ALEMANHA - DEPOIS DO ATAQUE TERRORISTA A MARCHA GAY EM BERLIM, O AUTARCA ACHA QUE É PRECISO INTRODUZIR NAS ESCOLAS O ENSINO DO... ISLÃO...
A intervenção ocorre na sequência de um ataque perpetrado por Abdul Ballout, um conhecido islamita que já tinha sido processado pelas autoridades alemãs por tentar juntar-se ao Estado Islâmico. Ballout foi detido no Líbano enquanto tentava chegar à Síria, retornou à Alemanha e foi preso no Aeroporto de Berlim Brandenburg em novembro de 2025. Em Maio de 2026, um tribunal juvenil de Berlim condenou-o por preparar um acto grave de violência que coloca em risco o Estado, distribuir propaganda do Estado Islâmico e outros crimes. A promotoria pediu uma pena de dois anos e dez meses, mas o tribunal impôs uma pena juvenil de um ano e dez meses, suspendendo-a provisoriamente. Foi libertado enquanto os promotores recorriam da decisão. Ballout foi posteriormente acusado de matar uma mulher e ferir 29 pessoas após atropelar uma multidão com uma carrinha alugada no Tiergarten, em Berlim, e atacar pessoas com um punhal.
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Repare-se que este autarca não é de Extrema-Esquerda, nem sequer de Esquerda, nem do Centro, mas sim do maior partido de «Direita» do país...
Se isto não for uma medida ditada pelo medo - e muitos islamistas vão interpretá-la assim - é, na melhor das hipóteses, determinada pela ingenuidade mais suicidária. O fulano acredita eventualmente que o verdadeiro Islão não é radical e não mata gays e tal. Ora a homossexualidade é punida por lei na maioria dos países muçulmanos, há condenação à morte por este acto em pelo menos dez países do planeta, e todos eles são de forte influência islâmica, mas os kaiwegners das elites acham que se calhar não é bem assim, porque não, e porque os muçulmanos a viver no Ocidente são mais civilizados, porque são, porque se vieram para o Ocidente, é porque gostam do Ocidente (não é por viverem materialmente melhor e terem tudo de bandeja e não levarem porrada da polícia), pois 'tá claro, mas como é que eles não haviam de gostar do Ocidente... ou então acreditam, os kaiwegners, que há um composto na atmosfera europeia que torna as pessoas mais brandas e democráticas, deve ser disso...
Pode dar-se o caso de os kaiwegners acharem que podem dar a volta à questão e ensinar um Islão assim à maneira, tolerante e tal. As falsificações rapidamente se identificam como tal, especialmente quando há milhões de clérigos muçulmanos de olho na coisa. Dar instrução islâmica nas escolas é só abrir a porta para que depois estes pastores de muslos possam orientá-los como entenderem.
Tudo isto se evitava facilmente num governo nacionalista, cuja solução não seria «simplista», como dizem as elites me(r)diáticas, seria simplesmente salutar e normal - deportação imediata de toneladas de alógenos do terceiro-mundo. Sim, é mesmo assim tão simples e não o perceber é estar iludido ou então gravemente doente de sida cultural.


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