quarta-feira, junho 03, 2026

INGLATERRA - AMNISTIA INTERNACIONAL MANIFESTA-SE CONTRA POLITIZAÇÃO NACIONALISTA DO HOMICÍDIO DO JOVEM BRANCO HENRY NOWAK

A reacção da Amnistia Internacional ao assassínio de Henry Nowak provocou indignação. A organização não se manifestou sobre as acções atrozes e desumanas da polícia durante o incidente, mas condenou veementemente os "comentários políticos" feitos após a morte de Nowak: “Num momento em que os crimes de ódio estão a aumentar e a violência e o medo se tornam numa realidade diária para pessoas negras e imigrantes, os apelos à 'fúria fria e implacável' são completamente irresponsáveis. O assassínio de Henry Nowak é uma tragédia terrível e a sua família afirmou: 'Não queremos que a sua morte seja usada para criar mais divisão, ódio ou tensão'. O mínimo que os políticos podem fazer é respeitar isso”, escreveu a Amnistia Internacional.
Nem todos estão satisfeitos com as declarações da Amnistia Internacional sobre o caso, que até agora não mencionou a forma como a polícia algemou Nowak enquanto ele agonizava devido a oito facadas.
O eurodeputado sueco Charlie Weimers escreveu no X: "A Amnistia Internacional está moralmente falida há muito tempo. Uma organização puramente de Esquerda." Estava a responder a um comentário de Lauren Chen, que escreveu: “Declaração incrível da Amnistia Internacional do Reino Unido sobre Henry Nowak: nem uma palavra expressando indignação ou horror pelo assassínio brutal, ou por como a polícia o deixou morrer sem dignidade. Em vez disso, a declaração deles trata de controlar os comentários políticos em torno do caso. Não estou a brincar. Que traição grotesca a qualquer propósito moral. Essas ONGs não são apenas inúteis – elas activamente desprezam-vos. São hostis a tudo o que vocês valorizam e a tudo o que vocês consideram importante.”
A Amnistia Internacional, entretanto, é conhecida pelas suas posições pró-imigração e de Esquerda, e tem um longo histórico de financiamento da Fundação Open Society de George Soros. Ainda assim, a organização costuma criticar a conduta policial, o que torna ainda mais surpreendente o facto de não se ter manifestado sobre as acções da polícia neste caso. Os polícias de Southampton responsáveis ​​pelo caso ignoraram os pedidos de ajuda de Nowak e aceitaram imediatamente como verdadeiras as alegações de Vickrum Digwa, que afirmou ter recebido comentários racistas de Nowak. Notoriamente, Nowak disse à polícia diversas vezes que tinha sido esfaqueado e alertou-os: "Não consigo respirar". Quando ele confirmou ter sido esfaqueado, o polícia respondeu: "Acho que não, amigo". Ao mesmo tempo, a arma do crime foi entregue à mãe dele, e a polícia encontrou-a posteriormente na casa da família, juntamente com mais de 20 outras armas. A mãe dele deverá ser sentenciada por ter removido a arma do crime da cena do crime.
O caso Nowak apresenta muitos paralelos com o caso de George Floyd, em que o polícia Derek Chauvin foi controversamente condenado pelo assassínio de Floyd após algemá-lo e ajoelhar-se sobre as suas costas enquanto Floyd dizia: "Não consigo respirar". Embora a Esquerda tenha instrumentalizado o caso, desencadeando protestos em massa que resultaram em biliões de dólares em prejuízos nos Estados Unidos, a Amnistia Internacional jamais condenou a retórica política da Esquerda no caso Floyd. A organização financiada por Soros também nunca condenou os protestos em massa, que deixaram lojas e casas incendiadas em grandes cidades americanas. Na verdade, os "comentários políticos" da Amnistia Internacional sobre o caso só serviram para inflamar as tensões e colocar as comunidades vulneráveis ​​sob maior ameaça. Esta hipocrisia não passou despercebida pelos manifestantes ingleses, que se reuniram nas ruas e gritaram "Eu não consigo respirar" para os polícias em Southampton ontem, antes do início dos distúrbios. Vale ressaltar que nenhuma loja foi incendiada e nenhum estabelecimento comercial sofreu danos durante os pequenos protestos — um contraste gritante com os tumultos em massa que se seguiram à morte de Floyd.
assassínio de Nowak provocou indignação em toda a Grã-Bretanha; os partidos de Direita, em particular, foram os mais críticos. A Amnistia Internacional parece descontente com o facto de comentaristas políticos estarem a apontar o duplo padrão racial em acção, incluindo a decisão da polícia de tomar imediatamente o partido do assassino por ele ter gritado "racista".
Entretanto, o líder do movimento Restore Britain, Rupert Lowe, está a ser notícia pelo seu apelo ao regresso da pena de morte para assassinos como Digwa.
Tudo isto explica a posição da Amnistia Internacional e porque jamais tentará esta organização responsabilizar a polícia pelas suas acções no caso do assassínio de Nowak.
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Fonte: https://rmx.news/article/i-cant-breathe-after-murder-of-henry-nowak-amnesty-international-condemns-political-commentary-from-the-right/

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Nada disto causa estranheza a quem esteja com atenção à sociedade em que vive. Quando neste artigo se lê, a meio, que é surpreendente a atitude da Amnistia Internacional por, tendo o hábito de condenar a polícia, desta vez não o fazer, de imediato se considera que ou há aqui da parte do autor ou grossa ingenuidade ou a mais pura ironia; o fim do texto confirma a veracidade da segunda hipótese.
Efectivamente, a Esquerda ocidental raramente se preocupa verdadeiramente com a alegada brutalidade policial em si. Ponha-se uma parelha de bófias anti-racistamente amestrados a agredir violentamente um skinhead facho e dificilmente se ouvirá um único pio de crítica esquerdista. Sucede simplesmente que, até ver, a esmagadora maioria dos agentes da polícia no Ocidente é de raça branca, enquanto a maioria esmagadora dos que precisam de ser contidos pela força policial é composta de, ou pessoal não branco, ou antifaria. Se, entretanto, um branco não ideologicamente identificado for agredido pelas autoridades, isso também é porreiro para os activistas anti-bófia - mas apenas porque serve de combustível para queimar a polícia a propósito de casos mais racializados/politizados... «estão a ver, brancos anónimos?, a vossa polícia também é vossa inimiga, vocês e as minorias raciais estão do mesmo lado contra a autoridade estatal e policial branca...»... Dá, efectivamente, um jeitaço. 
Sendo então os dirigentes da Amnistia Internacional verdadeiros «clérigos» da «religião» do anti-racismo militante, estão tão somente a agir com toda a sinceridade e honestidade que a sua sensibilidade lhes dita. O problema reside precisamente no facto de a quinta-essência da sua sensibilidade ser a aberração nojenta que já se conhece. Uma vez que, na sua Boa e Sã Doutrina da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente (SMIARMUDO), está garantido, como fundamento ontológico, que o branco (europeu/ocidental) tem em si o pecado original do «racismo» (por causa da escravatura e do colonialismo, embora só o europeu tenha resolvido abolir a escravatura e o colonialismo, mas não interessa, dogma é dogma, não se discute, em vez disso vive-se, sente-se), todo o mal que aconteça ao comum branco é, quando muito, uma tristeza, mas não suscita revolta se quem causa este mal for não branco. A revolta é um sentimento - e se o próprio sentimento está formatado na direcção contrária, então não haverá naqueles corpos lugar algum para essa revolta. Desta maneira, o assassínio de um branco pela mão de um alógeno é simplesmente de lamentar, acontece, todos os dias há pessoas a morrer, «é a vida», como diria Guterres. Pronto, mais uma fatalidade, fatalidades há muitas, adiante, passe-se à frente. Não é preciso insistir no assunto. Dá-se os pêsames de uma forma mui profissional e acabou, ponto final. Está evidentemente fora de questão politizar o caso, politizar o quê, um indivíduo matar outro? (atenção: esquecer de imediato a raça desta vez), pois se há tantos homicídios por aí... O caso do negro Floyd, esse sim, esse é que é para politizar, por motivos óbvios - porque, ao ver um branco matar um negro, a sensibilidade dos «clérigos» da SMIARMUDO é de imediato activada, como seria em tempos antigos activada a sensibilidade de um cristão devoto ao contemplar a vandalização de uma igreja, por exemplo, ou a morte de um mártir cristão às mãos de não cristãos. É claro que a morte de Floyd tem de se politizar!, aliás, isto sai-lhes naturalmente das beiças falantes e das gânfias escreventes, precisamente porque aquilo para eles nem é verdadeiramente politizar mas sim agir com a indignação que o seu sentido de decência lhes impõe. 
Enquanto isso, o «povinho» revoltado por ver um dos seus familiares a ser morto por um alógeno, este «povinho»
só tem é de se calar, caso contrário apanha com uma acusação de «incitação ao ódio!», e reserva-se a isto o vocábulo «ódio» porque, no dicionário da SMIARMUDO, «ódio» significa apenas e exclusivamente a hostilidade que os «maus» 
têm pelas vítimas boas, definindo-se os «maus» como sendo os brancos hereges, blasfemos, que não foram devidamente «evangelizados» pela SMIARMUDO e por isso não fazem fé no Santíssimo Dogma da Inegabilidade da Sua Própria Culpa Colectiva. Deste dogma se deduz que o pecado capital começa quando o branco sente hostilidade contra o não branco. Isto é profundamente sentido como pior do que tudo - pior do que qualquer crime cometido por um não branco.
Quando, em vez disso, são os anti-racistas que odeiam um «mau», a isso não se chama então «odiar» mas sim «indignar-se». 
Até nisto, é que até nisto, são os antirras moralmente herdeiros dos cristãos: o cristão pode incitar à destruição de um exército herege, mas nunca dirá que isto é ódio e sim indignação ou determinação no serviço a Cristo, etc.. «Ódio» é palavra que nunca usará, pois que, na sua moral, há o dever de unir sem fronteiras, e o «ódio» separa, e, se Deus é amor e o amor é o contrário do ódio, então o ódio é do diabo, logo, o bom cristão não pode sentir ódio...
Em suma: se o branco vitima o não branco, isto é automaticamente político; se o não branco vitima o branco, isto não é nunca político, ou sequer politizável, precisamente porque a boa moral diz que tal situação não pode ser politizada, e não pode ser politizada porque, acima de tudo, há o dever de erodir todas as fronteiras entre os Povos, enquanto estes ódios só criam distâncias «racistas».

A existência das «amnistias internacionais» e dos demais «sacerdócios» organizados do anti-racismo, constituindo uma herança moral em versão laica da Cristandade, constituem por isso mais uma chusma de motivos pelos quais a cristianização da Europa foi, garantidamente, a maior tragédia da história europeia.