CHINA - A IMIGRAÇÃO ESTÁ A FAZER TÃO BEM À EUROPA QUE UMA DAS MAIORES EMPRESAS ALEMÃS PREFERE ABRIR FÁBRICA EM TERRITÓRIO CHINÊS...
Esta é a sexta parte da série Remix News, “A grande mentira da imigração”, que explora o salto inovador da Ásia em relação aos países ocidentais, apesar de Nações asiáticas como China, Coreia do Sul, Taiwan e Japão promoverem economias com fronteiras fechadas que rejeitam a imigração em massa (parte 1, parte 2, parte 3, parte 4 e parte 5).
Segundo o prestigiado jornal alemão FAZ, a fábrica de produtos químicos mais moderna do mundo está a ser construída pela BASF, também da Alemanha, por €9 biliões. No entanto, esta fábrica não está a ser construída na Alemanha. Em vez disso, o moderno complexo da BASF está localizado em Zhanjiang, na ilha de Donghai, na China, e é tão grande que é chamado de "nave espacial", ocupando uma área de quatro quilómetros quadrados, o equivalente a "quinhentos ou seiscentos campos de futebol e muitos mais campos de arroz".
Embora um dos principais factores que contribuem para os problemas da produção química na Alemanha sejam os altos custos de energia, a produção química está longe de ser o único sector em que o país está a ficar para trás. Em áreas como energias renováveis, produção automobilística, robótica humanoide, microchips, inteligência artificial, máquinas-ferramenta e construção naval, os países asiáticos estão a avançar rapidamente rumo ao futuro, enquanto países como a Alemanha estão atolados em dívidas crescentes, sistemas educacionais disfuncionais e crescente insegurança.
Isso também não passou despercebido aos líderes políticos na Alemanha. Alice Weidel, co-líder do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), escreveu no X: “A BASF está a investir biliões na China e a inaugurar a fábrica de produtos químicos mais moderna do mundo, enquanto empregos estão a ser cortados aqui no país. Isto é um sinal de alerta: os altos custos de energia decorrentes da desastrosa transição energética estão a impulsionar a desindustrialização!”
A FAZ destaca o incrível contraste entre a nova fábrica da BASF e a paisagem rural circundante, onde os agricultores ainda usam "grandes chapéus de bambu engraçados" e trabalham nos arrozais. Muitos deles são agricultores idosos que trabalham de uma maneira que oferece "um vislumbre da China antiga". A nova fábrica da BASF ilustra os enormes avanços que a China continua a dar, não apenas rumo à modernização, mas também superando cada vez mais as Nações ocidentais em inovação.
O complexo, que tem como peça central uma unidade de "craqueamento a vapor, que divide os hidrocarbonetos" em produtos que vão desde pasta de dentes, champôs e detergentes até materiais para carros, pode ter custado €9 biliões para ser construído, mas na Europa, custaria de 20 a 40% a mais do que construir na China e provavelmente custaria €25 biliões nos Estados Unidos. A fábrica foi rapidamente concluída por 35000 trabalhadores e tinha uma escala sem precedentes. A origem do projecto remonta a 2018, quando “Angela Merkel e o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, acompanharam” a assinatura do acordo. No entanto, “o apoio político do lado alemão desmoronou” desde então.
Na recente cerimónia de abertura, os políticos alemães estiveram ausentes, e a Ministra da Economia, Katherina Reiche, apresentou apenas uma “mensagem em vídeo de 5 minutos”, enquanto “enfrentava dificuldades no debate sobre Zhanjiang”.
Em contrapartida, o lado chinês demonstrou forte apoio local, com o governador de Guangdong a apelar a "mais investimentos da BASF". Ao abordar as preocupações internas relativamente à "desindustrialização e ao aumento da dependência", o CEO da BASF, Markus Kamieth, foi firme. Declarou aos jornalistas que "o termo 'dependência' é um equívoco" e argumentou que "as oportunidades estão a ser aproveitadas na China". Ele afirmou ainda que “uma BASF” que fracassasse no mercado chinês “seria uma BASF mais fraca”, observando que “a China não é o Irão ou a Rússia” e que a empresa não “entra em conflito com os seus próprios valores”.
O artigo também observa que Zhanjiang pode ser pequena para os padrões chineses, com uma população de 440000 habitantes, mas está a apoiar integralmente a BASF.
Kamieth expressou gratidão pelo “apoio do governo chinês” e elogiou a “cooperação com as autoridades locais”, observando que “turmas inteiras de escolas profissionalizantes foram contratadas”.
O rápido desenvolvimento da região tem sido motivo de espanto para o CEO da BASF. Recordando os estágios iniciais do projecto, comentou: "Em 2020, tudo era ainda apenas uma visão". Referia-se especificamente à "infra-estrutura que lhe foi prometida na época", como um novo aeroporto e expansões portuárias. Observando o local concluído hoje, concluiu: "Mas tudo aconteceu exactamente assim".
Como já observou o Remix News, a China é conhecida pela sua política de imigração extremamente rigorosa, que visa garantir a harmonia cultural e social, ao mesmo tempo que prioriza o uso do seu próprio capital humano e população para impulsionar a sua economia. De facto, como frequentemente apontado nesta série, a China tem menos estrangeiros em toda a sua Nação de 1,4 bilião de habitantes do que a Alemanha tem apenas em Berlim. No entanto, é a Europa que se ajoelha diante da China implorando por ajuda económica.
Para agravar o dilema, os sistemas educacionais da maioria das Nações ocidentais estão em frangalhos, em grande parte devido à imigração em massa. Isto significa que, enquanto a Ásia investe no seu futuro, mesmo que esse futuro inclua uma população em declínio, países como a Alemanha estão a despejar biliões numa ideologia fracassada de imigração em massa que só agrava a recessão económica.
No fim de contas, o Ocidente pode importar milhões de produtos de África e do Médio Oriente, mas essas regiões do mundo apresentam níveis incrivelmente baixos de patentes, pouca inovação e pouquíssimos exemplos de manufactura de ponta bem-sucedida. A BASF demonstra que as maiores empresas alemãs estão a investir na Ásia, apesar das alegações da Esquerda de que a imigração em massa impulsionaria um boom económico e garantiria o sustento dos aposentados do país.
*
Fonte: https://rmx.news/article/the-big-immigration-lie-germanys-basf-opens-the-most-modern-chemical-plant-in-the-world-in-china/


0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home