ITÁLIA - AFRICANO COM SETE - SIM, 7 - ORDENS DE EXPULSÃO MATA ITALIANO À FACADA PORQUE ESTE NÃO LHE QUIS DAR DINHEIRO
Um imigrante africano com sete ordens de deportação em aberto assassinou à facada o pai italiano Santo Re no ano passado, mas a família está agora a falar abertamente à imprensa sobre o horror que tem vivido e sobre o facto de se sentirem desamparados pelo Estado. De facto, eles chegaram a processar o governo italiano por negligência no caso.
Santo, de 30 anos, que estava a caminho do trabalho a 30 de Maio de 2025 como confeiteiro no bar Quaranta, na orla marítima de Ognina, na Catânia, tinha estacionado em frente à popular confeitaria quando foi abordado por Akbahue Innocent, um imigrante ilegal de 37 anos do Zimbábue. Innocent trabalhava como manobrista sem autorização. O estrangeiro esfaqueou a vítima seis vezes depois de o confeiteiro se recusar a pagar o estacionamento.
Surpreendentemente, descobriu-se após o assasínio que os dois homens se conheciam e que Santo já tinha oferecido ajuda a Innocent em diversas ocasiões anteriores.
Santo deixa uma filha de quatro meses. “Santo era pai. Muitas vezes, quando vejo pais a acompanhar as suas filhas, passeando juntos ou a ir comer gelados, sei que ela nunca poderá fazer isso”, disse a companheira de Santo.
A irmã de Santo também se pronunciou, dizendo: “É algo que não posso e não quero aceitar, porque o meu irmão morreu por causa de uma pessoa que não deveria estar em Itália. Ele tinha sete ordens, sete! Não uma, mas sete! Sete ordens de deportação do território nacional, três delas com acompanhamento forçado até à fronteira, mas nenhuma delas foi executada.”
De facto, devido à natureza extraordinária do caso, em que o suspeito de imigração ilegal tinha sete mandados de deportação, a família processou o governo italiano, liderado pela primeira-ministra Giorgia Meloni. Especificamente, miraram o Ministério do Interior italiano, argumentando que o governo não tomou medidas contra Innocent, o que levou directamente à morte de Santo.
A equipa jurídica argumentou que o Ministério do Interior era responsável, afirmando que “se Akbahue tivesse sido expulso, Santo não teria morrido”. Eles alegaram que, como o ministério “permitiu e tolerou a permanência em território nacional de um indivíduo considerado perigoso”, o ministério é responsável.
Apesar da acção judicial, os tribunais decidiram que o Ministério do Interior não era obrigado a indemnizar a família de Santo. O Tribunal de Justiça de Catânia proferiu esta sentença, rejeitando um pedido dos representantes legais da viúva e dos familiares da vítima.
Os advogados buscaram responsabilizar o ministério civilmente no julgamento do assassínio de Santo R, informou o jornal italiano Il Giornale. Na sua decisão, o tribunal determinou que “a responsabilidade da administração pública não está prevista em lei”. Esta decisão é considerada um precedente significativo, pois estabelece por escrito que o ministério não pode ser responsabilizado nestes casos, mesmo quando o governo falha em proteger os seus próprios cidadãos. O tribunal determinou especificamente que a administração pública não é responsável por actos criminosos cometidos por um imigrante ilegal, mesmo quando o governo deixou de expulsá-lo sete vezes. No entanto, os tribunais decidiram exactamente o oposto em outros casos em que o demandante é um imigrante. Por exemplo, casos anteriores ordenaram que o Ministério do Interior indemnizasse os imigrantes por atrasos na autorização de desembarque de embarcações de ONGs ou pela transferência e detenção de indivíduos em instalações na Albânia.
A ficha criminal de Innocent mostra que ele teve sete ordens de deportação em Itália entre 2007 e os dias actuais, três das quais foram emitidas na Catânia a partir de 2017. Ele também estava proibido de ter acesso ao centro da cidade. Em Julho de 2019, enquanto trabalhava como guarda-freios de estacionamento irregular no trajecto à beira-mar de Ognina, na Piazza Mancini Battaglia, atacou dois polícias que tentavam multá-lo, agredindo-os com socos e pontapés antes de ser contido pelos Carabinieri. Ele foi preso por lesão corporal dolosa e por resistir e insultar um funcionário público.
Um dos dois polícias foi atingido no rosto e levado ao pronto-socorro para receber tratamento. Ele foi preso por esse crime.
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Fonte: https://rmx.news/article/italian-family-sued-government-after-it-failed-to-deport-african-migrant-7-times-who-later-went-on-to-stab-young-father-to-death/* * *
Mais uma obscenidade imposta a um Povo europeu pela elite reinante não eleita que controla os tribunais.
Mais um nojo revoltante que deverá um dia ser contado às gerações vindouras para saberem como era abjecto o actual estado de coisas.
Mais um crime do qual os responsáveis da elite que controlam os tribunais saem impunes. O básico dos básicos era identificar cada um dos responsáveis pelas sete falhas em expulsar um criminoso africano - devem ser uns quantos. Nomes e moradas, para futura referência. Nomes e moradas também dos responsáveis do tribunal que determinou que «a responsabilidade da administração pública não está prevista em lei».
De momento, os familiares do indígena assassinado nada podem fazer. Não podem caçar ninguém. Para já, podem apenas votar. Em quem, se os Nacionalistas já estão alegadamente no poder? Podem as pessoas da família do morto votar no partido que está no poder, de maneira a que este possa ter mais representantes no parlamento, para conseguir então remodelar as leis e limpar os tribunais? É difícil explicar isto ao povo, parece demasiado rebuscado, e nesta complexidade está uma armadilha, mostrando bem como a elite tem sabotado a Democracia de maneira a não permitir que o povo possa usar o processo democrático e as instituições alegadamente democráticas para se defender condignamente na sua própria terra.


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