quarta-feira, julho 29, 2026

FRANÇA - FRANCÊS PRÓ-IMIGRAÇÃO ACOLHEU IMIGRANTES EM SUA CASA E AGORA ESTÁ ELE PRÓPRIO NO OLHO DA RUA

Em Saint-Juvat, na região de Côtes-d'Armor, na França, Hervé, de 56 anos, concordou em hospedar uma família de quatro imigrantes ilegais da Maurícia, país africano, no verão de 2025. O que começou como um grande erro revelou-se um grande problema, e agora Hervé está sem tecto e sem acesso à casa na qual investiu anos de reformas.
Hervé, que passou anos a restaurar uma histórica casa de hóspedes francesa numa tranquila comunidade rural com o sonho de criar um refúgio acessível para viajantes e pessoas necessitadas, vê-se agora desabrigado após convidar a família para se hospedar. A situação agravou-se, resultando em ameaças, danos à propriedade, batalhas judiciais e a sua própria condição de sem-tecto.
Hervé adquiriu a antiga pousada num leilão em 2019. Nos cinco anos seguintes, dedicou tempo, esforço e recursos à restauração do edifício, idealizando-o como sua casa e um espaço acolhedor. O seu plano era simples, porém ambicioso: oferecer estadias a baixo custo para campistas, turistas e residentes temporários que, de outra forma, teriam dificuldades para encontrar acomodações acessíveis na região, segundo o jornal francês La Dépêche.
Esta não foi a primeira vez que ele estendeu a mão amiga. Hervé já tinha acolhido na sua propriedade diversas pessoas que enfrentavam dificuldades. Acredito que abrir as portas aos outros é algo fundamental”, disse ele, refletindo uma filosofia pessoal de abertura.
No Verão de 2025, um casal com duas filhas pequenas procurou Hervé pedindo permissão para montar uma barraca no seu jardim para o Inverno que se aproximava. A família, de origem mauriciana e, segundo relatos, em situação administrativa irregular em França, corria o risco de passar os meses frios ao relento. Comovido com a vulnerabilidade deles, especialmente das crianças, Hervé ofereceu-se para permitir que morassem na sua propriedade. “Crianças a dormir em barracas durante o Inverno e ainda a ter que ir à escola — isso é terrível”, explicou ele mais tarde. Permitiu então que elas ficassem na casa de hóspedes por um curto período, a um preço de aluguer muito acessível. A 6 de Outubro de 2025, as partes assinaram um contracto de arrendamento de dois meses, renovável por mais uma vez. O período inicial de convivência pareceu transcorrer sem problemas. Hervé chegou a ajudar a matricular a filha mais nova, ainda menor de idade, no liceu hoteleiro na cidade vizinha de Dinard, dando à família uma aparência de estabilidade. No início de 2026, as tensões começaram a surgir. Relatos descrevem distúrbios nocturnos crescentes, acusações infundadas de roubo contra Hervé e alegações de que as contas de electricidade tinham sido adulteradas ou falsificadas. A situação agravou-se drasticamente em Janeiro de 2026. Segundo relatos, o pai da família foi apanhado a adulterar o medidor de electricidade. Ao ser confrontado, ele teria ameaçado Hervé directamente, dizendo: "Vou-te partir a cara". Para Hervé, isto representou uma viragem. “A máscara cai”, disse ele à Actu, quando ficou claro que a família poderia ser perigosa. Ele decidiu não renovar o contracto de aluguer, alegando, entre outros problemas, a falta de comprovante de seguro por parte da família. A situação piorou quando o casal supostamente danificou o seu carro, quebrando um retrovisor. Hervé apresentou queixa às autoridades. Seguindo o conselho de polícias, que o aconselharam a não ficar sozinho na propriedade, ele ligou para o irmão em busca de apoio e acabou por deixar a casa de hóspedes. Numa manhã, pouco tempo depois, ele voltou e encontrou a casa coberta de lama, um aparente acto de vandalismo. A 1 de Fevereiro de 2026, Hervé emitiu uma notificação legal formal exigindo que a família desocupasse o imóvel. A família não acatou a exigência. À medida que o processo de despejo avançava nos tribunais, Hervé fez uma descoberta surpreendente: o mesmo casal já tinha sido alvo de um processo de despejo noutra propriedade por volta de Julho de 2025. Esses problemas anteriores envolviam, segundo relatos, aluguer atrasado, violência verbal e ameaças de morte.
O processo legal actual tem-se mostrado dolorosamente lento. Em Julho de 2026 – quase seis meses após a notificação formal – a família permanece na casa de hóspedes. As audiências foram perdidas ou adiadas a pedido da família, e Hervé não conseguiu retomar a posse da sua casa. Ele descreveu a situação como “incontrolável” e agora considera vender a propriedade que levou cinco anos para restaurar.
França já presenciou casos ainda piores no passado, incluindo imigrantes que acabaram por matar as suas famílias anfitriãs, um facto que a Remix News já abordou diversas vezes (aqui, aqui, aqui e aqui). Os casos envolviam frequentemente pessoas de Esquerda e altruístas que ofereciam as suas casas a imigrantes que acabavam por assassiná-las violentamente ou ocupar os seus apartamentos ilegalmente.
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Fonte: https://rmx.news/article/a-frenchman-took-in-4-illegal-migrants-into-his-home-out-of-kindness-now-he-is-homeless/

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Mais uma notícia que não passa nos grandessíssimos mé(r)dia, apesar de ter um toquezito de insólito algo cómico que os jornalistas tanto apreciam, e expõem por vezes no final do jornal da noite, e pelos vistos já são vários, e até tinha piada mostrar este fulano sem tecto e com cara de parvo, mas mostrá-lo nos mé(r)dia podia alertar demasiado o «povinho» para os riscos da imigração e portantos é melhor não...


3 Comments:

Blogger Lol said...

e olha que essas ilhas do indico sao geralmente mais desenvolvidas que o mainland imagina o resto..

31 de julho de 2026 às 02:20:00 WEST  
Blogger Lol said...

vc viu os mouros invadindo os enclaves da espanha?..eu vi no face..

31 de julho de 2026 às 02:21:00 WEST  
Blogger Lol said...

sera que o afonso fez post de ceuta vc vai fazer?a bandeira deles e tuga

3 de agosto de 2026 às 19:29:00 WEST  

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