segunda-feira, junho 07, 2010

UM JUDEU ARGELINO QUE METE MEDO À ELITE ANTIRRA EM FRANÇA

Em França, um alienígena norte-africano, judaico-argelino, Eric Zemmour, causa actualmente acesa polémica por falar contra o Islão e a decadência francesa, chegando mesmo a vaticinar que o país vai-se afundar numa guerra civil entre cristãos e «bárbaros» muçulmanos.
No seu recente livro intitulado «Melancolie Française» («Melancolia Francesa»), expondo esta e outras opiniões, rapidamente se esgota nas livrarias.

A elite reinante odeia-o, como seria de esperar, visto que ele a ataca frontalmente e, igualmente de modo frontal, atreve-se a criticar alguns dos dogmas da Santa Madre Igreja Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente. Milhões de franceses ouvem-no na rádio e na televisão a deitar abaixo os tabus da Raça, da imigração, do aborto; o seu assunto favorito parece entretanto ser o da «pérfida» Albion, que ele diz ter deitado abaixo a grandeza francesa.

É portanto um alienígena bem educado, e talvez um tanto ou quanto patrioteiro, mas ainda assim útil para dizer umas coisas...

No passado dia 5 de Junho, teve um frente-a-frente televisivo contra Georges-Marc Benamou, escritor esquerdista, de origem judaico-argelina (tal como Zemmour) e conselheiro do presidente Sarkozy.
A dada altura, Benamou usou contra o seu oponente a já clássica falácia argumentativa do redutio ab Hitlerum, ou seu equivalente: «Você é um fascista. Ainda está mais à direita do que o Marechal Pétain.»
Como se sabe, o regime do Marechal Pétain governou a França ocupada pelas tropas alemãs nacional-socialistas, colaborando com as mesmas.
Zemmou, rindo-se, brindou-o com a evidência que mais aterroriza a elite: «Eu digo o que as pessoas pensam. Muita gente sente, de um modo confuso, as coisas de que eu falo. Têm estes medos [de que falo], mas a elite francesa proibi-os de os expressarem. As elites impõem a politiquice correcta que o Povo não pode suportar.»

Desde Abril que Zemmou tem dois minutos diários, no programa da manhã, da estação televisiva RTL. Dominique Sopo, líder do SOS Racisme, diz que o argelino é «pessoa da extrema-direita, disfarçado, que dá legitimidade ao pensamento extremista e odioso».

E é uma chatice, este «dar legitimidade» - assim, o Povinho, até aqui domesticado e intimidado pela Santa Inquisição Antirra, pode começar a pensar que também se pode defender o «racismo» com ideias e com lógica, ui, que pânico...

Diz Zemmou que a Inglaterra bateu a França em todas as frentes ao criar o comércio livre e a democracia parlamentar; diz também que, nas guerras napoleónicas, a Inglaterra é que foi a agressora...
Pois - quem afirma isto, é também quem diz, entusiasmado, que a União Europeia foi uma ideia francesa para controlar o continente, mas os Ingleses sabotaram o plano...
Enfim, patrioterismos e imperialismos descarados à parte, Zemmou não deixa contudo de expressar a sua admiração pelo Reino Unido e de realçar que as suas ideias poderiam ser mais facilmente difundidas no outro lado do Canal da Mancha.

Zemmou alega também que a França cometeu grave erro ao abandonar a sua tradição de assimilar imigrantes e adoptar o conceito de diversidade étnica. Esta atoarda só agrava a negatividade do seu patrioteirismo, visto que a assimilação, conduzindo à miscigenação, leva automaticamente à diluição da identidade nacional, de todas as identidades étnicas nela envolvidas, ou nas que não forem suficientemente numerosas para se imporem.
Zemmou não é pois de extrema-direita, não é de modo algum um «racista» - o que só irrita ainda mais a Esquerda reinante, que não o consegue calar nem rotular de maneira a marginalizá-lo de vez...
E é provável que esta irritação e incómodo se tornem ainda mais prementes quando Zemmou cita Charles de Gaulle, segundo o qual misturar muçulmanos com franceses cristãos era «como misturar azeite com vinagre

Houve quem tentasse expulsar Zemmou do jornal de referência Le Figaro, altamente conservador, onde assina uma coluna de opinião, porque o argelino atreveu-se a dizer que a maioria dos traficantes de droga em França eram ou árabes ou africanos - mas um grupo de apoiantes do autor contra isso se manifestou publicamente junto ao edifício do jornal... e Zemmou manteve o seu posto de trabalho.
Uma situação excepcionalmente perigosa, esta, de haver um «racista» inteligente com voz pública, um sujeito de letras a dar razão aos receios mais bem fundados, mas ferozmente censurados, do Povinho...

28 Comments:

Blogger cardueliscabaret said...

"Eu digo o que as pessoas pensam. Muita gente sente, de um modo confuso, as coisas de que eu falo. Têm estes medos [de que falo]"

É exactamente isso que se passa aqui em Portugal também. As pessoas até são um pouco xenófobas e «racistas», pois isso é instintivo, é da própria natureza humana, mas esses sentimentos foram recalcados pela massiva propaganda anirra e mestiçófila com que somos bombardeados e devido a isso as pessoas têm esses pecaminosos pensamentos nazis de uma forma subliminar, estão como que adormecidos, em "hibernação", digamos assim.

E por isso eu acredito que se houvesse condições de nós, monstros psicopatas nazis racistas! termos hipótese de falarmos abertamente para as pessoas, elas começariam a sair do entorpecimento a que foram sujeitas, e então ocorreria uma autêntica revolução ideológica, e por consequência, um revolução a nível prático, e é exactamente por isso que a Elite não nos deixa falar abertamente para as as pessoas. :)

7 de junho de 2010 às 20:41:00 WEST  
Blogger Rio sur Seine said...

Boa !

Jà tinha falado aqui do Eric Zemmour, ele està pondo a França ao contràrio.

7 de junho de 2010 às 20:48:00 WEST  
Blogger Rio sur Seine said...

Aqui imagens insuportaveis da faixa de Gaza, filmadas na primavera 2009.

http://www.youtube.com/watch?v=dJvvkXYD12U&feature=player_embedded#!

Quem paga para isso tudo, samos nos, a Europa, a ONU, a ajuda international e Israel.

Ver mais imagens.

http://www.bivouac-id.com/2010/05/16/bivouac-magazine-nos-meilleures-adresses-a-gaza/

7 de junho de 2010 às 20:50:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Pois é, o único espaço que resta, por enquanto..., é a internet. Por isso a escumalha antirra quer por todos os modos possíveis calar esse último canal de expressão que nos resta.
Persistir/insistir sempre, é o único caminho.

7 de junho de 2010 às 20:52:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Falando em religião politicamente correta, vocês viram as seleções européias desta copa?
das treze seleções européias só seis (Grécia, Eslovênia, Sérvia, Eslováquia, Espanha e Itália) não possuem negróides em sua composição.Uma vergonha.
Por isso vou torcer para Itália ou Espanha (já que as outras citadas tem poucas chances). Ver uma seleção inteiramente branca ganhar a copa na terra dos símios não tem preço!

7 de junho de 2010 às 20:58:00 WEST  
Blogger Titan said...

Um debate com o senhor em causa.

http://www.youtube.com/watch?v=n6i_ycmUyE8

7 de junho de 2010 às 22:55:00 WEST  
Anonymous Skedsen said...

Mete medo à elite porque é um indivíduo que vê e relata as coisas como realmente elas são. Sem subterfúgios, nem ambiguidades de qualquer espécie, de uma forma clara, directa e pavorosamente certeira. Eis o problema, algo com que a elite antirra e burra não contava e não sabe como reagir a este facto concreto. Lembro-me de em 2002 quando lepen foi à 2º volta das presidenciais, vários negros e árabes a dizer abertamente que votaram em lepen, sem temerem qualquer censura ou acto de retaliação das elites antirras. Quando o nevoeiro que cerca uma grande parte das mentes se dissipa, passa-se a ver as coisas como elas são na realidade, e em algumas situações o choque pode ser demasiado forte para os espíritos mais fracos. Só espero que a moda pegue, pode ser um sinal de que as coisas irão mudar.

7 de junho de 2010 às 23:25:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

NÃO VOU LA MUITO COM A CARA DESSES JUDEUS SEFARDICTAS(E NEM COM OS ASKENAZITAS), MAS O ÓTIMO DISSO TUDO É QUE NINGUEM PODE ACUSAR ELE DE RACISMO, JÁ QUE ELE É UM JUDEU BERBERE E PORTANTO FAZ PARTE DO GRUPO DAS "VITIMINHAS" SANOIDS..!!

7 de junho de 2010 às 23:48:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

É exactamente isso que se passa aqui em Portugal também. As pessoas até são um pouco xenófobas e «racistas», pois isso é instintivo, é da própria natureza humana, mas esses sentimentos foram recalcados pela massiva propaganda anirra e mestiçófila com que somos bombardeados e devido a isso as pessoas têm esses pecaminosos pensamentos nazis de uma forma subliminar, estão como que adormecidos, em "hibernação", digamos assim.

E NÃO SÓ A LOBOTOMIA, MAS O TERRORISMO E CHANTAGEM DO SISTEMA; SUAS AMEAÇAS CONTRA NOSSA LIBERDADE NEURAL PLENA A QUERER NOS CENSURAR COMO DITADURAS E PRENDER POR MEROS PSEUDO-CRIMES DE OPINIÃO; A VERDADE CRIMINALIZADA COMO AQUELE MINISTRO FRANCES..!!

7 de junho de 2010 às 23:54:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

ESSE JUDEU É ASSIMILACIONISTA PIOR QUE OS MINHO-TIMORENSES, FICA EM CIMA DO MURO NAS QUESTÕES RACIAIS E AINDA ADOTA A TEORIA SOCIO-EPIDERMICA DO TITAN SIMPLIFICANDO RAÇA A EPIDERME COMO SE ESSA NÃO FOSSE APENAS UMA MERA EXTERNALIZAÇÃO DAS VARIAS DE DIVERGENCIAS EVOLUTIVAS QUE VÃO MUITO ALEM COMO JA BEM DEMONSTROU O LIVRO EVOLUÇÃO, RAÇA E COMPORTAMENTO..!!

8 de junho de 2010 às 03:00:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

um judeu que frisa tanto nos mulçumanos e esquece dos negros ,e como se os arabes( que ele chama de mulçumanso) fossem menos violentos e mais aceitaveis para ha mestiçagem com o franceses se por algum acaso fossem cristão e não islamicos .
.
ja via esta historia em algum lugar .os franceses ja se deixaram enganar pelo judeu sarkozi ,sera que agora vão repetir o erro?

8 de junho de 2010 às 03:02:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Falando em religião politicamente correta, vocês viram as seleções européias desta copa?
das treze seleções européias só seis (Grécia, Eslovênia, Sérvia, Eslováquia, Espanha e Itália) não possuem negróides em sua composição.Uma vergonha.
Por isso vou torcer para Itália ou Espanha (já que as outras citadas tem poucas chances). Ver uma seleção inteiramente branca ganhar a copa na terra dos símios não tem preço!

Então não torças pela espanha, que tem o negro Marcos Senna.
A Itália será a ultima resistente, que o diga negro balioteli.

8 de junho de 2010 às 09:17:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Esqueceste-te da Dinamarca, que não tem nenhum negro no seu plantel.

8 de junho de 2010 às 09:18:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Anónimo disse...
Pois é, o único espaço que resta, por enquanto..., é a internet. Por isso a escumalha antirra quer por todos os modos possíveis calar esse último canal de expressão que nos resta.
Persistir/insistir sempre, é o único caminho.

7 de Junho de 2010 20h52min00s WEST


tv - o balsemao estava todo f*dido com a internet quando estava a falar do caso pt-tvi...

8 de junho de 2010 às 10:44:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

«Zemmou não é pois de extrema-direita, não é de modo algum um «racista» - o que só irrita ainda mais a Esquerda reinante, que não o consegue calar nem rotular de maneira a marginalizá-lo de vez...»

Os nacionalistas deveriam aprender com os exemplos de Zemmou e de outros oradores como Wilders: ambos são claramente anti-Islão mas nenhum assume um discurso racialista (Zemmou nem poderia), o que faz com que a esquerda não os possa acusar de racismo.

A minha opinião, o racialismo só deve ser introduzido nas intervenções nacionalistas públicas quando o povo está efectivamente preparado para isso, ou seja, quando o nacionalismo já alcançou um grau de popularidade significativo entre o eleitorado.

Falar de racialismo quando ainda se tem poucos votos pode fazer o povo recuar, de tal forma está formatado pelo discurso do anti-racismo e fiacndo por isso chocado com o "racismo" dos racialistas.

8 de junho de 2010 às 11:04:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Isso é um erro crasso. Na verdade, o Povo não é de modo nenhum anti-racista, e o discurso racialista não assusta o Povo, apenas assusta, e irrita, a elite.

O motivo pelo qual nenhum partido português pode ter um discurso racialista é a limitação legal - e a limitação legal existe sobretudo porque a elite sabe que o Povo, em ouvindo o discurso racial, não o rejeitaria.

Que Zemmou não fale de raças, é com ele - que siga o seu caminho, que o nosso é outro, porque nós NÃO QUEREMOS absorver os não brancos. Queremos é a nossa herança por inteiro, isto é, a nossa terra, sem termos de a dividir com não brancos.

8 de junho de 2010 às 11:35:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

«O motivo pelo qual nenhum partido português pode ter um discurso racialista é a limitação legal - e a limitação legal existe sobretudo porque a elite sabe que o Povo, em ouvindo o discurso racial, não o rejeitaria.»

Tendo sido em tempos um multiculturalista e multirracialista ferrenho, filho de pais de esquerda (mas não de extrema-esquerda), posso garantir-te que a tua opinião acerca do povo é manifestamente optimista.

Nos tristes tempos em que eu era multirracialista, qualquer centelha de discurso racialista por parte de outros brancos tinha o condão de repelir-me. Achava os seus argumentos primitivos e ignorantes, sem saber que, afinal, o maior ignorante era eu. Só quando comecei a lidar pessoalmente com os alienígenas é que percebi a estupidez das minhas crenças pessoais e as mentiras que tinha aprendido desde a infância. E o Caps Loucão parece partilhar a minha experiência.

Mas a verdade é que, em ambos os casos, tivemos sorte: a maioria das pessoas nunca chega a compreender a mentira do anti-racismo. A lavagem cerebral do sistema é muito forte e tem o genuíno condão de provocar revolta e nojo nas suas vítimas face ao que elas percebem como racismo.

Repare-se: eu não estou a dizer que se exclua o racialismo do discurso nacionalista. Mas parece-me que é estrategicamente inteligente começar inicialmente por coisas mais óbvias, como os malefícios da imigração ou a perda de identidade étnica e cultural.

Na nossa sociedade actual, o racialismo não sofre apenas limitações de carácter legal, mas também limitações de carácter cultural.

Eu não quero absorver não brancos, mas discordo quando sugeres que o povo português, de uma forma geral, também não quer. E esse é o busílis da questão.

Devíamos reger-nos pelo princípio da precaução: não tendo a certeza da forma como o nosso povo pensa, devíamos ser cautelosos e apelar apenas às necessidades imediatas do povo. Mais tarde, quando tivermos o seu apreço, poderemos – e deveremos - introduzir o discurso racialista.

8 de junho de 2010 às 12:14:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Eu não quero absorver não brancos, mas discordo quando sugeres que o povo português, de uma forma geral, também não quer. E esse é o busílis da questão.»

Sim, é nisso que discordamos. Temos só de concordar em discordar. Parece-me que vocês se enganam ao julgarem o resto da população por vocês. O teu exemplo, ou o exemplo do que tu eras, não será dos melhores - tu estás no contexto da política, tiveste provavelmente uma educação política em casa, provavelmente frequentas ou frequentaste o ensino superior, o teu caso é por isso bastante diferente do do resto do Povo. Claro que se fores falar em racialismo a um dos teus eventuais colegas universitários, obterás uma resposta horrorizada/chocada, hostilizante. Mas fala disso a qualquer comum português que encontres na rua, qualquer velhote ao volante de um autocarro, de um taxi, ou um talhante, um merceeiro, um reformado num banco do jardim, um funcionário da carris a vender passes, um taberneiro, uma dona de casa, uma peixeira, uma florista, e verás - pode ser que apanhes um esquerdista, ou um já domesticado pelo anti-racismo, mas o mais provável é que quem te ouvir encolha os ombros e concorde, e comece também a dizer das suas...

Vocês esquecem-se que oitenta por cento dos pais adoptivos portugueses dizem que não querem crianças não brancas.

8 de junho de 2010 às 14:30:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

«Vocês esquecem-se que oitenta por cento dos pais adoptivos portugueses dizem que não querem crianças não brancas.»

Sim, mas aí o problema pode consistir apenas na questão da familiaridade morfológica: ninguém quererá, a menos que se chame Madonna ou Angelina Jolie, educar crianças cuja aparência indica claramente não serem seus filhos. Poderá não ser uma questão de racialismo, mas sim de afinidade fenotipica: provavelmente, a maioria desses pais, se tivesse de escolher entre duas crianças brancas, escolheria aquela fisicamente mais semelhante a eles próprios.


«Claro que se fores falar em racialismo a um dos teus eventuais colegas universitários, obterás uma resposta horrorizada/chocada, hostilizante. Mas fala disso a qualquer comum português que encontres na rua, qualquer velhote ao volante de um autocarro, de um taxi, ou um talhante, um merceeiro, um reformado num banco do jardim, um funcionário da carris a vender passes, um taberneiro, uma dona de casa, uma peixeira, uma florista, e verás»

Então, vamos fazer assim: durante os próximos meses, eu vou perguntar às pessoas com quem for interagindo, aquilo que elas pensam acerca do racialismo. Registarei a opinião de cada uma delas, se ma quiserem dar, a sua profissão, estrato social, nível de formação/cultura sugerido pela sua capacidade de expressão oral e localidade de residência. Registarei também o seu grau de (des)conforto e a sua linguagem corporal ao serem confrontados com a minha pergunta e ao proferir a sua resposta.

Quando tiver sondado aí umas 3000 pessoas, reunirei os todos os resultados e então poderemos discuti-los. Demorará certamente meses, ou até anos, mas prometo que acabarei por voltar para discutirmos este assunto com números concretos (se estiveres para aí virado, é claro).

Até lá, é como tu dizes: concordamos em discordar e eu não me voltarei a pronunciar sobre isto. :)

Saudações Nacionalistas!

8 de junho de 2010 às 15:06:00 WEST  
Blogger cardueliscabaret said...

"Eu não quero absorver não brancos, mas discordo quando sugeres que o povo português, de uma forma geral, também não quer. E esse é o busílis da questão."

As pessoas estão indiferentes e apáticas, não porque no fundo não se preocupem, mas porque sentem-se e, estão, impotentes.

Se metermos conversa com as pessoas (mas pessoas sem grandes estudos e "educação", porque os intelectualóides, como o camarada Caturo disse, não recebem bem esse discurso) acerca destes assuntos, elas acabam sempre por concordar.

Eheheh, e eu fico contente com isso, saber que há tanto potencial no "povinho" que não não está iluminado pelos ideias "humanistas" da esquerda, ou seja, o Povo verdadeiro.

Por isso é que a Elite tem muito medo, medo que os sedativos que ela impõe ao Povo deixem um dia de ter efeito e que ele se levante do torpor e lute pela sua sobrevivência.

8 de junho de 2010 às 22:36:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Seja como for, lamento que o camarada Caturo não tenho publicado o meu último comentário.

Uma das grandes virtudes deste blogue sempre foi a liberdade de expressão condedida aos visitantes, sem paralelo em nenhum outro blogue, mesmo nos blogues do meio nacionalista. Seria lamentável se essa tradição se perdesse.

A minha intenção ao vir aqui sempre foi partilhar ideias no sentido de acrescentar mais-valias e discutir estratégias e rumos para o futuro do nacionalismo português, não tenho como objectivo afrontar ninguém neste espaço.

Vocês afirmam com convicção que o povo pensa como nós, mas a verdade é que não temos dados, estatísticas e números objectivos que confirmem essa asserção. Também não temos números que confirmem o contrário, é certo, mas será sempre optimista a permissa de que o povo (ou o verdadeiro povo, como lhe chama o cardueliscabaret) é tendencialmente racialista.

E eu acho que chega a ser um pouco ingénua: basta ver que, mesmo nos países onde o eleitorado mais tem votado no nacionalismo (França, Áustria, Itália, Hungria), essa tendência tem sido bastante intermitente, com figuras de proa como o LePen a passarem de grandes votações para votações mais modestas. Ora, se o eleitorado fosse conscientemente racialista, tal não aconteceria, porque o eleitorado racialista é o mais estável e fiel de todos.

É por isso que eu não acredito que tenha sido o racialismo a impulsionar o nacionalismo nessas paragens, mas sim outras preocupações mais imediatas, como a perda de segurança e os constanets atentados à identidade étnica e cultural dos povos europeus. O racialismo é o estado mais puro do nacionalismo, só podendo por isso ser atingido depois de ultrapassados os estados iniciais de choque e de indignação, para com a presença e para com os abusos dos alienígenas.

9 de junho de 2010 às 13:51:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Sim, mas aí o problema pode consistir apenas na questão da familiaridade morfológica: ninguém quererá, a menos que se chame Madonna ou Angelina Jolie, educar crianças cuja aparência indica claramente não serem seus filhos.»

Não sei se isso será assim tão importante. Ao fim ao cabo, a criança há-de saber, tarde ou cedo, que não é filha desses pais. E, seja como for, e isto é que interessa mais, nenhum ou quase nenhum anti-racista se atreveria a dizer que não queria adoptar crianças negras.


«Então, vamos fazer assim: durante os próximos meses, eu vou perguntar às pessoas com quem for interagindo, aquilo que elas pensam acerca do racialismo.»

Sim, pergunta - mas pergunta como deve ser, não vás logo para o extermínio ou para o Nazismo, ou para referências violentas. Expõe só as coisas como aqui fazemos - o direito, mesmo o dever, de preservar o nosso rosto.


«Registarei a opinião de cada uma delas, se ma quiserem dar, a sua profissão, estrato social,»

Sim, força nisso. Espero que já tenhas começado.

Saudações Nacionalistas

9 de junho de 2010 às 14:29:00 WEST  
Blogger Caturo said...

« lamento que o camarada Caturo não tenho publicado o meu último comentário.»

Tudo o que tenha conteúdo ideológico é aqui publicado, tarde ou cedo.


«Vocês afirmam com convicção que o povo pensa como nós, mas a verdade é que não temos dados,»

Temos sim, dados estatísticos de vários países em sondagens, em crescimentos eleitorais constantes e frequentes, em referendos e, claro, em experiências pessoais, que apontam, na generalidade, para o que dizemos.


«mas será sempre optimista a permissa de que o povo (ou o verdadeiro povo, como lhe chama o cardueliscabaret) é tendencialmente racialista»

Nem tudo o que é optimista é falso. Acresce que o que temos pela frente não nos permite ter grandes optimismos, mesmo com o Povo passiva, ou potencialmente do nosso lado.


«essa tendência tem sido bastante intermitente, com figuras de proa como o LePen a passarem de grandes votações para votações mais modestas. Ora, se o eleitorado fosse conscientemente racialista, tal não aconteceria,»

Poderia acontecer sim, havendo outros factores em jogo, como de facto há - partidos com discursos similares e de aparência útil que conseguem roubar eleitorado aos Nacionalistas, ou mau desempenho pessoal de alguma das figuras de proa do Nacionalismo. Quem vota num racista, sabendo que o racista é racista, não muda de ideias para outra vez mudar novamente de ideias, num vai e vem.


«É por isso que eu não acredito que tenha sido o racialismo a impulsionar o nacionalismo nessas paragens,»

Nem nós o dissemos - o que dizemos é que as pessoas, no fundo, são naturalmente racialistas, mesmo que não o saibam ou não pensem muito nisso, ou não queiram pensar nisso. Mesmo que, usualmente, não liguem a coisa à Política, porque se habituaram a considerar que a Política é a luta entre o partido XY e o partido YX, e XY contra YX, e YX contra XY, e tudo o resto são «minudências». Muita gente só leva a sério os dois, ou três partidos maiores.


«mas sim outras preocupações mais imediatas, como a perda de segurança e os constanets atentados à identidade étnica e cultural dos povos europeus»

Então olha lá, não te parece que esta segunda preocupação é netamente racialista, por assim dizer?

9 de junho de 2010 às 14:48:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«O racialismo é o estado mais puro do nacionalismo, só podendo por isso ser atingido depois de ultrapassados os estados iniciais de choque e de indignação, »

Não, o mais frequente é o contrário - qualquer indivíduo comum começa por querer distância para com os alienígenas, o resto vem depois.

9 de junho de 2010 às 14:52:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

«Sim, pergunta - mas pergunta como deve ser, não vás logo para o extermínio ou para o Nazismo, ou para referências violentas. Expõe só as coisas como aqui fazemos - o direito, mesmo o dever, de preservar o nosso rosto.»

Eh eh, não me chamo ex-ariano e não sou socialista, por isso nunca poderia ser nazi ou fazer a apologia do nazismo, quanto a isso fica descansado.

Também não sou apologista de extermínios ou de genocídios, seja de que raça for. Defendo apenas a deportação dos alienígenas, à semalhança da maioria dos frequentadores deste espaço.

Um questionário deste tipo terá semrpe de ser conduzido com subtileza e tacto. A primeira pergunta deverá ser inofensiva ou, pelo menos, pouco intimidatória, do género: "o que é que você pensa acerca do multiculturalismo"?

Se a resposta indicar abertura para o diálogo, podemos ser mais arrojados e perguntar coisas do género, "acha que a nossa sociedade está a ficar descaracterizada devido à presença de imigrantes"?

E só depois podemos atacar onde interessa: "acha que deviam ser tomadas medidas para que a raça portuguesa fosse preservada, evitando a mistura em grande escala com imigrantes de países não-europeus"?

9 de junho de 2010 às 14:53:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

«Sim, força nisso. Espero que já tenhas começado.»

Ainda não comecei por uma simples razão: esse processo seria muito lento e consumiria muito tempo. Estou decidido a fazer, em vez disso, uma espécie de inquérito (formulário com cruzes) às pessoas que passam na rua. Assim será mais muito mais rápido e as pessoas ficarão mais à vontade, protegidas pelo anonimato.


«Então olha lá, não te parece que esta segunda preocupação é netamente racialista, por assim dizer?»

Não necessariamente. Para os minho-timorenses, por exemplo, identidade é danças folclóricas, instrumentos musicais tradicionais, cristianismo e algumas passagens de cariz político e militar da história de Portugal. E etnia é todo o bicho careta que fale português, mesmo que fale apenas "pretoguês".

«Temos sim, dados estatísticos de vários países em sondagens, em crescimentos eleitorais constantes e frequentes, em referendos e, claro, em experiências pessoais, que apontam, na generalidade, para o que dizemos.»

Corrige-me se estiver enganado mas, tanto quanto sei, temos dados de preferencias raciais, o que não equivale exactamente a racialismo. É que querer ter parceiros sexuais de uma certa raça não invalida ser indiferente à presença de outras raças no seu solo. Há muitos homens que preferem brancas que se estão a borrifar para a existência de negros no seu país, desde que haja brancas em número suficiente para eles. Ora, o verdadeiro racialista entende que não há lugar para alienígenas no seu solo.

«Quem vota num racista, sabendo que o racista é racista, não muda de ideias para outra vez mudar novamente de ideias, num vai e vem.»

Mas isso só corrobora aquilo que eu disse: se o eleitorado nacionalista fosse todo racialista, então não haveria tantas oscilações nos resultados eleitorais... o caso do LePen é paradigmático: não há mais nenhum líder político em França que tenha adoptado um discurso tão "radical" quanto o dele.

«Não, o mais frequente é o contrário - qualquer indivíduo comum começa por querer distância para com os alienígenas, o resto vem depois.»

Se te referes ao racialsimo inato, i.e. aquele que as crianças manifestam ao demonstrar preferências raciais ainda bebés, estamos inteiramente de acordo. Mas eu refiria-me ao racialismo consciente, aquele que resulta de uma reflexão ponderada acerca do futuro da nossa estirpe. A maioria do nosso povo não tem tempo para pensar em termos de racialismo consciente.

9 de junho de 2010 às 15:10:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«A primeira pergunta deverá ser inofensiva ou, pelo menos, pouco intimidatória, do género: "o que é que você pensa acerca do multiculturalismo"?»

Se fores perguntar assim, dessa maneira, sem mais nem menos, o comum cidadão diz-te logo que acha bem, não vás tu ser algum funcionário governamental...
Não pode ser assim, tem de ser mais informal, numa situação de puxa-conversa.



«Se a resposta indicar abertura para o diálogo, podemos ser mais arrojados e perguntar coisas do género, "acha que a nossa sociedade está a ficar descaracterizada devido à presença de imigrantes"?»

Tudo isso, mas metido pelo meio, e DEPOIS de garantir um ambiente de conversa de café.



«E só depois podemos atacar onde interessa: "acha que deviam ser tomadas medidas para que a raça portuguesa fosse preservada, evitando a mistura em grande escala com imigrantes de países não-europeus"?»

Sim - mas DEPOIS da confiança adquirida.

6 de julho de 2010 às 22:40:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Então olha lá, não te parece que esta segunda preocupação é netamente racialista, por assim dizer?»

«Não necessariamente. Para os minho-timorenses, por exemplo,»

Esses são uma minoria.


«identidade é danças folclóricas, instrumentos musicais tradicionais, cristianismo e algumas passagens de cariz político e militar da história de Portugal. E etnia é todo o bicho careta que fale português, mesmo que fale apenas "pretoguês".»

Olha que não. Ninguém do Povo comum associa o termo «etnia» a algo de meramente cultural, sem o aspecto racial.



«dados de preferencias raciais, o que não equivale exactamente a racialismo»

O racialismo é, na sua essência, a preferência racial. Claro que em termos doutrinários, implica uma militância, mas não era disso que eu falava. Eu falo é sempre de um potencial e de uma tendência natural do Povo para concordar com pontos de vista racialistas ou afins.



«É que querer ter parceiros sexuais de uma certa raça não invalida ser indiferente à presença de outras raças no seu solo.»

Mas admitir que tem essa preferência, isso sim, indica que dá prioridade a uns sobre os outros. O resto é para nós trabalharmos.



«Quem vota num racista, sabendo que o racista é racista, não muda de ideias para outra vez mudar novamente de ideias, num vai e vem.»

Mas isso só corrobora aquilo que eu disse: se o eleitorado nacionalista fosse todo racialista, então não haveria tantas oscilações

Haveria sim, se esse racialismo não for militante e tão somente «natural», potencial.


«Se te referes ao racialsimo inato, i.e. aquele que as crianças manifestam ao demonstrar preferências raciais ainda bebés, estamos inteiramente de acordo»

É disso que falo, de facto.


«Mas eu refiria-me ao racialismo consciente, aquele que resulta de uma reflexão ponderada»

Isso é para uma minoria, a dos que se preocupam com política.


«A maioria do nosso povo não tem tempo para pensar em termos de racialismo consciente.»

Também é verdade.

6 de julho de 2010 às 22:50:00 WEST  

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