terça-feira, dezembro 23, 2014

PROGRAMA DE DEMOLIÇÃO DE IGREJAS EM FRANÇA

As imagens mostram que a Igreja francesa sangra enquanto dorme. As imagens escandalosas por natureza, parecem  clamar a França que ainda se declara católica:  “Desperta, tu que dormes” (cf. Ef, V, 14). As imagens são claras: A crise da Igreja atinge um nível insuportável.
O governo francês, que por sinal é socialista, iniciou uma campanha - velada - de sabotagem dos templos católicos. Edifícios históricos de igrejas católicas que não estão restauradas são entregues para aluguel para empresas ou até para seitas. Depois de um tempo, são dadas para a demolição.
Segundo o portal cyplive, a lista de igrejas demolidas continua a crescer a todo vapor. Ao mesmo tempo, muitos sectores crêem que é inútil cobrar posicionamento dos membros do clero francês que se tornaram impotentes diante da situação, pois a legislação actual não está do seu lado.
O governo “pode” fazer isso graças a um facto histórico: Na sequência da aprovação  da lei “Sobre a separação entre Igreja e Estado”, em 1905, a maioria dos templos tornaram-se propriedade do Estado ou dos municípios. Desta forma, as comunidades religiosas adquiriram o status dos usuários.
A igreja de Saint Jacques em Abbeville, por exemplo, foi construída em 1878. Em Fevereiro deste ano, a câmara municipal interditou em estado de emergência o prédio  e aprovou a decisão de demolir.
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Agradecimentos ao camarada RC por me ter dado a conhecer esta página: http://fidespress.com/mundo/franca-inicia-campanha-para-demolir-igrejas-catolicas/
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Bom sinal, sem dúvida... uma religião expansionista e intolerante vinda do Oriente semita, que há dois mil anos se infiltrou na Europa e, subrepticiamente, cresceu até ganhar força para se impor de modo totalitário, marcha agora a pique para o abismo da História morta. Enquanto isso a Europa continua, apesar de tudo, a ser Europa - os Europeus existem e reagem, os votos nos partidos identitários de vários tipos aumentam a olhos vistos.
Alguns observadores, de orientação católica, ou sob influência indirecta do Catolicismo pela via de escribas conservadores, mostram tendência a de imediato contrapor este indicador, o da queda das igrejas, ao proliferar de mesquitas em França e no resto do Ocidente. De facto este avanço autenticamente territorial desse outro credo expansionista e intolerante oriundo do Oriente semita não deixa de ser inquietante, não há dúvida, mas a verdade é que uma coisa não implica a outra. Note-se, antes de mais nada, que também entre os alógenos há muitos cristãos, e no todo há até mais imigrantes não muçulmanos do que muçulmanos, isto em França, o país com mais muçulmanos da Europa Ocidental, como aqui se constata: http://en.wikipedia.org/wiki/Religion_in_France Estes dados de modo algum retiram o carácter ameaçador que o Islão tem para a identidade europeia, mas deixam claro que a força da Cristandade só por si não garante a salvaguarda de qualquer identidade francesa ou europeia, antes pelo contrário, a Cristandade até contribui para a diluição identitária da Europa. E não é por o Cristianismo cair que o Islão aumenta, essa competição religiosa só existe na cabeça dos cristãos mais devotos. Do ponto de vista coerentemente identitário, digo eu, a visão é bem outra - o culto cristão esfuma-se?, tanto melhor, é menos um inimigo da Europa. 

segunda-feira, dezembro 22, 2014

EM FRANÇA - ATROPELAMENTO DE PESSOAS E ATAQUE CONTRA POLÍCIAS EM NOME DE ALÁ

Fonte: http://expresso.sapo.pt/homem-atropelou-onze-pessoas-em-franca-enquanto-gritava-ala-e-grande=f903666#ixzz3MetDH0ks
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Um homem, nascido em 1974, atropelou este domingo ao início da noite vários peões na cidade francesa de Dijon, em cinco locais diferentes, ferindo onze pessoas, duas delas com gravidade. Estes dois feridos não correm risco de vida, avançam os meios de comunicação franceses. 
O homem, que vestia uma túnica branca durante o ataque, disse ainda que estava a agir "em nome das crianças da Palestina".
O atacante, que segundo a polícia sofre de perturbações mentais e estaria a ser acompanhado num hospital psiquiátrico, seguia ao volante de um Clio. Segundo algumas testemunhas estariam no interior do veículo outros dois ocupantes, escreve o diário francês "Libération". Tudo aconteceu por volta das 20h (19h em Portugal) e os vários atropelamentos duraram cerca de meia hora.
Segundo uma fonte policial, o homem vestia uma "jalaba" (túnica branca usada por muitos muçulmanos) e gritou "Allahu Akbar", Deus é Grande em língua árabe.

Polícia francesa atacada por extremista
No sábado, a polícia francesa matou um outro homem em Indre-et-Loire que atacou três agentes com uma faca numa esquadra da polícia local.
Tratava-se de Bertrand Nzohabonayo, um francês convertido ao Islão, nascido em 1974 no Burundi. No momento do ataque, o homem gritou igualmente "Alá é Grande". 
Este indivíduo manifestara, há poucos dias, "a sua radicalização" através de uma página de Facebook onde colocou "uma bandeira" do grupo radical do Estado Islâmico, segundo revelou o ministro do Interior Bernard Cazeneuve.
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Curioso como a «religião da paz» tão facilmente inspira coisas destas, ele há com cada coincidência constante, quer se diga que quem o faz é maluquinho, quer quem o faz seja tão alógeno ou mais que o próprio Islão... Observa-se, neste último caso, como a imigração oriunda do terceiro-mundo africano continua a fornecer material humano para a «jihad» em solo europeu. 
Também há dois mil anos uma religião totalitária semita vinda do Próximo Oriente ganhou força em solo europeu através da conversão de estrangeiros, escravos e outros desenraizados...
De resto já se sabe há muito o potencial que esta gente oferece às fileiras do Islão - é pessoal facilmente arregimentado por quem prega o ódio à Europa. Trata-se aqui do efeito do ressentimento contra o branco colonizador europeu, o qual ainda por cima faz «mea culpa» constante e que por isso é um alvo fácil da parte de quem está, no seu terceiro-mundo, habituado à linguagem da força e da desigualdade com base na força. O povo, o zé povo, já sabia há muito que quem muito se agacha vê-se-lhe as nalgas.

CERCA DE UMA CENTENA DE COMBATENTES EUROPEUS DO CALIFADO TERÃO SIDO ABATIDOS POR QUEREREM IR EMBORA

Fonte: http://expresso.sapo.pt/cem-combatentes-estrangeiros-mortos-pelo-estado-islamico=f903653#ixzz3MeqMRYJa   (artigo originariamente escrito sob o novo acordo ortográfico mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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O auto-proclamado Estado Islâmico (EI) executou 100 estrangeiros que combatiam naquele grupo extremista por terem tentado fugir do quartel-general do EI na cidade síria de Raqqa, revelou o "Financial Times" este sábado.
Um activista próximo do diário britânico, e que contesta quer o EI, quer o regime sírio do Presidente Bashar al-Assad, disse ter "comprovado 100 execuções" de combatentes estrangeiros. Outros testemunhos referem a criação de uma polícia militar para punir os combatentes estrangeiros que não se apresentarem ao serviço.
Dezenas de casas foram bombardeadas e muitos jiadistas detidos, escreveu o "FT". Muitos destes homens que rumaram à Síria com o sonho de combater ao lado do Estado Islâmico acabaram desiludidos com a realidade.
De acordo com a imprensa britânica em Outubro, cinco britânicos, três franceses, dois alemães e dois belgas, que mostraram vontade de regressar a casa queixando-se de estar a combater outros grupos rebeldes e não o regime de Bashar al-Assad, foram presos pelo grupo jiadista.
No total, entre 30 a 50 britânicos querem regressar ao seu país de origem, mas temem ser detidos, explicaram especialistas de Centro Internacional para o Estudo da Radicalização do King`s College de Londres, que estiveram em contacto com um dos jiadistas.
O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Rui Machete, também afirmou em Outubro à rádio Renascença que "dois ou três [portugueses], sobretudo raparigas" que tinham integrado as fileiras do Estado Islâmico queriam regressar a Portugal. Fazem parte de cerca de "12 ou 15" cidadãos com nacionalidade portuguesa que foram para a Síria, disse ainda o MNE, salvaguardando no entanto que os números não são certos.
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Facilmente se imaginam vinte ou trinta jovens europeus ali estacionados a dizerem «eh pá, bora daqui pa fora já, eles vão fazer o quê?, matar o pessoal todo que quer fugir, não???, bora, vamos...». Enfim, tudo indica que aquilo ali é mesmo outro mundo.

O PNR NÃO ESQUECE O «CASO HUGO ERNANO»

Não podemos aceitar que este assunto possa ser classificado como do foro exclusivo da Justiça. Não! É um assunto que diz respeito a qualquer português. Aliás, a própria Justiça e o seu correcto funcionamento dizem respeito a todos nós.
O PNR é o único partido que se mobiliza e manifesta em defesa deste caso que configura uma flagrante injustiça e perseguição. Não se trata de aproveitamento algum. Pelo contrário, somos um partido de causas! E a causa da defesa das forças de segurança é uma causa nossa desde há muito tempo. O combate à criminalidade também. A defesa de uma Justiça para todos, independente de pressões dos donos do poder e do politicamente correcto, também.
Convocamos uma acção de apoio porque defendemos aqueles que têm por missão defender os cidadãos. Porque entendemos que as forças da ordem são um pilar fundamental da nossa soberania, segurança e liberdade. E, neste aspecto, como em tantos outros, não podemos generalizar nem particularizar. Se por um lado se pode afirmar que há agentes da autoridade que abusam dessa autoridade, também temos que reconhecer que em todos os campos há bons e maus funcionários. Ora isso não pode pôr em causa as instituições e o seu papel fundamental.
É absolutamente lamentável que em Portugal se proteja o bandido e persiga o polícia.
Mas, afinal, que país é este e que sinais são dados pelo poder? As forças da ordem servem para quê? Apenas para serem utilizadas como protecção aos governantes e na caça à multa para encherem os bolsos desses mesmos e esvaziarem os dos cidadãos? Aí, na óptica dos senhores do sistema, as forças da ordem já são úteis? Então e para protegerem o cidadão comum contra bandidos, não servem e é isto que sucede? 
É um escândalo a perseguição feita a Hugo Ernano e a protecção dada a um delinquente que em vez de mandar o filho para a escola o andava a iniciar na prática do crime. Onde já se viu um agente da autoridade, por ter cumprido o seu dever e assim ter com certeza evitado males maiores, ser obrigado a pagar uma indemnização a um criminoso? Isto é um absurdo total! Uma vergonhosa afronta! Então e os polícias que têm sido assassinados em serviço? Alguma vez os governantes se preocuparam em apoiar e indemnizar as famílias em tão alta proporção? Esses, são miseravelmente abandonados!
(...)
Mas nós, que não nos acomodamos nem viramos a cara à luta, queremos mostrar o nosso agradecimento a quem nos defende, e o mais veemente repúdio pelos criminosos e também pelos responsáveis que abandonam o polícia por medo de irem contra os dogmas politicamente correctos.
É pois, um dever de todos aqueles que ainda têm as ideias no lugar apoiar esta causa transversal: a defesa de um guarda, um português, que está a ser vítima da mais vergonhosa injustiça e perseguição apenas por cumprir o seu dever.
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Fonte: http://www.pnr.pt/discursos/sobre-caso-hugo-ernano/

domingo, dezembro 21, 2014

SOLSTÍCIO DE INVERNO - HOJE ÀS 23:03


Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir
Raios dessa Aurora forte
São como beijos de mãe
Que nos guardam, nos sustêm
Contra as injúrias da sorte

In Hino Nacional A Portuguesa, letra de Henrique Lopes de Mendonça (com música de Alfredo Keil)


Data da noite mais longa do ano, dia que em Roma era dedicado à Divália (palavra que por coincidência ou não se assemelha a Diwali, festival de luz hindu, realizado não muito longe desta data), celebração da deusa Dia, ou Angerona, daí que esta festividade também se chamasse Angeronália... Angerona é também conhecida como Tácita, Deusa do Silêncio necessário para que se não profiram palavras indevidas. Angerona é por alguns tida como a protectora sagrada de Roma.
Muito a norte de tudo isto, os Germanos consideravam este dia como o primeiro da Cavalgada Selvagem de Odin e das suas Valquírias, e dos seus Einherjar (fantasmas dos combatentes), pelas alturas celestes, o que estará eventualmente na raiz da história do velhote de barbas nórdico trajado de vermelho que anda pelas céus nocturnos do mundo a distribuir prendas...

Informação sobre o solstício de Inverno deste ano: http://www.ionline.pt/artigos/portugal/solsticio-inverno-chega-domingo-numa-noite-fria/pag/-1

MÚSICA NATALÍCIA DA EUROPA PRÓSPERA


A «Petersburger Schlittenfahrt», uma das minhas favoritas desta quadra... Feliz Natal, cambada

PETIÇÃO PARA TRAVAR A PRIVATIZAÇÃO DA TAP


Os trabalhadores da TAP Portugal e demais cidadãos interessados abaixo assinados, vêm manifestar publicamente a sua total discordância em relação à privatização da TAP Portugal SGPS, anunciada no passado dia 13 de Novembro de 2014, pelas razões que a seguir se invocam: 
1. A TAP Portugal é uma Empresa de todos os Portugueses e considerada por nós uma extensão do Território Nacional, não podendo ser vendida sem o Governo demonstrar a utilidade pública desta venda, bem como a sua necessidade urgente e impreterível. 
2. A TAP Portugal SGPS emprega mais de 12 mil trabalhadores directamente, e uma condução precipitada da sua venda, tendo por base as declarações dos vários interessados quanto à redução do número de trabalhadores, poderá prejudicar ainda mais a economia nacional e, neste caso específico, a própria sustentabilidade a curto/médio prazo da Segurança Social. 
3. Esta privatização, tal como já demonstrado noutras Empresas do tecido empresarial do estado, publicas ou não, tal como PT, a EDP e a Cimpor, não protege os interesses nacionais. 
4. Este modelo de privatização não protege adequadamente as Regiões Autónomas, o HUB de Lisboa, as rotas ultramarinas ou a Diáspora. 
5. A calendarização para a venda da TAP Portugal SGPS, que este Governo, em fim de mandato e derrotado em todas as sondagens públicas, preconiza, não pode ser aceite. 



Pelo exposto, os ora signatários solicitam que: 
• Se suspenda o processo de privatização da TAP Portugal SGPS; 
• Em sede de Comissão Parlamentar se proceda à avaliação, do modelo de privatização que o Governo propõe. 
• Se proceda à realização de um referendo público, com carácter vinculativo, sobre se os Cidadãos Portugueses concordam com a privatização da nossa TAP Portugal, Companhia Aérea de bandeira. 

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Fonte: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=TAP-Privatizacao

CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA TAP

Privatizar a TAP é uma ideia tão má, e tão perigosa, que nem o Governo a defende. O Governo apresenta-a como inevitável, assim como quem toma uma decisão mas já está a garantir o alibi para escapar à responsabilidade pelas mais que previsíveis consequências.
(...)
A TAP, enquanto empresa pública, não se destina a «dar lucro», objectivo das empresas privadas para poderem distribuir dividendos aos seus accionistas remunerando o capital aí investido. A TAP destina-se a criar riqueza para o País. E cria: mais de 12 mil postos de trabalho directos no Grupo; perto de 20 mil indirectos; mais de 100 milhões de contribuições anuais para a Segurança Social e outro tanto para o IRS; mais de dois mil milhões de euros de vendas ao estrangeiro sendo o maior exportador nacional; responsável directa por entre três e cinco por cento do PIB. Cria riqueza ainda no sentido de se afirmar como instrumento de soberania, por mal potenciada que esteja a ser e está. E faz tudo isto sem receber qualquer apoio público desde 1997, e com uma dívida que no essencial é relativa aos seus activos (o leasing dos aviões) e a uma negociata nunca devidamente explicada (a da compra da deficitária ex-Vem do Brasil, actual Manutenção Brasil).
(...) a TAP precisa de ser apoiada pelo Estado Português e não tanto de ser capitalizada: precisa que o Governo e a Administração deixem de ter como único objectivo «criar condições para privatizar»; precisa, como as restantes empresas públicas, de ser libertada das restrições à gestão artificialmente criadas pelos governos; precisa de ser apoiada diplomaticamente, nomeadamente para a resolução do problema no Brasil; precisa de investimento para a modernização da sua Manutenção; precisa que se pare com a desestabilização do handling; precisa que o Estado deixe de favorecer e financiar as suas concorrentes; precisa que a Banca pública assuma o seu papel no financiamento da actividade económica.
As necessidades de capitalização são altamente empoladas porque conduzem directamente à armadilha da inevitabilidade: e à tese de que a União Europeia não permite essa capitalização pelo Estado. O que também é falso. O ministro da Economia, sempre teatral, até levou para a Assembleia da República a «prova»: o documento «Competition Policy Briefing: State Aid for Airline Restruturing». Mas não o deve ter lido, ou teria reparado, logo na introdução, nesta pérola: «Estas regras aplicam-se a todos os sectores da economia, excepto ao sector financeiro, onde existem regras especificas devido à crise [Claro!]. No sector da aviação, muitas companhias enfrentaram dificuldades nos anos mais recentes e receberam apoio público.[Ah!]» Sem falar que um papelucho, mesmo em inglês, não se sobrepõe à Lei Fundamental do País, que estabelece claramente a existência de um Sector Público.
É verdade que existe um conjunto de legislação europeia que se destina a promover a concentração monopolista e a intensificação da exploração da força de trabalho no sector, e procura retirar instrumentos de soberania aos estados. Legislação que foi aprovada por PS, PSD e CDS e denunciada a seu tempo pelo PCP. Mas o Estado português pode e deve enfrentar essas restrições, o problema é que não o quer fazer.
Para terminar estas breves notas sobre mais uma tese da inevitabilidade, recordo os dois últimos processos de privatização. Que em 1998 foi Jorge Coelho quem disse que a TAP ou era privatizada ou desaparecia, e quem desapareceu foi a Swissair que ia comprar a TAP, e a Sabena, que a Swissair havia comprado. Que em 2012, já com o actual Governo, a TAP ou era privatizada ou desaparecia, e dois anos depois até cresceu e muito, e a Ibéria, vendida por essa altura, está a desaparecer.
(...)
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Fonte: http://avante.pt/pt/2142/argumentos/133421/

SATURNO, NA SATURNÁLIA


«O Triunfo de Saturno no Seu carro puxado por dragões» 
Le Triomphe de Saturne sur son char tiré par des dragons») por (Noel Coypel (1628-1707), no Palácio de Versalhes


SATURNÁLIA

sábado, dezembro 20, 2014

UMA ENCENAÇÃO DA SATURNÁLIA NUMA EUROPA DO NORTE COM ALGUMA HERANÇA ROMANA




https://www.youtube.com/watch?v=mvEf1pzCgxQ

MANIFESTAÇÃO DO PNR EM APOIO DE HUGO ERNANO

No contexto do chamado “Caso Hugo Ernano”, após a notícia de que o Supremo Tribunal de Justiça manteve a pena ao militar da GNR em questão e aumentou o valor da indemnização a pagar por este, o PNR sentiu uma vez mais a indignação que atravessa a sociedade portuguesa transversalmente.
Por não haver coragem, da parte dos magistrados, de se demarcarem dos dogmas do “politicamente correcto”, cometem-se inacreditáveis injustiças como esta.
Para além do sofrimento infligido a um guarda que cumpriu o seu dever, condiciona-se a actuação das forças de segurança num claro desincentivo a que cumpram a sua missão de defesa da ordem e dos cidadãos.
Protege-se assim os criminosos e penaliza-se o cidadão privando-o da segurança a que tem direito em virtude de se constranger a actuação das forças da ordem.
O PNR, que tem sido o único partido a apoiar Hugo Ernano desde a primeira hora, lamenta o silêncio e falta de apoio por parte de outros partidos, dirigentes políticos e altas patentes da GNR.
Face a esta situação de injustiça gritante, o PNR convoca assim uma acção simbólica de apoio ao guarda Hugo Ernano, em frente ao quartel onde presta serviço, na Rua Jacinta Marto, 5, no próximo dia 21 às 12:00 horas. Será entregue um cabaz de Natal à família e uma mensagem de solidariedade ao Comandante da sua unidade.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/pnr-promove-accao-de-apoio-hugo-ernano/

DESMANTELADA NO PAÍS VIZINHO REDE DE RECRUTAMENTO DE MULHERES PARA O ESTADO ISLÂMICO

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=172122
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Várias mulheres europeias já foram aliciadas para engrossarem as fileiras dos jihadistas como combatentes ou para se casarem com militantes.
O Ministro do Interior espanhol confirmou a detenção de sete pessoas suspeitas de tentarem recrutar mulheres para o Estado Islâmico, que resultou de uma operação conjunta entre as autoridades espanholas e as marroquinas. 
Quatro mulheres e um homem foram detidos em Barcelona, Ceuta e Melila, e outros dois homens na cidade marroquina de Fnideq. 
São todos acusados de formarem uma rede que tentava recrutar e depois enviar mulheres para a Síria e o Iraque.
No passado, várias mulheres europeias foram aliciadas para engrossarem as fileiras dos jihadistas como combatentes ou para se casarem com militantes. 
Em Setembro, a polícia espanhola já tinha detido nove pessoas, em Melilla, que suspeitava pertencerem a uma célula com ligações ao Estado Islâmico. 
Espanha está entre um grupo de países europeus que luta para travar a radicalização de jovens cidadãos muçulmanos, tentando evitar que se transformem em jihadistas na Síria ou no Iraque, e que após treinamento regressem aos seus países de origem para levarem a cabo ataques. 
Os serviços de segurança franceses também desmantelaram na segunda-feira uma rede destinada ao recrutamento e envio de jihadistas para a Síria. A operação concentrou-se principalmente em Toulouse (Sul do país), mas também foram efectuadas detenções na Normandia (Oeste) e em Paris. Mais de dez pessoas foram detidas. A operação foi liderada pela polícia antiterrorista e a Raid, uma unidade de elite das forças de segurança.
Dos três mil europeus que já rumaram à Síria e Iraque, para combater ao lado do Estado Islâmico, 1.100 eram franceses. 
Um relatório das Nações Unidas revelou que cerca de 15 mil voluntários de mais de 80 países, um número "sem precendentes", viajaram para a Síria e Iraque para ingressar nas fileiras jihadistas.

sexta-feira, dezembro 19, 2014

CELEBRAÇÃO DO SOLSTÍCIO DE INVERNO NO CASTRO DE MONTE MOZINHO



PROGRAMA


• Excursão de autocarro para o Castro Celta
• Concerto c/ LIGHTS ON(E) no auditório do Centro Interpretativo
• Dança Sagrada do Coração Único c/ Rita Teixeira (centro do Castro)
• Leitura de textos alusivos redigidos pelos participantes
• Troca de presentes de Natal
• Projeção de videos...
• Valor: 13 castros

RESERVAS:
931606437 e sementecacau@gmail.com

DATA LIMITE PARA RESERVAS:
12 de Dezembro

LOTAÇÃO:
120 viajantes

Fonte: https://www.facebook.com/events/557766960993078/


NA CHINA - FÁBRICA QUE USA PELE DE CÃO PODE VIR A EXPORTAR OBJECTOS PARA O OCIDENTE

Fonte: http://www.sol.pt/noticia/120653
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Luvas, sapatos e outros objectos estão a ser criados na China a partir da pele de cães e a serem vendidos no Ocidente, lê-se no Daily Mail.
Existem ‘fábricas’ que se dedicam a esfolar cães, passando a pele depois a outros armazéns que fabricam estes produtos.
As luvas e os sapatos exibem etiquetas a dizer que são feitos a partir de pele verdadeira, mas o rótulo não especifica qual a espécie de animal usada para fabricar estes produtos.
A denúncia foi feita pela People for Ethical Treatment of Animals (PETA). A organização divulgou fotografias de vários cães mortos empilhados e dos animais a serem mortos e esfolados.
A PETA afirma que os produtos estão a ser comercializados nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Austrália.
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Mais uma desgraça vinda do terceiro-mundo. O contacto do mundo ocidental com tal gente, os mercados abertos sem limites nem vergonha, nada trazem à Europa senão diversos tipos de miséria humana que os Europeus ou nunca tiveram ou já tinham conseguido ultrapassar.

SOBRE O MITO DA MINORIA RADICAL MUÇULMANA


No vídeo que acima se pode ver há que dar uns quantos descontos, digo eu. Depois do comentário pessoal sobre a alegada mediocridade de Ben Affleck como actor, que não vem para o caso e tem demasiada pinta de ataque ad hominem, há no teor do discurso alguma simplificação que parece tipicamente americana. Deve-se, creio, distinguir entre o radicalismo islâmico militante e as idiossincrasias de diferentes culturas. Por exemplo, há por aí demasiada gente, mesmo a não muçulmana, que acha bem o homicídio de mulheres por motivos «de honra»... independentemente disso, o que o Islão não causa o Islão reforça. De um modo ou doutro, o resultado é o mesmo, no que mais interessa ao estilo de vida europeu - o contacto de Ocidentais com populações de cultura muçulmana em nada de nada beneficia os primeiros, antes pelo contrário. E, por isso, o vídeo que acima se vê é bem mais positivo que negativo.


MAIS VIOLÊNCIA DE... JOVENS... NA NOITE DE LISBOA

Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/multimedia/videos/detalhe/cinco_feridos_a_facada_na_noite_de_lisboa.html   - Página com vídeo incorporado
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Cinco homens, com idades entre os 20 e os 30 anos, foram esfaqueados na madrugada de domingo, em sequência de duas rixas ocorridas junto a discotecas da Área Metropolitana de Lisboa. A PSP de Odivelas prendeu um suspeito das facadas.
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A notícia é omissa quanto à identidade étnica dos agressores. Sei apenas dizer que nos bairros de Loures e Odivelas referidos na reportagem abunda gente de origem africana. E numa das discotecas onde se registou conflito, a lisboeta Gossip, quem lá passe quando aquilo está a fechar quase só vê negros. Mas enfim, fica-se sem saber mais do que isto...




AVIAÇÃO MILITAR RUSSA EM 2014 - PESADELO PARA OS EUA E A OTAN?


Agradecimentos a quem aqui trouxe este vídeo informativo: https://www.youtube.com/watch?v=W_XGGngZqzE

PNR DENUNCIA A EVENTUALIDADE DA PRIVATIZAÇÃO DA TAP

A privatização da TAP voltou a estar na ordem do dia, e o Partido Nacional Renovador (PNR), uma vez mais, manifesta-se contra a privatização desta empresa.
Antes de mais, e parafraseando o texto de uma das petições lançadas contra a privatização desta companhia aérea, a TAP Portugal é uma empresa de todos os portugueses e considerada por nós uma extensão do Território Nacional, pelo que tem de ser defendida como companhia de bandeira de importância estratégica para a economia, para a ligação às comunidades portuguesas, para o turismo, para a coesão do território nacional e para a projecção de Portugal no mundo. De salientar também que a TAP tem sido um factor de projecção barato da imagem do nosso País e, por vezes, o único veículo do conhecimento da “marca” Portugal no exterior.
Uma privatização, tal como já demonstrado noutras empresas do tecido empresarial do Estado (nomeadamente, a PT e a Cimpor), não protege necessariamente os interesses nacionais, pelo que o PNR considera a TAP demasiado importante para cair num futuro incerto em mãos privadas. Provavelmente, um futuro dono português vendê-la-ia ao estrangeiro com mais-valias, enquanto um futuro dono estrangeiro tenderia a defender os seus próprios interesses, que muito provavelmente seriam diversos dos de Portugal. Em qualquer, dos casos, seriam sempre Portugal que ficariam a perder.
Atendendo a que Portugal é um país periférico, afastado das grandes concentrações populacionais, com uma TAP em mãos privadas (provavelmente, estrangeiras), os seus proprietários poderão eventualmente não se interessar por Portugal como destino turístico e preferir investir nas rotas de grande tráfego e de grande lucro potencial, o que comparativamente não favorece Portugal nem os portugueses que viajam nesta companhia fora dessas rotas (nomeadamente os muitos milhares que trabalham nos países lusófonos). Nessas circunstâncias, os preços das viagens de e para Portugal poderiam tornar-se substancialmente mais caros, arruinando vários sectores da economia nacional.
Por outro lado, a TAP emprega mais de 12 mil assalariados, e uma condução precipitada da sua venda, tendo por base as declarações dos vários interessados quanto à redução do número de trabalhadores, poderá prejudicar ainda mais a economia nacional.
Quanto à questão do financiamento da TAP e da necessidade de renovação da sua frota, a legislação comunitária que o impede pode ser contornada, bastando que o Governo invoque a chamada “Cláusula do Interesse Nacional Vital” prevista nos Tratados (e que é fácil de justificar à luz dos argumentos aqui expostos). Em matéria de recapitalização existem mesmo organismos internacionais (Banco Europeu de Investimento, por exemplo) que disponibilizam linhas de crédito para projectos superiores a 25 milhões de euros, além de que não faltariam instituições bancárias disponíveis para financiar a renovação de uma empresa com a viabilidade que a TAP tem nos seus moldes actuais.
Em matéria de gestão da empresa, os resultados positivos que se verificam desde a contratação de uma equipa experiente de gestores profissionais demonstram que a TAP não tem de ser privatizada para ser lucrativa. Bem pelo contrário, uma empresa que dá lucro ao Estado (e que ainda por cima é de uma importância estratégica para o País) jamais deveria ser vendida.
O PNR considera contudo que a convocação de uma greve para o período do Natal e do Ano Novo é um acto desumano, na medida em que prejudica milhares de pessoas que já tinham as suas visitas às famílias marcadas e/ou as suas férias pagas, para não falar dos danos colaterais provocados à indústria hoteleira. Numa tal situação, justifica-se a requisição civil, até porque o principal objectivo dos trabalhadores da empresa ficou desde logo cumprido, ao conseguirem trazer a discussão sobre a sua privatização para a ribalta.
Por último, cabe aqui referir que a hipocrisia do PS é proporcional à obsessão privatizadora e à cegueira suicida do PSD/CDS nesta matéria: com efeito, durante os governos PS na década de 1990, e já em 2001, a privatização da TAP esteve sempre em cima da mesa e chegou mesmo a ser agendada. Mais tarde, durante os Governos Sócrates, também foi sempre admitida como uma hipótese. Só a mais pura demagogia justifica pois que António Costa, favorável à privatização quando fazia parte dos elencos governativos do PS há não muitos anos atrás, venha agora, na oposição, dizer que é contra.
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Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/nacional/questao-da-tap-da-respectiva-greve/

quarta-feira, dezembro 17, 2014

O VERDADEIRO NATAL - O RETORNO OCIDENTAL À SATURNÁLIA



«Estamos no mês de Dezembro e no entanto toda a cidade está num corrupio! À festividade, financiada pelo Estado, é dado livre curso. Em toda  parte ecoa o barulho das preparações em larga escala. (...) ter jantares festivos com uma nota de alegria (...) multidão coroada de festa (...) quando toda a gente à volta está bêbada de todo (...)»

Séneca, historiador romano (nascido no ano quatro da era comum) sobre a Saturnália, «Carta XVIII»
Fonte: http://www3.nd.edu/~undpress/excerpts/P01380-ex.pdf

O poeta Marcial, nascido cerca de trinta anos depois, escreveu: 
«Fartei-me de todo este jogo calculado e cansativo de dar presentes!»



Para o melhor e para o pior - e muito mais para o melhor que para o pior, tenho de dizer, eu - este é o verdadeiro Natal europeu. Depois de mil e setecentos anos de Cristianismo, e, concretamente, de intensa e propagandística cristianização do Natal, a verdadeira natureza do Ocidente vem cada vez mais ao de cima, e, concretamente, também no Natal. Todo o espírito de fraternidade e ao mesmo tempo de festa à grande, com comezainas e consumos diversos, presentes e mais presentes, tudo devidamente regado de pinga da grossa, nada tem a ver com o nascimento de um carpinteiro na Judeia há dois mil anos - é, na verdade, a magnificente celebração de Saturno, o Deus das Sementeiras e da bem-aventurada Idade de Ouro. 



«SINTRA - MAGIA, SONHOS E FEITIÇARIA»



♦ CAMINHADA NOCTURNA ♦
“Sintra, Magia, Sonhos e Feitiçaria”

::: Investigação histórica e organização: Miguel Boim (O O Caminheiro de Sintra)
::: Apoio: Lighthawk Tours

::: Sábado, 20 de Dezembro de 2014, 21h30
::: Inscrição: 6€ por pessoa [inscrições limitadas]
::: Iniciativa englobada no Turismo de Natureza.


► PONTO DE ENCONTRO:
Vila de Sintra (informação do local exacto aquando da realização da sua inscrição).

► PARA SE INSCREVER:
1. Enviar e-mail para caminheiro.de.sintra@gmail.com requisitando a sua ficha de inscrição.

2. Será depois informado da existência de vagas, assim como do NIB para transferência e validação da sua inscrição. 

3. A sua inscrição só será validada após confirmação da transferência bancária.

4. A prioridade de preenchimento das vagas é definida pela ordem de chegada de mensagens à caixa de e-mail.

► INDICAÇÕES IMPORTANTES:
A caminhada durará cerca de 3h (incluindo paragens), para a qual deverá trazer roupas e calçado confortáveis (dificuldade do percurso - média; cerca de 6 quilómetros de extensão). 

O ritmo será aquele que mais adequado for às características do grupo e da temática em causa, ocorrendo paragens nas quais poderá descansar enquanto ouve antigas histórias.

Será necessário trazer água e um colete reflector. 

► SINOPSE:
No que hoje sonhou - tendo-o esquecido ou lembrando-o - cumpriu o que muitas das figuras da história também viveram: a magia que no estranho da vida se encontra sempre presente, e o bizarro, que por temor ou falso enlevo, parece em feitiço ter assim sido lançado. 
Nesta caminhada nocturna realizada em Sintra, prepare-se para ouvir o que algumas personagens do passado aqui sonharam, aqui na Serra viram, e aqui na noite em contadas lendas temeram.
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Fonte: https://www.facebook.com/events/873502282694819

PROCESSO DOS SUBMARINOS FOI HOJE ARQUIVADO


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Boas notícias para Paulo Portas: a VISÃO soube, em primeira-mão, que o Ministério Público decidiu arquivar o caso de Justiça que ensombrou o ex-ministro da Defesa nos últimos anos.
O Ministério Público decidiu não levar a julgamento nem deduzir acusações contra os arguidos do famoso Caso dos Submarinos, que investigou, durante oito anos, o negócio dos submergíveis comprados aos alemães. O despacho de arquivamento já é do conhecimento de Amadeu Guerra, director do Departamento Central de Investigação e Ação Penal e foi redigido pelos magistrados Josefina Escolástica e Júlio Braga.
Os principais envolvidos - Hélder Bataglia, Luís e Miguel Horta e Costa, Pedro Ferreira Neto (únicos quatro arguidos), Ana Gomes e uma jornalista (ambas assistentes do processo) já todos deverão ter conhecimento da decisão. Paulo Portas não. O ministro que durante dez anos esteve no centro do caso mediático, nem sequer será notificado.
Numa altura em que o PS vê um dos seus mais importantes ex-governantes a atravessar um processo judicial histórico, a direita é aliviada do seu fantasma mais real. E o vice-primeiro-ministro de Pedro Passos Coelho, que publicamente foi tratado como suspeito, pode dizer, com segurança, que nunca passou de uma mera testemunha para a Justiça. Dois pormenores curiosos: Portas só foi ouvido pela primeira vez em Abril de 2014 e a Justiça nunca pediu levantamento do sigilo bancário ao ministro.
Prescrição eventual
O despacho de arquivamento faz uma súmula, extensa, dos dezoito volumes que compõem o processo principal dos submarinos. O texto é uma peça processual complexa que junta resumos das diligências efectuadas nos últimos oito anos, excertos relevantes de inquirições, diagramas sobre os negócios, a cronologia completa dos factos, referências a resoluções de conselhos de ministros, correio electrónico entre as partes, cláusulas contratuais sujeitas a alterações, memorandos e até recados para a hierarquia.
No que diz respeito a conclusões, o despacho sugere que não terá havido intenção clara de beneficiar o consórcio alemão fabricante dos submarinos. Além disso, conclui que se tivesse havido corrupção, prevaricação ou outro ato criminal precedente relacionado com a assinatura do contrato de aquisição dos submersíveis, esse facto já estaria prescrito desde Junho de 2014.
Ainda assim, o arquivamento é baseado no facto de nenhum dos crimes de que havia indícios ter sido dado como provado pela equipa do Ministério Público que 'herdou' o caso há pouco mais de um ano e que se debateu com algumas contingências, nomeadamente a falta de colaboração de autoridades internacionais, o que contribuiu para que se tivesse perdido o rasto ao dinheiro das comissões pagas através de uma miríade de fundos e offshores.
Saiba as dificuldades encontradas pelos investigadores e leia os motivos que conduziram a este desfecho na próxima edição da VISÃO, nas bancas a 18 de Dezembro.
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Fonte: http://visao.sapo.pt/processo-dos-submarinos-arquivado=f804817
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Como observou uma utilizadora do Facebook,

● ALEMANHA: 3 presos 
● GRÉCIA: 1 preso
● PORTUGAL: Arquivado. Um foi para Presidência da Comissão Europeia, outro para Vice-Primeiro Ministro.


HÁ ORDENS E ORDENS... UMA QUESTÃO DE DIFERENTES CIVILIZAÇÕES


Legenda - diferentes estilos na Arquitectura da ancestralidade europeia:
Ordem dórica - Ordem jónica - ordem coríntia - ordem cristã

MUÇULMANOS JÁ VÃO MANDANDO EM MAIORCA...

Las mujeres, como los perros y otros animales considerados inmundos, no pueden pasear solas al lado de las mezquitas.
En Mallorca, inmigrantes musulmanes tienen una mezquita en la calle Juan Mestre de la capital de la isla balear.
Esta isla “pertenece” al Al-Andalus en el imaginario colectivo de los musulmanes, y en las calles hay agentes de la ORA, de la empresa Domier, concesionaria de este servicio municipal. Mujeres agentes de la ORA han sido acosadas y maltratadas verbalmente por fieles muy devotos musulmanes que van a la mezquita. La empresa ha retirado de la zona aledaña a la mezquita a sus mujeres trabajadoras por inseguridad ante las agresiones verbales. Fuentes del comité de empresa han explicado que solo se registraron casos de maltrato verbal pero para evitar posibles agresiones físicas que obligaran a activar el protocolo de seguridad decidieron trasladarlas a otras zonas menos conflictivas. La empresa Dornier cuenta con una plantilla de 140 controladores de los que unas sesenta son mujeres. Estas han explicado que cuando ellas todavía patrullaban por la zona los devotos musulmanes las obligaban a bajar de la acera y no les hacían caso si les sancionaban.
Desde hace varios meses solo patrullan hombres, para evitar el enojo de los creyentes muy fervientes del Islam.
El presidente de la comunidad musulmana, Youssef Jouihri, asegura que nunca ha solicitado al Ayuntamiento de Palma la retirada de las controladoras de la zona, y afirma que “Tienen derecho a poder trabajar. Para el Islam la mujer es una joya que debemos cuidar. No podemos despreciarla cuando está trabajando”.
Youssef Jouihri, y la comunidad musulmana están en desacuerdo con la zona azul de la ORA y afirman que “con la crisis económica un elevado porcentaje de creyentes está en el paro, y cuando se desplazan en coche a la mezquita nos cuesta pagar porque no tenemos trabajo”, explica Jouihri quien sostiene que “cada viernes se repite idéntica situación, acuden a la mezquita a rezar, se olvidan de poner el tique y reciben una sanción. Pagar ochenta céntimos cada treinta minutos es demasiado cuando estás en el paro y tienes cinco hijos”.
Sostiene Youssef Jouihri que el Consistorio tiene otras formas de conseguir dinero para las arcas municipales, incluso aboga por el regreso de las controladoras. “La mayoría de las chicas son muy educadas. Si alguien las ha molestado no es un auténtico musulmán”, concluye contradiciendo las declaraciones de las agentes. Estas aseguran que cuando todavía patrullaban por la zona iban por parejas por miedo a los musulmanes que las obligaban a bajar de la acera y no les hacían caso si les sancionaban.
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Fonte: http://www.minutodigital.com/2014/12/17/el-islam-impone-su-ley-en-zonas-de-mallorca/

PNR SAÚDA AUMENTO DAS QUOTAS DE PESCA DE PORTUGAL NA UE


Quotas de pesca para Portugal sobem 18% em 2015: boa notícia, mas magro consolo.
O PNR saúda o aumento das quotas de pesca conseguido pelo Governo junto da União Europeia. Mas, dado o verdadeiro assassinato da frota pesqueira nacional que tem vindo a ocorrer ao longo das últimas décadas (culpa da União Europeia e dos sucessivos governos), qualquer acordo vantajoso agora obtido será sempre um muito magro consolo para o sector das pescas, para a economia nacional e para o bolso das famílias portuguesas.
Esperamos agora que o Governo "não perca a embalagem" em matéria de pescas e deixe de adiar a alteração da legislação, de forma a proteger os pescadores de arte-xávega, pois está em jogo um tipo de pesca que dá sustento a muitas famílias e que o executivo teima em não proteger.

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Fonte: página Facebook do PNR

INVESTIGADORES ACONSELHAM - SE FOR PARA SE EMBEBEDAR, QUANTO MAIS PINGA MELHOR

Uma boa notícia de Natal, cambada:

O álcool pode proteger os consumidores de magoarem-se e, quanto mais intoxicados estiverem, menor o risco de mortalidade, segundo um estudo conduzido por investigadores da Universidade de Illinois, em Chicago.
O estudo constatou que aqueles que se magoavam estando sob o efeito de álcool tinham menores probabilidades de morrer no hospital.
Segundo Lee Friedman, autor do estudo, «após um ferimento, estar intoxicado parece ter um efeito de protecção substancial. Quanto mais álcool tiver no sangue mas esse efeito de protecção aumenta».
«Aqueles que revelaram valores mais elevados de álcool no sangue tiveram uma taxa de mortalidade hospitalar reduzida em 50%», sublinhou.
«Estes efeitos de protecção constatam-se independentemente da gravidade dos ferimentos», acrescentou.
O estudo acompanhou 190.612 pacientes tratados nos hospitais por conta de traumas entre 1995 e 2009. Todos eles foram submetidos a testes de alcoolemia aquando do internamento. Um total de 6.733 pacientes morreu.
Os ferimentos incluíam fracturas, traumatismos internos e feridas abertas. O álcool revelou-se benéfico em todos os lesionados, com as queimaduras a serem a única excepção.
Todavia, o autor do estudo alerta que esta constatação «não visa encorajar ao consumo de álcool».
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Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=602883

DIREITO DE ANTENA DO PNR AGORA - 17 DE DEZEMBRO, 19:40 H




Tempo de Antena anual do PNR na televisão pública que, afinal, até divulga a mensagem do PNR... mas só porque tem essa obrigação legal.
Por isso, no dia 17 de Dezembro, 4ª feira, antes do telejornal, não deixe de ver o nosso Tempo de Antena.
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Fonte: página de Facebook do PNR

IO SATURNÁLIA



O Natal genuíno tem origem na grande cerimónia da Saturnália, uma das celebrações mais festivas e desinibidas da Romanidade, que marcava o aniversário da dedicação do templo de SATURNO.
Durava sete dias e incluía o Solstício de Inverno.
Quem a preside é SATURNO, o Deus da semente e da semeadura (e, por extensão, do semen), derivando o Seu nome, provavelmente, de «Satus» («brotado de» ou «semeado»). A Sua celebração ocorria no final da última semeadura do ano.
A Sua esposa é OPS, o recurso alimentar do qual os Romanos usufruíam após a colheita do Verão. A Opália tem lugar a 19 de Dezembro.
Diz a Wikipédia que, passo a citar,
Na época romana, acreditava-se que tais Divindades, saídas das profundezas do solo, vagassem em cortejo por todo o período invernal, isto é, quando a terra repousava e era inculta por causa das condições atomosféricas. Deviam então ser aplacadas com a oferta de presentes e de festas em Sua honra e, além disso, induzidas a retornar ao outro mundo, onde teriam favorecido as colheitas da estação estiva. Tratava-se, em suma, de uma espécie de longo "desfile de carnaval".

O templo de SATURNO continha a estátua do Deus, recoberta de óleo, o que constituiria eventualmente uma técnica de preservação; estava além disso envolvida em laços de lã, que eram desfeitos no dia do Seu festival.

Macróbio diz que isto simboliza a semente que tinha estado nas entranhas e que brota no décimo mês, que era Dezembro, como o próprio nome do mês indica, isto no antigo calendário, no qual o primeiro mês do ano era Março. («Saturnália», 1.8.5).
O templo de SATURNO também continha o tesouro do Estado («Aerarium Saturni»).

A SATURNÁLIA, o «melhor dos dias» (optimus dierum, de acordo com Catulo, em «Carmina» 14:15) era iniciada neste templo com um grande sacrifício, no qual os senadores e os cavaleiros usavam as togas. Os sacrifícios a SATURNO eram realizados «Graeco Ritu», isto é, de acordo com o Rito Grego, ou seja, com a cabeça descoberta («capite aperto»), segundo o que diz Plutarco em «Questões Romanas» (11). Tal facto pode derivar da identificação de SATURNO com o grego CRONOS, Rei da Idade do Ouro, que é um aspecto de SATURNO especialmente importante durante a SATURNÁLIA, por motivo óbvio, como a seguir se verá.


A seguir ao sacrifício, realizava-se um banquete («convivium publicum», ou «convivium dissolutum»), ao qual toda a gente podia ir e que parece ter sido estabelecido em 217 b.c. ou 433 a.u.c. (segundo Macróbio, «Saturnália», 1.10.18; e também segundo Tito Lívio, «Ab Urbe Condita», ou «Desde a Fundação da Cidade», 22.1.19).
Lívio diz que se realiza nesta ocasião um «lectisternium», ou seja, um banquete oferecido aos Deuses em certas cerimónias solenes ou em sinal de reconhecimento, em que as estátuas dos Deuses são colocadas em leitos junto das mesas.

Neste dia, usavam-se roupas menos formais («synthesis») e capas leves («pilei»); as pessoas enchiam as ruas gritando «Io Saturnalia!».
A alegria reinava; encerravam-se lojas, tribunais, escolas, e os aedis permitiam a jogatina em público.
Nas casas com servos, os donos tratavam-nos como iguais. Por vezes os senhores serviam os servos à mesa, em alusão à igualdade e à transposição das hierarquias, evocando a mítica Idade de Ouro, quando tudo era perfeito. No seio da família, juntamente com os escravos, escolhia-se um rei momo, ou «Saturnalicius Princeps», que usava máscara e trajava de vermelho (a cor dos Deuses), o que não deixa de fazer lembrar o actual Pai Natal. Na verdade, esta igualdade, e por vezes inversão social (escravos a serem servidos por senhores) seria mais simbólica e religiosa do que propriamente social e real, pois que na maior parte dos casos eram os escravos que preparavam o banquete e, por detrás da desordem festiva, permanecia a sólida ordem romana.
Ofereciam-se presentes, tais como pequenos objectos de cerâmica, incluindo bonecas de cerâmica («sigillaria») às crianças (especialmente nos sextos e sétimos dias). Aos amigos, davam-se velas de cera («cerei»). Catão (em «De Agricultura», 57), recomendava que se concedesse aos subordinados uma ração adicional de 3+1/2 de vinho («vinum familiae»).


terça-feira, dezembro 16, 2014

CLÍNICA CANADIANA DE FERTILIZAÇÃO REJEITA MISCIGENAÇÃO

E agora uma notícia bonita: 
 - http://www.thewhitevoice.com/news/2014/8/3/canadian-fertility-clinic-bans-producing-mixed-race-children
 - http://www.calgaryherald.com/news/calgary/rainbow+families+Ethnic+donor+stipulation+fertility+centre/10063343/story.html?link=rss

No Canadá, uma clínica de fertilização in vitro rejeita miscigenar o património genético dos que a ela recorrem.
Uma mulher de Calgary, solteira, diz que ficou chocada quando se dirigiu à clínica para requisitar os seus serviços e aí lhe disseram que só poderia usar esperma de doadores da mesma raça que ela, branca.
O Dr. Calvin Greene, director administrativo da clínica, confirmou que o seu estabelecimento não trata de casos, casais ou singulares, que insistam em usar doadores de diferente grupo étnico. A política tem sido seguida nesta clínica desde que abriu, em 1980, conforme Greene explica: «não estou certo de que devamos estar a criar famílias arco-íris só porque alguma mulher solteira decide que é isso que quer. É sua prerrogativa, mas não é sua prerrogativa fazê-lo na nossa clínica.»
No site da clínica pode ler-se: «é prática do Programa Regional de Fertilidade não permitir o uso de esperma doado que resultaria numa futura criança com aparência racial diferente da da recebedora ou da do parceiro da recebedora.»
Greener explica que os médicos da clínica acham que «uma criança de uma determinada etnia deve ter a possibilidade de se identificar com as suas raízes étnicas». Mais afirma que os pacientes devem ter uma «conexão cultural» com os doadores.
A Comissão de Direitos Humanos de Alberta confirmou o direito a esta política depois de um casal branco ter apresentado uma queixa contra a clínica há cerca de cinco anos atrás, disse Greene. Não eram inférteis, note-se, mas queriam usar esperma não caucasóide. Greene acrescenta: «o nosso psicólogo avaliou-os e eu não vejo realmente porque é que um casal que não é infértil deva escolher doadores de esperma com os quais não têm relação cultural.»
Os casais inter-raciais que recorram à clínica têm a opção de usar doadores que sejam etnicamente similares a qualquer dos parceiros, informa o mesmo médico, notando que a maioria dos pacientes quer que os filhos se pareçam com eles.
De acordo com o Colégio de Médicos e Cirurgiões de Alberta, os médicos podem recusar-se a fornecer tratamento não urgente com base em motivações morais, desde que conduzam os pacientes a outros médicos que os atendam.
Todavia, o Programa Regional de Fertilidade é a única clínica de fertilidade em Calgary, portanto os pacientes têm de ir a Edmonton, Saskatoon, Vancouver ou mesmo mais longe se não concordarem com a política da dita clínica. 
Greene afirma que a instituição que dirige mais não faz do que seguir orientações similares no que respeita às regras de adopção nesta província, segundo as quais as crianças são colocadas em famílias da mesma base cultural sempre que possível. E questiona, retoricamente: «Perguntar-lhe-ia, porque é que não escolheria alguém da sua própria raiz cultural?»

A branca queixosa que queria um doador doutra raça alega que na clínica o leque de escolha acaba por ser reduzido e às tantas um doador terá vários filhos, e ela própria poderia facilmente ter escolhido o mesmo doador que uma amiga sua escolheu. Argumenta que está menos preocupada com a cor da futura criança do que com a saúde, personalidade e comportamento que possa herdar do pai. 

Curioso... então afinal o problema é terem todos o mesmo pai ou é o carácter e a saúde e tal?...

E de facto é mesmo isso que Greene responde, por outras palavras: «Ela precisa de procurar mais atentamente, porque posso garantir-lhe que gente razoável pode facilmente encontrar um doador adequado.»
Acrescenta que as minorias étnicas têm frequentemente mais dificuldade em encontrar doadores compatíveis porque o leque de escolha do material de doadores da sua raça é geralmente mais pequeno.
Greene é adamantino ao salientar que a sua clínica segue o espírito do Acto de Reprodução Humano Assistido do Canadá, que exige aos médicos que dêem prioridade ao bem-estar das potenciais crianças e não produzam crianças «design».

Em reacção, o professor de lei da Universidade de Alberta Tim Caulfield considera que o procedimento da clínica é «arcaico»: «assumir que a cor de pele determina a cultura, determina o bem-estar, penso que é infeliz», argumentando também que o Programa Regional de Fertilidade está a produzir crianças «design» de acordo com as suas próprias restrições. Diz também que as crianças cuja etnicidade é diferente da dos pais «terão uma experiência de vida diferente» mas «assumir que estes diferentes tipos de experiência de vida as põem de algum modo em desvantagem, ou que temos de garantir que toda a gente tem algum tipo de família "normal" é, penso, um erro.»
Mais afirma que a actual lei de reprodução assistida é obscura, mas na actual sociedade multicultural, as previsões demográficas indicam que os brancos serão em breve uma minoria e portanto não há maneira de ditar como deve ser uma família.

Muito, muito sintomático, o que diz o sujeito. Tem um discurso antirra no campo do ultrajante, mas ironicamente dá razão ao que dizem todos os «nazis» e «racistas» quando estes prevêem o fim do domínio branco na própria terra dos brancos. Entende-se - nem sequer é exagerado suspeitar que a antirraria politicamente correcta deseja há muito isso mesmo, a extinção do branco (europeu), ainda que na maior parte dos casos não se atrevesse a dizê-lo e alguns até fizessem troça, com sorrisos complacentes, das previsões «primárias» dos «racistas», denegrindo tudo isso como «paranóia». Afinal os «paranóicos» tinham razão. E alguém há-de pagar por isso sem serem os «racistas». Todos esses sorrisos terão de ser cobrados. 
Quanto ao resto do que diz o fulano...
Ao dar por adquirido que a demografia racial vai mudar, não lhe passa talvez pela cabeça que haja quem veja caos diluidor nessa alteração demográfica de que fala e que por isso mesmo não queira pactuar com tal monstruosidade.
Ao dizer que a cor de pele não determina a cultura, ou estupidifica o seu discurso ou aldraba conscientemente a questão, pondo-a ao contrário, fazendo neste caso por ignorar que a natureza levou diferentes raças a criar diferentes culturas e que, por isso mesmo, a  cada cultura corresponde, em condições naturais, determinada raça. 
Ao argumentar que a clínica do caso está também a produzir «crianças design», tenta fazer esquecer que manter as coisas no seu estado normal, ab origine, não é criar design algum, é simplesmente continuar a herança recebida da própria existência natural. 
Ao alegar que a experiência de vida do mestiço não é necessariamente inferior e que por isso é preciso pactuar com quem a quiser produzir, está, antes de mais nada, a suprimir à partida o direito que uma criança deveria ter de continuar e transmitir à posteridade uma estirpe, e isto mesmo é, aliás, bastante repisado pelos anti-racistas que atiram à cara dos «racistas» europeus que «nós portugueses/espanhóis/ingleses/etc. -já somos muito misturados!!!!» e que por isso já «não temos» legitimidade ou razão para querer uma Europa branca.

Um louvor é por isso devido à clínica de Calgary bem como à lei canadiana, suficientemente democrática para permitir esta actuação. Isto sim, é Ocidente.