quarta-feira, janeiro 02, 2019

EUA - MARCHA FEMINISTA CANCELADA POR RECEIO DE SER «DEMASIADAMENTE BRANCA»...

Organizadores da Marcha das Mulheres que aconteceria no norte da Califórnia no mês que vem cancelaram o evento por preocupações de que os participantes teriam sido "esmagadoramente brancos".
Os organizadores de uma passeata em Eureka, localizada a 270 quilómetros a norte de São Francisco, disseram que a decisão “foi tomada após muitas conversas entre os organizadores locais  e os defensores da marcha”, observando que “até ao momento, os participantes eram  esmagadoramente brancos e não representavam as várias perspectivas da nossa comunidade”, de acordo com um comunicado à imprensa, citado pela Fox News.
A manifestação teria comemorado o terceiro aniversário da Marcha das Mulheres original, realizada em 21 de Janeiro de 2017, um dia depois da posse do presidente Donald Trump. O evento havia sido planejado inicialmente para 19 de janeiro. No entanto, os organizadores disseram que estavam explorando a possibilidade de mudar a manifestação para março para celebrar o Dia Internacional da Mulher.
A Marcha das Mulheres tem sido repetidamente criticada por desconsiderar ou negligenciar mulheres negras e latinas, de acordo com o New York Times. O movimento esteve envolvido em um recente escândalo quando uma ativista judia teria sido menosprezada pela fé que professava.
A liderança nacional da Marcha das Mulheres enfrentou outras acusações de anti-semitismo por causa dos laços com o líder da organização "Nation of Islam", Louis Farrakhan, que durante um discurso em fevereiro elogiando Tamika Mallory, da Marcha das Mulheres, declarou que “os judeus poderosos são meus inimigos”. A liderança da Marcha das Mulheres teria sido lenta na decisão de condenar os comentários.
No início deste mês, os organizadores também cancelaram outra marcha em Chicago, citando os altos custos e as horas de trabalho voluntário limitadas como razões para a suspensão, informou o Chicago Tribune.
"Não há marcha, não há manifestação", disse Sara Kurensky, membro do conselho feminino da Marcha em Chicago. "Vamos fornecer maneiras para as pessoas se organizarem e agirem em suas comunidades locais".
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Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/2018123013022297-marcha-mulheres-california-brancos/

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É o que ando a dizer há anos: a Esquerda bem pode brandir e exibir a bandeira do feminismo radical e tal e coisa, mas, na escala de valores esquerdista actual, as mulheres valem menos que os negros. Agora chega-se ao ponto de na prática silenciar um protesto feminista só porque a grande maioria das pessoas interessadas é de raça caucasóide - é dar por adquirido que o branco nem sequer deve protestar pelos seus direitos se não tiver ao seu lado um número suficiente de negros a concordar com ele e a querer sair à rua para o demonstrar, isto mesmo que os direitos em causa não tenham rigorosamente nada a ver com raças...
Constata-se novamente que o anti-racismo militante constitui uma autêntica «religião» totalitária, de todo incompatível com a defesa das liberdades conquistadas no Ocidente, ameaçando fragilizar sobretudo os naturalmente mais vulneráveis, entre os quais as mulheres. As gentes oriundas do terceiro-mundo vivem habitualmente sob uma lógica assente na lei do mais forte, ou do salve-se quem puder, pelo que a defesa da dignidade e da segurança dos mais fracos não é uma tendência que lhes diga grande coisa... Quem por exemplo em Lisboa, cidade cheia de negros, quiser ver um grande grupo no qual haja poucos não brancos, que participe em manifestações para defesa dos direitos dos animais ou dos direitos das mulheres...

3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

É bem feita as pussy hats brancas que desprezam e insultam os homens brancos e desculpam os escuros que se fodam

2 de janeiro de 2019 às 11:31:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Cancelam a manifestação pk ha poucos negros e depois ainda tem coragem de dizer k nao há raças. E ridicula
está sociedade multiracialista

2 de janeiro de 2019 às 16:12:00 WET  
Blogger Caturo said...

A piada maior é dizerem nessas fileiras que feminismo implica anti-racismo... parecem os nacionalistas anti-democratas que querem a todo o custo fazer crer que Nacionalismo implica anti-democracia... o fanatismo com que grupos, grupinhos e grupelhos de fanáticos tentam colar os «seus» diferentes ideais todos uns aos outros como se de um todo coerente se tratasse é produto típico de gente ovina.

3 de janeiro de 2019 às 01:51:00 WET  

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