domingo, fevereiro 07, 2016

PNR SOLIDARIZA-SE COM POLÍTICO NACIONALISTA IRLANDÊS DO AITHEANTAS ÉIRE AGREDIDO POR ESQUERDISTAS

Peter O'Loughlin, jovem coordenador do partido Identity Ireland (nosso congénere irlandês), foi esta tarde agredido de forma cobarde por militantes de um grupo de extrema-esquerda durante uma manifestação em Dublin, encontrando-se hospitalizado. Uma vez mais se prova que a dita extrema-esquerda, que tanto fala em liberdade, tem desta uma concepção muito estranha: para os seus seguidores, a liberdade é só para quem pensa como eles. É claro que, se por um improvável acaso, a agressão tivesse vindo dos nacionalistas e a vítima fosse de extrema-esquerda, a esta hora todas as agências noticiosas europeias estariam a dar conta do sucedido, falando em "acto de terror", ao que se seguiria um coro de jornalistas e afins apelando à ilegalização do Identity Ireland. Solidarizamo-nos com o nosso companheiro de luta irlandês, desejando-lhes as rápidas melhoras, na sua língua celta nativa: Go raibh biseach ort gan mhoill, a Pheadair!
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Fonte: https://www.facebook.com/PNR.Partido.Nacional.Renovador/photos/a.116919651674158.11367.116915155007941/1127016230664490/?type=3&theater

BEBIDAS VEGETAIS ESTÃO MAIS BARATAS

As bebidas vegetais de arroz, aveia e amêndoa, normalmente usadas como alternativa ao leite, vão pagar IVA à taxa reduzida de 6%, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2016 (OE2016) entregue hoje na Assembleia da República.
Até agora, este tipo de bebidas estava sujeita à taxa máxima de IVA de 23%, enquanto o leite pagava a taxa mínima do imposto sobre o consumo (6%).
De acordo com a proposta do OE2016, entram também na lista de bens e serviços sujeitos à taxa reduzida do IVA as algas vivas, frescas ou secas, as prestações de serviços normalmente utilizados nas actividades de produção aquícola, entre outros.
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Fonte: http://portocanal.sapo.pt/noticia/81887   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

AMEAÇA TERRORISTA NA EUROPA É A MAIS GRAVE DE SEMPRE - A IMINVASÃO PARA ISSO CONTRIBUI

A ameaça terrorista na Europa nunca foi tão elevada, garantiu um responsável americano à CNN, numa altura em que estão de regresso a casa as cerca de duas mil pessoas que saíram da Europa para o Iraque e para a Síria. As estimativas referem-se aos últimos anos, desde que os serviços secretos de todo o mundo começaram a seguir estas movimentações.
A maioria dos que estão de volta - mas não todos - juntaram-se às fileiras do Daesh e continuam ligados ao grupo. Torna-se, por isso, difícil prever quantos desses combatentes estão a planear novos ataques terroristas, avança o mesmo responsável. “A ameaça nunca foi tão elevada” na Europa e a possibilidade de novas ocorrências não diminuiu desde os ataques de Paris, em Novembro do ano passado. Segundo a mesma fonte, existe ainda um risco acrescido de operacionais do Daesh se misturarem com refugiados que tentam chegar à Europa todos os dias.
Nos últimos meses tem havido várias detenções de elementos suspeitos de ligações ao grupo terrorista, quer pessoas inspiradas pelas suas ideias, quer combatentes a quem tinham sido encomendados ataques organizados.
CRESCIMENTO DO DAESH NA LÍBIA
A expansão do Daesh na Líbia é um motivo de preocupação, uma vez que este crescimento permite que a organização nesse país tenha independência e autoridade para desencadear ataques sem precisar da coordenação ou aprovação dos líderes na Síria e no Iraque. Estima-se que existam entre dois mil a três mil combatentes do Daesh na Líbia, uma situação alimentada pela falta de estabilidade política e governamental.
O Departamento dos EUA trabalha em conjunto com o Pentágono para encontrar soluções diplomáticas e militares quem travem o avanço do Daesh na Líbia.
EUROPOL FALA DA AMEAÇA MAIS GRAVE DA ÚLTIMA DÉCADA
O terrorismo na Europa contou, há pouco tempo, com a análise da Europol, agência policial que centraliza a coordenação das políticas europeias de combate ao terrorismo e crime organizado. O relatório refere que esta é a ameaça terrorista mais séria que a Europa enfrentou na última década, e alerta para a vontade e capacidade do Daesh de organizar novos ataques no velho continente.
A Europol refere que antes de se juntar ao Daesh, na Síria e no Iraque, “a maioria das foi diagnosticada com distúrbios mentais”, conclui o relatório.
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Fonte: http://expresso.sapo.pt/internacional/2016-02-04-Ameaca-terrorista-na-Europa-e-a-mais-alta-de-sempre   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Uma chatice, quando anda à solta uma religião tão susceptível de motivar alegados «doentes mentais» violentos...

ATIRADOR ESPECIAL BRITÂNICO SALVOU A VIDA A PAI E FILHO QUE IAM SER EXECUTADOS PELO CALIFADO

Pode parecer muito uma cena de filme de acção, mas de facto aconteceu. Um atirador de elite do exército britânico salvou a vida de um pai e seu filho que seriam decapitados por membros do Estado Islâmico. 
As duas vítimas foram condenadas à morte após recusarem converter-se à fé jihadista.  Os militantes realizaram um julgamento em praça pública, forçando a família dos dois prisioneiros a assistir às mortes.
Informados por um espião iraquiano, membros da SAS foram mobilizados para impedir as execuções no norte da Síria, próximo da fronteira turca. Assim que chegaram, puderam ver um homem com uma longa barba durante um discurso inflamado para a população, enquanto segurava uma faca próximo dos dois homens que estavam com os olhos vendados. 
Posicionado a 1 km de distância, o sniper atingiu o carrasco na cabeça com um rifle calibre 50. Em seguida abateu os seus dois ajudantes, garantindo a segurança dos prisioneiros. As pessoas rapidamente correram para desamarrar pai e filho e tirar as suas vendas. 
Entretanto, segundo informações do Daily Star Sunday, os snipers não chegaram a tempo de salvar mais vidas. Quando finalmente se posicionaram, diversos corpos já podiam ser vistos decapitados no chão. Os moradores do vilarejo chegaram a fazer um festival para comemorar a saída do Estado Islâmico da região. 
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Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/super-incr%C3%ADvel/sniper-brit%C3%A2nico-salva-a-vida-de-pai-e-filho-que-seriam-decapitados-pelo-estado-isl%C3%A2mico-173532233.html

ENTRUDO PARA TODOS, NOVAMENTE


Para falar das tradições do Carnaval há que recuar até ao século XIII, quando se celebrava o Entrudo – ou “entrada” -, referindo-se ao período de três dias que precedia a chegada da Quaresma. Era uma festa popular com ligações ao paganismo pré-cristão.
A aldeia de Podence, em Macedo de Cavaleiros, mantém bem viva esta tradição com o seu grupo de caretos. Estas personagens coloridas e barulhentas, quando é chegado o início de Fevereiro, são largadas pelas ruas da aldeia num frenesim imenso para assinalar o fim do Inverno. Sacodem as mulheres para que elas sejam férteis, fazem tropelias por onde passam para celebrar o sol – ao careto tudo se permite nesses dias. Ainda que durante a década de 70 a tradição estivesse próxima de desaparecer por conta da imigração e do salazarismo, dez anos volvidos um grupo de 20 homens constituiu uma associação cultural com o objectivo de preservar a tradição carnavalesca. Há cada vez mais crianças interessadas nesta tão mística tradição, por isso haverá espaço para os caretos continuarem vivos e endiabrados. De 6 a 9 de Fevereiro os caretos vão andar à salta em Podence, no Entrudo Chocalheiro.
Mas todas as tradições evoluem, e o Entrudo transformou-se em Carnaval por alturas do século XVI, numa alusão a festas romanas recuperadas pelo Cristianismo. Num período de inversão das regras do mundo, a máscara é símbolo de transformação, recuando aos clássicos do teatro grego, e tornou-se ícone obrigatório nas celebrações.
A tudo isto foi beber o Carnaval de Torres Vedras, talvez um dos mais populares Carnavais em Portugal. A primeira vez que se substituiu o enterro das cinzas do Entrudo por uma festa carnavalesca terá sido em 1912 pelas mãos dos Republicanos. Era uma nova festa civil, que invertia a ordem vigente – com um teor propositadamente profano. Cerca de década e meia depois do primeiro corso carnavalesco, surgem as “matrafonas”. Sem nunca pretenderem parecer mulheres, as “matrafonas” eram geralmente homens do campo, sem dinheiro para comprarem máscaras, e por isso recorriam às roupas velhas e esfarrapadas das mulheres das suas casas. Mais ou menos na mesma altura em que nascem as “matrafonas”, aparecem os carros alegóricos e os cabeçudos – outros dois ícones do Carnaval em Torres Vedras, que lentamente se foram espalhando pelo resto do país. Sempre com uma carga crítica e satírica, estes dois símbolos tornaram-se típicos nos Carnavais portugueses.
Se o Entrudo foi levado para o Brasil pelos colonos portugueses, séculos mais tarde os portugueses importaram o Carnaval brasileiro. Os já típicos desfiles de samba têm origem nos desfiles dos escravos, e foram-se tornando populares entre a classe operária. E foi durante os anos 70 que surgiram os primeiros desfiles de escolas de samba no Carnaval português.
Por influência dos estudantes brasileiros da Universidade de Coimbra, não foi difícil introduzir o samba no Carnaval da Mealhada. Os bairradinos já têm uma tradição carnavalesca que remonta a 1914, mas foi em 1970 que os estudantes levaram os seus ritmos à folia bairradina. Os locais aderiram à ideia, e no ano seguinte repetiu-se o festejo com ritmos brasileiros, agora também com os carros alegóricos típicos de Torres Vedras. Oito anos depois dos primeiros sambistas a dançar na Mealhada, fundam-se as primeiras escolas de samba, que hoje já são 8.
Assim, há Carnavais para todos os gostos em Portugal. Em Loulé, por exemplo, o tema da folia deste ano é “O Grande Naufrágio”, que procurará recriar de forma humorística os temas da política nacional. Passos Coelho e Paulo Portas agarrados a uma bóia num oceano de incertezas, e Cavaco Silva como náufrago, são algumas das figuras mais emblemáticas dos três dias de festa na cidade, que começam amanhã. A Câmara de Loulé anunciou que metade do dinheiro da bilheteira reverterá a favor de Instituições Particulares de Segurança Social.
Em Ovar o Carnaval vai ter uma novidade – a Noite da Farrapada. A autarquia procura envolver a população de forma mais espontânea, num desfile nocturno que permita que “gente de diferentes regiões possa participar da festa com um desfile próprio”, como disse à Lusa o coordenador do Entrudo Vareiro, Alexandre Rosas. O desfile de escolas de samba vai finalmente regressar ao centro da cidade, na Avenida Sá Carneiro, depois de no passado ter sido cancelado por causa do mau tempo.
Mais a sul, Sesimbra é uma outra cidade que vibra com o Carnaval, também contando com um desfile de escolas de Samba e um cortejo que percorre cerca de um quilómetro junto ao mar. As festas em Sesimbra vão acontecer nos dias 7 e 9 de Fevereiro.
Os foliões de Torres Vedras já estão em festa desde dia 16 de Janeiro, com a inauguração da Monumento ao Carnaval. Com uma multidão formada em frente ao Monumento foram apresentadas as 16 figuras caricaturais, do futebol à política. Recomeçam esta sexta-feira as festividades, que se prolongarão até ao Enterro do Entrudo, no dia 10 de Fevereiro.
Para quem gosta, este ano não há desculpas para faltar ao Carnaval. O governo de António Costa anunciou esta semana que haverá tolerância de ponto a todos os funcionários públicos e a CP vai facilitar o deslocamento a uma série de cidades onde há folia, com bilhetes a 2€ de ida a volta em toda a área da Grande Lisboa, e a mesma tarifa para quem, no Porto, se desloque a Ovar, Estarreja e Famalicão. Desde 2012 que não havia tolerância de ponto no Carnaval – não oficialmente, pelo menos. As autarquias e o sector privado têm-no feito, à rebelia das decisões do anterior Governo.
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Fonte: https://www.publico.pt/local/noticia/carnavais-em-portugal-dos-caretos-aos-sambodromos-1722482?page=-1

AVIÕES DE GUERRA NORTE-AMERICANOS PODERÃO TER ARMAS LASER DENTRO DE CINCO ANOS


A Força Aérea dos EUA está a preparar-se para equipar os seus aviões de combate com armas e escudos defensivos de alta tecnologia laser que fazem lembrar a “Guerra das Estrelas” – e a concretizar já daqui a cinco anos.
Os responsáveis do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea norte-americana (AFRL) acreditam que podem tornar a ficção científica em realidade em 2020, altura em que pretendem testar uma destas armas lasers num caça a jacto.
“Vemos a tecnologia a evoluir e a amadurecer até ao ponto em que pode mesmo ser usada”, salienta o engenheiro da AFRL, Kelly Hammett, em declarações à CNN.
Esta evolução de que fala Kelly Hammett pode permitir afixar nos caças de combate cápsulas de armas de energia laser dirigida que permitirão um abastecimento ilimitado de munições, facilitando o ataque continuado a vários alvos.
Isto comporta custos muito mais baixos do que os despendidos com os dispositivos usados actualmente.
No horizonte está também a colocação de um escudo defensivo num avião que usará o poder da energia laser para destruir qualquer míssil ou avião inimigo que se aproxime do seu raio de acção.
Inovações a imitarem a ficção da “Guerra das Estrelas” que se podem tornar realidade graças à tecnologia conhecida como Sistema de Defesa de Área de Alta Energia Líquida Laser, ou HELLADS – High-Energy Liquid Laser Area Defense System.
“O objectivo do programa HELLADS é desenvolver um sistema de arma laser de 150 kilowatts que é cerca de 10 vezes mais pequeno e leve do que os lasers actuais com um poder semelhante, para permitir a integração em aeronaves tácticas para auto-defesa e ataque a ameaças terrestres”, explica a DARPA, a Agência de Projectos de Pesquisa Avançada de Defesa do Pentágono.
“Acredito que teremos uma cápsula de energia dirigida num avião de combate muito em breve”, confidenciou o general da Força Aérea norte-americana, Hawk Carlisle, durante uma conferência, onde falou da Guerra de Quinta Geração.
Segundo o Ars Technica, o general focou também a possibilidade de utilização, a breve prazo, de bombas inteligentes, que podem ser programadas por um piloto, logo depois de serem lançadas do avião, para explodirem de um certo modo e num dado momento.
O general realça a importância de poder recorrer a ataques cibernéticos às redes e sistemas de comunicação dos inimigos.
É crucial poder “usar a cibernética para negar à aviação adversária a capacidade de levantar voo“, explica Hawk Carlisle.
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Fonte: http://zap.aeiou.pt/armas-laser-da-guerra-das-estrelas-em-avioes-de-combate-ja-em-2020-94124

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O sonho de infância de uma geração ou de várias. Um pequeno entretenimento para «geeks» e um grande passo para a humanidade se inter-massacrar com mais classe, mas com cada vez menos sangue e eventualmente menos gana homicida. Pode ser que pelo menos a coisa se mostre menos poluente, já não será mau de todo.

EXÉRCITO CHINÊS USA AGORA ARMAS LASER

Agradecimentos a quem aqui trouxe a notícia: http://zap.aeiou.pt/os-soldados-da-china-ja-usam-armas-laser-100041
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O exército da China agora está a usar armas laser. Não são do tipo das que os Stormtroopers usam em “Star Wars”, como pode estar a pensar, mas são igualmente perigosas.
Segundo o Popular Science, as novas armas do exército chinês não têm capacidades fatais, mas estão a ser usadas principalmente para cegar alvos, e interferir ou causar danos à visão a laser ou nocturna dos equipamentos dos inimigos.
Embora as convenções internacionais como o Protocolo de 1998 Contra a Cegueira por Armas Laser proibir o uso de lasers e outras armas ofuscantes contra seres humanos, os sensores ópticos e térmicos aparentemente podem ser usados em veículos, aeronaves e robôs.
O laser PY132A, por exemplo, recentemente exibido numa exposição da polícia chinesa, concebido para ser usado contra drones terroristas ou ilegais, tem um laser suficientemente poderoso para cegar também os sensores e câmaras do inimigo.
O PY132A vem equipado com visão térmica e nocturna, que aumentam a sua precisão.
O laser Low Altitude Guard II, por sua vez, pode ser usado pela polícia para abater pequenos veículos aéreos não tripulados – mas aparentemente, a arma tem uma opção de uso militar mais poderosa.
Em combate, espingardas laser como os modelos PY132A, WJG-202 e BBQ-905 podem ser usadas para bloquear ou mesmo destruir os visores termo-sensíveis dos tanques inimigos, ou cegar drones que estejam a voar a baixa velocidade, destruir câmaras de vigilância e sabotar sensores.
Estas aplicações respeitam os protocolos internacionais sobre este tipo de tecnologia, mas há uma linha muito ténue a separar o seu uso legal de possíveis violações.
Por exemplo, ainda que o uso proposto para estas armas siga o protocolo definido, o que acontece quando os lasers forem usados contra aeronaves tripuladas, como os helicópteros militares, nos quais um feixe de laser pode potencialmente cegar o piloto?
Estes avanços na tecnologia militar estão ainda longe de poder ser usados em combate, como armas portáteis, à moda dos blasters e phasers de “Star Wars”.

Mas são mais uma daquelas visões futuristas que, quando menos se espera, se tornam realidade.

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Mais um passo da marcha lentíssima da humanidade no sentido de se tornar algo menos violenta e sanguinária. O que declarou por exemplo a Rússia a respeito da sua decisão diante do abate de um caça russo Su-24 pela Turquia foi particularmente significativo: «no século XX isto era motivo para haver guerra.» Guerra que, quando se dá, se faz cada vez mais à distância e com cada vez mais limitações morais e auto-defensivas no que concerne à destruição ou dano grave causado a vidas humanas. A acção violenta orienta-se cada vez mais no sentido da destruição de maquinaria hostil ou doutro modo de neutralização do inimigo e cada vez menos tem por objectivo ferir ou eliminar vidas humanas. O advento dos «tasers» policiais, por exemplo, é disso um claro sinal, bem como a utilização cada vez mais frequente de «drones» em cenários de guerra, o que parece assustar muita gente com medo das novidades tecnológicas militares mas que ao fim ao cabo significa que se perdem relativamente menos vidas humanas, pelo menos as dos pilotos dos aparelhos tripulados cada vez mais substituídos pelos drones ou v.a.n.t., para dizermos à portuguesa (veículo aéreo não tripulado). 
Isto enquanto o mundo continuar a ser dirigido sobretudo por gente de civilizações avançadas do hemisfério norte, pelo menos. 

sábado, fevereiro 06, 2016

ACÇÃO DA ANIMAL NO TERREIRO DO PAÇO A 30 DE JANEIRO DE 2016






















Acção da ANIMAL em Lisboa "Paz para todos os animais"

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Fonte: https://www.facebook.com/ONGANIMAL/photos_stream?ref=page_internal


PROGRAMA DO ENTRUDO DE PODENCE DE 2016



ENTRUDO EM PITÕES DAS JÚNIAS


A aldeia de Pitões das Júnias, no Gerês, costuma festejar o Entrudo – e não o Carnaval – durante quatro dias. Este ano, a tradição local mantém-se, tendo como destaque as presenças de muitos caretos e farrapões.
Localizada em pleno Parque Nacional de Peneda-Gerês, a aldeia onde residem apenas 147 pessoas vai celebrar o Entrudo entre os dias 6 e 9 de Fevereiro. Os festejos, que arrancam às 11h de sábado com a abertura da VII Mostra de Produtos Típicos, não vão ter nem reis ou lantejoulas, mas estarão repletos de caretos e farrapões. Na mostra, os visitantes poderão provar enchidos tradicionais, pão cozido a lenha, chás, licores ou ainda cozido à portuguesa transmontano e sopa d’unto feita no caldeirão. 
Lúcia Jorge, presidente da junta de freguesia, afirma que é uma forma de dar oportunidade aos visitantes de “provar e saborear os sabores locais”. Mais do que isso, a mostra representa uma oportunidade para os “habitantes poderem acrescentar uma nova fonte de rendimento”, visto que a maioria vive da agricultura. Outro dos grandes destaques que referiu será a matança do porco no centro da aldeia, no Domingo Gordo, por volta das 15h30.
Durante a terça-feira do Entrudo, outro momento alto das festividades, toda a população de Pitões das Júnias, se juntará aos visitantes no eiró (eira) da aldeia a partir das 14h. Ao final da tarde, depois dos arremates dos produtos típicos, será partilhada a merenda entre todos os presentes, num convívio que se pretende estender noite dentro, que Lúcia Jorge promete incluir muitas “músicas e cantares locais”.
Nos meses de maior afluência, com eventos maiores como este, a autarca afirma que a aldeia acolhe “entre 500 e 1000” visitantes. Embora não tenham registos dos números correctos, a mesma assegura que “nunca foram menos de 300” turistas. “As pessoas até guardam férias para virem comemorar connosco”, revelou.
No final, os participantes nas festividades irão receber um certificado de frequência.
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Fonte: https://www.publico.pt/local/noticia/entrudo-celebrado-com-quatro-dias-de-festa-em-pitoes-de-junias-no-geres-1722363

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Só é de lamentar a matança do porco... espera-se que pelo menos atordoem o animal, conforme manda a lei, segundo diz este artigo http://blog.bisaro.pt/2014/01/a-tradicional-matanca-do-porco-volta.html, para que a cena não se torne no horror sádico que era costume...

AUMENTO DO IMPOSTO SOBRE OS COMBUSTÍVEIS

Os condutores este ano vão ter a gasolina mais cara 5 cêntimos e o gasóleo 4 cêntimos. O governo quer assim recuperar a receita perdida com a queda do preço do petróleo.
Na apresentação do plano orçamental para 2016, Mário Centeno anunciou também um aumento do imposto sobre o tabaco com impacto de 3% (através da alteração da fórmula de cálculo do imposto) e um agravamento em 50% do selo sobre o crédito ao consumo.
O presidente da Associação de Portuguesa de Empresas Petrolíferas espera que o aumento do imposto sobre os combustíveis, anunciado pelo governo, seja suportado na totalidade pelos consumidores finais.
António Comprido diz que as empresas do sector não têm condições para acomodar este aumento.
Sobre o impacte para as empresas do sector, o presidente da Apetro diz que é preciso saber primeiro qual será o valor do aumento do Imposto Sobre Produtos Petrolíferos, bem como, a evolução do preço do petróleo nos mercados internacionais.
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Fonte: http://www.tsf.pt/economia/interior/combustiveis-sobem-4-a-5-centimos-com-aumento-de-imposto-4994593.html

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A medida em si até nem seria má de todo, se e só se os transportes públicos ficassem isentos do aumento, juntamente com os transportes de mercadorias, para que os preços dos produtos no comércio não aumentassem igualmente...


SERVIÇOS SECRETOS ALEMÃES AFIRMAM QUE HÁ TERRORISTAS DO CALIFADO A ENTRAR NA EUROPA COMO REFUGIADOS

Há militantes do Daesh a entrar na Europa disfarçados de refugiados. A informação foi avançada hoje pelo responsável dos serviços secretos alemães (BfV) reconhecendo que os ataques de Novembro, em Paris, mostraram que o Daesh está a colocar combatentes no meio dos refugiados que têm entrado na Europa aos milhares. 
"Temos visto repetidamente que há terroristas infiltrados, camuflados e disfarçados de refugiados. Este é um facto que as agências de segurança estão a enfrentar", disse Hans-Georg Maassen em declarações à televisão alemã ZDF.
"Estamos a tentar perceber e identificar se existem mais militantes do Daesh e terroristas que tenham escapado", acrescenta. 
De acordo com o jornal alemão "The Berliner Zeitung", Maassen terá reconhecido que a BfV terá recebido mais de 100 denúncias de que ainda existem combatentes do Daesh na Alemanha.
Declarações que surgem um dia depois de as autoridades alemãs terem detido dois homens suspeitos de ligações a militantes do Daesh que estariam a preparar um ataque em Berlim.
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Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/servicos-secretos-alemaes-dizem-que-ha-terroristas-disfarcados-de-refugiados_241835.html

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Pode lá ser uma coisa destas... é preciso que António Guterres vá explicar aos serviços secretos alemães que isso não é verdade, os terroristas têm maneiras muita melhores de entrar na Europa, não vêm com a enxurrada de alegados refugiados, diz Guterres...

sexta-feira, fevereiro 05, 2016

MEIA CENTENA DE ALEGADOS REFUGIADOS FORAM ESPANCADOS NA RÚSSIA POR MOLESTAREM MULHERES RUSSAS

E para o fim do dia, uma notícia para alegrar as hostes...

Em Murmansk, na Rússia, um grupo de cinquenta e um alegados refugiados pôs-se a perseguir e molestar russas junto a um clube nocturno. Tinham os alógenos acabado de ser expulsos da Noruega por mau comportamento. Eventualmente não perceberam que os Russos não são como os Noruegueses e reagem de maneira mais directa. Um grupo de russos acercou-se dos prevaricadores para os «educar», explicando-lhes que, passo a citar «Colónia fica a dois mil e quinhentos quilómetros daqui». Os alienígenas tentaram dar de frosques mas foram rapidamente apanhados pelos autóctones, que os levaram para a rua e os espancaram brutalmente. A polícia chegou para separar as hostes; houve testemunhas a dizer que os agentes da autoridade ainda distribuíram alguns socos aos ditos refugiados antes de prender trinta e três deles - os outros dezoito estavam em tão mau estado que tiveram de ser levados ao hospital.
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Fonte: http://dailycaller.com/2016/02/04/refugees-go-clubbing-in-russia-harass-girls-wake-up-in-hospital-the-next-morning/

JÁ HÁ VINTE E DOIS CASOS DE AGRESSÃO SEXUAL NO CARNAVAL DE COLÓNIA - INCLUINDO UMA BRUTAL AGRESSÃO E VIOLAÇÃO COMETIDA POR UM MENOR AFEGÃO

A polícia alemã deteve um jovem refugiado na sequência de uma queixa apresentada por uma jovem de 22 anos junto da polícia de Colónia, alegando ter sido vítima de uma violação durante os festejos de Carnaval naquela cidade alemã, avança hoje o jornal Bild.
Assim que recebeu a denúncia, a polícia deteve um refugiado afegão de 17 anos que alegadamente seria o responsável pelo crime. 
Segundo o depoimento da mulher, eram cerca das 3:00 da manhã, quando um homem a abordou e lhe começou a bater até que ela perdeu os sentidos. Quando acordou, percebeu que tinha sido violada.  
O procurador Ulrich Bremer afirmou ao Bild que o caso está a ser investigado, mas que não há como confirmar se houve violação.  
«Estamos a avaliar todas as possibilidades e actualmente estamos a analisar se houve violação ou não», disse.  
No total, as autoridades confirmaram que 22 casos de «agressão sexual» foram denunciados durante as festividades.
Ainda de acordo com o jornal alemão, no ano passado foram registadas 50 agressões sexuais durante todos os dias do evento. A maior parte eram «ofensas sexuais» contra as mulheres.  
A cidade de Colónia encontra-se com a segurança reforçada após centenas de casos de agressão, violações e roubos terem sido registados durante a noite de passagem de ano.
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Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=810467

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Convinha saber quem é que no ano passado cometeu as referidas agressões sexuais e quem as cometeu este ano... enfim, o país já está pejado de alógenos há anos...

TIROTEIO DE NEGROS CONTRA INDIANOS NA SERRA DA LUZ - A POLÍCIA NÃO APREENDEU ARMAS

Uma rixa entre grupos de moradores africanos e indianos levou à troca de tiros na Serra da Luz, Loures. Cinco pessoas que iam a passar e nada tinham a ver com aquilo foram atingidas de raspão.
O tiroteio de hoje, às 17.45, na Serra da Luz, Loures, foi o culminar de desacatos que se verificavam desde domingo entre moradores africanos e indianos daquela zona, segundo fonte oficial da PSP. A troca de tiros acabou por atingir de raspão três homens e duas mulheres que iam a passar. As vítimas sofreram apenas ferimentos ligeiros e foram assistidas no local, sendo que um deles nem careceu de tratamento hospitalar. Os outros quatro foram transportados para o hospital Beatriz Ângelo, em Loures.
Os autores dos disparos ainda não foram identificados nem houve armas apreendidas. Elementos da Polícia Judiciária também estiveram no local, uma vez que houve disparos de armas de fogo.
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Fonte: http://www.dn.pt/portugal/interior/tres-homens-e-duas-mulheres-atingidos-em-tiroteio-na-serra-da-luz-5015891.html

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Mais calor humano oriundo dos trópicos a aquecer o quotidiano do frio território europeu. Com autoridades que deixam entrar gente desta aos milhões, não expulsa praticamente ninguém e muitas vezes nem sequer é capaz de lhe tirar o armamento, a elite político-reinante ainda tem o abjecto desplante de se mostrar «chocada» quando as forças nacionalistas avançam nas urnas de voto...

PRIMEIRO-MINISTRO TUGA OFERECE DUAS MIL VAGAS A ALEGADOS REFUGIADOS EM UNIVERSIDADES PORTUGUESAS

António Costa leva nesta sexta-feira a Berlim um conjunto de propostas “significativas” para ajudar Angela Merkel a lidar com a pressão dos refugiados na Alemanha, que recebeu inicialmente de braços abertos mas que hoje estão a gerar uma grande polémica, incluindo dentro do seu próprio partido, a CDU.
O primeiro-ministro disse ao PÚBLICO, antes de partir para Berlim, na noite de quinta-feira, que quer renovar a velha tradição europeia de António Guterres, para quem Portugal deveria ser sempre “uma ajuda para as soluções europeias” em todos os tabuleiros políticos, e não mais um problema. É “com esse espírito” que se vai encontrar com a chanceler alemã.
Com o Orçamento para 2016 fechado e aprovado em Conselho de Ministros, António Costa leva à chanceler, com quem almoça nesta sexta-feira, um conjunto de medidas concretas destinadas a favorecer a integração dos refugiados e já devidamente quantificadas.
Uma dessas medidas visa oferecer duas mil vagas que hoje existem nas universidades e nos politécnicos portugueses para receber estudantes, que podem assim seguir o seu percurso universitário, ajudando ao mesmo tempo as instituições do ensino superior a encontrarem novas formas de financiamento.
Esta proposta vem no seguimento da iniciativa de Jorge Sampaio para integrar refugiados sírios nas universidades portuguesas, que agora ganha uma nova dimensão. Uma outra proposta do Governo destina-se ao recrutamento de refugiados que estejam disponíveis para trabalhar na agricultura, nomeadamente em sectores que são já hoje muito competitivos, como a produção em estufas, e que se vêem obrigados a recrutar trabalhadores vietnamitas ou tailandeses por falta de mão-de-obra. A abertura do mercado alemão a estes produtos agrícolas é um dos seus objectivos. Costa visita esta manhã uma grande feira ligada ao sector, a Fruit Logistica 2016, que está a decorrer em Berlim.
A questão dos refugiados, que hoje ocupa o topo da agenda política de muitos governos europeus, alimentando os partidos xenófobos e anti-europeus, já tinha sido um dos temas abordados durante a sua visita a Haia, para conversações com o seu homólogo holandês Mark Rutte, que preside à União Europeia no primeiro semestre deste ano.
Até agora, a Europa não conseguiu sequer um esboço do que poderia ser uma estratégia comum para enfrentar um desafio que não vai desaparecer nos próximos tempos. As medidas aprovadas não são cumpridas. Sucedem-se os casos, como a Dinamarca, em que são tomadas medidas extremas para manter os refugiados fora das suas fronteiras. Angela Merkel foi praticamente a única líder europeia que valorizou a chegada de quase um milhão de refugiados à Alemanha, na sua maioria vindos da Síria e do Iraque. A chanceler considera que, no médio prazo, os refugiados podem ser uma contribuição preciosa para contrariar o envelhecimento da população alemã e lembra que os valores europeus não são para deixar na gaveta. Esta atitude levou-a pela primeira vez a perder o apoio maioritário dos alemães, que manteve enquanto geria a crise do euro. Na quinta-feira, o diário alemão Handelsblatt escrevia que as críticas à chanceler passaram a ser “o novo passatempo nacional”. Em termos de popularidade, a chanceler já está abaixo do chefe da Diplomacia, Franz-Walter Steinmeier (SPD) e do ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble.
Sem problemas com a chegada de refugiados, Portugal está em condições de dar o seu contributo numa matéria em que o Governo pensa basicamente o mesmo que a chanceler e em que não há grandes divergências políticas entre os partidos. 
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Fonte: https://www.publico.pt/politica/noticia/costa-oferece-a-merkel-duas-mil-vagas-no-ensino-superior-para-refugiados-1722413

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Mais uma vergonha típica da elite político-cultural reinante - num país onde milhares de jovens não podem prosseguir ou sequer chegar a fazer estudos universitários por motivos económicos, um primeiro-ministro tem o desplante de oferecer nada menos que dois mil lugares em universidades a alógenos alegadamente refugiados, que como tal era suposto que só por emergência e a nível temporário estivessem em solo europeu...
A oferta de postos de trabalho na agricultura, isso então é ainda mais comum da parte da elite que manda «nisto», mas em todo o Ocidente, à Esquerda ou à Direita: fomento da exploração da mão-de-obra barata, contribuindo para baixar os salários dos europeus de classes mais baixas, o que como já se sabe não escandaliza a Esquerda parlamentar, alegadamente defensora dos direitos dos trabalhadores.
Uma vergonha típica e um típico insulto, como de costume. 

A FRAUDE DA CONCESSÃO DOS TRANSPORTES A PRIVADOS

Ouve-se aqui um jurista a revelar factos significativos sobre a concessão dos transportes a privados feita pelo governo «Direitinha» do PSD/CDS quando já estava demissionário - um negócio que daria centenas de milhões de euros a ganhar a uma empresa mexicana, dinheiro esse que não foi pago ao Estado Português na altura do negócio. O contrato sem visto do Tribunal de Contas não pode produzir efeitos financeiros, segundo a lei portuguesa. A empresa mexicana exige agora ser indemnizada, recebendo o dinheiro que diz ser seu e que na verdade mais não era do que o dinheiro dos lucros que esperava ter. 
Claro que a tropa psd/cds no parlamento em vez de pelo menos uma vez na vida ter alguma vergonha e calar-se, não, agita fantasmas fazendo crer que o retrocesso da concessão aos privados é um acto irresponsável do actual governo, como se a culpa não fosse exclusivamente dessa malta liderada pelo auto-proclamado «social-democrata» Passos Coelho, que ainda queria, e quer, fazer mais dessas...


Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/bruxelas-quis-ser-enganada_241486.html

MEMORIAL POR JOVEM ASSASSINADA PROIBIDO PARA NÃO TRAUMATIZAR CRIANÇAS...

Na Suécia, foi assassinada uma assistente social, Alexandra Mezher, de vinte e dois anos, num centro para menores desacompanhados em Molndal, Gotemburgo, como já aqui foi noticiado. Morreu esfaqueada nas costas por um africano somali de alegadamente quinze anos (quem já lhe viu a fuça em foto duvida um bocado que ele seja menor) ao tentar impedir uma luta entre alegados «jovens». 

Se não se tivesse metido, podia acontecer que a morte calhasse a algum alógeno, era menos um na Europa e não havia uma branca a morrer...

A empresa privada à qual pertence o estabelecimento de Molndal, HVB Living Nordic, está a ser investigada por ter colocado uma uma jovem sozinha a tratar de dez rapazes adolescentes. O pessoal que aí trabalhava já tinha dito que «algo sério vai acontecer aqui» devido à escassez de funcionários.
Os colegas da falecida que trabalham num estabelecimento similar em Örnsköldsvik, nordeste do país, quiseram prestar-lhe uma homenagem - um memorial. Mas o conselho local proibiu-os de fazer isso no centro, proibiu-os até de terem a bandeira nacional a meia-haste, alegadamente para não incomodar as crianças refugiadas... se calhar porque as crianças refugiadas percebem muitabem o que é uma bandeira a meia-haste e ficam traumatizadas... O serviço foi realizado mais tarde numa igreja de Örnsköldsvik, mas o pessoal do centro para menores local não foi dispensado do trabalho para lá ir.

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Fontes:
 - http://www.jihadwatch.org/2016/02/sweden-memorial-for-murdered-social-worker-banned-to-avoid-upsetting-muslim-migrants
 - http://www.dailymail.co.uk/news/article-3426793/Migrant-centre-banned-holding-memorial-Swedish-social-worker-stabbed-death-Somali-boy-15-case-upsets-refugee-children.html


Que gente da elite reinante invoque a «sensibilidade» de alógenos para proibir um memorial em honra de uma mulher assassinada por um alógeno, mostra bem o estádio da doença de etno-masoquite a que esta mesma elite chegou, que por outro lado se calhar tenta com isto evitar que este caso sirva para movimentar as massas contra a iminvasão.

quarta-feira, fevereiro 03, 2016

MAIORIA DO POVO FRANCÊS ACHA QUE A IMIGRAÇÃO NÃO BENEFICIA O SEU PAÍS

Uma sondagem recentemente divulgada em França pelo semanário Le Journal Du Dimanche e apresentada como «investigação fora do comum, em natureza e em dimensão», realizada ao longo de dezoito meses e incidindo sobre as opiniões dos Franceses sobre racismo, religião, anti-semitismo e islamofobia, está a causar polémica no país devido às questões colocadas e às respostas recebidas.
A sondagem, realizada pela Ipsos e comissionada pela Fundação do Judaísmo Francês, mostra um cenário de suspeita e divisão.
À questão «Pensa que uma reacção racista pode ser justificada?», trinta por cento disse que sim, noventa e um por cento disse que os Judeus em França «são muito insulares» e cinquenta e seis por cento alvitrou que eles «têm imenso poder».
A pergunta sobre se há demasiados judeus em França, teve treze por cento de respostas afirmativas (dezoito por cento da parte de muçulmanos).
Quando se pergunta qual seria a reacção do inquirido se a sua filha casasse com um muçulmano, cinquenta e seis por cento respondeu que reagiria «mal» - e os mé(r)dia condenaram a pergunta, considerando-a «desnecessariamente inflamatória e divisionista». A crítica foi ainda maior diante da questão de saber se o inquirido «alguma vez teve pessoalmente problemas», tais como insultos ou agressões, por parte de pessoas doutros grupos étnicos e religiosos - ciganos, muçulmanos, judeus, magrebinos, negros sub-sarianos - diversas vozes no twitter, algumas delas de políticos de Esquerda e de «Direita», acusaram a questão de misturar etnia com religião e de pedir às pessoas para assumir pressupostos sobre as crenças e as origens étnicas alheias.
Cerca de vinte e três por cento dos inquiridos afirmou já ter assistido a casos de violência ou comportamento agressivo para com alguém por causa da sua religião.
Cinquenta e quatro por cento acredita que a imigração não beneficia a França.

Entre os críticos, houve até quem sugerisse que o Le Journal du Dimanche e a Ipsos podem ter violado a lei que proíbe a recolha de dados estatísticos a respeito da origem étnica e religiosa dos cidadãos...

O presidente da Fundação do Judaísmo Francês, Ariel Goldmann, defendeu a sondagem, opinando que se trata de um «estudo sério» com intenção de «soar o alarme» a respeito dos preconceitos existentes.

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Fonte: http://www.france24.com/en/20160201-daughter-marry-muslim-poll-france-jewish-racism-religion-islamaphobia

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Mais uma vez se constata que de facto o povinho é mesmo «racista». Claro que a politicagem dominante, a elite político-cultural reinante, que controla os principais partidos e os mé(r)dia, nunca se sente bem quando esta realidade é divulgada, receando eventualmente que o homem comum ocultamente «racista» possa começar a perceber que, ao contrário do que os mé(r)dia dizem há décadas, o «racismo» não é uma posição desgraçada, malévola e perdedora e afinal não é verdade que «toda a gente!!!!!!!!!!!!» condena o «racismo»... isto só fortalece a posição das forças políticas nacionalistas, tanto mais quanto mais as pessoas perceberem que pelo simples voto podem salvaguardar a identidade e os interesses da sua própria grei.



NA ALEMANHA - PARTIDOS DO SISTEMA RECUSAM PRESENÇA DE PARTIDO NACIONALISTA EM DEBATES TELEVISIVOS

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.breitbart.com/london/2016/01/20/anti-mass-immigration-party-banned-from-tv-debates-ahead-of-german-elections/
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Na Alemanha, o director da estação televisiva SWR Peter Boudgoust declarou que a sua empresa exclui o partido AfD - «Alternative für Deutschland» ou «Alternativa para a Alemanha» - da presença em debates televisivos para as eleições locais em Março nos Estados de Baden-Württemberg, Renânia-Palatinado e Saxónia-Anhalt. Boudgoust afirma que a decisão foi tomada depois de os candidatos de topo dos partidos do sistema terem ameaçado boicotar qualquer debate no qual o AfD estivesse presente. Só os candidatos dos partidos já representados nos parlamentos locais poderão estar presentes nos debates televisivos desta cadeia de televisão.
O candidato da AdF por Baden-Württemberg, Jörg Meuthen, considerou que se trata aqui de uma «tentativa de chantagem» por parte dos partidos do sistema, comentando que estes têm uma «estranha noção de democracia.» Boudgoust responde que nem sequer houve chantagem: «Só há chantagem quando há diversas opções e nós não as tivemos.»
De notar que de acordo com sondagem recente, a AfD tem a preferência de cerca de dez por cento do eleitorado, a par já dos Verdes e em terceiro lugar, atrás apenas da CDU/CSU e dos Social-Democratas.
A AfD teve já força para popularizar o termo «Lügenpresse» («imprensa mentirosa») para descrever os principais mé(r)dia alemães, especialmente depois de diversos jornais terem manifestado ultraje quando um político da AfD, Björn Höcker, mostrou a bandeira alemã num debate televisivo. Höcker exibiu o estandarte nacional declarando o seu «profundo amor pelo» seu «país», o que levou os mé(r)dia a descrevê-lo como «confuso», «enlouquecido» e «abjecto». A edição alemã do Huffington Post chegou até a compará-lo com Hitler. A palavra «Lügenpresse» foi já votada num painel de linguistas como a «não-palavra do ano» na Alemanha.

Isto é, até ver, um bom augúrio: quando a elite político-cultural começa a mostrar ódio e medo é sempre sinal de que o tiro está a ser certeiro. E quanto mais ódio e medo tem, mais deslizes destes comete, mostrando a pouco e pouco que tenta falsificar o jogo político limpo e realmente democrático. Essa tropa sabe bem que a Democracia é uma aliada potencial do Nacionalismo - sabe que quanto mais os Nacionalistas são ouvidos pelo povo em discurso directo, mais o povo vota nos Nacionalistas. E quanto mais os Nacionalistas ganhem poder, mais fica a arder o processo apoiado pela elite de deitar abaixo as fronteiras e encher a Europa de alógenos, o que agrada tanto à Esquerda mundialista e anti-étnica como à «Direita» que quer mercados sem limites e mão-de-obra barata. Do lado dos legítimos interesses das classes populares, e da própria salvaguarda da Nação, só mesmo os Nacionalistas.

LÍDERES MILITARES EUROPEUS AVISAM PARA EVENTUALIDADE DE CONFLITO ARMADO NA EUROPA ENTRE AUTÓCTONES E ALÓGENOS

O chefe de exército norueguês Odin Johannessen declarou num discurso proferido na Sociedade Militar de Oslo, anteontem, que os Europeus devem preparar-se para combaterem o Islão radical para assim conseguirem salvaguardar os valores comuns da Europa: «Penso que temos de estar prontos para lutar, com palavras, acções - e se necessário com armas - para preservar o País e os valores que temos em comum.»
Citando os ataques islamistas em Paris, Johannessen acrescentou que «a Europa não mais pode esperar viver em paz e segurança sem ter de defender os seus interesses e valores.» «Não se podem ganhar guerras sem ter pessoal no terreno.» 
Outros militares europeus têm feito declarações análogas. Para além do que foi dito pelo chefe do Exército Suíço André Blattmann em Dezembro e aqui citado http://gladio.blogspot.pt/2016/01/comandante-do-exercito-suico-insta-os.html, nomeadamente que os cidadãos devem estar armados para fazer face à tensão social crescente na Europa, há também a registar que na semana passada veio a público um documento interno das Forças Armadas Suecas em que o general do Exército Sueco Anders Brännström ordenou às tropas que estivessem preparadas para uma guerra na Europa: «O ambiente global que estamos a constatar o que também é demonstrado pelas decisões estratégicas [tomadas por políticos] leva-nos à conclusão de que podemos estar em guerra dentro de poucos anos.»
Na Alemanha, especialistas de topo em segurança avisaram a chanceler Angela Merkel em Outubro de que a classe média está a tornar-se «radicalizada» como resultado da sua - dela - política de fronteiras abertas para os imigrantes e que em consequência disto a desordem interna pode desencadear-se. As vendas de armas de fogo e doutro tipo de armas - nomeadamente sprays de pimenta - aumentaram exponencialmente na Alemanha e também na Áustria à medida que os ataques violentos cometidos por imigrantes continuam a aumentar.
Em França, as forças de segurança têm feito preparativos para a eventualidade de terem de enfrentar levantamentos populares e imigrantes radicalizados a tomarem conta de bairros inteiros. Mais: o Exército Francês está a fazer planos de contingência para a «reapropriação de território nacional», reconquistando áreas de cidades, na eventualidade de populações imigrantes obterem armas e tornarem-se abertamente hostis às autoridades.
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Fonte: http://www.infowars.com/norwegian-army-chief-europe-will-have-to-fight-to-preserve-its-values/

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Acima de tudo o que era preciso era pôr toneladas de alógenos fora da Europa e não deixar mais gente do terceiro-mundo... por outro lado, já Licurgo, lendário fundador e primeiro legislador de Esparta, dizia que a melhor defesa de uma Pátria não são as suas muralhas, são os seus homens. Enfim, Esparta também foi abaixo pela força. E agora há armas nucleares, que felizmente ainda estão quase todas do lado ocidental, ou de qualquer modo em potências que não são de momento hostis ao Ocidente. Salta portanto à vista que, para já, o ideal seria de facto travar a iminvasão e revertê-la na medida do possível, para evitar chatices.

LÍDER DO CURDISTÃO IRAQUIANO QUER REFERENDO PELA SOBERANIA CURDA

O líder do Curdistão iraquiano pediu um referendo sobre a independência da região, dizendo que "chegou a hora" de os Curdos tomarem uma decisão sobre o seu futuro, apesar da ameaça representada pelo Daesh (auto-denominado Estado Islâmico) e pela terrível situação económica.
O apelo foi feito por Massoud Barzani, líder da Região Autónoma do Curdistão no Iraque, que está no poder desde 2005. No entanto, não disse quando o referendo proposto poderia acontecer, segundo relata a RT.
"Chegou o momento e a situação é agora apropriada para o Povo Curdo tomar uma decisão sobre o seu destino através de um referendo", disse Barzani, num comunicado divulgado nesta Mércores (3).
"Esse referendo não é para proclamar um Estado, mas sim para conhecer a vontade e a opinião do Povo Curdo acerca da independência e para a liderança política curda executar a vontade popular na época e condições adequadas", acrescentou.
Para realizar a votação, a região precisaria primeiro de estabelecer uma autoridade eleitoral independente, segundo ressaltou Barzani.
Os curdos iraquianos controlam grandes partes do território iraquiano, as quais têm vindo a ser administradas com autonomia por parte do Governo Regional do Curdistão.
Apesar do caos interno na região, que sofre graves problemas económicos devidos à queda dos preços do petróleo, Barzani acredita que nunca haverá uma chance melhor para os Curdos aproveitarem a chance de ganhar a independência.
"Se o povo do Curdistão está à espera de alguém que apresente o direito de auto-determinação como um presente, a independência nunca será obtida. Este direito existe e as pessoas do Curdistão devem exigi-lo e colocá-lo em movimento", exortou o líder, citado pela Reuters.
Anteriormente, em Julho de 2014, Barzani anunciou os planos de realizar um referendo sobre a independência no final daquele ano, dizendo que o Iraque já estava "efectivamente dividido". No entanto, devido a tensões políticas internas iraquianas e ao avanço do grupo terrorista Daesh, o pleito foi colocado em espera.
As forças curdas Peshmerga iraquianas estão na linha da frente contra os jihadistas e lutam activamente no Iraque, fornecendo apoio terrestre aos ataques aéreos da coligação liderada pelos Estados Unidos contra o Daesh no Iraque.
Apesar do relativo apreço que eles ganharam na comunidade internacional, é improvável que as potências mundiais, incluindo os EUA, venham a apoiar as reivindicações de independência. Washington já declarou que deseja que os Curdos continuem a fazer parte do Iraque.
Em Dezembro, a Turquia realizou ataques aéreos contra as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) em áreas curdas no norte do Iraque. O PKK, um dos grupos militarizados curdos na região, é considerado uma organização terrorista pela Turquia e pelos EUA. Dez jactos turcos F-16 foram usados nos ataques.
As tensões já estavam a aumentar entre Ancara e Bagdad depois de a Turquia resolver enviar centenas de soldados equipados com tanques e artilharia para a província de Nínive, no norte do Iraque, em 4 de Dezembro do ano passado, alegando que as tropas estavam lá para treinar as forças de combate ao Daesh.
Bagdad respondeu que não tinha pedido a ajuda das forças turcas e exigiu a retirada imediata das tropas invasoras, descrevendo a medida de Ancara como uma violação da soberania iraquiana e pedindo a intervenção da OTAN.
Por outro lado, apesar de as aspirações independentistas curdas serem historicamente ignoradas e combatidas pelas potências regionais – especialmente pelos Estados vizinhos com grandes populações minoritárias de curdos –, os Curdos iraquianos parecem ter ao seu lado pelo menos um actor regional de peso: Israel. No mês passado, a ministra da Justiça israelita, Ayelet Shaked, pronunciou-se a favor de um Estado Curdo independente.
"Devemos exortar abertamente à criação de um Estado curdo que separe o Irão da Turquia, um que seja amigável em relação a Israel", disse Shaked, numa conferência anual sobre segurança em Tel Aviv realizada em 19 de Janeiro, conforme citado pelo jornal Times of Israel.
"O Povo Curdo é um parceiro para o Povo Israelita", disse ela, acrescentando que o extremismo islâmico na região pode ser combatido em conjunto pelos Curdos e pelos Israelitas. "Nós, Curdos e Judeus, temos uma longa história. Temos interesses comuns na tentativa de parar o Daesh e os Curdos estão a lutar contra o Estado Islâmico com todas as suas forças".
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Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20160203/3480520/independencia-curda-iraque-referendo.html

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Qualquer nacionalista coerente faz votos para que Israel tenha realmente poder suficiente para promover a causa da soberania curda... qualquer nacionalista coerente quererá que surja na região um Estado Curdo, a bem do ideal verdadeiramente nacionalista segundo o qual a cada Nação corresponde um só Estado e a cada Estado uma só Nação.
Não esquecer, de resto, que o parentesco étnico entre os Curdos e o grosso dos Europeus - tudo gente de origem indo-europeia - inclinaria naturalmente os nacionalistas europeus a manifestarem a sua solidariedade para com uma futura soberania curda.


RELATÓRIO INDEPENDENTE CONFIRMA QUE O CALIFADO EXPORTA A MAIOR PARTE DO PETRÓLEO PARA A TURQUIA

Um relatório compilado por uma empresa independente de consultoria de petróleo e gás da Noruega verificou alegações anteriores de que o Daesh, auto-denominado Estado Islâmico, contrabandeia a maior parte do seu petróleo para a Turquia, onde o produto é vendido no mercado negro a preços reduzidos.
Após um pedido do Ministério das Relações Exteriores da Noruega, a empresa de consultoria Rystad Energia elaborou o seu relatório em Julho, usando o seu próprio banco de dados e fontes na região. No entanto, o documento só veio a público agora: o jornal norueguês Klassekampen conseguiu acesso a ele e vazou os detalhes do relatório neste domingo (20).
"Grandes quantidades de petróleo foram contrabandeados através da fronteira para a Turquia a partir de áreas controladas pelo Estado Islâmico na Síria e no Iraque (…). O petróleo é enviado por camiões-tanque via rotas de contrabando através da fronteira [e] é vendido a preços muito reduzidos, de US$ 25 a US$ 45 o barril", constatou a firma norueguesa, citada pelo  jornal.
Segundo o relatório, o petróleo é exportado a partir de territórios controlados pelo Daesh por meio de rotas do mercado negro bem estabelecidas através da Turquia. Muitos contrabandistas são guardas de fronteira corruptos, que no passado ajudaram Saddam Hussein a evitar as sanções internacionais; e agora estão a ajudar a organização terrorista a exportar petróleo e receber dinheiro.
As informações comprovam que o governo russo estava certo quando disse, há algumas semanas, que o Daesh estava contrabandeando petróleo ilegal para a Turquia. De fato, Moscovo tem acusado Ancara de ser o principal agenciador do petróleo ilegal da Síria e do Iraque, inclusivamente acusando o presidente turco, Recep Erdogan, e a sua família de envolvimento directo nos negócios petrolíferos do grupo terrorista proibido na Rússia.
O Ministério da Defesa russo divulgou imagens de satélite mostrando que o Daesh transportou até 200.000 barris de petróleo em pelo menos 1.722 camiões-tanque para países terceiros, e principalmente para a Turquia.
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Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20151220/3123486/relatorio-independente.html

MINISTROS DA DEFESA DA GRÉCIA E DE ISRAEL CONFIRMAM ACUSAÇÕES RUSSAS DE QUE A TURQUIA RECEBE PETRÓLEO DO CALIFADO

Nesta quarta-feira (27) os ministros da Defesa de Israel e Grécia fizeram declarações polémicas denunciando o envolvimento directo da Turquia no comércio de petróleo ilegal do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico), confirmando as acusações da Rússia contra o governo de Erdogan nesse sentido.
Os ministros dos dois países disseram que, há tempos, grande parte do petróleo comercializado pelo Daesh passa pela Turquia, que acaba por financiar o terrorismo através dessas transacções.
Para conhecer a repercussão e as possíveis consequências dessas declarações, a Sputnik conversou com o cientista político iraniano Seyed Hadi Afghahi, especialista em problemas do Médio Oriente, diplomata, e ex-funcionário da embaixada iraniana no Líbano.
Afghahi explicou que o incidente com o caça russo Su-24, abatido pelas forças turcas na Síria, foi o ponto de partida para uma grande crise nas relações entre a Turquia e a Rússia. Um facto totalmente inesperado que acabou por causar grandes prejuízos ao próprio governo turco. Depois do incidente, Moscovo intensificou ainda mais os seus ataques contra posições terroristas do Daesh na Síria, forçando os EUA a também aumentar a propaganda da sua luta contra o terrorismo no país árabe, criando, inclusive, uma coligação de 5-6 países nesse sentido, explicou o especialista.
"O mundo viu que essas declarações dos EUA não correspondem à realidade e são mentirosas. E, para negar isso, os EUA realizaram apenas alguns ataques aéreos simbólicos, demonstrativos e sem alvos reais. Mas imagens de satélite, vídeos e os muitos dados de investigações militares mostraram que, na realidade, os EUA estão apoiando o Daesh" – disse Afghahi.
O especialista explicou que, em seguida, quando a Rússia apresentou provas incontestáveis, em formato de vídeo e imagens de satélite, sobre a produção de petróleo pelo Daesh e o seu transporte através da fronteira turco-síria, o presidente Erdogan foi apanhado de surpresa e acabou por prometer deixar o seu cargo caso Moscovo apresentasse provas do seu envolvimento directo com o terrorismo.
"Hoje, como vemos, chegou a hora de Erdogan renunciar. Já que um dos mais próximos e tradicionais parceiros da Turquia na região – Israel – declarou através do seu ministro de Defesa Moshe Ya'alon, que dispõe de valiosas e detalhadas informações militares sobre a situação na Síria, que Israel possui provas confirmando a cooperação da Turquia com o Daesh. Inclusive, de que Ancara tem vindo a comprar petróleo roubado pelos terroristas" – disse o diplomata iraniano.
Na opinião de Afghahi, a inesperada postura de Israel pode ser explicada por dois factores. O económico, que pressiona a Turquia expondo a sua frágil dependência de Israel para comercializar a sua produção agrícola, outrora fornecida para o mercado russo. E outro político, em que Telavive pretende beneficiar-se com a enorme crise que tomou conta da Turquia e manchou a reputação de Erdogan, impedindo Ancara de oferecer uma série de benefício comerciais e económicos visados pela Turquia. Nesse sentido, Afghahi acredita que Israel quer pressionar Erdogan para reforçar as suas posições na Turquia, obtendo informações valiosas sobre o Daesh e outros grupos terroristas.
"No geral, pode-se concluir que as últimas declarações de Moshe Ya'alon estão ligadas a questões de segurança, troca de informações, estratégia militar e pressão psicológica sobre a Turquia, que deverá responder a essas declarações do ministro israelita e não ficar quieta. Afinal, se forem apresentadas provas para as declarações de Ya'alon, então, no mínimo, Erdogan deverá renunciar, já que (…), dessa vez, as declarações foram feitas por um país com quem a Turquia gostaria de melhorar as suas relações" – explicou Afghahi.
Na opinião do diplomata iraniano, todas essas circunstâncias levam Erdogan para um beco sem saída, do qual ele não conseguirá livrar-se facilmente. Resta agora esperar a resposta da Turquia às acusações de Israel e Grécia sobre seu envolvimento no comércio de petróleo ilegal de terroristas.
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Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20160127/3418590/israel-confirma-acusacoes-russia-sobre-petroleo-daesh-turquia.html



(...)
Na ocasião, jornalistas perguntaram ao ministro grego se a Turquia poderia integrar o eixo da luta contra o terrorismo ao lado de Israel, Chipre, Grécia, Egipto e Jordânia, e quais seriam as condições necessárias para isso.
"Todos nós queremos que a Turquia tenha boas intenções e venha até nós para integrar um planeamento conjunto contra o terrorismo. Todos nós queremos que o comportamento da Turquia corresponda aos padrões e normas do direito internacional. Isto requer uma mudança nas atitudes da Turquia" – disse Kammenos.
"Para se ter boas relações e aliança com qualquer país, em primeiro lugar é preciso reconhecê-lo como tal. A Turquia até hoje não reconhece o Chipre" – completou o político.
"Em segundo lugar, o tema do terrorismo. A verdade é que grande parte do petróleo que vem do Daesh, que vem dos terroristas, passa pela Turquia, e através da Turquia passa o financiamento do terrorismo. Seria bom se a Turquia decidisse mudar a sua relação, não cooperar com o terrorismo, não promover acções que causassem problemas à região, se usasse o financiamento da União Europeia e conseguisse em seu próprio benefício económico deter os refugiados na costa da Ásia Menor" – completou Kammenos.
"Estamos aqui com as melhores intenções. Esperamos que o governo [do presidente Erdogan], ao invés de conduzir a Turquia para o fundamentalismo, desvie o barco para levá-lo aos valores do Ocidente, aos valores do eixo do bem, para o bem dos seus cidadãos e da região como um todo" – declarou o ministro grego da Defesa.
Nos últimos dias, Kammenos fez uma série de duras declarações relativamente à Turquia. Após reunir-se com o ministro da Defesa do Chipre, em 18 de Janeiro, revelou que, muito em breve, a União Europeia discutirá um novo plano de estratégia para questões relacionadas com defesa, e que deverá incluir decisões sobre a defesa e o reconhecimento das fronteiras europeias. Nas palavras do ministro grego, um dos pontos tratados será a inadmissibilidade da violação das fronteiras da Europa por aviões turcos.
Falando sobre a regulação da questão cipriota, Kammenos disse ter, antes de tudo, esperanças de que o problema seja resolvido com base no direito internacional. "O exército turco e as forças de ocupação, sem dúvida, não deverão participar desta decisão. Seria como nomear um pedófilo para dirigir um jardim de infância, dizendo ser possível manter as forças de ocupação no país, e considerar que elas podem fazer parte da solução" – explicou o ministro.
Durante a conferência de imprensa desta quarta-feira (27), Kammenos destacou ainda as óptimas relações de cooperação entre os ministérios da Defesa da Grécia e de Israel.
"Podemos – e esse é o objectivo – criar um eixo de segurança que começasse em Israel, passasse por Chipre até à Grécia e – porque não – seguisse ao norte para a Bulgária e ao sul para o Egipto e a Jordânia" – disse Kammenos.
Uma reunião trilateral entre líderes da Grécia, Chipre e Israel está marcada para acontecer na quinta-feira (28).
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Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20160127/3417051/ministro-defesa-grecia-petroleo-daesh-passa-pela-turquia.html#ixzz3z85vwB6M


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Por estas e por outras torna-se cada vez mais óbvio que o Estado Turco, país que a maior parte da elite político-cultural reinante no Ocidente quer por força considerar ainda «laico» e a coberto disso aceitá-lo pela Europa adentro, é em tudo inimigo dos Europeus.