terça-feira, novembro 17, 2015

PNR FEZ VIGÍLIA À PORTA DE MESQUITA DE LISBOA

Na sequência dos atentados de Paris, que só vêm dar razão ao que o PNR sempre disse, bem como aos restantes nacionalistas europeus, convocámos de imediato uma vigília-protesto à porta da mesquita central de Lisboa, perto da Praça de Espanha.
Contrariamente ao sistema politicamente correcto que vigora em Portugal e na Europa, esta, primeira culpada pela chacina de europeus que apenas começou e que se vai agravar, nós somos os únicos a ter razão e coragem para denunciar os dirigentes europeus e a comunicação social, como primeiros responsáveis das ameaças à segurança interna das nações europeias e à destruição das suas identidades. A Europa meteu o “Cavalo de Tróia” cá dentro! E continua nesse processo! Em vez de arrepiar caminho, reconhecendo o tremendo erro cometido ao longo das últimas décadas, continua, teimosamente, a branquear a situação e a trair os povos europeus, expondo-os à barbárie de gentes que nada têm que ver com a nossa matriz civilizacional.
No protesto que o PNR realizou dia 14, à porta da mesquita, com mais de trinta pessoas, surgiram algumas outras simpatizantes, mas tímidas, permanecendo todo o tempo em esquinas opostas da rua, observando de longe. O aparato policial montado no local era tremendo e, contrariamente, a presença da comunicação social foi escassíssima, uma vez que esta, ao serviço do sistema, apenas dá voz aos que pensam da mesma forma: traidora às nações europeias. É escandaloso que, mesmo estando presente apenas uma estação de televisão e tendo feito a cobertura da acção e entrevistado José Pinto-Coelho, nada tenham depois passado. É o medo claro de que as verdades que lhes são incómodas sejam veiculadas à população. Para que gastam então recursos ao deslocarem uma equipa ao local?
Para o PNR, esta questão da invasão islâmica à Europa, tomou o lugar cimeiro de todas as prioridades, já que constitui a maior e mais séria ameaça à nossa segurança, estabilidade, identidade e cultura. Não temos medo de afirmar que o islão nada tem que ver connosco. É hostil e invasor, ameaça a liberdade dos nossos filhos e netos e tem que ser erradicado das pátrias europeias.
Para confirmar o que o PNR tanto frisou na recente campanha eleitoral, de que Portugal e a Europa não deveriam acolher os ditos “refugiados”, que mais não são do que imigrantes invasores, ficou-se a saber que, pelo menos um dos terroristas assassinos da sangrenta noite de Paris, era um “refugiado” coitadinho que entrou pela Grécia, há apenas um mês.
Aprendam, ingénuos úteis aos traidores, que o PNR tem razão, que o PNR luta por Portugal e pelos Portugueses! 
Islão, aqui, não! Nacionalismo é solução!
*
Fonte: http://www.pnr.pt/noticias/activismo-pnr/islao-aqui-nao/

28 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Clérigos Muçulmanos querem que a camisola de Portugal seja banida dos estádios de Futebol

http://estadosentido.blogs.sapo.pt/2094625.html

17 de novembro de 2015 às 12:53:00 WET  
Anonymous V said...

houve um cartaz posto logo apos os atentados https://www.facebook.com/stopnewlabour/photos/a.1586681214920022.1073741828.1586671888254288/1655159101405566/?type=3

que com muita razao dizia que gente que apoiou a imigração, migrantes, multiracialismo, devia aceitar a sua quota parte por ter havido atentados e penso que até havia outro cartaz que dizia que essa gente não tinha direito a chorar, lamentar-se, etc.

No entanto depois de ver esse cartaz e quando os media começaram a falar do caso, foi precisamente o contrário que se viu. Esses que apoiaram a imigração e deviam aceitar a sua quota parte no que aconteceu e nem deviam ter direito a chorar, lamentar-se, expressar os seus sentimentos, foram precisamente esses os que tiveram direito de antena e a mostrar o seu choro, indignação, etc para ficarem bonitos na fotografia e o povo ver.

Os que sempre alertaram o problema e quiseram evitar a tragédia (nacionalistas, anti-imigracionistas, etc), deviam ser reconhecidos e não tiveram nenhum tempo de antena e apenas foram insultados e chamados de extremistas, racistas e tudo o que de mau pode haver. Fomos acusados de não perceber o problema, de exigirmos medidas racistas, xenofobas, não adequadas que vão contra a liberdade, direitos humanos, desrespeitam a humanidade, etc. Disseram que o que defendemos não iria resolver nada, que eles se não entrassem pela porta entravam pela janela (penso que foi a Ana Gomes que disse). Enfim foi uma autentica lavagem cerebral, uma autentica propaganda de um so ponto de vista das coisas.

A europa continua igual, como na idade média. So se pode defender o que esta no poder. Quem disser que o rei esta nú tem problemas. Pensamos que evoluimos, temos liberdade, somos democractas, podemos defender o que queremos, mas é tudo uma falsa ilusão.

Tal como diziam do nazismo. A propaganda cegava o povo e não os deixava ver o que estava a acontecer à sua volta.

Outra justificação do que acontece aos europeus pode ser visto neste video, mais pro fim aos 14:45 https://www.youtube.com/watch?v=44vzMNG2fZc&feature=youtu.be em que um agente do kgb fala dos efeitos da lavagem cerebral, essas pessoas não são capazes de mudar mesmo quando expostas aos factos, eles não conseguem chegar a conclusões racionais e rejeitarão todos os factos (exactamente o que acontece com os multracialistas que perante factos, estatisticas de violações, % de criminalidade, etc, continuam a defender o mesmo e a dizer que é tudo factos nazis, racistas, etc). Podem chover bombas atomicas e o nosso quotidiano ser transformado numa autentica zona de guerra, mas esta gente continuará a defender a imigração e uma sociedade miscigenada. Esta gente não mudará a sua religiao multiracialista. É já uma doença enraizada no cerebro. Se repararmos ha 20 anos havia muito mais paz, ha 10 anos também. Isto tem continuado a piorar, mas eles continuam a defender o mesmo. Mesmo apos atentados de Paris, Madrid, Londres, etc. Mesmo apos factos de violações, assassinatos, problemas economicos, etc.

17 de novembro de 2015 às 15:36:00 WET  
Blogger Gang2 Ervilha said...

É em frente ás Sinagogas que vocês deveriam manifestar. Aí é que está o problema. Preocupam-se com os ramos em vez de se preocuparem com a raiz do problema ?

17 de novembro de 2015 às 15:36:00 WET  
Blogger Caturo said...

Isso seria de um ridículo estarrecedor, sem ponta por onde se lhe pegasse.

17 de novembro de 2015 às 18:51:00 WET  
Blogger Caturo said...

«Clérigos Muçulmanos querem que a camisola de Portugal seja banida dos estádios de Futebol»

Não é bem isso que está no artigo, mas o interessante é essa notícia não ter sido divulgada pelos mé(r)dia de cá...

17 de novembro de 2015 às 18:51:00 WET  
Blogger Caturo said...

«É já uma doença enraizada no cerebro. Se repararmos ha 20 anos havia muito mais paz, ha 10 anos também. Isto tem continuado a piorar, mas eles continuam a defender o mesmo. Mesmo apos atentados de Paris, Madrid, Londres, etc.»

É exactamente disso que se trata. É como uma religião. Nos casos mais graves, persiste mesmo depois de se terem sofrido as consequências directas dessa mentalidade.

17 de novembro de 2015 às 18:53:00 WET  
Blogger Gang2 Ervilha said...

«É já uma doença enraizada no cerebro. Se repararmos ha 20 anos havia muito mais paz, ha 10 anos também. Isto tem continuado a piorar, mas eles continuam a defender o mesmo. Mesmo apos atentados de Paris, Madrid, Londres, etc.»

Ai sim ? Quem são os ideólogos do "multiculturalismo" que tu tanto rejeitas ?
É o chinês, o africano, o árabe, o europeu, ou o judeu ?

Quem são os ideólogos da "miscigenação" que tu tanto rejeitas ?
É o chinês, o africano, o árabe, o europeu, ou o judeu ?

Vê lá se consegues adivinhar isso, vai custar e é extremamente difícil, podes passar anos para tentar descobri-lo... mas vai valer a pena, e logo saberás onde está o mal.

18 de novembro de 2015 às 00:14:00 WET  
Blogger KVRGANIVS NOSTRATORVM said...

http://estadosentido.blogs.sapo.pt/2094625.html

17 de novembro de 2015 às 12:53:00 WET

ESSA CRUZ DA CBF É A MESMA CRUZ DE MALTA DE PORTUGAL HERDADA POR TRANSMISSÃO CULTURAL DE SÉCULOS

18 de novembro de 2015 às 02:01:00 WET  
Blogger KVRGANIVS NOSTRATORVM said...

A DIFERENÇA É QUE A DE PORTUGAL É BEM MAIS BONITA

18 de novembro de 2015 às 02:01:00 WET  
Blogger KVRGANIVS NOSTRATORVM said...

LEMBRO LOGO DO LOGO DO HOSPITAL PORTUGUES DO RECIFE DO MAIOR POLO MEDICO PROPORCIONAL DO MERDIL EM PERNAMBUCO É AQUELA ESFERA DE COORDENADAS LINDA COM AQUELE SIMBOLO DO ULTRAMAR

18 de novembro de 2015 às 02:02:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

O problema está no ISIS, não no multiculturismo, na miscigenação de raças ou nos muslos que cá vivem em Portugal.

18 de novembro de 2015 às 13:01:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Os judeus estão sempre por detrás de tudo. Tu não percebes nada disto, Caturo.





18 de novembro de 2015 às 20:10:00 WET  
Blogger Caturo said...

Éié, diz-lhe que sim.

19 de novembro de 2015 às 10:53:00 WET  
Blogger Caturo said...

«Ai sim ? Quem são os ideólogos do "multiculturalismo" que tu tanto rejeitas ?
É o chinês, o africano, o árabe, o europeu, ou o judeu ?»

É, maioritariamente, o europeu.



«Quem são os ideólogos da "miscigenação" que tu tanto rejeitas ?
É o chinês, o africano, o árabe, o europeu, ou o judeu ?»

É, maioritariamente, o europeu.


E?...

19 de novembro de 2015 às 10:55:00 WET  
Blogger Caturo said...

«O problema está no ISIS, não no multiculturismo, na miscigenação de raças ou nos muslos que cá vivem em Portugal.»

Não. O problema está nisso tudo, mas tudo: o multiculturalismo, a imigração muçulmana para a Europa e a miscigenação é que constituem as condições básicas, essenciais, até produtivas, para que depois o ISIL tenha o poder de assustar os actuais ocidentais. Fosse a Europa dirigida por nacionalistas e o ISIL nem ameaça era, ou não era ameaça para além de uma ou duas semanas de bombardeamentos intensos, mas em larga escala. Aliás, os dirigentes do ISIL nem sequer ousariam afrontar a Europa se soubessem que isso lhes custaria realmente a total aniquilação em menos de metade de um mês.

19 de novembro de 2015 às 10:59:00 WET  
Blogger Gang2 Ervilha said...

Já que tens a mania que és sábio, toma lá uma minúscula amostra, é só "europeus" (sic) que falam aí:

« Jean Daniel, director de imprensa: « Nada vai parar os movimentos de populações miseráveis para um Ocidente velho e rico... É por isso que a sabedoria, a razão, consiste então fazer como se nós fossemos receber cada vez mais imigrantes e preparar o seu acolhimento. » ( 2005 )

Jacques Attali, escritor, ex-conselheiro de Mitterrand: A Alemanha: « deverá abrir-se á imigração para compensar o défice demográfico actual. Tem de se fazer de maneira que a população estrangeira naturalizada atinja um terço da população global, e metade daquela das grandes cidades ». (1998)

A França: « Tem de se dar os meios para um claro rejuvenescimento, aceitar a entrada de um grande número de estrangeiros.» ( 2003)

Daniel Cohen-Bendit, ecologista, parlamentar europeu: « O que me faz prazer em França, é o seu cosmopolitismo. Os negros, os árabes, os judeus. Gosto da França por isso.» (1979)

Seria bom que a percentagem de estrangeiros atinja um dia o terço da população global... O barco está longe de estar cheio, está mesmo muito vazio... Para acabar com a xenofobia, o melhor seria ainda aumentar e não de querer reduzir o numero de estrangeiros.» (1998)

Queres mais ou chega ? Já agora, sabes quem esteve por detrás da primeira grande de imigrantes negros para a Europa ? Foram "europeus" então não vês que sim! Para a Inglaterra, no ano de 1948, um barco de propriedade judaica, vindo da Jamaica completamente dominada por judeus... chega com os primeiros 417 negros imigrantes... e desembarca no cais de Tilbury Docks, gerido por um judeu, e nunca mais parou até agora, e graças á influência judaica, não tardou a se alastrar como um cancro para o resto da Europa.

Nacionalismo ? Mas que raio de nacionalismo é o vosso ? Onde é que foram arranjar essa espécie de nacionalismo que nada tem a ver com Portugal ? Fica a saber, que o primeiro partido nacionalista português, formado por José Cândido, no Porto, era católico e era anti-judeu! Este é o puro nacionalismo da terra, não é a vossa espécie de nacionalismo que vocês inventaram que protege sempre os judeus. O nacional-socialismo ele mesmo é anti-judeu. Mas que raio de nacionalismo é o vosso ? Devem estar a brincar de certeza. De certeza que andam para aí a jogar aos "nacionalistas" sem sequer saberem o que é o nacionalismo português ou o que é o nacional-socialismo.

Quanto á miscigenação, ela não pode existir na Europa se antes não houver multiculturalismo. Consegues fazer a ligação entre um e outro ? Ou é preciso fazer um desenho ?

Vocês são nacionalista é lá para meninos. Vocês não têm absolutamente nada de nacionalistas nem algo que se pareça.

19 de novembro de 2015 às 12:33:00 WET  
Blogger Caturo said...

Menino és tu que não tens a menor noção do que estás a dizer, em coisa nenhuma. Lês umas coisas escritas pelos fanáticos do costume e és incapaz de separar o trigo do joio.

Para começar, os exemplos que deste não servem para grande coisa. Posso arranjar vários outros, de indivíduos europeus, que dizem as mesmíssimas coisas, senão ainda piores. O que te escapa, a ti e quejandos, é que a esmagadora maior parte, repara, a esmagadora maior parte dos indivíduos da classe política dos principais partidos europeus - exceptuando os nacionalistas, obviamente - pensa o mesmo que esses fulanos dizem. Aliás, nem é preciso ir falar com esses políticos, basta perguntar a opinião à esmagadora maioria dos advogados, juízes, engenheiros, professores, médicos, etc., basta até falar com a esmagadora maioria dos alunos universitários para se constatar que a maioria dessa gente pensa exactamente assim, sem tirar nem pôr, e que tu e afins não sejam capazes de entender uma realidade que já vem de há décadas diz o essencial que é preciso saber a respeito das vossas opiniões...

Pior ainda é a referência à primeira grande entrada de imigrantes negros na Europa, isso então é a barracada completa. Isso é ignorar que bem antes do século XX já a Igreja metia negros na Europa e não eram poucos, e que no seio da Cristandade mais praticante se acolhia bem a mistura racial. É também ignorar que foi no tempo do Estado Novo, que José Cândido defendia, que começaram a entrar negros em Portugal (mão-de-obra barata para as obras do senhor J. Pimenta), isto para além de ter promovido o ideal da pátria «pluricontinental e plurirracial», chegando ao ponto de ter um capitão de equipa negro numa altura em que os Ingleses por exemplo, ui-controladíssimos-por-judeus-credo, achavam muito estranho ver um negro a mandar em brancos.

Por isso, jovem, a miscigenação já existia na Europa muito antes da moda do actual multiculturalismo. E a tua Igreja Católica andou a praticá-la em larga escala, a mesma que o José Cândido dizia seguir. Consegues fazer a ligação entre uma coisa e outra? Ou é preciso fazer um desenho?

Agora aprende, com letras simples: Nacionalismo é colocar a Estirpe acima de tudo. É considerar que a Nação - racial, étnica, cultural - constitui o maior dos valores. Isto foi condenado - oficialmente condenado - pela tua Igreja Católica no final dos anos trinta, em flagrante oposição à Alemanha Nacional-Socialista (vai ler a encíclica «Mit brennender Sorge»).

O Nacionalismo não implica ser contra outras etnias, implica apenas pôr a sua própria etnia em primeiro lugar. Isto é o b-a-ba do Nacionalismo, que diversos nacionalistas começam por dizer quando o explicam a leigos, pelos vistos passou-te ao lado. E esperemos, claro, que muitos dos nacionalistas que dizem isso estejam a ser sinceros...

Por conseguinte, o Nacionalismo não é «anti-judeu», isso constituiria uma ridícula contradição ao que está escrito no parágrafo imediatamente anterior. Aliás, os Judeus também têm o seu Nacionalismo, que é o Sionismo. O Sionismo é o movimento nacionalista judaico que pretende garantir a existência de um território exclusivo para os Judeus. O resultado do Sionismo é a existência do Estado de Israel. Todo e qualquer nacionalista e coerente quererá, sem quaisquer margem para qualquer dúvida possível e imaginária, que exista um Estado Judaico para que todos os Judeus possam ir para lá viver. Olha, até o Estado NS chegou a colaborar com os sionistas para que esse Estado se constituísse, vê lá tu.

19 de novembro de 2015 às 13:20:00 WET  
Blogger Afonso de Portugal said...

Mas quem é este "Gang2 Ervilha"? Um irmão mais novo do Brunácio? É cada "pérola" que até mete medo!

«É em frente ás Sinagogas que vocês deveriam manifestar. Aí é que está o problema.»

Mesmo para quem acredita na grande conspiração sionista, esta tirada é completamente imbecil. De que serviria ir prostestar em frente a uma sinagoga depois de um atentado cometido por muçulmanos? É assim tão difícil colocar-se no lugar do povo e perceber que qualquer pessoa que fizesse isso seria imediatamente considerada como doente mental pela esmagadora maioria do eleitorado? O cidadão comum não associa a invasão muçulmana aos judeus!... E não seria só por meia-dúzia de gatos pingados irem protestar em frente a uma sinagoga que passaria a associar! Sinceramente, o que é que vocês têm na cabeça?


«Quem são os ideólogos da "miscigenação" que tu tanto rejeitas ?
É o chinês, o africano, o árabe, o europeu, ou o judeu ?
»

Todos menos o chinês, seu "distraído"! O africano prega constantemente a miscigenação como forma de diluição dos brancos. Na África do Sul há muitos "activistas" negros a fazê-lo "para acabar de vez com a herança do apartheid". O mesmo se passa nos EUA, com os panteras negras, por exemplo, a apelar aos seus membros que procriem com mulheres brancas.

O árabe tambám prega constantemente a miscigenação como forma de extermínimio dos infiéis. Ainda há umas semanas atrás, tanto eu como o Caturo publicámos, nos nossos respectivos blogues, um sermão do imã da mesquita de Al-Aqsa a apelar aos muçulmanos que tivessem filhos com os europeus!

E os Europeus? Esses então nesse fala! E nem precisamos de sair de Portugal! Ou será que o Passos Coelho é judeu? E o Sócrates, também? E a Teresa Tito Morais? E o José Falcão? E a Catarina Martins? E o Marcelo Rebelo de Sousa? Querem ver que são todos judeus?!

É claro que os judeus também pregam a favor da miscigenação. Mas até nisso a vossa argumentação é estúpida: nunca ninguém aqui sugeriu que os judeus não pregavam. O que dizemos é que estão longe -mas mesmo muito longe- de serem os únicos! E, ainda por cima, são tão poucos que de pouco adiantaria ir atrás deles. O alvo prioritário devem ser os traidores ocidentais, assim como a denúncia da imigração de fronteiras escancaradas, da corrupção generalizada e dos lóbis económicos. É isso que apela directamente ao eleitorado que, evidentemente, não quer saber dos judeus para nada!

19 de novembro de 2015 às 15:23:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Já que tens a mania que és sábio, toma lá uma minúscula amostra, é só "europeus" (sic) que falam aí:"

selecionaste algumas frases de judeus, ok.

Mas e os inumeros Europeus fanaticos pelo multiracialismo? Nao sao so os judeus.

O pessoal do Be fanatico e inconsciente do multiracialismo? vais-me dizer que a fanatica multiracialista do PS, a Ana Gomes, é judia? vais-me dizer que o pessoal do BE é todo judeu?

Mesmo que no comando fossem judeus, cabia aos europeus não se deixarem levar por isso. E como vês nos partidos politicos à excepção dos nacionalistas, as pessoas defendem o multiracialismo.

No Japão e na Coreia se calhar os judeus também tentaram e não conseguiram. Também ha umas centenas de anos tentaram meter o Cristianismo no Japão e foram corridos de la para fora.

Se Japoneses e Coreanos conseguiram resistir a Cristianismo e multiracialismo, deve-se a inteligencia deles. Se nós não, deve-se à pouca inteligencia da maioria dos europeus que cai que nem patinho na propaganda e sofrem uma lavagem cerebral tremenda deixando que o seu território seja invadido e pareca uma autentica zona de guerra e alta criminalidade sem se darem conta e fazerem nada e mais grave, continuarem a defender as politicas que levaram a isso.

So podes culpar a burrice europeia. A nao ser que os Judeus tenham feito muito mais coisas que nao fizeram no Japao e na Coreia para convencer e dominar a população. Mas nao estou dentro disso.

De qualquer maneira olho para os multiracialistas europeus e so posso culpar a falta de inteligencia dos europeus. Na Suécia são malucos pelo multiracialismo. Se se deixaram levar de maneira tao fanatica por esse ideal, é culpa deles.

19 de novembro de 2015 às 15:25:00 WET  
Blogger Gang2 Ervilha said...

Podes arranjar muitos, mas diz-nos lá quem lhes meteu na cabeça essa ideologia ? Quem esteve por detrás ? Quem sempre defendeu a mestiçagem com unhas e dentes ? Quem sempre defendeu o multiculturalismo ? Aliás, defendem-no para a Europa, salvo para a terra deles, tanto é que todo o imigrante que desembarca lá, é logo metido num avião para a Suécia, e os poucos que insistem em lá ficar, são tratados como animais.

Menina, o nacionalismo na sua essência só pode ser nacional. E nesta terra chamada Portugal, nunca se viu essa espécie de nacionalismo que praticas. Portanto isso que defendes, é exterior á Pátria, não tem raiz nacional.

Sobre o que a menina fala do Cândido, se ele o disse, o feito de defender uma Pátria pluricontinental e plurirracial era a coisa mais normal do mundo! Então as colónias eram de quem ? E se as colónias eram de quem fossem, então o que estavas á espera que se fizesse ? Que se matasse todos os habitantes dessas colónias só para satisfazer o teu desejo de se ter uma única raça e assim deixar de ser pluriracial ? E já agora, oferecia-se todas as colónias aos ingleses de mão beijada. Assim já seria impossível defender-se "uma Pátria pluricontinental". Deves ter fumado folhas de plátano de certeza. Já nem sabes o que dizes.

Mas já agora, o próprio Cândido, que defendia « a raça a tradição, a terra », e também o Sardinha que dizia « que não se poderia sobrepor o passado de uma raça ao passado de outra raça », eram claros sinais, segundo a tua boa vontade, de uma extrema vontade de mestiçar as raças, não ?

O Portugal multicultural, daquele tempo, que era um facto, devido ás colónias, não tem nada de espantoso nem de absurdo. O que farias tu ? Davas as colónias aos ingleses só para Portugal deixar de ser multicultural ? Estás mesmo tapadinha mulher...

Quanto á Igreja que tu tanto criticas, nem tampouco serias nascida se não fosse os nossos REIS CATÓLICOS A CONQUISTAREM O LUGAR ONDE NASCES-TE E O LUGAR ONDE VIVES! Compreendes a coisa ? Ou é preciso um desenho para explicar á Senhora ? Então você ousa criticar a fé daqueles que andaram a sacrificar as suas vidas só para conquistarem a terra, onde a senhora agora está aí descansadinha ? É uma desonra para a Pátria! É diz você defender os valores da Pátria ? E ousa você defender a Nação ?

Quanto á Igreja, cita-me lá as tuas fontes, porque essa de a Igreja defender a mestiçagem não sei onde foste buscá-la, apresenta lá isso aí que eu quero ver... pois bem, tens a Summa de São Tomás que diz o seguinte: « pessoas do mesmo sangue serão sempre mais amadas do que aquelas que não têm o mesmo sangue [...] em questões relativas às relações entre os cidadãos, devemos preferir os nossos concidadãos... ». Compreendes o que São Tomás diz ? Opá, vai inventar essa de que a Igreja defendeu a miscigenação para outro lado. Isto é para compreenderes que a encíclica a que fazes referência não condena de nenhuma forma nem nega a raça. Como negar algo que Deus criou ? Nem o Papa ousaria fazê-lo tampouco. O que o Papa condenou, foi a exageração que Hitler dava á raça, levando uma como superior ás demais. A própria Bíblia fala de raças, que Deus criou as raças.

Os judeus ? Achas que os expulsamos daqui porquê ? Por serem assim tão bonzinhos ? Ah bem, és um defensor do sionismo... já compreendi...és um daqueles que se deve regozijar quando uma criança Palestina é morta... já me disseste tudo...

19 de novembro de 2015 às 15:44:00 WET  
Blogger Caturo said...

«Podes arranjar muitos, mas diz-nos lá quem lhes meteu na cabeça essa ideologia ?»

Sei lá... se calhar foi um povo pequenito com poderes hipnóticos...
Mais ridicularias, miúda. Quem é que te meteu na cabeça que foram os Judeus que meteram fosse o que fosse na cabeça de quem fosse? Tens alguma prova, sequer leve indício sério disso?
Quem defendeu a mestiçagem com unhas e dentes foram os universalistas radicais. A ideia tem base cristã. O Judaísmo é-lhe contrário. E já agora aprende, mas aprende de uma vez para ires dizer isto aos teus amigos: é mentira que em Israel não haja imigração e multiculturalismo. Estás a perceber? É mentira, acabou. Em Israel há basicamente tanta polémica sobre isso como cá, porque também por lá há quem defenda a entrada de imigrantes, impingindo-a ao povo, e também por lá há Extrema-Direita a dizer que Israel é terra do homem branco, exactamente isto. Essa do «é logo metido num avião para a Suécia» é só uma generalização grosseira, e palerma, porque isso aconteceu uma vez e foi porque o governo sueco os quis receber, não foi Israel que disse «vá, sueco, tens de receber pretos para perderes a identidade!!!!» Esse tipo de cenários só existem nas vossas cabeças.

Quanto ao tema do Nacionalismo, continuas a não dizer uma em condições, é que não te sai nada de jeito - nem entra, pelos vistos, que essa cachola está bem fechada, aí só há merda. O que defendo não é «exterior à Pátria», aliás, sabes lá tu o que é ou deixa de ser a Pátria, do «alto» dos teus quinze anos de idade não tens conhecimento para falar disso, como já demonstraste. Outros, mais velhos e menos ignorantes que tu, já tentaram «argumentar» para provar que o meu Nacionalismo é incompatível com Portugal e não só não o conseguiram como ainda por cima eu é que lhes detectei e acusei a incoerência e a incapacidade de argumentar em condições.

Quanto ao José Cândido, miúda, voltas a não perceber um corno do que estás a dizer, mas pior, metes completamente os pés pelas mãos, aliás, as patas da frente pelas de trás. Primeiro, porque eu não disse que o J. Cândido disse isto ou aquilo, só calculei que o tivesse dito, a avaliar pela sua ideologia católica e anti-judaica. Depois, e mais grave, porque vens para aqui mandar bocas adolescentes anti-sionistas contra a miscigenação e agora estás a defender o ideal imperial da miscigenação e do multirracialismo, isto é o cúmulo de não ser capaz de manter uma linha de raciocínio ao nível normal humano. É absolutamente óbvio que para um nacionalista coerente seria necessário abandonar de vez o império, precisamente para evitar a miscigenação. Não é defendê-lo a todo o custo e com isso diluir o que mais interessa, que é a Nação, algo que já se percebeu que não sabes o que é.

19 de novembro de 2015 às 19:02:00 WET  
Blogger Caturo said...

«Mas já agora, o próprio Cândido, que defendia « a raça a tradição, a terra »»

Pois isso o problema é dele e da sua consciência, ele que o resolvesse com a Igreja. Aliás, foste tu quem aqui veio dizer que o Nacionalismo dele era diferente do meu, embora ainda não tenhas demonstrado em quê. Com o pouco que referiste, contudo, já chegou para se ver a incoerência de se ser católico e nacionalista.

Quanto ao Sardinha, a jovem não sabe que o fulano nem nos considerava de origem europeia, mas sim parentes étnicos dos Berberes, enfim, isso conta pouco agora, mas já agora ficou por demonstrar o que tem o Sardinha a ver com a conversa ou em que é que o Sardinha obriga a ser anti-sionista e católico...

No que respeita à Igreja, quanto mais falas mais te enterras, pivete, é que não tens mesmo noção nenhuma do que estás a dizer. Mete nos cornos bem metido isto que te vou dizer, lê com atenção ou imprime e pede que te expliquem: a Igreja NÃO LUTOU PARA TU E OUTROS BACOCOS ANDAREM A DEFENDER A «RAÇA», MAS SIM PARA IMPINGIR A TODO O UNIVERSO O CULTO A UM JUDEU MORTO. Percebe, a desgraçadinha, do que é que estou a falar? Instrua-se. Ouso por isso criticar a fé que foi imposta a toda a Europa e que assim COMEÇOU O PROCESSO DE DESTRUIÇÃO DA IDENTIDADE EUROPEIA, porque o maior VENENO que alguma vez entrou na Europa foi precisamente o do culto cristão.

A queda do Ocidente começou precisamente quando os altares dos Deuses Nacionais começaram a ser deitados abaixo, ou usurpados, em nome do culto a um semita crucificado.
Foi assim que começou a infiltrar-se na Europa a menorização do ideal de salvaguarda da integridade étnica: povo, língua, religião étnica.

No que toca aos que andaram a sacrificar a sua vida combatendo os Mouros, pois que religião é que eles podiam ter quando todas as outras eram proibidas? Dizer que o Ocidente deve a esse credo alguma coisa é como dizer que os Russos têm obrigação de ser comunistas porque em 1917 a revolução bolchevique teve sucesso e os comunistas bateram a invasão nazi alemã...

Agora, sobre a Igreja, pediste as fontes, toma lá, isto não te ensinaram na catequese nazi se calhar:

O Professor Guy G. Stroumsa (Hebrew University of Jerusalem), na página 83 livro Barbarian philosophy: the religious revolution of early Christianity, afirma que para os cristãos dos primeiros séculos as etnias e raças eram completamente irrelevantes:
«O interesse cristão na salvação da alma e da pessoa humana, por exemplo, incluía a falta de um sério interesse nos valores da sociedade, no que quer que pudesse parecer como contingente nas formas da existência humana. Aspectos étnicos eram profundamente irrelevantes para os cristãos.»

Anthony David Smith (Oxford University) na página 35 do livro "The Ethnic origins of nations" afirma que o Cristianismo dos primeiros séculos «ajudou a... transcender as divisões étnicas existentes.»
FONTE: http://books.google.com/books?id=740O4K52DCwC&pg=PA35&dq=%22Transcend+existing+ethnic%22&ei=KojVTazcGMKUOobY7JkH&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CC4Q6AEwAA#v=onepage&q=%22Transcend%20existing%20ethnic%22&f=false

Ou seja, a acção unificadora do cristianismo primitivo, que é a mais autêntica forma de doutrina cristã, reduziu, ou até eliminou, as barreiras entre as etnias e raças, as quais têm suas raízes no passado pré-cristão.

19 de novembro de 2015 às 19:18:00 WET  
Blogger Caturo said...

Mas há mais, pirralho, continua:

Durante o período colonial, a Igreja Católica desobedecia às leis e celebrava casamentos interraciais entre escravos negros e colonos europeus livres. As autoridades seculares não reconheciam a validade dessas uniões. Mas a Igreja Católica, contrariando os poderes nacionais, aceitava a validade dessas uniões e até autorizou que o ritual fosse simplificado e flexibilizado (a Igreja passou a reconhecer casamentos sem a presença de sacerdotes), para que tudo ficasse ainda mais rápido e fácil.
O pesquisador Armando Lampe, no livro "Mission or Submission? Moravian and Catholic Missionaries in the Dutch Caribbean during the 19th Century", escreve: «Esta forma de casamento secreto foi aplicada aos escravos e o Estado reagiu vigorosamente contra tais casamentos de escravos, como Brouwers asseverou numa nova carta a Roma. Estes casamentos eram registados num dos mais antigos livros baptismais: nos anos 1744, 1745 e 1746, houve casamentos de escravos realizados »in facie ecclesiae«, ou seja, na presença do padre e das testemunhas. Apesar do conflito entre o Estado em 1785, estes casamentos secretos continuaram. Na tradição oral eram chamados »stempel cuero« (selar a pele). Não apenas esses comentários continuaram apesar da proibição oficial, mas foi além disso inventada uma nova forma.
(...)
A prática dos casamentos sem testemunhas, combinada com a nova decisão de Roma de legitimar a ausência de um sacerdote, levou a um novo procedimento em Curacao: os casamentos sem a presença de padre e de testemunhas. Os casamentos secretos eram cuidadosamente registados; temos estes registos desde 1839 até 27 de Março de 1886.(...)
Em 1855, Putman, o sacerdote paroquial de Santa Rosa, escreveu que havia muitos »matrimonia clandestina valida«. Muitos escravos eram casados com mulheres livres e homens livres com escravas; viviam, na maior parte dos casos, nas plantações com o consentimento dos proprietários.
(...)

Entre 1785 e 1863, e mesmo antes 1785, os casamentos de escravos eram considerados legítimos pela Igreja Católica. O Estado considerava os escravos como não-pessoas; portanto, não lhes era permitido casar. Na Igreja Católica não havia, todavia, nenhuma distinção entre escravos e homens livres no caso dos casamentos."
FONTE: "Mission or Submission? Moravian and Catholic Missionaries in the Dutch Caribbean during the 19th Century", páginas 124, 125, e 126.

A pesquisadora Alida Metcalf (Trinity University) analisou os registos da paróquia de Santana de Parnaíba, no Brasil, confirmando que a Igreja Católica protegia, incentivava, e celebrava casamentos interraciais em solo brasileiro. Estar distante da metrópole lusitana facilitava a sua acção: «Entradas nos registos de casamento da paróquia de Satana documentam que entre 1726 e 1820, os padres celebraram quatrocentos casamentos entre escravos que viviam na paróquia. Além disso, os padres também casaram administrados índios, sobretudo durante a primeira parte do século XVIII. Os matrimónios entre escravos e administrados, escravos e indianos, e entre escravos e gente livre, também aparecem nos registos matrimoniais.»
FONTE: Family and frontier in colonial Brazil: Santana de Parnaíba, 1580-1822 (UNIVERSITY OF TEXAS PRESS), por Alida C. Metcalf, página 165.


19 de novembro de 2015 às 19:18:00 WET  
Blogger Caturo said...

E há muitos, muitos outros exemplos.

Já agora, olha que aquilo que disseste do Tomás de Aquino não é nada claro quanto ao que ele defendia, ora cita lá o texto completo. Nota, de qualquer modo, que acima do Tomás de Aquino está o próprio Judeu Morto, que disse para dar a outra face ao agressor, disse que se o agressor nos quiser tirar a capa devemos dar-lha, disse que devemos amar todos por igual independentemente dos laços de sangue e disse que vinha para trazer a discórdia no seio da família, chegando mesmo a afirmar «se não odeias a ti próprio e à tua família, não és digno de me seguir». Mete mais esta nos cornos e não me faças repeti-la.

19 de novembro de 2015 às 19:25:00 WET  
Blogger Caturo said...

No que toca à encíclica que eu referi, Mit brennender Sorge, estás a aldrabar a ver se te safas mas é tarde: o que a encíclica condena não é «considerar a nossa raça superior às outras» mas SIM pôr o princípio da Raça acima de todos os outros. Aprende: «Todo aquele que tome a raça, o povo ou o Estado (...) e os divinize em um culto idolátrico, perverte e falsifica a ordem criada e imposta por Deus». Ora aquilo a que a Igreja chama «culto idolátrico» é precisamente o cerne do Nacionalismo. Estás a perceber? Para o Nacionalismos, a Raça/Povo está MESMO acima de tudo o resto. E isso é incompatível com o Cristianismo. Logo, não se pode ser nacionalista e católico.

E já agora, para chorares mais um bocado, ficas também a saber que ser católico é incompatível com ser anti-semita: como disse o teu papa Pio XI,

«espiritualmente, somos todos semitas.»

E ele disse isto precisamente em defesa dos Judeus.

Aguenta e abre os olhos, antes de fazeres dezoito anos ainda podes aprender umas coisas.

19 de novembro de 2015 às 19:35:00 WET  
Blogger Caturo said...

Sobre as crianças palestinianas, não sei quem terá dito que os Judeus eram bonzinhos, isso és só tu à rasca na argumentação e a usar a falácia do homem de palha, atribuindo-me coisas que eu não disse, mas já agora ficas a saber que de facto as crianças palestinianas são umas vítimas que os teus amigos do Hezbollah ou do Hamas usam como escudos humanos e as tropas israelitas evitam atingir, chegando ao cúmulo de avisar os civis palestinianos antes dos bombardeamentos. Mas isso já é muito complicado para ti, concentra-te agora em perceber o que é o Nacionalismo.

19 de novembro de 2015 às 19:36:00 WET  
Blogger Caturo said...

«De qualquer maneira olho para os multiracialistas europeus e so posso culpar a falta de inteligencia dos europeus.»

Nada tem a ver com falta de inteligência. Aliás, a maioria das pessoas mais inteligentes do Ocidente provavelmente são a favor da imigração em massa. O problema não é intelectual, é ideológico. O que se passa é que os Asiáticos não foram profundamente infectados ao longo dos milénios pelo universalismo anti-fronteira dos cristãos.

19 de novembro de 2015 às 19:39:00 WET  
Blogger Caturo said...

«É assim tão difícil colocar-se no lugar do povo e perceber que qualquer pessoa que fizesse isso seria imediatamente considerada como doente mental pela esmagadora maioria do eleitorado?»

Esta malta é anti-democrática, nunca por nunca «desceria» ao ponto de se pôr no lugar do povo, pelo contrário. Por isso é que o Nacionalismo está tão atrasado nos países onde os fascistas mais controlam a área nacionalista e o pensamento democrático é mais odiado.

19 de novembro de 2015 às 19:43:00 WET  

Enviar um comentário

<< Home