terça-feira, março 08, 2016

MULHER VIOLADA NA SUÉCIA POR ÁRABES PRESUMIVELMENTE SÍRIOS


Nathalie Hager, 29 anos, estava a voltar para casa de uma paragem de autocarro quando um grupo de homens que falavam Árabe subitamente a atacou. Ela conseguiu escapar, mas ficou gravemente ferida. "Eles bateram-me e chamaram-me 'puta sueca'"- disse ela ao jornal Fria Tider.
O ataque aconteceu perto de uma igreja na pitoresca cidade de Nora, Oeste de Estocolmo, na noite de Joves. Nathalie Hager, que sofreu uma perda parcial de memória por causa de algumas pancadas na cabeça durante a tentativa de estupro, tinha seguido uma amiga até à paragem de autocarro. Mais tarde, foi novamente até à paragem, pois a sua amiga tinha-se esquecido lá das luvas. Enquanto caminhava pela segunda vez, apercebeu-se de um grupo de homens a andar atrás dela. Gritou pelo namorado e começou a correr, mas depois de uma caça de 100 metros os homens alcançaram-na.
"Eles empurraram-me e agarraram-me o cabelo, obrigando-me a ir para uma alameda. Não me lembro de me terem batido, mas o meu rosto está cheio de hematomas. Também cortaram um dos meus seios. Acho que usaram uma faca ou uma gilete. A ferida é fina e profunda. Também tenho marcas no braço, onde me agarraram".
Não tem lembrança de como tudo aconteceu, mas lembra-se que os homens baixaram as calças.  "Percebi que me tinham rasgado as roupas. De algum modo consegui escapar. Acho que os esmurrei, porquanto as minhas mãos estão todas roxas. Tenho sangue nas unhas e a polícia retirou amostras delas".
Enquanto fugia, Nathalie viu o namorado a uns 50 metros de distância. Nesse momento, os homens saíram de cena. Logo a seguir entrou em contacto com a polícia. De acordo com Nathalie, que já havia trabalhado com árabes, os homens tinham cerca de 30 a 35 anos e falavam Árabe com sotaque sírio.
"A minha amiga, a quem eu tinha seguido até à paragem de autocarro, tinha observado um grupo de alguns estrangeiros nessa paragem depois de eu sair. Alguns entraram no autocarro, mas três ou quatro ficaram lá".
Os estrangeiros que a atacaram, além de falarem Árabe, usavam expressões simples em Sueco durante a tentativa de estupro.  "Diziam apenas palavrões como 'puta sueca' ou 'vadia sueca'. Nenhuma frase completa. Acho que eram requerentes de asilo, pois não sabiam outras palavras do Sueco." De acordo com Nathalie, a polícia não mais entrou em contacto com ela desde o ataque. Ela própria tentou comunicar de novo com as autoridades ao descobrir mais hematomas e após se lembrar de outros detalhes do incidente, pois alguns detalhes fornecidos tinham sido dados inadequadamente. Mas ninguém lhe ligou de volta. "Despacharam-me e disseram que ninguém me podia ajudar agora. Passei muito tempo ao telefone com a polícia e falei com muitas pessoas diferentes, mas ninguém pareceu querer ajudar. Ninguém mostrou interesse em anotar os nomes das pessoas, nem da minha amiga, que viu os homens e podia descrevê-los com mais detalhes".
Divulgação incorrecta.
O único jornal que relatou o ataque foi o Nerikes Allehanda (NA), numa nota minúscula, sem falar nos traumas físicos da vítima e nem no corte. Apenas escreveu "a vítima teve a jaqueta e as roupas rasgadas numa tentativa de estupro".
"Fiquei zangada ao ler uma nota tão minúscula. Soube também de muitas pessoas, incluindo amigas minhas, que entraram em contacto como o NA  antes e falaram sobre assédios. O jornal nunca mencionou nada disso, disse Nathalie, a Fria Tider*.
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* O Fria Tider é um jornal on line sueco, fundado em 2009,  que faz abordagem crítica sobre a política de imigração na Suécia.

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Fonte: http://mulherescontraoislam.blogspot.pt/2016/03/suecia-vitima-de-agressao-diz-eles-me.html

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Mais uma notícia que não vereis nos grandessíssimos mé(r)dia dominantes e portanto «é como se não acontecessem», que é para o povo não saber dos reais efeitos da iminvasão em larga escala pela Europa adentro...
Uma notícia que merece especial destaque hoje, Dia Internacional da Mulher, boa ocasião para lembrar ao anti-racistame dominante nos mé(r)dia que é cada vez mais urgente escolher entre o acolhimento de muslos em barda ou os direitos das mulheres...

5 Comments:

Anonymous Anónimo said...

outra de ficar de boca aberta http://whitegenocideproject.com/german-government-shows-illegal-immigrants-how-to-sleep-with-germans/

8 de março de 2016 às 14:00:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

A única solução para os suecos é se armar,estou indo fazer um curso em Estocolmo,e estou planejando comprar um facão para me defender caso seja assaltado.

8 de março de 2016 às 14:11:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

A Alta Representante da União Europeia para Política Externa e Segurança, Federica Mogherini, alertou nesta terça-feira para os riscos de uma guerra por procuração na Síria se transformar em uma guerra direta entre potências regionais e internacionais.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20160308/3761996/Mogherini-Guerra-por-procuracao-na-Siria-pode-virar-guerra-direta-entre-potencias.html#ixzz42KyTG7rF

8 de março de 2016 às 18:26:00 WET  
Blogger CENSURADO AGAIN said...

NÃO SÓ A RUSSIA PENSA PELA EURASIA SE ELA NÃO CERCA COM BASES A EURASIA É A NATO QUE CERCA A RUSSIA

8 de março de 2016 às 20:30:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Frisar que a mulher é sueca, para além de a terem ofendido com o outro nome, não é sinal de discriminação étnica ou só seria se fosse ao contrário? Pois, a merda do costume.

Castigo em conformidade e deportação imediatamente a seguir. Ah, claro, nós precisamos destes merdas na Europa...

8 de março de 2016 às 20:55:00 WET  

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