EUROPA - MENOS CULPABILIZAÇÃO, MAIS REARMAMENTO
A comentadora Diana Soller desmonta a acusação constante contra a Europa no que toca às negociações de paz entre a Ucrânia e a Rússia.
A ideologia burguesa funciona com burgueses e gente civilizada - não garante nada além disso, sobretudo quando está a lidar com bullies que só respeitam a lei da força. Este é o motivo pelo qual a OTAN deve rearmar-se para deixar claro que Putin não manda num só milímetro a oeste da Rússia.


5 Comments:
Petição ANTI-PATIFARIA MERCENÁRIA: urge uma alteração à Constituição!
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-> Sim, urge uma alteração à Constituição: todo e qualquer militar deve poder declarar OBJECÇÃO DE CONSCIÊNCIA perante uma situação que ele considera ser um caso de patifaria mercenária!
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O general Isidro de Morais é um case-study (é ver as suas afirmações); sim:
1- depois de financiarem a instalação do caos (financiaram o boicote às negociações de paz: Minsk-1, Minsk-2, Instanbul-2022) os liberais da Blackrock,etc abocanharam as riquezas da Ucrânia: sim, veja-se os negócios feitos pela Blackrock, etc.
2- depois de, em 2014, no parlamento português, o Partido Comunista Português protestar contra o massacre de russófonos (nas regiões russas... cedidas à Ucrânia pela ditadura dos sovietes)... a patifaria mercenária desatou numa risada!...
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SIM: as forças armadas estão infestadas de patifes mercenários (ao serviço dos liberais que pretendem fazer negócios no caos) da laia do senhor general Isidro de Morais.
Parece que a facção pro Ucrânia, ou seja, pro defesa das nações, ganhou mesmo na administração Trump:
https://observador.pt/2026/07/29/zelensky-afirma-que-iniciativa-da-guerra-ja-nao-esta-nas-maos-de-putin/
e no movimento MAGA: https://observador.pt/especiais/fomos-enganados-pela-propaganda-russa-estao-os-apoiantes-de-trump-a-mudar-de-opiniao-sobre-a-ucrania/
boas noticias.
boas o que?a russia tem nukes taticas..
Claro que o putinedo odeia o general Isidro de Morais Pereira, um dos melhores comentadores televisivos no que diz respeito ao que se está a passar na Ucrânia. Vai daí, fazem tiro ao alvo «moral», a ver se o descredibilizam. Ainda não vi foi nenhum argumento que o conseguisse fazer.
Quanto às tretas do costume, são o costume:
1- Chamar «instalação do caos» à defesa militar de uma Nação soberana europeia a ser invadida por uma potência multirracial, ora isto é o cúmulo do nojo; note-se que ainda nem se chegou a meio do primeiro argumento e já se está no cúmulo do nojo, não sei onde pode isto ir dar, ora deixa cá ver, ah, os Minsk-1 e Minsk-2, duas vergonhas que a própria Rússia sabotou com o seu comportamento hostil, enquanto a miséria moral de Istambul-2022 só foi rebatida pela dignidade anglo-saxónica de dizer a Zelensky que ele não tinha de se submeter às obscenidades que Putin lhe queria imputinar:
Neutralidade Permanente: a Ucrânia devia abdicar formalmente de qualquer aspiração de vir a integrar a NATO, consagrando o estatuto de país neutro e não-alinhado na sua constituição.
Garantias de Segurança com Direito de Veto: seria criado um grupo de países garantes, mas a Rússia exigia que qualquer intervenção militar desses aliados em defesa da Ucrânia, em caso de nova agressão, dependesse da aprovação unânime de todos os garantes — o que dava a Moscovo um direito de veto sobre a sua própria protecção.
Limitações Militares: a Rússia impunha restrições severas ao número máximo de efectivos das Forças Armadas da Ucrânia e à quantidade de equipamento militar pesado permitido no país.
Exclusão de Exercícios Estrangeiros: ficava proibida a realização de manobras ou exercícios militares conjuntos com forças estrangeiras no território ucraniano sem o consentimento dos Estados garantes.
Questões Territoriais e Políticas: o estatuto da Crimeia e das repúblicas separatistas do Donbas ficava pendente ou sujeito a exigências de reconhecimento e redefinição territorial impostas pelo Kremlin, pontos que Kyiv recusava liminarmente.
Estatuto Oficial da Língua Russa: a Rússia exigia que a Ucrânia garantisse o estatuto de língua oficial ao idioma russo em todo o território nacional, em moldes de igualdade ou com protecções equivalentes às da língua ucraniana.
Revogação de Leis de Identidade: Kyiv teria de revogar imediatamente todas as restrições ao uso do Russo aplicadas na administração pública, na justiça e no sistema de ensino.
Fim das Quotas nos Média: exigia-se o cancelamento das quotas obrigatórias de conteúdo em língua ucraniana na rádio e na televisão, que Moscovo classificava como "discriminatórias" para com a população russófona.
"Desnazificação" Legislativa: sob o pretexto político de combater o extremismo, o rascunho proibia expressamente a glorificação e a propaganda do nazismo e movimentos associados, exigindo a criminalização destas condutas e a alteração de manuais escolares e programas culturais.
Não foi só a dignidade da Ucrânia que Londres salvou ao fortalecer Kyiv contra estes insultos à soberania nacional postos por escrito. Foi, também, a dignidade da Europa e de todo o Ocidente.
2- Depois de, em 2014, no parlamento português, o Partido Comunista Português calar a sua imunda fossa diante da invasão russa da Crimeia, agora tem despudor para continuar a defender a invasão russa desde 2022, enquanto papagueia aldrabices sobre alegados «massacres de russófonos!», já mais que desmentidos. Não era simplesmente uma risada mercenária que estas coisas de foice-e-martelo mereciam. O que essa maralha está a fazer é a promover impunemente uma invasão sangrenta contra uma democracia.
Nota 1: Quem vê um grupo de criminosos a assaltar um transeunte e não faz nada, nem sequer chama de imediato a polícia mesmo que o possa fazer, está a mostrar a merda que é o seu carácter. É deste material humano que se fazem os criminosos cujo lugar permanente é a pildra.
O mesmo se aplica a um país europeu democrático que nem sequer ajuda um outro país igualmente europeu e democrático a ser invadido por um império asiático multirracial.
Nota 2: Quando se vêem alegados nacionalistas a evocar um procedimento comuna contra uma soberania nacional europeia diante de um império - e logo essa parte da comunagem, que anda há décadas a jurar pela saudinha da puta da mãezinha que defende «a soberania nacional contra a UE!» - pois quando se vê isto, torna-se triste e monótono ver confirmada o estafado lugar-comum, tantas vezes errado, de que «os extremos tocam-se». Felizmente que o maior partido nacionalista português não está nas mãos deste pessoal, livra... Haja dignidade.
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