quinta-feira, novembro 15, 2018

RECOLHA DE FUNDOS PARA CONSTRUÇÃO DE NOVO TEMPLO PAGÃO NA BULGÁRIA




Esta edificação constitui um novo templo pagão em construção na Bulgária. Será este templo dedicado a diversos Deuses adorados na antiga Trácia - terra onde hoje se situa a Nação Búlgara - entre os Quais Hécate, Senhora das Encruzilhadas, das Bruxas e dos Fantasmas, protectora em geral, e Diónisos, Deus do Êxtase.
O grupo religioso que está a levar a cabo esta obra inclui sacerdotes e historiadores e apela à boa vontade de quem os quiser ajudar com dinheiro. Para o fazer, aceda-se a esta página https://www.justgiving.com/crowdfunding/for-hekate-and-dionysos?fbclid=IwAR2v9D5vsfT08IcNXqF1WIMhF3omvfMwm1CwsapfQFIXP7eWySZOnPJY_jQ, na qual se podem ver mais imagens do templo, ler mais detalhes sobre o mesmo e participar na campanha de crowdfunding que almeja recolher três mil euros e neste momento já tem setecentos e noventa.

quarta-feira, novembro 14, 2018

PARA AJUDAR TRÊS AGENTES DA POLÍCIA DA ESQUADRA DA BELA VISTA EM SETÚBAL, PROFISSIONALMENTE VITIMADOS PELA INTERACÇÃO COM «JOVENS»...


MAIS UM TEMPLO HINDU ATACADO NO BANGLADESH

Em Chapainowabgonj, no Bangladesh, o templo hindu de Benodpur foi atacado no início de Novembro por um grupo de quinze ou dezasseis muçulmanos, que ficaram indignados quando viram que os hindus estavam a reparar uma das paredes do edifício. Pelo menos cinco hindus ficaram seriamente feridos no ataque. Os agressores parecem querer tomar posse do terreno do templo. Os agredidos chamaram a polícia, a qual não respondeu - mais tarde, um porta-voz das autoridades declarou que a polícia estava a fazer o possível para dar assistência legal às vítimas, mas que o incidente não tinha sido sério...
É de registar que a 31 de Outubro de 2016 uma multidão de cerca de cem muçulmanos invadiu uma aldeia hindu em Nasirnagar para alegadamente vingarem uma blasfémia que teria sido cometida por hindus. Esta incursão teve lugar durante o Diwali, festival das luzes do Hinduísmo, tendo deixado dezenas de feridos e estragos em diversos templos. Mais tarde, uma investigação governamental apurou que o ataque tinha sido planeado para conseguir expulsar os hindus do terreno que ocupam.
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Fonte: http://www.currentriggers.com/world/temple-attacked-hindu/?fbclid=IwAR38npqlEIY17uobMUs8PClgaUNBDRHfchhpIuyq0KaIQTH8wid0qmA8NHQ

TEMPLO HINDU DA DEUSA KALI MATA ATACADO NAS MAURÍCIAS

Em  Triolet, Ilhas Maurícias, um templo hindu foi vandalizado no final de Outubro por meio de tinta e gordura para macular os ídolos religiosos.
Já no ano passado vários templos hindus tinham sido vandalizados, o que deixou consternada a comunidade de praticantes do Hinduísmo, que constituem quarenta e nove por cento da população nacional, diante dos trinta e dois por cento cristãos e dos dezassete por cento muçulmanos.
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Fonte: Fonte: http://www.currentriggers.com/world/mauritius-kali-mata-temple/

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Porque será que onde quer que os credos universalistas de Abraão - Cristianismo e Islão - ganhem força numérica estas coisas começam a acontecer... seria porque o próprio Abraão se gabava e foi glorificado por destruir imagens religiosas de outras religiões?...

REINO UNIDO RECUSA DAR ASILO A CRISTÃ PERSEGUIDA NO PAQUISTÃO?

O Reino Unido tem até agora recusado dar refúgio à cristã paquistanesa Asia Bibi, acusada de blasfémia e por isso ameaçada de morte no Paquistão. Isto porque o governo britânico quer evitar revolta muçulmana. Com efeito, o secretário dos Negócios Estrangeiros, Sir Simon McDonald, declarou que é necessário encontrar um terceiro país para dar abrigo à cristã porque é necessário garantir a segurança do pessoal diplomático do Reino Unido no Paquistão...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/11/uk-refuses-to-offer-asylum-to-asia-bibi-for-fear-of-unrest-from-muslims?fbclid=IwAR33JfOE2hPsB86LFcouhYhJBhE5FqZO9z5XiwxjeOQjHy_br8xEtSaJpv0

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Mais uma invertebralice pegada da parte de típicos representantes da elite reinante... tanto ideal universalista e alegadamente igualitário não serve sequer para fazer frente a «bullies» quando os «bullies» são de outra raça/religião...

NO PAÍS AO LADO - JOVEM SEXUALMENTE ABUSADA POR GANGUE DE MARROQUINOS; O SEU NAMORADO FOI ESFAQUEADO

Em Santa Coloma de Gramenet, na Catalunha, uma jovem foi violada por catorze - 14 - marroquinos, os quais entretanto esfaquearam o seu namorado.
Dois dos violadores eram menores... muitos dos envolvidos já tinham sido presos por roubos violentos. Além disso tinham sarna...
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Fonte: 
https://casoaislado.com/la-nueva-manada-14-magrebies-abusan-sexualmente-una-chica-barcelona-apunalan-novio/
https://www.jihadwatch.org/2018/11/spain-14-muslim-migrants-sexually-abuse-girl-and-knife-her-boyfriend-establishment-media-silent?fbclid=IwAR3_GPIxkEBaZuFLMqsnWKlDse56TQSorKEHBj9-c798mtYWiSAFOTBba3c

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É mais calor humano oriundo do terceiro-mundo, que seria dos Europeus sem este contributo... por isso mesmo é que os jovens norte-africanos não foram expulsos do país apesar de terem cadastro por crimes de violência...

IAZIDIS INDEFESOS DIANTE DE ISLAMISTAS EM CAMPO DE REFUGIADOS NA GRÉCIA

Iazidis em campo de refugiados na Grécia denunciam: «Muitos refugiados são do Estado Islâmico... e não nos consideram pessoas
Os Iazidis ou Yezidis são uma minoria religiosa não muçulmana que é violentamente perseguida, escravizada e muitas vezes chacinada no Iraque e na Síria devido à sua religião. Muitos fugiram para a Europa. Todavia, graças à atitude de «abertura» das elites políticas europeias, os islamistas que caçam iazidis também chegaram a solo europeu...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/11/greece-yezidis-in-refugee-camps-say-many-people-here-are-from-the-islamic-statethey-do-not-see-us-as-people?fbclid=IwAR1eAO92hgOCMrx84xIeWi0ybiHO_XKbIbcGeP3QpIDj_44Ti3UURgBjbtM

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Assim se vê como o ideal imigracionista-refugiadista que a elite impõe na Europa, o de receber todos os refugiados «sem discriminação», acaba por beneficiar criminosos, os opressores do costume, e por prolongar as hierarquias opressoras oriundas do terceiro-mundo, vitimando portanto os mais vulneráveis...

GANGUE MUSLA AFRICANA VIOLA MULHER EM ESTOCOLMO

Três muçulmanos de África - dois da Somália e um da Eritreia - violaram esta semana uma mulher num parque central da capital sueca. Dois deles já tinham cadastro por agressão e tráfico de drogas, o outro tinha sido igualmente condenado por tráfico de droga mas também por vários casos de furto. Um deles era ainda suspeito de ter cometido uma violação, em Fevereiro.
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https://www.jihadwatch.org/2018/11/sweden-three-muslim-migrants-rape-woman-on-playground?fbclid=IwAR1Ei8pfjPbtbuNx9VzGb7ZLBtwulWdDIuw72Ozt6nbGIG-vus3I6pqAaTo

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Tinham portanto cadastro mas não foram expulsos do país... porque a ideologia de quem manda na Europa é militantemente pró-imigracionista... e é assim que a elite reinante partilha mais uma culpa moral por um acto de extrema violência cometido por alógenos em solo europeu.

CHÉQUIA RECUSA PACTO MUNDIAL DA ONU PARA A IMIGRAÇÃO

O Governo da República Checa anunciou hoje que não assinará o Pacto Mundial para a Migração da ONU, que deve ser subscrito em Dezembro, em Marraquexe, por 190 países.
A cadeia de televisão CT24 explicou que o Governo do populista conservador Andrej Babis assegura que não vê reflectidas no documento as suas reservas, como a suposta falta de distinção entre migração legal e ilegal.
A rejeição checa junta-se à dos Estados Unidos, Hungria e Áustria. Entretanto, outros países como a Polónia, Austrália e Bulgária anunciaram também a intenção de fazer o mesmo.
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Fonte: https://www.msn.com/pt-pt/noticias/mundo/rep%C3%BAblica-checa-n%C3%A3o-vai-assinar-pacto-mundial-para-a-migra%C3%A7%C3%A3o-da-onu/ar-BBPH0Ke

(...)
«As principais alterações que a Chéquia quis introduzir foram a proclamada legalidade não vinculativa e a soberania do Estado para decidir a quem e em que condições permite a entrada no seu território, segundo o direito nacional», destaca o documento elaborado pelo Ministério de Relações Exteriores Checo.
Praga não vê no pacto um «tratamento distinto entre migração legal e ilegal» nem uma «confirmação da obrigação dos países de origem dos imigrantes de os receber de volta.»
(...)
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Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2018-11/republica-tcheca-rejeita-pacto-mundial-da-onu-para-migracao

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Bom trabalho do governo checo, pode ser que «a coisa» ainda se arranje, a tempo de mais forças nacionalistas ascenderem noutros países europeus, para assim haver mais países do primeiro-mundo a rejeitar essa monstruosidade sonsa que a elite reinante quer impingir aos Povos através da ONU.


terça-feira, novembro 13, 2018

RITUAL NEO-DRUÍDICO DE SAMHAIN REALIZADO EM CIDADE NORTE-AMERICANA CONTRA A VONTADE DE CRISTÃOS LOCAIS


https://www.youtube.com/watch?v=xrQJlRqXT-Q


Em Athens, Tennessee, EUA, um grupo neo-druídico, a Wayist Druid Order, resolveu realizar publicamente uma cerimónia de Samhain no final de Outubro, que contou com a presença de cerca de duzentas e cinquenta pessoas.
Uma boa parte da Cristandade local ergueu-se em protesto porque não quis admitir que um evento de «invocação de demónios!» pudesse ter lugar em praça pública... o pastor da Igreja Cristã de Athens, Richard White, chegou mesmo a dizer que este grupo era «satânico» e que se envolvia em «sacrifícios humanos»... falhou os seus intentos de impedir a celebração pagã, que a dirigente do grupo neo-druídico, Angela Wilson, descreveu como o primeiro ritual druídico de Samhain oficiado em público nos EUA. Do lado contrário, os cristãos mais alegadamente temerosos tiveram de se contentar com um encontro de oração no tribunal local. 
Wayist Druid Order é um grupo religioso que, de acordo com a sua própria narrativa, passo a citar,
 - «acredita em honrar a nossa palavra, respeitando toda(s as formas de) vida, e em assumir a responsabilidade pelas nossas próprias acções»,
 - «fazer o que está certo, independentemente das consequências, sempre»,
 - «serviço individual e comunitário aos nossos Deuses, Aspectos, Conceitos e Preceitos dos nossos Deuses, juntamente com os nossos Ancestrais e toda a Natureza à nossa volta»,
 - venerar «a Natureza que está por toda a parte em nosso redor e também acreditamos em nós próprios bem como nos outros através do Awen [«inspiração»]»;
 - honrar «o ensinamento oral, através da nossa tradição religiosa oral, com histórias e ensinamentos para o honrar, lembrando-os ao longo da sua história, tal como nos foi legado por via oral, ensinando-nos assim O Caminho».

Quando questionaram Angela Wilson sobre conselhos para os novos pagãos que tenham de lidar com oposição político-religiosa, respondeu: «sejam bravos, sejam ousados e saibam que estão protegidos pela Constituição. Não nos é prometido o amanhã, portanto não vivam um só dia em medo. Trabalhem com o nosso governo primeiro se planeiam um evento - eles ajudar-vos-ão. Sejam simpáticos e afáveis se palavras desagradáveis vos forem dirigidas. Exercitem os vossos músculos de liberdade religiosa - tornar-se-ão mais fortes.»
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Fontes:
https://www.patheos.com/blogs/johnbeckett/2018/10/wayist-druids-celebrate-samhain-in-athens-tennessee.html
https://www.timesfreepress.com/news/local/story/2018/oct/25/athens-druids-saturday-meet-stirs-controversy/481813/

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Isto tem quase tudo um ar muito cor de rosa e embonecado, a fazer lembrar o «feel-good» americano e wiccano, não deixando por isso de, no cômputo geral, ser positivo - como disse o luminoso Símaco no final do século IV, o céu é demasiado vasto para que haja um só caminho em direcção ao sagrado...


ATAQUES MACIÇOS DO HAMAS CONTRA ISRAEL

Uma trégua para valer entre Israel e o Hamas só poderá ser alcançada se os terroristas jihadistas palestinos forem depostos e não forem recompensados com base na violência e em ameaças. O próprio Hamas deu provas do porquê de não ser possível confiar nele em nenhum tipo de acordo, nem mesmo numa trégua.
Desde ontem, o Hamas e seus aliados na Faixa de Gaza disparam centenas de foguetes contra Israel. A presente rajada de mísseis começou horas depois de terroristas do Hamas atacarem comandos israelitas no interior da Faixa de Gaza, onde um oficial israelita foi morto e um soldado recebeu ferimentos ligeiros. Reagindo, o exército israelita matou sete terroristas, entre eles o alto comandante militar do Hamas, Xeque Nur Baraka.
A unidade de comando israelita não estava no interior da Faixa de Gaza com a missão de matar ou de sequestrar ninguém. O comando estava lá numa operação secreta de rotina para frustrar os ataques terroristas do Hamas e de outros grupos terroristas palestinos. Mesmo assim o comando foi atacado por terroristas do Hamas que tentaram matar ou sequestrar alguns dos soldados. Os soldados de elite da unidade israelita conseguiram retornar a Israel protegidos pela cobertura de ataques aéreos israelitas convocados para ajudá-los a escaparem do local.
O que está claro é que foi o Hamas, não Israel, que iniciou o confronto armado. Foi o Hamas que atacou os soldados israelitas, matou o oficial e depois correu para acusar Israel de lançar uma "nova agressão" contra a Faixa de Gaza. Quando os soldados israelitas procuraram defender-se, respondendo ao fogo, matando assim sete terroristas, o Hamas acusou Israel de cometer um "crime execrável" contra os palestinos.
Vale a pena notar que o ataque do Hamas contra o comando israelita ocorreu horas depois de um enviado do Catar deixar a Faixa de Gaza. O enviado do Catar, Mohammed El-Amadi, chegou à Faixa de Gaza na semana passada carregando malas cheias de dólares no valor de 15 milhões em dinheiro vivo. O dinheiro foi entregue aos líderes do Hamas para que pudessem pagar salários a milhares de funcionários na Faixa de Gaza. A ajuda financeira do Catar foi entregue à Faixa de Gaza com o aval de Israel. O enviado do Catar chegou a entrar na Faixa de Gaza pelo posto de fronteira Erez, em Israel.
Porque facilitou Israel a transferência do dinheiro do Catar para a Faixa de Gaza? Israel procura e continua a procurar evitar uma guerra em larga escala com o Hamas.
Israel não tem medo do Hamas. Israel simplesmente não quer que os civis palestinos, que vivem sob o governo do Hamas na Faixa de Gaza, paguem outra vez um preço alto pelos actos irresponsáveis dos seus líderes. Israel, na realidade, manifestou repetidamente o desejo de aliviar o sofrimento dos palestinos que vivem na Faixa de Gaza.
Nos últimos anos, Israel tem trabalhado diligentemente no sentido de apoiar os programas de reconstrução na Faixa de Gaza. Faz parte das medidas israelitas a modernização dos postos de fronteiras entre Israel e Gaza para simplificar a passagem de mais de 800 camiões carregados com materiais de construção bem como outros bens, isto diariamente, para a Faixa de Gaza e facilitar a passagem de mais de 3,4 milhões de toneladas de mercadorias para a Faixa de Gaza desde a guerra entre Israel e o Hamas em 2014.
No início do ano, Israel apresentou à UE, aos EUA, à ONU e ao Banco Mundial inúmeros projectos, que foram subsequentemente aprovados pelo governo israelita para desenvolver a infraestrutura na Faixa de Gaza, promover soluções energéticas e criar oportunidades de emprego para os palestinos da Faixa de Gaza.
O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu defendeu o acordo da semana passada com o Catar salientando que o objectivo era evitar uma "crise humanitária" na Faixa de Gaza. Netanyahu disse que fará "tudo o que estiver ao seu alcance" para que os israelitas que vivem em comunidades próximas da fronteira com Gaza vivam em segurança e ao mesmo tempo irá botar a mão na massa para evitar uma crise humanitária.
O Hamas recebeu uma doação de US$15 milhões em dinheiro vivo do Catar, pagou aos seus funcionários e dias depois retomou os ataques terroristas contra Israel.
Esta é a maneira do Hamas agradecer aos catarianos e israelitas que vêm trabalhando duro para alcançar uma trégua na Faixa de Gaza e evitar outra guerra, que tudo leva a crer causará mais sofrimento aos dois milhões de palestinos que lá vivem.
O Hamas interpreta, de forma contundente, o gesto de boa vontade de Israel e do Catar como sinal de fraqueza. Os líderes do Hamas chegaram a declarar publicamente que a doação de US$15 milhões foi "fruto" dos violentos protestos semanais que tem vindo a organizar ao longo da fronteira com Israel desde Março. Assim que o enviado do Catar entregou a doação à Faixa de Gaza, o porta-voz do Hamas Fawzi Barhoum usou as mesmas palavras: com desenvoltura bravateou que os palestinos estavam finalmente a colher os frutos dos seus protestos violentos ao longo da fronteira entre Gaza e Israel.
A postura do Hamas evoca a sua reacção à retirada israelita da Faixa de Gaza em 2005. Naquela época, o Hamas e outros palestinos também interpretaram a "retirada" israelita da Faixa de Gaza, que tinha o objectivo de dar a Gaza a chance de se tornar uma Singapura no Mediterrâneo, como sinal de fraqueza e recuo iisraelita.
Poucos meses depois o Hamas venceu as eleições parlamentares palestinas de 2006, em grande medida por ter alegado que forçou Israel a retirar-se da Faixa de Gaza graças à realização de atentados suicidas e ataques com foguetes. Na época o Hamas disse aos palestinos: votem em nós porque nós expulsamos os judeus da Faixa de Gaza por meio da luta armada.
Os novos ataques do Hamas contra Israel servem como lembrete de que o grupo terrorista não está interessado em nenhuma trégua genuína. O Hamas quer milhões de dólares para poder pagar aos seus funcionários para que o grupo possa continuar a preparar-se para a guerra contra Israel, sem ter que se preocupar com o bem-estar do seu povo.
A doação de US$15 milhões em dinheiro vivo do Qatar não impediu o Hamas de lançar centenas de foguetes contra Israel. Muito pelo contrário, o dinheiro só encorajou o Hamas, aumentando o seu apetite para continuar com a sua jihad com o propósito de varrer Israel do mapa. Todo o dinheiro do mundo não convencerá o Hamas a abandonar a sua ideologia ou a moderar a sua postura em relação a Israel.
Se o Hamas estiver de facto interessado numa trégua, não é porque o grupo quer a paz com Israel. Melhor dizendo, é porque o Hamas precisa de "espaço para respirar", que abra caminho para continuar desenvolvendo e acumulando armas e para preparar mais ataques contra Israel. Quem quer que seja que bote fé que o Hamas irá moderar os seus objectivos, está a viajar na maionese.
O Hamas tem uma longa tradição de violar cessar-fogos com Israel.
Mesmo que os egípcios, os catarianos e a ONU consigam jogar uma pá de cal nos últimos ataques contra Israel, o Hamas jamais abandonará o seu objectivo de destruir Israel e matar tantos judeus quanto possível. O Hamas continuará a violar os cessar-fogos. Se o Catar cumprir a sua promessa de enviar mais malas lotadas com milhões de dólares à Faixa de Gaza, o Hamas continuará, a caminho do banco, rindo de todos.
O que os mediadores internacionais precisam de entender é que há apenas uma solução para a crise na Faixa de Gaza: retirar o Hamas do poder e destruir a sua infraestrutura militar. Também precisam de entender que existe apenas uma língua que o Hamas entende: a língua da força. Até os mediadores interiorizarem essa realidade, o Hamas continuará a fazer chacota de toda a gente, inclusivamente do seu próprio povo e daqueles que estão a tentar evitar um desastre humanitário em Gaza. A premissa de que se você der milhões de dólares aos terroristas, eles deixarão de o atacar - em vez de usar você esses recursos para avolumar o seu poderio - mostrou ser espúria.
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Bassam Tawil, árabe muçulmano, radicado no Médio Oriente.
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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/13305/hamas-misseis-catar-dinheiro

MILITARES DE PORTA-AVIÕES DOS EUA DETIDOS EM LISBOA POR AGRESSÃO E ROUBO

Na madrugada de Lues (12), a polícia portuguesa deteve dois tripulantes do porta-aviões norte-americano USS Harry S. Truman por suspeita de agressão e roubo, comunicou a imprensa local.
Após concluir sua participação nos exercícios Trident Juncture 2018 da OTAN na zona do Árctico, o porta-aviões da Marinha norte-americana USS Harry S. Truman atracou em Lisboa (Portugal) no dia 10 de Novembro.
A agência de notícias Lusa informa que os dois militares agrediram e roubaram o telemóvel do taxista que os transportava.
O motorista foi levado ao hospital, mas conseguiu descrever a fisionomia dos agressores à polícia.
O destino deles está a ser decidido pelo Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, na presença de um representante da Embaixada dos EUA em Portugal, um representante da Marinha Portuguesa e um advogado.
O navio, o primeiro porta-aviões nuclear americano a cruzar o Círculo Árctico e entrar no Árctico desde Setembro de 1991, deverá sair das águas lusas em breve.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2018111312663217-dois-militares-porta-avioes-eua-detidos-agressao-portugal-midia/

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Recordo-me de presenciar o comportamento de militares dos EUA em transportes públicos de Lisboa... a diferença entre os de raça branca e os de raça negra era mais que do dia para a noite, literalmente, de uma forma quase caricatural... parecia um filme feito por um racista primário mas o mais inacreditável é que era real... 
Enfim, uma vez que a identidade racial dos agressores não é revelada pela imprensa, ficamos assim, sem saber mais do que isto...



segunda-feira, novembro 12, 2018

MARCHA COMEMORATIVA DA INDEPENDÊNCIA DA POLÓNIA - ESPLENDOR ALVI-RUBRO DO NACIONALISMO EUROPEU


https://www.youtube.com/watch?v=6cHNWlWy4-4

Uma maré de bandeiras vermelhas e brancas invadiu as ruas de Varsóvia para assinalar o centenário da independência da Polónia.
Um aniversário celebrado sob um forte dispositivo policial, devido à marcada presença da Extrema-Direita.
Apesar de predominarem as cores nacionais, podiam ver-se entre os que desfilaram nomeadamente bandeiras da formação Campo Nacional Radical (ONR), com origem num movimento fascista dos anos 30, ou do partido italiano de Extrema-Direita Força Nova, entre outros.
Ainda assim, o nível de radicalização do desfile foi inferior a outros anos e o presidente Andrzej Duda promoveu uma mensagem de união, fazendo referência a uma "marcha para todos, onde todos se sintam bem" e "pela Polónia".
Sublinhando o isolamento crescente da Polónia face aos parceiros do bloco comunitário, nenhuma delegação europeia de alto nível participou nas comemorações.
A única personalidade vinda do estrangeiro, mas ele próprio de nacionalidade polaca, foi o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. O ex-primeiro-ministro polaco é actualmente considerado como um possível candidato à presidência do seu país em 2020 e adversário político dos conservadores no poder em Varsóvia.
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Fonte: https://pt.euronews.com/2018/11/12/polonia-assinala-100-anos-da-independencia

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Interessa dizer que o governo aceitou marchar ao lado dos Nacionalistas nesta comemoração candi-rútila, segundo o que aqui se lê: https://www.rt.com/news/443656-far-right-march-given-greenlight/?fbclid=IwAR0wRUXwkFry8nhV4S9C5CRTTkvk3COaNNQAYrVEB9YI_XIUpkqkMXWgaHw
e que a comemoração contou com cerca de duzentas mil pessoas, três vezes mais do que no ano anterior...
Houve à última hora uma tentativa do presidente da câmara de Varsóvia para proibir a marcha mas um tribunal impediu-o e deu permissão à realização daquela que foi talvez a maior procissão nacionalista da Europa e do mundo. Vários marchantes ostentavam faixas com os dizeres «Europa Branca» e «Refugiados, vão-se embora».



MORREU STAN LEE, GRANDE CRIADOR DA MARVEL


Morreu hoje Stanley Martin Lieber, mais conhecido por Stan Lee, um dos maiores autores de banda-desenhada a nível mundial. Nascido em 1922 nos EUA filho de judeus oriundos da Roménia, Stan Lee foi o grande reformador e de certo modo refundador da Marvel Comics Group - que antes dele se chamava Timely Atlas - uma das duas maiores editoras de histórias de super-heróis. Em parceria com outros artistas, da sua mente brotaram, a partir do dealbar da década de sessenta, alguns dos vultos mais carismáticos de toda a ficção pop contemporânea: Quarteto Fantástico, Homem-Aranha, adaptação do Deus nórdico Thor à banda-desenhada, Homem-de-Ferro, Hulk, Surfista Prateado, Dr. Estranho, X-Men, entre outros titânicos e garridos heróis. Acusado muitas vezes de plágio, vituperado como vendedor de banha da cobra, ou como oportunista que se apropriava do trabalho alheio, o seu talento para dar cor e dinamismo a uma personagem garantiram-lhe um lugar na galeria dos grandes da cultura pop actual; o jovial e luminoso entusiasmo com que contagia sempre a disposição do leitor fazem dele um génio sui generis. Copiando muito ou pouco, revolucionou o meio super-heroístico com o seu apelo à identificação da personagem heróica com o homem comum, atribuindo aos seus peculiares super-heróis sentimentos, limitações e debilidades menores. Inventar um jovem pobre e azarado que adquire super-poderes aracnídeos - o supracitado Homem-Aranha, portanto - e com isso atingir o estrelato é, objectivamente, possuir um toque de Midas cultural. Só por isso já mereceria alguma atenção, mesmo que entretanto não tivesse engendrado as outras figuras ficcionais acima referidas...
Segundo ele próprio contou, arranjou emprego na editora que viria a ser a Marvel só porque porque precisava de trabalhar para comer; o seu sonho era ser um grande escritor dito sério e por isso não quis comprometer o seu nome verdadeiro com a publicação de algo que na altura tinha tão patética fama como as histórias de super-heróis... 
Entre as suas diversas citações, que se podem ler nesta página https://www.syfy.com/syfywire/stan-lee-reflects-on-his-legacy, saliento esta para dizer o que falta dizer sobre o que ele representou e representará sempre:

«Eu costumava pensar que o que fazia não era muito importante. Havia pessoas a construir pontes e a trabalhar em pesquisa médica e aqui estava eu a escrever histórias sobre pessoas ficcionais que fazem coisas extraordinárias e loucas e usam uniformes. Mas acho que acabei por perceber que o entretenimento não é facilmente dispensável. Para além do significado (de um trabalho de arte), é importante para as pessoas. Sem isso, as vidas podem ser enfadonhas. Cantar uma canção, praticar desportos - qualquer coisa que entretenha, que leve as pessoas para longe dos seus próprios problemas, é bom. Parece óbvio, mas é bom recordá-lo.»
- Chicago Tribune, 2014

Acrescento: o entretenimento não é apenas «fuga aos problemas». É uma evasão necessária da mente, quase tão necessária, digo eu, como o sono diário (ou nocturno, seja). O entretenimento por via da narrativa ficcional, em particular, é mais do que fuga e do que sono - é voo, é resquício do apelo religioso em busca do que transcende. «Excelsior!», dizia Stan Lee e dizia bem, independentemente do que quisesse dizer com isso. 

PNR MANIFESTA-SE NA WEB SUMMIT CONTRA A CENSURA


No dia e hora de encerramento daWeb Summit 2018, vários apoiantes do PNR estiveram em protesto diante da entrada principal do recinto do evento.
Conforme tínhamos anunciado, o intuito desta iniciativa era de protestar contra a censura, cada vez mais desavergonhada, que as instituições e o sistema em bloco impõem ao nacionalismo. Afirmam-se, eles, defensores da liberdade de expressão, mas a sua prática desmente tais “posições”. De resto, conforme tivemos ocasião de explicar à comunicação social “amadora” que nos entrevistou, as iniciativas do PNR – por via dessa censura -, há muito que não contam com qualquer visibilidade mediática e já nem temos qualquer expectativa quanto a isso. O nosso crescimento é uma certeza e ele faz-se apenas com meios próprios: através das redes sociais.
Mais uma vez, o PNR marcou uma posição inequívoca em defesa da igualdade de tratamento e oportunidades entre todos – e não só para os correligionários alinhados no sistema -, ao permanecer naquele local multitudinário, com a mensagem que ali nos moveu. Tivemos ocasião de conversar com inúmeras pessoas, atraídas pela curiosidade: umas manifestando discordância e outras que nos animaram com o seu apoio, mas todas puderam falar connosco abertamente.
A próxima “acção de rua” terá lugar em Braga, no dia 1 de Dezembro, e será de homenagem aos heróis que ao longo da nossa História se têm batido pela independência e liberdade e, em concreto, a um contemporâneo: o Cónego Melo.
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Fonte: http://www.pnr.pt/2018/11/protesto-no-encerramento-do-web-summit/

ABUSOS SEXUAIS EM CIDADE ALEMÃ AUMENTAM SETENTA POR CENTO DEPOIS DA IMINVASÃO


https://www.youtube.com/watch?v=JleuK1oRJM0


Freiburg, Alemanha: ataques sexuais aumentaram 70% - sim, setenta por cento - depois da imigração...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2018/11/157946?fbclid=IwAR3pLNY3npMiC_Yvld_UyxTtluB_2nlGlmTFigfu5cHZHZoogr3JicDHTyE

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Registe-se o que dizem as primeiras mulheres entrevistas no vídeo acima - a princípio não ligaram muito ao que estava a acontecer, ao aumento da violência sexual contra as mulheres, mas agora já não podem ignorá-lo... isto é o comportamento humano típico - o de tentar a via da facilidade, que é contornar os obstáculos e evitar chatear-se, até ao ponto em que se percebe que já não se pode evitar o confronto. E isto é quase sempre percebido pelo homem comum. Este é o motivo pelo qual a Democracia funciona por vezes devagar - mas funciona. 
Oiça-se o que diz outra mulher logo a seguir: «Já não se pode andar sozinha na cidade. Já não se pode realmente fazer nada sozinha na cidade. Não se pode estar no trabalho sem se estar com medo. Claro que agora é pior do que antes.»
Não deve esquecer-se o que é dito a seguir - um dos violadores de uma rapariga de dezoito anos era um sírio já condenado anteriormente por ofensas sexuais... ou seja, já tinha sido condenado por crimes de índole sexual mas isso não foi suficiente para o expulsar, talvez porque para a elite reinante o crime sexual não é suficientemente grave para mandar um agressor sexual de volta ao seu maravilhoso país que só os racistas-trumpistas dizem ser um «país de merda»...
Ou então o facto de ser de origem não europeia impediu a sua deportação, quem sabe... a elite reinante não gosta de expulsar alógenos e até evita que as pessoas pensem demasiado no caraças do facto de que os alógenos do terceiro-mundo islâmico são mais atreitos ao crime sexual do que os autóctones, por isso é que, como se vê acima, quem faz esta peça de jornalismo diz que «os agressores são tanto estrangeiros como alemães», pois 'tá claro que «são tanto» alógenos como autóctones, obviamente que sim, mesmo quando a disparidade numérica e a desproporção entre alemães e alógenos do terceiro-mundo é gigantesca, mas essa parte não interessa, diz-se que «são tanto os alógenos como os alemães» para não se parecer racista e prontos, já 'tá... e, já agora, nem sequer se diz que género de alemães são esses, se são alemães da Alemanha ou alemães só no papel... o papel que a merda da elite lhes deu a declarar a sua «alemanidade»... 



O PAPEL DA TURQUIA NA ISLAMIZAÇÃO DO OCIDENTE PELA VIA DEMOGRÁFICA

A Turquia, graças às Nações Unidas, será a partir de agora oficialmente responsável por decidir não só quem será considerado refugiado, mas também para onde o refugiado ou a refugiada será transferido(a). Autoridades do Estado turco têm recorrentemente ameaçado inundar a Europa com refugiados, conforme a mensagem transmitida à Europa pelo Presidente Recep em 2016: "Vocês esgoelaram-se fumegando quando 50 mil refugiados se aglomeraram na fronteira de Kapikule. Vocês começaram a perguntar o que será de vocês se a Turquia abrir a fronteira. Prestem atenção, se vocês continuarem a agir dessa maneira, os portões deste posto de fronteira ficarão abertos. Vocês deveriam saber disso."
Dadas as ameaças turcas, esta nova postura oficial da Turquia deveria ser motivo de preocupação.
O jornal turco pró-governo Daily Sabah publicou recentemente o seguinte: "A agência da ONU para refugiados entregou a gestão dos procedimentos de registo dos refugiados que se encontram na Turquia à autoridade de migração do país. O próprio Departamento de Migração da Turquia supervisionará a partir de agora o registo dos refugiados e determinará o estatuto desses refugiados. Qualquer estrangeiro em busca de protecção internacional na Turquia será obrigado a inscrever-se nos órgãos locais da autoridade de migração da Turquia."
A preocupação existe por três razões principais.
Terrorismo
Em Março, Erdoğan teceu duras críticas ao presidente francês Emmanuel Macron por ele ter-se oferecido a fazer a mediação entre Ancara e os curdos sírios. Advertiu: "Com uma atitude dessas, a França perde o direito de se queixar de qualquer organização terrorista, qualquer terrorista, qualquer ataque terrorista. Quem dorme com terroristas, recebe terroristas com braços abertos nos seus palácios, dar-se-á conta, mais cedo ou mais tarde, do erro que cometeu."
Em Abril, horas depois de um homem arremessar a sua carrinha contra pedestres em Münster, na Alemanha, Erdoğan novamente atacou verbalmente a França, chamando-lhe "fantoche": "... dando apoio ao terrorismo... hospedando terroristas no Palácio do Eliseu ... Vocês estão a ver o que está a acontecer na Alemanha, certo? O mesmo acontecerá em França. O Ocidente não conseguirá libertar-se do terror. O Ocidente irá afundar-se à medida que alimenta esses terroristas".
Não são apenas as ameaças de Erdoğan que deveriam levar a Europa a repensar as suas complacentes políticas de imigração. Nos últimos anos cidades europeias, como Manchester, Paris, Bruxelas, Nice, Copenhaga, Londres, Amsterdão, Barcelona, Toulouse, Trèbes, Saint-Etienne-du-Rouvray, Berlim e Estocolmo, foram sacudidas por ataques jihadistas que resultaram em mortos e feridos. Dado que inúmeros terroristas que participaram nesses ataques foram radicalizados e recrutados por grupos jihadistas, tanto no Médio Oriente como na Europa, a imigração desenfreada de países de maioria muçulmana parece ser arriscada.
Não se trata de mera especulação. Pesquisas de opinião indicam que um grande contingente de muçulmanos mundo afora apoia o terrorismo ou a violência em nome do Islão. Além disso também há relatos segundo os quais o ISIL tem infiltrado agentes na Europa através da Grécia, disfarçando-os de imigrantes no meio das massas. De acordo com o recente Documentário da Deutsche Welle, "Terror no Campo de Refugiados de Moria": "Ao que consta, um grupo de seguidores do ISIL tem vindo a aterrorizar pessoas que se encontram no campo de refugiados de Moria, na ilha grega de Lesbos. Sob o pretexto da propriedade religiosa, punem brutalmente quem eles julgam ser criminoso." "Recentemente, mais e mais refugiados de Deir ez-Zor, um dos últimos redutos do Estado Islâmico na Síria, chegaram ao campo. Desde então, ao que tudo indica, o crime no campo assumiu uma nova faceta. Segundo consta, um grupo de sírios está a controlar a maioria das actividades ilegais. Quem não se comportar conforme manda o figurino ou quem estiver prestes a não se comportar conforme manda o figurino, pode colocar as barbas de molho, porque receberá violência física e até ameaças de morte. Os perpetradores citam frequentemente a lei da charia como justificação. Cada vez mais pichagens glorificam o ISIL."
Demografia
Entre os países com maior risco de se tornarem "bombas-relógio demográficas", de acordo com um artigo do Business Insider de Agosto, estão Espanha, Itália, Bulgária, Letónia e Reino Unido. A baixa taxa de natalidade dos europeus é, segundo consta, uma das motivações por parte das autoridades da UE de trazer enormes contingentes de imigrantes muçulmanos, para compensar o encolhimento das populações europeias. Outra motivação está relacionada ao envelhecimento da população. Um artigo de opinião de 2017 publicado na revista Forbes afirma: "Se a Europa Ocidental quiser manter os seus benefícios sociais, os países da UE necessitarão de mais trabalhadores. Nenhum lugar no mundo tem uma população mais envelhecida que não esteja focada em natalidade do que a Europa. Não é de se admirar que os planeadores de políticas estejam a fazer o máximo para incentivar a imigração. A Europa Oriental está velha".
Ideias como estas, no entanto, já foram postas à prova. A Alemanha, por exemplo, para "satisfazer a demanda de mão-de-obra barata na economia em expansão do pós-guerra", acolheu trabalhadores turcos. Segundo o plano original, esses trabalhadores deveriam ser temporários "para evitar que os hóspedes turcos se tornassem imigrantes", a política mudou e os trabalhadores foram autorizados a permanecer por longos períodos de tempo e a trazerem as suas famílias.
No final de 2011, de acordo com a Deutsche Welle, "cerca de 2,5 milhões de pessoas de origem turca viviam na Alemanha, o que significa que eles ou os seus pais nasceram na Turquia, tornando-os assim no maior grupo imigrante do país". "O resultado disto ficou claro em Junho, quando cerca de dois terços da comunidade turca na Alemanha apoiou Erdoğan na eleição presidencial. Ironicamente, trata-se de um apoio a Erdoğan bem maior do que o apoio por ele recebido na própria Turquia.
Três meses antes da eleição, o parlamentar Alparslan Kavaklıoğlu, membro do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), da Turquia e chefe da Comissão de Segurança e Inteligência do parlamento, declarou que a demografia da Europa estava a mudar a favor dos muçulmanos: "O destino e a riqueza do mundo estão-se a mover do Ocidente para o Oriente. A Europa está a passar por um momento fora do comum. A sua população está a diminuir e a envelhecer... Convenhamos, a Europa enfrenta este problema. Todos os recém-chegados são muçulmanos. De Marrocos, Tunísia, Argélia, Afeganistão, Paquistão, Iraque, Irão, Síria e Turquia... Chegou a tal nível que o nome mais popular em Bruxelas, na Bélgica, é Mohammed. O segundo nome mais popular é Melih (Malih) e o terceiro é Ayşe (Aisha)."
Se essa tendência continuar, salientou Kavaklıoğlu: "A população muçulmana ultrapassará a população cristã da Europa, não há como remediar isto. A Europa será muçulmana. Seremos eficientes na Europa muçulmana, com a graça de Alá. Estou certo disso."
Em 2017, o Erdoğan conclamou os turcos que residem na Europa a multiplicarem-se: "Os lugares onde vocês trabalham e moram são agora os vossos lares e os vossos novos países... Tenham cinco filhos, não apenas três. Pois vocês são o futuro da Europa".
A julgar pelos recentes estudos, esse futuro não parece ser tão brilhante para os Europeus como parece ser para os muçulmanos. Segundo o The Sun, "A polícia turca" já está a patrulhar abertamente as "áreas turcas" de Berlim... Carros com a logomarca de uma unidade de elite da polícia turca foram vistos nas ruas de Berlim, mas as autoridades alemãs dizem que não têm condições de detê-los." "Os veículos portam os dizeres Özel Harekat (Operações Especiais) escritas na lateral juntamente com o logotipo da unidade e foram vistos cruzando as regiões da capital alemã com grandes populações turcas."
Cultura
O influxo do número em massa de refugiados e imigrantes das ditaduras islâmicas, particularmente no momento em que a jihad global está em ascensão, tem tido e está a ter um efeito profundo na cultura europeia. Apesar da fantasia ainda abraçada por alguns europeus segundo a qual os imigrantes acabarão por se integrar nas sociedades dos países que os acolheram, o que tem acontecido é justamente o contrário. Aqueles europeus que defendem a imigração em massa, irrestrita, em nome do "multiculturalismo" e da "diversidade", não estão a dar a devida atenção à natureza dos países de maioria muçulmana de onde esses imigrantes vêm. O desrespeito pelos direitos humanos e pela liberdade de expressão, o abuso contra mulheres e gays, assassinatos em nome da honra, anti-semitismo e violência contra os não muçulmanos e muçulmanos "apóstatas" são típicos desses países. Em vez de se livrarem dos grilhões desses países, muitos imigrantes estão simplesmente a levá-los para a Europa. Além disso, em vez de exigir que os imigrantes respeitem os costumes e as leis europeias, grande parte da Europa está simplesmente a capitular diante da nova realidade.
Segundo uma reportagem do The Telegraph: "A lei da charia foi reconhecida por um tribunal britânico pela primeira vez quando um juiz emitiu uma sentença de divórcio histórica... segundo a qual o casamento islâmico de um casal que já está a viver separado, conduzido numa cerimónia chamada nikah, enquadra-se na lei matrimonial britânica apesar de não ser legalmente reconhecido como tal".
Em 2006, o ditador líbio Muammar Gaddafi declarou solenemente que o Islão conquistaria a Europa "sem disparar um tiro". Hoje, apenas 12 anos depois, Erdoğan parece estar a agir segundo o mesmo princípio. Isto torna ainda mais amedrontador o facto de as Nações Unidas terem dado ao governo de Erdoğan a autoridade de revistar os refugiados. A Europa deve ter o devido cuidado e eleger líderes que compreendam o perigo de perder a batalha pelo coração, alma e democracia do velho mundo.
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Uzay Bulut, jornalista da Turquia, Ilustre Colaboradora Sénior do Instituto Gatestone. Está actualmente radicada em Washington DC.
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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/13279/turquia-refugiados

SOBRE A VIOLÊNCIA ISLAMISTA CONTRA A CRISTÃ ASIA BIBI - E O SILÊNCIO DAS ELITES OCIDENTAIS

A alegria da absolvição de Asia Bibi durou apenas 24 horas. Mãe de cinco filhos, cristã, do Paquistão, foi forçada a passar oito anos atrás das grades, a maior parte do tempo no corredor da morte, ao que consta, por "blasfémia", até que a Suprema Corte do país deliberasse que ela não havia cometido nenhum crime.
"Não acredito no que estou a ouvir, estou livre? Vão realmente deixar-me sair?", disse Asia Bibi por telefone diante da histórica sentença, de acordo com a agência de notícias AFP.
Lamentavelmente, protestos de rua de grandes proporções por parte de extremistas muçulmanos foram desencadeados imediatamente, com o objectivo de pressionar o governo a adiar a soltura de Asia Bibi. A rede telefónica foi suspensa em algumas regiões por motivos de "segurança". Os tumultos obrigaram as escolas de Islamabad, Punjab e Caxemira a cancelarem as aulas. Estradas foram interditadas paralisando regiões de Islamabad, Lahore e outras cidades. Escolas cristãs alertaram os pais para irem buscar os seus filhos por medo da violência. As igrejas foram colocadas de sobreaviso. Os manifestantes seguravam cartazes dizendo: "Enforquem Asia Bibi".
"Haverá guerra se eles enviarem a Asia para fora do país, "advertiu Khadim Hussain Rizvi, líder do Tehreek-e-Labbaik Pakistan (TLP), partido islamista que apoia as leis da blasfémia.
Ameaças de grupos de justiceiros que exigiam a morte dela e advertiam que poderia haver distúrbios país afora, evidentemente deram certo. O governo do Paquistão, após afirmar que começaria o processo para impedir que Asia Bibi deixe o país, está neste momento a ser acusado de assinar a "sentença de morte" dela.
O governo aparentemente capitulou diante da pressão e assinou um acordo cedendo a muitas das exigências de Tehreek-e-Labbaik. O governo paquistanês também prometeu não se opor a uma petição legal para reverter a libertação de Asia Bibi e colocar o nome dela no cadastro de controle de saída" (ELC) e no cadastro de proibição de voo, para impedi-la de sair do país.
"Incluir Asia Bibi no ECL é como assinar a sua condenação à morte", salientou Wilson Chowdhry da Associação Cristã Paquistanesa Britânica.
O acordo, "tuitou o analista Mosharraf Zaidi" foi uma "capitulação histórica".
"É quase certo que será impossível Bibi viver no país após a sua absolvição", escreveu o famoso romancista paquistanês Mohammed Hanif no jornal The New York Times.
"Impedi-la de deixar o país é permitir tacitamente que Tehreek-i-Labaik dê a largada para caçá-la e assassiná-la", escreveu Robert Spencer, activista de direitos humanos, autor de 18 livros entre os quais best sellers do New York Times.
O marido de Asia Bibi, Ashiq Masih, acaba de pedir asilo nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. "Estou a solicitar ao Primeiro-Ministro do Reino Unido que nos ajude e, na medida do possível, nos conceda a liberdade", ressaltou ele. "Estou a solicitar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que nos ajude a sair do Paquistão", salientou. É por esta razão que o pacto entre os islamistas e o governo é visto como traição. "O acordo deu-me um arrepio na espinha", realçou Masih. "A situação actual é extremamente perigosa para nós. Não temos nenhuma segurança, estamos escondidos aqui e ali, mudando frequentemente de lugar".
Enquanto isso, a sorte de Asia Bibi continua "incerta".
Paquistão, país de 197 milhões de habitantes, armado com ogivas nucleares e aliado do Ocidente, sendo 97% da sua população muçulmana, surtou com a justa absolvição dessa cristã. Como se não bastasse o sistema jurídico paquistanês tê-la torturado por oito anos, deixando-a sozinha numa cela sem janelas. Agora que Asia Bibi foi inocentada, há milhares e mais milhares de pessoas prontas para assassiná-la.
Os islamistas acreditam que o que está em jogo na absolvição de Asia Bibi é um Paquistão mais aberto, uma derrota para a lei charia e alguma esperança para os poucos cristãos perseguidos no país. A provação de Asia Bibi mostra claramente como o estado de direito foi carcomido no Paquistão. De acordo com a Amnistia Internacional: "as leis da blasfémia do Paquistão são excessivas, vagas e coercivas. Têm sido usadas para atingir minorias religiosas, botar em prática vinganças pessoais e levar a cabo a violência dos justiceiros. Com base em pouca ou nenhuma evidência, os acusados terão de batalhar para provar que são inocentes, ao mesmo tempo que grupos enfurecidos e violentos procuram intimidar a polícia, testemunhas, promotores, advogados e juízes".
Recentes ataques contra cristãos paquistaneses consistiram num ataque a uma igreja em Quetta em Dezembro de 2017 que matou 9 pessoas, um ataque suicida visando cristãos que comemoravam a Páscoa em Março de 2016 num playground de Lahore que deixou 70 mortos, dois atentados à bomba contra igrejas em Lahore em Março de 2015 que mataram 14 pessoas, dois ataques suicidas simultâneos contra uma igreja em Peshawar em 2013 que deixou cerca de 80 mortos e quase 40 casas e uma igreja em escombros que uma multidão havia ateado fogo na cidade de Gojra em Punjab, onde oito pessoas foram queimadas vivas em 2009. Em Março passado, um tribunal paquistanês absolveu 20 pessoas acusadas de fazerem parte de uma multidão de vândalos que queimaram vivos um casal de cristãos que foi falsamente acusado de "blasfémia". O casal de cristãos foi torturado e seus corpos foram incinerados num forno de olaria.
"A única punição para um blasfemo é a decapitação", entoavam muçulmanos extremistas nas ruas do Paquistão em face da absolvição de Asia Bibi. Saif Mulook, advogado de Bibi, já fugiu do país com medo de ser morto, mas afirmou que valeu a pena correr o risco. "Acho que é melhor morrer como um homem corajoso e forte do que morrer como um rato e uma pessoa medrosa" ressaltou ele.
Os juízes muçulmanos que absolveram Asia Bibi, o presidente da Suprema Corte Mian Saqib Nasir e o juiz Asif Khosa, também receberam ameaças de morte. Não tinham a menor dúvida do perigo em potencial que corriam, inclusive perigo de vida, mas mesmo assim foram corajosamente em frente e assumiram o risco de se tornarem alvos dos grupos de justiceiros.
"Os três merecem ser mortos", enfatizou o líder islamista Muhammad Afzal Qadri, diante de uma manifestação em Lahore. "Os seguranças deles deveriam matá-los, ou o motorista deveria matá-los ou o cozinheiro deveria matá-los... Quem quer que tenha acesso a eles deveria matá-los antes do anoitecer".
Todos os dias Asia Bibi corre o risco de ser assassinada por esses extremistas. Guardas prisionais revelaram que ainda no mês passado, antes da absolvição, dois internos foram detidos por estarem a planear estrangulá-la. Desde 1990, 62 pessoas foram assassinadas no Paquistão após serem acusadas de "blasfémia".
Salman Taseer, corajoso muçulmano que foi governador da província de Punjab, no Paquistão, pagou com a própria vida somente por manifestar o seu apoio a Asia - foi assassinado pelo seu guarda-costas, que disse: "matei-o porque o Sr. Taseer recentemente defendeu as emendas propostas à lei da blasfémia". Malik Mumtaz Qadri, assassino de Taseer, que mais tarde foi executado pelo crime, tornou-se num herói, num "mártir", no Paquistão. Foi dado o nome de uma mesquita em sua homenagem, as pessoas vieram com os seus filhos para visitá-lo na cadeia, ele lançou CDs cantando.
Se Asia Bibi for assassinada, será uma derrota gigantesca para qualquer tipo de processo judicial e uma vitória gigantesca contra os cristãos, comparável à expulsão dos cristãos do coração do Iraque.
A esta altura, só nos resta temer por Asia Bibi, assim como pelos demais cristãos que se encontram no sul da Ásia. No Ocidente parece que há apenas bocejos no tocante à caçada contra ela. Cerca de uma semana de protestos violentos e ameaças contra a sua vida não sensibilizou o público europeu a ir às ruas para insistir na sua libertação. Nenhuma resolução foi tomada pelo Conselho dos Direitos Humanos da ONU em Genebra, que noutros casos fazem basqueiro. Não houve nenhuma pressão contra o Paquistão para assegurar a sua libertação imediata, sã e salva. Nenhuma conferência foi convocada pelos representantes da UE em Bruxelas nem em Estrasburgo.
Os governos europeus e ocidentais deveriam fazer o que estiver ao seu alcance para salvá-la. Agraciá-la com o título de Cidadã Honorária, seguindo o exemplo da cidade de Paris em 2015. Protegê-la em alguma embaixada no Paquistão. Acima de tudo, proporcionar asilo numa democracia do Ocidente.
Nos últimos anos o Paquistão tem estado no olho do furacão de inúmeras tentativas islamistas de restringir a liberdade de expressão no Ocidente. Islamistas linha dura provocaram tumultos quando o jornal dinamarquês Jyllands Posten publicou caricaturas de Maomé. Em Agosto passado Geert Wilders cancelou um concurso de caricaturas de Maomé devido a gigantescos protestos no Paquistão. Após o massacre na redacção da revista satírica francesa Charlie Hebdo, eclodiram violentos protestos no Paquistão. Um ministro paquistanês ofereceu US$100 mil de recompensa para quem assassinasse quem fez o filme "Inocência dos Muçulmanos". A palavra "blasfémia", pairando sobre a cabeça de Asia Bibi, é a mesma usada por extremistas muçulmanos para atacarem o Ocidente.
Os juízes, aquando da absolvição de Asia Bibi, salientaram: "ela parece ser alguém, nas palavras do Rei Lear de Shakespeare, que sofreu mais pecados do que pecou".
O Ocidente defenderá e ajudará esta cristã perseguida? Nós somos Bibi.
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Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.
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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/13270/asia-bibi-traicao-paquistao

«SÃO» MARTINHO





São Martinho de Tours era filho de um Tribuno e soldado do exército romano. Nasceu (316) e cresceu na cidade de Sabaria, Panónia (actual Hungria), e foi educado na religião dos seus antepassados, isto é, no culto aos deuses mitológicos venerados no Império Romano. Aos 10 anos de idade entrou para o grupo dos catecúmenos (aqueles que se preparam para receber o baptismo). Aos 15 anos de idade, e contra a própria vontade, teve de ingressar no exército romano e dirigir-se para a Gália (região na actual França). Aos 18 anos abandonou o exército pois o Cristianismo não era compatível com as suas funções militares. Foi baptizado por Hilário, bispo da cidade de Poitiers.

Que mais fez Martinho?

Destruiu templos pagãos em barda. Foi tido como o grande inimigo do Politeísmo. Por esta sua actuação foi promovido a bispo.

Como diz Gonzalo Fernandez em "Destrucciones de templos en la Antigüedad Tardía" ( Archivo Español de Arqueología, 54. 1981),
«Una política sistemática de demolición de santuarios no comenzará hasta época teodosiana en Oriente y algo más tempranamente en la parte occidental del Imperio en la que en el decurso de la década de 370 se inicia en las Galias la actividad de Martín de Tours y tiene lugar la destrucción de un edificio sagrado de localización incierta llevada a cabo por monjes (Ambrosio, Ep; XL, 16 y XLI,1, y Paulino, Vita Ambros., 22). (...)

En las Galias la destrucción fue continua y despiadada por obra de Martín de Tours y de sus imitadores. E. Mâle se basa en argumentos numismáticos para fijar el 375 como término "post quem" de estas depredaciones y para centrar en vida del Turonense una serie de arrasamientos, en concreto los que sufrieron los santuarios de Bibracta en Mont-Beauvray, de Sequana en Notre-Dame des Fontaines, de Mercurio en Mont-Matre, del ubicado en el bosque de La Halette y de tres pequeños más en Normandía (...)"
Parece que, según nos cuenta su biógrafo (V. Mart 22.1-5), al obispo Martín de Tours se le presentaba el demonio bajo el aspecto de Júpiter y otros dioses paganos como MercurioVenus o Minerva. Hay que recordar que los cristianos consideraban demonios a los Dioses del Politeísmo.»

Vejamos agora no que consiste concretamente a lenda de S. Martinho.

De acordo com o conto cristão, Martinho era um cavaleiro romano (por coincidência ou talvez não, «Martinho» deriva de Marte, Deus da Guerra) que, num dia de frio, deu o seu manto (ou partilhou-o, cortando-o pela metade, segundo outra versão da história) a um pobre enregelado. Pouco depois, o Sol começou a brilhar.

Ora esta lenda parece ter sido urdida para encobrir uma tradição religiosa pagã, eventualmente céltica.

Repare-se que, no cenário do episódio resumidamente descrito acima, tem-se, no centro da acção, uma figura bélica que, ao despir uma peça de roupa, fica exposta e provoca o surgimento de luz e calor ( Sol).
Ora isto faz pensar num Deus bélico luminoso, trazendo por isso à memória a fúria guerreira do típico herói celta (a ferg), como por exemplo o irlandês Cuchulain, que, em estado de ira marcial, parece emitir bolas de fogo a partir do crânio, motivo pelo qual tem de ser mergulhado em tinas de água fria após determinada batalha para não se tornar nocivo ao seu próprio povo. Cuchulain tem também um halo luminoso (como se vê na segunda ilustração do topo deste tópico), em certas circunstâncias, tal como S. Martinho e, de resto, a generalidade, senão a totalidade, das representações hagiográficas cristãs.
Também na Irlanda, um dos Deuses mais ligados à guerra, Ogma, tem, entre os Seus epítetos, o de «Grian Ainech» ou «Rosto Solar». Lug, o Deus mais importante da mesma ilha, é também representado como um esplêndido combatente de face tão brilhante que nem pode ser contemplada de frente.
Na Celtibéria, o autor Macróbio escreveu, no século IV d.c., que o povo dos Accitani prestava culto a Neton, uma espécie de Marte (isto é, um Deus da Guerra, porque os Gregos e os Romanos, para se referirem ao significado e função de uma Divindade estrangeira, equacionavam-Na com um Deus grego/romano, como quem diz «Aquele é o Marte deles») ornado de raios (isto é, que emitia um brilho intenso):

Accitani etiam, Hispana gens, simulacrum Martis radiis ornatum, maxima religione celebrant, Neton vocantes. 

Em Português, 
«O Povo dos Accitanos, gente da Hispânia, celebra com grande devoção um similar a Marte, ornado de raios, ao Qual chamam Neton



No campo da Arqueologia encontraram-se pelo menos quatro inscrições dedicadas a esta Deidade, uma em Cáceres (Netoni), outra em Conímbriga (Netus), outra em Binéfar (Neitin) e a quarta em Botorrita (Neito). E parece excepcionalmente pertinente lembrar o que alegadamente diz o texto de uma inscrição ibérica dedicada a Neitin, a estela de Binefar, monumento funerário encontrado em Espanha, datado de entre os séculos II a.c. e I d.c., passo a citar:

«Na grande porta do céu, nas pastagens das planícies e nas ladeiras do grande vale está Neitin...»
http://www.raco.cat/index.php/Pyrenae/article/viewFile/164926/260054

A «porta do céu» é muito provavelmente a entrada para uma celestial morada dos mortos, o que ilustra porventura o papel psicopompo («condutor dos mortos» ao além) de Neitin, algo que teria então em comum com outras Divindades marciais europeias, nomeadamente Odin, celebrado nesta data pelos antigos pagãos germânicos.

Voltando à Irlanda céltica, sabe-se da existência de um Deus da Guerra denominado Net ou Neit (aparece com as duas grafias).

Não creio que a semelhança do nome e da função seja mera coincidência - o hispânico Neton e o irlandês Net devem realmente ser O mesmo.

Recorde-se também o ritual de batalha de certo tipo de guerreiros celtas, na Gália chamava-se-lhes «Gaesatae», que iam nus para o combate, armados apenas de dardos, com o intuito de atemorizar o inimigo. Ora estes guerreiros combatiam nus por causa do calor que supostamente emanava dos seus corpos em batalha.
Entre os Germanos existia também este tipo de combatentes, nus no campo de batalha, consagrados a Odin, Deus do Furor e do Êxtase Guerreiro.

Tomei entretanto conhecimento de que em Castelhano existe um ditado popular que diz «A todo o cerdo le llega su san Martín», ou seja, todo o porco tem o seu algoz, ditado este que evoca uma morte violenta como estando relacionada com São Martinho, o que pode indicar um carácter eminentemente guerreiro do dito beato. Sucede que em Espanha a tradicional matança do porco tem lugar no Outono, quando se celebra precisamente o S. Martin de Tours.

O Ganso
Outra lenda diz que S. Martinho, não querendo ser nomeado bispo, escondeu-se muma baia de cavalos, mas um bando de gansos fez barulho e denunciou-o. Assim, o ganso tornou-se no prato oficial da comemoração de S. Martinho.

Mas donde virá realmente esta lenda cristã?

Como se lê aqui, César diz, em «De Bello Gallico» («A Guerra das Gálias»), que o ganso era sagrado para as tribos célticas e que os Britões (Celtas da Grã-Bretanha) não o comiam. Os nórdicos também não. Talvez haja esteja aí a raiz de uma superstição medieval que proibia que se matassem gansos a meio do Inverno; e que os gansos continham as almas dos não baptizados (pagãos, portanto).
Na tradição céltica, e também na germânica, o ganso estaria relacionado com os Deuses da Guerra, que eram acompanhados por um cavalo e por um ganso. Na iconografia gaulesa, Épona, a «Égua Divina», Deusa adorada pelos soldados e eventualmente ligada ao mundo dos mortos, era representada cavalgando um ganso cornudo. Outra peça iconográfica gaulesa consiste numa estatueta de uma Deusa Guerreira a usar um elmo decorado com uma crista de ganso. O Marte céltico estaria provavelmente associado ao ganso. Entre os Germanos vizinhos dos Gauleses, Mars Thincsus (provavelmente, o Deus da Assembleia dos Guerreiros, a Thing) tinha um ganso por companhia. A mesma ave acompanha igualmente a representação de Mars Lenus (em Caerwent, Gales), podendo aí representar uma espécie de guardião contra a doença. Voltando à tradição germânica, consta que o ganso, para além de ser consagrado a Wotan (Odin), é também a personificação do fantasma da vegetação, e comê-lo é partilhar o poder deste espírito da vegetação.
Uma Divindade, ou epíteto, celta relacionada/o com Marte parece ser Ocelus, como se pode ler aquiOcelus, ou mais propriamente Ocelaecus, também surge como epíteto do Deus lusitano Arantius, Cujo par divino seria Arantia. Em Caerwent foi encontrada uma estátua de Ocelus na qual se vê um ganso ao pé de um guerreiro.
Em contraste com esta protecção do ganso como animal consagrado a uma das principais Deidades, institui-se no seio da Cristandade (Áustria) o costume de comer carne de ganso na festividade de S. Martinho.

Terá algo a ver com o terceiro corno, que na tradição céltica é um símbolo marcial?

O álcool tem efectivamente um lugar privilegiado neste dia - em Portugal, bebe-se sem freio a típica água-pé, e o vinho em geral, sobretudo o vinho novo. Esta mesma tradição existe em paragens mais setentrionais, nomeadamente na Alemanha (Colónia), onde se pratica o Martinsminne: beber o Martinsminne significa beber o novo vinho do ano na véspera do S. Martinho.
Na Suécia, o rei Olaf Tryggwason teve um sonho no qual S. Martinho lhe teria dito para não adorar os Deuses Tor e Odin e para beber o Martinsminne em vez do Odinsminne. E o ganso deste é chamado Martinsgans.
O culto de S. Martinho não passa pois de um sucedâneo do culto ao(s) Deus(es) da Guerra da Europa céltica e germânica, tendo entretanto uns quantos laivos dionisíacos, pois que, coincidência ou não, os antigos Gregos também celebravam o culto a Diónisos nesta altura do ano.

 
Diónisos


Odin e os Einherjar no Valhalla

Quanto à data, parece confiável dizer-se que o 11, ou o 12, de Novembro era pelos antigos Germanos celebrado como o Festival dos Einherjar, ou de Odin, Deus da Guerra, da Magia e dos Einherjar.
Os Einherjar são os guerreiros mortos em combate que estão no Valhalla, palácio de Odin, onde combatem durante todo o dia, comem carne de javali e bebem hidromel servido pelas Valquírias, e donde partem de quando em vez em atroadoras cavalgadas fantasmagóricas durante as noites de tempestade invernais.
Trata-se pois de um dia dos guerreiros - e, conforme diz Teófilo Braga em «O Povo Português nos Seus Costumes, Crenças e Tradições» (volume I), Marte, o Deus da Guerra, tem uma função de psicopompo, isto é, de condutor das almas ao outro mundo, nomeadamente as almas dos guerreiros, tal como S. Martinho também tem, no dizer do mesmo autor, um carácter funerário (op. cit., vol. II, pág. 67). Observa-se aqui uma semelhança de carácter entre o latino Marte e o germânico Odin.
A respeito deste último (Odin=Wuotan), diz Teófilo Braga o seguinte: (vol. II, pág. 223): «(...) Quase todas as igrejas e capelas pertencentes a São Miguel elevam-se sobre montanhas originariamente consagradas a Wuotan. O São Miguel cai na época em que, no norte da Alemanha, se celebrava a festa de Wuotan, enquanto que no sul, onde o Verão é mais longo, esta última coincidia com o São Martinho. Muitos dos atributos de Wuotan couberam em partilha a São Martinho, que possui o cavalo branco, o seu manto, a espada, e que se mostra às vezes à frente dos exércitos. (...)»

A semelhança entre as várias tradições europeias nesta ocasião festiva observa-se também ao nível dos costumes populares ainda praticados. O consumo de carne de porco é em toda a Europa Ocidental um dos elementos desta celebração - em Portugal, por exemplo, diz-se «No dia de S. Martinho mata o porquinho e põe-te mal com o vizinho», o que, numa só frase, refere não apenas o suíno mas também uma atitude de certo modo marcial.
Em Portugal diz-se também «Todo o porco tem o seu S. Martinho», equivalente ao inglês «His Martinmas will come, as it does to every hog», o que significa que toda a gente tem de morrer, mas que inclui uma alusão à violência, o que por outro lado também evoca o facto de nesta altura do ano os povos antigos da Europa abaterem o gado que não podiam guardar, prática que se observa no Primeiro de Novembro português da Serra da Estrela. E, como as tradições estão muitas vezes encadeadas umas nas outras, e já que se fala em Primeiro de Novembro, parece pertinente recordar que, tal como os Latinos antigos faziam o ano começar no mês dedicado ao Deus da Guerra (o ano latino antigo começava em Março, mês de Marte), é possível senão provável que os seus parentes Celtas também começassem o ano com uma celebração em honra do seu Deus da Guerra, a avaliar pela proximidade entre o S. Martinho e o Samain ou Halloween.

Registe-se também a tradição alemã do Martinshörnchen (croissants de S. Martinho): a lenda diz que Martinho, enquanto soldado, usava a capa de Wotan, e por conseguinte as pessoas comem estes croissants feitos de uma determinada pasta porque os pães em forma de crescente são similares às pegadas do cavalo de Wotan, Deus da Guerra e da Sabedoria.

É particularmente relevante a tradição das Martinslampen («luzes» de S. Martinho): tal como a resplandecência de S. Martinho traz a luz às trevas, também no campo se acendem luzes em abóboras (semelhantes às abóboras luminosas do Halloween nos países anglo-saxónicos) pela noite dentro. Fazia-se inclusivamente uma procissão de luzes deste tipo, que se origina provavelmente no lucernarium, o acender de velas litúrgico.

Na Escócia e no norte de Inglaterra costumava-se chamar «mart» a um boi gordo, porque este animal era abatido no dia de S. Martinho.

Ainda a propósito do folclore europeu, observa-se uma curiosa semelhança entre um elemento da mitologia espanhola e uma referência pagã clássica: o duende Martinico tem no nome uma derivação do teónimo Marte, Deus da Guerra, e veste de vermelho, cor associada à segunda função indo-europeia (de acordo com Dumézil), isto é, a da guerra; por outro lado, a indumentária vermelha é típica de entidades similares a duendes e/ou gnomos, como se observa no conto tradicional galês da lontra vermelha, além do curioso testemunho de um soldado romano estacionado onde é hoje a Holanda sobre um indivíduo de muito baixa estatura com um comprido barrete vermelho na cabeça...

Não será despropositado também lembrar que o dia de S. Martinho se celebra nas proximidades da celebração pagã romana da Vinália, festival do vinho, consagrado a Júpiter.
Tudo indica pois que «São Martinho» foi erigido pela Igreja como anti-Marte, inimigo dos Deuses dos ancestrais europeus. 
Assim, tratando-se ou não de uma data consagrada ancestralmente ao Deus da Guerra na Sua vertente mais luminosa, certo é que nada impede que se Lhe dedique este dia, ou o seguinte, como fazem os modernos asatruars.