domingo, fevereiro 22, 2026

JAPÃO - PRIMEIRA-MINISTRA DECLARA QUE É MELHOR O PAÍS PERDER POPULAÇÃO DO QUE PERDER IDENTIDADE

Estará o Japão a tornar-se o centro de um debate global sobre fronteiras, cultura e sobrevivência nacional?
A nova líder do Japão choca o mundo ao rejeitar a imigração em massa para proteger a cultura.
A nova primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, fez manchetes depois de declarar que preferia ver a população do Japão diminuir a abrir o país à imigração em massa de mão-de-obra não qualificada. Ela defendeu que a preservação da cultura, da identidade e da harmonia social do Japão deve vir antes da mão-de-obra estrangeira barata.
Os seus comentários desencadearam um debate global, especialmente porque os países ocidentais lutam contra o aumento da criminalidade, a tensão social e os sistemas de imigração sobrecarregados.
Os seus apoiantes no Japão elogiaram-na por dizer abertamente o que muitos cidadãos sentem, mas expressam a medo.
Os críticos no estrangeiro consideraram a sua posição "extrema", acusando o Japão de se recusar a adoptar políticas multiculturais ao estilo ocidental.
As discussões online explodiram depois de comentadores japoneses terem sugerido a revogação da cidadania dos imigrantes naturalizados que se envolvem em actividades anti-Japão.
Muitos estrangeiros que vivem no Japão disseram que apreciam a estabilidade e a segurança criadas pelo rigoroso controlo da imigração.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.facebook.com/TokyoGaijinMode/posts/pfbid02cGgCxRbPfCwtRRfeQarDtG3PSH245xS3X7q36n4Tg7KxR62bkfwkUKsE4LpMiMfGl

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Claro que foi eleita com excelente votação, a senhora expressa a mais legítima e vital vontade do povo contra as elites que, como se vê, já influenciam gravemente o Japão, que isto é, de facto, uma espécie de nova «religião» universalista, a do anti-racismo. A primeira leva de universalismo militante falhou quando o Cristianismo foi devidamente travado em solo japonês aqui há uns séculos, mas esta nova onda universalista, a do Anti-Racismo, está agora a crescer, ameaçando trazer uma outra onda universalista militante, sua parceira tácita, a do Islão.
Pode ser que o País de Amaterasu também se consiga defender agora dessa praga moral, sobretudo se estiver em aliança com outras forças nacionalistas de outros países - e o que de qualquer modo se constata é que o Anti-Racismo não é uma conspiração contra o branco em particular mas sim uma mentalidade universalista a-racial e anti-racial, fruto do Cristianismo mas em franco desenvolvimento laico, quase sempre ateu, o que só significa merda às catadupas, desgraça em cima de desgraça, doença pegada como nunca antes foi visto na história da espécie humana.
Takaichi mostra que é das de antes quebrar que torcer, como diz o povo - aliás, a senhora só afirma o óbvio, o legítimo, o vital, pois que, sem identidade étnica, não há povo, e a migração oriunda de gentes alógenas é a maior inimiga directa à salvaguarda da estirpe autóctone. 
Por cá, guincham as elites que, se Portugal não receber imigrantes, pode acontecer que em 2100 só tenha seis milhões de pessoas, como se isso fosse magna tragédia, como se Portugal não tivesse só três milhões de pessoas no auge do seu império, por volta de 1500...