sexta-feira, junho 05, 2026

ALEMANHA - AFEGÃO TENTA ASSASSINAR EX-NAMORADA EM PÚBLICO E DIZ QUE ELA PARA ELE É COMO UM ANIMAL

Um afegão que esfaqueou a sua ex-namorada no pescoço com um lápis antes de tentar estrangulá-la num Burger King em Magdeburg foi condenado a sete anos de prisão depois de os promotores conseguirem reverter uma pena muito mais branda. Farid A., de 23 anos, foi condenado por tentativa de homicídio após um segundo julgamento que concluiu que ele atraiu Zahra, de 22 anos, para um encontro final alegando estar a sofrer de câncer de garganta. Zahra já tinha medo do ex-namorado e não queria vê-lo novamente. Ela só concordou depois de ele a convencer a encontrar-se para o que ela acreditava ser uma última conversa. Ela escolheu um restaurante público porque pensou que a presença de outras pessoas tornaria o encontro mais seguro. Em vez disso, Farid A. aproveitou o encontro para atacá-la. O tribunal ouviu que ele tirou um lápis do bolso e esfaqueou-a no pescoço. Depois de a ponta do lápis se partir, ele levou-a ao chão, ajoelhou-se sobre ela e tentou estrangulá-la. Testemunhas do ataque intervieram, afastaram-no da vítima e ele foi preso.
O caso já tinha sido julgado uma vez, mas a sentença original levou os promotores a recorrerem. Farid A. recebeu inicialmente uma sentença de dois anos e meio, aplicada a menores. Posteriormente, o Tribunal Federal de Justiça da Alemanha anulou esta decisão e devolveu o caso a Magdeburgo para ser julgado novamente por uma câmara diferente. No novo julgamento, Farid A. admitiu ter ferido Zahra, mas negou ter tentado matá-la. "Desculpe, eu próprio não consigo explicar. Sim, magoei-a. Mas nunca tive a intenção de matá-la", disse ele ao tribunal, segundo reportagem do BildMas o tribunal também ouviu o que ele supostamente disse à polícia logo após o ataque. Segundo um polícia, Farid A. fez o comentário depois de ser informado dos seus direitos e de lhe terem oferecido um advogado. "Eu já não queria deixá-la viver. Ela é como um animal para mim. Sou o tipo de gajo que não se importa de ir para a prisão por 20 anos", teria ele dito. O tribunal confirmou que a defesa apresentou um recurso contra a nova sentença.
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Fonte: https://rmx.news/article/shes-like-an-animal-to-me-afghan-jailed-in-germany-after-luring-ex-girlfriend-to-meet-him-by-faking-cancer-before-stabbing-her-in-neck-with-pencil/

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É um alerta de monta - fulanos destes podem realmente cometer homicídio mesmo sabendo que serão presos por décadas, mas são capazes de o fazer porque a sua noção de honra pesa mais que tudo; mais, seguramente, que qualquer respeito por uma mulher que já nem os quer ver. Vinte anos de pildra é por isso pouco se não for acompanhado, ou de tratamento rigoroso e violento, punitivo, ou de eliminação física para segurança da vítima e da sociedade em geral, ou, na melhor das hipóteses, de deportação definitiva sob pena de execução imediata assim que seja visto em território nacional ou em qualquer outro país europeu. 
Isto era se a sociedade não fosse dirigida por uma elite profundamente doente, acometida de anti-racistite, a mesma maleita moral que faz com que os movimentos ditos «feministas» em peso nunca sequer comentem casos destes como exemplos de «patriarcado violento, heteropatriarcado em acção!, masculinidade tóxica!!!!!!!!!!!!!», «népia, minha!», nicles bitoque, nada de nada, silêncio total...