quarta-feira, julho 26, 2017

GRUPO DE VISEGRADO E ISRAEL ALIADOS CONTRA O TERRORISMO ISLÂMICO

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, agradeceu o apoio da Hungria e do homólogo Viktor Órban, a Israel.
Os dois governantes visitaram a Grande Sinagoga de Budapeste e prestaram homenagem às vítimas do Holocausto.
A visita de dois dias do israelita, para participar no na reunião do grupo Visegrado, obrigou ao reforço da segurança na cidade.
De acordo com a correspondente da euronews, Andrea Hajagos, foram muitas as ruas interditadas…
Para Viktor Órban, os dois países permanecem unidos contra uma ameaça comum, o terrorismo perpetrado por radicais islâmicos: “vivemos num tempo em que a segurança de Israel e da Europa, e a Hungria incluída, é um assunto comum”, refere.
Com cerca de 100 mil pessoas, a comunidade judaica da Hungria é uma das maiores da União Europeia.
“A memória de tempos antigos e a esperança de tempos melhores. É uma combinação especial que agora nos une e a tantos outros países”, afirmou Netanyahu.
Os dois governantes assinaram, ainda, dois acordos bilaterais, um cultural e outro sobre inovação e tecnologia, com o objetivo de estimular a cooperação entre a Hungria e Israel.
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Fonte: http://pt.euronews.com/2017/07/20/netanyahu-agradece-apoia-da-hungria


O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, agradeceu ao apoio dos líderes do Grupo Visegrad (Polónia, Hungria, República Checa e Eslováquia) a respeito dos críticos da União Europeia contra Israel, numa conferência de imprensa conjunta realizada nesta Mércores [semana passada].
Netanyahu está em visita oficial à Hungria, a primeira de um primeiro-ministro de Israel em 30 anos.
"Expressei apreço pelas posições tomadas pelos países de Visegrado em várias ocasiões por representar esta posição sobre Israel para os países da Europa, há uma anomalia, não gosto disso, muitas vezes somos criticados pela Europa, muitas vezes mais do que qualquer outro lugar da Europa ocidental, muitas vezes por mais do que qualquer outro lugar do mundo," disse ele.
A UE criticou o governo israelita por ter dificultado o processo de paz no Médio Oriente, através da construção de assentamentos nos territórios palestinos.
Chamando a Israel "uma fortaleza dos valores europeus e ocidentais" no Médio Oriente, pediu uma "reavaliação" na Europa sobre o relacionamento com Israel.
"Temos muito a oferecer na área de segurança e tecnologia, isto não é apenas bom para nós, mas também acredito que é bom para vocês," disse ele.
O anfitrião da reunião, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, agradeceu a Israel pelos seus esforços em manter a Europa segura. "Mais uma vez reiteramos o nosso reconhecimento em relação a Israel pelo que faz para a segurança da Europa, no futuro, propomos que a cooperação entre a UE e Israel se torne melhor," afirmou.
"Se a Europa não cooperar com Israel está a punir-se, o que é inútil, portanto, propomos no próximo período que a cooperação de Israel com a UE deve retornar ao domínio de um senso comum," concluiu Orban.
Além dos laços entre a Europa e Israel, os outros líderes do Grupo de Visegrado discutiram também a qualidade dos alimentos na UE.
O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, disse que foi exigido pelo Grupo de Visegrado que comece as negociações na próxima Joves com o presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker, sobre a qualidade dos alimentos, argumentando que os cidadãos do Grupo de Visegrado se sentem como "cidadãos de segunda categoria" devido à menor qualidade de alimentos que recebem frequentemente dos produtores da Europa Ocidental. Espera que a UE adopte novos regulamentos para resolver esta situação.
O seu homólogo checo Bohuslav Sobotka apoiou-o: "Não queremos que os produtores enviem o mesmo produto em diferentes qualidades para diferentes países." Pediu uma solução que não fosse interferir no funcionamento do mercado comum.
Sobre Israel, Sobotka disse que as conversas entre o Grupo de Visegrado e Israel sobre a luta contra o terrorismo, a migração ilegal e a Síria são muito importantes, e as proposições de Israel eram apoiadas pelo Grupo de Visegrado.
Também disse que a cooperação potencial entre Israel e os países da Europa Central e Oriental era possível nos domínios da gestão da água e da segurança cibernética.
Beata Szydlo, primeira-ministra da Polónia, disse que, além da questão da qualidade dos alimentos, o tema do status legal dos trabalhadores do Grupo de Visegrado na Europa Ocidental era uma questão fundamental, onde o Grupo de Visegrado procuraria a representação comum como um grupo. Também promoveu uma cooperação mais profunda com Israel nos campos de segurança, imigração e luta contra o terrorismo.
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Fonte: https://monitordigital.com.br/israel-e-grupo-de-visegr-d-pedem-renova-o-dos-la-os-entre-ue-e-israel


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Trata-se de mais um bom sinal da política euro-israelita na percepção do óbvio - Israel não se sustenta sem a existência de uma Europa verdadeiramente europeia, isto é, branca e étnica; Israel é por isso um aliado natural da Europa no Médio Oriente.


2 Comments:

Anonymous Arauto said...

Uma notícia com o seu interesse, Caturo:

http://www.dn.pt/sociedade/interior/portugal-recebeu-1400-refugiados-da-grecia-e-de-italia-ate-24-de-julho--bruxelas-8664495.html

26 de julho de 2017 às 23:23:00 WEST  
Blogger João José Horta Nobre said...

Isso a mim cheira-me a uma tentativa de infiltração do governo e instituições húngaras pelos sionistas.

Os supremacistas judeus já perceberam que os povos da Europa de Leste possuem uma muito orgulhosa identidade nacional e por isso mesmo, a única forma de os quebrar é levando a cabo uma "marcha pelas instituições", processo este que levará décadas, mas que a ser bem sucedido destruirá de vez a Europa.

Essa gente a mim não me engana, já vi e li o suficiente sobre o Supremacismo Judaico para saber que "boas intenções" é coisa que não existe, nem nunca vai existir da parte dessa gente. Aqui no Ocidente os sionistas também andam sempre com conversas muito bonitas sobre "cooperação" e o resultado dessa tal "cooperação" é o que está plenamente à vista de todos: tomaram de assalto as nossas universidades, a alta finança, a política, os media e até a religião.

Os israelitas não são gente de confiança, ponto.

29 de julho de 2017 às 17:04:00 WEST  

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