sexta-feira, agosto 20, 2004

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS RACIAIS - IV - LIBERDADE E DIGNIDADE

Chamo a vossa muito especial atenção para o texto que se segue, de uma veracidade intrigante e merecedora de reflexão:

Devemos notar que a raça branca se revela a mais tolerante e liberal.
Os primitivos povos europeus, vivendo ainda no estado de natureza, não tinham a escravatura nem a poligamia.
A mulher possuía quase tanta liberdade como o homem e, segundo Tácito, entre os Germanos era até alvo de uma consideração especial, e consultada nas situações mais críticas.
Por isso, a situação da mulher foi sempre muito mais satisfatória entre os povos de raça branca do que nos povos das raças preta, amarela ou mestiça. Ainda hoje a mulher tem muito mais liberdade nas nações formadas de populações de raça branca, especialmente entre os povos em que a raça branca se mantém mais pura, como no noroeste europeu e na América do Norte, a ponto de os povos da Europa meridional e oriental estranharem tal liberdade.
Entre os povos mestiços, como os da África setentrional e meridional, as mulheres poucos direitos têm, vivem enclausuradas no harém e são mais consideradas como propriedade e objecto de prazer do homem do que como esposas.
A escravatura e a inferioridade legal da mulher só começaram a introduzir-se nos povos europeus mediterrânicos, quando estes começaram a estar em contacto com os velhos e opressivos do Egipto, Babilónia e Assíria.

Quanto às liberdades individuais e direitos políticos, também é nos países do noroeste europeu que são mais respeitados e garantidos.
As outras partes do mundo onde predominam as raças amarela e preta, ou em que a raça branca está mais ou menos mestiçada, oscilam quase sempre entre o despotismo e a anarquia. Mesmo nos países da Europa meridional e oriental e na América central e meridional em que a raça branca está um pouco infiltrada de sangue negróide e mongólico, já as convulsões políticas são quase crónicas e as lutas partidárias e sectárias atingem grande violência e fanatismo.
O mesmo se dá pelo que respeita à tolerância com as diferentes crenças e opiniões. Os antigos europeus eram tão tolerantes em matéria religiosa que, por exemplo, os Romanos nunca deixavam abandonados os Deuses das cidades que conquistavam e destruíam, e levavam-Nos reverentemente para o panteão romano. E com o receio de que alguns Deuses não recebessem o devido culto, os Gregos e Romanos levantavam ainda altares aos Deuses desconhecidos.
A intolerância, o fanatismo e as lutas religiosas só foram introduzidos na Europa com o culto do Deus único e exclusivista dos Judeus.


In «Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca: III - Adulteração e
Eliminação da Raça Branca», de J. Andrade Saraiva, edição de 1932.

(O grosso e colorido de algumas passagens é meu).


E está tudo dito. Discordo só da motivação apresentada para o culto dos Deuses estrangeiros praticado pelos Romanos e pelos Gregos: no caso dos primeiros, tratava-se de uma estratégia prática para ter o máximo apoio divino que fosse possível; no caso dos Gregos, o «Deus Desconhecido», era a Divindade que pudesse existir algures e cujo nome fosse ignorado.... é, de certo modo, um Deus estrangeiro, mas é também o símbolo do poder divino que não é conhecido.
Mas, no essencial, afigura-se evidente que os povos antigos da Europa viviam num ambiente de liberdade religiosa, nunca lhes passando pela cabeça a ideia de empreender uma guerra para obrigar outras gentes a prestarem culto aos mesmos Deuses que eles.
Em termos políticos, este modo de pensar produziu aquilo que é conhecido pelo nome de Democracia. Foi o Ocidente que criou a Democracia e a estendeu ao resto do mundo e é também no Ocidente que vigora, geralmente falando, a liberdade política e intelectual.