A NOVA LEI DE NACIONALIDADE FOI CHUMBADA PELA ELITE, QUE SURPRESA...
Claro que quem controla a «Justiça», elite não eleita, tinha de impedir a expulsão de alógenos que cometam crimes graves. Não o fazerem é que seria difícil de explicar, quando se sabe que a «religião» das elites reinantes no Ocidente é o anti-racismo militante, que tendencialmente pugna para que
- as fronteiras se dissolvam
e
- seja cada vez mais complicado todo e qualquer processo de expulsão de alógenos.
É certo que, noutros países europeus, onde o Nacionalismo político democrático já actua há mais tempo, há possibilidade de expulsar alógenos criminosos, mas apenas para crimes de terrorismo ou alta traição, não para homicídios e violações.
Aliás - mesmo no caso da expulsão de criminosos alógenos ilegais, mesmo nestes casos as expulsões REAIS são relativamente escassas, mesmo quando a burocracia estabelece a sua expulsão. Conforme disse o próprio presidente francês, Emmanuel Macron, por exemplo, em 2023, passo a citar, «a maioria das pessoas alvo de ordens de expulsão (“OQTF” – obligations de quitter le territoire français) acaba por permanecer em França.» Isto não é uma opinião política: é um diagnóstico oficial do funcionamento do sistema francês de expulsões. Segundo dados do Ministério do Interior francês, todos os anos são emitidas cerca de 120000 ordens de expulsão (OQTF). Apenas cerca de 10–15% são efectivamente executadas. Ou seja: 85–90% das pessoas com ordem de expulsão permanecem em França. As razões mais citadas pelo governo francês incluem: falta de acordos de readmissão com países de origem, países que recusam emitir documentos para o repatriamento, pessoas que desaparecem antes da execução da ordem (esta então é um fartote de riso obsceno), recursos legais que suspendem a expulsão, falta de lugares nos centros de retenção administrativa, situações humanitárias ou familiares que impedem a expulsão. Note-se: isto não é exclusivo de França. A dificuldade em executar expulsões é um fenómeno europeu mais amplo. Vários países da UE — Bélgica, Alemanha, Itália, Espanha — têm taxas de execução de expulsões igualmente baixas, muitas vezes entre 10% e 20%.
Em suma - mesmo nestes países, uma coisa é a documentação que se mostra ao «povinho», para o «povinho» ficar a pensar que os alógenos ilegais estão a ser expulsos; outra coisa, bem diferente, é a realidade material, das ruas.
Ainda assim, pode vir da UE alguma esperança. A Dinamarca, um dos países com política de imigração mais restritiva, já criticou directamente o governo tuga (português é outra coisa) pela facilidade com que o país deixa entrar imigrantes. Pode ser que uma maior pressão europeia acabe por obrigar o governo a ser mais comedido na concessão de nacionalidade a pessoal do terceiro-mundo. Até lá, já sabe o cidadão atento o que há a fazer - nunca, jamais, em tempo algum, perder uma única oportunidade de votar no Chega e zelar para que se disseminem as notícias sobre criminalidade imigrante. Isto é o que se pode fazer em Democracia, até ver, e, até agora, tem tido resultados essencialmente positivos, é ter paciência e insistir, como a água mole em pedra dura.


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