quarta-feira, março 10, 2021

ARD-CON

 


Dez de Março de 1973 - surge na Marvel (revista Thor #209) o «Demon Druid» ou «Ultimus», de seu nome Ard-Con, típica criação da banda desenhada dos anos setenta, figura de excepcional psicadelismo, moldada na estética mitológica do setentrião europeu sob a perspectiva do Romantismo mas numa versão moderna(ça) que consiste em atribuir a extra-terrestres a origem das Divindades. Não deixa por isso de ser das figuras mais carismáticas da b.d. embora só meia dúzia de apreciadores e «nârdes» o conheçam. Eu acho sinceramente que deveria receber um bom rendimento mensal só por ter o bom gosto de recordar estas maravilhas, isto é muito melhor que trabalhar.

terça-feira, março 09, 2021

ERGUE-TE DEIXA CLARO QUE ATLETA «NATURALIZADO» NÃO É PORTUGUÊS

É "português" há nove meses mas queixa-se das regras portuguesas. O paraíso comunista é bom, mas aqui pagam melhor.
Pode o governo oferecer a nacionalidade a quem bem entender.
Pode ganhar medalhas e erguer a bandeira nacional.
Mas nunca será um de nós! 
E é por isso que o povo português não celebra estas medalhas mercenárias.
Não haverá atletas nacionais para representar Portugal? Acaso precisamos de ser menorizados à condição de incapacitados congénitos que necessitam de estrangeiros para nos representar?
A nacionalidade herda-se! Não é oferecida a troco de medalhas.
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Fonte: https://www.facebook.com/Partido.Ergue.te/photos/a.116919651674158/4190130764353006/

segunda-feira, março 08, 2021

AYNAZ ANNI CYRUS, ÁRICA REFUGIADA NO OCIDENTE QUE DENUNCIA O ISLÃO


É uma verdadeira voz feminina de quem vítima do patriarcado mais violento e cruel do mundo, mas é claro que no Ocidente ninguém fala nela a não ser os «racistas»...

 

ERGUE-TE SAÚDA REFERENDO SUÍÇO QUE PROÍBE A BURCA

Suíça aprova em referendo proibição do uso de véu integral (burka).
Saudamos a iniciativa pois a burka é um símbolo de submissão da mulher.. Era bom que todos os países da Europa tomassem as mesmas medidas, juntamente com legislação que pudesse travar a vinda de quem professa a religião islâmica, responsável pelo clima de insegurança que se vive em muitos países da nossa Europa, pelos atentados e claro por um modo de vida que nada tem a ver com a nossa cultura e identidade. Se não lhes podemos pedir que mudem, também não lhes podemos abrir as portas. É assim que fazemos em nossa casa quando algum convidado um hóspede não respeita as regras, é assim que devemos fazer perante fanáticos de uma religião que ainda não saiu das trevas, que defende práticas obsoletas à muito erradicadas se é que alguma vez as tivemos de forma tão obrigatória e violenta.
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Fonte: https://www.facebook.com/Partido.Ergue.te/photos/a.116919651674158/4184556158243800/

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Juno na Casa dos Sonhos
de Luis López Y Piquer, século XIX



Uma boa iniciativa, sem dúvida, independentemente da sua origem. Por coincidência ou não, celebra-se no dia a seguir ao da Junonália, festival em honra de Juno, Deusa das Mulheres do Casamento e do Céu, na antiga Roma...

domingo, março 07, 2021

MAIS UM ANIVERSÁRIO DA RTP

 


Este é mais um aniversário da RTP, que, de um modo geral, nunca deixou de ser a melhor televisão cá do burgo...
Sempre transmitiu muita merda, é certo, e programas excessivamente deprimentes que muito infernizaram os fins-de-semana, especialmente os domingos, do pessoal da minha idade e mais velho, que nos anos setenta e oitenta não tinha alternativas para consolar a mente no último dia de folga antes de mais uma semana de aulas, porrada e chatices diversas. Não se poderiam com efeito esquecer as monumentais secas que aos domingos à tarde foram metidas pelos olhos adentro do pessoal por obra de Júlio Isidro e Luís Pereira de Sousa; ou os desagradabilíssimos desenhos animados de leste criativamente feitos à base de plasticinas em movimento, maravilha que o falecido Vasco Granja, ele próprio militante do PCP, espetava nos ecrãs, anunciando-as com aquele sorriso invariável de grande amigo das crianças que, segundo ele dizia, adoravam as cagadas que ele trazia de além da cortina de ferro.
Outra grande nódoa da RTP, esta mais grave, foi a popularização das telenovelas brasucas em Portugal. Numa época em que não havia alternativa televisiva para a esmagadora maioria da população portuguesa - só a gente das raias é que podia ver a televisão espanhola - a emissora nacional poderia ter habituado os paladares ao produto nacional, mesmo que fosse mais caro, uma vez que possuía evidentemente o monopólio dos horários nobres. Mas não - foi brasucada em cima de brasucada a partir das oito da noite ou assim, a hora em que toda a gente está em casa a jantar e a olhar para o que quer que esteja a passar pelo chamado pequeno ecrã. Depois, quando a SIC apareceu, já tinha feita metade da papa, visto que o seu contrato com a rede Globo brasuca lhe deu, logo à partida, a fatia dominante do horário nobre num país em que a população estava infelizmente viciada em anos de telenovela com sabor tropical.
Mas enfim, o saldo geral da RTP é francamente positivo. Inúmeros tesouros devem estar guardados nos seus arquivos de décadas e décadas. Dentro das suas possibilidades, limitadas pela pobreza do País, acabou por dar à população um pouco de tudo, e de muito do que de bom se fazia lá por fora, particularmente nos anos setenta, quando a produção estrangeira exibida na televisão portuguesa seria, creio, sobretudo britânica. O genérico da Thames, por exemplo, faz decerto parte das memórias colectivas da população com mais de trinta anos (e até em Espanha é assim, o que me surpreendeu, quando disso tomei conhecimento há dois anitos):





Merecem referência os nomes de séries, com carne e osso ou de desenhos feitas, que acompanharam a infância e a maturidade de milhares, até de milhões por este País fora: Sandokan, Tarzan, Sr. Feliz e Sr. Contente, Planeta dos Macacos, Espaço 1999, Blake's 7, por acaso uma das minhas favoritas de sempre, uma das minhas melhores recordações de infância, hoje já quase ninguém em Portugal sabe que isto existiu, aqui fica um bom exemplo da coisa (produto recentemente arranjado digitalmente há pouco tempo, mas mantendo o saborzito dos setentas): 



Battlestar Gallactica, Benny Hill, os festivais da Eurovisão («Menina do Alto da Serra», a melhor de sempre, digo eu), os anúncios (o meu favorito de sempre, «WC Pato»), Buck Rogers No Século XXV, Heidi, Abelha Maia, Homem-PássaroFantasma do EspaçoEsquadrão de Ataque Espacial, Eu Show Nico, que bem pode ter umas partes fraquitas mas que por carolice merece ser recordado, até porque a sua telenovela era estupenda, EuroNico, Guilherme Tell («Crossbow»), Monty Python Flying Circus, The Goodies, O Tal Canal, As Fabulosas Aventuras do Barão de Munchausen (pouca gente se lembra disto em desenhos animados), Hermanias, Era Uma Vez o Espaço (com um estranhíssimo genérico cantado penso eu pelo Paulo de Carvalho, eu nunca percebia como é que uma série em que os heróis eram polícias espaciais podia dizer na sua música que «lá em cima já não há sentinelas»...), V - Batalha Final, Homem-Aranha, Doutor FaíscaFlash Gordon, «1,2,3», The Sweeney, e mais uma enxurrada de séries, e de filmes, portugueses e não só, e outras produções, alojadas para sempre algures em tranquilos e inofensivos cantos da memória, incluindo a mais magnífica das produções de todos os tempos, toda feita pela RTP, Duarte & Companhia, em cuja constelação de ricas personagens se incluía o mais glorioso trio televisivo de sempre, Átila, Rocha e Tino:




A RTP teve entretanto a óptima ideia de criar um canal dedicado a todas as suas memórias, a RTP Memória, que, todavia, ainda não passou nem metade destas riquezas. A ver vamos...

Não tranquiliza nada, por outro lado, que se fale tanto da privatização de um canal da RTP. É outra coisa que também fica por ver... e pelos vistos uns anos depois tal bronquidão ainda não foi por diante. Mas nunca fiando...

MEDALHAS DE ATLETAS... PORTUGUESES?...

A elite reinante, militantemente universalista e por isso, logicamente, anti-nacional, odeia de tal forma as fronteiras étnicas que quer fazer de cada Nação uma espécie de clube desportivo no qual qualquer um pode entrar. É a mesmíssima bastardia que a «Direitinha» capitalista aprecia, quando já desde há umas décadas insiste em fazer crer que um país deve ser governado como uma empresa...

Que não haja dúvidas - nenhuma medalha ou cento de medalhas justifica que se dilua a identidade nacional.

SUÍÇA - REFERENDO PROÍBE BURCA

A Suíça aprovou este domingo, através de um referendo, a proibição da burca islâmica, peça de vestuário que cobre o corpo das mulheres da cabeça até aos pés. A agência Reuters avançou que a proposta tinha sido aprovada por uma margem mínima: 51,2% dos votos contra 48,8%, segundo apontavam os resultados provisórios. Estes resultados foram pouco depois confirmados como definitivos pelo jornal 20 Minutes. O referendo é vinculativo e propõe uma revisão constitucional que visa permitir esta proibição.
A proposta levada a referendo foi promovida pelo Partido do Povo Suíço (SVP, na sigla original), o partido de Extrema-Direita que em 2009 levou a referendo a proibição de minaretes, que acabou também aprovado. O presidente do comité que organizou o referendo e deputado do SVP, Walter Wobmann, disse citado pela Reuters que “na Suíça, a tradição é mostrar a cara” e que isso é “sinal das liberdades básicas”.
A proposta não refere directamente o Islão e também pretende travar, por exemplo, manifestantes violentos que utilizem máscaras durante protestos. No entanto, os políticos, a comunicação social e os activistas helvéticos têm-se referido a esta proposta como a uma medida de proibição da burca.
O Conselho Central de Muçulmanos na Suíça classificou este como dia triste para a comunidade, alertando que a decisão “abre velhas feridas” e envia um sinal claro de “exclusão para a minoria muçulmana”.
Já existiam dois cantões na suíça que proibiam coberturas faciais, esta proibição é agora para todo o território. Segundo um estudo da Universidade de Lucena, citado pela Reuters, praticamente ninguém na Suíça usa burca e apenas 30 mulheres utilizam niqab (serão mais as que utilizam hijab). Os muçulmanos correspondem a 5% da população suíça.

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Fonte: https://observador.pt/2021/03/07/suica-aprova-a-proibicao-da-burca-em-referendo-vinculativo/?fbclid=IwAR1b7taTqvWFL2d5_xbMXaMSTChE3DiCjtQwUNOPWO6rx2cSHtBBnFse5TA#comment-post-4444728-2967706

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Mais uma vez se vê como a genuína opinião popular é «racista», não admira que a elite reinante tenha tanto medo da simples existência de partidos «racistas»...
De resto, se a elite reinante não estivesse tão tomada pelo universalismo militante e pelo seu pró-outrismo e etno-masoquismo, mostraria contentamento por esta decisão popular contra um instrumento de opressão do sexo feminino... 


INGLATERRA - NEGROS COM PASSAPORTE PORTUGUÊS ESPANCAM PORTUGUÊS

Um criminoso que socou, chutou e pisou um pai - nem parou quando uma equipe de bombeiros parou para dar os primeiros socorros à vítima - foi preso.
Rui Pereira, de Harlesden Road, Harlesden,foi um dos quatro homens que perseguiram a vítima até um beco sem saída antes de atacá-la brutalmente em 8 de Outubro de 2019.
O jovem de 29 anos, desempregado, realizou o ataque brutal em Eastbourne com Bruno Tavares, 33, Carlos Semedo, 25, e Maximiliano Pereira, 25.
O Tribunal da Coroa de Brighton ouviu os quatro homens, todos portugueses, perseguirem a vítima até a um beco sem saída antes de atacá-la brutalmente com chutos e socos na cabeça, repetidamente.
Mesmo quando um corpo de bombeiros que passava parou para dar os primeiros socorros à vítima, os agressores tentaram continuar o ataque.
Os quatro suspeitos deixaram Eastbourne naquela noite e foram presos em Southampton em 11 de Outubro, conforme o tribunal ouviu.
A vítima - um cidadão português de 26 anos - ficou com ferimentos que mudaram a sua vida e continua a receber atendimento num centro de reabilitação, pois não voltou para casa desde o ataque.
A sua família, devastada, disse que "ele não é o mesmo homem que eles conheciam".
Pereira confessou-se culpado de ferir intencionalmente no primeiro dia do julgamento em Outubro de 2020 e foi condenado a 11 anos e 11 meses de prisão na Martes (2 de Março).
Tavares, desempregado, de Seaside, Eastbourne, confessou-se culpado de ferir intencionalmente em Novembro de 2019 e foi condenado a 10 anos e seis meses de prisão.
Semedo, desempregado, sem endereço fixo, foi considerado culpado de ferir intencionalmente por um júri do Tribunal da Coroa de Hove e foi condenado a 13 anos e três meses de prisão.
Pereira, um faxineiro, de Seaside, Eastbourne, também foi condenado por ferir intencionalmente e será condenado posteriormente.
O oficial investigador DC Elliott Lander, da Polícia de Sussex, disse: “Estes quatro homens atacaram a vítima com tanta brutalidade naquele dia que o juiz comparou as suas acções a uma matilha de animais a encurralar as suas presas.
“Em declaração emocionada lida ao tribunal, a família da vítima disse que ele não é o mesmo homem que conheciam, tanto física quanto mentalmente, devido aos ferimentos devastadores que sofreu.
“Ele perdeu o nascimento de um dos seus filhos um mês depois da agressão e mesmo agora, quase 17 meses depois, continua internado num centro de reabilitação, sem voltar para casa desde que aconteceu.
“Isto mudou a sua vida para sempre e temos o prazer de ver a gravidade do ataque reflectida na extensão das sentenças.
“Gostaria de agradecer a todos que apoiaram a nossa investigação e os nossos pensamentos continuam a estar com a vítima e sua família enquanto ela luta para se recuperar dos seus ferimentos de longa duração.”

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Fonte: https://www.mylondon.news/news/west-london-news/first-picture-harlesden-animal-who-19966206

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Desta vez ficamos a saber que «««portugueses»»» são estes, nas outras vezes temos apenas a palavra dos «jornalistas», que é frequentemente a merda que se conhece... Três vivas à imprensa britânica que mostra fotos dos criminosos, para que o povo saiba que «nacionais» são estes e quem é que anda a sujar o nome de Portugal.

EUROVISÃO PORTUGUESA QUE DEIXA DE SER INVICTA

Um dos meus motivos de orgulho pátrio na eurovisão era o facto de Portugal nunca ter levado a este concurso internacional uma canção que não fosse cantada em Português (no todo ou pelo menos em parte). Ontem, ou o júri da RTP ou os votantes lixaram essa perfeição, ainda para mais com uma funkalhada de dar vómitos, ora foda-se. Eventualmente havia poucos portugueses atentos ao certame...

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E ATROFIA TOTALITÁRIA


 

sábado, março 06, 2021

ANIVERSÁRIO DO PCP...

Faz hoje anos o PCP. Claro que diversos «Direitinhas» e invertebrados «tinham» de lhe dar os parabéns, saudando-o por ser uma «força da liberdade!» ou outras grandiloquências de merda.
Ora nunca este partido lutou pela liberdade mas apenas contra um Estado ditatorial, o que é bem diferente, pois que o modelo que este partido sempre elogiou até hoje foi o soviético, cuja violência e totalitarismo fizeram o regime de Salazar parecer uma simpática governanta autoritária. Creio que não me engano muito se disser que nunca o PCP se demarcou da URSS, que foi sempre um Estado totalitário que não só nunca lutou pela liberdade como também oprimiu quantos países pôde. Não deve esquecer-se que, ao contrário do que por vezes é proclamado em jeito de propaganda baratucha, nunca o regime soviético se opôs à Alemanha Nazi antes de ser por esta atacado, pelo contrário, Moscovo tinha até um pacto com Berlim, pacto esse que não se ficava pela não-agressão, chegava em vez disso até um certo grau de colaboração, pois que o regime de Hitler recebeu muitas matérias-primas oriundas do país de Estaline. Aliás, quando a Alemanha invadiu a Polónia em Setembro de 1939, só a Inglaterra e a França declararam guerra ao Reich, em nome do direito internacional; e os Soviéticos, o que fizeram?, trataram de invadir também a Polónia, pelo leste, e quando as tropas da foice-e-martelo moscovita se encontraram com as da suástica germânica a meio do território polaco, o que fizeram elas?, simples, deram um cordial passou-bem...
Mais grave do que o PCP ter o despudor que tem em afirmar-se libertador, é ter nisso a cumplicidade da restante classe política e até da generalidade  dos mé(r)dia dominantes, que geralmente não lhe colocam perguntas «difíceis».

SOBRE O SILÊNCIO ME(R)DIÁTICO EM PORTUGAL A RESPEITO DO «ARQUIVO MITROKHINE»

A publicação no semanário “Expresso” de novas informações sobre Portugal nos Arquivos Mitrokhin deveria obrigar-nos a pensar uma vez mais sobre as actividades de algumas forças e personalidades políticas na nossa história recente, mas, no lugar disso, assistimos ao levantamento de uma cortina de silêncio em torno do problema, provocado por razões políticas e não só.
Não há margem para dúvidas que as informações contidas nos apontamentos do antigo arquivista do KGB soviético, Vassili Mitrokhin, são verdadeiras. Como seria possível que uma pessoa, por muito genial que fosse, conseguisse dados sobre Portugal que coincidissem tão bem com a realidade? Porque é que Mitrokhin se interessaria por Portugal se realmente nada tivesse acontecido de substancial?
A reacção a este tema do Partido Comunista Português, a força política mais visada nessas notas, se ainda surpreende, é pelo facto de responder não com argumentos, mas com insultos cada vez mais desesperados: “O papel aguenta tudo e portanto o limite para este infame ultraje ao PCP, força patriótica, coloca-se apenas à imaginação dos difamantes e dos caluniadores. Sem se sentir obrigado a ter em conta as reiteradas afirmações que sobre isso o PCP e os seus principais dirigentes fizeram, o Expresso procura enlamear o nome do Partido, bastando-lhe assentar toda esta aldrabice numas memórias de um qualquer vendido, ainda por cima falecido, afrontando a verdade e passando por cima dos desmentidos de todos aqueles que o pasquim decidiu contactar”, escreve João Frazão no Avante e remata num estilo bem estalinista: “Como lixo que são, o lugar destas peças é no Arquivo Cesto”.
Não tenhamos pressa em seguir este conselho de um militante de força tão “patriótica”, pois, se cruzarmos estas notas com outros documentos já antes publicados, nomeadamente no meu livro “Cunhal, Brejnev e o 25 de Abril” ou em artigos que escrevi para o “Público” logo após o fim da URSS, veremos que as coincidências são muitas.
Mas antes disso, é preciso deixar aqui uma pequena explicação. Vassili Mitrokhin trabalhou com os arquivos do KGB, enquanto eu tive acesso aos arquivos do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), ou seja, coincidem dados extraídos de documentos arquivos de dois importantes pilares do comunismo na URSS.
Vejamos, uma das personalidades mais relevantes que surgem na “parte portuguesa” do Arquivo Mitrokhin” é Octávio Pato, conhecido dirigente comunista que tratava da angariação de fontes junto do Kremlin e dos contactos com o KGB soviético. No meu livro, publico na pág. 205 um documento retirado da Pasta Especial do CC do PCUS, onde se guardavam os materiais mais secretos, que diz o seguinte: “A direcção do Partido Comunista Português (camarada O. Pato) dirigiu um pedido de aquisição para o PCP de tecnologia especial de fabrico estrangeiro para garantir a segurança do partido…”.
Este documento data de 25 de Abril de 1980 e tem continuidade numa decisão do Secretariado do CC do PCUS: “Satisfazer o pedido da direcção do Partido Comunista Português e encarregar o KGB da URSS de adquirir e fornecer tecnologia especial ao PCP”.
Após o derrube da ditadura comunista na URSS, foram encontrados e publicados recibos assinados por Octávio Pato quando recebia milhares de dólares de “internacionalismo proletário”.
No jornal Expresso de 2 de Abril, é publicado o nome e a alcunha de um médico e deputado socialista que trabalhou para o KGB: António (Medik), “que ofereceu os seus préstimos enquanto conferencista para defender os métodos da ex-URSS face aos dissidentes”. Estes dados coincidem totalmente com os documentos publicados no meu livro sobre António Fernandes da Fonseca, deputado socialista e conhecido especialista no campo da Psiquiatria.
Durante a visita de uma delegação parlamentar portuguesa à URSS, em Novembro de 1976, esse médico ofereceu os seus préstimos a Moscovo para combater a campanha internacional contra o emprego da Psiquiatria na perseguição aos dissidentes. Num dos documentos por mim revelados na página 196 do mesmo livro, lê-se que “A. Fernandes da Fonseca pediu para que lhe fossem enviados os respectivos dados para preparar a sua intervenção no congresso [Congresso Mundial de Psiquiatras em Honolulu]… e para fazer chegá-los a psiquiatras de outros países e povos que falam Português”.
Por estes dois exemplos, mas pode-se encontrar outros como o desvio de passaportes portugueses, como o treino de militantes do PCP pelo KGB, etc., constata-se que os dados contidos nos Arquivos de Mitrokhin são fidedignos. Claro que não se pode acusar de “agentes soviéticos” todas as pessoas que falavam com homens do KGB e recebiam “alcunhas” destes últimos, porque, frequentemente, isso era uma forma de mostrar que tinham uma grande capacidade de “recrutar”.
Quanto ao desvio de parte dos arquivos da PIDE e de outros serviços, nomeadamente de inteligência militar, só podem duvidar aqueles que não querem ver a realidade. Falei com vários investigadores que consultaram os arquivos da PIDE na Torre do Tombo e surpreende-lhes o facto de neles não existir nada ou quase nada sobre alguns grandes empresários portugueses ou sobre organizações que, pela sua importância, deveriam estar lá. Por exemplo: será que a PIDE não tinha pastas sobre as “actividades subversivas” dos Missionários Combonianos em Moçambique, alguns membros dos quais foram perseguidos pela polícia política? Na Torre do Tombo não está nada.
A argumentação de que o Arquivo da PIDE podia não interessar aos soviéticos porque se tratava de uma polícia com poucos contactos internacionais é simplesmente ridícula e não só porque no seu nome tem a palavra “internacional”, mas porque Portugal tinha um enorme império colonial. A documentação da inteligência militar podia ser um caminho directo para os segredos da NATO.
Os argumentos e provas apresentados no Expresso e no meu livro são mais do que suficientes para que as autoridades portuguesas se interessassem mais a sério pelo caso, mas, no lugar disso, o tema é envolto numa cortina de silêncio.
Alguns dos analistas políticos nacionais acusam o Expresso de se debruçar sobre este tema agora para tentar enfraquecer o actual governo através da crítica a um dos seus pilares: o PCP. Eu fico com a impressão contrária: o actual governo não quer irritar um dos seus aliados. Caso contrário, poderia começar averiguações no sentido de apurar responsabilidades. Pelo menos em nome da verdade histórica.
O mesmo se deveria esperar da Procuradoria-Geral da República, mas, segundo noticia o Expresso, não foi possível obter resposta desse órgão às perguntas do jornal.
Quem tem medo da história?
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Artigo de José Milhazes

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Fonte: https://observador.pt/opiniao/cortina-silencio-torno-arquivos-mitrokhin/?fbclid=IwAR3TyFPvDm_KvUp24CykVKf5mp5BmRLWlvI7mP3r4AMnbEE-OFc2_37A_IQ

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Reforço - «O Arquivo Mitrokhine» contém informação que atesta alta traição cometida por gente do PCP em 1974. Não ouvi falar de qualquer contestação feita pelo PCP nessa época. O livro foi editado em Portugal nos anos noventa. O PCP não piou, tanto quanto sei. Agora que o autor do livro já morreu, é possível que o seu acervo informativo esteja em parte incerta, agora é que o PCP «se indigna»...


EUA - EX-DIRECTOR DA CIA DECLARA TER TIDO «VERGONHA DE SER BRANCO»

Director da CIA no tempo de Obama, John Brennan, diz ter «vergonha de ser branco» por causa do que fazem os «homens brancos» a favor de Trump.
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2021/03/this-just-in-john-brennan-is-embarrassed-to-be-white?fbclid=IwAR2SP0mPIIrZ37tsuxr_DjvADQW4LM-Y6VhfVeszoSl59A0IekbX-Bs0qGM

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É só mais um testemunho típico da mentalidade reinante no contexto da elite dirigente do Ocidente, segundo a qual o «racismo» é o maior dos pecados, mas pode-se, e deve-se, mostrar repúdio por uma das raças. É um «anti-racismo» totalmente baseado no molde cristão de fazer «mea culpa» colectiva e dar a outra face ao agressor alógeno - um veneno moral como não há memória em toda a história da humanidade conhecida, verdadeira sida doutrinal que destrói as defesas internas do Organismo Ocidente...
Não são pois os johnbrennans que têm direito a sentirem vergonha de serem brancos - os restantes brancos é que poderiam ter vergonha que fulanos desses sejam brancos.

NA CIDADE MAIS AFRICANIZADA DO PAÍS - INDIVÍDUO ATINGE GRÁVIDA A TIRO

A Polícia de Segurança Pública da Amadora deteve pelas 3h20 do passado domingo, um homem de 29 anos por ser suspeito de disparar vários tiros na rua acabando por atingir uma mulher grávida.
O suspeito efetuou inúmeros disparos na rua que resultaram em danos patrimoniais. Na sequência de vários disparos na direção de um prédio habitacional, uma mulher de 26 anos, grávida de oito meses, foi atingida na zona lombar não correndo perigo de vida.
A polícia recebeu diversas chamadas a denunciar os factos. O detido foi presente a interrogatório judicial no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste/Amadora.
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Fonte: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/homem-dispara-varios-tiros-na-rua-e-atinge-mulher-gravida-na-amadora?fbclid=IwAR0DGKonPfRzIIMEKuIOD4Lnk3uSayvpQ0KU4abMGsc1_YzQ_4ing9-8MTY

sexta-feira, março 05, 2021

CRISTÃOS DESTROEM ÍDOLO DE DIVINDADE PAGÃ DE ETNIA DO NORDESTE INDIANO

Dias depois de o ídolo da deusa tribal Ain Donyi ser queimado em Seppa, no distrito de East Kameng, em Arunachal Pradesh, por cristãos, os líderes da comunidade teriam pedido desculpas pelo incidente.
“Uma senhora que antes vivia noutra religião, converteu-se recentemente ao cristianismo. Ela queria acabar com ou destruir todos os símbolos da sua antiga religião. E é por isso que a destruição deste símbolo religioso ocorreu em Kameng. Os nssos líderes cristãos no distrito, na presença do Vice-Comissário, apresentaram um pedido de desculpas e expressaram pesar por esse incidente em particular”, disse Toko Tei, chefe do Fórum Cristão.
O incidente chocou muitos na área. Tajum Tasung, do Vanvaashi Kalyan Ashram, disse: “A acção dos cristãos na região de Seppa é vergonhosa. Condeno o incidente. Nunca vi nada desse tipo. Este é um trabalho muito perigoso. Nenhum religioso permite a profanação de outro símbolo religioso e ídolo. Porque fizeram eles isso? Estamos prontos para agir."
A 8 de Julho, o Fórum de Protecção de Direitos Legais escreveu ao MP do BJP e Ministro de Estado para Assuntos Internos, G Kishan Reddy, sobre o 'proselitismo predatório' por missionários cristãos e o perigo que isso representa para a 'fé e tradições indígenas de Arunachal Pradesh'. A carta instava Reddy a intervir no assunto e instruir o DGP de Arunachal Pradesh a conduzir uma investigação justa sobre o caso.
Além disso, o grupo instou o MP a criar uma comissão de inquérito e investigar as ameaças de conversões galopantes e implementar as recomendações da comissão dentro do prazo. A carta instava Reddy a nomear um oficial Nodal em cada distrito para tratar e resolver os problemas enfrentados pelas comunidades indígenas. O grupo também pediu para digitalizar os costumes e rituais tribais de forma que sejam protegidos para as gerações futuras.
Unidades religiosas e culturais do distrito de East Kameng entraram com um FIR contra o pastor da Igreja Pentecostal de Seppa, Chatung Sopung e Tali Langro, entre outros por queimar o símbolo da Deusa Suprema Ain Donyi (Mãe do Sol). Disseram que as acções do pastor feriram os seus sentimentos religiosos . No FIR, o reclamante disse que a acção do clero viola as secções 295A e 298 do IPC e 3, 4 e 5 do acto religioso e de liberdade de Arunachal Pradesh. O pastor e seus seguidores queimaram os ícones e ídolos de Ain Donyi em nome de Jesus. O pastor foi ouvido a dizer num vídeo viral: “Em nome de Jesus, destruímos os poderes de todos os inimigos”. De acordo com o News 18, os acusados ​​foram inicialmente presos, mas agora foram libertados sob fiança.
A fé Donyi-Polo é prevalente entre os tribais de Arunachal Pradesh. É centrado na adoração do Sol e da Lua.
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Fonte: https://www.opindia.com/2020/07/arunachal-pradesh-christian-group-apologises-pastor-burns-idol-of-goddess-ain-donyi-legal-rights-group-writes-home-ministry-conversion-campaigns/?fbclid=IwAR2sNP0LxhdyuWU1Br-MiBsTbT--Se8tPnz9RyfemIzOqZ_n77IwdnBANw8

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Dois mil anos depois, o comportamento dos lacaios do Judeu Morto é o mesmo, sempre que para isso têm força... porque dificilmente pode uma hoste que prega uma fé totalitária e dogmática alterar o seu modus operandi.


quarta-feira, março 03, 2021

DINAMARCA JÁ PEDE A IMIGRANTES QUE RETORNEM AO MÉDIO ORIENTE

A Dinamarca tornou-se na primeira nação europeia a pedir explicitamente aos imigrantes sírios que regressem ao seu país de origem, dizendo que agora «o vosso país está seguro», segundo o ‘Daily Mail’.
Segundo a mesma publicação, a nação escandinava retirou 94 refugiados sírios das suas autorizações de residência depois de determinar que Damasco e a área circundante são seguras.
Os imigrantes serão enviados para campos de deportação, mas não serão obrigados a partir. Grupos de direitos humanos dizem que o governo dinamarquês está a tentar dar aos imigrantes outra opção, que não passe por voltar para a Síria por conta própria.
Mattias Tesfaye, ministro da imigração da Dinamarca, disse que o país foi “transparente e honesto desde o início” com refugiados vindos da Síria. “Deixámos claro aos refugiados sírios que a sua autorização de residência é temporária, podendo ser retirada se a protecção já não for necessária”, afirmou.
Estas declarações surgem numa altura em que a Dinamarca determinou que algumas zonas da Síria podem ser consideradas seguras para o regresso das pessoas. “Devemos dar protecção às pessoas pelo tempo que for necessário. Mas quando as condições no país de origem melhorarem, um ex-refugiado deve voltar para casa e restabelecer a sua vida”, disse Tesfaye.
Embora a Alemanha já tenha decidido que os criminosos podem ser deportados para a Síria, a Dinamarca é o primeiro país da Europa a dizer explicitamente que os refugiados (no geral) podem e devem regressar ao seu país.

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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://executivedigest.sapo.pt/o-vosso-pais-esta-seguro-dinamarca-e-a-primeira-nacao-da-europa-a-pedir-aos-migrantes-que-regressem-a-casa/?utm_source=snippet_sapo&utm_medium=web&utm_campaign=button_viewmore

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Finalmente, um governo europeu percebeu que a alegada «necessidade» de imigrantes é uma aldrabice pegada e que, afinal, a presença maciça de alógenos é nociva ao seu país. Ou isso ou então a Democracia já dá tanta força aos Nacionalistas, que agora até um governo de Esquerda, social-democrata, acaba por ter de fazer a vontade aos «racistas/xenófobos» e é se não quer perder votos a favor dos «racistas»... 
Sic itur ad astra, é mesmo assim que a Política acaba por ser verdadeiramente útil ao Povo. 

ERGUE-TE DENUNCIA ACORDO QUE FACILITA A IMINVASÃO CABO-VERDIANA


António Costa quer inundar Portugal com cabo-verdianos!
O recente acordo que o primeiro-ministro celebra não traz nada de bom ao nosso país se atendermos ao facto de que a comunidade cabo-verdiana presente em Portugal, uma das mais numerosas na Europa, é tida como especialmente problemática, estando sobre-representada 10 vezes mais nas taxas de encarceração (prisão) do que o comum português.
Quando se fala em imigração com critérios, ou imigração controlada, tem-se aqui uma possível variável para a equação.
De resto, já se sabe: esta imigração irresponsável beneficia o grande capital e as grandes multinacionais, e prejudica, em termos sociais, os que vivem do trabalho, e que sofrem na pele a insegurança resultante destas políticas irresponsáveis.
O que irá acontecer em algumas décadas será a inevitável miscigenação, a destruição da nossa identidade etnocultural, tudo porque a Esquerda e Direitinha querem agradar aos empresários corruptos e facilitam a entrada de imigrantes, entenda-se, mão-de-obra barata que irá competir directamente com a mão-de-obra portuguesa.
Acresce que é uma falácia acreditar que a imigração maciça é a solução para o envelhecimento da população. A imigração representa apenas substituição populacional e, consequentemente, o fim histórico e biológico do Povo Português.
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Fonte: https://www.facebook.com/Partido.Ergue.te/photos/pcb.4157187767647306/4157178814314868

FRANÇA - MAIORIA DA POPULAÇÃO ACHA QUE A ALIANÇA ISLAMO-ESQUERDISTA É PREOCUPANTE

Uma pesquisa revelou que 69 por cento dos franceses, quase 7 em cada 10, dizem que há um problema com uma ideologia de “islamo-esquerdismo” no país.
A pesquisa de consultoria Odoxa-Backbone descobriu que uma confortável maioria dos entrevistados acreditava que havia um problema com grupos de Esquerda, partidos políticos e personalidades que se recusavam a assumir posições duras contra o extremismo islâmico radical por medo de “estigmatizar” os muçulmanos como um todo.
Quando os resultados são divididos por filiação política, a pesquisa mostrou que 82 por cento dos apoiantes da Reunião Nacional de Marine Le Pen acreditavam que a questão era um problema, enquanto 83 por cento dos republicanos de Centro-Direita tinham as mesmas opiniões, relata o Franceinfo.
Apoiantes dos republicanos de Emmanuel Macron no partido do «Em Marcha» (LREM) concordaram com a proposição 80 por cento das vezes.
Entre os apoiantes de Extrema-Esquerda do France Insoumise, apenas 46 por cento concordaram que o Islamo-Leftismo era um problema, no entanto, 63 por cento dos apoiantes do Partido Socialista viram o conceito como um problema.
O proeminente filósofo francês e conhecido globalista Bernard Henri-Levy, muitas vezes referido simplesmente como "BHL", também falou sobre o Islamo-Esquerdismo juntamente com o ministro francês da Universidade Frederique Vidal, que afirmou ser "um problema que aflige a sociedade e nem a universidade está imune a isso."
O governo do presidente Emmanuel Macron anunciou que investigaria o islamo-esquerdismo nas universidades do país, o que gerou condenação de esquerdistas como a revista de Extrema-Esquerda Jacobin, que chamou à investigação "caça às bruxas".
A académica Mame-Fatou Niang, que estuda identidade e raça em França, também condenou a medida, dizendo que “pesquisadores de minorias têm sido considerados activistas ao longo dos tempos”.
Como muitos movimentos americanos foram importados para França no ano passado, como o movimento Black Lives Matter, alguns políticos e académicos franceses chamaram à ideologia "acordada" do estilo americano uma ameaça à própria república francesa.
Desde a decapitação do professor Samuel Paty em Outubro do ano passado por um refugiado islâmico radical checheno, o governo de Macron tomou medidas para lutar contra o Islão político e contra aquilo a que Macron chamou “separatismo islâmico”, incluindo o fechamento de grupos ligados a islâmicos.
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Fonte: https://www.breitbart.com/europe/2021/02/28/nearly-7-in-10-french-say-islamo-leftism-a-major-problem/

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Confirma-se que a Democracia, ou seja, o poder do povo, isto é, da maioria do povo, leva água ao moinho da causa anti-imigração, anti-Islão e pró-Nação...

CONTRIBUTOS




 

SUÉCIA - OITO FERIDOS EM ATAQUE «SUSPEITO» DE SER TERRORISTA

Oito pessoas ficaram feridas em um suposto ataque terrorista à facadas no município de Vetlanda, no sul da Suécia, conforme citado pelo jornal Svenska Dagbladet.
"O suspeito é um homem de 20 anos, ele foi baleado pela polícia durante a prisão e hospitalizado", disse a porta-voz da polícia, Angelica Israelsson Silfver, à SVT. Nada indica o envolvimento de cúmplices, segundo a polícia, acrescentando que a situação no distrito está sob controle.
A polícia acredita que o suspeito agiu sozinho e que nada aponta para cúmplices. O motivo do agressor permanece desconhecido.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/2021030317060681-oito-pessoas-sao-feridas-a-faca-em-suspeita-de-ataque-terrorista-na-suecia/

ALEMANHA - MUÇULMANOS ESPANCAM ALEMÃO QUE SE ATREVEU A PROTESTAR PORQUE ELES BLOQUEARAM A VIA DURANTE AS SUAS ORAÇÕES

Três réus com idades entre 21 e 27 anos teriam espancado um homem num portão em St. Georg em Outubro passado - aparentemente porque ele os perturbou enquanto eles estavam a orar.
No início do julgamento na Joves perante o tribunal distrital de Hamburgo, a suposta vítima, um homem de 55 anos, descreveu o seu ponto de vista. Consequentemente, ele queria passar pelo portão de entrada, onde três rapazes estavam sentados e a orar. “Alguém tem de passar e nós temos Corona”, disse ele aos muçulmanos. Também buzinou.
Então os três homens escancararam as portas do seu carro e bateram-lhe, pontapearam-no e cuspiram-lhe. “A pior parte foi a cuspidela”, disse o homem de 55 anos no tribunal. Os réus não disseram nada sobre isso.
Um réu já estava em julgamento
Um deles é um salafista que há muito é vigiado pelo Escritório de Protecção à Constituição. O agora com 24 anos apareceu no tribunal há três anos. Tentou viajar para a Síria com outros crentes e lutar pelo grupo terrorista “IS”. Um juiz chamou-lhe “ameaça típica” na época. Os seus próprios pais recorreram à polícia várias vezes, porque tiveram de assistir impotentes enquanto o seu filho se tornava cada vez mais radical.
Naquela época, não precisava de ir para a cadeia, recebeu liberdade condicional. Agora está sob custódia por causa do risco de fuga.
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2021/02/germany-muslims-praying-in-the-street-including-isis-jihadi-beat-up-driver-because-he-honked-during-their-prayer?fbclid=IwAR3xQYvbxxpR21bpTA6_o0JzKL66DaA22VRsUhvt1at0tyagchFtpNHM6g4

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Mais um contributo do Islão para o enriquecimento do quotidiano europeu, contributo este com forte tendência para se replicar e multiplicar...

DINAMARCA: «O NOSSO OBJECTIVO É IMIGRAÇÃO ZERO»

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, anunciou que o seu governo pretende limitar significativamente o número de pessoas que procuram asilo na Dinamarca. O objectivo, segundo ela, é preservar a "coesão social" do país.
As declarações de Frederiksen, que foram bem recebidas por muitos e rejeitadas por outros que as consideram promessas vazias, são as últimas investidas de um longo debate sobre o multiculturalismo e o papel do Islão na sociedade dinamarquesa.
A Dinamarca, cuja população é de 5,8 milhões de habitantes, acolheu aproximadamente 40 mil pedidos de asilo nos últimos cinco anos, de acordo com dados compilados pelo site Statista. A maioria dos pedidos recebidos pela Dinamarca, um país predominantemente luterano, era de imigrantes de países muçulmanos de África, Ásia e Médio Oriente.
De há uns anos para cá, a Dinamarca também facilitou uma substancial imigração que nada tinha a ver com asilo, especialmente de países fora da esfera ocidental. A Dinamarca agora é a casa de consideráveis comunidades de imigrantes da Síria (35.536), Turquia (33.111), Iraque (21.840), Irão (17.195), Paquistão (14.471), Afeganistão (13.864), Líbano (12.990) e Somália (11.282),de acordo com o Statista.
Os muçulmanos somam actualmente cerca de 5,5% da população dinamarquesa segundo o Pew Research Center. Num "cenário de imigração zero", calcula-se que a população muçulmana atingirá 7,6% em 2050, num "cenário de imigração padrão", estima-se que atingirá 11,9% em 2050 e em "cenário de alta imigração", computa-se que chegará a 16% da população dinamarquesa em 2050, de acordo com o Pew.
A exemplo de outros países europeus, a imigração em massa teve como consequência o aumento na criminalidade e na tensão social. Cidades dinamarquesas estão a ser assoladas por tiroteios, carros incendiados e confrontos perpetrados por gangues. O salto na criminalidade fez com que a Embaixada dos EUA em Copenhague emitisse um alerta de segurança por conta da escalada vertiginosa na violência com armas de fogo na capital dinamarquesa.
A 22 de Janeiro, durante uma sessão no parlamento sobre a política de imigração dinamarquesa, Frederiksen, social-democrata, salientou que estava determinada a reduzir o número de aprovações de asilo: "o nosso objectivo é zero candidatos a asilo. Não podemos prometer zero candidatos a asilo, mas podemos estabelecer a visão de um novo sistema de asilo e, a partir daí, fazermos o que estiver ao nosso alcance para implementá-lo. Temos de ter cuidado para que não venham muitas pessoas ao nosso país, caso contrário a nossa coesão social não terá condições de existir. Esta coesão já está a ser questionada."
Frederiksen, que ocupa o cargo de primeira-ministra desde Junho de 2019, também ressaltou que "os políticos do passado" estavam "totalmente equivocados" por não terem insistido na necessidade da integração dos imigrantes na sociedade dinamarquesa.
Pia Kjærsgaard, membro de longa data do Partido do Povo Dinamarquês, conhecida pela sua oposição ao multiculturalismo, contra-atacou assinalando que, a bem da verdade, Frederiksen implementou uma série de medidas no sentido de facilitar e não de endurecer a política de imigração:

  • Frederiksen concordou que os refugiados permaneçam na Dinamarca contanto que tenham um emprego.
  • Concordou que os candidatos a asilo cujos pedidos foram rejeitados permaneçam na Dinamarca.
  • Concordou com as quotas anuais de refugiados exigidas pela UE.
  • Retirou o requisito de residência para a autorização de recebimento do seguro desemprego.
  • Introduziu um novo subsídio infantil que, de acordo com Kjærsgaard, vai quase que exclusivamente para famílias de imigrantes.

Kjærsgaard salientou ao parlamento que a leniência do governo arriscou desencadear outra crise migratória: "os social-democratas flexibilizaram a política de imigração e acho isso uma lástima porque concordamos em política externa em muitas áreas. Lamentavelmente, acredito que o relaxamento acabará num aumento no número de candidatos a asilo na Dinamarca quando a crise da Covid-19 tiver acabado. Basta olharmos para as Ilhas Canárias, que agora estão a ser inundadas com refugiados. A questão é se vamos experimentar uma nova crise de imigração parecida com a de 2015 quando a crise do corona acabar."
Em  comunicado o Partido do Povo Dinamarquês assinalou"Observamos que após décadas de trabalho, a imigração para a Dinamarca, em especial de refugiados e por meio de reunificação de famílias de refugiados, foi reduzida. Ao mesmo tempo, notamos que a sociedade é, em muitos aspectos, negativamente afectada por esta imigração, que transforma para sempre o nosso país. Portanto, frisamos a necessidade de chancelar que os refugiados e suas famílias devem retornar aos seus países de origem sempre que for possível, e que a legislação e a energia das autoridades da Dinamarca devem apoiar isto activamente. "Ressaltamos ainda que desde 1983 a política de imigração da Dinamarca resultou num considerável contingente humano de origem muçulmana que não pode ou não quer adoptar os valores e as tradições dinamarquesas e que manterão valores que estão a anos-luz das dos Dinamarqueses, o que ameaça a Dinamarca em termos culturais, religiosos, empregatícios, económicos e de segurança." "Portanto, conclamamos o governo a tomar iniciativas que incentivem os refugiados que vivem aqui com as suas famílias a voltarem para casa o mais rápido possível."
A 21 de Janeiro, o Ministro da Imigração Mattias Tesfaye, em entrevista concedida ao Jyllands-Posten, destacou que a política de imigração é uma componente importante de uma luta maior sobre valores: "grande parte do Islão na Dinamarca de hoje é representada por extremistas. A luta contra o islamismo gira em torno da sobrevivência do estado de bem-estar social. A Dinamarca não se deve adaptar ao Islão. O Islão deve-se adaptar à Dinamarca."
Nos últimos anos, a Dinamarca anunciou uma série de medidas destinadas a promover a integração e desencorajar a imigração em massa.
Em Janeiro de 2021, por exemplo, o governo dinamarquês apresentou um projecto de lei a exigir que todos os sermões e homilias pregados em lugares de culto fossem traduzidos para Dinamarquês. A iniciativa foi imediatamente criticada por protestantes e católicos como discriminatória e potencialmente inconstitucional. Thomas B. Mikkelsen, presidente da Evangelical Alliance Denmark, ressaltou"a lei visa proteger a nossa comunidade do crescimento do islamismo radical, mas provavelmente não será eficiente neste sentido. Os grupos radicais tendem a estabelecer-se nas bordas, numa sociedade paralela e nunca solicitam o reconhecimento oficial. Não acho que uma nova lei faça alguma diferença."
Anna Mirijam Kaschner, porta-voz da Conferência Episcopal Nórdica, salientou"Esta lei é dirigida acima de tudo aos muçulmanos, os seus proponentes dizem que querem impedir que sociedades paralelas e discursos em idiomas que ninguém entende possam ser usados para a radicalização e o chamamento ao terrorismo. No entanto, todas as congregações cristãs, congregações judaicas, tudo o que temos aqui na Dinamarca, 40 comunidades religiosas diferentes, serão colocadas sob suspeita geral por esta lei..." "Esta lei é só a mais recente de uma longa série de medidas de controle do Estado. Não terá consequência alguma para as comunidades religiosas muçulmanas radicais, já que sequer são reconhecidas por aqui, mas afectará sim comunidades menores, incluindo a Igreja Católica." 
Em Outubro de 2020, o governo propôs uma nova Lei de Repatriação para garantir que mais candidatos a asilo cujos pedidos foram negados fossem mandados para casa. Pelo menos 1.100 candidatos a asilo rejeitados na Dinamarca não têm o direito de residir no país e mais de 200 candidatos a asilo rejeitados permaneceram na Dinamarca por mais de cinco anos. As medidas incluem pagar 20 mil coroas dinamarquesas (US$3.600) aos candidatos a asilo reprovados para que deixem o país.
Em Setembro de 2020, o governo criou um novo posto de agente diplomático de embaixada e uma força-tarefa para trabalhar no sentido de estabelecer centros de recepção de imigrantes em países fora da União Europeia, na Líbia, Tunísia ou Marrocos. Também em Setembro de 2020, o governo propôs uma emenda à Lei de Cidadania de Estrangeiros que negaria a cidadania dinamarquesa aos jihadistas dinamarqueses, os assim chamados combatentes estrangeiros. O Ministro do Governo Kaare Dybvad salientou"o governo não medirá esforços para impedir que os combatentes estrangeiros que viraram as costas à Dinamarca voltem à Dinamarca. Estamos a falar de homens e mulheres que cometeram ou apoiaram crimes hediondos. De modo que também é imperativo que haja instrumentos, daqui para a frente, que possam privá-los da sua cidadania."
Em Junho de 2018 o Parlamento da Dinamarca aprovou a proibição do uso de véus islâmicos que cubram o rosto inteiro em espaços públicos. A lei, proposta pelo governo de Centro-Direita no poder na época e apoiada pelos sociais-democratas e pelo Partido do Povo Dinamarquês, foi aprovada por 75 votos a 30. Qualquer um apanhado a usar burca (que cobre o rosto todo) ou nicabe (que cobre o rosto todo, menos os olhos) em público na Dinamarca estará sujeito a uma multa de mil coroas dinamarquesas (US$163), infractores reincidentes poderão ser multados em 10 mil coroas dinamarquesas. Além disso, qualquer um apanhado a exigir que alguém, fazendo uso da força ou por meio de ameaças, use vestimentas que cubram o rosto poderão ser multados ou pegar até dois anos de prisão. Os muçulmanos receberam a nova lei de forma desafiadora: uma dezena de mulheres vestidas com burcas e nicabes sentaram-se no hall do visitante no parlamento em Copenhaga. Uma delas disse: "em hipótese nenhuma vou abrir mão dos meus princípios."
O então Ministro da Justiça, Søren Pape Poulsen, respondeu: "há gente que não quer fazer parte da sociedade dinamarquesa e quer criar sociedades paralelas com as suas próprias normas e leis". Isto, salientou ele, confirma a necessidade da proibição da burca: "queremos viver numa sociedade na qual possamos olhar uns nos olhos dos outros. Onde possamos ver os rostos dos outros em democracia aberta. Como dinamarqueses, é assim que devemos viver juntos em sociedade."
Em Janeiro de 2016, o Parlamento dinamarquês adoptou várias medidas destinadas a reduzir o número de candidatos a asilo que chegam à Dinamarca:

  • A reintrodução do requisito segundo o qual somente os refugiados com maior potencial de integração na sociedade dinamarquesa sejam aprovados.
  • Elevação para três anos para a reunificação de famílias dos candidatos a asilo.
  • Um aumento no período de tempo antes da concessão de estatuto de residência permanente.
  • Aumento no número de requisitos de integração, como provas de conhecimento do idioma, antes que a residência permanente possa ser concedida.
  • Simplificação quanto à perda do estatuto de residência permanente e temporária.
  • Introdução de taxas para a solicitação de reunificação de famílias e também para a conversão da autorização de residência temporária para a autorização de residência permanente.
  • Redução de 10% na ajuda económica aos candidatos a asilo.
  • Foi conferida à polícia poderes para confiscar dos candidatos a asilo objectos de valor para custear a sua estadia.
  • Os candidatos a asilo serão obrigados a viver em centros especiais para candidatos a asilo.

Neste período, a Ex-Ministra da Imigração da Dinamarca Inger Støjberg, que ficou conhecida no governo anterior pelo seu papel na autoria da legislação descrita acima, que se encontra entre as mais restritivas dos 27 membros da União Europeia, agora vê-se às voltas com uma acção na justiça federal por ter ilegalmente ordenado a separação de menores candidatos a asilo.
Em Fevereiro de 2016, Støjberg, que ocupou o cargo de ministra de 2015 a 2019, ordenou que todos os casais em busca de asilo fossem separados se um ou ambos os membros do casal fossem menores de 18 anos. A directiva deverá ser implementada com tolerância zero, mesmo se as mulheres estiverem grávidas.
Støjberg, do Partido Liberal de Centro-Direita, salientou que a decisão de separar casais tinha como base um artigo de Janeiro de 2016 de Berlingske, um jornal diário de circulação nacional, que relatou que as assim chamadas noivas crianças estavam a ser acomodadas em abrigos dinamarqueses destinados a abrigar asilados. Disse que a decisão foi motivada pelo desejo de proteger as meninas de serem forçadas a casarem-se antes de se tornarem adultas.
Em postagem no Facebook datada de Maio de 2016, Støjberg escreveu que interveio após descobrir que uma "noiva criança" síria de 16 anos estava a morar juntamente com um homem de 50 anos em abrigo para asilados. Defensores do multiculturalismo teceram duras críticas à Støjberg acusando-a de invencionice.
À luz da legislação dinamarquesa, a situação de cada casal deve ser avaliada caso a caso. A ordem de Støjberg de separar todos os casais menores de idade, que atingiu 23 casais, foi considerada ilegal por um ombudsman parlamentar após uma reclamação de um casal sírio não identificado. O ombudsman relatou que pelo menos 34 meninas menores de idade, das quais cerca da metade estavam grávidas, foram encontradas a morar juntamente com homens adultos em abrigos de asilo dinamarqueses.
As evidências indicam que, embora a ordem de Støjberg de separar casais menores de 18 anos possa ter sido tecnicamente ilegal, ao que tudo indica, as acções judiciais perpetradas contra ela são motivadas por vingança política contra alguém que teve a coragem de tomar medidas politicamente incorrectas contra os abusos da migração em massa.
A 24 de Janeiro, no seu último discurso como vice-presidente do Partido Liberal, Støjberg não se retratou: "o Partido Liberal tem a obrigação de apresentar uma política externa clara, plausível e rigorosa. Também exige que ousemos dizer e fazer coisas que não são somente correctas, mas controversas. Não apenas palavras, mas acções. Exige que não recuemos porque a Esquerda e todos aqueles com atitudes politicamente correctas estão incomodados. "Não podemos esquecer nem por uma fracção de segundo que todos os dias estamos numa luta de valores."
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Soeren Kern é colaborador sénior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque

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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/17119/dinamarca-candidatos-asilo

ÁUSTRIA - «ANTIFAS» BLOQUEIAM ESTRADA PARA PROTESTAR CONTRA DEPORTAÇÃO DE ALÓGENOS VIOLADORES

Conforme relatado, um protesto antifa causou engarrafamento no Roßauer Lände de Viena na Martes passada (23 de Fevereiro). O resultado foram quilómetros de engarrafamentos na direcção da cidade. Alguns manifestantes acorrentaram-se no centro de detenção da polícia (os refugiados já estavam no aeroporto há muito tempo). A polícia teve de intervir. "Visitar! Apoie o bloqueio ou apenas mostre solidariedade aqui”, anunciaram os organizadores do comício inscrito aos participantes no Twitter.
Agora está claro a quem a solidariedade se deve aplicar: 37 pessoas que foram deportadas para o Afeganistão. Dezassete deles eram maiores de idade e eram homens.
A pesquisa “Heute” também mostrou que onze pessoas cometeram crimes na Áustria e já haviam registado uma condenação juridicamente vinculativa no registo criminal.
Os delinquentes cometeram um total de 38 crimes (uma média de três por pessoa) em Kerbholz. Três homens foram condenados por tentativa e crime de estupro, por exemplo. Além disso, houve coerção severa, lesões corporais, ameaças perigosas, privação de liberdade, roubo, furto, danos à propriedade, resistência à autoridade estatal e vários outros crimes.
Uma pessoa já foi condenada por ameaças perigosas. O condenado ameaçou matar todos os envolvidos no processo contra ele (especificamente dois funcionários do Escritório Federal de Imigração e Asilo e um juiz do Tribunal Administrativo Federal). “Devido aos crimes cometidos e ao perigo previsto, proibições de entrada plurianuais foram emitidas para proteger a segurança pública e a ordem”, disse o Ministério do Interior.
O ministro Karl Nehammer (VP) continua a defender a repatriação consistente no caso de uma decisão negativa de asilo. Qualquer perigo iminente ao retornar ao Afeganistão seria cuidadosamente examinado em cada caso individual, de acordo com o Ministério Federal do Interior. Neste caso específico, tratou-se de uma operação charter da Frontex organizada pela Suécia. A avaliação básica da situação no Afeganistão pelo Serviço Federal de Imigração e Asilo (BFA) corresponde à de outros parceiros europeus e da Agência Europeia de Asilo (EASO).
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2021/02/austria-antifa-causes-massive-traffic-jam-with-protest-demanding-muslim-migrant-rapists-not-be-deported?fbclid=IwAR0d03GRL39I7cm2k49hwjYYMif-t_8NAYspZNiqbaGOezbgU5-OblPrhUg

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Igreja do Anti-Racismo é mesmo isto, total despudor e costas quentes para sacrificar a segurança do seu próprio povo ao «dever» de proteger alógenos, mesmo quando estes constituem alguns dos piores criminosos que vivem no país - só mais um sintoma da sida ideológica para a qual só o Nacionalismo é cura.

SOBRE A IMINVASÃO ISLÂMICA NAS ESCOLAS DE FRANÇA

"Diferentemente de si, coronel, e de tantos outros, Mila jamais se irá prostrar", escreveu o pai da adolescente francesa ao director da escola que ela frequenta em carta publicada pela revista semanal Le Point. A 18 de Janeiro de 2020 Mila O., então com 16 anos, manifestou-se de maneira ofensiva sobre o Islão durante a sua transmissão ao vivo no Instagram.
"Durante a transmissão, um menino muçulmano convidou-a para sair, mas ela recusou por ser gay. Ele respondeu acusando-a de racismo, chamando-lhe 'lésbica imunda'. No vídeo seguinte, transmitido imediatamente após ter sido insultada, Mila respondeu dizendo que 'odeia religião'".
Mila deu seguimento: "o Alcorão é uma religião de ódio, só há ódio nela. O Islão é uma m***a..." Desde então, recebeu cerca de 50 mil mensagens e cartas com ameaças de estupro, de cortar a sua garganta, de torturá-la e de decapitá-la. Ela teve de mudar, sem parar, de uma escola para outra.
De novo Mila se viu sem escola. Numa rede social, ela acidentalmente deu o nome da sua nova escola militar. De pronto a direcção da instituição expulsou-a por considerá-la uma ameaça em potencial à segurança dos alunos. "Devastado diante de tanta covardia", o pai da Mila escreveu: "nem o exército tem condições de protegê-la e permitir que ela continue os seus estudos, o que nos resta a fazer, nós, seus pais? Este comentário representa para nós um filme de terror".
Nem sequer o exército francês tem condições de protegê-la? "Ela tem 17 anos e agora vive como o staff da revista Charlie Hebdo, num bunker, isto é insuportável!", salientou Richard Malka, advogado de Mila.
Dias mais tarde, "Caroline L.", professora da Faculdade de Direito da Universidade de Aix-Marseille, recebeu inúmeras ameaças de morte, com acusações de "islamofobia". O promotor de Aix-en-Provence abriu uma investigação por "ofensas públicas por alguém pertencer a uma religião". O "crime" dela? A professora havia explicado aos seus alunos: "não há liberdade de consciência no Islão. Se o seu pai for muçulmano, você será para sempre muçulmano. É uma espécie de religião sexualmente transmissível. Um dos maiores problemas que temos com o Islão e, lamentavelmente, não é o único, é que o Islão não reconhece a liberdade de consciência. É aterrorizante, em toda a sua plenitude".
A escola de ensino médio Pierre Joël Bonté em Riom (Puy-de-Dôme) foi fechada a 11 de Janeiro devido a "insultos e ameaças de morte" dirigidos aos professores. "Com o intuito de protegermos alunos e staff, decidimos fechar a escola devido a insultos e ameaças de morte", esclareceu um porta-voz da escola. Poucas horas depois, Fatiha Boudjahlat, professora em Toulouse, solicitou protecção policial após receber ameaças expressivas.
Em 2015 o Estado Islâmico divulgou um comunicado segundo o qual as escolas francesas devem ser atacadas e convocou os seus seguidores a "matarem os professores". De acordo com Gilles Kepel, especialista em Islão, "para os partidários do Islão político a escola tornou-se numa cidadela que deve ser destruída".
Um artigo no L'Express coloca melancolicamente o dedo na ferida, salientando que as escolas são objecto de violentas campanhas de islamistas mundo afora. Em 2014, uma escola militar em Peshawar, Paquistão, foi alvo de um ataque islamista que deixou mortos e feridos ceifando a vida de 132 estudantes. O movimento talibã paquistanês atacou 900 escolas entre 2009 e 2012, de acordo com um levantamento da ONG International Crisis Group. A ganhadora do Prémio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, conhecida pela sua luta pela educação de meninas, foi baleada na cabeça pelo Talibã em Swat. O Boko Haram, responsável por inúmeros ataques na Nigéria, assumiu a responsabilidade pelo sequestro de 276 alunas do ensino médio em Chibok. Num ataque desfechado por islamistas filiados à Al-Qaeda contra a Universidade Garissa do Quénia, a vida de 142 estudantes foi ceifada. Em Burkina Faso, mais de 2 mil escolas fecharam as portas.
Borbulha em França uma guerra de baixa intensidade cujo objectivo é radicalizar a educação. Embora muitos muçulmanos possam até não apoiar este tipo de transformação, a presente campanha parece ter começado em 1989, durante o bicentenário da Revolução Francesa e a publicação francesa do romance "Os Versos Satânicos" de Salman Rushdie. Uma faculdade em Creil recusou a matrícula de três estudantes que estavam a usar o véu islâmico. As autoridades francesas tentaram, por meio de diálogo e apaziguamento, colocar panos quentes. Num apelo, no entanto, publicado pelo Le Nouvel Observateur, assinado pelos autores Alain Finkielkraut e Elisabeth Badinter e inúmeros intelectuais, constam duras críticas à "Munique da escola republicana".
A islamização na educação francesa está a avançar a todo o vapor. Em 1989, a palavra de ordem era: "professores, não vamos capitular!". Desde então, alguns professores franceses que se recusaram a capitular pagaram com a vida.
Em Outubro de 2020, Samuel Paty, francês, professor de História, foi decapitado por um terrorista checheno por ter cumprido o seu trabalho: educar os seus alunos a respeitarem os fundamentos das sociedades ocidentais e as palavras que constam nas portas da escola (Liberté, égalité, fraternité), por trocar ideias sobre a liberdade de expressão e mostrar-lhes as caricaturas de Maomé da Charlie Hebdo.
"Convivência é uma fábula", escreveu Alain Finkielkraut depois da decapitação de Paty; "os terrenos perdidos da República são os terrenos conquistados pelo ódio à França. Olhos abriram-se, as evidências não mais podem ser escondidas".
O Ministro da Educação de França, Jean Michel Blanquer, revelou que, depois da decapitação de Paty, ocorreram 800 "incidentes" islamistas em escolas francesas.
Outro professor foi ameaçado fisicamente na Escola Battières em Lyon, onde Samuel Paty iniciou a sua carreira. Este professor de História e Geografia tinha dado uma aula sobre liberdade de expressão, de acordo com o currículo escolar, a uma turma do quinto ano. Disse, entre outras coisas, que Emmanuel Macron não é "islamofóbico". O pai de um aluno foi conversar com o professor, confrontando-o verbalmente na frente de testemunhas. "Ele não tinha papas na língua e foi bastante intempestivo. O professor não teve permissão para falar sobre o caso em sala de aula", ressaltou uma testemunha. Chocado, o professor foi afastado por licença médica e convidado a mudar de escola.
Numa escola de ensino médio em Caluire-et-Cuire, perto de Lyon, um estudante ameaçou "cortar a cabeça" de um professor. Em Gisors, uma menina distribuiu uma foto da decapitação de Paty aos seus colegas. Em Albertville, Savoy, a polícia teve de reunir quatro crianças de dez anos de idade e seus pais porque eles disseram na sala de aula que "o professor merecia morrer". Em Grenoble, um extremista muçulmano foi preso por ameaçar decapitar Laurent, um professor de História e Geografia que costuma aparecer  num reality show na TV. "Vou-te decapitar" disse. Ao que tudo indica ele estava a montar um vídeo em homenagem a Paty. Na Escola Pierre Mendès France em Saumur, um estudante disse ao seu professor: "o meu pai vai-te decapitar".
Tornou-se impraticável fazer uma lista com dados precisos sobre estes incidentes. Ocorrem todos os dias em França.
Um novo levantamento revela o grau da auto-censura entre os professores franceses. Para evitar incidentes em potencial, um em cada dois professores admite fazer uso da auto-censura em sala de aula. Por meio do medo, do terror e da intimidação, o islamismo está a colher o que plantou.
"Como Deixamos o Islamismo Entrar na Escola" é o título do novo livro de Jean-Pierre Obin sobre a ascensão do islamismo nas escolas francesas. Obin, ex-inspector geral da educação nacional, coordenou em 2004 um estudo sobre manifestações de filiação religiosa nas escolas. Este não foi o primeiro estudo de um especialista francês em educação. Bernard Ravet foi durante 15 anos o director de três das escolas mais problemáticas de Marselha. No seu livro: "Director de Faculdade ou Imã da República?", Ravet salientou: "por mais de dez anos o fanatismo bate à porta de dezenas de estabelecimentos.... Tem vindo a empenhar-se em abocanhar o território físico da República, centímetro a centímetro, impondo os seus símbolos e alegorias",
Em 2006 o filósofo francês Robert Redeker escreveu o seguinte: "o Islão procura impor as suas regras à Europa: abertura de piscinas em determinados horários exclusivamente para mulheres, proibição de caricaturas sobre esta religião, exigência de alimentos especiais para crianças muçulmanas, luta pelo uso do véu nas escolas, acusação a espíritos livres de Islamofobia."
O título na sua coluna no Le Figaro dizia: "diante da intimidação islamista, o que deveria o mundo livre fazer?" Poucos dias depois, Redeker começou a receber ameaças de morte. "Não consigo trabalhar e sou obrigado a esconder-me", ressaltou Redeker. "De modo que, de um jeito ou de outro, os islamistas conseguiram punir-me no território da república como se eu fosse culpado de um crime de opinião".
Deveríamos ter dado mais atenção ao primeiro incidente. Foi o primeiro de uma longa série de ataques a professores e escolas francesas. Quatorze anos depois, Samuel Paty pagou com a sua vida, um professor universitário já se encontra sob protecção policial e outro teve de pedir demissão da sua escola devido às ameaças. Se os extremistas conseguiram intimidar escolas e universidades de França, porque não conseguiriam colocar de joelhos toda a sociedade?
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Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.

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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/17107/franca-escolas-religiao?fbclid=IwAR1K0M3CYae9P1qo1ddZmaD4uMzbfNpH4x9y3Rz8smRwHs6a0Ij90q-4_h8