quarta-feira, outubro 21, 2015

UMA MÉDICA CHECA CONTA O QUE É TRATAR DE REFUGIADOS NA ALEMANHA

Agradecimentos a quem aqui trouxe este texto: http://www.toedter.com.br/2015/10/oktoberfest-multicultural-em-munique.html
Trata-se de uma carta que uma médica anestesista checa que trabalha num hospital de Munique escreveu a um amigo sobre o que se passa entre os refugiados em solo alemão. A tradução do Inglês é do autor do blogue acima. Eis então o que tem a dizer quem observou a situação de perto:

Ontem tivemos uma reunião sobre como a situação aqui e noutros hospitais de Munique ficou insustentável. As clínicas não conseguem lidar com emergências e assim começam a enviar tudo para os hospitais.
Muitos muçulmanos estão recusando serem tratados por funcionários do sexo feminino e, nós, as mulheres, estamos-nos a recusar trabalhar entre animais, especialmente africanos. As relações entre a equipe e os imigrantes está indo de mal a pior. Desde o último fim de semana, imigrantes que vão a hospitais têm que ser acompanhados por polícias.
Muitos migrantes têm sida, sífilis, tuberculose aberta e muitas doenças exóticas, que aqui na Europa nem sabemos como tratar. Se recebem uma receita, aprendem na farmácia que têm que pagar em dinheiro. Isto leva a explosão de insultos inacreditáveis, especialmente quando se trata de remédios para crianças. Eles abandonam as crianças com o pessoal da farmácia e dizem: Então curem-nas vocês! Portanto a polícia não tem que proteger apenas clínicas e hospitais, mas também grandes farmácias.
Só podemos perguntar: Onde estão todos aqueles que nas estações de comboio e na frente das câmaras de TV mostram cartazes de boas-vindas? Sim, por enquanto as fronteiras foram fechadas, mas um milhão deles já está aqui e, definitivamente, não seremos capazes de nos livrar deles. Até agora o número de desempregados na Alemanha era de 2,2 milhões. Agora vai ser 3,5 milhões. A maioria destas pessoas é completamente não-empregável. Um mínimo deles tem alguma educação. E mais, as suas mulheres não fazem coisa alguma. Estimo que uma em dez está grávida. Centenas de milhares trouxeram consigo lactentes e crianças menores de seis anos desnutridas e negligenciadas. Se isto continuar e a Alemanha reabrir as suas fronteiras eu voltarei para casa na República Checa. Ninguém vai poder segurar-me aqui, nem com o dobro do salário. Eu vim para a Alemanha e não para África ou Médio Oriente.
Mesmo o professor que dirige o nosso departamento falou da tristeza em ver a mulher da limpeza fazendo o seu serviço há anos por 800 Euros e depois encontrar homens jovens estendendo a mão, querendo tudo de graça e, quando não conseguem, irritam-se.
Realmente não preciso disso! Mas estou com medo de, se voltar, encontrar o mesmo na República Checa. Se os alemães, com os seus recursos, não conseguem lidar com isto, lá seria o caos total. Ninguém que não tenha tido contacto com eles pode ter uma ideia de que espécie de animais são, especialmente os de África, e como os muçulmanos agem com soberba religiosa sobre a nossa equipa.
Por ora nosso pessoal ainda não foi reduzido em consequência das doenças trazidas para cá, mas, com centenas de pacientes todos os dias, isto é apenas uma questão de tempo. Num hospital perto do Reno, os imigrantes atacaram a equipe à facada, depois de trazerem um recém-nascido de 8 meses que estava à beira da morte, arrastado através de meia Europa durante três meses. A criança morreu depois de dois dias, apesar de ter recebido os melhores cuidados numa das melhores clínicas pediátricas da Alemanha. O médico teve que passar por cirurgia e duas enfermeiras foram para a UTI. Ninguém foi punido. A imprensa local é proibida de noticiar. Nós ficamos a saber por e-mail. O que teria acontecido a um alemão se ele tivesse esfaqueado um médico e duas enfermeiras? Ou se ele tivesse atirado a sua própria urina infectada por sífilis ao rosto da enfermeira e a ameaçado de contaminação. No mínimo, iria ser preso imediatamente e depois processado. Com esse povo – até agora – nada aconteceu.
Então pergunto, onde estão todos aqueles que saudaram a sua vinda e os receberam  nas estações ferroviárias? Sentados bonitos em casa, saboreando as suas organizações não-lucrativas, aguardando ansiosamente os próximos comboios e o próximo lote de dinheiro em pagamento dos seus préstimos como recepcionistas. Se fosse por mim eu arrebanharia todos esses recepcionistas e trazia-os primeiro aqui à ala de emergência do hospital, para atenderem os pacientes, depois para um alojamento de imigrantes, para que pudessem cuidar deles lá mesmo, sem polícias armados, sem cães polícias, que hoje podem ser encontrados em todos os hospitais da Baviera, e sem ajuda médica.

Pode ver-se aqui a carta a ser lida num canal independente checo (aqui com legendas em Inglês): http://therightscoop.com/must-watch-whistleblower-doctor-explains-horrific-reality-dealing-with-muslim-invaders-in-germany/

Claro que a imprensa «livre» reinante não passou nada disto, está proibida de o fazer, para que o povo autóctone alemão e europeu não possa saber o que lhe está a ser metido pela casa adentro, senão corre-se o horrendo risco de os votos na Extrema-Direita aumentarem ainda mais, e haver ainda mais gente a apoiar por exemplo os PEGIDA...

Quanto à médica checa, fará bem em manter o anonimato. O mais provável é que os Inquisidores do costume exijam saber quem é ela para «averiguarem a autenticidade da carta» e para depois a queimarem completamente na vida profissional e se for preciso na vida privada também. Que digam pois o que quiserem, que insinuem que a carta é falsa, façam como entenderem - uma das coisas boas de viver em Democracia é que cada qual pode ficar com a sua verdade... e o povo será informado disto.


2 Comments:

Blogger KVRGANIVS NOSTRATORVM said...

POIS AGORA VC´S SABEM O QUE É VIVER NUM MERDIL

22 de outubro de 2015 às 02:35:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

"O médico teve que passar por cirurgia e duas enfermeiras foram para a UTI. Ninguém foi punido. A imprensa local é proibida de noticiar."

A propaganda e lavagem cerebral actual é tamanha, tão mas tão grande que é impressionante. A imprensa local é proibida de noticiar!!
Os que fizeram e defendem isso ao mesmo tempo odeiam os nazis, odeiam Goebbels e a sua propaganda, mentiras, ocultações e lavagem cerebral.
Mas no entanto fazem o mesmo. Mas desta vez é diferente. Não é para defender a população nativa, não é para fazer um país melhor. Não, é para defender os de fora e para o povo não saber dos efeitos negativos da imigração.

Esta gente é doente muito doente. E com esta gente no poder, a Europa passa cada vez mais de paraiso a inferno. É o que da ter gente desta no poder.

22 de outubro de 2015 às 03:50:00 WEST  

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