ALEMANHA - MILITANTE DIZ QUE OS BRANCOS DEVEM DEIXAR DE TER FILHOS PARA ASSIM DESAPARECEREM PORQUE SÃO CULPADOS
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Estive para não publicar este artigo, que já é de há um mês, mas acabei por aqui o colocar, para ilustrar aquilo com que os Europeus se deparam hoje. Esta fulana dá aulas a jovens, dado que é professora de línguas (Alemão e Inglês) e Filosofia/Ética numa escola secundária na Baviera. Doutorou-se em Filosofia pela Universidade de Ratisbona (Regensburg) em 2007.
Não é nenhuma maluquinha. Não é nenhuma ignorante. A conversa de os «brancos a controlarem as suas mulheres» não a leva a condenar o mundo islâmico onde os homens controlam em tudo as suas esposas e filhas, e vizinhas, porque a questão real não é essa. O argumento de que «os brancos é que deram cabo do mundo com o aquecimento global», de aparência sobejamente atrasada mental, é, por seu turno, um argumento como outro qualquer - claro que não tem sustentação possível, claro que são os Europeus quem hoje se preocupa mais precisamente com o alegado «aquecimento global», claro que quem mais polui são os Chineses, e, claro, claro, claro, que quem anda há décadas a sustentar incontáveis milhões de Africanos são os Europeus e só os Europeus, a sustentar com alimentos e medicamentos, mas isso conta menos diante do que realmente interessa: é um pretexto como outro qualquer para expressar o mais importante, que é o ódio etno-masoquista, eurofóbico, endofóbico, leucofóbico. Esta é a «religião» das elites reinantes do Ocidente, das quais esta stôra constitui representante caricatural, aliás, caricatural mas verdadeira. Quando uma «religião» está viva e forte, surgem no seu seio intelectuais capazes de argumentar a seu favor, contra toda a racionalidade e todos os obstáculos. Tal como a adoração de um judeu morto numa cruz contra o culto dos Deuses Nacionais teve figuras altamente intelectuais do seu lado, «Santo» Agostinho foi um deles, «santo» Ambrósio foi outro, também agora o anti-racismo reúne nas suas fileiras alguns dos maiores nomes da intelectualidade da sua época.
Reforço: esta Verena B. não é uma personagem caricatural inventada por um romancista «racista» para diabolizar a elite - é uma pessoal real, de carne e osso. «Isto» existe, não é nem alucinação nem invenção de «conspiranóicos» racistas. «Isto» existe e, como bem se vê, anda moral e legalmente impune. Não lhe cai em cima nenhum processo por incitação ao genocídio, que é exacta e rigorosamente o que a fulana está a fazer. Se um líder nacionalista diz «Estamos fartos de pretos», despencam cento e vinte e sete Carmos e duzentas e quarenta Trindades, vai já a tribunal porque o seu desabafo é de imediato classificado, sem contraditório, como «incentivo ao ódio», mesmo que ele não diga «vamos fazer com que os negros desapareçam da face da Terra»; agora, se um figura do anti-racismo diz «vamos fazer com que os brancos desapareçam da face da Terra», nem os dirigentes do maior partido nacionalista do seu país a põem em tribunal, ou por falta de combatividade ou porque acham que isso iria fazer dela uma «mártir». Entretanto, os «moderados» de Esquerda, e de «Direita», também não parecem indignados com este apelo ao ódio genocida, o que não surpreende absolutamente nada quem saiba qual é o «espírito do tempo» em matéria de «religião».


3 Comments:
«Estive para não publicar este artigo»
Fizeste muito bem em publicá-lo e, sem pretender de forma alguma sugerir o que deve ser ou deixar de ser publicado neste blogue, venham mais!
De resto, a mim incomoda-me sobejamente perceber que há uma grande reserva, por parte do pessoal nacionalista mais instruído, em criticar a academia. Não te estou a acusar a ti, pessoalmente, apenas a dizer que há muitos nacionalistas "elitistas" que enfiam imediatamente o seu rabinho entre as pernas quando é preciso criticar a "gente importante" da sociedade.
Não é por um gajo ser médico cirurgião, empresário milionário, advogado do jet set ou até professor catedrático que passa a estar acima de crítica. Não é por acaso que existe a falácia do apelo à autoridade: a formação académica e o sucesso profissional não isentam ninguém de ter de fundamentar devidamente as suas opiniões, especialmente sobre matérias que ultrapassam a sua área de especialidade. Sobretudo quando essas opiniões são do foro político e têm repercussões em toda a sociedade.
Os comunistas é que acreditam nas nomenklaturas, no Ocidente instituímos o sufrágio universal por percebermos que há situações de vida e experiências pessoais que as "elites" nunca vivem e das quais se resguardam ferozmente, se é que as chegam a reconhecer como ameaça. E o feminismo ocidental, infelizmente, é precisamente uma dessas bolhas mais patológicas, uma autêntica torre de marfim onde um pequeno grupo de pretensos iluminados, quase sempre desligados do resto do mundo (mas não todos, convém sublinhar), pretende decidir sozinho o destino colectivo do resto da sociedade.
o branco que odeia brancos e o ser mais asqueroso que ha pois o alien invejar o norte e ate menos ilogico o nivel de perversidade..
«há uma grande reserva, por parte do pessoal nacionalista mais instruído, em criticar a academia. Não te estou a acusar a ti,»
Sim, sei que não me estás a acusar, tu sabes que eu ando há anos a dizer precisamente, mas precisamente, que o nosso maior inimigo está precisamente nas universidades. As universidades tornaram-se no maior foco de infecção da sida cultural que é o credo da SMIARMUDO. Os clérigos desta espécie de igreja são quase sempre académicos. Até já expliquei porquê - quando a ideologia que toma conta de uma sociedade é X, então quanto mais intelectualmente elevado se está nessa sociedade, mais se recebe a influência de X. É como a radiação de uma central nuclear gravemente danificada - quanto mais próximo se está dela, mais dela se recebe fatal radiação. Quando, há dois mil anos, o Cristianismo era só dos escravos e desenraizados, era nesse meio social que grassava; de repente, alcançou as classes mais altas, por motivos históricos que agora não vale a pena descrever; resultado - na Idade Média europeia, as classes mais altas eram as mais rigorosamente cristãs, monoteístas centradas em Cristo, enquanto nas classes populares mais afastadas das cidades, ou seja, menos sujeitas à influência dos grandes focos de difusão cristã, era onde havia mais restos de Paganismo. O Cristianismo foi esmorecendo como religião, mas a sua moral permaneceu no seio das classes pensantes - uma moral universalista militante, a-étnica, até mesmo anti-étnica na sua essência, e este vírus foi-se incubando no seio das elites, o resultado está à vista, e não está à vista apenas agora, já se anuncia há perto de cem anos, como já aqui demonstrei com citações do J. Andrade Saraiva, repara nesta publicação, fez há dias vinte e dois anos:
https://gladio.blogspot.com/2004/07/essncia-do-nacionalismo-ontem-e-hoje-e.html
Anunciava-se onde? Nas ruas, nas esquinas, nos cafés? Não, nas universidades.
Não ser capaz de enfrentar isto é andar aqui a brincar com a tropa. É, também, cobardia moral só ser capaz de criticar os atrasados mentais antifas, antirras de pé descalço, que mais não são senão marionetes dos seus donos académicos. É pior ainda - é servilismo. O servilismo típico de quem vive pela lei do mais forte...
Lembro-me de, há uns anos, ver um dos mais intelectualizados da hoste dita «nacionalista» a dizer que era preciso ir buscar os mestres, os sábios, os doutores, para o Movimento, que eu de imediato rejeitei - pois se esses doutores sabem que o Movimento existe e não tomam eles próprios iniciativa de se lhe juntar, isto à partida já é mau sinal, ao que ele retrucou «Então, mas se os não formos buscar, ficamos à espera que eles venham ter connosco, como é isso possível, então a montanha é que vem ter com Maomé?» Não me surpreende vê-lo agora totalmente ao lado da Rússia contra a Ucrânia - é, de facto, pessoal cuja mentalidade os leva a defenderem a sujeição ao «melhor», o que não é, nunca foi, compatível com o cerne do ideal nacionalista.
Aliás, é nessas áreas do «Nacionalismo» que mais se despreza a Democracia, e este militante de que acabei de falar também continua a ser militantemente anti-democrático, mas os outros todos não são diferentes, como bem sabes, aí no norte, que são como os de Lisboa ou de qualquer outra área do país, que andaram quarenta e tal anos em tertúlias de merda que nunca deram nada excepto vaidade palerma aos seus palestradores e, se não fosse um democrata fundar o Chega, ainda o Nacionalismo em Portugal estava no mesmo pântano.
Sempre que eu me dei ao trabalho de explicar a este pessoal que a Democracia era aliada natural do Nacionalismo, das duas uma, ou li insultos, ou, ao vivo, vi caras fechadas, e o mais engraçado é que eu notava, ou pressentia, que era precisamente quando eu dizia a palavra «elites», quando eu fazia notar que as elites estavam contra nós, que do nosso lado só estava o povo das classes baixas, era precisamente nesse momento em que eu pronunciava «elites», que aquelas caras mais ausentes ficavam.
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