domingo, agosto 20, 2017

NEGROS SÃO PROPORCIONALMENTE MUITO MAIS CRIMINOSOS DO QUE BRANCOS EM PORTUGAL

Há uma marca no rosto de Diogo do tempo em que ele esteve na prisão. Livre há apenas uns meses, prefere não explicá-la. Com voz pausada, Diogo lembra a vida que o conduziu para trás das grades durante três anos e seis meses, justamente numa altura em que até tinha começado a trabalhar e em que não cometia crimes. Cumpriu a pena praticamente até ao fim, mas saiu do Estabelecimento Prisional de Leiria sem perspectivas.
Encontramo-nos na estação de comboios na Amadora de onde todos os dias segue para Lisboa. Passámos já pelos grandes outdoors da autarquia que anunciam um sistema de video-vigilância. Todas as pessoas que no anúncio aparecem a vigiar são brancas.
Sentado num banco de jardim entre prédios, Diogo conta que já conseguiu um trabalho mas que é precário. E conseguiu-o por causa de uma ópera onde participou como recluso, apresentada na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Apesar de ter nascido em Portugal, não é português. É cabo-verdiano no passaporte, sem nunca ter ido a Cabo Verde. Como foi condenado a uma pena superior a três anos, está impedido de pedir a nacionalidade portuguesa.
Sempre viveu com autorização de residência permanente. Quando saiu da cadeia em Setembro, ficou em situação ilegal. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) cancelou a sua residência. “Nasci cá. Já cumpri a minha pena, já fiz porcaria, mas já paguei. Estou a trabalhar. Exigem mais porquê? Se não tiver trabalho o que faço?” Tem a sensação de que, ao encurralá-lo assim, o sistema pressiona-o para que vá de novo para a cadeia.
Diogo foi um dos jovens dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) que engrossou as estatísticas prisionais. Um em cada 73 cidadãos dos PALOP com mais de 16 anos em Portugal está preso. É uma proporção dez vezes maior do que a que existe para os cidadãos portugueses — onde um em cada 736 cidadãos na mesma faixa etária está detido. O número sobe para 1 em 48 quando se trata de cabo-verdianos, a comunidade africana mais expressiva em Portugal: ou seja, 15 vezes mais.
Mais um dado: se tivermos apenas em conta os homens, que constituem, na verdade, o grosso da população prisional, concluímos que um em cada 37 cidadãos dos PALOP está preso versus um em cada 367 homens portugueses (e uma em cada 1071 mulheres dos PALOP versus uma em cada 6732 portuguesas).
Estes números resultam de um cruzamento feito pelo PÚBLICO a partir de informação da Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) relativa a 31 de Dezembro de 2016 e do Censos 2011. Os cálculos recorrem a uma fórmula usada pelo instituto de pesquisa americano Pew Research Center, um dos mais conceituados dos Estados Unidos (ver nota metodológica na infografia).
As diferenças entre as taxas de encarceramento acentuam-se nos concelhos onde a percentagem de imigrantes dos PALOP é mais alta, como Amadora ou Sintra. Na Amadora, uma em cada 49 pessoas dos PALOP está presa, comparando com um rácio de um em cada 392 cidadãos portugueses. Em Sintra não é muito diferente: na população dos PALOP, a relação é de um para 50; entre a comunidade portuguesa, de um para 492.
O hiato agrava-se se focarmos só a comunidade cabo-verdiana, a segunda nacionalidade de imigrantes mais representada no país: na Amadora e em Sintra, um cabo-verdiano tem 19 vezes mais de probabilidade de estar detido do que um português.
Já no Porto, onde a população dos PALOP é pouco expressiva, a diferença de taxas de encarceramento entre portugueses e cidadãos dos PALOP é muito menor do que no resto do país e do que nos concelhos referidos: fica-se apenas pelo dobro.
Os cidadãos de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe representam menos de 1% da população em Portugal.
Estas estatísticas podem ter várias interpretações, e também ser analisadas do ponto de vista racial, já que a maioria da população destes países é negra — por não existirem dados étnico-raciais em Portugal, há sociólogos que usam a variável imigração dos PALOP como método de aproximação à questão racial. Os resultados seriam diferentes — e, acreditam os especialistas contactados pelo PÚBLICO, a desproporção aumentaria — se houvesse dados sobre portugueses negros, que aqui aparecem diluídos no grupo de portugueses.
Para ter uma ideia da expressividade desta informação: comparando com os Estados Unidos, os afro-americanos têm cinco vezes mais de probabilidades de estar na prisão, diz o mais recente estudo feito pelo think tank The Sentencing Project. Ou seja, metade dos valores registados em Portugal quando se analisa os cidadãos dos PALOP.
O procurador Alípio Ribeiro, que já esteve na direcção nacional da Polícia Judiciária, não tem dúvidas: as taxas de encarceramento apuradas pelo PÚBLICO mostram uma “diferença abismal” entre presos dos PALOP e portugueses. E confirmam uma intuição que tinha, a de que “há uma justiça para portugueses e uma justiça para estrangeiros, uma justiça para brancos e uma justiça para negros”.
O procurador, também inspector, defende que “não se pode tirar destes números a conclusão de que os PALOP são mais criminosos”. Pelo contrário: “O que posso dizer é que o sistema permite isto. Parece-me que há uma pro-actividade em relação a estes indivíduos.”
A discriminação racial na justiça traduz-se em outros aspectos, afirma. A sua percepção é a de que “é preciso menos provas para incriminar um negro”. Porque “há uma desconfiança inicial em relação ao negro que não há em relação ao branco”. Em geral, afirma, a justiça é “mais dura em relação aos negros”.
Pelos números, prossegue Alípio Ribeiro, também fica claro que há “faixas de população mais vulneráveis, mais ‘perseguidas’ do ponto de vista policial e relativamente às quais é possível uma actuação de força que não será possível em relação a outros”.
E a defesa?
Já em 2014 um estudo do Observatório da Imigração, Monitorizar a Integração de Imigrantes em Portugal, mostrava que as taxas de condenação, nos mesmos tipos de crime, eram mais elevadas para estrangeiros.
Se analisarmos a duração de penas, com base nos dados que o PÚBLICO compilou da Direcção-Geral da Política de Justiça (DGPJ) de 2015, e pegando em três crimes apenas como exemplo — furto simples e qualificado e violência doméstica —, os cidadãos africanos estão também em desvantagem em relação aos portugueses: são o dobro as percentagens de presos com as penas máximas (de entre 15 a 20 anos e de entre 20 a 25 anos) e metade com as penas mais baixas de entre um a três anos. Ou seja, 6,8% dos reclusos africanos têm pena máxima contra 3% dos portugueses. Inversamente, 12,4% têm uma pena de um a três anos, enquanto essa percentagem para os portugueses é de 25,3%.
As discrepâncias também se encontram nas condenações pelos mesmos tipos de crimes, com clara desvantagem para africanos. As proporções são estas: há nove vezes mais condenados dos PALOP por roubo e violência do que portugueses; oito vezes mais por resistência e coacção sobre funcionário; seis vezes mais por desobediência. Estes dois últimos crimes implicam interacção com a polícia. “Aqui o anacronismo ainda é mais visível”, continua Alípio Ribeiro.
Ao procurador João Rato, da comarca de Aveiro, preocupa a qualidade da defesa que muitos destes cidadãos não estão a ter. Interroga-se sobre a capacidade que têm de interpor recurso e se lhes é dada a possibilidade de cumprirem as penas em liberdade condicional. “Os dados são impressivos. A sensação que tive quando fiz trabalhos de inspecção nas comarcas de Lisboa Oeste e Norte foi que, para os mesmos crimes, as penas eram mais leves para cidadãos portugueses. Parece que há um código para uns e um código para outros.”
Como inspector, não se coloca à margem da possibilidade de praticar actos discriminatórios. Diz, aliás, que a sua obrigação é interpelar os outros e a si próprio sobre os preconceitos inconscientes, que são os que “mais o preocupam”, afirma. “O importante é não fugirmos a esta questão.”
Celso Manata, que está à frente da DGRSP, recusa a ideia de que no sistema judicial haja discriminação. “Seria uma injustiça dizê-lo.” Reconhece que há uma sobre-representação da população negra nos estabelecimentos prisionais que dirige, não porque tenha números, pois eles não são recolhidos, mas porque conhece a realidade de perto. Porém, explica-o com o facto de “as pessoas de raça negra, em muitas circunstâncias, terem condições sociais, de trabalho, e um enquadramento mais desfavorável do que a população branca”. Estas “ambiências são mais propiciadoras a atitudes criminais do que morar no Bairro Azul ou nas Avenidas Novas” de Lisboa, considera. Ou seja: não se pode ligar a cor da pele das pessoas ao facto de estarem presas mas a estarem excluídas.
Há cadeias, como o Linhó, onde só há praticamente reclusos negros e muitos são portugueses”, lembra o sociólogo António Pedro Dores, que já fez várias denúncias de violações de direitos humanos nas prisões. “Toda a gente percebe que tanto a polícia, como os tribunais e as prisões, fazem uma distinção entre grupos de pessoas, nomeadamente africanos”.
“Prisão não é hotel”
Numa sociedade cujos “mecanismos estão montados para vigiarem uma determinada população”, “é claro que o número de reclusos vai ser mais expressivo” nessas populações, comenta, por outro lado, o advogado José Semedo Fernandes. “Quando alguém chega ao 5.º ano e não tem nacionalidade portuguesa, não lhe dão a residência, não consegue trabalhar só vê muros e não tem alternativas”, afirma este jurista que durante anos trabalhou no Centro Nacional de Apoio ao Imigrante (CNAI). “O sistema judicial e o carcerário são muito mais agressivos com os cidadãos negros. As pessoas não têm a noção do quanto é. Isso vê-se também no facto de o cidadão negro, na maioria das vezes, ultrapassar os dois terços da pena ou cumprir a pena toda.”
Manuel, nome fictício, não tem dúvidas. Depois de cumprir a sua pena, sabe que “a população” da sua cor “está em massa nas prisões”.
Com quase 40 anos, e a viver em Portugal há 17, na linha de Sintra, é um angolano pai de uma filha de sete anos, portuguesa. Foi Manuel quem se entregou à polícia por crimes de burla e falsificação. Mas acredita que o facto de ser negro influenciou o seu percurso: não contou com atenuante na pena aplicada, de seis anos e sete meses, cumpriu-a praticamente até ao fim e sem conseguir gozar de qualquer precária, mesmo tendo sido um “recluso exemplar”.
“Encontramos o racismo mais puro dentro do sistema prisional”, afirma. “Pedi uma saída. Sendo recluso primário, com um quarto da pena cumprida, por ser desta cor não me deram.”
Quando entram na prisão, os reclusos estrangeiros perdem a autorização de residência e não a conseguem renovar. “O juiz dizia que não me dava a precária porque os meus documentos estão caducados. Se quem me privou da liberdade foi a justiça, a justiça é que tem que ver se eu estou preparado para a precária, não é o SEF. Onde é que estão os direitos humanos?”
Os dados, por isso, não o espantam e mostram que, como ele, muitos não tiveram acesso a uma boa defesa, permanecem mais tempo encarcerados e ficam com maiores hipóteses de reincidência. Se em Portugal se defende a democracia, então ela deveria chegar ao sistema prisional, conclui: “Prisão não é hotel. É preciso algum sofrimento. Mas um indivíduo também não pode ser esfolado ou asfixiado.”
Alípio Ribeiro analisa: “Em todos os países há fenómenos de discriminação racial nos sistema judicial. Porque não haveria de existir em Portugal?” Não tem dúvidas: “Há um preconceito racial, que as pessoas não assumem.” E ele “invade o polícia, o procurador, o cidadão comum”. Por isso é importante saber se “nós, que trabalhamos neste sector” estamos preparados para o “ultrapassar”. “Temos estes números [do PÚBLICO] que são muito significativos e um bom ponto de partida para começarmos a estudar este fenómeno.”
A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, não quis comentar.
O eterno problema dos dados 
Apesar da recomendação da ONU para que o faça, e de insistência de associações de afro-descendentes, em Portugal não há recolha oficial de dados étnico-raciais, por isso alguns cientistas sociais usam dados das populações PALOP. É uma limitação, até pela associação que assim se cria entre negros e imigrantes, mas também uma forma de aproximação. O retrato da desigualdade racial só seria feito se a estes dados conseguíssemos acrescentar os portugueses negros.
Não deixa de ser curioso que o sistema que não permite a recolha oficial faça o registo individual sobre a raça, em determinadas instituições públicas. Basta ler autos da polícia, relatórios médicos de ocorrências em esquadras para perceber que a etiqueta “indivíduo de raça negra” é comum. Ao contrário do que quem se opõe às estatísticas étnico-raciais defende, ter dados ajudaria mais do que estigmatizaria as populações racializadas, acredita o procurador Alípio Ribeiro. “Porque nos daria uma percepção mais real da sua situação na sociedade, nomeadamente na justiça.” E permitiria desenhar políticas de natureza criminal para estes grupos.
O facto de não existirem dados étnico-raciais já mostra alguma coisa, diz, por seu lado, a procuradora Rita Sousa: a negação de uma tendência ou o desinteresse pelo estudo da realidade das populações negras. “Parece que há uma intolerância para com estas populações, mas era necessário fazer um estudo mais amplo.” Mais dados, de mais anos, comparação entre decisões e factos semelhantes, e cruzamento de outros factores seriam um passo necessário para trazer mais robustez às conclusões, diz. “Apesar disso, não nos podemos esquecer que actuamos com um inconsciente colectivo que é o de um país que foi colonizador.”
Ler o resto do trabalho em
Mulheres também se queixam de violência policial
"Quando era miúdo um polícia disse-me: um preto é sempre suspeito"
Notícia corrigida, onde se lia: “Inversamente, 12,4% têm uma pena de três a seis anos, enquanto essa percentagem para os portugueses é de 25,3%”, deve ler-se, “Inversamente, 12,4% têm uma pena de um a três anos, enquanto essa percentagem para os portugueses é de 25,3%”.
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Fonte: https://www.publico.pt/2017/08/19/sociedade/noticia/a-justica-em-portugal-e-mais-dura-para-os-negros-1782487

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«Se calhar» os negros têm mais tempo de pena de prisão pelos «mesmos» crimes porque «se calhar» são mais agressivos e perigosos... não será?... Gente que vem de culturas muitíssimo mais habituadas na actualidade à violência tem mais probabilidade de ser violenta, mas isso não interessa à politicagem correcta que tenta sempre culpar o branco pelas desgraças do negro...
Em Portugal, nos EUA, no Reino Unido, também há proporcionalmente muito mais negros do que brancos na prisão... e é preciso ser estúpido ou desonesto para presumir que isso é por causa do «racismo», quando é bem sabido que o meio da elite intelectual jurista - juízes, advogados - é, tanto lá como cá, amplamente dominado por gente de Esquerdas diversas, da liberal à caviar, ou seja, malta visceralmente anti-racista...
Saliento esta passagem: «As diferenças entre as taxas de encarceramento acentuam-se nos concelhos onde a percentagem de imigrantes dos PALOP é mais alta, como Amadora ou Sintra.» Pudera - quando estão em maior número, estão de costas mais quentes, logo, aumenta-se-lhes a agressividade...
Portanto, o que se pode dizer, antes de mais nada, é que os negros - e não só os negros imigrantes, como se lê acima... - são desproporcionalmente muitíssimo mais dados à criminalidade do que os brancos. Que à posteriori haja politicagem correcta a fazer um processo de intenções, arengando que «ah, isso é porque os tribunais são racistas!!!» tem valor nulo e um sabor entre o queixume de quem culpa o árbitro por a sua equipa ter perdido e o despudor de quem quer sobrecarregar os brancos com mais essa «culpa», porque é mesmo isto o cerne do actual anti-racismo militante, o ódio endofóbico e xenófilo contra o Europeu.
De resto, se os brancos são racistas tanto em Portugal como nos EUA, «não se percebe» porque é que tantos negros querem vir para cá em vez de ficarem na paradisíaca África, por cuja independência tanto lutaram e mataram...



sexta-feira, agosto 18, 2017

UMA SÓ AGENTE ABATEU QUATRO TERRORISTAS MUÇULMANOS

Uma agente da polícia catalã - Mossos d'Esquadra - matou quatro dos suspeitos de terem atacado um grupo de pessoas em Cambrils, cidade costeira a 120 quilómetros de Barcelona. 
Este ataque, que aconteceu poucas horas depois do atentado em Barcelona, deixou feridas sete pessoas sendo que uma mulher ferida com gravidade morreu já esta sexta-feira.
Os suspeitos tentaram abalroar uma patrulha que se encontrava numa rotunda junto ao passeio marítimo da cidade. O carro atingiu sete pessoas - seis civis e um agente -, antes de se despistar. 
A agente, ao ver os homens armados saírem do carro, disparou sobre quatro que acabaram por morrer. A informação foi avançada pelo chefe da polícia local Josep Lluis Trapero. O chefe afirmou que "não foi fácil" para a agente disparar sobre os homens.
Um quinto suspeito conseguiu fugir até ao parque el Pi Rodó. Pelo caminho, esfaqueou uma mulher no rosto, tendo sido abatido por outro polícia. O homem foi detido e acabou por morrer.
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Fonte: http://www.sabado.pt/mundo/detalhe/agente-da-policia-abateu-quatro-dos-suspeitos

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Uma moderna amazona ocidental, sem dúvida.

MANIFESTAÇÃO IDENTITÁRIA EM BARCELONA CONTRA TERRORISMO E IMIGRAÇÃO TEVE PELA FRENTE CONTRA-MANIFESTANTES «ANTI-RACISTAS»

Uma manifestação de Extrema-Direita e uma contra-manifestação anti-fascista no local onde Joves terminou o atentado terrorista de Barcelona obrigou esta Vernes à intervenção da polícia anti-motim.
A polícia anti-motim dispersou e afastou o grupo de cerca de 30 manifestantes de Extrema-Direita, mas alguns acabaram por ficar retidos entre centenas de manifestantes anti-racistas, envolvendo-se em discussões acesas que por vezes descambaram para agressões.
Segundo explica o diário El Periódico, os manifestantes da Extrema-Direita reagiram ao ataque terrorista de Joves nas Ramblas, Barcelona, convocando um protesto para hoje às 19:00 junto ao local onde a furgoneta que matou 13 pessoas se imobilizou na Joves. A concentração visava "defender Espanha e a Europa de culturas totalmente alheias à nossa pátria e identidade", segundo um comunicado da organização La Falange, de Extrema-Direita, citada pelo El Periódico. Perante essa convocatória, grupos anti-fascistas e associações como a Assembleia de Jovens da Cidade Velha convocaram uma contra-manifestação no mesmo local, para as 18:45, para "combater o terror do Daesh e o ódio fascista".
Os manifestantes de Extrema-Direita que compareceram, cerca de 30, gritavam "Parem a islamização da Europa", enquanto os restantes cantavam, em catalão, "fora fascistas dos nossos bairros" ou "Barcelona será o túmulo do fascismo".
"Estamos a lutar contra o ódio, não queremos que se aproveitem deste momento tão triste para fazer a sua luta", disse à Lusa Raquel, de 33 anos, uma manifestante anti-fascista, moradora num dos bairros antigos da cidade catalã. Mohamed e Nawal, dois jovens químicos nascidos em Barcelona e muçulmanos de religião, compareceram na manifestação anti-fascista para combater a associação entre terrorismo e Islão.
"Não tem nada a ver, é um grupo de pessoas que comete crimes de guerra, tal como acontece em muitos países muçulmanos. Não tem relação nenhuma com a religião", disse Nawal, envergando um hojab (véu islâmico).
Sobre o futuro da relação entre a comunidade muçulmana e as restantes comunidades de Barcelona após o atentado de Joves, que foi reivindicado pelo Daesh, Nawal contou que nasceu e cresceu em Barcelona e nunca teve qualquer problema.
"A população catalã é culta e solidária, penso que agora não será pior". Carlos Menezes, um barcelonês que passeava nas Ramblas com a mulher e a filha, de dois anos, à hora da manifestação, lamentou a realização dos protestos pouco mais de 24 horas após o atentado.
"Há liberdade de expressão, mas é preciso respeitar o luto nacional decretado oficialmente. As manifestações políticas podemos deixá-las para a próxima semana".
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Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/ataque-em-barcelona/2017-08-18-Manifestacao-antifascista-e-contramanifestacao-causam-tensao-em-Barcelona

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Um punhado de europeus manifesta-se indignado por na sua própria terra ser ameaçado de morte por alógenos - claro que a súcia invertebrada anti-racista tinha de ter o descarado e despudorado atrevimento de contra-manifestar-se, como quem quer que os Europeus comam e calem em sua própria casa...

INVASÕES


Legenda:
«População nativa/indígena

Substituição por
população estrangeira e invasiva

Efeitos  médio/longo prazo:
degradação e destruição»

MUÇULMANO ESFAQUEIA E MATA NA FINLÂNDIA

Um ataque à facada perpetrado nesta Vernes (18) na cidade finlandesa de Turku deixou duas pessoas mortas e oito feridos.
A polícia finlandesa disparou contra o agressor que esfaqueou várias pessoas no centro da cidade finlandesa de Turku.
As autoridades não descartam a possibilidade de o incidente ser classificado como um ataque terrorista. 
"Não podemos excluir que o que aconteceu tenha ligação com o terrorismo internacional, mas também não podemos confirmar que isso é verdade", informou um oficial da polícia, citado pelos média locais.
​Após o ataque, a polícia finlandesa reforçou a segurança no aeroporto de Helsínquia e nas estações de comboio. 
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Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/201708189142699-atentado-faca-finlandia/

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Falta dizer o que o artigo acima não diz - o atacante berrou «Alá é grande!» durante o ataque. Ficaram feridos (ou mortos) uma mulher e um recém-nascido.
É mais um, mais um, mais outro, mais outro ainda - mais outro contributo da imigração para o quotidiano europeu, com todo o seu calor humano e capacidade de exteriorização das emoções... isto ao serviço do Islão, essa «religião da paz»...

PROTESTO CONTRA A TAUROMAQUIA HOJE


Na próxima sexta-feira, dia 18 de Agosto, o Campo Pequeno faz 125 anos.
125 anos de sofrimento, tortura, dor...
Como sempre, não poderíamos deixar de dar voz aos pobres touros que serão barbaramente massacrados em nome de uma "tradição" macabra.
Continuamos na luta contra a tortura de inocentes, para tal voltamos a realizar um protesto nesta sexta-feira 18, pelas 19:30, em frente ao Campo Pequeno. Contamos convosco no local e com a partilha deste evento.
Por favor, tragam apitos, buzinas ou qualquer outro instrumento que cause ruído. A quem for possivel, venha de negro.
A vossa presença é importante para que mostremos em conjunto o quanto lutamos pelo fim deste macabro "espectáculo".
Temos cartazes alusivos mas podem trazer as vossas mensagens (não ofensivas, por favor).
Partilhem o evento!!!
Pelos touros, pelos cavalos, pela protecção da sensibilidade das crianças, pela dignidade e respeito por todas as cidadãs e cidadãos portugueses.
Acção Directa actiVismo Lx Anti-tauromaquia
Com o apoio da Associação ANIMAL
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Fonte: https://www.facebook.com/events/1884373891890205/?acontext=%7B%22action_history%22%3A[%7B%22mechanism%22%3A%22bookmarks%22%2C%22surface%22%3A%22bookmarks_menu%22%2C%22extra_data%22%3A%22[]%22%7D%2C%7B%22surface%22%3A%22dashboard%22%2C%22mechanism%22%3A%22calendar_tab_event%22%2C%22extra_data%22%3A%22[]%22%7D]%2C%22ref%22%3A46%2C%22source%22%3A2%7D

UM REPÓRTER DA CNN FALA DO ATENTADO EM BARCELONA...

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.youtube.com/watch?v=yhNz33czNns



O califado (o «auto-proclamado Estado Islâmico», como lhe chamam os mé(r)dia) anda há colhões de anos a repetir a ordem de matança em solo ocidental através de automóveis, mas a inqualificável CNN arranja maneira de dizer que o atentado de Barcelona foi uma «copy-cat» do atropelamento «racista» em Charlottesville, porque «os motivos políticos são diferentes, mas o método foi o mesmo», e pronto, nos ouvidos de milhões de telespectadores o conceito «Charlottesville/racismo-branco» fica mais uma vez associada a imagens de violência e morte, enquanto se poupa uma referência ao Islão...
E depois é isto, é esta merda que passa por informação fidedigna no mundo ocidental.

CANÇONETISTA AFRICANO AMEAÇA E AGRIDE AUTORIDADE

O músico Virgul foi detido na manhã de ontem, na sequência de um desacato com militares da GNR. O artista foi presente a tribunal, ontem à tarde, e deverá ser julgado em processo sumário, no final do mês.
O incidente terá acontecido por volta das 07.00 desta quarta-feira, descreve o Jornal de Notícias. Virgul era um dos passageiros de um carro que estaria a fazer peões no parque de estacionamento de uma discoteca, em Vilamoura. A patrulha da GNR que se encontrava no local abordou o condutor do carro que terá acatado a ordem. O cantor, no entanto, não terá reagido bem à ordem dos militares.
Virgul terá saído do carro a ameaçar e ofender os elementos da GNR. Foi sujeito a uma revista sumária e terá sido nesse momento que deu uma cotovelada num dos militares. O militar agredido será, segundo o JN, Hugo Ernano, que está destacado no Algarve para o reforço de Verão. Hugo Ernano voltou à GNR há um ano, depois de ter estado suspenso por oito meses na sequência da condenação pela morte a tiro de um rapaz de 13 anos, que seguia numa carrinha conduzida pelo pai após um assalto, em 2008.
Virgul foi ouvido no Tribunal de Loulé e até ser julgado fica apenas sujeito a termo de identidade e residência.
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Fonte: http://www.dn.pt/pessoas/interior/virgul-em-tribunal-por-ter-agredido-agente-da-gnr-8710461.html

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Ah, este calor humano oriundo dos trópicos que origina reacções tão impulsivas as quais enriquecem tanto o quotidiano português... que seria de Portugal e do resto da Europa sem este factor para dar outro «colorido» ao seu frio e insípido dia-a-dia...
Quanto ao agredido, tem azar com minorias... é ele e a população portuguesa que mora em zonas onde haja muita dessa gente...

«TAURICÍDIOS COM OS NOSSOS SUBSÍDIOS»


PORTUGUESAS ESTÃO ENTRE AS VÍTIMAS DE ATENTADO MUÇULMANO EM BARCELONA

Uma portuguesa de 74 anos perdeu a vida no atentado de Barcelona, esta quinta-feira. Outra mulher que a acompanhava continua desaparecida.  A informação foi confirmada pelo secretário de Estado das Comunidades, que, ao CM, adiantou que a vítima portuguesa nasceu em 1943 e residia em Lisboa.  José Luís Carneiro diz que a portuguesa estaria acompanhada por uma outra portuguesa, de 20 anos, não confirmando, no entanto, o grau de parentesco entre as duas mulheres. A jovem continua em parte incerta.  
Já António Costa, numa declaração pública, garantiu que as duas são familiares, mas também não adiantou qual o parentesco. Esta informação terá sido avançada ao Governo português esta sexta-feira pelas autoridades espanholas. O secretário de Estado das Comunidades garante que a família já foi contactada. O primeiro-ministro adianta que foram enviadas condolências e que todos os esforços estão a ser feitos no sentido de "procurar localizar a familiar" que acompanhava a vítima mortal. 
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Fonte: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/duas-portuguesas-desaparecidas-em-barcelona-avo-e-neta-estao-incontactaveis-desde-o-atentado?ref=HP_Destaque

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Mais uma demonstração do calor humano, mais uma, mais outra, ainda mais outra demonstração do calor humano que a «religião da paz» (o Islão) traz à Europa, para dar outro colorido ao quotidiano europeu...


quarta-feira, agosto 16, 2017

MAIORIA DOS ALEMÃES QUER RECAMBIAR «REFUGIADOS» PARA ÁFRICA

Uma pesquisa encomendada pelo jornal Die Welt aponta que 69,8% dos alemães são a favor de que refugiados que chegaram à Europa pelo Mar Mediterrâneo sejam enviados de volta à Líbia.
De acordo com a pesquisa, realizada pelo instituto Civey e divulgada nesta Lues (14/08), somente 20% são contra essa prática. Outros 10,2% disseram-se indecisos – um percentual elevado quando comparado ao de outras pesquisas, segundo o Civey.
Sobretudo alemães com 65 anos de idade ou mais querem que os refugiados sejam levados de volta ao norte de África, mesmo que já tenham alcançado o continente europeu.  Quase três quartos das pessoas nessa faixa etária manifestaram-se a favor da prática.
A mesma opinião também foi verificada entre mais de 75% dos habitantes de regiões pouco povoadas. Em relação aos moradores de áreas densamente povoadas, constatou-se uma diferença de dez pontos percentuais.
A pesquisa também indica que cidadãos do leste da Alemanha são mais favoráveis à repatriação dos refugiados (74,4%) do que os do oeste do país (68,5%). A diferença entre os que se manifestaram contrários ao reenvio dos imigrantes é ainda maior: 14,2% no leste, e 21,6% no oeste.
Entre os partidos políticos, os que mais se manifestaram a favor da condução dos refugiados de volta à Líbia foram os simpatizantes da sigla populista de Direita Alternativa para a Alemanha (AfD). Destes, 98,8% disseram defender a ideia. O único grupo de eleitores cuja maioria se manifestou contra a repatriação (48,8% contra e 34,7% a favor, os demais não opinaram) foi o do Partido Verde.
A Líbia é ponto de partida de milhares de imigrantes africanos que querem chegar à União Europeia (UE). Eles arriscam-se na travessia do Mediterrâneo em embarcações precárias, resultando em muitas mortes. Em torno de 2.230 imigrantes morreram este ano durante a viagem.
A Guarda Costeira líbia tem vindo a aumentar a sua presença no Mediterrâneo – supostamente por pressão da UE e da Itália, porta de entrada para os imigrantes do continente –, o que teria desencorajado traficantes de pessoas. Assim, o número de imigrantes que completaram a travessia em Julho caiu pela metade em relação a Junho, para 10.160, segundo a Frontex, agência europeia de protecção de fronteiras externas e costas.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.dw.com/pt-br/maioria-dos-alem%C3%A3es-defende-enviar-refugiados-de-volta-%C3%A0-%C3%A1frica/a-40093307

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Mais uma vez se constata que o povo 
não quer
a iminvasão que a elite lhe enfia pela goela abaixo. Trata-se de mais um facto a confirmar a força do eco que o Nacionalismo tem no seio da massa popular, ou seja, o elevado potencial ao dispor das forças nacionalistas num regime democrático. A Democracia é, efectivamente e cada vez mais, uma aliada natural de qualquer política que assente na pulsão da Estirpe.

MULTIDÃO MUÇULMANA ATACA TEMPLO HINDU NA ÍNDIA

Em Jama Masjid, Índia, uma multidão muçulmana atacou a polícia e também um templo hindu numa sexta-feira à tarde, a seguir ao sermão muçulmano semanal. Seis agentes policiais ficaram feridos, dois deles em estado grave. A multidão tentou também saquear um banco. 
Inicialmente a polícia chegou mesmo a recuar, uma vez que no seio da maralha musla havia armas de fogo.
O pretexto do motim foi a exigência de um aumento na compensação da família de dois irmãos muçulmanos a sete de Agosto.
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Fonte: http://www.hindupost.in/news/muslim-mob-riots-friday-namaz-aligarh-many-policemen-injured/

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Porque será que esta gente aproveita sempre qualquer pretexto para atacar templos hindus... será por reacção contra o Trump, contra Israel, contra as Cruzadas, contra a destruição da camada de ozono, contra tanta pomba assassinada?...

PARTIDO NACIONALISTA PODERÁ SER O TERCEIRO MAIS FORTE N ALEMANHA


Na Alemanha, o partido Alternativa para a Alemanha (Alternative für Deutschland) tornou-se de acordo com sondagem recente na terceira mais forte formação política, com quase dez por cento dos votos, diante dos 25% dos social-democratas (SPD) e dos 37% dos cristãos-democratas (CDU, partido da actual chanceler Angela Merkel). Parece estar pois à frente dos «democratas livres»( FDP) e do «A Esquerda» («Die Link») cada qual com nove por cento dos votos, enquanto os Verdes se ficam com sete por cento.
Se estas previsões se mantiverem nas eleições legislativas de 24 de Setembro, a AfD será o terceiro maior partido do parlamento alemão, com tudo o que isso implica em matéria de poder que lhe pode ser conferido pelo eventual jogo das coligações governativas.
Outra sondagem coloca a AfD atrás do «Die Linke».
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Fonte: https://www.thelocal.de/20170815/far-right-afd-set-to-become-third-largest-party-in-german-parliament-poll-finds

RÚSSIA TRAVA ATENTADOS TERRORISTAS MUÇULMANOS EM MOSCOVO

Na Rússia, as forças de segurança travaram planos de atentados suicidas bombistas em Moscovo planeados pelo Estado Islâmico ou califado. Quatro indivíduos foram detidos por suspeita de planearem ataques contra o sistema de tráfego moscovita e diversos centros comerciais. Um deles é russo e outros três têm origem em nações ex-soviéticas da Ásia Central.
De lembrar que em Abril o presidente russo Vladimir Putin afirmou que cerca de nove mil militantes islâmicos, metades deles oriundos da Rússia e a outra de países ex-soviéticos centro-asiáticos, se tinham juntado ao califado na Síria e enfatizou que um objectivo-chave das operações militares russas na Síria tinham por intuito esmagá-los antes que possam voltar a casa.
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Fonte: http://abcnews.go.com/International/wireStory/russian-intelligence-agency-foiled-attack-plot-4920232

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Já as autoridades europeias procuram «integrar» essa espécie de gente que retorna do califado...

TRUMP ACUSA TAMBÉM OS ESQUERDISTAS MILITANTES PELOS CONFRONTOS DE CHARLOTTESVILLE

Defensor da supremacia branca nos Estados Unidos, o ex-líder da Ku Klux Klan, David Duke, elogiou o presidente norte-americano Donald Trump por “dizer a verdade” sobre os episódios de violência em Charlottesville, no Estado americano da Virginia, registados ao longo do fim de semana e que deixaram pelo menos uma pessoa morta.
“Obrigado, presidente Trump, pela sua honestidade e coragem para dizer a verdade sobre Charlottesville e condenar os terroristas de Esquerda do movimento ‘Black Lives Matter’ (‘Vidas Negras Importam’, em tradução livre) e anti-fascistas”, escreveu Duke no Twitter.
Numa conferência de imprensa realizada em Nova York, nesta Martes, Trump voltou atrás no seu discurso concedido um dia antes. Retirou a crítica exclusiva que havia feito aos nacionalistas, neo-nazis e supremacistas brancos pelos confrontos na Virgínia.
Segundo o presidente dos EUA, “grupos dos dois lados foram maus”.
“O que acontece com a Esquerda alternativa que atacou aqueles que vocês chamam de Direita alternativa?”, questionou Trump, criticando a retirada de uma estátua de um general confederado em Charlottesville, que seria simbólico para os nacionalistas e supremacistas.
No seu primeiro discurso sobre a violência na Virginia, Trump deixou de citar nominalmente os grupos neonazis e supremacistas brancos, o que gerou forte crítica da opinião pública dos EUA e da comunidade internacional.
Contudo, ao criticar tais grupos num segundo discurso, na Lues, o presidente dos EUA irritou lideranças supremacistas – incluindo Duke, que disse que tais palavras eram um incentivo para que grupos de Esquerda pudessem destruir.
Segundo analistas, Trump recebeu grande apoio eleitoral justamente de tais grupos que defendem o nazismo e a supremacia dos brancos nos EUA.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/201708169120707-lider-ku-klux-klan-agradece-trump/

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Trump volta a ter um comportamento basicamente positivo, valha isso. No contexto a coragem que teve em dizer pelo menos uma parte da verdadeé até de louvar.

terça-feira, agosto 15, 2017

MOMENTOS HISTÓRICOS DAS NAÇÕES

Catorze de Agosto de 1352 - Batalha de Mauron, em que as forças anglo-bretãs derrotaram as forças franco-bretãs no contexto da Guerra dos Trinta Anos. Umas décadas depois, em 1385, as forças lusas apoiadas por ingleses viriam a derrotar as forças castelhanas apoiadas por franceses (e italianos). Em ambos os casos, a Inglaterra esteve contra a França, travando com o seu arco longo («longbow») as pretensões de imperialismos latinos na área atlântica, num dos casos, o português, em terra latina e no outro, o bretão, em espaço céltico. A Inglaterra teve sempre talento para em seu proveito dividir os Europeus, o que neste contexto foi particularmente útil à Nação Portuguesa, latina mas ansiando sempre pela independência. Tenho de dizer, pessoalmente, que uma união latina não seria má ideia, desde que não significasse a subordinação de umas nações a outra(s). Nisso, a aliança e intervenção inglesa revelou-se proveitosa para Portugal, e não só em 1385 mas também quase três séculos depois, a partir de 1640, impedindo Castela de fazer aos Portugueses o que fez sempre aos demais espanhóis - espanhóis somos todos, os da Ibéria, pois que «espanhol» vem de «hispânico» e significa o mesmo, o que não dá aos Castelhanos nenhum direito natural de dominarem o resto da Península Hispânica, daí que Portugal tivesse protestado quando o rei castelhano resolveu passar a chamar «Espanha» ao seu país composto de Castela e de outras áreas ibéricas exceptuando a portuguesa...
Se a acção inglesa teve e tem ela própria as suas intenções imperiais, isso é outra história - o que é certo é que uns imperialismos opõem-se a outros e no fim de contas as Nações ficam ou podem ficar a ganhar. O mesmo se passa agora com a Escócia, que através do «império europeu» da União Europeia pode vir a libertar-se do imperialismo inglês, se os nacionalistas escoceses souberem aproveitar a deixa...
É frequente a manifestação do mais exacerbado ódio nacionalista de vários países europeus contra a UE. Uns poucos nacionalistas europeus começam todavia a entender que a UE pode ter a sua utilidade a favor precisamente das nações, em mais de uma situação - exemplo desta capacidade de compreensão é por exemplo a nova postura do Jobbik, partido nacionalista húngaro, que deixou de ser contra a UE ao entender que através de uma possível boa representação eleitoral no parlamento europeu os Nacionalistas podem conseguir influenciar toda a política europeia de uma só vez...

SOBRE AS MULHERES CURDAS EM ACÇÃO

Persistência, determinação e combate – este é o lema das combatentes curdas na província iraquiana de Kirkuk, metade da qual é controlada pelo grupo terrorista Daesh.
Um correspondente da Sputnik visitou as corajosas mulheres curdas nas suas posições de combate perto de Hawija, onde elas se preparam para lutar contra os terroristas. Algumas delas já têm experiência de combate fora de Kirkuk, enquanto outras se juntaram aos grupos de mulheres armadas recentemente. Elas falaram sobre como decidiram pegar em armas e sobre o que passaram na linha da frente.
Difícil no treinamento, fácil no combate
Centenas de mulheres chegaram dos distritos fronteiriços do Iraque para defender o Curdistão iraquiano e libertar as áreas ocupadas pelo Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia). Desde 2014, as mulheres têm tido treinamentos intensos antes e depois do seu serviço activo. Foi naquele ano que os Curdos, homens e mulheres, decidiram levantar-se em luta contra o "califado".
Khamanu Nakshabandi, uma combatente experiente do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), diz que os seus pais se juntaram às forças Peshmerga em 1979, inspirando-a a fazer a mesma coisa.
Agora, sob o comando de combatentes com experiência como ela, as jovens curdas estão a aperfeiçoar as suas capacidades de combate a cada dia, aprendendo a disciplina militar. Estão a preparar-se para a batalha contra o inimigo que elas vêem diariamente a uma distância de apenas alguns quilómetros.
"Após a libertação desta área em 2015, este ponto tornou-se o último a ser libertado. Mesmo à nossa frente tudo o que pode ver são aldeias do Daesh", disse Khamanu, acrescentando que a área é curda e antes era habitada pelos seus ancestrais. Notou que, durante os últimos três anos da guerra, aprendeu não apenas como combater mas também uma nova língua, o Árabe.
Nenhuma diferença dos homens
"Tenho 20 anos e estou aqui para ter orgulho da minha vida e defender o sonho curdo", disse Ayrin Akhmadi, uma das combatentes do PKK.
A mulher afirma que decidiu pegar em armas após ter ouvido histórias sobre mulheres yazidi que foram raptadas, escravizadas e estupradas pelos terroristas.
"Tive que tomar a decisão e pegar em armas para evitar a repetição disto. Não vejo diferença entre homens e mulheres, posso defender o meu país e o meu povo', acrescentou.
Ayrin Akhmadi foi quase morta em Novembro passado quando os terroristas atacaram as combatentes.
"Sofri ferimentos graves, mas a dor causada pela morte da minha amiga foi ainda pior. Fui levada ao hospital, mas cerca de um mês depois voltei para a linha da frente […] Apelo a todos os homens e mulheres para que lutem contra o Daesh até que este seja derrubado", ressaltou.
"Matei muitos terroristas"
Mani Leylakhi, de 22 anos, também fala sobre o orgulho. "Pegamos em armas para nos sentirmos orgulhosas e para sermos o orgulho das nossa famílias. Estou a lutar pelo meu país e pelos Curdos".
Desde 2014, a mulher participou de quatro operações militares contra o Daesh e afirma que nunca recuou perante os radicais.
"Sempre participei de combates contra os militantes. Eu disparei contra eles, eles dispararam contra em mim. Não tinha medo. Não sei o número exacto, mas matei muitos membros do Daesh", disse, acrescentando que a cada hora elas sentiam que os terroristas se tornavam mais fracos.
A guerra tem também outro lado. Uma vez Mani Leylakhi esteve a um passo da morte quando um homem-bomba num caro minado se dirigiu para o grupo de mulheres combatentes. Foram todas salvas por uma amiga, que se aproximou do veículo e lançou uma granada lá para dentro.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201708159109298-coragem-mulheres-curdas-luta-daesh-foto-video/

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Fica sempre bem mais uma tirada de propaganda pró-curda, isto enquanto a Rússia - país da Sputnik, que publica estes artigos - for aparentemente favorável aos Curdos.

CARRO COM CINCO INDIVÍDUOS DESRESPEITA POLÍCIA E CAUSA ACIDENTE

Cinco homens foram detidos esta tarde em Alfragide, depois de terem fugido à polícia e provocado um acidente que envolveu uma outra viatura.  A equipa de reportagem da SIC acompanhou o momento em que foram imobilizados e detidos pela PSP.
Segundo fonte policial, os detidos não respeitaram um sinal de paragem da polícia e foram depois perseguidos durante alguns minutos.
A fuga terminou em Alfragide, quando o carro em que seguiam colidiu com uma outra viatura.
Não há feridos a registar.
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Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-08-14-Cinco-detidos-apos-perseguicao-policial-em-Alfragide   -   Página com vídeo incorporado.

No vídeo pode ver-se que pelos menos dois dos detidos são africanos... Mais uma vez, o calor humano oriundo dos trópicos a aquecer o quotidiano português, como se o calor do Sol não fosse muito mais do que o suficiente...

NOSSA SENHORA DIANA E O SEU FESTIVAL DA NEMORÁLIA



Dia 13 de Agosto é marcado pela celebração da Nemorália (também conhecido como «Festival das Tochas»), mais tarde adoptado pelos católicos como Festa da Assunção.

Este festival é realizado ou no dia 13 ou no dia 15 de Agosto ou na Lua Cheia de Agosto, em honra de Diana.

Neste dia colocavam-se cornos de vaca - símbolo de Hércules - na parte da frente do templo da Deusa.

Ovídio (século I a.c. ou VI A.U.C.) descreve esta celebração do seguinte modo:

«No vale Ariciano,
Há um lago rodeado de florestas com sombra,
Consideradas sagradas por uma religião dos tempos antigos...
Numa longa cerca, pendem muitas peças de novelos feitos de fios de linho entrelaçados,
E muitas tábuas estão lá colocadas
Como ofertas de gratidão à Deusa.
Muitas vezes, uma mulher cujas preces foram por Diana respondidas,
Com uma grinalda de flores coroando-lhe a cabeça,
Vai a pé desde Roma carregando uma tocha ardente...
Lá, uma corrente flui, sussurando, do seu leito rochoso...
»


Durante a celebração, os adoradores formavam uma luminosa procissão de tochas e velas à volta das escuras águas do Lago Nemi, ao qual se chamava «Espelho de Diana». As luzes das suas velas juntavam-se às da Lua, dançando, reflectindo-se sobre a superfície da água.



O festival é levado a cabo à maneira grega, isto é, Grecu Ritu, de cabeça descoberta. Centenas de adoradores juntavam-se perto do lago, usando grinaldas de flores.
De acordo com Plutarco, parte do ritual (antes da procissão em torno do lago) consiste na lavagem do cabelo e na sua decoração com flores.
É um dia de descanso para mulheres e para escravos. Os cães também são honrados e adornados com flores. Os viajantes entre os bancos do norte e do sul do lago são transportados em pequenos barcos iluminados por lanternas. Candeias similares eram usadas pelas vestais e foram encontradas imagens da Deusa em Nemi, por isso Diana e Vesta são por isso, algumas vezes, consideradas como sendo a mesma Deusa.

Um poeta do primeiro século d.c. (oitavo século A.U.C.), Propertius, que não foi ao festival mas que o observou de fora, disse, a alguém que amava:

«Ah, se tu ao menos pudesses andar por lá nas tuas horas de ócio.
Mas não nos podemos encontrar hoje,
Pois que te vejo exaltada com uma tocha ardente
Em direcção ao bosque de Nemi foste tu
Levando uma luz em honra da Deusa Diana
»


Pedidos e ofertas a Diana podem incluir:

- pequenas mensagens escritas em laços atados ao altar ou a uma árvore;
- pequenas estatuetas feitas de barro cozido ou de pão, representando partes do corpo que precisem de cura; pequenas imagens de barro de mãe e filho;
- finas esculturas de veados; dança e canto;
- fruta, como, por exemplo, maçãs.

Faziam-se oferendas de alho à Deusa da Lua Negra, Hécate, durante o festival.





Era proibido matar ou caçar qualquer animal durante a Nemorália.

Diana é uma Deusa Itálica celestial e luminosa. O Seu nome parece provir da palavra «Dius», que expressa a ideia de brilho relacionado com o céu. Diana tem um carácter nocturno e lunar, não sendo no entanto o mesmo que a Lua, como mais tarde veio tantas vezes a ser identificada. Há também aqui uma relação etimológica com os teónimos Janus (Deus dos Inícios) e Anna Perena, outras Duas Deidades latinas. Esta última pode estar relacionada com um monte hindu de nome Anna Purna. «Anna Perena» significaria «Anna Que fornece».

É possível que Anna e Diana, sendo teónimos de certo modo «pan-indo-europeus», fossem originalmente genéricos entre os Ítalos e agrupassem Deidades de distintos santuários como se Estas fossem aspectos diferentes da mesma Divindade, havendo espaço para importações, sincretismos, etc..

É, desde cedo, uma Deidade protectora da virgindade e das meninas, embora também pudesse presidir aos partos, sob o nome de Diana Lucina, isto é, «Diana Que faz vir à luz», tendo este epíteto, Lucina, em comum com Juno.


Diana pode ter sido em tempos a parceira de Júpiter; todavia, na época histórica conhecida a esposa deste Deus é Juno.


Apesar de, por ter sido considerada equivalente à helénica Ártemis, ter adquirido, na mente dos adoradores, um aspecto florestal, de caçadora, nunca perdeu o Seu carácter propriamente lunar, o qual a própria Ártemis também possui. Tal como Ártemis, exibe uma faceta violenta e sanguinária, vingativa, embora Se notabilize pelo Seu lado mais pacífico e protector.

Os Seus santuários mais antigos ficavam em Cápua - onde é conhecida como Diana Tifatina, ou Diana de Tifata, montanha situada a norte de Cápua, e onde Lhe é consagrada uma corça, símbolo de longevidade, garante da existência da cidade, o que traz repentinamente à memória o facto de que o romano Sertório conseguiu a estima e a admiração dos Lusitanos ao afirmar que se comunicava com uma corça mágica, e é de notar que a Deusa Diana foi das Deidades mais adoradas na Lusitânia - e em Arícia, povoação vizinha de Roma. Nesta última localidade, o Seu templo estava situado mais precisamente no bosque de Nemus. O facto de este local de culto estar associado a escravos pode ter a ver com a total liberdade de que estes gozavam no dia 13 de Agosto.

Aqui, no bosque de Nemus, onde Lhe chamam Diana Nemorensis, a Sua dimensão florestal é talvez mais notoriamente marcada, pois que «Nemus» significa «bosque», com sentido sagrado, o que se torna particularmente interessante se se tiver em conta que «Nem», nas línguas célticas, significa ao mesmo tempo «Sagrado» e «Céu», estando na raiz da palavra «Nemeton», a qual por sua vez significa precisamente «Bosque Sagrado». Esta semelhança etimológica não surpreende quando se sabe que o Latim e o Celta são da mesma origem: partem do grande ramo Celto-Italiota da família Indo-Europeia ocidental. Em território hoje português, pouco a norte do Douro, viveram os Nemetati. Na Galiza registou-se a existência de «Nemetóbriga», já nos tempos da Romanização. Na Ásia Menor, actual Turquia, existiu uma povoação com o nome de Drunemeton.

O santuário de Nemi, de origem latina, perto de Roma, teria sido, de acordo com a tradição romana, fundado por Egerius Baebius ou Laevius, ditador latino que representava várias povoações, tais como Aricia, Tusculum, Tibur e Lanuvium, entre outras. Outro possível fundador poderá ter sido Manius Egerius. Entretanto, uma tradição estrangeira atribuía o surgimento do santuário ao herói helénico Orestes, o qual, depois de matar o rei Thoas do Queroneso Táurico (Crimeia), fugira com a sua irmã para Itália, trazendo consigo o culto de Diana Táurica. Em Nemi havia uma outra Deidade, associada a Diana, que era Vírbio – e Vírbio tinha com Diana uma relação similar à de Hipólito e Ártemis: um Deus jovem e moribundo e uma Deusa Mãe telúrica que O ressuscita, esquema assaz conhecido e divulgado no Mediterrâneo Oriental, classicamente representado pelo mito de Cíbele e Átis, Osíris e Ísis, Afrodite e Adónis… Aparentemente, os Romanos achavam que Vírbio era o mesmo que Hipólito.

Segundo Estrabão e Ovídio, vivia nos montes da floresta de Nemi um sacerdote-rei (Rex Nemorensis) que, em determinadas circunstâncias, tinha de lutar com quem o desafiasse, isto porque quem quisesse ocupar o lugar deste monarca tinha de o matar, golpeando-o com um ramo arrancado de certa árvore. Pode haver aqui uma semelhança com mitos célticos.

O templo de Diana mais importante foi o do monte Aventino, edificado antes de 509 a.c. ou 244 A.U.C. pelos Romanos com o intuito de colocar a confederação das cidades do Lácio sob a protecção da Deusa

A igreja tentou abafar o Seu culto com a instituição da Assunção de Maria, no dia 15 deste mês - mas Diana permaneceu viva nas tradições populares dos povos meridionais onde a Romanidade deixou vestígios.


Nas colónias ou províncias imperiais o culto de Diana assumiu diferentes formas.


Na obra «Guia Arqueológica de España», pode ler-se:

«Os Romanos conquistaram a povoação e chamaram-lhe Saltus Dianae, ou Santuário de Diana, mas na escavação arqueológica do local não se encontrou até ao momento nenhum templo, apenas inscrições e moedas romanas.»

É possível que o topónimo Font Janina (em Catalão) ou Ribagorza Fonchanina (em Castelhano), seja vestígio da Deusa, visto que se encontra nessa zona uma montanha com silhueta de mulher.


E que dizer do caso português?


A Crónica Geral de Espanha, texto medieval, dá a conhecer um mito segundo o qual o nome «Lusitânia» deriva do facto de Hércules ter por aqui passado e resolvido dedicar jogos à Deusa Diana (Ludi + Diana = Lusitânia).

Entretanto, o templo de Évora é popularmente conhecido como o «templo de Diana», apesar de provavelmente ter sido local de culto imperial. 

Voltando agora ao concreto e sabido, registam-se em várias da Europa Meridional algumas palavras que derivam de Diana, não apenas em etimologia, mas também, de certo modo, em significado:


Janas: espécie de espíritos femininos da Floresta, usualmente referidos no plural (diz-se «Jãs» no Algarve);

Ja: bruxa, em Português (cai o n entre as vogais, tal como sucede em manu>mão, característica tipicamente galaico-portuguesa);
Xanas: o mesmo que Janas, mas nas Astúrias e estando aí ligadas às fontes e nascentes, como as Camenas latinas, que eram também adoradas em Roma no dia XIII de Agosto;
Jana: pesadelo, em Occitano (língua do sul de França);
Yana: bruxa, en Sardo logudorês (língua da Sardenha);
Zâna: fada, em Romeno;
Zanë: fada, em Albanês; é também uma personagem mitológica albanesa que protege os heróis e, tal como Diana e Ártemis, tem um animal acompanhante, que, no caso, é uma javali ou uma cabra.

 Xana, Jana ou Jã


O folclore europeu situa as Janas em locais como este

É de lembrar que na Antiguidade tardia ou nos primórdios da Idade Média, um certo evangelizador, S. Martinho de Braga, denunciava o culto das Dianas...
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Parte deste artigo deriva de um texto apresentado no forum religioso da organização norte-americana Nova Roma, da autoria de Arnamentia Moravia Aurelia, Sacerdos Dianae (Sacerdotisa de Diana) e de Lucia Modia Lupa, Sacerdos Dianae, duas modernas sacerdotisas de Diana.