sexta-feira, julho 10, 2015

MULHER EUROPEIA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA POR PARTE DE AFRICANO EXPÕE O SEU CASO

Agradecimentos ao camarada PCS por me ter dado a conhecer esta notícia: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4668532 - Página com vídeo incorporado
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 O vídeo publicado na passada segunda-feira já tem milhares de gostos e partilhas no Facebook. A blogger conta que teve de ganhar coragem para publicar a sua história e que se debateu durante algum tempo se o deveria fazer ou não.
Emma mantinha uma relação de três anos e meio com o marido e há um ano que era supostamente traída pelo mesmo. A blogger é mãe de dois filhos e afirma que foi traída enquanto estava grávida do segundo. A alegada amante do marido ligou a Emma para lhe contar que também estava grávida, o que fez com que Emma entrasse em trabalho de parto antecipadamente devido ao stresse.
A jovem mãe ficou perturbada e afirma que "amava tanto o marido que o perdoou e decidiu dar-lhe outra oportunidade", até descobrir que "ele o tinha feito de novo".
Quando confrontou o marido, ele negou a traição e supostamente deu-lhe um murro no rosto. Segundo Emma, esta não foi a primeira vez que foi vítima de violência doméstica. A blogger afirma no vídeo que no ano anterior o marido lhe tinha "aberto a cabeça ao meio" e que também sofria de violência psicológica.
Além de ter a sua vida em perigo, Emma temeu pelo futuro dos filhos e ganhou coragem para se mudar para casa de familiares. Agora com este vídeo quer ser uma inspiração para as vítimas de violência doméstica.

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Pode ver-se no vídeo que pelo menos um dos filhos é mulato. A mulher, de uma beleza bem acima da média (o que só torna o caso ainda mais feio), sofreu portanto na pele o que é o calor humano africano, toda aquela impetuosidade e imprevisibilidade, aquele poder de explosão, enfim, recebeu em primeira mão mais um contributo da imigração não europeia para a relativamente fria e ordeira vivência da Europa. Violência doméstica, mulher branca agredida por alógeno, miscigenação... dificilmente poderia o caso ser pior. 
Pode ser que sirva de lição a diversas jovens europeias, que terão todo o interesse em prestar atenção às estatísticas da violência de género a nível mundial em 2011 (fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Epidemiology_of_domestic_violence#By_demographic)


Resumindo a legenda, quanto mais escura a cor maior a violência sobre as mulheres, olha que surpresa...
A respeito das cores relativamente mais carregadas em certos países europeus, incluindo os mais desenvolvidos, tenho para mim que diz mais respeito à percentagem das queixas apresentadas à polícia do que aos casos reais, reservo-me o direito de não acreditar que na mui iminvadida França, país da Europa Ocidental com mais muçulmanos, haja menos violência sobre as mulheres que na Islândia, mas enfim, o mapa pode bem ser entendido de uma forma generalista. 
E nem apresenta novidade nenhuma - o ideal da defesa dos direitos das mulheres, incluindo, à cabeça, o da sua segurança e integridade, é um «luxo» da civilização europeia, que defende em geral os fracos contra os abusos dos fortes. É só uma questão de somar dois mais dois - quanto mais a Europa for iminvadida pelo terceiro-mundo, mais em risco estarão as mulheres europeias.



10 Comments:

Anonymous Anónimo said...

entao essa irlandesa foi vitima de um africano!!! enfim.. e os media nada como sempre.
confesso quando vi a noticia, pensei que poderia ser vitima de um imigrante, mas dps tb pensei que a Irlanda nao tem assim tanta imigração como os outros países e podia ser algum Irlandes bebedolas que batia na mulher. Enfim, mas afinal sempre é um imigrante.
Enfim ja tem filhos a burrinha. Enfim.. a merda ja esta feita..

10 de julho de 2015 às 22:50:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Felizmente que no toca a tratar mulheres não aprendemos nada com a maravilhosíssima civilização do Al-Andaluz...

10 de julho de 2015 às 22:55:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Estava à espera de quê, esta idiota?

São mais que as mães, nas ruas e nos centros comerciais, não há 50 metros que se ande sem se ver um preto e uma branca (e não o inverso).

Mas honestamente, uma pessoa que já miscigenou, para mim, perde completamente o interesse. É um bichinho que primeiro fornicou e depois pensou... Se não tinha consciência de raça ou nação, não é do meu grupo e se não é do meu grupo, que vá pedir solidariedade aos da cor lá do macho cobridor. Que, a acreditar no Darwin, é o vencedor da questão: Pelo menos três filhos, a próxima geração vai ter mais uma remessa deles para esmurrá-las bem esmurradas enquanto as emprenha.

O pesadelo vive na porta ao lado. Se foi falta de educação dos pais ou se o problema é outro, isso já não sei.

11 de julho de 2015 às 02:48:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

em condições normais ela devia era ter levado um balázio nos cornos e as crias dela deviam ser deportadas para Africa.
Nada de apoiar ou de ter solidariedade para com essa putana,
Nada de compaixão ou pena de escumalha desse tipo, essa mulher não pode ser respeitada, merece ser humilhada do pior.
A quantidade de vermes que estão a nascer dessas putanas vai ser um problema sério de resolver, essa é que é a questão e não o facto dela ter sido espancada.
Não percebo como podem alguns aqui ter compaixão com essa putana e outras da mesma laia.

11 de julho de 2015 às 15:39:00 WEST  
Blogger R. Vilhena said...

Este comentário foi removido pelo autor.

12 de julho de 2015 às 00:38:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Nada de compaixão ou pena de escumalha desse tipo, essa mulher não pode ser respeitada,»

Não é bem assim. A pobre moça vive num contexto onde se lhe martela a mente com o dogma do anti-racismo e do universalismo sem fronteiras. Pagou pela sua ingenuidade.

12 de julho de 2015 às 03:35:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

É o preço bem justo que essas ocidentais idiotas modernas pagam por imbecilidades feministas. Este mapa diz apenas meias verdades, pois de acordo com esta tabela na Wikipedia, a Europa é onde há maior porcentagem de mulheres assassinadas, na Alemanha por exemplo 47% das pessoas assassinas foram mulheres em 2011, e na Suécia 31%, enquanto na maioria dos países de terceiro mundo o número de mulheres assassinadas é uma porcentagem bem menor, como no Brasil (apenas 10%):

https://en.wikipedia.org/wiki/Sex_differences_in_crime#Worldwide_homicide_statistics_via_gender

Mas enfim, se as ocidentais "fortes e independentes" querem igualdades, então façam elas bom proveito com isto, pois cada vez mais homens ocidentais não dão mais a mínima preocupação a essas degeneradas.

12 de julho de 2015 às 22:11:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«É o preço bem justo que essas ocidentais idiotas modernas pagam por imbecilidades feministas.»

Pelo contrário. A imigração oriunda do terceiro mundo é naturalmente inimiga do Feminismo, coisa que demasiadas feministas não compreendem ou não querem compreender devido à sua habitual inserção no contexto ideológico da Esquerda radical. Só numa Europa de Europeus é que o Feminismo se desenvolve com facilidade. O africano e o muçulmano não aceitam tal «modernice» de bom grado.

13 de julho de 2015 às 02:09:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

mulher branca que se envolve com preto das duas uma:ou morre/espancada ou fica como esta daí mãe solteira e ainda com um mulato para criar,preto quando quer destruir o branco,se miscigena.

13 de julho de 2015 às 19:58:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

está aí mais um contato entre civilizado e bárbaro,seria interessante entrevistar este mulher daqui a 3 anos e ver o que aprendeu com isto,e também ver com que tipo ela está se relacionando,para ver se aprendeu a lição,parece outro caso que foi mostrado aqui no gladius,que aconteceu na Alemanha.

13 de julho de 2015 às 20:05:00 WEST  

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