quarta-feira, agosto 27, 2025

SOBRE AS CAUSAS REAIS DA GUERRA NA UCRÂNIA E OUTROS IMPERIALISMOS

«O crime do regime de Kyiv é o facto de que se pôs completamente ao lado do Ocidente, renunciou às suas raízes russas, e traiu a nossa civilização ortodoxa - precisamente no momento em que esta se aproximava de um limiar decisivo. Todos os Eslavos de Leste, como portadores da missão ortodoxa e a função do Katechon, deveriam ter estado juntos no momento crucial da confrontação com a civilização do Anticristo. Os Ucranianos - incluindo os da Galicia e da Volínia - defenderam a sua identidade por séculos sob as condições dramáticas da ocupação polaca e austríaca católicas, preservando o nosso código civilizacional comum. Um Povo heróico que preservou a sua fidelidade à ortodoxia. Todavia, no momento mais importante, colapsaram, caíram, e encontraram-se a si mesmos no outro lado das barricadas, no campo do Anticristo Ocidental. Isto é uma tragédia.»
- Alexander Dugin a 25 de Agosto de 2025.

Lembrem-se disto da próxima vez que ouvirem alguém dizer que o actual projecto russo é bom para os Europeus e que a Europa é que quer a guerra...
Consta que Dugin anda a influenciar Putin na invasão e massacre da Ucrânia. Não chegarei ao ponto de dizer que é ele, Dugin, que guia Putin, como se fosse um messias, um druida ou alguma autoridade espiritual em contraponto à autoridade temporal do presidente... parece-me mais provável que o ex-agente do KGB tenha a sua própria agenda e simplesmente goste do que Dugin diz, e então deixe falar o alucinado, e a certa altura seja então influenciado por ele, mas eu não poria as mãos no fogo em como o segue à risca.
O que é certo é que, no que à Ucrânia diz respeito, Dugin e Putin convergem, pelo menos no teor da argumentação, dado que o discurso de Putin em 2021 sobre a alegada unidade entre a Rússia e a Ucrânia afirma precisamente que «Russos e Ucranianos são um só Povo» porque alegadamente têm origem no antigo reino de Rus, o maior da Europa do seu tempo...
Façamos agora um exercício de imaginação, aqui no outro extremo da Europa. Isto é como se os Castelhanos (vulgo «Espanhóis») estivessem a invadir Portugal e a garantir que Portugueses e demais ibéricos constituíam um só Povo, formado a partir de uma ancestralidade comum...
Atente-se nos possíveis fundamentos históricos: numa Ibéria pré-histórica mal conhecida, mas com reconhecidas diferenças em termos de culturas neolíticas, começam a entrar populações indo-europeias por volta de 2300 a.c., continuando este processo a suceder em várias levas ao longo de um milénio e meio, consistindo sobretudo em migração(ões) céltica(s) mas não só, e, a dada altura, no final da II Idade do Ferro, a península estava dividida em duas grandes áreas étnicas, a indo-europeia e a ibera não-indo-europeia (esta localizada quase só no sul e leste de Espanha, quase nada em Portugal), e a seguir, continue-se, salientam-se na parte indo-europeia da Hispânia duas grandes Nações, a Lusitânia e a Celtibéria, e nós em Portugal costumamos reivindicar os Lusitanos como nossos ancestrais, mas em Espanha também há quem os considere seus avoengos, pelo menos na zona da raia, aliás, há 17 anos fizeram uma longa série televisiva, com muito sucesso no seu país, centrada na figura de Viriato (nós, nunca). Chegam posteriormente os Romanos, a partir de 200 a.c., que latinizam praticamente todo o território peninsular (excepto o País Basco), e note-se, tanto os Portugueses como os Castelhanos (o verdadeiro nome daqueles a quem se chama «Espanhóis», repita-se) são românicos, ou latinos. A seguir, arribam à península vários Povos germânicos, desde 410 d.c., e conquanto seja verdade que, dentre eles, os Suevos só tenham estado em território actualmente galego e português, a verdade é que, posteriormente, toda a Ibéria, incluindo a região que é hoje Portugal, foi dominada pelos Visigodos. Os Visigodos latinizaram-se fortemente, ou seja, aderiram à cultura predominantemente latina ou romana da Ibéria, apesar de a terem dominado pela força. Sabe-se que do norte de África vem então uma invasão em 711 que deita abaixo o reino visigótico, mas alguns dos visigodos, ou gótico-hispano-romanos, refugiam-se nas Astúrias e iniciam a partir daí o movimento da Reconquista, do qual nasce o reino das Astúrias e, a partir dele, vários outros reinos medievais: Portugal, Leão, Castela, Aragão e Navarra...
Em suma - Portugal e Castela têm em comum uma ancestralidade indo-europeia/céltica, uma identidade linguística romana, um reino gótico-romano original em comum e, seguidamente, outro reino original em comum, o das Astúrias.
Ora num ambiente geopolítico em que o imperialismo russo seja triunfante, pode imaginar-se os efeitos que isso terá na Europa. Se um dia acontece, por exemplo, que, em Espanha, o partido Vox chega ao poder, facilmente justifica a noção de que a Hispânia deve estar toda unida uma vez que, na sua provável visão histórico-política, a Península Ibérica só foi dividida pela manipulação política da «pérfida Albion», e factos & factóides não lhe faltam para sustentar esta ideia, e por coincidência também Dugin expressa hostilidade aos Anglo-Saxões como Povo, e agora recorde-se que os Ingleses já eram influentes em Portugal no tempo de D. Afonso Henriques e já estavam do lado de Portugal na Batalha de Aljubarrota... Não deve ter sido mero acaso que o Vox publicou, já por duas vezes, mapas da Ibéria a incluir Portugal em Espanha... à segunda, o Chega exigiu um pedido de desculpas ao Vox, o qual não só não pediu desculpa alguma como até argumentou que esse mapa representava o auge do Império Espanhol... ora a onda duguínica-putineira pode servir para reforçar esta perspectiva...
Tenha-se também em mente, e isto com especial atenção - há mais proximidade linguística e genética entre Portugueses e Castelhanos do que entre Ucranianos e Russos... a distância entre o Ucraniano e o Russo é como a distância entre o Português e o Francês, o que, já agora, me traz à memória o episódio histórico em que Napoleão ordenou a Portugal que arrestasse os navios ingleses nos portos portugueses em nome da aliança natural entre os Povos Latinos, ordem esta à qual Portugal desobedeceu, pois que a aliança com a Inglaterra valia mais do que a obediência a França... Coincidência ou não, uns séculos antes tinham marchado 2000 (dois mil) cavaleiros franceses ao lado de Castela contra Portugal em Aljubarrota...
Não sei realmente até que ponto está Putin a seguir Dugin, mais novo dez anos do que ele próprio. O que é certo é que Putin afirma também que a Ucrânia faz parte da mesma «civilização» que a Rússia - isto mostra bem o que é o imperialismo em solo europeu nos dias de hoje; e os Portugueses, mais do que a maioria dos outros europeus, têm bem obrigação de o entender, na medida em que valorizem a sua liberdade nacional.

ESCÓCIA - RAPARIGA DE 14 ANOS BRANDE ARMAS BRANCAS PARA AFASTAR ALÓGENO QUE A SEGUIA A ELA E À SUA AMIGA

A polícia prendeu e indiciou uma garota de 14 anos depois de ela ser forçada a brandir uma faca para se defender e defender a sua amiga contra um imigrante muçulmano que tentou agredi-la perto de St Ann's Lane, em Dundee, Escócia.
Proteja as suas filhas dos muçulmanos jihadistas.
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Fontes: 
https://x.com/FarazPervaiz3/status/1960309389413564424?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1960309389413564424%7Ctwgr%5E92ce74602fc4959ac9daca0076367300e31302a0%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fjihadwatch.org%2F2025%2F08%2Fscotland-police-arrest-14-year-old-girl-for-brandishing-knife-to-defend-herself-against-muslim-migrant
https://jihadwatch.org/2025/08/scotland-police-arrest-14-year-old-girl-for-brandishing-knife-to-defend-herself-against-muslim-migrant

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Não sei até que ponto é isto verdade. Pode ter acontecido que a criança, assustada, reagiu excessivamente, de armas na mão, diante de um alógeno que lhe pareceu ameaçador. Lá razões tem ela para estar alerta, depois do que se tem passado no seu país em matéria de homens muslos a vitimar miúdas brancas, como já neste blogue foi amplamente noticiado ao longo de mais de quinze anos (e só agora é que há quem fale nisso cá). 
O texto donde tirei a notícia é de um paquistanês cristão perseguido por muçulmanos, compreende-se que também ele esteja escaldado no que toca a muslos, já deve ter tido a sua conta de merda islâmica ao longo da vida.
Custa-me a crer que a polícia britânica tivesse prendido a miúda, pois se um pouco por toda a parte do Ocidente há impunidade de pivetes violentos por serem menores de idade, não sei se também há essa leniência na velha Albion, mas, de qualquer modo, seria nojo a mais que a criança ficasse detida pelo que fez. 
Uma coisa é certa e deve ser repetida - compreende-se totalmente a sua reacção.

ALEMANHA - TURCO ASSASSINA POLÍCIA

O jovem polícia assassinado, Simon B., deixou dois filhos pequenos e a esposa, num caso que mais uma vez chocou a Alemanha. Agora, mais detalhes estão a surgir sobre o suspeito, um turco-alemão de 18 anos chamado Ahmet G., cuja família reside na Alemanha há aproximadamente 30 anos.
Ahmet G. é acusado de realizar um assalto, armado com uma faca de cozinha, em posto de gasolina em Völklingen na Joves passada. Durante uma perseguição policial, a polícia afirma que ele lutou com Simon B., de 34 anos, conseguiu agarrar a arma de serviço de Simon B. e disparou seis tiros contra o seu corpo, matando o polícia. A autópsia do polícia revela que ele sofreu ferimentos na cabeça e no tronco e morreu devido à grande perda de sangue. O promotor público afirmou que o homem turco-alemão continuou a atingir o agente mesmo depois de ele cair no chão. Outro polícia foi aparentemente baleado e só sobreviveu graças ao seu colete de protecção.
O veículo de comunicação alemão Nius relata que a família de Ahmat G. é conhecida por falar muito pouco Alemão e tinha dívidas de jogo devido ao vício do pai em jogos de azar. Ahmat G. formou-se no ensino secundário em 2023, mas um conhecido alegou que ele sofria de depressão e estava a receber tratamento. 
O Bild também relatou que a sua família morou na Alemanha por 30 anos e, até hoje, o pai mal fala Alemão. A família sobrevive de biscates, e o pai é viciado em jogos de azar a ponto de ter jogado fora todo o dinheiro da família.
Também há relatos de discussões frequentes na casa da família. “Vi Ahmet poucos dias antes do crime. Ele parecia deprimido. Aparentemente, houve outra discussão em casa porque o pai dele tinha jogado o dinheiro fora novamente”, disse um amigo da família.
Alguns usuários de média social, como o popular comentarista alemão Tim Kellner, já estão a denunciar os média que estão a construir uma história triste em torno do agressor: “O turco Ahmet G., de 17 anos, assassina o polícia e chefe de família Simon B. E imediatamente começa a inversão entre vítima e agressor. 'Depressão', 'problemas familiares', pai viciado em jogos de azar (na Alemanha há 30 anos, quase não fala Alemão). O assassino provavelmente só queria dinheiro para a família... Chega!”, escreveu ele no X.
Especula-se que Ahmat G. cometeu o assalto no posto de gasolina, que lhe rendeu apenas algumas centenas de euros, antes de ser preso.
Notoriamente, para aqueles sem dinheiro na Alemanha, mesmo aqueles que perderam dinheiro em jogos de azar, ainda há comida e assistência social gratuitas. Ninguém passa fome nas ruas. Há também inúmeras instituições de caridade, e muçulmanos podem até beneficiar-se de instituições de caridade cristãs.
Ainda não está claro como o suspeito obteve a pistola do polícia durante a luta.
Novas informações também revelaram que Ahmat G. continua hospitalizado e sofreu ferimentos com risco de vida durante o tiroteio. Ele foi acusado de homicídio e duas tentativas de homicídio.
Notoriamente, a fraca integração da comunidade turca é comum na Alemanha, apesar de, em muitos casos, essa comunidade ter passado décadas no país. Apesar de inúmeras histórias de sucesso individuais, a Remix News detalhou em artigo longo as várias maneiras pelas quais a comunidade turca não conseguiu integrar-se como um todo.
Em resposta ao assassínio do polícia, a Alternativa para a Alemanha (AfD) declarou que “esta tragédia mostra mais uma vez” que “a nossa polícia enfrenta perigos fatais todos os dias, o Estado não garante a lei e a ordem” e que “a dupla cidadania e políticas fracassadas criaram enormes riscos para a segurança”.
Notoriamente, como o suspeito tem dupla cidadania, os assassínios serão considerados como tendo sido cometidos por um alemão, já que é assim que a lei funciona no país. 
Mais uma pesquisa apontou a AfD como o partido mais votado na Alemanha, com uma sondagem da RTL/NTV apontando o partido com 26%.
Em resposta à crescente popularidade da AfD, muitos dos principais partidos de esquerda, e até mesmo membros dos "moderados" Democratas Cristãos (CDU), estão a pedir a proibição do partido contra a AfD.
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Fonte: https://rmx.news/article/german-police-officer-simon-b-was-shot-6-times-by-german-turk-suspect-ahmet-g-even-as-the-victim-lay-on-the-floor-bleeding-out/



SUÍÇA - AFRICANOS E ANTIFAS VANDALIZAM RUAS DE LAUSANNE DEVIDO À MORTE DE AFRICANO QUE FUGIA À POLÍCIA SEM QUE A POLÍCIA LHE TIVESSE TOCADO...

A Suíça, tranquila e próspera, também enfrenta agora motins imigrantes. Na cidade suíça de Lausanne, os protestos eclodiram pela segunda noite após a morte de um jovem congolês de 17 anos durante uma perseguição policial. Na primeira noite de protestos, um político de direita foi alvo de um grande grupo de jovens, que quase o lincharam.
Às 22h de ontem, cerca de 150 a 200 pessoas montaram bloqueios na estrada e começaram a queimar contentores e latas de lixo. Também danificaram gravemente um autocarro.
Os polícias foram atingidos com coqueteis Molotov, pedras de pavimentação e cercas de construção, além de outros objectos, de acordo com a polícia.
A polícia atacou os manifestantes com gás lacrimogéneo e balas de borracha para controlar a agitação. Não houve feridos.
Os distúrbios ocorreram após ataques semelhantes na noite anterior, que reuniram uma multidão menor, de cerca de 100 jovens, que participaram no tumulto.
Naquela noite, um político do Partido Popular Suíço (SVP), Thibault Schaller, foi alvo de um ataque de linchamento, que foi registrado em vídeo. Ele escreveu no X que se aproximou do local do protesto porque estava curioso para saber o que estava a acontecer. Ao se aproximar, alguns indivíduos, que ele disse acreditar serem da Antifa, reconheceram-no e confrontaram-no. “Mandaram-me sair. Recusei-me e perguntei o que estava a acontecer. Um deles empurrou-me, eu empurrei-o para trás e recuei. Alguém gritou alguma coisa e 10, 15 pessoas vieram a correr para cima de mim de todos os lados. Corri, levei murros. Eles bloquearam-me o caminho, caí e protegi-me. Levantei-me, corri, fui novamente cercado por um muro e levei murros. Depois, consegui escapar a correr. Estou bem, mas precisamos mesmo de retomar esta cidade”, escreveu Schaller.
No vídeo, Schaller é visto a ser perseguido por um grande grupo de indivíduos, que o pontapeiam no chão. Schaller levanta-se continuamente e consegue escapar do grupo, eventualmente.
Um dos indivíduos chamou-lhe “fascista” durante o ataque.
Os tumultos começaram após a morte de Marvin M., um cidadão suíço de 17 anos com raízes congolesas. A polícia afirma tê-lo perseguido enquanto ele dirigia uma scooter roubada na noite de Soles. Ele morreu ao bater com a sua scooter contra a porta de uma garagem.
A mãe de Marvin M. afirmou que o seu filho "não é um ladrão de scooter" e "não é um bandido", em entrevista ao 24Heures. Ela disse que ele era um rapper apaixonado e que o seu grupo afirmou que não tolera a violência que ocorre na cidade após a sua morte.
Schaller escreveu no X que a polícia não tinha culpa pela morte do adolescente e que "esta tragédia poderia ter sido evitada. Ele só precisava ouvir a polícia". A cidade estava "refém de um punhado de bandidos", escreveu ele ainda.
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Fonte: https://rmx.news/article/2nd-night-of-riots-in-switzerland-after-swiss-congolese-teen-dies-right-wing-politician-targeted-in-lynching-attack/

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Foi imprudente, este camarada nacionalista. A sua imprudência foi quase criminosa. Todos os votos dos europeus conscientes são poucos, cada um deles faz falta para se conseguir salvaguardar cada Nação da Europa contra a iminvasão. Vá lá que o final foi feliz, mas o risco, em si, é de evitar.
Quanto à antifaria, é a obscena impunidade do costume. Há já vários anos que procede deste modo sem ser por isso devidamente punida. O seu critério de avaliação das situações mete tanto nojo como tudo o resto neles, um asco completo - só com muita degradação moral se pode acusar a polícia ou exercer violência «contra a sociedade» porque um negro morreu ao fugir depois de cometer um crime, também por cá há «raciocínios desses», lembro-me de há uns vinte anos ou mais ler uma lista de «crimes racistas!!!» cometidos pela polícia portuguesa que incluíam o facto de um criminoso negro ter morrido por cair de um muro abaixo ao fugir à forças da autoridade... «Gente» que assim argumenta pode e deve ser removida de solo europeu tão depressa quanto possível. Tais formas de vida são a um tempo poluição e insulto vivo à Nação.


ALEMANHA - DOIS IMIGRANTES, UM DELES SÍRIO, AGRIDEM SEXUALMENTE E TORTURAM JOVEM DE 13 ANOS

Um sírio e um búlgaro, ambos com 14 anos na altura do crime, estão a ser julgados por supostamente estuprar um colega de escola de 13 anos numa casa vazia em Königslutter, na Baixa Saxónia, onde ele também foi torturado e espancado. Eles até filmaram o acto horrível e divulgaram o vídeo entre os colegas.
Agora, os dois imigrantes compareceram no Tribunal Regional de Braunschweig. Os investigadores afirmam que o jovem foi vítima de bullying recorrente e, no final de Setembro de 2023, encontraram a vítima e seu amigo, e levaram-nos para o porão de um prédio vazio.
Foi aí que o horror começou.
Os promotores do caso dizem que o garoto de 13 anos foi forçado a beijar os sapatos dos dois suspeitos e depois foi espancado e humilhado em vídeo.
E não parou por aí. A vítima foi então forçada a praticar actos sexuais, que os dois adolescentes filmaram com seus próprios telemóveis. 
Um dos suspeitos, o sírio, já era bem conhecido da polícia por comportamento violento.
Os dois adolescentes ameaçaram os colegas com uma faca, avisando-os caso contassem a alguém sobre o ocorrido.
No entanto, aproximadamente uma semana depois, a mãe soube que havia um vídeo circulando entre alunos mostrando a horrível tortura e agressão. Ela registou um boletim de ocorrência em resposta.
Os dois adolescentes, agora com 16 anos, estão a ser julgados por abuso infantil, lesão corporal grave, produção de pornografia infantil, coerção e ameaças.
Por serem menores, eles provavelmente receberão penas muito mais leves do que se fossem adultos.
Como o Remix News relatou no passado, os Alemães estão cada vez mais a ser alvos de bullying nas escolas alemãs por parte de grupos de imigrantes, muitas vezes com consequências fatais.
Embora incidentes extremos frequentemente ocupem as manchetes, bullying e assédio diários também são comuns. Em escolas onde os Alemães são uma clara minoria, a situação pode ser ainda pior.
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Fonte: https://rmx.news/article/the-new-germany-syrian-and-bulgarian-students-on-trial-for-raping-and-torturing-13-year-old-boy-in-a-basement-of-an-abandoned-house-and-filming-the-act/

SINDICATO DÁ COM A LÍNGUA DOS DENTES E DIZ O QUE AS ELITES ME(R)DIÁTICAS TÊM ANDADO A QUERER ESCONDER - MAIORIA DOS VIOLADORES SÃO «PORTUGUESES DA AIMA E DO ANTIGO SEF», OU SEJA, ALÓGENOS «NATURALIZADOS»


Truque porreiro para lidar com o problema dos violadores alógenos - dá-se-lhes "nacionalidade" e depois
1 - já não se pode expulsá-los
2 - "prova-se" com números que "não há ligação entre criminalidade e imigração!!!!!!".
Talvez haja justiça no Destino e os responsáveis por este nojo sejam um dia arrastados para assentarem o coiro no banco dos réus em tribunal popular, no Terreiro do Paço, para julgamento sumário.

ALEMANHA - DADOS SOBRE A CRIMINALIDADE DE CLÃ MOSTRAM COMO AS ESTATÍSTICAS DE VIOLÊNCIA ALÓGENA TÊM SIDO FALSIFICADAS PELAS NATURALIZAÇÕES DE ALÓGENOS

As estatísticas de crimes envolvendo clãs em Berlim foram divulgadas e destacam como as denúncias de crimes são amplamente distorcidas na Alemanha, o que não leva em conta a origem migratória dos suspeitos. Em vez disso, crimes cada vez mais graves são atribuídos a alemães, o que não fornece um panorama abrangente das tendências criminais no país.
Houve 851 crimes de clã registados em Berlim em 2024, de acordo com o “Relatório da Situação de Crimes de Clã”, divulgado pelo Departamento do Interior do Senado e pelo Departamento de Polícia Criminal do Estado.
Estas estatísticas de clãs são importantes por vários motivos, mas também oferecem uma visão de quantos crimes graves são atribuídos aos Alemães sem qualquer contexto sobre o histórico migratório dos suspeitos.
Os dados mostram que havia 616 suspeitos de crimes de clã. Desses suspeitos, 324 têm cidadania alemã. Outros 108 são "apátridas", 94 são libaneses, 28 são turcos, 15 são sírios e 47 têm múltiplas nacionalidades. Isto totaliza 292 suspeitos estrangeiros.
Isto significa que, em Berlim, mais da metade dos suspeitos de crimes de clã são listados como alemães nos dados criminais, totalizando 52,6%.
O que é bem sabido é que todos estes membros do clã têm origens estrangeiras, e quase todos são de um país do Médio Oriente ou têm antecedentes familiares de um país do Médio Oriente. Taggeschau escreve: "As famílias – em geral, têm raízes turcas, libanesas ou árabes – geralmente operam regionalmente".
No entanto, a esquerda alemã analisa estes mesmos dados e diz: "Vejam, não são apenas estrangeiros que cometem crimes, os alemães também os cometem!" Qualquer pessoa com uma compreensão rudimentar dos dados sabe a verdade, e os dados sobre crimes do clã apenas ajudam a confirmá-la.
Essa realidade é a dos crimes de clã em toda a Alemanha: uma percentagem significativa, talvez até a maioria, é cometida por cidadãos alemães. Trata-se frequentemente de crimes graves, agressões, assassínios, roubos e métodos complexos de crime organizado. Cada vez que um desses membros de clã comete um crime, ele entra na categoria "alemão". A esquerda concorda com alegria. Isso encaixa na narrativa de que "Hans" e "Georg" são um problema tão grande quanto qualquer outro.
Isto não se aplica apenas a clãs, mas a uma vasta gama de crimes no país. É claro que os Alemães também cometem crimes, mas quando se trata de certos dados, como estupros colectivos, as estatísticas simples não contam toda a história. No Estado mais populoso da Alemanha, metade dos suspeitos de estupros colectivos são estrangeiros, mas quando os nomes dos suspeitos são revelados, pelo menos metade dos suspeitos com cidadania alemã têm nomes claramente estrangeiros.
https://twitter.com/RMXnews/status/1830926105517208041
À medida que mais e mais pessoas com origem estrangeira se tornam cidadãos alemães no país, mais e mais suspeitos de crimes serão listados como alemães. A esquerda mais uma vez concordará, confirmando o que supostamente sabiam o tempo todo.
A esquerda transformou a cidadania em arma para enganar os eleitores sobre o papel dos estrangeiros e do crime. Tem trabalhado para naturalizar o maior número possível de estrangeiros, por vários motivos, é claro, incluindo a consolidação de seu bloco eleitoral. No entanto, também sabe que o problema da criminalidade estrangeira tem sido uma bênção para a AfD. A solução? Tornar os estrangeiros cidadãos alemães, e toda essa criminalidade estrangeira acabará sendo bastante reduzida. Em vez disso, serão os alemães que cometerão os crimes.
A questão é urgente porque a criminalidade estrangeira atinge uma proporção recorde, ao mesmo tempo em que a criminalidade violenta atinge níveis recordes. Actualmente, apesar de muitos alemães de origem estrangeira cometerem crimes e serem contabilizados nas estatísticas como alemães, a explosão da criminalidade estrangeira na Alemanha ainda é tão grande que não pode ser escondida ou explicada.
A Alternativa para a Alemanha (AfD) defende que as estatísticas criminais representem a origem estrangeira dos suspeitos, mesmo que tenham cidadania alemã. Se eles tiverem pais estrangeiros, por exemplo, a AfD defende que as estatísticas criminais reconheçam isso e informem sobre o assunto. No entanto, isto não é exclusivo da AfD, já que muitos defendem essa política. Fazer isso não só fornecerá uma imagem mais precisa de quem está a cometer crimes na Alemanha, mas também dará uma ideia de como a integração das comunidades imigrantes da Alemanha está-se a desenvolver ao longo das décadas.
A vizinha Dinamarca mantém essas estatísticas, as quais pintam um quadro preocupante. Os dados mostram que cidadãos dinamarqueses com antecedentes migratórios, na verdade, apresentam taxas de criminalidade mais altas do que os seus pais imigrantes de primeira geração, que já apresentavam taxas de criminalidade muito mais altas do que dinamarqueses sem origem estrangeira.
Pode-se presumir que, se essa informação fosse realmente alterada na Alemanha, seria um desastre para as alegações de que a imigração em massa foi um benefício líquido para a Alemanha. Como resultado, nenhum governo composto por partidos de esquerda mudará a lei para rastrear esses dados.
Os novos dados mostram alguns sinais promissores, com 20% menos crimes rastreados do que no ano anterior. No entanto, como observa o BZ, isto pode ter algo a ver com a polícia de Berlim estar ocupada com outras operações. BZ escreve: “Devido ao Campeonato Europeu de Futebol e às numerosas manifestações relacionadas com o conflito de Gaza, a polícia não conseguiu tomar medidas contra os criminosos de clã com tanta frequência no ano passado (74 operações) como no ano anterior (2023: 126 operações).”
Por outras palavras, pode não haver menos crimes relacionados com clãs, apenas menos operações policiais visando prender membros de clãs. Só o tempo dirá se os crimes de clãs estão realmente a apresentar uma tendência de queda a longo prazo.
https://twitter.com/RMXnews/status/1828771151180361989
BZ aponta uma série de exemplos extremos, incluindo "um criminoso de 29 anos sem cidadania... Só no ano passado, ele cometeu 22 crimes, incluindo várias agressões, três ameaças, três corridas ilegais de veículos motorizados, três conduções sem carteira, quatro actos de danos materiais e várias violações da Lei de Protecção contra a Violência".
Agressões, roubos, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, fraudes, ameaças com armas, infracções de trânsito, furtos e apropriação indébita – o espectro de actividades criminosas de clãs é amplo: as violações legais variam de infracções administrativas e crimes em geral a crimes de gangue e crime organizado (CO)”, escreve o jornal. “A cena agora também opera bares de chicha, lojas de compra e venda, joalharias, construtoras e locadoras de veículos, a fim de canalizar os lucros obtidos de forma criminosa para a economia legítima – em outras palavras, para lavar dinheiro.”
O relatório registou 246 casos de danos corporais, 3 casos de homicídio, 48 casos de danos corporais graves, 81 casos contra a liberdade pessoal, 14 corridas ilegais de veículos, 21 violações de armas e explosivos, 112 casos de falsificação ou fraude, 21 casos de roubo e uma variedade de outros delitos.
Berlim também é apenas uma cidade na Alemanha. Em Estados como a Renânia do Norte-Vestfália, os criminosos de clã prosperam. "Mais recentemente, 7000 crimes num ano na Renânia do Norte-Vestfália foram atribuídos ao meio de clãs. Isto fica claro no panorama actual da situação feito pelo governo estadual. Sete anos depois de o Ministro do Interior da Renânia do Norte-Vestfália, Herbert Reul (CDU), ter declarado guerra aos clãs criminosos, esta é uma conclusão bastante preocupante", escreve Tagesschau.
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Fonte: https://rmx.news/article/berlins-clan-crime-statistics-reveal-how-misleading-data-on-crime-and-nationality-is-in-germany/

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Lá, como cá, a elite é essencialmente a mesma e tenta por isso mesmo falsificar a realidade, impedindo que o «povinho» saiba quais os reais efeitos criminais da imigração em massa oriunda do terceiro-mundo, chegando os porta-vozes dessa elite a declarar constantemente que «os dados mostram que não há ligação entre criminalidade e imigração!», ou seja, os dados que essa elite permite que sejam recolhidos e revelados - porque os dados que realmente confirmam a ligação gritante e óbvia entre criminalidade e imigração, permanecem ocultados e até negados. Isto é, objectivamente, enganar o povo para que este não se defenda contra a imigração em larga escala. Neste momento, esta táctica perde cada vez mais força, motivo pelo qual as forças da Ultra-Direita ganham cada vez mais votos, mas uma vitória política da Ultra-Direita não será justiça suficiente. Deverá, um dia, haver punição concreta para quem agora oculta e falsifica a informação sobre a criminalidade alógena em solo europeu.

ISRAEL - PRIMEIRO-MINISTRO RECONHECE FINALMENTE O GENOCÍDIO ARMÉNIO

Durante uma entrevista em podcast com o apresentador de origem arménia Patrick Bet-David, Netanyahu afirmou: "Acho que sim. Acho que o Knesset aprovou uma resolução nesse sentido", embora nenhuma legislação desse tipo tenha sido aprovada pelo parlamento israelita.
Quando questionado sobre porque razão nenhum primeiro-ministro israelita reconheceu o genocídio arménio até ao momento, Netanyahu respondeu: “Acabei de reconhecer. Aqui está.”
De acordo com os meios de comunicação social israelitas, Israel há muito evita reconhecer formalmente o massacre de cristãos pelo Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial, embora Netanyahu esteja a sinalizar uma mudança de postura à medida que as relações com a Turquia continuam a deteriorar-se.
Até ao momento, a Turquia e a Arménia ainda não comentaram as recentes declarações de Netanyahu sobre esta questão.

Críticas a Netanyahu
Aram Hamparian, director-executivo do Comitê Nacional Arménio da América, criticou a declaração de Netanyahu, argumentando que o reconhecimento seria verdadeiramente credível se fosse acompanhado pelo cancelamento da aliança militar com o Azerbaijão e pela pressão sobre a Turquia para que cessasse a sua política de negação. Hambarian acrescentou que tal declaração, na ausência de medidas concretas, nada mais é do que uma manobra táctica destinada a encobrir as próprias violações de Israel.

Israel e o reconhecimento do genocídio arménio
Israel, que durante anos considerou Ancara um parceiro comercial importante e, por vezes, um parceiro de segurança, manteve-se firme na sua recusa em reconhecer o genocídio arménio, mesmo quando as relações atingiram o seu ponto mais baixo durante a guerra em curso em Gaza.
Em 2001, quando as relações com a Turquia estavam no auge, o então ministro das Relações Exteriores, Shimon Peres, negou categoricamente o que descreveu como "reivindicações arménias", dizendo que era uma tentativa de comparar o que aconteceu ao Holocausto.
Em 2000, o então ministro da Educação, Yossi Sarid, do partido de esquerda Meretz, anunciou planos para incluir o genocídio arménio no currículo de história de Israel.
Em Junho de 2011, o deputado Aryeh Eldad, do partido de extrema-direita União Nacional, apresentou um projecto de lei para declarar o dia 24 de Abril como dia oficial de comemoração do genocídio arménio. Semanas antes, o Knesset realizou o seu primeiro debate sobre o reconhecimento do genocídio, e a maioria parecia ser a favor, mas a questão não foi levada a votação.
Mesmo o ex-presidente israelita Reuven Rivlin, conhecido por ser um defensor do reconhecimento, absteve-se durante a sua presidência de tomar qualquer medida oficial, incluindo renovar a sua assinatura numa petição anual que apelava ao reconhecimento.
Em 2018, uma votação No Knesset sobre o reconhecimento do genocídio arménio foi cancelada devido à falta de apoio suficiente da coligação governamental.

Reconhecimento em todo o mundo
A 20 de Abril de 1965, o Uruguai tornou-se o primeiro país a reconhecer o genocídio arménio.
Até à data, apenas 34 governos em todo o mundo reconheceram o genocídio arménio.
Esta questão continua controversa, uma vez que os Estados Unidos só reconheceram oficialmente o genocídio após a tomada de posse do ex-presidente Joe Biden em 2021, o que levou a Turquia a convocar o embaixador dos EUA em Ancara para denunciar a decisão dos EUA.
A nível dos países árabes, apenas a Síria e o Líbano, dois países com centenas de milhares de cidadãos de origem arménia, reconhecem o genocídio.
Na Europa, a maioria dos países da Europa Ocidental reconheceu o genocídio, com excepção da Espanha e do Reino Unido, e a maioria dos países da América do Sul também o reconheceu, juntamente com os Estados Unidos, México, Canadá, Rússia e outros países, enquanto a maioria da antiga União Soviética ainda se recusa a reconhecê-lo.

A posição da Turquia sobre o genocídio
Embora a Turquia ainda não tenha comentado as declarações de Netanyahu, as autoridades do país têm uma posição clara sobre a questão, recusando-se a chamar-lhe genocídio e, em vez disso, descrevendo-a como os eventos de 1915.
Numa análise oficial publicada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros turco, afirma-se: "Os últimos anos do Império Otomano foram um período trágico para o seu povo. Turcos, arménios e outros sofreram terrivelmente." "Este período deve ser compreendido na sua totalidade, e a memória de todas as vidas perdidas deve ser devidamente honrada. Esta abordagem requer uma base factual fiável, uma abordagem sem preconceitos e empatia."
E continuou: "A visão arménia da história, no entanto, foca cuidadosamente o sofrimento arménio, resume-o de várias maneiras e retrata-o como genocídio — um crime definido pelo direito internacional — cometido pelos Turcos contra os Arménios." O ministério acrescentou: "A aceitação desta narrativa por outros tornou-se num objectivo nacional para a Arménia e para grupos extremistas dentro da diáspora arménia. A Turquia não nega o sofrimento dos Arménios, incluindo a perda de muitas vidas inocentes, durante a Primeira Guerra Mundial. No entanto, muitos mais turcos morreram ou foram mortos nos anos que antecederam e durante a guerra. Sem minimizar as consequências trágicas para qualquer grupo, a Turquia opõe-se à representação unilateral desta tragédia como genocídio perpetrado por um grupo contra outro." E prosseguiu: "No entanto, não existem provas conclusivas que sustentem a alegação de que houve um plano deliberado do governo otomano para exterminar os Arménios. Além disso, o tecido social e cultural otomano não albergava atitudes racistas que tivessem facilitado a prática de um crime tão horrível."
Entretanto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros turco emitiu uma declaração, em Abril, reiterando o seu apelo à normalização das relações com Erevan e rejeitando categoricamente qualquer caracterização dos acontecimentos de 1915 que distorça os factos históricos e o direito internacional.

Melhoria nas relações

Em meados de Dezembro de 2021, a Turquia anunciou a nomeação de Serdar Kılıç, ex-embaixador do país em Washington, como representante especial para as negociações de normalização das relações com a Arménia.
A Arménia nomeou Ruben Rubinian como seu representante especial no âmbito do processo de diálogo entre os dois países, e as duas partes já realizaram várias rondas de negociações até ao momento.
Em meados de Março, o primeiro-ministro arménio, Nikol Pashinyan, afirmou, numa conferência de imprensa em Erevan, que a normalização das relações entre o seu país e a Turquia era apenas uma questão de tempo.
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Fonte: Benjamin Netanyahu reconhece pela primeira vez o genocídio arménio




ALEMANHA - TURISTA AMERICANO FICA SERIAMENTE FERIDO À FACADA QUANDO TENTA DEFENDER UMA MULHER CONTRA AGRESSORES ALÓGENOS

Um turista americano de 21 anos sofreu ferimentos graves nas mãos de dois migrantes sírios em Dresden, e seu vídeo comovente sobre o ataque e a crescente crise migratória na Alemanha viralizou. Agora, a história, publicada nos média alemães e americanos, provocou uma repreensão de Richard Grenell, enviado presidencial para missões especiais dos Estados Unidos durante o governo Trump.
Grenell estava a responder a um vídeo divulgado pela vítima do ataque, que já foi censurado na página do Remix News X. Quando o Remix News tenta incorporar o vídeo, a mensagem abaixo é recebida, o que normalmente significa que autoridades alemãs ou europeias rastrearam o vídeo e o censuraram.
Aqui está um link para o vídeo em questão.
A mesma mensagem de erro está a ser recebida por contas maiores que partilharam o vídeo, incluindo a Visegard24, que publicou o mesmo vídeo. Notavelmente, a conta Visegard24 foi a que Grenell respondeu.
Parece que os censores na Europa estão muito preocupados com a disseminação deste vídeo.
O horrendo ataque ocorreu num eléctrico de Dresden, e fotos da cena do crime mostraram sangue espalhado por toda parte. O incidente foi noticiado pelo New York Post, juntamente com outros jornais americanos, e ocorreu à 00h25 na linha 7 do eléctrico, entre Weixdorf e Pennrich.
A vítima, segundo o New York Post, é John Rudat, um modelo americano residente em Nova York. É bem possível que o homem fique com cicatrizes para o resto da vida. Ele também postou o vídeo na sua página do Instagram. No vídeo, Rudat diz: “Se eles conseguiram fazer isso com o Povo da Alemanha e depois serem soltos 12 horas depois, ou até menos, neste momento, onde está a lei? Onde está a estrutura? Se os Alemães são submetidos a essa lei e a essa estrutura, mas essas pessoas podem simplesmente entrar, brandir facas, ferir, abusar e aterrorizar os cidadãos da Alemanha, então?” “Se vocês achavam que a Europa não tinha problemas de imigração, especialmente a Alemanha, deixem-me contar um pouco sobre isso”, diz, avisando os espectadores enquanto relata a sua experiência angustiante.
O esfaqueador em fuga é conhecido pela polícia e continua foragido. O seu cúmplice, um cidadão sírio, Majd A., foi preso após o ataque a cerca de 700 metros do local do esfaqueamento e rapidamente libertado.  “Estamos a investigá-lo e ao homem ainda desconhecido por, entre outras coisas, lesões corporais perigosas”, disse o porta-voz da polícia, Lukas Reumund.
Notavelmente, o americano estava a tentar impedir que os homens assediassem as mulheres no eléctrico.
Segundo a polícia, “dois homens de um grupo estavam a assediar passageiras”. O americano interveio para ajudar a mulher.
O porta-voz da polícia, Reumund, disse ao Bild: “Um cidadão americano de 21 anos interveio e foi esfaqueado por um dos agressores na altercação que se seguiu. Os dois agressores fugiram do local.”
Outro porta-voz da polícia, Thomas Geithner, disse ao Bild: “O cidadão americano sofreu vários cortes no rosto com uma faca”.
Segundo fontes policiais, Majd A. não é o autor do esfaqueamento, mas inicialmente atacou o cidadão americano com socos. Ele é conhecido pela polícia por lesões corporais, roubo e entrada ilegal.
O porta-voz da polícia Geithner disse: “Ele foi preso provisoriamente e libertado por decisão do Ministério Público”.
O promotor público sénior Jürgen Schmidt disse ao Bild: "De acordo com a avaliação do promotor público de plantão, não havia motivos suficientes para a detenção. O ataque com faca não lhe pode ser atribuído."
Aparentemente, apesar de agredir o americano com socos, o promotor não acreditou que conseguiriam obter um mandado de prisão do juiz. Ele também fugiu da cena do crime e presumivelmente obstruiu a justiça, mas, ainda assim, não houve prisão.
Após a agressão, o segundo suspeito retornou ao eléctrico, desta vez armado com uma faca, momento em que infligiu ferimentos graves a Rudat.
Rudat observa no seu vídeo no Instagram que o agressor foi libertado quase imediatamente.
A polícia supostamente possui imagens de vigilância dos suspeitos, mas, mais uma vez, não divulgou fotos ou vídeos, como costuma acontecer na Alemanha. Muitas vezes, somente meses depois, após a aprovação do juiz, a polícia divulga as imagens ou fotos de vigilância, caso o caso continue em aberto.
Os crimes com facas dispararam na Alemanha, em paralelo à imigração em massa, como noticiou o Remix News no início deste ano. De acordo com as Estatísticas de Crimes Policiais (PKS), em 2024, aproximadamente 29000 crimes na Alemanha foram registados como ataques com facas. Na área de lesões corporais perigosas e agravadas, o número aumentou em aproximadamente 10,8%.
Em Maio, o advogado criminalista alemão Udo Vetter alertou que o país tinha "importado violência com faca" após vários incidentes de grande repercussão, incluindo um homem kosovar que feriu uma menina de 12 anos e outras duas pessoas, um requerente de asilo sírio esfaqueou cinco pessoas em frente a um bar estudantil e um manifestante que feriu um polícia. Ele apontou para normas culturais que consideram o porte de facas como símbolo de estatuto.
Manuel Ostermann, do Sindicato da Polícia Federal, também pediu uma acção urgente, alertando que a faca “sempre representa imediatamente uma ameaça concreta à vida e à integridade física” e que os políticos devem usar todas as medidas disponíveis para conter essa tendência.
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Fonte: https://rmx.news/article/us-diplomat-slams-merzs-weak-and-woke-response-after-american-tourist-suffers-brutal-facial-slashing-from-syrian-migrants-while-trying-to-protect-a-woman-in-dresden/

DINAMARCA - GOVERNO RECUSA RECEBER DOENTES PALESTINIANOS PARA NÃO ALIMENTAR EFEITO-CHAMADA DE IMINVASÃO

Enquanto países europeus como França, Noruega, Alemanha e Itália se apressaram para acolher centenas de pacientes de Gaza no último ano, a Dinamarca mantém-se isolada na recusa em acolher pacientes palestinianos. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, justifica a sua posição com o receio de que mais palestinianos cheguem por meio de pedidos de reunificação familiar: “A questão da reunificação familiar pode surgir muito rapidamente”, disse ela ao jornal dinamarquês Jyllands-Posten em 15 de Agosto.
A medida significa que a Dinamarca mais uma vez demonstra as suas fortes políticas anti-imigração, uma iniciativa firmemente apoiada pelos Dinamarqueses. Notavelmente, Frederiksen não é uma política de direita, mas sim uma figura firme no campo dos socialistas de esquerda. No entanto, repetidamente, ela demonstrou estar disposta a proteger o seu país da imigração em massa. A Dinamarca tem uma das menores taxas de imigrantes entre todos os países da Europa Ocidental, mesmo que a direita do país diga que muito mais precisa de ser feito.
Quase metade da população dinamarquesa apoia a posição de Frederiksen, com 46% dos Dinamarqueses a apoiar o bloqueio da entrada de pacientes doentes em Gaza, de acordo com uma pesquisa da Epinion realizada para a DR. Apenas um terço dos Dinamarqueses acredita que as fronteiras devem ser abertas aos pacientes de Gaza.
Há um ano e meio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) solicitou que os países da UE aceitassem pacientes de Gaza para tratamento, com 11 países da UE a fazê-lo.
Segundo uma reportagem do Le Monde, Frederiksen recusa ceder à pressão no seu país, "que ela agora justifica explicitamente com a política migratória ultra-restritiva adoptada pelo seu governo de coligação. O facto de a maioria dos pacientes ser de crianças não faz diferença", explicou.
Referiu-se em especial à questão da chegada de mais imigrantes, que usam os pacientes de Gaza como uma porta dos fundos. 
Frederiksen diz que o seu país está a investir em hospitais e tratamentos em países vizinhos para dar suporte aos feridos de Gaza; no entanto, algumas organizações humanitárias dizem que estes países não estão equipados para lidar com o fluxo de pacientes.
“Acreditamos claramente que podemos ajudar mais pessoas se ajudarmos na área imediata”, disse Frederiksen em Maio.
“As áreas próximas não podem receber mais e não conseguem lidar com estes casos muito complicados, que estão na lista da OMS”, disse Vibeke Brix Christensen, consultora do Rigshospitalet e conselheira médica da Médicos Sem Fronteiras.
No entanto, como acontece com todos os apelos por compaixão humanitária, em muitos casos, isto transformou-se em nada mais do que um apelo por mais imigração em massa. Centenas de milhares de sírios, por exemplo, são agora cidadãos de países europeus. Apesar da queda de Assad, eles não têm planos de retornar a casa. A criminalidade deste grupo explodiu, deixando inúmeros europeus mutilados, estuprados e mortos ao longo dos anos.
Parece que a Dinamarca não quer seguir esse caminho.
Outros partidos apoiam a posição do primeiro-ministro dinamarquês, incluindo a Aliança Liberal (AL) e os Democratas Dinamarqueses.
“Isto precisa de ser feito nas áreas imediatas onde há muitos bons hospitais a uma distância menor que 3000 quilómetros”, disse o relator estrangeiro para Los Angeles, Lars-Christian Brask.
"Isto não tem nada a ver com a Dinamarca. Estamos a quilómetros de Gaza, e não há motivo algum", disse Charlotte Munch, relatora internacional dos Democratas Dinamarqueses.
Enquanto isso, o SF está pronto para trazer de cinco a dez crianças doentes de Gaza para a Dinamarca, em carácter experimental. No entanto, o partido também acredita que o foco principal deve ser nos esforços na região mais próxima.
Achamos que é mais lógico apoiar massivamente os hospitais no Cairo, Amã e Jerusalém Oriental, e talvez alguns dos outros Estados vizinhos que podemos ajudar a apoiar o sistema de saúde nas áreas para que possam aceitar mais palestinianos”, disse o relator estrangeiro do partido, Karsten Hønge.
É claro que a postura pró-imigração da Europa tem grande parte da culpa pela postura actual da Dinamarca. Ao longo dos anos, ficou claro que imigrantes que fogem de zonas de guerra atravessam muitos países "seguros" a caminho de sistemas de assistência social como a Dinamarca, onde recebem benefícios generosos e nunca mais de lá saem. Assim que esses imigrantes entram no país, esses mesmos grupos de esquerda lutam com unhas e dentes para garantir que nenhum imigrante seja mandado de volta para casa. Em muitos casos, o que inicialmente era uma forma de auxílio aos refugiados transforma-se em programas de reassentamento vitalício, cidadania e mais imigração em massa por meio da reunificação familiar.
Em suma, a Dinamarca tem poucos incentivos para aceitar imigrantes, tendo a história como guia. Muitos europeus consciencializaram-se deste esquema, e é por isso que mais dinamarqueses apoiam a posição de Frederiksen do que se opõem a ela.
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Fonte: https://rmx.news/denmark/denmark-refuses-to-treat-gaza-patients-pm-says-she-fears-family-reunification-could-bring-more-palestinians/

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É, inequivocamente, uma das melhores líderes do mundo ocidental, a par da primeira-ministra Georgia Meloni - seja de Esquerda, de Direita, seja oportunista ou subitamente consciente e realista, tanto faz, o seu procedimento político é verdadeiramente exemplar, e constitui um sintomático sinal dos tempos que uma governante seja tão brilhante por contraste quando se limita a cumprir o seu dever para com o seu próprio Povo, de tal modo é doentio o comportamento e o ideário da elite político-cultural que ainda domina o mundo ocidental.