segunda-feira, maio 11, 2026

A NOVA LEI DE NACIONALIDADE FOI CHUMBADA PELA ELITE, QUE SURPRESA...

Claro que quem controla a «Justiça», elite não eleita, tinha de impedir a expulsão de alógenos que cometam crimes graves. Não o fazerem é que seria difícil de explicar, quando se sabe que a «religião» das elites reinantes no Ocidente é o anti-racismo militante, que tendencialmente pugna para que
- as fronteiras se dissolvam
e
- seja cada vez mais complicado todo e qualquer processo de expulsão de alógenos.
É certo que, noutros países europeus, onde o Nacionalismo político democrático já actua há mais tempo, há possibilidade de expulsar alógenos criminosos, mas apenas para crimes de terrorismo ou alta traição, não para homicídios e violações.
Aliás - mesmo no caso da expulsão de criminosos alógenos ilegais, mesmo nestes casos as expulsões REAIS são relativamente escassas, mesmo quando a burocracia estabelece a sua expulsão. Conforme disse o próprio presidente francês, Emmanuel Macron, por exemplo, em 2023, passo a citar, «a maioria das pessoas alvo de ordens de expulsão (“OQTF” – obligations de quitter le territoire français) acaba por permanecer em França.» Isto não é uma opinião política: é um diagnóstico oficial do funcionamento do sistema francês de expulsões. Segundo dados do Ministério do Interior francês, todos os anos são emitidas cerca de 120000 ordens de expulsão (OQTF). Apenas cerca de 10–15% são efectivamente executadas. Ou seja: 85–90% das pessoas com ordem de expulsão permanecem em França. As razões mais citadas pelo governo francês incluem: falta de acordos de readmissão com países de origem, países que recusam emitir documentos para o repatriamento, pessoas que desaparecem antes da execução da ordem (esta então é um fartote de riso obsceno), recursos legais que suspendem a expulsão, falta de lugares nos centros de retenção administrativa, situações humanitárias ou familiares que impedem a expulsão. Note-se: isto não é exclusivo de França. A dificuldade em executar expulsões é um fenómeno europeu mais amplo. Vários países da UE — Bélgica, Alemanha, Itália, Espanha — têm taxas de execução de expulsões igualmente baixas, muitas vezes entre 10% e 20%.
Em suma - mesmo nestes países, uma coisa é a documentação que se mostra ao «povinho», para o «povinho» ficar a pensar que os alógenos ilegais estão a ser expulsos; outra coisa, bem diferente, é a realidade material, das ruas.
Ainda assim, pode vir da UE alguma esperança. A Dinamarca, um dos países com política de imigração mais restritiva, já criticou directamente o governo tuga (português é outra coisa) pela facilidade com que o país deixa entrar imigrantes. Pode ser que uma maior pressão europeia acabe por obrigar o governo a ser mais comedido na concessão de nacionalidade a pessoal do terceiro-mundo. Até lá, já sabe o cidadão atento o que há a fazer - nunca, jamais, em tempo algum, perder uma única oportunidade de votar no Chega e zelar para que se disseminem as notícias sobre criminalidade imigrante. Isto é o que se pode fazer em Democracia, até ver, e, até agora, tem tido resultados essencialmente positivos, é ter paciência e insistir, como a água mole em pedra dura.

5 Comments:

Blogger Lol said...

a direita vai ter que ter projetos contra o judiciario woke corrupto aparelhado senao de nada adianta ganhar votos urnas se eles tem o tapetao..

11 de maio de 2026 às 17:20:00 WEST  
Blogger Afonso de Portugal said...

É preciso dizer que o PSD passou habilmente a perna ao Chega neste capítulo. Ao separar o diploma em dois, com a perda de nacionalidade num diploma separado das outras medidas aprovadas, os dirigentes do PSD facilitaram o chumbo do TC ao segundo diploma.

O que eu não entendo é como é que o Chega se deixou cair na armadilha. Ventura e C.ª nunca deveriam ter permitido a separação dos diplomas!

12 de maio de 2026 às 15:16:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Se a separação não tivesse sido feita, não havia o risco de não passar medida nenhuma?

12 de maio de 2026 às 23:43:00 WEST  
Blogger Afonso de Portugal said...

Sim, aliás, havia quase a certeza disso. Mas a questão aqui é que há medidas anti-imigração mais eficazes do que outras e aprovar umas em detrimento de outras pode redundar numa vitória de Pirro.

Por exemplo, eu tenho sérias dúvidas de que alargar o período de naturalização dos brasileiros e dos “palops” de 5 para 7 anos vá mudar alguma coisa. Em geral, essas pessoas fogem de condições tão precárias nos seus países de origem que não é por esperarem mais dois anos para poderem seguir para a Europa que vão desistir.

E mesmo o período de 10 anos para os extra-europeus não-cplp, sendo bastante melhor, não me convence. Mais uma vez, os indianos, os paquistaneses, os bangladechianos, os nepaleses, etc., vêm muitas vezes do inferno na Terra e qualquer barraca aqui em Portugal é quase sempre melhor do que aquilo que tinham no seu país de origem.

Ao sacrificar a expulsão dos alógenos criminosos em para aprovar estas medidas, o PSD garantiu que os movimentos proto-terroristas islâmicos e separatistas hindus que têm entrado em Portugal, entre outros, vão continuar a florescer, sem que, muito provavelmente, vá haver um travão efectivo à imigração. Recordo que os últimos números da imigração oficiais ainda são de Dezemebro de 2024, os tais que diziam que havia 1,6 milhões de estrangeiros legais em Portugal.

Pior ainda, ao evitar o “conflito institucional” com os xuxas do TC, o PSD dá a entender que nunca teve a intenção de aprovar a perda de nacionalidade, mas que apenas andou a empatar para enganar os tolinhos. E que muito dificilmente quererá rever a Constituição que não diferencia entre portugueses de origem e “portugueses” naturalizados.

É nesse sentido que eu acho que o Chega deu uma abébia ao PSD. O PSD pode reclamar os louros políticos da aprovação de uma Lei da Nacionalidade que, na prática, não deverá servir para grande coisa.

13 de maio de 2026 às 15:57:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Sim, mas enquanto o pau vai e vem, folgam as costas, e mais vale 7 do que 5, e 10 do que 7. Estamos numa corrida contra o tempo e é necessário que o Chega continue a ganhar mais votos antes que mais alógenos venham a adquirir direito de voto. Pelo menos algo passou. De resto, já se sabia que o PSD nunca quis fazer muito mais do que andar a empatar para tranquilizar o «povinho», e claro que dificilmente quererá distinguir entre portugueses a sério e alógenos com cartão de cidadão tuga. O Chega terá de crescer ainda mais para que comece a haver no PSD quem queira pactuar com isto.

14 de maio de 2026 às 00:07:00 WEST  

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