segunda-feira, novembro 10, 2008

REINO UNIDO - VIVEIRO DE VESPAS «VERDES»

O MI5, serviço secreto britânico, garante que há milhares de extremistas islâmicos activos no Reino Unido, predominantemente nascidos no país e treinados em campos de terroristas sitos em países estrangeiros. A maioria deles é de origem paquistanesa, norte-africana e médio-oriental, mas há também uns quantos britânicos conversos (a raça destes britânicos é que não se revela aqui...), estão organizados em pelo menos duzentas redes e planeiam neste momento cerca de três dezenas de ataques terroristas.
Estão disseminados por todo o País, mas regista-se a existência de três enclaves: Londres, Birmingham e Luton. Trabalham sobretudo na divulgação do ideário radical, no recolhimento de fundos, no treino de carácter para-militar e na busca de equipamento militar para apoiar a guerra «santa» musla no Paquistão, no Afeganistão e no Iraque, além de enviarem também recrutas para estes cenários de guerra.

4 Comments:

Blogger Matos said...

Hollywood vai de novo a Maomé

Em 1977, o falso rumor de que Anthony Quinn seria Maomé em "The Message", filme que Mustafa Akkad realizou em 1976, gerou violentos protestos, apesar de não violar a proibição de representar o profeta de Alá e de ter sido elogiado por líderes religiosos como "uma ponte entre o Ocidente e o islão".

No dia da estreia, um bando de extremistas muçulmanos cercou a associação judaica B'nai B'rith, em Washington, e fez cerca de 100 reféns. Agora, mais de 30 anos depois, Hollywood prepara o "remake" da injustiçada obra do cineasta sírio, que a Al-Qaeda matou em 2005, num atentado na Jordânia.

Desta vez, para não ofender susceptibilidades, foram nomeados vários especialistas em "Sharia" (lei islâmica). Ninguém quer ver repetidos os incidentes de 1977, apesar de Akkad, seguindo um acordo que estabeleceu com teólogos, nunca ter mostrado Maomé

http://cinecartaz.publico.pt/noticias.asp?id=215532

10 de novembro de 2008 às 20:00:00 WET  
Blogger Matos said...

Passemos à prática. Por exemplo, dos 15 pontos da declaração final, escolho apenas o nº6: “As minorias religiosas têm direito a ser respeitadas nas suas convicções e a possuir lugares de culto”…

Basta pensar na Arábia Saudita para perceber que isto não acontece com os cristãos. Mas – prossegue o nº6 – “as minorias religiosas têm também o direito a que os seus fundadores e símbolos de referência não sejam ridicularizados”. Basta pensar na Dinamarca e nas polémicas caricaturas de Maomé para perceber que a Europa secularizada não está melhor…

http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=104&ContentId=266004

10 de novembro de 2008 às 20:11:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

«Basta pensar na Dinamarca e nas polémicas caricaturas de Maomé para perceber que a Europa secularizada não está melhor…»


A Dinamarca é um exemplo.

10 de novembro de 2008 às 23:51:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

http://www.adnkronos.com/AKI/English/Religion/?id=3.0.2693433883

«Copts the victims of Islamisation

Otranto, 10 Nov. (AKI) – Coptic Christians, women and other minorities are paying the price of increasing Islamisation in Egyptian society...»

11 de novembro de 2008 às 00:42:00 WET  

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