segunda-feira, dezembro 15, 2014

TERRORISTA MUÇULMANO QUE CAUSOU MORTE DE REFÉNS AUSTRALIANOS ERA UM «REFUGIADO» E UM «ACTIVISTA PACÍFICO»...

A polícia de Sydney declarou terminado o sequestro, num café no centro financeiro da principal cidade australiana, pouco depois de anunciar o ataque das forças de segurança, cerca 2 da madrugada de terça-feira em Sidney (16 horas em Portugal continental).
Um homem de 34 anos e uma mulher de 38, ambos reféns, morreram. O sequestrador foi abatido no local.
"Foi um acto individual. Isto não deve nunca destruir ou mudar a nossa vida", disse o comissário da polícia da província Nova Gales do Sul.
O sequestrador foi identificado como Man Haron Monis, um homem de 49 anos que se apresenta como um pregador radical islâmico e que está em liberdade sob fiança, acusado de cumplicidade no homicídio da ex-mulher.
O homem nasceu no Irão como Manteghi Bourjerdi e chegou à Austrália em 1996, tendo adoptado o nome de Man Haron Monis, segundo o canal australiano 9News.
A BBC indicou que as autoridades australianas concederam asilo político a este antigo advogado, descrito como uma figura isolada.
No passado, Man Haron Monis participou em vários protestos contra a presença das tropas australianas no Afeganistão e enviou cartas de ódio às famílias de soldados australianos mortos em conflitos no estrangeiro.
Apesar de ter sido declarado um activista pacífico, o homem foi condenado a 300 horas de serviço comunitário.
Durante o sequestro foi colocada numa janela do café uma bandeira preta com inscrições em árabe, que especialistas identificaram como a 'al-Raya', um símbolo genérico do Islão em que a inscrição significa: "Não existe outro Deus senão Alá e Maomé é o seu profeta".
Desconhecem-se ainda as motivações do sequestrador. O canal 9News mostrou o suspeito vestido de negro, com uma mochila e um gorro, com o que parecem ser inscrições em árabe.
Durante cerca de 16 horas, três homens e duas mulheres saíram do Lindt Chocolat Cafe. Desconhece-se se os cinco reféns em causa escaparam ou se foram libertados pelo sequestrador.
A polícia, alertada pouco antes das 10 horas desta segunda-feira (cerca das 22 horas de domingo em Portugal continental), encerrou rapidamente a zona financeira de Martin Place, onde se localiza o café, e evacuou vários edifícios, incluindo o ícone da cidade - a Sydney Opera House -, o Parlamento e a biblioteca estatal.
As autoridades informaram que apenas um homem armado mantinha um número indeterminado de reféns. "Posso-vos confirmar que temos um criminoso armado nas instalações, que detém um número indeterminado de reféns na cidade, na zona de Martin Place", disse o comissário da polícia de Nova Gales do Sul, Andrew Scipione, em conferência de imprensa.
A Austrália elevou, em Setembro último, o nível de alerta terrorista de "médio" para "alto" pela primeira vez em dez anos.
A participação de tropas australianas em missões contra os jiadistas no norte do Iraque e na Síria e os receios relativamente ao regresso de extremistas nascidos na Austrália ou com passaporte do país que combatem nas fileiras do Estado Islâmico (EI) foram duas das razões invocadas.
Segundo as estimativas de Camberra, participam em combates na Síria e no Iraque mais de 160 australianos, dos quais pelo menos 20 conseguiram regressar ao país, cuja legislação prevê penas de até 20 anos de cadeia para os cidadãos que se envolvem em conflitos armados no estrangeiro.
As autoridades australianas têm levado a cabo inúmeros 'raides' policiais, de grande aparato e dimensão, nas principais cidades no quadro da luta contra presumíveis terroristas.
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Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4295979&page=-1   (artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)
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Ai ele era um «refugiado»... quantos mais «refugiados» destes é que não terão vindo do mundo islâmico para o Ocidente, ao abrigo precisamente da tara suicida humanitarista que (des)orienta a elite reinante... mesmo sabendo as autoridades que ele era um pregador do Islão radical, deixaram-no ficar num país civilizado.
Além de «refugiado» também era um «activista pacífico»... pois... num país alheio tinha o escandaloso descaramento arrogante de enviar cartas «de ódio» às famílias dos soldados mortos australianos, com tudo o que isso tem de crueldade moral, mas mesmo assim a elite reinante que manda na «Justiça» achou por bem declará-lo «pacífico» em vez de o expulsar definitivamente do País... Num regime nacionalista, o indivíduo não seria expulso do país sem lhe serem aplicados os devidos correctivos físicos em praça pública, mas isso nesta altura já era pedir de mais, obviamente...
A morte de dois australianos neste caso deve pesar moralmente na consciência de quem não expulsou esta imundice muçulmana de volta para a sua terra. Deve ou deveria, se quem tomou essa decisão ainda tivesse algum sentido de vergonha.


3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Uma questão, "nascido no Irã". Ou seja, ele era um ariano.

Assim não dá para exatamente culpar a genética, mas apenas a formação cultural. Mas ele não era geneticamente propenso ao mau.

Agora vamos esperar como resposta a este ato as ações de sempre de maior abertura a imigração para mostrar que ninguém culpa os estrangeiros, e, também, a culpa a ser jogada no branco.

15 de dezembro de 2014 às 23:08:00 WET  
Blogger Afonso de Portugal said...

«Assim não dá para exatamente culpar a genética, mas apenas a formação cultural. Mas ele não era geneticamente propenso ao mau.»

Mas ainda há gente no meio nacionalista que acha sinceramente que a genética explica tudo?! Fosga.se! Pensava que só os lunáticos como o Caps Louco o faziam!

16 de dezembro de 2014 às 19:30:00 WET  
Blogger Caturo said...

Isso é realmente ignorar que os maiores inimigos da raça branca são muitas vezes de um tipo racial perfeitamente europeu. Em Portugal, por exemplo, o líder do SOS Racismo até tem pinta de nórdico. Poderia facilmente dizer que era sueco ou inglês sem que fosse verosímil duvidar disso.
Mas quem acha que a raça determina as ideias - consoante dê jeito, como os doentes que digam que há um comunismo genético nos Alentejanos, ou por fanatismo puro e simples - depois vê-se enredado em explicações cada vez mais rebuscadas, até palermas, sobre «resíduos» ou «desconfianças» de que fulano tal tenha algum tataravô judeu. Como é que depois explicam que o teutónico Hitler fosse fervoroso admirador de um turco é que não sei...

17 de dezembro de 2014 às 01:17:00 WET  

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