quinta-feira, fevereiro 03, 2005

CONSERVADORES...

Como bem demonstrou William Pierce, falecido ideólogo da National Alliance, os conservadores acabam sempre por perder, devido à sua ausência de «fogo interno», por assim dizer. São tão amigos da estabilidade, que a tudo se acomodam, só para evitar chatices; procuram sempre o consenso; por conseguinte, os esquerdistas radicais, inflexíveis, vão conseguindo o que querem. Os esquerdistas radicais sabem por isso que os «burgueses», isto é, os conservadores, não são verdadeira oposição, e temem tão somente os radicais de direita, pois que estes últimos combatem fogo com fogo.

É por isso que, num sistema conduzido pela esquerda intelectual, só os radicais de direita são politicamente perseguidos e proibidos...

Ora recentemente, observei dois exemplares do «conservador».

Um, J. Pereira Coutinho, que, para evitar o incómodo de ter de admitir que a proibição de símbolos «nazis» se explica pura e simplesmente porque o sistema ocidental actual é fanaticamente intolerante e inquisitorial, para evitar tal incómodo, dizia, prefere dizer que essa iniciativa censória se deve à «vontade dos alemães de negarem o seu passado, escondendo-o...»...

Outro, Miguel Esteves Cardoso, declarou, em entrevista por ele conduzida a Francisco Louçã, que «o programa do BE é uma questão de bom senso e todo o humanista de bom senso com ele concorda». Quem afirmou isto não foi um socialista, nem tampouco um comunista, foi um «conservador», conhecido copinho de leite que odeia o Nacionalismo e faz a apologia da miscigenação.
Portanto, a eventualidade de o BE chegar ao poder, em coligação com o PS, será recebida com jovial agrado por parte de MEC. Em formando governo, o BE legalizará milhares de imigrantes e abrirá as portas de Portugal de par em par, deixando entrar toda a imigração; somando-se a tal mentalidade, há ainda o desejo, expresso por Louçã mais de uma vez, de que os agentes da autoridade andem desarmados nas ruas. Sim, num país onde os criminosos possuem cada vez mais armas de calibre militar.

E o conservador, acha que isto é «bom senso humanista».

MEC, JPCoutinho, dois bocados de sida ideológica em forma de gente. Mas são uma sida especialmente grave porque, perante muitos olhos, parecem parte da cura.

4 Comments:

Anonymous Anónimo said...

O JPC sempre põe o dedo na ferida, ainda que use outras palavras, e tem o bom senso de não fazer o tipo de afirmações que o MEC já faz!...


Imperador

3 de fevereiro de 2005 às 18:00:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Nunca levei a serio o pseudo-patriotismo do MEC e achei sempre que as suas (felizmente) frustradas candidaturas ao Parlamento Europeu nao passavam de uma farsa.

Anos mais tarde, durante o programa A noite da ma lingua na Sic, recordo-me de o individuo defender o aborto de alma e coracao.

Nasty boy

4 de fevereiro de 2005 às 15:26:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Ora ora, ele limitou-se a defender-se a ele próprio!... :-))))))))
Sinceramente, como é que aquilo casou com a Maria João Pinheiro!...


Imperador

4 de fevereiro de 2005 às 16:17:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Gostaria de saber o que pensam agora do MEC ,aqueles nacionalistas ingenuos que na boa fe o apoiaram em 87 e 89 ...
Felizmente nao fui em cantigas.

Nasty boy

5 de fevereiro de 2005 às 12:25:00 WET  

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