quarta-feira, junho 03, 2026

INGLATERRA - POLÍCIA INSTRUÍDA PARA DISCRIMINAR EM PROL DE NÃO BRANCOS


Segundo o que acima se lê, o Plano de Acção Racial da Polícia de 2025 no Reino Unido diz o seguinte:
«O nosso compromisso para com a equidade racial significa
 - Produzir igualdade de resultados policiais para pessoas de diferentes grupos étnicos ao responder a indivíduos e comunidades de acordo com as suas necessidades, circunstâncias e experiências específicas, com compreensão de que isto será racializado, com o objectivo de reduzir o dano.
Não significa tratar toda a gente "da mesma maneira" ou ser "daltónico" (igualdade racial).»

É a velha distinção entre igualdade e equidade, que a Esquerda representa assim (até os bonecos são escuros, se calhar para associar empatia pró-afro e equidade):


Ora quando se parte do princípio antirra de que no Ocidente o branco já é favorecido só por ser branco, e que isso não é justo, como se a natural primazia do autóctone fosse injusta, como se fosse pecado o indivíduo ter natural prioridade na sua própria terra, depois dão-se monstruosidades como a que vitimou o jovem branco Henry Nowak, porque as próprias forças da autoridade do Estado nas ruas são formalmente incitadas a discriminar a favor dos não brancos, como acima se lê, ignorando evidentemente os detalhes da vida real que não interessam às elites anti-racistas, ou que estas querem ignorar ou negar, tais como a geral maior agressividade de não ocidentais, bem como o contexto sócio-cultural em que se encontram os indivíduos destas minorias, caracterizado pela pujança grupal que se impõe no quotidiano das cidades mais «multiculturais», enquanto o típico cidadão branco urbano tende muito mais ao isolamento e ao comportamento pacífico. Nem de propósito, Nowak estava sozinho quando foi atacado pelo homicida alógeno, o qual estava acompanhado por familiares seus...
O único privilégio que Nowak pôde então ter foi o da solidariedade da maior parte do seu povo para consigo, enquanto à sua família cabe a consolação de que o homicida passará o resto da sua asquerosa existência na pildra. Se o caso tivesse sucedido cá, nem isso teria a família da vítima, o alógeno não apanhava mais de 25 anos, e, tendo 23, estava portanto solto antes dos cinquenta, e o mais provável é que a sua condenação nem a vinte anos chegasse. 
De qualquer forma, tanto cá como lá, é cada vez mais óbvio que ao povo não resta defesa activa absolutamente nenhuma excepto o voto em partidos nacionalistas que prometem endurecer a acção policial, acabar com a discriminação contra brancos, travar a iminvasão oriunda do terceiro-mundo e remigrar os alógenos do terceiro-mundo que se encontram em solo europeu. Nunca foi pois tão verdade a famosa asserção de que
o voto é a arma do Povo.