sexta-feira, maio 24, 2019

PRESIDENTE DA COMISSÃO EUROPEIA INSULTA ELEITORADO NACIONALISTA

Em cinco anos como presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, insultou mais de uma vez quem não pensa como ele. Chegou a cumprimentar o primeiro-ministro húngaro Viktor Órbán dizendo «hello, dictator», porque o despudor de quem está de costas quentes é mesmo isto, permite-lhe esquecer que Orban foi eleito democraticamente pelo seu Povo, várias vezes, enquanto Juncker ocupa o lugar que ocupa porque aí foi colocado pelos seus pares. Mais recentemente voltou a ser notícia por este estilo «irreverente» e insultuoso, referindo-se aos Nacionalistas como «Estes populistas, estes estúpidos nacionalistas que estão apaixonados pelos seus países.» Com isto insultou milhões de europeus, porventura a maioria da população europeia, que, votando ou não nos partidos de Direita, é todavia patriota e ama portanto o seu país, pelo que se esta maioria soubesse que os seus respectivos países estavam em causa, não deixariam de votar no Nacionalismo. 
Enfim, mais não faz do que dar voz, despudorada e imprudente, àquilo que os seus comparsas ideológicos pensam mas não se atrevem a dizer, por receio da opinião popular - Juncker representa, nesta opinião, a classe político-cultural reinante no mundo ocidental, que despreza o povo e odeia as Nações porque a sua «religião» globalizadora jura que as fronteiras e as identidades não deveriam existir e que toda a gente deve ser mergulhada num caldeirão étnico para que o mundo fique castanho. 
A única força política que se opõe a este veneno moral é o Nacionalismo - este é o motivo pelo qual só o Nacionalismo é odiado pelas elites que controlam a Europa. 

quinta-feira, maio 23, 2019

CELEBRAÇÃO RELIGIOSA NUM TEMPLO OFICIAL DO PAGANISMO GREGO EM ATENAS - ADORAÇÃO DE ÁRTEMIS E APOLO



De acordo com o seu calendário religioso oficial, o Supremo Conselho Nacional Helénico celebrou com pompa no seu templo licenciado o Thargelia, em homenagem aos Deuses Apolo e Ártemis e honrou as virtudes da harmonia e da imparcialidade, no dia 18 de Maio de 2019 ". As celebrações foram feitas e serão feitas nos diversos centros locais, bem como nos centros do estrangeiro. Desejamos a todos os devotos saúde, felicidade e poder espiritual.
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Fonte: https://www.facebook.com/YSEEHELLAS/photos/pcb.10156317988989562/10156317975374562/?type=3&theater

quarta-feira, maio 22, 2019

PERGUNTA - DE RETÓRICA - DO PNR: QUEM TEM MEDO DA POLÍCIA?

Numa reportagem televisiva recente, pode ver-se um «jovem» a dizer que sente medo quando vê polícias. 
No PNR preocupa-nos muitíssimo mais ouvir, noutra reportagem de há anos - ouvimos, não vimos, porque a pessoa falou no anonimato por motivos de segurança - um passageiro da linha de Sintra dizer que todos os dias anda «com o coração nas mãos» devido aos assaltos e à violência gratuita e «imprevisível» dos «jovens»: lamentamos que não tenha havido polícia nesses casos, podia acontecer que certos «jovens» alegadamente «temerosos» se coibissem de aterrorizar os passageiros...
A esmagadora maioria dos Portugueses dignos desse nome sabe que não tem razão para temer a polícia e que as forças policiais precisam neste momento de mais facilidade de actuação, não menos. Se é a favor de que a polícia se fortaleça, o seu partido é o PNR - dia 26 de Maio faça ouvir a sua voz, sem medo, porque o voto ainda é secreto.
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Fonte: https://www.facebook.com/PNR.Oeiras/photos/a.335080073349272/1069882556535683/?type=3&theater

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Nunca, nem por uma só vez, vi polícia a actuar de maneira minimamente injusta ou com excesso de força contra africanos - pelo contrário, vi foi brandura a mais, perto da bananice.
O que será preciso para lidar com os «jovens» afros, mandar vir bófia de Angola para atirar a matar sem poder ser acusada de racismo e sem que agentes policiais portugueses fiquem comprometidos?, lá prático era, mas, por uma questão de princípio, em Portugal só mandam os Portugueses...


FRANÇA - LE PEN UM PONTO À FRENTE DE MACRON

As sondagens vinham a mostrar a líder de Extrema-Direita e a lista às europeias do Presidente francês empatadas - a tendência está a alterar-se para a vitória de Marine Le Pen, uma das peças da estratégia populista para estas eleições do ex-estratega de Trump, Steve Bannon.
Marine Le Pen e o Presidente francês Emmanuel Macron estão presos num ciclo de repetição eleitoral, após as presidenciais de 2007. A poucos dias das europeias, a vantagem parece estar com a líder da Extrema-Direita: uma sondagem BVA para a Europe 1 revelada esta Mércores diz que a União Nacional está um ponto à frente da lista da República em Marcha de Macron (23%-22%), confirmando a tendência expressa noutro estudo de opinião, divulgado Lues, do Cevipof, Fundação Jean Jaurés e Le Monde (23,5-23%).
Macron empenhou-se pessoalmente nestas eleições. Quer reformar as instituições europeias e dar-lhes novo fôlego, moldando-as ao seu interesse. Em Março, dirigiu uma carta a todos os cidadãos da União Europeia, com o título “Por um Renascimento Europeu” – e, não é coincidência, a lista de eurodeputados que concorre às eleições pelo seu partido e pelo Modem (centrista), chama-se Renascimento.
O Presidente francês quer ter uma palavra muito activa na escolha dos próximos dirigentes das instituições europeias, em especial do próximo presidente da Comissão Europeia, aliando-se a líderes liberais e de Esquerda como o primeiro-ministro português António Costa para formar uma nova aliança progressista no Parlamento Europeu. Há sinais de que Michel Barnier, o francês que foi o negociador-chefe do “Brexit” por parte da UE, pode ser a sua escolha. “É inegável que Barnier é um homem de grandes qualidades”, disse Macron ao jornal belga Le Soir.
Mas se não for o vencedor das eleições no seu próprio país, ainda que por muito pouco, perde poder argumentativo — face ao que se teme que seja um novo grupo de nacionalistas e anti-imigração, com Le Pen e o italiano Matteo Salvini — e sofrerá uma humilhação.
A campanha francesa da lista Renascimento tem então sido uma mobilização contra a União Nacional de Le Pen, cuja lista às europeias é liderada pelo jovem Jean Bardella, um nome desconhecido do grande público até agora. Com o caso da queda em desgraça – e saída da coligação governamental – do Partido da Liberdade (Extrema-Direita) na Áustria, outro elemento desta aliança populista trans-europeia, a proximidade de Le Pen à Rússia (o seu partido contraiu um empréstimo de nove mil milhões de euros a um banco russo – e a admiração por Vladimir Putin (que durante a campanha das presidenciais de 2007 foi recebida pelo Presidente russo no Kremlin) tem sido usada na campanha da lista de Macron.
Le Pen desconversa. “A Macronia em pânico cai num complotismo delirante”, reagiu Le Pen no Twitter. E Bardella apela ao “voto útil” contra o Presidente Macron, com mensagens directas aos que participaram no movimento dos Coletes Amarelos. “Pedimos aos Franceses que nos ajudem a travar a política de Emmanuel Macron”, pede.
Na verdade, estas eleições europeias tornaram-se em grande parte uma disputa entre duas figuras que não se candidatam por qualquer lista e não estão nos boletins de voto: de um lado, o norte-americano Steve Bannon, o ex-director de campanha de Donald Trump transformado em articulador da estratégia de poder da Extrema-Direita europeia, que tem como peças Salvini e Le Pen. Do outro lado está Emmanuel Macron, que é tudo menos observador imparcial destas eleições. Tem muito em jogo, não só para França mas também para construir a sua própria herança política.
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Fonte: https://www.publico.pt/2019/05/22/mundo/noticia/le-pen-macron-mata-tabuleiro-europeu-1873736?fbclid=IwAR1XnCUiu2ZAjiHVl0fPfx5pPk6-RQhQSGdHn5nRgLR2cBDZZ4Z0CN4_2Yk

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É o que eu digo há mais de dez anos - quanto mais os Nacionalistas falam em discurso directo ao povo, mais o povo vota nos Nacionalistas, porque a Democracia constitui aliada potencial, natural e, neste momento, já evidente, do Nacionalismo. O motivo deste potencial é óbvio: sendo o Nacionalismo a versão moderna e sistematizada da pulsão tribal que manda pôr o «Nós» em primeiro lugar, e se não há no seio de um Povo nada mais forte do que o «Nós primeiro», e se a Democracia é a supremacia da vontade popular - então, quanto mais se dá o poder maior à vontade popular, mais se dá o poder maior a uma entidade cujo valor máximo é «Nós em primeiro lugar».
É tragicamente idiota para a Europa que só agora haja nacionalistas a perceber isto.


NACIONALISMO CHEGA AO GOVERNO DA ESTÓNIA

O pequeno país báltico, considerado exemplar a nível democrático, um modelo a seguir pela restante Europa de Leste, saída da antiga União Soviética, está a perder o estatuto. O partido de Extrema-Direita EKRE conseguiu aumentar o número de votos nas últimas eleições, assim como a representação no Parlamento.
Passados quase 30 anos desde a dissolução da URSS, a Estónia tornou-se numa nação digital – 99 por cento dos serviços públicos estão online; um terço da população vota através da internet desde 2014; os impostos são declarados online, em menos de cinco minutos; e os cartões de identidade estão associados a assinaturas digitais. 
É um dos países mais seguros do mundo, um dos países com maior liberdade de imprensa, um dos que têm maior liberdade de expressão na internet e um dos que possuem maior facilidade em fazer negócios. 
Como o país tem assumido uma posição anti-russa desde a sua independência, a par dos irmãos bálticos, tem-se mostrado um prestável aliado da União Europeia e da NATO. 
Contudo, silenciosamente, o espetro político estónio tornou-se cada vez mais radical. 
O Partido Popular Conservador da Estónia, EKRE, liderado pelo pai e filho Mart e Martin Helme, fundado apenas em 2012, tem assumido uma importância crescente na cena política estónia, sobretudo desde a crise de refugiados em 2015. 
O EKRE conseguiu obter, nas eleições legislativas de Março de 2019, 19 em 101 lugares no Riigikogu, o Parlamento. Com o dobro dos votos comparativamente às eleições em 2015, o primeiro-ministro, Jüri Ratas, convidou o EKRE a formar uma coligação conservadora com o seu partido, o Partido Reformista Estónio. 
Numa tentativa de se manter no poder, Ratas decidiu ignorar os pedidos de Bruxelas de cessar negociações com o partido de Extrema-Direita, e ofereceu cinco em 15 cargos ministeriais e outras concessões políticas, como um referendo para inquirir o eleitorado sobre se o casamento deveria ser apenas entre uma mulher e um homem.
Desde a independência, os governos estónios viram-se obrigados a formar coligações, visto que nenhum partido alcançou os 51 lugares necessários para uma maioria no Parlamento. 
Política anti-imigração
O EKRE mantém uma clara posição etno-nacionalista relativamente à migração: é contra a imigração por parte de países africanos e do Médio Oriente e afirma não querer que os partidos liberais alterem a “composição étnica da Estónia”. Martin Helme afirmou: “If you’re black, go back” (se és negro, volta para trás) e “Eu quero que a Estónia seja um país branco”. 
Porém, a imigração não parece ser um problema real para o pequeno país, considerando a sua distância das rotas dos refugiados na Europa e o facto de ter dado apenas asilo a 47 refugiados.
Ruuben Kaalep, o líder do movimento jovem associado ao partido, o Blue Awakening (Despertar Azul), afirmou: “Os políticos de Direita não conseguem repudiar completamente a Alemanha Nazi”, dizendo que esta teve elementos positivos. 
Por outro lado, um dos representantes do partido replicou que algumas medidas económicas da Alemanha nazi deveriam ser aplicadas actualmente. 
Tendo em consideração a presença de uma minoria russa significativa no país e a exclusão a que estes afirmam ter sido relegados, os comentários das figuras do EKRE afiguram-se incendiários. 
Quanto ao casamento por casais do mesmo sexo, o partido também se opõe veementemente.
Neste contexto político e social, a Estónia começa a perder o estatuto de “país modelo” na Europa de Leste. Já há, inclusive, relatos de jornalistas que criticam a actual falta de liberdade de imprensa. 
As acções do EKRE poderão colocar em causa as relações com a União Europeia e, potencialmente, com a Rússia, visto que a última poderá identificar esta nova retórica com uma ameaça aos russos étnicos que vivem no pequeno país, e a consequente necessidade de defendê-los. Tal poderia alterar as acções da Rússia na Europa de Leste e, em particular, nos Bálticos.
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Fonte: https://www.rtp.pt/noticias/mundo/estonia-a-extrema-direita-emergiu-no-pais-baltico_n1148942?fbclid=IwAR2uXzqqI9IABp7_8ReYKWG8oKvNmLYtyryBRXthHznJ8QPh8dWuBsn5xWo

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Uma saudação é devida ao Povo da Estónia, que sabe de antemão percebe o que pode estar prestes a acontecer-lhe se deixar a elite reinante fazer-lhe a mesmíssima merda que está a fazer a outros Povos europeus.

PNR CONDENA PERSEGUIÇÃO DE «JORNALISTAS» À POLÍCIA


É com profundo sentimento de revolta que lemos a notícia publicada pelo Diário de Notícias, na sua edição digital, datada de 21 de Maio de 2019, intitulada “Cova da Moura. Quem são os oito polícias condenados?”, da autoria da jornalista Valentina Marcelino.
Neste artigo, a mencionada jornalista expõe os nomes dos oito agentes julgados e condenados ao abrigo do chamado processo da Cova da Moura. Entretanto, esta jornalista, que se tem destacado na elaboração de peças “jornalísticas” sistematicamente com alvo na chamada “Extrema-Direita” e nas instituições que asseguram a ordem pública, expõe de forma inaceitável parte do que refere constar no acórdão da sentença, concretamente os dados biográficos dos mencionados agentes da PSP, onde não faltam detalhes sobre os familiares e respectivas actividades profissionais.
Nós entendemos que isso não é jornalismo! Trata-se de uma exposição gratuita – despida de qualquer interesse social – dos agentes da PSP, bem como uma inqualificável devassa das suas vidas privadas e familiares, que, mercê do lamentável texto dessa jornalista, vêem agora a sua própria segurança e integridade física colocadas em risco.
O Partido Nacional Renovador quer aqui manifestar total solidariedade com os agentes visados pelo Diário de Notícias, que assim mais parece um “pasquim”. Este artigo representa um despudorado ataque não só aos referidos agentes, como também visa denegrir toda a PSP, – que tem sido objecto de uma campanha vil e muito negativa por parte de certa comunicação social politicamente comprometida.
Assim, o Partido Nacional Renovador declara:
– Solidariedade absoluta com os agentes condenados e alvo desta abjecta peça jornalística, e com toda a Polícia de Segurança Pública na sua missão de garante da ordem pública e da paz social.
– Corte de todas as relações com o jornal Diário de Notícias.  Além da publicação desse texto desprezível ser um acto irresponsável, consideramos que este órgão da imprensa nacional tem reiteradamente contribuído para a promoção de reconhecidas “fake news” (notícias falsas).
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Fonte: http://www.pnr.pt/2019/05/pnr-condena-perseguicao-a-psp-por-parte-da-imprensa/

TEMPO DE ANTENA DO PNR PARA AS EUROPEIAS 2019 - VERSÃO II


https://www.youtube.com/watch?v=9YscrMOKoVA

DISCURSO DO CABEÇA DE LISTA DO PNR PARA AS ELEIÇÕES EUROPEIAS DE 2019



https://www.youtube.com/watch?v=TYhBbW9_rok

Parte do discurso de João Patrocínio, candidato do PNR às Europeias 2019, na sessão de apresentação da candidatura (Lisboa, 23 de Março de 2019).

DIA «DE S. TORQUATO» - DATA DE ORIGEM POSSIVELMENTE PAGÃ USURPADA PELA CRISTANDADE


Dia 22 é, no calendário cristão, dia de S. Torquato... o que poderá eventualmente esconder uma data pagã, anterior, ou não fosse verdade que o Cristianismo usurpou quanto pôde das celebrações pagãs. No caso da figura de S. Torquato em si, é mister recordar o que já aqui tinha sido citado e se encontra nesta página: http://www.lavozdegalicia.es/hemeroteca/2003/02/01/1464657.shtml?idioma=galego
Ladislao Castro sinala que a figura de San Brais -un bispo armenio martirizado en tempos do emperador Diocleciano, segundo as crónicas dá Igrexa- ofrece bastantes semellanzas con San Torcuato, outra figura tradicional que é obxecto de culto popular en diversos lugares de Galicia e do norte de Portugal e ó que tamén se atribúen poderes curativos. Ambos os personaxes «parecen ir paralelos e ás veces substitúense», explica ou historiador. En certas representacións antigas, os dous santos teñen ou torque como atributo e ou propio nome de Torcuato significa etimoloxicamente «portador do torque».
As dúas figuras, en opinión do prehistoriador ourensán, parecen estar relacionadas directamente cunha divindade do panteón castrexo, chamada Bandua. Na localidade ourensá de Santa Comba de Bande, onde tamén hai un culto tradicional a San Brais, vos arqueólogos atoparon unha ara ou altar dedicada a este deus adorado polos habitantes dous castros prerromanos, que seguiu recibindo culto despois dá romanización de Galicia. Ou soado arqueólogo Florentino López Cuevillas, por outro lado, sinala que ou deus Bandua tamén debeu de ser obxecto de culto non castro ourensán de San Cibrán das, situado cerca dun lugar que se chama Couto de San Trocado. Este último nome é unha variante popular de Torcuato presente en diversos lugares de Galicia.A teoría de Castro é que tanto San Brais como San Torcuato herdaron en parte as funcións e vos atributos do deus Bandua, que probablemente tamén tinga virtudes curativas e ó que se lle debían de ofrendar torques.

Fundo de pátera em honra de Band Araugel, exposta no museu de Badajoz e de significado ainda hoje pouco claro, mas representando eventualmente uma Divindade protectora da comunidade

Outro tópico com rico texto sobre Bandia foi este: http://gladio.blogspot.pt/2011/02/bandua-protectora-da-comunidade.html 
Ainda outro texto de excelente conteúdo e valor especulativo é http://despertadoteusono.blogspot.pt/2011/11/echtra-nerai-bandua-o-samhain-e-o.html, este doutro blogue, no qual, com citações de Blanca Albalat e André Pena Granha, se traça um provável perfil da Divindade em questão: um Senhor dos Laços, Deus de Guerreiros e do Além, à maneira arcaica indo-europeia, equivalente lusitano-galaico do celta Ogma/Ogmios e, também, do germânico Odin. Este aspecto, de Senhor dos Laços, a saber, das correntes que prendem - por lealdade e/ou por poder mágico, tanto mantendo coeso o grupo como, por outro lado, paralisando os inimigos - poderá estar expresso nesta figura de marfim, data do século I-II d.c., peça de jogo de estratégia encontrada nos restos do acampamento romano de Aquis Querquernis (Banhos de Bande é o nome actual, a fazer lembrar o carácter termal do Deus...), que representa um guerreiro com uma corda ao peito, evocando provavelmente a característica da atadura:

Aproveito para recomendar vivamente uma visita ao Museu Nacional da Arqueologia para ver de perto a pátera de Band Araugel na exposição «Lusitânia  Romana - Origem de dois Povos».

PNR SOLIDÁRIO COM ABERTURA DE CONTA A FAVOR DOS AGENTES DA PSP CONDENADOS PELA SUA INTERVENÇÃO

Sindicato diz que não se revê na sentença do Tribunal de Sintra, que condenou oito elementos da PSP da esquadra de Alfragide por agressões a moradores da Cova da Moura, e quer recolher fundos para minimizar gastos dos agentes com apoio jurídico e eventual pagamento de indemnizações.
O Sindicato dos Profissionais de Polícia da PSP decidiu abrir uma conta solidária para auxiliar os agentes da Esquadra da PSP de Alfragide envolvidos no caso das agressões aos moradores do Bairro da Cova da Moura.
Em comunicado, o Sindicato dos Profissionais de Polícia informa que "não se revê na sentença proferida pelo Tribunal de Sintra e que resultou na condenação de oito dos 17 elementos da Esquadra de Alfragide", aguardando "serenamente o resultado do recurso que será interposto às instâncias superiores".
Por estar "solidário com todos os polícias envolvidos neste processo", que no entender do sindicato assumiu "proporções de condenação pública e política e não de verdadeira justiça", o organismo decidiu abrir uma conta solidária face uma "decisão judicial que, numa primeira análise, peca por excessiva e desproporcional". 
A direção do sindicato informa que a conta solidária, cujo IBAN será divulgado em breve, visa recolher verbas para distribuir de forma equitativa aos agentes envolvidos no caso. "Trata-se de uma forma de os ajudar a minimizar os gastos que têm tido com o apoio jurídico em todo o processo judicial e auxiliar nas eventuais indemnizações que tenham efectivamente de pagar".
Na mesma nota, o sindicato dos Profissionais de Polícia refere que os polícias e cidadãos em geral que assim o entenderem poderão dar o seu contributo para esta causa. 
Recorde-se que o Tribunal de Sintra condenou na segunda-feira oito dos 17 polícias da Esquadra de Alfragide, concelho de Amadora, acusados de agressões e insultos racistas a seis jovens da Cova da Moura, em 2015, mas absolveu-os de racismo e tortura.
O colectivo de juízes aplicou a sete dos arguidos, em cúmulo jurídico, penas únicas entre dois meses e cinco anos de prisão, suspensas na sua execução por igual período, pelos crimes de sequestro, de ofensa à integridade física qualificada, de falsificação de documento, de injúria e de denúncia caluniosa.
A um dos arguidos, o colectivo de juízes, presidido por Ester Pacheco, determinou que a pena de um ano e meio fosse efectiva, por este arguido já ter sido condenado no passado. O tribunal não deu como provado que os arguidos tenham agido com ódio racial nem que tenham cometido o crime de tortura e outros tratamentos cruéis, degradantes e desumanos, razão pela qual absolveu todos os arguidos deste crime.
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Fonte: https://tvi24.iol.pt/sociedade/psp/sindicato-dos-profissionais-de-policia-abre-conta-solidaria-para-agentes-condenados-da-esquadra-de-alfragide?fbclid=IwAR0agNhbTs5ZNYcmLQaonOeCuJdlYNyXT5-MIrP9m2Cxb_f-JnZ6Y-AmBNQ
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O PNR está inteiramente solidário com esta iniciativa em prol da única defesa das classes populares contra a violência cometida por certos «jovens» que impunemente agridem os Portugueses.
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Fonte: PNR Oeiras



TEMPO DE ANTENA DO PNR PARA AS EUROPEIAS 2019 - VERSÃO I


https://www.youtube.com/watch?v=7VK3As_ktrc

terça-feira, maio 21, 2019

TERRORISTAS MUÇULMANOS «MODERADOS» ATACAM COM ARMAS QUÍMICAS NA SÍRIA

Militantes do grupo terrorista Frente Nusra tentaram atacar as posições do exército sírio usando tanques e veículos cheios de explosivos, informou o Centro Russo de Reconciliação Síria.
"Em 21 de Maio de 2019, militantes de grupos armados ilegais sob a liderança do grupo terrorista Frente Nusra tentaram atacar as posições das forças governamentais na área de al-Habit, Kafr Nabudah e Kafr-Zeita [na província de Hama] com o uso de tanques e veículos cheios de explosivos", disse chefe do centro, o major-general Viktor Kupchishin em uma reunião diária.
Além disso, os terroristas encheram munições com agentes nervosos para encenar provocações para culpar o exército sírio por usar armas químicas, segundo os militares russos.
Na Vernes, o Ministério da Defesa russo disse que o grupo terrorista da Frente Nusra estava preparando um ataque falso (false flag) na província síria de Idlib para enquadrar as Forças Aeroespaciais russas por supostamente atacar civis com armas químicas.
Os terroristas planeavam filmar o suposto envenenamento de civis ao lado dos fragmentos da munição russa para posteriormente espalhar as imagens pelas plataformas sociais e pelos meios de comunicação ocidentais, acrescentaram os militares.
Nas últimas duas semanas, os terroristas teriam aumentado o número de ataques nas províncias do noroeste da Síria, em particular em Idlib. No início do mês, os terroristas disparou a frequência de ataques nas províncias sírias de Hama, Aleppo e Latakia. Também estão a tentar atacar as posições do exército sírio na região. As forças do governo reagiram impulsionando os seus ataques contra terroristas na província de Idlib e destruindo depósitos, posições de artilharia e postos de observação do grupo.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2019052113924831-terroristas-ataque-armas-quimicas-siria-russia/

PNR NOVAMENTE SOLIDÁRIO COM A POLÍCIA DA AMADORA

Quem anda na rua sabe o que é a convivência diária com certos «jovens» de certos bairros ditos «problemáticos» - tem portanto uma ideia do grau de violência a que a polícia está sujeita. A impunidade dos «jovens» que sem pudor se atrevem a atacar as forças da autoridade NACIONAIS é algo que REVOLTA os portugueses dignos deste nome - e estas decisões da «justiça» mais não fazem do que PREMIAR essa arrogância «juvenil» e servir para intimidar os agentes da autoridade, ÚNICA defesa do cidadão das classes populares diante da agressividade dos «jovens» das gangues.
O PNR está por isso solidário com os polícias condenados e acredita que se torna cada vez mais importante salvaguardar os seus direitos e a sua capacidade de intervenção contra a violência criminosa dos chamados «jovens» de certas minorias, porque em Portugal mandam só os Portugueses.
«A defesa dos oito polícias da Esquadra de Alfragide, concelho de Amadora, condenados, dia 20, no caso das agressões a seis jovens da Cova da Moura, em 2015, vai recorrer do acórdão para o Tribunal da Relação de Lisboa.
A acusação do Ministério Público relata dois episódios em que os agentes da PSP terão agredido os seis ofendidos: o primeiro ocorreu a 05 de Fevereiro de 2015, quando uma equipa da PSP foi à Cova da Moura fazer patrulhamento e deteve Bruno Lopes, um dos ofendidos, alegando que o jovem tinha atirado pedras à carrinha da polícia e partido um vidro. »

Fonte: https://www.jn.pt/
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Fonte: https://www.facebook.com/PNR.Oeiras/photos/a.335080073349272/1068880659969206/?type=3&theater

VITÓRIA INESPERADA DO CENTRO-DIREITA NA AUSTRÁLIA...

Dados da Comissão Eleitoral Australiana mostram que a coligação conquistou 78 lugares, mais dois do que a maioria absoluta na câmara baixa, a Câmara de Representantes.
Os Trabalhistas, de Centro-Esquerda, ficaram com 67 assentos, menos dois do que tinham.
A câmara baixa é ainda composta por um deputado cada dos Verdes, do Katter Australian Party e da Centre Alliance mais três independentes.
Vitórias amplas dos liberais no estado de Queensland -- onde conquistaram 23 mandatos contra seis dos trabalhistas - e na Austrália Ocidental - 11 contra cinco, ditaram um resultado que veio contradizer todas as sondagens e projecções.
Os trabalhistas venceram nos Estados de Victoria e South Australia e ainda nas regiões do Território Norte e do Australian Capital Territory, com um empate no Estado de Nova Gales do Sul.
Um dos factores que contribui para a reeleição da coligação do Governo foi o facto de o sistema preferencial lhes dar muitos dos votos de partidos mais pequenos, especialmente os conservadores.
A "votação preferencial" significa que os eleitores numeram por ordem os seus candidatos e que os votos de todos os eleitores são assim distribuídos, segundo as preferências, pelos partidos mais votados.
Se os eleitores nomearem apenas um candidato de um partido e se esse partido não estiver entre os dois mais votados, o voto é distribuído de acordo com as decisões de preferências feitas pelos partidos.
O objectivo é garantir sempre uma eleição 'maioritária', mas implica que, em alguns casos, o partido mais votado no voto 'primário' acabe por não vencer no círculo eleitoral devido à distribuição de preferências.
Tendo em conta essa 'distribuição' de votos, os dois maiores partidos tiveram praticamente o mesmo número de votos -- quando falta ainda concluir a contagem total dos votos postais -- que não vão alterar o resultado.
A coligação conseguiu 5,28 milhões de votos contra os 5,09 milhões dos trabalhistas.
O resultado levou à demissão do líder dos trabalhistas, Bill Shorten.
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Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1255665/coligacao-conservadora-na-australia-atinge-maioria-absoluta

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Como aqui se lê https://www.jihadwatch.org/2019/05/australia-tough-on-jihad-scott-morrison-wins-big-in-re-election-shocks-media-and-pollsters, o resultado foi uma brutal e desagradável surpresa para a imprensa «mainstream», que quase garantia a sua derrota... mas ai que o caraças do povinho é «racista» e deu a vitória a um tipo que abertamente denuncia o extremismo islâmico... pudera, uma sondagem recente demonstra, como se lê no artigo, que a maioria da população australiana considera o Islão de forma negativa... não se trata de uma população «nazi», repare-se, porquanto na mesma sondagem constata-se que é favorável ao casamento homossexual e ao aborto... não é nazi, nem fascista, é simplesmente coerente, porque percebe o perigo que o Islão representa para a liberdade ocidental.

segunda-feira, maio 20, 2019

MARINE LE PEN APELA A UMA REVOLUÇÃO PACÍFICA EUROPEIA A BEM DO SENSO COMUM

A líder da Direita conservadora de França, Marine Le Pen, pediu neste sábado uma "revolução pacífica" para trazer o poder de volta à Europa e aos Estados soberanos nas próximas eleições para o Parlamento Europeu.
"Queremos viver nos nossos países como somos. Em França como franceses, em Itália como italianos […] Hoje estamos a assinar o acto fundador da revolução pacífica europeia […] A 26 de Maio, vamos devolver o poder ao povo", declarou Le Pen durante uma manifestação organizada em Milão por Matteo Salvini, vice-primeiro-ministro da Itália e chefe do partido político de Direita Liga.
Le Pen enfatizou que o principal objectivo dos manifestantes era viver na Europa, respeitando os interesses de cada Estado.
"O nosso projecto é a cooperação na Europa entre nações soberanas livres, na Europa que respeita os Estados […] A nossa tarefa agora é escrever juntos o futuro da Europa. Será a revolução do senso comum na Europa", prosseguiu a líder francesa.
Além disso, Le Pen salientou mais uma vez que o presidente francês Emmanuel Macron teria de deixar o cargo, caso o seu partido não vença as eleições para o Parlamento Europeu. A 11 de Maio, também pediu ao líder francês que se demitisse caso o seu partido perdesse.
Neste sábado, Milão sediou um grande comício sob o slogan "Itália primeiro em direcção a um senso comum europeu", pois Salvini construiu um bloco pan-europeu de partidos de Direita antes das eleições para o Parlamento Europeu, em que seu partido é projectado para fazer alguns dos ganhos mais marcantes.
A demonstração em curso é acompanhada por 11 representantes dos partidos europeus de Direita, incluindo Le Pen, o co-líder da Alternativa para a Alemanha (AfD), Jorg Meuthen, e o líder do Partido Holandês pela Liberdade (PVV), Geert Wilders.
O partido de Le Pen também pode alcançar o sucesso na próxima votação. De acordo com a recente pesquisa da Ipsos / Sopra-Steria, o Rally Nacional pode contar com 22% dos votos, enquanto o La Republique En Marche!, de Macron, foi apoiado por 21,5% dos entrevistados.
De 23 a 26 de Maio, a União Europeia realizará eleições para o seu principal órgão legislativo. A nova composição da Comissão Europeia e o seu chefe serão determinados com base nos resultados da votação.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2019051813908725-le-pen-revolucao-europa/

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Um apelo verdadeiramente democrático e nacionalista - alteração pacífica do poder instituído em nome do senso comum, demonstrando que quem mais lidera o Nacionalismo político percebe com cada vez mais clareza que a perspectiva nacionalista é a tendência mais natural no seio do povo: é esse o significado profundo, o da pulsão vital popular, que manda dar prioridade à Estirpe, aquilo que se traduz aqui com a expressão «senso comum». 
O Nacionalismo amadurece e está pois melhor que nunca.

NOVA ALIANÇA NACIONALISTA PAN-EUROPEIA PODE ALCANÇAR UM EM CADA SETE LUGARES NO EURO-PARLAMENTO

A nova aliança pan-europeia de partidos promovida pelo vice-primeiro-ministro italiano, Matteo Salvini, sob o slogan "Rumo a uma Europa do senso comum", deve ganhar pelo menos 150 dos 750 assentos do Parlamento Europeu.
Com isso, o bloco de Salvini deve-se tornar numa das três principais forças políticas do Parlamento, segundo afirmou à Sputnik o líder do partido Volya da Bulgária, Veselin Mareshki.
O vice-primeiro-ministro italiano Salvini realizou uma manifestação em Milão neste sábado (18), antes das eleições europeias. Foi acompanhado por 11 líderes populistas de partidos europeus, incluindo Marine Le Pen, do Movimento Nacional de França, de George Meuthen, da Alternativa para a Alemanha (AfD) e por Geert Wilders, do Partido Holandês pela Liberdade. Esses partidos formaram a Aliança Europeia de Pessoas e Nações para mudar o actual equilíbrio de poderes na legislatura europeia.
"Juntámo-nos a ele antes mesmo de Salvini começar a expandir a aliança. Fomos convidados a cooperar primeiro com os nossos colegas austríacos, depois Marine Le Pen, e agora aproximamo-nos de Matteo Salvini. Estamos construindo uma grande aliança", disse Mareshki, ressaltando que a aliança pode-se tornar numa força política importante na Europa.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, não entrou na aliança até agora. Enquanto Nigel Farage, do UK Brexit Party, é outra personagem conservadora do continente que ainda não se aliou ao grupo.
"Se eles se unirem, poderemos tornar-nos no primeiro poder na Europa e poderemos trabalhar juntos para proteger a Europa", disse Mareshki.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2019051813910099-salvini-afd-uniao-europeia-viktor-orban/

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Sic itur ad astra, o Nacionalismo democrático europeu avança.

ÍNDIA TESTA COM SUCESSO MÍSSIL ISRAELITA

A Marinha da Índia testou com sucesso um míssil terra-ar de médio alcance (MRSAM) desenvolvido pela agência de pesquisa militar nacional em cooperação com a Israel Aerospace Industries.
"O teste foi realizado na costa ocidental pelos navios da Marinha indiana Kochi e Chennai, dos quais os mísseis de ambos os navios foram controlados por um navio para interceptar alvos aéreos diferentes em intervalos estendidos", informou a força marítima do país.
A corporação indiana ainda elogiou o "compromisso cooperativo inaugural" entre a Marinha do país, a Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO) e a Israel Aerospace Industries (IAI).
O míssil anti-aéreo de médio alcance, co-desenvolvido com Israel, onde é conhecido como Barak-8, foi fabricado pela Bharat Dynamics Limited, na Índia. Ele é projectado para lidar com uma ampla gama de ameaças aéreas a até 70 km de distância, incluindo aeronaves inimigas e drones hostis, bem como mísseis anti-navio e balísticos.
"Esta capacidade aumentará significativamente a eficácia de combate da marinha indiana", afirmou a força marítima.
A Marinha indiana tornou-se parte de um grupo selecto de marinhas que têm essa capacidade de nicho.
Enquanto a frota actualmente tem os mísseis instalados em destroyers de classe de Kolkata, a Índia planeia instalar os MRSAMs em "todos os grandes navios de guerra futuros".
No ano passado, o principal fabricante aeroespacial e de aviação de Israel assinou um acordo de US$ 777 milhões com a Índia para fornecer a Nova Déli sistemas de defesa anti-mísseis de longo alcance. Um contrato de US$ 93 milhões, assinado em Janeiro, assegurou o acesso da Marinha indiana à tecnologia da IAI para mísseis de médio alcance, incluindo interceptores com buscadores de radiofrequência modernos e radares digitais.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2019051813908847-india-misseis-israel/

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Mais um bom sinal de fortalecimento da aliança entre Índia e Israel, dois aliados naturais da Europa.

domingo, maio 19, 2019

PNR - PELA IDENTIDADE CONTRA A IMIGRAÇÃO E O ISLÃO


Ponto nº 4 do programa do PNR para as Europeias 2019
É central a questão em torno dos ditos “refugiados”, da imigração, do imigracionismo enquanto fenómeno imposto nas costas dos Povos pelas ditas elites, o qual coloca indubitavelmente em causa a especificidade identitária de cada Povo e, por conseguinte, a própria singularidade do Velho Continente. É a nossa segurança interna, soberania, identidade e cultura que estão seriamente ameaçadas.
Será lícito que, sem termos sido consultados, nos escancarassem as fronteiras, ao abrigo de objectivos globalistas e multiculturais, deixando a nossa Europa e suas Pátrias à mercê da imigração invasora, da criminalidade crescente e da ameaça à nossa matriz civilizacional? Será lícito terem assinado um “Pacto Global para a Migração, com gravíssimas consequências sem uma consulta popular? Os políticos portugueses, ao embarcarem irresponsavelmente no barco dos mundialistas que pululam em Bruxelas, e demonstrando face à imigração uma permissividade incompreensível, permitem que toda a miséria do mundo se instale clandestinamente em Portugal adaptando as leis sobre a matéria, cada vez mais permissivas, às políticas suicidas implementadas, abdicando das suas responsabilidades na defesa do bem-estar dos Portugueses.
Não a queremos evitar a mobilidade, mas queremos ter controlo sobre ela, reactivando fronteiras e defendendo novas políticas de imigração para cidadãos europeus e não europeus. Quanto aos “refugiados” só devem de ser recebidos por quem os aceita e nunca por imposição.
A maior ameaça à Europa, nos nossos tempos, chama-se Islão! E a principal culpa disso é dos próprios governantes europeus e da União Europeia. Não podemos tolerar que uma suposta religião, assumidamente invasora e portadora da jiad, se instale em solo europeu e em solo nacional, não para se ocidentalizar, mas antes para nos islamizar, impondo-nos a sua cultura. Trata-se de um sistema político-religioso, hostil, com uma cultura diametralmente oposta à nossa, bárbara na conduta, atrasada nos costumes, selvagem nas leis, intolerante na convivência. Ora, neste particular temos de ser altamente firmes e combativos: Islão, aqui não!

Em suma, o PNR defende:
– Garantir a Identidade ocidental e a matriz cultural cristã;
– Reverter os fluxos migratórios;
– Denunciar o “Pacto Global para a Migração”;
– Denunciar os acordos de Schengen e repor o controlo sobre as fronteiras;
– Repatriar imigrantes subsídio-dependentes, criminosos ilegais e que não se integrem;
– Cortar os apoios e subsídios, de discriminação positiva para as minorias étnicas;
– Reconhecer que no actual momento histórico o Islão é o maior inimigo da nossa matriz cultural e encetar políticas de “desislamização”;
– Portugal propor-se como observador do Grupo de Visegrado (principal opositor à colonização da Europa por imigrantes).

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Fonte: http://www.pnr.pt/2019/05/4-identidade-imigracao-e-islao/

sábado, maio 18, 2019

PNR - REPRESENTAÇÃO E TRANSPARÊNCIA


Ponto nº 3 do programa do PNR para as Europeias 2019
Uma das principais críticas que apontamos à actual União Europeia é a sua natureza economicista, legalmente blindada, entretanto, por organismos que simultaneamente apresentam um défice democrático (Conselho e Comissão Europeia) e sem o mínimo contacto com a realidade quotidiana dos cidadãos dos diversos países. Assim, nesta situação concreta levantamos a bandeira da necessidade de uma Europa dos povos, em contraposição à Europa das elites, dos plutocratas e tecnocratas, onde o aperfeiçoamento dos mecanismos e instituições os torne realmente participativos (democracia directa, participativa e referendária) e sejam uma realidade a subsidiariedade de um princípio inalienável de cada Estado.
A abstenção tem sido elevadíssima nas sucessivas eleições europeias – coisa que de certa forma é compreensível – pois o eleitorado não se sente minimamente representado nas instituições europeias e percebe que na teia dos grandes interesses instalados entre Bruxelas e Estrasburgo se governa com pouca transparência, nas suas costas e geralmente contra si. Afinal, que contributo têm dado os 21 deputados portugueses em prol da nossa Pátria? O que fazem com os votos que os elegeram? Como gastam o dinheiro dos nossos impostos? Estas são algumas questões pertinentes, cuja falta de resposta – pelo menos clara – cria uma nuvem de dúvidas que desincentiva à participação eleitoral. É inconcebível, por exemplo, que tais deputados acumulem essa função parlamentar com outras, que passem a vida em debates televisivos em Portugal (em nada relacionados com o cargo que ocupam), que faltem a votações no Parlamento Europeu… Por isso, o PNR bate-se pelo escrutínio da sua actividade na UE.

Em suma, o PNR defende:
– Combater o totalitarismo dos poderes não eleitos e as elites dominantes nas suas “torres de marfim”;
– Reforçar o sistema financeiro público nacional, garantindo que o BdP não seja uma simples filial do BCE, e proteger assim o cidadão nacional;
– Impedir toda e qualquer forma de censura no mercado digital, mesmo que camuflados com a protecção dos direitos de autor;
– Proibir a acumulação do cargo de deputado europeu com qualquer outra actividade profissional;
– Estabelecer a obrigatoriedade de prestação de contas, trimestralmente, na Assembleia da República e à comunicação social, acerca da sua actividade de cada deputado no Parlamento Europeu.

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Fonte: http://www.pnr.pt/2019/05/3-representacao-e-transparencia/

PATRIARCADO DE LISBOA APOIA O BASTA E O CDS...

O Patriarcado de Lisboa partilhou na sua página de Facebook uma publicação em que é feito um apelo ao voto no CDS, no Basta ou no Nós Cidadãos, a propósito da posição que estas três forças políticas têm em temas como o aborto ou a eutanásia.
Questionado pelo Diário de Notícias, o gabinete de comunicação do Patriarcado de Lisboa admitiu que aquela publicação “foi uma imprudência” e acrescentou: “Para o Patriarcado, é essencial que toda a gente tenha a possibilidade de discernir o seu voto”. O post acabou por ser retirado, cerca de duas horas depois de ter sido feito.
A imagem em causa foi elaborada pela Federação Portuguesa pela Vida (FPV) e, de acordo com o que se pode ler na sua legenda, as informações ali dispostas resultam tanto da leitura dos programas como das respostas que os partidos àquela associação sobre cada um dos temas em questão.
Na imagem, são colocados lado a lado nove partidos que concorrem às eleições europeias, agendadas para 26 de Maio, e faz-se um resumo da posição de cada uma daquelas forças políticas em sete temas, desta forma elencados: “Vida por nascer”, “Rejeição eutanásia”, “Liberdade de educação”, “Oposição ideologia de género”, “Proibição barrigas de aluguer” e “Combate à prostituição”.
Naqueles parâmetros, e de acordo com a avaliação feita pela FPV, há três partidos que defendem todas as causas acima citadas: o CDS, o Basta e o Nós Cidadãos. Pelo contrário, o PS, o Bloco de Esquerda e o PAN surgem como sendo contra todas aquelas bandeiras da FPV. Algures pelo meio estão o PSD, o Aliança e a CDU.
Embora não seja feito um apelo literal ao voto, o facto é que a imagem conta ainda com a inclusão de duas hashtags que não deixam margem para dúvidas quanto ao pendor daquela publicação: “#euvotoprovida” e “avidaem1lugar”.
Fora da imagem ficaram partidos como o Partido Democrático Republicano (PDR), o Livre, o Partido Nacional Renovador (PNR) ou o Iniciativa Liberal (IL), entre outros. Questionados sobre essas ausências — mais concretamente sobre a do PNR —, a página de Facebook Caminhada Pela Vida (onde o post original foi feito e cuja página é afeta à FPV) respondeu num comentário que não aparecem no quadro “todos os partidos sem assento parlamentar que não responderam ao questionário que lhes foi enviado”.
Em comunicado enviado às redacções, a Federação Portuguesa pela Vida garantiu que “o quadro não constituiu uma indicação de voto nem um apoio a qualquer partido, é apenas uma informação sobre a posição dos partidos relativamente à agenda pró-vida”.
José Maria Seabra Duque, dirigente da federação, ressalva ainda que “os temas apontados não são os únicos para decidir o voto, são apenas aqueles sobre os quais a Federação, no seu trabalho político, se debruça”. E diz ser “falsa” e “bastante ridícula” a “colagem entre a federação e uma coligação concreta”.
CDS: “Nós não somos o Patriarcado”
Questionado sobre a polémica publicação do Patriarcado de Lisboa no Facebook, entretanto retirada, o candidato do CDS às Europeias foi taxativo: “Nós não somos o Patriarcado”. “O CDS não é o Patriarcado, não pode responder por ele, e não tem que achar coisa nenhuma”, disse Nuno Melo aos jornalistas em Évora, à margem de uma visita à Embraer, sublinhando que no seu entender nenhuma entidade deve fazer apelo ao voto, ainda que, notou, os partidos do “centrão” estão sempre a ser beneficiados com apelos indirectos de entidades e nunca ninguém se chateou por isso.
Na publicação, a Igreja apelo ao voto no CDS, no Basta ou no Nós Cidadãos, por serem as três forças políticas com uma posição semelhante à da Igreja em temas pró-vida, como o aborto ou a eutanásia. Mas quando questionado sobre se o incomodava aparecer ao lado do partido de André Ventura nestas temáticas de consciência individual, Nuno Melo chutou o argumento da democracia: “Em democracia, isso equivale a perguntar se incomoda os partidos estarem todos juntos no boletim de voto, a democracia é assim mesmo”.
Mais: “O que me incomoda é, por exemplo, os Jesuítas, que, dentro da Igreja até são vistos como progressistas, terem questionado todas as candidaturas sobre as medidas que propõem em relação aos refugiados e poucos partidos responderam”, contra-atacou. O CDS, claro, respondeu.
No PSD, o candidato Paulo Rangel nota que “pelos vistos, foi um engano, um lapso que foi corrigido” e que, portanto, “não merece que se dê mais importância do que isso”. “Devemos passar à frente”, disse o candidato, em curtas declarações aos jornalistas.
Basta: “Foi Deus que me colocou nesta luta”
André Ventura, cabeça de lista do Basta, indicou que ficou “pessoalmente feliz” com a publicação do patriarcado, por ser um “católico de formação”. “Eu acho que foi Deus que me colocou neste espaço e nesta luta. Por isso sinto-me bem por a Igreja validar a minha posição”, afirmou ao Observador.
“Se a Igreja afirma  permanentemente que os cristãos têm o dever de participar na vida pública, de trazer o Cristianismo para a pólis, de participar na política, então temos de ter a capacidade de defender valores cristãos também na política”, continuou André Ventura, lamentando que se tenha gerado após a publicação “uma pressão política e social muito grande”, que levou a que a mesma fosse apagada.
Mais, Ventura sustenta que achou a publicação correcta por “não haver apelo directo ao voto” e se “basear num estudo com dados empíricos”. Reconhece, ainda assim, que é questionável o momento em que é partilhada a mensagem, devido à proximidade de um acto eleitoral, apesar de os católicos terem “maturidade para perceber a diferença entre a religião e a política”.
A coligação Basta reúne o Partido Popular Monárquico (PPM), o Partido Cidadania e Democracia Cristã (PPV/CDC), o movimento Democracia 21 e o Chega (presidido por André Ventura).
CDU: “Retirada do post e reconhecimento do erro resolvem a questão”
O cabeça de lista da CDU às europeias, João Ferreira, reagiu ao polémico post de Facebook do Patriarcado de Lisboa assegurando que “a retirada do post e o reconhecimento do erro resolvem a questão”. “O fundamental é que todos, crentes e não crentes, tenham total liberdade de voto”, destacou o candidato comunista.
João Ferreira sublinhou ainda a proximidade entre algumas ideias da CDU e a Igreja Católica. “Estou certo de que as preocupações que a CDU tem vindo a expressar no plano da situação social, da necessária resposta a situações de injustiça social, no plano da melhoria na distribuição dos rendimentos, na promoção da igualdade, vai ao encontro daquilo que são as preocupações de muitos católicos e não católicos”, disse, acrescentando: “Portanto, a questão essencial, para nós, está arrumada”.
A mesma posição na caravana do PS. Pedro Marques quis desvalorizar o caso considerando que o assunto encerrado, tal como Marisa Matias, a última a reagir à polémica. “Lamentamos que o patriarcado tenha feito essa publicação mas registamos que a retirou, considerando-a imprudente”, disse. A eurodeputada bloquista falava à saída de uma visita à Unidade de Saúde Familiar de Cruz de Celas, em Coimbra. Perante a insistência dos jornalistas na questão, a candidata não cedeu e repetiu a mesma afirmação, mais palavra menos palavra. “Lamentamos que o tenham feito, mas registamos que o tenham retirado”.
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Fonte: https://observador.pt/2019/05/16/patriarcado-de-lisboa-partilha-publicacao-que-apela-ao-voto-no-cds-e-no-basta/

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Quem se surpreende por este apoio eclesiástico ao Basta e nunca ao PNR? Só quem não veja um palmo à frente da cara e ainda pense que algum dia a Igreja poderia apoiar um partido frontalmente anti-imigração.
Quem pensa isso também costuma dizer «ai, o Francisco não é o meu papa!!!»... Ora já o papa anterior era pró-imigração. Não é uma questão de capricho individual, é uma questão de doutrina e sensibilidade específica. O mais importante para o Cristianismo não é o aborto ou sequer a ida à missa mas sim o amor universalista. A sensibilidade essencial da Cristandade está portanto em oposição frontal à nacionalista, arcaica, visceral, popular, que põe a nossa gente em primeiro lugar. Por este motivo, todas as igrejas estão contra os partidos nacionalistas há colhões de anos.

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«DEPOIS VAI-SE A VER E... NADA»

Agora, na RTP (canal estatal), um apresentador do programa «Depois vai-se a ver e nada» a dizer, sobre como é que os grandes média se defendem contra a Extrema-Direita, «que eu calculo que ninguém deseja». Pois, «ninguém» deseja excepto os milhões que nela votam em toda a Europa e «ameaçam» torná-la na terceira maior força no euro-parlamento... 
A arrogância das elites me(r)diáticas nunca surpreende, mete é sempre nojo. Mais que nunca falam à tio de Cascais quando falam como se «toooda a gente» concordasse com eles, porque por «toooda a gente» referem-se à sua maralha elitista, não à totalidade do Povo.

sexta-feira, maio 17, 2019

MORRISSEY ESCANDALIZA «PÚBLICO» E «ESTRAGA» PROGRAMA DE GRANDE AUDIÊNCIA AO MANIFESTAR APOIO A PARTIDO NACIONALISTA

Anne Marie Waters tem pregado no deserto. A sua mensagem e o seu passado colam-na - e ao partido que fundou em 2017, o For Britain - à Extrema-Direita. No site do partido, o For Britain é anunciado como um partido "positivo, pró-britânico e pró-democrático" e os seus dirigentes não se sentam "nem à Esquerda nem à Direita". Com a conta suspensa no Twitter, Anne Marie Waters já foi militante do Partido Trabalhista e do populista UKIP (inclusive chegou a concorrer à liderança), portanto já esteve à Esquerda e à Direita.
Lésbica, feminista e defensora dos direitos LGBT, faz da luta contra a islamização do Reino Unido a sua prioridade, o que lhe tem custado mais dissabores do que alegrias. "Somos a maioria decente, justa e de bom senso cuja voz foi ignorada durante demasiado tempo", lê-se no programa do partido. Ninguém o diria tendo em conta as reacções nas redes sociais à ida de Morrissey ao Tonight Show.
O cantor sempre gostou de polemizar e os media fazem listas com as suas opiniões menos politicamente correctas, como esta da Buzzfeed. Talvez em resultado das suas afirmações, em Novembro, um homem invadiu o palco em que actuava e agarrou-se a Morrissey até ser retirado pela segurança.
Mas desta vez o cantor radicado em Los Angeles recebeu uma chuva de críticas por ter usado um crachá em apoio do For Britain enquanto cantava um tema do novo álbum, California Son. As críticas estenderam-se também ao apresentador, Jimmy Fallon, como se lê no Daily Mail.
Morrissey já tinha demonstrado publicamente o apoio ao For Britain. "Para mim a constante alternância conservadores-trabalhistas não tem sentido. For Britain não teve qualquer atenção dos media e até tem sido rejeitado com a costumeira acusação de 'racista'. Acho que a palavra 'racista' já não tem qualquer sentido além de 'não concordas comigo então és racista'", declarou no ano passado. Disse ainda desprezar o Fascismo e que faria "qualquer coisa pelos amigos muçulmanos" e terminou com a seguinte recomendação: "Ouçam-nos. Não se deixem influenciar pela tirania dos meios de comunicação de massas que vão dizer que o For Britain é racista ou fascista - acreditem-me, eles são o contrário!"
Uma das razões pelas quais o cantor defenderá o partido é o facto de o bem-estar animal estar no seu programa - e Morrissey é um activista dos direitos dos animais. Já em 1985 o vegano Morrissey cantava Meat is murder (traduzível como "carne é assassínio"), nome também do segundo álbum dos The Smiths.
O que defende o For Britain
Afinal, o que defende este pequeno partido? Segundo o seu mais recente manifesto, advoga não só a saída imediata da União Europeia mas também trabalhar com outros "companheiros europeus" para acabar com a instituição. As outras prioridades são restaurar o estado de direito ("todas as pessoas a viver no Reino Unido estarão sujeitos às leis do Reino Unido", isto é, proibir os tribunais arbitrais muçulmanos) e a liberdade de expressão (pondo termo às leis que criminalizam o discurso de ódio); reduzir a imigração "baseando-se nos interesses e necessidades"; apoiar o sector público, em especial o serviço nacional de saúde e as forças armadas; acabar com o doutrinamento político nas escolas e proteger a cultura e as tradições britânicas.
E por fim uma das bandeiras da líder do partido, "acabar com a islamização do Reino Unido". Como? Além do que já foi referido quanto aos tribunais (ou conselhos da sharia) e à liberdade de expressão, defende a proibição das burcas por motivos de segurança, o registo civil dos casamentos islâmicos, o encerramento de mesquitas envolvidas em actividades criminosas como o casamento de crianças, e apoiar os cidadãos que deixem o Islão de forma a não se sentirem ameaçados.
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Fonte: https://www.dn.pt/mundo/interior/morrissey-um-cracha-e-jimmy-fallon-como-um-pequeno-partido-saiu-do-anonimato-10906799.html

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Morrissey continua a dignificar-se com a sua lucidez e coragem, ou atrevimento, ou gosto em provocar, algo que só quem já esteja muito seguro se pode dar ao luxo de fazer. Não consta que tenha perdido popularidade pelas suas posições ideológicas, o que só dá razão ao que diz o seu partido, ao contrário do que afirma o jornalista do artigo do DN, o qual julga que a histeria militantemente exibida nas redes sociais é barulho que chegue para abafar os reais resultados da Democracia...