ESPANHA - «««JOVEM»»» DE 40 ANOS VIOLA UMA RAPARIGA DEFICIENTE
Um senegalês de 40 anos negou ter estuprado uma menor com deficiência intelectual após comparecer perante o Tribunal Provincial de Palma na Lues. O réu, sentado com o seu intérprete, respondeu apenas às perguntas do seu advogado e alegou que nunca tinha entrado na garagem em Manacor onde ocorreu o suposto abuso sexual. O tribunal aceitou como prova uma declaração prestada anteriormente pela vítima, na qual ela afirmou ter conhecido o acusado pelo Instagram e trocado mensagens com ele antes de concordar em com ele se encontrar. Conforme noticiado pelo jornal Última Hora, a promotoria alega que o homem foi até à garagem da casa da vítima por volta das 16h do dia 30 de Abril de 2020. Afirmam que ele sabia que ela tinha uma deficiência intelectual “claramente perceptível”. Segundo a versão da acusação, o réu persuadiu a adolescente a abrir a porta da garagem antes de entrar na propriedade. Uma vez lá dentro, ele supostamente obrigou-a a despir-se e tocou-a nas partes íntimas. Segundo relatos, a vítima disse-lhe que não queria nenhum tipo de contacto sexual e pediu que ele a deixasse ir embora. Segundo o jornal Diario de Mallorca, a promotoria alega que o homem a impediu de sair e ameaçou agarrar numa faca e matá-la ou à sua irmã caso ela continuasse a resistir. Ele teria então atirado um colchão ao chão da garagem e estuprado a adolescente por aproximadamente 10 minutos. A promotoria afirmou que a vítima tentou impedi-lo, mas não conseguiu afastá-lo dela.
O Ministério Público está a solicitar uma pena de prisão de nove anos, seguida da deportação do réu de Espanha após o cumprimento de três quartos da pena. Os promotores também estão a solicitar que ele pague à vítima €20000 a título de indemnização pelos danos emocionais sofridos.
A Remix News noticiou diversos outros casos nos últimos anos envolvendo abuso sexual de crianças com deficiência por imigrantes.
No mês passado, uma menina de 11 anos com deficiência teria sido vítima de abuso sexual numa escola para alunos com necessidades especiais em Koblenz, na Renânia-Palatinado. Um afegão desempregado de 20 anos, identificado como Nassar S., é acusado de entrar na Escola Hans-Zulliger sem autorização e agredir uma criança com uma faca dentro dos lavabos da escola. Um possível cúmplice não tinha sido detido até ao momento da publicação desta reportagem. O advogado da família disse ao jornal Bild: "A menina contou-me que um dos dois jovens estava no local do abuso e abaixou as calças. Uma faca também estava envolvida."
Em Maio, um jovem de 17 anos com dupla cidadania sueca e síria foi acusado de estupro qualificado de uma criança, enquanto um jovem de 14 anos também foi investigado pelo suposto estupro de uma menina de 15 anos com deficiência. O abuso teria sido filmado e ocorreu em Novembro em quatro lavabos públicos de um centro comercial em Uppsala. Os investigadores alegam que os dois suspeitos agiram "em conjunto e de forma concertada", usando violência e ameaças para forçar a vítima a praticar sexo vaginal e oral. Embora a vítima tivesse 15 anos na altura, ela foi tratada como criança de acordo com a legislação pertinente, porque a sua deficiência resultou em "capacidade reduzida de proteger a sua integridade sexual".
Em Julho de 2023, um imigrante afegão foi indiciado pelo suposto estupro de uma menina de 15 anos com deficiência numa piscina pública em Estrasburgo. O homem de 26 anos também foi acusado de agredir sexualmente outras três mulheres, incluindo duas meninas de 15 anos e uma mulher na casa dos 40, em piscinas da cidade. Os promotores alegaram que ele abordou a adolescente com deficiência pela primeira vez na piscina pública de Lingolsheim, em Maio. Os média locais descreveram a vítima como "ligeiramente deficiente", sem fornecer mais detalhes.
Em Outubro de 2024, um ex-activista francês ligado ao partido de extrema-esquerda La France Insoumise, em Nantes, foi indiciado sob a acusação de estuprar e torturar uma menina de 4 anos com deficiência. Pierre-Alain Cottineuau, de 32 anos, foi colocado em prisão preventiva após supostamente ter admitido as acusações enquanto estava sob custódia policial.
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Fonte: https://rmx.news/article/prosecutors-seek-nine-year-prison-sentence-for-senegalese-migrant-accused-of-raping-disabled-minor-in-spanish-garage/


10 Comments:
Caturo, depois de um análise do que se passa nas redes sociais (espelho do que vai na cabeça da população) chego á conclusão que a situação mental dos europeus é muito mais precária do que nós pensamos.
Porque repara: imagina que és branco, o teu continente (Europa) está de momento ocupado por 60 milhões de asiáticos e africanos, que matam e violam gente branca na Europa todos os dias, as seleções de futebol dos teus países são 80 por cento compostas por negros, mas o que te preocupa, o que te aflige é a Argentina. É existir uma equipa de futebol vinda do extremo sul do mundo, sem negros a jogar e que chega á final, e tu "odeias" essa equipa e esse país. Imagina tu ainda que na realidade esse país, Argentina, nem sequer é branco, pois tem um forte carga genética dos Índios, mas tu mesmo assim achas que eles são brancos e maus e racistas, e portanto temos que os odiar....
Isto parece um história tirada do Jullio de Matos, mas é a Europa onde vivemos. E dizes tu que a democracia nos vai salvar, Caturo, a democracia ia-nos salvar se os europeus fossem pessoais minimamente normais e razoáveis mas acho que está na altura de encarar a realidade: uma minoria, talvez 30 por cento, é, o resto são anormais.
wokes juram defender os vulneraveis mas eles botam os lobos dentro do galinheiro e juram que niggas sao mais vulneraveis que pcds sem tetos idosos mulheres gays etc mesmo sendo o inverso vide decarlos brown
ate por que pros wokes a possibilidade minima de ouvir a palavra macaco é uma vulnerabilidade maior que a ucraniana no metro de charlote..
«wokes juram defender os vulneraveis mas eles botam os lobos dentro do galinheiro»
Sim, é exactamente disto que se trata. Primeiro, porque os wokes originam-se e definem-se sobretudo em classes altas privilegiadas, que olham para as minorias como gente coitadinha e desprotegida. Logo, pensam «Nós aqui em cima com tantos privilégios e eles lá em baixo, tão desgraçados.»
Claro que em baixo também estão os brancos de classes baixas, mas estes não contam, porque, neste caso, as classes altas brancas automaticamente desprezam as classes baixas brancas.
Porque é que não desprezam igualmente as classes baixas não brancas? Porque aqui actua o que é realmente mais determinante nisto - o sentimento de culpa colectivo do «Nós» que somos culpados de nascença diante do Amado Outro. Donde vem este padrão de sentimento? Isto vem de 1600 anos de Cristianismo no seio das elites ocidentais. O culto religioso cristão esmoreceu então desde há uns séculos, mas esmoreceu no sentido religioso propriamente dito, ou seja, no aspecto da referência sobrenatural (da referência a uma Entidade além da Natureza, isto é, Deus). Enquanto isso, o padrão moral cristão permaneceu vivo e, com o tempo, laicizou-se, secularizou-se. É um padrão moral que tem como cerne o universalismo militante, com o mandamento do amor ao outro, ao alógenos, como dever moral.
Ao mesmo tempo, a moral cristã também se baseia num sentimento de culpa colectivo diante do Sagrado. É isto que origina o sentimento de culpa branca do Ocidente.
Ou seja - tal como:
- os cristãos consideram que são moralmente culpados de nascença pelo pecado original porque Jesus «sofreu pelos nossos pecados, fomos nós que o matámos»,
- os wokes/antirras consideram que são moralmente culpados de nascença pelo pecado original porque o Não-Branco «sofreu pelos nossos pecados, fomos nós que os fizemos sofrer».
Achas que a maioria do Povo Europeu estava contra a Argentina por causa do «racismo»? Prestas realmente atenção ao que as pessoas dizem nas redes sociais a respeito do que mais interessa, que é a imigração em massa? Como é que achas que a Ultra-Direita em Portugal já chega a 60 deputados na A.R., algo que pareceria absolutamente impensável há meros sete anos atrás, quando o único partido de Ultra-Direita na altura, o PNR, só com dificuldade alimentava a esperança de «um dia destes» conseguir ter um deputado?
E na Alemanha, onde as sondagens já dizem que a AfD é o partido mais popular?
E em França, onde a FN, agora RN, já é o partido mais votado?
E em Itália, onde Meloni já é primeira-ministra há anos?
Como é que achas que no parlamento europeu se conseguiu recentemente votar a agilização da expulsão de imigrantes, com uma vitória expressiva, foi quase o dobro da votação a favor, com a esquerda completamente esmagada e horrorizada, a barafustar, enquanto na sala se ouvia «SEND THEM BACK», ou seja, «ENVIEM-NOS DE VOLTA À TERRA DELES», apelo EXPLÍCITO à Remigração, um brado que há meros quatro ou cinco anos só se poderia ouvir numa manifestação de vinte ou trinta «fachos» numa esquina de alguma cidade europeia?
Como é que achas que isto aconteceu? Donde vieram os votos para que isto acontecesse, donde vieram estes votos, de Marte, da Lua, ou caíram das árvores, ou se calhar foi o povo?...
Queres agora deitar fora a Democracia? Não achas que isso seria como a história dos malucos que, ao fugirem do manicómio num fosso a nado, e tendo já percorrido noventa metros, resolveram desistir e voltar para trás porque ainda faltavam dez metros?
Mais: se a maioria do povo fosse como tu dizes que é, não achas que um golpe militar iria correr mal? Imagina que, por quase milagre logístico, os militares europeus resolviam tomar o poder para defender a Europa. Se fosse só em Portugal, esquece, de imediato vinham as tropas da OTAN para «defender a Democracia contra os fascistas». Portanto, tinha de se fazer ao nível europeu. Ora, se fosse feito ao nível europeu e a maioria dos Europeus estivesse contra, não achas que dava para o torto? Os fachos revoltosos, para além de terem contra si a maioria dos Europeus como tu dizes, também teriam contra si 60 milhões de alógenos, a maior parte do sexo masculino em idade militar. Não te parece que as probabilidades de esta «salvação» da Europa falhar seriam muito maiores? E depois, se falhasse, os fachos eram todos mortos e/ou presos e acabava-se de vez a Resistência. Era, a teu ver, mais giro e épico se fosse feito desta maneira?
Não digo golpe de Estado mas digo que se calhar está na altura de pensar em secessão em vez de pensar em salvar as pátrias históricas europeias, e digo que isto é muito lamentável mas está na altura de encarar a realidade. É como na medicina, as vezes é preciso cortar uma perna para salvar o resto do corpo.
O que eu quero dizer com isto é que em vez de termos Portugal Espanha, França, Alemanha etc termos um território em que todos os brancos que querem ser brancos e viver como brancos, independentemente da antiga nacionalidade, vivam e possam formar uma nova nação. Uma cena tipo Israel.
E sim claro que ia ser ainda mais odiada que Israel etc mas eu começo a achar que é a única solução, difícil mas viável.
É impossível viver com tantos brancos que odeiam brancos.
«pensar em secessão em vez de pensar em salvar as pátrias históricas europeias,»
Isso parece um bocado apressado, no mínimo. Devemos evidentemente estar preparados para que um dia venha a haver um bastião europeu da raça branca, talvez na Islândia, Noruega, ou numa Sibéria libertada dos Putins, ou até, quem sabe, na Bulgária, na Grécia, mas, de qualquer modo, é brutalmente cedo estar a pensar nisso quando os Europeus ainda constituem a esmagadora maioria da Europa, pelo menos seiscentos milhões de Europeus étnicos diante de cerca de sessenta milhões de alógenos, ou seja, somos dez vezes mais. Haja calma que ainda não é altura de escapar para umas novas Astúrias.
600 milhoes desses 300 milhoes odeiam brancos ou seja..
«600 milhoes desses 300 milhoes odeiam brancos»
Nem 30 milhões, quanto mais 300...
como es otimista..se tantos brancos fossem fieis a si nao haveria tanta decadencia..
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