terça-feira, julho 23, 2013

EM CENTRO DE EMPREGO ALEMÃO - ACONSELHA-SE OS DESEMPREGADOS A NÃO COMER CARNE

No centro de emprego da cidade alemã de Pinneberg foi publicado um guia que oferece aos desempregados uma série de conselhos para poupar, entre os quais se contam não comer carne durante uma semana e beber água dos canos...
A campanha parece meramente local, mas o sub-director da agência nacional de emprego alemã, Henrich Alt, já a considerou «estupenda» na sua conta de Twitter.

E isto no país mais poderoso da Europa, que costumava oferecer um elevado poder de compra a todos os cidadãos. Ou se trata do selvático avanço do darwinismo social neo-liberalista como nunca se imaginaria ser possível no dealbar do século XXI ou então passa-se algo talvez mais grave do que pensava com a economia europeia, que, sem proteccionismo, não pode confrontar a competição da China.

Em ambos os casos, só o Nacionalismo oferece uma solução sólida, coerente e viável: proteccionismo, prioridade dada ao bem-estar do autóctone europeu e limitação do poder de intervenção político-económica da elite plutocrática.

9 Comments:

Anonymous Anónimo said...

O santo Patriarca da Sérvia, Irinej, espera o apoio da Rússia na solução do problema do Kosovo.Um Apelo do Santo Padre Sérvio para que a Rússia não esqueça nem abandone o seu irmão do Sul
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_07_23/Patriarca-da-Servia-pede-R-ssia-para-ajudar-a-resolver-problema-do-Kosovo-3539/

23 de julho de 2013 às 16:49:00 WEST  
Blogger Afonso de Portugal said...

Caturo disse...
«Ou se trata do selvático avanço do darwinismo social neo-liberalista como nunca se imaginaria ser possível no dealbar do século XXI ou então passa-se algo talvez mais grave do que pensava com a economia europeia, que, sem proteccionismo, não pode confrontar a competição da China.»

Na minha modesta opinião, trata-se de um misto de ambos os fenómenos.

Embora eu esteja convencido de que a competição dos mercados emergentes (não apenas da China, mas cada vez mais toda a Ásia e América Latina), é mais preponderante.

Basta entrar numa loja de roupa ou de calçado e ver onde foram fabricadas as peças à venda. Nas lojas de desporto então até mete nojo, não há praticamente artigos que tenham sido fabricados na UE.

E na distribuição começa a ser a mesma coisa. Fruta por exemplo, tenho a percepção de que, a cada ano que passa, há mais fruta vinda do Brasil e da Argentina nas prateleiras dos supermercados do que no ano anterior. Ainda outra dia ia comprar um saco de amêndoas no Pingo Doce (geralmente costumam ser portuguesas) e, para minha surpresa, estava escrito no saco "Origem: Turquia". Obviamente, ficaram na prateleira.

Já nem falo das lojas dos chineses, sempre apinhadas de gente, sobretudo as superfícies de maior dimensão. Enquanto os preços dos produtos importados forem competitivos, a Europa não poderá recuperar.

E até mesmo a Alemanha acabará por ir ao fundo: quando o resto da Europa perder o o que ainda resta do seu poder de compra, a Alemanha deixará de poder escoar a sua produção industrial.

23 de julho de 2013 às 18:04:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

"...E até mesmo a Alemanha acabará por ir ao fundo: quando o resto da Europa perder o o que ainda resta do seu poder de compra, a Alemanha deixará de poder escoar a sua produção industrial...."
Há males que vem por bem , que este dia chegue e rápido.

23 de julho de 2013 às 19:24:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

mas então por que os judeus conseguiram se infiltrar no oeste a ponto de destrui-lo?resposta: seita alien..nos países muslos existe o mesmo padrão..la ate negros se declaram arabes por que querem fazer parte do povo do livro..até a rainha vitoria caia na labia judia de ser de uma tribo perdida por que tinha aspecto pouco germanico depois de velha com os gens celtiberos se acentuando cada vez mais..kkk

23 de julho de 2013 às 20:58:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

se tem tantos desempregados, como é que pedem a portugueses, espanhois e gregos para ir para la trabalhar? nao percebo.

23 de julho de 2013 às 23:12:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

fruta vinda do Brasil e da Argentina

frutas tropicais?eu sei que nas estepes existem zonas de exportação de frutas pro mercado do norte da europa, mas não sabia que chegava em portugal; uma vez fui olhar a origem do alho que a wall mart daqui vende e pra minha surpresa estava comendo alho do outro lado do mundo quando pensei que era alho dos hinterlands profundos do centro-oeste destas geodesias

24 de julho de 2013 às 03:44:00 WEST  
Blogger Afonso de Portugal said...

«frutas tropicais?»

Também, mas essas não constituem um grande problema uma vez que Portugal praticamente não produz essas frutas (a excepção é a ilha da Madeira, com uma produção significativa de bananas). Um país que não produz manga, papaia, abacaxi ou goiaba tem mesmo que importar, não há como evitar.

Claro que eu defendo que os portugueses devem consumir essas frutas em menores quantidades, dando prioridade à fruta portuguesa. Mas é inevitável importar um pouco.

O grande problema são as frutas como a maçã starking/golden ou melão branco, frutas que Portugal até produz em quantidades apreciáveis e que não deveria ter necessidade de importar.

A minha suspeita é que as grandes cadeias de distribuição portuguesas compram essas frutas aos brasileiros em quantidades desmesuradas, conseguindo dessa forma bater os preços praticados pelo produtores portugueses locais.

25 de julho de 2013 às 00:55:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

O grande problema são as frutas como a maçã starking/golden ou melão branco, frutas que Portugal até produz em quantidades apreciáveis e que não deveria ter necessidade de importar.

A minha suspeita é que as grandes cadeias de distribuição portuguesas compram essas frutas aos brasileiros em quantidades desmesuradas, conseguindo dessa forma bater os preços praticados pelo produtores portugueses locais.

25 de Julho de 2013 às 00:55:00 WEST

sim, não tem como um pequeno território produzir tamanho excedente pra competir com territórios maiores e se vc coloca imposto de importação maior acaba diminuindo o poder de compra do comum

27 de julho de 2013 às 06:48:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

a economia deve ser uma mera ferramenta secundaria de qualidade de vida ao comum nativo e não o centro do universo

27 de julho de 2013 às 06:51:00 WEST  

Enviar um comentário

<< Home