terça-feira, junho 02, 2026

INGLATERRA - JOVEM INGLÊS É MORTALMENTE ESFAQUEADO POR UM ALÓGENO MAS AINDA TEM TEMPO DE SER ALGEMADO PELA POLÍCIA ANTES DE MORRER

 
https://www.youtube.com/watch?v=Azp_arVHhp8

Pode ver-se acima a filmagem de uma câmara corporal policial da tragédia de Southampton, em Inglaterra, há coisa de dias, quando a polícia algemou um jovem branco moribundo, Henry Nowak, assim que o alógeno que o tinha esfaqueado disse que Nowak o tinha atacado por racismo. Ora o jovem bófia, ao ouvir o seu conterrâneo inglês a dizer «fui esfaqueado», respondeu «Não me parece, companheiro» e algemou-o no chão; antes de morrer, Nowak disse «não consigo respirar».

Disse portanto o mesmo que o criminoso negro George Floyd disse antes de morrer quando nos EUA um grupo de polícias o deteve. Claro que nessa altura houve comoção em todo o Ocidente, leia-se, em todos os grandessíssimos mé(r)dia ocidentais e antifaria adjacente, e, também, entre comentadeiros e responsáveis políticos. Selecções nacionais europeias ajoelharam-se no campeonato do mundo de futebol em memória do «racismo» de que o meliante afro-americano teria sido vítima, apesar de o polícia responsável pela sua morte ser ele próprio casado com uma mulher mestiça, mas não fá' mal, é racista à mesma!, porque o pudor ou a mais elementar noção de vergonha nas fuças não é útil à militância anti-racista, isto sem prejuízo, bem entendido, de serem os «racistas/trumpistas/fachos» aqueles que inventam «fake news».
Dificilmente esta coincidência podia ser mais caricatural - quase parece de propósito para todo o povo ver a infra-humanidade que define a generalidade da militância anti-racista. 
Como se sustenta tanto fanatismo anti-europeu? Basta repetir o que já se anda neste blogue a dizer há anos, e que já outros o tinham dito antes, nomeadamente Jean-Marie Le Pen: há «hoje», desde há umas décadas, toda uma «religião» do anti-racismo, dominante no seio das elites reinantes: um «anti-racismo» etno-masoquista, leucofóbico, endofóbico, que dá por adquirida a culpabilidade do «Nós» (no caso, o Europeu) diante do novo «deus», que é o Amado Outro (todo o não europeu). Uma «fé» desta índole não se verga a meros factos materiais. Quando, em 1506, um judeu disse em Lisboa que determinado fenómeno luminoso num crucifixo era simplesmente um reflexo da luz de uma vela, a multidão cristã ao seu redor chacinou-o, porque uma fé viva ultrapassa todos os obstáculos - e, se é uma fé dogmática e totalitária, isto tem amiúde consequências violentas. 
Ora uma destas já incontáveis consequências violentas, pior que violentas, violentamente abjectas, foi então a 
tragédia de Nowak. Aqui, o jovem bófia branco deve previamente ter tido uma ensaboadela profissional em que lhe explicaram que o anti-racismo era o pior dos crimes e que, na dúvida, o não branco precisava de mais protecção, vai daí o agente do sistema actuou consoante esta forma(ta)ção. Quais eram as probabilidades de lhe morrer um compatriota nas mãos? Não fosse o esfaqueamento tão grave, e tudo se ficaria por mais uma pequenita injustiça contra o Autóctone, coisa pouca para quem manda «nisto». O resultado real foi, desta vez, esta trágica caricatura do anti-racismo: quando uma situação caricatural se torna real, é sintoma de que o mal que a cria se tornou central há muito.

1 Comments:

Blogger Caturo said...

Pode-se sempre argumentar que o facto de um fenómeno luminoso ter explicação científica, tal não significa que o facto de ocorrer em determinado momento não seja um sinal divino, mas isto é outra história.

4 de junho de 2026 às 05:25:00 WEST  

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