ALEMANHA - PARTIDO ANTI-IMIGRAÇÃO ATINGE RECORDE DE APOIO POPULAR, MUITO ACIMA DE TODAS AS OUTRAS FORMAÇÕES PARTIDÁRIAS
O partido anti-imigração Alternativa para a Alemanha (AfD) alcançou um novo recorde em pesquisa recente realizada pelo instituto de pesquisa de opinião Insa. Na pesquisa, a AfD ampliou a sua vantagem sobre a União Democrata Cristã (CDU) e a União Social Cristã (CSU).
Segundo a pesquisa “Tendência de Soles”, realizada semanalmente pelo jornal Bild am Sonntag, a AfD atingiu um pico de 28%, ampliando a sua vantagem sobre a aliança CDU/CSU. Embora o partido tenha subido apenas um ponto percentual em relação à semana anterior, isto não só representa o maior índice de aprovação já registado pela AfD, como também significa que o partido está-se a aproximar dos 30% que almeja há tempos.
A CDU/CSU manteve-se inalterada em 24%, enquanto os Social-Democratas (SPD) mantêm a sua posição em 14%. O Partido Verde caiu para 12% após perder um ponto percentual, e o Partido da Esquerda permanece estável em 11%. Tanto a Aliança Sahra Wagenknecht (BSW) quanto o FDP não conseguiriam entrar no Bundestag, já que ambos têm 3%.
Apesar da alta popularidade da AfD nas pesquisas, todos os outros partidos continuam a afirmar que não formarão aliança com ela, o que significa que o partido está efectivamente excluído do poder. A menos que a AfD encontre um partido de coligação que lhe garanta a maioria, o partido permanecerá à margem. No entanto, se a AfD conseguir manter o seu apoio actual ou até mesmo aumentá-lo ainda mais, formar uma coligação entre os outros partidos poderá tornar-se cada vez mais difícil no futuro.
A Insa não é a única empresa de pesquisas que mostra o crescimento da AfD. Em pesquisa recente da YouGov, a AfD alcançou 27% dos votos, enquanto a CDU caiu para apenas 23%.
A ascensão da AfD ocorre num momento em que a disparada dos preços da energia deixou a economia alemã em crise, especialmente após a guerra no Irão, que elevou o preço do diesel para entre 2,20 e 2,50 euros por litro.
O co-líder do AfD, Tino Chrupalla, tem-se oposto cada vez mais às acções do governo dos EUA. Ele denunciou prontamente o ataque americano ao presidente venezuelano Nicolás Maduro, classificando-o como “violação do direito internacional”. E em Fevereiro, logo após o ataque ao Irão, expressou a sua “decepção” com a promessa não cumprida de Trump de não iniciar guerras e culpou Israel por “arrastar” os Estados Unidos para uma guerra contra o Irão.
Em Março, Chrupalla também condenou o que chamou de crimes de guerra de Israel contra Palestinuanos e Iranianos, e neste mês, Chrupalla pediu o encerramento das bases americanas na Alemanha. Mesmo os alemães conservadores há muito tempo se mostram cépticos em relação a Trump, enquanto a maioria dos Alemães tem uma visão profundamente negativa do presidente americano.
Pesquisas mostram que 65% dos Alemães acreditam que Israel está a cometer crimes de guerra em Gaza. De acordo com a ARD-DeutschlandTREND, em Março de 2026, 60% dos Alemães consideram a ofensiva militar dos EUA e de Israel contra o Irão "injustificada". Este resultado pode parecer ainda pior agora, visto que os preços da energia afectaram duramente a economia alemã. Por outras palavras, Chrupalla pode estar a adoptar posições que são bem recebidas pelo público alemão.
Ao mesmo tempo, as estatísticas criminais divulgadas há cerca de uma semana mostram que a violência imigratória continua a predominar na Alemanha, com crimes sexuais e violência grave em 2025 a apresentar crescimento em comparação com os números recordes de 2024. No geral, a criminalidade caiu ligeiramente em relação a 2024, mas os crimes graves aumentaram. A maior parte dessa queda deveu-se à legalização da maconha no final de 2024, que resultou em redução dos crimes relacionados com drogas.
Estrangeiros representam aproximadamente 42% de todos os crimes violentos. O partido AfD defende deportações em massa, aumento do financiamento para a polícia, uma moratória na imigração, cortes no financiamento de ONGs pró-imigrantes e leis mais rigorosas para deter criminosos.
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-anti-immigration-afd-party-soars-to-new-record-high-of-28/
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Lamentável é que tanta gente na maior potência económica da UE esteja a embarcar na propaganda anti-sionista, útil à Esquerda e ao Islão, pudera, é só merda dessa que se ouve nos grandessíssimos mé(r)dia, depois ainda há uns apanhadinhos das conspirações que juram pela mãezinha que isto os média e o Ocidente «'tá tudo na mão dos sionistas, méne!»...
De resto, e no que mais interessa à Europa, é bom que o apoio à causa anti-imigração esteja a aumentar, sinal de que a Tribo Europa continua a acordar.


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