Uma disputa envolvendo uma faixa com os dizeres "A Itália aos Italianos", exibida por dois alunos de uma escola em Cesena, transformou-se numa controvérsia política nacional depois de os alunos envolvidos serem repreendidos e obrigados a escrever uma redacção reflexiva antes dos seus exames finais.
A faixa foi pendurada numa janela do Liceo Classico Vincenzo Monti a 6 de Junho por um grupo de alunos formandos. Após uma investigação policial, os responsáveis foram identificados e submetidos a medidas disciplinares pela direcção da escola, informou o jornal Il Giornale. Um dos estudantes envolvidos, um jovem de 18 anos prestes a formar-se, defendeu a acção como gesto patriótico e não como protesto político. Afirmou que a faixa tinha o objectivo de expressar orgulho pela Itália e preocupação com a identidade nacional, argumentando que a reacção de alguns críticos tinha retratado injustamente os estudantes como extremistas. Também destacou o que descreveu como amplo apoio público após o incidente. “Recebi milhares de mensagens de solidariedade e apoio que as pessoas estão a enviar sempre que este episódio é discutido”, disse ele ao Corriere della Sera. “Acredito que esta reacção seja ainda mais significativa do que a igualmente positiva expressa por diversas figuras políticas. Se alguns tentaram fazer parecer que este é um caso isolado, a verdade é bem diferente. Quem tem medo são aqueles que querem silenciar este sentimento generalizado”, acrescentou. O estudante rejeitou as acusações de que o slogan era motivado por ódio ou racismo, alegando, em vez disso, que reflectia preocupações com a imigração, a criminalidade, as mudanças demográficas e a cultura nacional. Argumentou que muitos italianos partilham preocupações semelhantes, mas relutam em expressá-las publicamente. “As prisões europeias estão superlotadas de estrangeiros; eles representam 26% da população carcerária, apesar de constituírem apenas 10% dos residentes. Nas prisões juvenis italianas, esta percentagem chega a 50%”, afirmou. “Em menos de 10 anos, gastámos quase 20 biliões de euros em resgates marítimos e no acolhimento de imigrantes ilegais, enquanto a contribuição líquida anual média de imigrantes legais é estimada em pouco mais de 1 bilião de euros. Sem mencionar os danos sociais causados pela imigração em massa, como a violência generalizada e a insegurança desenfreada. Soma-se a tudo isso o inverno demográfico da Itália, contrabalançado pela proliferação de recém-nascidos em famílias estrangeiras. Não se trata de uma invasão militar convencional, mas estamos à beira de uma substituição étnica”, acrescentou. A resposta disciplinar tornou-se o ponto central da controvérsia. O aluno afirmou que os funcionários da escola disseram aos envolvidos que a sanção foi imposta porque a faixa tinha sido exibida sem autorização, e não por causa do seu conteúdo. No entanto, ele questionou porque lhes foi também exigido que preparassem uma redacção abordando temas como leis raciais, imigração e memória. “O conteúdo da tese segue uma direcção completamente diferente. O título é 'Quem Criou a Itália?' e o material que temos para consultar aborda temas como 'leis raciais', 'Nós Somos Africanos' e 'Dia da Lembrança'”, explicou ele.
O caso rapidamente atraiu a atenção política. O vice-primeiro-ministro Matteo Salvini apoiou publicamente os estudantes, enquanto o ministro da Educação, Giuseppe Valditara, questionou posteriormente a punição aplicada. Argumentou que expressões de opinião que não ofendem directamente indivíduos não deveriam ser punidas pelas normas estudantis italianas. “Esta declaração não só não é racista de forma alguma, como expressa um sentimento de pertença a uma Nação que também inclui italianos de segunda geração. Aqueles que a estigmatizam não entendem o que é racismo nem o que significa amar o nosso país”, disse o ministro ao Il Giornale. O ministério anunciou posteriormente que o Escritório Regional de Educação da Emilia-Romagna tinha iniciado uma investigação sobre o caso. Espera-se que as conclusões da inspecção determinem se as acções da escola estavam em conformidade com os regulamentos nacionais que regem a conduta estudantil e a liberdade de expressão, e o resultado poderá ter implicações mais amplas sobre como as escolas italianas lidam com discursos politicamente sensíveis por parte dos alunos no futuro.
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Fonte: https://rmx.news/article/we-are-on-the-verge-of-ethnic-replacement-students-punished-and-forced-to-write-reeducation-essay-for-unfurling-italy-for-italians-banner-speak-out/
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Assim se vê como as elites reinantes não eleitas controlam o sistema e reprimem a liberdade de expressão - mesmo tendo um governo nacionalista, eleito pelo povo contra a imigração, mesmo assim a claque que controla a Educação arranja maneira de querer silenciar estudantes que só dizem o que a maior parte do Povo pensa a ponto de eleger um governo por pensar exactamente desta maneira. É por isso necessário mais voto, mais persistência a votar, para que as leis possam ser revistas e todas as elites anti-nacionais possam ser removidas dos seus postos de comando.
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