sábado, maio 28, 2016

DOCUMENTÁRIO DA BBC SOBRE REALIDADE ÉTNICA LONDRINA ACUSADO DE «RACISMO»

Agradecimentos ao camarada PF que aqui trouxe esta notícia, poupando-me o tempo da tradução: http://www.dn.pt/media/interior/bbc-exibe-os-ultimos-brancos-de-east-end-e-e-acusada-de-racismo-5197216.html   (Artigo originalmente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)
*
A exibição do documentário valeu críticas como "propaganda de supremacia ariana".
A BBC foi duramente criticada pelos telespectadores que assistiam ao documentário The Last Whites of the East End (Os Últimos Brancos de East End [Londres], em tradução livre). Com a controvérsia a assumir preponderância nas redes sociais, um utilizador do Twitter apelidou a produção exibida pela estação pública britânica de "propaganda de supremacia ariana" enquanto muitos ameaçaram cancelar o serviço da BBC.
Em causa está a visão racista que o documentário alegadamente mostra sobre a zona leste da capital britânica. A população do Burgo Londrino de Newham foi migrando para outras cidades, nomeadamente para a província de Essex, à medida que entravam minorias étnicas, que representam 73 por cento da população de Newham, num total de 70 mil novos habitantes em 15 anos e uma variedade de 147 idiomas falados.
Contactado pelo Daily Mail, o deputado Stephen Timms concedeu que é plausível fazer-se uma leitura unilateral do documentário: "Acho que foi um documentário elucidativo, mas talvez apenas mostre uma parte da história. Deve haver uma discussão sobre o tema, que terá de ser total e não parcial. É importante salientar que a grande parte das mudanças que temos visto em Londres são definitivamente para melhor e não para pior."
Em sentido inverso, Peter Bell, secretário da agregação recreativa e cultura de East London, denuncia uma localidade empobrecida dividida: "O que se vê aqui é basicamente é uma favela. Não há interacção entre culturas. Não quero desrespeitar a comunidade muçulmana, mas não acho que eles queiram fazer parte das tradições locais. As pessoas que já não nos visitam há muito tempo chegam e dizem 'isto parece Bagdad'".
Ainda assim, também se verificaram alguns elogios ao documentário, salientado que a produção apenas faz um retrato fidedigno da realidade, que afecta muitas áreas urbanas em Inglaterra.

* * *

Que chatice para os antirras, houve alguém a denunciar a substituição étnica em curso ali na zona e não é bom que o povinho seja alertado para estas coisas antes de o processo estar concluído, senão lá vai o povinho votar ainda mais na Extrema-Direita e quanto mais o povinho votar na Extrema-Direita, menos hipótese há de impingir ao povinho a merda do mundo sem fronteiras nem identidades...

AUMENTO DE ÓBITOS POR CANCRO DEVIDO AOS CORTES NA SAÚDE NA UNIÃO EUROPEIA

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://br.sputniknews.com/mundo/20160526/4780607/saude-cancer-mundo.html#ixzz49znHEPP0
*
Uma nova pesquisa científica revelou que a crise económica de 2008 causou 160 mil mortes adicionais na União Europeia.
Especialistas das Universidades de Harvard e Oxford, Colégio de Londres e Colégio King de Londres estudaram os dados do Banco Mundial e da Organização Mundial de Saúde (OMS) para analisar a relação entre emprego, gastos públicos em saúde e níveis de mortalidade de câncer durante os últimos 20 anos.
A pesquisa foi publicada no jornal Lancet e revelou que mais de 260 mil casos adicionais de morte por câncer (em comparação com os números previstos mais cedo) foram registados em países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE na sigla em Inglês) entre 2008 e 2010, casos que foram associados com a recessão.
De acordo com a OCDE, as mortes foram causadas pelo facto de que muitos países foram obrigados a cortar os gastos de saúde e pelo aumento do desemprego.
Das 260 mil mortes, 160 mil foram registados na União Europeia.
A pesquisa, que analisou a situação em mais de 70 países, prevê que o número de casos de câncer aumente para 22 biliões até 2030, em comparação com os 14 biliões registados em 2012.
Em 2012, nestes países foi fixado um total de 8,2 biliões de mortes de câncer.

* * *

Como bem disse o anónimo que aqui trouxe a notícia, a crise afectou o sector da saúde, mas não impediu que houvesse obscenas quantidades de milhões para safar a banca privada e para financiar a entrada e estadia de milhões de alógenos, úteis como mão-de-obra barata ao grande capital e a quem quer deitar abaixo as identidades étnicas...
Acrescento ainda mais - sirva a notícia para se ter uma noção, ainda que pálida, daquilo que está em causa com a abolição do princípio da saúde tendencialmente gratuita, defendida por muitos dos mesmos que andam a meter imigrantes na Europa à força toda... será que assim a substituição étnica se faz mais depressinha, para que gente «selvagem» e «rija»,  possivelmente mais saudável que a europeia, venha dar mais jeito às grandes multinacionais?...

O QUE ESTÁ EM CAUSA NO CASO DOS ESTIVADORES DOS PORTOS PORTUGUESES

Boas notícias nos chegam da frente dos Portos. Em solidariedade com os seus companheiros portugueses e depois de já se terem dirigido a algumas Embaixadas de Portugal na Europa, os estivadores europeus vão, já amanhã, parar os Portos da Europa durante duas horas. Já sabemos que não vai faltar quem faça as contas ao prejuízo, mas felizmente haverá quem também lembre os lucros assombrosos de quem fica a ganhar muito mais do que o dinheiro que é pago aos profissionais da Estiva.
Vejamos. As empresas que exploram os Portos, a esmagadora delas por via concessionária, paga uma bagatela ao Estado para explorar estas infra-estruturas e quando os seus lucros nunca aumentaram tanto, aparecem apostados em cortar no custo do trabalho dos Estivadores, uma das poucas despesas da factura portuária que pouco agrava quer o preço final quer o volume de importações e de exportações. Seria interessante, por isso mesmo, comparar as facturas portuárias dos Portos onde estão trabalhadores profissionalizados e os portos que estes empresários já precarizaram, para se perceber que não será aqui que o Estado vai poupar um cêntimo, sendo que o seu grande objectivo é a transferência de mais capital para os bolsos de quem explora o negócio.
A Mota-Engil, que de parva pouco tem, faz passar a ideia de que é no custo do trabalho que está o maior entrave às exportações, mas não explica que é ela quem quer ficar com o capital que vai ser poupado com a mudança de paradigma ao nível do vínculo dos trabalhadores. Até aos despedimentos do último ano, de resto, nunca o conjunto dos trabalhadores portuários foi razão para estrangular o volume do import-export. Curiosamente, na hora de despedir alegou-se que não havia volume suficiente para os trabalhadores portuários que estavam ao dispor no Porto de Lisboa, mas, menos de um ano volvido, alega-se falta de mão-de-obra para justificar a contratação de trabalhadores precários em substituição dos despedidos. Haverá quem não veja quão evidente é a fraude em curso?
Porque um Porto com trabalhadores precários é, também, um Porto perigoso, uma vez que se trata de um trabalho altamente especializado e que não dispensa a devida formação, fica à vista, também por isso, quem é que despreza este sector da economia nacional, ainda que disfarce a irresponsabilidade criminosa com a propaganda do interesse nacional.
unnamed

*
Fonte: https://obeissancemorte.wordpress.com/2014/02/03/portos-da-europa-rise-up-o-que-esta-em-disputa-no-porto-de-lisboa-porque-estamos-a-ser-usados-como-balao-de-ensaio-para-o-resto-da-europa-porque-mentem-articuladamente-os-patroes-e-o-governo/

ANÚNCIO «RACISTA» NA CHINA

Consta que na China não há liberdade de expressão para muita coisa, mas pelos vistos há para esta, sorte têm os Chineses por ainda poderem gozar desta forma de liberdade de expressão... no Ocidente, a censura quase omnipresente em tudo o que seja controlado pela elite político-cultural reinante nunca admitiria um anúncio destes:


https://www.youtube.com/watch?v=z0D-ot2tso8

Parece que na China ninguém se incomodou muito com isto, houve foi um músico negro americano, que por lá andava, que resolveu armar barraca...

ATAQUE TERRORISTA NA MACEDÓNIA SERIA PARTE DE PLANO PARA CRIAR ESTADO ISLÂMICO NAS BALCÃS

Um dos terroristas que participou do confronto com a polícia na Macedónia na semana passada [primeira ou segunda semana de Maio - nota do blogueiro] confessou à TV do Kosovo que o objectivo do grupo era criar um enclave albanês dentro do país.
Menos de uma semana depois da ofensiva terrorista na cidade de Kumanovo, perto da fronteira com a Sérvia, as causas do ataque inesperado começam a esclarecer-se.
Um dos agressores, Sulejman Osmani, foi primeiro detido pela polícia macedónia, mas conseguiu fugir. Na Joves, a televisão kosovar RTK divulgou uma entrevista em que ele disse que há mais de 2 mil homens no seu grupo.
Osmani declarou também que o objectivo dos terroristas era, na verdade, a criação de um "Estado Albanês" dentro da Macedónia, seguindo o exemplo da República Sérvia, enclave na Bósnia e Herzegovina.
Desde 1995, a Bósnia e Herzegovina é composta de facto por duas entidades estatais, Federação da Bósnia e Herzegovina e República Sérvia (Srpska).
Talvez um exemplo mais claro seja o próprio Kosovo, país não reconhecido tanto pela Sérvia, como pela Rússia. Segundo Belgrado, Moscovo e um número de outras capitais, o Kosovo é parte da Sérvia. Mas de acordo com as próprias autoridades autónomas do Kosovo, apoiadas pelo Ocidente, é um Estado soberano e independente.
De acordo com o terrorista foragido, a ofensiva do final de semana passado fracassou por causa dos rumores sobre a participação da OSCE na operação policial:
"Um dos nossos amigos conversou por telefone com alguém, depois disse-nos que tinham chegado representantes da OSCE [para ajudar a polícia a combater o ataque terrorista] <…> Pensámos que a OSCE iria ocupar-se de nós, e não a polícia. Se soubéssemos [que não havia representantes da OSCE participando da operação policial], não iríamos render-nos, mas combateríamos até ao fim".
Sulejman Osmani está sendo procurado pela polícia macedónia.
O final da semana passada foi marcado por uma operação policial de 30 horas seguidas, com baixas humanas tanto por parte da polícia, como por parte dos terroristas. Segundo uma fonte oficial, os atacantes teriam chegado "de um país vizinho", a fonte não precisou qual.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, que está agora em visita oficial na Sérvia, comentou este assunto, de grande relevância para a Europa, dizendo que o ataque poderia estar relacionado com a recusa das autoridades da Macedónia em aderir às sanções da União Europeia contra a Rússia. Disse o seguinte:
"Não posso dar um julgamento definitivo, mas parece bem óbvio que estes acontecimentos na Macedónia estão a desenvolver-se no contexto da recusa das autoridades macedónias de aderir à política das sanções contra a Rússia, assim como também no contexto do apoio activo que Skopje demonstrou em relação aos planos de construir o gasoduto Corrente Turca (Turkish Stream), que muita gente em Bruxelas e do outro lado do oceano não quer ver realizados".
*
Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20150515/1028257.html#ixzz49seCEpju

O «Corrente Turca» acima referido é um projecto russo que apesar do nome impede a Turquia de ter aí um papel importante. Terminaria numa cidade turca, mas viria de território russo e passaria apenas por território não turco. Ou seja, daria força à influência eslava na região, fazendo chegar ao Ocidente uma fonte energética russa. Já Alexandre del Valle fazia notar, na sua obra «Guerras Contra a Europa» (1999) a importância do gás da Ásia Central na geopolítica mundial, atribuindo aos EUA a intenção de cercar e cercear o poder de Moscovo ao reforçar os laços com o poder islâmico na zona, sobretudo o turco...

O ataque de Kumanovo só contribui para evidenciar mais uma vez a dimensão da ameaça islâmica não já apenas fora da Europa mas cada vez mais infiltrada no velho continente.

«OCUPAÇÃO SILENCIOSA» DO SUL DA SÉRVIA POR ALBANESES - SUBSTITUIÇÃO ETNO-RELIGIOSA DELIBERADA?...

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://br.sputniknews.com/mundo/20160525/4766891/ocupacao-silenciosa-servia.html#ixzz49qeQbwht
*
De 2010 a 2015, os albaneses do Kosovo estavam comprando em massa apartamentos e terrenos cultivados nas cidades de Nis, Leskovac, Vranje, Kursumlija, Prokuplje no sul da Sérvia. Agora este processo, pelo menos nas cidades, está parado, mas as zonas rurais ainda permanecem "na mira" dos vendedores da propriedade da Kosovo.
O interesse primário dos albaneses são as áreas que ficam perto da linha administrativa que separa a Sérvia e o Kosovo. Deste ponto de vista, a cidade de Nis é bem famosa, sendo a terceira maior cidade da Sérvia. Lá, tanto na cidade como nos arredores, de acordo com dados não oficiais, nos últimos anos compraram apartamentos 11 mil albaneses.
A informação oficial sobre o número dos apartamentos e terrenos comprados pelos kosovares albaneses no Sul da Sérvia não existe, porque os contratos de compra e venda foram assinados com a participação dos mesmos sérvios.
Por isso, tudo acontece de acordo com a lei. Por exemplo, um albanês empresta dinheiro a um sérvio para comprar o apartamento em seu nome. Depois, no tribunal prepara um contrato, segundo o qual o imóvel vai garantir a dívida do sérvio. Ao expirar o tempo, quando o sérvio deveria devolver o dinheiro, o albanês torna-se no proprietário de apartamento sem nenhum registo da venda. O sérvio, em seguida, recebe uma percentagem do valor da venda. Às vezes agências imobiliárias, bem como advogados sérvios e albaneses, participam nestas maquinações. Claro que os albaneses de Kosovo tornam-se cidadãos da Sérvia, e, portanto, têm o direito de continuar a comprar a propriedade no país. No entanto, os albaneses do Kosovo não reconhecem a Sérvia como o seu país, por isso usam os mesmos sérvios para trabalhar lá.
​No ano passado, devido à chegada em massa de kosovares albaneses, na cidade de Nis foram divulgados folhetos que diziam "Parem de albanizar a Sérvia!". A identidade dos autores deles ainda não foi revelada. Os folhetos também informaram que os albaneses do Kosovo, por meio de corretores, tornaram-se proprietários de cerca de 300 apartamentos na cidade.
Novi Pazar, uma cidade com uma população predominantemente muçulmana, é também popular entre albaneses. No entanto, aqui os compradores estão mais interessados nas terras agrícolas, localizadas longe da cidade. 
A terra rural na fronteira com o Kosovo, por exemplo em Kursumlija, também é muito interessante para os albaneses, primeiramente, por causa de seu baixo preço. Albaneses oferecem o óptimo preço para a propriedade sem se tornarem proprietários, e com a ajuda de um advogado em Pristina, alugam a terra.
Todas essas operações não são registadas na Sérvia, por isso o processo da mudança da estrutura étnica da população sérvio passa insensivelmente. No território do município de Leskovac, uma boa casa com um terreno fértil pode ser comprada por 5.000 euros.
A este interesse dos albaneses muitos associam a intenção de “ampliar” ilegalmente o território do Kosovo por meio das áreas do sul da Sérvia.
Cidadãos dessas áreas vivem em constante medo de que podem enfrentar o mesmo problema que aconteceu com os sérvios do Kosovo que permaneceram em minoria no seu território, incluindo devido à compra em massa de propriedade pelos albaneses.
Várias pessoas das regiões do Sul, questionadas pelos jornalistas da Sputnik, explicaram que os sérvios estão vendendo a propriedade e saem, porque esta região da Sérvia é uma dos mais pobres, por isso com o tempo aqui aparecerão mais e mais albaneses. Ao que está acontecendo os locais chamam "ocupação silenciosa".

* * *

Valeria a pena averiguar donde vem tanto dinheiro para tantas compras territoriais... de miseráveis albaneses... ou da Arábia Saudita, da Turquia ou doutro país assim, que apoie os albaneses muçulmanos e queira islamizar toda a área que lhes for possível, talvez alimentando o sonho de ali estabelecer a chamada «transversal verde», ou seja, um «corredor» muçulmano que ligue a Albânia à Ásia Menor?...


Enquanto isso, não faltam sinais de que no Kosovo grassa a peste verde: 

> Uma corte do Kosovo condenou nesta Vernes um clérigo islâmico a dez anos de prisão por incitação ao ódio e por recrutamento de combatentes para o grupo terrorista Daesh, segundo informaram os média locais. O imã Zekerija Qazim foi detido em 2014; De acordo com a revista balcânica Insight, teria sido estimado por radicais albaneses, a quem ele teria dito que uma hora de jihad era o mesmo que 30 dias de oração. O clérigo supostamente recrutou e aconselhou vários combatentes do grupo extremista Daesh, incluindo três que acabaram morrendo em acção na Síria.
*
Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20160520/4699463/Kosovo-condena-clerigo-islamico-odio-recrutamento-jihadistas.html

*

> Segundo dados oficias, 300 homens e 36 mulheres kosovares combatem nas fileiras do Daesh na Síria, informou o vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores da Sérvia, Ivica Dacic, em Nova York, durante o seu discurso no Conselho de Segurança da ONU nesta Lues.
Dacic participou da discussão do relatório anual sobre a actuação da Missão de Administração Interina das Nações Unidas no Kosovo (UNMIK). Segundo o ministro sérvio, a presença e o papel da UNMIK devem ser intensificados. Alertou para a radicalização das forças políticas, o que representaria ameaça para as populações de todas as etnias em Kosovo.
"Segundo dados referentes ao Janeiro de 2016, cerca de 300 albaneses e de 36 albanesas ingressaram nas fileiras do Daesh na Síria. Percentualmente, esta é a maior participação internacional nas fileiras do assim denominado Estado Islâmico, em proporção com a população dos seus países de origem", citou as palavras de Dacic a agência Tanjug. 
Segundo o vice-primeiro-ministro, Belgrado recebeu informações de serviços secretos de terceiros países de que a quantidade de albaneses kosovares filiados a grupos terroristas no exterior seria superior a 900 pessoas. 
*

Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20160516/4621764/Servia-albaneses-Kosovo-combatem-fileiras-Daesh-Siria.html#ixzz49scYaGlr


sexta-feira, maio 27, 2016

NO EXTREMO OCIDENTE - ALTAR INTACTO NO MEIO DAS CHAMAS

Altar em honra de Brígida e dos Ancestrais, 
intocado pelo fogo num incêndio florestal em Alberta, Canadá

Em meados do mês foi noticiada a violência dos fogos florestais que abalou o Canadá. Na região de Alberta houve lugar para um curioso prodígio - um altar neo-pagão consagrado ao culto de Brighid, Deusa primaveril e Ígnea das Artes, da Pastorícia, da Poesia, e consagrado também aos ancestrais do autor do altar, permaneceu incólume, de modo algum afectado pelas chamas que consumiam tudo em seu redor...

*

Fonte: http://wildhunt.org/2016/05/canadian-fire-spares-polytheists-altar-and-shrine.html

JUSTIÇA TRAVA EXPROPRIAÇÃO DE TERRENO PARA CONSTRUÇÃO DE MESQUITA

O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa aceitou a interposição de uma providência cautelar decretando a suspensão da declaração de utilidade pública da expropriação, com carácter urgente, pela Câmara Municipal de Lisboa (CML), de três edifícios situados na Rua do Benformoso que deverão ser demolidos para, no seu lugar, se poderem construir as novas praça e mesquita da Mouraria. A acção judicial havia sido movida pelo proprietário dos prédios, que reclama um valor de indemnização cerca de quatro vezes superior ao que lhe foi imposto (a rondar o meio milhão de euros). A autarquia deverá agora ser notificada da impossibilidade legal de prosseguir com o acto de execução da expropriação,que aconteceu na tarde de Lues (23 de Maio).
A informação foi divulgada, ao início da noite de Mércores (25 de Maio), pela advogada do dono dos imóveis, António Barroso. Horas antes, o proprietário aproveitara o facto de a derradeira reunião do mês do executivo camarário ser aberta ao público para, mais uma vez, manifestar o seu desespero com a forma como o processo tem sido conduzido. Nos minutos anteriores, o presidente da CML, Fernando Medina (PS), havia reafirmado a intenção de construir a mesquita, mas garantiu estar disponível para “encontrar uma solução de consenso” para aquela questão. Posição que mereceu o apoio e os elogios de todos os partidos da oposição, sobretudo do PSD.
Ao princípio da noite de Mércores, porém, Tânia Mendes, a advogada do proprietário alvo da posse administrativa – levada a cabo pela CML na passada Lues (23 de Maio) -, enviou um email à redacções, dando conta da novidade. “Na sequência de notícias avançadas por vários órgãos de comunicação social, e a pedido dos nossos constituintes, vimos esclarecer que o requerimento inicial da providência cautelar com vista a obter a suspensão da declaração de utilidade pública da expropriação, com carácter urgente, foi liminarmente aceite pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa”, refere a nota escrita.
“Segue-se agora a notificação a realizar pelo tribunal do requerimento inicial da providência cautelar à Câmara Municipal de Lisboa, sendo que, de acordo com o artigo 128º do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, uma vez recebido o duplicado do requerimento inicial, não se pode iniciar ou prosseguir qualquer acto de execução da expropriação”, explica a mesma comunicação escrita enviada pela advogada aos jornalistas. Quer isto dizer que o processo poderá ter entrado num imbróglio jurídico, apesar de a câmara municipal garantir que “foi tudo feito nos termos da lei”.
Horas antes, em reunião pública de executivo, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fernando Medina, dizia que a autarquia está disposta a chegar a “um acordo” com o dono de três imóveis expropriados na Rua do Benformoso, para que os mesmos venham a dar lugar às novas praça e mesquita da Mouraria. “Há interesse da Câmara de Lisboa em executar uma operação consensual para aquela zona. É minha vontade encontrar uma plataforma de diálogo com o proprietário”, afirmou o autarca, frisando o empenho da CML em ajudar a construir o templo, em nome da “tolerância” para com todas as confissões. No entanto, descartou responsabilidades no valor da indemnização, a qual foi “atribuída pelo tribunal e não pela câmara”, disse.
Usando da palavra no período antes da ordem do dia, Fernando Medina fez questão de abordar a polémica operação de tomada de posse administrativa dos edifícios a ser demolidos, para darem lugar ao novo templo da comunidade islâmica do Bangladesh. “A câmara tem-se pautado pelo apoio à actividade das diversas confissões religiosas, numa atitude – que me parece adequada – de não ter qualquer tipo de discriminação, apoiando as construções, na proporção e na medida das posses, das conjunturas, das partilhas e dos envolvimentos das próprias comunidades, mas também da relevância que estas infra-estruturas vão desempenhando ao logo do tempo. A CML tem, ao longo dos anos, apoiado as diferentes confissões religiosas, sem discriminação de qualquer tipo”, afirmou.
Fernando Medina recordou que a intenção de construção da mesquita “já vem de 2009”, integrada no mais amplo processo de reabilitação urbana da Mouraria, do qual faz parte o novo espaço público que ligará as ruas da Palma e do Benformoso, a Praça da Mouraria – sobre a qual se construirá o templo muçulmano. “A opção de fundo tomada pela cidade sobre esta matéria é conhecida há muito tempo, desde 2012 que se conhece o projecto de arquitectura, e é uma opção amplamente consensual do ponto de vista da solução e do desenvolvimento da cidade”, afirmou, antes de salientar que “a expropriação decorreu nos termos da lei, foi aprovada em reunião de câmara, tendo posteriormente a sua utilidade pública sido aprovada pelo Governo”.
Mas o autarca fez questão de declarar “a total disponibilidade da Câmara Municipal de Lisboa para que este processo decorra com normalidade e com acordo entre as partes envolvidas”. Lembrou, no entanto, que a indemnização relativa à expropriação dos prédios “foi estabelecida pelo tribunal, não pela Câmara de Lisboa, nesta fase do processo, não se constituindo como definitivos o valor e a forma sobre a qual se reveste este processo”.
“Ao contrário do que muitos dizem, não se trata de nenhum imóvel histórico ou classificado. Trata-se de um imóvel que sofreu uma intervenção do proprietário, que merece, naturalmente, o respeito e a devida ponderação dos valores em curso”, considerou.
Medina reforçou que os valores da expropriação são ditados pelo tribunal e não pela CML. E disse que “esta não é uma decisão definitiva, mas sim uma proposta para a fase amigável que decorrerá sobre este assunto”. Além disso, garantiu haver, da parte da câmara, “vontade e, mais que isso, todo o interesse em consensualizar uma solução para aquela zona”.
Para que tal aconteça, explicou, ele mesmo irá “promover uma reunião com os interessados, para que possa ouvir de viva voz alguns elementos que têm vindo a público e que, de todo, não eram de conhecimento alargado de todos os intervenientes”. “Farei isso com gosto e empenho”, disse. E avisou: “Quem se opõe à construção de mesquitas em Lisboa só tem uma resposta clara, de discordância: Lisboa é uma cidade aberta, que se baterá pela liberdade de culto e de sã convivência dos que escolhem cá viver”.
Estas palavras merecerem o total apoio do vereador António Prôa (PSD), que aplaudiu a intenção de Medina de promover uma solução de consenso. “Esta não é uma situação normal, é excepcional e deve ser encarada como tal”, afirmou o eleito social-democrata, apontando, contudo, a necessidade de se encontrar uma solução que contemple “o respeito pela propriedade privada”.
Prôa fez questão de “reafirmar, de modo claro e inequívoco”, o apoio à construção da mesquita, como já demonstrado antes pelo PSD aquando da aprovação do projecto em reunião de câmara. “Ser-me-ia mais fácil não dizer nada ou ir atrás de algum populismo que, infelizmente, grassa na nossa sociedade. Sinto que é nossa obrigação, enquanto responsáveis políticos, contrariar essa atitude completamente irresponsável”, afirmou o eleito laranja.
“Devemos e temos obrigação de contribuir para construir uma sociedade tolerante e inclusiva”, disse o vereador social-democrata, notando que “Lisboa sempre foi uma cidade aberta ao mundo, somos exemplares há séculos”. “Um estado laico não é um Estado em que os seus agentes ignoram a realidade da sociedade. É uma sociedade em que os seus agentes estão sensíveis e próximos da sensibilidade dessa sociedade. Se há uma comunidade que vê como necessidade ter uma mesquita, acho que é obrigação do município contribuir para que isso se concretize. Bem esteve a CML no passado, quando fez o mesmo com outras confissões religiosas”, afirmou Prôa, considerando que este é “um sinal de tolerância” dado por Lisboa.
De seguida, o vereador do CDS-PP, João Gonçalves Pereira, lembrou que é importante separar “duas questões completamente diferentes, que não se devem misturar”. “Uma é a construção da mesquita, e aí a penso que não há nenhuma espécie de dúvida entre as forças aqui presentes em relação à posição do município. A outra questão tem que ver com a expropriação e aí, como o senhor presidente disse, deve haver uma tentativa da câmara para encontrar uma solução consensual”, afirmou o eleito centrista, alertando para o “erro” de misturar as duas questões. Gonçalves Pereira lembrou a absoluta concordância do CDS com a construção da mesquita”. Já João Ferreira, do PCP, limitou-se a dizer que está “de acordo” com o projecto.
*
Fonte: http://ocorvo.pt/2016/05/26/tribunal-supende-utilidade-publica-da-expropriacao-para-construir-mesquita/

* * *

Salienta-se que toda a «Direita» par(a)lamentar apoia o saque do dinheiro do povo autóctone para financiar um bastião de um credo alógeno em solo nacional, a coberto da alegada «liberdade de culto» como se estivesse em causa a liberdade de culto dos muçulmanos, como se estes não pudessem livremente rezar nas suas habitações ou até em mesquitas improvisadas... E tudo isto se passa num Estado laico, onde a separação rigorosa entre poder temporal e religioso exige um mínimo de rigor na coerência da actuação, ou então às tantas o Estado tinha de financiar todas as igrejas e mais algumas, porque todas elas são realidades e a maioria da população (pelo menos cá) ainda é crente de algum credo...

REPORTAGEM NA VISÃO SOBRE A VIOLÊNCIA EXERCIDA SOBRE OS ANIMAIS NAS CORRIDAS DE GALGOS


Treinos com choques eléctricos e um desgaste tremendo; abandono e desaparecimento de cães, após serem aposentados das corridas, com frequência por causa de lesões musculares e patas partidas, em resultado do esforço intenso a que são submetidos. Eis um fenómeno subterrâneo que cresce, à medida que aumentam em Portugal as Corridas de Galgos, de Norte a Sul do País. As denúncias de maus-tratos a estes animais (de dopagem, inclusive) também começam a surgir em catadupa.
A VISÃO descreve ao pormenor este universo até agora desconhecido, incluindo as muito complicadas adopções de galgos que, depois de abandonados, têm a sorte de ser resgatados por activistas de defesa dos direitos dos animais. Em regra, um ex-galgo de corridas demora um ano a tornar-se num cão normal junto dos novos donos. Os traumas que carrega são pesados.

Na edição de hoje da revista Visão, uma investigação sobre o mundo cruel, ilegal e obscuro das corridas de galgos com apostas em Portugal.
Adivinhem quem aparece na peça: vários toureiros portugueses e os velhos argumentos de sempre: "eles nasceram para isto", "ninguém gosta mais destes animais do que nós", e "é uma actividade boa para o negócio local". A Visão fala também dos treinos cruéis, choques eléctricos nos cães, doping, abate a tiro, lesões e muito mais...
A reportagem refere o cavaleiro tauromáquico João Moura como um dos mais proeminentes criadores de galgos do país, bem como Moura Caetano (cavaleiro tauromáquico) e João Augusto Moura (novilheiro tauromáquico).

*

Fontes: 
http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2016-05-18-O-mundo-obscuro-das-corridas-de-galgos

https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069.108951.143034799060668/1175368869160584/?type=3&theater

QUEM VOTOU EM QUEM NA ÁUSTRIA

A tendência de voto das mulheres acima indicada é preocupante para os Nacionalistas mas tudo tem a sua solução... torna-se cada vez mais urgente conquistar o eleitorado feminino, reforçando para isso a divulgação do perigo que é sobretudo para a população feminina o aumento da presença em solo europeu de pessoal do terceiro-mundo, particularmente se for da religião do profeta pedófilo, em que o testemunho da mulher tem metade do valor do testemunho do homem e o marido pode bater na esposa. É também urgente reduzir cada vez mais a carga conservadora do Movimento Nacionalista em geral - a conotação de valores ditos «tradicionais» com o Nacionalismo é historicamente conhecida mas, e isto é que interessa mais salientar, de modo algum logicamente necessária. O «ar» patriarcalmente restritivo que certas partes da chamada Extrema-Direita ainda exibem não convida o voto de grande parte das mulheres, excepto talvez de algumas idosas ou de meninas da mamã e da avó, por assim dizer...
De resto, confirma-se que a classe trabalhadora vota em massa nos Nacionalistas - e confirma-se também que o maior apoio às forças internacionalistas parte precisamente do maior nicho da cultura das elites, a universidade. Ora, sendo a maior parte do povo constituído pela classe trabalhadora, pode perceber-se que a vitória nacionalista já esteve mais longe.


CURDOS TRAVAM OFENSIVA DO CALIFADO NO IRAQUE

As forças peshmerga conseguiram repelir um ataque de grande escala de terroristas do Daesh (organização proibida na Rússia) nos arredores da cidade iraquiana de Kirkuk, informou o vice-comandante da nona brigada peshmerga, coronel Tarik Ahmed Jaff.
“Os militantes iniciaram o ataque contra as nossas posições à noite, atacando as fortificações de peshmerga nos arredores da aldeia Tel Raba (40 km ao sul de Kirkuk). Mas peshmerga lançou ali os reforços”, disse o coronel curdo.
A província de Kirkuk é uma região iraquiana rica do petróleo que os terroristas tentavam conquistar em 2014-2015. No momento, só há posições terroristas na parte ocidental da província.
Ultimamente, os militantes do Daesh estão oprimidos em todas as frentes. As forças governamentais do Iraque continuam libertando Faluja, uma das maiores cidades do país. Além disso, os curdos estão assaltando Raqqa, “capital” do Daesh na Síria.
Os Curdos são uma etnia cujos representantes moram actualmente em regiões fronteiriças da Síria, Iraque e Turquia. As autoridades deste último país lançaram recentemente uma série de repressões contra os Curdos, chegando a afirmar que o Partido dos Trabalhadores do Curdistão, PKK (braço armado da força política da minoria curda), é um alvo como o Daesh.
*
Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20160525/4761909/curdos-repelam-daesh.html

POLÍCIA FRANCESA DETÉM MAIS UM «MALUCO»...

A polícia francesa deteve, esta quinta-feira, em Paris um homem que se tinha barricado no próprio apartamento.
O homem é suspeito de ser um islamita radical e de ter viajado para a Síria.
Segundo os media locais o indivíduo apresentava problemas psiquiátricos e ter-se-á recusado a ser internado, pelo pai, numa clínica.
No apartamento a polícia encontrou várias embalagens de gás lacrimogéneo.
*
Fonte: http://pt.euronews.com/2016/05/26/franca-policia-deteve-homem-suspeito-de-ser-islamita-radical/

* * *

Mais um radical islamista que afinal era maluco, e pronto, foi só um caso de loucura, mais um dos milhares de «casos isolados», calhou assim, parece que o Islão atrai muito chanfrado...

NA SUÍÇA - ALUNOS MUÇULMANOS SERÃO MULTADOS SE NÃO CUMPRIMENTAREM DOCENTES

Decisão das autoridades de educação contraria escola. Alunos não queriam tocar nos docentes do sexo oposto.
A religião não é desculpa para recusar cumprimentar um professor, decidiram as autoridades regionais suíças, indo contra a posição de uma escola que decidira abrir a excepção para dois alunos muçulmanos, dispensando-os de apertar a mão à professora porque a sua crença os proíbe de tocar no sexo oposto.
O departamento de educação do cantão de Basileia decidiu ainda instituir multas até 5000 francos suíços (cerca de 4500 euros) para os pais ou encarregados de educação dos estudantes que recusem apertar a mão a um professor: "um docente tem o direito de exigir um aperto de mão", informaram em comunicado, citado pela agência France Presse.
A decisão vem no seguimento da controvérsia gerada após uma escola naquele cantão, no município de Therwil, ter decidido dispensar dois irmãos muçulmanos, de 14 e 15 anos, de cumprimentar a professora, depois de ambos se terem queixado de que ao fazê-lo estavam a ir contra as suas crenças religiosas: argumentavam que o Islão não permite contacto físico com uma pessoa do sexo oposto, com excepção dos membros do círculo familiar mais próximo.
Para evitar discriminar as professoras do sexo feminino, a escola decidiu então que os alunos estavam dispensados de cumprimentar os docentes de ambos os sexos. Esta posição, tomada de forma independente e sem consultar as autoridades regionais de educação, foi altamente contestada em todo o país, onde a tradição de cumprimentar os professores com um aperto de mão é antiga e considerada sinal de respeito. "O interesse público no que diz respeito à igualdade de género, assim como a integração dos estrangeiros, é mais importante do que a liberdade de crença dos estudantes", refere o comunicado das autoridades, que acrescenta que se os dois estudantes que estiveram na origem da controvérsia continuarem a recusar cumprimentar a professora ficarão sujeitos às coimas agora definidas.
Estima-se que na Suíça, com uma população de oito milhões de pessoas, cerca de 350 mil dos habitantes sejam muçulmanos. Antes da polémica relacionada com o aperto de mão aos professores, outras famílias de religião islâmica já tinham exigido que as filhas fossem dispensadas das aulas de natação, mas acabaram por ser multadas.
*
Fonte: http://www.dn.pt/mundo/interior/alunos-muculmanos-serao-multados-se-nao-cumprimentarem-professores-5192494.html

* * *

Note-se como um organismo típico da elite político-cultural reinante - uma escola... - aceita uma islamice mas um governo local, que nem é da dita Extrema-Direita mas eventualmente está forçado a temê-la, põe ordem na cena. 

EM ZONA ALTAMENTE AFRICANIZADA - MILITAR DA GNR É GRAVEMENTE ESPANCADA POR TRÊS MELIANTES

Na tarde de ontem (22 de Maio) uma militar da GNR, de 24 anos, após terminar mais um turno pelas 15 horas, entrou na sua viatura para regressar a casa. No entanto, essa viagem acabou por ser interrompida quando três homens iniciaram uma perseguição e a obrigaram a parar o carro em Almada, na zona dos Capuchos. Após a terem imobilizado, os três indivíduos em questão dirigiram-se à viatura, retiraram-na do interior da mesma e começaram a agredi-la violentamente com murros e pontapés. Não satisfeitos, acabaram mesmo por esfaquear a militar no pescoço e abandonaram-na inconsciente.
Posteriormente, a jovem foi socorrida e levada de urgência para o Hospital Garcia de Orta, onde foi prontamente assistida. Apesar de apresentar ferimentos vários, a militar da Guarda Nacional Republicana(GNR) recuperou e felizmente já teve alta hospitalar.
Entretanto já se encontra em curso uma verdadeira caça ao homem pela GNR, para encontrarem os três agressores da militar. Mas os mesmos ainda se encontram em fuga e continuam a ser procurados pelas autoridades.
Esta militar da GNR tinha estado a trabalhar, ia para casa descansar e acaba no hospital esfaqueada... que mais é preciso para que quem de direito possa considerar de uma vez por todas a profissão de agente de autoridade como profissão de risco?
E as agressões a militares da GNR continuam; enquanto os agressores não forem devidamente condenados e punidos, esta onda de violência vai continuar e, como se pode comprovar, a violência cada vez é maior!
Esta na hora de salvaguardarem a segurança dos militares da GNR (e agentes da PSP) e condenarem sem piedade aqueles que os agridem e matam! Eles enfrentam o perigo em cada esquina, dão o corpo às balas e morrem se preciso for para salvar uma vida! Eles são o garante da nossa segurança, da ordem e lei. Eles não criam as leis, mas farão tudo para que as mesmas sejam respeitadas e cumpridas, custe o que custar.
Pois lembrem-se que sem limites não existe cidadania, mas sem a polícia, não existirão limites!
*
Fonte: http://pt.blastingnews.com/opiniao/2016/05/militar-da-gnr-agredida-e-esfaqueada-em-almada-00931187.html   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

CAMINHADA POR SINTRA LENDÁRIA




Depois das Lendas e Histórias do livro “Sintra Lendária”, que nos segredam os lugares da Vila? Que personagens do passado ainda se movem nas sombras, ainda aparecem à janela ou entram em escuras passagens? Um passeio nocturno pela Vila de Sintra, onde a luz e as sombras são as esquinas que os nossos passos dobram em direcção ao passado. Um Rei louco, um antigo gueto, ou túneis que acabam atrás de quadros, todos no ambiente místico com que a Serra observa a Vila.

Para ler mais informações, ver aqui: https://casadofauno.wordpress.com/2012/06/27/caminhadas-nocturnas-sintra-lendaria-2/

quarta-feira, maio 25, 2016

CELEBRAÇÃO EM HONRA DAS DIVINDADES ESLAVAS ALGURES NA RÚSSIA





Cenas de culto no centro cultural e educativo Yarga, da Irmandade Yarga, na Rússia.

Para ver mais imagens, aceder a esta página: https://vk.com/album178150423_232358162

NACIONALISTAS DA ÁUSTRIA TIVERAM A VASTA MAIORIA DOS VOTOS DA CLASSE TRABALHADORA

O candidato derrotado nas presidenciais da Áustria, o nacionalista Norbert Hofer, analisou esta Martes os resultados das eleições de domingo com o líder do Partido da Liberdade (FPO), Heinz-Christian Strache. Os dois sublinharam a vitória moral pelos quase 50 por cento de votos conseguidos, num escrutínio com mais de 70 por cento de participação entre 6,4 milhões de eleitores.
Conotado com a Extrema-Direita austríaca e até com certos ideais nazis, a estratégia do FPO parece passar agora por se distanciar dessa categorização e aproximar-se mais do centro. Pelo menos, isso ficou numa conferência de imprensa de Hofer, em pleno parlamento de Viena quando afirmou, sem rodeios, “o FPO não é um partido de Extrema-Direita.”
O também 3.° presidente da Assembleia Nacional (a câmara baixa do parlamento austríaco) lembrou que foi candidato “pelo FPO” e defendeu que se um partido de Extrema-Direita se tivesse candidatado a eleições na Áustria, não teria mais do que dois por cento dos votos”. “A percentagem de loucos na Áustria não é, certamente, superior a isso”, atirou, suportado num resultado alcançado nestas presidenciais de 49,7 por cento dos votos.
Aos camaradas que ficaram frustrados pela derrota, Hofer pediu calma. “Não cometam o erro de se atacarem uns aos outros. Somos todos austríacos e há lugar para muitas opiniões na Áustria”, afirmou, considerando que o vencedor, Alexander van der Bellen, vai ter uma tarefa difícil.
“Não é fácil perder por alguns milhares de votos. Mas também não é fácil ser presidente com tão poucos votos a mais. É preciso ser-se Presidente de todos os austríacos e convencer esta outra grande metade da Áustria vai ser uma tarefa muito difícil”, anteviu. Ainda assim, Hofer saudou o novo Presidente e desejou-lhe felicidade nas novas funções.
Líder do FPO aponta à chancelaria
O líder do FPO, por seu turno, salientou a ascensão do partido. “Somos, hoje, mais fortes que nunca”, assumiu (publicação de Facebook em baixo). Somos o novo centro da sociedade. Conseguimos uma importante vitória contra todo o sistema esclerosado e vamos preparar-nos para os próximos sucessos eleitorais”, lançou Heinz-Christian Strache, já a apontar baterias às legislativas de 2018, nas quais o FPO agora acredita poder conquistar a chancelaria.
Alexander van der Bellen ganhou domingo, à segunda volta, as eleições presidenciais austríacas, com 72,7 por cento de participação entre 6,4 milhões de eleitores. Economista de 72 anos e apoiado pelos Verdes, partido ecologista de que chegou a ser líder, o novo chefe de Estado austríaco conseguiu 50,3 por cento dos votos.
Os resultados vão ser oficializados no dia 1 de Junho pelo Ministério do Interior austríaco. O FPO está em curso de averiguação sobre eventuais irregularidades e poderá avançar com uma contestação, mas apenas após a oficialização dos resultados. A tomada de posse de Van der Bellen foi, entretanto, marcada para 8 de Junho pelo Presidente cessante, Heinz Fischer. Os dois, por fim, também se reuniram esta Martes para iniciar o processo de passagem de testemunho.
*
Fonte: http://pt.euronews.com/2016/05/24/austria-nacionalista-norbert-hofer-recusa-rotulo-de-extrema-direita-e-partido/

* * *

Note-se que o candidato nacionalista teve o grosso da votação das classes trabalhadoras, como aqui se lê: http://blogs.spectator.co.uk/2016/05/the-working-class-vote-explains-the-rise-of-austrias-far-right/ - oitenta e seis por cento, sim, 86% da população austríaca das classes trabalhadoras votou no candidato nacionalista.
O texto diz também que essencialmente o mesmo está a ocorrer no Reino Unido, onde o Partido Trabalhista está a tornar-se «irrelevante para a maioria da classe trabalhadora» por causa da sua posição a respeito da imigração.
Recomendo mui vivamente a leitura de todo o texto e saliento esta passagem, cujo conteúdo tenho andado a «martelar» há não sei quantos anos e que define o que é agora o grande combate político dos tempos actuais - já não o da Direita-Esquerda por motivos especificamente sócio-económicos, mas sim entre os nacionalistas e os mundialistas:
«De um lado, a maioria da juventude com estudos universitários do Ocidente está na "Esquerda", pela qual se entende que apoiam as causas progressistas tais como o casamento gay, a justiça racial e as fronteiras abertas. Estas são as crenças de alto status, de prestígio nos dias de hoje, tal como a Cristandade Católica ou Anglicana foi em tempos, e formam o conteúdo filosófico dos partidos de Centro-Esquerda no Ocidente. Imbuindo todo este prestígio está o internacionalismo e uma aversão a tudo o que seja olhar para dentro. Os partidos de Centro-Esquerda reflectem esta mundivisão.
Os oponentes naturais desta mundivisão não são os conservadores ou os socialistas mas os localistas - pessoas que acreditam em priorizar aqueles com quem têm mais em comum, usualmente compatriotas, e que na Europa estão cada vez mais representados pela Extrema-Direita. Os eleitores nativos da classe trabalhadora, que são os mais severamente afectados pela globalização, são muito mais logicamente parte deste lado (...)».

Ora esta classe trabalhadora branca constitui a maior parte da população europeia, pelo menos por enquanto. E é por isso que o Nacionalismo, embora tenha contra si os mais poderosos inimigos - as elites político-culturais instituídas - tem também aquele que é potencialmente o maior dos trunfos: a natural simpatia popular pela defesa da sua própria estirpe, instinto que do estado dormente tem vindo a despertar.



«ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO»

Vale a pena mergulhar mais uma vez no imaginário de «Alice no País das Maravilhas», desta feita no novo filme, a estrear hoje ou amanhã, «Alice do Outro Lado do Espelho». Como aqui foi dito na altura do primeiro filme, «Alice no País das Maravilhas», está-se perante uma peça de literatura aparentemente infantil mas muito ao alcance de um público adulto, pela complexidade das ideias presentes e pela maneira rica e criativa com que desconstrói uma visão linear da vida e valoriza quase filosoficamente um exercício da mente na criação de uma outra forma de ser, mais livre e operativa sobre a realidade. Uma obra que marca a cultura contemporânea e cujo espírito traz à memória o género de imaginação tipicamente céltico relativo às viagens fantásticas de heróis por mundos delirantes e barrocos, como se vê também no igualmente contemporâneo «Gulliver», do irlandês Jonathan Swift, e se contempla à saciedade nas numerosas narrativas de viagens fantásticas da mitologia irlandesa e galesa, nomeadamente as de Bran, de Maeldun, de Pwyll Pen Annwn. Presente está também, coincidentemente ou não, a tremenda monarca tremenda e violenta, de vermelho, que na história de Alice é a «Rainha Vermelha» que berra «cortem-lhe a cabeça!», a fazer lembrar as temíveis Deusas da Guerra irlandesas, sanguinárias, e o corte de cabeças, costume muito típico do mundo céltico... presente está ainda uma pacífica monarca sempre de branco, a chamada «Rainha Branca», cujo título se aproxima notoriamente do significado do nome de Gwenevere, que em Bretão/Galês significa «Encantadora Branca» ou «Fada Branca»...

É extraordinário que a película não tenha uma só cara não branca, pelo menos que me lembre, e que ninguém se indigne com isso. Este é pois mais um produto em que o europeu pode encher as vistas com cenários e ideias específicos da cultura autenticamente europeia.
Desta feita a viagem inter-dimensional, elemento central de toda a saga, deriva para o já quase lugar-comum da viagem no tempo, embora não chegue a tornar-se maçadora ou enjoativa, como sucede noutros casos da moderna ficção científica. A personificação do Tempo dá outra riqueza à narrativa, bem dentro do tipo de ficção que caracteriza a história da jovem Alice. Parecendo, como parece a muitos, um vilão, um inimigo, um tirano que a seu tempo tudo devora, acaba por ficar representado como um gajo porreiro, que no fundo até dá hipóteses a toda a gente, como diz a própria Alice: «antes de nos tirar, dá-nos». A personagem podia já agora ter permanecido no campo do dúbio, porque continua a ter o seu quê de triste, sem deixar de oferecer maravilhas mil, mas atendendo a que o filme é também ou em grande parte para crianças, compreende-se que se queira transmitir uma ideia positiva e optimista...

MÃE DE CALOIRO MORTO ACUSADA DE DIFAMAÇÃO...

Quinze anos não chegaram para quebrar o pacto de silêncio imposto na Tuna Académica da Universidade Lusíada de Famalicão sobre a morte de Diogo Macedo, em Outubro de 2001. Esta quarta-feira, José Afonso, mediador de seguros, que se disse ainda “tuno” perante o Tribunal da Maia, recusou o que a Justiça já descobriu. “O que aconteceu naquela noite não foi praxe. A violência não é praxe”, sublinhou.
“Foi então violência o que aconteceu?”, questionou Sónia Carneiro, advogada de Maria de Fátima Macedo, mãe do jovem que então morreu com 22 anos. José Afonso, conhecido na tuna como “o comuna”, negou e insistiu não saber o que provocou a morte de Diogo. Não viu nada.
“Há factos evidentes, um tribunal concluiu que a morte se deveu a agressões em praxe. Estavam lá dez pessoas e ninguém sabe o que aconteceu?”, perguntou a procuradora. José Afonso recordou que foi a universidade que foi condenada, em 2009, num processo cível. Diogo morreu após ter sido agredido numa praxe durante um ensaio da tuna, concluiu um juiz naquele processo. A tuna reuniu-se e terão acertado versões sobre o sucedido: ninguém se recorda do que fizeram ao jovem. “Um muro de silêncio”, lamentou então o magistrado. José Afonso apenas admite a reunião: “Falam de um pacto. Não sei o que é isso…”
A investigação ao homicídio acabou arquivada. Diogo era aluno do quarto ano de Arquitectura, mas nunca passou de caloiro na tuna. Porquê? “Porque musicalmente era ainda fraco”, disse, num esgar, José Afonso. “Não seria porque era muito bom aluno, porque faltava aos ensaios da tuna sempre que era altura de estudar para os exames?”, questionou a advogada Sónia Carneiro. “Não”, disse José Afonso.
A Justiça nunca conseguiu encontrar os responsáveis pela morte de Diogo e agora é a mãe, Maria, quem se senta no banco dos réus, acusada de difamar Olavo Almeida, um dos jovens que foi arguido no processo-crime. Invoca o direito à revolta. Em entrevistas a um jornal e a duas televisões tratou-o como “suspeito” e “assassino”. Olavo queixa-se de ser apontado na rua como o suspeito da morte de Diogo.
Esta Mércores, na segunda sessão do julgamento, José defendeu Olavo. “Sabemos todos que ele é o mais injustiçado, mas nenhum de nós sabe porquê.” Depois surpreendeu a juíza. Num ápice, tirou do bolso uma revista que disse ser igual à que terá sido usada naquela noite para agredir Diogo. “Foi este boletim da universidade de 2001. Não foi uma revista grossa. Não foi uma praxe. Foi um toque que lhe deram”, assegurou. “Que coincidência, senhor Afonso. Foi esse boletim?”, interrogou a juíza. “Não, quer dizer… foi um igual.”
Na sessão anterior, Olavo admitira que o jovem fora agredido com uma revista por não se lembrar do seu nome. Foi ainda obrigado a fazer flexões. Como é que José Afonso sabe disso? Estava lá, naquela noite. Chegou mais tarde, mas teve “conhecimento de que o boletim foi usado pelo Armando [outro dos suspeitos na investigação arquivada] numa praxe”.
Afinal houve praxe? Sim. “Tive conhecimento de que o Olavo participou numa praxe e que o Diogo fez flexões mais do que uma vez” e que “houve outras pessoas que praxaram o Diogo”. Quem? Não disse.
Pais do Meco apoiam mãe
José Afonso não se lembra da alcunha de Diogo na tuna. Era o “Pêras”. Lembra-se de ter chegado ao ensaio, atrasado, e de ter “trocado umas palavras com ele”. Tinha-o “visto nos cinemas em Braga”, uns dias antes, mas ele não o vira. Foi José Afonso quem depois pediu ao contínuo da universidade para chamar uma ambulância. O relatório da autópsia narra traumatismos desde a cabeça aos testículos.
Na sala de audiência, pais e mães dos seis jovens da Universidade Lusófona que morreram durante uma praxe na praia do Meco, em 2013, contiveram-se. Viajaram 300 quilómetros para apoiar Maria de Fátima. “Tentam à força colar este caso ao do Meco e isso revolta-me. Sinto-me atingido”, ouviram de José Afonso.
Esta quarta-feira, Madalena Silva, outra testemunha, amiga de vários anos de Olavo Almeida, lançou um desafio à Justiça. “Se calhar, o caso deveria de ser reaberto para se saber o que aconteceu naquela noite.”
*
Fonte: https://www.publico.pt/sociedade/noticia/mataram-diogo-em-praxe-e-pacto-de-silencio-ainda-cala-a-verdade-em-tribunal-anos-depois-1733027

* * *

Que uma mãe que perdeu o filho numa situação mal esclarecida, cujos intervenientes não foram obrigados a falar como seria justo que tivesse acontecido - ou isso ou serem punidos como cúmplices - só constitui testemunha da podridão moral que circula nos meandros estudantis, bem como da necessidade de fazer nova luz e disciplina sobre o sucedido.

SOBRE A AMEAÇA DO MUSLO ELEITO NO LONDONISTÃO AO CANDIDATO «ISLAMÓFOBO» NOS EUA

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2016-05-10/muculmano-prefeito-de-londres-ataca-ideia-de-trump-de-proibir-islamitas-nos-eua.html
*
Recém-eleito presidente da câmara de Londres, o muçulmano Sadiq Khan atacou a visão "ignorante" do empresário americano Donald Trump, pré-candidato republicano à presidência dos EUA, sobre o islamismo, em Martes dia 10. A crítica do político é consequência da proposta do magnata de impedir temporariamente a entrada de seguidores do islamismo em território norte-americano caso seja eleito para a Casa Branca. 
A crítica vem após uma entrevista de Trump ao jornal ao jornal The New York Times na qual o magnata afirmou que abriria uma excepção ao presidente da câmara londrino caso ele quisesse viajar aos EUA.  De acordo com o norte-americano, a proibição "total e completa" da entrada de muçulmanos estrangeiros deve ocorrer "até que os representantes do país possam descobrir o que está acontecendo".
"Isso [a proibição] não é sobre mim. É sobre meus amigos, minha família e todos os que têm uma origem similar à minha", disse Khan em comunicado. Chamou «ignorante» à visão de Trump sobre o tema, ressaltando que ela pode tornar os EUA e o Reino Unido em lugares menos seguros, com o risco de isolar muçulmanos pelo mundo e lançá-los para a influência dos extremistas.
Nascido em Londres e filho de imigrantes paquistaneses, Khan foi eleito para a câmara londrina com ampla vantagem de votos na semana passada, após uma campanha na qual o seu rival conservador, Zac Goldsmith, o acusou de ter plataformas comuns com extremistas islâmicos.
(...)

* * *

É só mais um caso da inacreditável arrogância tão típica de tantos muçulmanos, mesmo de muitos dos que se dizem moderados, como aqui se vê - ainda mal foi eleito num país que não é o seu e já quer ensinar a um norte-americano o que fazer nos EUA... e de uma maneira também muito típica da sua hoste: «ou deixas a nossa malta entrar no teu país livremente, ou se calhar vai haver chatices...» Ou seja, a ameaça sonsa do costume, ao estilo mafioso. Coitadinhos dos muçulmanos que são super hiper ultra mega pacíficos, porque a sua religião é a religião da paz!!!!!!!!!!!!!!!!!!!, mas se não os deixam entrar na América, eles irritam-se e resolvem massacrar em massa na América e no Reino Unido também, mesmo que o Reino Unido não tenha dito um caralho sobre isto, não interessa, leva também, se calhar porque o Reino Unido é que tem a culpa dos EUA existirem e assim... Gente cheia de calor humano é assim, fica triste se não a deixam entrar livremente em casa alheia e depois perde as estribeiras e manda de imediato às urtigas a alegada essência da sua própria religião, olha que curioso... os muçulmanos extremistas são pouquíssimos, muito poucos mesmo, microscopicamente reduzidos, mas pelos vistos têm força para arregimentar os muçulmanos que não possam entrar nos EUA...
Só mesmo os Nacionalistas é que podem meter esta malta na ordem,  travando a imigração, repatriando os ilegais e cancelando a nacionalidade dos que, em virtude da sua ancestralidade, nunca deveriam tê-la adquirido.

MAIS QUATRO ALÓGENOS DETIDOS POR PLANEAREM UM ATENTADO TERRORISTA NA BÉLGICA

Quatro pessoas foram detidas na região belga de Flandres sob suspeita de participação num grupo extremista que estaria planeando um novo atentado terrorista no país, segundo informou a Promotoria da Bélgica nesta Mércores.
"Quatro pessoas foram levadas sob custódia para interrogatório. Uma delas foi colocada sob prisão pelo juiz de instrução. Outra foi presa e marcada electronicamente. As outras duas foram soltas sob condições estritas", disseram as autoridades através de um comunicado oficial. 
Nenhuma conexão entre esse caso e os as explosões de Bruxelas foi estabelecida até ao momento. De acordo com a justiça belga, a polícia fez uma varredura em oito localidades na região e não encontrou qualquer arma ou explosivo. 
*
Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20160525/4771365/Quatro-pessoas-presas-Belgica-ataque-terrorista.html#ixzz49hMlLV24

* * *

Falta dizer o que aqui se lê: http://pamelageller.com/2016/05/multiple-arrests-in-belgium-over-fears-of-new-islamic-terror-plot.html/que o quarteto é suspeito de recrutar gente para o combate islamista na Síria e na Líbia... dois dos detidos foram soltos em liberdade condicional...