«O CHEGA É COMPLETAMENTE ANTI-CRISTÃO», DIZ UM CARDEAL TEÓLOGO...
As palavras deste vigário do Crucificado são muito explícitas e coerentes. De facto, o Cristianismo, credo totalitária e militantemente universalista é, sempre foi, por natureza, visceralmente contrário ao Nacionalismo.
Bem dizia o patriota cristão russo Nicolai Berdiaev que o Nacionalismo - e a Democracia - sendo radicalmente oposto à doutrina de Cristo, cresceu à medida que o culto cristão diminuiu, fenómeno que se observou na generalidade da Europa.
É muito evidente. Enquanto a mais natural tendência tribal manda dar prioridade à sua própria Gente, o Cristianismo, pelo contrário, ordena o amor sem fronteiras, o dar a outra face ao agressor (mesmo o estrangeiro) e, também, a luta dentro da família, contra a própria família se «preciso» for, em nome precisamente da fraternidade contra todas as barreiras naturais entre os humanos. O próprio JC o disse: «Julgais que vim trazer a paz?, não, vim trazer a guerra, dentro de cada família, vim virar filho contra pai, filha contra mãe, nora contra sogra, de maneira a que, em cada casa, três sejam inimigos de dois» (Lucas 12:51-53), tal como também se demarcou da própria família de sangue, afirmando que a sua verdadeira família era a dos que concordavam com Ele, pois que, quando lhe disseram que a família queria vè-Lo, Jesus respondeu «Quem é a minha mãe e quem são os meus irmãos? "Eis minha mãe e meus irmãos! Pois quem faz a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe.», isto para além da ocasião em que foi mais explícito na sua repulsa pela família em si «Se não odiares os teus pais como a ti mesmo, não és digno de me seguir» (Lucas 14:26).
Isto é, no essencial, a raiz do slogan comunista «Paz entre as Nações, guerra entre as classes» (ou seja, conflito contra gente do próprio sangue). É, sobretudo, a base moral da moderna guerra de gerações contra a própria família que toda a elite intelectual ocidental fomenta há décadas.
É, acima de tudo, a essência da actual diabolização do «racismo». Note-se que, há oitenta e poucos anos, a ÚNICA potência ideológica que se opôs ao racismo NS por princípio, foi a Igreja Católica. Não foi contra o racismo nazi que se ergueu o Império Inglês, a França, os EUA, nem mesmo a URSS - foi contra a política imperialista alemã, tão somente. Só a Igreja declarou a incompatibilidade entre o Racismo e o Cristianismo, em várias ocasiões, mormente na sua encíclica «Mit Brenender Sorge», de 1937. Muito antes disto, já a Igreja tinha incitado à miscigenação nas colónias portuguesas e espanholas, e já a Igreja Ortodoxa do leste tinha condenado o «racismo» como contrário ao espírito cristão (isto em 1872). Na Itália fascista, entretanto, o Estado proibiu o casamento entre Italianos e não arianos, mas a Igreja de imediato declarou que não obedecia às leis dos homens e que, por isso, continuaria a celebrar casamentos mistos. Em Portugal, o cardeal Cerejeira fez questão de não comparecer em cerimónia de recepção da Juventude Hitleriana em Portugal porque, afirmou, o NS era incompatível com os valores cristãos.
A moral cristã é, com toda a evidência, a raiz valorativa e emocional do actual anti-racismo, que é já uma espécie de «religião» por si próprio, uma «religião» laica, quase sempre ateia, a «religião» das elites por excelência. Este é o motivo pelo qual a cristianização da Europa foi a maior tragédia da história dos Europeus e ou este veneno doutrinal morre rapidamente, ou então matará a estirpe europeia no mar da diluição étnica.


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