terça-feira, novembro 24, 2009

DEFENSORES DA DEMOCRACIA SUECA CADA VEZ MAIS APOIADOS PELO POVO COMBATEM A ISLAMIZAÇÃO

Na Suécia, o Sverigedemokraterna (Democratas Suecos), partido nacionalista anti-imigração, cresce a olhos vistos - e, segundo sondagem recente, alcança já os 7,2% de apoio popular, o que significa mais um ponto desde a última pesquisa. Se mantiverem este número, garantem não apenas assentos parlamentares em 2010, mas também uma posição de força para influenciarem a formação de coligações partidárias, se o voto popular favorecer os partidos de centro-direita.

Uma das linhas ideológicas do partido assenta no combate à islamização do país. A seguir pode ouvir-se e ver-se, nas legendas em Inglês, o discurso que o secretário internacional do Sverigedemokraterna proferiu o mês passado durante o Dia Nacional, o mais alto evento de reunião desta força partidária:




Clicar aqui para ver a segunda parte.

Dada a extensão do texto, traduzo apenas algumas passagens que me parecem mais relevantes:

(1:32) As conquistas em nome do Islão não surpreendem: o próprio Maomé disseminou o Islão pela espada e, de acordo com os estudiosos muçulmanos, os muçulmanos têm como dever fazer guerra de agressão contra os não muçulmanos até que todo o mundo esteja sujeito à charia.
(1:51) Mas hoje não enfrentamos uma ameaça militar na Europa. Não estamos a enfrentar a extinção numa guerra regular, mas a Suécia enfrenta a extinção que é como um suspiro.
(2:08) Entrámos numa nova fase de uma guerra antiga. Não a começámos. Nem os EUA nem Israel são culpados de a terem começado, ao contrário do que é frequentemente afirmado.
(2:19) Esta guerra dura há mil e quatrocentos anos e não mudou significativamente durante este período. Vemos um processo no qual a imigração muçulmana leva aos enclaves muçulmanos e exige uma legislação separada.
(2:34) E o motivo é o mesmo que foi durante as guerras de conquista árabes e turcas - que o Islão iria dominar mas não ser dominado, como Maomé disse.
(2:48) Cadáfi, o ditador líbio, falou a um canal árabe de notícias, o Al-Jazeera, em 2006, sobre como o Islão iria conquistar a Europa; «sem espadas, sem armas, sem os militares.»
(3:04) Perante milhões de telespectadores falou sobre as estatísticas dos nascimentos e da imigração, sobre quando a Turquia se juntar à Europa, e disse que era só uma questão de tempo antes de o Islão dominar a Europa. Outros líderes políticos e religiosos do mundo árabe diriam a mesma coisa.
(3:24) O imã Abu Base, um dos mais proeminentes apoiantes da Alcaida, disse que a jihad (guerra santa islâmica) e a imigração caminham passo a passo, e que sem imigração não pode haver jihad.
(3:36) Vimos os efeitos destes pensamentos; em 2005, um acto de terror foi cometido em Inglaterra, perpetrado por muçulmanos nascidos e criados no seio da classe média britânica
(3:50) e pensar-se-ia que eram ocidentais - mas não eram. Eram em primeiro lugar muçulmanos. Yasser Arafat, o terrorista, disse que os ventres das mulheres são a primeira arma dos Árabes.
(4:04) E o direito de retornar, como exigem a Israel, é outro exemplo de como usam a demografia para ganhar. Interessantemente, a Aliança - coligação do governo sueco - parece estar exactamente ciente daquilo que estou a falar
(4:20) porque nós ouvimos Billström - ministro da Migração - a dizer «devemos ser simpáticos com eles, para que eles sejam simpáticos connosco quando estiverem em maioria.»
(...)
(4:46) E esta ideia de jihad como guerra santa, por muitos meios diferentes, recua a Maomé. A expansão demográfica e a islamização subreptícia quando são poucos e fracos, guerra regular e golpes de Estado quando já são fortes.
(...)
(5:24) Tenho de dizer que nem todos os muçulmanos estão a participar nalguma grande conspiração para tomar a Europa. Alguns estão, por exemplo a Irmandade Muçulmana, que coopera com o movimento da Irmandade Social-Democrata, que por seu turno está representada no parlamento sueco. Mas o aspecto demográfico é ainda assim muito problemático, sem ter de ser um processo consciente.
(5:45) A islamização é o modo como a sociedade se adapta às leis do Islão, e acontece como resultado de um desejo da parte dos muçulmanos normais de viverem de acordo com a lei, os valores e as normas do Islão. Torna-se uma consequência natural do facto de os muçulmanos quererem viver como muçulmanos, com tudo o que isso implica.
(6:11) O resultado é que o Islão em geral e a lei islâmica da charia em particular permeiam a sociedade e numa sociedade democrática como a nossa isso significa que as nossas sociedades irão tornar-se cada vez mais islâmicas. Isto é apenas matemática simples.
(...)
(6:46) Há não muito tempo, a charia até se tornou parte da lei inglesa (...)
(...)
(7:13) O poder político e intelectual está empenhado na imigração em massa e na islamização.
(...)
(7:28) fingem que tudo estará bem se simplesmente formos simpáticos o suficiente para com as forças que se opõem à Democracia e que nos querem oprimir. Participam voluntariamente naquilo a que Ronald Reagan chamou «a traição do nosso passado, a destruição da nossa liberdade.»
(7:43) Mas há esperança, e vem de nós. Vem do povo, não das elites em negação. Vemos sinais de ventos de mudança, na Suécia e na Europa onde muitos partidos que já viram o perigo da islamização e da sociedade multicultural.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

e bem rapido têm de crescer, pois o povo sueco já esta quase com os 2 pés no caixão.

25 de novembro de 2009 às 02:45:00 WET  

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