terça-feira, fevereiro 10, 2026

«COMO É QUE HÁ CATÓLICOS QUE VOTAM NO CHEGA!»


Mais uma tirada «antirra» típica da elite reinante na sua ala mais beata. Só por abjecta desonestidade se pode acusar o Chega de ter «exposto crianças reais» só por referir os seus nomes a título de exemplo do que a iminvasão está a fazer ao país, como se alguém quisesse, ou pudesse, fazer alguma coisa contra crianças só por saber nomes, é que ainda se os nomes tivessem sido ilustrados com fotos, mas nem isso... ora se se torna necessário ser detentor de uma abjecta desonestidade como condição sine qua non para usar um «argumento» destes contra o Chega, é então forçoso não ter um pingo de vergonha na cara para continuar a papaguear isso meses depois. É, também, sinal do ódio e desespero de quem quer criar uma ridícula comoção, ou histérico escarcéu, para desviar a conversa daquilo que os henriqueraposos não querem que o «povinho» pense, que é o facto de estar neste momento a acontecer uma iminvasão oriunda do terceiro-mundo.
De resto, o cronista até é... coerente... naquilo que diz sobre a incompatibilidade entre o Nacionalismo e o Cristianismo. Efectivamente, a moral cristã está na raiz do anti-racismo militante que é hoje o novo «credo» das elites reinantes do Ocidente, que estão a matar as Nações por dentro, motivo pelo qual a cristianização da Europa foi a maior catástrofe da história dos Europeus. Quem quer ser nacionalista e religioso ao mesmo tempo, pode, e deve, recordar a máxima referida por Cícero no século I antes de Cristo: «Pro Aris et Focis», ou seja, «Pelos Altares e pelos Lares», que é uma versão mais antiga, e mais plena, de «Deus, Pátria e Família». Significa isto que não é preciso ser-se cristão para adorar Deus, o Deus Pai, o Deus do Céu, que já reinava no céu dos nossos ancestrais europeus muito antes do JC nascer.