quarta-feira, julho 29, 2026

EUROPA - MENOS CULPABILIZAÇÃO, MAIS REARMAMENTO


A comentadora Diana Soller desmonta a acusação constante contra a Europa no que toca às negociações de paz entre a Ucrânia e a Rússia.
A ideologia burguesa funciona com burgueses e gente civilizada - não garante nada além disso, sobretudo quando está a lidar com bullies que só respeitam a lei da força. Este é o motivo pelo qual a OTAN deve rearmar-se para deixar claro que Putin não manda num só milímetro a oeste da Rússia.

5 Comments:

Blogger mensagensnanett said...

Petição ANTI-PATIFARIA MERCENÁRIA: urge uma alteração à Constituição!
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-> Sim, urge uma alteração à Constituição: todo e qualquer militar deve poder declarar OBJECÇÃO DE CONSCIÊNCIA perante uma situação que ele considera ser um caso de patifaria mercenária!
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O general Isidro de Morais é um case-study (é ver as suas afirmações); sim:
1- depois de financiarem a instalação do caos (financiaram o boicote às negociações de paz: Minsk-1, Minsk-2, Instanbul-2022) os liberais da Blackrock,etc abocanharam as riquezas da Ucrânia: sim, veja-se os negócios feitos pela Blackrock, etc.
2- depois de, em 2014, no parlamento português, o Partido Comunista Português protestar contra o massacre de russófonos (nas regiões russas... cedidas à Ucrânia pela ditadura dos sovietes)... a patifaria mercenária desatou numa risada!...
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SIM: as forças armadas estão infestadas de patifes mercenários (ao serviço dos liberais que pretendem fazer negócios no caos) da laia do senhor general Isidro de Morais.

29 de julho de 2026 às 21:06:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Parece que a facção pro Ucrânia, ou seja, pro defesa das nações, ganhou mesmo na administração Trump:

https://observador.pt/2026/07/29/zelensky-afirma-que-iniciativa-da-guerra-ja-nao-esta-nas-maos-de-putin/

e no movimento MAGA: https://observador.pt/especiais/fomos-enganados-pela-propaganda-russa-estao-os-apoiantes-de-trump-a-mudar-de-opiniao-sobre-a-ucrania/

boas noticias.

29 de julho de 2026 às 23:51:00 WEST  
Blogger Lol said...

boas o que?a russia tem nukes taticas..

5 de agosto de 2026 às 05:58:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Claro que o putinedo odeia o general Isidro de Morais Pereira, um dos melhores comentadores televisivos no que diz respeito ao que se está a passar na Ucrânia. Vai daí, fazem tiro ao alvo «moral», a ver se o descredibilizam. Ainda não vi foi nenhum argumento que o conseguisse fazer.

Quanto às tretas do costume, são o costume:
1- Chamar «instalação do caos» à defesa militar de uma Nação soberana europeia a ser invadida por uma potência multirracial, ora isto é o cúmulo do nojo; note-se que ainda nem se chegou a meio do primeiro argumento e já se está no cúmulo do nojo, não sei onde pode isto ir dar, ora deixa cá ver, ah, os Minsk-1 e Minsk-2, duas vergonhas que a própria Rússia sabotou com o seu comportamento hostil, enquanto a miséria moral de Istambul-2022 só foi rebatida pela dignidade anglo-saxónica de dizer a Zelensky que ele não tinha de se submeter às obscenidades que Putin lhe queria imputinar:

Neutralidade Permanente: a Ucrânia devia abdicar formalmente de qualquer aspiração de vir a integrar a NATO, consagrando o estatuto de país neutro e não-alinhado na sua constituição.
Garantias de Segurança com Direito de Veto: seria criado um grupo de países garantes, mas a Rússia exigia que qualquer intervenção militar desses aliados em defesa da Ucrânia, em caso de nova agressão, dependesse da aprovação unânime de todos os garantes — o que dava a Moscovo um direito de veto sobre a sua própria protecção.
Limitações Militares: a Rússia impunha restrições severas ao número máximo de efectivos das Forças Armadas da Ucrânia e à quantidade de equipamento militar pesado permitido no país.
Exclusão de Exercícios Estrangeiros: ficava proibida a realização de manobras ou exercícios militares conjuntos com forças estrangeiras no território ucraniano sem o consentimento dos Estados garantes.
Questões Territoriais e Políticas: o estatuto da Crimeia e das repúblicas separatistas do Donbas ficava pendente ou sujeito a exigências de reconhecimento e redefinição territorial impostas pelo Kremlin, pontos que Kyiv recusava liminarmente.
Estatuto Oficial da Língua Russa: a Rússia exigia que a Ucrânia garantisse o estatuto de língua oficial ao idioma russo em todo o território nacional, em moldes de igualdade ou com protecções equivalentes às da língua ucraniana.
Revogação de Leis de Identidade: Kyiv teria de revogar imediatamente todas as restrições ao uso do Russo aplicadas na administração pública, na justiça e no sistema de ensino.
Fim das Quotas nos Média: exigia-se o cancelamento das quotas obrigatórias de conteúdo em língua ucraniana na rádio e na televisão, que Moscovo classificava como "discriminatórias" para com a população russófona.
"Desnazificação" Legislativa: sob o pretexto político de combater o extremismo, o rascunho proibia expressamente a glorificação e a propaganda do nazismo e movimentos associados, exigindo a criminalização destas condutas e a alteração de manuais escolares e programas culturais.

Não foi só a dignidade da Ucrânia que Londres salvou ao fortalecer Kyiv contra estes insultos à soberania nacional postos por escrito. Foi, também, a dignidade da Europa e de todo o Ocidente.

2- Depois de, em 2014, no parlamento português, o Partido Comunista Português calar a sua imunda fossa diante da invasão russa da Crimeia, agora tem despudor para continuar a defender a invasão russa desde 2022, enquanto papagueia aldrabices sobre alegados «massacres de russófonos!», já mais que desmentidos. Não era simplesmente uma risada mercenária que estas coisas de foice-e-martelo mereciam. O que essa maralha está a fazer é a promover impunemente uma invasão sangrenta contra uma democracia.

7 de agosto de 2026 às 19:07:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Nota 1: Quem vê um grupo de criminosos a assaltar um transeunte e não faz nada, nem sequer chama de imediato a polícia mesmo que o possa fazer, está a mostrar a merda que é o seu carácter. É deste material humano que se fazem os criminosos cujo lugar permanente é a pildra.
O mesmo se aplica a um país europeu democrático que nem sequer ajuda um outro país igualmente europeu e democrático a ser invadido por um império asiático multirracial.

Nota 2: Quando se vêem alegados nacionalistas a evocar um procedimento comuna contra uma soberania nacional europeia diante de um império - e logo essa parte da comunagem, que anda há décadas a jurar pela saudinha da puta da mãezinha que defende «a soberania nacional contra a UE!» - pois quando se vê isto, torna-se triste e monótono ver confirmada o estafado lugar-comum, tantas vezes errado, de que «os extremos tocam-se». Felizmente que o maior partido nacionalista português não está nas mãos deste pessoal, livra... Haja dignidade.

7 de agosto de 2026 às 19:08:00 WEST  

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