segunda-feira, julho 27, 2026

ALEMANHA - MUSLO ATACA MARCHA DE ORGULHO GAY, MATANDO UMA PESSOA E FERINDO VÁRIAS, E TINHA SIDO LIBERTADO DEPOIS DE TER SIDO DETIDO POR PREPARAR ACTOS TERRORISTAS...

A Alemanha repatriou do Líbano um islamita que pretendia juntar-se ao Estado Islâmico, prendeu-o no aeroporto e processou-o por preparar actos terroristas — apenas para um tribunal de Berlim libertá-lo pouco antes de ele supostamente realizar o ataque mortal perto das celebrações do Christopher Street Day Pride, na capital.
Abdul Ballout, de 21 anos, é acusado de matar uma mulher e ferir outras 29 pessoas após atropelar uma multidão com uma carrinha alugada no Tiergarten, em Berlim, e atacar os transeuntes com um punhal. 
Ballout nasceu na Alemanha e tinha cidadania alemã. A sua família é de origem libanesa, e a sua mãe tinha-se naturalizado antes do seu nascimento. 
As autoridades tinham conhecimento das suas actividades islamistas desde a adolescência. Posteriormente, ele foi classificado pela polícia como um " Gefährder islamista", designação usada para indivíduos considerados capazes de cometer um crime grave com motivação política.
Em 2025, Ballout saiu da Alemanha com a intenção de viajar pelo Líbano até à Síria e juntar-se ao Estado Islâmico. As autoridades libanesas prenderam-no antes que ele chegasse à Síria. Um tribunal militar libanês condenou-o a três meses de prisão por crimes que incluem incitação a conflitos religiosos e sectários. Após cumprir a pena, Ballout retornou à Alemanha em Novembro de 2025. A polícia alemã prendeu-o quando ele chegou ao Aeroporto de Berlim Brandenburg. Não foi esclarecido publicamente se as autoridades alemãs organizaram activamente a sua transferência ou se o Líbano o deportou e a Alemanha aceitou o seu retorno como cidadão. Em Maio de 2026, um tribunal juvenil de Berlim condenou Ballout por preparar um acto grave de violência que coloca em risco o Estado, publicar propaganda do Estado Islâmico e outros crimes. A promotoria solicitou uma pena de dois anos e dez meses. O tribunal impôs uma pena juvenil de um ano e dez meses, suspensa mediante um regime de liberdade condicional provisória. A sentença, citada pela Focus, observou que Ballout era "profundamente religioso, reza cinco vezes ao dia e frequenta regularmente as orações de sexta-feira". O documento acrescenta: “O réu é muçulmano e pertence à vertente xiita do Islão há vários anos. Isto tem gerado repetidos conflitos com os seus familiares, que são predominantemente sunitas. De meados de 2023 ao Verão de 2024, ele foi casado brevemente com uma mulher de Salzburgo, segundo a lei islâmica. Ele considera a sua fé um apoio confiável na sua vida e declarou, durante a audiência principal, que se distancia da ideologia extremista e da violência.” Ballout foi libertado enquanto os promotores recorriam da decisão. Na Lunes, o Ministro do Interior da Baviera, Joachim Herrmann, afirmou que a sentença proferida foi “uma catástrofe… e os juízes que têm de avaliar um caso como este devem, naturalmente, estar cientes da responsabilidade que têm pela segurança das pessoas”. Segundo relatos, o tribunal levou em linha de conta o período que ele esteve detido no Líbano e na Alemanha, a sua confissão e a sua alegação de que se tinha distanciado do Estado Islâmico. Após a sua libertação, Ballout permaneceu sob vigilância policial intermitente. O seu telemóvel teria sido monitorizado, e o seu caso foi discutido pelo Centro Conjunto de Contra-terrorismo da Alemanha. Ele também foi encaminhado para um programa de desradicalização e compareceu a duas consultas voluntárias. Uma terceira reunião foi agendada para depois da data do ataque.
Pouco antes do ataque, a polícia investigou Ballout depois de ele publicar uma imagem do que parecia ser uma arma. Os polícias determinaram que o objecto era uma arma de brinquedo e ele não foi preso pelo incidente. Após o ataque ao CSD, a polícia iniciou uma busca pelo suspeito. Ballout foi posteriormente localizado num conjunto de hortas comunitárias no distrito de Spandau, em Berlim. A polícia informou que ele se aproximou dos agentes portando uma arma branca. Os agentes atingiram-no a tiro e ele morreu no local.
Em entrevista aos média alemães, o pai do agressor explicou como o seu filho tinha sofrido uma "lavagem cerebral" pela ideologia islâmica e como o filho lhe ligou antes do ataque, mas ele não fazia ideia do que estava prestes a acontecer. “Ele disse que sentia a minha falta e que gostaria de estar connosco no Líbano agora”, disse o pai, citado pelo jornal Bild. “Somos xiitas. Não apoiamos o Estado Islâmico.” Ele também lembrou uma discussão anterior com o filho, depois de não lhe ter deixado deixar crescer uma barba comprida, símbolo da ideologia jihadista.
Apesar do ataque islamista, alguns meios de comunicação alemães continuaram a divulgar a narrativa de que a principal ameaça à comunidade LGBT vinha de "forças de Direita".
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-brought-syria-bound-islamist-back-from-lebanon-then-let-him-loose-before-berlin-csd-massacre/

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Portanto, o jovem, com historial de violência e planeamento de terrorismo, disse em tribunal que rejeitava o extremismo e a violência - e foi solto. Se ali houvesse algum jornalista «de causas» a fazer uma sondagem, ainda era capaz de incluir este jovem no número dos muçulmanos que rejeitam o extremismo e a violência, até porque as pessoas se arrependem e é preciso dar-lhes o benefício da dúvida, e tal, mesmo que isso ponha em risco as vidas da população... assimcomássim, a maior parte da população ainda é alemã, branquelas gordos que emborcam cerveja e comem carne de porco, e votam cada vez mais na Ultra-Direita, portanto podem ser sacrificados em nome de um bem maior, que é a construção de uma sociedade sem fronteiras. Quem assim pensasse podia era não contar que as vítimas fossem desta vez pertencentes a um dos grupos que quem assim pensa diz proteger... puxa-se o cobertor para cobrir os cornos e ficam à mostra as patas de baixo...

Confirma-se, com efeito, mais uma vez, a incompatibilidade gritante, e mortal, entre imigração terceiro-mundista e liberdades ocidentais, pelo que o interseccionalismo esquerdista é política suicidária para os Europeus.

De resto, do mal o menos - o «««jovem»»» foi abatido. Felizmente que, quando o abate se deu, não estava ali nenhum juiz para decidir o que a polícia devia fazer, ao fim ao cabo o árabe mais não fez do que aproximar-se com uma faca na mão, se calhar era para a entregar às autoridades, ou então para exibir o modelo libanês da lâmina em saudável e profícua interacção multicultural. Os bófias não tiveram tal curiosidade e jogaram pelo seguro, valha isso.