção e a violência. Em suma, estas mudanças são preocupantes.”
Em 2018, as estatísticas do Colégio Universitário da Polícia Finlandesa revelaram que 37% dos suspeitos de crimes sexuais nas áreas metropolitanas da Finlândia eram estrangeiros, apesar dos estrangeiros representarem apenas cerca de 10% da população geral.
Tuija Hietaniemi, investigador especial da Polícia Criminal Central, observou na época que muitos dos suspeitos eram iraquianos, dizendo: “Para mim, há vários motivos diferentes. Há muitos jovens entre os iraquianos, e os jovens geralmente também cometem mais crimes. O mesmo vale para os Finlandeses.”
Apenas um ano depois, um imigrante do Afeganistão foi preso após ser acusado de cometer ataques sexuais contra seis vítimas em Tampere e Ylöjärvi, sendo que uma das vítimas era menor de idade.
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Fonte: https://www.breitbart.com/europe/2022/11/24/finland-young-girls-increasingly-at-risk-of-sex-attacks-from-strangers/?fbclid=IwAR1xY5Ch-nB8ydAtyx0sZ41Ee6pAOppKw7WLA_nW0n0C6ogknHwq5Q7YCUc

FINLÂNDIA - ESTRANGEIROS SÃO 10% DA POPULAÇÃO E 37% DOS VIOLADORES NAS ÁREAS URBANAS

Estatísticas recém-divulgadas do Colégio Universitário da Polícia Finlandesa mostram que os estrangeiros representam até 37% dos suspeitos em casos de crimes sexuais em áreas metropolitanas, apesar de representarem apenas 10% da população.
A polícia também observou que um terço de todos os estrangeiros suspeitos de cometer crimes sexuais nas principais cidades eram iraquianosinformou a emissora nacional finlandesa Yleisradio Oy.
Tuija Hietaniemi, investigador especial da Polícia Criminal Central, culpou o facto de muitos dos iraquianos serem homens jovens, dizendo: “Para mim, há vários motivos diferentes. Há muitos jovens entre os iraquianos, e os jovens geralmente também cometem mais crimes. O mesmo vale para os Finlandeses.”
“Esta é uma grande parte da explicação. No Outono de 2015, muitos iraquianos vieram para a Finlândia, que consistia numa grande proporção de homens jovens.”
A psicóloga Nina Nurminen disse que o número de casos de ataques sexuais pode ser muito maior, já que muitos não são denunciados à polícia. Ela argumentou que as diferenças culturais poderiam explicar a alta representação dos iraquianos, já que culturas diferentes têm visões diferentes da autodeterminação sexual das mulheres. “Os perpetradores têm dificuldade em sentir empatia e sentir-se na posição da vítima. Se uma pessoa é criada num país onde a violência e o assassinato fazem parte dos dias de semana, isto pode afectar o desenvolvimento da empatia da pessoa. Experiências de trauma podem novamente levar a pessoa a repetir o trauma sendo violenta”, disse ela.
A Finlândia não é o único país em que os imigrantes estão super-representados em casos de ataques sexuais. Na Áustria, os imigrantes representaram quase metade dos suspeitos de ataques sexuais entre 2015 e 2016.
Na Alemanha, a taxa de imigrantes suspeitos de crimes sexuais também aumentou. Na Baviera, o número aumentou 91% entre Janeiro e Julho de 2017 e em Baden-Wurttemberg os ataques sexuais de imigrantes quase dobraram de 2015 a 2016.
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Fonte: https://www.breitbart.com/europe/2018/01/26/foreigners-vastly-represented-sex-crime-cases-finland/?fbclid=IwAR1qjlVu7YhFJxCCJ98eErLHxNyJfcuGdaO2K7Tv--eebPp5bjn6GwUjICU

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Porque será que, se o problema está na «juventude», não se apresentam então números da violência cometida por jovens europeus...

ALEMANHA - DINHEIRO PARA VÍTIMAS DE COVID FOI DESVIADO PARA FINANCIAR A JIHAD

Raid na manhã de Martes por causa de fraude de ajuda pelo corona-vírus. As buscas estão a ocorrer em seis Estados federais.
Em todo o país, 59 objectos são revistados. Segundo um porta-voz da polícia, o foco está em Berlim. Lá, a polícia actua nos bairros de Wedding e Moabit, entre outros. Também há ataques em Brandemburgo, Renânia do Norte-Vestfália, Baviera, Baden-Württemberg e Saxónia.
Em NRW, quatro apartamentos em Frechen, Essen, Wuppertal e Ennepetal foram revistados. Os quatro acusados ​​vêm do Egipto, Tunísia e Síria. O principal suspeito teria espalhado conteúdo islâmico nas redes sociais. Após investigações em banco de Berlim sobre a fraude da Corona Aid, os homens da NRW também foram apanhados.
Segundo informações do BILD, as buscas são dirigidas contra islamitas. Trata-se da alegação de fraude em subsídios. Os suspeitos teriam solicitado erroneamente o auxílio corona.
No entanto, as buscas são consideradas uma operação nacional. Segundo informações do BILD, os mandados de prisão não foram cumpridos.
A rede secreta dos perigosos roqueiros
Kadir Padir está na prisão de Moabit desde 2014. A partir daqui, controlava os seus 40 membros de gangue com um telemóvel.
Desde 11 de Junho de 2020, existe um grupo investigativo chamado “Krone” no LKA 82 de Berlim. Ela cuida de pedidos fraudulentos de ajuda emergencial de pessoas do espectro islâmico.
Benjamin Jendro, porta-voz do sindicato da polícia em Berlim: “Como uma metrópole internacional, a capital também é, obviamente, o foco de redes terroristas. É ainda mais importante olhar de perto quando se trata de fluxos financeiros dentro de estruturas extremistas. Neste caso específico, torna-se evidente que aparentemente não há como evitar recorrer à ajuda estatal para financiar o assassinato de pessoas”.
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2022/11/germany-muslims-financed-jihad-terror-with-coronavirus-aid-money?fbclid=IwAR0YO7zF52r1QTsVPkf_LeXtSH1QywoU0BYS6y51nt2YxeSkIw8mUrECvSo

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É a criatividade e o calor humano da «diversidade»...