sábado, janeiro 21, 2017

RELIGIÃO




«Religião» vem do latim «religio», cujo significado ainda hoje não está bem definido. Há actualmente quem diga que deriva de re-ligare, ou religar, voltar a ligar, a ligar novamente ao Divino; o antigo Cícero, por seu turno, opinava que a raiz do termo assentava em «lego», de «ler», pelo que «religio» seria «reler, analisar mais cuidadosamente, cuidar com especial desvelo»; definir-se-ia como escrúpulo ritual, zelosa atenção ao culto.

A Religião é pois a ligação efectiva ao Divino, às Forças superiores da existência, constituindo por isso a componente central e orientadora de todas as culturas humanas tradicionais, dado que não há notícia da existência, agora ou no passado humano conhecido, de nenhum Povo no seio do qual não houvesse alguma forma de religião. Todos os Povos antigos e tradicionais da actualidade tiveram e têm os seus Deuses e fizeram todo o seu pensamento e todo o seu viver com base na relação com a(s) Divindade(s): nas sociedades tradicionais, toda a existência humana, desde o nascimento até à morte - e passando, naturalmente, pelo casamento, pela guerra, pelo comércio, pela agricultura - é assinalada por rituais apropriados e forças divinas específicas.
Sem esta dimensão divina, religiosa, que em todas as coisas lateja, o mundo fica mais cinzento, mutilado da sua parte mais nobre, e desce, cada vez mais, até à matéria pura e simples, sem valores nem outro significado que não o número e a massa.
Veja-se como surgiu o materialismo contemporâneo: de uma dessacralização progressiva da realidade, isto é, do facto de o homem resolver negar a existência do Divino na natureza e em si próprio. E o Divino é, por excelência, o que está além de tudo e que, ao mesmo tempo, tudo engloba.
Actualmente, há a tendência para desprezar as religiões e valorizar a «espiritualidade». Em muitos casos, senão o mais das vezes, trata-se de rejeitar religiões que se tornaram pesadas pelo seu dogmatismo e que, mercê da sua atitude monopolizadora do sagrado, passaram a ser dadas como sinónimo único de Religião, ou seja, passou-se a definir o geral - a Religião - com o particular - uma determinada via religiosa em si. Sucede todavia que a Religião não é forçosamente dogmática. Nunca é demais lembrar que «Religião» é uma palavra latina criada para definir a religião romana pagã. Religião é pois algo originalmente pagão e não exige dogmas mas sim culto, adoração, ligação às Divindades.

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DIA MUNDIAL DA RELIGIÃO

O Dia Mundial da Religião celebra-se anualmente a 21 de Janeiro.
A religião é culto prestado a uma divindade, manifestando-se como uma crença pessoal, pautada pela fé. Proveniente do latim, a expressão significa a restauração da relação entre o homem e o universo sagrado.
Como existe uma variedade considerável de religiões, o Dia Mundial da Religião surgiu em 1949 com o intuito de promover a união das religiões existentes no mundo, tentando levar ainda mais fé e esperança aos povos tão diferentes entre si mas na verdade tão semelhantes no sentimento religioso.
Neste Dia Mundial da Religião os líderes religiosos apelam ao diálogo inter-religioso e por todo o mundo se incentiva ao respeito pela religião alheia e ao objectivo final da paz entre os povos.

Maiores religiões do mundo
Cristianismo: 2.1 biliões
Islamismo: 1.5 biliões
Secular/Agnósticos/Ateus: 1.1 billiões
Hinduísmo: 900 milhões
Religião tradicional chinesa: 394 milhões
Budismo: 376 milhões
Indígena: 300 milhões

Religiões em Portugal
As religiões em Portugal com mais seguidores são a Católica, a Evangélica e a Testemunhas de Jeová. Segundo o Censos de 2011 as crenças dos portugueses dividem-se em:
Católicos: 79,5%
Sem religião: 14,2%
Protestantes/Evangélicos: 2,8%
Outros cristãos: 1,6%
Testemunhas de Jeová: 1,5%
Religiões não cristãs: 0,8%

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Fonte: https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-religiao/   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

A Wikipedia e outros sites dizem todavia que o Dia Mundial da Religião calha no terceiro domingo de cada mês.

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PNR DENUNCIA A ATITUDE CENSÓRIA DOS JORNALISTAS

“Censura positiva”; “O direito à objecção de consciência”; “Não necessito do lápis azul, tenho o meu”; “Temos a liberdade de noticiar o que nos interessa e não dar voz a quem consideramos um perigo”. Estes foram alguns dos comentários proferidos por alguns “Jornalistas” durante o nosso protesto no dia 14 deste mês.
Assim como nas ditaduras, em democracia a censura é uma realidade. Os censores de ontem, também sentiam uma superioridade moral em relação ao resto da população que os impelia a fazerem o papel de “Deus”.
Uma coisa é certa: cada vez mais, estes jornalistas carneiros, obedientes e subjugados aos “donos disto tudo”, estão mais isolados e de costas-viradas para a população.
(...)
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Fonte: http://www.pnr.pt/2017/01/censura-democratica/

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Pois como «profissionais» obedientes ao dono ou a quem lhes formatou a corna, lá terão o seu direito a noticiarem só o que lhes der jeito. É por isso mesmo preciso que o povo saiba disto - é preciso que o povo seja informado de que há um partido que a esmagadora maioria dos jornalistas opta voluntariamente por ignorar devido à sua discordância política. Se as cadeias televisivas que se recusam a noticiar o que o PNR faz nas campanhas eleitorais tivessem um pingo de honestidade e hombridade jornalística, diriam sempre, a concluir qualquer ronda noticiosa das campanhas partidárias, algo como isto: «por motivos de objecção de consciência, a SIC/TVI/etc. não fez a cobertura das acções de propaganda do PNR»...

PRESIDENTE DA COMISSÃO DA LIBERDADE RELIGIOSA FALA EM MELHORIA DA CONCORDATA

O ex-ministro da Justiça, Vera Jardim, está há quatro meses na presidência da Comissão da Liberdade Religiosa, um órgão consultivo do Governo e da Assembleia da República ao qual compete alertar as autoridades em caso de violação da liberdade religiosa. Nesta entrevista, admite que a Igreja Católica é beneficiada relativamente às restantes religiões, mas justifica-o com a representatividade católica no tecido social. Assume que gostaria de ver a disciplina de moral e religião católica nas escolas substituída por uma cadeira de formação cívica que incluísse a história das várias religiões. Quanto à Concordata, não defende a sua revogação, mas não esconde que preferia que as relações entre a igreja Católica e o Estado português se regulassem pela lei da liberdade religiosa, acrescida de acordos pontuais, sobre casamento e património. 

Como é que encontrou a comissão e que questões se levantaram em termos de liberdade religiosa nestes primeiros quatro meses?
Não há grandes problemas mas há sempre pequenas afinações que a comissão tem tido que acompanhar, no sentido de obviar a que haja restrições ao exercício pleno da liberdade religiosa. Normalmente, as confissões constituídas por pequenos grupos fazem culto em prédios e às vezes têm problemas com condóminos ou com as próprias câmaras municipais por causa do ruído, porque normalmente recorrem ao canto e à música. Temos chamado a atenção para a necessidade de salvaguardar o princípio constitucional fundamental que é o livre exercício de culto, sem prejuízo de salvaguarda das normas de ordem pública. Quanto à assistência nas prisões, nas forças de segurança e nos hospitais, não existem grandes problemas.

Não considera que na assistência religiosa nas cadeias e hospitais há uma discriminação positiva da Igreja Católica que dispõe de capelães pagos pelo Estado para exercer funções estritamente religiosas?
É verdade. Há uma discriminação neste sentido: a Igreja Católica tem um peso em Portugal que todos sabemos qual é. Temos estudos recentes que nos dão uma presença de mais de 85%, por vezes até 90%, de portugueses que se declaram católicos. Há uma cultura católica em Portugal e é natural que a Igreja Católica tenha uma presença mais articulada e mais forte no que diz respeito às capelanias. Mas não há sobre isto queixas graves das confissões religiosas.

Deve ser o Estado a financiar esta assistência católica?
É uma opção do Estado, que consta dos tratados. Sempre assim foi. Há aspectos que deviam ser melhorados: não vejo, por exemplo, grande sentido que os capelães tenham graduações no Exército. Isso existe noutros países, designadamente em Itália, mas é algo com que não estou de acordo. Mas das confissões minoritárias o que sentimos é que estão confortáveis com a sua situação, Até porque o exercício do direito de assistência, esse, está salvaguardado. Agora se há discriminação, a discriminação existe quando se trata igualmente aquilo que é diferente. Se a grande maioria das pessoas reclama o direito à assistência de um sacerdote católico, é natural que a Igreja Católica tenha as capelanias organizadas.

Mas na sua opinião justifica-se que o Estado tenha, pela Concordata, de garantir esta assistência, nomeadamente nas escolas onde é obrigado a garantir a oferta da disciplina de Moral e Religião Católica?
Anteriormente, a oferta era só de aulas de religião e moral católica e, hoje, há outras religiões que podem fazer isso. Os evangélicos, por exemplo, têm várias aulas de religião e moral evangélica. Agora tem que ter haver um número de interessados que o justifique. Não basta existir um evangélico numa turma para que haja aulas de religião e moral. E os pais têm de dizer que querem que o filho tenha aulas de religião. Isso resolvido há bastantes anos pelo Tribunal Constitucional, porque nós tínhamos um regime diferente, em que quando os pais não queriam que os filhos tivessem aulas de religião e moral católica tinham que fazer essa declaração. Hoje é o contrário e bem: tem que haver uma atitude positiva dos pais no sentido de pedir que os filhos tenham aulas de religião e moral católica.

Ao contrário do que se passa nas outras confissões, os professores de moral e religião católica estão integrados na carreira docente, têm um grupo de recrutamento próprio e são colocados através dos concursos nacionais de professores.
É verdade. Mas isso advém da presença altamente maioritária, quase hegemónica, da Igreja Católica no tecido social português. Não me custa aceitar que haja opiniões diferentes, mas não tenho sentido da parte das outras confissões queixas nesse aspecto.

No Reino Unido o que existe é uma cadeira de estudos religiosos onde são abordadas todas as religiões.
O Reino Unido tem tradições completamente diferentes. Nós integramo-nos numa tradição que fundamentalmente abarca Portugal, Espanha, Itália, um pouco a Bélgica – mas menos - e a Alemanha e a Áustria. E aí as coisas são por vezes até diferentes de Portugal, eu diria mais liberais para as igrejas dominantes do que em Portugal. A Inglaterra é anglicana, são tradições completamente diferentes, e temos que nos comparar com as tradições que têm alguma coisa em comum connosco.

Em Espanha, o PSOE, quando ainda estava ano Governo, propunha-se precisamente rever a Concordata no que à educação religiosa nas escolas diz respeito.
É verdade. Mas a Espanha não tem propriamente uma Concordata, tem quatro acordos com a Igreja Católica, assim como com as outras religiões. O nosso sistema é diferente. Nós temos uma Concordata com a Igreja Católica que não abrange a generalidade das outras religiões. Por mim, preferia que houvesse uma cadeira mais voltada para a formação cívica. Essa formação cívica poderia incluir a religião como fenómeno social importante, a história das várias religiões que existem no mundo. Mas a comissão, nesse aspecto, não tem tido queixas das outras confissões minoritárias.

Na sua opinião, justifica-se a manutenção da Concordata?
A generalidade dos países com quem nos podemos comparar tem concordatas com a Igreja Católica. A Itália, a Alemanha e a própria França, onde o princípio da laicidade é levado mais a sério na Europa, continua a ter uma Concordata numa parte do país - uma antiga Concordata celebrada nos tempos de Napoleão. E, portanto, concordo que tem de haver um acordo para regular determinados aspectos das relações entre o Estado e o Vaticano, visto que a Concordata é celebrada Estado a Estado. Se me pergunta a minha opinião, preferia que a Igreja Católica se regulasse pela lei da liberdade religiosa, como todas as outras religiões, e que tivesse um acordo, assim como outras religiões podem celebrar acordos (o ramo ismaelita do Aga Khan celebrou um acordo com o Estado português), para regular determinadas matérias.

Que matérias?
Por exemplo, o casamento e o património. Não há nenhuma Igreja cristã, que tenha conhecimento, em que o casamento seja um sacramento indissolúvel como é na Igreja Católica. E justificar-se-ia um acordo sobre o património histórico da Igreja Católica. Há uma Concordata, e não defendo a revogação da Concordata, mas preferia que a Igreja estivesse integrada na lei da liberdade religiosa e tivesse feito acordos para regular estes aspectos muito concretos. Agora também queria chamar a atenção para isto: se comparamos o conteúdo da lei de liberdade religiosa com o da Concordata, designadamente no que respeita aos benefícios com que as confissões religiosas contam em Portugal, as diferenças são muito poucas. Muito poucas mesmo. Qual é a grande diferença e o valor que tem uma Concordata para a Igreja Católica? É a sua perenidade. Uma lei altera-se consoante os governos e as maiorias parlamentares, a Concordata é um tratado internacional. Por isso é que a Igreja a prefere. Em Espanha, o PSOE tem essa posição. Não penso que seja a posição do Partido Socialista em Portugal, mas admito que haja outros partidos que defendem que não devia haver Concordata.

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Fonte: https://www.publico.pt/2017/01/18/sociedade/noticia/preferia-que-a-igreja-catolica-estivesse-integrada-na-lei-da-liberdade-religiosa-1757375

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MANIFESTANTE ANTI-TRUMP GUINCHA DE JOELHOS


Um dos mais belos momentos de ontem: um manifestante anti-Trump a guinchar, a guinchar, a guinchar em agonia por ver Trump empossado como presidente dos EUA. Nunca gostei de assistir à matança do porco, mas isto é diferente, dado que o porco é inocente... Isto é música, é banquete, é um prazer único, levando a mente a imaginar o fulano a gritar até estoirar num festival de sangue a esguichar por todos os poros. Só por este momento já valeu bem a pena que Trump ganhasse; e, ou muito me engano, ou outros momentos como este se seguirão...

sexta-feira, janeiro 20, 2017

EX-MISS ITALIANA CORRE O RISCO DE FICAR CEGA PORQUE EX-NAMORADO CABO-VERDIANO LHE ATIROU ÁCIDO PARA A CARA


Uma ex-miss italiana corre o risco de ficar cega e precisa de cirurgia plástica intensiva depois de o ex-namorado, um cabo-verdiano, lhe atirar com ácido para a cara meses depois de ela lhe dar com os pés. 
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Agradecimentos ao Arauto por ter aqui trazido esta notícia: http://www.dailymail.co.uk/news/article-4114994/Former-Miss-Italy-contestant-lose-sight-jilted-boyfriend-throws-acid-face-leaving-model-horrifically-scarred.html

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Calor humano vindo do sul dá nisto... se até há europeus a fazer coisas destas, quanto mais os tipos vindos do terceiro-mundo, onde a violência e a «honra ferida» do homem é muito mais destrutiva que na Europa...

IDOSA AUTÓCTONE ESPANCADA POR «MERIDIONAL» NA ALEMANHA


«Eu quero que esta minha foto apareça no jornal», disse uma idosa alemã, Hilde M., espancada por um não europeu em Leipzig-Neulindenau Alemanha. Não é o tipo de caso que se possa ver por exemplo na SIC porque aos donos dos grandessíssimos mé(r)dia não convém que o povo comum veja cenas destas, que ver cenas destas pode levar ao «racismo e à xenofobia!!!!», o que depois dá votos aos «racistas!!!», e isso é que é uma tragédia... Esta elite me(r)diática prefere que o europeu de classe baixa continue a ser sacrificado no altar do «multiculturalismo»...
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Fontes:
http://www.epochtimes.de/politik/deutschland/leipzig-brutale-attacke-auf-alte-dame-80-blutueberstroemte-flucht-durch-die-strasse-nach-faustschlag-ins-gesicht-a2026217.html
http://lesobservateurs.ch/2017/01/19/allemagne-une-vieille-dame-agressee-par-un-migrant-il-faut-montrer-cette-photo-dans-le-journal/


PATRULHA CHARIA A ACTUAR EM VIENA DE ÁUSTRIA...

Uma patrulha charia - gangue que impõe regras muçulmanas na rua - em solo austríaco partiu o maxilar a uma jovem polca «acusada» de ter rasgado a burca de outra jovem. É mais um episódio do quotidiano europeu durante a iminvasão oriunda do terceiro-mundo.
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/01/austria-muslim-migrant-sharia-patrol-broke-girls-jaw-after-false-claim-she-pulled-off-muslimas-hijab

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É mais uma daquelas notícias que não vereis nos grandessíssimos mé(r)dia... para que não haja demasiado povo europeu a perceber o que é a iminvasão oriunda do terceiro mundo muçulmano.

REFUGIADOS A PASSAR FRIO NA EUROPA...

Assinala-se este domingo o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, numa altura em que a vaga de frio na Europa está a ser dramática para os imigrantes e refugiados que se encontram em vários países europeus. As Nações Unidas já lançaram o alerta: dizem que há refugiados a morrer de frio.
As temperaturas muito baixas, o vento forte e os nevões aliados às condições deficientes das instalações dos campos estão a afectar profundamente os imigrantes e refugiados que se encontram na Europa.
Na Sérvia, os refugiados tentam sobreviver às temperaturas que rondam os 20 graus negativos. Na capital, Belgrado, cerca de mil pessoas oriundas do Afeganistão e da Síria dormem sobre camadas de neve.
Já na Grécia, na ilha de Lesbos, a situação é “mesmo de emergência”, segundo alertou uma voluntária da organização portuguesa Plataforma de Apoio aos Refugiados, esta semana.
Uma vaga de frio com origem na Escandinávia tem afectado a Europa desde o fim da semana passado, incluindo os Balcãs, a Polónia, a Roménia, a República Checa, a Bulgária, a Macedónia, a Bielorrússia e Itália. Estima-se que esta vaga de frio na Europa já tenha feito cerca de 80 mortos.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados já avisou que o frio extremo está a matar muitos imigrantes.
Em Portugal, o Alto Comissário para as Migrações, Pedro Calado, diz que é urgente encontrar abrigos. Numa entrevista à TVI24, Pedro Calado garantiu que Portugal está empenhado nesse processo, em que as crianças, sobretudo as não acompanhadas, são a principal preocupação.
O Papa Francisco assinalou a data na mensagem proferida após a oração do ‘Angelus’, no Vaticano. Francisco afirmou que é necessário “adoptar medidas para a protecção e defesa, assim como para a integração, das crianças imigrantes”.
O Dia Mundial do Migrante e do Refugiado celebra-se anualmente no terceiro domingo de Janeiro.
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Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/internacional/migrantes/milhares-de-refugiados-sofrem-com-vaga-de-frio-na-europa   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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É uma vergonha haver refugiados  passar frio na Europa!... quando podiam estar nas Arábias, onde o clima é bem mais quente e mais parecido com o que costumam ter na Síria e no Iraque... mas a Arábia Saudita, o Catar, o Iémene, não os quiseram receber, é que nem um receberam, paciência, ninguém se revolta com isso...

MANIFESTANTE ANTI-TRUMP PEGA FOGO A SI MESMO EM SINAL DE PROTESTO

Um homem tentou pegar fogo a si próprio, nas imediações do Hotel Trump, em Washington DC, noticia o New York Post.
O mesmo meio refere que terá sido uma forma de protesto contra o Donald Trump. Mais concretamente contra a "falta de respeito" do Presidente eleito pela Constituição norte-americana.
O homem - cuja identidade não foi adiantada - tem 45 anos e foi transportado para o hospital, depois de ter queimado 10 % do seu corpo, segundo o Washington Post.
Tratar-se-á de um cidadão da Califórnia. Usou um isqueiro para pegar lume ao seu corpo. Aos jornalistas, disse que estava a protestar contra o facto de os americanos terem eleito alguém que é "completamente incapaz de respeitar a Constituição dos Estados Unidos".
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Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/725311/norte-americano-pegou-fogo-a-si-mesmo-em-protesto-contra-trump?&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer&utm_content=geral

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Um exemplo a seguir por todos os histéricos anti-Trump que aí andam, mas mais na variante de não serem transportados para o hospital a tempo de sobreviverem. 

OS JORNALEIROS DA SIC SOBRE A TOMADA DE POSSE DE TRUMP

«Se até agora valia a pena dar o benefício da dúvida, agora já não», diz o inqualificável luís costa ribas na SIC a respeito de Trump, como se esta espécie de jornalista, os seu colegas e os seus donos alguma vez tivessem deixado de dizer o pior que puderam sobre Trump. Antes disso teve o inverosímil descaramento de dizer que o discurso de Trump «não foi presidencial» como se a merda da opinião dele tivesse sido pedida, e que «essa é a opinião mais comum», como se este costaribas e quejandos fossem porta-vozes da maioria do povo. Antes disso, uma sua colega jornalista da SIC resolveu dar a sua opinião muito à moda, a meio de um discurso de Trump: «vamos ter saudades dos discursos de Obama», comentário que lá teria o seu lugar nalguma mesa de café frequentada pelos seus colegas, mas que fica particularmente reles quando proferida num horário nobre de jornalismo a propósito do discurso de outro presidente. Vai ser bom continuar a ouvir guinchos de ódio de jornaleiros destes, que estes guinchos de ódio são música para os meus ouvidos...

ALÓGENOS DA AMÉRICA DO SUL REALIZAVAM ASSALTOS NA ZONA DO PORTO E DE GONDOMAR

A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção de três estrangeiros apontados como a "célula" de uma organização criminosa internacional responsável por "furtos milionários" em residências, nomeadamente os ocorridos na quarta-feira no Porto e Gondomar. 
Em comunicado, a Directoria do Norte da PJ adianta ter identificado e detido em flagrante delito três homens provenientes de países da América do Sul e com idades entre os 24 e os 37 anos, indiciados pela prática de crimes de associação criminosa e furto qualificado em residência. "O 'modus operandi' utilizado foi o escalamento e arrombamento de moradias sitas em zonas conotadas com pessoas de elevado estatuto sócio-económico, ao início da noite, aproveitando o facto dos residentes ainda não terem regressado a casa após o dia de trabalho", explica, precisando que "um dos assaltos foi consumado e o outro apenas tentado, dado que os suspeitos foram surpreendidos pelos residentes, que já se encontravam em casa". 
Na sequência da intervenção policial foram apreendidos aos suspeitos "elevadas quantias em dinheiro, objectos em metais preciosos, documentos de identificação falsos e ferramentas" utilizadas nos crimes, tendo ainda a PJ procedido à "suspensão cautelar da remessa de encomendas postais para o estrangeiro". 
Segundo salienta a Judiciária, os crimes atribuídos a este grupo internacional "vêm provocando grande alarme social, visto serem cometidos com grande eficácia e profissionalismo, visando estabelecimentos comerciais e habitações de onde têm vindo a ser subtraídos bens de elevado valor, que se suspeita sejam escoados para fora do país". "Os suspeitos - refere - farão parte de um grupo criminoso mais vasto, de cariz internacional, que se dedicará ao cometimento de outros crimes desta natureza em diversas áreas do país".
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Fonte: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/tres-detidos-por-assaltos-milionarios-em-gondomar-e-no-porto   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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É mais um fruto da imigração sem o devido controlo.

TRUMP ANUNCIA QUE VAI CONSTRUIR FRONTEIRA COM O MÉXICO E VAI DEPORTAR IMIGRANTES ILEGAIS

O presidente Donald Trump quer acabar com o que chamou de "santuário para imigrantes ilegais" nos Estados Unidos.
Minutos depois da posse que o tornou o 45º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump já deitou mão à obra e anunciou por meio do site oficial da Casa Branca que vai deportar imigrantes que têm antecedentes criminais.
"O presidente [Donald] Trump está empenhado em construir um muro na fronteira para acabar com a imigração ilegal, parar as gangues e a violência e impedir que as drogas entrem nas nossas comunidades", afirmou a Casa Branca por meio de comunicado.
O texto diz ainda que Trump quer que os Estados Unidos deixem de ser "um santuário para imigrantes ilegais".
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/201701207480714-eua-imigrantes-ilegais-antecedentes-criminais/

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Começa bem... Pode ser que cumpra a sua promessa e deporte ainda mais imigrantes ilegais que a administração de Obama deportou... sim, o governo dirigido pelo mulato expulsou muitos imigrantes ilegais, alegadamente mais do que qualquer outro presidente, como aqui se lê: http://abcnews.go.com/Politics/obamas-deportation-policy-numbers/story?id=41715661  Se isto aconteceu porque no tempo de Obama houve mais imigrantes ilegais que em qualquer outra época, se, comparativamente, Obama expulsou poucos ilegais, isso não parece claro... mas o silêncio dos grandessíssimos mé(r)dia a respeito disto é esclarecedor, se calhar porque os donos desses meios de comunicação sucial até sabem que é preciso expulsar imigrantes ilegais para que o país não caia no caos, mas todavia não querem que o povo pense nisso, que é para ver se os alógenos podem ser metidos no(s) país(es) mais lentamente e mais à surrelfa... Isto pode significar que estão a chegar muito mais alógenos ao Ocidente do que a elite deixa saber...

MANIFESTANTES ANTI-TRUMP LEVAM A CABO ACÇÕES DE VANDALISMO EM WASHINGTON

A poucos momentos da posse de Donald Trump, protestos começaram a movimentar Washington e a causar destruição.
Um grupo de manifestantes que marcha pela capital dos Estados Unidos na tarde de hoje contra a posse de Trump quebrou lojas, restaurantes e janelas de carros numa marcha de protesto em Washington na sexta-feira.
Vestidos de preto, destruíram uma limusine preta e viraram uma banda de jornais e revistas; avarias a uma agência do Bank of America, no centro de Washington, também foram registadas.
A Polícia usou gás de pimenta para conter os manifestantes mais violentos.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/201701207479429-manifestantes-anti-trump-washigton/

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Que terão os alegados democratas de Esquerda a dizer sobre isto... parece que para alguns a Democracia só é de louvar quando quem ganha são os seus donos... porque quando o raio do povinho vota nos «racistas», os «democratas» de Esquerda dizem que assim já não querem brincar à Democracia...



quarta-feira, janeiro 18, 2017

PNR PROTESTOU CONTRA O BOICOTE MACIÇO DA IMPRENSA



No dia 14 de Janeiro, por ocasião do 4º Congresso dos Jornalistas, o PNR realizou um protesto (dia inteiro), em frente ao cinema São Jorge, em Lisboa, onde decorria a actividade.
Num dia de vento muito frio, entre as nove horas da manhã e as sete da tarde, lá estiveram vários apoiantes do nosso partido, sem arredar pé, tendo o protesto contado com a presença de várias dezenas de pessoas que por lá passaram ao longo desse Sábado.
Ostentando bandeiras, bem como faixas e cartazes alusivos ao tema durante todo o dia, distribuímos folhetos sobre a razão do protesto, às centenas de pessoas que por ali passaram. Na entrada do cinema, um grupo de partidários do PNR entregava panfletos aos próprios Jornalistas, acompanhado de um lápis azul, como toque de humor sarcástico. Muitos dos mais jovens nem sabiam sequer o significado desse gesto. Já entre os mais velhos, alguns encaravam a iniciativa com algum humor e “poder de encaixe”, enquanto outros, os donos da situação, esquerdistas, nos fuzilavam com o olhar e espumavam de raiva.
Poucos foram aqueles que tiveram coragem de nos manifestar directamente o seu apoio e concordância com a nossa reclamação. Poucos, também, foram os que tiveram a arrogância totalitária de nos enfrentar, com um discurso de ódio e discriminação que parecia saído directamente dos tempos do PREC.
Um lápis em cartão, que fizemos e pintamos de azul, foi depositado, no fim do dia, na entrada do edifício, uma vez que pedimos para sermos recebidos pela organização, tendo eles declinado por falta de tempo… A intenção era de lhes entregarmos em mão.
Terminou, assim, mais uma jornada de activismo, como sempre com o Hino Nacional, e novamente silenciada pela comunicação social, apesar de ter sido levada a cabo diante de centenas de Jornalistas… Mas o PNR não se cansará de reclamar e lutar, com toda a razão, contra o boicote cobarde do autêntico cartel que é a nossa imprensa, com a honrosa excepção de alguns órgãos de comunicação social regionais.
É obrigação do jornalismo proporcionar uma informação isenta, rigorosa e plural, assegurando a possibilidade de expressão e confronto das diversas correntes de opinião política. Mas, apesar disso, há uma censura surda e hipócrita ao nosso partido, que nega aos portugueses o direito a serem informados com verdade acerca das diferentes propostas políticas existentes em Portugal, condicionando assim a sua livre escolha! E nega ao PNR a mais elementar justiça e direito de ter um tratamento igual aos demais partidos. Isto é crime!
Quando Donald Trump, utilizou a expressão “You are fake news”, teve toda a razão! E nem disse que “fazem” notícias falsas, mas antes que “são” notícias falsas, pondo, assim, a tónica no carácter impregnado da podridão mentirosa da generalidade da imprensa. Sim, também em Portugal, os decisores no jornalismo e os jornalistas-carneiros, falseiam a verdade, com exagero, omissão, mentira, deformação e manipulação. Condicionam o livre pensamento das pessoas e praticam, da forma mais ignóbil, a censura que dizem condenar.
Sim, o PNR é vítima dessa censura assumida (em segredo mal escondido), por óbvio medo do nosso crescimento. Importa que os portugueses saibam desta profunda injustiça, encoberta pela grande mentira da suposta “liberdade de expressão”, e da dificuldade com que o PNR se debate por essa razão.
O nosso partido tem sido gravemente lesado, eleitoralmente, pela desigualdade de tratamento mas, queiram ou não, gostem ou não, o nosso crescimento pode ser travado, mas não pode é ser evitado!
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Fonte: http://www.pnr.pt/2017/01/boicote-ao-pnr/

ALÓGENO VIOLA CRIANÇA NO REINO UNIDO... E FICA À SOLTA

No Reino Unido: alógeno de quinze anos viola um rapaz de cinco anos e... fica em liberdade... Primeiramente, foi-lhe imposta uma pena de três anos em reabilitação, mas disso se safou devido a minudências legais.
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Fonte: https://www.express.co.uk/news/uk/752088/Migrant-rapist-teen-five-year-old-avoids-jail-Solicitor-General-Court-of-Appeal/amp

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Um dia estas e outras pagam-se, e com juros, quando a elite político-jurídica responsável por estas ofensas ao povo vier a ser julgada em tribunal popular.

A SITUAÇÃO TEM ESTADO PRETA NA AMÉRICA... É ALTURA DE ACENDER AS LUZES...


FUNDADORA DE GRUPO DE APOIO A REFUGIADOS FOI CHANTAGEADA POR RELAÇÃO SEXUAL COM MOURO

Na «selva de Calais», em França, uma inglesa de quarenta e seis anos, Clare Moseley, costumava levar a cabo trabalho voluntário em prol dos alegados refugiados, tendo para isso fundado a organização Care4Calais («Cuidar de Calais»), cujo funcionamento consiste em tarefas de regularização documental dos imigrantes e sua posterior colocação em países da União Europeia, mantendo para isso contactos com representantes governamentais europeus.
No início de 2016 tentou dissuadir os voluntários de terem contactos sexuais com os refugiados, o que provocou revolta no campo. Veio-se a saber, ou pelo menos a disseminar, que afinal Clare M. teve um relacionamento sexual intenso com um imigrante tunisino, passando a viver com ele, abandonando para isso a família - filhos e marido - ocultando-lhe, à família, esta relação inter-étnica.  Sucedeu entretanto que o norte-africano começou a chantageá-la, ameaçando mostrar ao marido da senhora fotos íntimas deste adultério. Clare M. não aceitou esta exigência e a coisa soube-se, não sem antes ter dado milhares de libras ao mouro para ver se este se calava, mouro este que anos antes tinha tentado convencer outra esquerdista britânica a casar-se com ele para que ele se pudesse tornar cidadão europeu, rompendo todavia relações com esta noiva quando esta se negou a pagar mil e quinhentas libras ao «conquistador» magrebino; no ano passado, o imigrante deu-se como refugiado sírio de modo a entrar no Reino Unido.
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Fonte: http://www.alertadigital.com/2017/01/16/las-vaginas-de-las-progres-caballo-de-troya-de-la-islamizacion-de-europa-un-refugiado-tunecino-extorsiono-a-una-activista-inglesa-con-contarle-al-marido-sus-relaciones-sexuales/

PRESIDENTE DA ALTICE PROPRIETÁRIA DA PT DIZ QUE PAGA O MÍNIMO DE SALÁRIOS QUE PUDER

Patrick Drahi, presidente da Altice (proprietária da PT Portugal), não escondeu a sua política de gestão de custos numa conferência na passada quinta-feira após o anúncio de compra da Cablevision, escreve o Diário Económico (DE). “Eu não gosto de pagar salários. Pago o mínimo que puder”, disse o gestor.
O DE recorda que, em Portugal, a Altice enviou em Junho cartas a fornecedores onde propunha cortes de 30%, mas até agora não houve sinais de alterações da política salarial.
Patrick Drahi disse que há “muitas pessoas muito bem pagas”, referindo-se à realidade da norte-americana Cablevision.
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Fonte: http://sol.sapo.pt/artigo/412704/nao-gosto-de-pagar-salarios-pago-o-minimo-que-puder-diz-dono-da-pt

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É bom que este tenha dito o que muitos outros patrões de grandes empresas eventualmente pensam... é bom que ele tenha tido a lata de o dizer, para que o povo saiba onde conduz uma sociedade na qual o Estado não exerça controlo rigoroso sobre o patronato e a economia em geral.

AUMENTA O FOSSO SÓCIO-ECONÓMICO A NÍVEL MUNDIAL... MAS NÃO EM TODOS OS PAÍSES

A fortuna dos oito homens mais ricos do planeta é equivalente às posses de metade da população mundial com menos dinheiro, cerca de 3,6 mil milhões de pessoas. Esta é a conclusão da ONG britânica OXFAM que publicou um relatório contra a desigualdade, na véspera do Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça.
O estudo baseia-se na lista da Forbes das maiores fortunas do planeta. AOXFAM reclama uma política fiscal que permita reduzir um fosso que teima em alargar-se.
“Vimos alguns países que nos últimos dez anos inverteram a tendência e que estão a reduzir o fosso entre os ricos e os pobres. Umas das coisas que fizeram foi porem os ricos a pagarem os seus impostos. Temos situações em que os multimilionários pagam, proporcionalmente, menos impostos que as suas empregadas da limpeza ou as suas secretárias” – denuncia Max Lawson, daOXFAM.
O americano Bill Gates encabeça uma lista que inclui nomes como os dos compatriotas Warren Buffet e Mark Zuckerberg ou o do mexicano Carlos Slim.
A ONG publica anualmente este estudo de modo a tentar pressionar os dirigentes políticos e os líderes da economia e da finança mundial que se reúnem habitualmente em Janeiro na estância de inverno de Davos.
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Fonte: http://pt.euronews.com/2017/01/16/oxfam-fosso-entre-ricos-e-pobres-continua-a-alargar-se   -   Página com vídeo incorporado   -   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Parece que os dez países mais avançados em termos de igualdade são, por ordem decrescente, Noruega, Luxemburgo, Suíça, Islândia, Dinamarca, Suécia, Holanda, Austrália, Nova Zelândia e Áustria.
(Fonte: http://www.switzerlandtimes.com/index.php/sid/250987059)
De notar que na Noruega o nível de vida subiu 10.6% entre 2008 e 2013, embora a economia deste país tenha crescido apenas 0.5%.
(Fonte: http://www.politico.eu/article/global-report-sees-rise-in-inequality-in-us/)

Percebe-se portanto que a desigualdade não é uma inevitabilidade quando o Estado, isto é, o Povo, sabe pôr o plutocratame na ordem.

DIRIGENTE DO WIKILEAKS ACUSA ADMINISTRAÇÃO OBAMA DE QUERER MINAR A LEGITIMIDADE DE TRUMP

Segundo o chefe redactor do WikiLeaks, administração actual dos EUA está tentando deslegitimar o presidente eleito, Donald Trump.
O fundador do portal WikiLeaks, Julian Assange, declarou que as alegações contra a Rússia por interferir nas eleições presidenciais nos EUA são uma tentativa da administração do presidente actual de deslegitimar o futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informa o jornal russo Izvestia. O chefe-redactor do site revelou isto em entrevista ao canal Fox News:
"Estão a tentar privar a Administração Trump, que em breve irá ocupar a Casa Branca, de legitimidade. Estão a tentar persuadir [o povo] de que o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, não é o presidente legitimo", sublinha Assange.
O site WikiLeaks não coopera com Rússia ou qualquer outro país, reforçou Assange durante entrevista ao canal. O chefe-redactor do WikiLeaks frisou que os resultados das eleições de votação nos Estados Unidos foram influenciados pelas declarações e acções da candidata do partido Democrático, Hillary Clinton, e do director da sua campanha eleitoral, John Podesta.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/201701187454954-assange-acusacoes-russia-administracao-obama-trump/

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Jogo limpo nunca foi apanágio da hoste «anti-racista» e anti-Trump, com o presidente africano à cabeça.

CURDOS DENUNCIAM: «HÁ NO LADO IRAQUIANO QUEM NÃO QUEIRA A LIBERTAÇÃO DE MOSSUL CONTRA O CALIFADO»

Há forças no Iraque que se opõem à operação de grande escala que tem por objectivo libertar Mossul do Daesh, disse à Sputnik o assessor de imprensa do presidente dos curdos iraquianos, Kefah Mahmud.
"Há uma razão porque Sinjar, Mossul e Saladin foram abandonadas e quatro milhões de iraquianos se tornaram refugiados. Este grupo pode planear algo para evitar que Mossul seja plenamente libertada para que muitas coisas permaneçam enterradas", disse à Sputnik Internacional.
Kefah Mahmud disse também que o ex-primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, e os seus apoiantes "deliberadamente" não querem que o assunto curdo seja resolvido e tentam obstaculizar os esforços do primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Maliki, nesta área. Por exemplo, aprovaram o orçamento sem aprovação do Partido Democrático do Curdistão, a maior força política na região, disse Mahmud.
As relações entre Bagdad e Arbil, capital do Curdistão iraquiano, têm sido tensas desde que os Curdos começaram a promover uma maior autonomia. No entanto, os êxitos atingidos na ofensiva para libertar Mossul mostraram que a cooperação entre as duas partes pode ser frutífera. "O facto de que as forças de segurança iraquianas e combatentes curdos têm cooperado e coordenado as suas actividades destinadas à libertação de Mossul serve de prova de que o plano de estabilização entre Bagdad e Arbil está a funcionar. Talvez, pela primeira vez, desde que o Iraque foi fundado, as Forças Armadas do Iraque trabalharam em conjunto com forças peshmerga. Em resultado foram atingidas grandes vitórias", disse.
O representante curdo afirmou que entre Bagdad e Arbil permanecem algumas divergências, mas que as partes conseguiram atingir compromissos em muitos assuntos.
"Ambas as partes acordaram como continuará a operação de libertação de Planícies de Nínive e Mossul. Assumiram a responsabilidade de realizar operações de libertação dos bairros setentrionais, ocidentais e meridionais de Mossul. Estabeleceram também uma cooperação eficiente com a liderança dos EUA", disse, acrescentando que, além disso, foi criado um comité para resolver as questões que podem surgir depois de libertação da província de Nínive. Mahmoud sublinhou que Arbil não tenciona forçar as regiões a integrarem o Curdistão iraquiano. O processo será democrático e legal, disse.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201701187456354-forcas-libertacao-mossul-daesh/

BATALHA DE PEDROSO, UMA DAS PRIMEIRAS BATALHAS DA NAÇÃO PORTUGUESA

Condado Portucalense em 1070


Batalha de Pedroso ocorreu a 18 de Janeiro de 1071 perto da freguesia de Mire de Tibães, no concelho de Braga. Nuno Mendes, então conde de Portucale, não conseguiu conter Garcia da Galiza, perdendo a vida e a batalha.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Pedroso

Em resultado, Garcia II passou a nomear-se «rei de Portugale». 

Costuma considerar-se D. Afonso Henriques como «o pai da nacionalidade», como se a Nacionalidade pudesse ter um criador em vez de ser aquilo que realmente é, a saber, sangue e língua, e nada disto é criado por um indivíduo...
A Nacionalidade é bem anterior a D. Afonso Henriques ou então nem sequer existe. Quanto à teoria de que só surge com Aljubarrota, enfim... uma francesice (Renan) no seu pior sentido, que consiste em achar que a nacionalidade depende da manifestação de uma consciência colectiva.



Bem antes do pai de D. Afonso Henriques ter sequer vindo para a Ibéria, já Nuno Mendes lutava pela independência desta grei do extremo ocidente europeu, que eventualmente até lhe era bem anterior. Conforme diz a Wikipédia, «A reocupação e possível reconstrução ou fortificação de Portugale verificou-se após a presúria de Vímara Peres, em 868, vivendo, a partir de então, um próspero período da sua história: daí partiu toda a acção de reorganização, bem sucedida, e nalguns casos de repovoamento, para além dos limites da antiga diocese nela sediada, quer ao norte do rio Ave, quer ao sul do rio Douro. Por esta altura, o território designava-se de Terra Portugalense ou Portugalia. Desta forma, o antigo burgo de Portucale deu o nome a um novo estado ibérico.
Paulo Merêa refere a existência de documentos comprovadamente encontrados na província de Ourense, na Galiza, nos quais surge a referência expressa a terras situadas em Portugal, ou seja, ao sul do rio Lima, e que então pertenciam, e vieram ainda a pertencer durante algum tempo, no âmbito da organização eclesiástica de Tui, repovoada durante o reinado de Ordonho I.
Apenas dez anos decorridos sobre a reconquista definitiva de Portucale deve ter sido tomada a cidade de Coimbra e erigida em condado independente às mãos de Hermenegildo Guterres em 878; a sua posição de charneira entre os mundos cristão e muçulmano permitiu uma vivência de maior paz no Entre-Douro-e-Minho, se bem que a região era alvo de incursões normandas regulares. As campanhas do Almançor, em finais do século X, porém, fizeram recuar a linha de fronteira de novo até ao Douro e o condado de Coimbra é suprimido. Na segunda metade do século XI, reconstituiu-se ao sul o condado de Coimbra, que incluía ainda as terras de Lamego, Viseu e Feira, sendo entregue ao conde ou alvazil Sesnando Davides, que conquistara definitivamente a cidade em 1064. Este condado viria mais tarde a ser incorporado no Portucalense. (...)

Na secção de discussão do artigo, pode ler-se esta citação de João Ameal:
"Os Suevos já não têm concorrentes. Durante mais de uma centúria sustenta-se o seu reino na parte noroeste da Península. Alarga-se até o Tejo com a capital em Braga (já sede de um bispado desde Diocleciano) e chama-se Reino de Portu-Cale — do nome de dois castros fronteiros nas margens do Douro" (AMEAL, p. 24).
Isto ter-se-á passado antes do domínio visigótico, ou seja, uns séculos antes da invasão norte-africana. A ser verdade o que conta Ameal,  entende-se que a raiz da Portugalidade é portanto bem antiga e pode até ter na Antiguidade tardia as suas raízes directas.

A Batalha de Pedroso é portanto formalmente falando uma das primeiras batalhas desta entidade do extremo ocidente europeu que hoje se quer ver soberana, o que o malogrado e heróico Nuno Mendes também quis e D. Afonso Henriques veio décadas depois dele a alcançar. Uma Nação não é simplesmente um Estado ou um país independente - é, antes de mais nada, povo e língua, sangue e voz, merecendo a soberania mas tendo o mais das vezes de lutar para a conseguir.



terça-feira, janeiro 17, 2017

NOVO MANUAL MATRIMONIAL NA TURQUIA ENSINA MULHERES A SUBMETEREM-SE AOS MARIDOS E MARIDOS A BATER NAS ESPOSAS CASO ESTAS NÃO SEJAM OBEDIENTES


Na Turquia, um manual matrimonial da autoria de um ex-funcionário dos serviços religiosos estatais, ensina que uma criança pode casar com dez anos, que as esposas têm obrigação de se embelezarem para os seus respectivos maridos e que os maridos podem bater nas mulheres se estas não lhes obedecerem, porque é preciso ensinar às esposas quem é que manda em casa. 
No parlamento turco, o Partido do Povo Republicano - CHP - de Esquerda democrática laicista (kemalista, também), considerou o livro como «irracional» e criticou-lhe o conteúdo misógino. 
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Fonte: https://www.jihadwatch.org/2017/01/turkish-marriage-guide-beating-wives-reminds-them-husband-rules-house-which-is-like-medicine

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Passa-se isto num país «laico» que boa parte da elite política europeia, incluindo toda a classe par(a)lamentar «tuga», quer meter pela Europa adentro...

NO PAÍS AO LADO - 43% DOS AGRESSORES EM VIOLÊNCIA DE GÉNERO SÃO ESTRANGEIROS...

Los hombres que asesinan a sus parejas o ex parejas, son en su gran mayoría, extranjeros. Según un estudio del Consejo General del Poder Judicial (CGPJ), un 57 % de los agresores eran españoles mientras que el restante 43% eran extranjeros, un segmento de la población que en ese año correspondía al 12% del total de ciudadanos residentes en España. El porcentaje de víctimas nacionales descendió en 4,5 puntos con respecto a 2008.
El estudio, que ha sido elaborado por el Grupo de Expertos en Violencia Doméstica y de Género del CGPJ, analiza las 45 sentencias dictadas por las Audiencias Provinciales durante 2009 en los casos de homicidios y asesinatos en el ámbito de la pareja y la ex pareja de los que los autores son hombres y mujeres.
Los agresores cumplen una media de 18 años de cárcel y pagan alrededor de 217.000 euros de indemnización . En 41 (el 91 por ciento) de las resoluciones los autores fueron varones y en las cuatro restantes (el 9 por ciento), fueron mujeres, por lo que la mayoría de los crímenes en el ámbito de la pareja o ex pareja son violencia de género y "una minoría" son violencia doméstica (la que ejerce la mujer contra el hombre).
El informe refleja que del total de sentencias estudiadas, el 95,5 por ciento (43) fueron condenatorias y en cuanto al 4,5 por ciento restante el tribunal estimó que concurría una circunstancia eximente completa de la responsabilidad criminal del acusado, que derivó en internamiento psiquiátrico.
En cuanto a las penas, la de prisión es la principal impuesta en todos los casos, con una media de 18 años de condena en los casos de asesinato y 12 en los casos de homicidio. La inhabilitación para la patria potestad se ha impuesto en dos casos y la suspensión del régimen de visitas con los menores, en uno.
El informe señala que en las sentencias analizadas se han apreciado seis circunstancias modificativas que han atenuado la responsabilidad criminal del agresor. En concreto, en catorce de las 45 sentencias (el 31 por ciento) se atenuó la pena por confesión; en cuatro (el nueve por ciento) fue por la adicción de alcohol y drogas; en dos (cuatro por ciento) por reparación del daño.
El Grupo de Expertos deja constancia de "la falsedad del mito de que los asesinos de mujeres actúan, en su gran mayoría, bajo el influjo del alcohol y de las drogas, confirmando que la violencia de género es un atentado sin justificación de los derechos humanos de las víctimas".
Sobre el vínculo entre agresor y víctima, el estudio explica que en el 31 por ciento de los casos existía un vínculo matrimonial, el 44 por ciento convivían en la misma vivienda, en un 16 por ciento la relación era de noviazgo, y en el siete por ciento la pareja se había separado.
Con respecto al anterior estudio que se realizó con sentencias dictadas en 2008, se ha producido un descenso de 22 puntos de los supuestos en que existía matrimonio.
El estudio constata también que buena parte de la violencia de género "continúa sin ser denunciada". De hecho, sólo en catorce sentencias (un 31 por ciento) existían denuncias previas al crimen. 
Para la presidenta del Observatorio de Violencia Doméstica y de Género, Inmaculada Montalbán, gracias a este tipo de estudios se puede constatar la aplicación de la ley, cómo se está desarrollando el fenómeno de la violencia de género y cómo se pretende actuar en el ámbito de la prevención.
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Fonte: http://www.lavanguardia.com/vida/20110117/54102905958/un-43-por-ciento-de-los-asesinatos-por-violencia-de-genero-son-cometidos-por-extranjeros.html

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Olha que novidade, a desproporção imensa entre violência de género cometida por nacionais e violência de género cometida por estrangeiros... já agora, seria interessante saber que estrangeiros são esses... sabe-se apenas que em Espanha o grosso da imigração é de origem norte-africana...
E cá, como serão os números? É mistério, uma vez que a lei não permite estatísticas de cariz étnico/racial...

«TRUMP É O PRESIDENTE NORTE-AMERICANO MENOS POPULAR DE SEMPRE!»

Ouvi agora no telejornal da SIC que «Trump é o menos popular de todos os presidentes norte-americanos». Pois claro - ganhou as putas das eleições, ainda não pôde fazer nada porque só toma posse daqui a três dias, mas já «é o menos popular», dizem os jornaleiros dos grandessíssimos mé(r)dia de quem os pariu. E depois é «isto» que se queixa de as pessoas cada vez mais preferirem fontes de informação alternativas...
Logo a seguir, vêem-se umas parangonas a dizer «CHURRASQUEIRA VINTA TRUMP», porque uma churrasqueira portuguesa em Nova Iorque tem escrito no vitrina que aceita toda a gente, imigrantes e tudo, numa aparente «boca» contra a vitória de Trump, e os jornaleiros da SIC acham que isto é digno de aparecer no noticiário de horário nobre. Valem todas as migalhas mais mesquinhamente ridículas para tentar convencer o povinho de que «toda a gente de bem odeia o Trump!» E depois ainda há quem teça loas à «qualidade de informação» da SIC... 

PRIMEIRA-MINISTRA ESCOCESA INSISTE NA POSSIBILIDADE DA INDEPENDÊNCIA DA SUA NAÇÃO

A Escócia deve poder-se auto-determinar, se o governo da Grã-Bretanha optar por uma saída brusca e sem compromissos da UE, disse nesta terça-feira a primeira-ministra escocesa, Nicola Sturgeon.
Ao contrário da Grã-Bretanha como um todo, a Escócia, no referendo de 23 de Junho do ano passado, votou pela permanência do país na União Europeia. Desde então, o país manifestou-se em todas as ocasiões possíveis pela manutenção dos laços económicos com o bloco regional.
A primeira-ministra britânica, Theresa May, realizou um longo discurso sobre o Brexit, no qual anunciou que além da União Europeia, a Grã-Bretanha também estará a deixar a Comunidade Económica Europeia e a União Aduaneira da UE. "A Escócia deve ter a possibilidade de determinar o seu futuro, já que todos os compromissos estão a ser rompidos", destacou Sturgeon, ao comentar as declarações de May. Ela afirmou que a Escócia não pode ser arrastada, contra a própria vontade, para fora do mercado comum e disse que estudará todas as opções possíveis a serem empreendidas pelo seu país.
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Fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201701177449318-Sturgeon-Escocia-Brexit-May/

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De uma maneira ou doutra, o caminho para a Europa das Nações continua a ser percorrido - saúde-se uma Escócia independente, percebendo-se que ao fim ao cabo a União Europeia até tem as suas vantagens...