terça-feira, julho 25, 2017

SER PORTUGUÊS


1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Tanto assim é que os afro-descendentes (excluindo os de educação europeia e que cresceram rodeados por uma maioria branca - e, ainda assim, deve haver excepções entre estes) e os ciganos não se consideram portugueses, isto é, como pertencentes ao povo português. Primeiro são africanos, pretos, e ciganos. Só depois, para o que lhes convém, é que se dizem portugueses.

Mas não se pense que a sua vontade é a integração. Estes auto-excluem-se porque o que fala mesmo mais alto é a identidade cultural/racial. Atente-se aos afro-descendentes de x geração a falarem crioulo entre eles quando não querem que entendam o que dizem (quem fala deliberadamente numa língua incompreensível para a maioria dos nativos não tem propriamente intenções de fazer parte do grupo) ou a magnífica "integração" dos ciganos em Portugal, ou onde quer que seja, em meio milénio de presença no país.

Isto prova que o factor racial e cultural é importante e determinante. Não há que incluir o diferente, há que dar a cada povo o seu próprio lar (ou construam-no ele, que aos Portugueses ninguém deu nada), onde se cumpra enquanto povo e possa viver em paz e sem a interferência dos outros. Os Europeus têm tanto direito a isto como qualquer outro povo e só por desonestidade intelectual proveniente de ideologias globalistas esquerdistas patológicas é que se pensa sequer em pôr isto em causa.

27 de julho de 2017 às 22:43:00 WEST  

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