Dados alemães mostram que os sírios são 11 vezes mais violentos que os Alemães, enquanto os afegãos têm 14 vezes mais probabilidade de cometer crimes sexuais graves do que os Alemães. No geral, os suspeitos estrangeiros em crimes violentos, com 41,1%, e em crimes sexuais graves, com 39,6%, estão inexplicavelmente sobre-representados, o que levanta questões de grande relevância para a sociedade alemã.
Os dados do PKS de 2025 mostram que suspeitos não alemães continuam significativamente sobre-representados em crimes violentos em toda a Alemanha, com foco particular em suspeitos da Síria e do Afeganistão. Segundo Christoph de Vries (CDU), secretário de Estado parlamentar do Ministério Federal do Interior, isto fica claro pelos chamados números de suspeita de envolvimento em crimes (TVBZ).
“A taxa de criminalidade violenta (TVBZ) é quase onze vezes maior entre os cidadãos sírios do que entre os cidadãos alemães”, disse de Vries ao Bild. “Em crimes sexuais graves, os afegãos lideram com uma taxa cerca de 14 vezes maior do que os cidadãos alemães.”
O político da CDU observou ainda que “a imigração de requerentes de asilo do mundo árabe na última década tornou o nosso país mais inseguro, especialmente para as mulheres”.
Embora o total de crimes violentos registados tenha apresentado uma ligeira queda em relação aos níveis recordes de 2024, o perfil demográfico dos suspeitos revela uma tendência bem diferente, de acordo com os relatórios de cada Estado.
Embora os estrangeiros representem 15% da população em geral, eles estão massivamente sobre-representados em crimes graves. Em Estados como Baviera, Berlim e Baden-Württemberg, a pesquisa sobre crimes violentos indica que quase metade dos suspeitos não é alemã. Estes dados são provenientes das Estatísticas Policiais sobre Crimes (PKS), que, embora não contabilizem as condenações judiciais definitivas, servem como principal “referência para avaliar a situação da segurança”.
O que também não se pode negar é que, após décadas de imigração em massa, muitos dos suspeitos alemães são cidadãos alemães com ascendência estrangeira, um tema que a Remix News tem abordado rotineiramente. Por exemplo, muitos dos grupos criminosos mais violentos da Alemanha, as gangues de clãs, frequentemente compostas por grupos turcos, curdos e libaneses, muitas vezes têm 75% dos seus membros com cidadania alemã, apesar de todos esses grupos terem origem imigratória no Médio Oriente. Sempre que um desses membros comete um crime, é registado como "alemão" nas estatísticas criminais, criando uma imagem extremamente distorcida. Apesar desta realidade, os estrangeiros sem cidadania alemã são tão criminosos que a sua parcela de crimes ainda está extraordinariamente sobre-representada nas estatísticas.
Na Baviera, o índice geral de crimes violentos diminuiu 4,5% no ano passado, mas a proporção de suspeitos não alemães continuou a sua trajectória ascendente. O Ministro do Interior, Joachim Herrmann (CSU), destacou o papel dos “suspeitos de imigração”, categoria que inclui solicitantes de asilo, pessoas protegidas e aqueles sem direito de residência. Herrmann observou que existe uma “clara ligação com a alta imigração dos últimos anos”.
Os dados do Gabinete Federal de Polícia Criminal, que calcula o número de suspeitos por 100000 habitantes, mostram que a carga estatística de suspeitos não alemães na Baviera é aproximadamente quatro vezes maior do que a de cidadãos alemães em geral.
A disparidade torna-se ainda mais acentuada ao analisarmos nacionalidades específicas. De acordo com os dados do PKS, os sírios apresentam uma carga estatística de suspeita aproximadamente 16 vezes maior do que os Alemães, enquanto para os afegãos, esta carga é 14 vezes maior. Os cidadãos turcos também apresentam uma taxa de suspeita significativamente maior em comparação com os suspeitos alemães.
Estas descobertas suscitaram um intenso debate dentro do governo alemão. Alexander Throm (CDU), porta-voz para assuntos internos do grupo parlamentar da União, argumentou que a alta proporção de suspeitos estrangeiros evidencia uma “necessidade urgente de novas medidas”, afirmando que a deportação de criminosos reincidentes ou que cometem crimes graves “deve ser uma prioridade”.
Outros partidos de Esquerda tentaram generalizar a questão, citando tendências violentas gerais na sociedade. Irene Mihalic, do Partido Verde, defendeu uma estratégia focada em “luta abrangente contra as causas da violência”. Devido à política de imigração em massa dos Verdes nos últimos anos, muitos eleitores, no entanto, estão a começar a ver a situação de forma diferente. Uma pesquisa recente constatou que (...?).
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-syrians-11-times-as-violent-as-germans-afghans-14-times-more-likely-to-commit-sexual-offenses-as-germans/
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Claro que a esquerdaria tenta sempre pôr água na fervura porque gosta da situação tal como ela está. O aumento da presença de gente estrangeira violenta é um aumento que, por princípio ideológico, não os incomoda, porque a violência cometida por alógenos de modo algum lhes causa qualquer indignação, antes pelo contrário, tacitamente aceitam-na, entre a desculpabilização e o «mea culpa» porque os «brancos» são «racistas» por natureza e, por isso, «colhem os frutos» do seu «racismo». É toda uma sensibilidade que lhes molda a percepção e a ética. Uma sensibilidade que não é partilhada pelo «povinho», porque, afinal, o «povinho» nunca foi suficientemente «evangelizado» pela «Boa Nova» Anti-Racista, daí que, quanto mais os acontecimentos se desenrolam, mais largo se torna o fosso entre essas elites e o voto popular, motivo pelo qual a Democracia é, cada vez mais, aliada natural do Nacionalismo.
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