terça-feira, maio 12, 2026

FRANÇA - CRIANÇA BRANCA DE NOVE ANOS BRUTALMENTE ESPANCADA DURANTE UM JOGO DE FUTEBOL POR «««JOVENS»»» DE ORIGEM NÃO EUROPEIA

Um jovem francês de 9 anos, Matthéo, foi brutalmente espancado por cinco jogadores de um clube adversário. Imagens de vídeo mostram o menino a ser levado por paramédicos para uma ambulância. Dado que o clube de Matthéo era predominantemente composto por jogadores brancos, enquanto o clube adversário era formado por minorias, o caso também ganhou contornos raciais.
Nas fotos divulgadas de Matthéo, ele aparece a envergar com orgulho a camisa verde e branca do AS Auchy-les-Mines. No entanto, o que deveria ser um dia de competição desportiva, transformou-se em tragédia na sexta-feira, quando a sua equipa disputou a última rodada de um torneio contra o AFC Creil.
Após o apito final, houve um pequeno choque e Matthieu foi derrubado. Já no chão, cinco jogadores adversários pontapearam-no repetidamente no peito e na cabeça. No chão, o menino ficou imóvel. Quando os socorristas chegaram para levá-lo ao hospital, as imagens mostraram que a sua camisa estava manchada de sangue e o seu rosto inchado. O incidente levou o pai e treinador principal da equipa, Matthieu, a intervir directamente para retirar o seu filho da agressão. “Durante o apito final, eu ia cumprimentar o outro treinador do outro lado do campo, e vi o meu filho encolhido. Estavam-lhe a bater, empurrando-o. Cinco deles vieram para cima dele, atacaram-no, espancaram-no, derrubaram-no no chão, pontpearam-no… Corri para tentar salvar o meu filho porque o vi a morrer”, disse ele em entrevista à RMC.
A agressão ocorreu apesar de o Creil já ter vencido a partida. “Uma altercação daquelas no final da partida, quando eles já tinham ganho o torneio… não entendi”, disse o pai de Matthéo.
Embora Matthéo não tenha sofrido fracturas, ele permanece com o corpo coberto de hematomas, segundo informações da BFMTV. De acordo com o seu pai, o impacto psicológico foi severo, pois nas duas últimas noites ele acordou de três a quatro vezes dizendo: “Não, deixem-me em paz, deixem-me em paz, não me batam”.
Após o ocorrido, Matthieu criticou a direcção do clube adversário pela aparente passividade e falta de cooperação na identificação dos agressores. Expressou a sua dor pela falta de empatia demonstrada imediatamente após a agressão, observando que o pior foi que “enquanto o meu filho estava na ambulância, eles comemoravam a vitória”.
O presidente do AFC Creil, Sliman Layadi, condenou o incidente, declarando à BFMTV que “condenamos qualquer forma de violência que não tem lugar num campo de futebol”.
Dado que a equipa do Creil conta com vários jogadores muçulmanos e de minorias étnicas, muitos usuários das redes sociais destacaram este facto, o que o Creil não apreciou. “Também queremos denunciar veementemente os inúmeros comentários odiosos, insultuosos e racistas que circularam durante várias horas nas redes sociais. Nada justifica tais excessos. Responder à violência com ódio ou racismo é inaceitável e contraria os valores humanos e desportivos que defendemos”, escreveu o clube no Facebook.
Em resposta, o comentarista francês Pierre Sautarel escreveu no X: “O clube de Mattheo agradece ao clube de Creil e condena as declarações dirigidas a este último, mesmo que o supervisor dos agressores se tenha recusado a revelar as suas identidades. Assim, por meio do mecanismo mágico do anti-racismo anti-branco, os culpados acabam sendo apresentados como vítimas.
O pai de Matthéo afirmou que o incidente não teve relação com racismo, mas enfatizou que a sua busca por justiça visa a segurança e a responsabilização. Determinado a evitar futuras tragédias, ele anunciou a sua intenção de apresentar uma queixa contra os jogadores e a directoria do outro clube de futebol. “Quero que esta história cause impacto. Não pode haver nenhuma criança morta para que tomemos alguma atitude”, disse o pai.
O AFC Creil publicou um pedido formal de desculpas no Facebook, prometendo uma investigação interna e declarando que condena veementemente qualquer forma de violência, seja física, verbal ou comportamental, dentro e ao redor dos campos de futebol.
O clube afirmou que tomará todas as medidas disciplinares necessárias contra os envolvidos.
*
Fonte: https://rmx.news/article/i-saw-my-kid-dying-racism-row-follows-after-9-year-old-mattheo-beaten-by-five-rival-football-players/

* * *


Surpresa do camandro, «««jovens»»» a agredir brutalmente, com risco de morte, por motivos fúteis, isto só quem tenha andado a viver em círculos privilegiados, ou para aí na Hiperbórea ou numa recôndita aldeia branca, é que se surpreende com uma destas.
Se o pai da criança não for já um eleitor da RN, então já está a pagar pelo seu autismo político. O filho é que não tem culpa nenhuma.