As autoridades alemãs prenderam dois cidadãos sírios após um ataque fatal com faca em Pulheim, Renânia do Norte-Vestfália, na madrugada de Soles, 12 de Abril de 2026. O incidente ocorreu no parque da cidade após uma briga entre várias pessoas.
Um alemão de 28 anos foi morto no ataque, enquanto um cidadão bósnio-herzegovino de 35 anos sofreu ferimentos graves por arma branca e foi levado para um hospital próximo. Os suspeitos, de 20 e 24 anos, foram detidos pela polícia nas proximidades do local do crime logo após o ataque.
Os serviços de emergência foram accionados por volta das 00h10 por testemunhas que relataram uma perturbação. Os polícias que chegaram ao cruzamento da Johannisstrasse com a Am Stadtgarten encontraram as duas vítimas; apesar dos esforços dos paramédicos para salvar a vítima mais jovem, ela foi declarada morta no local.
A polícia de Colónia está a liderar a investigação, mas até agora recusou divulgar detalhes específicos sobre o motivo ou a sequência exacta dos eventos que levaram ao esfaqueamento.
O caso foi inicialmente noticiado pelos média locais, mas nenhuma informação foi divulgada sobre o histórico dos autores. No entanto, a jornalista cidadã Yvonne Kussmann contactou a polícia local, que prontamente lhe forneceu as informações. Embora a pessoa que publicou a notícia inicialmente tenha reclamado da falta de divulgação destas informações, Kussmann escreveu que acredita que a polícia geralmente está mais do que disposta a fornecer estes dados; o problema é que os veículos de comunicação não os publicam ou solicitam. “Os suspeitos detidos são dois sírios, o falecido era alemão e o ferido tem nacionalidade bósnio-herzegovina. Entrei em contacto com a polícia de Colónia e recebi informações muito cordiais. Às vezes, acho que não é tanto a polícia que não divulga informações, mas sim os média que nem sequer as solicitam”, escreveu Kussmann no X.
O ataque à facada ocorre mais uma vez durante o intenso debate sobre crimes cometidos por imigrantes na Alemanha, incluindo uma declaração recente do chanceler Friedrich Merz sobre o assunto. “Também precisamos de abordar o facto de que uma parcela considerável dessa violência na República Federal da Alemanha vem de grupos de imigrantes”, disse o chanceler no início deste mês.
Segundo as estatísticas do BKA (Escritório Federal de Investigação Criminal), a percentagem de estrangeiros entre os criminosos aumentou de 29% em 2014 para 41,8% em 2024.
Dados do ano passado revelaram um aumento de 50% no número de vítimas de ataques com faca que necessitaram de atendimento de emergência num período de quatro anos, segundo informações de hospitais.
“É alarmante ver que facas estão a ser usadas como armas com frequência crescente na Alemanha”, disse Andreas Seekamp, que trabalha há 20 anos como cirurgião de trauma sénior no Hospital Universitário Schleswig-Holstein, Campus de Kiel, à revista Der Spiegel. Médicos alemães também observaram que, além do aumento no número de ataques com faca relatados, a brutalidade destes ataques também está a aumentar. "Temos a impressão de que os ataques estão a ser realizados de forma mais deliberada", disse Dietmar Pennig, secretário-geral da Sociedade Alemã de Ortopedia e Traumatologia. “Estamos definitivamente a ver um aumento nos ferimentos por arma branca no pescoço ou no peito, precisamente onde é particularmente perigoso.”
Conforme relatado anteriormente pela Remix News, os imigrantes estão particularmente sobre-representados em crimes violentos, incluindo ataques com faca. “Importamos a violência com facas. Noutras culturas, a faca é uma espécie de símbolo de estatuto. Isto está a mudar o clima social aqui no país”, afirmou o advogado criminal Udo Vetter em 2024. Ele observou ainda que “as facas se tornaram companheiras do dia a dia para muitas pessoas. E a barreira para usá-las é baixa”.
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Fonte: https://rmx.news/article/germanys-knife-crime-crisis-2-syrians-arrested-for-stabbing-28-year-old-german-victim-in-pulheim/
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Não me custa rigorosamente nada acreditar no que disse a jornalista, verdadeira jornalista, Jornalista com J grande, Yvonne Kussmann, quando testemunhou que a polícia dá de bom grado informações sobre a identidade étnica dos criminosos, o grosso da imprensa é que não quer saber disso... bate perfeitamente certo com o facto de que a militância anti-racista é especialmente forte no seio das elites universitárias e me(r)diáticas, tendo pouca expressão no seio do povo, do qual os agentes policiais fazem parte. Depois queixam-se de que os jornais estão em crise, depois queixam-se de que o povo opta cada vez mais por redes sociais para se informar, depois queixam-se se o povo das ruas lhes dá nos cornos à força toda como lhes aconteceu em Espanha aqui há meses, talvez a sua última queixa venha a acontecer num dia em que alguma autoridade os vá buscar aos respectivos domicílios antes que possam fugir do país, para depois os levar para julgamento sumário em tribunal popular.
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