quarta-feira, dezembro 07, 2016

RECORDAÇÃO DE UM MARCO DA IMPOSIÇÃO DO TOTALITARISMO ABRAÂMICO NA EUROPA

Neste dia, em 396, Arcádio, imperador do Império Romano do Oriente, revogou todos os privilégios dos sacerdotes pagãos, conforme aqui se lê: http://en.wikipedia.org/wiki/Christian_persecution_of_paganism_after_Theodosius_I_until_the_fall_of_the_Roman_Empire. Já em 395 Arcádio tinha declarado a negação dos dias sagrados pagãos como dias santos. Alguns festivais pagãos, tais como o Navigium Isidis, sobreviviam todavia. Nesse mesmo ano, outra lei de Arcádio proibiu fosse quem fosse de ir a um santuário ou templo pagão ou de celebrar todo e qualquer tipo de sacrifício pagão. A julgar pelo texto, esta lei parece ter sido dirigida aos cristãos que apesar de tudo retornavam ao Paganismo, uma vez que refere «aqueles que estão a tentar distanciar-se do dogma da fé católica».
Em 396, continua a campanha de Arcádio em nome da chamada religião do amor (irmã mais velha da chamada «religião da paz», a do crescente verde, ainda mais intolerante...): o imperador ordenou que os templos pagãos no espaço rural fossem destruídos de modo a que não mais pudessem ser usados para ritos pagãos fora do alcance das autoridades, as quais estavam sobretudo centradas nos meios urbanos. Todavia, o grande número de pagãos que ainda vivia no Império como que forçou o imperador a permitir a realização de antigos festivais e jogos públicos, privando-os todavia dos ritos religiosos pagãos. Estima-se, efectivamente, que apesar das sucessivas leis de ataque oficial contra o Paganismo, cerca de metade da população imperial fosse ainda pagã.

É este pedaço relativamente pouco divulgado da História Europeia mais um testemunho de que, ao contrário do que diz a propaganda cristã, os Europeus não se converteram pacificamente ao Cristianismo e, sobretudo, não abandonaram «naturalmente» as suas crenças pagãs, pois que o Paganismo não estava, como alguns afirmam, moribundo, antes pelo contrário. O culto exclusivista ao Judeu Morto na cruz foi totalitariamente imposto de cima para baixo, com recurso a uma campanha persecutória constante, feita de leis, intimidação e força das armas. De cima para baixo, da elite cristianizada sobre o povo, o povo indígena. Note-se, com efeito, que a imposição foi levada a cabo com um forte sustento nos níveis mais baixos da sociedade, que eram feitos, não de indígenas, mas sim de escravos, de libertos e de outros desenraizados, usualmente estrangeiros, no seio dos quais o Cristianismo era particularmente popular, uma vez que, mercê da sua condição estranha a Roma, não se identificavam com a «álgida» Religião Nacional romana, de fundo étnico. Foi desta maneira que a população indígena romana, e grega, acabou por ser cristianizada: entalada entre uma elite apátrida, feita em grande parte de bárbaros em ascensão social pela via militar, infiltrada de cristãos (originalmente escravos), obedecendo a critérios políticos, isto por um lado, e, por outro, uma massa de escravos adeptos de um culto escravo. Que, entretanto, um imperador cristão, Arcádio, tenha tido o topete de chamar «alta traição» à salvaguarda das mais lídimas e sagradas tradições do Povo, só dá um brutal acréscimo de razão aos pagãos que um século antes souberam ver no Cristianismo uma moralmente ofensiva ameaça mortal às tradições ancestrais, no fundo, à identidade etno-espiritual do(s) Povo(s) - porque a conversão da Europa ao culto de um Judeu Morto do Próximo Oriente constituiu a mais aberrante e descomunal traição de que há memória em toda a história da humanidade conhecida.
Mas as condições para que tão monstruoso câmbio se desse não surgiram do ar, sem mais quê nem para quê - foram, em vez disso, criadas por diversas circunstâncias sócio-políticas, entre o imperialismo, a consequente centralidade romana e a escravatura em larga escala, que trouxe a Roma incontáveis orientais, quer como escravos quer como mercenários. E, assim, uma massa populacional que ao longo de séculos veio do Oriente e do Sul trouxe à Europa um predomínio espiritual de tipo oriental-meridional, semita, totalitário - e, na actualidade, uma migração rápida, oriunda, grosso modo, das mesmas áreas do mundo, volta a trazer à Europa uma força espiritual de tipo oriental-meridional, semita, totalitária, irmã mais nova da primeira.

Paralelamente, e não obstante, os Europeus, que se tornam cada vez mais europeus à medida que o Cristianismo vai morrendo, dão ténues mas já constantes sinais, aqui e ali, de retorno ao culto dos Deuses da sua herança religiosa étnica milenar, o património religioso pagão, de raiz essencialmente indo-europeia. A pouco e pouco, acendem-se os faróis da verdadeira espiritualidade ocidental, à medida que vão surgindo mais e mais grupos que prestam culto às Divindades dos seus ancestrais europeus, sobretudo no leste do continente. A longo ou até médio prazo têm contudo a demografia imigrante contra si, uma vez que é pouco crível ver um dia altares a ZeusJúpiter, Lug, Odin ou Perun levantados pelos filhos de árabes, turcos ou africanos...

terça-feira, dezembro 06, 2016

MUSLO QUE ATACOU EM OHIO FOI APOIADO POR ORGANIZAÇÃO CATÓLICA...

Deve registar-se que nos EUA a Conferência dos Bispos Católicos apelaram a que o país recebesse mais cem mil alegados refugiados sírios. Recebeu do Estado quase oitenta milhões de dólares só em 2014 para as suas actividades. E uma destas actividades foi receber e apoiar o muçulmano somali Abdul Razak Ali Artan - alguém de uma organização caritativa católica foi buscá-lo e à família ao aeroporto - que há umas semanas atropelou e esfaqueou uma série de americanos antes de ser abatido pela polícia, numa história revoltante mas com final feliz...
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2016/11/catholic-charities-helped-ohio-state-university-jihadi-resettle-in-u-s


NA ALEMANHA SURGE MAPA DE AGRESSÕES COMETIDAS POR ALÓGENOS



Um grupo de activistas alemães criou no Google Maps um mapa interactivo - https://www.google.com/maps/d/u/0/viewer?mid=1_rNT3k2ZXB-f9z-2nSFMIBQKXCs&hl=en_US&ll=49.54782338305905%2C11.263905096191365&z=6 - de todos os crimes supostamente cometidos por imigrantes, relata a Sputnik Internacional.
Os activistas usam para o projecto dados da polícia e relatos dos média. O mapa mostra os casos de violência sexual, roubo, assassinato e outros crimes — um total de cerca de 10.000 incidentes neste ano. Esta plataforma mostra a cidade em que ocorreu o incidente, mas não indica a sua localização exacta, diz o artigo.
Além disso, os activistas criaram o mapa interactivo dos campos de refugiados na Alemanha. A comparação dos dois mapas, diz o material, mostra a relação entre a existência de centros de recepção de refugiados e o número de crimes sexuais perto deles. Assim, quanto maior for a distância até aos pontos de alojamento de refugiados — tanto menor é o número de crimes.
Como contaram os activistas à agência, eles criaram este mapa porque os média alemães estão silenciosos e fornecem informações sobre os crimes de maneira muito selectiva, não mostrando toda a imagem do desastre. O principal objectivo do grupo que promoveu a iniciativa é informar os Alemães sobre os perigos da política migratória da chanceler Angela Merkel. "Queremos informar as pessoas, dizer-lhes como Merkel está a mudar a Alemanha, mostrar que as mulheres estão em risco em toda a Alemanha, não só em Colónia. Mas [em perigo] estão não só as mulheres, mas também os idosos e as crianças", cita a Sputnik Internacional os activistas.
Sputnik Alemanha pediu um comentário à polícia para saber o que eles pensam sobre a iniciativa:
"O criador do mapa reúne todos os incidentes e crimes que estão relacionados com os refugiados ou estrangeiros, e associa-os à localização de abrigos para imigrantes. O serviço de Google Maps fornece a quem o quiser a opção de marcar sua localização, bem como os locais dos crimes. As mensagens sobre esses crimes são extraídas de jornais locais e portais de notícias. À primeira vista, há realmente uma conexão: lá, onde estão os refugiados, são cometidos os crimes. Ainda se tem de esclarecer como é que tudo isto pode ser transferido para a realidade das estatísticas criminais. Para começar, a polícia alemã sublinha que aqui estamos a falar de um projecto privado, do qual até agora não há informação detalhada. Quem está por trás deste projecto, também se desconhece. Esta informação é difundida em blogs privados e plataformas on-line."
Anteriormente foi relatado que em Freiburg prenderam um imigrante afegão de 17 anos. É suspeito de estupro e assassinato da filha de um alto funcionário da Comissão Europeia, Clemens Ladenburger. Maria Ladenburger estudava na universidade para ser médica e nos seus tempos livres trabalhava como voluntária num campo de refugiados.
A Europa está a viver a segunda mais forte crise migratória desde a Segunda Guerra Mundial. Em 2015, apenas à Alemanha chegaram mais de um milhão imigrantes da África do Norte e do Médio Oriente.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201612067074600-ativistas-alemaes-criaram-google-maps-mapa-crimes-migrantes/

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Isto é a Resistência Europa - a parte mais consciente do Povo a reagir à iminvasão que a elite reinante lhe quer impingir.

AUTORIDADES LITUANAS PREPARAM A POPULAÇÃO PARA CASO DE INVASÃO RUSSA

As autoridades lituanas estão activamente a divulgar panfletos que explicam à população civil as medidas de resistência contra uma possível 'agressão russa', enquanto há cada vez mais aulas sobre este tema nas escolas, diz o Guardian.
A questão que provoca a maior preocupação entre os lituanos, segundo o jornal, é a seguinte: "O que fazer caso a Rússia nos invada?". Os altos funcionários que estão a debruçar-se sobre esta questão não deixam de tentar aumentar a capacidade defensiva do país. Por exemplo, numa nova instrução de resistência, caso o país seja invadido, as autoridades lituanas propõem que a população "trabalhe pior do que é costume". Tal conduta, na opinião do autor, pode fazer com que o país báltico se livre mais rapidamente da presença das tropas adversárias.
A divulgação activa de panfletos informativos dedicados a uma possível ocupação do país já se transformou na actividade preferida das autoridades lituanas. O manual de "preparativos para a sobrevivência" já foi reeditado três vezes. Segundo frisa o Guardian, o conteúdo dos panfletos informativos é cada vez mais criativo. Se o primeiro manual tinha um carácter discreto e apelava aos Lituanos para que não temessem "tiroteios nas ruas", o segundo panfleto, "Abordagem Divertida das Recomendações Sérias", já é dirigido aos jovens. Em particular, o jornalista do Guardian diz que lhe chamou atenção a abundância de gatinhos desenhados nas páginas do manual. O Guardian também conseguiu obter um comentário de um dos voluntários que estão a divulgar os panfletos. "Os nossos média contam-nos permanentemente sobre um conflito emergente [com a Rússia], mas o perigo existente é evidentemente exagerado. Apenas uma percepção clara daquilo que se deve fazer nas situações de emergência pode ajudar os Lituanos a se sentirem seguros de novo", manifesta um activista dos direitos humanos. O autor opina que a preocupação das autoridades lituanas pode ser explicada pelas perspectivas nebulosas da Aliança Transatlântica. Os representantes da Lituânia esperam que as relações dos EUA com os países do Báltico permaneçam ao mesmo nível, mas preparam o seu Povo "para o pior" com antecedência. "Devemos mostrar que cada um de nós está disposto a resistir a qualquer tipo de agressão e combater por cada centímetro do nosso território", diz o ministro da Defesa lituano citado pelo jornalista.
A 20 de Novembro realizaram-se as manobras Espada de Ferro das tropas da Aliança Atlântica, das quais participaram 11 países-membros da OTAN. Mais cedo, durante a cúpula da OTAN em Varsóvia, foi decidido criar um batalhão internacional, cujo núcleo fosse constituído por forças alemãs.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201612067073079-lituania-panfletos-agressa-russa-propaganda-escolas/

AUTORIDADES ALEMÃS PREOCUPADAS COM... SENTIMENTO ANTI-REFUGIADOS...

Os movimentos populistas alemães criticam o que entendem como “migração massiva e descontrolada”, depois de ter sido detido um jovem afegão de 17 anos, que tinha pedido acesso ao estatuto de refugiado.
O jovem é suspeito num crime ocorrido na cidade de Friburgo, estado deBaden-Württemberg, onde uma estudante de medicina, de apenas 19 anos, foi violada e assassinada.
A cidade de Friburgo é conhecida pela importante comunidade de estudantes universitários e por ser uma localidade amiga do ambiente.
Jörg Meuthen, um dos dirigentes do partido Alternativa para a Alemanhaou AfD (Alternative für Deutschland – nacionalistas-populistas), disse que a AfD advertiu, por diversas vezes, para os perigos da chegada de “milhares de jovens oriundos de famílias islâmico-patriarcais” à Alemanha.
Um dos sindicatos da polícia alemã disse, por outro lado, que “esta e outras vítimas poderiam ter sido poupadas” se a Alemanha se tivesse “precavido contra os perigos relacionados” com o que definiu também como “migração massiva.”
A reacção do Governo federal não se fez esperar: Angela Merkel, a chanceler alemã, criticou a posição da AfD e disse que, se o crime tiver sido cometido por um refugiado afegão, “tal é absolutamente condenável”, mas que não deve ser motivo para “rejeitar todo um grupo de pessoas.”
Já o vice-chanceler, Sigmar Gabriel, recordou que este tipo de “mortes odiosas” já existiam muito antes do primeiro refugiado oriundo do Afeganistão ter chegado à Alemanha.
Gabriel apelou a que fossem evitadas “teorias da conspiração” e manifestações de “ódio racial.”
Cerca de 90 mil menores não-acompanhados em solo europeu 
Detido na sexta-feira, o suspeito foi interceptado pelas autoridades depois de o corpo de uma jovem estudante de medicina, de 19 anos, ter sido encontrado num rio, em Friburgo.
No local do crime, foram também encontrados vestígios do ADN do rapaz, cuja presença foi ainda captada pelas câmaras de vigilância instaladas pela polícia no local.
Segundo a agência europeia de estatística Eurostat, cerca de 90 mil menores não-acompanhados chegaram à União Europeia só no ano passado, sendo pouco mais de metade do Afeganistão.
A Alemanha acolheu quase 900 mil pessoas com a intenção de pedirem o estatuto de refugiado em 2015.
Uma política que em muito parece ter contribuído para o incremento do voto na AfD, especialmente depois dos casos de agressões sexuais registados em Colónia, nas festas de passagem de ano.
Segundo a polícia local, a maioria dos agressores seriam imigrantes, alguns dos quais a viver na Alemanha para pedir o estatuto de refugiados.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://pt.euronews.com/2016/12/06/alemanha-autoridades-preocupadas-com-sentimento-anti-refugiados-depois-de-crime   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Sintomático - as violações e em geral agressões de todo o tipo aumentam no país, mas as autoridades dão destaque é à sua preocupação com o sentimento anti-refugiado, dando por adquirida, como discurso oficial, uma perspectiva ideológica da elite reinante. Interessa-lhes mais a questão declaradamente política que a da mais elementar e directa segurança dos cidadãos. Confirma-se pois que a «religião oficial» é a da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente...

PNR DENUNCIA: «REFUGIADOS» AINDA SÃO POUCOS E JÁ FAZEM PARTE DA AMOSTRA...

Um “refugiado” de 38 anos, vindo da Eritreia, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) por tentar violar, no dia 1 de Dezembro, uma idosa sem-abrigo de 67 anos, próximo a uma caixa multibanco, em Albufeira.
Segundo a PJ, o detido «abordou a vítima, que se encontrava a dormir no hall de uma dependência bancária» e «mediante o uso de força física despiu-a parcialmente». Perante a resistência da vítima, este homem «agrediu-a, tendo-lhe provocado fracturas maxilo-faciais e nasais».
Já começamos a sentir os “benefícios” do acolhimento de “refugiados”. Que é que teremos a seguir? Mais violações, motins ou algum atentado? Ainda são “poucos” e já fazem parte da amostra. Vendem-nos como “refugiados”, mas não passam de imigrantes económicos, criminosos de delito comum ou invasores do «Cavalo de Tróia» do Islão. Isto é só o começo. São milhares os casos que se repetem quotidianamente por todo o continente Europeu!
Venham agora os nossos detractores defender o criminoso, dizer que tem “necessidades” e se sente “oprimido” e que nós é que somos “xenófobos” e intolerantes…
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Fonte: http://www.pnr.pt/2016/12/rapefugees-ja-comeca-portugal/

PAI DE JOVEM ASSASSINADA POR REFUGIADO MUÇULMANO PEDIU NO FUNERAL DA FILHA... MAIS DINHEIRO PARA OS REFUGIADOS MUÇULMANOS...

A propósito do caso aqui referido http://gladio.blogspot.pt/2016/12/ajudante-de-refugiados-e-filha-de.html de Maria Ladenburger, a jovem alemã violada e assassinada por um alegado refugiado muçulmano, interessa salientar a reacção do pai dela, destacado funcionário da União Europeia, que nesta página se lê: http://www.independentsentinel.com/top-eu-official-solicited-for-refugees-at-funeral-of-daughter-brutally-rapedmurdered-by-migrant/
O fulano, Dr. Clemens Ladenburger, advogado que trabalha como braço direito da Comissão Europeia,  e que trabalhou para a Universidade de Colónia, é também um representante eleito da Igreja Católica da Alemanha. Nessa posição defende os alegados refugiados. Algumas semanas depois da morte da filha, alcançou um lugar numa organização católica alemã. Ora no funeral da filha, em Bruxelas, Bélgica, o Dr. Ladenburger solicitou doações para duas organizações caritativas, uma de muçulmanos do Bangladesh (país onde os muçulmanos constituem maioria, muitas vezes opressiva) e outra para refugiados ilegais muçulmanos na Alemanha...

É mais um exemplo do que o Cristianismo fez e continua a fazer à Europa. Ao contrário do que pensam os mais ingénuos, o apoio que boa parte da elite, sobretudo a católica, dá à iminvasão não é uma questão de hipocrisia. Não é verdade o que dizem muitos nacionalistas indignados, a afirmação de que «se os imigras lhes violassem as filhas já não falavam assim!...» Aqui se constata que um típico representante desta elite, do Catolicismo, teve mesmo de enfrentar a monstruosa realidade de que a sua filha foi violada e não apenas violada mas também assassinada por um refugiado - e, mesmo assim, este devoto católico mantém-se firme no seu ideal refugiadista e universalista, coerentemente católico. Trata-se pois de uma questão de ideal, mas de ideal profundo - é uma crença, um sentimento até. Um padrão mental e emocional cristão, o de considerar todas as fronteiras como indevidas ou simples obstáculos que devem ser ultrapassados em nome do «amor» universal. Várias passagens do Novo Testamento explicam bem isto. 
Contra esta autêntica maleita espiritual, não há outra defesa senão o Nacionalismo, mas o Nacionalismo coerente e integral, em rompimento ideológico óbvio com a Cristandade. 

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segunda-feira, dezembro 05, 2016

NA ALEMANHA - PORTUGUÊS MATOU TURCO QUE O AMEAÇOU E CHANTAGEOU DURANTE ANOS

Durante anos, Alfredo, de 52 anos, terá sido ameaçado pelo turco Ercan Cincin. Este exigia-lhe o pagamento de mil euros por mês para ‘protecção’ à Casa Alfredo, o restaurante italiano que o emigrante explorava em Hamburgo, Alemanha. Em Setembro do ano passado, numa luta, Alfredo matou o turco com um tiro na cabeça e enterrou o corpo no chão do estabelecimento, cimentando-o. 
Foi agora absolvido pelo tribunal, que deu razão à tese de legítima defesa. 
Alfredo descreveu meses de terror. Os juízes deram como provado que só desde 2014 foi forçado a entregar 25 mil euros ao turco, para protecção - um esquema mafioso que as autoridades conseguiram identificar em Hamburgo a partir deste caso. Cincin, de 49 anos, terá chegado a ameaçar as filhas e mulher do emigrante luso. A 30 de Setembro de 2015, Alfredo e o turco discutiram. Cincin levava consigo uma pistola e, de forma ameaçadora, pousou-a na mesa. Na luta que se seguiu, a arma caiu ao chão e foi agarrada pelo português. O disparo à cabeça foi imediato. "Com medo", concluiu o tribunal, Alfredo arrastou o corpo para uma despensa e nas horas seguintes enterrou-o no chão do restaurante, colocando-lhe uma placa de cimento por cima - como em 2001 fez Militão e os seus comparsas a seis portugueses em Fortaleza, Brasil. 
Alfredo - que foi espancado pela família da vítima à porta do tribunal - recebe várias ameaças de morte desde que foi absolvido, em Setembro. O Ministério Público pedia apenas uma pena de 3 anos e meio. 
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Agradecimentos ao camarada PFS por me ter dado a conhecer esta notícia: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/portugues-mata--e-cimenta-turco?ref=HP_Grupo1   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Um herói europeu, deve dizer-se, que bem merece especial protecção da parte das autoridades...


MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA QUER LEGALIZAR ILEGAIS...

O SEF não sabe a quantos imigrantes ilegais concedeu autorização de residência sem cumprirem a principal exigência da lei: terem entrado legalmente no espaço Schengen.
A ministra da Administração Interna defende uma "orientação" da anterior direcção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), durante o governo PSD-CDS, que permitiu legalizar, em 2015, milhares de imigrantes à margem da lei. A maioria eram de países considerados de risco, como a Índia, o Bangladesh e o Paquistão, e estavam noutros países da União Europeia (UE) em situação irregular.
Conforme o DN tinha noticiado em Julho passado, a actual direcção do SEF tentou revogar a "orientação" da direcção do juiz desembargador Beça Pereira (que negou ter autorizado tal medida), mandando "cumprir a lei". Mas acabou por recuar, depois de protestos das associações de imigrantes e pressões políticas, prometendo analisar "caso a caso". Nessa altura, Constança Urbano de Sousa disse estar a "analisar a situação", mas vem agora mostrar que não apoiava a revogação do SEF, ao concluir que a medida é uma "diferente interpretação do requisito legal de entrada regular". Para a ministra, "a aplicação das leis pressupõe a sua interpretação, podendo haver interpretações divergentes, como é próprio da aplicação do direito, não consubstanciando a actividade interpretativa uma ilegalidade no sentido estrito".
Em causa está o artigo 88 da lei de estrangeiros, que define as condições excepcionais de legalização aos imigrantes integrados no mercado de trabalho, mas limitado aos que entraram legalmente no país, para evitar as redes criminosas que criam contratos de trabalho fictícios.
Questionada pelo DN sobre quantos estrangeiros terão sido legalizados desta forma - uma primeira estimativa não oficial apontava para cerca de 5000 -, a titular da pasta da Segurança admite não ter capacidade para fazer esse controlo. "Atendendo ao facto de que a dispensa do requisito de entrada regular não era assinalada, não existem estatísticas que permitam determinar com exactidão o número de emissões de autorizações de residência emitidas dessa forma."
A ministra, numa resposta ao grupo parlamentar d"Os Verdes, reconhece, no entanto, que essa "diferente interpretação" teve como resultado "o consequente efeito de chamada de imigrantes em situação irregular noutros Estados membros, bem evidente em 2015, com a inversão da evolução decrescente de cerca de 25% ao ano em que se registava, de forma consistente, desde 2008". Oficialmente, através deste mecanismo excepcional, foram registadas pelo SEF nesse ano cerca de 4000 autorizações, embora, como já foi referido, não saibam quantas foram sem o requisito de entrada legal. A manter-se o mesmo nível de tendência decrescente dos anos anteriores, em 2015 não deviam ter sido ultrapassadas as 2000 autorizações excepcionais. Mas deram entrada, segundo o SEF, mais de 12 000 pedidos, muitos deles ainda com a expectativa da legalização e a pressionar o governo com manifestações, como a de Novembro.
Alerta de segurança
A posição de Constança Urbano de Sousa deixa alarmados, do ponto de vista jurídico, o catedrático de Direito e constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia, e numa perspectiva de segurança interna e da UE, o presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) António Nunes. "A interpretação da lei não é subjectiva, é objectiva, e quando a mesma é violada, há ilegalidade", explica Bacelar Gouveia, que admite poder haver matéria para um "crime de abuso de poder".
O professor de Direito da Universidade Nova assinala que "nenhum órgão administrativo pode interpretar leis - ainda menos uma polícia. Não deixa de ser irónico que se tenha criado uma excepção para uma lei que já foi feita para casos excepcionais. A ser verdade o raciocínio da sra. ministra, não haveria nenhum criminoso na prisão porque, na sua interpretação da lei, não teria cometido nenhum crime". No limite, acrescenta, "se a direcção do SEF tivesse alguma dúvida sobre a aplicação da lei, teria de ter pedido uma clarificação à tutela, afiança o professor de Direito. O ex-secretário de Estado da Administração Interna e actual porta-voz da direcção do CDS, João Almeida, garantiu nunca o ter feito.
O presidente do OSCOT lembra a ameaça terrorista na Europa e a necessidade de "todos os países serem rigorosos na concessão de autorizações de residência a imigrantes, que depois podem circular livremente em todo o espaço Schengen". António Nunes não compreende a atitude da governante, que, no seu entender, "pode fragilizar a confiança em Portugal". "Pode ter consequências muito graves. Deixa-se de ter controlo na entrada de imigrantes e corre-se o risco de entrarem alguns que já cometeram crimes comuns ou estão ligados a grupos terroristas."
Desde Julho que a IGAI e a PGR estão a avaliar se há matéria de infracção disciplinar ou criminal.
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Agradecimentos ao Arauto por ter aqui trazido esta notícia: http://www.dn.pt/portugal/interior/ministra-defende-legalizacao-de-imigrantes-fora-da-lei-5534267.html   (Artigo originalmente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Mais um testemunho daquilo que é boa parte da elite reinante em Portugal e que neste momento está no governo... gente que está disposta às mais inacreditavelmente descaradas piruetas «argumentativas» só para poder obedecer aos mandamentos da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente. Nunca uma quinta coluna esteve tão evidentemente instalada no seio do Povo - nunca a doença que ameaça de morte o Organismo se revelou tão evidente. E só o Nacionalismo político democrático pode fazer frente a isto, galvanizando as verdadeiras forças vivas da Nação num esforço de auto-defesa vital.

EMPRESÁRIOS DE COIMBRA APANHADOS EM EXPLORAÇÃO DE MÃO DE OBRA IMIGRANTE


Três empresários ligados à restauração de Coimbra começam a ser julgados, esta segunda-feira, por 34 crimes de auxílio à imigração ilegal, sendo acusados de se aproveitarem da vulnerabilidade de dezenas de trabalhadores estrangeiros.
Os empresários são acusados pelo Ministério Público da prática de 34 crimes de auxílio à imigração ilegal, em co-autoria, por alegadamente se aproveitarem “das vulnerabilidades pessoais e documentais” de dezenas de trabalhadores em situação ilegal, aos quais não pagavam subsídios de férias e de Natal, além de os obrigarem a trabalhar pelo menos 60 horas por semana.
Também estão constituídas como arguidas as quatro empresas responsáveis pela gestão de quatro restaurantes em Coimbra e uma outra ligada à formação e gestão de recursos humanos, que são, ainda, acusadas de vários crimes de auxílio à imigração ilegal.
Desde “pelo menos 2007”, os três empresários, com o objectivo de reduzirem custos de pessoal, terão decidido “passar a contratar cidadãos estrangeiros, não detentores de autorização para exercício de trabalho em Portugal”, na sua maioria de nacionalidade indiana, nepalesa, brasileira, uzbeque e ucraniana, refere o despacho de acusação a que a agência Lusa teve acesso.
Os funcionários alegadamente recebiam entre 400 a 500 euros mensais, eram obrigados a trabalhar “pelo menos dez horas por dia, seis dias por semana”, sem pagamento de horas extraordinárias, sem direito “ao gozo de férias remuneradas” e sem subsídios de férias e de Natal e, normalmente, dormiam em habitações “em grupos de oito a 15 trabalhadores”.
A acusação sublinha, ainda, que os arguidos, por vezes, não pagariam as remunerações devidas ou atrasavam o pagamento dos salários e “não comunicavam à Segurança Social a contratação dos trabalhadores”, fazendo-o apenas vários meses depois do início de funções.
Mais uma vez se prova que a imigração só interessa aos empresários corruptos.
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Fonte: https://www.facebook.com/PNR.Coimbra/photos/a.315311571977211.1073741828.315306771977691/701589806682717/?type=3&theater

EXCERTO DA VOTAÇÃO PRESIDENCIAL NA ÁUSTRIA...


Aquilo que acima se pode ver é a votação presidencial austríaca de dia 4 de Dezembro fotografada com um smartphone num teletexto da televisão estatal austríaca, que um camarada apresentou num forum. 
Constata-se que a dada altura o candidato nacionalista, Hofer, estava claramente à frente. «De repente» tudo mudou? Na melhor das hipóteses, esta foto é alguma brincadeira ou montagem, mas se o não for, a coisa fica um bocado estranha, ai fica fica...

NA HOLANDA - ORGANIZAÇÃO ANTI-DISCRIMINAÇÃO PAGA PELO ESTADO DIZ QUE AMEAÇAS DE MORTE A HOMOSSEXUAIS SÃO ADMISSÍVEIS SE FOREM PROFERIDAS EM NOME DO ISLÃO...

Na Holanda, uma organização anti-discriminação financiada pelo Estado - a MiND, espécie de SOS Racismo lá do sítio - declarou, em resposta a uma pergunta numa linha telefónica, que embora no país seja crime o insulto e a ameaça homofóbica, se estas agressões fossem proferidas por muçulmanos então o caso muda de figura, porque o Islão aplica pena de morte aos homossexuais e portanto é compreensível que os muçulmanos falem assim, porque de uma doutrina se trata e, nesse caso, o discurso anti-gay passa a estar protegido pela liberdade de expressão... e, por isso, esta MiND não iria dar seguimento a uma queixa criminal devido às mensagens com ameaças de morte islamistas contra homossexuais, mensagens estas que tinham aparecido num forum da Internet. 
A MiND chegou a escrever num e-mail explicativo o seguinte: «Essas observações devem ser vistas no contexto das crenças religiosas do Islão, o que juridicamente lhes tira o carácter insultuoso.» Concluiu que as ameaças tinham sido proferidas no «contexto de um debate público sobre o modo de interpretar o Alcorão» e de facto «alguns muçulmanos acham que o Alcorão diz que os homossexuais devem ser mortos.» Disse ainda que «no contexto da expressão religiosa que existe na Holanda, há um vasto espaço de liberdade de expressão. Além do mais, as expressões são usadas no contexto do debate público (como interpretar o Alcorão), o que também lhe tira o carácter ofensivo.» 
Dois deputados de Direita, Joram van Klaveren e Louis Bontes, anunciaram que irão levar o incidente ao parlamento holandês e questionar o Ministro da Justiça a respeito do sucedido; argumentaram, para já, que os advogados do Estado devem poder aceitar casos de homofobia, especialmente quando tenham a ver com ameaças de violência. Van Klaveren irá perguntar: «Partilha da nossa repulsa diante do facto de que isto afirma explicitamente que incitar à violência não é problema se vem da crença islâmica?»
Um porta-voz da MiND admitiu que após «verificação posterior» do caso concluiu que a queixa de quem telefonou para a MiND tinha sido «injustamente tratada» e que a crença de quem apelava à violência não deveria interessar.
O caso deu escândalo, até o primeiro-ministro se mostrou indignado.
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Fonte: http://www.express.co.uk/news/world/739275/Dutch-watchdog-OK-send-gay-people-death-threats-Muslim

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Claro que até o primeiro-ministro se mostrou indignado - pudera, com a Extrema-Direita à porta de ganhar as eleições, há que parecer duro contra os islamistas e os pró-islamistas... De resto, que uma coisa destas tenha acontecido mostra bem até que ponto chega a doença do universalismo militante suicidariamente xenófilo típico do «mainstream» político-intelectual.

MUÇULMANO VIOLA REPETIDAMENTE RAPARIGA DE NOVE ANOS

Em Edmonton, Reino Unido, um septuagenário muçulmano, Mohammed Dauhoo, violou repetidamente uma rapariga de nove anos. Foi condenado a catorze anos de pildra. Já em 2013 tinha sido condenado por crime análogo, mas não foi expulso do país... De resto, só fez o que o Islão autoriza, como se pode ler em várias passagens do textos sagrados muçulmanos; aliás, o próprio profeta Maomé casou com uma miúda de seis anos - Aisha - e aos nove anos desflorou-a... uma vez que no Islão o profeta Maomé é considerado como homem perfeito, está tudo dito.
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2016/12/uk-72-year-old-muslim-jailed-for-grooming-repeatedly-raping-nine-year-old-girl

TRÊS MULHERES ASSASSINADAS NA FINLÂNDIA...

De acordo com os média internacionais, um homem de 23 anos foi detido por suspeita de ter morto, na noite passada, a presidente da câmara da cidade finlandesa de Imatra, Tiina Wilen-Jappinen, e duas jornalistas.
Segundo a versão referida pela polícia, trata-se de um ataque fortuito. As mulheres foram mortas com tiros no crânio e no corpo a uma distância curta. De acordo com os dados apurados, a polícia recebeu um sinal de alerta, na meia-noite passada, sobre um homem que estava à frente de um restaurante no centro da cidade com uma arma de fogo. Quando a polícia chegou, o homem, que se tinha escondido detrás de um carro, entregou-se sem opor resistência. Os motivos do crime ainda estão a ser investigados. Segundo a agência AFP, a polícia nega que o triplo homicídio tenha algo a ver com política.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201612047052817-prefeito-e-jornalistas-mortos-a-tiros/

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Aguarda-se que a identidade do homicida venha a ser revelada...

AJUDANTE DE REFUGIADOS E FILHA DE COLABORADOR DA UE VIOLADA E ASSASSINADA POR REFUGIADO MUÇULMANO

Em Freiburg, Alemanha, duas jovens, Maria Ladenburger e Carolin Gruber, foram violadas e mortas há escassos meses. A primeira, estudante de Medicina, costumava fazer trabalho voluntário a favor dos refugiados e era filha do Dr. Clemens Ladenburger, advogado que trabalha como braço direito do director legal da Comissão Europeia. O seu violador e homicida foi um adolescente muçulmano do Afeganistão.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://www.express.co.uk/news/world/739620/Maria-Ladenburger-murder-EU-official-daughter-killed-by-refugee-Aghan

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Desta vez a vítima pertencia por família e actividade à elite reinante. Pobre moça, educada nestes meandros, que poderia ela ter feito... Duvido que ainda assim haja muita gente nessa hoste que abra os olhos para a ameaça que a iminvasão representa para a Europa. A doença da xenofilite aguda - amor incondicional ao Alógeno - atinge um estado terminal no seio dessa elite reinante e ou a Europa se livra desta classe político-ideológica dominante ou morre com ela.

COLÉGIO ITALIANO CANCELA NATAL PARA NÃO OFENDER ALUNOS MUÇULMANOS...

Em Rozzano, norte de Itália, um colégio, Garofani, cancelou as festas natalícias para não ofender os alunos de outras culturas, decisão que suscitou polémica e levou à demissão do director do estabelecimento, Marco Parma, que deverá explicar a sua decisão diante do conselho de Educação do Governo regional da Lombardia.
Vinte por cento dos alunos deste centro de educação infantil, primária e secundária é de origem estrangeira. «Para favorecer a sua integração», o director mandou retirar os crucifixos das aulas e rejeitou a colocação do «Portal de Belém», além de ter cancelado o concerto de Natal. O primeiro-ministro, Matteo Renzi declarou entretanto que «não se dialoga renunciando-se ao Natal». «Debate e diálogo não significa sufocar a identidade num sentido politicamente correcto descaracterizador e insípido. A Itália, quer a laica quer a cristã, jamais renunciará ao Natal.»
Também a ministra da Educação, Stefania Giannini se referiu ao sucedido, num artigo de jornal, dizendo que «a nossa escola deve transmitir valores» e que o diálogo «significa valorizar os símbolos da identidade e não escondê-los, sejam eles laicos ou religiosos. (...)»
A presidente da câmara de Rozzano, Barbara Agogliati, afirmou por seu turno que o Natal é «uma festa fundamental» para os Italianos e que a direcção do colégio só fez aquilo que queria evitar, que era «criar divisões».
Entretanto, o líder do partido Liga Norte, Matteo Salvini, anunciou um protesto na escola, onde entregará presentes às crianças, comentando além disso «sob o meu ponto de vista, directores e professores que cancelam o Natal, festa de alegria e paz, deveriam mudar de profissão».
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Fonte: http://gaceta.es/noticias/instituto-cancela-navidad-provocar-los-musulmanes-29112015-1218

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Sintomático - a elite político-cultural «anti-racista» guincha repetidamente que a imigração não tira nada aos Europeus; todavia é nesta mesma elite político-cultural «anti-racista» que há quem em nome dos imigrantes esteja disposta a matar a cultura europeia. A propósito... então mas afinal os muçulmanos são tão pacíficos e tão tolerantes e no entanto não podem sequer ver elementos decorativos natalícios que vão aos arames? (Os muslos gritam «haram! haram!», «impuro! impuro!» diante do que é contrário à sua religião...) Esta tentativa de atacar o Natal é mais um caso de ódio etno-masoquista da elite reinante contra o seu próprio Povo; mais um caso de xenofilite aguda, de «amor» incondicional ao Sagrado Estrangeiro. Mais um insulto à Europa.

domingo, dezembro 04, 2016

GOVERNO ITALIANO PRÓ-UE DERROTADO EM REFERENDO - PRIMEIRO-MINISTRO DEMITE-SE

Primeiro-ministro italiano tinha prometido deixar o cargo se italianos dissessem Não à reforma constitucional que defendeu.
"Vamos embora sem remorsos. A experiência do meu governo termina aqui", afirmou Matteo Renzi numa intervenção ao povo italiano a partir do Palácio Chigi depois da vitória do Não no referendo constitucional.
"Digo aos amigos do Sim que fui eu que perdi eu e não vocês. Assumo toda a responsabilidade", afirmou o primeiro-ministro italiano, antes de acrescentar que, no entanto, "quem luta por uma ideia nunca perde". Recordando que Itália "é o país mais belo do mundo. Esta é a bandeira mais bela do mundo", pediu para limparem as lágrimas porque no futuro hão-de vencer.
Antes de agradecer à mulher, Agnese e aos filhos, Renzi lembrou ainda que "podemos perder mas não podemos perder o sentido de humor".
O primeiro-ministro demissionário disse ainda que entregará a demissão amanhã à tarde ao presidente Sergio Mattarella. Na política ninguém perde, mas eu sou diferente. Perdi e digo-o em voz alta, ainda com um nó na garganta. Não sou um robô, sou um humano", afirmou, emocionado.
Renzi deixou ainda um abraço e um beijo ao seu sucessor. "Nos mil dias e mil noites que passei neste palácio, vi a oportunidade de mudar para uma democracia mais directa. Mas essa não foi a vontade do Povo Italiano", disse ainda Renzi, afirmando "continuar a acreditar na Itália".
Com metade das assembleias de voto contadas, o Não estava à frente com 59,64% dos votos, contra 40,36% para o Sim, determinando que a reforma constitucional defendida pelo primeiro-ministro Renzi não avança.
"Aos amigos do Sim", o primeiro-ministro quis deixar um "abraço forte". Renzi lamentou que não tenham conseguido levar aos Italianos esta oportunidade de mudança.
No poder desde Fevereiro de 2014, Renzi, de 41 anos, prometera demitir-se em caso de vitória do Não, tendo depois recuado, reconhecendo que era um erro personalizar um escrutínio que aos poucos acabou, no entanto, por se transformar num plebiscito à sua governação.
Reforma constitucional
Com esta reforma, o primeiro-ministro esperava reduzir os poderes do Senado (actualmente o sistema italiano é um bicameralismo perfeito, no qual senadores e deputados têm a mesma força), além de acabar com a sobreposição de poderes a nível regional. Mas, para muitos eleitores, transformou-se num plebiscito ao governo de Renzi, especialmente depois de o próprio dizer que se demitiria em caso de derrota. Toda a oposição (e alguns membros do próprio partido) estava contra a reforma.
A demissão de Renzi e a incerteza política que esta supõe é o pior cenário para a Europa, que além do contágio económico teme que a eventual realização de novas eleições possa significar a vitória dos populismos em Itália - não só o Movimento 5 Estrelas do ex-humorista Beppe Grillo (que defende um referendo para a saída do euro), mas também a Liga Norte (anti-imigração e antieuropeu). "Os italianos repudiaram a UE e Renzi. É preciso escutar esta sede de liberdade das nações", escreveu a líder da Frente Nacional francesa, Marine Le Pen.
A economia italiana parece parada há 20 anos, com o desemprego nos 11,6 % (36,4% entre os jovens) e uma dívida pública de 2,2 biliões de euros (132,7% do PIB), só menor que a grega. As previsões de crescimento para 2016, da OCDE, são de apenas 0,8%. Apesar de o ministro da Economia italiano, Pier Carlo Padoan, afastar qualquer hipótese de "terramoto financeiro" depois do referendo, a verdade é que a taxa de juro da dívida subiram nas últimas semanas e existe uma preocupação crescente em relação aos créditos de cobrança duvidosa, que ensombram a banca italiana.
Elevada participação
Na campanha, Renzi mostrou-se convencido de que com uma participação acima dos 60% teria garantida a vitória e, desde os primeiros dados, esse valor apresentava-se como favorável ao primeiro-ministro. Ao meio-dia (11.00 em Lisboa) esta era já de 21%, mais dez pontos percentuais do que no referendo constitucional de 2006 (no qual venceu o não). E às 19.00 ultrapassava os 57%, muito acima dos 42% registados nas eleições europeias de 2014, nas quais o Partido Democrático de Renzi conseguiu o melhor resultado de qualquer formação a nível nacional desde as eleições de 1958. No final, ficaria nos 69,11%.
O primeiro-ministro também apostava numa menor participação no Sul, onde alegadamente existe maior resistência à mudança, e os números apontavam nesse sentido. A participação nessa região era de 47,2% às 19.00, mas o problema é que era muito mais elevada a norte (62,8%), onde se concentram muitos eleitores da Liga Norte (Extrema-Direita) e da Forza Itália, do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi. No centro, a participação era de 58,6%.
A votação, que começou às 07.00 locais e só acabou às 23.00 (menos uma hora em Lisboa), não decorreu sem problemas. Nas redes sociais, alguns eleitores queixaram-se de que o lápis com que votaram podia ser apagado dos boletins, com o Ministério do Interior italiano a responder que os 130 mil lápis distribuídos pelas assembleias de voto eram indeléveis.
Mais insólita foi a polémica em torno do voto do primeiro-ministro. Os eleitores têm de mostrar uma identificação válida e Renzi esqueceu-se da sua. Contudo, foi autorizado a votar. "Eu não tenho documento, mas espero ser reconhecido", disse ao votar em Pontassieve, na província de Florença. O chefe de governo votou ao lado da mulher e dos três filhos.
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Fonte: http://www.dn.pt/mundo/interior/renzi-anuncia-demissao-apos-derrota-no-referendo-5534402.html

TAP INVESTIGADA EM ESPANHA POR ATERRAGEM COM COMBUSTÍVEL NO MÍNIMO

A TAP está a ser investigada em Espanha por ter pedido prioridade numa aterragem em Santiago de Compostela por emergência de combustível, num voo Funchal-Porto, mas a companhia garante que nunca esteve em causa a segurança da operação. A tripulação seguiu mais para norte depois de frustrada a tentativa de aterragem no Porto devido às más condições de visibilidade.
De acordo com a Comisión de Investigación de Accidentes e Incidentes de Aviación Civil (Comissão de Investigação de Acidentes e Incidentes de Aviação Civil), “uma vez em contacto com aproximação a Santiago [de Compostela] a tripulação declarou ‘mayday’ por emergência de combustível, uma vez que a estimativa de gestão de combustível indicava que iam aterrar com uma quantidade abaixo dos 989 quilogramas estabelecidos no plano de voo operacional como reserva final”.
Fonte oficial da TAP garantiu à Lusa que, naquele voo em 10 de Outubro, “foram cumpridos todos os protocolos” e que “em momento nenhum esteve em causa a segurança da operação”.
“A atuação dos pilotos da TAP foi exemplar e em momento nenhum esteve em causa a segurança da operação”, esclareceu a companhia liderada por Fernando Pinto, realçando que “o voo trazia mais combustível do que aquele minimamente requerido de acordo com a regulamentação internacional em vigor”.
Fonte oficial da TAP explica que “a declaração de emergência de combustível foi declarada por imposição legal”, já que “é obrigatório sempre que qualquer voo preveja aterrar com combustível abaixo de 30 minutos de voo” e que a aeronave aterrou com combustível para voar mais 29 minutos.
A aeronave Airbus A-319, com matrícula CS-TTD, aterrou “sem contratempo” na pista 35 do aeroporto de Santiago, “com 962 quilogramas de combustível”, adianta o organismo espanhol que está a investigar a ocorrência.
Contactada pela Lusa, fonte oficial do organismo espanhol disse que a investigação se iniciou no dia da ocorrência, em 10 de Outubro, recusando dar mais informação até à publicação do relatório final.
Segundo o relatório preliminar deste organismo, “a tripulação considerou o aeroporto de Vigo como a primeira alternativa [ao aeroporto do Porto] e ajustou a gestão de combustível em função deste planeamento, vigiando a situação meteorológica deste aeroporto”, depois de frustrada a tentativa de aterragem no Porto devido às más condições de visibilidade.
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Fonte: http://zap.aeiou.pt/tap-investigada-espanha-aterragem-combustivel-do-minimo-140024   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Espera-se que não haja aqui nem sabotagem da TAP nem chico-espertice capitalista/terceiro-mundista...

EM FRANÇA - ESTÁTUA DE VIRGEM MARIA RETIRADA DE PARQUE PÚBLICO

O presidente da câmara disse que tenciona encontrar uma nova casa para a estátua, em terrenos privados.
A cidade francesa de Publier, no leste do país, vai ser obrigada a retirar uma estátua da Virgem Maria de um parque público, de forma a cumprir as leis do país relativas a símbolos religiosos em público, anunciou este sábado a câmara local.
O tribunal administrativo de Grenoble deu três meses para a retirada da estátua, que foi colocada num parque público apenas em 2011 e sem qualquer debate no conselho municipal, tendo custado 24 mil euros aos cofres da localidade. No final deste prazo, a cidade incorre numa multa de 100 euros por dia, segundo avança a AFP.
Esta não é a primeira vez que o assunto vai a tribunal e já havia uma primeira decisão de Janeiro de 2015. O presidente da câmara Gaston Lacroix disse que tenciona encontrar uma nova casa para a estátua, em terrenos privados.
A França é um estado laico e proíbe a exibição de símbolos religiosos em público, nomeadamente o véu muçulmano nas escolas. Este Verão algumas localidades do sul do país tentaram proibir também a utilização do burquíni, argumentando que se tratava de um símbolo religioso, mas esta ideia foi rejeitada nos tribunais.
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Fonte: http://www.dn.pt/sociedade/interior/cidade-francesa-obrigada-a-tirar-estatua-da-virgem-maria-de-parque-5533189.html   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Uma notícia mais positiva que negativa, até ver. O laicismo está a ser bom para remover os restos da Cristandade. Se/quando for capa para deixar espaço ao Islão é que é pior... se/quando os seus promotores não tiverem verticalidade para enfrentar a acusação de «racismo & xenofobia & islamofobia!!!!!» e permitirem «excepções» muçulmanas à regra da laicidade, a situação também não será boa...
Mas para já a coisa está a correr bem. Quanto mais for removido de solo europeu todo e qualquer símbolo de um credo alógeno totalitário, melhor para a salvaguarda e recrudescimento da verdadeira Europa. E há especial graça em que o caso tenha sido noticiado no terceiro dia de Dezembro, quando na Roma Antiga, berço da Latinidade e, em certa medida, da Europa, se celebrava o culto da Bona Dea ou Boa Deusa, que a dita «Virgem Maria» veio substituir há mil e setecentos anos mas entretanto já está em queda...

ALEGADO REFUGIADO AFRICANO VIOLA SEM-ABRIGO

O homem que agrediu e violou uma mulher sem-abrigo, em Albufeira, tem estatuto de refugiado e é oriundo da Eritreia. O estrangeiro, de 38 anos, foi detido pela Directoria do Sul da Polícia Judiciária e, ao que o CM apurou, integra um grupo de 15 refugiados que chegou a Portugal no final de Outubro. Ibrahim Salem, sabe o CM, entrou em Portugal no dia 28 de Outubro e foi acolhido pela Fundação António Silva Leal, em Albufeira, junto com outros refugiados que estavam retidos em Itália. Na madrugada de quinta-feira, tal como o CM já noticiou, abordou a vítima, de 67 anos, que estava abrigada do frio na entrada de uma dependência bancária, na baixa de Albufeira. De acordo com a PJ, "mediante o uso de força física, despiu-a parcialmente e face à resistência da vítima agrediu-a, tendo-lhe provocado fracturas maxilo-faciais e nasais". A vítima foi socorrida pelos Bombeiros de Albufeira e INEM e internada no hospital de Faro. Minutos depois do crime, o agressor foi interceptado por um jovem de 21 anos, que o conseguiu imobilizar até à chegada da GNR. A PJ realizou diligências que confirmam a agressão e a violação. O homem foi colocado em prisão preventiva por ordem de um juiz.
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Agradecimentos ao Arauto por ter aqui trazido esta notícia: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/refugiado-na-cadeia-por-violar-sem-abrigo   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Agora falta saber quando será expulso do país, após cumprimento de uma dura pena de prisão... isto se os magistrados que tratarem deste caso não estiverem tão filhadaputescamente doentes com a generalidade da elite reinante, bem entendido...

TRUMP NOMEIA «CÃO RAIVOSO» PARA SECRETÁRIO DE ESTADO DA DEFESA DOS EUA

Com a nomeação pelo presidente-eleito Donald Trump do novo secretário para Defesa norte-americana, a Sputnik apresenta todos os factos mais interessantes que interessa saber sobre o político.
O general James Mattis, apelidado como "Mad Dog" (traduzido literalmente como "cão raivoso") deverá ser nomeado ao posto oficialmente na próxima segunda-feira (5), mas o republicano-vencedor das eleições presidenciais já divulgou que ele tomará o posto. De onde vem a alcunha? Durante  o anúncio da nomeação feito na quinta-feira (1) Donald Trump referiu-se ao general pela alcunha e a Sputnik decidiu esclarecer a razão pela qual o militar é assim chamado chamado.
O general da Marinha aposentado James Mattis foi um dos comandantes da invasão ao Iraque em 2003, dirigindo a 1a divisão da Marinha à cidade de Bagdad.
Em 2004 ele liderou as tropas da Marinha norte-americana em direcção à província de Anbar e, após isso, entre 2010 e 2013, serviu como chefe no Comando Central dos EUA, quer dizer, supervisionou as guerras no Iraque e no Afeganistão.
Segundo o canal de TV CNN, foi durante este período de tempo que ele recebeu a alcunha referida acima: "Após a batalha de 2004 em Fallujah no Iraque, onde liderou as tropas britânicas e norte-americanas contra os insurgentes iraquianos". O CNN destaca também que o general também tem outras alcunhas — "Warrior Monk" ("monge guerreiro") e "Chaos" ("caos").  "Warrior Monk" pode ser devido à sua simpatia por obras de história militar. Pode também ter a ver com o facto de ele ser solteiro e sem filhos. "Chaos" é a sigla em Inglês para "Colonel Has An Outstanding Solution" (O coronel que tem a solução excepcional). 
De acordo com os média norte-americanos, Mattis "passou anos" advertindo, quer em público, quer em privado, contra a ameaça que, segundo ele, o Irão representa para o mundo, descrevendo Teerão como "a mais persistente ameaça à estabilidade e à paz" no Médio Oriente.
Após o seu serviço no Iraque, considera-se que ele acreditava que o apoio iraniano aos membros da milícia xiita no Iraque significou que Teerão foi directamente responsável pela morte de centenas de soldados norte-americanos e que o acordo da administração de Obama com o Irão poderia ampliar ainda mais a influência na região.
Dizem também que a posição dura do general lhe custou o posto, quando em 2013 o presidente Barack Obama removeu bruscamente Mattis do serviço. Assim, o general pode ter agora a chance de levar à prática a sua posição dura contra o Irão, destacou a empresa mediática norte-americana Vox.
A posição de Mattis relativamente a tudo o que tem a ver com a Rússia é muito diferente da do presidente-eleito Donald Trump. Ao contrário de Trump, “Mad Dog” critica Moscovo e em geral tem uma posição mais rígida.
Em 2015 o militar declarava que as acções da Rússia "contra a Ucrânia" foram "muito mais severas" do que Washington ou a União Europeia consideravam. Mattis também vê o presidente russo Vladimir Putin "como uma ameaça clara tanto para os EUA, como para os aliados mais próximos de Washington na União Europeia", dizendo que o político russo está a tentar "dividir a OTAN". 
Após se ter aposentado em 2013, Mattis tornou-se um crítico cada vez mais duro da posição de Washington, que ele classifica como "ausência de estratégia", em relação a diferentes ameaças e guerras, de acordo com a divulgação feita por The Wall Street Journal. Segundo este último, o general adoptou uma posição mais militarizada, dizendo que os EUA devem-se dedicar um pouco mais ao Médio Oriente e participar em combates mais directamente.
O general da Marinha é famoso por uma série de declarações duras. "Eu venho em nome da paz, não trouxe artilharia. Mas apelo a vocês com lágrimas nos olhos: se vocês me f--  vou-vos matar a todos", disse durante a primeira reunião numa série de negociações com oficiais militares do Iraque em 2003. "Seja cortês, profissional, mas tenha um plano para matar todos os que encontra", foi o conselho de Mattis aos soldados da Marinha norte-americana quando estes chegaram ao Iraque em 2003. "Não há nada melhor do que alguém nos alvejar e não acertar. É realmente excelente", é outra citação famosa dele. O que é bastante interessante é que a actual legislação não permite a nomeação do general. A lei dos EUA determina que um veterano só pode exercer um cargo civil passados sete anos após o início da aposentadoria. Mas só passaram três anos e meio desde que James Mattis se aposentou. Por isso, o Congresso deve emitir uma permissão especial para que o presidente eleito o possa nomear.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/201612037044339-james-mattis-defesa-iraque-citacoes-criticas/

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Qualquer grande líder precisa sempre de um cão raivoso que possa ajudar nas negociações... a propósito, com piada ou não, e salvaguardadas as devidas distâncias, Putin levou várias vezes um cão de aspecto perigoso para os encontros com Merkel, sabendo que esta receia o animal...

O PNR EM SANTA MARIA DA FEIRA PELO PRIMEIRO DE DEZEMBRO


O PNR celebrou o 1º de Dezembro, em Santa Maria da Feira, aproveitando o acontecimento para oficializar a candidatura da Anselmo Oliveira, como cabeça-de-lista às eleições Autárquicas, naquela que será a primeira participação do nosso partido nesta autarquia.
Contrariamente à celebração do 10 de Junho, que consiste sempre numa manifestação em Lisboa, temos vindo a celebrar o Dia da Restauração em moldes distintos e em diferentes locais, sendo Santa Maria da Feira a sexta cidade palco da nossa celebração.
Com sala cheia, realizou-se um almoço, que proporcionou um excelente momento de convívio, seguido de uma sessão de esclarecimento, na qual os participantes puderam colocar diversas questões à Comissão Política.
Anselmo Oliveira, anfitrião do evento e futuro candidato local, proferiu um breve discurso, cheio de alma e convicção que mereceu o aplauso de pé, emocionado, de todos os participantes. De seguida, com a moderação de Hernâni Costa, realizou-se a sessão de perguntas e respostas, verificando-se a participação de militantes e simpatizantes cada vez mais comprometida com a nossa luta.
Como sempre, concluiu-se a sessão, quase às cinco da tarde, com a entoação do Hino Nacional. Seguiu-se uma acção de rua, no centro da cidade, com distribuição de propaganda.
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Fonte: http://www.pnr.pt/2016/12/santa-maria-da-feira-recebeu-pnr-no-1o-dezembro/

sexta-feira, dezembro 02, 2016

PROGRAMA TELEVISIVO MARROQUINO ENSINA A ESCONDER MARCAS DE AGRESSÃO FÍSICA A MULHERES

A televisão pública de Marrocos viu-se obrigada a pedir desculpas esta sexta-feira, após ter sido muito criticada por exibir um segmento em que ensinava as mulheres a esconderem marcas de violência doméstica com maquilhagem.
Poderia tratar-se de um tutorial de maquilhagem normal, mas não era. A modelo do segmento de dicas de beleza do programa diário da manhã Sabahiyat tinha sido previamente maquilhada para parecer que tinha sido agredida e exibia marcas roxas na face e à volta dos olhos.
A maquilhadora ensinava, então, em directo como disfarçar as nódoas negras e marcas de agressões, enquanto sugeria as melhores marcas de bases e correctores para os dias em que é necessária uma maior quantidade de cosméticos.
"Certifiquem-se de que usam pó para fixar a maquilhagem, para se tiverem de trabalhar durante o dia as nódoas negras não apareçam", disse a apresentadora do Sabahiyat, exibido no canal 2M, segundo a BBC.
"Esperamos que estas dicas de beleza vos ajudem a seguir com as vossas rotinas diárias", concluiu a apresentadora no final do segmento. O programa foi ao ar dia 23, dois dias antes do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, e a escolha do canal até pela proximidade da data está a ser muito criticada.
As imagens foram publicadas nas redes sociais e o público acusa a televisão 2M de querer passar a imagem de que a violência doméstica é normal e aceitável. Foi criada uma petição online com o título "Não escondam a violência doméstica com maquilhagem" que defende que o canal e o programa devem ser punidos.
"Denunciamos a mensagem de normalização da violência contra mulheres", diz o texto da petição, que conta com pouco mais de duas mil assinaturas. "A violência não devia ser escondida com maquilhagem e os agressores deviam ser condenados", continua a petição.
Nas redes sociais, várias pessoas expressaram o seu desagrado, principalmente pelo facto de os programas da televisão pública serem vistos por milhões de telespectadores. "Em Marrocos, educação sobre a violência doméstica não é ensinar os homens a deixarem de ser agressivos, é ensinar as mulheres a usarem maquilhagem", criticou uma utilizadora no Twitter.
O canal público 2M pediu "sinceras desculpas" e tirou o vídeo do programa do seu site. O emissor descreveu num comunicado pelo Facebook as imagens como "completamente inapropriadas" e prometeu tomar medidas contra os responsáveis pelo programa.
25 de Novembro foi declarado pela ONU como o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres. Segundo dados das Nações Unidas, 70% das mulheres são vítimas de violência em algum momento da sua vida, devido em parte às desigualdades de género.
Em Portugal, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítimas revelou que recebeu uma média de 49 queixas de violência doméstica por dia, entre 2013 e 2015.
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Fonte: http://www.dn.pt/mundo/interior/televisao-publica-ensina-como-tapar-marcas-de-violencia-domestica-com-maquilhagem-5523437.html   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)

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Quando uma coisa destas chega ao ecrã televisivo, fica bem à vista que da ponta de um iceberg se trata... como poderia ser bom para a Europa receber imigração em massa de um país destes? Não deixa de constituir bom sinal, em Marrocos, que haja liberdade para demonstrar publicamente a indignação diante de uma coisa assim, e que o canal televisivo que a transmitiu peça publicamente desculpas. Ainda assim, do bom sinal à evolução ainda vão uns passozitos que não devem ser dados em solo europeu, porque já foram dados há muito e repeti-los seria voltar atrás. 

CARTA ABERTA DE BRANDÃO FERREIRA AO REI DE ESPANHA

(...) não lhe irei dispensar as boas vindas.
Tal não tem a ver com as 18 invasões de que já fomos alvo durante uma História que partilhámos como vizinhos – nós também já as retribuímos algumas vezes; tão pouco tem a ver com a má memória que a dinastia (Filipina) – que V. Majestade herdou no nome – por cá deixou para todo o sempre.
Como sabe estamos prestes a comemorar mais um aniversário da sua feliz expulsão, através da aclamação de um Rei natural, num feriado há pouco reposto, que uma decisão política “infeliz”, tinha extinguido.
Sabe, por cá sempre tivemos uns quantos compatriotas com responsabilidades, que se distraem das coisas importantes, quiçá fundamentais…
V. Majestade certamente compreende o que estou a dizer, pois no seu Reino não se pode gabar de estar isento deles, também.
Tão pouco não lhe darei as boas vindas, pela má vizinhança – chames – mo - lhe assim – que os governos que os vossos súbditos têm elegido, têm feito àqueles pedaços de terra rodeados de mar, a que chamamos “Ilhas Selvagens”.
Espero que o bom senso e a diplomacia vão tratando da questão a contendo.
Também não queremos esquivar-nos a dar-lhe as boas vindas e à senhora sua esposa, por causa do “ataque” à economia e, sobretudo, às finanças portuguesas.
Nesse campo apenas tenho que vos tirar o chapéu, pois estão a fazer, naturalmente, o vosso papel. O problema maior, mais uma vez, é o facto de andar por cá muita gente distraída, para não lhes chamar outras coisas, sabe?

Não, aquilo que me leva a não lhe dar as boas vindas tem a ver com o facto da Coroa e da República Espanholas, não terem restituído a Portugal a portuguesíssima vila de Olivença e seu termo, que ocupam ilegalmente, “manu militare”, desde 1815 (eu diria, desde 1807).
V. Majestade sabe certamente os contornos do caso e tem seguramente à mão, excelentes diplomatas e historiadores que lhe podem dar conta dos pormenores.
Vou apenas recordar-lhe o que um deles, o Ministro dos Negócios Estrangeiros Fedrico Trillo Y Figueroa, disse, em 12 de Setembro de 1997, no Mosteiro de Santa Maria de Aguiar (Castelo Rodrigo), nas comemorações dos 700 anos do Tratado de Alcanizes. Disse ele, “Na questão de Olivença a Espanha não tem defesa”.
Espero ter ilustrado o ponto.
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Fonte: http://realbeiralitoral.blogspot.pt/2016/11/carta-aberta-ao-rei-de-espanha.html

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O autor da missiva que acima se lê é monárquico mas aqui falou bem. Entretanto, toneladas de monárquicos e quejandos, alegadamente patriotas de todo, a única coisa que souberam fazer por ocasião da visita do monarca espanhol a Portugal foi guinchar raivosamente contra o BE por constatar que os deputados deste partido não se levantaram quando «sua majestade» entrou na Assembleia da República...