domingo, novembro 22, 2009

CRUCIFIXOS A DESAPARECER DO NATAL HOLANDÊS...

Na Holanda, o partido democrata-cristão, CDA, observa com desagrado que a cruz cristã na mitra do «Sinterklaas» está a desaparecer em cada vez mais decorações natalícias muncipais, com a intenção aparente de acalmar os radicais islâmicos.
O Sinterlaas é uma variante holandesa do Pai Natal. Segundo a tradição, chega num barco a vapor a vinte de Novembro para dar prendas às crianças no dia cinco de Dezembro e depois vai-se embora.
Em Amsterdão, uma das principais cidades do país, há já vários anos que a mitra do Sinterklaas tem o símbolo da cidade em vez da cruz cristã - e o próprio município declara que tal substituição se deve ao facto de a composição populacional da cidade se ter tornado multi-étnica.

Ou seja, constata-se assim que afinal os «racistas e xenófobos» tinham toda a razão quando diziam que a imigração em larga escala iria descaracterizar a Europa. Nessa altura, a súcia antirra contra-argumentava que isso era uma paranóia sem sentido, originada apenas no ódio ao pecado capital segundo a Nova Inquisição Anti-racista, que é o ódio ao sacrossanto «outro».

O CDA diz considerar bom que na sociedade holandesa os vários grupos étnicos realizem já os seus próprios festivais religiosos, mas isso não pode significar que o se renuncie às origens cristãs «dos nossos próprios festivais».

Longe de mim a ideia de lamentar a perda de seja o que for de cristão - sobretudo quando de uma usurpação cristã se trata, pois que o Natal é uma celebração pagã que foi roubada pelas autoridades cristãs, mas roubada com todas as letras: os cultos pagãos foram proibidos por lei e algumas das suas práticas foram cristianizadas para que o Povo continuasse não fizesse ondas e lá fosse aceitando a nova ordem mundial religiosa da época. Há pois neste episódio, e noutros de conteúdo similar, uma espécie de justiça poética.

Ora isso de modo algum justifica a atitude da politicagem correcta que suprime os crucifixos em casos como este - porque esta gentalha não o faz por qualquer noção de justiça que mereça tal designação, mas devido à sua intrínseca tibieza, devido à fraqueza de carácter que constitui o coração da doutrina esquerdista anti-racista, a que manda pôr o sagrado Outro acima do Nós. É a chamada pior a emenda do que o soneto e, paradoxalmente, uma consequência irónica da própria imposição do Cristianismo aos Europeus - porque foi esta imposição que infiltrou na Europa o veneno espiritual que veio a resultar no actual anti-racismo politicamente correcto.

2 Comments:

Blogger betoquintas said...

duas notas: 1) a figura do Papai Noel é o Rei Azevinho, extremamente Pagão. 2) não existe "o outro".

24 de novembro de 2009 às 10:52:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

a igreja tem q se remodelar e adaptar-se aos tempos modernos.nao pode ficar fechada em doutrinas de ha dois mil anos atras.e esse o grande desafio q a igreja catolica tem pela frente.e precisa uma grande mudança de mentalidade por parte dos lideres da igreja.

24 de novembro de 2009 às 14:40:00 WET  

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