quarta-feira, fevereiro 18, 2026

ALEGADOS RACISMOS E GARANTIDAS IMPUNIDADES MORAIS

Quem é que acredita que um único jogador ou funcionário do Benfica seria suficientemente atrevido para dizer fosse o que fosse que pudesse ser considerado «racista», depois de décadas de lavagem cerebral colectiva anti-racista e intimidação e pregação de ódio público contra os «racistas»?
Note-se que o afro-brasuca que se queixou de «racismo» foi de tal forma provocador ao longo do jogo, ao mais asqueroso estilo favelado, que até o árbitro lhe espetou com um cartão amarelo. Às tantas, um jogador do Benfica, Prestiani, insultou-o, tapando a boca, e o brasuca diz que o insulto foi de índole racista, «macaco», o que sem dúvida constitui abjecto insulto aos macacos, mas isto nem sequer é uma questão de direitos dos animais. Ora de facto o atleta do clube da Águia Rubra tapou a boca quando dirigiu a palavra ao futebolista tropical, pois foi, se calhar queria ocultar qualquer coisa, pois sim - a questão é que o brasuca não pode provar coisa alguma, pelo que punir agora Prestiani seria um obsceno exagero, como se todo o histérico cagaçal antirra que se gerou a nível mundial (sim, planetário) não fosse já arraial inquisitório que chegasse para que clérigos & fiéis da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente satisfizessem os seus ímpetos evangelizadores e inquisitoriais.

Se, entretanto, lhe chamassem panasca, burro, gordo, careca, deficiente, e outras características mentais e físicas que não se escolhem, tal como a raça, será que havia semelhante escarcéu? Se sim, então nesse caso já não há quaisquer insultos nos estádios, será verdade? Ou será que, em vez disso, só o racismo incomoda quem controla o mainstream, porque só o racismo é real obstáculo ao ideal político das elites de acabar com todas as fronteiras, sendo para isso necessário silenciar/intimidar o «povinho» racista e impedir o desenvolvimento de projectos políticos de índole racial?

Entretanto, no Brasil houve polémica antirra por algum jogador ter dito «tivemos um dia negro». É assim o despudor persecutório da sanha anti-racista quando os seus sequazes têm as costas quentes com o sistema. «Tem de se ter muito cuidado com aquilo que se diz», comenta uma cronista televisiva de um programa de jet-set, o «Passadeira Vermelha», e se até alguém da imprensa cor-de-rosa já diz isto, está bem à vista onde é que já vai a liberdade de expressão prometida pelo 25 de Abril e seus alegados promotores, o terrorismo moral anti-racista já não é só noticiado pelos «fachos»...