quarta-feira, fevereiro 09, 2011

BANDUA, PROTECTOR/A DA COMUNIDADE LUSITANO-GALAICA

(...) Bandua, uma das principais Divindades adoradas nesta área [Lusitânia] Cujo culto se estendeu também à Callaecia. Bandua é a versão mais tradicional do nome embora Pedrero (1997: 540) tenha recentemente proposto que o nome mais provável será Bandu. Temos de salientar que não foram encontrados registos relativos a esta Deidade em quaisquer cidades com evidência de alto grau de romanização. Os altares a Bandua estão localizados a uma certa distância destas cidades e, em vários casos, em pequenos enclaves fortificados tais como o Castro do Mau Vizinho, Sul e S. Pedro do Sul, Viseu, que é dedicado a Bandua Oce...
(...)
Podemos estabelecer que no território lusitano-galaico, Bandua é a Deidade nativa mais vezes citada juntamente com epítetos referentes aos vici, pagi ou castella, de maneira que se pode concluir que havia uma relação muito especial entre este Deus e as comunidades indígenas de baixo estatuto. No que diz respeito à grande proporção de dedicatórias a Bandua com epítetos que caracteriza a Deidade como estando associada a diferentes povoados, há uma total ausência de quaisquer apelativos desta Deidade em relação a grupos familiares, tribais ou de clã. Além disso, um vasto número de epítetos de Bandua são desconhecidos, e entre eles poderiam ser encontrados alguns apelativos de família; isto, obviamente, não pode ser confirmado pelas provas actuais.
Quando se investiga o significado religioso de Bandua, é muito importante salientar o facto de que nas provincias gálicas, onde as Deidades nativas foram associadas a Deuses romanos, a Deidade que está mais relacionada através dos Seus epítetos com centros populacionais é Marte. Acresce que os apelativos indígenas deste tipo na Hispânia constituem vinte e quatro por cento do número total referentes a este Deus. Isto representa uma proporção muito elevada, muito diferente das percentagens registadas para as outras Deidades. Estes números reflectem o facto de que Bandua na Hispânia e o Deus Marte indígena da Gália são as Deidades menos frequentemente adoradas por mulheres. Na Hispânia, de todas as dedicatórias nas quais o sexo do adorador é conhecido, apenas uma das trinta e quatro (três por cento) dedicatórias conhecidas a Bandua é atribuída a uma mulher, enquanto a norte dos Pirinéus, apenas dez inscrições (cinco por cento) de um total de cento e noventa e nove inscrições a Marte são da autoria de mulheres. Esta percentagem é muito mais baixa do que aquela que existe em relação a outras Divindades, algo que pode ter a ver com o carácter destas: o de protectores de comunidades locais, dos vici e dos pagi.
A polarização religiosa que pode ser identificada entre os diferentes locais mostra uma relação directa com o estatuto (normalmente administrativo) destes locais. Como já vimos, nenhum apelativo de Bandua se refere a municipia ou a capitais de civitates. Por conseguinte, focando as áreas onde as provas relativas a esta Divindade foram claramente registadas, pode ser visto que praticamente todos os achados vêm de lugares, frequentemente vici ou castella, localizados relativamente longe das principais ou mais romanizadas cidades. 
Pensou-se que Bandua, como defensor de comunidades locais, tinha um carácter bélico. No entanto, com o declínio do poder político dos castella e a centralização deste poder em certos e determinados oppida romanizados, o carácter e significado público e guerreiro de Deidades como Bandua começou a perder-se e estes Deuses mantiveram apenas a Sua função de Deuses protectores de indivíduos dos vici, pagi e castella, que se tinham tornado agora identificados como grupos sociais de seu pleno direito.
Em suma, foi nestas comunidades tais como os castella, os vici ou os pagi que os habitantes nativos continuaram a confiar a sua protecção às Deidades dos seus ancestrais, enquanto nos novos municipia ou em cidades capitais de civitates as Divindades guardiãs romanas estavam a tornar-se progressivamente mais estabelecidas através do patronato das elites nativas.
(...)
Traduzido e adaptado de Celtic Gods of the Iberian Peninsula, de Juan Carlos Olivares Pedreño, Universidade de Alicante.

30 Comments:

Anonymous Anónimo said...

De onde é retirado o texto Caturo?

Saudações.

9 de fevereiro de 2011 às 13:11:00 WET  
Blogger Anti-ex-ariano said...

É realmente uma pena que os nossos antepassados não nos tenham deixado grandes registos escritos narrando o seu quotidiano e, em particular, a sua devoção aos seus deuses.

Infelizmente, muito do que temos hoje é conjectural e é impossível quantificar quanto perdemos.

Os romanos bem podiam ter feito melhor nas suas crónicas, descrevendo mais profundamente os povos que conquistaram. Mas enfim, suponho que para eles os nossos antepassados eram todos bárbaros e mais valia romanizá-los e fazê-los esquecer de vez a sua verdadeira identidade. Um bocado como os multiculturalistas de hoje em dia, com a diferença que os romanos tinham amor próprio e não se ajoelhavam perante o Outro.

Seja, como for, longa vida a Bandua, que o seu nome nunca se apague da memória colectiva dos portugueses!

9 de fevereiro de 2011 às 16:04:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

É realmente uma pena que os nossos antepassados não nos tenham deixado grandes registos escritos narrando o seu quotidiano e, em particular, a sua devoção aos seus deuses.

ou os 1.0s da idade media escolasticoides e cia destruiram tudo pra posterior deturpação 2.0..

9 de fevereiro de 2011 às 17:17:00 WET  
Blogger Caturo said...

«De onde é retirado o texto Caturo?»

Boa pergunta, tinha-me esquecido:

http://www4.uwm.edu/celtic/ekeltoi/volumes/vol6/6_12/olivares_6_12.pdf

9 de fevereiro de 2011 às 18:24:00 WET  
Blogger Caturo said...

«Os romanos bem podiam ter feito melhor nas suas crónicas, descrevendo mais profundamente os povos que conquistaram. Mas enfim, suponho que para eles os nossos antepassados eram todos bárbaros e mais valia romanizá-los e fazê-los esquecer de vez a sua verdadeira identidade.»

Sim... paradoxalmente, praticamente tudo o que sabemos dos cultos dos nossos ancestrais é por via romana, porque foram os Romanos que trouxeram a escrita que Lusitanos e Galaicos vieram a utilizar.

Já agora, bom avatar, ehehheheh...

9 de fevereiro de 2011 às 18:26:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Sim... paradoxalmente, praticamente tudo o que sabemos dos cultos dos nossos ancestrais é por via romana, porque foram os Romanos que trouxeram a escrita que Lusitanos e Galaicos vieram a utilizar."


não é verdade. há inscrições em lingua não-latina (pelo menos no caso galaico)

9 de fevereiro de 2011 às 18:30:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

bom avatar hehehe

um puto da primária não diria melhor

9 de fevereiro de 2011 às 18:30:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Um bocado como os multiculturalistas de hoje em dia, com a diferença que os romanos tinham amor próprio e não se ajoelhavam perante o Outro."


foram os romanos que impuseram com mais força na Europa esse virus chamado cristianismo, raiz de quase todos os males (inclusive, a raiz do Islão) com o objectivo de "uniformizar" territórios do Império muito diferentes entre si, sem nada em comum uns com os outros.
a religião do judeu cruxificado serviu de totem, de pólo unificador.

9 de fevereiro de 2011 às 18:35:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"ou os 1.0s da idade media escolasticoides e cia destruiram tudo pra posterior deturpação 2.0.."


é uma possibilidade.
chamem-lhe teoria da conspiração ou o que quiserem, mas muitos registos, vestigios do passado provavelmente era simplesmente destruido por puro fanatismo ideológico/religioso

9 de fevereiro de 2011 às 18:56:00 WET  
Blogger Caturo said...

«não é verdade. há inscrições em lingua não-latina (pelo menos no caso galaico)»

Erro grosseiro. As inscrições em língua não latina - na parte ocidental da Ibéria, são todas lusitanas, até ao momento, não confundir com inscrições que contêm palavras indígenas - estão todas redigidas com caracteres latinos, isto é, romanos. Portanto, foi graças ao alfabeto latino que ficaram registados os nomes (teónimos, antropónimos, topónimos) da Lusitânia e da Galécia.

9 de fevereiro de 2011 às 19:06:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

inscrição oghamica em Mogadouro (Tras-os-Montes):

http://4.bp.blogspot.com/_Pe_ykdbPq00/TP048iWOo1I/AAAAAAAAACw/sawh1ws0Rf8/s320/ogam.jpg

tradução (de Barry Fell):
"Esta rocha é o seu sagrado eco sussurrado, bem como a fonte, é dedicada a Mabo, e os rochedos à sua volta som consagrados a sua fértil mãe Byanu.
O seu espírito emite suaves sons.
Se respeitares o seu espírito serás bem vindo."

9 de fevereiro de 2011 às 19:15:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

e quanto ao alfabeto latino, não era isso que estava em causa, mas sim a lingua. e há inscrições em lingua não-latina, independentemente do alfabeto.

9 de fevereiro de 2011 às 19:15:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

já agora, quando é que o senhor Caturo (auto- intitulado "democrático") resolve publicar os meus comentários?

e então aqueles que já estão à espera de ser publicados há semanas, meses, para não dizer mais (há alguns que devem estar na "prateleira" há 1 ano ou mais) mas, claro, ingenuidade a minha, se ele faz o mesmo com o Caps Lock - publica apenas X e o resto apaga - como não ia fazer comigo?
;) :)

e diz ele que publicava "todos os comentários", só demorava um bocadinho mais às vezes hahahaha

que moralidade "democrática".

9 de fevereiro de 2011 às 19:30:00 WET  
Blogger Caturo said...

Não, não era a língua que estava em causa, era o alfabeto. TU é que, a despropósito, vieste falar na língua, como se fosse a mesma coisa. E não há, cientificamente comprovadas, inscrições em seja que língua for sem ser no alfabeto latino.

9 de fevereiro de 2011 às 20:14:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"E não há, cientificamente comprovadas, inscrições em seja que língua for sem ser no alfabeto latino."


pelos vistos, há.
que o negues...já é um cartão de visita teu.

9 de fevereiro de 2011 às 20:15:00 WET  
Blogger Caturo said...

Quanto à teoria de Fell, de momento só parece ser admitida por ele próprio.

9 de fevereiro de 2011 às 20:15:00 WET  
Blogger Caturo said...

«pelos vistos, há.
que o negues...já é um cartão de visita teu.»

Não, não há. Essa teoria ainda não foi admitida pela comunidade científica.

9 de fevereiro de 2011 às 20:17:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

e tinhas dito:

"paradoxalmente, praticamente tudo o que sabemos dos cultos dos nossos ancestrais é por via romana, porque foram os Romanos que trouxeram a escrita que Lusitanos e Galaicos vieram a utilizar."


aqui não ficou nada claro o que querias dizer, porque por «escrita» tanto se pode entender o alfabeto como a lingua dos romanos (o latim)
não ficou claro que estivesses a falar do "alfabeto".

9 de fevereiro de 2011 às 20:22:00 WET  
Blogger Caturo said...

Link por link:

http://www.badarchaeology.net/forgotten/barry_fell.php

«He has even supported some of the claimed Ogham texts, which most mainstream archaeologists dismiss as cracks in the rock face, plough marks or out-and-out forgeries.»

«There are a number of key sites and identifications that Barry Fell used to bolster his case. Some are superficially impressive, such as the Los Lunas Inscription or the Bat Creek Stone; others, such as the Ogham or Arabic identified in numerous locations, are not.»

«In other words, he shows all the characteristics of a Bad Archaeologist.»

«Many academic archaeologists were more than sceptical of Barry Fell’s claims: they were openly hostile to them.»

«Fell's epigraphic work was not well-received in academia.[2][3] Critics of Fell's work routinely dismissed him as an amateur, pointing out his lack of formal training in ancient scripts and languages.»

«David H. Kelley, an archaeologist at the University of Calgary who is credited with a major breakthrough in the decipherment of Mayan glyphs, complained about Fell in a 1990 essay: "Fell's work [contains] major academic sins, the three worst being distortion of data, inadequate acknowledgment of predecessors, and lack of presentation of alternative views.»

9 de fevereiro de 2011 às 20:23:00 WET  
Blogger Caturo said...

«e tinhas dito:»

"paradoxalmente, praticamente tudo o que sabemos dos cultos dos nossos ancestrais é por via romana, porque foram os Romanos que trouxeram a escrita que Lusitanos e Galaicos vieram a utilizar."

«aqui não ficou nada claro o que querias dizer,»

Ficou A B S O L U T A M E N T E claro o que eu disse.


«porque por «escrita» tanto se pode entender o alfabeto como a lingua dos romanos»

ERRADO. Por «escrita» entende-se somente o alfabeto, não a língua. Que tu não entendas a diferença, já se sabe, daí a vergonha que passaste quando andaste por aqui a dizer que o Tartéssio era «africano» porque DIZIAS que a escrita era «africana».

9 de fevereiro de 2011 às 20:26:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"ERRADO. Por «escrita» entende-se somente o alfabeto, não a língua."

ficou claro para ti, mas quem te lê não entende.
porque quando se fala por exemplo, em "escrita brasileira", não se está a falar em "alfabeto brasileiro", mas sim na grafia deles, na forma como escrevem/falam.
e o mesmo para o inglês, francês, etc, outras linguas.
tu sabes bem isto, mas preferes armar em "campeão" e "doutoral".



"Que tu não entendas a diferença, já se sabe, daí a vergonha que passaste quando andaste por aqui a dizer que o Tartéssio era «africano» porque DIZIAS que a escrita era «africana»."

a probabilidade de o tartéssico ser "celta" ou "celtóide" é remota, remotíssima, e tu bem sabes isso. por isso é que passaste por aquela vergonha que a gente sabe...

9 de fevereiro de 2011 às 20:30:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

escrita não é só o alfabeto, mas também as palavras de uma lingua.
e, portanto, dizer apenas "escrita" não clarifica nada.

9 de fevereiro de 2011 às 20:33:00 WET  
Blogger Caturo said...

«escrita não é só o alfabeto,»

Quando se fala em escrita, está-se a falar em alfabeto. Por isso se fala na escrita ibérica, na escrita tartéssica, etc..


« dizer apenas "escrita" não clarifica nada. »

Clarifica sim, sobretudo no contexto em que apliquei o termo.

9 de fevereiro de 2011 às 21:10:00 WET  
Blogger Caturo said...

"ERRADO. Por «escrita» entende-se somente o alfabeto, não a língua."

«ficou claro para ti, mas quem te lê não entende»

Não entendes tu, que é diferente. Mas já se sabe que entendes pouco ou nada.


«porque quando se fala por exemplo, em "escrita brasileira", não se está a falar em "alfabeto brasileiro", mas sim na grafia deles,»

Ou seja, está-se a falar no que está escrito, não forçosamente no idioma, que pode ou não ter a ver com essa grafia. Portanto, esse exemplo também não te ajuda.

«tu sabes bem isto, mas preferes armar em "campeão"»

Não, tu é que, querendo mesquinhamente embirrar, para te vingares das tuas humilhações, e não o conseguindo – e, ainda por cima, dando mais uma vez prova da tua já bem conhecida ignorância – estás ainda a tentar pegar em «argumentos» desesperados.

9 de fevereiro de 2011 às 21:10:00 WET  
Blogger Caturo said...

"Que tu não entendas a diferença, já se sabe, daí a vergonha que passaste quando andaste por aqui a dizer que o Tartéssio era «africano» porque DIZIAS que a escrita era «africana»."

«a probabilidade de o tartéssico ser "celta" ou "celtóide" é remota, remotíssima,»

Isso do «-íssima» é inventado por ti, porque te faz comichãozinha ciumenta que afinal os Celtas possam ter estado em Tartessos, ehehehh, mas há autores realmente científicos que colocam com rigor essa hipótese. E tu bem sabes isso, que bem te custou, depois das humilhações que sofreste, não só por demonstrares, como de costume, a tua ignorância radical e atrevida, como, para cúmulo da vergonha, por teres sido DUPLAMENTE apanhado a mentir…

9 de fevereiro de 2011 às 21:10:00 WET  
Blogger Caturo said...

« já agora, quando é que o senhor Caturo (auto- intitulado "democrático")»

E com razão – em sete anos, está para aparecer quem possa pôr em causa a minha democraticidade.

«resolve publicar os meus comentários?»

Quando houver tempo. Uma vez por mês e basta, que não me pagam para aturar deficientes mentais.


« e então aqueles que já estão à espera de ser publicados há semanas, meses, para não dizer mais (há alguns que devem estar na "prateleira" há 1 ano ou mais) mas, claro, ingenuidade a minha,»

Ingenuidade tua, não, parvoíce tua – porque todos eles serão publicados, mas é quando houver tempo… É muito simples: o tempo que se pode dedicar às tuas imbecilidades é limitado. Por conseguinte, todos os meses escolho apenas algumas das inúmeras imbecilidades que disseste.
Ora, se tu continuas a dizer merda em cima de merda, pois bem, as respostas vão ficando mais e mais atrasadas. Sem apelo nem agravo. Portanto, se queres ver as respostas aos comentários de há mais de seis meses, vais ficar caladinho e esperar, pacientemente, por uma das quintas-feiras do mês. E é tudo a que tens direito.
De resto, todas elas serão publicadas, mesmo que já cá não estejas.

De resto, nem há urgência nenhuma – pois se na esmagadora maioria dos casos toda a merda que disseste já tinha sido dita e REBATIDA, e MESMO ASSIM, repetiste-a, acaba por ser mais do mesmo… quem já leu quatro ou cinco comentários teus, já os leu todos. :)


«se ele faz o mesmo com o Caps Lock - publica apenas X e o resto apaga»

Outra mentira – toda a merda ideológica que ele diz é publicada. Não com a frequência com que ele escreve, mas isso é outra coisa – se eu vos deixasse escreverem aqui o dia todo, não fazia outra coisa na vida para além de responder sempre as mesmas coisas às vossas imbecilidades e mentiras e desonestidades, que também são sempre as mesmas.


« e diz ele que publicava "todos os comentários", só demorava um bocadinho»

E disse bem. Isto aqui não é o teu chiqueiro hiperburro, onde quem te confronta com factos é pura e simplesmente censurado e insultado, ehehehehhh…

A propósito, agora ficas outra vez caladinho, não dizes aqui mais nada hoje.

9 de fevereiro de 2011 às 21:11:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"tu sabes bem isto, mas preferes armar em "campeão" e "doutoral"."

Começa...

10 de fevereiro de 2011 às 13:15:00 WET  
Blogger Beto said...

será devidamente copiado e divulgado em meu blog.
grato };)

13 de fevereiro de 2011 às 12:11:00 WET  
Blogger Caturo said...

bom avatar hehehe

«um puto da primária não diria melhor»

Não. Mas só um puto da primária é que ficaria tão picado como o ex-ariano ficou, ehehehheh…

17 de fevereiro de 2011 às 21:31:00 WET  
Blogger Caturo said...

"Um bocado como os multiculturalistas de hoje em dia, com a diferença que os romanos tinham amor próprio e não se ajoelhavam perante o Outro."

«foram os romanos que impuseram com mais força na Europa esse virus chamado cristianismo,»

Porque o Cristianismo se implantou primeiramente em Roma, porque chegou ao Ocidente por via do império. De resto, os Germânicos de Carlos Magno também fizeram a sua parte, tal como «os Alemães», que cometeram genocídio no Báltico contra os pagãos.

17 de fevereiro de 2011 às 21:32:00 WET  

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